1
EDITAL nº 012/2011- GRADUAÇÃO
A Fundação Santo André realizará, sob a responsabilidade da PROGRAD, Processo Seletivo
Público, destinado à CONTRATAÇÃO e à formação de cadastro de reserva de docentes
sob o regime de bolsa de pesquisa, por prazo determinado, para o Curso de Pedagogia do
Centro Universitário Fundação Santo André, do Programa de Bolsas do CAPES/MEC/FNDE,
do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica – PARFOR.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. O Processo Seletivo será regido por este Edital.
1.2. A seleção para os cargos de que trata este Edital será realizada por meio de provas e
títulos.
1.3. Os candidatos aprovados serão convocados, observada a necessidade de provimento e a
ordem de classificação.
2. DAS VAGAS, REMUNERAÇÃO, HORÁRIOS, CARGA HORÁRIA SEMANAL,
REQUISITOS MÍNIMOS, EMENTAS E BIBLIOGRAFIA
2.1. As vagas, valor de bolsa, horários, carga horária semanal, requisitos mínimos, ementas e
bibliografia seguem na tabela abaixo:
Curso: Pedagogia/PARFOR
Horário de funcionamento do Curso: de 2ª a 6ª feira, das 19h30 as 23h00
Requisitos mínimos: Título obtido em cursos de pós- graduação lato-sensu autorizado pelo órgão
competente ou comprovante de conclusão de, no mínimo, 50% dos créditos de programa de
mestrado recomendado pela CAPES, ou certificação específica, na área.
Carga horária: Todas as disciplinas têm 04 h/a semanais
Da Remuneração: A remuneração se dará no regime de bolsa de estudos concedida pela
CAPES/MEC/FNDE, de acordo com os seguintes critérios: O professor-formador I deverá
comprovar, no mínimo, três anos de experiência no magistério superior e receberá uma bolsa
mensal no valor de R$ 1.300,00 (hum mil trezentos reais). O professor- formador II deverá
comprovar a experiência de um ano no magistério superior e receberá uma bolsa mensal de R$
1.100,00 (hum mil e cem reais). A bolsa mensal (num máximo de 5 bolsas por semestre) é
concedida ao professor, independentemente do número de turmas que assumir.
Disciplina
Ementa
Bibliografia
Práticas
Pedagógicas no
Ensino
Fundamental:
novos
paradigmas e
experiências
curriculares I e II
I) Currículo: um fenômeno histórico. Novos
mapas culturais e as novas perspectivas
educacionais. A instituição escolar e a
compreensão da realidade. A proposta dos
Parâmetros Curriculares Nacionais. Um
currículo para a Cidadania. Bases políticas
e pedagógicas para a educação de jovens e
adultos. Análise de propostas curriculares
para a educação fundamental e de jovens e
DARSIE, Marta; ANDRÉ, Marli. A
prática da avaliação e a escuta do
Diário. In: ANDRÉ, Marli.
Pedagogia das diferenças na sala
de aula. São Paulo: Papirus, 2001.
MARTINEZ, Maria Elena.
Cultura(s) e identidades nas
propostas curriculares nacionais do
Brasil e da Argentina nos anos 90.
In: CANDAU, Vera M. (org.)
2
adultos das Administrações Municipais da
Região do ABC.
II) Análise de propostas curriculares e sua
forma de organização nas administrações
municipais da região do ABC. Relação
teoria e prática, desenvolvimento de
estratégias de reflexão de trabalho coletivo,
de observação, descrição, problematização
e proposição de alternativas para o trabalho
educacional e pedagógico na unidade.
Sociedade Educação e Cultura(s).
Questões e Propostas. São Paulo:
Vozes, 2002.
BRASIL, Ministério De Educação e
Cultura. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Ensino Fundamental.
Brasília: MEC, 1997.
NÓVOA, Antonio. Os professores e
as histórias de sua vida. In:
NÓVOA, Antonio (org.) Vidas de
professores. Porto: Porto, 1992.
SOUZA, Marcelo, G. A., Educar
para a tolerância e o respeito à
diferença: uma reflexão a partir da
proposta Escola Plural. In:
CANDAU, Vera M. (org.)
Sociedade – Educação e
Cultura(s). Questões e Propostas.
São Paulo: Vozes, 2002.
ZEICHNER, Kenneth. Formação
de Professores: contato direto com
a realidade da escola. Presença
Pedagógica. v.6, n.34, jul-ago2000. 5-15
Transtornos no
Desenvolvimento
Humano e
possibilidades de
intervenções no
processo
educativo
Desenvolvimento
neuro/psico/motor/cognitivo. A doença
mental. Desvios da normalidade: etiologia e
repercussões. Discrepâncias do
comportamento. Intervenções e
encaminhamentos nos diferentes espaços
educativos. A escola: um espaço de
aprendizagem e terapêutico.
FOLBERG, Maria Nestrovsky;
CHARCZUK, Maria Solange Bicca
(orgs.). Crianças Psicóticas e
Autistas. A construção de uma
escola. Porto Alegre: Mediação,
2003.
JEUSALINSKY, Alfredo. A
escolarização de crianças
psicóticas. Estilos da Clínica. ano
II, n.2, 1997.
