1 EDITAL nº 012/2011- GRADUAÇÃO A Fundação Santo André realizará, sob a responsabilidade da PROGRAD, Processo Seletivo Público, destinado à CONTRATAÇÃO e à formação de cadastro de reserva de docentes sob o regime de bolsa de pesquisa, por prazo determinado, para o Curso de Pedagogia do Centro Universitário Fundação Santo André, do Programa de Bolsas do CAPES/MEC/FNDE, do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica – PARFOR. 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. O Processo Seletivo será regido por este Edital. 1.2. A seleção para os cargos de que trata este Edital será realizada por meio de provas e títulos. 1.3. Os candidatos aprovados serão convocados, observada a necessidade de provimento e a ordem de classificação. 2. DAS VAGAS, REMUNERAÇÃO, HORÁRIOS, CARGA HORÁRIA SEMANAL, REQUISITOS MÍNIMOS, EMENTAS E BIBLIOGRAFIA 2.1. As vagas, valor de bolsa, horários, carga horária semanal, requisitos mínimos, ementas e bibliografia seguem na tabela abaixo: Curso: Pedagogia/PARFOR Horário de funcionamento do Curso: de 2ª a 6ª feira, das 19h30 as 23h00 Requisitos mínimos: Título obtido em cursos de pós- graduação lato-sensu autorizado pelo órgão competente ou comprovante de conclusão de, no mínimo, 50% dos créditos de programa de mestrado recomendado pela CAPES, ou certificação específica, na área. Carga horária: Todas as disciplinas têm 04 h/a semanais Da Remuneração: A remuneração se dará no regime de bolsa de estudos concedida pela CAPES/MEC/FNDE, de acordo com os seguintes critérios: O professor-formador I deverá comprovar, no mínimo, três anos de experiência no magistério superior e receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 1.300,00 (hum mil trezentos reais). O professor- formador II deverá comprovar a experiência de um ano no magistério superior e receberá uma bolsa mensal de R$ 1.100,00 (hum mil e cem reais). A bolsa mensal (num máximo de 5 bolsas por semestre) é concedida ao professor, independentemente do número de turmas que assumir. Disciplina Ementa Bibliografia Práticas Pedagógicas no Ensino Fundamental: novos paradigmas e experiências curriculares I e II I) Currículo: um fenômeno histórico. Novos mapas culturais e as novas perspectivas educacionais. A instituição escolar e a compreensão da realidade. A proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Um currículo para a Cidadania. Bases políticas e pedagógicas para a educação de jovens e adultos. Análise de propostas curriculares para a educação fundamental e de jovens e DARSIE, Marta; ANDRÉ, Marli. A prática da avaliação e a escuta do Diário. In: ANDRÉ, Marli. Pedagogia das diferenças na sala de aula. São Paulo: Papirus, 2001. MARTINEZ, Maria Elena. Cultura(s) e identidades nas propostas curriculares nacionais do Brasil e da Argentina nos anos 90. In: CANDAU, Vera M. (org.) 2 adultos das Administrações Municipais da Região do ABC. II) Análise de propostas curriculares e sua forma de organização nas administrações municipais da região do ABC. Relação teoria e prática, desenvolvimento de estratégias de reflexão de trabalho coletivo, de observação, descrição, problematização e proposição de alternativas para o trabalho educacional e pedagógico na unidade. Sociedade Educação e Cultura(s). Questões e Propostas. São Paulo: Vozes, 2002. BRASIL, Ministério De Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 1997. NÓVOA, Antonio. Os professores e as histórias de sua vida. In: NÓVOA, Antonio (org.) Vidas de professores. Porto: Porto, 1992. SOUZA, Marcelo, G. A., Educar para a tolerância e o respeito à diferença: uma reflexão a partir da proposta Escola Plural. In: CANDAU, Vera M. (org.) Sociedade – Educação e Cultura(s). Questões e Propostas. São Paulo: Vozes, 2002. ZEICHNER, Kenneth. Formação de Professores: contato direto com a realidade da escola. Presença Pedagógica. v.6, n.34, jul-ago2000. 5-15 Transtornos no Desenvolvimento Humano e possibilidades de intervenções no processo educativo Desenvolvimento neuro/psico/motor/cognitivo. A doença mental. Desvios da normalidade: etiologia e repercussões. Discrepâncias do comportamento. Intervenções e encaminhamentos nos diferentes espaços educativos. A escola: um espaço de aprendizagem e terapêutico. FOLBERG, Maria Nestrovsky; CHARCZUK, Maria Solange Bicca (orgs.). Crianças Psicóticas e Autistas. A construção de uma escola. Porto Alegre: Mediação, 2003. JEUSALINSKY, Alfredo. A escolarização de crianças psicóticas. Estilos da Clínica. ano II, n.2, 1997. OLIVEIRA, Marta Kohl de; REGO, Teresa Cristina; SOUZA, Denise Trento R. (orgs.). Psicologia, Educação e as Temáticas da Vida Contemporânea. SP: Moderna, 2002. PAPALIA, Dianna; WENDKOS, Sally. O mundo da criança. Da infância à adolescência. São Paulo: M. Books, 1998. 