A INFLUÊNCIA DA CLASSE C NO SISTEMA DE TRANSPORTE TENDO
COMO ESTUDO COMPARATIVO O TRANSPORTE RODOVIÁRIO
(ÔNIBUS) VERSOS AÉREO
Michele da Silva Barbosa. Graduando em Logística na Faculdade de Tecnologia de
Jahu, [email protected]
Milton Samuel da Silva. Graduando em de Logística na Faculdade de Tecnologia de
Jahu, [email protected]
Magaly P. Vasconcellos Romão, Docente Fatec JAHU, Departamento de Transportes,
[email protected]
ÁREA TEMÁTICA:
Transportes: Tráfego e Trânsito.
RESUMO
Com o aumento do poder aquisitivo da Classe C, as companhias de transporte são
obrigadas a se tornarem competitivas, para assim atraírem seus clientes, que
movimentam valores atualmente superiores a somatória das Classes A e B juntas.
Com isso, a Classe C ocupa um espaço muito amplo no sistema de transporte interferindo
na qualidade e demanda, deixando de usar o ônibus e incrementando a demanda no
transporte aéreo.
O trabalho tem como finalidade demonstrar a opção da Classe C do sistema de transporte
Rodoviário para o Aéreo.
Palavras chave: Classe C, demanda, transporte
ABSTRACT
The increasing Class C power, transport companies are required to become more
competitive in order to attract customers, which values that currently exceed the sum of
Class A and B together. The Class C occupies a very extensive transport system,
interfering with the quality and demand, failing to use the bus and increasing demand in air
transport. This paper aims to show the option of the Class C from road transport system to
the air one.
Keywords: Class C, demand, transport
METODOLOGIA
O estudo terá como objetivo analisar, do ponto de vista econômico, a Classe C, visando à
transferência do poder aquisitivo, do meio de transporte Rodoviário ao Aéreo
(passageiros) com a opção para o modo aéreo de transporte. A metodologia adotada será
uma ampla pesquisa bibliográfica relacionada ao tema.
“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).”
INTRODUÇÃO
De acordo com Neri, (2010) a Classe C vem crescendo a cada dia, “29 milhões de
Brasileiros que não eram, passam a ser Classe C” (NERI, 2010, p.31) principalmente após a
crise de 2008, em que muitos da Classe A e B passaram a fazer parte da Classe C,
contribuindo, assim, para o seu crescimento. ”Em janeiro de 2009, a crise atingiu o bolso dos
Brasileiros de forma intensa, causando um aumento de 6,8% na pobreza apenas nesse mês”
(NERI, 2010, p.14).
Com esse aumento aquisitivo da Classe C, as companhias de transporte de passageiros
se viram obrigadas a se tornarem competitivas, para, assim, atrair esses novos clientes,
de tal classe que, já que movimentam valores superiores a somatória da Classe A e B
juntas.
A Classe C ocupa um espaço muito extenso no sistema de transporte de passageiros e
interfere na qualidade e na demanda do serviço prestado. Desse modo, há uma grande
disputa entre o Rodoviário e o Aéreo, desde que esse ultimo se tornou mais acessível.
“Novas empresas surgiram, as tarifas ficaram mais baratas e mais pessoas puderam voar”
(MELLO, 2008, p.203), com isso o transporte Aéreo de passageiros, conquistou um
espaço muito amplo, sobretudo por dar ênfase aqueles que a movimenta. Que é o caso
da Classe C. O Rodoviário foi perdendo o seu espaço, pelo fato do aéreo ter vantagem no
quesito agilidade e rapidez e isso é fator decisivo quando se considera grandes
distâncias. “O transporte Rodoviário pode levar até mais de uma semana para completar uma
viagem” (MAYERLE, 2008, p.44), por esse fator o Aéreo tem prioridade, pois, muitas
vezes, o que os clientes precisam é de rapidez e agilidade.
