PAINEL HISTÓRIA DO TEATRO DE CRATO: DO SÉCULO XIX A PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX. Nilson de Oliveira Matos, aluno do Curso de Licenciatura em Teatro, Orientador Prof. Ms. João Dantas Filho. UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI/URCA. Resumo Nossa pesquisa tem como base os levantamentos históricos do teatro cratense, bem como, a contextualização dos primeiros grupos de teatro, que surgiram da segunda metade do século XIX à primeira metade do século XX. Segundo Décio de Almeida Prado, no século XIX, o teatro nacional veio se estabilizar com os dramaturgos Gonçalves de Magalhães e Martins Pena. Em 1875, na cidade de Crato – CE iniciam-se as primeiras experiências para a fixação da arte teatral da cidade. O século XX chega, em janeiro de 1900, é fundado o Grupo Teatral Romeiros do Porvir que leva à cena uma revista de costumes, intitulada: O Crato de alto a baixo. Foi o pontapé inicial de uma história que ainda hoje representa uma considerável parcela no sentido de compreender parte da história do teatro do Cariri Cearense. A importância desse estudo localiza-se no fato de colaborar, mostrando diferentes perspectivas sobre a criação e atuação de grupos teatrais de Crato, investigando de que maneira foram construídas suas representações teatrais. Ainda podemos acrescentar que, a realização dessa pesquisa poderá ser de considerável extensão, pois, será publicada no site da Universidade Regional do Cariri. Desta forma, estaremos permitindo a divulgação e o acesso à história do teatro cratense, como fonte de estudo para o Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Regional do Cariri, para pesquisas de outras instituições e para o público em geral. PALAVRAS-CHAVE: História do teatro de Crato, teatro cearense, teatro nos séculos XIX e XX. 1. Introdução O presente trabalho visa expor o projeto de pesquisa, HISTÓRIA DO TEATRO DE CRATO: Do Século XIX à Primeira Metade do Século XX, que está sendo desenvolvido sob a orientação do professor mestre João Dantas Filho, docente lotado no Departamento de Teatro, do Centro de Artes Reitora Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau/Universidade Regional do Cariri/URCA. Nossa pesquisa tem como base os levantamentos históricos/artísticos do teatro cratense, bem como, a contextualização dos primeiros grupos de teatro, que surgiram na segunda metade do século XIX, até a criação e produção de outros grupos na primeira metade do século XX. Do mesmo lado, estaremos dando continuidade à linha de pesquisa iniciada em 2009, através do projeto, Dramaturgia e Encenação no Cariri, concluído em 2010 e Estudo da Dramaturgia Cearense de Autoria Feminina, concluído em 2011. Vale lembrar que, o Teatro no Brasil existe desde o século XVI, quando Portugal iniciou seu processo de colonização. Os Jesuítas, que tinham o intuito de catequizar os índios, trouxeram para nossas terras, além da religião católica, uma cultura bastante diferenciada em relação aos costumes do Brasil daquela época. Entretanto, destacamos a literatura e o teatro, que foram inseridas aos rituais festivos e danças indígenas. O Padre José de Anchieta é considerado o principal responsável pelo ensinamento do teatro no Brasil e pela autoria das peças daquela época. Tratava-se de um teatro que, contava histórias bíblicas, da vida dos Santos, geralmente de cunho religioso e de acordo com os interesses da Igreja Católica. No século XVII, as representações de peças escritas pelos Jesuítas começaram a ficar cada vez mais escassas. Naquele século havia uma repercussão do teatro espanhol em nosso país. Manuel Botelho de Oliveira, (Bahia, 1636-1711), por exemplo, foi o primeiro poeta dramaturgo a ter suas obras publicadas, tendo escrito duas comédias em espanhol: Hay amigo para amigo e Amor, Engaños y Celos. 