Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Ciências Agrárias
Disciplina: Estágio Curricular'
Prof. Érico Gebler
Aluna: Adelaide Maria Steiner
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE sAN'rA CATARINA
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COORDENADORIA GERAL DE ESTÁGIOS _- CGEST
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AVALIAÇÃO D0 ESTAGIÁRIO
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Encaminhar ao Coordenador d Qtâgiosfldo cuêš do aluno.
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gommmuno
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Introduçao
Programa
"
Citros"
Programa
"
Milho
"
Algodão
Estaçao Meteorologica
Programa Horticultura
Conclusão
Bibliografia
I
N T R O D U Ç Ã O
O Instituto de Investigaciones Agricolas "El Valle-
cito" iniciou suas operações em 1976, numa localidade denominada "El Vallecito", com a finalidade de gerar -e 'transferir
tecnologia melhorada, que contribua para o incremento da produção agrícola regional, além da aprendizagem dos estudantes
da “Faculdade de Ciências Agrícolas" da Universidade Autônoma
Gabriel Renee Moreno.
Está localizada a 8,5 Km ao norte da cidade de Santa Cruz de La Sierra - Bolívia. Sua posição geográfica se encontra a 63ÇO8'52" de longitude w, 17924'11" latitude Sul
a uma altitude de 398m, correspondendo a uma zona de transiçao climatória edáfica. Climatologicamente corresponde ao sub
tropical.
Os solos se catalogam entre arenosos de Savana nati
va e solos medios a pesados típicos de floresta seca subtro
pical com tendência a floresta seca tropical.
A temperatura média anual se aproxima a 249o. e' a
precipitaçao chega aos 1.100 mm/ano.
De acordo com outras Instituições de pesquisa agrícola que desenvolvem suas atividades no meio, O Instituto de
Investigações agrícolas "El Vallecito" tem limitado seus campos de pesquisa àqueles cultivos que outras instituições não
realizam em seus trabalhos de pesquisa e extensão.
Faremos a seguir um relato sobre as atividades observadas e acompanhadas durante a nossa permanëncia no Instituto, tendo em destaque os programas: Citros, milho, algodão
e Horticultura. Além destes, faz-se um importante trabalhocom
a cultura de feijao, sob a responsabilidade do EngenheiroJuan
Ortubé Flores, porém não nos foi possivel acompanha-lo devido
ã localizaçao das áreas experimentais, que se encontram em lg
calidades afastadas da cidade de Santa Cruz de La Sierra. Em
anexo (anexo I), o programa relativo ã cultura de feijao, ges
tão 86/87.
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.
PROGRAMA
"
C I T R O S
"
O projeto de citricos tem como finalidade a produçao comercial de mudas enxertadas. Atualmente, na regiao e~
xistem plantações caseiras com uma duração de 4 a 5 anos de
produçao, isto devido a uma enfermidade que ataca as raízes,
chamada " gomose ".
Por este motivo, "El Vallecito" inicia este traba»
lho, em escala média, e, paulatinamente irá incrementando a
produçao. Até o momento, somente se realizou trabalhos
com
fins acadêmicos; agora também se visa produção com fins lucrativos.
ETAPAS:
a)Obtençao de sementes: Para obter sementes de boa qualidade
deve~se observar os seguintes itens:
Que sejam oriundos de uma planta sã;
A planta não deve ser muito velha, pois após 8 anos
de
produção começa a decair a qualidade;
O frutos devem ser saos e vigorosos.
- Tratamento das sementes: Espremer o fruto, sem cortã~lo
ao
meio, o que poderia danificar as sementes. Somente se tira a
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.
casca.
Lavar com água por 6 vezes com o objetivo de retirar,a mu~
cilagem.
.
Secar em lugar fresco e seco.
T estender sobre jornal, para absorver a água da semente,por
um período em torno de 4 dias (dependendo da UR ar).
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finalmente, aplica~se um desinfetante - BUSAN (2,0 cm3/ Km
de semente), Este produto não é fitotóxico.
- Sementeiras: O instituto dispõe de 18 sementeiras.Estas de
vem ser feitas em áreas onde não houve cultivo anterior
de
citros (para evitar doenças).
- Espaçamento: - comprimento: 10 ~ 15 mt
~ largura: 1,20 mz
~ profundidade: 30 - 40 cm
~ entre canteiros: 1,0 m
.
Preparo do solo: Mistura-se terra negra + areia + adubo orgânico (no caso, foi usado esterco de aves bem curtido sen__
do estefifornecido gratuitamente ao Instituto), na seguinte
proporção: - 50% de terra negra
- 40% de areia
- 10% de adubação orgânica
A mistura se faz fora do canteiro, por facilidadede
manuseio.
Desinfecção do solo: É feito com o objetivo de eliminar pos
siveis organismos patogênicos presentes no solo.
Foram aplicados 6 produtos diferentes (a título experimental), um produto em cada canteiro:
- BASAMID (Pó) - Deve permanecer no solo por 7 dias, an1
tes da semeadura, tendo o cuidado de remover o solo di
ariamente.
2 - BUSÀN (líquido) - O solo deve estar bem nivelado e a a
plicaçao é feita com mochila, 7 dias de repouso antes
do plantio.
3 - FORMOL (Líquido) - 5 dias de repouso antes de semear.
4 - CURATER (Granulado) - 2 dias de repouso no solo.
5 - COBOX (Polvo) - A semeadura foi feita no mesmo dia
da
aplicação.
6 - BROMURO DE METILA (Gás) - É altamente tóxico, devendose tomar o cuidado de tapar a sementeira com plástico
durante 7 dias; 15 dias após a aplicação se procede a
semeadura.
Semeadurazâ- Profundidade: 1,0 m
- Espaçamento: 2,0 cm entre semente
10 cm entre fila
Cobertura Suspensa: Usa-se cobertura de sacos ou de folhas
de coqueiro; a uma altura de 40 cm a partir da superficie
do solo. Tem por objetivo evitar a incidência direta
dos
raios solares. A cobertura deve permanecer até que a planta atinja 10 - 15 cm de altura.
gegaz Em época de seca, procede-se ã rega diária; em perio
dos de menos seca, rega-se a cada 2 dias, em média.
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Êransplantioz Transferencia das mudas da sementeira para
o viveiro de enxertia.
Para este tipo de trabalho, o viveiro é uma área escolhida para a produção de mudas, onde são plantadas, enxertadas e conduzidas até o desplante.
~ Material necessário:
Lotes proximos a fornecimento de agua.
Mão-de~obra disponível para esta época.
Fumigadores manuais.
Produtos agroquimicos (ANTHIO, COBOX, CITROEMULSÃO).
Tesouras e canivetes para os respectivos trabalhos a
realizar nas mudinhas.
Pás cavadoras para a formação de buracos (covas).
- Seleção de plantas: Ao serem retiradas do viveiro,
as
mudas imediatamente devem ter seu sistema radicular mergulhado em água, para evitar a murcha. Em seguida se prg
cede a seleção, de acordo com o tamanho da mudinha ze a
presença ou não de eventuais anormalidades.
