UNIVERSIDADE DE MARÍLIA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA PROJETO PEDAGÓGICO 2012 / 2013 UNIVERSIDADE DE MARÍLIA Reitor Dr. Márcio Mesquita Serva Vice Reitora Profª. Drª. Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva Pró-Reitores Graduação Prof. Dr. José Roberto Marques de Castro Ação Comunitária Profª. MSc. Fernanda Mesquita Serva Pesquisa e Pós Graduação Profª. Drª. Suely Fadul Villibor Flory Administrativo Marco Antonio Teixeira Coordenador Prof. MSc. Eng. Alessandro Saraiva Loreto SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 05 PARTE I – FUNDAMENTOS DO CURSO 1. JUSTIFICATIVA 06 2.DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO 09 2.1. Bases legais 09 2.2. Bases filosóficas 09 2.3. Bases socioculturais 09 2.4. Bases institucionais 10 PARTE II – PERFIL DO CURSO 1. OBJETIVOS DO CURSO 11 1.1. Considerações preliminares 11 1.2. Objetivos: geral e específico 12 1.3. Objetivos específicos do curso na ótica de suas séries escalonadas 13 2. PROPOSTA PROFISSIONAL 14 3. ENSINO 15 3.1. Regime acadêmico 15 3.2. Metodologia e técnicas de ensino 19 3.3. Pesquisa 20 3.4. Extensão 20 4. CURRÍCULO 21 4.1. Disciplinas 21 4.2. Atividades complementares 23 4.3. Trabalho de Conclusão de Curso 23 4.4. Estágio supervisionado 24 4.5. Dimensionamento das Turmas 24 4.6. Carga Horária e Duração do Curso 25 4.7. Organização Didática e Curricular 25 4.7.1. Objetivos da nova grade 28 4.7.2. Ciclo curricular 5. EMENTÁRIO 28 31 5.1. Objetivos das disciplinas formativas e obrigatórias 31 5.2. Enfoque interdisciplinar do curso 71 5.3. Consolidação das metodologias de ensino 71 PARTE III – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 71 1.1. Forma de escolha dos dirigentes 71 1.2. Organização didático-pedagógica 71 1.3. Órgãos suplementares 72 2. BIBLIOTECA 81 2.1. Organização, informação e funcionamento 81 2.2. Acervo 81 PARTE IV – RECURSOS HUMANOS 1. COMPOSIÇÃO, REGIME DE TRABALHO E QUALIFICAÇÃO DOCENTE 83 2. CORPO DISCENTE: SELEÇÃO PARA INGRESSO E REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL 84 OBSERVAÇÃO FINAL: META PRINCIPAL: QUALIDADE DE ENSINO 84 5 APRESENTAÇÃO O projeto pedagógico do curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR – Universidade de Marília - que ora apresentamos foi elaborado como parte das medidas práticas de reestruturação geral do curso e da busca de maior qualidade no processo ensino-aprendizagem. O curso de Engenharia de Produção Mecânica da Unimar, foi autorizado pelo MEC em teve sua implantação no ano de 1988 (Portaria GR 009/88 de 17/09/88), obtendo o seu reconhecimento pela Portaria Ministerial N.º 926 de 27 / 06 / 95 – D. O. 04 / 08 / 1995. 6 PARTE I – FUNDAMENTOS DO CURSO 1. JUSTIFICATIVA A Engenharia, por excelência tem sido uma das áreas que teve maior penetração social nos últimos anos, e sem dúvida é dependente dela toda a infraestrutura tecnológica dos anos 2000. O profissional de engenharia precisa, para corresponder às exigências de uma sociedade nitidamente em evolução, ter iniciativa e capacidade empreendedora. Isto pressupõe o domínio de práticas gerenciais e apropriação, que vaidesde a fase Universitária, com um diferencial tecnológico específico, até o seu contato inicial com o mercado de trabalho. Porém, tanto quanto a competência técnica e gerencial, esperamos dos futuros profissionais por essa Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia formados, sobretudo, um comportamento ético equivalente aos padrões exigidos pela profissão, clientes e comunidade de um modo geral. Obter produtividade com baixos custos e alta qualidade sempre foi um desafio para os profissionais das áreas de administração, gerência e engenharia, porém agora, considerando a pré suposta abertura de nossas fronteiras, frente ao processo de globalização, estes profissionais precisão competir entre si e demonstrar maior eficiência em suas jornadas empresariais. Todos estes fatores relacionados contribuem para a abertura de novos espaços para atuação do profissional formado nessa área, e certamente coloca o curso de Engenharia de Produção Mecânica como um dos mais atraentes para o futuro profissional, já que a gama de serviços nesse setor tem-se verificado em constante aquecimento no mercado de trabalho. Nossas cidades, nosso país e o mundo necessitam de profissionais agindo no interesse social e humano, eliminando o retrabalho e o desperdício, desenvolvendo 7 máquinas e equipamentos que satisfaçam as necessidades do homem e das indústrias, otimizando os processos de fabricação para obterem altos índices de produtividade, descobrindo novas formas de energia, opinando sobre as questões técnicas que afetam o ambiente urbano, assim como sobre as políticas setoriais do país: energia, sistemas de gerenciamento, sistemas de comunicação, etc. A Engenharia de Produção Mecânica, hoje, traz consigo reflexões sobre as rápidas e contínuas modificações que apresentam o mundo e a sociedade contemporâneos. Estas modificações implicam em tecnologia, desenvolvimento, transformações no próprio modo de vida do homem que necessariamente devem ser incorporadas a formação dos futuros profissionais. Do engenheiro de produção mecânica são esperadas soluções criativas, pertinentes, significativas, conscientes e competentes, econômicas e confortáveis, que requerem não só criatividade e conhecimento técnico, mas comportamento ético, compromisso social, formação cultural e sensibilidade. Deste modo a multidisciplinaridade e versatilidade são características marcantes deste profissional e de todo seu processo de formação, que compreende uma forte base das ciências exatas (física, matemática, etc.), aplicadas à atividade projetual. Com o objetivo claro de atender as disciplinas ministradas em cada curso e habilitação, com a necessidade teórica / prática real da sociedade, junto a UNIMAR desabrocha um novo elemento para servir a demanda futurista do século XXI, e com a intenção de atender a estes requisitos e às disciplinas necessárias à formação deste profissional, apresentamos a proposta do curso de Engenharia de Produção Mecânica. A Engenharia de Produção Mecânica se consubstancia num ramo científico que exige uma visão mais global do processo produtivo. Seu objetivo é organizar o conjunto de pessoas, materiais, equipamentos e informações envolvidos na produção e na distribuição de bens e serviços. Assim, destaca-se o curso de Engenharia de Produção, atualmente, como um dos mais promissores da engenharia. 8 O profissional de Engenharia de Produção Mecânica encontrará maior facilidade se tiver um interesse amplo e curiosidade por economia, política e relações humanas em geral. O Engenheiro de Produção Mecânica precisa lidar diretamente com o pessoal da empresa, o que garante maior desenvoltura para aqueles que têm um “espírito de liderança natural”. 9 2. DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO 2.1. BASES LEGAIS A designação correta é curso de Engenharia de Produção Mecânica e sua habilitação é única conforme Lei 5.194 de 24 de dezembro de 1966, e o diploma correspondente é Engenheiro de Produção Mecânica, cujas atribuições estão discriminadas na Resolução 218 de 29 de junho de 1973 do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, foi autorizado pelo MEC em teve sua implantação no ano de 1988 (Portaria GR 009/88 de 17/09/88), Portaria Ministerial 261/88, sendo reconhecido pela Portaria Ministerial N.º 926 de 27/06/95 – D.O. 04/08/95. 2.2. BASES FILOSÓFICAS Todo o pensamento delineador da proposta do curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR é consoante com as recomendações do CREA / SP - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo, bem como do MEC – Ministério da Educação e Desporto. 2.3. BASES SOCIO-CULTURAIS O curso de Engenharia de Produção Mecânica reitera seu compromisso com o desenvolvimento da ciência e tecnologia, onde os alunos devem ser preparados para os desafios do mercado de trabalho. É, portanto, intenção do curso ampliar o horizonte de seus alunos e ao mesmo tempo sublinhar as características do seu lugar, seu contexto, sua cultura e sobretudo sua base técnico-científica. Para tanto, as disciplinas de são definidas e 10 distribuídas ao longo do curso de forma a possibilitar o correto tratamento de questões internacionais, nacionais, regionais e locais, com visão abrangente e sistêmica. 2.4. BASES INSTITUCIONAIS O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, possuindo um corpo docente técnico-profissionalizante composto por sua grande maioria de professores pós-graduados ou em vias, e contando com a participação e colaboração de professores de outras áreas, tais como Direito, Ciência da Computação, Letras, Administração e Economia, etc, que ajudam a compor e encorpar o grupo. O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR enfatiza a atividade projetual, com a intenção de formar profissionais que estejam sempre aptos a dar continuidade a seu processo de aprendizado, objetivando sempre a padronização de técnicas e tecnologias atualizadas. O curso constantemente é avaliado e passa por processos – fundamentais de autoavaliação, onde um questionário indicativo é formula as modificações sugeridas pela docência e discência. Além disso nos próximos anos os alunos certamente se submeterão ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), que juntamente com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), farão com que adotemos pouco a pouco algumas atitudes reestruturadoras, entre elas os devidos ajustes na grade curricular, re-arranjo das disciplinas e ementas, que tem o objetivo de atualizar e aperfeiçoar os conhecimentos, atendendo as novas exigências da prática profissional, além de corrigir falhas e adequar ao processo pedagógico requerido. 11 PARTE II – PERFIL DO CURSO 1. OBJETIVOS DO CURSO 1.1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Dentre os diversos ramos da Engenharia no Brasil, destaca-se o ramo da Engenharia de Produção Mecânica, por ser um setor de vital importância para todo o país, com capacidade de realizar diversos tipos de atividades, sempre ligadas ao processo produtivo. A Habilitação em Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, é dividida em dois períodos: nos primeiros quatro semestres ministra-se a parte básica com ênfase nas disciplinas de Física, Química, Mecânica dos Sólidos, Matemática, Termodinâmica e Mecânica dos Fluídos; no período considerado profissionalizante, que vai do quinto ao décimo semestre, ministra-se as disciplinas específicas do curso, ou seja, elementos de máquinas, sistemas térmicos, máquinas hidráulicas e pneumáticas, usinagem, processos de fabricação, pesquisa operacional, planejamento e controle da produção, economia e mercado, organização industrial, controle de qualidade, sistemas de produção, gerência industrial, tempos e métodos, etc. Além das disciplinas técnicas, os alunos de Engenharia de Produção Mecânica estagiam em empresas, desenvolvem trabalhos em laboratório e elaboram projetos profissionais. Apesar de várias especializações possíveis na vida do Engenheiro de Produção Mecânica, o curso propicia a mesma formação para todos os estudantes, o Engenheiro de Produção Mecânica generalista, capaz de atuar em diversas áreas do mercado de trabalho, sempre voltado para o campo administrativo / gerencial. Existe também no curso de Engenharia de Produção Mecânica, uma preocupação constante com a pesquisa científica, razão pela qual fixa-se firme orientação aos diversos departamentos, sempre no sentido de estimular alunos e 12 professores a desenvolverem trabalhos científicos, inclusive com a concessão de bolsas de estudos e fornecimento de condições físicas e econômicas para o desenvolvimento dos estudos. 