2 Na segunda metade do século XVIII as peças teatrais passaram a ser apresentadas com frequência. Palcos e tablados montados em praças públicas eram os locais das representações, bem como, as igrejas e, algumas vezes, o palácio de um governante. Naquela época, surgiram as chamadas Casas de Ópera ou Casas de Comédia, que começaram a se espalhar pelo país. Em seguida, houve à fixação dos locais para as representações teatrais, o que impulsionou para o surgimento das primeiras companhias teatrais brasileiras. Ainda no século XVIII e início do XIX, o repertório teatral destacava a grande influência estrangeira no teatro brasileiro dessa época. Entre os autores teatrais mais representados estão, Molière, Voltaire e Goldoni. Apesar da maior influência estrangeira, alguns nomes nacionais também merecem ser lembrados. São eles: Luís Alves Pinto, que escreveu a comédia em verso Amor Mal Correspondido, Alexandre de Gusmão, que traduziu a comédia francesa O Marido Confundido, Cláudio Manuel da Costa, que escreveu O Parnaso Obsequioso e Inácio José de Alvarenga Peixoto, autor do drama Enéias no Lácio. Somente a partir do século XIX o teatro nacional veio se estabilizar, tendo em vista o advento do Romantismo. Segundo Décio de Almeida Prado, duas peças foram levadas aos palcos no mesmo ano, 1838, elas têm sido consideradas a primeira tragédia e a primeira comédia nacional: Antônio José ou O Poeta e a Inquisição, de Domingos José Gonçalves de Magalhaes (1811-1882), e O Juiz de Paz da Roça, de Luís Carlos Martins Pena (1815-1848). (Cf. PRADO, 2008, p. 40). Portanto, Gonçalves de Magalhães e Martins Pena, foram os responsáveis pela estabilização do teatro nacional. Enquanto isso, na segunda metade do século XIX, no Nordeste brasileiro, precisamente na cidade de Crato – CE, 1875, por ocasião da inauguração do Seminário São José, iniciam-se as primeiras experiências para a fixação da arte teatral cratense. Eram ministradas aulas de artes, com cânticos e representações teatrais, através de esquetes e dramas. Os seminaristas utilizavam temas religiosos e bíblicos, nas suas encenações, o que acaba por nos retornar ao século XVI, ou melhor, aos primórdios do teatro no Brasil realizado pelos Jesuítas. Até o final do século XIX, surgiram alguns grupos de teatro em Crato que, apesar dos seus curtos períodos de existência, contribuíram com a vida cultural da cidade. O século XX chega para trazer a força necessária à arte teatral cratense. Segundo informações da revista A Província, em janeiro de 1900 chegou em Crato o Dr. Manuel Soriano de Albuquerque, vindo de Recife, então Juiz da Comarca de Crato e fundador do Grupo Teatral Romeiros do Porvir. Trazia da capital pernambucana um espírito de dedicação e administração às artes. No mesmo ano de 1900 levara à cena, para deleite das famílias locais, uma revista de costumes, intitulada: O Crato de alto a baixo. (Cf. A Província, Nº 21, 2005). Tratava-se de um espetáculo ligeiro, misto de prosa e verso, música e dança que passam em revista, por meio de vários os quadros, fatos sempre inspirados na atualidade, utilizando jocosas caricaturas, com o objetivo de fornecer críticas e alegre diversão ao público. Foi o pontapé inicial de uma história que ainda hoje representa uma parte da cultura da cidade que, ao mesmo tempo, ainda se fortalece e resiste, continuando sua trajetória e, em vezes, acaba por enfrentar as mudanças e as mais variadas situações da contemporaneidade. A importância de um estudo voltado para a história do teatro cratense localiza-se também no fato de contribuir, no sentido de mostrar diferentes perspectivas sobre a criação e atuações de grupos teatrais de Crato. Podemos acrescentar que, é de grande interesse contar a história desses grupos, como também investigar de que maneira constroem suas representações sociais, envolvendo mulheres e homens, no fazer teatral. Do mesmo lado, ainda podemos acrescentar que, a realização desta pesquisa será de considerável extensão, uma vez que, será publicada no site da Universidade Regional do Cariri, precisamente na página virtual do Centro de Artes Reitora Violeta Arraes de Alencar Gervaiseu. 