A seleção por tamanho tem como principal 'objetivo
a uniformidade das plantas na época da enxertia;assim co
mo oferecer uma melhor vista panorâmica (as maioresaoíhn
do, as menores na frente).
Deve-se retirar parte das folhas (as mais velhas),
para reduzir a transpiração, pois o processo de üfmspkyv
tio causa um stress muito grande na planta.
Frequentemente surgem mudas com mais de uma' raiz
"principal", neste caso, corta»se a menor.
Ver os nós - "colo de cisne"
"colo de laço"
"pé-de-banco"
- Plantio no viveiro para enxertia: As covas são
feitas
por punçao, a uma profundidade de aproximadamente 15 cm.
Espaçamento:
1,0 m entre fila: se usa esta distância maior para
possibilitar a passagem do microtrator.
30 cm entre as plantas. Este espaçamento facilita
o processo de enxertia.
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No plantio do solo aplicou-se adubação orgânica (de aves)
e logo após procedeu-se a uma araçäo profunda; Depois de
16 dias de repouso.
O Instituto, além de produzir mudas enxertadas de citros, apresenta na propriedade um pomar com diferentes
Variedades
de citros, a título de demonstração de variedades, conforme
anexo II.
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PROGRAMA
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Responsável: Eng? agrônomo Teófilo Salgado
R.
Objetivos Gerais:
O programa de milho do I.I.A. se dedica ao melhora~
mento de milho e a produçao de semente básica. Seus objetivos
principais são:
a) Obtenção de híbridos e variedades sintéticas.
b) Introdução de variedades "Opaco-2" endosperma duro. Em am~
bos os casos chegará até a produção de semente genética e bá~
sica.
Para tanto o Instituto mantém intercâmbio com o CIE
MIT (México) que, juntamente com seus colaboradores de progra
mas nacionais, avaliam o germoplasma de milho em diferentes
condições de plantio, em países colaboradores. Os principais
meios utilizados pêlo CIMMIT para este fim São 05 Ensaigs Internacionais de Prova de Progënie (IPTT), os Ensaios de Varie
dades Experimentais (EVT) e os Ensaios de Variedades Elite (E
LVT).
~'
A coleta de dados sobre estes experimentais são uti
lizados pelos melhoristas de milho na seleção de materiais de
milho tropical com maior rendimento estável, e para o desen~
volvimento de variedades experimentais adaptadas a determinados ambientes, numa extensa área. Também serão utilizados na
escolha de novos germoplasmas introduzidos em programas de me
lhoramento e para identificar varidades potenciais que serão
avaliadas em propriedades de agricultores e posteriormente li
beradas.
O I.I.A, recebe sementes já selecionadas da CIMMIT,
e faz um trabalho no sentido de avaliar a adaptabilidade destas Variedades.
Daremos a seguir, os procedimentos adotados
pelos
colaboradores do CIMMIT (entre eles o I.I.A. "El Vallecito"),
na condução destes trabalhos.
â)
~
ENSAIOS INTERNACIONAIS DE AVALIAÇÃO DE PROGENIES (IPTT)
a.1) Desenho experimental:
As variedades se avaliam com um desenho de 16 X 16m, com
duas repetições.
a.2) Tamanho da parcela:
O espaço entre filas é de 75 cm e entre plantas, de 50cm
A densidade de plantas é de aproximadamente 53.000 plantas por hectare, para um estabelecimento de plantas ótimo.
Os materiais de milho podem variar em altura e matu
ração, segundo a localização do experimento. Se existe tal va
~
1
riaçao, se devera ajustar a densidade de plantio ao nível que
se considere mais apropriado.
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DISTÂNCIA ENTRE COVAS
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Distancia
entre filas
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com
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planta
(Cm)
plantas' Cumpr.da fila
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por cova
plantas
com
por cova
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29
58
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27
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25
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24
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5,0
4,8
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22
44
4,4'
90
21
42
95
20
40
19
38
4,2
4,0
3,8
75
100
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a.3) Variedades testemunha locais:
A CIMMYT proporciona embalagens vazias para sementes de
seis variedades testemunha local, que deverão ter
duas
repetiçoes. Coloca-se 22 sementes de variedades testemunha em cada uma das embalagens correspondentes.
Dado que as variedades testemunha se plantam em par
celas de uma fila, se selecionará variedades com maturaçao e altura semelhantes aos das progenies e com boa qua
lidade de semente. As progênies são tratadas com uma com
binação de um inseticida sistêmico (Furadan) e um fungicida preventivo (Arasan).
ENSAIOS DE VARIEDADES EXPERIMENTAIS E ENSAIOS DE
VARIEDADES ELITE
As variedades experimentais formadas nos Ensanx5in~
ternacionais de prova de Proqënie (IPTT), se avaliam pe.la primeira vez nos Ensaios de Variedades Experimentais
(EVT). Os ensaios de variedades Experimentais se organizam segundo sua adaptação (tropical, subtropical, e zonas altas), ciclo(precoce, média ou tardia), cor do grão
(branco ou amarelo), e qualidade proteica (normal ou milho com qualidade proteica).
As variedades experimentais superiores, identifica
das nos EVT sao posteriormente selecionadas para os ELVT,
os quais se agrupam normalmente segundo sua adaptação,ci
clo e qualidade de proteínas. Estes ensaios são mais pequenos que os EVT, mas se avaliam em mais locais. A relação entre os IPTT, EVT e ELVT se descrevem anualmente
nos informes preliminares e finais dos programas Interna
cionais de Ensaios de Milho.
b.1)DesenhoAExperimental:
Se utiliza um desenho de Blocos Completamente'Cazu
às
(BCC) com quatro repetiçoes tanto nos EVT
como
nos ELVT. Os EVT Km 15 a 20 entradas, e os ELVT 8 a 22
variedades testemunhas de referência e duas testemunhas
locais. Para facilitar o plantio, as embalagens se ordenam na mesma ordem das parcelas.
b.2)Tamanho da parcela:
O tamanho da parcela é de quatro filas. Estas são de 5,0
m. de comprimento com um espaçamento de 75 cm, e um espa
co entre planta de 50 cm, com 11 plantas por fila. Cada
embalagem contém 132 sementes, para semear uma
parcela
de quatro filas. Se colocam 3 sementes por cova e, mais
tarde, deixa-se apenas 2 plantas por cova, portanto, tem
se 22 plantas por fila de 88 plantas por parcela e
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densidade de 53.000 plantas por hectare.
b 3)Registro de rendimento de características agronômicas:
Se anota os dados das filas centrais das quatro filas da parcela. Colhe-se somente as duas filas centrais.
b 4)Testemunha Local:
As testemunhas locais sao variedades superiores de
milho ou híbridos disponiveis nos programas de melhoramen
to nacionais.
A semente destas variedades deverá ser de alta qualidade para garantir que o comportamento 'no 'experimento
reflita seu potencial genético. Por orientação do CIMMYT,
se aplica um tratamento combinado de um inseticida sistêa
mico (Furadan) e um fungicida preventivo (Arasan) para EV
e testemunhas de referência. É interessante tratar as tes
temunhas locais com o mesmo inseticida ou similar e
com
fungicidas.