1.2. OBJETIVOS: GERAL E ESPECÍFICOS As áreas onde o Engenheiro de Produção Mecânica poderá atuar em diferentes áreas de um parque fabril, que são as seguintes: • desenvolvimento de padrões de controle de produtividade ou de eficiência operacional; métodos de trabalho; procedimentos para programação e controle de produção; programas de controle de qualidade; planos para aumentar a produtividade; sistemas internos de comunicação e formulários; modelos de simulação para problemas administrativos complexos; sistemas de controle informatizados; • realização de estudos sobre a localização geográfica da empresa; arranjo físico das fábricas e escritórios; viabilidade econômica para aplicação de capital, de integração entre funções executivas e de assessoria entre departamentos; • elaboração e cálculo de lotes econômicos e séries de produção e previsões de venda; • estabelecimento de políticas de administração e controle de estoques e reposição de equipamentos; planos para avaliação de cargos e sistemas de incentivos, para identificar e resolver problemas de alocação de recursos. • prestar assistência no desenvolvimento de máquinas, ferramentas, produtos e de políticas e procedimentos; • conduzir programas de redução de custos, de higiene e de segurança do trabalho; 13 • colaborar na seleção e treinamento de pessoal, em programas que envolvem consultores externos e na administração da empresa. Visando o bom desempenho do futuro engenheiro em sua profissão, algumas características psicofísicas são trabalhadas durante os cinco anos de duração dos cursos de engenharia, e as principais são as seguintes: n Criatividade; n Metodologia e disciplina de trabalho; n Aprimoramento organizacional; n Senso crítico; n Desenvolvimento de trabalho em equipe; n Adequação a realidade atual; n Responsabilidade e caráter profissional; n Compromisso com a sociedade e o próximo; n Compromisso com a produção e os padrões de qualidade; n Compromisso com o meio ambiente; n Desenvolvimento equilibrado de tarefas difíceis; etc. 1.3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO CURSO NA ÓTICA DE SUAS SÉRIES ESCALONADAS O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR está constituído como somatória de conhecimentos integrados, de variado grau de complexidade, diretamente proporcional à evolução dos termos. Deste modo, o aluno vai experimentando e acumulando termo a termo, as diferentes áreas de abrangência de projetos de produto e fabricação, controle de qualidade, seleção de material, gerência industrial, economia e mercado, etc, além das relações complexas entre sua habilitação e outras áreas de interface, que se encerra com a realização do Estágio Curricular Supervisionado, onde o aluno totaliza os conhecimentos 14 ministrados e adquiridos, demonstrando experiência global e amplitude advinda da somatória dos temas estudados. 2. PROPOSTA PROFISSIONAL O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR tem como proposta profissional a formação e a capacitação dos seus alunos para a execução das atribuições e habilitações do engenheiro de produção mecânica enquanto profissional que observa as seguintes características desenvolvidas ao longo do seu período formativo: n Supervisão, coordenação e orientação técnica; n Estudo, planejamento, projeto e especificação; n Estudo de viabilidade técnico-econômica; n Assistência, assessoria e consultoria; n Direção de obra e serviço técnico; n Vistoria, perícia, avaliação, arbitrariedade, laudo e parecer técnico; n Desempenho de cargo e função técnica; n Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; n Elaboração de orçamento; n Padronização, mensuração e controle de qualidade; n Execução de obra e serviço técnico; n Fiscalização de obra e serviço técnico; n Produção técnica e especializada; n Condução de trabalho técnico; n Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; n Execução de instalação, montagem e reparo; n Operação e manutenção de equipamentos e instalação; n Execução de desenho e projeto técnico. 15 3. ENSINO 3.1. REGIME ACADÊMICO O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR tem duração mínima de cinco (5) anos e máxima de oito (8) anos, em regime semestral. O curso possui 50 vagas anuais e é regularmente oferecido no período é noturno com atividades das 19:25h às 23:00h, perfazendo um total de 04 aulas (50 min. cada) por turno, e aos sábados das 7:30h às 12:00h, perfazendo um total de 05 aulas (50 min. cada) por turno, totalizando um máximo de 25 horas aula por semana. De acordo com o Regimento Geral da UNIMAR, subseção VII, da AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM, temos: O aproveitamento escolar é avaliado através de verificações parciais durante o período letivo e eventual exame, expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de 0 (zero) a 10 (dez). São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercícios, argüições, trabalhos práticos, seminários, excursões e estágios, inclusive os realizados em “campus avançado”, provas escritas e orais previstas nos respectivos planos de ensino. Parágrafo Único – O professor, a seu critério, ou a critério do respectivo Conselho Departamental, pode promover trabalhos, exercícios e outras atividades em classe e extraclasse, que podem ser computados nas notas ou conceitos das verificações parciais, nos limites definidos pelo mesmo Colegiado. A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento. 16 § 1º. – Cabe ao docente a atribuição de notas de avaliação e a responsabilidade do controle de freqüência dos alunos, devendo o Diretor fiscalizar o cumprimento desta obrigação, intervindo em caso de omissão. § 2º. – É atribuída nota 0 (zero) ao aluno que usar meios ilícitos ou não autorizados pelo professor, quando da elaboração dos trabalhos, de verificações parciais, exames ou de qualquer outra atividade que resulte na avaliação de conhecimento por atribuições de notas, sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por este ato de improbidade. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota, expressa em grau numérico de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). § 1º. – Será atribuída nota 0,0 (zero) ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada, bem como o que nela se utilizar de meio fraudulento. § 2º. – São em número de 2 (duas) avaliações parciais obrigatórias por disciplina, aplicadas sem prejuízo das atividades previstas no artigo 54 e seu parágrafo único. § 3º. – O aluno que após as avaliações parciais e exame final, não obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros), poderá requerer prova de recuperação, que será marcada pela direção da Faculdade para realização após encerramento do período letivo cursado, e antes do início do período letivo seguinte. § 4º. – Pode ser concedida revisão da nota atribuída, através de requerimento dirigido ao Diretor no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, após sua divulgação. § 5º. – O professor responsável pela revisão da nota poderá mantê-la ou alterá-la, devendo sempre, fundamentar sua decisão. 17 § 6º. – Não aceitando a decisão do professor, o aluno, desde que justifique, poderá solicitar ao Diretor que submeta seu pedido de revisão à apreciação de dois outros professores do mesmo Departamento. § 7º - Se ambos concordarem em alterar a nota, esta decisão é a que prevalecerá, mas não havendo unanimidade, prevalecerá a nota atribuída pelo professor da disciplina que avaliou a prova. Artigo 57. Atendida em qualquer caso a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, é aprovado: I - independente de exame final, o aluno que obtiver nota de aproveitamento não inferior a 7,0 (sete) correspondente à média aritmética das notas dos exercícios escolares realizados durante o semestre letivo; II - mediante exame final, o aluno que tendo obtido média de aproveitamento das avaliações parciais inferior a 7,0 (sete inteiros) e igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros), obtenha média final igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros), correspondente à média aritmética entre a nota de aproveitamento e a nota de exame final. Parágrafo Único – As médias são expressadas em números inteiros ou em números inteiros mais cinco décimos. Artigo 58. Considerar-se-á reprovado o aluno que: I - não obtiver freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas da disciplina; II - não obtiver, na disciplina, média das verificações parciais igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros); III - não obtiver, após o exame final, média igual ou superior a 5,0 (cinco). 18 Artigo 59. O aluno reprovado por não ter alcançado seja a freqüência, sejam as notas mínimas exigidas, repetirá a disciplina, sujeito, na dependência, às mesmas exigências de freqüência e de aproveitamento estabelecidas neste Regimento Geral. Artigo 60. É promovido ao período letivo seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se ainda a promoção com dependência. § 1º. – O aluno promovido em regime de dependência deverá matricular-se, obrigatoriamente, nas disciplinas de que depende, condicionando-se a matrícula nas disciplinas no novo período à compatibilidade de horários e aplicando-se a todas as disciplinas as mesmas exigências e aproveitamento estabelecidos nos artigos anteriores. § 2º. – Será permitido ao aluno não promovido cursar concomitantemente disciplinas do período ou série seguinte, mediante prévia aprovação do Conselho Departamental. Artigo 61. Podem ser ministradas aulas de dependência e de adaptação de cada disciplina, em horário especial, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Parágrafo Único – No caso de dependência por reprovação por nota, a recuperação do aluno poderá ser feita em regime especial, aprovado pelo CONSEPE por proposta do Diretor da Faculdade. Artigo 62. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, por proposta do Conselho Departamental, pode fixar, para determinado curso, critérios mais rígidos de promoção, baixando resolução a vigorar no ano letivo seguinte, para as novas turmas a ingressarem na Universidade. (O PRESENTE É CÓPIA FIEL DA SUBSEÇÃO VII – DO REGIMENTO GERAL DA UNIMAR.) 