3 SILVA, Marcella M.de S. E. Construção do corpo: implicações em um caso de psicose infantil. Estilos da Clínica. ano II, n.2, 1997. Corpo, movimento e cultura I e II (EI, EF e EJA) I) Ressaltar o processo central de escolarização das práticas corporais presentes na cultura, produzindo formas de significação específica a respeito de jogos, esportes, danças e brincadeiras no espaço e tempo da escola. II) Orientar a sistematização do conhecimento acerca das práticas corporais, enfatizando as atividades expressivas e comunicativas da cultura corporal. Utilizar os conhecimentos trazidos pelas crianças sobre seu corpo, o mundo dos jogos e brincadeiras, tendo em vista as elaborações sistemáticas, fundamentadas na importância da ação motora para a criança no cotidiano da escola. ALVES, Rubem. A utilidade e o prazer: um conflito educacional. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Papirus, 1988. BROUGIÈRE G. Brinquedo e Cultura. São Paulo: Cortez, 1995. DAOLIO, J. Da cultura do corpo. São Paulo: Papirus, 1996. GALVÃO, Isabel. A questão do movimento no cotidiano de uma pré-escola. Cadernos de Pesquisa. 1996. SAYÃO, Débora. Corpo e Movimento: Notas para problematizar algumas questões relacionadas à Educação Infantil e à Educação Física. Revista Brasileira de Ciências no Esportes. v. 23, n° 2, 7-212, jan.2002. TAILLE, Yves de La. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989. Ciências da Natureza e Sociedade I e II (EI, EF e EJA) I) A construção histórica da sociedade e da natureza. As relações sociais no mundo contemporâneo. Elementos constitutivos dos diferentes sistemas naturais e suas inter-relações. Processos interativos homem-natureza e suas consequências. II) A criança e a compreensão do ambiente. O estudo do meio como possibilidade de investigação. As interações criançaambiente. AB´SABER, A. Formas de relevo. IN: AB´SABER, A. Projeto brasileiro para o Ensino de Geografia. São Paulo: EDART, 1975. ARRUDA, Moacir, B. Ecossistemas Brasileiros. Brasília: IBAMA, 2001. ASIMOV, ISAAC. Cronologia das Ciências e das Descobertas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 4 1993. CAPELETTO, Armando. Biologia e Educação Ambiental: roteiros de trabalhos. São Paulo: Ática, 1992. CARABETTA-Jr, Valter, LIMA, Geni M. Ciências naturais: uma viagem fantástica. São Paulo: Quinteto. 4 vol., 2001. CORAZZINI Roseli et al. Papel mensageiro do tempo. 1ª ed. São Paulo, Editora do Brasil, 2000. CORAZZINI Roseli et al. Sentindo o ambiente. 1ª ed. São Paulo, Editora do Brasil, 2000. KUPSTAS, M. (org) Ecologia em debate. São Paulo: Moderna, 1997. MENEZES, Luiz Carlos de et al. Formação continuada de professores de ciências. São Paulo: Moderna, 1997. SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 1988. SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. São Paulo: Hucitec, 1991. Comunicação e Linguagem: matemática I e II (EI, EF) I)Necessidades formativas dos professores: a ruptura com visões simplistas sobre o “ensino primário”. Ciência: construção histórico-social e implicações para o ensino. Diferentes concepções sobre o ensino da Matemática. O ensino da Matemática na Educação Infantil, na Educação Fundamental e na EJA. II) O ensino da Matemática nas séries iniciais do Ensino Fundamental e na EJA: a análise das dificuldades; o erro como situação de aprendizagem; o significado da resolução de problemas; a interação do conhecimento matemático com as outras áreas; as inter-relações da aritmética, álgebra e geometria; a realidade do aluno no ensino da Matemática. Análise de BACQUET, Michelle. Matemática sem dificuldades ou como evitar que seja odiada por seu aluno. Porto Alegre: ArtMed, 2001. BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Fundamental Matemática. Brasília: MEC, 1997. CARAÇA, Bento de Jesus Conceitos Fundamentais da Matemática. Lisboa:1970. KAMII, C. Reinventando a aritmética. São Paulo: Papirus, 1996. MOURA, Manoel Oriosvaldo de. O 5 propostas e Parâmetros Curriculares Nacionais para a Educação Básica. Matemática e a EJA. Matemática, ética e a cidadania. jogo e a construção do conhecimento matemático. Séries Idéias. n.10. São Paulo: Fundação para o Desenvolvimento da Educação. 1991. 