Anota-se os nomes das variedades testemunha localem
um livro de campo fornecido pelo CIMMYT, para onde
será
remetido.
MANEJO DOS EXPERIMENTOS_
Os melhores resultados se obtém de experimentos rea
lizados em campos com terrenos uniformes, longe de árvores. A seleçao adequada do terreno é muito importante em
experimentos grandes, como os IPTT, embora as diferenças
nos experimentos em solos diferentes podem diminuir
com
um bom plano de campo e com o desenho experimental (Ver a
nexo ÍÍ)Se deve utilizar os fertilizantes adequados. Os resultados do experimento sao mais importantes para as condiçoes locais se o mesmo é realizado segundo as práticas
predominantes entre os agricultores da região em gue se
da a avaliaçao. Deve-se se proteger o experimento de pássaros e animais, uma vez que o dano por estes causados po
de arruinar o experimento.
DADQS QUE SAO CULETAD©S EM TODÚS OS ENSÀIGS INTERNACIÚNAIS
/
Variaveis a registrar:
Para os IPTT, que se cultivam em parcelas de uma fi
ú
Q
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la, se tornarao dados de toda fila.
- Plantas estabelecidas: nos IPTT, as plantas estabeleci
das são o número de plantas por parcela de uma fila e pa-
ra EVT e ELVT o numero nas duas filas centrais de parcelas de quatro filas. Determina-se as plantas estabelecidas aproximadamente 3 semanas depois do plantio. Nos EVT
e ELVT, registra-se as plantas estabelecidas depois do ra
leio. O n9 de plantas estabelecidas é particularmente útil em locais onde se apresentam doenças Viróticas e mildio.
- Dias a Floraçâo:
Indica-se o nÇ de dias entre o plentio e a data em que 50% das plantas de uma parcela tem es
tigmas de 2 a 3 cm. de comprimento.
- Altura da planta: Seleciona-se uma planta de altura média da parcela e mede-se a distância da base ao ponto em
que a espiga começa a dividir-se. O registro é feito
em
centímetros, junto com o nome da fila.
- Altura da espiga: Igualmente se seleciona uma planta më
dia e mede-se a distancia em centimetros desde sua base a
tá o nó com a espiga mais alta. A altura da planta e a al
tura da espiga podem ser medidos em qualquer época de 2 a
3 semanas depois da floração até o momento antes da
colheita, dependendo do esquema de trabalho.
- Doenças: Registra-se as doenças antes de que as “folhas
começam a ficar de cor café (tarde no cilho mas antes 'da
senescencia da planta) para ter um bom registro do
dano
completo. Para cada parcela, faz-se o registro de
dados
que sao importantes na regiao.
Para o registro das doenças foliares, o CIMMYT elaborou uma tabela numa escala que vai de 1 a 5, onde 1 indica ausencia de doença e 5 doença muito grave.
Código
Nome Comum
Patógeno
t
Antracnose
a
b
i
)
Mancha foliar p/Cercos
pora
Colleototrichum graminicola
Cercospora zeae-Maydis
'
c
ÇL
"h('D
_
K-J‹i-".'3"\-Q
›Q'UOI3B1-*W
Mancha foliar p/Curvulã Curvulária spp
ria
Ergo fifliargnrlkgdis
Rnfib fifliar;nr'hucimm1
Fungos foliar por Carbonum
EEngo;foliar1lf
u '.
Bandeado de hoja y vaina~
Fungo amarelo/Phyllostica
Mancha foliar p/Vabatiella
Mancha de asfalto
Mancha café
Roya tropical
Roya conunn
Roya por Polysora
ROyâ
DOeHÇa foliar
i
Helminthosporium maydis
H. turcicum
H. carbonum
'
Helminthosporium spp.
Hypochnus sasakii
Mycosphaerella/phyllostica
Káxmielkaseae
Hndladrma mqdis
Phyaxkxmalmqüis
Mqsopelkaseae
Puccinia sorghi
P.pQh5On3
Puccinia spp
Desdmrxúdo
Y
Para estas doenças, indica-se o número de plantas afetadas por parcela.
- Danos por insetos: se o experimento foi tratado comwmrin
seticida para controlar uma praga particular, não de regis
tra os dados de danos por este inseto. Em geral o dano de
insetos nao se distribui de forma igual entre os materiais
de um experimento. Neste caso, os dados sobre dano de inse
tos não tem valor. Mas se há grandes diferenças no dano de
insetos entre variedades, usa-se a média de dano em uma es
cala de 1 a 5, onde 1 indica sem dano e 5 mostra infestação severa.
- Aspecto da planta: Os dados sobre aspectos da planta são
tomadas no período das brácteas de cor café, quando aslflan
tas ainda estão verdes e as espigas completamente desenvol
vidas. Para a avaliação de plantas por parcela e de altura
da espiga, uniformidade das plantas, dano de insetos e enfermidades, acamamento, etc..., utiliza-se uma escala
de
1
a 5, onde 1 é excelente e 5 é pobre.
- acamamento de Raiz: Os dados sobre acamamento de raiz e
planta são tomados no final do ciclo, antes da colheita.Re
gistra-se o número de plantas com uma inclinação de 309 ou
mais da perpendicular da base da planta onde começa o sistema radicular.
Ã!
-
Acamamento da planta: Registra-se o n9 de plantas com
caule rompido antes das espigas, mas não aqueles quebrados depois das espigas. Identifica-se as plantas
débeis
com caule de baixa qualidade, mas que ainda não acamou e
empurra-se a planta suavemente. Uma planta pode apresenta
ambos os tipos de acamamento: de raiz (com inclinação de
mais de 309) e de planta (rompido antes da espiga).
~ Cobertura da espiga
(empalhamento): Registro do nO de
espigas de cada parcela que apresentam antes da wcolheita
qualquer parte da espiga exposta. Registra-se como porcep
tagem de mau empalhamento, dividindo~o pelo n9 total
de
espigas colhidas. Também se usa a media para cobertura nu
ma escala de 1 a 5, onde
é excelente e 5 ë cobertura es
cassa e pobre. Tira-se a média para esta
caracteristica
quando as espigas estao completamente desenvolvidas e as
brcteas estão secando. O melhor momento é
a 2
semanas
antes da colheita.
1
1
ESCALA DE RESULTADOS PARA A COBERTURA
DA ESPIGA
_
Caracteristicas das brácteas
(Cobertura)
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šâšâíãaââs
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1
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2
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3
4
5
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Í
As bracteas cobrem a ponta da espiga e/dê
se estendem ao redor dela
Cobre pouco a ponta da espiga
Apenas cobre a espiga até a ponta, ficando
exposto
As brácteas não cobrem a ponta da espiga,
deixando grãos expostos
As brácteas não chegam a cobrir completa»
mente a espiga, observando~se grãos clara
mente expostos
'
-
Contagem final de plantas (plantas estabelecidas ou plan
tas colhidas:
.Plantas colhidas: Registra-se o n9 de plantas em cada par
cela ao colher, sem importar se a planta tem uma ou duas
espigas ou se nao tem nenhuma.
