PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO SUPERIOR DE
TECNOLOGIA EM GESTÃO
AMBIENTAL
Carapicuíba - SP
Junho / 2013
CENTRO EDUCACIONAL NOSSA CIDADE LTDA
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
1.1 DENOMINAÇÃO E INFORMAÇÕES DA MANTIDA ............................................................ 6
1.2
INSTITUIÇÃO MANTENEDORA ....................................................................................... 6
1.2.1 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTIDA .......................................................................... 6
1.3
INFORMAÇÕES DO CURSO .............................................................................................. 7
1.4
APRESENTAÇÃO DO PROJETO ....................................................................................... 7
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ................................................................................................. 9
2.1 BASES LEGAIS ........................................................................................................................... 9
2.2 PERFIL E MISSÃO DA IES _____________________________________________________ 9
2.3 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO ______________________________________ 9
2.4 BREVE HISTÓRICO DA FNC – FACULDADE NOSSA CIDADE ____________________ 12
2.5 ÁREAS OFERECIDAS NO ÂMBITO DA GRADUAÇÃO ..................................................... 12
2.6 ÁREAS OFERECIDAS DO ÂMBITO DA PÓS–GRADUAÇÃO ______________________ 14
2.7 ÁREAS DE ATUAÇÃO NA EXTENSÃO E PESQUISA _____________________________ 14
3.
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ............................................................................... 14
3.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO __________________________________________________ 14
3.2 PERFIL DO COORDENADOR _________________________________________________ 15
3.3 COMPOSIÇÃO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE _________________ 16
4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................................................ 16
4.1 CONTEXTO EDUCACIONAL................................................................................................. 16
4.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ________________________________________________ 19
4.2.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO____________________________________ 19
4.2.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE PESQUISA _________________________________ 21
4.2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE EXTENSÃO ________________________________ 22
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
4.3 RESPONSABILIDADE SOCIAL ............................................................................................. 23
4.3.1 AÇÕES SOCIAIS NO MUNICÍPIO ____________________________________________ 24
4.3.2 INCLUSÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA _______________________________ 26
4.3.3 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS PARA
ALUNOS CARENTES ____________________________________________________________ 28
4.4 PRESSUPOSTOS CONTEXTUAIS E CONCEITUAIS QUE JUSTIFICAM A
NECESSIDADE DO CURSO .......................................................................................................... 29
4.5 OBJETIVOS DO CURSO ......................................................................................................... 32
4.6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................................. 33
4.7 MERCADO DE INSERÇÃO DO EGRESSO DO CURSO...................................................... 34
4.8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E SEUS ELEMENTOS ESTRUTURAIS ....................... 35
4.8.1 MATRIZ CURRICULAR ....................................................................................................... 37
4.8.1.2 DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS HORÁRIAS SEMANAIS ............................................. 41
4.8.2 CONTEÚDOS CURRICULARES ......................................................................................... 42
4.8.3 PROGRAMA DE TÓPICOS TRANSVERSAIS NA EDUCAÇÃO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS ................................................................................................... 64
4.8.4 DISCIPLINA DE LIBRAS (DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005) ____ 68
4.9 ADEQUAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENSINO................................................................ 69
4.9.1 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS ___________________________________ 70
4.10 APOIO AO DISCENTE ........................................................................................................... 81
4.10.1 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP.................. 82
4.10.2 ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO E PSICOPEDAGÓGICO AO DISCENTE ________________ 84
4.11 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO ______________________________________________ 89
4.12 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ______ 93
5.
CORPO DOCENTE ............................................................................................................. 96
5.1 ATUAÇÃO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ........................................ 96
5.1.1 COMPOSIÇÃO DO NDE ....................................................................................................... 96
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
5.1.2 TITULAÇÃO DO NDE........................................................................................................... 96
5.1.3 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO NDE ......................................................................... 97
5.1.4. REGIME DE TRABALHO DO NDE.................................................................................. 97
5.2.
ATUAÇÃO DO COORDENADOR ..................................................................................... 98
5.3 PERFIL DOS DOCENTES ..................................................................................................... 100
5.3.1 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE ............................................................................... 100
5.3.2 ADEQUAÇÃO DA FORMAÇÃO ........................................................................................ 100
5.3.3 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE ......................................................... 103
5.3.4 DEDICAÇÃO AO CURSO ................................................................................................... 105
5.3.5 TEMPO DE EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR OU EXPERIÊNCIA
NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL .............................................................................................. 106
5.4. COLEGIADO DE CURSO ..................................................................................................... 107
6.
INFRAESTRUTURA ......................................................................................................... 108
6.1 ESPAÇO FÍSICO GERAL ...................................................................................................... 108
6.1.1 PLANO DE EXPANSÃO FÍSICA ____________________________________________ 108
6.1.2 ESPAÇO FÍSICO ATUAL __________________________________________________ 109
6.2
DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO POR DEPENDÊNCIA .................................... 109
6.2.1 BLOCO/ ANDAR – CAMPUS PIGNATARI....................................................................... 109
6.2.2 DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO POR DEPENDÊNCIA – BLOCO/
ANDAR .......................................................................................................................................... 109
6.3 CONDIÇÕES DE SALUBRIDADE DAS INSTALAÇÕES ACADÊMICAS ....................... 114
6.3.1 SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES____________________________ 114
6.3.2 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES _________________________ 114
6.3.3 SALAS DE AULA _________________________________________________________ 114
6.3.4 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA ______________ 115
6.4
BIBLIOTECA .................................................................................................................... 115
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6.4.1 LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ______________________________________ 115
6.4.2 LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ____________________________ 115
6.4.3 PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS __________________________________________ 115
6.4.4 POLÍTICAS PARA A BIBLIOTECA_________________________________________ 115
6.5
LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA...................................... 123
6.5.1 NORMAS DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA ....................................... 127
6.6
LABORATÓRIOS DIVERSOS UTILIZADOS PELO CURSO ...................................... 129
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
1.1 DENOMINAÇÃO E INFORMAÇÕES DA MANTIDA
Faculdade Nossa Cidade – FNC
Avenida Francisco Pignatari, 630
Município: Carapicuíba – SP
CEP: 06310-390
Fone: 11-4185-8410
Fax: 11-4185-8410
Site: www.FaculdadeFNC.com.br
1.2 INSTITUIÇÃO MANTENEDORA
Centro Educacional Nossa Cidade Ltda.
CNPJ: 07.228.183/0001-46
Avenida Francisco Pignatari, 630
Município: Carapicuíba – SP
CEP: 06310-390
Fone: (11) -4185-8410
Fax: (11) -4185-8410
E-mail: [email protected]
1.2.1 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTIDA
Joel Garcia de Oliveira
Sexo: Masculino
CPF: 012.581.158-67
RG: 13.998.478-1
Cargo: Diretor-Geral
Profissão: Educador
Nacionalidade: Brasileiro
E-mail: [email protected]
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
1.3 INFORMAÇÕES DO CURSO
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental
Modalidade: Presencial
Turno de Funcionamento: Matutino e Noturno
Número de Vagas Anuais Totais: 240 (duzentas e quarenta)
Regime Acadêmico de Oferta: Modular
Dimensão das Turmas: máximo de 60 alunos nas aulas teóricas; nas atividades
práticas a turma será subdividida de conformidade com a metodologia de ensino
adotada pelo professor do componente curricular.
Carga Horária do Curso: 1.980 horas
Integralização do Curso: Mínimo de 4 (quatro) e máximo de 6 (seis) períodos
letivos
Coordenador do Curso: Professor Edmarques Zanotti
1.4 APRESENTAÇÃO DO PROJETO
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA No- 320, DE 02 DE AGOSTO DE 2011
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Faculdade Nossa Cidade,
autorizado em 02 de agosto de 2011 pela Portaria SETEC/MEC nº 320, publicada no DOU de
04 de agosto de 2011, com 240 (duzentas e quarenta) vagas anuais distribuídas nos períodos
matutino e noturno, possui duração de 1.980 horas, com disciplinas distribuídas em 04
(quatro) semestres.
Para a Faculdade Nossa Cidade – FNC, o projeto pedagógico deve ser antes de tudo,
uma ação consciente, planejada com vistas ao futuro, olhando a realidade com visão de suprarealidade, pois o concreto é a ambiência que sofrerá a ação transformadora, na qual o ensino
superior e, principalmente, seus egressos devem atuar, perseguindo uma realidade com
possibilidade de existir.
Este Projeto Pedagógico de Curso visa traçar ações curriculares e extracurriculares que
possam desenvolver habilidades profissionais de seus alunos, levando em conta, ainda, as
perspectivas e condições do mercado de trabalho regional e as demandas globais da
sociedade, sem prescindir do pleno desenvolvimento da pessoa do formando e seu preparo
para o exercício efetivo da cidadania.
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
O presente documento formaliza o Projeto Pedagógico do Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Ambiental da Faculdade Nossa Cidade – FNC que se submete à
apreciação das instâncias do Ministério da Educação para fins de reconhecimento. O projeto
reflete os esforços de seus dirigentes no sentido de cumprir os princípios filosóficos, políticos
e pedagógicos demarcados e as estratégias de ação para executá-lo. Permeiam o texto, como
substrato a nortear-lhe a ação pedagógica, as decisões institucionais traduzidas na
compreensão de uma educação como prática social e experiência de vida, que se manifestam
na promoção de uma educação plena e cidadã.
A estruturação desta proposta toma como referência inicial a Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional Número 9.394/1996 e se atem, com precisão, ao que determinam o
Parecer CNE/CES 436/2001, a Resolução CNE/CP 3/2002 e o Parecer CNE/CES nº277/2006
do Ministério da Educação, que instituiem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
formação do Graduado em Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental e, se
conforma ainda às demais orientações legais oriundas do sistema regulador federal do ensino
superior.
Com o claro propósito de dar ao educando formação holística que concorra para o
desenvolvimento sustentável do Estado de São Paulo, a proposta do Curso enfatiza, como já
apontado, o comprometimento institucional com a educação para a cidadania, o bem comum,
a ética e a pluralidade cultural, coadunando-se com o compromisso assumido pela
Mantenedora com sua comunidade de inserção tal como patenteado em sua missão. Ademais,
alinha-se com os paradigmas contemporâneos de formação profissional e as ações educativas
que respondem à atual política brasileira para a área.
Com a adoção do processo participativo do Núcleo Docente Estruturante – NDE na
preparação e atualização periódica deste Projeto Pedagógico desejou-se comprometer cada
um dos participantes com o desafio de conduzir os trabalhos exitosamente. Os aspectos
operacionais envolventes à sua execução são continuamente discutidos pela comunidade
acadêmica, para que todo o corpo social da FNC seja de fato agente transformador da
sociedade.
Em razão do exposto e desejando contribuir para a sustentação de prioridades e o
enfrentamento dos desafios da contemporaneidade, com senso de empreendedorismo e
determinação em pensar constantemente as próprias ações, avaliando resultados e
perspectivas, apresentamos o presente Projeto Pedagógico como instrumento a nortear o
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental com base nos seus postulados e em
sintonia com as transformações no campo da educação tecnológica, do trabalho e da
sociedade como um todo.
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
2.1 BASES LEGAIS
O Centro Educacional Nossa Cidade Ltda, empresa mantenedora da Faculdade Nossa
Cidade, situado na Avenida Francisco Pignatari, 630 - Vila do Gustavo Correia- CarapicuíbaSP, CEP 06310-390, é uma entidade de direito privado, com finalidade lucrativa, constituída
sob a forma de sociedade empresarial por cotas de responsabilidade limitada, inscrita no
CNPJ/MF sob o número 07.228.183/0001-46, cuja última alteração do Contrato Social se
encontra registrado na Junta Comercial do Estado de São Paulo 370.893/12-8, datado de 01 de
julho de 2012.
A Instituição Faculdade Nossa Cidade está situada no mesmo endereço da
mantenedora e está credenciada pela portaria MEC número 431, publicada no DOU de
13/02/2006 e encontra-se com processo de recredenciamento protocolizado no e-Mec sob o nº
201109651.
2.2 PERFIL E MISSÃO DA IES
A Faculdade Nossa Cidade apresenta como perfil a ação pedagógica centrada em um
processo educacional ativo, realista e atualizada; a valorização da qualidade de ensino e
independência intelectual do corpo docente e discente, respeito social, pluralismo de ideias,
criatividade, iniciativa e responsabilidade profissional. Nesse sentido a FNC concebe como
missão “Ser um pólo difusor de conhecimento com base na formação de cidadãos
capazes de atuar de maneira ética e objetiva no processo de melhoria da qualidade de
vida de sua comunidade”.
2.3 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO
A Faculdade Nossa Cidade está localizada na cidade de Carapicuíba, no Estado de São
Paulo. De acordo com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE)1, a
população estimada da cidade de Carapicuíba, no ano de 2011, era de 372.020 habitantes, o
que equivale a dizer que a densidade demográfica era de 10.637,98 hab./km².
1
Fundação Sistema Estadual Análise de Dados. Perfil do Municipio de Carapicuíba. Disponível em <http://www.seade.gov.br> Acessado em 04/09/2012.
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Ressalta-se que a economia do município baseia-se em um pequeno parque industrial,
com 32 indústrias de médio porte, além de 200 de pequeno porte aproximadamente, com
ramos de atividades diversas, alocadas em diferentes pontos. Na área do comércio, atrai o
interesse de redes de lojas de vários segmentos do varejo.
A população encontra espaço para participação dos vínculos empregatícios no setor de
serviços, que emprega 53,80% da população. O comércio emprega 22,41% do total dos
vínculos empregatícios, enquanto 16,87% da mão de obra está na indústria local.
Quanto ao Índice Paulista de Responsabilidade Social, nota-se que o Poder Público
Municipal é responsável pelos baixos níveis de desenvolvimento da riqueza e da escolaridade
da população: 42% e 53% respectivamente. Além disso, a renda per capita da população,
aferida em salários mínimos, é de 1,82%. Desses números, 7,72% dos domicílios têm renda
per capita até ¼ do salário mínimo; e, 14,46% dos domicílios têm renda até ½ salário
mínimo.
Certamente, os números apontados anteriormente pelo SEADE, evidenciam
fragilidades sócio-econômicas de um número considerável da população Carapicuíbana. Essas
fragilidades ficam mais evidenciadas quanto se observam os índices de educação. A taxa de
analfabetismo da população de 15 anos e mais, gira em torno de 6,27% da população. A
média de anos de estudos da população de 15 a 64 anos é de 6,84%. A situação é mais
delicada ao observarmos que 63,08% da população de 25 anos e mais têm menos de oito anos
de estudos. O que nos permite dizer que a grande maioria da população não conclui os estudos
do Ensino Fundamental. Apenas 35,06% da população de 18 a 24 anos têm ensino médio
completo.
Os dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados2 registram também que
o município contava, no ano de 2011, com 9 (nove) creches e 18 pré-escolas com 7.645
crianças; 56 escolas estaduais que oferecem ensino fundamental e médio 91.226 alunos; e,
252.704 eleitores.
Constituída por uma população de baixa renda, cerca de 3 salários mínimos, são
muitas as dificuldades enfrentadas por esses jovens e adultos na busca de uma
profissionalização e melhores condições de vida. O fator econômico constitui-se como um dos
maiores entraves ao ingresso no ensino superior.
2
SEADE, op. cit.
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Observa-se que os números que tratam da escolaridade, apontam que houve discreta
melhora. Carapicuíba apresentou redução em seus níveis de riqueza, alto escore de
longevidade e, apesar do aumento de alunos matriculados, registra-se ainda deficiência nos
indicadores de qualidade escolar. Chama atenção a reduzida cobertura oferecida pela préescola, uma das mais baixas entre os municípios metropolitanos, aquém dos 75% registrados
no Estado.
Cresceu o escore do indicador agregado de escolaridade, como resultado do aumento
observado principalmente nas taxas de conclusão dos ensinos fundamental e médio, não
obstante o município ter recuado algumas posições no ranking, mantendo-se abaixo da média
estadual.
O descompasso entre a redução no nível do rendimento médio do emprego formal e o
aumento do produto municipal, aliado à redução generalizada no consumo de energia elétrica
reduzem o nível de riqueza municipal e faz Carapicuíba recuar algumas posições no ranking
desta dimensão.
De acordo com o Departamento de Ação Regional da Federação das Indústrias do
Estado de São Paulo – FIESP3 que se preocupa com o Capital Humano de seus membros
associados, o ranking do município de Carapicuíba ocupava, no ano de 2010, a 5ª. posição
dentre os municípios afiliados na região administrativa de Osasco, que compõem sete
municípios atendidos.
Na análise da FIESP, o setor de serviços é o que mais contribui para o avanço
econômico do município de Carapicuíba, com participação de 71% da economia local. Já o
setor da administração pública vem em segundo lugar, empatado com o setor industrial. Cada
um contribui com a participação de 21% dos investimentos. O quadro abaixo possibilita a
visualização desses dados.
Fonte: FIESP<http://apps.fiesp.com.br/regional/DadosSocioEconomicos/DadosGerais.aspx>. Acesso 26 de março de 2012.
3
FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE SÃO PAULO (FIESP). Cidade de CARAPICUÍBA: Conhecer a região - Ranking municipal de IDH. São Paulo: FIESP, 2000.
Disponível em: <http://apps.fiesp.com.br/regional/DadosSocioEconomicos/RankingIDH.aspx. >. Acesso em: 18 Maio 2011.
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2.4 BREVE HISTÓRICO DA FNC – FACULDADE NOSSA CIDADE
A Faculdade Nossa Cidade foi credenciada em 10 de fevereiro de 2006 conforme
portaria MEC número 431, publicada no D.O.U. de 13 de fevereiro de 2006.
Seus membros fundadores Professora Doutora Edna Maria Fernandes dos Santos
Nascimento, Professor Doutor Luiz Antônio Ferreira, Doutora Lucília Saad Mamar e Doutor
Isidoro Villibor Júnior, trabalharam pelo ideal comum de oferecer a uma comunidade carente
um ensino de qualidade.
Buscando este mesmo ideal, em 10 de dezembro de 2007 a Instituição foi adquirida
pelo Professor Doutor Joel Garcia de Oliveira por sua esposa Professora Mestra Sandra
Aparecida Simões Garcia de Oliveira e pelo Esp. Silvio César Simões, com experiência de
quase 20 anos na área Educacional.
A administração atual não mede esforços para que a FNC – Faculdade Nossa Cidade,
torne-se um referencial no ensino superior no município de Carapicuíba e região. Para isso
vem atualizando intensamente suas instalações físicas. Esta mudança visa atender de maneira
plenamente satisfatória os cursos ofertados atualmente e aqueles que serão solicitados
autorização de funcionamento junto ao MEC, cursos estes idealizados para atender a
necessidade social da população de Carapicuíba e região.
O diferencial da FNC – Faculdade Nossa Cidade está em seu corpo docente com
titulação adequada aos cursos e às disciplinas que ministram e, a ampla experiência e visão
que seus mantenedores e diretores possuem na área educacional, tornando-se possível uma
administração especialmente focalizada em atender as necessidades da comunidade a qual
está inserida.
A FNC está consciente da importância de investimentos perenes em infra-estrutura
física e pedagógica para a oferta de um ensino superior de qualidade com vistas à formação de
profissionais dotados de todas as competências e habilidades para o desenvolvimento da
profissão escolhida.
2.5 ÁREAS OFERECIDAS NO ÂMBITO DA GRADUAÇÃO
Reunindo-se neste contexto institucional, a Faculdade Nossa Cidade oferece Cursos
Graduação nas modalidades: Bacharelado, Licenciatura e Superiores de Tecnologia, conforme
demonstra o quadro a seguir:
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CURSO
MODALIDADE
TEMPO DE
DURAÇÃO
PORTARIA DE AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO
QTDE. DE
VAGAS
ANUAIS
1
Administração
Bacharelado
4 anos
(8 sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 493 de 10/02/2006
RECONHECIMENTO: PORTARIA SESU Nº 2054 de
29/11/2010
210
2
Ciências Contábeis
Bacharelado
4 anos
(8 sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 276 de 20/07/2011
240
3
Direito
Bacharelado
5 anos
(10 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 502 de 22/12/2011
100
4
Enfermagem
Bacharelado
4 anos
(8 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 263 de 14/07/2011
240
Bacharelado
5 anos
(10 sem.)
5
Engenharia Civil
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 276 de 20/07/2011
240
6
Farmácia
Bacharelado
5 anos
(10 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 300 de 02/08/2011
240
7
Educação Física
Licenciatura
3 anos
(6 Sem.)
RECONHECIDO: PORTARIA MEC Nº 317 de 27/12/2012
200
8
Letras
Português/Inglês
Licenciatura
3 anos
(6 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SESU Nº 493 de 10/02/2006
RECONHECIMENTO: PORTARIA SESU Nº 65 de
22/01/2009
210
Licenciatura
3 anos
(6 Sem.)
RECONHECIMENTO: PORTARIA MEC Nº 275, de
14/12/2012
150
9
Pedagogia
10
Gestão Ambiental
Superior
Tecnológico
2 anos
(4 Sem.)
11
Gestão da
Tecnologia da
Informação
Superior
Tecnológico
2 anos e meio
(5 Sem.)
12
Gestão de Recursos
Humanos
Superior
Tecnológico
2 anos
(4 Sem.)
13
Gestão de
Segurança Privada
Superior
Tecnológico
2 anos
(4 Sem.)
14
Gestão Financeira
Superior
Tecnológico
2 anos
(4 Sem.)
15
Logística
Superior
Tecnológico
2 anos
(4 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 95 de 23/06/2010
RECONHECIMENTO: PORTARIA MEC Nº 124 DE
15/3/2013
240
16
Marketing
Superior
Tecnológico
2 anos
(4 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 98 de 30/06/2010
240
17
Radiologia
Superior
Tecnológico
3 anos
(6 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 319 de 02/08/2011
240
18
Redes de
Superior
3 anos
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 318 de 02/08/2011
240
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 320 de 02/08/2011
240
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 95 de 23/06/2010
240
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 99 de 30/06/2010
RECONHECIMENTO: PORTARIA SETEC Nº 217 de
31/10/2012
240
RECONHECIMENTO: PORTARIA MEC Nº 307 de
27/12/2012
240
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 95 de 23/06/2010
240
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Computadores
Tecnológico
(6 Sem.)
19
Segurança no
Trabalho
Superior
Tecnológico
3 anos
(6 Sem.)
20
Petróleo e Gás
Superior
Tecnológico
3 anos
(6 Sem.)
AUTORIZAÇÃO: PORTARIA SETEC Nº 385 de 19/09/2011
240
AUTORIZAÇÃO PORTARIA MEC Nº 323 de 28/12/2012
240
2.6 ÁREAS OFERECIDAS DO ÂMBITO DA PÓS–GRADUAÇÃO
A Faculdade Nossa Cidade oferece cursos de Pós–Graduação na modalidade Lato
Sensu a profissionais formados em nível superior, interessados em ampliar os conhecimentos
teóricos em uma das seguintes áreas: Educação, Enfermagem, Finanças, Recursos Humanos,
Marketing, Logística e Negócios.
Os cursos de Pós–Graduação Lato Sensu da FNC contam com um corpo docente
qualificado formado por mestres e doutores, com ampla experiência profissional e atuante no
mercado de trabalho.
2.7 ÁREAS DE ATUAÇÃO NA EXTENSÃO E PESQUISA
Na Faculdade Nossa Cidade as atividades de extensão e pesquisa são marcadas por um
processo cultural, educativo e científico que viabiliza a relação transformadora entre a IES e a
comunidade local.
Desta forma, o conjunto de atividades ofertadas é concebido como práticas acadêmicas
que proporcionam a formação contínua do profissional e do cidadão.
Na FNC as atividades de extensão e pesquisa buscam atender áreas diversas do
conhecimento: Línguas e Linguagens, Esportes, Educação, Economia e Finanças, Segurança,
Comportamento e Saúde.
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
3.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental
Modalidade: Presencial
Turno de Funcionamento: Matutino e Noturno
Número de Vagas Anuais Totais: 240 (duzentas e quarenta)
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Regime de Acadêmico de Oferta: Modular
Dimensão das Turmas: 60 (sessenta)
Carga Horária do Curso: 1.980 horas
Integralização do Curso: Mínimo de 4 (quatro) e máximo de 6 (seis) períodos letivos
Coordenador do Curso: Professor Mestre Edmarques Zanotti
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental funciona na Avenida Francisco
Pignatari, número 630, Bairro Gustavo Correa, Carapicuíba-SP, CEP 06310-390, nos turnos
matutino e noturno com 240 vagas anuais. O PPC prevê uma carga horária de 1.980 horas, em
regime modular. O tempo mínimo de integralização previsto é de 2 anos (4 semestres) e
máximo de 3 anos (6 semestres).
3.2 PERFIL DO COORDENADOR
O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, Professor
Mestre Edmarques Zanotti, possui Mestrado em Tecnologias Ambientais, pelo Instituto de
Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, Graduação Bacharelado e Licenciatura em
Ciências Biológicas pelo Centro Universitário UNIFIEO. Sua formação acadêmica e
experiência profissional mantêm pertinência acadêmica e pedagógica com a área do curso.
Iniciou as atividades nesta IES em fevereiro de 2011. Atualmente mantém, na Instituição,
tempo integral cumprindo 40 horas de trabalho.
O perfil profissional do Coordenador compõe-se por um conjunto de elementos que
perpassam por saberes adquiridos ao longo da trajetória de sua formação docente. No âmbito
da FNC, as ações cotidianas revelam um perfil empreendedor, uma vez que elas favorecem a
implementação de mudanças que propiciam a melhoria do nível de aprendizado, estimulam o
senso crítico e a criatividade de todos os envolvidos no processo educacional.
O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental é pró-ativo e,
por conta disso, tem experiência na gestão de oportunidades. Trata-se de uma pessoa de
amplo relacionamento tanto no meio acadêmico como na área profissional. Os contatos com
dirigentes e profissionais de sucesso facilitam a promoção de intercâmbios e palestras para os
alunos de seu Curso. No cotidiano acadêmico, demonstra ser ético, enérgico em suas ações,
com decisões justas até mesmo na proposta de substituição de professores e colaboradores que
não correspondam às expectativas do Curso.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
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A gestão acadêmica do Coordenador está comprometida com o planejamento
estratégico da Faculdade Nossa Cidade (PDI, PPI, PPC), por isso participa de forma sistêmica
do processo decisório e revela conhecer e executar muito bem a proposta do PPC do Curso
Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental.
As ações do Coordenador indicam também compromisso com a qualidade das práticas
pedagógicas e melhoria contínua do Curso através da adoação de mecanismos de verificação
de níveis de satisfação do corpo discente e corpo docente; dedicação à administração
acadêmica, carga horária suficiente, compatível com número de professores, alunos e turnos
do curso; articulação direta junto à comunidade acadêmica e participação nos órgãos
colegiados.
3.3 COMPOSIÇÃO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Os docentes que compõem o NDE do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental possuem papel fundamental na estruturação, implantação e implementação do
Projeto Pedagógico do Curso.
O NDE realiza reuniões periódicas no intuito de discutir as ações a serem realizadas
para o desenvolvimento das atividades acadêmicas e a atualização do PPC. O NDE é
composto por 5 docentes, conforme quadro abaixo:
Nome
Titulação
Edmarques Zanotti
Mestre
Esther Cosso
Mestre
Luiz Fidélis Barreira Junior
Mestre
Renato José Paes
Mestre
Valdir Luiz Lopes
Doutor
4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1 CONTEXTO EDUCACIONAL
O Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da
Faculdade Nossa Cidade – FNC considera as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) no
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que diz respeito à valorização do magistério e à qualidade da educação, à qualidade da oferta
e de atendimento na educação superior, ao desenvolvimento econômico, à demanda do setor
produtivo da região, à população do ensino médio e técnico local e à política institucional de
expansão para a área tecnológica, de maneira plenamente adequada.
A partir desse referencial, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da FNC
considerou o levantamento sócio-demográfico, da região oeste da grande São Paulo, realizado
pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A (EMPLASA) e Fundação Sistema
Estadual de Análise de Dados de São Paulo (SEADE) para referendar a justificativa de que a
cidade de Carapicuíba e região comportam e absorvem grande parte dos profissionais que a
FNC pretende formar.
Os
estudos
realizados
por
especialistas,
geógrafos,
sociólogos,
arquitetos,
economistas, historiadores e engenheiros da EMPLASA, apresentam uma leitura da região
metropolitana de São Paulo que mostra mudanças histórico-sócio-geográfico-tecnológicas. A
partir de resultados estatísticos, a EMPLASA propõe uma reflexão cuidadosa sobre a
realidade levantada com a finalidade de melhor construção do espaço urbano.
Considerando quatro dimensões para o desenvolvimento, prevêem a configuração
futura da região metropolitana: o crescimento econômico, a equidade social, a preservação e
melhoria da qualidade de vida e a preservação da disponibilidade de recursos naturais. A
previsão desse desenvolvimento ampara-se em dois eixos: os dos recursos naturais e o dos
recursos humanos. Quanto aos recursos naturais, deve ser preservado, conservado, recuperado
o ambiente da metrópole por meio de ações educativas da população; em relação aos recursos
humanos, a garantia da capacitação físico-mental e a profissionalização dos habitantes que
garantem o desenvolvimento. Essas previsões norteiam as ações educativas que a FNC
pretende desenvolver, contribuindo para a preservação do meio ambiente e prestando serviço
com a formação de profissionais qualificados para a região.
Segundo a SEADE, o sistema Índice de Desenvolvimento Humnao (IDH), adotado,
mundialmente, mede a qualidade de vida e resulta da média aritmética de três indicadores:
esperança de vida ao nascer (longevidade), educação e renda. O IDH varia de 0 a 1: até 0,499
desenvolvimento humano baixo; entre 0,500 e 0,799 desenvolvimento humano médio; maior
que 0,800 desenvolvimento humano considerado alto. No ranking dos municípios,
Carapicuíba aparece em 218º. lugar, com 0,793 que lhe confere desenvolvimento médio.
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Os dados levantados pela EMPLASA e pela SEADE demonstram o potencial de
desenvolvimento desses municípios integrantes da Região Metropolitana de São Paulo
(RMSP) que comprovam a necessidade de mais escolas de nível superior que formem
profissionais qualificados, principalmente, na cidade de Carapicuíba, sede da FNC.
Esses referenciais delineiam o perfil do município de Carapicuíba, que conta com
369.368 habitantes, situa-se na sub-região oeste da região metropolitana de São Paulo, a 23
km do marco zero da cidade de São Paulo, localizado na Praça da Sé. Tem como divisas as
cidades de Barueri ao norte, Cotia ao sul, Osasco ao leste e Jandira a oeste.
Vale ressaltar que a FNC é de fácil acesso, estando localizada no centro do município,
a 100 metros do terminal rodoviário e da estação de trem. Há no entorno uma série de
serviços, como agências bancárias, hospital municipal, delegacia de polícia, farmácias,
supermercados e um comércio bastante frequentado pela população.
A área territorial do município de Carapicuíba é de 36 km² e sua topografia tem
característica bastante acidentada; seus acessos principais são as rodovias Castelo Branco ao
norte, a Rodovia Raposo Tavares ao sul, é cortada pela Avenida dos Autonomistas na vertical
e na horizontal pelo Rodoanel. Carapicuíba conta com 9 (nove) creches e 18 pré-escolas com
7.645 crianças; 56 escolas estaduais que oferecem ensino fundamental e médio 91.226 alunos;
e, 252.704 eleitores.
É registrado um total de 57.105 matrículas no ensino fundamental o que representa um
significativo esforço de atendimento das necessidades locais por educação básica. Também é
significativo o número de matrículas no ensino médio, 21.563, e seu número de concluintes,
5160, que se constituem, em tese, o futuro público-alvo da FNC, além dos alunos dos
municípios vizinhos.
Observa-se também crescente demanda por cursos superiores, motivada pelo aumento
do número de alunos, que concluem o ensino médio, além de uma ampla gama de
possibilidades oferecidas pelo mercado de trabalho regional, seja no setor público seja em
empresas privadas. A exigência de qualificação cresce em todos os segmentos profissionais da
região de Carapicuíba e a demanda por diplomas de curso superior não é exceção. Quanto
mais se intensifica a disputa por empregos, maiores são as exigências que as empresas fazem
sobre os candidatos às oportunidades de trabalho por elas oferecidas.
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Deste modo, o volume e a qualidade dos recursos produtivos existentes em
Carapicuíba mostram que essa região atingiu um alto grau de maturidade e produtividade em
decorrência da combinação dos fatores acima mencionados e que tem também grande
relevância do ponto de vista da geração de trabalho e renda, tanto em relação ao Estado de
São Paulo como em relação ao Brasil.
É nesse contexto que a Direção do Centro Educacional Nossa Cidade Ltda, apoiada
pelas lideranças comunitárias, se volta para projetar este empreendimento educacional – a
Faculdade Nossa Cidade - apoiando-se justamente na situação recém-passada e presente e nas
perspectivas viáveis, colocando à disposição da comunidade local e regional uma opção
diferenciada para a formação de profissionais de nível superior.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da FNC considera como
missão:
“ Oferecer a toda comunidade o desenvolvimento educacional no campo das Ciências
Humanas e Tecnológicas e aperfeiçoamento profissional aplicado não somente na transmissão
do saber, como também nas atividades de pesquisa e extensão, voltadas para a realidade da
região, do Estado e do País.”
4.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
Para a Faculdade Nossa Cidade – FNC, a educação é concebida como um instrumento
que oferece ao indivíduo a oportunidade de construir a sua própria formação intelectual e
profissional.
Nessa linha filosófica, seus cursos têm e terão uma orientação de permanente estímulo
à imaginação e à criatividade dos alunos, procurando exercitar seu raciocínio analítico,
inspirar sua capacidade de realização e desenvolver suas habilidades de expressão oral e
escrita.
Do ponto de vista institucional, essa filosofia se traduz no compromisso de
acompanhar a evolução das potencialidades do aluno, adotando procedimentos que orientem
seu processo de aprendizagem e estimulem a conscientização do compromisso com sua
própria formação, não só como profissional, mas também como cidadão responsável.
4.2.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO
Esta forma de pensar exige a incorporação de uma nova pedagogia, fundamentada
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numa concepção mais crítica das relações existentes entre educação, sociedade e trabalho.
Assim, compreender criticamente a educação implica em reconhecê-la como uma prática
inscrita e determinada pela sociedade; implica ainda, entender que, embora condicionada, a
educação pode contribuir para transformar as relações sociais, econômicas e políticas, na
medida em que conseguir assegurar a todos ensino de qualidade, comprometido com a
formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade.
A pedagogia que se inspira nessa concepção de educação, sem desconsiderar os
condicionantes de ordem política e econômica, interessada em introduzir, no trabalho docente,
elementos de mudanças que garantam a qualidade pretendida para o ensino, é coerente com
esse pressuposto, e busca garantir, ao aluno, o acesso ao conhecimento socialmente
acumulado.
O processo de aquisição de conhecimento deve ser compreendido como decorrência
das trocas que o aluno estabelece na interação com o meio (natural, social e cultural), cabendo
ao professor exercer a mediação desse processo e articular essas trocas, tendo em vista a
assimilação crítica e ativa de conteúdos significativos, vivos e atualizados.
A compreensão acerca do processo de elaboração do conhecimento obriga à superação
da abordagem comportamentalista da aprendizagem. Consequentemente, os métodos de
ensino passam a fundamentar-se nos princípios da psicologia cognitiva, que privilegia a
atividade e iniciativa dos discentes. Os métodos utilizados, além de propiciar o diálogo,
respeitar os interesses e os diferentes estágios do desenvolvimento cognitivo dos alunos,
favorecem a autonomia e a transferência de aprendizagem, visando, não apenas ao aprender a
fazer, mas, sobretudo, ao aprender a aprender.
Assim, a política de ensino da FNC fundamenta-se em um processo de educação que
permite a formação e o desenvolvimento de profissionais capacitados para atenderem às
necessidades e expectativas do mercado de trabalho e da sociedade, com competência para
diagnosticar, desenvolver e implementar mudanças que contribuam para o desenvolvimento
sustentável da sociedade, de forma geral, e, em particular, a Região de Carapicuíba e do
Estado de São Paulo.
São princípios subjacentes a essa política:

Formação, desenvolvimento e aperfeiçoamento de profissionais nas diferentes
áreas do conhecimento;

Preocupação com o atendimento das necessidades da sociedade e da Região de
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Carapicuíba no que tange à oferta de cursos e programas para a formação e
qualificação profissional;

Preocupação com os valores e princípios éticos;

Flexibilização dos currículos, de maneira a proporcionar aos discentes certa
autonomia na sua formação acadêmica;

Monitoramento e atualização permanente dos projetos pedagógicos, sempre
considerando as Diretrizes Curriculares e as demandas da Região de Carapicuíba;
4.2.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE PESQUISA
De acordo com o seu Regimento, a Faculdade Nossa Cidade – FNC tem como
princípio incentivar a pesquisa em todas as áreas de atuação dos seus cursos por meio:

Concessão de bolsas em categorias diversas, principalmente na iniciação
científica;

Concessão de auxílio para execução de projetos específicos;

Oferta de oportunidades de freqüência a cursos de pós-graduação em instituições
nacionais e estrangeiras;

Realização de convênios com instituições nacionais e estrangeiras, visando a
programas de investigação científica;

Intercâmbio com outras instituições científicas, estimulando os contatos entre os
professores e o desenvolvimento de projetos comuns de pesquisa;

Divulgação dos resultados das pesquisas realizadas;

Promoção de congressos, simpósios e seminários para estudos e debates de temas
científicos, bem como participação em iniciativas semelhantes de outras
instituições.
A política de pesquisa implementada pela FNC baseia-se na visão de que a pesquisa e
a investigação científica não são somente instrumentos de apoio ao ensino, mas
principalmente a forma mais importante de criação e desenvolvimento da ciência e do
conhecimento.
Assim, a
FNC entende que os projetos de iniciação científica são essenciais na
formação do aluno, despertando e aprimorando nos discentes a capacidade de diagnosticar os
problemas enfrentados no dia-a-dia. Nessa perspectiva, as atividades visam incentivar estudos
e formação contínua de alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação,
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colocando-os em contato com o que há de melhor e mais atual na sua área de interesse, do
ponto de vista teórico e prático.
A FNC promove mecanismos de incentivo e permanência do aluno-pesquisador no
Programa de Iniciação Científica concedendo Bolsas de Iniciação Científica oferecidas aos
alunos-pesquisadores aprovados no processo seletivo. Ademais, a Instituição apoia a
participação e apresentação da produção científica e de seus resultados de alunos e
professores em eventos científicos. A FNC também subsidia a viabilização da execução de
projetos de pesquisa apresentados pelos docentes. Estes subsídios incluiem a disponibilização
de infra-estrutura para a realização da pesquisa até o apoio financeiro para a mesma.
4.2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE EXTENSÃO
Para a Faculdade Nossa Cidade – FNC, a atividade de Extensão é uma maneira de
aproximar a Instituição e a sociedade de uma forma integrada. A Instituição através da
Extensão aplica os conhecimentos adquiridos a partir do ensino e da pesquisa, transferindo-os
para a sociedade na medida de suas necessidades. Assim, a apreensão das demandas e das
necessidades da sociedade é que irão orientar a produção e o desenvolvimento de novas
pesquisas. Esse processo recíproco é importante para ambas as partes e caracteriza uma
relação dinâmica entre a FNC e o seu meio social.
Dentro dessa perspectiva, a FNC conduz sua política de extensão para:

A integração teoria e prática, a fim de preparar os alunos para a aplicação dos
conhecimentos adquiridos por meio do ensino e da pesquisa;

A participação dos alunos em projetos desenvolvidos para o curso;

A valorização da participação dos discentes nas atividades relacionadas à
extensão;

A condução e estabelecimento de ações voltadas à responsabilidade social.

Os programas de extensão, articulados com o ensino e pesquisa, serão
desenvolvidos sob a forma de atividades permanentes em projetos. Os serviços
serão realizados sob a forma de: atendimento à comunidade, diretamente ou por
meio de instituições públicas e privadas; participação em iniciativas de natureza
cultural, artística e científica; e promoção de atividades artísticas, culturais e
desportivas.
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4.3 RESPONSABILIDADE SOCIAL
Os cursos e programas de educação superior, desenvolvidos pela Faculdade Nossa
Cidade, estão arraigados na comunidade de Carapicuíba e adjacências, cumprindo a sua
missão para a redução das desigualdades sociais e regionais.
O compromisso de formar pessoas éticas e profissionalmente responsáveis, nos cursos
de graduação que ministra, comprova a contribuição da FNC para o desenvolvimento local e
regional, social e econômico.
A FNC é um lugar onde os valores morais são pensados e refletidos e o envolvimento
dos alunos em projetos sociais objetiva promover a vivência de cidadania e de participação,
através de ações que contribuem para a construção de uma sociedade mais humana e mais
justa para todos.
A política de responsabilidade social está então alicerçada, nas novas exigências
relacionadas ao ensino superior e em suas modalidades de avaliação da qualidade. A lei nº.
10.861/2004 dá um indicativo sobre como a responsabilidade social deverá ser observada pelo
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: “A responsabilidade social da
instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à
inclusão social; ao desenvolvimento econômico e social; à defesa do meio ambiente, da
memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural – contempla o compromisso
social da instituição na qualidade de portadora da educação como bem público e expressão da
sociedade democrática e plural, de respeito pela diferença e de solidariedade,
independentemente da configuração jurídica da IES”.
Na Faculdade Nossa Cidade, a política de responsabilidade social é constituída a partir
do conceito de integração social, cuja identidade se caracteriza pelo compromisso e
fortalecimento da dimensão social e ética do fazer acadêmico, isto é, da produção,
sistematização e difusão do conhecimento.
A finalidade da política definida é, fundamentalmente, a promoção da inclusão social,
do desenvolvimento econômico e social, da defesa do meio ambiente, da memória cultural, da
produção artística e do patrimônio cultural.
A política de responsabilidade social da Faculdade Nossa Cidade tem como objetivo
principal conferir materialidade às ações que evidenciam o exercício de funções de interesse
público, que se constituem como inerentes à natureza institucional das IES.
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Tais ações são pautadas no comportamento ético e participativo dos processos de
transformação social, oportunizando que os benefícios da ciência e as potencialidades
existentes na escola possam contribuir para o enfrentamento das questões sociais e suas
múltiplas configurações.
O papel da Faculdade Nossa Cidade no desenvolvimento social local e regional e, por
conseguinte, na institucionalização da política de responsabilidade social, implica demarcar o
lugar que a Instituição ocupa na prestação de serviços públicos através da implementação de
políticas sociais.
Enfatiza-se a condição de que a Faculdade Nossa Cidade constitui-se como
participante interessada e compromissada no enfrentamento dos problemas sociais, o que a
diferencia da responsabilização integral pelo acesso da população aos direitos sociais e pelo
desenvolvimento local-regional.
A Faculdade Nossa Cidade define como dimensões de sua política de responsabilidade
social a formação de profissionais, o desenvolvimento de pesquisas, a difusão de
conhecimentos e a sua vocação regional e comunitária nas seguintes áreas:

Compromisso com ações de inclusão social e promoção da cidadania;

Defesa do meio ambiente, especialmente no âmbito da região de sua inserção;

Compromisso com ações que promovam o desenvolvimento econômico sustentável;

Defesa da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;

Promoção do bem estar social.
4.3.1 AÇÕES SOCIAIS NO MUNICÍPIO
De acordo com o seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), para o
quinquênio 2009-2013, a Faculdade Nossa Cidade (FNC) tem como pressuposto de sua
atuação a efetiva interação com a sociedade. Dentro dessa perspectiva, a FNC desenvolve
ações extensionistas, sob a responsabilidade da Coordenadoria de Pesquisa e Extensão,
objetivando a promoção e o desenvolvimento do conhecimento relativo às áreas de atuação de
seus cursos, bem como o da comunidade em que atua.
A FNC também pauta suas atuações em prol da redução das desigualdades sociais, por
meio de ações e políticas de inclusão social e de reconhecimento da diversidade humana,
buscando, por exemplo, adaptar suas instalações para as pessoas portadoras de necessidades
especiais, possibilitando o acesso e a permanência de alunos que apresentam alguma
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deficiência.
Desta forma, buscando atender ao disposto da legislação educacional, em
consonância com o parágrafo único do artigo 3º da Portaria MEC nº. 4.361/2004, de 29 de
dezembro de 2004, formulou sua política de responsabilidade social.
A política de inclusão social estabelecida pela FNC objetiva:

Oferecer cursos de aprofundamento de estudos nas áreas mais críticas, tais como
Português, Matemática, Informática, Inglês, buscando minimizar as dificuldades
trazidas pelo aluno da sua formação anterior ao ingresso na FNC;

Incrementar a quantidade de discentes negros e afro-descendentes nos cursos da
FNC;

Promover palestras e seminários relacionados às diversidades de gênero e sobre a
história e a cultura afro-brasileira;

Desenvolver e apoiar uma política de assistência estudantil;

Possibilitar espaço para a expressão de pensamento político e cultural da
comunidade acadêmica e da população do entorno;

Desenvolver ações em parceria com segmentos da sociedade a fim de promover a
inclusão social de discentes, tanto no andamento de sua vida acadêmica, quanto na
sua inserção nas atividades profissionais;

Estimular a promoção social e o desenvolvimento humano adotando ações de
interesse público;

Promover as condições necessárias para a permanência desses alunos nos cursos de
graduação e pós-graduação oferecidos;

Firmar convênio e parceria com instituições, comércio, empresas, indústrias e
órgãos públicos e privados para a complementação e aprimoramento do
conhecimento, por meio de cursos e programas de motivação inclusiva e social.
Em cumprimento ao PDI, a Faculdade Nossa Cidade firmou convênio com a
Secretaria Estadual de Educação participando dos Programas Sociais Escola da Família,
Programa Ler e Escrever e Jovens Acolhedores. Em parceria com Governo Federal, a FNC
mantém convênios com o PROUNI e FIES.
Além desses, a FNC vem desenvolvendo diversos Projetos de Promoção Social, dentre
os quais se destacam: Trote Solidário, projeto realizado semestralmente pela IES que visa
arrecadação de alimentos, agasalhos e materiais escolares por parte dos alunos para que sejam
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doados às instituições e comunidades carentes da região; Campanha do Brinquedo; Biblioteca
Móvel; Construção e reforma de uma Creche; Projeto Expressão; Culturas e Linguagens.
Os projetos sempre buscam o envolvimento da comunidade acadêmica com vistas a
sua mobilização para as necessidades da população residente na região do município de
Carapicuíba e do entorno, bem como do corpo técnico-administrativo e funcionários.
Para o cumprimento de seus objetivos, a Faculdade Nossa Cidade tem por filosofia a
ação pedagógica que assegura ao educando independência intelectual, respeito social,
pluralismo de ideias, criatividade, iniciativa e responsabilidade profissional.
A Direção Geral não mede esforços para que a FNC se torne um referencial no ensino
superior no município de Carapicuíba e região. Para isso vem atualizando intensamente suas
instalações físicas, por meio da construção de seu campus próprio em uma área de 20 mil m²,
Este investimento busca atender de maneira plenamente satisfatória os cursos ofertados
atualmente e aqueles para os quais será solicitada autorização de funcionamento junto ao
MEC, cursos estes que ao encontro da necessidade social da população de Carapicuíba e
região.
4.3.2 INCLUSÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA
A FNC adota as seguintes políticas de inclusão social e educação inclusiva:
A. Para alunos com deficiência física:

eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante,
permitindo o acesso aos espaços de uso coletivo;

reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de
serviços;

rampas com corrimãos ou colocação de elevadores, facilitando a circulação
de cadeira de rodas;

portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira
de rodas;

barras de apoio nas paredes dos banheiros; e

lavabos, bebedouros e telefones públicos em altura acessível aos usuários
de cadeira de rodas.
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B.
Para alunos com deficiência visual, a instituição pode proporcionar, caso seja
solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso, sala de apoio contendo:
 sistema de síntese de voz, impressora Braille acoplada a computador ou
máquina de datilografia Braille;
 gravador e fotocopiadora que amplie textos;
 aquisição gradual de acervo bibliográfico em fitas de áudio;
 software de ampliação de tela;
 equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com visão
subnormal;
 lupas, réguas de leitura;
 scanner acoplado a computador; e
 aquisição gradual de acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille.
C. Para alunos com deficiência auditiva, a instituição pode proporcionar, caso seja
solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso:

intérpretes de língua de sinais/língua portuguesa, especialmente quando da
realização de provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa
em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento
do aluno;

flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;

aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita,
para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o
estudante estiver matriculado.
D. Para os professores e pessoal técnico, programa de capacitação para a educação
inclusiva, constando, especialmente, da oferta de:
E.

informações sobre os portadores de necessidades sociais;

cursos, seminários ou eventos similares, ministrados por especialistas;

cursos para o entendimento da linguagem dos sinais.
A inclusão social é promovida, ainda, com as seguintes ações:
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
 Programa Escola da Família;
 FIES;
 Prouni;
 Programa de bolsas da Própria Instituição;
 Monitoria;
 Estágios (na IES).
4.3.3 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS PARA
ALUNOS CARENTES
Bolsas de Estudo
Com a finalidade de assegurar a permanência e o bom rendimento escolar de alunos
com potencial, mas que apresentam dificuldades econômicas, a Mantenedora concede bolsas
de estudo para seus alunos, usando a porcentagem de 5% (cinco por cento) de sua receita e
outros recursos, cuja captação será buscada junto a empresas, fundações e outras entidades
públicas e privadas.
A bolsa prevê a dispensa do pagamento das mensalidades, e cada caso será analisado
por uma comissão a ser composta por professores e alunos. Este assunto é discutido com
bastante cautela, para que nenhum aluno talentoso fique sem estudar por falta de recursos
financeiros.
Esta experiência de concessão de bolsas de estudos para alunos carentes visa não
somente responder ao compromisso social da FNC, como também realizar pesquisa para
testar a nova proposta pedagógica do Curso proposto.
Bolsas –Trabalho
A FNC busca estabelecer outro programa, o qual visará a implementação da BolsaTrabalho, em convênios com instituições públicas e privadas do Estado de São Paulo e, em
especial, do Município de Carapicuíba e da região.
A Bolsa-Trabalho tem como principal objetivo promover a aproximação entre as
empresas e instituições que visem o repasse de suas experiências a estudantes que estão
ingressando no mercado de trabalho, seja ele público ou privado, criando-se assim uma
simbiose positiva entre as partes: do lado da empresa, a contratação de um profissional sem os
vícios inerentes aos profissionais de carreira e por um custo menor; e, sob a ótica do
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
estudante, o aprendizado e a utilização na prática dos conhecimentos adquiridos na instituição
de ensino, bem ainda a possibilidade de, ao concluir o curso superior, já possuir seu posto de
trabalho garantido.
4.4 PRESSUPOSTOS CONTEXTUAIS E CONCEITUAIS QUE JUSTIFICAM A
NECESSIDADE DO CURSO
Especialistas apontam que as empresas têm percebido que saber planejar é
fundamental para se ter sucesso. Muito mais que um instrumento teórico, a gestão ambiental é
uma ferramenta imprescindível para o empresariado, poder público e sociedade como um
todo, mesmo porque, tudo acaba girando em torno do meio ambiente e seus recursos.
Para o empresariado tratar questões de meio ambiente passa ter um peso de
oportunidades de mercado, acesso ao mercado global, redução de custos diretos e indiretos,
além da qualidade produtiva e suas certificações; Em relação ao poder público, esta se
apresenta como uma necessidade, tanto na preservação de áreas de proteção ambiental, como
na conservação de áreas antropizadas que necessitam das ferramentas da gestão ambiental,
além de atenderem ao arcabouço legal aplicando de maneira eficaz e eficiente seus recursos.
Do ponto de vista da sociedade, na medida em que a população se informa ou é informada,
questões relacionadas ao meio ambiente passam a ter um peso muito relevante, pois as
comunidades que convivem nos espaços urbano ou rural pressionam os gestores públicos a
dar solução aos problemas ambientais contemporâneos as quais cuminam num processo
cíclico.
No Brasil, uma série de acontecimentos contribuiu para a construção deste novo
cenário de preocupação socioambienteal em que se encontram as organizações. Em 1973,
ainda no calor das discussões de Estocolmo 4, foi criada a Secretaria Especial de Meio
Ambiente, primeiro organismo brasileiro de ação nacional orientado para a gestão integrada
do meio ambiente. Em 1981, foi sancionada a Lei que dispunha sobre a Política Nacional de
Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, constituindo-se um
importante instrumento de amadurecimento e consolidação da política ambiental no país. Em
23 de janeiro de 1986, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) aprovava a
Resolução que estabelecia as responsabilidades, os critérios básicos e as diretrizes gerais para
4
BRUNDTLAND, Gro Harlem. OUR COMMON FUTURE: FROM ONE EARTH TO ONE
WORLD. New York, U.S.: Oxford University Press, 1987.
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
o desenvolvimento e implementação da Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) como um dos
instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente.
Em 1992, realizou-se no Rio de Janeiro a Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e
Desenvolvimento (UNCED), com a participação de 170 países. A partir de então, foram
realizados novos encontros nacionais e internacionais, como a Rio+5, realizada em 1997
também na cidade do Rio de Janeiro, e a Rio+10, realizada em 2002, em Joanesburgo, África
do Sul.
Essa tendência foi ampliada com a publicação do relatório síntese da Avaliação
Ecossistêmica do Milênio – elaborado em 2005 por cerca de 1300 especialistas de 95 países, a
partir de estudos iniciados em 2001, por solicitação do Secretário Geral das Nações Unidas,
Sr. Kofi Annan. O relatório revela que aproximadamente 60% dos serviços dos ecossistemas
que dão suporte à vida na Terra (como água doce, ar puro e estabilidade climática) estão
sendo degradados ou usados de maneira não sustentável, e adverte que as consequências
prejudiciais dessa deterioração já são sentidas hoje e podem piorar significativamente nos
próximos 50 anos.
O ano de 2012 ficou marcado pelo encontro da Rio+20 a qual celebrou os vinte anos
da primeira Conferência da ONU, aconteceu em junho de 2012 com a participação de 188
países, esses expressaram o seu compromisso com a busca pelo desenvolvimento sustentável.
Mais de 14.000 pessoas de todo o mundo visitaram as exibições no pavilhão do PNUMA
(Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) o propósito da Rio+20 era formular um
plano para que a humanidade se desenvolvesse de modo a garantir vida digna a todas as
pessoas, administrando os recursos naturais para que as gerações futuras não fossem
prejudicadas.
Essa preocupação se estende para o histórico de leis criadas nas últimas décadas, as
quais apontam para um desenvolvimento ordenado, respeitando os limites e disponibilidades
de territórios e seus recursos naturais, como podem ser notados na Constituição Federal de
1988, no seu artigo 225; No Estatuto das Cidades Lei Fed. nº 10.257/2001 a qual dispõe sobre
as diretrizes de crescimento das cidades e posteriormente a Política Nacional de Resíduos
Sólidos, Lei Fed. nº 12.305/2010, a qual dispõe sobre produção, armazenamento e destino
final dos resíduos oriundos das atividades humanas.
Consequentemente, tais eventos e iniciativas têm contribuído para que o debate sobre a
temática ambiental continue a ocupar um papel de destaque no cenário atual, demandando das
30
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
organizações públicas, privadas e não-governamentais ações concretas na efetivação do uso
sustentável de recursos naturais.
Entre as preocupações mais prementes, destaca-se a busca para os problemas do
esgotamento de recursos hídricos, poluição do ar, contaminação do solo e perda da
biodiversidade. Desta forma, o contexto atual demanda a formação de profissionais que
possam atuar no campo da gestão nas organizações equilibrando demandas econômicas,
ambientais e sociais atendendo aos requisitos que estão sendo colocados pelo mercado.
Nesse contexto, a gestão ambiental tornou-se um importante recurso gerencial para a
modernização e para o aumento da competitividade das organizações. Ainda que estruturas
organizacionais brasileiras, em relação ao meio ambiente, tenham ocorrido por pressão da
sociedade e dos novos instrumentos legais, a verdade é que, hoje, cada vez mais a sociedade
reconhece as vantagens da adoção de postura pró-ativa de planejamento e prevenção e da
implantação de sistemas de gestão ambiental. Um resultado direto é a adoção de programas de
gestão ambiental, em geral, esta adoção é traduzida como redução de custos internos nas
organizações e começa a prevalecer a noção de que poluir também é desperdiçar.
Nesse contexto de reflexão, a Faculdade Nossa Cidade entende que o profissional de
Gestão ambiental ganha espaço, uma vez que o mercado de trabalho solicita mecanismos de
elaboração de estratégias e desenvolvimento de táticas para proteção do meio ambiente e
preservação dos recursos naturais, racionalização do seu uso, planejamento e gerenciamento
ambiental, minimização e remediação dos impactos ambientais negativos causados pela ação
do homem e de eventos naturais, incluindo a recuperação de áreas degradadas.
Partindo desse pressuposto, a Faculdade Nossa Cidade, ao instalar o Curso Superior
de Tecnologia em Gestão Ambiental, visou contribuir para a formação de profissionais
conscientes de sua responsabilidade ética e social, empreendedores, competentes e
qualificados com forte conhecimento da área do curso.
Nesse sentido, o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental tem como foco a formação do futuro profissional inserido com tendências atuais do
mercado, centrado na necessidade de ter um conhecimento mais aprofundado sobre o
processo no qual atuará, para que tenha uma postura mais analítica e crítica resultando em
intervenções rápidas e apropriadas no dia-a-dia das suas atividades.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão ambiental da Faculdade Nossa Cidade
tem por finalidade formar o profissional de nível tecnológico capacitado a atuar na gestão
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estratégica de Parques urbanos, Processos de Licenciamento ambiental, Coordenação e
Gerenciamento de Sistemas de Gestão Ambiental e Integrado, Gestão de Cooperativas e
Associações, Planejamento e Marketing Ambiental, Prevenção de Impactos ambientais,
Recuperação de áreas degradadas e Educação Ambiental, preenchendo uma lacuna existente
no cenário mercadológico da região, atendendo assim os anseios da comunidade paulista.
Além disso, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da FNC objetivase atender à demanda por profissionais qualificados para atuarem na gestão ambiental das
várias áreas da administração pública e privada. Propõe-se a formar profissionais habilitados
no levantamento dos aspectos ambientais, elucidação de diagnósticos e com essas bases
elaborar o plano de gestão ambiental buscando a melhoria contínua dentro de uma política
ambiental nos setores públicos e privados.
É relevante informar que a FNC, tendo plena consciência de sua responsabilidade para
com a realidade das empresas da região e da sociedade, ao pleitear o Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Ambiental, para além de suprir a atual carência por profissionais com
este perfil no mercado de trabalho e contribuir para o desenvolvimento da região, visa
oferecer um curso de qualidade, com novas tecnologias e metodologias, atendendo às
exigências profissionais e empresariais do milênio.
4.5 OBJETIVOS DO CURSO
Desenvolver profissionais com conduta ética e pensamento crítico, criativo,
responsáveis social e ambientalmente, capazes de antecipar e responder às mudanças do
mercado, empreender, criar e inovar produtos ou serviços; perceber as constantes mudanças
do mundo globalizado; ter autonomia operacional e tática; e valorizar a educação
continuada, aptos a melhorar a qualidade do meio ambiente, promovendo a implantação de
sistemas de gestão capazes de reduzir riscos e impactos e otimizar a utilização de recursos
em organizações privadas, produtivas, de prestação de serviços e no setor público.
Nesse sentido, são objetivos específicos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
ambiental da FNC:
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
 Desenvolver no profissional a capacidade de inovar através de abordagens mais
criativas, na busca de soluções e no desenvolvimento de novos instrumentos de
gestão;
 Promover atividades que desenvolva no aluno uma postura empreendedora e
estratégica que facilite a descoberta de possibilidades de atuação profissional
dentro de uma visão sistêmica dos processos de produção e consumo;
 Contribuir para formação de um profissional com maior consciência ambiental,
pró-ativo e que dissemine os aspectos relacionados à responsabilidade
socioambiental;
 Despertar no profissional um olhar crítico sobre as políticas públicas
ambientais;
 Promover o trabalho em grupo e a inter-relação destes profissionais com os
diversos segmentos da sociedade;
 Conciliar a formação acadêmica e a formação prática, atendendo às
necessidades e tendências do mercado e estimular a percepção abrangente e
crítica da problemática ambiental, incentivando a investigação científica e a
descoberta de novos conhecimentos.
4.6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental pretende formar profissionais
aptos a melhorar a qualidade do meio ambiente, promovendo a implantação de sistemas de
gestão capazes de reduzir riscos e impactos, além de otimizar a utilização de recursos.
Neste sentido, o curso propõe a formação de um profissional que desempenhe
atividades de gestão à partir da compreensão dos processos organizacionais e dos sistemas
produtivos em diferentes contextos, podendo atuar em organizações privadas – produtivas ou
de prestação de serviços – e no setor público. É característica deste profissional incluir nas
atividades de gestão – diagnóstico, avaliação e prognóstico, planejamento e intervenção – a
dimensão ambiental para minimizar o impacto ambiental das ações das organizações no meio
ambiente.
As competências que este profissional desenvolverá ao final do curso serão:
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental

Reconhecer e definir aspectos ambientais específicos, buscando
equacionar soluções eficientes e eficazes, introduzindo modificações na gestão de
processo produtivo e de trabalho em diferentes contextos organizacionais;

Participar do planejamento da gestão estratégica de organizações,
estimulando a inclusão da variável ambiental e atuar de forma preventiva indicando os
riscos ou benefícios de suas ações, tais como priorizar a utilização de matrizes
energéticas não poluentes e na avaliação de alternativas para gerenciamento de passivos
ambientais;

Estabelecer critérios e instrumentos de gestão para elaboração,
aprovação e monitoramento de projetos vinculados ao saneamento ambiental,
desenvolvimento urbano e/ou regional;

Atuar em equipes que promoverão a implantação de sistemas de gestão
ambiental e/ou realizarão auditorias ambientais para certificação e licenciamento
ambiental. Além de compor a coordenação de equipes que desenvolvem Estudos de
Impacto Ambiental e seus respectivos relatórios – EIA/RIMA – para a concessão de
licenciamento ambiental;

Incentivar a Responsabilidade Socioambiental Corporativa por meio da
avaliação das melhores possibilidades financeiras, compatibilizando o aumento da
produtividade aliado à preservação ambiental e a geração de empregos;

Conceber e realizar trabalhos de Educação Ambiental que disseminem
práticas de consumo sustentável que se estendam para além do ambiente
organizacional;