45-53. PARRA, Cecília (org). A Didática da Matemática. Porto Alegre: ArtMed., 1996. SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Inês (orgs.). Ler, Escrever e Resolver Problemas: habilidades básicas para aprender Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. ZASLAVSKY, C. Jogos e Atividades Matemáticas do Mundo Inteiro. Diversão Multicultural para idades de 8 a 12 anos. Porto Alegre: Artmed 2001. Literatura infantil e Comunicação e Linguagem: língua portuguesa I e II (EI, EF e EJA) I)Histórico do ensino da Língua Portuguesa na escola. Língua oral e escrita. Alfabetização e Letramento. Concepções, métodos, recursos e práticas de alfabetização. II) Gêneros discursivos. Práticas de leitura e produção de textos. Ortografia, pontuação e aspectos gramaticais. Planejamento e organização do trabalho pedagógico. Proporcionar ao professor condições de analisar, selecionar e indicar com maior segurança obras literárias infantis. Fornecer subsídios pedagógicos para a formação de leitores críticos. O conceito de infância e de literatura infantil; literatura e experiência; a formação do hábito de leitura; a historiografia da Literatura Infantil. A arte de contar histórias: os contos e mitos afroindígenas, os contos de fada e as possíveis interpretações psicanalíticas. A poesia e o teatro (jogo dramático) para crianças. ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil. Gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1989. BELLENGER, Lionel. Os métodos de alfabetização. In: BELLENGER, Lionel Os Métodos de Leitura. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa. Brasília: MEC, 1997. BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Coleção Cadernos de EJA. Brasília: MEC/SECAD, 2007. CAVALCANTI, Zélia (coord.). Alfabetizando. Porto Alegre: Artes Médicas: 1997. COELHO, Betty. Contar Histórias. Uma arte sem idade. 10ª. ed. São Paulo: Ática, 2000. COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil/juvenil. Das origens indoeuropéias ao Brasil contemporâneo. 4ª. ed. São Paulo: 6 Ática, 1991. CAVALCANTI, Zélia (coord.). Alfabetizando. Porto Alegre: Artes Médicas: 1997. FERREIRO, Emilia, TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas: 1986. KAUFMAN, Ana Maria; RODRIGUEZ, Maria Elena. Escola, Leitura e Produção de Textos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. KLEIMAN, Angela (org.). Os Significados do Letramento. São Paulo: Mercado de Letras, 1995. MORAIS, Artur Gomes de, et al. O Aprendizado da Ortografia. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a Escrever. São Paulo: Ática, 1992. Espaço e tempo: o lugar da História e da Geografia I e II (EI, EF) I) História e Geografia no currículo escolar. Revisão conceitual das áreas. Interdisciplinaridade e transversalidade. Conceitos: fato, sujeito e tempo histórico. Articulação tempo e espaço: leitura crítica dos espaços, das culturas e das histórias do cotidiano. ALMEIDA, Rosangela D.; PASSINI, Elza Y. O Espaço Geográfico: ensino e representação. São Paulo: Contexto, 1999. II) Análise de propostas curriculares nas áreas para a Educação Infantil, séries/ anos iniciais do Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos, bem como no seu tratamento nos livros didáticos avaliados pelo MEC. As Ciências Humanas na formação do aluno do Ensino Fundamental. O estudo da cidade como um projeto de pesquisa. Espaço, paisagem, território e lugar. Natureza e Sociedade na constituição do espaço e das paisagens brasileiras. BITTENCOURT, Circe Maria F. (org.) O Saber Histórico Na Sala de Aula. São Paulo: Contexto, 1997. ______Do desenho ao mapa.Iniciação cartográfica na escola. São Paulo: Contexto, 2001. ______ Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005. BLOCH, Marc. Introdução à História. Lisboa: Europa, América, 1965. BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Médio. Ciências Humanas e Tecnologias. Brasília: MEC, 2000. 7 ______ Secretaria de Educação Fundamental Parâmetros Curriculares Nacionais: Geografia. Brasília: MEC/ SEF, 1998. ______Educação de Jovens e Adultos. Ensino Fundamental. Proposta Curricular. 1º Segmento. Brasília, São Paulo: Ação Educativa/MEC, 1999. _______ Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: História. Brasília: MEC/ SEF, 1998. CAVALCANTI, Lana de Sousa. Geografia, Escola e Construção de Conhecimentos. São Paulo: Papirus, 1998. DUBY, Georges. A História Continua. Rio de Janeiro; Jorge Zahar: UFRJ, 1993. FURET, F. A Oficina da História. Lisboa: Gradiva, sem data. GINZBURG, C. A Micro-História e Outros Ensaios. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1991. LEFEBVRE, H. A Vida Cotidiana no Mundo Moderno. São Paulo, Ática, 1991. PASSINI, Elza Y. Prática e Estágio de Geografia. São Paulo: Contexto, 2007. SANTOS, Clézio; TUNES, Regina H. Geografia Escolar: construções e des-construções. São Paulo: Nege, 2001. SILVA, Marcos A. da. Patrimônios Históricos. In: História. O Prazer em Ensino e Pesquisa. São Paulo: Brasiliense, 1995. A Arte como Cultura e Expressão A arte como representação simbólica dos diferentes grupos culturais, entre eles os afro-indígenas, sua importância na BARBOSA, Ana Mae. A Imagem no Ensino da arte: Anos Oitenta e Novos Tempos. São Paulo: 8 educação para o entendimento da identidade cultural e o reconhecimento da diversidade cultural em arte. A arte estudada em suas dimensões: a material, a sensível, a intelectual, a emocional, cognitiva, estética e a histórica. O ensino da arte enfocado a partir de uma prática pedagógica que valoriza o fazer arte, a história da arte e a contextualização das diferentes produções artísticas, isto é, a produção artística, a apreciação e a contextualização. Perspectiva, Ioschpe, 1991. ______Arte Educação PósColonialista no Brasil: Aprendizagem Triangular. Revista Comunicação e Educação. São Paulo: v.2 jan./abr. 1995. 59 - 64. ______ Tópicos Utópicos. Belo Horizonte: C, Arte, 1998. ______ John Dewey e o Esino da Arte no Brasil. São Paulo: Cortez, 2001. BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a Arte. São Paulo: Ática, 1985. MÉRIDIEU, Florença de. O Desenho Infantil. São Paulo: Cultrix, 1979. PILLAR, Analice Dutra. Fazendo Artes na Alfabetização. Porto Alegre: Kuarup, 1986. Saúde na Educação Infantil e Fundamental Conceito de saúde e nutrição. Aleitamento materno e o aleitamento artificial e suas implicações na infância. Necessidades nutricionais na infância. Higiene pessoal e ambiental. Conscientização e prevenção de doenças e promoção de saúde na escola. DEBRAY, Rosine. Bebês/Mães em Revolta. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988. DUTRA DE OLIVEIRA, José Eduardo; MARCHINI, Sérgio. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, 1998. FERRIANI, M. G. et al. Histórico da Saúde Escolar: visão global dos serviços de saúde escolar no país. Revista Brasileira de Saúde Escolar. v. 1, n. 3,4, jul/ out, 1990. 21-30. GOUVEIA, E. Nutrição, Saúde e Comunidade., 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. KRAUZE, MAHAN, L. K. Ciências Nutricionais. Rio de Janeiro: Revinter, 1998. KREISLER, Leon; FAIN, Michel; SOULÉ, Michel. A criança e seu corpo. Rio de Janeiro: Zahar, 9 1981. BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Secretaria Ensino Fundamental. Referenciais Curriculares Nacionisl para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF 1998. MONTEIRO, C. A. O Panorama da nutrição infantil nos anos 90. Cadernos de Políticas Sociais. Brasília: UNICEF, 1997. PORTO, Flávia. Nutrição para quem não conhece nutrição. São Paulo: Varela, 1998. Seminários de Estágios: (I, II e III); Metodologia Científica e Orientação de TCC I) Espaço para a reflexão coletiva sobre uma temática que busca estabelecer as relações entre o projeto pedagógico da escola e a cidade. AZANHA, José Mário P. Educação: Temas Polêmicos. Cultura Escolar Brasileira. Um programa de pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 1995. II) BOGDAN, Roberto C.; BLIKEN, Sari Knopp. Investigação Qualitativa em Educação. Portugal: Porto, 1994. Análise de práticas inovadoras para a educação infantil e de propostas curriculares e sua forma de organização nas administrações municipais na região do Grande ABCD e de outras localidades do País. III)Constituem um espaço de trabalho coletivo dos diferentes professores do Curso, na busca da articulação necessária entre teoria e prática. São organizados em torno de eixos temáticos e buscam contextualizar, descrever, problematizar e apresentar propostas de superação das dificuldades/problemas “lidos” na realidade institucional. Os professores abordarão as temáticas valendo-se das indicações bibliográficas das respectivas disciplinas: Seminário Coletivo de Estágio (1): Temática: O “cuidar” e o “educar” na creche e na pré-escola. Seminário Coletivo de Estágio (2): Temática: Crianças: sujeitos concretos na DEMO, Pedro. Princípio Científico e Educativo. Pesquisar o que é? São Paulo: Cortez, 1991. LUNA, Sergio Vasconcelos. Planejamento de Pesquisa. São Paulo: EDUC, 2000. PIMENTA, Selma Garrida; GHEDIN, Evandro (org.). Professor Reflexivo no Brasil: Gênese e Crítica de um Conceito. São Paulo: Cortez, 2002. SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DPA, 2004. SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DPA, 2004.FREIRE, Madalena. Educando o olhar da 10 creche e na pré-escolar. Seminário Coletivo de Estágio (3): Temática: O professor e as áreas de conhecimento na creche e na pré-escola. Seminário Coletivo de Estágio (4): Temática: práticas inovadoras na educação infantil. A pesquisa científica e suas peculiaridades nas práticas humanas. Pesquisa científica aplicada e pesquisa científica sem fins imediatos de aplicação. A pesquisa em Educação: dilemas e perspectivas. O conceito de metodologia e método: o método científico, as regras. O conceito de método em Ciências Humanas e Sociais: abordagens quantitativas e qualitativas na pesquisa científica em Educação. Elaboração de trabalho de conclusão de curso.. observação. Observação, Registro, Reflexão: Instrumentos Metodológicos. Série Seminários. São Paulo, 1995:13-17. ZABALZA. M.A. Diários de Aula: Um Instrumento de Pesquisa e Desenvolvimento Profissional. Porto Alegre: Artmed, 1994. ZEICHNER, Kenneth. Formação de Professores: contato direto com a realidade da escola. Presença Pedagógica, v.6, n.34, , julhago.2000. 