- Peso de campo:
Colhe-se todas as plantas na fila shqfles
dos IPTT. Colhe-se os dois sulcos centrais das parcelas de
de quatro sulcos dos EVT e ELVT. Observa-se o peso de campo das espigas com o lote em Kilos até um décimo. De prefe
réncia, colhe-se o milho quando o teor de umidade é baixo
(15-20 por cento). Isto permitirá uma expressão gxqfleta do
acamamento e das diferenças entre famílias em apodrecimento da espiga. Além disso, o grão será mais facilmente debu
lhado para a determinação do teor de umidade, e as medidas
sao mais precisas em baixos teores de umidade.
- N9 total de espigas: NÇ total de espigas colhidas.
- Podridão de espigas: (NÇ de espigas podres) Para
cwkrpar
cela, faz-se a média de incidência de podridão de espigas
e grãos causados por Diplodia spp. em uma escala de
a 5,
da seguinte forma:
- 0% de grãos afetados
2 - 10% de grãos afetados
3 - 20% de grãos afetados
4 - 30% de grãos afetados
5 - 40% ou mais de grãos afetados
- êspecto da espiga: Depois da colheita, mas antes de fazer
a leitura da umidade, distribui-se a pilha de espigas diante de cada parcela e tira-se a média para prejuizo por doen
ça e pragas, tamanho da espiga, enchimento de grãos, unifor
midade das espigas, etc., numa escala de 1 a 5, onde
é Õtimo e 5 é pobre.
- Dureza do endosperma: Faz-se a média para esta caracteris
tica somente nos experimentos de qualidade proteica. Examina-se a pilha de espigas diante da parcela e tira-se uma mé
dia, numa escala de
a 5, onde
é grão duro (como os
de
milho normal) e 5 é muito suave (milho opaco).
- Porcentagem de umidade: É a porcentagem de Humidade
do
grão na colheita. De cada parcela se separa 10 espigas, tira-se duas fileiras centrais de grãos de cada espiga, mistu
1
1
1
1
1
ra-se todos os grãos, e põe-se no medidor de umidade.
.
,{,
1
AILG()I)A()
O cultivo de algodão chegou a constituir-se na déca
da passada numa das mais importantes atividades agrícolas do
Departamento de Santa Cruz de La Sierra. Sua produção chegou
a cobrir nao somente os requerimentos internos, como também o
mercado externo.
Segundo a Associação de Produtores de Algodão(ADEPA)
o cultivo de algodao chegou ao máximo entre 1972 e 1975, com
50.000 ha. Esta área Km declinada, até chegar a quase 6iM0ha.
A crise algodoeira se tornou mais aguda, não realizando-se já
nenhuma exportação; desta maneira, o pais passou de -exportador para importador desta matéria-prima.
Esta situaçao se deve a vários fatores, tais como:
Fatores climáticos, pelas excessivas precipitações pluviais
por queda e apodrecimento dos bolos; a falta de fconhecimento
e a inexperiencia de muitos agricultores em relaçao ao cultivo e suas etapas de desenvolvimento.
A planta de algodão, desde o plantio até a colheita
passa por várioa etapas de desenvolvimento; a rapidez
com
que passa de uma etapa a outra é variável e depende, ‹princi~
palmente da temperatura e do genótipo. Cada etapa de desenvol
vimento está associado com mudanças em tamanho, morfologia
composiçao quimica, composiçao hormonal, etc..., da planta,os
quais podem influir de forma diferente na resposta da
mesma
aos fatores ambientais. A reação de planta a problemas e práticas como doenças, sequia, fertilização e de requerimentos
híbridos, é diferente, segundo a etapa de desenvolvimento em
que ela se encontre.
Outros fatores limitantes no rendimento e na qualidade do algodão, são as pragas e as plantas daninhas,
estas
competem pela obtençao de elementos necessarios para a sobre~
vivencia (espaço, vital, nutrientes, água e Luz). O
período
crítico na competição se dá entre os 13 e os 32 dias após
o
plantio. Isto significa que o mais adequado para o agricultor
é conservar a cultura livre de plantas daninhas até 32 dias.
,
,
,
Limpezas posteriores afetam pouco o rendimento, mas evitam ia
reinfestação em sultivos subsequentes.
Durante O transcurso do estágio, tive a oportunidade de acompanhar 2 trabalhos relacionados ã cultura do algo-
dão:
1
-
2 -
Etapas de desenvolvimento da planta de algodão.
Controle de plantas daninhas com herbricida prë-emergentes no cultivo do algodão.
1
-
ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DA PLANTA DE ALGODÃO
Condutor: Júlio Nelson Parra Ponce - estudante de
graduação da faculdade de agronomia Gabriel Renee Moreno.
OBJETIVOS:
a) Identificar as diferentes etapas de desenvolvimento darfimn
ta de algodao;
b) Elaborar a curva de crescimento da planta de algodão;
c) Elaborar a curva de formaçao de quadros;
d) Elaborar a curva de floração;
e) Elaborar a curva de formaçao de bolos;
f) Elaborar a curva de abertura das cápsulas.
A realizaçao deste trabalho se deu em duas localida
des: 1) El Salao
2) La Curva des Diablo
Ambas situadas no Departamento de Santa Cruz de La Skfira?
- Bolivia.
'
MEDQS:
fez observações periódicas duas vezes por semana
tomanso dados desde o plantio, germinação, desenvolvimento e
crescimento da planta, formação de quadros, floração, 'formação de bolos e colheita; ao mesmo tempo se faz avaliação
de
_Se
pragas.
- Divide-se visualmente o campo de cultivo (lote oupanxúa)
em quatro quadrantes iguais. Denominar cada quadrante em
NE1, NO2, SE3, SO4.
2 - Semanalmente faz-se a análise de desenvolvimento das plan
tas e uma avaliação completa da população de pragas em ca
1
*
I
da quadrante.
Repetir a avaliaçao da populaçao de pragas aos 3 ou 4 dias;
após cada analise de desenvolvimento da planta.
Anotar todas as práticas culturais que se realizam no lote, como todas as mudanças significativas no meio ambiente adjacente.
ANÃLISE
DE DESENVOLVIMENTO DA PLANTA
Parar-se no centro de cada quadrante e sortear ;umÍ.local
ao acaso, para localizar o sitio de amostragem ao acaso.
Evitar lugares com muitas falhas de população
localizase um novo sitio de amostragem semanalmente).
No lugar que caiu o chapéu (jogado ao acaso), mede-se 2,5
metros de sulco e marca-se no chão, ambos os extremos.
Na área marcada faz-se o seguinte:
a) Contar o número de plantas;
b) Medir o tamanho da planta mais alta e contar O n?
de
(
c)
nos do ramo.
Contar todos os quadros, flores brancas, bolos pequenos e bolos grandes.
- Não contar nenhum quadro, flor ou bolo de ramos que
correspondam a plantas vizinhas localizadas fora da área marcada.
