Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Agrárias Disciplina: Estágio Curricular' Prof. Érico Gebler Aluna: Adelaide Maria Steiner Ré? /'13/1 › é Í R E L A T Ô R I O D E E S T à G I O 282.711-S O -EU UFSC Fpolis, outubro/88 REQ ex. 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE sAN'rA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENs1No _ PRE COORDENADORIA GERAL DE ESTÁGIOS _- CGEST z. *Í O AVALIAÇÃO D0 ESTAGIÁRIO (Para uso do supervisor) IDENTIFICAÇÃO. Nome do aluno: ._Q¿D1-Z. L. de matrícula: N°. “A E Nome do estágios: . . . . . . ÍVL É f'2›.\..G. . . . . . .. _ « . .._L.J.›.\1í.V. 11? Cidade: Ê . Conhecimentos específicos 3. Assiduidade . ...\\>.‹1?.M«fi...Í-.Êi<.¿`.Ú . . 5/W.T."'%..C.~!Q..U..2.. 6 Iniciativa Estado: 1 I ff. .1`F.×.1.4.'.f.Q. Data d avaliaçao: __ ,,,, /OTA: '× - . . Y-׫ agua ÊÚ . .. . .. . . . « . .- z z « .. . . . . . .z ‹ . . z Ê. ÍIÍL. .\.¡.9.*.*-.*.-F9' .Ç.×e\i.:›. :E>P.~'-_-.Í/.\/.I./z\ zz « . . . .L.é.›a. s .=¡~.o . ¿, .. . a 10) A a 4,9 5,0 a 5,9 /-\ 6,0 a. 7,5 7,5 a 8,9 9,0 a 10 =E.[] =D|:¡ =CE| =BE| L-AU MÉDIA 4 .‹;=T.~1 . 11.2412. Q . . . - . 11 ' ÉÊÊÊ z qe š5.‹:.`,..f›2,,A,¶_ z I1¬¿_¡¿_¬u.;_Ír(Jd "._ N- Cicmtisxs Svvoonàov - ,ê,¢,,¡¬‹\z,, omEc1'ofl"'I. I. A. ` u. A. e. a. I. Encaminhar ao Coordenador d Qtâgiosfldo cuêš do aluno. Ílríšt . . 92 “ÍͰf.,z A . ..¢. id. "za Í.f§9.5.`I.‹`.Z.¢z>.IQ... ._ . R fl‹ ' 'me . A E .. . .¿.*?':-.'35 > . . A I?.f=T?v'.Íf.'.=T.5...§>.êQ..Q..é.'2. ' A > outras observações: ng. -. 6. QÍ. . . 4,0 Sociabilidade . A . .I.»1.o.›âé=f.›>'.sfl.... (nota de Disciplina A _ . . /~\ Responsabilidade . .5. . _. . . . . . . . A 5. . .. . .12 .~z-:N 4. Criatividade 8. . . Conhecimentos gerais . E. .\.\\2 .JÊN .VF .5Í.¡.¿? .¡3f.C.¡.°.Ú.E. EL. 1 2. 7 .äfí Q AVALIAÇÃO . . 1.¬ .U.Í.0. Fone: . . _ Local do estágio: 1 . fase: ._ . supervisor: Enâereçoz . . .`1'.fÊ.).;Q.(a2z.)..¬1} Curso: ...¿§\[email protected].Ó.1\).O.'M«.\.»ê\ Coordenador de Ã).l=š. 0 O//k rm ye. ....... .. . . . . . .L. . . ‹ 125 Q.;>. ‹ . . . . . . TÔ gommmuno ,. Introduçao Programa " Citros" Programa " Milho " Algodão Estaçao Meteorologica Programa Horticultura Conclusão Bibliografia I N T R O D U Ç Ã O O Instituto de Investigaciones Agricolas "El Valle- cito" iniciou suas operações em 1976, numa localidade denominada "El Vallecito", com a finalidade de gerar -e 'transferir tecnologia melhorada, que contribua para o incremento da produção agrícola regional, além da aprendizagem dos estudantes da “Faculdade de Ciências Agrícolas" da Universidade Autônoma Gabriel Renee Moreno. Está localizada a 8,5 Km ao norte da cidade de Santa Cruz de La Sierra - Bolívia. Sua posição geográfica se encontra a 63ÇO8'52" de longitude w, 17924'11" latitude Sul a uma altitude de 398m, correspondendo a uma zona de transiçao climatória edáfica. Climatologicamente corresponde ao sub tropical. Os solos se catalogam entre arenosos de Savana nati va e solos medios a pesados típicos de floresta seca subtro pical com tendência a floresta seca tropical. A temperatura média anual se aproxima a 249o. e' a precipitaçao chega aos 1.100 mm/ano. De acordo com outras Instituições de pesquisa agrícola que desenvolvem suas atividades no meio, O Instituto de Investigações agrícolas "El Vallecito" tem limitado seus campos de pesquisa àqueles cultivos que outras instituições não realizam em seus trabalhos de pesquisa e extensão. Faremos a seguir um relato sobre as atividades observadas e acompanhadas durante a nossa permanëncia no Instituto, tendo em destaque os programas: Citros, milho, algodão e Horticultura. Além destes, faz-se um importante trabalhocom a cultura de feijao, sob a responsabilidade do EngenheiroJuan Ortubé Flores, porém não nos foi possivel acompanha-lo devido ã localizaçao das áreas experimentais, que se encontram em lg calidades afastadas da cidade de Santa Cruz de La Sierra. Em anexo (anexo I), o programa relativo ã cultura de feijao, ges tão 86/87. , ' . PROGRAMA " C I T R O S " O projeto de citricos tem como finalidade a produçao comercial de mudas enxertadas. Atualmente, na regiao e~ xistem plantações caseiras com uma duração de 4 a 5 anos de produçao, isto devido a uma enfermidade que ataca as raízes, chamada " gomose ". Por este motivo, "El Vallecito" inicia este traba» lho, em escala média, e, paulatinamente irá incrementando a produçao. Até o momento, somente se realizou trabalhos com fins acadêmicos; agora também se visa produção com fins lucrativos. ETAPAS: a)Obtençao de sementes: Para obter sementes de boa qualidade deve~se observar os seguintes itens: Que sejam oriundos de uma planta sã; A planta não deve ser muito velha, pois após 8 anos de produção começa a decair a qualidade; O frutos devem ser saos e vigorosos. - Tratamento das sementes: Espremer o fruto, sem cortã~lo ao meio, o que poderia danificar as sementes. Somente se tira a f ' _ . . casca. Lavar com água por 6 vezes com o objetivo de retirar,a mu~ cilagem. . Secar em lugar fresco e seco. T estender sobre jornal, para absorver a água da semente,por um período em torno de 4 dias (dependendo da UR ar). z finalmente, aplica~se um desinfetante - BUSAN (2,0 cm3/ Km de semente), Este produto não é fitotóxico. - Sementeiras: O instituto dispõe de 18 sementeiras.Estas de vem ser feitas em áreas onde não houve cultivo anterior de citros (para evitar doenças). - Espaçamento: - comprimento: 10 ~ 15 mt ~ largura: 1,20 mz ~ profundidade: 30 - 40 cm ~ entre canteiros: 1,0 m . Preparo do solo: Mistura-se terra negra + areia + adubo orgânico (no caso, foi usado esterco de aves bem curtido sen__ do estefifornecido gratuitamente ao Instituto), na seguinte proporção: - 50% de terra negra - 40% de areia - 10% de adubação orgânica A mistura se faz fora do canteiro, por facilidadede manuseio. Desinfecção do solo: É feito com o objetivo de eliminar pos siveis organismos patogênicos presentes no solo. Foram aplicados 6 produtos diferentes (a título experimental), um produto em cada canteiro: - BASAMID (Pó) - Deve permanecer no solo por 7 dias, an1 tes da semeadura, tendo o cuidado de remover o solo di ariamente. 2 - BUSÀN (líquido) - O solo deve estar bem nivelado e a a plicaçao é feita com mochila, 7 dias de repouso antes do plantio. 3 - FORMOL (Líquido) - 5 dias de repouso antes de semear. 4 - CURATER (Granulado) - 2 dias de repouso no solo. 5 - COBOX (Polvo) - A semeadura foi feita no mesmo dia da aplicação. 6 - BROMURO DE METILA (Gás) - É altamente tóxico, devendose tomar o cuidado de tapar a sementeira com plástico durante 7 dias; 15 dias após a aplicação se procede a semeadura. Semeadurazâ- Profundidade: 1,0 m - Espaçamento: 2,0 cm entre semente 10 cm entre fila Cobertura Suspensa: Usa-se cobertura de sacos ou de folhas de coqueiro; a uma altura de 40 cm a partir da superficie do solo. Tem por objetivo evitar a incidência direta dos raios solares. A cobertura deve permanecer até que a planta atinja 10 - 15 cm de altura. gegaz Em época de seca, procede-se ã rega diária; em perio dos de menos seca, rega-se a cada 2 dias, em média. f 1 ' Êransplantioz Transferencia das mudas da sementeira para o viveiro de enxertia. Para este tipo de trabalho, o viveiro é uma área escolhida para a produção de mudas, onde são plantadas, enxertadas e conduzidas até o desplante. ~ Material necessário: Lotes proximos a fornecimento de agua. Mão-de~obra disponível para esta época. Fumigadores manuais. Produtos agroquimicos (ANTHIO, COBOX, CITROEMULSÃO). Tesouras e canivetes para os respectivos trabalhos a realizar nas mudinhas. Pás cavadoras para a formação de buracos (covas). - Seleção de plantas: Ao serem retiradas do viveiro, as mudas imediatamente devem ter seu sistema radicular mergulhado em água, para evitar a murcha. Em seguida se prg cede a seleção, de acordo com o tamanho da mudinha ze a presença ou não de eventuais anormalidades. A seleção por tamanho tem como principal 'objetivo a uniformidade das plantas na época da enxertia;assim co mo oferecer uma melhor vista panorâmica (as maioresaoíhn do, as menores na frente). Deve-se retirar parte das folhas (as mais velhas), para reduzir a transpiração, pois o processo de üfmspkyv tio causa um stress muito grande na planta. Frequentemente surgem mudas com mais de uma' raiz "principal", neste caso, corta»se a menor. Ver os nós - "colo de cisne" "colo de laço" "pé-de-banco" - Plantio no viveiro para enxertia: As covas são feitas por punçao, a uma profundidade de aproximadamente 15 cm. Espaçamento: 1,0 m entre fila: se usa esta distância maior para possibilitar a passagem do microtrator. 