5-15. 3. DAS VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA 3.1. Às pessoas portadoras de deficiência que pretendam fazer uso das prerrogativas que lhes são facultadas no inciso VIII do artigo 37 da Constituição Federal é assegurado o direito de inscrição para os cargos previstos no presente Edital, desde que as atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras. 3.2. Consideram-se pessoas portadoras de deficiência aquelas que se enquadram nas categorias discriminadas no Decreto 3.298/99 e suas alterações. 3.3. Do total a ser contratado, serão reservadas 5% (cinco por cento) das vagas a candidato portador de deficiência, observada a ordem de classificação e o resultado dos Exames Médicos Admissionais, conforme previsto no Decreto 3.298/99, de 20/12/1999, e alterações posteriores, que regulamentam a Lei 7.853/89, de 24/10/1989. 3.4. As pessoas portadoras de deficiência, resguardadas as condições especiais previstas no Decreto 3.298/99, particularmente em seu artigo 40, participarão do processo seletivo em igualdade de condições com os demais candidatos. 3.5. Para concorrer a uma dessas vagas, o candidato deverá, no ato da inscrição: a) declarar-se portador de deficiência; b) encaminhar laudo médico original, emitido nos últimos doze meses, atestando a espécie e o grau ou o nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10), bem como à provável causa da deficiência, na forma do subitem 3.4. 3.6. O laudo médico (original) terá validade somente para este processo seletivo e não será devolvido, assim como não serão fornecidas cópias desse laudo. 11 3.7. A relação dos candidatos que tiverem a inscrição deferida para concorrer na condição de portadores de deficiência será divulgada no endereço eletrônico http://www.fsa.br, no segundo dia útil após o término das inscrições. 3.8. A inobservância do disposto no subitem 3.5 acarretará a perda do direito ao pleito das vagas reservadas aos candidatos portadores de deficiência. 3.9. Os candidatos que, no ato da inscrição, declararem-se portadores de deficiência, se aprovados e classificados no processo seletivo, terão seus nomes publicados em lista à parte e, caso obtenham classificação necessária, figurarão também na lista de classificação geral por cargo. 3.10. O enquadramento do candidato como portador de deficiência e o grau de deficiência capacitante para o exercício do cargo serão definidos durante a realização da etapa de Exames Médicos Admissionais. 3.11. Os candidatos que se declararem portadores de deficiência, quando convocados, deverão comparecer aos Exames Médicos Admissionais. 3.12. As vagas que não forem preenchidas por falta de candidatos portadores de deficiência aprovados no Exame Médico Admissional serão preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem geral de classificação por cargo. 4. DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO 4.1. Ser brasileiro, nato ou naturalizado, ou cidadão português que tenha adquirido a igualdade de direitos e obrigações civis e o gozo dos direitos políticos. 4.2. Estar em dia com as obrigações eleitorais. 4.3. Estar em dia com o serviço militar obrigatório, quando candidato do sexo masculino. 4.4. Não ter sido demitido da Fundação Santo André por justa causa. 4.5. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo a que concorre. 4.6. Contar, no mínimo, 18 anos completos à data de admissão. 4.7. Atender ao requisito mínimo exigido neste Edital, conforme discriminado no subitem 2.1. 4.8. Pagar taxa de inscrição no valor de R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais). 4.9. No ato da inscrição, não serão solicitados comprovantes das exigências contidas nos subitens anteriores. No entanto, o candidato que não as satisfaça no ato da admissão, mesmo tendo sido aprovado, será automaticamente desclassificado do processo seletivo. 