3 2. O foco da Pesquisa Nossa pesquisa será destinada a História do Teatro em Crato - CE, desde as suas primeiras manifestações artísticas teatrais, na segunda metade do século XIX, até a primeira metade do século XX, ou melhor, 1950. Nosso foco estará centrado nos contextos históricos dos grupos teatrais cratenses, (história, componentes, encenações), o que podemos considerar como verdadeiros ícones culturais responsáveis por elevar parte da cultura artística local. Nossa pesquisa permitirá a divulgação, bem como o acesso a história do teatro cratense, como fonte de estudo para o Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Regional do Cariri, para pesquisas de outras instituições e para o público em geral. Por outro lado, é provável que, pouca ou nenhuma pesquisa tenha sido desenvolvida, em nível acadêmico, envolvendo a História do Teatro do Cariri Cearense, especificamente sobre a História do Teatro em Crato - CE. Fragmentos dessa história encontram-se registrados em artigos, publicados em revistas, disponíveis apenas nas bibliotecas públicas e em alguns arquivos particulares. Para nós pesquisadores, é fundamental um estudo acadêmico em torno da história dos grupos que construíram a trajetória do teatro cratense. Estamos iniciando nosso levantamento de dados a partir do surgimento do teatro em Crato, ainda na segunda metade do século XIX, daremos continuidade envolvendo informações a respeito dos primeiros grupos de teatro da cidade de Crato e seus respectivos espetáculos teatrais de revista, no início do século XX. O Teatro de Revista é um gênero teatral que era levado aos palcos brasileiros abordando questões do cotidiano das cidades. Em alguns casos, esse tipo de teatro, teria que enfrentar opositores que se inquietavam, diante de algumas cenas que os incomodava, perante os valores políticos, sociais e econômicos que privilegiavam àquela época. Em seguida vamos continuar nosso levantamento histórico em torno da fundação de grupos teatrais de Crato, como por exemplo, o Grupo Teatral de Amadores Cratenses – GRUTAC, fundado em 1942. Nossa pesquisa se estenderá até meados do século XX, certamente 1950. Neste sentido, vale observar o que nos afirma Fernando Peixoto em seu livro, O Que é Teatro: [...]. O teatro tem uma história específica, capítulo essencial da história da produção cultural da humanidade. Nesta trajetória o que mais tem sido modificado é o próprio significado da atividade teatral: sua função social. [...]. Assim, é fundamental não perder de vista a verdade dialética do movimento histórico: a saga do teatro, fascinante aventura do pensamento e da ação do homem, possui apenas aparência de autonomia. (PEIXOTO, 1992, p. 11). Segundo a Revista A Província, o Grupo Teatral de Amadores Cratense viria a marcar definitivamente a glória do Teatro em Crato. Foi considerado o segundo grupo de Teatro Amador mais antigo do Brasil, foi organizado por Valdemar Garcia e Icléia Teixeira. (Cf. A Província, 2005). Acreditamos que, um estudo destinado à História do Teatro em Crato, nos conduzirá a muito mais do que contextualizar, mas também apreender e analisar sobre parte da história do Cariri Cearense. Neste sentido, pretendemos discutir e repensar a respeito do contexto histórico e social da cidade, considerando o ser humano como elemento chave diante da vida e sua representação enquanto linguagem teatral. 3. Principais objetivos e fundamentação teórica 4 Nosso principal objetivo é mapear os grupos de teatro cratenses, da segunda metade do século XIX a primeira metade do século XX. Para isso nossa meta será complementada da seguinte forma: Localizar e buscar bibliografia de apoio para o corpus primário da pesquisa; Contextualizar os grupos de teatro de Crato: Históricos, fundadores e demais componentes, espetáculos apresentados, do século XIX ao século XX, 1950; Catalogar os Grupos Teatrais Cratenses, do seu surgimento na segunda metade do século XIX, a meados do século XX, 1950; Publicar o resultado da pesquisa, no site da Universidade Regional do Caririr/URCA, na página virtual do Centro de Artes Reitora Violeta Arraes de AlGervaiseau. Vale lembrar que, a temática que envolve a História do Teatro em Crato requer uma fundamentação com bases nos estudos históricos das expressões dramática nacional, o que possibilitará uma conexão com a arte dramática cratense produzida desde o século XIX e se estendendo ao longo dos anos. Trata-se de um assunto que também envolve os estudos da história, sociologia, literatura dramática, cultura e que revela informações importantes, não só em relação às experiências do passado, como também no que se refere às relações entre a historicidade e os fatos da atualidade. Estamos nos remetendo a uma construção social e cultural em torno da formação da sociedade cratense e da vida social e cultural do seu povo. Tudo isso nos remete a um contexto ainda mais amplo que nos conduzirá para outros setores e fontes de investigação que possivelmente sejam inseridas no decorrer da nossa pesquisa. Segundo Maria Cecília de Souza Minayo “Entendemos por pesquisa a atividade básica da ciência na sua indagação e construção da realidade” (MINAYO, 2007, p. 16). Torna-se viável lembrar que, estão contidas na História Teatral de Crato características sociais, culturais e históricas que serão importantes na abordagem que entrecruza os aspectos da criação histórica envolvendo história/sociedade, como afirma Hélder Pinheiro: “[...]