OLIVEIRA, Marta Kohl de; REGO,
Teresa Cristina; SOUZA, Denise
Trento R. (orgs.). Psicologia,
Educação e as Temáticas da Vida
Contemporânea. SP: Moderna,
2002.
PAPALIA, Dianna; WENDKOS,
Sally. O mundo da criança. Da
infância à adolescência. São
Paulo: M. Books, 1998.
3
SILVA, Marcella M.de S. E.
Construção do corpo: implicações
em um caso de psicose infantil.
Estilos da Clínica. ano II, n.2,
1997.
Corpo,
movimento e
cultura I e II (EI,
EF e EJA)
I)
Ressaltar o processo central de
escolarização das práticas corporais
presentes na cultura, produzindo formas de
significação específica a respeito de jogos,
esportes, danças e brincadeiras no espaço
e tempo da escola.
II)
Orientar a sistematização do
conhecimento acerca das práticas
corporais, enfatizando as atividades
expressivas e comunicativas da cultura
corporal. Utilizar os conhecimentos trazidos
pelas crianças sobre seu corpo, o mundo
dos jogos e brincadeiras, tendo em vista as
elaborações sistemáticas, fundamentadas
na importância da ação motora para a
criança no cotidiano da escola.
ALVES, Rubem. A utilidade e o
prazer: um conflito educacional.
Fundamentos estéticos da
educação. São Paulo: Papirus,
1988.
BROUGIÈRE G. Brinquedo e
Cultura. São Paulo: Cortez, 1995.
DAOLIO, J. Da cultura do corpo.
São Paulo: Papirus, 1996.
GALVÃO, Isabel. A questão do
movimento no cotidiano de uma
pré-escola. Cadernos de Pesquisa.
1996.
SAYÃO, Débora. Corpo e
Movimento: Notas para
problematizar algumas questões
relacionadas à Educação Infantil e
à Educação Física. Revista
Brasileira de Ciências no Esportes.
v. 23, n° 2, 7-212, jan.2002.
TAILLE, Yves de La. Piaget,
Vygotsky e Wallon: teorias
psicogenéticas em discussão. São
Paulo: Summus, 1992.
VYGOTSKY, Lev S. A formação
social da mente. São Paulo:
Martins Fontes, 1989.
Ciências da
Natureza e
Sociedade I e II
(EI, EF e EJA)
I) A construção histórica da sociedade e da
natureza. As relações sociais no mundo
contemporâneo. Elementos constitutivos
dos diferentes sistemas naturais e suas
inter-relações. Processos interativos
homem-natureza e suas consequências.
II) A criança e a compreensão do ambiente.
O estudo do meio como possibilidade de
investigação. As interações criançaambiente.
AB´SABER, A. Formas de relevo.
IN: AB´SABER, A. Projeto
brasileiro para o Ensino de
Geografia. São Paulo: EDART,
1975.
ARRUDA, Moacir, B. Ecossistemas
Brasileiros. Brasília: IBAMA, 2001.
ASIMOV, ISAAC. Cronologia das
Ciências e das Descobertas. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira,
4
1993.
CAPELETTO, Armando. Biologia e
Educação Ambiental: roteiros de
trabalhos. São Paulo: Ática, 1992.
CARABETTA-Jr, Valter, LIMA,
Geni M. Ciências naturais: uma
viagem fantástica. São Paulo:
Quinteto. 4 vol., 2001.
CORAZZINI Roseli et al. Papel
mensageiro do tempo. 1ª ed. São
Paulo, Editora do Brasil, 2000.
CORAZZINI Roseli et al. Sentindo
o ambiente. 1ª ed. São Paulo,
Editora do Brasil, 2000.
KUPSTAS, M. (org) Ecologia em
debate. São Paulo: Moderna, 1997.
MENEZES, Luiz Carlos de et al.
Formação continuada de
professores de ciências. São
Paulo: Moderna, 1997.
SANTOS, Milton. Metamorfoses
do espaço habitado. São Paulo:
Hucitec, 1988.
SANTOS, Milton. Pensando o
espaço do homem. São Paulo:
Hucitec, 1991.
Comunicação e
Linguagem:
matemática I e II
(EI, EF)
I)Necessidades formativas dos professores:
a ruptura com visões simplistas sobre o
“ensino primário”. Ciência: construção
histórico-social e implicações para o ensino.
Diferentes concepções sobre o ensino da
Matemática. O ensino da Matemática na
Educação Infantil, na Educação
Fundamental e na EJA.
II) O ensino da Matemática nas séries
iniciais do Ensino Fundamental e na EJA: a
análise das dificuldades; o erro como
situação de aprendizagem; o significado da
resolução de problemas; a interação do
conhecimento matemático com as outras
áreas; as inter-relações da aritmética,
álgebra e geometria; a realidade do aluno
no ensino da Matemática. Análise de
BACQUET, Michelle. Matemática
sem dificuldades ou como evitar
que seja odiada por seu aluno.
Porto Alegre: ArtMed, 2001.
BRASIL, Ministério da Educação.
Parâmetros Curriculares Nacionais.
Ensino Fundamental Matemática.
Brasília: MEC, 1997.
CARAÇA, Bento de Jesus
Conceitos Fundamentais da
Matemática. Lisboa:1970.
KAMII, C. Reinventando a
aritmética. São Paulo: Papirus,
1996.
MOURA, Manoel Oriosvaldo de. O
5
propostas e Parâmetros Curriculares
Nacionais para a Educação Básica.