5. DAS INSCRIÇÕES NO PROCESSO SELETIVO PÚBLICO 5.1. As inscrições deverão ser efetuadas no Departamento de Recursos Humanos da Fundação Santo André, no horário das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas, ou no Setor de Concursos, das 19 às 21 horas, situados na Av. Príncipe de Gales, 821, Bairro Príncipe de Gales, em Santo André, ou pelo site www.fsa.br . 5.2. PERÍODO: de 10 a 21 de outubro de 2011. 5.3. Para efetuar a inscrição, o candidato deverá: a) Retirar e preencher a ficha de inscrição disponível no Departamento de Recursos Humanos ou no Setor de Concursos ou preencher a ficha pelo site. 12 c) Pagar a taxa de inscrição de R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais),no Posto Bancário do Santander, no Campus da Fundação Santo André (Horário de funcionamento do Banco: das 10 às 16 horas e das 18 às 21 horas) ou em outra agência bancária. d) Entregar a ficha de inscrição preenchida, o protocolo de pagamento, (1) uma cópia simples, acompanhada do original, para conferência, de cada um dos seguintes documentos: currículo lattes, títulos acadêmicos; Cédula de Identidade (R.G.), Cadastro de Pessoas Físicas (C.P.F), certidão(ões) de nascimento do(s) filho(s), se houver. 5.4. As informações prestadas no formulário de inscrição serão de inteira responsabilidade do candidato, dispondo a Fundação Santo André do direito de desclassificar aquele que não preencher o formulário de forma completa, correta e legível. 5.5. É vedada a transferência do valor pago a título de taxa de inscrição para terceiros ou para outros processos seletivos. 5.6. O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido em hipótese alguma. 5.7. O pagamento do valor da inscrição poderá ser efetuado em dinheiro ou cheque do próprio candidato. 5.8. Os pagamentos efetuados em cheque somente serão considerados quitados após a respectiva compensação. 5.9. No caso de o pagamento da taxa de inscrição ser efetuado com cheque bancário que, porventura, seja devolvido, por qualquer motivo, a Fundação Santo André reservase o direito de cancelar a inscrição. 5.10. Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição. 5.11. O comprovante de inscrição deverá ser mantido em poder do candidato. 5.12. O candidato deverá declarar no formulário de inscrição que tem ciência e aceita as condições estabelecidas neste Edital. 5.13. A Fundação Santo André se exime de eventuais despesas com viagens e hospedagens dos candidatos. 5.14. A relação dos candidatos inscritos será publicada no portal eletrônico da FSA (www.fsa.br ) e afixada no Departamento de Recursos Humanos no dia 24 de outubro de 2011. 6. DA BANCA EXAMINADORA 6.1. A BANCA EXAMINADORA desempenhará as funções de comissão examinadora da(s) prova(s) e títulos. 6.2 A BANCA EXAMINADORA deverá ser composta por membros com titulação superior à mínima exigida neste Edital, conforme item 2.1. 6.3. Aplicam-se aos membros da Comissão os seguintes motivos de suspeição e/ou de impedimento: 6.3.1. ser cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, de candidato cuja inscrição haja sido deferida; 6.3.2. ter vínculo pessoal, profissional ou acadêmico com qualquer candidato cuja inscrição haja sido deferida. 6.4. Os motivos de suspeição e de impedimento deverão ser comunicados à Presidência da Fundação Santo André, justificadamente, por escrito, por qualquer interessado. 13 7. DAS PROVAS 7.1. DA PROVA OBJETIVA 7.1.1. A prova objetiva será eliminatória e classificatória. 7.1.2. A prova objetiva será escrita. 7.1.3. A prova objetiva valerá 100 pontos. 7.1.4. Os candidatos que obtiverem pontuação inferior a 50 pontos na prova objetiva serão desclassificados. 8. DA REALIZAÇÃO DA PROVA OBJETIVA 8.1. A realização da prova objetiva ocorrerá no dia 07 de novembro de 2011, das 15h00 as 17h00 nas dependências da Fundação Santo André. 8.2. A sala em que o candidato realizará a prova será divulgada no portal eletrônico da FSA (www.fsa.br) e afixada no Departamento de Recursos Humanos, até 2 (dois) dias úteis antes da realização da prova. 8.3. É obrigatória a apresentação pelo candidato de documento oficial de identidade (R.G. ou outros reconhecidos como tal), com foto, ao fiscal de sala, para que possa identificar-se e realizar a prova. 8.4. É vedado o ingresso de candidato em local de prova em estado de evidente embriaguez, portando arma e/ou utilizando aparelhos eletrônicos (telefone celular, bip, walkman, receptor, gravador, palm top, pager, relógio digital, máquina fotográfica ou similares). 8.5. O tempo de duração da prova será de 2 horas, improrrogáveis, sem tempo adicional. 8.6. Iniciada a prova e no curso desta, o candidato somente poderá ausentar-se da sala acompanhado de um fiscal. 8.7. É obrigatória a permanência do candidato no local da prova por, no mínimo, 30 (trinta) minutos. 