30 cm entre as plantas. Este espaçamento facilita o processo de enxertia. ' . . . . . . . . , . \ No plantio do solo aplicou-se adubação orgânica (de aves) e logo após procedeu-se a uma araçäo profunda; Depois de 16 dias de repouso. O Instituto, além de produzir mudas enxertadas de citros, apresenta na propriedade um pomar com diferentes Variedades de citros, a título de demonstração de variedades, conforme anexo II. ‹ PROGRAMA " M I L H O " Responsável: Eng? agrônomo Teófilo Salgado R. Objetivos Gerais: O programa de milho do I.I.A. se dedica ao melhora~ mento de milho e a produçao de semente básica. Seus objetivos principais são: a) Obtenção de híbridos e variedades sintéticas. b) Introdução de variedades "Opaco-2" endosperma duro. Em am~ bos os casos chegará até a produção de semente genética e bá~ sica. Para tanto o Instituto mantém intercâmbio com o CIE MIT (México) que, juntamente com seus colaboradores de progra mas nacionais, avaliam o germoplasma de milho em diferentes condições de plantio, em países colaboradores. Os principais meios utilizados pêlo CIMMIT para este fim São 05 Ensaigs Internacionais de Prova de Progënie (IPTT), os Ensaios de Varie dades Experimentais (EVT) e os Ensaios de Variedades Elite (E LVT). ~' A coleta de dados sobre estes experimentais são uti lizados pelos melhoristas de milho na seleção de materiais de milho tropical com maior rendimento estável, e para o desen~ volvimento de variedades experimentais adaptadas a determinados ambientes, numa extensa área. Também serão utilizados na escolha de novos germoplasmas introduzidos em programas de me lhoramento e para identificar varidades potenciais que serão avaliadas em propriedades de agricultores e posteriormente li beradas. O I.I.A, recebe sementes já selecionadas da CIMMIT, e faz um trabalho no sentido de avaliar a adaptabilidade destas Variedades. Daremos a seguir, os procedimentos adotados pelos colaboradores do CIMMIT (entre eles o I.I.A. "El Vallecito"), na condução destes trabalhos. â) ~ ENSAIOS INTERNACIONAIS DE AVALIAÇÃO DE PROGENIES (IPTT) a.1) Desenho experimental: As variedades se avaliam com um desenho de 16 X 16m, com duas repetições. a.2) Tamanho da parcela: O espaço entre filas é de 75 cm e entre plantas, de 50cm A densidade de plantas é de aproximadamente 53.000 plantas por hectare, para um estabelecimento de plantas ótimo. Os materiais de milho podem variar em altura e matu ração, segundo a localização do experimento. Se existe tal va ~ 1 riaçao, se devera ajustar a densidade de plantio ao nível que se considere mais apropriado. u DISTÂNCIA ENTRE COVAS ` Distancia entre filas cm com 1 planta (Cm) plantas' Cumpr.da fila (m) p ara 22 por cova plantas com por cova 2 65 29 58 70 27 54 25 50 80 24 48 5,8 5,4 5,0 4,8 85 22 44 4,4' 90 21 42 95 20 40 19 38 4,2 4,0 3,8 75 100 , . L a.3) Variedades testemunha locais: A CIMMYT proporciona embalagens vazias para sementes de seis variedades testemunha local, que deverão ter duas repetiçoes. Coloca-se 22 sementes de variedades testemunha em cada uma das embalagens correspondentes. Dado que as variedades testemunha se plantam em par celas de uma fila, se selecionará variedades com maturaçao e altura semelhantes aos das progenies e com boa qua lidade de semente. As progênies são tratadas com uma com binação de um inseticida sistêmico (Furadan) e um fungicida preventivo (Arasan). ENSAIOS DE VARIEDADES EXPERIMENTAIS E ENSAIOS DE VARIEDADES ELITE As variedades experimentais formadas nos Ensanx5in~ ternacionais de prova de Proqënie (IPTT), se avaliam pe.la primeira vez nos Ensaios de Variedades Experimentais (EVT). Os ensaios de variedades Experimentais se organizam segundo sua adaptação (tropical, subtropical, e zonas altas), ciclo(precoce, média ou tardia), cor do grão (branco ou amarelo), e qualidade proteica (normal ou milho com qualidade proteica). As variedades experimentais superiores, identifica das nos EVT sao posteriormente selecionadas para os ELVT, os quais se agrupam normalmente segundo sua adaptação,ci clo e qualidade de proteínas. Estes ensaios são mais pequenos que os EVT, mas se avaliam em mais locais. A relação entre os IPTT, EVT e ELVT se descrevem anualmente nos informes preliminares e finais dos programas Interna cionais de Ensaios de Milho. b.1)DesenhoAExperimental: Se utiliza um desenho de Blocos Completamente'Cazu às (BCC) com quatro repetiçoes tanto nos EVT como nos ELVT. Os EVT Km 15 a 20 entradas, e os ELVT 8 a 22 variedades testemunhas de referência e duas testemunhas locais. Para facilitar o plantio, as embalagens se ordenam na mesma ordem das parcelas. b.2)Tamanho da parcela: O tamanho da parcela é de quatro filas. Estas são de 5,0 m. de comprimento com um espaçamento de 75 cm, e um espa co entre planta de 50 cm, com 11 plantas por fila. Cada embalagem contém 132 sementes, para semear uma parcela de quatro filas. Se colocam 3 sementes por cova e, mais tarde, deixa-se apenas 2 plantas por cova, portanto, tem se 22 plantas por fila de 88 plantas por parcela e uma b) ° az... OJ E-' (PW mí? densidade de 53.000 plantas por hectare. b 3)Registro de rendimento de características agronômicas: Se anota os dados das filas centrais das quatro filas da parcela. Colhe-se somente as duas filas centrais. b 4)Testemunha Local: As testemunhas locais sao variedades superiores de milho ou híbridos disponiveis nos programas de melhoramen to nacionais. A semente destas variedades deverá ser de alta qualidade para garantir que o comportamento 'no 'experimento reflita seu potencial genético. Por orientação do CIMMYT, se aplica um tratamento combinado de um inseticida sistêa mico (Furadan) e um fungicida preventivo (Arasan) para EV e testemunhas de referência. É interessante tratar as tes temunhas locais com o mesmo inseticida ou similar e com fungicidas. Anota-se os nomes das variedades testemunha localem um livro de campo fornecido pelo CIMMYT, para onde será remetido. MANEJO DOS EXPERIMENTOS_ Os melhores resultados se obtém de experimentos rea lizados em campos com terrenos uniformes, longe de árvores. A seleçao adequada do terreno é muito importante em experimentos grandes, como os IPTT, embora as diferenças nos experimentos em solos diferentes podem diminuir com um bom plano de campo e com o desenho experimental (Ver a nexo ÍÍ)Se deve utilizar os fertilizantes adequados. Os resultados do experimento sao mais importantes para as condiçoes locais se o mesmo é realizado segundo as práticas predominantes entre os agricultores da região em gue se da a avaliaçao. Deve-se se proteger o experimento de pássaros e animais, uma vez que o dano por estes causados po de arruinar o experimento. DADQS QUE SAO CULETAD©S EM TODÚS OS ENSÀIGS INTERNACIÚNAIS / Variaveis a registrar: Para os IPTT, que se cultivam em parcelas de uma fi ú Q . _ la, se tornarao dados de toda fila. - Plantas estabelecidas: nos IPTT, as plantas estabeleci das são o número de plantas por parcela de uma fila e pa- ra EVT e ELVT o numero nas duas filas centrais de parcelas de quatro filas. Determina-se as plantas estabelecidas aproximadamente 3 semanas depois do plantio. Nos EVT e ELVT, registra-se as plantas estabelecidas depois do ra leio. O n9 de plantas estabelecidas é particularmente útil em locais onde se apresentam doenças Viróticas e mildio. - Dias a Floraçâo: Indica-se o nÇ de dias entre o plentio e a data em que 50% das plantas de uma parcela tem es tigmas de 2 a 3 cm. de comprimento. - Altura da planta: Seleciona-se uma planta de altura média da parcela e mede-se a distância da base ao ponto em que a espiga começa a dividir-se. O registro é feito em centímetros, junto com o nome da fila. - Altura da espiga: Igualmente se seleciona uma planta më dia e mede-se a distancia em centimetros desde sua base a tá o nó com a espiga mais alta. A altura da planta e a al tura da espiga podem ser medidos em qualquer época de 2 a 3 semanas depois da floração até o momento antes da colheita, dependendo do esquema de trabalho. - Doenças: Registra-se as doenças antes de que as “folhas começam a ficar de cor café (tarde no cilho mas antes 'da senescencia da planta) para ter um bom registro do dano completo. Para cada parcela, faz-se o registro de dados que sao importantes na regiao. Para o registro das doenças foliares, o CIMMYT elaborou uma tabela numa escala que vai de 1 a 5, onde 1 indica ausencia de doença e 5 doença muito grave. Código Nome Comum Patógeno t Antracnose a b i ) Mancha foliar p/Cercos pora Colleototrichum graminicola Cercospora zeae-Maydis ' c ÇL "h('D _ K-J‹i-".'3"\-Q ›Q'UOI3B1-*W Mancha foliar p/Curvulã Curvulária spp ria Ergo fifliargnrlkgdis Rnfib fifliar;nr'hucimm1 Fungos foliar por Carbonum EEngo;foliar1lf u '. Bandeado de hoja y vaina~ Fungo amarelo/Phyllostica Mancha foliar p/Vabatiella Mancha de asfalto Mancha café Roya tropical Roya conunn Roya por Polysora ROyâ DOeHÇa foliar i Helminthosporium maydis H. turcicum H. carbonum ' Helminthosporium spp. Hypochnus sasakii Mycosphaerella/phyllostica Káxmielkaseae Hndladrma mqdis Phyaxkxmalmqüis Mqsopelkaseae Puccinia sorghi P.pQh5On3 Puccinia spp Desdmrxúdo Y Para estas doenças, indica-se o número de plantas afetadas por parcela. - Danos por insetos: se o experimento foi tratado comwmrin seticida para controlar uma praga particular, não de regis tra os dados de danos por este inseto. Em geral o dano de insetos nao se distribui de forma igual entre os materiais de um experimento. Neste caso, os dados sobre dano de inse tos não tem valor. Mas se há grandes diferenças no dano de insetos entre variedades, usa-se a média de dano em uma es cala de 1 a 5, onde 1 indica sem dano e 5 mostra infestação severa. - Aspecto da planta: Os dados sobre aspectos da planta são tomadas no período das brácteas de cor café, quando aslflan tas ainda estão verdes e as espigas completamente desenvol vidas. Para a avaliação de plantas por parcela e de altura da espiga, uniformidade das plantas, dano de insetos e enfermidades, acamamento, etc..., utiliza-se uma escala de 1 a 5, onde 1 é excelente e 5 é pobre. - acamamento de Raiz: Os dados sobre acamamento de raiz e planta são tomados no final do ciclo, antes da colheita.Re gistra-se o número de plantas com uma inclinação de 309 ou mais da perpendicular da base da planta onde começa o sistema radicular. Ã! - Acamamento da planta: Registra-se o n9 de plantas com caule rompido antes das espigas, mas não aqueles quebrados depois das espigas. Identifica-se as plantas débeis com caule de baixa qualidade, mas que ainda não acamou e empurra-se a planta suavemente. Uma planta pode apresenta ambos os tipos de acamamento: de raiz (com inclinação de mais de 309) e de planta (rompido antes da espiga). ~ Cobertura da espiga (empalhamento): Registro do nO de espigas de cada parcela que apresentam antes da wcolheita qualquer parte da espiga exposta. Registra-se como porcep tagem de mau empalhamento, dividindo~o pelo n9 total de espigas colhidas. Também se usa a media para cobertura nu ma escala de 1 a 5, onde é excelente e 5 ë cobertura es cassa e pobre. Tira-se a média para esta caracteristica quando as espigas estao completamente desenvolvidas e as brcteas estão secando. O melhor momento é a 2 semanas antes da colheita. 