Matemática e a EJA. Matemática, ética e a
cidadania.
jogo e a construção do
conhecimento matemático. Séries
Idéias. n.10. São Paulo: Fundação
para o Desenvolvimento da
Educação. 1991. 45-53.
PARRA, Cecília (org). A Didática
da Matemática. Porto Alegre:
ArtMed., 1996.
SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Inês
(orgs.). Ler, Escrever e Resolver
Problemas: habilidades básicas
para aprender Matemática. Porto
Alegre: Artes Médicas, 2001.
ZASLAVSKY, C. Jogos e
Atividades Matemáticas do Mundo
Inteiro. Diversão Multicultural para
idades de 8 a 12 anos. Porto
Alegre: Artmed 2001.
Literatura infantil
e Comunicação e
Linguagem:
língua
portuguesa I e II
(EI, EF e EJA)
I)Histórico do ensino da Língua Portuguesa
na escola. Língua oral e escrita.
Alfabetização e Letramento. Concepções,
métodos, recursos e práticas de
alfabetização.
II) Gêneros discursivos. Práticas de leitura e
produção de textos. Ortografia, pontuação e
aspectos gramaticais. Planejamento e
organização do trabalho pedagógico.
Proporcionar ao professor condições de
analisar, selecionar e indicar com maior
segurança obras literárias infantis. Fornecer
subsídios pedagógicos para a formação de
leitores críticos. O conceito de infância e de
literatura infantil; literatura e experiência; a
formação do hábito de leitura; a
historiografia da Literatura Infantil. A arte de
contar histórias: os contos e mitos afroindígenas, os contos de fada e as possíveis
interpretações psicanalíticas. A poesia e o
teatro (jogo dramático) para crianças.
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura
infantil. Gostosuras e bobices. São
Paulo: Scipione, 1989.
BELLENGER, Lionel. Os métodos
de alfabetização. In: BELLENGER,
Lionel Os Métodos de Leitura. Rio
de Janeiro: Zahar, 1978.
BRASIL, Ministério da Educação e
Cultura. Parâmetros Curriculares
Nacionais de Língua Portuguesa.
Brasília: MEC, 1997.
BRASIL, Ministério da Educação e
Cultura. Coleção Cadernos de
EJA. Brasília: MEC/SECAD, 2007.
CAVALCANTI, Zélia (coord.).
Alfabetizando. Porto Alegre: Artes
Médicas: 1997.
COELHO, Betty. Contar Histórias.
Uma arte sem idade. 10ª. ed. São
Paulo: Ática, 2000.
COELHO, Nelly Novaes.
Panorama histórico da literatura
infantil/juvenil. Das origens indoeuropéias ao Brasil
contemporâneo. 4ª. ed. São Paulo:
6
Ática, 1991.
CAVALCANTI, Zélia (coord.).
Alfabetizando. Porto Alegre: Artes
Médicas: 1997.
FERREIRO, Emilia, TEBEROSKY,
Ana. Psicogênese da língua
escrita. Porto Alegre: Artes
Médicas: 1986.
KAUFMAN, Ana Maria;
RODRIGUEZ, Maria Elena. Escola,
Leitura e Produção de Textos.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
KLEIMAN, Angela (org.). Os
Significados do Letramento. São
Paulo: Mercado de Letras, 1995.
MORAIS, Artur Gomes de, et al. O
Aprendizado da Ortografia. Belo
Horizonte: Autêntica, 1999.
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a
Escrever. São Paulo: Ática, 1992.
Espaço e tempo:
o lugar da
História e da
Geografia I e II
(EI, EF)
I)
História e Geografia no currículo
escolar. Revisão conceitual das áreas.
Interdisciplinaridade e transversalidade.
Conceitos: fato, sujeito e tempo histórico.
Articulação tempo e espaço: leitura crítica
dos espaços, das culturas e das histórias
do cotidiano.
ALMEIDA, Rosangela D.; PASSINI,
Elza Y. O Espaço Geográfico:
ensino e representação. São
Paulo: Contexto, 1999.
II)
Análise de propostas curriculares
nas áreas para a Educação Infantil, séries/
anos iniciais do Ensino Fundamental e na
Educação de Jovens e Adultos, bem como
no seu tratamento nos livros didáticos
avaliados pelo MEC. As Ciências Humanas
na formação do aluno do Ensino
Fundamental. O estudo da cidade como um
projeto de pesquisa. Espaço, paisagem,
território e lugar. Natureza e Sociedade na
constituição do espaço e das paisagens
brasileiras.
BITTENCOURT, Circe Maria F.
(org.) O Saber Histórico Na Sala de
Aula. São Paulo: Contexto, 1997.
______Do desenho ao
mapa.Iniciação cartográfica na
escola. São Paulo: Contexto, 2001.
______ Ensino de História:
Fundamentos e métodos. São
Paulo: Cortez, 2005.
BLOCH, Marc. Introdução à
História. Lisboa: Europa, América,
1965.
BRASIL. Ministério de Educação e
Cultura. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Ensino Médio. Ciências
Humanas e Tecnologias. Brasília:
MEC, 2000.
7
______ Secretaria de Educação
Fundamental Parâmetros
Curriculares Nacionais: Geografia.
Brasília: MEC/ SEF, 1998.