- Os bolos pequenos incluem ss flores de cor púrpura e
os bolos que ainda não sairam das brácteas.
- Os bolos grandes incluem todos aqueles que aparentemente sobressaem das brácteas, inclusive os maduros.
AVALIAÇÃO DE PRAGAS
A avaliacao semanal de pragas e feita na mesma area
marcada para efetuar a análise de desenvolvimento da plan
ta.
Faz-se a repetição da avaliação de pragas 3 alldias
depois, numa nova área marcada, seguindo os mesmos procedimentos anteriores.
- Bicudo: Conta-se todos os adultos
- Pulgao: a infestaçao de pulgoes o estimada de lacordo com a seguinte escala:
I
Nenhuma
Ligeira
Média
f
quando não há pulgões nas plantas
L: de 1 a 5 pulgões por planta
M: de 6 a WO pulgões por planta e presen
ca de folhas pãlidas ou enrugadas.
Forte
F: mais de 10 insetos por planta e fo~
lhas completamente enrugadas.
- Conectores de folhas
a) Conta~se a quantidade de larvas pequenas e grandes, alabama, prodemia, heliotis e laphigna por
separado,
~ As larvas pequenas são as que medem
cm ou me
.
.
.
N:
.
1
1'1OS
larvas grandes são as que medem mais de 1cm
b) Estima-se o dano foliar em porcentagem.
~ Heliothis:
a) Conta-se a quantidade de larvas pequenas e grandes nos 2,5 metros de sulco; também se conta a a
quantidade de plantas.
As larvas pequenas são as que medem
cm ou me~
nos; as larvas grandes são as que medem mais de
- As
1
1
cm.
Quanto ao financiamento do projeto, a Universidade
financia 35% e os 65% são financiados pela Associação de Pro~
dutores de Algodão.
'
2 '
CONTROLE DE PLANTAS DÀNINHAS COM HERBICIDAS
PRÉ-EMERGENTES HO CULTIVO DO ALGODÃO
Condutor: Cresencio Moreira E. - Estudante de gradu
ação da Faculdade de Agronomia Gabriel Renee Moreno.
Localização: Foi realizado na Comunidade de Cotoca
e no I.I.A. "El Vallecito".
O material utilizado para este trabalho, pertence ã
variedade Stonoville 825.
OBJETIVO
Pesquisar a eficiência de alguns herbici
das pré-emergentes no controle de plantas daninhas no cultivo
:
do algodão.
DESENHO EXPERIMENTAL
O desenho utilizado é de blocos aleatórios, incluin
do 14 tratamentos com 4 repetições. O plantio foi efetuado a
uml; metro de distancia entre sulcos e 0,25 metros entre plan
tas.
Ãrea de umidade experimental: 25 mz
Área de bloco: 475 m2
Área do experimento: 2.185 mz
DOSE RECOMENDADA/HA
TRATAMENTO
1
-
2 3 4
-
5 6 -
7
-
8 9 -
1011121314-
Ronstar 25EC
Ronstar 25EC
Alanex 48EC
Alanex 48EC
Dual 960 EC+
Cotoran 80 wp
Dual 960 EC+
Cotoran 80 wp
Codal 400 EC
Codal 400 EC
Cotonex 80 PM
Cotonex 80 PM
Nudolin
Nuaoiin
Capina
Testemunha
~
4
40
6
60
3
30
4
40
1,5+
1,5
2,5+
2,5
15
15
25+
25
5
50
7
70
1
10
2
20
5
â
'
30
3
`
DOSE APLICADA/
TRATAMENTO(C.CJ.
~
50
-
-
-
-
(infestado)
Metodologia: Depois do preparo do terreno (que inclui uma araçäo, rastreamento e demarcação), se procedeu
ao
plantio, com um metro entre sulcos e 25 a 30 cm entre plantas
a uma profundidade de plantio de 5 cm. Posteriormente se apli
cou os herbicidas, um dia após o plantio.
Infelizmente, não tive a oportunidade de acompanhar
os trabalhos posteriores, pois foram feitos após o término de
nosso estágio, com uma duração aproximada de 10 meses.
Serão tomados dados de fitotoxicidade. As lleituras
para avaliar o grau de controle das plantas daninhas serão re
alizadas aos 18,30 e 45 dias após o plantio, sobre um quadrado, determinado ao acaso. Com o número de plantas por
metro
quadrado, se efetuarão as análises estatisticas correspondentes. Também serão tomados dados agronõmicos, tais como: altura da planta, n9 de bolos, n9 de ramos por planta e rendimento de algodão por ramo.
As ervas daninhas predominantes e mais difíceis de
combater pertencem ã familia das gramíneas, como as do gênero
Digitãria. Também apresentam forte agressividade em algodãoas
plantas daninhas latifoliadas.
O financiamento deste projeto corresponde em-75% ã
Associação de produtores de Algodão (ADEPA) e 25% ã Universi
dade Autônomo Gabriel Renee Moreno.
'
ESTAÇÃO METEOROLÓGICA
Dentre as várias atividades desenvolvidas pelo Ins
tituto de Investigaciones Agrícolas, encontra-se a Estação
Meteorológica. As leituras são feitas 4 vezes por dia:
As 8:00, 12:00, 14:00 e 18:00 horas, sendo que estas serãorg
alizadas por um acadêmico que fica responsável, por um saldo
mensal pago pela Universidade.
Os Instrumentos em serviço são os seguintes:
Termometro de máxima e de minima
- Geotermometros (10 - 20 - 50 cm)
Psicrõmetro
Pluviõmetro
Evaporimetro
Anemõmetro
Heliógrafo
- Pluviografo
'
MEDIÇÃ@:
- Termômetro de máxima e de
valores extremos diários da
de álcool em vidro, no qual
cool, e que com a contração
mínima: São usados para medir os
temperatura do ar. O de mínima é
uma pequena barra é imersa no ãl
deste pela diminuição de tempera
tura, e deslocado pelo menisco da coluna e permanece na posição de menor temperatura alcançada. O de máxima é de mercúrio
em vidro, apresentando uma constrição logo acima do bulbo,que
impede que a coluna regrida com a diminuição de temperatura
de modo que o mercurio permanece na posição de maior temperatura alcançada.
A temperatura do ar e medida ã sombra, em local ven
tilado e protegido da precipitação.
,
Geotermometro: Usado para medir a temperatura do solo, ins
tala-se o elemento sensível do instrumento na profundidade de
sejada (no caso, 10 - 20 - 50 cm). É de mercúrio em vidro,com
a escala formando um ângulo de 909 com a parte do bulbo
a
ser enterrada.
-
Psicrômetro: Usado para medir a umidade do ar. É constitui
do por dois termômetros comuns; Um destes fornece a temperatu
ra do ar; o segundo é coberto com uma gase, que deve ser umedecida com ãgua destilada, constituindo-se no termômetro
de
bulbo úmido. Com a passagem do ar sobre o bulbo úmido, ocorre
evaporação da água da gase, com a utilização de calor sensivel que é retirado do ar passante, de modo que este termômetro registra uma temperatura de bulbo úmido. A diferença entre as duas temperaturas registradas ë diretamente proporcional à qunatidade de evaporação, que por sua vez é inversamente proporcional á umidade do ar.