Participar do planejamento da gestão dos recursos naturais e das fontes
de energia adotando critérios e instrumentos de gestão adequados as políticas de
governo.
4.7 MERCADO DE INSERÇÃO DO EGRESSO DO CURSO
No mundo globalizado em que vivemos o mercado de trabalho para o Gestor
ambiental torna-se amplo e em crescente expansão, haja vista a enorme quantidade de
informações sobre sustentabilidade, selos verdes e certificações ambientais que invadem a
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mídia e o mercado diariamente, tornando esse profissional um diferencial para as
organizações que, necessitam inserir/fortalecer seus produtos ou serviços em um mercado
extremamente competitivo. Para obterem sucesso, além da qualidade e desempenho ambiental
do produto/serviço é fundamental a existência do capital humano responsável pela criação e
elaboração de estratégias que destaquem o produto/serviço da organização.
O egresso do Curso Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental estará capacitado
para atuar nos diversos setores da economia, terá uma formação geral, inicialmente
fundamentada em sólidos conceitos básicos que suportarão a absorção de novos
conhecimentos e uma formação específica desenvolvida por meio de teorias/práticas,
procedimentos, atitudes e valores que visam à entrada (formação específica) e a permanência
(formação geral) no mercado de trabalho. Esta modelagem articulada sinergicamente garantirá
ao aluno o pleno exercício da cidadania e do desenvolvimento de sua capacidade profissional.
4.8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E SEUS ELEMENTOS ESTRUTURAIS
O currículo do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental foi concebido para
atender aos dispositivos legais: Parecer CNE/CES 436/2001, Parecer CNE/CES nº277/2006, e
Resolução CNE/CP 3/2002 do Ministério da Educação, que instituiem as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a formação do Graduado em Curso Superior de Tecnologia.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental está organizado para ter uma
duração mínima de quatro e máxima de seis períodos letivos para integralização de 1.980
horas relógio de efetivo trabalho acadêmico. Os conteúdos curriculares se distribuem na
matriz curricular em razão de um plano de formação acadêmica e pedagógica, cujas
atividades obedecem ao encadeamento lógico dos conhecimentos e práticas previstas,
creditados de acordo com a natureza temática e as cargas horárias que lhes são atribuídas.
Cuida, também, de buscar certa disposição dos saberes na direção da indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão, da articulação e contextualização das dimensões teórico-práticas,
da interdisciplinaridade e flexibilidade curricular, constituindo presença constante no
quotidiano do estudante desde o início do curso.
Estudos em caráter de aprofundamento ou enriquecimento profissional, trabalhados na
forma da transversalidade, procuram imprimir maior flexibilidade ao currículo e abrir
possibilidades de trazer ao aluno concepções e reflexões didático-pedagógicas que atendam a
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seus interesses, conforme a relevância atribuída para o seu futuro desempenho profissional, e
atinem para as demandas emergentes do mercado ocupacional.
Os componentes curriculares de natureza específica e teórico-práticas abrangem, desta
feita, a maior parte da carga horária do Curso. Encadeiam-se do primeiro ao último semestre
articulando-se de forma intrínseca com as atividades complementares, os projetos
integradores e demais atividades acadêmicas, concorrendo conjuntamente para a formação da
identidade do graduado em Gestão Ambiental. Tal trabalho envolve os conteúdos
desenvolvidos nos componentes curriculares que formam a base de sustentação do Curso em
cada um de seus módulos, ou seja, aqueles conteúdos de natureza específica.
Com os projetos interdisciplinares, julga-se poder preencher uma lacuna para a
interação pedagógica, tencionando que alguns componentes curriculares possam, em
conjunto, propor atividades, definir pesquisa, realizar trabalhos que facultem aos alunos a
possibilidade de exercitar a transposição didática a partir dos estudos e práticas efetuados em
sala de aula ou extramuros.
De outra via, a proposta dos projetos integradores encontra sua razão na certeza da
necessidade de envolvimento dos alunos em atividades que exijam a habilidade de
correlacionar o aprendizado concretizado na sinergia decorrente dos diversos componentes
curriculares e a resolução de problemas reais na relação ensino-aprendizagem no cotidiano
escolar.
As orientações regulamentares dos projetos interdisciplinares, elaboradas pelos
professores e o Coordenador do Curso, serão divulgadas aos alunos no início de cada período
letivo, e desdobrará a estrutura pensada para os mesmos.
Ademais, o modo de organização curricular proposto conduz à garantia de uma
formação que sinaliza certa autonomia do aluno e uma flexibilização curricular para atender
às singularidades da vida acadêmica, respeitando interesses e aptidões do aprendiz.
Assim e em conformidade com o § 2º, do art. 47, da Lei nº 9.394/96 e as Diretrizes
Curriculares Nacionais, os conhecimentos assimilados pelo discente previamente ao início do
Curso e as experiências vivenciadas no cotidiano de trabalho extracurricular serão objeto de
avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.
De acordo com essas premissas, os alunos poderão beneficiar-se do aproveitamento
dos conhecimentos e experiências adquiridos no mundo profissional no desempenho de
funções pertinentes e equivalentes às competências e habilidades demandadas pelo Curso,
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bem como obter equivalência dos estudos anteriores, sempre que atendidos os dispositivos
legais e outras exigências que lhe dizem respeito.
Desta forma, organizou-se a estrutura curricular do Curso Superior em Tecnologia em
Gestão ambiental da Faculdade Nossa Cidade, tendo com princípios norteadores três eixos
para a formação profissional:
 o desenvolvimento de competências para os diferentes âmbitos do conhecimento
profissional do gestor ambiental;
 a coerência entre a teoria como formação oferecida e a prática esperada do futuro
gestor ambiental, ressaltando-se a aprendizagem como processo de construção de
conhecimentos, as habilidades e os valores em interação com a realidade social;
 a pesquisa, com foco no processo de ensino e de aprendizagem, uma vez que ensinar
requer, tanto dispor de conhecimentos e mobilizá-los para a ação, como compreender
o processo de construção do conhecimento.
A carga horária mínima estipulada pelo Ministério da Educação em seu Catálogo
Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Ambiental é de 1.600 horas
relógio. Entretanto, na Faculdade Nossa Cidade, o Curso possui carga horária total de
1.980 horas relógio, sendo assim distribuídas:
Estrutura Curricular
Disciplinas Regulares do Curso
Atividades Complementares
Disciplina optativa (LIBRAS)
Carga Horária Total do Curso em Horas Relógio
Horas relógio
1.600
320
60
1.920
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental da FNC foi desenvolvido de modo a proporcionar o aprendizado aliando a teoria
com a prática profissional, permitindo a aquisição de competências profissionais e
incentivando o desenvolvimento da capacidade empreendedora.
4.8.1 MATRIZ CURRICULAR
A estrutura curricular implantada no Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental
da
FNC
contempla
aspectos
de
flexibilização,
interdisciplinaridade,
compatibilidade da carga horária total e articulação da teoria com a prática. Tais aspectos são
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significativos para a formação e capacitação de profissionais com autonomia, uma vez que
levam os alunos a aprender a aprender, isto é, aprender a ser, aprender a fazer, aprender a
viver juntos e aprender a conhecer.
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Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental
1º MÓDULO
DISCIPLINAS
CARGA
CARGA HORÁRIA-
HORÁRIA
ATIVIDADES PRÁTICAS
TEÓRICA
SUPERVISIONADAS
(hora relógio)
(hora relógio)
Leitura e Produção Textual
50
10
Fundamentos da Administração
50
10
Problemas Ambientais Contemporâneos
50
10
Introdução ao Pensamento Geográfico
50
10
Homem e Sociedade
50
10
Projeto Integrador Orientado I
20
80
270
130
Total do 1º Módulo
Carga horária total do Módulo:
400 horas/Relógio
2º MÓDULO
DISCIPLINAS
CARGA
CARGA HORÁRIA-
HORÁRIA (hora
ATIVIDADES PRÁTICAS
relógio)
SUPERVISIONADAS
(hora relógio)
Metodologia da Pesquisa
50
10
Educação Ambiental
50
10
Direito Ambiental
50
10
Química e Saneamento Ambiental
50
10
Adm de Sistemas de Informação e Estatística
50
10
Projeto Integrador Orientado II
20
80
270
130
Total do 2º Módulo
Carga horária total do Módulo:
400 horas/Relógio
3º MÓDULO
DISCIPLINAS
CARGA
CARGA HORÁRIA-
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
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HORÁRIA
ATIVIDADES PRÁTICAS
(hora relógio)
SUPERVISIONADAS
(hora relógio)
Administração
corporativa
e
50
10
Gestão de Resíduos Sólidos, Efluentes e
50
10
Sistemas de Informações Geográficas
50
10
Sistemas de Gestão Ambiental e Integrada
50
10
Avaliação de Impacto Ambiental e EIA/RIMA
50
10
Projeto Integrador Orientado III
20
80
270
130
Empreendedorismo Ambiental
Emissões
Total do 3º Módulo
Carga horária total do Módulo:
400 horas/Relógio
4º MÓDULO
DISCIPLINAS
CARGA
CARGA HORÁRIA-
HORÁRIA
ATIVIDADES PRÁTICAS
(hora relógio)
SUPERVISIONADAS
(hora relógio)
Instrumentos Públicos de Gestão Ambiental
50
10
Gestão Financeira
50
10
Elaboração de Projetos Ambientais
50
10
Desenvolvimento Pessoal e Profissional
50
10
Gerenciamento de Risco e Recuperação de
50
10
Projeto Integrador Orientado IV
20
80
OPTATIVA: LIBRAS
60
Áreas Degradadas
Total do 4º Módulo
Carga horária total do Módulo:
330
130
460 horas/Relógio
DIPLOMA: Tecnólogo em Gestão Ambiental
Carga Horária Total das Disciplinas
1600 horas relógio
40
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Carga Horária Total Disciplina Optativa- LIBRAS
60 horas relógio
Carga Horária Total das Atividades Complementares
320 horas relógio
Carga Horária Total do Curso
1980 horas relógio
4.8.1.2 Distribuição das Cargas Horárias Semanais
As cargas horárias semanais estão distribuídas durante os quatro semestres letivos do
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da seguinte maneira:
1º semestre: 400 h/r divididas em 20 semanas letivas resultando no total de 20 h/r semanais,
de 2ª a 6ª feira;
2º semestre: 400 h/r divididas em 20 semanas letivas resultando no total de 20 h/r semanais,
de 2ª a 6ª feira;
3º semestre: 400 h/r divididas em 20 semanas letivas resultando no total de 20 h/r semanais,
de 2ª a 6ª feira;
4º semestre: 460 h/r divididas em 20 semanas letivas resultando no total de 20 h/r semanais,
de 2ª a 6ª feira.
A Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da
Faculdade Nossa Cidade foi concebida à luz da Legislação pertinente e em consonância com
o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia do MEC.
Para a distribuição da carga horária das disciplinas, nos quatro módulos que compõem
a matriz curricular do curso, adotou-se o procedimento metodológico de aulas teóricas e
atividades práticas supervisionadas.
Para ilustrar essa proposta curricular, toma-se como exemplo a disciplina Leitura e
Produção Textual, à qual são destinadas 50 horas/relógio (equivalentes a 60 aulas de 50
minutos cada) para às aulas teóricas ministradas em sala por um professor com formação
específica, e 10 horas/relógio para às atividades práticas supervisionadas pelo mesmo
professor da disciplina, perfazendo o total de 60 horas/relógio.
Assim, cada módulo comporta 270 horas/relógio de aulas teóricas mais 130
horas/relógio de atividades práticas supervisionadas, consolidando ao final dos quatro
módulos a carga horária de 1.600 horas/relógio mínimas, proposta pela Legislação.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Cabe ressaltar que são ofertadas, também, 320 horas/relógio de Atividades Culturais
Complementares que objetivam o aprofundamento da formação profissional dos alunos do
curso. Em atendimento ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, e a declaração interna da
FNC “a inclusão da Disciplina de LIBRAS obrigatória aos currículos dos cursos de Licenciatura, e
disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior (bacharelado) e na educação
profissional (tecnólogo), ministrados ou que advenham na IES”, fica disponibilizada a disciplina
optativa de LIBRAS com carga horária de 60 horas no último semetre do CST em Gestão Ambiental.
A Prática é o ponto de apoio do processo formativo, que se estende ao longo do Curso;
trata-se de um movimento contínuo entre o saber e o fazer, na busca de significados e na
resolução de situações do ambiente profissional. Instrumento de integração entre os conteúdos
das disciplinas que compõe o currículo do Curso.
4.8.2 CONTEÚDOS CURRICULARES
A Matriz Curricular é composta por disciplinas teóricas e práticas que são
desenvolvidas ao longo do Curso de maneira integrada e complementar, promovendo a visão
interdisciplinar. Os conteúdos curriculares do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental são guiados pelo critério da orientação científica, da integração teoria e prática e do
conhecimento do homem e sua corporeidade, da cultura, da sociedade e da natureza e as
possibilidades de interação desses conceitos que permitam a intervenção profissional.
Os conteúdos curriculares previstos e implantados pela Matriz Curricular do Curso
Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Faculdade Nossa Cidade, possibilitam o
desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando-se os aspectos: atualização,
adequação das cargas horárias e adequação da bibliografia.
4.8.2.1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
A seguir, apresenta-se o ementário das disciplinas do Curso Superior de Tecnologia
em Gestão Ambiental, que tem por objetivo permitir, ainda que de modo imediato, o
conhecimento do conteúdo das disciplinas considerando-se a estreita correlação com o eixo
central das ditretizes de formação profissional. O ementário visa, assim, propiciar a visão do
conjunto das disciplinas, indicando o assunto nele tratado.
 DISCIPLINAS DO PRIMEIRO SEMESTRE
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
1º MÓDULO
DISCIPLINA
LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL
EMENTA
Estudo das competências e habilidades comunicativas nos níveis sintático, semântico,
pragmático e discursivo. Reflexão sobre os aspectos cognitivos e metacognitivos da leitura e
sua pertinência para o desenvolvimento da compreensão leitora. Estudo de estratégias de
leitura aplicadas a diversos gêneros textuais. Exposição do pensamento de forma coesa e
coerente tendo como recursos a paráfrase e as funções da linguagem. Organização e
desenvolvimento de resumos, resenhas de textos acadêmicos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ABREU, A. S. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. Cotia : Ateliê, 2001.
COLOMER, T.; CAMPS, A. Ensinar a ler ensinar a compreender. Porto Alegre : Artmed,
2002.
GARCIA, O. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro : FGV, 2006.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São
Paulo : Atlas, 2009.
COMPLEMENTAR
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro : Lucerna, 2004.
BOAVENTURA, E. Como ordenar idéias. São Paulo : Ática, 2000.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo : Atlas, 2010.
GUIMARÃES, E. A articulação do texto. São Paulo : Ática, 1992.
KLEIMAN, Â. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas : Papirus, 1999.
SOLÉ, I. Estratégias de leitura. Porto Alegre : Artmed, 1998.
DISCIPLINA
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO
EMENTA
Análise dos conceitos básicos da administração: planejamento, organização e controle. Estudo
da evolução das escolas da administração. Reflexão sobre o papel do Stakeholder e da
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
administração participativa. Fundamentação da administração e a evolução histórica das
teorias da administração.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHIAVENATO, I. Introdução á teoria geral da administração. São Paulo : Campus; 2000.
DRUCKER. P. F. Prática da administração de empresas. São Paulo : Pioneira, 1981.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução
digital. 1.ed. São Paulo : Atlas, 2008.
COMPLEMENTAR
BATEMAN, T. S.; SNELL, S. A. Administração: novo cenário competitivo. 2 ed. São Paulo
: Atlas, 2009.
CAMPOS, V. F. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. S.l. : INDG, 2004.
FERREIRA, A. A. ; REIS, A. C. F. ; PEREIRA, M. I. Gestão empresarial: de Taylor aos
nossos dias. São Paulo : Pioneira: 1997.
LACOMBE, F.; HEIBORN, G. Administração: princípios e tendências. São Paulo :
Saraiva, 2004.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração 1.ed. São Paulo : Atlas, 2008.
DISCIPLINA
PROBLEMAS AMBIENTAIS CONTEMPORÂNEOS
EMENTA
Os problemas ambientais do cotidiano urbano e rural. Aprofundamento nas questões que
aceleram o aquecimento global. Conjuntura contemporânea do meio ambiente. Variáveis
controláveis e incontroláveis do meio ambiente. Problemas ambientais contemporâneos
origens e consequências. Normas nos âmbitos federais, estaduais e municipais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BRAGA, B. Introdução a engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável.
2.ed. São Paulo : Prentice Hall, 2005. 336 p.
BRANCO, S. M. Ecossitêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente.
2.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 1999.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
SÁNCHEZ, L. E. (Org.). Avalição de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo :
Oficina de Textos, 2008. 493 p.
COMPLEMENTAR
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada
em 05 de outubro de 1988. (Art. 225).
LOVELOCK, J. A vingança de Gaia. 1.ed. São Paulo : Intrínseca, 2006.
MEDAUAR, O. (Org.). Coletânea de legislação ambiental: Constituição Federal. 12.ed.
São Paulo : Revista dos Tribunais, 2013.
MILLER JR, G. T. Ciência ambiental. 11.ed. São Paulo : Cengage Learning, 2013.
MILLER JR, G. T.; SPOOLMAN, S. E. Ecologia e sustentabilidade. São Paulo : Cengage
Learning, 2013.
DISCIPLINA
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO GEOGRÁFICO
EMENTA
Análise dos aspectos físicos e antrópicos. Estabelecimentos de relações entre o espaço
geográfico e sociedade. Caracterização dos elementos da biogeografia e geomorfologia.
Compreensão dos variados fenômenos relacionado às populações e ao ambiente.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GUERRA, A. J. T. Geomorfologia urbana. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 2011.
ROSS, J. L. S.(ORG); Geografia do Brasil. São Paulo : EDUSP, 2001.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C.; FAIRCHILD, TAIOLI, F. (Org.). Decifrando a terra.
2.ed. São Paulo : Oficina de Textos, 2009.
COMPLEMENTAR
BRANCO, S. M. Energia e meio ambiente. São Paulo : Moderna, 1990.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
JOLY, F. A cartografia. São Paulo : Papirus, 1982.
MENDONÇA, F. A. Geografia e meio ambiente. São Paulo : Contexto, 2008.
RIBEIRO, W. C. A Ordem ambiental internacional. São Paulo : Contexto, 2001.
SANTOS, M. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos da
geografia. 5.ed. São Paulo : Hucitec, 1988.
DISCIPLINA
HOMEM E SOCIEDADE
EMENTA
Apresentação dos principais conceitos e problemas da Sociologia. Reflexão sobre o mundo
atual como ferramenta para sua compreensão. Análise dos aspectos do homem e sua relação
com a sociedade e o meio ambiente. Discussão dos panoramas culturais, econômicos,
politícos a partir de temas relativos a essas transformações. A história e a Cultura Africana.
Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem, racismo e
racialismo, preconceito e discriminação. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas de Ações
Afirmativas e Discriminação Positiva – a questão das cotas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
COSTA, M. C. C. Introdução à ciência da sociedade. São Paulo : Moderna, 1983.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro : DP & A Editor,
2001.
LAKATOS, E. M. Sociologia geral. São Paulo : Atlas, 1980.
COMPLEMENTAR
CHARON, J. M. Sociologia. 5.ed. São Paulo : Saraiva, 2004.
HARVEY, D. A condição pós-moderna. São Paulo : Loyola 2008.
MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo : Brasiliense, 2010.
MARX, K.; ENGELS, F. Manifesto comunista. São Paulo : Boitempo, 1984.
BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Lei Federal nº 9.394 a qual dispõe sobre as
Diretrizes Curriculares para a Educação das relações étinico-raciais e para o ensino de
história e cultura Afro-Brasileira e Africana, 2004.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
DISCIPLINA
PROJETO INTEGRADOR ORIENTADO I
EMENTA
Análise das diferentes formas de reconhecimento dos aspectos socioambientais de uma
determinada realidade. Estudo de caso e trabalho prático integrado. Reflexão sobre as
principais questões geográficas, sociais, ambientais e legais. Detalhamento de elementos para
a definição de aspectos para diagnóstico socioambiental.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CAPRA, F. A teia da vida. 9.ed. São Paulo : Cultrix, 1996.
CHAMON, E. M. Q. O. (Org.). Gestão de organizações públicas e privadas : uma
abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro : Brasport, 2007.
PENNA, C. G. O estado do planeta: sociedade de consumo e degradação ambiental. Rio de
Janeiro : Record,1999.
COMPLEMENTAR
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. São Paulo :
Global/Gaia, 1994.
DUARTE, N. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 4.ed.
Campinas : Autores Associados, 2007.
LOVELOCK, J. A vingança de Gaia. São Paulo : Intrínseca, 2006.
NALINI, J. R. Ética ambiental. 3.ed. São Paulo : Millennium, 2010.
SILVA, A. L.R. ; SANTOS, L.D. (ORG.). Estudos sobre o meio ambiente empresarial
moderno. São Paulo : Fiuza, 2013.
2º MÓDULO
DISCIPLINA
METODOLOGIA DA PESQUISA
EMENTA
Caracterização de procedimentos técnicos e metodológicos de preparação, execução e
apresentação de trabalhos acadêmicos; reflexão sobre os critérios de referenciação
bibliográfica definidos pela ABNT; normas técnicas e padrões de linguagem utilizados;
desenvolvimento do pensamento científico e crítico; elaboração de trabalhos acadêmicos.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo : Atlas, 2002.
MEDEIROS, J. B. Redação científica. 5 ed. São Paulo : Atlas, 2003.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo : Cortez, 2007.
COMPLEMENTAR
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos da metodologia científica: um guia
para iniciação científica. 2. ed. São Paulo : MAKRON Books, 2000.
KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um enfoque conceitual. São
Paulo : EPU/EDUSP, 1980.
LUNA, S. V. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo : EDUC, 1996.
MARTINS, G. A.; LINTZ, A. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de
conclusão de curso. São Paulo : Atlas, 2004.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 30.ed. Petrópolis : Vozes,
2002.
DISCIPLINA
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Análise e caracterização do estado da arte da Educação Ambiental. Fundamentação da
Educação Ambiental no âmbito nacional e internacional. Demonstração e desenvolvimento da
capacidade de problematizar e lidar com “conflitos”. Apresenta subsídios e fundamentos da
gestão ambiental. Ferramentas e formas de intervenção da Educação Ambiental.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BERNA, V. Como fazer educação ambiental. São Paulo : Paulus, 2001. 142 p.
DELORS, J. Educação, um tesouro a descobrir. São Paulo : Cortez, 1998. 288p.
DIAS, G. F. Educação ambiental. São Paulo : Gaia, 2006.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
GONÇALVES, C. W. P. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo : Contexto,
2006.148p.
COMPLEMENTAR
BERNA, V. S. D. Pensamento ecológico : reflexões críticas sobre meio ambiente,
desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. São Paulo : Paulinas, 2005
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 9.ed. São Paulo : Gaia, 2004. 551p.
GRÜN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 10.ed. Campinas : Papirus,
1996.
GUTIÉRREZ, F. C. P.; ROJAS, C. P. Ecopedagogia e cidadania planetária. 4.ed. São
Paulo : Instituto Paulo Freire, 1999.
PEDRINI, A. G. (Org.) Educação ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. 4.ed.
Petrópolis : Vozes, 2001.
DISCIPLINA
DIREITO AMBIENTAL
EMENTA
Introdução ao Direito Ambiental. Fundamentos constitucionais do Direito Ambiental.
Legislação ambiental brasileira. Sistema Nacional de Meio Ambiente. Controle pela
administração pública. Reparação do dano ambiental. Responsabilidade penal das pessoas
jurídicas. Ação civil pública. Ação popular.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ANTUNES, P. B. Direito ambiental. 6.ed. Rio de Janeiro : Lúmen Júris, 2013.
MILARÉ, E. Direito do ambiente: doutrina, prática, jurisprudência, glossário. São Paulo :
Revista dos Tribunais, 2000. 687p.
SILVA, S.; GUIDO, F. Direito internacional do meio ambiente. São Paulo : Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 10.ed. São Paulo : Malheiros, 2002.
1038p.
MEDAUAR, O. (Org.). Coletânea de legislação ambiental: Constituição Federal. 12.ed.
São Paulo : Revista dos Tribunais, 2013.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
SACHS, I. ; STROCH, P. Y. (Org.). Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de
Janeiro: Garamond, 2009.
TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de
negócio focadas na realidade brasileira. 7.ed. São Paulo : Atlas, 2011.
VIEIRA, J. L. Lei de zoneamento do municipio de São Paulo lei n. 13.885 : Plano diretor
estratégico lei n. 13.430. São Paulo : EDIPRO, 2005.
DISCIPLINA
QUÍMICA E SANEAMENTO AMBIENTAL
EMENTA
Estudo dos conceitos e princípios da química e do saneamento ambiental. Estabelecimento de
relações entre os processos fisico-químicos do saneamento ambiental e os aspectos quanto a
sua ausência e/ou implantação. Análise e aplicação dos Sistemas Nacional e Estadual de
Recursos Hídricos e as questões do Saneamento. Interface dos estudos das legislações e
normas vigentes e as suas aplicações.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BAIRD, C.; CANN, M. Química ambiental. Trad. Marco Tadeu Grossi. 4.ed. Porto Alegre
: Bookman, 2011.
GIRARD, J. E. Princípios de química ambiental. 2.ed. São Paulo : LTC, 2013.
ROCHA, J. C.; ROSA, H. A.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed.
Porto Alegre : Bookman, 2009.
COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de NORMAS TÉCNICAS. NBR 10004: Resíduos Sólidos Classificação. Rio de Janeiro, 2004.
CHANG, R. Química geral: conceitos essenciais. Trad. Maria José Ferreira Rebelo. 4.ed.
Porto Alegre : AMGH, 2010.
DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 1.ed. São Paulo : Signus,
2012.
DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água.. Rio de Janeiro :
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1993. 2v.
PHILIPPI, A. Jr.; ROMÉRIO, M. de A.; BRUNA, G. C. Curso de gestão ambiental. Barueri,
SP : Manole, 2004.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
DISCIPLINA
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E ESTATÍSTICA
EMENTA
Estudo dos conhecimentos básicos de informática, de sistemas de informação e suas
tecnologias. Conhecimento dos conceitos de pesquisa, armazenamento, localização e
gerenciamento da informação. Análise e utilização de banco de dados convencionais e
espaciais. Explicitação de conceitos básicos de estatística. Aplicação da estatística para
a resolução de problemas e tomada de decisões por parte do profissional da área
ambiental.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
LAUDON, K. C., LAUDON, J. P. Sistemas de informação gerenciais. 9. ed. São
Paulo : Pearson Prentice Hall, 2010.
O’BRIEN, S. R. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da Internet.
3. ed. São Paulo : Saraiva, 2010.
SMAILES, J.; MCGRANE, A. Estatística aplicada à administração com o Excel. 1.
ed. São Paulo : Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
ALBERTIN, A. L. Administração de informática: funções e fatores críticos de
sucesso. São Paulo : Atlas, 2004.
FREUND, J. E.; DOERING, C. I. (Trad.). Estatística aplicada: economia,
administração e contabilidade. 11.ed. Porto Alegre : Bookman, 2006.
COSTA NETO, P.L. Estatistica. 2.ed. São Paulo : Blücher, 2002.
LAPPONI, J. C. Estatística usando Excel. 4.ed. São Paulo : Laponni, 2005.
MARTINS, G. A.; DONAIRE, D. Princípios da estatística: 900 exercícios resolvidos e
propostos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1990.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
DISCIPLINA
PROJETO INTEGRADOR ORIENTADO II
EMENTA
Caracterização dos conceitos da análise sistêmica dos aspectos socioambientais
selecionados nos locais definidos para estudo. Estudo dos conhecimentos básicos de
apresentação de informação. Definição e apresentação de aspectos selecionados para a
elaboração do diagnóstico socioambiental.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CAPRA, F. A teia da vida. 9.ed. São Paulo : São Paulo : Cultrix, 1996.
CHAMON, E. Q. O. (Org.). Gestão de organizações públicas e privadas: uma
abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro : Brasport, 2007.
PENNA, C. G. O Estado do planeta: sociedade de consumo e degradação ambiental.
Rio de Janeiro : Record,1999.
COMPLEMENTAR
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. São Paulo :
Global/Gaia, 1994.
DUARTE, N. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 4.ed.
Campinas : Autores Associados, 2007.
LOVELOCK, J. A vingança de Gaia. São Paulo : Intrínseca, 2006.
NALINI, J. R. Ética ambiental. 3.ed. São Paulo : Millennium, 2010.
SILVA, A. L.R.; SANTOS, L.D. (ORG.). Estudos sobre o meio ambiente empresarial
moderno. São Paulo : Fiuza, 2013.
3º MÓDULO
DISCIPLINA
ADMINISTRAÇÃO CORPORATIVA E EMPREENDEDORISMO AMBIENTAL
EMENTA
Desenvolvimento de conhecimentos referentes à evolução da Teoria da Administração.
Análise dos principais aspectos que caracterizam e influenciam as organizações. Os
principais fundamentos psicológicos e sociológicos do comportamento humano.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Desenvolvimento das habilidades para o empreendedorismo na área ambiental.
Fundamentação sobre os movimentos da economia e do mercado geradores de
oportunidade.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
DORNELLAS, J.C.A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 4.ed. São
Paulo: Elsevier, 2012.
HISRICH, R.D., PETERS, M. P.; SHEPHERD, D.A. Empreendedorismo, 7.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2009.
KOTLER, P.; KELLER, K.L. Administração de marketing. 14.ed. São Paulo : Pearson,
2012.
COMPLEMENTAR
BATEMAN, T.S.; SNELL, S.A. Administração: novo cenário competitivo. 2.ed. São
Paulo : Atlas, 2009.
BOSSIDY, L.; CHARAN, R. Execução: a disciplina para atingir resultados. Rio de Janeiro
: Campus, 2004.
DRUCKER, P.F. Inovação e espírito empreendedor. São Paulo : Cengage Learning,
2008.
HITT, M.A. et al. Administração estratégica: competitividade e globalização. 2.ed. São
Paulo : Cengage Learning, 2008.
SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro : Garamond,
2002.
DISCIPLINA
GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS, EFLUENTES E EMISSÕES
EMENTA
Reflexão sobre principais aspectos relacionados ao planejamento e implementação de
políticas integradas de gerenciamento de resíduos sólidos. Discussão e evolução dos
modelos de gestão de resíduos sólidos urbanos e industriais. Desenvolvimento de
habilidades para os programas de minimização e reaproveitamento de resíduos.
Conceituação e interpretação dos parâmetros físico-químicos registrados em um laudo de
análises de amostras do meio ambiente (águas, solos e ar). Discussão da geração,
classificação e destinos dos poluentes, proporcionando análises de viabilidade de projetos
de processos de tratamento de efluentes e emissões.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BECHARA, E. Aspectos relevantes da política nacional de resíduos sólidos - Lei Nº
12.305. São Paulo : Atlas 2013.
DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. São Paulo : Signus.
2000.
MIHELCIC, JAMES R.; ZIMMERMAN, JULIE BETH. Engenharia Ambiental:
Fundamentos, Sustentabilidade e Projeto. Editora LTC (Grupo GEN), 2012.
COMPLEMENTAR
CUTOLO, S. A. Reuso de águas residuárias e saúde publica. São Paulo : Annablume,
2009.
DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Rio de Janeiro :
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. 1993. 2v.
MILLER JR, G. T. Ciência ambiental. 11.ed. São Paulo, Cengage Learning, 2013.
NUVOLARI, A. Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola – 2.ed.
São Paulo : Edgard Blucher, 2012.
TEIXEIRA, A. C. (Coord.); VITALIS, A.; FORTES, C. K. Contrato de seguro, danos,
risco e meio ambiente. Rio de Janeiro : FUNENSEG, 2004.
DISCIPLINA
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
EMENTA
Análise dos novos instrumentos para tratamento da informação espacial. Explicitação de
tecnologias de sensoriamento remoto, análise espacial e o sistema de posicionamento
global. Reflexão sobre a importância do geoprocessamento como ferramenta de
planejamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BLASCHKE, T.; LANG, S. Análise da paisagem com SIG. São Paulo : Oficina de
Textos, 2009
FITZ, P.R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo : Oficina de Textos, 2008.
160p.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
FLORENZANO, T.G. Iniciação e sensoriamento remoto. 3.ed. São Paulo : Oficina
de Textos, 2011. 128p. ISBN 9788579750168.
COMPLEMENTAR
ASSAD, E. D.; SANO, E. E. Sistema de informações geográficas: aplicações na
agricultura. Brasília : Embrapa-Cpac, 1993.
JOLY, F. A cartografia. São Paulo : Papirus, 1982.
MARTINELLI, M. Mapas da geografia e cartografia tematica. São Paulo : Contexto,
2010.
MENDONÇA, F.A. Geografia e meio ambiente. São Paulo : Contexto, 2008.
SOUZA, J. G. Geografia e conhecimentos cartográficos: a cartografia na renovação
da geografia brasileira. São Paulo : Unesp, 2001.
DISCIPLINA
SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL E INTEGRADA
EMENTA
Análise dos principais aspectos relacionados à implementação de sistemas de gestão
ambiental nas organizações empresariais. Estabelecimentos de relações entre os sistemas
de gestão social, saúde, segurança e qualidade. Apresentação dos conceitos e principais
fundamentos dos Sistemas de Gestão de Qualidade, Meio Ambiente e Segurança no
Trabalho (SGI).
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
DERISIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 4.ed. São Paulo :
Oficina de textos, 2012.
VALLE, C. E. Qualidade ambiental Iso 14000. 12 ed. São Paulo : SENAC, 2012.
VILELA JÚNIOR, A. ; DEMAJOROVIC, J. (Org). Modelos e ferramentas de gestão
ambiental : desafios e perspectivas para as organizações. 3.ed. São Paulo : SENAC,
2013.
COMPLEMENTAR
ALMEIDA, J. R. Gestão ambiental: para o desenvolvimento sustentável.
Janeiro : Thex, 2008.
Rio de
BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial. São Paulo : Saraiva, 2011.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
PEREIRA, R.S. Gestão para o desenvolvimento sustentável: desafios e proposições.
São Paulo: Globus, 2013. 204 p.
PHILIPPI JÚNIOR, A.; RUSCHMANN, D. V. (Ed.). Gestão ambiental e
sustentabilidade no turismo. Barueri : Manole, 2010.
TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. D. Licenciamento ambiental. 5.ed. Rio de
Janeiro : Impetus 2013.
DISCIPLINA
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS e EIA/RIMA
EMENTA
Avaliação de impactos ambientais em suas várias aplicações. Análise das possibilidades
de uso como ferramenta de gestão ambiental. Promoção de desenvolvimento
sustentável. Elaboração e análise de Estudos de Impacto Ambiental. Construção
de
Relatório de Impactos no Meio Ambiente em discussões públicas de empreendimentos
em geral (EIA/RIMA).
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo : Prentice Hall,
2013.
SANCHEZ, L.E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos métodos. São Paulo :
Oficina de Textos, 2006.
SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo : Oficina de
Textos, 2004.
COMPLEMENTAR
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J.G. L. et al. Introdução á engenharia
ambiental. 2.ed. São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2013.
CAMPOS, L. M. S.; LERÌPIO, A. Á. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão.
São Paulo : Atlas, 2009.
GUERRA, A. J.T.; JORGE, M. C. O. (Org.). Processos erosivos e recuperação de
áreas degradadas. São Paulo: Contexto, 2013.
PINHO, H. G. Prevenção e reparação de danos ambientais. Rio de Janeiro : GZ
Editora, 2010.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
VALLE, C. E. Qualidade ambiental : ISO 14000. 12.ed. São Paulo : SENAC, 2012.
DISCIPLINA
PROJETO INTEGRADOR ORIENTADO III
EMENTA
Estudo dos principais aspectos relacionados à implementação de sistemas de gestão
socioambiental nas estruturas organizacionais, relacionando o diagnóstico
socioambiental com as possíveis ações de intervenção, possibilitando a elaboração do
plano de gestão socioambiental.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CAPRA, F. A teia da vida. 9.ed. São Paulo : Cultrix, 1996.
CHAMON, E. M. Q. O. (Org.). Gestão de organizações públicas e privadas : uma
abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro : Brasport, 2007.
PENNA, C. G. O Estado do planeta: sociedade de consumo e degradação ambiental.
Rio de Janeiro : Record,1999.
COMPLEMENTAR
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. São Paulo :
Global/Gaia, 1994.
DUARTE, N. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 4.ed.
Campinas, Autores Associados, 2007.
LOVELOCK, J. A. vingança de Gaia. São Paulo : Intrínseca, 2006.
NALINI, J. R. Ética ambiental. 3.ed. São Paulo : Millennium, 2010.
SILVA, A. L.R. ; SANTOS, L.D. (ORG.). Estudos sobre o meio ambiente
empresarial moderno. São Paulo : Fiuza, 2013.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
4º MÓDULO
DISCIPLINA
INSTRUMENTOS PÚBLICOS DE GESTÃO AMBIENTAL
EMENTA
Reflexão sobre o campo de intervenção do setor público na área ambiental, sua evolução,
especialmente nas duas últimas décadas e sua relação com as demais políticas públicas.
Discussão sobre as principais ferramentas de intervenção do poder público no âmbito do
planejamento e da gestão ambiental, segundo abrangência e escala e segundo
intencionalidade: regulação, indução, estruturação, entre outras.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHAMON, E. M. Q. O. (Org.). Gestão de organizações públicas e privadas: uma
abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro, Brasport, 2007.
DEMAJOROVIC, J.; VILELA J. A. Modelos e ferramentas de gestão ambiental:
desafios e perspectivas para as organizações. São Paulo : SENAC, 2006.
MOURA, L. A. A. Qualidade e gestão ambiental. 3.ed. São Paulo : Juarez de Oliveira,
2001.
COMPLEMENTAR
FIGUEIREDO, R.; LAMUNIER, B. As cidades que dão certo: experiências inovadoras
na administração pública brasileira. Brasilia : MH Comunicação, 1996. 214p.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de gestão pública contemporânea. São Paulo : Atlas,
2007.
PHILIPPI JÚNIOR, P. A.; BRUNA, G.C.; ROMERO, M. A. Curso de gestão ambiental.
São Paulo : Manole, 2004.
SHIGUNOV NETO, A.; CAMPOS, L. M. S.; SHIGUNOV, T. Fundamentos da gestão
ambiental. Rio de Janeiro : Ciência Moderna, 2009.
VIEIRA, J. L. Lei de zoneamento do município de São Paulo. São Paulo : Edipro, 2005.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
DISCIPLINA
GESTÃO FINANCEIRA
EMENTA
Estudo dos principais aspectos relacionados à dinâmica da gestão financeira preparando os
alunos para aplicação de seus princípios básicos. Construção das habilidades necessárias
para o planejamento e execução da gestão financeira em diferentes contextos
organizacionais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BRIGHAM, E. F., EHRHARDT, M. C. Administração financeira: teoria e prática. São
Paulo : Thomson Pioneira, 2005.
GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. Porto Alegre : Bookman.
HOJI, M. Administração financeira e orçamentária : matemática financeira aplicada,
estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9.ed. São Paulo : Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, A. S.; TIBURCIO, C. A. Administração do capital de giro. 3.ed. São
Paulo : Atlas, 2002.
BODIE, Z.; MERTON, R. C. Finanças. Porto Alegre : Bookman, 2002.
IUDÍCIBUS, S. Contabilidade gerencial. 6.ed. São Paulo : Atlas, 1998. 332 p. ISBN:
8522418489.
ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JAFFE, J. Princípios de administração
financeira: corporate finance. 2.ed. São Paulo : Atlas, 2002.
SILVA, J. P. Análise financeira das empresas. São Paulo : Atlas, 2004.
DISCIPLINA
ELABORAÇÃO DE PROJETOS AMBIENTAIS
EMENTA
Análise dos principais conceitos e ferramentas disponíveis para elaboração de projetos,
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
públicos ou privados, na área ambiental. Reflexão sobre dos principais atributos e
características de um Projeto Ambiental, tais como planejamento de Projetos Ambientais:
conceitos básicos, o ciclo de vida e linhas básicas da elaboração de uma proposta; fontes de
informação; problemas e acertos na apresentação de projetos; financiadores; e formatação
de projetos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeiro ecológico. 6.ed. São
Paulo : Cortez, 2012.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar idéias em
resultados. São Paulo : Atlas. 1997.
MIHELCIC, J R.; ZIMMERMAN, J. B. Engenharia ambiental: fundamentos,
sustentabilidade e projeto. São Paulo : LTC, 2012.
COMPLEMENTAR
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro : Campus, 1984.
DIAS, G. F. Educação e gestão ambiental. São Paulo, Gaia, 2006.
DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. São Paulo : Atlas, 1999.
GONÇALVES, C. W. P. Os (des)caminhos do meio ambiente. 15.ed. São Paulo :
Contexto, 2011.
SANTOS, R. F. Planejamento ambiental : teoria e prática. São Paulo : Oficina de textos,
2013.
DISCIPLINA
DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL
EMENTA
Estudo do histórico e conceito de carreira. Análise de tipos de Carreira e formas. Reflexão
sobre valores pessoais. Confecção de Planejamento Estratégico Pessoal. Marketing pessoal:
as técnicas de marketing aplicadas ao gerenciamento da própria carreira. Empregabilidade:
a nova tendencia. Avaliação de desempenho e planejamento de carreiras. Novas formas de
trabalho. Práticas: metodológias e simulações.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BOOG, G.; BOOG, M. (Org). Manual de treinamento e desenvolvimento: gestão e
estratégias. São Paulo : Person, 2011.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro : Campus, 2008.
DUTRA, J. S. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e
perspectivas. São Paulo : Atlas, 2002.
COMPLEMENTAR
DEMO, G. Políticas de gestão de pessoas nas organizações: papel dos valores pessoais e
da justiça organizacional. São Paulo : Atlas, 2008.
MARRAS, J. P. Administração de recursos humanos. São Paulo : Futura, 2000.
MINARELLI, J. A. Empregabilidade: como entrar, permanecer e progredir no mercado
de trabalho. 26.ed. São Paulo : Gente, 2010.
SENGE, P. M. A quinta disciplina: arte e prática da organização que
aprende. São Paulo : Best Seller, 1998.
ZARIFIAN, P. O modelo da competência: trajetória histórica, desafios atuais e propostas.
São Paulo : SENAC, 2003.
DISCIPLINA
GERENCIAMENTO DE RISCO e RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
EMENTA
Evolução dos desafios históricos dos grandes acidentes tecnológicos. Percepção dos riscos.
Abordagem dos conceitos: risco, salvaguarda, perigo, acidente, incidente, cenários de
frequência e de consequências. Programas de gerenciamento de riscos (PGRs). Abordagem
dos procedimentos, métodos e estratégias para a identificação, avaliação e recuperação de
áreas degradadas. Processos de intervenção no território.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BOWDEN, A. R.; LANE, M. R.; MARTIN, J. H. Triple botton line risk management.
São Paulo : John Wiley & Sons, 2001.
BRANCO, S. M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas. São Paulo,
Blücher, 2010. 2.ed.
DEMAJOROVIC, J; VILELA J. A., Modelos e ferramentas de gestão ambiental:
desafios e perspectivas para as organizações. São Paulo : SENAC, 2006.
COMPLEMENTAR
BECHARA, E. (Org). Aspectos relevantes da política nacional de resíduos sólidos : lei
nº 12.305/2010. São Paulo : Atlas, 2013.
BERNA, V. S. D. Pensamento ecológico : reflexões críticas sobre meio ambiente,
desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. São Paulo : Paulinas, 2005.
GUERRA, A. J. T.; JORGE, M. C. O. (Org.). Processos erosivos e recuperação de áreas
degradadas. São Paulo : Oficina de Textos, 2013.
NORDSTROM, K. F. Recuperação de praias e dunas. São Paulo : Oficina de Textos,
2010. 263p.
RIBEIRO. V. C. A ordem ambiental internacional. 2.ed. São Paulo : Contexto, 2010.
DISCIPLINA
PROJETO INTEGRADOR ORIENTADO IV
EMENTA
Confecção da proposta de gestão socioambiental para intervenção direta nos locais de
estudo selecionados, utilizando critérios e instrumentos específicos e contribuindo para a
aplicação do conhecimento teórico-prático construído durante o curso em situações reais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CAPRA, F. A teia da vida. 9.ed. São Paulo : Cultrix, 1996.
CHAMON, E. M. Q. O. (Org.). Gestão de organizações públicas e privadas : uma
abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro : Brasport, 2007.
PENNA, C. G. O estado do planeta: sociedade de consumo e degradação ambiental. Rio
de Janeiro : Record, 1999.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
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COMPLEMENTAR
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. São Paulo :
Global/Gaia, 1994.
DUARTE, N. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 4.ed.
Campinas : Autores Associados, 2007.
LOVELOCK, J. A vingança de Gaia. São Paulo : Intrínseca, 2006.
NALINI, J. R. Ética ambiental. 3.ed. São Paulo : Millennium, 2010.
SILVA, A. L.R. ; SANTOS, L.D. (ORG.). Estudos sobre o meio ambiente empresarial
moderno. São Paulo : Fiuza, 2013.
DISCIPLINA OPTATIVA
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
EMENTA
Estudo sobre o processo da surdez e suas implicações no cotidiano do surdo; Introdução à
Língua Brasileira de Sinais sob os aspectos histórico , legislativo , demonstração de
aspectos formadores da língua ( parâmetros, estrutura linguística , sistema de transcrição,
tipos de frases, teoria de tradução e interpretação; Técnicas de tradução de português/libras;
Vocabulário cotidiano básico da LIBRAS; expressão corporal e facial; Alfabeto manual;
Gramática de libras; Sinais de nomes próprios. Introdução ao vocabulário específico do
curso.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PEREIRA, M. C. C. Libras: conhecimento alem dos sinais. São Paulo : Pearson Brasil.
REIS, B. A. C.; SEGALA, S. R. ABC em libras. São Paulo : Panda Books.
SKLIAR, C. (Org). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação,
1998.
COMPLEMENTAR
FERNANDES, E. (Org). Surdez e bilinguismo. 4.ed. Porto Alegre : Mediação, 2011.
GESSER, A. Libras? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo : Parábola, 2012.
LACERDA, C. B. F. Intérprete de libras: em atuação na educação infantil e no ensino
fundamental. 4 ed. Porto Alegre : Mediação, 2012.
Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos FENEIS. Libras: língua
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
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brasileira de sinais. Disponível em:<http://www.feneis.org.br/>
MOURA, M.C. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter,
2000.
QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição de linguagem. Porto Alegre : Artes
Médicas.
www.dicionariolibras.com.br
http://www.fonojp.hpgvip.com.br/libras/lib05.pdf
http://www.ines.gov.br/libras/principal.asp?ASSU_id=13
http://www.acessobrasil.org.br/libras
http://www.libras.org.br/
http://www.editora-arara-azul.com.br
DISCIPLINA
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
EMENTA
As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam o
reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno,
inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações
com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, de acordo com
regulamento que integra o projeto pedagógico do curso.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
Será apresentada pelo professor a partir da atividade estipulada.
COMPLEMENTAR
Será apresentada pelo professor a partir da atividade estipulada.
4.8.3
PROGRAMA DE TÓPICOS
TRANSVERSAIS
NA EDUCAÇÃO
DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
Os Tópicos Transversais integrantes da proposta curricular para Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira e Africana da Faculdade Nossa Cidade visam articular a Educação nas
Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito
aos afrodescendentes, nos termos explicitados na Resolução nº. 01/2004 e no Parecer
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
CNE/CP 3/2004, estabelecendo adequações aos programas de ensino e seus conteúdos em
diferentes disciplinas nos Cursos Superiores de nossa Instituição.
O Programa Tópicos Transversais é desenvolvido a partir do trabalho conjunto com os
coordenadores e professores, planejando projetos interdisciplinares voltados para a
compreensão da complexidade das Relações Étnico-Raciais e atuantes no seio da sociedade
multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações positivas, rumo à construção de uma
nação democrática.
Além dos Tópicos Transversais serem objeto de estudo na articulação e planejamento
das disciplinas dos vários semestres em todos os cursos, também são abordados através de
assessoria direta do professor responsável, com possibilidades de atuação conjunta frente ao
grupo de alunos, rompendo com a forma tradicional de trabalho docente para um trabalho
cooperativo e comprometido com a função social do ensino, pesquisa e extensão.
Assim, o Programa Tópicos Transversais para Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana na Faculdade Nossa Cidade baseia-se nos dispositivos legais, bem como
nas reivindicações e propostas do Movimento Negro ao longo do século XX, que apontam
para a necessidade de projetos empenhados na valorização da história e cultura dos afrobrasileiros e dos africanos, assim como na missão e filosofia institucional, que tais conteúdos
devem conduzir.
O Programa Tópicos Transversais oferece aos alunos, ações afirmativas de políticas de
reparações, e de reconhecimento e valorização da história, cultura e identidade. Promove uma
estrutura curricular, fundada em dimensões históricas, sociais, antropológicas oriundas da
realidade brasileira, e busca combater o racismo e as discriminações que atingem
particularmente os negros. Além disso, a Faculdade Nossa Cidade apoio a realização do
Seminário de Estudos Afro aberto à comunidade interna e externa, organizado com múltiplas
atividades que possibilitam a refflexão em debates e oficinas de arte.
Nesta perspectiva, propõe à divulgação e produção de conhecimentos, a formação de
atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de seu pertencimento étnicoracial-descendentes de africanos, povos indígenas, descendentes de europeus, de asiáticos –
para interagirem na construção de uma nação democrática, em que todos, igualmente, tenham
seus direitos garantidos e sua identidade valorizada.
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É importante salientar que o Programa Tópicos Transversais tem como meta o direito
dos negros se reconhecerem na cultura nacional, expressarem visões de mundo próprio,
manifestar com autonomia, individual e coletiva, seus pensamentos.
Este princípio deve conduzir:

à igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos;

à compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos
étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente
valiosas e que em conjunto constroem, na nação brasileira, sua história;

ao conhecimento e à valorização da história dos povos africanos e da cultura
afrobrasileira na construção histórica e cultural brasileira;

à superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os
povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral,
pertencem, são comumente tratados;

à desconstrução, por meio de questionamentos e análises críticas, objetivando
eliminar conceitos, idéias, comportamentos veiculados pela ideologia do
branqueamento, pelo mito da democracia racial, que tanto mal fazem a negros e
brancos;

à busca, da parte de pessoas, em particular de professores não familiarizados com
a análise das relações étnico-raciais e sociais com o estudo de história e cultura
afrobrasileira e africana, de informações e subsídios que lhes permitam formular
concepções não baseadas em preconceitos e construir ações respeitosas;

ao diálogo, via fundamental para entendimento entre diferentes, com a finalidade
de negociações, tendo em vista objetivos comuns; visando a uma sociedade justa.

o desencadeamento de processo de afirmação de identidades, de historicidade
negada ou distorcida;

o rompimento com imagens negativas forjadas por diferentes meios de
comunicação, contra os negros e os povos indígenas;

o esclarecimentos a respeito de equívocos quanto a uma identidade humana
universal;

o combate à privação e violação de direitos;

a ampliação do acesso a informações sobre a diversidade da nação brasileira e
sobre a recriação das identidades, provocada por relações étnico-raciais;
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
a conexão dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de
vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às suas
relações com pessoas negras, brancas, mestiças, assim como as vinculadas às
relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade;

condições para professores e alunos pensarem, decidirem, agirem, assumindo
responsabilidade por relações étnico-raciais positivas, enfrentando e superando
discordâncias, conflitos, contestações, valorizando os contrastes das diferenças;
Além disso, o Programa Tópicos Transversais objetiva:

acompanhar a discussão do corpo docente e discente, junto à coordenação do
Curso, em torno do planejamento, organização, desenvolvimento e avaliação do
trabalho pedagógico, com o propósito de conhecer as necessidades que surgem em
torno da adequação entre a ação docente e as finalidades sociais do Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, definidas na missão institucional,
nos objetivos e no perfil do egresso pretendido na concepção dos Cursos da
Faculdade Nossa Cidade;

Participar da discussão do grupo de professores, junto à coordenação, para refletir
sobre os problemas que surgem no desenvolvimento do trabalho docente e
colaborar na construção de alternativas de soluções, que superem as contradições
percebidas entre a prática educativa e as intenções do projeto;

Orientar e subsidiar os professores com informações, material de estudo, quando
necessário, para aprofundar o conhecimento didático pedagógico, diante das
problemáticas que estão sendo tratadas a respeito do Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana;

Participar de grupos que elaboram instrumentos de avaliação do Curso ou das
disciplinas e subsídios para o desenvolvimento dos projetos interdisciplinares dos
semestres;

Propor uma concepção de tópico transversal como uma estratégia de apoio
pedagógico às disciplinas do Curso, que articule as diferentes disciplinas que
compõem cada semestre, em torno da temática: “História e Cultura AfroBrasileira e Africana”, fomentando a construção de projetos interdisciplinares
semestrais;
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
Acompanhar o desenvolvimento do trabalho docente junto às turmas, para
diagnosticar necessidades e, quando adequado, intervir com proposições
metodológicas tendo em vista o tópico transversal proposto.
4.8.4 DISCIPLINA DE LIBRAS (DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE
2005)
Considerando pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage
com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo
uso da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, a Faculdade Nossa Cidade, em cumprimento
ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, declara a inclusão da Disciplina de LIBRAS
obrigatória aos currículos dos cursos de Licenciatura, e disciplina curricular optativa nos
demais cursos de educação superior (bacharelado) e na educação profissional (tecnólogo),
ministrados ou que advenham na IES.
A disciplina de LIBRAS será divulgada na matriz curricular dos cursos, seguindo
orientações de procedimento previstas na Portaria Normativa nº. 40, de 12 de Dezembro de
2007.
Para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental a disciplina de LIBRAS é
dimensionada na matriz curricular do curso, conforme entendimento da Coordenação, do
Colegiado de Curso, da Legislação vigente, DCNs e devida aprovação do Ministério da
Educação aos atos autorizativos, previstos no Decreto nº 5.773, de 09 de Maio de 2006.
A disciplina de LIBRAS para os cursos superiores de Bacharelado ou Tecnólogo
deverá ser ofertada como optativa para todos os alunos regularmente matriculados,
respeitando-se todos os procedimentos estabelecidos no Regimento Interno da Faculdade
Nossa Cidade no que se refere a calendário, frequência, regime disciplinar, avaliação e plano
de aula.
O Plano de aula, conteúdo programático e bibliografia indicada para a disciplina de
LIBRAS, deverão ser elaborados e apresentados, pelo professor contratado, no início do
semestre letivo, seguindo as orientações, diretrizes e métodos compatíveis com os patrões de
qualidade da FNC.
No que couber, o professor deverá cumprir as orientações metodológicas estabelecidas
no regulamento específico de apoio aos portadores de necessidades especiais da FNC, para
sua devida operacionalidade.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
4.9 ADEQUAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENSINO
Os conteúdos são apresentados partindo sempre de uma postura questionadora em
relação aos assuntos a serem estudados, de modo a fornecer ao professor uma constante
atualização do perfil do aluno, dos diferentes níveis de ganhos, bem como o grau de
dificuldade identificado durante o processo de ensino-aprendizagem. Este procedimento
possibilita ao professor a implementação das ações que se fazem necessárias à minimização
das dificuldades constatadas.
Os professores privilegiam metodologias que permitam a aceleração do processo de
ensino-aprendizagem, contando com o apoio de tecnologia educacional de ponta, além de
exposições de conteúdo.
As atividades práticas previstas na Matriz Curricular são desenvolvidas ao longo de
todo o curso. São utilizados estudos de casos, seminários, painéis, trabalhos de grupo, visitas a
empresas com reconhecida competência.
As atividades de extensão propiciam práticas em situações reais de trabalho. A
metodologia adotada contribui, significativamente, para a identificação e o desenvolvimento
das potencialidades do educando e para a sua formação integral.
Considerando as especificidades dos objetivos educacionais do Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Ambiental os pressupostos da ação pedagógica a ser exercida devem
pautar-se pelas seguintes diretrizes:
 planejar as ações de ensino e aprendizagem a partir de levantamento das reais
necessidades sendo continuamente reestruturadas;
 usar
linguagem adequada à compreensão do aluno sem cair em exageros
acadêmicos;
 garantir que a estrutura e o desenvolvimento do curso estejam estritamente a altura
do aluno;
 fomentar a aprendizagem através da ação reconhecendo que os alunos podem
aprender uns com os outros;
 instalar um sistema educativo altamente participativo;
 focalizar todas as atividades com os alunos em um esquema geral e ao mesmo
tempo específico de avaliação de resultados da ação pedagógica.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Cada aula deve partir de um plano com objetivos explícitos e possuir um plano de
ação, utilizar um tempo bem administrado e prever um produto ou resultado final palpável.
O processo de ensino, que é basicamente uma função do tempo, deve ser tão ou mais
importante que os conteúdos. É necessário dirigir o processo com a devida sensibilidade de
forma que este dê lugar à aprendizagem e, portanto, a uma mudança de comportamento.
A avaliação do aluno deverá incidir, preferencialmente, sobre aspectos qualitativos,
incluindo a verificação das atividades de estudo individual, o desempenho do aluno nas várias
atividades propostas pelo Projeto Pedagógico e o cumprimento da carga horária exigida.
4.9.1 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS
As práticas pedagógicas empregadas no Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental são apoiadas em cinco concepções de ensino-aprendizagem: aprendizagem autodirigida; aprendizagem baseada em problemas ou casos; aprendizagem em pequenos grupos;
aprendizagem orientada para a comunidade e aprendizagem apoiada em simulação, conforme
descritas a seguir.
a) Aprendizagem auto-dirigida
A busca e a aquisição de conhecimentos constituem um processo contínuo ao longo
da vida de cada indivíduo. Nesse sentido, os estudantes devem conhecer os primeiros passos
do caminho para aprender a aprender. Durante o curso, são encorajados a definir seus próprios
objetivos de aprendizagem e a avaliar seus progressos pessoais no sentido de quanto estão se
aproximando dos objetivos formulados.
Esses procedimentos devem incluir a habilidade de reconhecer necessidades
educacionais pessoais, desenvolver um método próprio de estudo, utilizar adequadamente
uma diversidade de recursos educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos.
b) Aprendizagem baseada em problemas ou estudos de casos
Na aprendizagem baseada em problemas ou estudos de casos, o caso é utilizado como
estímulo à aquisição de conhecimento e compreensão de conceitos. Nesta metodologia devese buscar:
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 aclarar o problema oferecido, explorando os dados apresentados e refletindo se
existe alguma pergunta sobre a descrição do problema que possa ser formulada para
melhor explicá-lo;
 resumir os dados oferecidos no problema, especificando: o que é o problema? Do
que trata o problema?
 identificar os pontos importantes do problema, definindo quais são as áreas de
conhecimento relevantes;
 identificar o conhecimento atual relevante ao problema, frente aos objetivos de
aprendizagem propostos;
 desenvolver hipóteses, a partir da explicação dos dados apresentados no problema;
 identificar o conhecimento adicional requerido para melhorar a compreensão do
problema, baseado nas necessidades de aprendizagem individual e/ou grupo;
 identificar os recursos de aprendizagem apropriados, dentre uma diversidade:
livros, periódicos, base de dados local ou remota, programas interativos multimídia,
entrevistas com professores; profissionais ou usuários, vídeos, laboratórios,
comunidade, isto é, quais são as fontes de recursos mais apropriadas à exploração
deste problema?;
 procurar novos conhecimentos, utilizando recursos de aprendizagem apropriados, o
que implica em ampliar os horizontes de busca além dos limites institucionais
(outras bibliotecas, outros acervos, outros locais passíveis de utilização no processo
ativo de ensino-aprendizagem);
 sintetizar os conhecimentos prévios e novos em relação ao problema, isto é,
baseado em sólidas evidências científicas, como pode explicar o problema agora?;
 repetir alguns ou todos os passos anteriores, se necessário;
 reconhecer o que foi identificado como uma necessidade de aprendizagem, mas que
não foi adequadamente explorado, para incursões complementares; e,
 sintetizar os conhecimentos auferidos e, se possível, testar a compreensão do
conhecimento adquirido por sua aplicação em outro caso ou problema.
c) Aprendizagem em pequenos grupos
A aprendizagem baseada em problemas pode ocorrer tanto de maneira individual
como em pequenos grupos. As atividades desenvolvidas tendem a encorajar o pensamento
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crítico e a estimular a construção de idéias de maneira criativa, permitindo a análise coletiva
de problemas que espelhem a prática profissional futura.
O aluno deve desenvolver competências para tornar-se um integrante ativo, com
contribuições para o grupo, seja este um grupo de aprendizagem, de pesquisa ou de trabalho
formado por profissionais.
O grupo representa, portanto, um laboratório para aprendizagem sobre a integração
humana, onde alunos podem desenvolver habilidades de comunicação, relacionamento
interpessoal e a consciência de suas próprias reações no trabalho coletivo, constituindo uma
oportunidade para aprender a ouvir, a receber e assimilar críticas, e por sua vez, oferecer
análises e contribuições produtivas ao grupo.
O grupo promove a oportunidade para a autoavaliação, na qual o aluno pode analisar
seu próprio progresso, seus pontos fortes e as áreas que requerem atenção.
d) Aprendizagem apoiada em simulação
As práticas simuladas são sistemas capazes de reproduzir diversas atividades inerentes
à realidade da profissão, e podem criar situações que envolvam a solução de problemas.
Desta forma, é dada aos participantes uma alternativa para vivenciar situações que dão
oportunidade à prática de conhecimentos adquiridos e ao desenvolvimento de diversas
habilidades. As práticas simuladas se caracterizam como uma técnica alternativa e única de
ensino, onde o participante pode assumir um papel ativo, por meio do exercício virtual de
funções e papéis num contexto de atividades em grupo, desenvolvendo diversas competências
de forma integrada e simultânea, como a intelectual (criatividade), a pessoal e interpessoal
(perseverança e sociabilidade), e a estratégia (empreendedora e inovadora).
Tendo em vista que a prática simulada é uma virtualização da realidade, o grau de
abstração e a sofisticação teórica contida no seu algoritmo de processamento devem ter um
efeito sobre o grau de aprendizado e fixação dos conhecimentos decorrentes de utilização da
simulação.
É muito pequena a quantidade de pesquisas desenvolvidas na apuração desta
correlação, porém, em todas as situações analisadas, foram constatados ganhos na fixação de
conceitos quando da aplicação de simulações.
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Um dos aspectos essenciais na utilização de práticas simuladas é o que diz respeito ao
ganho decorrente da discussão interna, em cada grupo, destinada a avaliar a atitude mais
adequada a ser adotada em cada esquema (dados de entrada do simulador).
É de se destacar que o tamanho da equipe deve ser estudado para que se possa
determinar o seu ideal, pois, em grupos muito grandes a exigida intercomunicação de seus
componentes pode gerar situações muito demoradas e desgastantes e um intenso trabalho de
sua liderança; em contrapartida, equipes muito pequenas tendem a possuir poucas
experiências pessoais que possam enriquecer as trocas intragrupo.
Segundo as técnicas de comunicação intergrupal, o tamanho das equipes deve ser fruto
de uma análise dos treinandos que leve em consideração, principalmente: formação teórica;
vivência e experiência profissional; grau de complexidade da prática simulação; número e
dificuldade das decisões a serem tomadas; disponibilidade de tempo do Animador e dos
participantes; quantidade e qualidade do material de apoio distribuído e forma de composição
do grupo (natural ou imposta).
Dentro deste aspecto, a prática simulada, ao ser aplicada em um grupo de aluno,
divididos em equipes, explora as características do ensino em grupo que, por ação do
Animador, deve ter ampliada a interação entre seus membros e onde o aprendizado ocorre em
função de importantes variáveis interdependentes, com destaque a:

percepção de todos os membros da equipe sobre as finalidades do grupo e a atitude
deles esperada;

conhecimento teórico que os membros dispõem sobre o tema que rege as ações
simuladas;

conhecimento a respeito da prática simulada propriamente dita, suas regras de
competição, os efeitos das ações dos esquemas sobre os resultados e as variáveis
que são trabalhadas pelas equipes;

volume de troca de informações entre os membros da equipe;

a formulação das alternativas para aplicação em uma determinada realidade;

a metodologia empregada para avaliação das alternativas viáveis e de escolha
daquela que melhor se ajuste à situação;

as experiências pessoais dos membros do grupo e suas habilidades no
estabelecimento de um clima harmônico e de confiança mútua no andamento dos
trabalhos requeridos pelas práticas simuladas; e
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
a estratégia adotada para negociação entre os membros do grupo, destinada à
escolha das ações que representam o pensamento da equipe.
O emprego de uma Prática Simulada como suporte ao professor apresenta uma
vantagem adicional no processo ensino/aprendizagem, pois permite uma aferição imediata dos
conhecimentos teóricos fixados pelos alunos.
O trabalho do Animador, ao participar ativamente das discussões nas equipes, tem a
possibilidade de avaliar diretamente a fixação dos conceitos teóricos expostos, a habilidade
dos alunos no uso das ferramentas exigidas para a preparação dos esquemas e, também, o
comportamento do aluno para expor seus pontos de vista e, principalmente, sua capacidade de
analisar o problema enfrentado e quais os procedimentos mais adequados para análise da
situação e avaliação das alternativas viáveis.
De posse desta avaliação, o Animador deve montar o relatório de avaliação do
aproveitamento dos alunos e estruturar sua avaliação do processo ensino/aprendizagem,
salientando os pontos fortes e os fracos da disciplina e sugerindo as alterações que se fizerem
necessárias (feedback do processo).
Finalmente, tendo em vista que uma disciplina é um conjunto de "conteúdos" e de
"técnicas", o desenvolvimento de uma prática simulada para apoio ao professor e sua
posterior utilização junto aos alunos deve levar em consideração estes dois parâmetros; caso
contrário poderá terminar com resultados duvidosos, perdendo, portanto, sua principal
finalidade.
4.9.2 ATIVIDADES PROGRAMADAS PARA O CURSO

Ciclo de palestras com profissionais e/ou acadêmicos da área
A FNC programará, anualmente, a realização de Jornada Acadêmica com profissionais
da área, enfocando temas atuais, ou temas que mantenham uma ligação direta com os
conteúdos das diversas disciplinas, propiciando aos alunos o enriquecimento e ampliação de
conhecimentos de sua formação básica. Serão convidados, como palestrantes, acadêmicos que
tenham experiência profissional na área a ser tratada.
 Encontro com Autores
Essa atividade consiste em convidar diferentes autores para participar de conversas
e/ou debates com os alunos, em sala de aula. Os professores das diversas disciplinas indicam
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os livros selecionados e, após a leitura dos mesmos, convidam seus autores para trocar idéias
com os alunos do curso. Esse debate permite que o aluno observe diferentes enfoques para um
mesmo tema e reflita sobre o assunto tratado, desenvolvendo o espírito crítico e melhorando
seu aprendizado.
A atividade tem como objetivos permitir a interação do corpo acadêmico com
escritores e suas obras; e, propiciar o debate sobre a produção literária no Brasil.

Projeto de Monitoria
O principal objetivo do Projeto Monitoria é propiciar oportunidade de crescimento
intelectual e profissional àqueles alunos interessados na carreira acadêmica, ou que pretendam
dar continuidade a seus estudos ao nível de pós-graduação. E ao mesmo tempo em que
promove esta oportunidade, a Monitoria também permitirá conciliar um segundo objetivo,
qual seja, o de trabalhar junto a alunos que apresentem dificuldades de aproveitamento,
auxiliando-os a superá-los.

Sistemas de Acompanhamento e Orientação Acadêmica
Consoante dispositivo regimental, o processo de avaliação de aprendizagem é parte
integrante das atividades curriculares e obedece às normas e procedimentos pedagógicos
estabelecidos pelo Conselho de Ensino e Pesquisa.
As atividades curriculares, além das provas escritas e orais, previstas nos respectivos
planos de ensino, as preleções, pesquisas, exercícios, arguições, trabalhos práticos,
seminários, excursões, estágios e outros previstos nos planos de ensino.
Após avaliação semestral, é realizada pela Coordenação de Curso avaliação do
desempenho escolar do aluno, de forma a verificar as causas quanto ao desempenho
apresentado. Feito isso, o Colegiado de Curso reúne-se para reflexão a respeito dos
procedimentos didáticos, sistemática de avaliação e possíveis redirecionamentos do processo
ensino-aprendizagem.
4.10 ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
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As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais são atividades curriculares que
possibilitam ao aluno ampliar conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e
profissional, com experiências e vivências acadêmicas dentro e/ou fora da instituição.
O cumprimento da carga horária total de 320 horas relógio estabelecida para as
Atividades Complementares, que têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino e
aprendizagem do aluno, privilegiando:

A complementação da formação social e profissional;

As atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços;

As atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;

As atividades desenvolvidas no âmbito de programas.
A carga horária cumprida das Atividades Complementares é registrada, em horas
relógio, no histórico escolar dos alunos.
Para fins de registro acadêmico, o aluno deve apresentar à Coordenação de seu curso a
documentação comprobatória de sua participação em cada atividade. A confirmação do
aproveitamento se fará mediante análise da Atividade Complementar pela Coordenação.
A Faculdade Nossa Cidade entende que as Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais (ou Atividades Complementares) são de extrema relevância para a formação do
futuro profissional em Curso Superior de Tecnologia em Gestão ambiental por isso, propõe
mecanismos de oferta de atividades internas e externas, dentre elas, com destaque para:

Semanas de Estudos;

Jornadas de Gestão Ambiental;

Monitoria de Disciplinas Curriculares;

Cursos de Aprofundamento;

Saídas de Campo, visitas técnicas;

Participação em Seminários, Conferências, Congressos e Palestras externas.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da FNC promove atividades
externas com o objetivo da promoção e a melhoria da qualidade do curso, sob a coordenação
de professores da FNC.
4.10.1 REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO E SUPERIOR TECNOLÓGICO
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
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Art. 1º As Atividades Acadêmico Cientifico Culturais, denominadas Atividades
Complementares (AC) neste Regulamento, integram o Projeto Pedagógico dos Cursos de
Graduação (Licenciatura e Bacharelado) e Cursos Superiores Tecnológicos, como requisitos
obrigatórios para a integralização do currículo.
Art. 2º As Atividades Complementares são de natureza acadêmica, científica, cultural e
social, e devem criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo
estudante, em atividades extracurriculares e de interesse para sua formação pessoal e
profissional.
Art. 3º As Atividades Complementares, previstas nos Projetos Pedagógicos de Cursos, devem
ser
desenvolvidas
de
maneira
a
promover
relações
de
interdisciplinaridade
e
multidisciplinaridade com a finalidade de complementarem o perfil do egresso proposto pela
Faculdade Nossa Cidade.
Art. 4º A carga horária total das Atividades Complementares está definida nas matrizes
curriculares dos cursos de graduação, aos quais se aplica, e deve ser cumprida no período de
integralização do curso.
Art. 5º São consideradas Atividades Complementares nas modalidades científico-acadêmicas,
sócio-culturais e prática profissional, com as respectivas cargas horárias e documentação
comprobatória necessária, as descritas no quadro a seguir:
MODALIDADE: ATIVIDADES CIENTIFICO-ACADÊMICAS
CH
DOCUMENTO COMPROBATÓRIO EXIGIDO
Apresentação de trabalho em evento científico
Apresentação de trabalho em feira
Cursos de Extensão, Aprofundamento, Aperfeiçoamento e
Complementação de Estudos, Mini-cursos, Oficinas
organizados ou não pela FNC
Disciplina de outro curso ou instituição
Disciplinas Optativas: LIBRAS e HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, exceto para o aluno da licenciatura
Eventos Científicos diversos organizados ou não pela FNC:
Colóquio, Conferência, Congresso, Fórum de Debates,
Jornada, Palestra, Semana da Educação, Semana de
Apresentação de TCC, Seminário, Simpósio, etc.
Ouvinte em Apresentação/defesa de TCC, Monografia,
Dissertação e Tese
40h
20h
80h
Certificado
Relatório com assinatura do professor responsável
Certificado de participação, com frequência, se for o
caso
40h
40h
Certificado de participação, com nota e frequência
Comprovante de aprovação na disciplina
80h
Certificado de participação
20h
Relatório com assinatura do professor responsável
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Pesquisa de Iniciação Científica (PIC/FNC), Estudo Dirigido
ou Estudo de Caso
Resenha de obra na área do seu curso, por indicação e
supervisão de um professor
Visita técnica
MODALIDADE: ATIVIDADES SÓCIO-CULTURAIS
20h
Declaração do Professor Orientador
20h
Cópia da resenha e assinatura do professor
responsável
Relatório com assinatura do professor responsável
DOCUMENTO COMPROBATÓRIO EXIGIDO
Estudos e trabalhos dirigidos extraclasse, orientados e
avaliados por docente responsável pela atividade: cinema,
peça teatral, filme em vídeo/cd, exposições, workshop,
feira, mostra, etc.
Projetos promovidos pela Secretaria Estadual de Educação
ou Secretaria Municipal de Educação: Projeto Ler e
Escrever, Escola da Família
Campanha e/ou trabalho de ação social, comunitária ou
extensionista como voluntário
Resenha de obra literária
40h
Ingresso ou comprovante e breve relatório descritivo
com assinatura do professor responsável
40h
Relatório das atividades desenvolvidas e assinatura
do responsável
40h
MODALIDADE: ATIVIDADES DE PRÁTICA PROFISSIONAL
Atividades docentes (não concomitantes com o Estágio
Supervisionado na Licenciatura)
Docência em mini-curso, palestra e oficina
Monitoria supervisionada e avaliada por docente
responsável pela disciplina
CH
40h
Relatório das atividades desenvolvidas e declaração
do responsável
Cópia da resenha e assinatura do Coordenador do
Curso
DOCUMENTO COMPROBATÓRIO EXIGIDO
Relatório das atividades desenvolvidas e declaração
do professor responsável
Relatório das atividades desenvolvidas e declaração
Relatório das atividades desenvolvidas e declaração
do professor responsável
20h
CH
20h
20h
40h
Parágrafo único - A carga horária descrita no Art. 5º corresponde à carga horária máxima
atribuída à atividade ou ao conjunto de atividades da mesma natureza. Outras atividades, que
não as descritas nesse artigo, estão sujeitas aos critérios e especificidades de cada Projeto
Pedagógico do Curso.
Art. 6º Os professores pertencentes ao quadro dos Cursos poderão encaminhar às respectivas
Coordenadorias sugestão de Atividades Complementares, diferentes daquelas descritas no
Artigo 5º, com antecedência de no mínimo quinze dias, a fim de que se possa providenciar e
divulgar o evento para a comunidade acadêmica.
Parágrafo único As sugestões deverão ser preenchidas em formulário próprio para esse fim e
protocoladas na Coordenação que, por sua vez, analisará a viabilização ou não dos pedidos.
Art. 7º As Atividades Complementares podem ser realizadas a qualquer momento, inclusive
durante as férias escolares, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste
Regulamento e no Projeto Pedagógico de Cursos.
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Art. 8º O aluno não poderá cumprir toda a carga horária em um único semestre ou ano letivo;
nem poderá cumprir toda a carga horária em uma única modalidade de atividades.
Art. 9º São consideradas somente as Atividades Complementares realizadas no período no
qual o aluno está regularmente matriculado.
Art. 10º A FNC, por meio das Coordenações dos Cursos, disponibilizará ao corpo discente,
na Central do Aluno e na Central de Cópias da Faculdade dois tipos de documentos para os
devidos registros. A saber:
I – Relatório de Participação em Atividades Complementares (descrição das atividades
realizadas);
II – Relatório de Atividades Realizadas e Validadas (quadro resumo dos respectivos
registros).
Art. 11 Os documentos são entregues pelo aluno ao docente responsável pela atividade, que
procede a avaliação e validação de horas, nos campos específicos dos respectivos
documentos.
Art. 12 Aos Professores compete indicar (quando for o caso), avaliar os estudos ou atividades
realizadas pelo aluno, conferir e assinar os respectivos registros.
Art. 13 A entrega do Relatório de Atividades Realizadas e Validadas deve ocorrer na
Secretaria da FNC após o aluno cumprir no mínimo 30 (trinta) horas.
Parágrafo único O aluno só poderá protocolar na Secretaria as atividades realizadas, após a
validação do documento pelo Coordenador de Curso.
Art. 14 O aluno registrará, no Relatório de Atividades Realizadas e Validadas, as Atividades
Complementares em ordem cronológica; anexará ao Relatório de Atividades Realizadas,
quando necessário, os documentos comprobatórios.
Parágrafo 1 Consideram-se documentos comprobatórios: Atestado, Declaração, Certificado,
ingresso de teatro e cinema, ingresso de exposição em museus e feiras.
Parágrafo 2 Quando o aluno apresentar um dos documentos citados no parágrafo anterior
como comprovante de participação em congressos, seminários acadêmicos, cursos de
extensão, cursos de idiomas, não haverá necessidade da descrição das atividades, devendo,
entretanto, relacioná-las no Relatório de Atividades Realizadas e Validadas (quadro
resumo); exceto para as atividades de teatro, cinema e exposições, para as quais se devem
elaborar relatório.
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Parágrafo 3 Na falta de um dos documentos citados no parágrafo primeiro deve o aluno
elaborar um relatório de participação em atividades segundo as orientações de um professor
responsável pela indicação da atividade e em formulário próprio (Relatório de Participação
em Atividades Complementares).
Parágrafo 4 O Relatório de Atividades Realizadas só terá validade se constar todas as
assinaturas dos professores responsáveis pelas atividades e da Coordenadoria de Curso.
Art. 15 O acompanhamento e o controle das Atividades Complementares são da
responsabilidade do Coordenador do Curso ou de um professor do Curso designado pelo
Colegiado de Curso, a quem cabe:
I – manter atualizadas as informações sobre as propostas de atividades;
II – encaminhar ao corpo discente os respectivos campos de atividade;
III – sensibilizar o corpo docente para a participação das atividades acadêmicas ofertadas e
realizadas no campus da FNC;
IV – assinar certificações e/ou declarações, quando for o caso;
V – informar ao aluno, quando for o caso, a não convalidação de horas e devolver-lhe os
documentos não aceitos.
Art. 16 É da responsabilidade do aluno:
I – cumprir as exigências para a realização das Atividades Complementares;
II – cumprir integralmente a carga horária de Atividades Complementares previstas no Projeto
Pedagógico do respectivo Curso ao qual está vinculado;
III – cumprir os prazos estabelecidos para o cumprimento das Atividades Complementares;
IV – preencher adequadamente os registros que comprovam a realização das atividades
ofertadas;
V – manter sob sua guarda os documentos comprobatórios das Atividades Complementares
convalidadas pelo Coordenador de Curso.
Art. 17 Os casos omissos serão avaliados pelas Coordenadorias de Curso.
Art. 18 Estas normas devem ser submetidas ao Conselho Superior Acadêmico (CONSUP)
que deliberará providências destinadas a garantir a execução das normas para a realização das
Atividades Complementares.
Art. 19 Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Superior
Acadêmico.
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4.10 APOIO AO DISCENTE
O Corpo Discente e o Corpo Docente da Faculdade Nossa Cidade têm à sua disposição
o Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP, que objetiva oferecer ao corpo docente apoio didático
pedagógico permanente e momentos de formação continuada em serviço; e, ao corpo
discente, mecanismos de melhoria do processo de aprendizagem.
O programa de atividades ofertado pelo NAP leva em consideração os mecanismos
que tangem os processos de ensino-aprendizagem e desempenho, e demais processos
relacionados a alunos e professores, como dinâmicas de aulas, processo de avaliação, projetos
interdisciplinares, análise de materiais didáticos, etc.
O Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP configura-se como espaço de estudos e ações
educacionais, desenvolvendo atividades didático-pedagógicas voltadas para o corpo discente,
oferecendo mecanismos de melhoria do processo de aprendizagem e de apoio ao corpo
docente e visando aprofundar seus conhecimentos pedagógicos.
Tem como foco principal as relações professor – aluno, auxiliando no processo de
ensino – aprendizagem; dá apoio e promove ações que visem à qualidade do ensino superior;
articula com a CPA a Avaliação Institucional da FNC, acompanha o desenvolvimento dela e
divulga os resultados à comunidade acadêmica; presta assessoria à Direção Geral e às
Coordenações de Curso, nas questões relacionadas ao Planejamento Institucional, aos Projetos
Pedagógicos dos Cursos e matrizes curriculares; participa com os Coordenadores de Curso, da
seleção de professores; promove a qualificação acadêmica e atualização pedagógica do corpo
docente da FNC; acompanha a legislação educacional e as diretrizes curriculares nacionais e
institucionais.
São atribuições do NAP:

Identificar e minimizar as lacunas que os alunos trazem do Ensino Médio,
promovendo
mecanismos
de
nivelamento
e oferecendo
condições
para
aprendizagens significativas;

Identificar e minimizar os problemas de ordem psicopedagógica que interfiram
na aprendizagem;

Encontrar alternativas para os problemas de ordem financeira e outros que
impossibilitam a permanência no curso, reduzindo os casos de evasão;
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental

Oferecer acolhimento especial aos novos alunos, viabilizando a sua integração
ao meio acadêmico;

Propor atividades extraclasses que envolvam cultura, criatividade, esporte e
lazer;

Propor atividades que possibilitam reflexões e aperfeiçoamento à prática
docente, que possam influenciar positivamente no processo de ensino–
aprendizagem.
4.10.1 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP
Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as ações do Núcleo de
Atendimento Psicopedagógico – NAP da Faculdade Nossa Cidade – FNC.
Art. 2º O NAP consiste numa ação multidisciplinar, voltada para o atendimento e
orientação ao corpo docente e corpo discente da FNC, com o intuito de promoção no
processo de ensino e aprendizagem, visando sua integração acadêmica.
Art. 3° O Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAP da Faculdade Nossa Cidade é uma
estrutura de caráter permanente, de natureza interdisciplinar e institucional, ligado à
Diretoria Geral, que visa:
I – contribuir para o desenvolvimento de competências e habilidades do corpo discente e
docente por meio de ações educativas no contexto institucional;
II – contribuir para melhoria do processo ensino-aprendizagem, integrando a formação
acadêmica do corpo discente com a realidade social e o mundo do trabalho;
III – estimular e colaborar para o desenvolvimento de projetos e ações que contribuam para
a convivência da comunidade acadêmica com a diversidade cultural;
IV – oferecer soluções educacionais que minimizem as variáveis que interferem nas
condições de permanência dos alunos na FNC, evitando a evasão;
V – assegurar o acompanhamento e apoio psicopedagógico aos alunos, individualmente ou
em grupo, ao longo do processo educativo, bem como o apoio ao desenvolvimento do
sistema de relações interpessoais no interior da FNC;
VI – Identificar problemas que interfiram na integração do aluno à vida acadêmica;
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VII – Trabalhar para o equacionamento das dificuldades encontradas propondo as medidas
tendentes à sua eliminação.
Art. 4° O NAP na FNC é constituído e coordenado por um docente com formação em
Psicopedagogia, nomeado pelo Conselho Superior Acadêmico da Faculdade Nossa Cidade.
Art. 5° Compete ao Coordenador do NAP:
I – cumprir e fazer cumprir o regulamento do NAP;
II – planejar e coordenar ações de apoio e atendimento ao corpo discente e corpo docente;
III – receber e ambientar novos discentes e docentes quanto ao funcionamento da FNC e
orientar quanto às práticas educativas;
IV – acompanhar e orientar de modo sistemático discentes dos cursos de graduação, com
vistas a auxiliar na identificação de necessidades e demandas em relação à formação
acadêmica e profissional, contribuindo para a promoção do bem-estar;
V – encaminhar o acadêmico a um profissional especializado, quando conveniente ou
necessário;
VI – acompanhar e orientar o corpo docente quanto a questões didático-pedagógicas no
contexto educativo;
VII – realizar orientações e acompanhamentos psicopedagógicos a docentes e discentes;
VIII – promover ações de capacitação continuada do corpo docente;
IX – realizar reuniões com as Coordenações de Cursos e Direção Geral tendo em vista o
levantamento de alternativas de solução para as fragilidades discentes detectadas e as
possibilidades de apoio do NAP;
X– manter articulação com a Comissão Própria de Avaliação – CPA, responsável pela
avaliação institucional interna da FNC, com a finalidade de integrar ações;
XI – elaborar o Plano de Ação Semestral do NAP, tendo como linha estrutural os diferentes
programas temáticos de apoio;
XII – elaborar Relatório Semestral das ações desenvolvidas pelo NAP;
XIII – zelar pela redação de atas de reuniões, relatórios das atividades e documentos do
NAP.
Art. 6° São objetivos do NAP:
I – Identificar e minimizar as lacunas que os alunos trazem de sua formação anterior,
promovendo mecanismos de nivelamento e aprofundamento de estudos de áreas específicas
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do conhecimento e da formação geral; oferecendo condições para aprendizagens
significativas na Educação Superior;
II – fazer garantir programas de nivelamento e aprofundamento de estudos de áreas
específicas do conhecimento e da formação geral, bem como cursos de extensão;
III – Identificar e minimizar os problemas de ordem psicopedagógica que interfiram na
aprendizagem do aluno;
IV – Contribuir na divulgação e incentivo à participação discente e docente no processo de
auto-avaliação institucional utilizando seus resultados como forma de articulação do apoio
que necessita;
V – Promover palestras e cursos de caráter motivacional visando a valorização da autoestima do corpo discente e docente.
Art. 7° O Apoio Psicopedagógico funciona durante o semestre letivo, periodicamente,
sempre que houver necessidades de natureza psicopedagógica.
Art. 8° O presente Regulamento poderá ser alterado, mediante proposta fundamentada e
aprovada pelo Conselho Superior Acadêmico.
Art. 9° O presente Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho
Superior Acadêmico.
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAP oferece o suporte necessário ao bom
desempenho acadêmico e ao melhor aproveitamento no processo ensino-aprendizagem. Há o
acompanhamento do desempenho acadêmico, da evasão escolar e dos índices de
aproveitamento e de freqüência às aulas e demais atividades. Os alunos podem beneficiar-se
de outros serviços, como bolsas de monitoria e de iniciação científica.
Está sendo instalado um núcleo destinado aos egressos, para orientação ao trabalho, à
colocação e recolocação profissional, ao acompanhamento de suas atividades e à oferta de
programas de educação continuada.
A FNC desenvolve diversas ações de acompanhamento, assistência e atendimento ao
educando, conforme destacado a seguir.
4.10.2 Acompanhamento Pedagógico e Psicopedagógico ao Discente
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A instituição atende este item com uma política de trabalho conjunto do docente em
sala de aula, coordenação de curso, coordenação geral da instituição, secretaria e por meio do
manual do aluno.
Da política de apoio pedagógico, fazem parte integrante:
 Processo ensino-aprendizagem: pela prática pedagógica e pela compreensão por
parte dos alunos da proposta de trabalho e do conteúdo desenvolvido;
 Processo de avaliação: a cada exercício realizado, seja trabalho ou avaliação,
correção oral e/ou escrita, este processo torna-se um espaço privilegiado para o
processo de aprendizagem;
 Cursos de nivelamento: em disciplinas básicas (principalmente Matemática e
Comunicação e Expressão) são oferecidos Cursos de Aprofundamento de Estudos
em Língua Portuguesa e ou Matemática, no horário de pré-aula.
 Controle de faltas: de forma eficiente, a FNC facilita ao aluno o acesso às
informações de seu registro acadêmico por meio do “registro eletrônico” ou
diretamente na secretaria. O acesso eletrônico pode ser realizado via internet,
mediante a utilização de uma senha específica.
O controle e registro acadêmicos (notas, disciplinas, aprovações, reprovações, tempo
restante para a conclusão do curso, e outras referências à vida acadêmica) são de
responsabilidade da Secretaria. O acesso à internet, para quem não a possui está
disponibilizado na Biblioteca e no Laboratório de Informática.
O Calendário Escolar é distribuído semestralmente a todos os alunos, no qual são
informadas as datas e os prazos fixados pela Faculdade Nossa Cidade, referentes ao semestre
letivo, para que as solicitações do aluno sejam analisadas e, se possível, atendidas.
Com o objetivo de colocar aos discentes mais próximos ao mercado de trabalho, a
Faculdade Nossa Cidade mantém convênios/parcerias com diversas instituições. Desta forma,
estas instituições, sempre que necessário, ofertam vagas de estágios ou, no caso das grandes
empresas, realizam o recrutamento contínuo de estagiários.
a) Acompanhamento psicopedagógico
O acompanhamento psicopedagógico é parte integrante do apoio dispensado ao
discente que, ao iniciar um curso de graduação, depara-se com situações inovadoras que
podem gerar alguns conflitos e dificuldades de ordem psicológica e/ou psicopedagógica.
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Essas manifestações são observadas ao longo de todo o curso.
Considerando estes fatos, a Faculdade Nossa Cidade disponibiliza o apoio de
Psicólogos, tendo como objetivos:
 oferecer condições que favoreçam o bem-estar biopsicossocial do discente para o
processo de aprendizagem;
 atender aos alunos, apoiando-os em suas crises inerentes ao seu momento
existencial e acadêmico;
 propiciar orientação vocacional aos alunos, no que concerne às diversas
possibilidades de atuação na carreira e as oportunidades diretamente relacionadas às
suas personalidades.
 atuar, preventivamente, com vistas a diminuir as conseqüências negativas das crises
emocionais que interferem na aprendizagem ao longo do curso;
 promover
atividades
para
o
autoconhecimento
do
corpo
discente
e
consequentemente, para o autodesenvolvimento deste;
 possibilitar aos alunos oportunidades de avaliação de seu potencial, visando ao seu
desenvolvimento profissional;
 oferecer atendimento a alunos, possibilitado pela procura espontânea destes pelo
setor;
 assistir a alunos especiais (cadeirantes e deficiente visual) com vistas a verificar a
questão de sua acessibilidade às instalações físicas e às suas condições de
aprendizagem.
O atendimento psicopedagógico é realizado por agendamento em departamento
próprio, por meio de indicação de professores, coordenadores, familiares ou por livre
iniciativa do aluno.
b) Monitoria
Os alunos podem participar do Programa de Monitoria destinado a propiciar aos
interessados a oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira docente, nas
funções de ensino, pesquisa e extensão, assegurando, por sua vez, cooperação didática tanto
ao corpo docente, quanto ao discente, nas funções institucionais.
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Os monitores auxiliam o corpo docente na execução de tarefas didático-científicas,
inclusive na preparação de aulas; de trabalhos didáticos e atendimento a alunos; de atividades
de pesquisa e extensão e de trabalhos práticos e experimentais.
Ao corpo discente, os monitores auxiliam, sob a supervisão docente, na orientação em
trabalhos de laboratório, de biblioteca, de campo e outros compatíveis com seu grau de
conhecimento e experiência. A monitoria funciona de acordo com regulamento próprio.
c) Programas de Aprofundamento de Estudos (Nivelamento)
O processo de aprofundamento de estudos (nivelamento) dos cursos de Graduação da
Faculdade Nossa Cidade é feito principalmente nos primeiros períodos, visando sanar as
possíveis deficiências dos alunos, em relação ao domínio de conteúdos. Para tal, são
disponibilizados professores de disciplinas elementares com o objetivo de oferecer aos alunos
o complemento, reforço ou recapitulação de alguns conceitos fundamentais para o
prosseguimento do curso, como nas disciplinas de Língua Portuguesa, Inglês e Matemática.
Estas aulas ocorrem durante a semana e aos sábados, nos períodos noturno, vespertino
e matutino, conforme cronogramas divulgados aos discentes são oferecidos gratuitamente e
contam com a orientação e acompanhamento de docentes.
d) Atendimento Extraclasse
Os coordenadores de cursos mantêm importante ligação entre o corpo discente e a
direção da Instituição. Atendem os discentes diariamente e identificam as dificuldades
apresentadas pelos alunos por meio deste atendimento e das reuniões do colegiado de Curso,
podendo, assim, elaborar mudanças curriculares ou projetos de atividades culturais.
Desenvolve suas atividades mediante as seguintes ações:
 atender ao aluno diariamente;
 reunir-se periodicamente com representantes de classe;
 elaborar projetos de gerenciamento e desenvolvimento das atividades de extensão e
iniciação científica;
 elaborar projetos de monitorias e tutorias;
 lecionar no curso;
 realizar as reuniões de conselho de curso.
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Os docentes atendem os alunos que participam dos projetos de atividades do curso,
estágios supervisionados e em orientações pedagógicas na rotina das salas de aulas. Os
programas institucionais também facilitam e contribuem para a qualificação discente.
A Faculdade Nossa Cidade mantém um serviço de encaminhamento, que procura
conquistar vagas para estágio e empregos definitivos, sempre com a ótica de conduzir o
egresso para colocação no mercado específico, o mais próximo possível do exercício da
profissão desejada. Como alternativa complementar, para os que estejam em empregos fora da
profissão ou dos que não mantêm vínculo com a atividade, a Instituição administra um
apropriado Convênio de Extensão.
A integração do discente, com o mercado de trabalho, concretiza-se por meio dos
trabalhos desenvolvidos nas disciplinas de Projetos Integradores I, II, III e IV, nas horas de
Atividades complementares, desenvolvidas para dirigir, orientar, complementar, despertar a
cultura geral do discente.
e) Mecanismos de Apoio a Participação dos Discentes em Atividades de Iniciação
Científica, Extensão e Eventos Diversos
Estão previstos a realização de seminários/congressos e outros eventos institucionais
regulares organizados pelo curso com participação dos alunos.
Os eventos externos são divulgados e incentiva-se a participação do aluno em
Congressos, Seminários, Palestras, Fórum da Educação, dentre outros, sendo todas as
despesas com inscrição, diárias, transporte, alimentação e etc. integralmente custeadas pela
IES.
Os alunos são incentivados pelos docentes e pela coordenação a participarem
ativamente de atividades acadêmicas internas mediante seminários promovidos pelos cursos
em sala de aula, com apresentação de trabalhos pelos alunos; palestras e conferências
(periódicas) a partir de temas relevantes e/ou emergentes relacionados com os cursos.
f) Acompanhamento de Egressos
O acompanhamento de egressos da FNC atende às necessidades dos cursos no seu
sistema avaliativo, visando a socializar as experiências na atuação profissional e fornecer
subsídios para a reestruturação curricular dos mesmos. Assim, vários procedimentos são
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utilizados, tais como: manutenção de mala direta; divulgação na mídia em geral, convidando
para atividades de lazer e técnico-científicas, feiras, mostras.
O objetivo do instrumento de avaliação do Egresso é obter contribuições do ex-aluno
para a melhoria da qualidade do Curso, diagnosticando:
 a sua posição no mercado de trabalho;
 as Competências desenvolvidas durante e com auxílio do Curso;
 as dificuldades de colocação profissional;
 as competências não desenvolvidas, porém relevantes ao exercício da profissão;
 a visualização que o egresso possui do Curso e qual o seu interesse pela educação
continuada;
 os aspectos de melhoria da qualidade de vida do egresso.
O instrumento para o egresso, em conjunto a outros instrumentos – entre eles a ótica
dos discentes, a ótica dos docentes, a ótica dos gestores, a avaliação de disciplinas, a avaliação
de laboratórios e biblioteca, a identificação da expectativa da comunidade e fóruns –
constituem fonte de informação para elaboração do relatório conclusivo de avaliação do
Curso.
4.11 Sistema de Avaliação do Curso
A autoavaliação dos cursos da Faculdade Nossa Cidade contempla o processo de
avaliação institucional, delineado no Programa de Avaliação Institucional, que integra o Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI) da IES.
O Programa foi elaborado para atender à Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que
institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e cria a Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e a Comissão Própria de Avaliação
(CPA) em cada IES do Sistema Federal de Ensino; e, estruturado com base na Portaria MEC
n° 2.051, de 9/7/2004, e nos documentos Diretrizes para a Autoavaliação das Instituições e
Orientações Gerais para o Roteiro da Autoavaliação das Instituições, editados pelo INEP.
Os parâmetros de avaliação interna da FNC para os cursos de graduação e pósgraduação são estabelecidos pelo Conselho Superior Acadêmico, após amplo debate com a
comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários). Os resultados das avaliações são
publicados periodicamente de acordo com o calendário aprovado pela Diretoria Geral da
Faculdade.
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A autoavaliação do curso é gerenciada e desenvolvida pela Comissão Própria de
Avaliação (CPA), constituída por membros designados pelo Diretor Geral, sendo a CPA parte
integrante da Diretoria Geral.
A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria Geral e a
participação dos membros da comunidade acadêmica (alunos, professores e pessoal técnicoadministrativo), seus dirigentes e egressos. A CPA mantém estreita articulação com as
Coordenadorias de Cursos, a fim de apoiar o processo interno de autoavaliação de cada um.
A avaliação do curso compreende os aspectos curriculares (plano seriado semestral de
oferta de disciplinas, duração das disciplinas e do curso, diretrizes curriculares),
metodológicos, além do cumprimento da missão, da concepção, dos objetivos e do perfil
profissional delineado. São avaliados, ainda:

o corpo docente (titulação, regime de trabalho, programas de capacitação e
plano de carreira, incluindo procedimentos de recrutamento, seleção, admissão e
promoção);

o corpo discente (evasão, aproveitamento, freqüência, participação etc);

biblioteca (acervo: atualização e ampliação; hemeroteca: ampliação; recursos
multimídia; informatização; acesso à internet etc);

laboratórios (atualização tecnológica, ampliação do espaço físico, aumento dos
equipamentos, política de uso, manutenção e conservação etc);

instalações físicas gerais (manutenção, conservação e ampliação);

integração com a comunidade (programas de extensão e ações culturais,
artísticas e desportivas); e