______Educação de Jovens e
Adultos. Ensino Fundamental.
Proposta Curricular. 1º Segmento.
Brasília, São Paulo: Ação
Educativa/MEC, 1999.
_______ Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: História.
Brasília: MEC/ SEF, 1998.
CAVALCANTI, Lana de Sousa.
Geografia, Escola e Construção de
Conhecimentos. São Paulo:
Papirus, 1998.
DUBY, Georges. A História
Continua. Rio de Janeiro; Jorge
Zahar: UFRJ, 1993.
FURET, F. A Oficina da História.
Lisboa: Gradiva, sem data.
GINZBURG, C. A Micro-História e
Outros Ensaios. Rio de Janeiro:
Bertrand do Brasil, 1991.
LEFEBVRE, H. A Vida Cotidiana
no Mundo Moderno. São Paulo,
Ática, 1991.
PASSINI, Elza Y. Prática e Estágio
de Geografia. São Paulo: Contexto,
2007.
SANTOS, Clézio; TUNES, Regina
H. Geografia Escolar: construções
e des-construções. São Paulo:
Nege, 2001.
SILVA, Marcos A. da. Patrimônios
Históricos. In: História. O Prazer
em Ensino e Pesquisa. São Paulo:
Brasiliense, 1995.
A Arte como
Cultura e
Expressão
A arte como representação simbólica dos
diferentes grupos culturais, entre eles os
afro-indígenas, sua importância na
BARBOSA, Ana Mae. A Imagem
no Ensino da arte: Anos Oitenta e
Novos Tempos. São Paulo:
8
educação para o entendimento da
identidade cultural e o reconhecimento da
diversidade cultural em arte. A arte
estudada em suas dimensões: a material, a
sensível, a intelectual, a emocional,
cognitiva, estética e a histórica. O ensino da
arte enfocado a partir de uma prática
pedagógica que valoriza o fazer arte, a
história da arte e a contextualização das
diferentes produções artísticas, isto é, a
produção artística, a apreciação e a
contextualização.
Perspectiva, Ioschpe, 1991.
______Arte Educação PósColonialista no Brasil:
Aprendizagem Triangular. Revista
Comunicação e Educação. São
Paulo: v.2 jan./abr. 1995. 59 - 64.
______ Tópicos Utópicos. Belo
Horizonte: C, Arte, 1998.
______ John Dewey e o Esino da
Arte no Brasil. São Paulo: Cortez,
2001.
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a
Arte. São Paulo: Ática, 1985.
MÉRIDIEU, Florença de. O
Desenho Infantil. São Paulo:
Cultrix, 1979.
PILLAR, Analice Dutra. Fazendo
Artes na Alfabetização. Porto
Alegre: Kuarup, 1986.
Saúde na
Educação Infantil
e Fundamental
Conceito de saúde e nutrição. Aleitamento
materno e o aleitamento artificial e suas
implicações na infância. Necessidades
nutricionais na infância. Higiene pessoal e
ambiental. Conscientização e prevenção de
doenças e promoção de saúde na escola.
DEBRAY, Rosine. Bebês/Mães em
Revolta. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1988.
DUTRA DE OLIVEIRA, José
Eduardo; MARCHINI, Sérgio.
Ciências Nutricionais. São Paulo:
Sarvier, 1998.
FERRIANI, M. G. et al. Histórico da
Saúde Escolar: visão global dos
serviços de saúde escolar no país.
Revista Brasileira de Saúde
Escolar. v. 1, n. 3,4, jul/ out, 1990.
21-30.
GOUVEIA, E. Nutrição, Saúde e
Comunidade., 2ª ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 1999.
KRAUZE, MAHAN, L. K. Ciências
Nutricionais. Rio de Janeiro:
Revinter, 1998.
KREISLER, Leon; FAIN, Michel;
SOULÉ, Michel. A criança e seu
corpo. Rio de Janeiro: Zahar,
9
1981.
BRASIL, Ministério da Educação e
Cultura. Secretaria Ensino
Fundamental. Referenciais
Curriculares Nacionisl para a
Educação Infantil. Brasília:
MEC/SEF 1998.
MONTEIRO, C. A. O Panorama da
nutrição infantil nos anos 90.
Cadernos de Políticas Sociais.
Brasília: UNICEF, 1997.
PORTO, Flávia. Nutrição para
quem não conhece nutrição. São
Paulo: Varela, 1998.
Seminários de
Estágios: (I, II e
III); Metodologia
Científica e
Orientação de
TCC
I)
Espaço para a reflexão coletiva
sobre uma temática que busca estabelecer
as relações entre o projeto pedagógico da
escola e a cidade.
AZANHA, José Mário P. Educação:
Temas Polêmicos. Cultura Escolar
Brasileira. Um programa de
pesquisa. São Paulo: Martins
Fontes, 1995.
II)
BOGDAN, Roberto C.; BLIKEN,
Sari Knopp. Investigação
Qualitativa em Educação. Portugal:
Porto, 1994.
Análise de práticas inovadoras para
a educação infantil e de propostas
curriculares e sua forma de organização
nas administrações municipais na região do
Grande ABCD e de outras localidades do
País.