19 3.2. METODOLOGIA E TÉCNICAS DE ENSINO O curso conta com disciplinas práticas, teóricas e teórico-práticas, onde as disciplinas de cunho teórico deverão fornecer o subsídio fundamental para o desenvolvimento dessas teorias ministradas nas disciplinas práticas e teóricopráticas. Os laboratórios devem somar todo o conhecimento das demais áreas e matérias do curso em seus exercícios práticos. As disciplinas contam com salas específicas para aulas teóricas, laboratórios e auditório, que facilitam o uso de material didático específico (slides, vídeos, transparências, modelos, exercícios em computação gráfica, etc.). As avaliações são efetuadas através de duas (02) provas bimestrais mais o exame final. Poderá o aluno requerer uma prova substitutiva, com o caráter de segunda chamada, com o objetivo de substituir uma das notas obtidas nas provas regimentais. O método da avaliação, além das duas provas (teórico-práticas), geralmente é incrementado com seminários, projetos, pesquisas e trabalhos programados, a critério de cada professor, que integrarão o resultado final do aluno na disciplina. O processo dinâmico do ensino-aprendizagem requer a utilização de formas variadas de apropriação do conhecimento e não deve limitar-se à oferta de matérias ministradas em sala de aula. Para tanto, é fundamental o envolvimento do aluno em processos construtivos, pesquisas bibliográficas e de campo, atividades de extensão, estágio extra-cirricular, visitas a obras fundamentais, participação em congressos, encontros e palestras. 20 3.3. PESQUISA A UNIMAR, com o curso de Engenharia de Produção Mecânica, vem através de muita aplicação e seriedade, desenvolvendo e estimulando importantes trabalhos de atividades acadêmicas intra e extra campus, visando a mais elevada escala do cientificismo e tecnologismo. Correspondendo assim, com a credibilidade mostrada pela própria sociedade, entidades de fomento a pesquisa e instituições acadêmicas públicas de renome tem apoiado os nossos envolvimentos com o ensino, pesquisa fundamental e iniciação científica, refletindo na qualidade assegurada do perfil do nosso discente graduado, que certamente satisfará a demanda de mercado e exigência de uma nova era de tecnologias aprimoradas e seletivas. 3.4. EXTENSÃO Diversas atividades são desenvolvidas com o objetivo de propiciar a integração do corpo docente e discente com a comunidade local e regional. Este conjunto de atividades é composto por semanas de estudos, convênios, iniciação científica, participação em congressos, simpósios, “workshop”, realização de trabalhos de campo, utilização de laboratórios interdisciplinares, utilização do escritório modelo e prestação de serviços. Com isso, todo o grupo se alinha para um mesmo objetivo alcançando o mais alto grau de maturidade e progressão científicotecnológica. 21 4. CURRÍCULO 4.1. DISCIPLINAS Apresentamos, na seqüência, a nomenclatura e a definição das disciplinas do curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR. PORTARIA 515 Disposição vigente conforme resolução nº 48/76 sobre curriculum mínimo para os cursos de Engenharia. Curso: E N G E N H A R I A 01 - MATÉRIAS BÁSICAS MATEMÁTICA FÍSICA QUÍMICA MECÂNICA PROCESSAMENTO DE DADOS DESENHO ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS FENÔMENOS DE TRANSPORTES D E P R O D U Ç Ã O M E C Â N I C A ( 4 2 0 0 ) DISCIPLINA CÁLCULO I CÁLCULO II CÁLCULO III CÁLCULO IV ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE CÁLCULO NUMÉRICO EM COMPUT. ÁLGEBRA LINEAR E GEOM.ANALÍT. FISICA GERAL E EXPERIMENTAL I FISICA GERAL E EXPERIMENTAL II FISICA GERAL E EXPERIMENTAL I QUÍMICA GERAL QUÍMICA TECNOLÓGICA MECÂNICA (ESTÁTICA) MECÂNICA (DINÂMICA INTROD.À CIÊNC. DA COMPUTAÇÃO LINGUAGEM CIENT.DE PROGRAM. TECN AVANC.DE PROGRAMAÇÃO DESENHO E TECOLOGIA MECÂNICA ELETRICIDADE MECÂNICA DOS SÓLIDOS I MECÂNICA DOS SÓLIDOS II MECÂNICA DOS FLUIDOS I 22 MECÂNICA DOS FLUIDOS II 02 -MAT. FORMAÇÃO GERAL CIÊNCIAS HUM.E SOCIAIS CIÊNCIAS JURÍDICAS SOCIAIS FUNÇÃO SOCIAL E FORM.DO ENGEN. LINGUA PORTUGUESA PORTUGUÊS PRÁTICO – REDAÇÃO INGLÊS INGLÊS BÁSICO ADMINISTRAÇÃO ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL ECONOMIA MODELOS ECONOMICOS CIÊNCIAS DO AMBIENTE CONSERV.RECURSOS NATURAIS HIGIENE E SEGURANÇA DO FUNDAM. DE ENG. DE SEGURANÇA TRAB 03 MAT.FORM.PROFISSIONAL TERMODINÂMICA APLICADA TERMODINÂMICA MATERIAIS DE PROPRIEDADES MEC. DOS MAT. CONSTRUÇÃO MECÂNICA MATERIAIS DE CONST. MECÂNICA I MATERIAIS DE CONST. MECÂNICA II ENSAIOS MECÂNICOS SISTEMAS MECÂNICOS ELEMENTOS DE MÁQUINAS I ELEMENTOS DE MÁQUINAS II SISTEMAS TÉRMICOS TRANSMISSÃO DE CALOR SISTEMAS TÉRMICOS I SISTEMAS TÉRMICOS II SISTEMAS MÁQUINAS HIDRÁULICAS E PNEUM. FLUIDOMECÂNICOS CONTRÔLE DE QUALIDADE METROLOGIA DIMENSIONAL CONTRÔLE DE QUALIDADE 03 MAT.FORM.PROFISSIONAL PLANEJ. E CONT DA PRODUÇÃO PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROJETO DO PRODUTO E DA FÁBRICA PESQUISA OPERACIONAL ESTUDO DE TEMPOS E MÉTODOS (CONTINUAÇÃO) PLANEJ. E CONT. DA PRODUÇÃO USINAGEM I USINAGEM II PROCESSOS DE FUNDIÇÃO E SOLDA PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO PROJ. DE PRODUTO E FABRICAÇÃO AUTOMAÇÃO NOS SIST. DE PROD. PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL II GERÊNCIA INDUSTRIAL ECONOMIA E MERCADO 23 04 - MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ESTÁGIO SUPERVISIONADO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 4.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O curso de Engenharia Elétrica, juntamente com as demais Engenharias, Arquitetura e Tecnologias realiza anualmente sua Semana de Palestras a “SEAT”, durante a qual profissionais destacados tanto no meio acadêmico quanto profissional vêm expor seus trabalhos e comentar sua obra com o nosso corpo docente e discente, promovendo ciclos de palestras específicos para área de concentração. (Produção Mecânica). Além desta Semana, a Faculdade tem promovido, mini-cursos e cursos avulsos ligados às várias práticas envolvidas nos trabalho comumente desenvolvidos e de atualização e reciclagem profissional. Por outro lado, a cada semestre são realizadas viagens de estudos a centros importantes onde os alunos empreendem visitas a obras fundamentais, podendo assim vistoriar na prática o dia-dia da atuação profissional, ampliando seus conhecimentos mediante a experiência dos profissionais que geralmente os recepciona. 4.3. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O curso de Engenharia de Produção Mecânica exige na sua estrutura curricular, o chamado Trabalho de Conclusão de Curso, que é um trabalho interdisciplinar desenvolvido ao longo do último semestre do curso, paralelamente com a realização do estágio curricular supervisionado, onde os alunos tem o compromisso de relatar para os colegas de turma as suas experiências no campo profissional. Este trabalho é realizado sob a orientação individual de um professor– 24 orientador denominado supervisor de estágio, que se propõe prontamente a orientação técnico-pedagógica individualmente. O objetivo deste trabalho é aferir o domínio dos conhecimentos essenciais e das competências profissionais que o aluno adquiriu, bem como as aptidões esperadas do egresso. O aluno tem liberdade para escolher e propor o tema e a área do trabalho a desenvolver (campo de estágio), sendo que a temática deve sempre estar compreendida entre as matérias profissionais do currículo do aluno, que tratam de gerar as atribuições e atividades que possibilitam a habilitação profissional. A escola, dentro de suas possibilidades, tem procurado atender a solicitação do aluno quanto à indicação desse orientador entre os professores do corpo docente, assim como mantém uma listagem com as referências das empresas conveniadas com a Instituição e que oferecem vagas para os estagiários. 4.4. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Objetiva a maturidade dos alunos de Engenharia de Produção Mecânica, através da busca de experiência com a vivência do dia-dia do engenheiro no campo de atuação profissional, onde o futuro engenheiro deverá ter a oportunidade de aplicar os conceitos estudados e desenvolvidos durante o seu curso. As atividades também podem ser programadas e desenvolvidas em centros especialmente constituídos para proporcionar treinamento em setores profissionais específicos, ou realizadas junto as instituições de ensino e pesquisa, ou a órgãos a elas ligadas, visando a prestação de serviço, ou ainda através de programas de iniciação científica, buscando o desenvolvimento de pesquisas básicas. 4.5. DIMENSIONAMENTO DAS TURMAS Os colegiados superiores, CONSEPE e CONSUNI estabeleceram que os alunos devidamente matriculados dividam-se em turmas de até no máximo 80 25 (oitenta) alunos, para as aulas teóricas, e em turmas de até 40 (quarenta) alunos para as aulas práticas, sendo proibida a junção de turmas acima destes limites. 4.6. CARGA HORÁRIA E DURAÇÃO DO CURSO Para a grade 4200 do curso de Engenharia de Produção Mecânica, tem-se uma carga horária de 3.603 horas relógio, atendendo a proposta do curso e dentro das diretrizes curriculares do MEC, descritas de acordo resumo abaixo: Carga Horária Total do Curso: Conteúdo -‐ Carga Horária das Disciplinas: Estágio Curricular Supervisionado: Atividades Complementares: Trabalho de Conclusão de Curso: Prazo Mínimo para Integralização: Prazo Máximo para Integralização: 2.883 520 200 180 10 16 horas relógio horas horas horas semestres semestres 4.7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA E CURRICULAR A organização Didática está fixada em propósitos e metas a serem alcançados durante a formação dos estudantes do Curso de Engenharia de Produção Mecânica, em consonância com o planejamento global e com as diretrizes e princípios da UNIMAR, expressos no Projeto Pedagógico Institucional -‐ PPI e no Projeto de Desenvolvimento Institucional -‐ PDI. Desta forma, a Organização Didática favorecerá: a conceitualização uniforme entre professores e estudantes; a seleção da metodologia ensino/aprendizagem; o estabelecimento de padrões de desempenho para docentes e estudantes, visando ao replanejamento e atualização contínua do curso; a identificação de modelos para a avaliação dos estudantes, seja ela classificatória e/ou formativa. A matriz curricular do Curso de Graduação em Engenharia de Produção Mecânica está formulada para que o acadêmico, como agente do aprendizado, 26 venha a desenvolver um programa de estudos coerente, integrado e flexível, com sólida formação básica, para que esteja apto a enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional. A distribuição das cargas horárias destinadas aos ambientes de aprendizado é organizada de forma equilibrada entre os ciclos básicos e os profissionalizantes, a fim de criar oportunidades ao acadêmico para que adquira os conhecimentos indispensáveis à sua formação. A metodologia de ensino-‐aprendizagem é baseada na “concepção programática de formação e desenvolvimento humano”. Está comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. A aprendizagem é entendida como processo de construção de conhecimentos, habilidades e valores em interação com a realidade e com os demais indivíduos, no qual são colocadas em uso capacidades pessoais. Todo o processo acadêmico está voltado para o fortalecimento da educação centrada na auto-‐aprendizagem, na vivência de uma proposta ousada que coloca o aluno frente a situações reais de construção do conhecimento, e aos desafios que exigem competências e habilidades desenvolvidas em cada fase da aprendizagem. Essa prática torna-‐o mais humano, do ponto de vista social e possibilita, por meio de um processo de formação transformador, uma melhor preparação, do ponto de vista técnico-‐científico. Na crença de que a academia é o espaço próprio para estudos