Nos tópicos a seguir, será analisada a Classe C do ponto de vista econômico, visando à
transferência do poder aquisitivo para a sua influência no meio de transporte Rodoviário X
Aéreo.
CLASSE C
Desde 2001, a desigualdade de renda vem diminuindo, mostrando uma maior
aproximação de o Brasil chegar ao seu menor nível de desigualdade de renda, (se forem
analisados estudos desde 1960). Porém o Brasil está entre os dez maiores do mundo em
relação à desigualdade social.
“Entre 2001 e 2009, a renda per capita dos 10% mais ricos aumentou em 1,49% ao ano, enquanto
a renda dos mais pobres cresceu a uma notável taxa de 6,79% por ano” (NERI, 2010, p.10),
com isso verifica que a nova classe média (Classe C) está se desenvolvendo com muito
mais intensidade que as classes A e B.
No ano de 2003, a Classe C atingia 37,56% da população, já no ano de 2009, esse
número passou para 50,45%. Isso mostra um aumento da população, em que a Classe A
e B só tiveram crescimento em termos relativos.
Em 2008, mesmo quando houve recuo no Governo de Lula, 19,5 milhões de pessoas
saíram da pobreza, a taxa caía de 16,02% para 15,32% (2008 a 2009), com uma queda
de 4,32%.
“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).”
Gráfico 1: Evolução das Classes Econômicas (porcentagem populacional)
70%
60%
50%
40%
Classe AB
30%
Classe C
Classe D/E
20%
10%
0%
1992
2008
2009
Fonte: Adaptado de Marcelo Neri (2010).
De acordo com Neri (2010), a Classe C é a classe central, e esta é definida com renda
média de R$1064 e R$4561. Com isso, ela está incluída entre os 50% mais pobres e os
10% mais ricos. E passou a adquirir maiores bens como, por exemplo, internet, celulares,
saneamento básico, estudo médio, graduação, entre outros.
Assim surge a nova classe média (Classe C), já que ela determina não só a demanda da
economia brasileira, mas também os modais de transporte, aéreo e rodoviário, os quais
são responsáveis por transportar inúmeros passageiros.
O POSICIONAMENTO DAS EMPRESAS AÉREAS PARA O TRANSPORTE LOW COST
(baixo custo)
Durante décadas, as empresas aéreas, tanto de cargas quanto de passageiros, se
valorizavam tanto, que só as utilizavam clientes de alto potencial ou poder aquisitivo,
“Viajar de avião constituía uma autêntica novidade digna de referências nas conversas familiares,
nas rodas de amigos e até mesmo no trabalho” (LUDOVICO, 2010, p.135).
As empresas se aprimoravam de um poder inigualável, e sempre suas vantagens eram
submetidas em primeiro plano, enquanto as de seus clientes ficavam em segundo lugar.
A impressão que elas deixavam era de difícil controle de gestão e uma baixa
lucratividade. Com isso, tinham o poder de monopolizar o transporte aéreo de
passageiros, enfocando somente as tarifas para a primeira Classe.
Todo o desenrolar desse processo consistia em tarifas muito elevadas, as quais somente
clientes de alto poder aquisitivo poderiam pagar. Assim confirmavam-se, as impressões
passadas pelas empresas.
Como vimos anteriormente, a Classe C conquistou um espaço muito amplo no sistema de
transporte de passageiros. Por esse fator, as empresas transportadoras são obrigadas a
baixarem seus custos, para atrair seus novos clientes.
Em 2001, com o surgimento da Gol Linhas Aéreas inteligentes S.A, houve uma mudança
nesse panorama. Devido á nova estratégia da Gol de vender tarifas com preços
reduzidos.
“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).”
Surge então o sistema Low Cost (baixo custo), implantado pela Gol. A partir desse
quadro, as companhias aéreas precisam se adaptar a seus novos clientes, conhecendo e
atendendo cada um de modo que os deixem satisfeitos.