1 1 ESCALA DE RESULTADOS PARA A COBERTURA DA ESPIGA _ Caracteristicas das brácteas (Cobertura) m_ šâšâíãaââs . q 1 i \ 2 . 3 4 5 I _ Í As bracteas cobrem a ponta da espiga e/dê se estendem ao redor dela Cobre pouco a ponta da espiga Apenas cobre a espiga até a ponta, ficando exposto As brácteas não cobrem a ponta da espiga, deixando grãos expostos As brácteas não chegam a cobrir completa» mente a espiga, observando~se grãos clara mente expostos ' - Contagem final de plantas (plantas estabelecidas ou plan tas colhidas: .Plantas colhidas: Registra-se o n9 de plantas em cada par cela ao colher, sem importar se a planta tem uma ou duas espigas ou se nao tem nenhuma. - Peso de campo: Colhe-se todas as plantas na fila shqfles dos IPTT. Colhe-se os dois sulcos centrais das parcelas de de quatro sulcos dos EVT e ELVT. Observa-se o peso de campo das espigas com o lote em Kilos até um décimo. De prefe réncia, colhe-se o milho quando o teor de umidade é baixo (15-20 por cento). Isto permitirá uma expressão gxqfleta do acamamento e das diferenças entre famílias em apodrecimento da espiga. Além disso, o grão será mais facilmente debu lhado para a determinação do teor de umidade, e as medidas sao mais precisas em baixos teores de umidade. - N9 total de espigas: NÇ total de espigas colhidas. - Podridão de espigas: (NÇ de espigas podres) Para cwkrpar cela, faz-se a média de incidência de podridão de espigas e grãos causados por Diplodia spp. em uma escala de a 5, da seguinte forma: - 0% de grãos afetados 2 - 10% de grãos afetados 3 - 20% de grãos afetados 4 - 30% de grãos afetados 5 - 40% ou mais de grãos afetados - êspecto da espiga: Depois da colheita, mas antes de fazer a leitura da umidade, distribui-se a pilha de espigas diante de cada parcela e tira-se a média para prejuizo por doen ça e pragas, tamanho da espiga, enchimento de grãos, unifor midade das espigas, etc., numa escala de 1 a 5, onde é Õtimo e 5 é pobre. - Dureza do endosperma: Faz-se a média para esta caracteris tica somente nos experimentos de qualidade proteica. Examina-se a pilha de espigas diante da parcela e tira-se uma mé dia, numa escala de a 5, onde é grão duro (como os de milho normal) e 5 é muito suave (milho opaco). - Porcentagem de umidade: É a porcentagem de Humidade do grão na colheita. De cada parcela se separa 10 espigas, tira-se duas fileiras centrais de grãos de cada espiga, mistu 1 1 1 1 1 ra-se todos os grãos, e põe-se no medidor de umidade. . ,{, 1 AILG()I)A() O cultivo de algodão chegou a constituir-se na déca da passada numa das mais importantes atividades agrícolas do Departamento de Santa Cruz de La Sierra. Sua produção chegou a cobrir nao somente os requerimentos internos, como também o mercado externo. Segundo a Associação de Produtores de Algodão(ADEPA) o cultivo de algodao chegou ao máximo entre 1972 e 1975, com 50.000 ha. Esta área Km declinada, até chegar a quase 6iM0ha. A crise algodoeira se tornou mais aguda, não realizando-se já nenhuma exportação; desta maneira, o pais passou de -exportador para importador desta matéria-prima. Esta situaçao se deve a vários fatores, tais como: Fatores climáticos, pelas excessivas precipitações pluviais por queda e apodrecimento dos bolos; a falta de fconhecimento e a inexperiencia de muitos agricultores em relaçao ao cultivo e suas etapas de desenvolvimento. A planta de algodão, desde o plantio até a colheita passa por várioa etapas de desenvolvimento; a rapidez com que passa de uma etapa a outra é variável e depende, ‹princi~ palmente da temperatura e do genótipo. Cada etapa de desenvol vimento está associado com mudanças em tamanho, morfologia composiçao quimica, composiçao hormonal, etc..., da planta,os quais podem influir de forma diferente na resposta da mesma aos fatores ambientais. A reação de planta a problemas e práticas como doenças, sequia, fertilização e de requerimentos híbridos, é diferente, segundo a etapa de desenvolvimento em que ela se encontre. Outros fatores limitantes no rendimento e na qualidade do algodão, são as pragas e as plantas daninhas, estas competem pela obtençao de elementos necessarios para a sobre~ vivencia (espaço, vital, nutrientes, água e Luz). O período crítico na competição se dá entre os 13 e os 32 dias após o plantio. Isto significa que o mais adequado para o agricultor é conservar a cultura livre de plantas daninhas até 32 dias. , , , Limpezas posteriores afetam pouco o rendimento, mas evitam ia reinfestação em sultivos subsequentes. Durante O transcurso do estágio, tive a oportunidade de acompanhar 2 trabalhos relacionados ã cultura do algo- dão: 1 - 2 - Etapas de desenvolvimento da planta de algodão. Controle de plantas daninhas com herbricida prë-emergentes no cultivo do algodão. 1 - ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DA PLANTA DE ALGODÃO Condutor: Júlio Nelson Parra Ponce - estudante de graduação da faculdade de agronomia Gabriel Renee Moreno. OBJETIVOS: a) Identificar as diferentes etapas de desenvolvimento darfimn ta de algodao; b) Elaborar a curva de crescimento da planta de algodão; c) Elaborar a curva de formaçao de quadros; d) Elaborar a curva de floração; e) Elaborar a curva de formaçao de bolos; f) Elaborar a curva de abertura das cápsulas. A realizaçao deste trabalho se deu em duas localida des: 1) El Salao 2) La Curva des Diablo Ambas situadas no Departamento de Santa Cruz de La Skfira? - Bolivia. ' MEDQS: fez observações periódicas duas vezes por semana tomanso dados desde o plantio, germinação, desenvolvimento e crescimento da planta, formação de quadros, floração, 'formação de bolos e colheita; ao mesmo tempo se faz avaliação de _Se pragas. - Divide-se visualmente o campo de cultivo (lote oupanxúa) em quatro quadrantes iguais. Denominar cada quadrante em NE1, NO2, SE3, SO4. 2 - Semanalmente faz-se a análise de desenvolvimento das plan tas e uma avaliação completa da população de pragas em ca 1 * I da quadrante. Repetir a avaliaçao da populaçao de pragas aos 3 ou 4 dias; após cada analise de desenvolvimento da planta. Anotar todas as práticas culturais que se realizam no lote, como todas as mudanças significativas no meio ambiente adjacente. ANÃLISE DE DESENVOLVIMENTO DA PLANTA Parar-se no centro de cada quadrante e sortear ;umÍ.local ao acaso, para localizar o sitio de amostragem ao acaso. Evitar lugares com muitas falhas de população localizase um novo sitio de amostragem semanalmente). No lugar que caiu o chapéu (jogado ao acaso), mede-se 2,5 metros de sulco e marca-se no chão, ambos os extremos. Na área marcada faz-se o seguinte: a) Contar o número de plantas; b) Medir o tamanho da planta mais alta e contar O n? de ( c) nos do ramo. Contar todos os quadros, flores brancas, bolos pequenos e bolos grandes. - Não contar nenhum quadro, flor ou bolo de ramos que correspondam a plantas vizinhas localizadas fora da área marcada. - Os bolos pequenos incluem ss flores de cor púrpura e os bolos que ainda não sairam das brácteas. - Os bolos grandes incluem todos aqueles que aparentemente sobressaem das brácteas, inclusive os maduros. AVALIAÇÃO DE PRAGAS A avaliacao semanal de pragas e feita na mesma area marcada para efetuar a análise de desenvolvimento da plan ta. Faz-se a repetição da avaliação de pragas 3 alldias depois, numa nova área marcada, seguindo os mesmos procedimentos anteriores. - Bicudo: Conta-se todos os adultos - Pulgao: a infestaçao de pulgoes o estimada de lacordo com a seguinte escala: I Nenhuma Ligeira Média f quando não há pulgões nas plantas L: de 1 a 5 pulgões por planta M: de 6 a WO pulgões por planta e presen ca de folhas pãlidas ou enrugadas. Forte F: mais de 10 insetos por planta e fo~ lhas completamente enrugadas. - Conectores de folhas a) Conta~se a quantidade de larvas pequenas e grandes, alabama, prodemia, heliotis e laphigna por separado, ~ As larvas pequenas são as que medem cm ou me . . . N: . 