e pesquisas, transformação e produção de novos saberes, a Instituição busca atualizar periodicamente seu projeto pedagógico com o propósito de preparar pessoas para atender as exigências do mundo o trabalho. Esse processo favorece o desenvolvimento crítico-‐reflexivo na construção do conhecimento, favorece a formação integral do aluno, possibilitando mediante propostas interdisciplinares, a resolução de problemas e a sistematização de processos dialógicos. Está voltada para a formação de competências, orientando o aluno para a busca e a construção 27 do seu próprio conhecimento, aprendendo não só a ser o profissional, mas também a ser um cidadão integrado à realidade social em que vive. Destacam-‐se, como metodologia de ensino-‐aprendizagem, as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, discussão de artigos e casos clínicos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, seminários, estágios, simpósios, palestras, pesquisa bibliográfica em atividades na Biblioteca, Projetos Integralizadores (Multidisciplinares) e iniciação científica. Segundo o referencial teórico que fundamenta o trabalho desenvolvido na UNIMAR, pode-se afirmar que currículo é a totalidade das vivências educacionais de um curso. Na UNIMAR, essas vivências envolvem o trabalho a ser realizado em sala de aula e após sala de aula, nos laboratórios, salas ambientes, oficinas, estágios, biblioteca, e principalmente estudos livres, tendo em vista atender as disposições da legislação educacional referente às normas de hora-aula e às respectivas normas de carga horária mínima do curso. Os planos de aula, ou seja, a proposta de trabalho do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas contempla a orientação aos alunos do que fazer e de como fazer. É importante observar que o processo de avaliação é uma das peças mais importantes de um sistema, pois é através dele que podemos descobrir e corrigir as deficiências e eventuais falhas do nosso processo de ensino. O mesmo deverá ser composto de diferentes critérios, e aplicado nos diferentes níveis do sistema, balizando conteúdos da atualidade, tecnologias recentes que certamente adequarão as grades, ementas e metodologias de ensino. Sendo assim, o projeto deverá ser avaliado e revisto a cada início de semestre, com a finalidade de provir o suporte necessário para o bom desenvolvimento do processo de aprendizado. Anualmente o projeto esta sendo avaliado globalmente seguido da apresentação de relatórios finais, contendo os resultados obtidos, as dificuldades 28 encontradas, etc., que irão compor os novos rumos a serem tomados como base na complementação do nosso processo de ensino. Os cursos especificamente deverão ser avaliados de forma bastante semelhante à do projeto, ou seja, também deverá ser executada em seu ciclo completo, não podendo esquecer nessa fase a análise de mercado e o sucesso dos nossos egressos como profissionais e seres humanos. É claro que cabe a administração superior todos os detalhes de ajuste dos caminhos falhos pois o mecanismo para se atingir a alta qualidade e níveis de padrões são estreitos e incomuns, a ponto de requerer coerência, bom senso, critérios e ponderação na investida Aqui o professor e o aluno sempre deverão interagir-se, eliminando despolarizações, autoritarismo e injustiças. Neste processo, estimular o saber, traçar metas educacionais, gerir a idéia, o raciocínio e criar o interesse pelo saber, são as metas efetivas da movimentação avaliativa. 4.7.1. OBJETIVOS DA NOVA GRADE Baseando-se no exposto acima, é importante ressaltar que uma nova grade para o curso de Engenharia de Produção Mecânica está sendo planejada em função dos resultados que estamos observando nesta grade vigente, principalmente em consonância com os modelos atuais de estrutura dos cursos já bem credenciados e ajustados. 4.7.2. CICLO CURRICULAR Com base no exposto anteriormente, o curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR funciona atualmente com uma única grade curricular, a grade 4200, porém num futuro próximo, após restruturação que está sendo planejada, 29 deve-se ter uma nova grade a ser implantada, o que daria início a um novo ciclo curricular. Autorização Decreto CFE Portaria GR009/88 de 17/09/88. Reconhecimento decreto PORT 926/95 D.O. de 04/08/95. Com o 1º vestibular em 21 e 22/01/89. REGIME: Por Termos e Créditos. GRADE CURRICULAR Nº 4200: TERMO NOME DA DISCIPLINA CR / C/H 01 01 01 01 01 01 Cálculo I Conservação dos Recursos Naturais Física Geral e Experimental I Informática I Introdução à Engenharia Química Geral 04/80 02/40 04/80 02/40 02/40 04/80 02 02 02 02 02 02 Álgebra Linear e Geometria Analítica Cálculo II Cálculo Numérico em Computador Física Geral e Experimental II Informática II Química Tecnológica 03/60 04/80 02/40 04/80 02/40 03/60 03 03 03 03 03 Cálculo III Desenho de Tecnologia Mecânica Estatística e Probabilidade Física Geral e Experimental III Mecânica Geral 04/80 04/80 03/60 04/80 04/80 04 04 04 04 04 04 Cálculo IV Eletricidade Materiais Construção Mecânica I Mecânica dos Fluídos I Mecânica dos Sólidos I Metrologia Dimensional 03/60 02/40 04/80 04/80 03/60 02/40 05 05 05 05 05 Materiais Construção Mecânica II Mecânica dos Fluídos II Mecânica dos Sólidos II Pesquisa Operacional I Termodinâmica 04/80 04/80 03/60 03/60 04/80 06 06 06 06 06 Economia de Mercado Elementos de Máquinas I Pesquisa Operacional II Processos de Fabricação I Transmissão de Calor 04/80 04/80 03/60 04/80 03/60 30 07 07 07 07 07 Elementos e Máquinas II Logística Máquinas Hidráulicas e Pneumáticas Modelos Econômicos Processos de Fabricação II 04/80 02/40 04/80 04/80 04/80 08 08 08 08 08 Controle de Qualidade Ética e Legislação Profissional Máquinas Térmicas Organização Industrial Planejamento e Controle de Produção 04/80 02/40 04/80 04/80 04/80 09 09 09 09 09 09 09 Automação nos Sistemas de Produção Engenharia de Segurança Engenharia Econômica Gerência Industrial Libras – Ling. Brasil. de Sinais Projeto de Produto e Fabricação Qualidade 04/80 02/40 02/40 04/80 02/40 04/80 02/40 10 10 Estágio Supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso 26/520 09/180 TOTAL DA CARGA HORÁRIA ATIVIDADES COMPLEMENTARES TOTAL DA CARGA HORÁRIA 3.403 horas/relógio 200 horas/relógio 3.603 horas/relógio 31 5. EMENTÁRIO 5.1. OBJETIVOS DAS DISCIPLINAS BÁSICAS, DE FORMAÇÃO GERAL E PROFISSIONAL OBRIGATÓRIAS Apresentamos a seguir, distribuídos por termos as ementas e os respectivos objetivos das matérias que compõe a grade curricular. GRADE 4200 1º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: CÁLCULO I Fornecer ao aluno instrumentos do Cálculo Diferencial e Integral para resolver problemas em Ciências aplicadas, em especial na Engenharia, cujo tratamento não pode ser feito por meio da matemática elementar. Levar o aluno a aprender os conceitos de limite, derivada e integral, bem como capacitá-lo a resolver exercícios e a aplicar tais conceitos para resolver problemas de outras disciplinas de engenharia. EMENTA: 1. Trigonometria: Arcos e ângulos, relações fundamentais, funções circulares, redução ao 1º quadrante, arcos notáveis; 2. Polinômios: Definição, igualdade de polinômios, raízes, operações com polinômios. Funções: Definições e propriedades; 3. Limites: Limite de funções, propriedades, continuidade de funções, limites indeterminados. Introdução ao cálculo; 4. Derivadas, propriedades das derivadas. Introdução tabela das derivadas; 5. Derivadas de funções de 1º grau e 2º grau. 6. Derivadas de funções exponenciais; 7. Derivadas de funções polinomiais e trigonométricas. BIBLIOGRAFIA: 01 FLEMMING, D. et al. Calculo A. São Paulo, Makron Books do Brasil, 1992 02 LEITHOLD, L. O cálculo com Geometria Analítica. SP, Haper & Row, 1982. 03 GUELLI, F.A. Trigonometria. São Paulo, Ed. Moderna. DISCIPLINA: OBJETIVO: FÍSICA Fornecer ao aluno conceitos básicos de Estática e Cinemática mediante abordagem concisa dos fenômenos, capacitando-o a raciocinar, formular hipóteses e analisar resultados deles provenientes. Estimular o aluno a tomar decisões nas resoluções de problemas, aplicando conhecimentos absorvidos nas 32 aulas teóricas. Procurar capacitá-lo a assim proceder nas disciplinas profissionalizantes na abordagem de problemas específicos ao longo do curso de Engenharia e no exercício da profissão. EMENTA: 1. O que é Física; Unidade de Medida: Conversão de unidades, Ordem de grandeza, Notação científica; 2. Velocidade escalar e media; Deslocamento e instantânea, M.R.U. e M.R.U.A.; 3. Noções de vetores; grandezas escalares e vetoriais; projeções; os vetores velocidade; deslocamentos e aceleração, movimento dos projéteis. 4. Formulação das Leis de Newton; A força gravitacional; Unidade de força; Conservação do momento. Energia mecânica; 5. Aplicações e Lei de Newton; Força de atrito: Lei de Hooke; 6. Movimento circular; Equilíbrio estático de um corpo rígido; Forças inerciais. BIBLIOGRAFIA: 01 RESNICK, R. & HALLIDAY, D. Física. 4¦ed., LTC, Vol.1. 02 TIPLER, P.A. Física. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 1990. 03 ÍNDIAS, M.A.C. Curso de física. Portugal, Editora McGraw Hill, 1992.. 04 NUSSENZVEIG, M.H. Curso de física bacia. Ed. Edgard Blucher Ltda 05 OKUNO, E., et al. Física para ciências biológicas e biomédicas. SP, Habra 06 HENEINE, I.F. Biofísica básica. Rio de Janeiro, Livraria Atheneu, 1987. DISCIPLINA: OBJETIVO: QUÍMICA GERAL Dar condições de aplicações da Química Geral em outras áreas de estudos, e para tanto, fornece ao aluno informações sobre os principais conhecimentos de Química Geral, que serão também utilizados em outras disciplinas tais como: Química Tecnológica, Termodinâmica, Mecânica dos Fluídos, etc. Percepção da importância da Química. Aprimoramento de atitudes técnicas, aplicando-se aos trabalhos de laboratório. Comprovar na prática, através de experimentos, os fundamentos teóricos de Química Tecnológica. Capacitar o aluno a concluir matematicamente através da construção de gráficos com referência aos experimentos controlados. EMENTA: 1. Matéria e energia - Estudo do átomo - Mecânica quântica 2. Tabela periódica e propriedades periódicas 3. Ligações químicas - Oxidação e redução; 4. Funções Inorgânicas 5. Funções de reações químicas 6. Reações químicas entre funções inorgânicas. 7. Leis ponderais das reações químicas 8. Estequiometria das reações 33 9. Práticas de laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 FELTRE, R. Química. São Paulo, Editora Moderna,1987. Vol. 1. 02 PAULING, L. Química Geral. Rio de Janeiro, Ao livro Técnico S.A, 1967. 03 OHLWEILLER, O.A. Química Inorgânica. São Paulo, Editora da USP, 1971. 