III)Constituem um espaço de trabalho
coletivo dos diferentes professores do
Curso, na busca da articulação necessária
entre teoria e prática. São organizados em
torno de eixos temáticos e buscam
contextualizar, descrever, problematizar e
apresentar propostas de superação das
dificuldades/problemas “lidos” na realidade
institucional. Os professores abordarão as
temáticas valendo-se das indicações
bibliográficas das respectivas disciplinas:
Seminário Coletivo de Estágio (1):
Temática: O “cuidar” e o “educar” na creche
e na pré-escola.
Seminário Coletivo de Estágio (2):
Temática: Crianças: sujeitos concretos na
DEMO, Pedro. Princípio Científico
e Educativo. Pesquisar o que é?
São Paulo: Cortez, 1991.
LUNA, Sergio Vasconcelos.
Planejamento de Pesquisa. São
Paulo: EDUC, 2000.
PIMENTA, Selma Garrida;
GHEDIN, Evandro (org.). Professor
Reflexivo no Brasil: Gênese e
Crítica de um Conceito. São
Paulo: Cortez, 2002.
SANTOS, Antonio Raimundo dos.
Metodologia Científica: a
construção do conhecimento. Rio
de Janeiro: DPA, 2004.
SANTOS, Antonio Raimundo dos.
Metodologia Científica: a
construção do conhecimento. Rio
de Janeiro: DPA, 2004.FREIRE,
Madalena. Educando o olhar da
10
creche e na pré-escolar.
Seminário Coletivo de Estágio (3):
Temática: O professor e as áreas de
conhecimento na creche e na pré-escola.
Seminário Coletivo de Estágio (4):
Temática: práticas inovadoras na educação
infantil.
A pesquisa científica e suas peculiaridades
nas práticas humanas. Pesquisa científica
aplicada e pesquisa científica sem fins
imediatos de aplicação. A pesquisa em
Educação: dilemas e perspectivas. O
conceito de metodologia e método: o
método científico, as regras. O conceito de
método em Ciências Humanas e Sociais:
abordagens quantitativas e qualitativas na
pesquisa científica em Educação.
Elaboração de trabalho de conclusão de
curso..
observação. Observação, Registro,
Reflexão: Instrumentos
Metodológicos. Série Seminários.
São Paulo, 1995:13-17.
ZABALZA. M.A. Diários de Aula:
Um Instrumento de Pesquisa e
Desenvolvimento Profissional.
Porto Alegre: Artmed, 1994.
ZEICHNER, Kenneth. Formação
de Professores: contato direto com
a realidade da escola. Presença
Pedagógica, v.6, n.34, , julhago.2000. 5-15.
3. DAS VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA
3.1. Às pessoas portadoras de deficiência que pretendam fazer uso das prerrogativas
que lhes são facultadas no inciso VIII do artigo 37 da Constituição Federal é
assegurado o direito de inscrição para os cargos previstos no presente Edital, desde
que as atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras.
3.2. Consideram-se pessoas portadoras de deficiência aquelas que se enquadram nas
categorias discriminadas no Decreto 3.298/99 e suas alterações.
3.3. Do total a ser contratado, serão reservadas 5% (cinco por cento) das vagas a
candidato portador de deficiência, observada a ordem de classificação e o resultado
dos Exames Médicos Admissionais, conforme previsto no Decreto 3.298/99, de
20/12/1999, e alterações posteriores, que regulamentam a Lei 7.853/89, de 24/10/1989.
3.4. As pessoas portadoras de deficiência, resguardadas as condições especiais
previstas no Decreto 3.298/99, particularmente em seu artigo 40, participarão do
processo seletivo em igualdade de condições com os demais candidatos.
3.5. Para concorrer a uma dessas vagas, o candidato deverá, no ato da inscrição:
a) declarar-se portador de deficiência;
b) encaminhar laudo médico original, emitido nos últimos doze meses, atestando a
espécie e o grau ou o nível da deficiência, com expressa referência ao código
correspondente da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas
Relacionados à Saúde (CID-10), bem como à provável causa da deficiência, na forma
do subitem 3.4.
3.6. O laudo médico (original) terá validade somente para este processo seletivo e não
será devolvido, assim como não serão fornecidas cópias desse laudo.
11
3.7. A relação dos candidatos que tiverem a inscrição deferida para concorrer na
condição de portadores de deficiência será divulgada no endereço eletrônico
http://www.fsa.br, no segundo dia útil após o término das inscrições.
3.8. A inobservância do disposto no subitem 3.5 acarretará a perda do direito ao pleito
das vagas reservadas aos candidatos portadores de deficiência.
3.9. Os candidatos que, no ato da inscrição, declararem-se portadores de deficiência,
se aprovados e classificados no processo seletivo, terão seus nomes publicados em
lista à parte e, caso obtenham classificação necessária, figurarão também na lista de
classificação geral por cargo.
3.10. O enquadramento do candidato como portador de deficiência e o grau de
deficiência capacitante para o exercício do cargo serão definidos durante a realização
da etapa de Exames Médicos Admissionais.
3.11. Os candidatos que se declararem portadores de deficiência, quando convocados,
deverão comparecer aos Exames Médicos Admissionais.
3.12. As vagas que não forem preenchidas por falta de candidatos portadores de
deficiência aprovados no Exame Médico Admissional serão preenchidas pelos demais
candidatos aprovados, observada a ordem geral de classificação por cargo.
4. DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO
4.1. Ser brasileiro, nato ou naturalizado, ou cidadão português que tenha adquirido a
igualdade de direitos e obrigações civis e o gozo dos direitos políticos.
4.2. Estar em dia com as obrigações eleitorais.
4.3. Estar em dia com o serviço militar obrigatório, quando candidato do sexo
masculino.
4.4. Não ter sido demitido da Fundação Santo André por justa causa.
4.5. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo a que
concorre.
4.6. Contar, no mínimo, 18 anos completos à data de admissão.
4.7. Atender ao requisito mínimo exigido neste Edital, conforme discriminado no
subitem 2.1.
4.8. Pagar taxa de inscrição no valor de R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais).
4.9. No ato da inscrição, não serão solicitados comprovantes das exigências contidas
nos subitens anteriores. No entanto, o candidato que não as satisfaça no ato da
admissão, mesmo tendo sido aprovado, será automaticamente desclassificado do
processo seletivo.
5. DAS INSCRIÇÕES NO PROCESSO SELETIVO PÚBLICO
5.1. As inscrições deverão ser efetuadas no Departamento de Recursos Humanos da
Fundação Santo André, no horário das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas, ou no Setor
de Concursos, das 19 às 21 horas, situados na Av. Príncipe de Gales, 821, Bairro
Príncipe de Gales, em Santo André, ou pelo site www.fsa.br .
5.2. PERÍODO: de 10 a 21 de outubro de 2011.
5.3. Para efetuar a inscrição, o candidato deverá:
a) Retirar e preencher a ficha de inscrição disponível no Departamento de Recursos
Humanos ou no Setor de Concursos ou preencher a ficha pelo site.
12
c) Pagar a taxa de inscrição de R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais),no Posto Bancário
do Santander, no Campus da Fundação Santo André (Horário de funcionamento do
Banco: das 10 às 16 horas e das 18 às 21 horas) ou em outra agência bancária.
d) Entregar a ficha de inscrição preenchida, o protocolo de pagamento, (1) uma cópia
simples, acompanhada do original, para conferência, de cada um dos seguintes
documentos: currículo lattes, títulos acadêmicos; Cédula de Identidade (R.G.),
Cadastro de Pessoas Físicas (C.P.F), certidão(ões) de nascimento do(s) filho(s), se
houver.
5.4. As informações prestadas no formulário de inscrição serão de inteira
responsabilidade do candidato, dispondo a Fundação Santo André do direito de
desclassificar aquele que não preencher o formulário de forma completa, correta e
legível.
5.5. É vedada a transferência do valor pago a título de taxa de inscrição para terceiros
ou para outros processos seletivos.
5.6. O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido em
hipótese alguma.
5.7. O pagamento do valor da inscrição poderá ser efetuado em dinheiro ou cheque do
próprio candidato.
5.8. Os pagamentos efetuados em cheque somente serão considerados quitados após
a respectiva compensação.
5.9. No caso de o pagamento da taxa de inscrição ser efetuado com cheque bancário
que, porventura, seja devolvido, por qualquer motivo, a Fundação Santo André reservase o direito de cancelar a inscrição.
5.10. Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição.
5.11. O comprovante de inscrição deverá ser mantido em poder do candidato.
5.12. O candidato deverá declarar no formulário de inscrição que tem ciência e aceita
as condições estabelecidas neste Edital.
5.13. A Fundação Santo André se exime de eventuais despesas com viagens e
hospedagens dos candidatos.
5.14. A relação dos candidatos inscritos será publicada no portal eletrônico da FSA
(www.fsa.br ) e afixada no Departamento de Recursos Humanos no dia 24 de outubro
de 2011.
6. DA BANCA EXAMINADORA
6.1. A BANCA EXAMINADORA desempenhará as funções de comissão examinadora
da(s) prova(s) e títulos.
6.2 A BANCA EXAMINADORA deverá ser composta por membros com titulação
superior à mínima exigida neste Edital, conforme item 2.1.
6.3. Aplicam-se aos membros da Comissão os seguintes motivos de suspeição e/ou de
impedimento:
6.3.1. ser cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade,
até o terceiro grau, de candidato cuja inscrição haja sido deferida;
6.3.2. ter vínculo pessoal, profissional ou acadêmico com qualquer candidato cuja
inscrição haja sido deferida.
6.4. Os motivos de suspeição e de impedimento deverão ser comunicados à
Presidência da Fundação Santo André, justificadamente, por escrito, por qualquer
interessado.
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7. DAS PROVAS
7.1. DA PROVA OBJETIVA
7.1.1. A prova objetiva será eliminatória e classificatória.
7.1.2. A prova objetiva será escrita.
7.1.3. A prova objetiva valerá 100 pontos.
7.1.4. Os candidatos que obtiverem pontuação inferior a 50 pontos na prova objetiva
serão desclassificados.
8. DA REALIZAÇÃO DA PROVA OBJETIVA
8.1. A realização da prova objetiva ocorrerá no dia 07 de novembro de 2011, das 15h00
as 17h00 nas dependências da Fundação Santo André.
8.2. A sala em que o candidato realizará a prova será divulgada no portal eletrônico da
FSA (www.fsa.br) e afixada no Departamento de Recursos Humanos, até 2 (dois) dias
úteis antes da realização da prova.