-
Pluviômetro
Usado para medir a precipitação, o pluviômetro consiste de duas peças cilindricas que se encaixam. A peça superior define a área de captação na parte superior e pos
sui um funil na parte inferior. A peça inferior contém umapro
veta graduada para receber e medir o volume da água coletada,
utilizando a seguinte equaçao:
h = altura de precipitação (mm)
h = 10¿y_ onde,
V = volume de água captada (ml)
A
A = área da superficie coletora(cm2)
-
:
Evaporímetro: Utiliza-se para medir a evaporaçao; é um tanque que contém a água diretamente sujeita à evaporação, sendo
que este é montado sobre um estrado especial de madeira, ficando livremente exposto à atmosfera, e tem no seu interiorum
micrometro de gancho para as leituras da variaçao no nivel da
-
\
água no seu interior. A evaporação medida neste instrumento ê
proporcional ã evaporação potencial.
Anemometro: Determina a velocidade média do vento.l%ssui um
conjunto de 4 canecas metálicas ligadas a um eixo. O ventofaz
com que as canecas girem em torno do eixo e o espaço percorri
do por elas é acumulado em um hodometro. A diferençaemtre‹hms
leituras consecutivas indica o vento percorrido no periodo. O
anemometro está instalado na parte sul do Posto Meteorológicq
em um mastro vertical, com o ponto medio das canecas a uma al
tura de 2 m acima do solo.
~
Heliögrafoz O heliõgrafo mede a insolação diária, medindo a
duração da radiação solar direta. Os raios solares são focali
zados por um esfera de cristal em uma fita de papelão. A inso
laçao e dada pelo comprimento da carbonizaçao da fita.
-
Pluvióãšššâz É basicamente um pluviõmetro no qual se substi
tui a proveta graduada por um conjunto medidor-registrador.E§
te é formado por um recipiente com bóia e um mecanismo de relojoaria. A água coletada vai sendo armazenada no «recipiente
com bóia. Uma haste fixa ã bóia transmite e registra sobre o
tambor de relojoaria o nivel da água no recipiente.
Anualmente o Instituto elabora um informe meteoroló
gico, que poe a disposiçao de pessoas ou instituiçoes que segurem dados climáticos para suas atividades. O informe inclui
dados sobre insolação, temperaturas máxima e mínima, Humidade
relativa, ventos, evaporação, precipitação e balanço hídrico.
-
PROGRAMA
H O R T I C U L T U R A
O programa de horticultura do I.I.A. "El Vallecito"
desenvolve atividades com as seguintes culturas:
- Tomate: Em
andamento pesquisas sobre tutoragem de
novos cultivares adaptados; comparação de práticas de poda e
plantio sobre camalhões nas variedades ROMAVF e RIO GRANDE; Ê
feito de climas sobre o cultivo de tomate durante todo o ano,
mediante plantios quinzenais; utilização de ácido bórico Q na
recuperação de tomate atacado por viroses.
- Cenoura: as pesquisas que estão em andamento, relativas ã cultura da cenoura são: comparação de 5 :variedades
de cenoura em cultivo de verão; Teste de eficiência de 5 herbicidas no cultivo da cenoura.
- Batata Doce:Comparação de 7 cultivares de bata do
ce, realizado a avaliação de cultivares japoneses e 2 peruanas, mediante uma testemunha local.
- Cebola: avaliação do efeito de 5 herbicidas nocul
tivo da cebola; estudo do efeito da fertilização fosforada em
solos com aplicação de calcáreo, no cultivo da cebola.
- Couve-flor: Observação do efeito
da temperatura
sobre a diferençiação floral em cultivares de couve-flor, observando o efeito da temperatura mínima para a diferenciação
floral precoce.
- Ervilha: Introdução de 5 variedades de ervilhas
observando o comportamento agronõmico e sua resposta econômi`
.
‹
,
ca.
Rabanete - Produção escalonado de rabanete, visan
do produçao permanente.
- Alface:
Introdução de 6 variedades de alface com
í
parando as com as mais cultivadas no meio.
- melancia: Teste de 3 sistemas de preparação de so
los em 3 cultivos de melancia.
- Melão
Introdução de cultivares de melão.
- Abóbora: Introdução de novos cultivares.
- Pimenta: Testar diferentes densidades em pimenta.
- Pimentão: Pesquisa de cultivo de pimentão comyflan
tios mensais e sua relação com as condições agrometeorológicas
visandoacomparar podridão e sanidade por época VS. faünescfli-
I
:
máticos, principalmente temperatura e umidade; outra pesqui
sa relacionada ã esta cultura refere-se ã identificação e con
trole de doenças na época de verão, determinando os melhores
e mais eficazes controles quimicos, sendo que este foi o trabalho que acompanhei mais integralmente e cujo desenvolvimento segue:
IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS NO CULTIVO
DO PIMENTAO
A variedade utilizada é a YOLO WONDER, que apresenta boa adaptação ãs condições climáticas da zona.
O transplantio se deu quando a muda apresentava de
10 a 12 cm, com 7 a 8 folhas, sendo que o desenho utilizado é
de blocos aleatórios, com quatro repetições; as parcelas são
de 3,60 X 2,80m, com 7 plantas por sulco, a.uma distância entra plantas de 0,40 m e entre sulcos, de 0,90m.
A avaliação de incidência de doenças é feita em cada folha, utilizando a escala de 5 graus (proposta por Sümmry
Diekson):
0
até 10 manchas por folha
até 5% da área foliar manchada
2
entre 6 a 15% da área foliar manchada
3
entre 16 e 33% da área foliar manchada
4
mais de 33% da área foliar manchada
As leituras são feitas a cada 10 dias, utilizando
somente os 2 sulcos centrais e descartando duas plantas napar
te superior e duas na parte inferior, por efeito de bordadura
A intensidade de ataque é determinada mediantezafqr
mula: Porcentagem da Intensidade = a§§ X 100
:
1
:
:
:
'
:
4N
onde: a x b = produto do n9 de folhas por cada grau de dano
N = total de folhas avaliadas.
No preparo do solo se procedeu a uma aração e duas
gradagens.
O
Os fitossanitãrios aplicados foram os seguintes:
- DITHANE M 4-5
fungicida orgânico, ação por con:
tato e preventiva.
- PEPRÚSÂNI CObr@ metálico de oxicloruro tetracúpri
co a 56%, 300gr/Kg; açao preventiva e curativa, corrige a ca-
(
Y
rencia de Mg, Zn e Cu.
- ROVRAL (isopropilcarbomoil)
- FITORAX: Fungicida sistêmico de ação preventiva e
curativa
D
›
C O N C L U S À O
1
A Universidade Autônoma Gabriel Renee Moreno
além de excelente formação que oferece aos seus estudantes
também presta assistência direta aos pequenos agricultores da
região, sempre que solicitados. Um dos problemas que enfrenta
refere-se à via de acesso, em condições precárias, inclusive
intransitável em períodos chuvosos. Caberia aos órgãos competentes tomar as providências; problema este, aliás, extensivo
a todo o pais.