As empresas oferecem modo de seus clientes comprarem passagens aéreas pela
internet, onde eles podem escolher horários, dia entre outros. Com isso, as companhias
diminuem a quantidade de atendente nos guichês de atendimento, o que facilita o sistema
Low Cost das passagens.
Outro fator que contribui para o Low Cost, é a não mais refeição de comidas quentes, o
que também faz com que sejam necessários menos funcionários no avião, contribuindo
para a otimização dos preços atrativos.
Os poucos funcionários que é necessário para o transporte de passageiros aéreo Low
cost, não possuem qualquer tipo de benefícios, como plano de saúde e outros convênios.
Isso contribuí para a diminuição dos custos da empresa, sendo compensador o novo
sistema.
Esse sistema é fundamental para que todos tenham acesso ao transporte aéreo, com
ênfase para a Classe C, pois é ela quem movimenta o modal de transporte aéreo, visto
que é maioria.
Desse modo, as empresas não se voltam apenas para a primeira classe e sim para todas
elas, podendo conquistar qualquer cliente e fazendo gerenciamento das outras.
Com a tendência de todas as empresas aéreas de passageiros aderirem ao Low Cost,
cria-se uma grande concorrência entre elas. Dá-se, assim, uma força maior para o baixo
custo das tarifas. E o aumento da demanda.
Gráfico 2: Evolução anual da demanda por transporte aéreo no Brasil
(em milhões de Pax)
“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).”
A QUEDA NA DEMANDA DO TRANSPOTE POR ÔNIBUS
As altas dos produtos básicos (pneus, combustíveis, pedágio entre outros) para a
circulação de ônibus de passageiros fez com que as tarifas aumentassem.
Esse quadro fez com que o transporte de passageiros por ônibus perdesse seu espaço,
devido aos seguintes fatores:
A demanda de transporte rodoviário de passageiros é determinada pela quantidade de
pessoas que utiliza esse modal por certo período (anual, mensal, semanal ou até mesmo
diário) ou ao longo de certa distância.
É fundamental que tenha conhecimento do comportamento da demanda para poder
prever a variação da quantidade de passageiros no interior dos veículos, tendo sempre
como prioridade satisfazer adequadamente as necessidades dos usuários.
O que ocorre é que, muitas vezes, as empresas transportadoras não têm conhecimento
dessa demanda, pois o que acaba ocorrendo é uma constante variação. Portanto é
impossível saber quantos clientes usarão o ônibus por um determinado período. Isso
facilita a queda da demanda, pois nem sempre as empresas conseguem atender as
necessidades de seus clientes.
Porém, há muitos casos em que, elas são obrigadas a não realizarem determinada
viagem, pois não conseguem a quantidade necessária de clientes, perdendo assim a
confiabilidade dos que compraram a passagem.
Com a queda dos preços das passagens aéreas, os passageiros estão optando pelo
aéreo, já que além de maior segurança e conforto, esse modal trouxe maior
acessibilidade. Outro fator que contribuiu para a decadência, é que com o aumento do
poder aquisitivo da população, esta foi adquirindo cada vez mais outros bens que não era
acostumada, tais como: carro, moto, entre outros, meios de locomoção. O que contribuiu
para a queda da procura pelos ônibus Interurbanos e interestaduais acima de 75 km.
De acordo com informações do Secretário de Política Nacional do Ministério do
Transporte (Marcelo Perrupato e Silva, 2010), somente no ano de 2009, 3,5 milhões de
passageiros deixaram de usar o ônibus e, houve um expressivo número de embarque e
desembarque no modal aéreo. Numericamente, isso apresentou um aumento de 23
milhões para 115 milhões em 2009 e de 138 milhões em 2010.
Antes não havia disputas pela demanda dos passageiros, as empresas aéreas não se
importavam com a classe média e inferiores, no entanto isso mudou. A partir da
imposição de captar passageiros de todas as classes, houve um grande crescimento no
modal aéreo e ainda há uma previsão de aumento de mais 15%, o que deverá afetar
ainda mais o modo rodoviário de passageiros.