8.8. Durante a realização das provas não será permitido o empréstimo de qualquer material (inclusive borracha, lápis, caneta etc). 8.9. É expressamente proibida, durante a realização da prova, consulta a qualquer material, livros, códigos, legislação em geral, régua de cálculo, máquinas calculadoras e outros da mesma natureza. 8.10. Não será permitido, durante a realização das provas, o uso de equipamentos mecânicos, eletrônicos ou ópticos que permitam o armazenamento ou a comunicação de dados, informações ou similares. 8.11. Será desclassificado do Concurso o candidato que proceder com improbidade, indisciplina, falta de decoro ou que adotar comportamento incorreto ou descortês para com qualquer dos fiscais ou membros da BANCA EXAMINADORA, seus auxiliares ou autoridades presentes. 8.12. As questões serão entregues aos candidatos já impressas, não se permitindo esclarecimentos sobre o seu enunciado ou sobre o modo de resolvê-las. 8.13. O preenchimento da folha de respostas será de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas contidas neste edital e na folha de respostas. 14 8.14. Serão de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos advindos do preenchimento indevido da folha de respostas. Serão consideradas marcações indevidas as que estiverem em desacordo com a folha de respostas, tais como marcação rasurada ou emendada e/ou campo de marcação não preenchido integralmente. 8.15. O candidato não poderá amarrotar, molhar, dobrar, rasgar, manchar ou, de qualquer modo, danificar sua folha de respostas. 8.16. O candidato é responsável pela conferência de seus dados pessoais, em especial seu nome, seu número de inscrição e o número de seu documento de identidade. 8.17. É vedado ao candidato: a) dar ou receber auxílio para a execução de quaisquer provas; b) comunicar-se ou tentar comunicar-se por via oral, escrita ou por qualquer outro meio com outra pessoa, durante a aplicação de prova; c) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento inadequado; d) fazer anotação de informações relativas às suas respostas no comprovante de inscrição e/ou em qualquer outro meio, que não os permitidos; e) afastar-se da sala, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal; f) ausentar-se da sala, a qualquer tempo, portando o Cartão-Respostas; g) praticar falsidade ideológica a qualquer momento do concurso; h) proceder à falsa identificação pessoal; i) a qualquer tempo, utilizar meio ilícito para obter aprovação própria ou de outrem. j) levar o caderno de questões. 8.18. Após o término da prova, o candidato não poderá retornar ao recinto em que realizou a prova em nenhuma hipótese. 8.19. Não haverá segunda chamada ou repetição de prova. 8.20. O não comparecimento à prova ou a chegada com atraso aos locais de prova, qualquer que seja o motivo, caracterizará desistência do candidato e resultará na desclassificação do candidato no Concurso Público. 8.21. A correção das provas dar-se-á sem identificação do nome do candidato. 8.22. A transgressão a qualquer das regras previstas neste item 8 importará na desclassificação do candidato. 9. DA PONTUAÇÃO FINAL 9.1 A pontuação final do candidato será o resultado dos pontos obtidos na prova objetiva. 9.2. Os candidatos aprovados serão classificados em ordem decrescente de número de pontos. 10. DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE 10.1 Em caso de empate no número total de pontos da(s) prova(s), terá preferência, em ordem sucessiva e excludente, o candidato que: a) for mais idoso dentre os candidatos que contarem com idade superior a 60 anos, até o último dia de inscrição neste processo seletivo público, conforme artigo 27, parágrafo único, do Estatuto do Idoso; b) tiver obtido a maior pontuação nos títulos conforme tabela abaixo. 15 b.1) O título que constituir o requisito mínimo para a inscrição do candidato não será pontuado. TABELA DE PONTUAÇÃO DE TÍTULOS TÍTULOS Pontos 1.1. Graduação na área do 10 conhecimento da disciplina definida pela CAPES 1.2. Graduação fora da 05 área do conhecimento da disciplina definida 1. Formação pela CAPES Acadêmica 1.3. Pós-Graduação Lato- 15 (pontuação máxima: 85) sensu na área do conhecimento da disciplina definida pela CAPES 1.4. Pós-Graduação Lato- 10 sensu fora da área do conhecimento da disciplina definida pela CAPES 1.5. PósGraduação 20 Stricto-Sensu (Mestrado) na área do conhecimento da disciplina definida pela CAPES 1.6. PósGraduação 15 Stricto-Sensu (Mestrado) fora da área do conhecimento da disciplina definida pela CAPES 1.7. PósGraduação 25 Stricto-Sensu (Doutorado) na área do conhecimento da disciplina definida pela CAPES Itens 16 2. Produção Científica (pontuação máxima: 10) 1.8. PósGraduação Stricto-Sensu (Doutorado) fora da área do conhecimento da disciplina definida pela CAPES 2.1. Artigos publicados em periódicos científicos indexados 2.2. Livro publicado 2.3. Capítulo de livro publicado 20 2 pontos por artigo 2 pontos por livro 1 ponto por capítulo publicado 2.4. Organização de obra 0,5 ponto por publicada organização 2.5. Artigos publicados em Congressos Científicos 2.5.1. Completo 0,5 ponto por artigo 2.5.2. Resumo 0,2 ponto por resumo 2.5.3. Resumo 0,2 ponto por resumo expandido c) tiver o maior número de filhos. 