Aos acadêmicos são exigidos 750 horas de pra
tica de campo, além da apresentação e defesa de uma tese; para locomoverem-se até a fazenda experimental, é oferecidotrams
porte gratuito e almoço, na própria esta¢k›experimental.
Após um mês de contato com as atividades de~
senvolvidas pelo I.I.A. "El Vallecito", constatei a grande im
portância de uma fazenda experimental como complemento mmw.fa
culdade de Ciências Agrárias; não apenas um complemento, mas
de importância fundamental na formação dos profissionais
da
area agricola, pelo contato maior dos estudantes com as diver
sas culturas, com o solo e todas as técnicas e problemas
em
questão.
,
g
*
B I B L I O G R A F I A
1
i SIMÃO,
Salim - Manual de Fruticultura. São Paulo
ceres, 1971. 53op. ii.
2
ciclos de seleção da
densidade das sementes de cinco variedades de mi
lho opaco - 2 e seu efeito na produção e qualida
de proteica dos grãos. R. Ceres. 31(173): 52-66,
_ BARBOSA, J.G. et alii. Três
1984.
'B
J
Q
_
_
TKOTA! Vúfnamao 6.aa. Nmi¿QrQméu@MA@j
@MQ~ <è¿0 çäuhy wwbal JQâz 'g1@{v
Qpovfiâwwânioâ
š»
éfllwnpo.
O
...-
_:
CURRICULUM VITAE
DATOÃ PERSONALES
NOMBRE
LUGAR
Y
Y
APELLIDOSz
JAIME MAGNE OJEDA
~
FECHA NACIMIENTOz
Oruro-Bolívia,
3 de
'
enero de 1941
ESTADO CIVIL:
Casado
RESIDENCIA ACTUAL:
Calle Suárez de Figueroa No 521
Teléfono 2~4577, Casilla 1356.
CARNET DE IDENTIDADz
758735
CARNET CNI;
3250
EsTuo1os uN1vERs1TAR1os
-
Cbba.
`
1961-1965, Universidad Mayor de San Simón. Facultad de CienciasAgomñimm
Cochabanba - Bolivia.
esTuD1os DE PosT5eRAoo
I
1977-1979, Centro'Agroná¶ico Tropical de Investigación y Enseñanza (CATIEI
UCR) Turrialba - Costa Rica. Especialidad en Recursos Forestales, con
énfa
sis en Agrosilvicultura.
TITULOS ACADEMICOS
-
Ingeniero Agrónono, Titulo en Provisión Nacional.
Magister Scientiae.
CURSOS CORTOS
Y
SEMINARIOS
*
1966 - Curso sobre Riegos y Drenajes, CIDIAT/Min-Agricultura, Cochabanba -
Bolivia.
1969 - Primer Seminario Nal. Forestal, Ministerio de Agricultura
ba Bolivia.
-
Cochabal
~
1972 - Cursos sobre Técnicas de Administración Rural
y
Conercialización
-
Agropecuaria. IICA/ Min. Asuntos Canpesinos y Agricultura, Santa Cruz,Bohvia
1974 - Curso sobre Metodologia de la Enseñanza Superior. Universidad "Ga briel René Moreno, Santa Cruz
4
I
'P
xl
.
T'
-
Bolivia.
1975 - Seminario General Bôsico de Pedagogía Universitaria. Universidad "Da
briel René Moreno” - Santa Cruz, Bolivia.
1975 ~ Curso de Planeaniento Curricular y Evaluación Educativa. Universidad
"Gabriel René Moreno”, Santa Cruz, Bolivia.
D2.
1977 - Seninario de Integración INTAL/Universidad "Gabriel René Moreno” -
-
Santa Cruz, Bolivia.
H
1977 - Seninario en Sistemas de Producción de Cultivos Anuales. CATIE, Tu-
-
rrialba, Costa Rica.
1980 - Curso Nacional de Post-Grado sobre Genética de Poblaciones. RLA 78/
-
024 PNUD/UNESCO/ Universidad "Gabriel René Moreno”. Santa Cruz, Bolivia.
1980 - III Saninario Nacional de Investigación Agropecuaria y Forestal,
-
-
Colegio de lngenieros Agrónanos/ Universidad "Gabriel René Moreno". SantaCruz, Bolivia.
-
1983 - Curso de Redacción Técnica, CIAT/IICA Cono Sur.
-
1984 - Curso Regional sobre recursos fitotécnicos/ UAGRM.
-
1985 - Seminario Nacional sobre un sistena para clasificación de tierras -
según su capacidad de uso mayor COTESU/CUMAT/USAID.
1986 - Simposiun sobre Impacto del desarrollo en la ecologia del Trópico -
-
Boliviano, patrocinado por varias instituciones, Santa Cruz, Bolivia.
*íí__~
CARGOS DESEMPENADOS
-
1966-1967. Técnico en Manejo y Conservación de Suelos. División Suelos
Riegos e Ingeniería. Ministerio de Agricultura, La Paz - Bolivia.
-
1968-1969. Silvicultor
I
-
de la Reserva Forestal Min-Agricultura, Santa Cruz
Bolivia.
-
1969-1970. Ordenador
II
(Promovido).
3971-1972. Jefe Reserva Forestal, Servicio Forestal, Ministerio de Agricultura
- 1973-1980. Profesor en la Universidad "Gabriel René Moreno”. Santa Cruz, -
Bolivia.
-
.
1981-1982. Técnico consultor en Agrosilvicultura. Prograna de Desarrollo IE
tegral de la Anazonía Boliviana. DEA/Ministerio de Planeafliento. La Paz, -
Bolivia.
-
1982. Adelante, profesor reincorporado a la U.A.G.R.M.
-
1984-1986. Jefe del Dpto. de Recursos Naturales de la U.A.G.R.M.
-
1986 al presente, Director del Instituto de Investigaciones Agrícolas "El-
Vallecito” de la U.A.G.R.M.
'
TRABAJOS REALIZADOS
.._..zz_._..-__...í..____-.._.___-
-
1966. Estudios de Suelos y Recursos Forestales, Proyecto Mosetenes, Beni,-
Bolivia.
-
1968. Organización de trabaios de investigación Forestal e inventarios enla Reserva Forestal "El Chore”. Santa Cruz.
.3.
19ó8~1970. Inventarios Forestales para finas de aprovechaniento en diferentes
regiones del departamento de Santa zCruz.
1970. Reconocimiento Forestol de la zona quebrachera del Chaco Boliviano.
1971-1972. Paíticipación en el levantaniento del Mapa Ecológico de Bolivia, -
región oriental.
1973-1980. Docencia Universitaria.
1980. Invebtario Forestal del Alto Paroguô con fines de aprovechaniento, cer-
co a la frantera con el Brasil.
Junia 1981 a enero 1982. Evaluación de los Recursos Forestales en la Pcovin
-
cia Vaca Díez, Beni, Bolivia para el Proyecto Anazónico.