A realidade é que cada vez mais o ônibus está perdendo o seu espaço no modo de
transporte de passageiros, pois muitas barreiras ainda precisam ser vencidas. O
transporte aéreo ganhará mais espaço, contribuindo, de mais incisiva, para a queda do
rodoviário. E é esse o futuro que veremos: viajar não mais de ônibus e sim de avião,
garantindo, assim, maior segurança, facilidade, agilidade e confiabilidade.
“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).”
Segundo Fonte da Folha de São Paulo de 21 de Março de 2011, o número de
passageiros de avião superou nesse ano pela primeira vez os viajantes que optam pelo
transporte de ônibus interestaduais.
No ano de 2010, o país registrou 66 milhões de passageiros de avião em ligações entre
estados (Folha de São Paulo, 2011), sendo este o maior número alcançado pela aviação.
Já nos dois primeiros meses do ano de 2011 esses números aumentaram, pois, houve
um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.
Gráfico 3: Viagem de avião cresce 133% durante oito anos
Fonte: Folha de São Paulo (2011)
De 2002 a 2010, o número de passageiros de avião cresceu significativamente 115%, já o
transporte de passageiros por ônibus registrou uma queda de 31%. O que explica esse
crescimento do aéreo é a melhoria de renda da população brasileira, fazendo com que
ocorra a decadência da procura pelo transporte por ônibus. Tal situação pode ser
comparada em trecho a seguir:
“Passageiros formam fila para fazer check-in no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no
mesmo horário em que o terminal rodoviário do Tietê registra baixa movimentação” (FOLHA DE
SÃO PAULO, 2011).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com este trabalho, o que se verifica é a constante disputa entre o modal rodoviário
(ônibus) versus o aéreo, já que a classe C é a dominante e as empresas precisam se
adaptar a seus novos clientes.
Porém, nota-se que apesar dos esforços do rodoviário, ele não consegue competir
proporcionalmente com o aéreo, no que diz respeito ao conforto, agilidade, rapidez entre
outros fatores. Por esse motivo é que o rodoviário vem perdendo seu espaço.
“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).”
Conforme verificamos na Folha de São Paulo o transporte aéreo de passageiros vem
crescendo significativamente, enquanto o transporte por ônibus caiu. O que pode explicar
esse quadro é o aumento da Classe C, que está em crescimento acelerado. Com isso,
esses novos passageiros preferem um transporte mais rápido, seguro, confiável, e é o
transporte aéreo que consegue atender essas exigências de seus clientes.
Pensando nesses novos perfis de clientes, nas suas características que são, muitas
vezes, distintas, surge o sistema de adaptação das empresas aéreas Low Cost (baixo
custo). Através dele, as empresas conseguem atender qualquer tipo de cliente, de
qualquer classe social, aumentando, portanto, a demanda.
Todo o processo Low Cost tem sucesso, devido, por exemplo, permitir que seus clientes
adquiram tarifas sem saírem de casa, com o uso da internet, gerando a diminuição do
quadro de funcionários nos guichês de atendimento. É valido lembrar que estes também
não possuem qualquer tipo de convênio, como de saúde, odontológico, entre outros, e a
retirada de comida quente no interior dos aviões, também contribuiu com a redução de
funcionários e com custos de alimentos.
Por todos esses motivos, as empresas conseguem progredir nesse sistema, pois
conseguem diminuir cada vez mais seus custos e com isso suas tarifas, para assim se
tornarem competitivas e terem opções de escolha.
Atualmente, passageiros de qualquer classe social, não só aquela que procura status,
pode voar com maior intensidade, contribuindo para a queda da demanda do transporte
de passageiros por ônibus.
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A Influência da Classe C no Sistema de Transporte Tendo como