1 1'1OS larvas grandes são as que medem mais de 1cm b) Estima-se o dano foliar em porcentagem. ~ Heliothis: a) Conta-se a quantidade de larvas pequenas e grandes nos 2,5 metros de sulco; também se conta a a quantidade de plantas. As larvas pequenas são as que medem cm ou me~ nos; as larvas grandes são as que medem mais de - As 1 1 cm. Quanto ao financiamento do projeto, a Universidade financia 35% e os 65% são financiados pela Associação de Pro~ dutores de Algodão. ' 2 ' CONTROLE DE PLANTAS DÀNINHAS COM HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES HO CULTIVO DO ALGODÃO Condutor: Cresencio Moreira E. - Estudante de gradu ação da Faculdade de Agronomia Gabriel Renee Moreno. Localização: Foi realizado na Comunidade de Cotoca e no I.I.A. "El Vallecito". O material utilizado para este trabalho, pertence ã variedade Stonoville 825. OBJETIVO Pesquisar a eficiência de alguns herbici das pré-emergentes no controle de plantas daninhas no cultivo : do algodão. DESENHO EXPERIMENTAL O desenho utilizado é de blocos aleatórios, incluin do 14 tratamentos com 4 repetições. O plantio foi efetuado a uml; metro de distancia entre sulcos e 0,25 metros entre plan tas. Ãrea de umidade experimental: 25 mz Área de bloco: 475 m2 Área do experimento: 2.185 mz DOSE RECOMENDADA/HA TRATAMENTO 1 - 2 3 4 - 5 6 - 7 - 8 9 - 1011121314- Ronstar 25EC Ronstar 25EC Alanex 48EC Alanex 48EC Dual 960 EC+ Cotoran 80 wp Dual 960 EC+ Cotoran 80 wp Codal 400 EC Codal 400 EC Cotonex 80 PM Cotonex 80 PM Nudolin Nuaoiin Capina Testemunha ~ 4 40 6 60 3 30 4 40 1,5+ 1,5 2,5+ 2,5 15 15 25+ 25 5 50 7 70 1 10 2 20 5 â ' 30 3 ` DOSE APLICADA/ TRATAMENTO(C.CJ. ~ 50 - - - - (infestado) Metodologia: Depois do preparo do terreno (que inclui uma araçäo, rastreamento e demarcação), se procedeu ao plantio, com um metro entre sulcos e 25 a 30 cm entre plantas a uma profundidade de plantio de 5 cm. Posteriormente se apli cou os herbicidas, um dia após o plantio. Infelizmente, não tive a oportunidade de acompanhar os trabalhos posteriores, pois foram feitos após o término de nosso estágio, com uma duração aproximada de 10 meses. Serão tomados dados de fitotoxicidade. As lleituras para avaliar o grau de controle das plantas daninhas serão re alizadas aos 18,30 e 45 dias após o plantio, sobre um quadrado, determinado ao acaso. Com o número de plantas por metro quadrado, se efetuarão as análises estatisticas correspondentes. Também serão tomados dados agronõmicos, tais como: altura da planta, n9 de bolos, n9 de ramos por planta e rendimento de algodão por ramo. As ervas daninhas predominantes e mais difíceis de combater pertencem ã familia das gramíneas, como as do gênero Digitãria. Também apresentam forte agressividade em algodãoas plantas daninhas latifoliadas. O financiamento deste projeto corresponde em-75% ã Associação de produtores de Algodão (ADEPA) e 25% ã Universi dade Autônomo Gabriel Renee Moreno. ' ESTAÇÃO METEOROLÓGICA Dentre as várias atividades desenvolvidas pelo Ins tituto de Investigaciones Agrícolas, encontra-se a Estação Meteorológica. As leituras são feitas 4 vezes por dia: As 8:00, 12:00, 14:00 e 18:00 horas, sendo que estas serãorg alizadas por um acadêmico que fica responsável, por um saldo mensal pago pela Universidade. Os Instrumentos em serviço são os seguintes: Termometro de máxima e de minima - Geotermometros (10 - 20 - 50 cm) Psicrõmetro Pluviõmetro Evaporimetro Anemõmetro Heliógrafo - Pluviografo ' MEDIÇÃ@: - Termômetro de máxima e de valores extremos diários da de álcool em vidro, no qual cool, e que com a contração mínima: São usados para medir os temperatura do ar. O de mínima é uma pequena barra é imersa no ãl deste pela diminuição de tempera tura, e deslocado pelo menisco da coluna e permanece na posição de menor temperatura alcançada. O de máxima é de mercúrio em vidro, apresentando uma constrição logo acima do bulbo,que impede que a coluna regrida com a diminuição de temperatura de modo que o mercurio permanece na posição de maior temperatura alcançada. A temperatura do ar e medida ã sombra, em local ven tilado e protegido da precipitação. , Geotermometro: Usado para medir a temperatura do solo, ins tala-se o elemento sensível do instrumento na profundidade de sejada (no caso, 10 - 20 - 50 cm). É de mercúrio em vidro,com a escala formando um ângulo de 909 com a parte do bulbo a ser enterrada. - Psicrômetro: Usado para medir a umidade do ar. É constitui do por dois termômetros comuns; Um destes fornece a temperatu ra do ar; o segundo é coberto com uma gase, que deve ser umedecida com ãgua destilada, constituindo-se no termômetro de bulbo úmido. Com a passagem do ar sobre o bulbo úmido, ocorre evaporação da água da gase, com a utilização de calor sensivel que é retirado do ar passante, de modo que este termômetro registra uma temperatura de bulbo úmido. A diferença entre as duas temperaturas registradas ë diretamente proporcional à qunatidade de evaporação, que por sua vez é inversamente proporcional á umidade do ar. - Pluviômetro Usado para medir a precipitação, o pluviômetro consiste de duas peças cilindricas que se encaixam. A peça superior define a área de captação na parte superior e pos sui um funil na parte inferior. A peça inferior contém umapro veta graduada para receber e medir o volume da água coletada, utilizando a seguinte equaçao: h = altura de precipitação (mm) h = 10¿y_ onde, V = volume de água captada (ml) A A = área da superficie coletora(cm2) - : Evaporímetro: Utiliza-se para medir a evaporaçao; é um tanque que contém a água diretamente sujeita à evaporação, sendo que este é montado sobre um estrado especial de madeira, ficando livremente exposto à atmosfera, e tem no seu interiorum micrometro de gancho para as leituras da variaçao no nivel da - \ água no seu interior. A evaporação medida neste instrumento ê proporcional ã evaporação potencial. Anemometro: Determina a velocidade média do vento.l%ssui um conjunto de 4 canecas metálicas ligadas a um eixo. O ventofaz com que as canecas girem em torno do eixo e o espaço percorri do por elas é acumulado em um hodometro. A diferençaemtre‹hms leituras consecutivas indica o vento percorrido no periodo. O anemometro está instalado na parte sul do Posto Meteorológicq em um mastro vertical, com o ponto medio das canecas a uma al tura de 2 m acima do solo. ~ Heliögrafoz O heliõgrafo mede a insolação diária, medindo a duração da radiação solar direta. Os raios solares são focali zados por um esfera de cristal em uma fita de papelão. A inso laçao e dada pelo comprimento da carbonizaçao da fita. - Pluvióãšššâz É basicamente um pluviõmetro no qual se substi tui a proveta graduada por um conjunto medidor-registrador.E§ te é formado por um recipiente com bóia e um mecanismo de relojoaria. A água coletada vai sendo armazenada no «recipiente com bóia. Uma haste fixa ã bóia transmite e registra sobre o tambor de relojoaria o nivel da água no recipiente. Anualmente o Instituto elabora um informe meteoroló gico, que poe a disposiçao de pessoas ou instituiçoes que segurem dados climáticos para suas atividades. O informe inclui dados sobre insolação, temperaturas máxima e mínima, Humidade relativa, ventos, evaporação, precipitação e balanço hídrico. - PROGRAMA H O R T I C U L T U R A O programa de horticultura do I.I.A. "El Vallecito" desenvolve atividades com as seguintes culturas: - Tomate: Em andamento pesquisas sobre tutoragem de novos cultivares adaptados; comparação de práticas de poda e plantio sobre camalhões nas variedades ROMAVF e RIO GRANDE; Ê feito de climas sobre o cultivo de tomate durante todo o ano, mediante plantios quinzenais; utilização de ácido bórico Q na recuperação de tomate atacado por viroses. - Cenoura: as pesquisas que estão em andamento, relativas ã cultura da cenoura são: comparação de 5 :variedades de cenoura em cultivo de verão; Teste de eficiência de 5 herbicidas no cultivo da cenoura. - Batata Doce:Comparação de 7 cultivares de bata do ce, realizado a avaliação de cultivares japoneses e 2 peruanas, mediante uma testemunha local. - Cebola: avaliação do efeito de 5 herbicidas nocul tivo da cebola; estudo do efeito da fertilização fosforada em solos com aplicação de calcáreo, no cultivo da cebola. - Couve-flor: Observação do efeito da temperatura sobre a diferençiação floral em cultivares de couve-flor, observando o efeito da temperatura mínima para a diferenciação floral precoce. - Ervilha: Introdução de 5 variedades de ervilhas observando o comportamento agronõmico e sua resposta econômi` . ‹ , ca. Rabanete - Produção escalonado de rabanete, visan do produçao permanente. - Alface: Introdução de 6 variedades de alface com í parando as com as mais cultivadas no meio. - melancia: Teste de 3 sistemas de preparação de so los em 3 cultivos de melancia. - Melão Introdução de cultivares de melão. - Abóbora: Introdução de novos cultivares. - Pimenta: Testar diferentes densidades em pimenta. - Pimentão: Pesquisa de cultivo de pimentão comyflan tios mensais e sua relação com as condições agrometeorológicas visandoacomparar podridão e sanidade por época VS. faünescfli- I : máticos, principalmente temperatura e umidade; outra pesqui sa relacionada ã esta cultura refere-se ã identificação e con trole de doenças na época de verão, determinando os melhores e mais eficazes controles quimicos, sendo que este foi o trabalho que acompanhei mais integralmente e cujo desenvolvimento segue: IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS NO CULTIVO DO PIMENTAO A variedade utilizada é a YOLO WONDER, que apresenta boa adaptação ãs condições climáticas da zona. O transplantio se deu quando a muda apresentava de 10 a 12 cm, com 7 a 8 folhas, sendo que o desenho utilizado é de blocos aleatórios, com quatro repetições; as parcelas são de 3,60 X 2,80m, com 7 plantas