04 MAHAN, B. Químicas - Um Curso Universitário, Editora da USP, SP, 1970. DISCIPLINA: OBJETIVO: PORTUGUÊS PRÁTICO Capacitar os alunos dos cursos de engenharia para interpretar textos mais rapidamente, podendo assim condensar uma maior quantidade de informações, e ainda, proporcionar aos alunos condições de aprimorar as suas técnicas de redação. EMENTA: 1. A dissertação - Conceito, Dissertação expositiva e argumentativa 2. A estrutura do parágrafo dissertativo - O assunto e sua delimitação, objetivo da dissertação e a frase-núcleo; desenvolvimento e a conclusão; 3. Exemplos de dissertação expositiva e argumentativa; 4. A narração - conceito: componentes mínimos da narrativa, personagens, tempo, espaço, narrador, ações, enredo, clímax; 5. A questão do narrador (ponto de vista - foco narrativo - o narrador-observador, o narrador-personagem; 6. A ordem dos fatos no discurso narrativo. A fala das personagens - discurso direto, discurso indireto e indireto-livre; 7. O conto - leitura de contos de Lygia Fagundes F. Telles e Clarice Lispector. A Crônica - leitura e análise de contos e crônicas modernas; 8. A descrição - conceito; ponto de vista: físico e psicológico. Tipos de descrição da paisagem, de pessoa, de ambiente, a descrição técnica; 9. A correspondência - sua linguagem; formas de tratamento do receptor, modelos de redação oficial: requerimento, ofício, ata, procuração. BIBLIOGRAFIA: 01 ABREU, A.S. Curso de redação. São Paulo, Ática, 1991. 02 ANDRE, H.A. de Dissertação para o vestibular. São Paulo, H. Oshiro Publicações, 1961. 03 ELIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 2 a ed., Ática, SP, 1985. 04 BRAGA, M.L.S. Produção de linguagem Ideológica. SP, Cortez, 1980. 05 CAMARA, Jr.J.M. Manual de expressão oral e escrita. Vozes, Petrópolis, RJ., 1978. 06 CANDIDO,A. et al. A personagem de ficção. 5 a ed., São Paulo, Ed. Perspectiva, 1976. 34 DISCIPLINA: OBJETIVO: INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO A disciplina Introdução à Ciência da Computação tem como objetivo proporcionar ao engenheiro conhecimentos para que possam ao final do curso estruturar e resolver problemas matemáticos. Objetiva também dar-lhe o embasamento necessário para prepará-lo no desenvolvimento de algoritmos que serão usados para a preparação de programas que serão estudados em Linguagem Técnica de Programação e em Técnicas Avançadas de Programação. EMENTA: 1. Introdução: Generalidades - Veículos e unidades de entradas e saída de dados Memória - Unidade central de processamento; 2. Sistema de controle de entrada e saída - Sistema de numeração - fases da solução de um problema. 3. Introdução à lógica computacional 4. Introdução ao Sistema Operacional – DOS e WINDOWS 5. Introdução às ferramentas e aplicativos – Software’s de aplicação geral BIBLIOGRAFIA: 01 ALAGIC, S. & ARBIB, M.A. The design of Well- Structured and correct program. Springer Verlag, New York, 1978. 02 BORNAT, R. Programming from first principles. Prentice Hall 1987. 03 GRIES, D. The science of programming. Springer Velarg, New York, 1981. 03 TREMBLAY, I & VILLAS BOAS, L.F. Ciência dos computadores: uma abordagem algorítmica. McGraw Hill do Brasil, 1983. 04 VILLAS, M.V. e VILLAS BOAS, L.F. Conceitos técnicos, linguagens, Ed. Campus, 1988. 06 WIRTH, N. Systematic programming, Editora Campus DISCIPLINA: OBJETIVO: FUNÇÃO SOCIAL E FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO Disciplina de caráter informativo para o aluno, onde os principais objetivos são: - orientar o aluno quanto á estrutura do curso escolhido, ou seja, dizer ao aluno o que ele irá estudar e porque ele deverá cumprir cada uma das disciplinas referentes à habilitação desejada; - transmitir informações sobre o campo de atuação profissional (trabalho) do Engenheiro; - educar os futuros engenheiros quanto à Ética Profissional; - informar aos alunos e futuros profissionais sobre o Conselho Regional do seu curso; - transmitir os conhecimentos indispensáveis à compreensão da realidade social; - despertar o interesse e a curiosidade pela análise objetiva da realidade; - desenvolver uma leitura sociológica do cotidiano. 35 EMENTA: 1. A Engenharia no Brasil 2. A Engenharia face ao direito - Os laudos técnicos periciais em Engenharia 3. O exercício da Engenharia. 4. Código de ética profissional 5. Resoluções do Conselho de Engenharia, Arquitetura, Agronômica 6. Ciência e Tecnologia. 7. Relevância e problemas das indústrias 8. A grade curricular dos cursos de engenharia 9. programa de visitas às industrias, canteiros de obras, etc. BIBLIOGRAFIA: 01 BAZZO, W.A., et all, Introdução a Engenharia, ed. UFSC, SC, 1988. 02 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E GRONOMIA, Legislação básica, SP, 1985. 03 MONTORO, A.F. Introdução a Ciência do Direito, PT, SP, 1987. 04 MONTEIRO, W.B., Curso de Direito Civil, Saraiva , São Paulo, 1989. 2º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: CÁLCULO II Matéria básica para o curso de Engenharia. Dar aos alunos recursos para entendimentos de outras matérias básicas e matérias técnicas, assim como resolver exercícios de aplicações. Formação teórica e prática para aplicações em problemas de Engenharia. EMENTA: 1. Derivada: definição, aplicação geométrica e físicas, regras de derivação implícita, máximos e mínimos, teorema de Rolle, teorema do valor médio; 2. Aplicações, funções crescentes e decrescentes, concavidade. Inflexão, esboços de curvas de ordem superior; 3. Integral: definição, integração indefinida, métodos de integração, integração por partes, integrais trigonométricas; 4. Frações parciais, teorema do valor médio, teorema fundamental do cálculo. BIBLIOGRAFIA: 01 SWOKOESKI, E. Cálculo com geometria analítica.Makron Boocks do Brasil Editora Ltda. Vol. 1. 02 AYRES, F.A., Cálculo diferencial e integral, Makron Bocks do Brasil 03 COURANT, R., Cálculo Diferencial e Integral, Editora Globo. Vol. 1. DISCIPLINA: FÍSICA II 36 OBJETIVO: Dar ao aluno condição básica necessária para a aprendizagem de Mecânica (Dinâmica), Mecânica dos Sólidos e Mecânica dos Fluídos, dando ensejo a que se veja, de maneira evidente, a ligação íntima que existe entre ciência e a técnica. Capacitando-o para uma abordagem concisa dos fenômenos, capacitando-o a raciocinar, formular hipóteses e analisar resultados deles provenientes. Estimular o aluno a tomar decisões nas resoluções de problemas, aplicando conhecimentos absorvidos nas aulas teóricas. Procurar capacitá-lo a assim proceder nas disciplinas profissionalizantes na abordagem de problemas específicos ao longo do curso de Engenharia e no exercício da profissão. EMENTA: 1. Oscilações: Movimento harmônico simples, movimento harmônico amortecido, oscilações forçadas e ressonância. Gravitação estática dos fluídos. 2. Definições: Princípios de Pascal e Arquimedes, medidas de pressão. Dinâmica dos fluídos: linhas de corrente, equações de continuidade. 3. Equações de Bernoulli. Temperatura. Calor e Primeira Lei da Termodinâmica. Teoria Cinética dos gases entropia e Segunda Lei da Termodinâmica. BIBLIOGRAFIA: 01 RESNICK, R, & Halliday, D. Física 2. Livros Técnicos e Científicos ed. Ltda. 02 TIPLER, P A. Física. 2a ed. Editora Guanabara Dois. DISCIPLINA: OBJETIVO: ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA Fornecer aos estudantes os conceitos básicos de cálculo matricial e das transformações lineares. Ampliar a extensão de conceito de vetor; apresentar conceitos analíticos de um ponto de vista mais apurado, avançado. Mostrar ao aluno o conceito e a idéia de “espaço” dissociado do espaço físico, bem como sua importância e a aplicação em outros campos tais como: Pesquisa Operacional, Programação Matemática, Computação Gráfica, Engenharia, Teoria de Fractais, Mecânica Quântica. etc. EMENTA: 1. Vetores no Rn e Cn 2. Matrizes e Equações lineares 3. Retas e planos 4. Espaço vetorial e sub-espaço vetorial 5. Transformações lineares 6. Auto-valores e auto-vetores BIBLIOGRAFIA: 01 STEINBRUCH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica 2aed., ed McGraw Hill, 1987. 02 BOULOR, P. Geometria analítica: um tratamento vetorial. Editora McGraw Hill, 1.986. 03 EFINOV, N. Elementos de geometria analítica Livraria Cultura Brasileira 04 LYPSCHUTZ, S. Álgebra linear. Editora McGraw Hill, 1988. 05 BOLDRINI, C.R.W. Álgebra linear. Ed. Harbra., 1980. 37 06 STEJNBRUCH, A. Álgebra Linear geometria analítica. São Paulo, Ed. McGraw Hill, DISCIPLINA: OBJETIVO: QUÍMICA TECNOLÓGICA Dar ao aluno uma visão dos métodos e processos aplicados na indústria. Familiarizar o aluno com as técnicas industriais. Procurar ensinar a pensar em termos tecnológicos chamando a atenção para a atividade do engenheiro no campo industrial e para a importância do papel que deverá desempenhar, apresentando-lhe alguns processos industriais de maior interesse para os futuros engenheiros. Aprimoramento de atitudes técnicas, aplicando-se aos trabalhos de laboratório, capacitando o aluno a concluir matematicamente através da construção de gráficos com referência aos experimentos controlados. EMENTA: 1. Óxido-redução - pilhas eletroquímicas - eletrolise Ìgnea - sistema aquoso 2. Galvanoplastia - materiais utilizados em engenharia - soluções e agentes de corrosão. 3. Identificação de metais por via seca e via úmida 4. Estudo do plástico e outros polímeros 5. Estudo do cimento, da água e seu tratamento. 6. Práticas de laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 PETRUCCI, E.G.R. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, Editora Globo. 02 BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, LTC. 03 FELTRE, R.H. Físico - Química. São Paulo, Ed. Moderna 04 REVISTA CAVALNOTÉCNICA. Galvonotecnica Prática. SP, Ed. Polígono DISCIPLINA: OBJETIVO: INGLÊS BÁSICO O conteúdo desta disciplina foi preparado para desenvolver junto aos alunos dos cursos de engenharia noções básicas da língua inglesa, para que eles possam desenvolver algumas técnicas que os auxilie na tradução e no entendimento (interpretação) de textos técnicos escritos nesta língua. EMENTA: 1. Gramarr pinnts: to be = simple present & simple past - there to be: present & past simple present tense - The continuos tenses: present past. 2. Imperative - simple past tense - pronouns = personal, possessive, reflexive numerais - telling the time. 3. Elementary vocabular: glossary of some technical terms - thechnical jagons & abreveations. 4. Short technical textes: elementary texts & supplementary resadings. BIBLIOGRAFIA: 01 ALLEW, W.S. Living English Struture. 4 th ed., London, Longmans, 1965, 38 02 CAMARÃO, P.C.B. Glossário de Informática. Rio de Janeiro, LTC, 1992. 03 DIXSON, R.J. Graded Exercices in English, RJ, Ao Livros Técnico, 1972. 04 GALANTE, T.p. & LAZARO, S.P. Inglês básico para informática, 2 aed., São Paulo, Ed. Atlas, 1988. 05 LAVINE, R.Z. & FECHTER, S. Instrumental English: On line. New York, McGraw Hill, 1986. 06 MILLER, C.A. Grammar of Modern English. 4 th ed.,London, Longmns, 1966. 07 PITTMAN, C.A. Preparatory Techinical English. G. Britain, Longmans, 1960. 08 SERRA, O. Gramática da língua inglesa. 2 a ed., RJ, Fename, 1972. 09 THOSON, A.J. & MARINET, A.V. A Pratical English Grammar. 4 th ed., London, Oxford University, 1988. 