. Toda obra artística é a simbolização de uma experiência humana e está ligada – queira ou não o autor – a um contexto histórico, mantém relações – de consonância ou não – com a tradição, dentre outros traços. [...].” (PINHEIRO, 2003, p. 23). Todavia, utilizaremos fontes que tanto poderão vir a partir da escrita, como de depoimentos de pessoas com vínculos ou conhecimentos em relação a História do Teatro em Crato. Neste contexto consideramos o que afirma o autor do livro Pesquisa em Literatura, quando assegura que: “Cultivar uma atitude investigativa não é só problema de professor [...]. Creio que é de toda a área do conhecimento.” (PINHEIRO, 2003, p. 20). Nossa pesquisa é de caráter qualitativo, por acreditar que responde a questões muito particulares. Ela se ocupa, com um nível de realidade que não pode ou não deveria ser quantificado. “[...], ela trabalha com o universo dos significados, dos motivos, das aspirações, das crenças dos valores e das atitudes.” (MINAYO, 2007, p. 21). Para Minayo, esse conjunto de fenômenos humanos é entendido como parte da realidade social. Para ela a condição natural do ser humano se distingue não só por agir, mas por pensar sobre o que faz e por interpretar suas ações dentro e a partir da realidade vivida e partilhada com seus semelhantes, ainda argumentando o seguinte: “O universo da produção humana que pode ser resumido no mundo das relações, das representações e da intencionalidade e é objeto da pesquisa qualitativa dificilmente pode ser traduzido em números e indicadores quantitativos” (MINAYO, 2007, p. 21). 4. Planejamento de execução Quanto ao plano de atividades, podemos ressaltar que, o processo de trabalho científico investigativo correspondente a nossa pesquisa qualitativa, sobre a História do Teatro em 5 Crato, será dividido em três etapas: 1 - fase exploratória; 2 - trabalho de campo; 3 - análise e tratamento do material empírico e documental. Para isso, consideramos os seguintes procedimentos: 4.1 Mapeamento ou fase exploratória: Levantamento da bibliografia de apoio teórico-crítico referente, que subsidiará nossa discussão em torno das diferentes possibilidades de como se fazia teatro na cidade de Crato - CE. Devemos recorrer ainda aos estudos, Décio de Almeida Prado, Anatol Rosenfeld, Sábato Magaldi, além das Revistas A Província e Itaipera, que nos darão recursos como fundamento para a abordagem da História do Teatro em Crato e suas especificidades. Outras leituras que contextualizem histórica e culturalmente esta produção poderão ser igualmente realizadas nesta etapa da pesquisa; Realização de busca em acervos históricos cratenses, (públicos, particulares, virtuais, bibliotecas, etc.); 4.2 Trabalho de campo: Identificação, localização e possíveis entrevistas pessoas possuidoras de conhecimentos a respeito da História do Teatro Cratense, tendo como intuito apreender outros olhares a respeito da construção da cultura e arte teatral da cidade. Processo de transcrição do material adquirido; 4.3 Análise e tratamento do material empírico e documental. Esta terceira etapa será dedicada ao relatório final da pesquisa sua divulgação virtual. Tendo em vista a metodologia que será desenvolvida no decorrer da nossa pesquisa, ressaltamos algumas considerações em torno do termo, que implica no caminho do pensamento e a prática exercida na abordagem, de acordo com a realidade, considerando o que afirma Minayo: [...], a metodologia inclui simultaneamente a teoria da abordagem (o método), os instrumentos de operacionalização do conhecimento (as técnicas) e a criatividade do pesquisador (sua experiência, sua capacidade pessoal e sua sensibilidade). A metodologia ocupa um lugar central no interior das teorias e está referida a elas. Dizia Lenin (1965) que “método é a alma da teoria” [...]