por sulco, a.uma distância entra plantas de 0,40 m e entre sulcos, de 0,90m. A avaliação de incidência de doenças é feita em cada folha, utilizando a escala de 5 graus (proposta por Sümmry Diekson): 0 até 10 manchas por folha até 5% da área foliar manchada 2 entre 6 a 15% da área foliar manchada 3 entre 16 e 33% da área foliar manchada 4 mais de 33% da área foliar manchada As leituras são feitas a cada 10 dias, utilizando somente os 2 sulcos centrais e descartando duas plantas napar te superior e duas na parte inferior, por efeito de bordadura A intensidade de ataque é determinada mediantezafqr mula: Porcentagem da Intensidade = a§§ X 100 : 1 : : : ' : 4N onde: a x b = produto do n9 de folhas por cada grau de dano N = total de folhas avaliadas. No preparo do solo se procedeu a uma aração e duas gradagens. O Os fitossanitãrios aplicados foram os seguintes: - DITHANE M 4-5 fungicida orgânico, ação por con: tato e preventiva. - PEPRÚSÂNI CObr@ metálico de oxicloruro tetracúpri co a 56%, 300gr/Kg; açao preventiva e curativa, corrige a ca- ( Y rencia de Mg, Zn e Cu. - ROVRAL (isopropilcarbomoil) - FITORAX: Fungicida sistêmico de ação preventiva e curativa D › C O N C L U S À O 1 A Universidade Autônoma Gabriel Renee Moreno além de excelente formação que oferece aos seus estudantes também presta assistência direta aos pequenos agricultores da região, sempre que solicitados. Um dos problemas que enfrenta refere-se à via de acesso, em condições precárias, inclusive intransitável em períodos chuvosos. Caberia aos órgãos competentes tomar as providências; problema este, aliás, extensivo a todo o pais. Aos acadêmicos são exigidos 750 horas de pra tica de campo, além da apresentação e defesa de uma tese; para locomoverem-se até a fazenda experimental, é oferecidotrams porte gratuito e almoço, na própria esta¢k›experimental. Após um mês de contato com as atividades de~ senvolvidas pelo I.I.A. "El Vallecito", constatei a grande im portância de uma fazenda experimental como complemento mmw.fa culdade de Ciências Agrárias; não apenas um complemento, mas de importância fundamental na formação dos profissionais da area agricola, pelo contato maior dos estudantes com as diver sas culturas, com o solo e todas as técnicas e problemas em questão. , g * B I B L I O G R A F I A 1 i SIMÃO, Salim - Manual de Fruticultura. São Paulo ceres, 1971. 53op. ii. 2 ciclos de seleção da densidade das sementes de cinco variedades de mi lho opaco - 2 e seu efeito na produção e qualida de proteica dos grãos. R. Ceres. 31(173): 52-66, _ BARBOSA, J.G. et alii. Três 1984. 'B J Q _ _ TKOTA! Vúfnamao 6.aa. Nmi¿QrQméu@MA@j @MQ~ <è¿0 çäuhy wwbal JQâz 'g1@{v Qpovfiâwwânioâ š» éfllwnpo. O ...- _: CURRICULUM VITAE DATOà PERSONALES NOMBRE LUGAR Y Y APELLIDOSz JAIME MAGNE OJEDA ~ FECHA NACIMIENTOz Oruro-Bolívia, 3 de ' enero de 1941 ESTADO CIVIL: Casado RESIDENCIA ACTUAL: Calle Suárez de Figueroa No 521 Teléfono 2~4577, Casilla 1356. CARNET DE IDENTIDADz 758735 CARNET CNI; 3250 EsTuo1os uN1vERs1TAR1os - Cbba. ` 1961-1965, Universidad Mayor de San Simón. Facultad de CienciasAgomñimm Cochabanba - Bolivia. esTuD1os DE PosT5eRAoo I 1977-1979, Centro'Agroná¶ico Tropical de Investigación y Enseñanza (CATIEI UCR) Turrialba - Costa Rica. Especialidad en Recursos Forestales, con énfa sis en Agrosilvicultura. TITULOS ACADEMICOS - Ingeniero Agrónono, Titulo en Provisión Nacional. Magister Scientiae. CURSOS CORTOS Y SEMINARIOS * 1966 - Curso sobre Riegos y Drenajes, CIDIAT/Min-Agricultura, Cochabanba - Bolivia. 1969 - Primer Seminario Nal. Forestal, Ministerio de Agricultura ba Bolivia. - Cochabal ~ 1972 - Cursos sobre Técnicas de Administración Rural y Conercialización - Agropecuaria. IICA/ Min. Asuntos Canpesinos y Agricultura, Santa Cruz,Bohvia 1974 - Curso sobre Metodologia de la Enseñanza Superior. Universidad "Ga briel René Moreno, Santa Cruz 4 I 'P xl . T' - Bolivia. 1975 - Seminario General Bôsico de Pedagogía Universitaria. Universidad "Da briel René Moreno” - Santa Cruz, Bolivia. 1975 ~ Curso de Planeaniento Curricular y Evaluación Educativa. Universidad "Gabriel René Moreno”, Santa Cruz, Bolivia. D2. 1977 - Seninario de Integración INTAL/Universidad "Gabriel René Moreno” - - Santa Cruz, Bolivia. H 1977 - Seninario en Sistemas de Producción de Cultivos Anuales. CATIE, Tu- - rrialba, Costa Rica. 1980 - Curso Nacional de Post-Grado sobre Genética de Poblaciones. RLA 78/ - 024 PNUD/UNESCO/ Universidad "Gabriel René Moreno”. Santa Cruz, Bolivia. 1980 - III Saninario Nacional de Investigación Agropecuaria y Forestal, - - Colegio de lngenieros Agrónanos/ Universidad "Gabriel René Moreno". SantaCruz, Bolivia. - 1983 - Curso de Redacción Técnica, CIAT/IICA Cono Sur. - 1984 - Curso Regional sobre recursos fitotécnicos/ UAGRM. - 1985 - Seminario Nacional sobre un sistena para clasificación de tierras - según su capacidad de uso mayor COTESU/CUMAT/USAID. 1986 - Simposiun sobre Impacto del desarrollo en la ecologia del Trópico - - Boliviano, patrocinado por varias instituciones, Santa Cruz, Bolivia. *íí__~ CARGOS DESEMPENADOS - 1966-1967. Técnico en Manejo y Conservación de Suelos. División Suelos Riegos e Ingeniería. Ministerio de Agricultura, La Paz - Bolivia. - 1968-1969. Silvicultor I - de la Reserva Forestal Min-Agricultura, Santa Cruz Bolivia. - 1969-1970. Ordenador II (Promovido). 3971-1972. Jefe Reserva Forestal, Servicio Forestal, Ministerio de Agricultura - 1973-1980. Profesor en la Universidad "Gabriel René Moreno”. Santa Cruz, - Bolivia. - . 1981-1982. Técnico consultor en Agrosilvicultura. Prograna de Desarrollo IE tegral de la Anazonía Boliviana. DEA/Ministerio de Planeafliento. La Paz, - Bolivia. - 1982. Adelante, profesor reincorporado a la U.A.G.R.M. - 1984-1986. Jefe del Dpto. de Recursos Naturales de la U.A.G.R.M. - 1986 al presente, Director del Instituto de Investigaciones Agrícolas "El- Vallecito” de la U.A.G.R.M. ' TRABAJOS REALIZADOS .._..zz_._..-__...í..____-.._.___- - 1966. Estudios de Suelos y Recursos Forestales, Proyecto Mosetenes, Beni,- Bolivia. - 1968. Organización de trabaios de investigación Forestal e inventarios enla Reserva Forestal "El Chore”. Santa Cruz. .3. 19ó8~1970. Inventarios Forestales para finas de aprovechaniento en diferentes regiones del departamento de Santa zCruz. 1970. Reconocimiento Forestol de la zona quebrachera del Chaco Boliviano. 1971-1972. Paíticipación en el levantaniento del Mapa Ecológico de Bolivia, - región oriental. 1973-1980. Docencia Universitaria. 1980. Invebtario Forestal del Alto Paroguô con fines de aprovechaniento, cer- co a la frantera con el Brasil. Junia 1981 a enero 1982. Evaluación de los Recursos Forestales en la Pcovin - cia Vaca Díez, Beni, Bolivia para el Proyecto Anazónico. Marzo 1982. Docencia Universitaria. Mayo-julio/83. Evaluación de Recursos Farestales de lo Provincia Luís Calvo~ Chuquisaca, Proyecto de Desarrollo del Chaco chuquisaqueño. 1982-1984. Asesoría en Sistenas Agroforestales Proyecto BOL/083/0003 FAO. IRABAJOS PQBLICADOS Y POR PUBLlÇA@ Utilización del Método Sistenótico en la inventariación forestal de la zona - de San Julian, Santa Cruz. Tesis, Universidad Mayor de San Simón ~ Cochabanba Bolivia. 197.47 pp. Canportaniento de Tenninalia ivorensis en su fase de establecimiento, asocia do can maíz caupí y frejol, utilizando seudoestacas y plantam en el transplon Magíster Scientiae. CATlE/UCR/ Turrialba. Costa Rica. 1979. 90 pp. Diagnóstico forestal de Santa Cruz. Departamento Agropecuaria, Comité Ê£_gl de Obras Públicas. Santa Cruz, Bolívia. 1977. 378 pp. importancia de las cortinas ranpevientos en la conservación. Ministerio de te. Tesis . AA.CC. y Agropecuarios.lSonta Cruz Caracterización - Bolivia. 1972. 16 pp. delimitoción de los diferentes tipos de cobertura vegetal en la Provincia Vaca Díez, Beni, Bolivia. Fotointerpretación. 1982. 15 pp. y - La agrosilvicultura, una alternativa en el manejo de los suelos de la Provin- cia Voca Díez, departanento Beni, Prograna del Desarrollo Integral de Anazo ~ nía Boliviano. Riberalto. Bolivia, 1982. Evaluación del grado de recuperación de la cobertura vegetal en barbechos aban donodos. Prograna de Desarrollo Integral de la Anazonía Boliviana, Riberalta, Bolivia, 1982. Evaluación del desarrollo de plantaciones de gana (Hevea brasilensis) en Ribe rolta. .4. Prograna de Desarrollo Integral de la Anazonfa Boliviana. Riberalta 1982. - Bolivia Inventario Forestal del area de influencia del Proyecto Vaca Díez. Pro grana de Desarrollo Integral de la Amazonia Boliviana. Riberalta, Bolivia. Et al. 1982. (sin publicar). Evaluación de Recursos Forestales de la Provincia Luis CAlvo, Chuquisaca. Proyecto de Desarrollo Integral del Chaco, Chuquisaqueño, Corporación Regio - nal de Desarrollo de Chuquisaca. 1983. Participoción de agricultores en la plantación de Mara (Swietenia Qacrophyllo king), en asociación con cultivos agrícolas en Yapacani, Santa Cruz// Proyecto BOL 083/003. Santa Cruz. Bolivia, 1984. Diagnóstico sobre cortinas ronpevientos en Santa Cruz, Proyecto Bol 083/003. Santa Cruz, Bolivia. 1984. Evaluación Forestal posibilidades de aprovechaniento de los bosques de Chive, Santa Rosa y Federico Ronan del Dpto. de Pando. Prograna de Desarrollo Integral de la anazonfa boliviana, OEA/ Min-Planeaniento y coordinación, Santa Cruz. y 1985. Evaluación forestal posibilidades de aprovechaniento de los bosques de Bello Vista, Beni. Programa de desarrollo_integral de la anazonía boliviana. /OEA. y 1987. Santa Cruz, Bolivia agosto de 1988 - I , V «H z* zz ¡. ¡ 1 \ ~ `:. _\\_¿ .