Marzo 1982. Docencia Universitaria.
Mayo-julio/83. Evaluación de Recursos Farestales de lo Provincia Luís Calvo~
Chuquisaca, Proyecto de Desarrollo del Chaco chuquisaqueño.
1982-1984. Asesoría en Sistenas Agroforestales Proyecto BOL/083/0003 FAO.
IRABAJOS PQBLICADOS
Y
POR PUBLlÇA@
Utilización del Método Sistenótico en la inventariación forestal de la zona
-
de San Julian, Santa Cruz. Tesis, Universidad Mayor de San Simón ~ Cochabanba
Bolivia. 197.47 pp.
Canportaniento de Tenninalia ivorensis
en su fase de establecimiento, asocia
do can maíz caupí y frejol, utilizando seudoestacas y plantam en el transplon
Magíster Scientiae. CATlE/UCR/ Turrialba. Costa Rica. 1979. 90 pp.
Diagnóstico forestal de Santa Cruz. Departamento Agropecuaria, Comité
Ê£_gl
de Obras Públicas. Santa Cruz, Bolívia. 1977. 378 pp.
importancia de las cortinas ranpevientos en la conservación. Ministerio de te. Tesis
.
AA.CC.
y
Agropecuarios.lSonta Cruz
Caracterización
-
Bolivia.
1972. 16 pp.
delimitoción de los diferentes tipos de cobertura vegetal
en la Provincia Vaca Díez, Beni, Bolivia. Fotointerpretación. 1982. 15 pp.
y
-
La agrosilvicultura, una alternativa en el manejo de los suelos de la Provin-
cia Voca Díez, departanento Beni, Prograna del Desarrollo Integral de Anazo ~
nía Boliviano. Riberalto. Bolivia, 1982.
Evaluación del grado de recuperación de la cobertura vegetal en barbechos aban
donodos.
Prograna de Desarrollo Integral de la Anazonía Boliviana, Riberalta, Bolivia,
1982.
Evaluación del desarrollo de plantaciones de gana (Hevea brasilensis) en Ribe
rolta.
.4.
Prograna de Desarrollo Integral de la Anazonfa Boliviana. Riberalta
1982.
-
Bolivia
Inventario Forestal del area de influencia del Proyecto Vaca Díez.
Pro
grana de Desarrollo Integral de la Amazonia Boliviana. Riberalta, Bolivia. Et al.
1982. (sin publicar).
Evaluación de Recursos Forestales de la Provincia Luis CAlvo, Chuquisaca.
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Por disposiciõn de este Despacho, a partir de la feche., ha
U6.. promovido 'al cargo ‹1e'Jefe de la. Reserva 'lfiorestal do
Bella Vista-Alto Béni, depcndiehte del' Servicio de Recursos Eaturalas, Renovablen de este Íziinistorio.
sido
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Su.s'haberes,'1e ser-dn cancelados con cargo a la aprobaciõn
del presupuesto 1.971.
Con este motivo, solado a Ud. atentamente.
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1901* àisposiciõn da este Despacho, a partir de la fecha, ha sido
Ud. promovido al cargo de Ordenadar Asistente II de la Reserva Feras
tal "El Chore", dependiente de la División da Forestal, Gaza y Pescšf
às este Hinisterio.
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Sus haberes, le sex-án cancelados con cargo al Programa 06-Fores
tal, Proyecto 01-mderas, ítem No. 580 de nuestro prewpuesto, can 'En
haber básica de $b. l69.‹>aà
Atentamente.
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En Santa Cruz de la Sierra a Hra 18.50 del dia once
de abril de mil novecientos setenta y tres, con el tribunal examinador compuesto por el Dr. José Daniel Candia, Decano de le Facultad de Cienuías Puras y Naturalea, el
Ing. Federico Baaoopé V, Jefe del Dpto de Biologia
y el
Ing. Guillermo Ribera Tapia, profesor del Dpto de Biologia, se procediô a la recepciôn del examen de competencia
el Ing. Jaime Negne D, para optar las cêtedras de Int. a
la Biologia (BID 099), y Prácticas de Fisiologia Vegetal
(BID 205), habiendo ohtenido el promeoio general de ochenta y un puntos (81), aorobado.
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Docente y las
planillas de pego de haberes respectivas, se evidencia que
e1_1ng. JAIME MAGNE OJEDA, es funcionario de nuestra Supe-
rior Casa de Estudios, desde el 19 de Noviembre de 1972, a
la fecha, actualmente se desempeña como Profesor a Tiempo
Completo eo el-DepartamepfoÍde Biologia, dependiente de la
Facultad de Ciehcies Puraš y Nafiurales. - "
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§e le exfliende el presente certificado a
peticiôn verbal de} íntereeedo y para'fines consiguientes.
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señor Vlcerrector de ln Universidad;
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COHSIBÊRAHDO:
Que al sefior Yiccrrcctnr de la Unívcvsílnl ba aolícitadoâlfl designaciõn de otros prnfcsíonalca para currír las vncnnuíns que ~
se hañ yresentado eu la Facultad de Ciencias ngrículus con motivo
de la progrnmncfiõn acadêmica I/82;
_
5
Qua as àebfip Ye laš autorídaüos urivflrzitariafl dotar dal {úr~
senai nmcesariq en Las distintas areas de 1vaLaío¿ con cl objeto »
de no éntorpecvm el normal fuwaionnnientw de las nísmas;
Pon 1Áhro
SE
}U3SUí.'¡.'ú'E.:
1?- Autorizar ú la División de Fcrnonal la wecontratacifin ~
del seflor JAIME WATKB 0. en el Nivel de Frúfwnar Titular “B", a
Dedicnciõn Exclusiva.
,
2Y~ E1 indicada profesor cumplírâ funcivwas an cl Hâpnrtawenta
de Biologia ccn uma cnrwa horâría de Çfl hwras flvnrnwles.
3?~ Lan otras horaa que le faltam gflra ccwylotar su carga hnra
ria a Do.flí‹:ac5.€›n k`::cl\m1v:x, =.h:I~-erí <:u¬p1,í.r),.a fln nl Woyectc do H'.u~.ÍrÍ
jo y Ccnservaciôn de sue1os'.
üš- El contrato derørã correr m pwrriw HP? 1* do vnrzn dêl aim
nn cursa.
9?~ Las Hivinioncn ão Personal y Ví¬Àw¬1fl 1ufl”fln cnfinrfiwêxs Rol
cumplímionto de la prnsnntí/Çfnoluciõn.
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Comuniqueae y ar.¡lvøse.
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Cruë, 10 n marzo a 1.93
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to da Rwvušoá Mzzztwmtaà, hum: la eoneluâlön da pautada de kms Jegéšü
de Pemâmnrzmos de La Unzvcmldad, um wzgo de «pnobauön da Consejo.
Famtxmttço de em Fâcúzttnd;
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É. la División de Taaâonnzt queda enmmada da
/tmxu de mztbaƒo eo›m.âpÍúnAd¿uazta a pmtuz zfzí I! de
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