8.3. É obrigatória a apresentação pelo candidato de documento oficial de identidade
(R.G. ou outros reconhecidos como tal), com foto, ao fiscal de sala, para que possa
identificar-se e realizar a prova.
8.4. É vedado o ingresso de candidato em local de prova em estado de evidente
embriaguez, portando arma e/ou utilizando aparelhos eletrônicos (telefone celular, bip,
walkman, receptor, gravador, palm top, pager, relógio digital, máquina fotográfica ou
similares).
8.5. O tempo de duração da prova será de 2 horas, improrrogáveis, sem tempo
adicional.
8.6. Iniciada a prova e no curso desta, o candidato somente poderá ausentar-se da sala
acompanhado de um fiscal.
8.7. É obrigatória a permanência do candidato no local da prova por, no mínimo, 30
(trinta) minutos.
8.8. Durante a realização das provas não será permitido o empréstimo de qualquer
material (inclusive borracha, lápis, caneta etc).
8.9. É expressamente proibida, durante a realização da prova, consulta a qualquer
material, livros, códigos, legislação em geral, régua de cálculo, máquinas calculadoras
e outros da mesma natureza.
8.10. Não será permitido, durante a realização das provas, o uso de equipamentos
mecânicos, eletrônicos ou ópticos que permitam o armazenamento ou a comunicação
de dados, informações ou similares.
8.11. Será desclassificado do Concurso o candidato que proceder com improbidade,
indisciplina, falta de decoro ou que adotar comportamento incorreto ou descortês para
com qualquer dos fiscais ou membros da BANCA EXAMINADORA, seus auxiliares ou
autoridades presentes.
8.12. As questões serão entregues aos candidatos já impressas, não se permitindo
esclarecimentos sobre o seu enunciado ou sobre o modo de resolvê-las.
8.13. O preenchimento da folha de respostas será de inteira responsabilidade do
candidato, que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas
contidas neste edital e na folha de respostas.
14
8.14. Serão de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos advindos do
preenchimento indevido da folha de respostas. Serão consideradas marcações
indevidas as que estiverem em desacordo com a folha de respostas, tais como
marcação rasurada ou emendada e/ou campo de marcação não preenchido
integralmente.
8.15. O candidato não poderá amarrotar, molhar, dobrar, rasgar, manchar ou, de
qualquer modo, danificar sua folha de respostas.
8.16. O candidato é responsável pela conferência de seus dados pessoais, em especial
seu nome, seu número de inscrição e o número de seu documento de identidade.
8.17. É vedado ao candidato:
a) dar ou receber auxílio para a execução de quaisquer provas;
b) comunicar-se ou tentar comunicar-se por via oral, escrita ou por qualquer outro meio
com outra pessoa, durante a aplicação de prova;
c) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento
inadequado;
d) fazer anotação de informações relativas às suas respostas no comprovante de
inscrição e/ou em qualquer outro meio, que não os permitidos;
e) afastar-se da sala, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal;
f) ausentar-se da sala, a qualquer tempo, portando o Cartão-Respostas;
g) praticar falsidade ideológica a qualquer momento do concurso;
h) proceder à falsa identificação pessoal;
i) a qualquer tempo, utilizar meio ilícito para obter aprovação própria ou de outrem.
j) levar o caderno de questões.
8.18. Após o término da prova, o candidato não poderá retornar ao recinto em que
realizou a prova em nenhuma hipótese.
8.19. Não haverá segunda chamada ou repetição de prova.
8.20. O não comparecimento à prova ou a chegada com atraso aos locais de prova,
qualquer que seja o motivo, caracterizará desistência do candidato e resultará na
desclassificação do candidato no Concurso Público.
8.21. A correção das provas dar-se-á sem identificação do nome do candidato.
8.22. A transgressão a qualquer das regras previstas neste item 8 importará na
desclassificação do candidato.
9. DA PONTUAÇÃO FINAL
9.1 A pontuação final do candidato será o resultado dos pontos obtidos na prova
objetiva.
9.2. Os candidatos aprovados serão classificados em ordem decrescente de número de
pontos.
10. DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE
10.1 Em caso de empate no número total de pontos da(s) prova(s), terá preferência,
em ordem sucessiva e excludente, o candidato que:
a) for mais idoso dentre os candidatos que contarem com idade superior a 60 anos, até
o último dia de inscrição neste processo seletivo público, conforme artigo 27, parágrafo
único, do Estatuto do Idoso;
b) tiver obtido a maior pontuação nos títulos conforme tabela abaixo.
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b.1) O título que constituir o requisito mínimo para a inscrição do candidato não será
pontuado.