› -- " 1 `.' z.- g_f. .,_i-_. _.'_ _ 1~:;~=.z3“z-mig* J ! H”, ¡ " ~_ É.. :iria "...'.,.›-`- ' "'. ;'i_._z _ › ' ›'~ = ._.`‹fl:'n “Ei 1' zà ›~ A l ,-Hzë-:ri '"r:» _ . ¡ u -,›»›' ¡i ~ , 3.-..~»z¡'¿=“›5}izi“Ê¿;;.› «Hr i Í _ _. ir 'i rj l ' : › ". rf A . _ ` Eâjfffl' ›"7."".;_'“.-` I l- `.f": 1 - - :Ê ..., ~ i `\4 _ .lê 'tz \,¡.5z`~§z '-Ê5':'§, Í-Í1 'I-lr; .,,t.¬¡ _-`t¿‹.r ;° r,_,: '” J. i éí -~ Y* 1' Í . . . r '- * ° A1* \. ii; ' 1 . . Í ,Í ~ o ' I L ê' f¡;_¿¿¬:¿ ‹!-,;'_" V i A ¡I! * 1, â “lá ` o 4 \' _ H* _¡_a 39» V i' Mayor az Uézârzzsràda rezrârâzznz Cochabamba-Bolivia 1; -¿ ¿ szzn sâmózz 1 _ PCR ÊUÀNTÔ: oi señor . . ., r -, , . _ ¡ Jaime Magné Ojeda ha reríciicio con aproborziõh dei Tribunal de exómenes de Estudios' yrflegiamenio interno de . \ pruebas prescritas por el Plan de Ciencia: Àgronómicas. la Facultad ' I voa ÍANIO; ias ' ' Í hombre de consagrada por lo Universidad y en eiercicio de ia Àutonornía Universitaria D|P'_l.OMÀ de ia Constiiución Política doi Estado, otorga el presenta AGRONOMO VINÍVGENIERO ¡ . 1 . para que sea reconocido como de su grado; rf/ _. . . ../1/ /Í . ` C'ocha_bar?a, 16 de Noviembre de 1972. z/5/,_ 3 ' -/' ' ...... ,W _ *4/'¿"¿""^' ....................... 0/c›r.wAi_1'E›=‹ F=er1EmA REYNOLDS 1 Ro 'Of .Í ..... .... ........ _ _ ' y goce de ias preeminencias correspondientes a los tal ' ' , ` ¿~ Á~ - ` ~:¡. ~ _r . i 'z " 21.* ` ¡?,_;.¿,_4 '~ .................... = vv " ; ~ f L ao Q) ,, Q, ,› . r' w . 7 . .,L; z rrrrrr r: É 11 H .1c›sELu| BAPUSTA Secret otãenerai . 1 : 7* _`~.v\ /' “^”*'°"°.'“ ° J ~.ff'=-¬ ~ -É553» O à Q.. oi " › ._ . UV' ‹_ ._ ` .. .À I S_. "¿'9U/ ×»<×*“e' 0 Ôoellabawv. . / .‹ "\¬¶' F ' ›. .¡.1.-› . . 3 | ¡.n.J.A E 1v=‹;‹‹›L _ `. nfi~ -_ «m§_ Hu ¬__ _‹ Âhmzrisxršz vaJ V Q -›._¡__;;`: ~'.""""¬ `._ _:¡.`_,.': -çeef '; 1 V' _ 13-' '- -Í . lí <É":. ‹â- -v--*” ...Z C» ..S ';,_ Ê-«z ^~ -1.' . ' Ã. “"n._~' v {i_¢`fi. /55;-«â ” _ . ,_:~.- zw; ,ÍÂ"'!i¡". H "¬ ff* 1-; è ä _. z _ . ".` ' › = . `¡I.w " 1 \ 'A nas fi ›¬;=¬í1-sff däägríãi .à ~ M ›s,. ~ :A _/ -”-.- __1_¬~z;ââ%àf2__¿,v.<›ff@sâm1=_fl°»=1›\ iá_úmir1_iz¿i›:.\¡‹v2r ||z4r~adv¡ idaflp day ; / 5 'all r-1E~*f'«*z¬;âf~.'.¢>'¬› 'fz , v;-` \ á ¡ _: “ 1-‹‹u:\Í' r I A ; *o _ - ......__.., _ “_ '_ _'- -ä Í' f`‹›ch:\bunI›| x .ê1.,.ff r Rzxóo .,_ u.%`\z .~z~‹;êf.:=¿, `z Tomo fl» .. _¿›ff-' ~u=:;.=õ:__¬-_w_¿ -.s¡~`« ››-‹ 73* . sn ' as(c 8 “ëf-_-_»-3.» 7'~*fÍ'.%«Í'fšÍ` ,{,~' *v __-s ' __: . _...-Í:zÍ z.ê«i<=<'1*1,f'^'f:z*ff' . Zz .~ .. '. .- :-1. 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(')r//m, ‹/e f/ÍuI1.1.r‹1./ 7972 ‹/«V 1/ /m. /0in›z¡11¡1.1'/nx /./‹'1m‹1Ír› f/'Mr '/uu/nu; _ ‹/c Za @‹›m/i/V‹u=1`a':L 'öílulo ¿1/mio, dal fÍ)oú'/.‹`‹f‹L pax ‹›‹›zz/mz/‹z. /‹1‹fzz//ru/. el dl:/. eu 1/ø. e7'‹×u›zu‹ ;o¿m‹/.a. 1; ÍÃ)‹'¡/Jrí/v/1'‹›(1 /1; m1‹§.:Iz‹›~ ‹/e uma./¿‹f1ui '¡])‹7‹/.‹Y. ~/2(fu'u‹°u¿‹/‹11/. Íffioíífsia/, _ M n/nnju. le. ‹ ' para. que. ¿¿ a pznfciizífz. /.u. É/in/¡1v1`‹'1. M//111/0 J//(11/vn/ /01 z5'un_ 1/4' ‹V/ace. ‹/í‹1_.‹ (ru f; Zmfo el. zfzm ;1.›uí5‹'J zm/zzó recnfzozzfzz. .fe f.m:i/nzm /M 1/e mr//ra r/ ‹u_f‹1‹/:Í/féim.. /¡‹'/mf//‹! I/ en. rn /ns 1,/ me/`p¿‹°‹f‹'‹/‹:‹/. Imveáievzlos oc/Lenta /cz ‹/za pr‹›m'›/f. ‹ f/)rou¡.u'án. "JZ11eímu1l la/ 7‹S'6 A AGRONOMO u×1eEN|ERo 1/ mu/m`‹.1.. (11. _ um .SÉ/u ‹$'/um/1 z/‹; ' (fm ez/nz/, «/f PH. fZ)‹'r/1?r‹l1/(Y 1'/, ‹§'irn‹ín. 1/el/uu ‹/r. /H (_./fm»/›u/›‹u›f/vu. .reg/.›(¡‹f/›1/m' L/I. ‹/( ‹/c mí/ 1.1/Im. \ ` /- -"-~l M %%%%%%%%%%%%%%%%%%%% % z ::__Jnr¡~ v , Ç Í Trina Andira gh -CQ . à , xi J V _' ' hm. !)‹~‹:uno osvfuno s m/xnmâ de la Fac. de CS. Agrícolas y L. Ye. gznas V . _¬\ ' H, '/ - .f // __;,,./ //,-/,. z v.,‹I';- .\ 7 §';,_×'àz-,1Lâ‹~.' x:‹z¡1zú~›fc‹'ezí§ c. SI-)CJU~,'¡`AR!{‹) ,, a. L _/ _/'¢/ /7 I/ \ \`\ ~ z/ m'1'1z:m~;s1u.›o GENERAL .__ \”~. ~~~~~~ ~ __ _ __ _ M av _ __ :___ _ \ (__\\3É ___ _* _ _ `_M_`_` __ __ L _ __ nanhmem ag â__8___“m¡% _ _ _ _ ÊÊQÉÊ mw _Ng_ëä____~_% _ ggä @wm@@ É _ Mm “ía _ íhšä ââamà vnxihanã _ ~_¶_“3g_£__m =m_mummum~¿_~_md ã m _; fl grgš m_E_¿___a___â____m: 3___w_ hutsmfl “_ gããm :_ Omdhvflã _ _ az: mfi äiuäë ru m_2_E5____8 fiä ________š:____:__ä Qäwüä _” ã _~ gm«§t% “N ___=¿ _____E_¿_~______N “___ gãšmw â_ Ê Eiag â_ âs"B:_ Pc: _: ia ãt8_g_Hã ___ _â1_______ Sig: ___H_~h_m____*_l___NW__U___8w§m1___hm%___&_:=~ä_ §\š\ _¿;_mm”äU ___ __ ¿a__g_¶_m____%8_~¶ ` ____~_“ ngm __W_¶___¶__*m__2___*____~_*__ ggëw ë â \_\ :W :D9 _____ __ 551 “°_m__a§__ NN gãfiflm _ ããm __ _ __~__q_~__ š__§ 3% É _ _ ¿__ J/ _ _ __ “mk %fi__$ _* _ __`$_¢À _M_1 _`“_` _: _ _ __ ___ *gi CONSEJ O NACIONAL DE R- ¡ ¡ N G E N ¡ E A LA PAZ Valor del Ce.rtiiicodoÊbâ@- Bouvm › cE.RT|F|cADo E DE INSCRIPCION EN EL REGISTRO PROFESIONAL 7 V 7' "Í V . carscomà .__;>.z¿Íf7¿€_f_;;í-í.<z-ízÍ _______ / , _ N9 027850 "CONSEIO NACIONAL DE INGENIERIA" E1 Presidente del CERT I F CA I : documentos que curscm en nuestros archivos se eviden- Beviscrdos los _ que cia señor el `‹`, ................ .¡.-ne... _ está inscrito \ ............. ._ / zz // y . .......... V ../ =- / ,z -\ f__‹'¿›*›~z_{ _3í_ "'/;/ // _ ° * _____ f ,, _' (_ _________________ ' ..... .ff.... ..... .fg-rw, __< z.›.. ff ................................. _ .'. // ,, E “" › `” Í z"` , , ' .f _____'Í__ff._:__í___'_ ........ .-í_'.-..'..-Í ........... ._ de m11 noveclentos . _ .............. __ zzzzz 7.._...-........_-..........____.______,____........__.__..............._ ._; Y que ha Ptlgcxdo sus Úcuotds de ;". .... ..Í..í ....... .; ........ "' .. .... _ _ . .................... Lc: Paz, ff." _____ __'Í.'.-z-rf;._.;;;ÍfÍ_.-_.'_?._'._'.;.1Í ....... ._Í...Í ....... , . de __, /T Numero Uno de fecha L1bro // ' bajo la Matrículà No. del 2/ «/f ‹.'.‹z‹r :fz _ de este Consejo como registro , _ iolios fi/ « . ..... .-'Ê...ÍzÍ _.--.-.---...-.......-...........‹ el en, )/_'/' ,__z. .......... ..(..^.fÍ¿.1fÂ-.f;i';í".Í-íÉ ..... al ._ dícx. ........ .-~;2Í.'Í;ííTf:..JÍ..flÍ ................................. fl de 19 ._ ` ,/ /___-`-_\ T' 1' " Ê' *Ê “ Y ' .,` z 'l ' ia P.;z-«'__.zz'z1`i\'~É_í'*À;: .:¬¢,,~-,z.~::« / .wi Pr.e Conse1o Nac: em ld ›_ ngemend . , ' v . ff .. › ` '¬›_›.. , ›¡. I ' f z H \ › \ z, ~ O L' lí \:....*7)'.€"5' › i ' Ó FORM. N? 2 ‹¬ sí/ /' *' ,_. `L . u I “R . .. - , A | I . ‹.~._~,. _ . _ .¿-¿;ó‹~ e H .'› BIBLIOTECA CCA c NAC RU Z ‹ COLEGIO DE INGENIEROS AGRONOMOS DE SANTA CRUZ I C El E T R F I C I A D Ing. ( CINACRUZ ) : Jaime Magne Ojeda ente gremíal. I esta legalmente inscrito en nuestro I _ u. . Es todo cuanto certificamos en honor a la verdad y para ' UFSC O Colegio de Ingedíeros Agrõnomos de Santa Cruz CERTIFICA QUE El - los fínes que el interesado estíme conveniente. `IngÍ car Panía u R P _ ¿_ 'J ,` .I/' zàze /ff? . santa cruz,'*,o1 .de Febrero de 1.988 cane Espana Nú. õvo -L Tšléfmw A3-vsfõõ A -_ casânzz 496 Í )"FÊ*'päì~ \\¢¿¿. \ ` ‹u_¿_¿¡ z Q'-`:¡':,:,'n› . l. " Q. ." ._'?~›-‹ __ Ê .-_ '*“' š Ê %“_I zé il RM UNIVERSIB Ml DE 0081 É TR UPIBM. DE / ' @‹ -. CENTRÚ Y __ ESTIGÊBI flä Y ENS ENà -zw: QMICÊ š Q? :aí E-:É ¡..,_¢í sistem A DE; ESTUDIOS DE POS GRADO EI Progromdde Esiudi os de Posgrodo en Ciencias (UCR Nofuroles Recursos CATÍE) - FMgmâ aims Agrícol os y que ` certifica el señor @í2ša orientó sus estudios ocudémic os y realizó su tesis de Mogister Scienti ao en forma sutisfcctorio en especiolidod de: //1 7 M2 Q AGRO " SšL\/ECULTURÀ f , .. '12 .`. ju' Õ: * fr . /1 r .zm C 5 "fzer "o `* ~-~.~.-.»-..-~~›- *àfl N4 ca"?;`\q"`.¶;' os dg Posgrawfi)av .,/ J Progfamo ‹_\ .'v e n Clcnclas Agrícolas y R ecursos QQ/.~ 3° \"^r\\ ; Nat uralcs (UCR-CATIE) \< I ‹"`” \ ._ .,_,‹ Ê/ X I _.,...._.,; ¬,¡~¬ g \1s ¡~~'›'~'1*»!..f.f.›.-!.@Ã;. 4 ¿_` .I ~r».-Ô) s I sí* ¬ \ . "`»j. _ L, f*'›-› E II, ' ...wc r 1 .si ¡ ¬ \ ' ~ \ `¬ .V7 \ ¬"~` ›' ~ ‹ \_ _. , 4. v. . ‹_ .\. ": ' ' 1. . . _ U . `\c: . .' _ Á .‹_' \' sv, *`~`r›.,,_r '- ` Tur rioíbo, Costa Ri co, ~§ q. el 20 de ›^~9 N š \';‹'-‹§ ‹ 6 ” É-¿f'_!, Dedo en . 3. 1 1 'f _ «:'í.¬"""'flt}›' _ . A Gia» _/ X ~“»~ ' 1 , 2 *lv «-¡:f$^$¡'¡:!›._ (ul . ¬_. Coordinzxdor Sistema de Estudios de Posgrado . ` QR/” Áxjƒsá \ Í švv-0`_ ` ";Í'ÍZ`.*_ agšà ...¿. t _; f ‹f ç.;f.\:- junio d e 19 79 _ ..,-,,....‹-›....._,z_a=z›-azef-zfz~=:z‹¡c.:: C Í N ÁC R U l Í __ - _z _~=f» - f ‹ ~ ‹ ›- - meemanos Aeaowomos os sâmâ cnuz cotseso oa l C El F l lng. Oscar Panlagua l A C O D Certífica que : lng. Jaime Magne Ojeda está inscrito legalmente en nuestro te gremíal Es todo el T R suscrito Gerente del Colegio de lngenleros Agronomos de Santa Cruz El E en . cuanto Certifico en honor verdad y para fines a la que interesado estlme conveniente. ., ` _. -. « 5 5 r H: « ` - scan£PÊnla GERE - . o ¬z *W *“° 1- P1 .,~ ` ¬ s1 __.-.z--' ' Nf . ¡, lng. .f ' .\ z' Rx)*Ã\^1`lr_,"'J Santa Cruz, O6 de Abril de l 988 l Calle España No. 670 -- Teléfono 3«7855 - Casilla 469 _› R Í _'_¿_ › “_ :Jal _ H v _” 'H _ 4 VÁ ü _____ __ Xm k_`›_¿_ 9? _ àffimwnxww ¿_|_š _m#V¿_U 7:” __H ¿ _, ¿“\¿mw_›_“_fl(_M_‹ ‹mv§¿_V__ _¿¿ W \\ _ _ ¬ i_‹ _“__¿¿L `_ _ Ê' _ *_ “__ H ÇÊQ mw š ,_ sl Í ¿ 1 5 “_ ¿_¡_yww __ _, _ gnu _' __ __ 1 Mí V _` __: ‹ ¡_ _ hà “_ ¡___ › 4% _ __ % *_ :F _ ¿_ V4 _¶¿~___E “ _ M _\__ _, _¿_ “V _ _' ak `|; `_ ,bx M!4: Mg! _ F M ÉJuÍ _“__'u~u_ Y M3: nú *__ É, _ __) `_ '_ _ __ 4 _ *____¡ M* ke", v _ __”, '__ Wu: _ H" ty V_H vu ‹ _` M_ U›_ V _ V_ ¿~__* _* _ “__ _ _ É 2ñ HymW_“Mm_:hä._ _, › ` V ___ \ __? ä¿hW'i__J& ¬_ ¿¡W@&__HwW_w __ _. ,ral _ 1. 