482p. 10 THONPSON, A.J. & MARINET, A.V. A Pratical English Grammar- Exercices, 3 rd ed., London, Oxford University, 1990. DISCIPLINA: OBJETIVO: LINGUAGEM CIENTÍFICA DE PROGRAMAÇÃO Ao final da disciplina Introdução à Ciência da Computação o aluno deve ser capaz de resolver resolver problemas matemáticos, através da aplicação das diversas técnicas estudadas, e também de desenvolver algoritmos de programação, portanto, no desenvolvimento da disciplina Linguagem Técnica de Programação, o aluno deverá aprender codificar tais algoritmos, para que o computador possa processar as informações que forem requisitadas através do algoritmo desenvolvido. EMENTA: 1. Estudo de software’s aplicativos específicos 2. Introdução aos editores de texto (Word) 3. Introdução ao estudo das planilhas de cálculo (Excel) 4. Introdução ao estudo dos editores gráficos (AUTOCAD) 5. Práticas de laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 CEREDA, R.L.D., et al. Introdução ao fortran 77 para Microcompudadores. Ed.McGraw Hill. 3º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: CÁLCULO III Dar aos alunos a noção dos conceitos fundamentais do cálculo diferencial e integral para funções de mais de uma variável. Fornecer as técnicas operatórias do cálculo para funções de várias variáveis. Fazer sentir a importância do cálculo através de aplicações geométricas e físicas. 39 EMENTA: 1. Aplicações da integral indefinida. Volumes, momentos e comprimentos de curvas. Coordenadas polares. Funções de várias variáveis. 2. Derivadas parciais: forma diferencial exata, derivada de função composta. Derivação implícita. 3. Função vetorial: representação vetorial de superfícies, plano tangente, gradiente, derivada direcional. 4. Integrais múltiplas: integração dupla, mudança de variável. Cálculo de volume, centro de massa e momentos de inércia de figuras planas. 5. Integração tripla. Coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas. BIBLIOGRAFIA: 01 FLEMMING, O. M & GONCALVES, M.B. Cálculo A. 5 a ed., SP Makron, 02 GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 2a ed.,Rio de Janeiro, LTC, 1987. 03 SWOKOWSKI, E.W. Cálculo. Vol. 1,2, - São Paulo, McGraw Hill, 1983. 04 KAPLAN, W. Cálculo avançado. Vol.1,2, Edgard Blucher, 1972. 05 COUTRANT, R. Cálculo diferencial e integral. Ed. Globo, Vol.2. DISCIPLINA: OBJETIVO: FÍSICA III Proporcionar aos alunos os conhecimentos básicos das Leis do Eletromagnetismo e suas aplicações. EMENTA: 1. Eletrostática: conceitos fundamentais, Lei de Coulomb, Campo elétrico, Lei de Gauss e Aplicadores, Energia elétrica potencial. 2. Superfícies equipotenciais, Gradiente de potencial, Capacitância e Dielétricos. 3. Eletromagnetismo: forças magnéticas, torque magnético, campo magnético de uma corrente 4. Lei de BIOT-SAVART, forças entre condutores. BIBLIOGRAFIA: 01 HALLIDAY,D. & RESNICK, R. Física III. LTC Ed. 02 SEARS, F. et al. Física III. LTC ED. 03 EDMINIDTER, J.A. Eletromagnetismo - Coleção Schaum. Makron Bocks. DISCIPLINA: OBJETIVO: MECÂNICA (ESTÁTICA) Dar ao aluno condições para analisar estaticamente os problemas estruturais, fornecendo-lhe a base necessária para a aprendizagem de Resistência dos Materiais (Mecânica dos Sólidos) e dando ensejo a que se veja, de maneira evidente, a ligação entre a ciência e a técnica. Preparar o aluno para enfrentar os problemas do ciclo profissionalizante e desenvolver capacidade de raciocínio para a vida profissional. EMENTA: 1. Sistemas de unidades vetores. 40 2. Conceito vetorial de força e de momento de uma força em relação a um ponto. Equilíbrio de ponto material. 3. resultante de um sistema de forças 4. Vinculações e determinação geométrica de uma estrutura 5.Solicitações externas: cargas concentradas, cargas distribuídas e carga concentrada equivalente 6. Equilíbrio dos corpos rígidos 7. Determinação de esforços em treliças isostáticas 8. Propriedades geométricas das áreas planas 9. Momentos de inércia de superfícies. Momentos de inércia de corpos. BIBLIOGRAFIA: 01 BEER,F.P. & JOHNSTON. Mecânica vetorial.5 a ed., SP, Ed. McGraw Hill, 02 GIACAGLIA, Mecânica Geral. 2 a ed., São Paulo, Ed. Campus,1990. 03 SINGER, F. Mecânica para engenheiros. 4 a ed., SP, Ed. Harbra, 1990. 04 HIBBELER, R.O. Mecânica: Estática. Rio de Janeiro, Ed. Campus,1985. DISCIPLINA: OBJETIVO: CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS Contribuir para a formação de uma consciência relativa aos problemas ambientais. Levar o aluno a refletir sobre os principais temas ambientais contemporâneos, levando-o a incorporá-lo no seu campo profissional. Noções sobre legislação ambiental, qualidade ambiental, emissão zero de poluentes, estudos de impacto ambiental entre outros levarão o aluno à compreender a importância da disciplina na formação do engenheiro na atualidade. EMENTA: 1. A energia e as ciências ambientais 2. Recursos naturais renováveis 3. Ciclos biogeoquímicos 4. Ecossistemas 5. Meio terrestre: água, ar, solo. 6. Conservação da água 7. Finalização adequada do lixo 8. Conservação do solo. 9. Uma abordagem prática das normas da série ISO 14000 e ISO 18000 BIBLIOGRAFIA: 01 DAJOZ, R., Ecologia geral. São Paulo, Ed. Universidade de São Paulo,1985. 02 ODUN, E.F. Fundamentos de ecologia. São Paulo, Ed. Tomasi S/A, 1987. 03 BRANCO, S.M. et al. Ciências do meio ambiente para o ensino Universitário. 2 a ed., São Paulo, Editora Nobel, 1983. DISCIPLINA: TÉCNICAS AVANÇADAS DE PROGRAMAÇÃO 41 OBJETIVO: O aluno, levando em consideração os conceitos estudados nas disciplinas Introdução à Ciência da Computação e Linguagem Técnica de Programação, deverá ser capacitado para resolver problemas práticos ligados à área de Engenharia, através da correta codificação do algoritmo desenvolvido. EMENTA: 1. Introdução: Linguagem pascal; Histórico, constantes, identificadores. 2. Estruturas de programas em Pascal. Declarações. Expressões aritméticas. Comando de atribuição - comandos de entrada e saída. 3. Estrutura condicional. Estrutura de repetições. Tipos de Dados. Arquivos. Manipulação de arquivos. 4. Desenvolvimento de programas. BIBLIOGRAFIA: 01 WOOD, S. Turbo Pascal - Guia do Usuário. São Paulo, McGraw Hill, 1990. 02 GUIMARAES & LAGES. Algorítmos e estrutura de dados. RJ, LTC, 1988. 03 FARRER . et al. Pascal Estruturado. RJ, Ed. Guanabara Dois, 1985. 04 VELOSO, P. et al. Estruturas de dados. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 1985. 05 CARROLI, L.W. Programação em turbo pascal. SP, McGraw Hill, 1986. DISCIPLINA: OBJETIVO: FÍSICA EXPERIMENTAL I Fazer o aluno compreender melhor os fenômenos físicos, verificando a veracidade dos mesmos. Tomar contato com as dificuldades práticas, analisar os fatores perturbadores e induzir a idéia de pesquisa. Introduzir o aluno ao mundo real, fazendo com que ele observe a diferença que existe entre o que se obtém realmente e o que se obtém através dos modelos matemáticos. O aluno deverá entender a interação entre os valores calculados e os obtidos realmente; e qual a razão dos erros existentes. Deve desenvolver observações a respeito do experimento físico em relação as grandezas que são relevantes no processo. EMENTA: 1. Introdução a física experimental 2. Gerador eletrostásico de VAN DE GRAFF 3. Eletroscópio de folhas 4. Ionização de moléculas de ar submetidos a ação de um campo elétrico 5. Configuração de linhas de força entre eletrodos 6. Superfícies equipotenciais 7. Imãs permanentes 8. Eletromagnetismo entre bobinas 9. Balanço magnético 10. O transformador. BIBLIOGRAFIA: 01 RAMOS, L.A.M. Física Experimental.3 a ed., SP Ed. Mercado Alberto, 1990. 02 PAULI, R.U. et al. Física 4. São Paulo, E.P.U(Apostila). 42 03 ADIR, M.L. et al. Física.2 a ed., Livraria Francisco Alves, 1985. DISCIPLINA: OBJETIVO: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Dar aos alunos de Engenharia, os fundamentos básicos da Estatística e da Teoria das Probabilidades, tais como ensinar ao aluno como obter um conjunto de dados e representá-lo sob diversas formas, além de fornecer ao aluno as técnicas básicas do método estatístico, visando sua aplicação aos problemas afins a engenharia. Todos estes ensinamentos possibilitarão ao aluno a compreensão das técnicas estatísticas que serão estudadas no desenvolvimento do curso, fornecendo assim, subsídios para que o futuro Engenheiro controle não só a qualidade dos produtos, mas também todo o processo de produção. EMENTA: 1. Conceitos elementares 2. Distribuição - Propriedades. Gráficos: Histogramas - Gráfico polar. Estatística Descritiva. Amostragem. Estimação de parâmetros. 3. Testes de aderência e hipóteses. Regressão. Análise de variância aplicada a regressão. Aplicações de Métodos estatísticos a indústria. 4. Medidas de Dispersão: Amplitude. Desvio médio, Desvio padrão. Variância. Coeficiente de distribuição. Assimetria e curtose. 5. Probabilidade: Evento reunião e intersecção. Probabilidade condicional e independente, propriedades. Distribuição de Poison. 6. Freqüência relativa. Distribuição normal. Distribuição normal padrão. Cálculo de escore reduzido. Aproximação da normal a binomial. 7. Gráficos: Histograma, polígono de freqüência, ogivas de Galton. Gráficos de linhas e de barras. Gráfico de setores. Gráfico polar. BIBLIOGRAFIA: 01 MORETIN, P. Estatistica.2 a ed., São Paulo, Editora Moderna, 1980. 02 DEVORE, J.L. Probability and Statistics for engineering and the sciences.New York, 1984. 03 COSTA NETO, P.L.O. Estatística. São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1986. 04MOOD, A.M. et al. Introduction to the theory of statistics. McGraw Hill, New York, 1974. 4º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: CÁLCULO IV Dar aos alunos a noção dos conceitos fundamentais do cálculo diferencial e integral para funções de duas ou mais variáveis. 43 Mostrar o cálculo, como ferramenta de abordagem dos problemas físicos e geométricos. EMENTA: 1. Integrais de linha. Teoremas de Gauss, Stokes e Green, rotacional e divergente de um campo vetorial. Integral de superfície. 2. Representação paramétrica de uma superfície. Equações diferenciais ordinárias. Equações de 1º ordem: separação de variáveis. 3. Função de Bernoulli. Equação homogênea. Equações de 2º ordem: funções e coeficientes constantes homogêneas. 4. Equações a coeficientes constantes não homogêneas - Séries numéricas: critérios de convergência. Transformação de Laplace. 5. Números complexos. Séries e integrais de Fourier. BIBLIOGRAFIA: 01 SWOKOWSKI, E. Cálculo com geometria analítica. Makron Books do Brasil Ed..Ltda., Vol.2. 02 COURANT, R. Cálculo diferencial e integral. Editora Globo, Vol.2. DISCIPLINA: OBJETIVO: ELETRICIDADE Ensinar os conceitos básicos de eletricidade. Motivar os alunos para as aplicações práticas. Desenvolver a base para o estudo e entendimento das máquinas e instalações elétricas. Explicar as leis e os princípios do eletromagnetismo ligados ao funcionamento das máquinas e dispositivos eletromagnéticos. EMENTA: 1. Análise C/C. Leis de Kirchhoff 2. Teorema de Thevenin e Norton, Linearidade e Superposição. 3. Análise Modal. Análise de Malhas. 4. Análise C.A. valores médios e eficaz. 5. Fatores de potência 6. Circuitos Rl, RC e RLC. 7. Potência em CA. BIBLIOGRAFIA: 01 HAYT, Jr. et al. Análise de circuitos em engenharia. SP, Ed.McGraw Hill, 02 EDMINISTER, J. Circuitos elétricos. SP, Coleção Scawn, Ed.McGraw Hill. DISCIPLINA: OBJETIVO: MECÂNICA (DINÂMICA) Dar ao futuro profissional condições básicas para resolver a maior parte dos problemas reais que apareçam em seu campo de trabalho, auxiliando na sua aprendizagem e dando ensejo a que se veja de maneira evidente a ligação íntima que existe entre à ciência e à técnica. Estabelecer os conceitos básicos sobre cinemática e dinâmica dos sólidos. 44 Preparar o aluno para entender os dispositivos mecânicos comuns á vida do engenheiro. Desenvolver as bases teóricas sobre balanceamento e esforços de origem dinâmica. EMENTA: 1. Cinemática: Posição, velocidade e aceleração de um ponto material. Movimento retilíneo uniforme e movimento curvilíneo. Dinâmica: 2ª Lei de Newton. 