TABELA DE PONTUAÇÃO DE TÍTULOS
TÍTULOS
Pontos
1.1. Graduação na área do 10
conhecimento da
disciplina definida
pela CAPES
1.2. Graduação fora da 05
área
do
conhecimento da
disciplina definida
1. Formação
pela CAPES
Acadêmica
1.3. Pós-Graduação Lato- 15
(pontuação máxima: 85)
sensu na área do
conhecimento da
disciplina definida
pela CAPES
1.4. Pós-Graduação Lato- 10
sensu fora da área
do conhecimento
da
disciplina
definida
pela
CAPES
1.5. PósGraduação 20
Stricto-Sensu
(Mestrado) na área
do conhecimento
da
disciplina
definida
pela
CAPES
1.6. PósGraduação 15
Stricto-Sensu
(Mestrado) fora da
área
do
conhecimento da
disciplina definida
pela CAPES
1.7. PósGraduação 25
Stricto-Sensu
(Doutorado)
na
área
do
conhecimento da
disciplina definida
pela CAPES
Itens
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2. Produção
Científica
(pontuação máxima: 10)
1.8. PósGraduação
Stricto-Sensu
(Doutorado) fora da
área
do
conhecimento da
disciplina definida
pela CAPES
2.1. Artigos publicados em
periódicos
científicos
indexados
2.2. Livro publicado
2.3. Capítulo
de
livro
publicado
20
2 pontos por artigo
2 pontos por livro
1 ponto por capítulo
publicado
2.4. Organização de obra 0,5
ponto
por
publicada
organização
2.5. Artigos publicados em Congressos Científicos
2.5.1. Completo
0,5 ponto por artigo
2.5.2. Resumo
0,2 ponto por resumo
2.5.3. Resumo
0,2 ponto por resumo
expandido
c) tiver o maior número de filhos.
10.2. Se persistir o empate, será feito sorteio público entre os candidatos empatados,
no dia 21 de novembro de 2011, às 17 horas, na secretaria da Faculdade de Filosofia
Ciências e Letras - FAFIL.
11. DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO
11.1. O resultado final de classificados no presente Processo Seletivo será publicado
no dia 28 de novembro de 2011, às 16h00 horas, no portal eletrônico da Fundação
Santo André (www.fsa.br) e por meio de lista afixada no Departamento de Recursos
Humanos.
12. DOS RECURSOS
12.1. É assegurada aos candidatos a interposição de recurso contra o resultado do
processo seletivo, no prazo de 24 horas, contadas a partir da publicação do mesmo,
em primeira e última instância à Comissão do Concurso.
12.2. Os recursos previstos nos subitens anteriores deverão ser dirigidos à Comissão
do Concurso e protocolados no Departamento de Recursos Humanos da FSA no prazo
indicado.
12.3. Se, do exame de recursos, resultar anulação de questão integrante da prova, a
pontuação correspondente a essa questão será atribuída a todos os candidatos,
independentemente de terem recorrido.
12.4. A fundamentação constitui pressuposto para o conhecimento do recurso,
devendo o candidato ser claro, consistente e objetivo.
12.5. Recurso inconsistente ou intempestivo será indeferido.
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12.6. As respostas dos recursos contra o resultado do processo seletivo serão
publicadas no portal eletrônico da Fundação Santo André (www.fsa.br) e por meio de
lista afixada no Departamento de Recursos Humanos, no dia 28 de novembro de 2011,
às 16 horas.
12.7. Não caberá nenhum outro recurso contra a decisão da Comissão do Concurso.
13. DAS CONDIÇÕES BÁSICAS PARA CONCESSÃO DE BOLSAS
13.1 o professor ao ser selecionado para o componente curricular será denominado de
Professor- formador I ou Professor- formador II e assumirá as obrigações e deveres dos
bolsistas em conformidade com a RESOLUÇÃO/FNDE/CD/N° 13/10 em seu ANEXO I MANUAL DE ATRIBUIÇÕES DOS BOLSISTAS;
13.2 o professor- formador I que comprovar, no mínimo, três anos de experiência no
magistério superior, receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 1.300,00 (hum mil e
trezentos reais). O Professor-formador II que comprovar a experiência de um ano no
magistério superior ou titulação mínima de Mestre ou Doutor ou vínculo a programas de
Mestrado ou Doutorado receberá uma bolsa mensal de R$ 1.100,00 (hum e cem reais);
13.2.1. a bolsa será concedida pela CAPES/MEC e paga pelo FNDE diretamente ao
bolsista, por meio de crédito em conta benefício, aberta pelo FNDE, em agência do
Banco do Brasil S/A, indicada especificamente para esse fim;
13.2.2. o professor- formador selecionado será convocado para preenchimento do
Termo de Compromisso do Bolsista e Formulário de Cadastramento de Bolsista,
conforme Resolução FNDE Nº 13/10, de acordo com a composição da turma e
cronograma de oferta do componente curricular objeto de sua inscrição;
13.3 o CUFSA não assume a responsabilidade de despesas com o deslocamento,
hospedagem e alimentação do Professor-pesquisador selecionado.
14. DOS APROVADOS
14.1. Os candidatos serão classificados em ordem de maior pontuação, obedecendo
aos critérios previstos neste Edital.
14.2. Nos cargos em que houver previsão de dois ou mais horários de trabalho, terá
prioridade na escolha o candidato colocado em 1º lugar, e sucessivamente os demais
classificados, considerando o número de vagas para cada cargo e para cada horário.
14.3. Quando da abertura de vagas os candidatos serão contratados, seguindo
rigorosamente a ordem de classificação.
15. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
15.1. A inscrição do candidato implicará a aceitação das normas para o processo
seletivo público, contidas neste edital.
15.2. Para os prazos estabelecidos neste edital, o sábado é considerado dia útil.
15.3 Os casos omissos serão decididos pela Banca Examinadora do Processo
Seletivo.
Santo André, 09 de outubro de 2011.
ODUVALDO CACALANO
Presidente da FSA
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EDITAL nº 012/2011 - Fundação Santo André