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JAIME MAGNE Por lo valioso coloboroción prestado brindando sus conoci- wientos wedionte lo exposícíón sobre: - " CONSERVACION DE ESPECIES FORESTALES EN PELIGRO DE EX‹ TINCION /*R f " Ç:š“\ L / Ing./Ciro guíleru COMITÊ ORGANIZADOR PRIMER CURSO REGIONAL SOBRE RECUR SOS FITOGENETICOS. ‹¿)/"(.I I; Ing. Kbf?ífi L: de Costas COMITÊ ORGANIZADOR PRIMER CURSO REGIONAL SOBRE RECUR SOS FITOGENETICOS. Santo Cruz; 20 ol 25 de Agosto de 1984 I X: l l __I__I_p_H_b ~`i mOO\m_wo ` komflgofloâflmm _ I' _§õmäEg¿ 1 zm ` \ __ä___Ê.Ê_b_____¢_ :Em :E052 \¡ cmg °__š_£ ` _ _"ãUT_UEE“_:_~ ãm___Uw___ 8UY^O__^H ` mw ` EE: Íüuãu ¡` _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ÊQÊ oU_QO__0uw Qšzämmmã :io ` °‹m|^5_É CÊUÊUQOU CÊUSUÊHH 8UgG_¿ ÊÊOU Ê VVVV I` mw N É _N_m___ãm_ _: ã _U _ ›. \ ë | - | - - _______________ \ __m_z_Ú`_ A ofihdaw _____________ :Q oww _________________ mšã NEO êëgg šcmwgä ko_moñ_ã_m __HUE__l_'_` ñšhm “E200 Eu _® êâšããšã gšom _______ ,dt 'HWUQ cw ãä_3U¿m< _N_:U O__O:ãUQ 02202 ________ ______________ ' Ozgtãüg õ90_O 8ä______ OÚOQMUEOQ CQ gãm ________________________ cm b QNÇW ¡__O:w 8U_QEOU gv __ wã: DÊ DU ouC_____mEN_UC_NE ____z_mI___ã_:$__ =mV_U_uwm;U>=__ ovdgflugooo _£__€Nu _:_omm_uV_ _:w2=_ Mw ________________________________ Um _mn_0___ HWUHOÉNEUOHHQL Eë¶__U¿CD OUU5m_8 29030800 oigflcäá CÊUSÉDHH I_ QW _U:< obcbu aa l - | _' - - - É. %`*Í5 É-ZE`__.ê. ` » ~;: -11-‹¬' * ,; 1' ~ 'à _*-...Z La Pfl2Êi9:Aä0 -¬v"---'-"›1* - ~- -v -3 ›"°\= "5 'Í ...... .§§€ÊÊ 1~ - 4 , ` ....... ,;~‹íf"' ~ .QÍÍ:ÍÍzl-.....`_. . z _.. fifi5¿ ... . . . . . . . . . . . . . . . . ..\ ......................... .. 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I Ingcnieríá del Servicio Tšcnico Àgrígola de czi ¬_ 5 ,¿O, *É cs, Sus le U canceladõx ie acuurúb zí ;;~ z`¡~ ~~:, elas, con un haber bíuico de çbfl. .,›¢~ f'Í›`°r;.,¿, & mz Este nombrgmiento ‹ Q Q câ1m‹.c.\.¿zx de p^›z::.¢~: Any ip -E ;¿3v IN I' ~+zi»»fl0.0 üüonuradm, sado los cuales de àwvúw z ¬~ L-m›.;~ tzziento y capacidafi dõuøztrgda, "' " uín;ihm¢z -‹ »uL eflte nativo, .úluáó a Lú. ^. M.@~\ Í AA / \O H e 1 Í) Ê3' U. 7.7' ff: If; L-J Hà _: 1 53 ¡...: 7' - F' , 4.9 ~ va (D LX ~ 4...! .r.\. .›‹l* ‹ Y (."›.=.'¿.-tz. _ _[Ê ^,.' C3 ._ ., \ .I A .z›'Í', _, . ,- .;_z\_.~. ~ / 1 › ' \- .-.<;. 1* Qi.. r'~(.¡:, ...:;_f "'\ . Dirce. Cr `Q SoT¢A$l`í Q ' › Contabfij Tursonal Àrphivo AJT/hqa. Qd I of .\5 gx QE - {\ ¡,. ‹ › 59 11* msozm ` _//«síä ./ - ' ç» `\ Í ê l ‹ § × _ .-___,___*_-z . -Í '› - J; . Q' .. L . ,. ¡_ "À 1 ..«1;,¡ P¿¬à“ )Ê'f§.¡.s;`-.Ku `=à w' f , z .¡¡. '¿. :J 3x» sf ¬."::r›z$ af: *az ‹ ‹. '‹ . 'Ã*§t°¡‹,'f1}"¡,;Í~!=- \,, I . C”. ( ígšanwbü an; 1,¿(¢ /|z"`¡ '¶?°\‹”` X _ .J 'M 1 z--‹-,‹«» f.lí‹l"Í›`}*¿,`d.`J_* ‹‹.,~-;›:¬ '\.\ ` / / .cf / flz ¡,¬ - f/ Cê 6.~¿›/ z. \ f`“~, ~¡. .Ú/._ ¶- ~- : \ ¬-mí I/ \ r \ ÉEÉO z I “mmsfrmnro DE ÀGRICULTURA c. ›í, (Rev. ‹- Fan. L-1, g mz { enero .f...dB ............ ..d.e................................................... .íãš%âWÊãëäÊm9áâÊëz ...............  ................................ .zm 5 _ . _ ~w;:~;;ma=_, ~ V r 1? 19....Ís... . _ n .................................................................................................................... 6 lzo . me/õv No A1 sanar ~‹ I ó'›¬,‹". -1 âä) - :cs-'^H 1 Form. Na. 8 - ¿› AÉ¿g°Ê*flI. “Q *z B OLIVIA ` ¶ ' ` /*ff -.L/. › Pres-=n#.e _ ¬= -_ >' *'*:';"'z-_-z'~»r-L' -1.14-=-*fif .V f . › z* .. .. ä =z-2f:;fê4~iHU\ , ¢_¿, ‹›~m-«q=ú‹~-z@,-=j-1.-‹-u›w‹Ã-.«.z;a~‹›z««›‹.g...u,\,.z.‹z;=à-.,-.Z.~.-f¡Êz......~.,-- -¬.~« -'«=››‹ 154... . _... . .-.«....›. ......~.. _ - . ...... .. ._ _,, , » Lšeiior: Ud, que, C0mu¡1j_(;g_€1 la fecha., siào prfâmoviclc he. Õ.iSpG8iCíÕ!1 Õ8 QSÊ6 Deu punho, 1301" al\ carga de Silvicultõr Qrdenacié-n ~ Reservas Forestales, dependiente de lu 'I partir de ê. la. São-fàcíôn. cio ele zm Fór<z`â~ z›iv1fzâ.‹5n tal, üaza y )?esca del fiervicio Técnico Agrícola de este Líinisterio. .Sua haëeras, le aerán cancelados de acuerdo ul í~rog1~.=.zznâz O2, Subp:c_g_ grama 05, lActivid.ad 02,, ita: No.. 534 del incíicacío Scrsvicio, com un 6$0‹ ) . 1:1. Pref. her básico Cla ášbs. 169.20.:_:› fa Q: .iäen .I tamente. 4 Q ..,__\ - 4: -..-fc'. Contabi Fersol) _`~.rchi ..f.3./Ínqa. mi › ‹ Cgyfgzgä _ af ÍHÍSÔHÁÊ \\_: ¬ ¬ ..._ - à `,,__ Í ÊQZQ Wa - \ f~ ` ú - . .› ... ›....»¬-›._ X \ \ /;\-,I C ,_ . ,‹ › ' V : A¡_CQC¬¡¡‹¿¿ QV? ×\f ~./., "'›:;‹€_,`› > . ' mz ...‹-.. OW ., .` L` _ ‹ V : ' ~ ff ,:~ _ nl' -, 1* x'\ 'kw -,¡ « Q . Q .»“1\×"=\'°` \. az-Bú ,Raw .~¬ \.\`ç:?'.›'á/ '..'.‹. -í* ‹ \ J ' -~,\¿*;-‹›'~~ z Agfšüultufa ,¢\ rf 74 'Q ¡- . › á í päfi- . . "'~ mm . ¡~§_§gQ .V ‹' ‹<*'”§ `“ ~ /ff Subfs-ecr e ta ria Dírec. Gral. ~›.'1'.n,_,rícf›_}zz Ê-/ ha-› `_::_¡z 6 . MíNIFšTERIO . DE AGRICUL ãää Mi MEMORANDUM -21€' BOLIVIA c ._-._-_ 2 3 1 -_ À \ NQ- - . A1 1 _ señor ---.3É`i€.?} _____________ _. ^ , ............................................................................................................... ¡ ,_ í ' .,I¬11fz.=V-. Paz, 1 . . ... . . . .. . . . .. . . . . . de . . febrero' -_F°".`; No' 8 ' ' _ _- ú¢¡971“ <`aÍÊÍ¡.‹ÍfÍ1~._ `;¿_;¬~~~____;:___ z__¿z.;_=¿.__.Ê-- ____¿:_;¿z_.:z__ Refz ítemí »- c . 1~ ~¢...z , 'n-omzóiôn 456 (1¿970) Ccrgo: Jefe Señor: .CRU-'3..¬. . :..'. .zz... __ _ . ' _ ;*{;ez5e;yaí}*F'_o¿g›_[s}tol_ - ._ - B9:11;; *V*ivstfc_ . - Por disposiciõn de este Despacho, a partir de la feche., ha U6.. promovido 'al cargo ‹1e'Jefe de la. Reserva 'lfiorestal do Bella Vista-Alto Béni, depcndiehte del' Servicio de Recursos Eaturalas, Renovablen de este Íziinistorio. sido .V Su.s'haberes,'1e ser-dn cancelados con cargo a la aprobaciõn del presupuesto 1.971. Con este motivo, solado a Ud. atentamente. QÀÍQS (Aff'“¡,>; . \ ' ¡.,.~ - . . /›¬ ':*âz¿>äj z .- ' `_‹_*.-› ' CQQO Direc'.G`ra1.' mrzc‹.oépr;1.s.c.5- R-H-11° ' z FS/hq ' ' zjzzzf Í, 1 minfinanzfls yersbnâl contabilidad .¬ .à»/_?/z, cm. m`išõ'e M/., :ES esrmazâ '\// fimknodefiwhw s Cu mpumosy Àwkmwm ‹ I/ ‹ 1. *F4 Rf 1- iI “ ®Ê.~Ç x ~'1¬zz'iëíís __~"“ ÍÊL,-¿ p¿z_30¡¡ “ I/,zàçš Í; Í* ~~- - \ ,. \9* 5:, 8/ \`Í' f ~ ' « Q Mrmšsrssnxo DE .maxourxrvxuz nozçxirrà ; ' . \ No. ii hm. I II. $ ¬ /.Ê Âiá MEMQRANDUM . ôÊ“ã?Ê9? ______________ ` ,Ígf .. __ \ ¬ » .‹.1.a..=`:%=ë<_f>,..1íêsf.1_<ê...<2;i<_*_‹?~.‹=@, _________ . . I ê ` .'Ê*..-.¡`.*'Ê*?.e.~.1.F<.>_f.‹1¢...-.l..._-_ëE7!z5:,9.-.'--.'.-...ࢠSANÍÀ CÍiUZ.~ ” 19.52.... . V Señ 01': 1901* àisposiciõn da este Despacho, a partir de la fecha, ha sido Ud. promovido al cargo de Ordenadar Asistente II de la Reserva Feras tal "El Chore", dependiente de la División da Forestal, Gaza y Pescšf às este Hinisterio. ` Sus haberes, le sex-án cancelados con cargo al Programa 06-Fores tal, Proyecto 01-mderas, ítem No. 580 de nuestro prewpuesto, can 'En haber básica de $b. l69.‹>aà Atentamente. ` {`\%.;š` \ z 0960 Dirce .G1-al. Direc . Be pia 1.8 . G3* Sã . Agríc ola. Eãinhacienda ' Z --;......._...¿,_________ ___›_______¡_ _ ____ .AW _ \ i ' K\\ x _ .\_7_w_J§š}¿~§1~3\3;*-›`\3`~\`\*""`~ » ` `"""" f\ ' ff `\¿.`* wi) ' ‹'1vir~:1'5LÃ"Ê¿7‹"¿3«-'3šš`=Í" ._ , z-É-z‹›~-§zz-~Í.aARâ§:› -‹W. _,,.>-"âaâz›êâ:fzz n.gzêz..zâz,~zz aê " ' (_ Personal cúzzmzinâzzâ JTN/hqlo › « "" '\ “iëš ` 1 Ó f~"f'"j"»-~ 11 za 'df' ¿ *.;7_VÚ +›.,.%\ -4. 1.` . 1 É 4-3 , ..-W . ' `Í2¿5 M,_, ¬W K -í EH Qi Íê b r ~ ,..;_ MINISTERIO '~ DE AGRICULTURA MEl\'IORANDU_I\I ' .,._.....,.¢aunn.. BOLÍVIA _ Form. No. E (Rev. - Feb. - 66) Ê N‹›.......f:..¬ '¿.z.zz:¬¬.1..r;..<_..=.r.¬1 _ Ô...f.1i.:›.£;;zz..._zÍëê:zçQrzšiím...£.š.Q.11.zr.‹:1.1..e.â ....... .. Ing. Jaime Hugne ....~_,. .. .., Ux -.W- šwz. _ › › ~ i xbnilmwmwmmmmd¢mMmmWmml9mmmmM¬¶wde19m11m ,. ..‹-á; .›.› _...u_.. _ - .lu _ .. _ _ 1--'-~-:=-;~ -- ~ ' f ~ -2--~ UWmW§§§§§§§§¡- ='~,~=:=-=›¬;v "~:=:,-~z---'H-›~ Señores Inga: *uai ~.dør zzv. amisComunico a Uds.I que han sido r por ~w¿ dxctnflaf serum Ec0log1a,que tir a los curs0s,de 1~ 1971 abril de ci }.fi *c,Ta em de O.E.A. a partir del 19 de Paz. . . . /w / ~/ , \ “I "”' \\` ' L'ÍäÊ7£) / L/ÃI\"`{. -.'/ /Í/' 1 Ó/ÊÁÍÍ.-1¿.':'¿ Í`/u .f='f:,. S › › ,_! Í ur. 1 - SJ -z ¬« cc: Direcciõn Depnrtamuntal Santa Cruz. Distrito de RNR. Santa Crue. ‹~‹-.<›‹zz ëfil f- , . \¿-; ~.-,. ~1i ›~¬- |¡.Í4 ¬‹~.~._ .. 1 Q 'aa &‹. @{rLL'11e.¿¿1`1í(L¿i gli E1 »”'¬Â% V : Í* `^'~'< \.~ ' .- r r › ""--._.....«f"" .//Ízø/-':›.//aa" Departamento de Biolagía a '~' zn (QQ/lã “(¿Í.11/1z1`e/ Facultad de Ciencias Pares y Nôturales _ . Êo/,¿u.1Ir1Jz,r/, T CITE `\" '\\'.,"1 \..Q-« M/'z"›" É?/' *Í _ 1 Í .:` .................... .. ›_.›' Camilla No. 70'! '~. 3. ` 1éL alvos- lne 22 Santa Cruz de la Sierra Bolívia - De gweooseéoipmefoao E¿<}AMEN DE CUMPETEÍ\!EIA 1-uzírín ` En Santa Cruz de la Sierra a Hra 18.50 del dia once de abril de mil novecientos setenta y tres, con el tribunal examinador compuesto por el Dr. José Daniel Candia, Decano de le Facultad de Cienuías Puras y Naturalea, el Ing. Federico Baaoopé V, Jefe del Dpto de Biologia y el Ing. Guillermo Ribera Tapia, profesor del Dpto de Biologia, se procediô a la recepciôn del examen de competencia el Ing. Jaime Negne D, para optar las cêtedras de Int. a la Biologia (BID 099), y Prácticas de Fisiologia Vegetal (BID 205), habiendo ohtenido el promeoio general de ochenta y un puntos (81), aorobado. u Santa Cruz, 11_de Abril 1.979 \... ,--, f Joáê Daniel Candia Ph.D. PHESIUENTE Ing. Federíéo§Bä cgnê V[]L1›'-\L =(////ÍÊÊÊ \\` LLl~`_, Ing. Guillerm ` oAL l . RENE MQRENQ" Universidad Boliviana “GABRIEL - DIVISION DE PERSONAL Y BIENESTAR SOCIAL ~ 3 _/ F No; ; ‹¡¡.