programa de iniciação científica.
A avaliação institucional é um processo de contínuo aperfeiçoamento do desempenho
acadêmico e de prestação de contas à sociedade, constituindo-se em ferramenta para o
planejamento da gestão e do desenvolvimento da educação superior. A concepção de
avaliação adotada apresenta um caráter pedagógico e sua função formativa deve ser entendida
como parte constitutiva do desenvolvimento da instituição.
4.11.1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO
CAPÍTULO I
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DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente Regimento Interno contém disposições básicas relativas ao funcionamento
das atividades da Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Faculdade Nossa Cidade,
previstas na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004 e regulamentada pela Portaria nº 2051, de
19 de julho de 2004, do Ministério da Educação.
Parágrafo Único. A Comissão Própria de Avaliação, prevista no organograma da Faculdade
Nossa Cidade, tem atuação autônoma em relação ao Conselho Superior Acadêmico e demais
órgãos colegiados da instituição.
CAPITULO II
DA COMPETÊNCIA
Art. 2º À Comissão Própria de Avaliação, observada a legislação pertinente, compete:
I. conduzir os processos de avaliação interna;
II. sistematizar e prestar informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), no âmbito do Sistema Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Superior (SINAES);
III. constituir subcomissões de avaliação;
IV. elaborar e analisar relatórios e pareceres e encaminhar às instâncias competentes;
V. desenvolver estudos e análises visando ao fornecimento de subsídios para a fixação,
aperfeiçoamento e modificação da política de avaliação institucional;
VI. propor projetos, programas e ações que proporcionem a melhoria do processo avaliativo
institucional.
CAPÍTULO III
DA CONSTITUIÇÃO, MANDATO E FUNCIONAMENTO
Art. 3º A Comissão Própria de Avaliação compõe-se dos seguintes membros:
I – pelo Coordenador da CPA;
II – por um professor representante dos Coordenadores de Curso;
II – por um professor representante do Corpo Docente;
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III – por dois representantes do Corpo Técnico-Administrativo
IV – por três representantes do Corpo Discente;
V – por um representante da Sociedade Civil, sem vínculo empregatício com a
Faculdade Nossa Cidade.
§ 1º Os membros, inclusive o coordenador, serão indicados pelo Diretor Geral, e submetidos à
homologação do Conselho Superior Acadêmico.
§ 2º O mandato dos membros será de dois anos, permitida uma recondução.
§ 3º Não será permitida a renovação de mais de dois terços dos membros num intervalo
inferior a dois anos.
Art. 4º A Comissão Própria de Avaliação reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e
extraordinariamente quando convocada por seu coordenador ou por, pelo menos, um terço de
seus membros.
§ 1º As reuniões serão convocadas por escrito com antecedência mínima de quarenta e oito
horas, mencionando-se os assuntos da pauta.
§ 2º Juntamente com a convocação serão entregues, a cada membro, cópia da ata da reunião
anterior e dos pareceres, projetos e relatórios a serem apreciados.
§ 3º O prazo de convocação poderá ser reduzido, em caso de urgência, podendo a pauta ser
comunicada verbalmente, devendo a coordenação justificar o procedimento.
§ 4º As reuniões só ocorrerão quando se obtiver o quorum mínimo da metade mais um dos
membros.
§ 5º Serão consideradas aprovadas as propostas que obtiverem maioria dos votos favoráveis
dos presentes.
§ 6º De cada reunião será lavrada ata, assinada pelo secretário, que será discutida e submetida
a voto na reunião seguinte e, sendo aprovada, subscrita pelo presidente e pelos demais
membros presentes.
Art. 5º O comparecimento às reuniões, exceto os membros representantes da sociedade civil
organizada, é obrigatório e tem precedência sobre qualquer outra atividade.
§ 1º Perderá o mandato o membro que, sem causa aceita como justa, faltar a três reuniões
consecutivas ou a cinco alternadas.
§ 2º O representante discente que tenha participado de reuniões da Comissão Própria de
Avaliação, em horário coincidente com atividades acadêmicas, terá direito a recuperação de
aulas e trabalhos escolares.
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CAPÍTULO IV
DA EXECUÇÃO DA AUTO-AVALIAÇÃO
Art. 6º O processo de avaliação interna, coordenado pela Comissão Própria de Avaliação,
desde a fase de elaboração conceitual até a confecção de relatórios, deverá ser divulgado para
a comunidade acadêmica, pelos meios de comunicação usuais da instituição.
Art. 7º A Comissão Própria de Avaliação deverá ter pleno acesso a todas as informações
institucionais, exceto as que envolverem sigilo.
Art. 8º A Comissão Própria de Avaliação poderá requerer informações sistematizadas de
todas as unidades administrativas da Faculdade Nossa Cidade.
Parágrafo Único. As informações solicitadas deverão ser fornecidas dentro do prazo
estabelecido pela Comissão Própria de Avaliação.
Art. 9º A IES deverá fornecer à Comissão Própria de Avaliação as condições materiais, de
infra-estrutura e recursos humanos necessárias à condução de suas atividades.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 10º. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Própria de Avaliação.
Art. 11º. Este Regimento poderá ser modificado no todo ou em parte, com aprovação do
Conselho Superior Acadêmico.
Art. 12º. O presente regimento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho
Superior Acadêmico, revogando-se as disposições em contrário.
4.12 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem no Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Ambiental é realizado a partir de procedimentos internos e externos.
A avaliação externa do processo de ensino-aprendizagem é efetivada, conforme
Legislação específica.
A avaliação interna do processo de ensino-aprendizagem, responsabilidade da
Instituição é realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo como objetivos:
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I – Diagnosticar as condições de construção de conhecimentos, hábitos, habilidades,
competências, atitudes e valores apresentados pelos alunos, em relação à programação
curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa do processo de ensino aprendizagem; e, o desenvolvimento oferecido pela Instituição, registrando seus progressos e
dificuldades no sentido de orientar a busca de alternativas para o seu aperfeiçoamento;
II – Possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem;
III – Orientar os alunos quanto aos esforços necessários para superar suas dificuldades de
aprendizagem;
IV – Possibilitar que os docentes avaliem a adequação do processo de ensino-aprendizagem
que desenvolvem com seus alunos, identificando pontos fortes, para aperfeiçoá-los e pontos
fracos, no sentido de buscar alternativas para sua superação;
V – Fundamentar as decisões do Colegiado de Curso quanto à necessidade de procedimentos
concomitantes ou intensivos que contribuam para a superação de dificuldades registradas
pelos alunos ao longo do processo de ensino, aprendizagem, educação e desenvolvimento;
VI – Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares
programados pelo corpo docente;
VII – Orientar o processo de aperfeiçoamento dos docentes da Instituição de forma a capacitálos para trabalho de maior qualidade.
A avaliação assume caráter de elemento integrador entre a aprendizagem, o ensino e a
pesquisa são entendidos como um conjunto de ações cujo objetivo é a orientação da
intervenção pedagógica no sentido de garantir melhor aprendizado para o aluno, servindo ao
professor como elemento de reflexão contínua sobre a sua prática educativa, possibilitando a
busca de maior qualidade ao trabalho desenvolvido a partir da consciência dos avanços,
dificuldades e possibilidades apresentadas pelos alunos.
Considerada especialmente como processo diagnóstico, investigativo, mediador, a
avaliação possibilita a elaboração e revisão do Projeto Pedagógico Institucional, dos Projetos
Pedagógicos de Curso e dos Projetos Pedagógicos dos Componentes Curriculares de cada
curso oferecido para que possam corresponder às reais condições, necessidades e
possibilidades de sua clientela e das exigências da sociedade contemporânea.
A avaliação do desempenho dos alunos no processo de ensino, aprendizagem,
educação e desenvolvimento, em cada componente do quadro curricular, será um processo
contínuo e cumulativo:
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I – Exercido pelo professor ao longo do período letivo, nos momentos e situações que julgar
mais convenientes, utilizando-se dos instrumentos, critérios e condições que julgar adequados,
previstos no seu Projeto Pedagógico de Componente Curricular e em consonância com a
Proposta Pedagógica Institucional e de Curso;
II – Desenvolvido a partir dos objetivos propostos, procurando estabelecer o grau de
progresso do aluno e o levantamento de suas dificuldades e dos meios e estratégias para a sua
superação;
III – Efetivado com prevalência de aspectos qualitativos sobre os quantitativos, dos resultados
obtidos ao longo de todo o período acadêmico considerado, sobre eventuais avaliações
realizadas ao seu final;
IV – Que envolve a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade, além da
avaliação do desempenho pessoal e ético dos alunos, na forma de avaliação de atitudes
relativas a sua própria pessoa, às de sua convivência próxima ou remota ao ambiente na qual
está inserido e as exigências da sociedade.
O aluno que não apresentar os progressos previstos em relação aos objetos propostos
poderá ser submetido à prática de atividades que contribuam para a superação das
dificuldades por ele apresentadas, ao longo do processo de ensino, aprendizagem, educação e
desenvolvimento.
As atividades destinadas a auxiliar o aluno a superar suas deficiências de
aprendizagem, que exigirem subsídios financeiros extras, deverão ser viabilizados pela
Direção, com aval da Entidade Mantenedora, antes do seu início.
A avaliação do rendimento acadêmico observará os seguintes critérios:
I – Possibilidade de aceleração de estudos para alunos com dificuldades de aprendizado;
II – Possibilidade de avanço nos cursos e nos períodos mediante verificação do aprendizado;
III – Aproveitamento de estudos concluídos com êxito.
A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas é obrigatória, permitida apenas
aos alunos matriculados.
A verificação e registro da frequência dos alunos são de responsabilidade do professor,
e o seu controle, da Secretaria Acadêmica.
Para os alunos em regime especial de estudos não serão computadas, para o cálculo do
percentual mínimo obrigatório de frequência, as faltas correspondentes ao período definido
para esse regime, efetivado na forma de exercícios domiciliares, com acompanhamento da
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
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Instituição, sempre que compatível com seu estado de saúde e as possibilidades do
estabelecimento destinado aos alunos que comprovarem, por meio de atestado médico, serem
portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismos, distúrbios agudos
que o impossibilitem de frequentar, durante certo tempo à escola, bem como os casos de
alunas gestantes e outras situações previstas em Legislação específica.
5. CORPO DOCENTE
5.1 ATUAÇÃO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Núcleo Docente Estruturante foi concebido com o intuito de qualificar o
envolvimento docente no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do
Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental.
5.1.1 COMPOSIÇÃO DO NDE
Os docentes que compõem o NDE possuem papel fundamental na estruturação,
implantação e implementação do Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
O NDE realiza reuniões periódicas no intuito de discutir as ações a serem realizadas
para o desenvolvimento das atividades acadêmicas e a atualização do PPC. O NDE é
composto por 5 dos docentes do curso, conforme quadro abaixo:
Nome
Edmarques Zanotti
Titulação
Mestre
Esther Cosso
Mestra
Luiz Fidelis Barreira Junior
Mestre
Renato José Paes
Mestre
Valdir Luiz Lopes
Doutor
5.1.2 TITULAÇÃO DO NDE
Dos professores que integram o NDE – Núcleo docente Estruturante, 100% possuem
formação em Programas de Stricto Sensu.
Nome
Formação Acadêmica
Titulação
96
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Edmarques Zanotti
Ciências Biológicas
Mestre
Esther Cosso
Administração
Mestra
Luiz Fidelis Barreira Junior
Direito
Mestre
Renato José Paes
Geografia
Mestre
Valdir Luiz Lopes
Linguagem e Educação
Doutor
5.1.3 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO NDE
Da equipe de docentes que compõe o NDE, 100% possuem experiência profissional de
mais de 3 anos e 100% possuem experiência docente superior a 3 anos.
EXPERIÊNCIA
NOME DO PROFESSOR
DOCENTE
NÃO-DOCENTE
+3
-3
+3
-3
ANOS
ANOS
ANOS
ANOS
Edmarques Zanotti
5
21
Esther Cosso
10
32
Luiz Fidelis Barreira Junior
17
35
Renato José Paes
13
10
Valdir Luiz Lopes
18
11
PORCENTAGEM (%)
100%
0%
100%
0%
TOTAL
5
0
5
0
5.1.4. REGIME DE TRABALHO DO NDE
Dos 5 docentes que integram o NDE, 100% possuem contratação em tempo integral
ou parcial sendo 4 em tempo integral.
Nome
Titulação
Regime de Trabalho
Edmarques Zanotti
Mestre
Tempo Integral
Esther Cosso
Mestra
Tempo Integral
Luiz Fidelis Barreira Junior
Mestre
Tempo Integral
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Renato José Paes
Mestre
Tempo Parcial
Valdir Luiz Lopes
Doutor
Tempo Integral
5.2.
ATUAÇÃO DO COORDENADOR
O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, Professor
Mestre Edmarques Zanotti.
Formação Acadêmica: Graduado e Licenciado em Ciências Biológicas pelo Centro
Universitário UNIFIEO, Mestre em Tecnologia Ambiental pelo Instituto de Pesquisas
Tecnológicas do Estado de São Paulo- IPT.
Experiência Acadêmica:
FNC - Faculdade Nossa Cidade- Professor nos cursos de Administração de empresas, CST em
Gestão Ambiental - Atual;
FNC - Faculdade Nossa Cidade- Coordenador do Curso de Gestão Ambiental- Atual;
Experiência Profissional não docente:
Prefeitura do Município de São Paulo - Cargo: Coordenador de Educação Ambiental da
Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo- SVMA/PMSP – De 2010 a
2013;
Fortaleza Dedetizadora e Desentupidora Ltda – Cargo: Gerente de qualidade e Responsável
técnico – de 2008 a 2010;
Fuji Service Brasil Ltda – Cargo: Gerente Operacional das equipes de dedetização – De 2007
a 2008;
Tecnocell Agroflorestal Ltda – Cargo: Promotor de vendas; Assistente de desenvolvimento de
produtos controladores de pragas urbanas – De 2006 a 2007;
Vitex PCO House Ltda – Cargo: Vendedor de Produtos veterinários e controladores de pragas
– De 01/2006 a 06/2006;
ICB IV/USP – Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – Cargo:
Estágio temporário no Biotério – De 08/2005 a 11/2005;
98
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
5.2.1. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO COORDENADOR
O Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, Professor
Edmarques Zanotti, possui Mestrado em Tecnologia Ambiental e Graduação em Ciências
Biológicas. Sua formação acadêmica e experiência profissional mantêm pertinência
acadêmica e pedagógica com a área do curso. Iniciou as atividades nesta IES em Agosto de
2011. Atualmente mantém, na Instituição, tempo integral cumprindo 40 horas de trabalho.
O perfil profissional do Coordenador compõe-se por um conjunto de elementos que
perpassam por saberes adquiridos ao longo da trajetória de sua formação docente. No âmbito
da FNC, as ações cotidianas revelam um perfil empreendedor, uma vez que elas favorecem a
implementação de mudanças que propiciam a melhoria do nível de aprendizado, estimulam o
senso crítico e a criatividade de todos os envolvidos no processo educacional.
A gestão acadêmica do Coordenador está comprometida com o planejamento
estratégico da Faculdade Nossa Cidade (PDI, PPI, PPC), por isso participa de forma sistêmica
do processo decisório e revela conhecer e executar muito bem a proposta do PPC do Curso
Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental.
As ações do Coordenador indicam também compromisso com a qualidade das práticas
pedagógicas e melhoria contínua do curso por meio da adoação de mecanismos de verificação
de níveis de satisfação do corpo discente e corpo docente; dedicação à administração
acadêmica, carga horária suficiente, compatível com número de professores, alunos e turnos
do curso; articulação direta junto à comunidade acadêmica.
O coordenador do CST em Gestão Ambiental da FNC comprova experiência
profissional no magistério superior de aproximadamentre 3 anos. As atividades docentes são
realizadas principalmente nos cursos de Gestão Ambiental e Administração de Empresas. No
cotidiano escolar do ensino superior, orienta trabalhos de conclusão de curso, participa de
bancas de avaliação de trabalhos de conclusão de curso, ministra palestra em eventos
didáticos e científicos promovidos pela FNC e por outras instituições, é responsável pela
condução integral do processo pedagógico.
Dirige o Colegiado do curso, promove, ad referendum deste, a escolha e a seleção de
novos professores para o quadro, acompanha diuturnamente o desempenho dos docentes,
quanto ao cumprimento dos programas e avaliações, bem como o desempenho didático em
sala de aulas.
99
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
5.3 PERFIL DOS DOCENTES
5.3.1 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE
O corpo docente do CST em Gestão Ambiental é composto de profissionais com
titulação adequada às disciplinas para as quais foram designados, e todos são contratados pelo
Regime de Trabalho CLT.
O corpo docente é integrado por 16 professores apresentando o seguinte perfil: 11
(69%) dos docentes do curso possuem titulação obtida em Programas de Pós Graduação
Stricto Sensu, sendo 03 (19%) com Titulação de Doutor:
TITULAÇÃO POR TIPO DE
QTDE
%
PROGRAMA
Stricto Sensu
11
68,5
Lato Sensu
05
31,5
TOTAIS
16
100
TITULAÇÃO
QTDE
%
Doutor
3
19
Mestre
8
50
Especialista
5
31
TOTAIS
16
100
5.3.2 ADEQUAÇÃO DA FORMAÇÃO
A Faculdade Nossa Cidade oferta 24 disciplinas obrigatórias e 1 optativa nos 4
semestres de funcionamento do CST em Gestão Ambiental e conta com 16 professores; 03
100
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
(19%) possuem título de doutor, 08 (50%) possuem o título de mestre e 05 (31%) possuem o
título de especialista. O quadro a seguir apresenta o perfil dos professores que integram o
corpo docente do Curso.
Quadro: Adequação do Corpo Docente do Curso
NOME
GRADUAÇÃO
FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA
TIT.
DISCIPLINAS
ÁREA
Problemas Ambientais
Bacharelado e
Edmarques Zanotti
Licenciatura em
Contemporâneos;
Mestre
Tecnologia Ambiental Sistemas de Gestão
Ciências Biológicas
Ambiental e Integrada;
PIO I, II e III.
Gestão de Resíduos
Ana Soraya Nascimento
Sechin
Quimica
Especialista
Controle e Gestão
Ambiental
Sólidos, Efluentes e
Emissões;
Química e Saneamento
Ambiental
Gestão Financeira
Cesar Ricardo Leite
Administração de
empresas
Mestre
Administração de
empresas
Avaliação de Impacto
Ambiental e
Edgard Joseph Kiriyama
Engenharia
Ambiental
Especialista
Tecnologias
EIA/RIMA;
Ambientais
Sistema de
Informacoes
Geograficas
Eduardo Antonio
Bonzato
Mestre
História
Educação Ambiental;
História
Doutor
101
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Mestre Em
Bacharel em
Esther Cosso
Mestre
Administração
Especialista
Gestão de Negócios e
Administração de
Empresas
Tecnologia
Bacharel em
Luiz Carlos Correa
Especialista
Ciências Jurídicas e
Sociais
Mestre
Especialista
Luiz Fidelis Barreira Jr.
Direito Educacional
empreendedorismo
Ambiental
Direito Ambiental
Direito com ênfase em PIO IV
Direito do Trabalho
Direito
Sistema de
Informaçoes
Especialista
Mestra
Negócios
Administraçao de
Letras
Meire Patrícia
Estatísticas.
Problemas Ambientais
Contemporâneos
Especialista
Silvestres
Especialista
Direito ambiental
Especialista
Sistemas de
empresas
Manejo de Animais
Ciencias Biólogicas
Administração de
Informações e
Especialista
Domingues
Corporativa e
Ambiental
Gestao Ambiental
Medeiros do Prado
Administração
Ciências da Engenharia
Administraçao de
Maria Izabel Barbosa de
Pessoal e Profissional;
Bacharel em Direito
Mestre
Marcia Amorim Santos
Desenvolvimento
Educacao ambiental
Informática Aplicada à Leitura e Produção
Educação
Textual;
Especialista
Ensino-aprendizagem
Licenciatura em
da Lingua Portuguesa
Pedagogia
Mestre
Lingua Portuguesa
102
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Homem e Sociedade;
Renato José Paes
Geografia
Mestre
Analise Geoambiental
Introdução ao
Pensamento
Geográfico
Tecnologia em
Ricardo Motta
Administração de
Pequenas e Médias
Fundamentos da
Especialista
Logística empresarial e Administração
Supply Chain
Empresas
Doutor
Valdir Luiz Lopes
Linguagem e Educação Metodologia da
Licenciatura Letras
Pesquisa
Mestre
Língua Portuguesa
Gerenciamento de risco
Doutor
Walter Aloisio Santana
Engenharia Civil
Mestre
Engenharia Naval e
Oceânica
e recuperação de áreas
degradadas
Engenharia Naval e
Oceânica
Fátima Cristina Martins
Licenciatura Plena
Puga
em Letras
Educação da Pessoa
Especialista
LIBRAS
com Deficiência da
Audiocomunicação
5.3.3 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE
O regime de contratação, sempre sob a égide da legislação trabalhista, obedecerá aos
critérios definidos pela Instituição, que privilegia os docentes com melhor qualificação
acadêmica na contratação pelos regimes de Tempo Integral (TI), Tempo Parcial (TP) e
Horista (H), de modo a assumirem responsabilidades de atividades de ensino e pesquisa.
Na carga de horas-atividades distribuídas aos docentes, para desenvolvimento de
projetos e programas de ensino, pesquisa e extensão, quanto maior a qualificação do
professor, maior será o percentual de horas/atividades.
103
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Na distribuição da jornada horária dos professores estão incluídas, além das tarefas de
ministrar de aulas, preparação, aplicação e correção de provas, testes ou exames; tempo para
orientação discente, participação em projetos de pesquisa e extensão, em atividades culturais,
em gestão acadêmica, orientação de trabalho de conclusão de curso, de estagiários e
participação em programas de capacitação docente.
O regime de trabalho do corpo docente, do CST em Gestão Ambiental está distribuído
da seguinte maneira: 6 (38%) dos professores em regime de Tempo Integral, 04 (24%)
professores em regime de Tempo Parcial e 06 (38%) no regime Horista, conforme se verifica
no quadro a seguir.
REGIME
CARACTERIZAÇÃO
(conforme Portaria Normativa MEC nº 40, de 29 de dezembro de 2010)
QTDE
%
Docente contratado com 40 horas semanais de trabalho na mesma instituição,
Docentes em
reservado o tempo de pelo menos 20 horas semanais a estudos, pesquisa,
tempo integral
trabalhos de extensão, gestão, planejamento, avaliação e orientação de
6
38
4
24
6
38
16
100
estudantes.
Docentes em
tempo parcial
Docente contratado atuando com 12 ou mais horas semanais de trabalho na
mesma instituição, reservado pelo menos 25% do tempo para estudos,
planejamento, avaliação e orientação de estudantes.
O regime de trabalho horista corresponde ao docente contratado pela
Docentes horistas instituição exclusivamente para ministrar aulas, independentemente da carga
horária contratada, ou que não se enquadre em outros regimes de trabalho.
Totais
Dos 16 (dezesseis) professores que integram o quadro de docentes do CST em Gestão
Ambiental 10 (62%) possuem contratação sob o Regime de Tempo Integral e Parcial.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
5.3.4 DEDICAÇÃO AO CURSO
A seguir apresentamos tabela detalhada contendo a distribuição das Cargas Horárias
semanais dos Professores de acordo com as atividades desenvolvidas na IES.
Carga Horária em
Titulação
Professor

Regime de
Carga
Trabalho
Horária

na IES
Carga
Horária
Carga
Atividades
Horária
Complementares
em
(atendimentos a
outros
alunos, extensão,
cursos
pesquisa,
no
Curso
coordenação)
1. Ana Soraya Nascimento Sechin
Especialista
Horista
3
3
0
00
1. Cesar Ricardo Leite
Mestre
Integral
40
3
17
20
2. Edgard Joseph Kiriyama
Especialista
Parcial
16
6
6
04
3. Edmarques Zanotti
Mestre
Integral
40
9
6
25
4. Eduardo Antonio Bonzato
Doutor
Parcial
15
3
6
06
5. Esther Cosso
Mestre
Integral
40
6
14
20
6. Fátima Cristina Martins Puga
Especialista
Horista
10
3
07
00
7. Luiz Carlos Correa
Mestre
Integral
40
3
13
24
8. Luiz Fidelis Barreira Jr.
Mestre
Integral
40
3
17
20
9. Marcia Amorim Santos
Mestre
Horista
5
3
2
00
10. Maria Izabel Barbosa de Medeiros
Especialista
Horista
3
3
0
00
do Prado
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
11. Meire Patrícia Domingues
Mestre
Parcial
12
3
5
04
12. Renato José Paes
Mestre
Horista
6
3
3
00
13. Ricardo Motta
Especialista
Horista
6
3
3
00
14. Valdir Luiz Lopes
Doutor
Integral
40
3
3
34
15. Walter Aloisio Santana
Doutor
Parcial
20
3
07
10
5.3.5 TEMPO DE EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR OU EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO
PROFISSIONAL
Dos 16 (dezeseis) professores que compõem o quadro de Docentes do Curso Superior
de Tecnologia em Gestão Ambiental, 16 (100%) possuem dois anos ou mais de experiência
no magistério superior.
Quanto à experiência profissional fora do magistério, do total de 16 professores, 16
(100%) possuem três anos ou mais de experiência profissional.
O quadro seguinte resume o perfil da experiência profissional dos professores
indicados:
EXPERIÊNCIA
DOCENTE
NOME DO PROFESSOR
NÃO-DOCENTE
MAGISTÉRIO
SUPERIOR
+ 2 ANOS
- 2 ANOS
+ 3 ANOS
Ana Soraya Nascimento Sechin
02
25
Cesar Ricardo Leite
22
31
Edgard Joseph Kiriyama
02
10
Edmarques Zanotti
05
16
Eduardo Antonio Bonzato
13
10
Esther Cosso
10
32
Fátima Cristina Martins Puga
35
04
Luiz Carlos Correa
10
15
Luiz Fidelis Barreira Jr.
17
35
Marcia Amorim Santos
02
13
05
10
Meire Patrícia Domingues
08
15
Renato José Paes
13
10
Maria Izabel Barbosa de Medeiros do
Prado
- 3 ANOS
106
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Ricardo Motta
4
15
Valdir Luiz Lopes
20
24
Walter Aloisio Santana
10
13
Total
16
16
PERCENTUAL
100%
100%
5.4. COLEGIADO DE CURSO
Atendendo à Legislação vigente e ao Regimento Interno da FNC, o Curso Superior de
Tecnologia em Gestão Ambiental constitui seu Colegiado de Curso a partir de suas atividades
acadêmicas. De acordo com os artigos 17 a 19 do Regimento Interno da FNC:
Artigo 17 - Cada curso terá um Colegiado de Curso constituído de 5 (cinco) membros, sendo
3 (três) docentes, o Coordenador de Curso e um representante do Corpo Discente.
§ 1º- Os docentes serão indicados por seus pares para o mandato de 3 (três) anos, com direito
à recondução.
§ 2º- O representante do Corpo Discente deve ser aluno do Curso, com frequência regular,
indicado por seus pares, para mandato de 2 (dois) anos letivos, com direito a recondução.
Artigo 18 - Compete ao Colegiado de cada Curso:
I – garantir que sejam estabelecidas e mantidas as relações didático-pedagógicas das
disciplinas do curso, respeitando os objetivos e o perfil do profissional, definido no projeto
pedagógico do curso;
II – deliberar sobre normas, visando a compatibilização dos programas, cargas horárias e
planos de ensino das disciplinas componentes da estrutura curricular, com o perfil do
profissional objetivado pelo curso, considerando as instruções do Núcleo Docente
Estruturante NDE e Atos do Conselho Superior Acadêmico;
III – acompanhar a evolução das necessidades sociais, no sentido de adequar às exigências da
comunidade;
IV – solicitar à Direção Geral, quando necessário, competente assessoramento didáticopedagógico;
V – deliberar sobre mecanismos de aferição de rendimento escolar, obedecidas às normas
aprovadas pelo Conselho Superior Acadêmico;
VI – apreciar as solicitações de aproveitamento de estudos de disciplinas do Currículo do
curso de graduação, segundo plano de estudo elaborado pelo Coordenador do Curso;
107
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
VII – apreciar, em primeira instância, as propostas de criação, reformulação, desativação,
extinção ou suspensão temporária de oferecimento de cursos de extensão;
VIII – apreciar o projeto pedagógico do curso, elaborado de acordo com as orientações do
Núcleo Docente Estruturante.
Artigo 19 - O Colegiado de Curso reúne-se, no mínimo, 1 (uma) vez por semestre e,
extraordinariamente, por convocação do Coordenador de Curso, ou de 2/3 (dois terços) de
seus membros, devendo constar da convocação a pauta dos assuntos a serem tratados.
Fazem parte do Colegiado de Curso do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental:
NOME
REPRESENTAÇÃO
Carlos Napoleão da Silva Junior
Aluno
Edmarques Zanotti
Coordenador
Maria Izabel Medeiros do Prado
Professor
Renato José Paes
Professor
Valdir Luiz Lopes
Professsor
6. INFRAESTRUTURA
6.1 ESPAÇO FÍSICO GERAL
As edificações onde se desenvolvem os cursos da Faculdade Nossa Cidade
caracterizam-se por áreas projetadas para atender as especificações de um ambiente de ensino,
oferecendo toda infra-estrutura necessária para o desenvolvimento de seus cursos. Vale
ressaltar nosso pleno atendimento para acesso dos portadores de necessidades especiais,
conforme estabelece o Decreto nº. 5.296/2004.
6.1.1 PLANO DE EXPANSÃO FÍSICA
As instalações físicas da Faculdade Nossa Cidade são suficientes para os cursos que a
Instituição oferece até o momento. A expansão física se dará de acordo com o aumento da
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
demanda. Atualmente, a FNC conta com o Campus Pignatari, localizado na Avenida
Francisco Pignatari, 630, Vila Gustavo Correa, na cidade de Carapicuíba – SP.
6.1.2 ESPAÇO FÍSICO ATUAL
As instalações da FNC foram projetadas para atender a boa qualidade da prática
pedagógica. Os ambientes são arejados, com iluminação natural e artificial adequadas. O
dimensionamento dos diversos espaços físicos proporciona conforto, atendendo às
necessidades de toda comunidade acadêmica.
O mobiliário, em sua maioria, foi planejado especialmente para otimização dos
espaços, atende de forma adequada às necessidades dos usuários dos diversos setores.
As salas de aula estão equipadas com cadeiras ergonômicas em resina, lousas, mesa e
cadeira para professor, telas para projeção, ventiladores de parede e retroprojetores.
No Campus Pignatari encontram-se instadados os departamentos e setores de decisão
tanto administrativos quanto acadêmico-pedagógicos, conforme demonstrado a seguir.
6.2 DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO POR DEPENDÊNCIA
6.2.1 BLOCO/ ANDAR – CAMPUS PIGNATARI
A FNC vem cumprindo seu plano de desenvolvimento institucional, e em julho de
2012 finalizou as obras de ampliação do 3º bloco de um total de 8 do Campus Pignatari. O
projeto de ampliação contempla a construção de mais 35.655,65 m² (trinta e cinco mil
seiscentos e cinquenta e cinco metros quadrados), os quais serão utilizados para acomodação
dos novos cursos previstos no PDI.
6.2.2 DISTRIBUIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO POR DEPENDÊNCIA – BLOCO/ ANDAR
FNC - Faculdade Nossa Cidade
Campus Pignatari
Rua Francisco Pignatari, 630, Vila Gustavo Correa - Carapicuíba-SP
PAVIMENTOS
ÁREA EM M²
BLOCO 1
Térreo
Biblioteca
279,00
Secretaria
20,00
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
02 Laboratórios de Informática
140,00
Sala NDE/CPA/Sanitário
42,00
Cobrança
40,00
Átrio da Entrada
95,00
Servidor
6,00
Escadas e depósito
42,00
Sanitários Fem./ Masc./ Nec.Esp.
42,00
Corredor
42,00
Total do andar Térreo
748,00
1º andar
Direção
116,00
Marketing
8,00
Departamento de Pessoal
22,00
02 Laboratórios de Informática
140,00
Secretaria
60,00
Sala dos Professores
126,00
Sala da Coordenação
110,00
Sala de Reunião
40,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc./ Nec.Esp.
42,00
Corredor
42,00
Total do 1º andar
748,00
2º andar
08 Salas de aula
622,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc./ Nec.Esp.
42,00
Corredor
42,00
Total do 2º andar
748,00
3º andar
08 Salas de aula
622,00
Escadas e depósitos
42,00
110
CENTRO EDUCACIONAL NOSSA CIDADE LTDA
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Avenida Francisco Pignatari, 630 – Vila Gustavo Correa – Carapicuíba – Fone: 4185-8410
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Sanitários Fem./ Masc./ Nec.Esp.
42,00
Corredor
42,00
Total do 3º andar
748,00
4º andar
01 Área Técnica
14,00
08 Laboratórios
608,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc./ Nec.Esp.
42,00
Corredor
42,00
Total do 4º andar
748,00
Lateral
Rampas de acesso 300m²/ andar.
1.200,00
Corredores 70m²/ andar.
280,00
Total da Lateral
1.480,00
Total da Área do Bloco 1
5.220,00 M2
BLOCO ANEXO I
PAVIMENTOS
ÁREA EM M²
ANDAR TÉRREO
Área Esportiva
Piscina
312,50
Quadra 1
540,00
Quadra 2
540,00
Campo de Futebol (gramado)
636,00
Vestiários e sanitários
75,60
Corredores e arredores
1.915,90
Total Bloco Anexo I
4.020,00 M2
BLOCO 2
Térreo
Cantina / Pátio
362,00
Copiadora
42,00
Auditório
308,00
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Escadas
36,00
Total do andar Térreo
748,00
1º andar
09 salas de aula
670,00
Escadas
36,00
Corredor
42,00
Total do 1º andar
748,00
2º andar
09 salas de aula
670,00
Escadas
36,00
Corredor
42,00
Total do 2º andar
748,00
3º andar
08 salas de aula
670,00
Escadas
36,00
Corredor
42,00
Total do 3º andar
748,00
4º andar
08 Salas de aula
618,00
01 Sala de atividades rítmicas
52,00
Escadas
36,00
Corredor
42,00
Total do 4º andar
748,00
Total da Área do Bloco 2
3.740,00 M2
BLOCO 3
Térreo
04 Cantinas / Pátio
664,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem. / Masc.
42,00
Átrio de entrada pelo estacionamento
72,00
Total do andar Térreo
820,00
112
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
1º andar
09 Salas de aula
698,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc.
38,00
Corredor
42,00
Total do 1º andar
820,00
2º andar
09 Salas de aula
698,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc.
38,00
Corredor
42,00
Total do 2º andar
820,00
3º andar
09 Salas de aula
646,00
Audiovisual
30,00
NAP – Atendimento Psicopedagógico
12,00
Enfermaria
10,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc.
38,00
Corredor
42,00
Total do 3º andar
820,00
4º andar
09 Salas de aula
676,00
NUE – Núcleo de Estágio
12,00
Atlética
10,00
Escadas e depósitos
42,00
Sanitários Fem./ Masc.
38,00
Corredor
42,00
Total do 4º andar
820,00
Total da Área do Bloco 3
4.100,00 M2
Total Geral Fase 3
17.080,00 M2
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Total de Área do Terreno
19.288,74 M2
Blocos 4 a 8 - obras futuras
19.775,65 M2
6.3 CONDIÇÕES DE SALUBRIDADE DAS INSTALAÇÕES ACADÊMICAS
As instalações físicas a serem utilizadas por alunos, professores e usuários do Curso
Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental apresentam condições de salubridade
satisfatórias às exigências técnicas. Os mantenedores atentaram para oferecer maior conforto,
comodidade e segurança, orientando-se pela ABNT - Associação Brasileira de Normas
Técnicas.
As salas de aula e as demais instalações acadêmicas são adequadas às atividades a que
se destinam, apresentando condições de salubridade, espaço suficiente, boa iluminação, sendo
ainda ventiladas e com boa acústica.
6.3.1 SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES
A sala dos professores encontra-se no primeiro andar do Bloco 1 e é utilizada por
todos os docentes da Instituição. Está equipada com 4 terminais de computadores ligados a
Internet, para uso exclusivo, escaninhos para comunicação entre professores/administração e
coordenação, mesas e cadeiras estofadas.
A sala de reuniões, em frente à sala dos Professores, está equipada com mesa para
reuniões, cadeiras estofadas, microcomputador ligado a Internet e sistema de ar condicionado.
As instalações para docentes atendem de maneira plenamente satisfatória os requisitos
de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária
à atividade proposta.
6.3.2 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES
Os Gabinetes para trabalhos dos Professores encontram-se localizados junto às salas
dos professores e são destinados àqueles docentes com Contratação de Regime de Tempo
Integral ou Parcial.
6.3.3 SALAS DE AULA
As salas de aula estão equipadas com cadeiras ergonômicas em resina, lousas, mesa e
cadeira para professor, telas para projeção, ventiladores de parede e retroprojetores.
114
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
As salas de aula previstas para o curso atendem plenamente aos requisitos de
dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à
atividade educacional proposta.
6.3.4 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
A Faculdade Nossa Cidade possui atualmente 4 laboratórios de informática com 150
máquinas ligadas à Internet, mais 10 terminais disponibilizados na Biblioteca. O horário de
funcionamento é de 2ª à 6ª feira, das 7h às 22h30 e aos sábados das 8h às 17h.
Atualmente a FNC conta com um quadro de 4000 alunos, para 160 máquinas obtendo
uma média de 25 alunos por computador.
6.4
BIBLIOTECA
6.4.1 LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA
O acervo da bibliografia básica para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental foi totalmente adquirido em quantidade suficiente para atender de maneira
plenamente satisfatória o corpo discente do Curso. Cada disciplina possui 3 (três) títulos na
Bibliografia Básica, a qual está atualizada e pertinente para o bom desenvolvimento do Curso.
6.4.2 LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
O acervo da Bibliografia Complementar para o Curso Superior de Tecnologia em
Gestão Ambiental foi totalmente adquirido em quantidade suficiente para atender de maneira
plenamente satisfatória o corpo discente do Curso. Cada disciplina possui 5 (cinco) títulos na
Bibliografia Complementar, a qual está atualizada e pertinente para o bom desenvolvimento
do Curso possuindo 2 (dois) exemplares para cada título.
6.4.3 PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
A Biblioteca da Faculdade Nossa Cidade possui assinatura de diversos periódicos
especializados, indexados e correntes nas principais áreas do Curso Superior de Tecnologia
em Gestão Ambiental. No sítio da Biblioteca os alunos podem ainda obter os links de acesso
aos mais diversos tipos de periódicos informatizados.
6.4.4 POLÍTICAS PARA A BIBLIOTECA
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
É desnecessário dizer que, qualquer Instituição de Ensino Superior só pode existir
apoiada por uma infra-estrutura que lhe dê suporte. Além dos mecanismos administrativos,
alguns recursos acadêmicos se impõem. O primeiro deles é a existência de biblioteca bem
munida, atualizada, informatizada e ágil.
A FNC considera fundamental que as solicitações de livros, recursos contínuos etc,
sejam atendidas de forma a permitir que o corpo discente possa utilizar-se do material
bibliográfico necessário tanto para o ensino, quanto para a pesquisa e a extensão. A existência
de salas de consulta, com um ambiente tranquilo e adequado ao estudo é também essencial.
Para tanto foram elaboradas e estabelecidas as principais políticas, conforme seguem:
 assegurar a expansão, modernização e otimização dos serviços prestados pela
Biblioteca à comunidade acadêmica e à sociedade;
 destinar recursos para atualização e complementação das coleções de livros,
periódicos e outros documentos (mapas, filmes, bases de dados em CDROM e
outros);
 captar recursos que viabilizem a construção de novo prédio para a Biblioteca,
se necessário;
 expandir o acesso on line às informações científicas, tecnológicas, artísticas e
culturais produzidas no Brasil e no exterior;
 destinar, 2% em média, de sua receita líquida auferida para a atualização do
seu acervo bibliográfico.