10.2. Se persistir o empate, será feito sorteio público entre os candidatos empatados, no dia 21 de novembro de 2011, às 17 horas, na secretaria da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras - FAFIL. 11. DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO 11.1. O resultado final de classificados no presente Processo Seletivo será publicado no dia 28 de novembro de 2011, às 16h00 horas, no portal eletrônico da Fundação Santo André (www.fsa.br) e por meio de lista afixada no Departamento de Recursos Humanos. 12. DOS RECURSOS 12.1. É assegurada aos candidatos a interposição de recurso contra o resultado do processo seletivo, no prazo de 24 horas, contadas a partir da publicação do mesmo, em primeira e última instância à Comissão do Concurso. 12.2. Os recursos previstos nos subitens anteriores deverão ser dirigidos à Comissão do Concurso e protocolados no Departamento de Recursos Humanos da FSA no prazo indicado. 12.3. Se, do exame de recursos, resultar anulação de questão integrante da prova, a pontuação correspondente a essa questão será atribuída a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido. 12.4. A fundamentação constitui pressuposto para o conhecimento do recurso, devendo o candidato ser claro, consistente e objetivo. 12.5. Recurso inconsistente ou intempestivo será indeferido. 17 12.6. As respostas dos recursos contra o resultado do processo seletivo serão publicadas no portal eletrônico da Fundação Santo André (www.fsa.br) e por meio de lista afixada no Departamento de Recursos Humanos, no dia 28 de novembro de 2011, às 16 horas. 12.7. Não caberá nenhum outro recurso contra a decisão da Comissão do Concurso. 13. DAS CONDIÇÕES BÁSICAS PARA CONCESSÃO DE BOLSAS 13.1 o professor ao ser selecionado para o componente curricular será denominado de Professor- formador I ou Professor- formador II e assumirá as obrigações e deveres dos bolsistas em conformidade com a RESOLUÇÃO/FNDE/CD/N° 13/10 em seu ANEXO I MANUAL DE ATRIBUIÇÕES DOS BOLSISTAS; 13.2 o professor- formador I que comprovar, no mínimo, três anos de experiência no magistério superior, receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 1.300,00 (hum mil e trezentos reais). O Professor-formador II que comprovar a experiência de um ano no magistério superior ou titulação mínima de Mestre ou Doutor ou vínculo a programas de Mestrado ou Doutorado receberá uma bolsa mensal de R$ 1.100,00 (hum e cem reais); 13.2.1. a bolsa será concedida pela CAPES/MEC e paga pelo FNDE diretamente ao bolsista, por meio de crédito em conta benefício, aberta pelo FNDE, em agência do Banco do Brasil S/A, indicada especificamente para esse fim; 13.2.2. o professor- formador selecionado será convocado para preenchimento do Termo de Compromisso do Bolsista e Formulário de Cadastramento de Bolsista, conforme Resolução FNDE Nº 13/10, de acordo com a composição da turma e cronograma de oferta do componente curricular objeto de sua inscrição; 13.3 o CUFSA não assume a responsabilidade de despesas com o deslocamento, hospedagem e alimentação do Professor-pesquisador selecionado. 14. DOS APROVADOS 14.1. Os candidatos serão classificados em ordem de maior pontuação, obedecendo aos critérios previstos neste Edital. 14.2. Nos cargos em que houver previsão de dois ou mais horários de trabalho, terá prioridade na escolha o candidato colocado em 1º lugar, e sucessivamente os demais classificados, considerando o número de vagas para cada cargo e para cada horário. 14.3. Quando da abertura de vagas os candidatos serão contratados, seguindo rigorosamente a ordem de classificação. 15. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 15.1. A inscrição do candidato implicará a aceitação das normas para o processo seletivo público, contidas neste edital. 15.2. Para os prazos estabelecidos neste edital, o sábado é considerado dia útil. 15.3 Os casos omissos serão decididos pela Banca Examinadora do Processo Seletivo. Santo André, 09 de outubro de 2011. ODUVALDO CACALANO Presidente da FSA