. MINAYO, 2007, p. 14-15). É provável que o ciclo da nossa pesquisa não se encerre, pois, essas investigações produzem conhecimentos e trazem novas indagações. Como prefere Minayo, “valorizamos cada parte e sua integração com o todo. E pensamos num produto que tenha começo, meio e fim e, ao mesmo tempo, é provisório. Falamos de uma provisoriedade que é inerente aos processos sociais [...].” (MINAYO, 2007, p. 27). 5. Considerações finais Lembramos que, no Brasil, ao longo da sua história, o teatro foi um instrumento fundamental na formação da nossa sociedade, durante sua trajetória enfrentou problemas com a censura, por exemplo, porém, denunciou, incomodou, informou e acima de tudo, divertiu. Desta forma, continua vivo, às vezes nos propondo a uma reflexão, às vezes apenas divertindo. As dificuldades de apoio financeiro nos parece ser o maior problema enfrentado 6 pelos artistas contemporâneos de teatro, mesmo assim, o fazer teatral continua resistindo, graças a toda sua expressão e grandiosidade. A História do Teatro Brasileiro é retratada, hoje, através dos livros de vários autores, entre eles destacamos Décio de Almeida Prado, Fernando Peixoto, Sábato Magaldi e Anatol Rosenfeld. Ainda contamos com as pesquisas acadêmicas desenvolvidas em algumas Universidades do país, bem como vários sites que disponibilizam informações através da Internet. Portanto, se a História do Teatro no Brasil encontra-se documentada através de livros e pesquisas, a História do Teatro em Crato não será diferente. Afinal, estamos nos dispondo a cooperar com historiadores, estudantes, pesquisadores e com as futuras gerações. Para isso, dispomos de fontes capazes de nos auxiliar, nesse estudo como, jornais, revistas, livros e testemunha dessa história. Tudo isso nos leva a repensar a respeito da formação da sociedade cratense, pois, os dados históricos juntamente com a nossa capacidade de levantar dados, certamente poderão ser um caminho que facilitará a pesquisa e os estudos de gerações vindouras, contribuindo para o desenvolvimento de pesquisas relacionadas a História do Teatro do Brasil e do Ceará, especificamente do Cariri Cearense, como também no âmbito do Centro de Artes Reitora Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau da URCA, além de outras conexões com grupos de estudo e pesquisadores da nossa Universidade e de outras instituições. 7 - REFERÊNCIAS BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. Trad. Maria Paula, V. Zurawski, J. Guinsburgm Sérgio Coelho e Clóvis Garcia. São Paulo: Perspectiva, 2003. BORBA FILHO, Hermilo. História do Espetáculo. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1968. GUINSBURG, J. FARIA, João Roberto. LIMA, Mariangela Alves de. Dicionário do Teatro Brasileiro: Temas, Formas e Conceitos. São Paulo: Perspectiva, 2009. MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. São Paulo: Global, 1997. MINAYO, Maria Cecília de Souza. In: DESLANDES, Suely Ferreira. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade/ Suely Ferreira Deslandes, Romeu Gomes; Maria Cecília de Souza Minayo (org.) 26. Ed. Petrópolis: Vozes, 2007. PEIXOTO, Fernando. O Que é Teatro. São Paulo: Brasiliense, 1992. PINHEIRO, Herder (org). Pesquisa em Literatura. Campina Grande: Bagagem, 2003. PRADO, Décio de Almeida. História Concisa do teatro Brasileiro: 1570-1908. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. REVISTA, A Província – Universal para regional. Nº 21- Crato: S/E, 2005. REVISTA, A Província – Universal para regional. Nº 04 – Crato: Confecção e acabamento Gervanilson Silva, 1993. 7 SOUTO-MAIOR, Valéria Andrade. Entre/linhas e máscaras: a formação da dramaturgia de autoria feminina no Brasil em fins do séculob XIX. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba, 2001. (Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Letras). SOUSA, J. Galante de. O Teatro no Brasil. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica S. A, 1968. VINCENZO, Elza Cunha de. Brasil nos anos difíceis e a dramaturgia da mulher. In:__. Um Teatro da Mulher: dramaturgia feminina no palco brasileiro contemporâneo. São Paulo: Perspectiva, 1992. SITE: http://www.baraoemfoco.com.br/barao/portal/cultura/teatro/tatrobr.htm