Dados gerais
A Biblioteca do Campus Pignatari da FNC funciona de 2ª à 6ª feira, das 7h às 22h00 e,
aos sábados, das 8 às 17 horas, totalizando 83 horas semanais. Está sendo classificado o seu
acervo pelo Sistema de Classificação Decimal Universal (CDU) e observadas as Normas do
Código Anglo-Americano – AACR2.
A Biblioteca dispõe de funcionários suficientes para prestar atendimento à
comunidade acadêmica e externa, além do pessoal que presta assistência técnica na área de
informática.
116
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental

Política de Aquisição, Expansão e Atualização de Acervo
A Faculdade Nossa Cidade adota uma política permanente de aquisição e de
atualização demateriais para o acervo. A política de desenvolvimento do acervo é a base para
o crescimento qualitativo e quantitativo do acervo.
 Seleção e aquisição: as políticas de seleção e aquisição são vitais para o
crescimento ordenado do acervo. São elas que oferecem subsídios para
aquisição objetiva e sem desperdícios. Seus principais objetivos são:
 Permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo nas áreas de
atuação da Instituição;
 Identificar os elementos adequados à formação da seleção;
 Estabelecer priopridades de aquisição de material;
 Traçar diretrizes para o descarte de material.
A formação do acervo deve ser constituída através de uma política de aquisição
compatível com os recursos orçamentários da Instituição, priorizando a aquisição de
diferentes tipos de materiais (obras de referências, livros, periódicos, vídeos CD-Rom e
outros).
 Critérios de seleção: quanto à formação de acervo, o material bibliográfico e
audiovisiual deve ser rigorosamentente selecionado, observando os seguintes
critérios:
 Adequação do material aos objetivos dos cursos ofertados;
 Edição atualizada;
 Relevância do autor e/ou editor para o assunto;
 Citação do título em bibliografias, catálogos, índices;
 Preço acessível;
 Língua acessível;
 Número de usuários potenciais.
 Bibliografia básica: os materiais indicados como bibliografias básicas são
indispensáveis para o desenvolvimento das disciplinas e serão adquiridos
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
conforme solicitação do corpo docente. O número de exemplares será
calculado na base de um exemplar para cada dez alunos.
 Bibliografia Complementar: livros necessários à complementação da
bibliografia básica do curso. Serão adquiridos dois exemplares de cada título
indicado, exceto nos casos que haja demanda, ou por solicitação que
justifiquem a necessidade de um número maior de exemplares.
Complementando os critérios para a tomada de decisão, foram definidos critérios para
orientação da quantidade máxima de exemplares que devem permanecer no acervo: livros
clássicos da área: quatro exemplares; livros para mais de uma área: quatro exemplares; livros
de autores consagrados: três exemplares; livros para pesquisa: dois exemplares.
 Prioridade de Aquisição: os materiais que terão prioridade na aquisição
serão: obras (bibliografia básica e complementar); obras de caráter
interdisciplinar ou de áreas interligadas; obras que sejam de interesse para os
cursos de graduação; obras de interesse para novas linhas de investigação ou
complementação de áreas carentes; duplicação de título de uso muito
frequente; reposição de perdas e de obras desgastadas; lançamentos recentes;
assinatura de periódicos relacionados
aos cursos existentes, mediante
indicação dos docentes e coordenadores; base de dados para os cursos de
graduação.
 Fontes de aquisição: é de responsabilidade do Corpo Docente, dos
Coordenadores de Curso e dos alunos estar solicitando a aquisição de novos
livros e periódicos para manter a biblioteca sempre atualizada com o que há
de melhor no mercado, disponibilizando aos alunos um acervo de alta
qualidade para temas de estudos e subsidiar projetos de pesquisa e extensão.
Serão
utilizadas
ainda
como
fontes
de
informação:
bibliografias
especializadas, catálogos e índices temáticos, consulta à Internet.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
 Doação: as aquisições, por doação, de livros e periódicos do interesse da
Biblioteca deverão ser incentivados, principalmente no que se refere às
publicações não comercializadas e as governamentais. Os materiais recebidos
como doações serão submetidos aos mesmos critérios do material comprado.
Cabe ressaltar que a política de aquisição, atualização e expansão do acervo adotada
na FNC, leva em consideração a necessidade da comunidade acadêmica. A premissa é
atender a proposta pedagógica dos cursos, priorizando a bibliografia básica e complementar
adotada, mas enfatiza também a aquisição de títulos sugeridos pelos usuários e os
lançamentos do mercado editorial, no sentido de complementar e diversificar o acervo
necessário à realização das pesquisas acadêmicas.
Assim, o planejamento econômico-financeiro da Faculdade prevê recursos
financeiros para melhoria, atualização e ampliação do acervo. Há previsão orçamentária para
investimento no acervo bibliográfico, correspondente ao padrão UNESCO, isto é, 5% da
Receita Líquida.

Espaço físico
A Biblioteca da FNC está localizada no andar térreo do Bloco 4. Possui atualmente
uma área de mais de 769,35m², destinada ao acervo, administração, informatização e leitura,
sala de estudos em grupo e 20 cabines para estudo individual. Esse espaço está compatível
com a comunidade acadêmica atual. A Biblioteca foi projetada observando o critério de
acústica e conta com iluminação natural e artificial adequadas, a ventilação natural se dá por
meio de portas laterais e amplas janelas localizadas nas paredes externas em toda sua extensão
e a ventilação artificial por meio de ventiladores de parede.

Instalações para estudos individuais
A Biblioteca possui atualmente 20 cabines para estudo individual e 20 cabines
equipadas com microcomputadores com acesso direto à rede mundial (internet), facilitando
assim o estudo por meio de pesquisas que são realizadas on-line.
119
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental

Instalações para estudo em grupo
As instalações para estudo em grupo, da Biblioteca da FNC, encontram-se localizadas
na lateral da mesma, equipadas com:
 40 mesas
 160 cadeiras
 04 salas de estudos em grupo com 01 mesa e 04 cadeiras

Acervo geral
O acervo bibliográfico é atualizado constantemente, por indicação de alunos e
professores, por solicitação da Coordenadoria e da equipe da Biblioteca, em razão de novas
edições ou para atualização dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a
subsidiar projetos de pesquisa e extensão. É prioritária, a aquisição de livros, àqueles
indicados pelos professores como bibliografia básica e complementar de cada disciplina dos
cursos ministrados, em todos os níveis.
O acervo atende apropriadamente às funções de ensino, pesquisa e extensão, em
livros, periódicos (assinaturas correntes), base de dados, vídeos e software.
Além do acervo específico de cada curso, a Biblioteca tem à disposição livros de
referência, acervo abrangente das outras áreas de conhecimento e biblioteca eletrônica, que
podem ser utilizados nos computadores postos à disposição dos alunos, contribuindo para a
formação científica, técnica, geral e humanística da comunidade acadêmica.
O planejamento econômico-financeiro reserva dotação orçamentária para atualização e
ampliação do acervo, correspondendo, em média, a 2% da receita anual.
A Biblioteca tem aproximadamente 3.500 títulos com 14.000 exemplares de livros; 88
títulos de periódicos assinados; 90 vídeos e 153 CD/DVD-Rom. Contudo, a expansão do
acervo dar-se-á segundo o cronograma (conforme demonstrado no quadro a seguir) a ser
adaptado às reais condições de funcionamento da FNC e para atender aos padrões de
qualidade fixados pelo MEC.
120
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
ANO / QUANTIDADE
TIPO DE ACERVO
Livros
2010
2011
2012
2013
2014
TOTAL
700
1050
1.250
1.080
1.008
5.088
1.136
3.942
7.922
9.820
9.122
31.942
Periódicos assinados
25
19
34
19
13
110
Fitas de vídeo
29
23
38
23
17
130
Base de dados
3
3
5
5
5
21
CD/DVD ROM
28
20
104
20
12
184
Jornais e Revistas
4
4
4
4
4
20


Títulos

Exemplares
Informatização
A Biblioteca está informatizada, ligada à base de dados, como COMUT, BIREME,
RENPAC, STM400, EMBRATEL e INTERNET e a outras, de caráter educacional e
científico.
A Biblioteca funciona com as seguintes facilidades:
 acesso remoto (Modem ISDN) Consultas/Reservas do acervo;
 aquisição do acervo eletrônico (DOM/DVD - ROM);
 consultas do acervo em terminais;
 controle de movimentação de acervo (empréstimo/consultas/ cobrança) com
relatórios estatísticos;
 integração com a área acadêmico-administrativa, possibilitando o efetivo controle
na cobrança de livros não devolvidos;
 interligação com redes nacionais e internacionais: outras bibliotecas, como já citado
acima; e
 sistema de controle de acervo: consultas, reservas, empréstimos, cobranças,
cadastramento de contas, etc.
Para o tratamento, a catalogação e armazenamento das informações bibliográficas,
será celebrado convênio com órgão que disponha de um catálogo coletivo de cooperação entre
bibliotecas de todo o Brasil.
121
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
QDE
EQUIPAMENTOS
Servidor Rack – Intel Xeon 20 GB Ram com Storage, funcionando como servidor de todo acervo
gerenciado pelo banco de dados My SQL com software SÁBIO;
Microcomputadores DESKTOP Dual core 4 gb Ram, HD 500 Gb, monitor LED 18.5, Teclado e
mouse ABNT para consultas e pesquisas via web no espaço da Biblioteca conectados a Internet
com Link dedicado de 10 mbp/s
Microcomputadores DESKTOP Dual core 4 gb Ram, HD 500 Gb, monitor LED 18.5, Teclado e
mouse ABNT para consultas e pesquisas via web no espaço da Biblioteca conectados a Internet
com Link dedicado de 10 mbp/s
Impressoras HP Deskjet 820 c/ 600-300 DPI / 8 ppm, com 4Mb de memória.
02
02
26
02
01

Accesspoint Cisco 5.8 ghz para propiciar acesso Wi – Fi no ambiente da biblioteca
Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos
A Biblioteca, por meio do seu quadro de funcionário (bibliotecárias e auxiliares),
orienta pesquisas acadêmicas, com objetivo de auxiliar os usuários a encontrar as informações
necessárias para os seus trabalhos. A Biblioteca promove o acompanhamento durante a
elaboração dos trabalhos de conclusão de curso.
No início de cada ano letivo é elaborado material didático onde constam o
regulamento da biblioteca e os procedimentos necessários para um atendimento adequado. Os
alunos são orientados na realização de trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da
ABNT.

Recursos Humanos
a) Estrutura organizacional
O Serviço de Biblioteca e Documentação tem por responsável 1 (uma) Bibliotecária,
subordinada administrativamente à Diretoria Geral da Faculdade de Nossa Cidade,
assessorada pelos Coordenadores de Curso.
Tem a seguinte organização:
 Bibliotecária Responsável;
 Serviço de Aquisição e Processos Técnicos;
 Serviço de Atendimento ao Usuário.

Serviços
a) Formas de acesso
122
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
Acesso
remoto
(Modem)
Consultas/Reservas
do
Acervo/Acervo
Eletrônico
(DOM/DVD – ROM)/consulta do acervo de terminais/controle de movimentação de acervo
(empréstimo/consulta/ cobrança). Além do acesso informatizado, o aluno pode consultar os
títulos existentes, pelo site da instituição ou dentro do horário de funcionamento da
Biblioteca, e solicitando o empréstimo das obras mediante a apresentação da carteirinha
expedida pela própria Biblioteca.
b) Conservação
A limpeza da Biblioteca está a cargo do pessoal contratado pela mantenedora para
limpeza do estabelecimento. Não existe na Biblioteca serviço de restauração de documentos;
assim, quando ocorrer avarias, o livro será encaminhado à encadernadora.
c) Reprografia
São oferecidos os serviços de reprografia, plastificação e encadernação no mesmo
andar da Biblioteca, na Central de Cópías, observadas as leis vigentes. As máquinas
reprográficas são de propriedade particular, constituindo serviço terceirizado.
d) Tipos de documento
Os documentos que integram o acervo da Biblioteca são: obras de referência, livros,
periódicos, folhetos, fitas de vídeo, DVDs, CD-ROMs.
6.5
LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

Equipamentos
A FNC vem constantemente ampliando e atualizando seus laboratórios de informática
e múltiplas estações de trabalho visando proporcionar aos seus usuários (docentes, discentes,
comunidade e corpo administrativo) acesso permanente à internet. A FNC disponibiliza
através de seu site (www.faculdadeFNC.com.br) endereços eletrônicos de organismos e
instituições de cunho econômico, político e social relevantes aos interesses de sua população
acadêmica.
Os equipamentos audiovisuais e multimídia passam por revisão preventiva semestral e
a aquisição atende à política de expansão e conservação dos mesmos, havendo no Campus
Pignatari uma sala para manutenção dos equipamentos.
123
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
No terceiro andar do Bloco 3 temos a sala de audiovisual, onde se armazenam os
retroprojetores, os projetores multimídia, televisões, vídeos, microfones, filmadora, câmera
fotográfica, aparelhos de som e DVD, esses equipamentos são utilizados pelo corpo docente e
discente com prévio agendamento, junto aos monitores do setor.
Os professores possuem acesso livre, sem restrição de tempo ou horário para a
utilização dos recursos de informática existentes na Instituição.

Acesso aos equipamentos de informática pelos discentes
Os alunos da IES possuem acesso garantido aos recursos de informática, tanto para o
desenvolvimento de trabalhos como para pesquisas à internet em temas pertinentes a sua vida
acadêmica.
Para dirimir dúvidas, bem como para auxiliar os alunos na utilização dos
equipamentos, há no Laboratório um Aluno-Monitor de informática devidamente capacitado
durante todo o horário de funcionamento dos mesmos.
Atualmente estão implementados e em funcionamento quatro Laboratórios de
Informática, que são utilizados pelos discentes, destinando-se à aplicação dos conhecimentos
específicos de cada área, bem como, para o desenvolvimento de habilidades e atividades
extracurriculares, além de terminais instalados na Biblioteca da IES.

Rede de comunicação científica
Todos os computadores da IES possuem acesso direto à Internet, através de banda
larga, propiciando a toda comunidade acadêmica um acesso fácil e rápido a rede mundial.
Por meio da home page da FNC (www.faculdadeFNC.com.br) os alunos podem ter
acesso a vários sites que propiciam informações de interesse acadêmico e profissional, tais
como:
 CCN - Catálogo Coletivo de Publicações Seriadas - http://www.ibic.br/ccn/acesso;
 BIREME - (Biblioteca Regional de Medicina) - http:// www.bireme.br;
 SIBI - Sistema Integrado de Biblioteca – USP - http:// www.usp.br/sibi;
 Mec - Ministério da Educação - http://www.mec.gov.br/;
 Portal do Estagiário - http://www.ciee.org.br/;
 Passe Escolar - http://www.emtusp.com.br/;
 Escola da Família - http://www.escoladafamilia.sp.gov.br/;
124
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
 Núcleo Brasileiro de Estágios - http://www.nube.com.br/;
 CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico http://www.cnpq.br/;
 FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo http://www.fapesp.br/;
 Ministério da Ciência e Tecnologia - http://www.mct.gov.br/;
 FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos - http://www.finep.gov.br/.

Equipamentos de informática
A FNC conta com 150 computadores, disponíveis para o atendimento das atividades
do seu corpo discente.
a) Softwares Aplicativos
SISTEMA OPERACIONAL
Microsoft Windows (todos até último lançamento)
(upgrade permanente)
SISTEMA OPERACIONAL DE REDE
SQL Server / Windows server 2003
PROCESSADORES DE TEXTO
Microsoft Word
(Upgrade permanente)
EDITORAÇÃO ELETRÔNICA
Corel Draw 9.0
Microsoft Publisher
Adobe Acrobat
Microsoft Power Point
Microsoft Project
(Upgrade permanente) – exceto Corel
BANCO DE DADOS
Microsoft Access
SQL Server 2000 / Qtde. Clients livre
PLANILHAS
Microsoft Excel
INTERNET
Microsoft Internet Explorer
Mozilla Firefox
DEMAIS INTEGRANTES DO PACOTE
OFFICE FRONT PAGE
Contrução de Páginas Web
(Upgrade permanente)
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
Microsoft Visual Basic
Microsoft Visio
AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO
RM Sistemas (Projeto Pedg)
Microsoft Office Pro
WinFax Pro
Outros Projetos em andamento
125
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Avenida Francisco Pignatari, 630 – Vila Gustavo Correa – Carapicuíba – Fone: 4185-8410
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
OUTROS
Dicionário Aurélio
FREE
AVG – Antivírus
Ultra VNC
AVG – Antivírus
7.0 e AVG Server. (2 licenses)
Administração e Gerenciamento de Aulas
TRS COMPANY planeja, executa e gerencia todas as aulas
no Laboratório
Os softwares a serem adquiridos pela FNC serão sempre as versões mais recentes,
sendo uma Licença por máquina adquirida. A FNC tem o Contrato de Licença aberta Campus
Agreement da Microsoft que permite utilizar qualquer versão dos Sistemas Operacionais e
Aplicativos citados acima.
b) Relação de Softwares adquiridos

ARHEA - ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS;

GRANA - Controle de contas bancárias e fluxo de caixa, razão de conta
específica;

AABC – Ambiente de Aprendizagem Baseado no Computador;

GRUPPOOTECA;

EVEREST: O Everest é um software de autoria, uma espécie de oficina de
criação, equipado com diversas ferramentas que permitem o desenvolvimento de
projetos multimídia;

DICIONÁRIO PORTUGUÊS – DICIONÁRIO MICHAELIS;

ALMANAQUE ABRIL 99 – Abril Multimídia;

DICIONÁRIO WEBSTER´S – Ingl./Port. E Port./Ingl. – Cd;

ENCICLOPÉDIA ENCARTA 99 – Port. Cd;

NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA – Cd;

SUPER INTERESSANTE – Port. – Cd – Abril Multimídia;

TRS COMPANY – Sistema para laboratórios de Informática em REDE.
CRONOGRAMA DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
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Superior em Tecnologia em Gestão Ambiental
DESCRIÇÃO
Servidor
Estações de Trabalho
QTDE A SER ADQUIRIDA, POR ANO
2009
2010
2011
2012
2013
TOTAL
1
10
0
60
0
60
0
0
1
60
2
190
6.5.1 NORMAS DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
O Regulamento do Laboratório de Informática da FNC trata da regulamentação de
acesso e uso dos Laboratórios de Informática da FNC e aplica-se à toda comunidade
acadêmica, ou seja, Coordenadores de Curso, Corpo Docente, Corpo Discente, colaboradores
Técnico-Administrativos e Comunidade em geral.

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FNC
Os Laboratórios de Informática da FNC funcionam de 2ª a 6ª feira das 8h às 22h30
ininterruptamente e aos sábados das 8h às 16h.
1.
É expressamente proibido fumar, beber ou comer no recinto do laboratório.
2.
É proibido fazer download (baixar) arquivos sem a autorização da coordenação
ou do responsável pelo laboratório; (Salvo arquivos de trabalhos enviados por emails).
3.
Não é permitida a instalação de arquivos executáveis nos computadores, sejam
eles baixados da internet ou contidos em algum tipo de mídia de armazenamento
(disquetes, cds, etc...);
4.
É proibido alterar as configurações dos computadores;
5.
É terminantemente proibida a utilização dos equipamentos para execução de
trabalhos para terceiros. Os computadores são de uso exclusivo de pesquisas e
trabalhos acadêmicos;
6.
É vedada a utilização dos equipamentos do "Laboratório de Informática" para
jogos, para exibição de material pornográfico ou para uso de chats e
comunicadores instantâneos.
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7.
A Internet deverá ser utilizada exclusivamente para pesquisas acadêmicas.
8.
O uso das impressoras do "Laboratório de Informática" é restrito à reprodução
de material estritamente acadêmico.
9.
Interferir de modo prejudicial ou inoportuno em outros trabalhos ou
equipamentos, de propriedade ou não do FNC.
10.
Não remover documentos que não sejam de sua exclusiva propriedade.
11.
Quando o laboratório estiver sendo usado em aula, não é permitido que
acadêmicos, que não pertençam à turma em aula, usem os computadores.
12.
Para utilizar um computador, dirigir-se ao monitor responsável do laboratório.
13.
Não são permitidos sites de entretenimento, comunidades, jogos ou conteúdo
pornográfico.
14.
14. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira das 7 às 22 horas e
aos Sábados das 8 às 16 horas.
A Gerência de T.I. ou Coordenação Pedagógica estão autorizadas a aplicar penalidades
aos que violarem este Regulamento.

Recursos audiovisuais
Os recursos audiovisuais destinam-se a dar suporte nas atividades desenvolvidas pela
IES. Tais recursos, abrangendo diversas áreas do conhecimento, apóiam as metodologias de
ensino adotadas, propiciando à sua comunidade acadêmica o uso de tecnologia educacional
contemporânea.
A FNC dispõe dos seguintes s recursos:

1 Filmadora com tripé;

1 Câmera Fotográfica;

10 Retroprojetores;

100 Telas de 100´

CD Player / DVD-ROM;

40 Projetores Multimídia;

5 Televisores.
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CRONOGRAMA DE RECURSOS AUDIOVISUAIS
QUANTIDADE
TIPO DE EQUIPAMENTO
2009
2010
2011
2012
2013
TOTAL
Projetor Multimídia
05
04
03
02
05
19
Videocassete
0
0
3
0
0
3
Televisor
05
01
01
01
05
13
Retroprojetor
05
01
01
01
05
13
Filmadora
01
0
0
01
01
03
Aparelho de Som
02
01
01
01
01
06
Aparelho de DVD
05
02
02
02
02
13
Máquina Fotográfica
01
01
01
01
01
05
Quadros Móvel
03
01
01
01
01
07
Telas de Projeção
10
25
30
40
40
145

SERVIÇOS
Horário de funcionamento
Os Laboratórios asseguram acessos diários aos equipamentos, de 2ª a 6ª feira das 8h às
22h30, e aos sábados das 8h às 16h, para que os docentes e discentes tenham plenas condições
de desenvolvimento de seus estudos, práticas investigativas, trabalhos, consultas e serviços e
cursos de extensão.

Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos
A manutenção dos equipamentos da FNC é realizada periodicamente, por empresas
contratadas ou pelos técnicos contratados pela Instituição, visando o funcionamento adequado
e a conservação de todos os equipamentos. A FNC trabalha com um cronograma de expansão
e atualização de equipamentos e também com a reposição imediata de equipamentos que por
motivos técnicos não possam ser consertados.
6.6
LABORATÓRIOS DIVERSOS UTILIZADOS PELO CURSO
Políticas para os laboratórios
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A Instituição acompanha as necessidades de atendimento da área acadêmica e
administrativa oferecendo espaço físico destinado aos laboratórios que atendem plenamente
as necessidades dos cursos qualificando o atendimento aos seus professores e alunos.
Considera a expansão dos espaços físicos, equipamentos e mobiliário como prioridade e ponto
fundamental no sentido de acompanhar o crescimento com qualidade.
As principais políticas para os laboratórios se referem a:
 ampliar o número de laboratórios, de modo a atender as necessidades dos
programas de ensino e pesquisa de acordo com a demanda;
 assegurar a manutenção dos equipamentos e fornecimento regular do material de
consumo específico, imprescindíveis à continuidade dos trabalhos nos laboratórios;
 assegurar condições adequadas de iluminação, ventilação, instalações hidráulicas e
elétricas e limpeza;
 manter os equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, adequação e
atualização;
 manter mobiliário adequado e suficiente para arquivo guarda e exposição de
material de consumo, reagentes, vidrarias e equipamentos em geral;
 atender totalmente as necessidades de atividades práticas de ensino, pesquisa e
extensão desenvolvidas na Instituição;
 estabelecer normas e prover equipamentos de segurança mantendo-os em plenas
condições de funcionamento;
 contratar e qualificar pessoal técnico em quantidade suficiente para executar as
atividades laboratoriais;
 destinar, 2% em média, de sua receita líquida auferida para a atualização das
instalações e equipamentos de laboratórios.
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