2. Quantidade de movimento. Lei de gravitação de Newton. Movimento planetário. Métodos de energia. Trabalho de uma força. 3. Energia cinética e energia potencial. Potência. Sistema de forças conservativas. Sistemas de pontos materiais. Cinemática dos corpos rígidos. 3. Movimento geral. Movimento plano dos corpos rígidos. Dinâmica dos corpos rígidos. Vibrações mecânicas. BIBLIOGRAFIA: 01 BEER, F. & JOHNTON, J. s.São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1981. 02 SINGER, F. Mecânica para engenheiros. 4 a ed., SP, Editora Habra, 1990. DISCIPLINA: OBJETIVO: CÁLCULO NUMÉRICO EM COMPUTADORES Levar o aluno a conhecer os métodos numéricos que serão úteis em seu curso, assim como, acostumar-se com a apresentação de resultados numéricos. EMENTA: 1. Erros: introdução. Representação de números. Sistemas binário e decimal. Erros absolutos e relativos. Arredondamento e truncamento. 2. Zeros de funções Não-lineares: Isolamento de raízes, critérios de parada. Método de bissecção. Método da posição falsa. 3. Método de Newton-Raphson. 4. Resolução de sistemas lineares. Eliminação de Gauss. Método LU. Método Interativos. 5. Interpolações: Polinomial, Fenômeno de Range, Interpolação S. 6. Polinômios de Tchebichev. Método dos mínimos quadrados. 7. Integração numérica: fórmula de Newton-Cotes, quadraturas Gaussianas. 8. Erros de programação computacional. BIBLIOGRAFIA: 01 RUGGIERO, M. et al. Cálculo numérico, aspectos teóricos e computacionais.1 a ed., São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1987. 02 HUMES, et al. Cálculo numérico computacional. Ed. McGraw Hill. 03 MATTEWS, J.H. Numerical methods. Prantice Hall. DISCIPLINA: DESENHO E TECNOLOGIA MECÂNICA 45 OBJETIVO: Levar o aluno a: - ler e interpretar desenhos, através do desenvolvimento do raciocínio espacial e da criatividade no campo da disciplina; - utilizar corretamente os instrumentos de desenho; - manejar o Escalímetro; resolver problemas de Desenho Geométrico Plano, leitura e interpretação de vistas ortográficas; - traçado de perspectivas isométricas a partir das vistas ortográficas, traçado de vistas auxiliares e seccionais. Propiciar ao aluno condições de executar os desenhos de um projeto, seja civil, elétrico ou mecânico, utilizando as mais modernas técnicas de computação gráfica. Desenvolvimento do espírito crítico para a escolha das várias alternativas dos projetos (vistas dos projetos). EMENTA: 1. Introdução ao desenho técnico específico 2. Normas e classificações em desenho técnico mecânico 3. Escalas e traços de desenho técnico mecânico 4. Desenhos de planos e cotagem 5. Desenhos em perspectivas 6. Cortes 7. Desenhos de elementos mecânicos Normatizados 8. Introdução ás folhas de processo e fabricação 9. Introdução ao CAD – desenho assistido por computador BIBLIOGRAFIA: 01 FERLIN, P.B. Normas para desenho técnico. 3 a ed., Porto Alegre, Ed.Globo, 1983. 02 FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre, Ed. Globo, 1983. 03 FRENCH, T.E. & VIERCK, C. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 2 a ed., São Paulo, Ed. Globo, 1988. DISCIPLINA: OBJETIVO: FÍSICA EXPERIMENTAL II Fazer o aluno compreender melhor os fenômenos físicos, verificando a veracidade dos mesmos. Tomar contato com as dificuldades práticas, analisar os fatores perturbadores e induzir a idéia de pesquisa. Introduzir o aluno ao mundo real, fazendo com que ele observe a diferença que existe entre o que se obtém realmente e o que se obtém através dos modelos matemáticos. O aluno deverá entender a interação entre os valores calculados e os obtidos realmente; e qual a razão dos erros existentes. Deve desenvolver observações a respeito do experimento físico em relação as grandezas que são relevantes no processo. EMENTA: 1. Aparelho rotativo. 2. Banco óptico. 3. Espelhos planos. 46 4. Espelhos côncavos e convexos. 5. Refração. 6. Calorímetro de água R.H.R. 7. Meios de propagação de calor. 8. Dinamômetro de precisão. 9. Tubo em “U “. Eletroscópio eletro-mecânico. 10. Velocidade de vazão de um líquido. Diapasão. BIBLIOGRAFIA: 01 PAULI, R.U. et al. Física. São Paulo, E.P.U., USP, 1986. 02 RAMOS, L.A.M. Física experimental. S Paulo Ed. Mercado Aberto S/A, 1978. 03 CALCADA, C.S. Física Clássica. 2 a ed., São Paulo, Editora Atual, 1991. 04 JUNIOR, F.R. Os fundamentos da física.4 a ed., SP, Editora Moderna, 1990. 5º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS Objetiva transmitir aos alunos conhecimentos sobre o comportamento dos materiais de construção mecânica sob várias aplicações. Objetiva ainda, fornecer aos futuros engenheiros o embasamento teórico-prático necessário para a correta seleção, especificação dos referidos materiais, que serão utilizados nos diversos tipos de projetos. Trata-se de uma disciplina que deve ser desenvolvida em conformidade com a disciplina Materiais de Construção Mecânica. EMENTA: 1. Ensaios mecânicos destrutivos 2. Ensaios de dureza 3. Ensaios de impacto 4. Ensaios de fadiga 5. Ensaios de fabricação. Ensaio de fluência 6. Ensaios mecânicos não destrutivos 7. Vantagens e definição. Tipos de defeitos a se avaliar. Fatores de escolha do ensaio, Ensaios por líquidos penetrantes 8. Ensaios por ultrason. Magnatest-Q 9. Ensaios de Raio-X e Raios gama. Ensaios por partículas magnéticas. 10. Noções de metalografia. Macrografia. Micrografia BIBLIOGRAFIA: 01 SOUZA, S.L. Ensaios dos materiais metálicos. 5 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher. 1982. 02 TEIXEIRA, L. Ensaios mecânicos. São Carlos, Ed. UFSCAR, 1978. 03 COLPAERT, H. Metalografia dos produtos metalúrgicos. 4 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1992. 04 HIGGINS, R.A. Propriedades e estruturas dos materiais em engenharia. 2a ed., São Paulo, Ed. Difel, 1982. 47 DISCIPLINA: OBJETIVO: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I Transmitir aos alunos conhecimentos tecnológicos sobre as propriedades, composições, estrutura cristalina, deformações elástico-plásticas, tratamentos térmicos e termo-químicos, aplicações e noções de fabricação dos diversos materiais utilizados nas indústrias metal-mecânica. Ministrar os estudos referentes à Ciência dos Materiais, com o objetivo principal de capacitar os alunos para a correta seleção e especificação dos materiais de construção mecânica, e ainda, para que o aluno possa testar , analisar e aprovar o material que está sendo recebido para uma determinada linha de produção. Ao final do curso (Materiais de Construção Mecânica I e II) o aluno deverá ser capaz de selecionar e especificar, ou fabricar, os diversos materiais que deverão ser utilizados na fabricação dos seus produtos, bem como na execução dos seus projetos. EMENTA: 1. Metais ferrosos. Ocorrência dos metais. Ligas ferrosas. Diagramas ferrocarbono. 2. Aços. Aços não molibdênio. Aços especiais. Aços hadfield. Aços silício. 3. Aplicações na construção mecânica desses aços. 4. Ferros fundidos 5. Metais não ferrosos 6. Cobre suas ligas 7. Zinco e suas ligas. 8. Alumínio e suas ligas 9. Chumbo e suas ligas 10. Estanho e suas ligas BIBLIOGRAFIA: 01 CHIAVERINNI, V. Tecnologia mecânica. 2 a ed, São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1986. Vols.I, II e III. 02 LIMA, R.P. Materiais de construção mecânica. São Carlos, Ed. USP/EESC. 03 DAVIS, H. et al. The testing of engineering materials. New York, Ed. McGraw Hill, 1982. 04 JONE, R.M. Mechanics of composite materials. New York, Ed. McGraw Hill, 1975. DISCIPLINA: OBJETIVO: MECÂNICA DOS FLUÍDOS I Familiarizar o aluno com o comportamento dos fluídos e com as leis que regem este comportamento. Resolver problemas gerais no assunto com ênfase no escoamento imcompressível. EMENTA: 1. Conceito de fluido e suas características 2. Estática dos fluidos e manometria 3. Dinâmica dos fluidos, equação de Bernoulli 48 4. Equações governantes analisadas pelos volumes de controle 5. Semelhança, análise dimensional e modelos. Teorema 6. Escoamento viscoso em condutos 7. Escoamentos sobre corpos imersos 8. Equação de Navier Stokes. Teoria da Camada limite BIBLIOGRAFIA: 01 FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a mecânica dos fluidos. 2 a ed., Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Dois, 1981. 02 BENNET, C.O. Fenômenos de transportes de quantidade de movimento, calor e massa. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1978. 03 GIOGERTTI, M.F. Apostila de fenômenos de transportes. São Carlos, USP/EESC, 1991. 04 WOODROW & PIRES. Apostila de fenômenos de transporte. São Carlos, USP/EESC, 1988. DISCIPLINA: OBJETIVO: MECÂNICA DOS SÓLIDOS I Disciplina básica no curriculum de qualquer área da engenharia, pois além de resolver problemas de imediato na prática, fornece subsídios a várias outras disciplinas do curso de engenharia. Transmitir ao aluno conceitos básicos de Resistência dos materiais (Mecânica dos Sólidos) tais como: -determinação de esforços internos solicitantes em estruturas isostáticas; -determinação de esforços resistentes, ou tensões normais e tangenciais em seções normais de estruturas. EMENTA: 1. Conceitos fundamentais: graus de liberdade e vinculação 2. Determinação geométrica de estruturas. Equilíbrio corpo rígido em duas e três dimensões. 3. Esforços internos solicitantes: esforços normal e cortante. 4. Cálculo das reações externas. Diagramas MNQ 5. Análise de estruturas. Treliças. 6. definição de tensão e de deformação. Cálculo e diagramas de Tensão x Deformação: Lei de Hooke 7. Esforços normais em barras: tensões normais 8. Análise de estruturas hiperestáticas por compatibilidade de deslocamento 9. Torção em barras de seção circular: tensões tangenciais 10. Tópicos especiais: Rebites e solda BIBLIOGRAFIA: 01 BEER,F. & JOHNSTTON, E.R. Resistência dos materiais. 2 a ed. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1989. 02 MARI, D.D. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro, Ed. Globo, 1987. 49 03 CRISPINO, A. Resistência dos materiais. 2 a ed., São Carlos - SP. Ed. EESC, 1990. 04 BEER, F.& JOHNSTONI, E.R. Mecânica vetorial para engenheiros. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1981. DISCIPLINA: OBJETIVO: TERMODINÂMICA Fornecer os conceitos básicos ao aluno na área de Termodinâmica e Fluidodinâmica, para que o aluno possa enfrentar os problemas do ciclo profissionalizante. Oferecer uma visão teórico-prática de todas as máquinas térmicas, especificamente dos motores térmicos e refrigeradores e seus ciclos de funcionamento. EMENTA: 1. Conceitos fundamentais 2. Propriedades de uma susbstância pura 3. Trabalho e calor 4. Primeira lei da Termodinâmica 5. Segunda Lei da Termodinâmica 6. Entropia 7. Otimização de sistemas térmicos 8. Aplicações da termodinâmica: ciclos motores e refrigeração 9. Relações termodinâmicas 10. misturas e soluções BIBLIOGRAFIA: 01 WYLEN, G. & VAN, R.E.Sonntag Fundamentos da termodinâmica clássica. 2 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1989. 02 HOLMAN, J.P. Thermodynamics, New York, Ed. McGraw Hill, 1988. 03 WARK, K. Thermodynamics. 