¡¿_._..¡~; .... czzâanz No. Teléfono ..1..<1.;»:.¿2.9 .... ._ 702 24214 Santa Cruz E C R T WF I I C A - Bolívia O D EL SUSCRITO ÉNCARGADO DE ESCALAFUN DE LA UNIVERSIDAD BOLI- VIANA "GABRIEL RENE MORENO". C E R T I F - - ~ - - - - ~ ~ - - ~ - - I C A3 ~ Que, ' revisado el Kardex Docente y las planillas de pego de haberes respectivas, se evidencia que e1_1ng. JAIME MAGNE OJEDA, es funcionario de nuestra Supe- rior Casa de Estudios, desde el 19 de Noviembre de 1972, a la fecha, actualmente se desempeña como Profesor a Tiempo Completo eo el-DepartamepfoÍde Biologia, dependiente de la Facultad de Ciehcies Puraš y Nafiurales. - " - ~ - - ~ - - §e le exfliende el presente certificado a peticiôn verbal de} íntereeedo y para'fines consiguientes. ' ~* . .' .' . ,:Santa Cruz, fälde Noviembre de 1979 ,~ Ê-._ ' _ , ` _ VGui11ermo Hurtado Cêspedes ENCARGADO DE ESCALAFON ' ¿ wvo « . ›. É ' 'É › É . JEFE/DJ H 3 no ?¬›-2,.. .. - SI NfPERSONAL .“Ú' É '\ _‹ ¿ 'L _, .r Ç , É f ._u.¡` éwxë 5 “›”Â.`>Í"”4' ¡.)¡Y¡S¡‹f,n _-'¿¡_¢l¢ ' G<¿¡/Q Persona! `\\ sã, _ \\°C` Kv:`›`. áfllfmn B§$p;. I /Y . 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Nér1ci,- ~ Santa Cruz, 15 de febrero de 1974. ____ _ /_.-èÍg\\".\ ,:š` } > V1 / ~ « í U ' Í' 'H 1 , .‹~ \\¬.›› ' ¬ 2 . \ *gl/í'/` /L” ' I. 3 ._ \ '*.` . " .- COMISION ACADÊMICA _ '‹7_ Í Dr fivcu' Gózrez 1.: w l. lâmuscion Í › ¡ I ,` I ç ~ Dr m ,c DE EX . . arm ' n K1 nz 6 ‹¬ _,,/ ',_ `* . ~ ““//{í/ áwáz/4* Fg~ A López DIVHION ~ U KVEBSÍTARIÀ [gm Y hc Germm ,ff ‹.c'|‹m ¿;1¿M~;rr.1f.'›.¡›M|N|s'rn/n'|v‹› ~¿a<¶ / _DI 2 CA ,' Í: Hruíu flnrhery ' ‹: V › 1 :_ O DF'. LA F.~\(.Ul'Tz\D DE CIENCIAS SOCÍALES ,_ . é;»=ë!¿¿i ¿§§š7Êʧ$§á§Ç ', ' -fz Í; k-*p V U' ~.. A ¡::.^ fr; ' . ,¢ ' . .. Í vwfiü ....._› vl _ _¢»{5ár.ff€fl¢1¡ Qäñ -z= ,›.z.~.+:.¬\3Ç' H < ' ¬ _.-Í \- M ' '.. _ ¬ '. z, V ~;*&«~;»¬ffi~_fi~ V¿ 'í.~`Í"f'~"“~'..° ׫*¢»f:¿y>*zf _ _ . -H f^§ _ 'viii--".“v'~'¬, _ fifiè* -_ _/ u-wa\;ä _ ' -“'59 ‹g.\». `à§\ f `. . 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FJ z-';:_:;›: 3? ,_ 'Q' p ` V \ _ .#132 -wngøf UNIVERSI DAD BOLIVIANA "GABRIEL RENE MORENO" CURSO DE PLÁNEAMIENTO CURRICULAR V EVALUACION EDUCATIVA EP Uáaønnccxúna da de .. 4" fa Un(ucnA¿dad Bofiivi.ana "Gabnicfi René Moneno . _ Ka 4; D.‹'\›-¿ó.‹Z‹$n de E›‹,tan.é.í.ñm llniua›z,ô..í..tzvz..‹Ía, o.r.‹'››z.gan e£ II p/zaóe.›'z.te. CERTIFI CADO U5 ASISTEHCIA V ÁPROUECHÀMI ENTO M PifoÍ...J/-1.IE...M/-IG NE. ....... » .. habea aóióiido àegu Znmw enfe ..z q Àeaflizado âoó iäabajoó exLg¿d0ó ~ dunanre ck Cuaóo de Pfiancaméenfn z. .. Cuäaicufan g Euakuacáõn Educa£¿va, dácxado poa efi pàçàixgâoàu Pàofieóom Möáóáó Moya Baknalzó de Za UniPOÍL . _ _ ' ' ' ~ . venóidad de Chàfia, deõde QL 13 ' ' L za óza el 3! de oazubae del pàzóenta año, con um Iotaä de 90 hnàaó da ctnóe. Santa Câuz de ta S¿eÀma, ociubae da /L _, . 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MARIO $.~`›T1Rz".!\T!;` IEUII1 nscran na LA unxvnnsxnéu noLzv:âxA "eânwzwz vn» m ,_ V , _ › 1 EÉ Í'1 8 2 , wo¬ H višÍ°$§›, Ç , E1 Of, VR. N" 170/82 de fecha G da maya del avo en cuvs: del señor Vlcerrector de ln Universidad; I 1 COHSIBÊRAHDO: Que al sefior Yiccrrcctnr de la Unívcvsílnl ba aolícitadoâlfl designaciõn de otros prnfcsíonalca para currír las vncnnuíns que ~ se hañ yresentado eu la Facultad de Ciencias ngrículus con motivo de la progrnmncfiõn acadêmica I/82; _ 5 Qua as àebfip Ye laš autorídaüos urivflrzitariafl dotar dal {úr~ senai nmcesariq en Las distintas areas de 1vaLaío¿ con cl objeto » de no éntorpecvm el normal fuwaionnnientw de las nísmas; Pon 1Áhro SE }U3SUí.'¡.'ú'E.: 1?- Autorizar ú la División de Fcrnonal la wecontratacifin ~ del seflor JAIME WATKB 0. en el Nivel de Frúfwnar Titular “B", a Dedicnciõn Exclusiva. , 2Y~ E1 indicada profesor cumplírâ funcivwas an cl Hâpnrtawenta de Biologia ccn uma cnrwa horâría de Çfl hwras flvnrnwles. 3?~ Lan otras horaa que le faltam gflra ccwylotar su carga hnra ria a Do.flí‹:ac5.€›n k`::cl\m1v:x, =.h:I~-erí <:u¬p1,í.r),.a fln nl Woyectc do H'.u~.ÍrÍ jo y Ccnservaciôn de sue1os'. üš- El contrato derørã correr m pwrriw HP? 1* do vnrzn dêl aim nn cursa. 9?~ Las Hivinioncn ão Personal y Ví¬Àw¬1fl 1ufl”fln cnfinrfiwêxs Rol cumplímionto de la prnsnntí/Çfnoluciõn. / Comuniqueae y ar.¡lvøse. Í//'S1. Cruë, 10 n marzo a 1.93 ~' Í . V/ ' ' z' . u Ç ` _ Ffof.flRigcbcr Q Cëspedes C. SECT* RIO IÊIÃEIFIIQAL ' ‹ c › \ :X UI/ v~~ ' ` .~w~~›.... A V_A~r.f-__h Ur:'fiíFÍõ €of§áte'RúÍš"_' RÊÍZCTOP DE LA 1_'YšIVYI!°.S1!`!ê\!) . í“-~_ ' ÍÁ?.47<Z ɰG.£`¿ã',@@ % ,› 1 ~ ~ ¬ V _ rz£'s‹fLuczo~. ~ 4 ë:U! E dói: zzz'“ Q ¿¿, Í'/'FIEL C/WUIÁ. Z[TšM.í0S JI!/UZSIUÁU M(TON0f‹{A “ (WšFfZI'L REIIE I-WZEIIO ' _ vzsrosz E! o5,¿<:(.c La Facuiztad da % 238/80 dal Ing. Aflgrwzfo Agnztcoêrw amam I*-Io. í'<-',â.›.:z A., 1'f:ww r..¿.. de CGFISIT-”£'RAHfÍ0a One. e.àzan‹£o,£‹1_tzzz¿vwu.¿dz:‹! cn ¡mío‹4!‹› de. .{;1ô..tíVtz:c£sm.âzáizfâclõn, ca,{m;õpu:adø. at Rec,to›m‹!o de.ô1.gn‹vz vz tos .Vaga de .ms vm1fz.ta.›m=:ztoâ ~ Acadëvfräeoa ' .° (Liar: eh Consejo facultativo de áecƒm 2-? da zmgzv dei año zw ‹:‹.‹fz~ ao loà mo¿mu!u:.s de Ez: Fdcubtccd da C.(am›1m.. A_z;›!,l',c'.ú.!fz,~s han. co:1,l,z~.cr.¿a nado £.‹7. .tvmá pafm .tn cleâtgnaetãn da! Je .še Hu t¬e,=fza,›,tazrê,›:to de Fca‹úí um me mm f»'a1ífu'&M.0.à; 1 1 EL áekøn Reçztaa de ta l.m¿vc›mLdnd nn buvztonaà; :2ssusLvfz um da um Lzgztcnm -a‹tu~ ' L, ' M Í. flèâlgàu dt Action Ing. JAIME H./WIE UJEUA, Je¿a det flanpfztamen to da Rwvušoá Mzzztwmtaà, hum: la eoneluâlön da pautada de kms Jegéšü de Pemâmnrzmos de La Unzvcmldad, um wzgo de «pnobauön da Consejo. Famtxmttço de em Fâcúzttnd; ~ É. la División de Taaâonnzt queda enmmada da /tmxu de mztbaƒo eo›m.âpÍúnAd¿uazta a pmtuz zfzí I! de afim ' 9. tomado, Copa de ia flmánó de. .La p.'zaõe.wte. maƒêfcemmmo - ` ,. ~--.-/='LÍl.‹«¿."'‹¿-. J «rzz ummszmv mars: ' Ê ` ~ em enzaegada at vzceúmeg me mano Mut- " Junio de 1980 ~` Sonia Oàztfzdt. Cuülalz SECRETÁRIA GENERAL d..¿. $`d‹!.C/ . as LA Çféuz, 2 de _ ua ‹ u›n¿‹~.cc.£amz.v el priu ¿›v:§"" Ima: da Taculztad da C¿enc.¿zu Agfvtcalu, Lnztvzuadø y alonu de Páuonat g Hnmzzna. me P.eao.£ue¿dn debe A , 8. 9a MÁK Ccm‹£¿‹: Zcbabñoá Ph. 0. RECTOR DE LÁ ÍNIVEYSIDÁÚ a.L. O .` Ooo Lv, /._ 0% 0% 0% QNQ Q Jo> h CANO (O OWO M/ PQO Qwo io O 0% O omo ooo \ _O (oo ÀWÔ ONG &^v 0% 0% OMO QNQ cmo cmo O Ooo 0% /I ) O/J¡ _ 9 OO/ ,_ JO o__l)f O O/`/O 4 O _ ooo OOO OO ou_ _ _ _” Ú' ë "QM __/J' ‹ I Êãioš _ _ \ /› _;/V fl'_“._ OO Säšëšõq 00000000000OQOOOOOOÓOOOO0 ëšãl à '› _wN__Ê8=m O o() OOO nba _(/A `^ Õ) mm_:<UEOMH x g šxššv S8? < < &2 › m0_g=< oo OQ _\ xo) y›o mO>E_õ O ,Ô O< ›^_› /Nvfi =£U_wwäQ>___ gv MOJNDM )O› C > 8 I 2:5 8 Q" ,\ <5<_5_E as É mZw<Z E `^ 2 _ _ E :U › °_:“g__§w% ____Um8___U9_^_ 0:5 En Bags /r mO>:_HDU _ OO000OOOOOOOOÔOOOOOOOOOOOOOOOOOOÓOOOOOÓÇ __` ©&U:__¶u WO EU, mí 0° % gš _8aO__H` Ç/,¿ .ga ë\m§=__N%°Q'U ` sgu <¬ “A/Ô /šê _ hu '_ _ 0000000000000000O00000000000OO00OO0000000OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOÔOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOÕOOÓO âflãëw ` gov OA _B__NE_:_ bw ã (OO OPZW2<PM<&WQ O __ \ 5 O3E©=O_&< ooo O O _ 4 ¡ml! \_ OÔO É Otãmeüm ÔOA _ Êgâê °_`š_%_M_U V azêäfiq oo< 0) Í_¡_¡ JO Chão (Oo ¡~ A _8__E©__EMw J_¿\\v\_|VÁ¿_\N\__“\ (o( _)__o›_ '_ oO‹ 0_,_ __8_äMEy___N ÊÊ8 ¡Q< _ ›H/Q) É _//W 00€O) |`\ O ^/oo ` `W_mW__Q l||`¡¡"`‹\\ _' ./1 O \/¡4 ooo ola O J” , f __ , ›¬ ‹ ‹k\ _\ ` "___` vi Ô 930 S\ O \no ) ,` 0,0 _` _ QNQ ow 0% Quo OWÓ “Wo OA/Wo O Ok 000 000 Ox”( ) , O ` ` _ \/,vo Q Ono ( _›\ Quo 2 Ê) _/9 (mm Iä by 0 0% O O O 0% ooo ooo 000 ooo mO#Ho@HHM> O#HU0HHm> U” O mOQ<mE@OOOÀ .<.%.% .‹.H_H Wfiwøa HH: ' HOQ ' ¡flm “WG ¡M> Mdwfl |h$m “H ¬ ` ` ` Z Ou h ¡ ¡¡ ¡¡¡ Mwhmä mvwühm ¡_OUWQ _ Oüwkw Mm: Gw“HwO ¡H“m5pHm Hmpww HG HQMOHUMHH QNQ: wmH_fiOu ›¿ QHw¡NmME NCQ MMH " Q Q _ dMOGmpHOmEfi HMEHOM O H O < U H h H QOQ Opwü WQGOHOHUCOU G HOQ A HOQ 0500 Gwgflëhüm _O>HpH5o WOOMEQCOOQ WUHMUOÁ Gg OüMCfiEH¢#®U Wpflüãfiwfiowmüü .WOGMUQP GwflUUHuOWQ mOUNhflgEOO WMH HOhME _HOpfiSOfihw$ HMNMHQEQQH vmgfifififipuw mad MHQOMME HMMQQ _OñHUHflfl M OEOO G wOmQhwGH m®flOfiUfivGOo Wüwfiüg @ü HQW ÉH QM .müvfluäãhüuflü fiOnUHM Em üpgfiuä _O>®flfl GGON_mGfl Sw Ouflüfihflfldüfl OKQBGUQ OEQWCOO whflm _OÚWMU5pWQ wflfi HOÚ Hflfihwpflã ÚOH owflumpfipñflo M :Q QÚ Qflw €ñ>fipH5° Wawü OG W HQ Om UMÚHHQÇHM _B WMH WQMMOHOGOUU HQQÇHOQ M GH Qpgüvfi m O>fipHD0 HMOWSD hMvflOO G5 OOfi#w§flw Qflv M wO>fipH3u GOO DOO GOD wfld HQ Wu NEHOM GGON mfläääfl flwfiOdNflHmHOh$EOO mflüflüpwfiwwk wOoHEhwpOW®: ®pC®EHGQOMofivñHu _mCON &DHO0 Gü GH Ofiflfihäflm Quwfl M0 WñEQpW%W HQHHWHME flvüflfl GH Qu m0HMfloH0EOU Qu flfiüflfipwfiwwh GU Sm Güfiüõpww Gpflüãflflfiüümmü Q” Qu üv _G>fipm5pk“ Qwfluflugfivfi MUCÉESU MH Oflhfimmüüfl hfluwfl müfiflfib HOWQHM GU Ovflwfluküm QQUGUQHH u$ÚfiHHO 0» QQ Op Zw Gñä HH üOpH3ofihwM HM WfiOflwwH w Sw õhüm wm Hflümäp QQ Q Hüflwp WOH Gfiüfigflüãfififl W 9” üggüfiw ww OÚMOHQE Ohwüfi QQ .WO¶GfiUOWw WQHOHQE mwvfiuüëhwäflü GOO WM>flUfiñH®HHM OpQw¶EfiO@h0 MUÚQU É “OA ww>MHp Wav _HÓn _O> N O@E<U WQQUE QQQÊÊ ZOHU<mDQ GQQUE M ¢ : \ HHUHMMHQDW com <Q¢EH×Om@< Omi OOJ ^NEv ZOHO<OH®D Qflmhfiflz Mflflkflüz K MGQHMME __ \\ \ -E ¡¡ `\3°kpQfi 1.' 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