5 a ed., New York, Ed. McGraw Hill, 1988. DISCIPLINA: OBJETIVO: METROLOGIA DIMENSIONAL Fornecer condições para os alunos conhecerem, manipularem e identificarem os recursos de cada um dos principais instrumentos de medidas utilizados em nossas indústrias. Favorecer o aprendizado dos alunos para que os mesmos possam quem sabe até projetar algum equipamento ou sistema de medidas, através da constante motivação para tal desenvolvimento, dado que todos os sistemas e dispositivos de medida são cuidadosamente estudados e analisados. O encerramento da disciplina se dá com a confecção de um instrumento e/ou sistema de medidas, que é projetado e executado por cada um dos alunos. EMENTA: 1. Especificação de requisitos 2. Instrumentos básicos de medição 50 3. Medições lineares e maquinas de medir multi-eixos 4. Teoria dos erros 5. Medição de ângulos 6. Circularização, planicidade e rugosidade. 7. medição de engrenagens, superfícies de contorno e roscas de parafusos 8. Estudos de ajustes e acoplamentos mecânicos 9. Laboratório de controle e dimensional - 18 horas BIBLIOGRAFIA: 01 ANTHONY, D.M. Engeneering metrology. Oxford, Inglaterra, Pergamon Press, 1986. 02 OLIVEIRA, J.F.G. Principais normas brasileiras relativas a metodologia industrial. São Carlos, Ed. LAMAFE,EESC - USP, 1989. 03 LIRANI, J. Introdução a metrologia industrial. São Carlos, Ed. LAMAFE, EESC -USP, 1990. 6º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II Transmitir aos alunos conhecimentos tecnológicos sobre as propriedades, composições, estrutura cristalina, deformações elástico-plásticas, tratamentos térmicos e termo-químicos, aplicações e noções de fabricação dos diversos materiais utilizados nas indústrias metal-mecânica. Ministrar os estudos referentes à Ciência dos Materiais, com o objetivo principal de capacitar os alunos para a correta seleção e especificação dos materiais de construção mecânica, e ainda, para que o aluno possa testar , analisar e aprovar o material que está sendo recebido para uma determinada linha de produção. Ao final do curso (Materiais de Construção Mecânica I e II) o aluno deverá ser capaz de selecionar e especificar, ou fabricar, os diversos materiais que deverão ser utilizados na fabricação dos seus produtos, bem como na execução dos seus projetos. EMENTA: 1. Tratamento térmico dos aços comuns 2. Noções preliminares 3. Noções elementares sobre tratamento térmico 4. Recozimento 5. Tempera 6. Definição dos tratamentos térmicos que envolvem controle de esfriamento 7. Profundidade de envelhecimento pela têmpera 8. Constituinte dos aços temperados 9. Tempera dentro da zona crítica 51 10. Revenido 11. Constituinte dos aços temperados e revenido BIBLIOGRAFIA: 01 KLOSS,C.L. Materiais para construção. Curitiba, Ed. CEFET, 1991. 02 VLACK, V. & HALL, L. Princípios de ciências dos materiais. 5 a ed., Rio de Janeiro, Ed. Edgard Blucher, 1984. 03 MANO, E.B. Introdução a polímeros. São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1986. 04 BRANCO, C.A.G.M. Mecânica dos materiais. Lisboa: Ed. FCGK, 1980. DISCIPLINA: OBJETIVO: MECÂNICA DOS FLUÍDOS II Familiarizar o aluno com o comportamento dos fluídos e com as leis que regem este comportamento. Resolver problemas gerais no assunto com ênfase no escoamento imcompressível. EMENTA: 1. Introdução aos sistemas fluido-mecânicos 2. Bombas e suas características principais 3. Bombas hidrodinâmicas: características de funcionamento, análise dos parâmetros 4. Bombas e o funcionamento em encanamentos 5. Seleção de bombas hidrodinâmicas 6. Ventiladores 7. Compressores: classificação, fundamentos termodinâmicos, consumo específico e instalação de ar comprimido BIBLIOGRAFIA: 01 FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a mecânica dos fluidos. 2 a ed., Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Dois, 1981. 02 BENNET, C.O. Fenômenos de transportes de qualidade de movimento, calor e massa. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1978. 03 GIOGERTTI,M.F. Apostila de fenômenos de transportes. São Carlos, Ed. EESC- USP, 1988. 04 WOODROW, & PIRES, E.C. Apostila de fenômenos de transportes. São Carlos, USP/ Ed. EESC, 1990. DISCIPLINA: OBJETIVO: MECÂNICA DOS SÓLIDOS II Disciplina básica no curriculum de qualquer área da engenharia, pois além de resolver problemas de imediato na prática, fornece subsídios a várias outras disciplinas do curso de engenharia. Transmitir ao aluno conceitos básicos de Resistência dos materiais (Mecânica dos Sólidos) tais como: -determinação de esforços internos solicitantes em estruturas isostáticas; -determinação de esforços resistentes, ou tensões normais e tangenciais em seções normais de estruturas. 52 EMENTA: 1. Flexão normal simples: tensões normais e tangenciais 2. Flexão oblíqua e composta. Flexão geral. 3. Linha estática. Análise de estruturas hiperestáticas: compatibilidade de giro e de deslocamento 4. Flambagem em colunas: Lei de Euler e diagramas de segurança 5. Estados de tensão: círculo de Mohr 6. Estados de deformação 7. Critérios de resistência BIBLIOGRAFIA: 01 BEER,F.& JOHNSTON, E.P. Resistência dos materiais.2 a ed., São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1989. 02 SCHIELL, F. Introdução a resistência dos materiais. 3 a ed., São Carlos, Ed.EESC-USP, 1970. 03 CRIPINO, A. Resistência dos materiais.2 a ed., São Carlos, Ed EESC, 1990. 04 NASH, W.A. Resistências dos materiais. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1973. 05 TIMOSHENKO, S.P. Mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro, Ed.LTC, 1983. DISCIPLINA: OBJETIVO: USINAGEM I Os alunos deverão, no final do curso (Usinagem I e II), possuir condições de selecionar máquinas operatrizes adequadas para diferentes trabalhos a serem realizados. Deverão ainda, ser capazes de aplicar os conceitos adquiridos em relação aos seguintes assuntos: - identificação e determinação das diversas operações de usinagem; - seleção do ferramental específico para cada uma das operações de usinagem, bem como a correta especificação das condições de operação das mesmas; - especificação do fluido de corte; - cálculo das forças de usinagem e da potência; - otimização de todo o processo de fabricação por usinagem. EMENTA: 1. Introdução 2. Conceitos básicos sobre os movimentos e as relações geométricas do processo de usinagem 3. Geometria da cunha cortante das ferramentas da usinagem 4. Operações principais da usinagem - laboratório 5. Mecanismos de formação de cavaco 6. Atividades de laboratório com exercícios teóricos e práticos 7. Materiais para ferramentas 8. Avarias e desgastes de ferramentas 9. Desgaste e vida das ferramenta 10. Curva de vida de uma ferramenta e fatores que influem da sua forma 11. Fluídos de corte 53 12. Práticas de laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. 3 a ed., São Paulo Ed. Edgard Blucher Ltda, 1992. 02 RUFFINO, R.T. Usinagem dos metais. Ed. EESC-USP, São Carlos, 1993. 03 DIETER, G.E. Metalúrgica mecânica. 2 a ed., RJ, Ed. Guanabara Dois, 1986. 04 KRONENBERG, M. Machining science and applications. New York, Pergamon Press, 1966. DISCIPLINA: OBJETIVO: PESQUISA OPERACIONAL O objetivo principal da disciplina é colocar o aluno em contato com os conceitos mais básicos da Pesquisa Operacional, como por exemplo: sistemas, modelos, problemas (sua caracterização e resolução), otimização, análise de sensibilidade, simulação, redes PERT e CPM, procurando sempre atingir este objetivo do uso dos modelos mais comuns de resolução de problemas, encontrados nas empresas. Mais do que estimular os alunos a assimilarem os métodos e as técnicas normalmente apresentados em cursos de Pesquisa Operacional, a disciplina tentará desenvolver, nos alunos, um bom número de habilidades necessárias a um bom profissional de nível superior, tais como: leitura e interpretação de textos, comunicação verbal e escrita, trabalho em equipe, uso de modelos na solução de problemas, utilização de programas computacionais que auxiliam na resolução de problemas, etc. EMENTA: 1. Introdução: as origens, o impacto e as perspectivas em P.O. 2. Modelamento matemático 3. Modelamento de Sistemas 4. Programação Linear 5. Programação Dinâmica 6. Teoria dos Jogos, Teoria das filas e aplicações e Teoria da decisão 7. Técnicas de simulação de modelos em computador e aplicações BIBLIOGRAFIA: 01 BRONSON, R. Pesquisa operacional. Ed. McGraw Hill, 1985. 02 WAGNER, H.M. Pesquisa Operacional. Ed. Practice Hall, 1986. 03 SHAMBLIN, J.E. Pesquisa operacional: Uma abordagem básica. SP,Atlas. DISCIPLINA: OBJETIVO: ELEMENTOS DE MÁQUINAS I Objetiva transmitir aos alunos e futuros engenheiros os conhecimentos básicos sobre os diversos elementos construtivos que comumente são encontrados em máquinas. Objetiva ainda, capacitar os alunos para projetarem e fabricarem estes elementos, e também o projeto de máquinas propriamente dito. EMENTA: 54 1. Fixação por meio de parafusos: tipos de solicitação, especificação e dimensionamento 2. Parafusos de movimento: dimensionamento 3. Molas elásticas de tração e compressão: esforços, materiais para molas e dimensionamento 4. Outros tipos de molas: feixe de molas, helicoidal, etc 5. Mancais de rolamento: tipos de solicitação, especificação e dimensionamento 6. Elementos de junção e vedação: características e especificação. 7. Projetos BIBLIOGRAFIA: 01 BEER,F. & JONSTON,E.R. Resistência dos materiais.5a Ed., S.P, Ed. McGraw Hill, 1991. 02 NIEMANN, G. Elementos de máquinas. SP, Ed. Edgard Blucher, 1971. 03 SHIGLEY, J.E. Elementos de máquinas. RJ, Ed. LTC, 1989. Vol. 1 e2. 04 SHIGLEY, J.E. & MITCHELL, L.D. s. New York, Ed. McGraw Hill, 1979 7º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: USINAGEM II Os alunos deverão, no final do curso (Usinagem I e II), possuir condições de selecionar máquinas operatrizes adequadas para diferentes trabalhos a serem realizados. Deverão ainda, ser capazes de aplicar os conceitos adquiridos em relação aos seguintes assuntos: - identificação e determinação das diversas operações de usinagem; - seleção do ferramental específico para cada uma das operações de usinagem, bem como a correta especificação das condições de operação das mesmas; - especificação do fluido de corte; - cálculo das forças de usinagem e da potência; - otimização de todo o processo de fabricação por usinagem. EMENTA: 1. Determinação das condições econômicas de usinagem 2. Ensaios de usinabilidade dos metais 3. Ensaios de vida de ferramenta 4. Ensaios de usinabilidade baseados na força de usinagem 5. Ensaios de usinabilidade baseados no acabamento superficial 6. Ensaios de usinabilidade baseados na produtividade 7. Exercícios teóricos e práticos em laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 DOYLE. Processos de fabricação e materiais para engenheiros.2 a ed., São 55 Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1988. 02 FERRARESI. Fundamentos de usinagem dos metais.3 a ed., SP, Ed. Edgard Blucher, 1992. 03 AGOSTINHO, O.L. et al. Princípios de engenharia de fabricação mecânica: processos de fabricação. São Carlos, Ed. EESC/USP, 1985. 04 AL-QURRESHI, H.A. Processos e mecanismos da conformação dos metais, São José dos Campos, Ed. Ita, 1991. 05 SACHS, G. Principles of sheet-metal for fabrication.2 A ed. New York,Ed.McGraw Hill, 1966. DISCIPLINA: OBJETIVO: PESQUISA OPERACIONAL II O objetivo principal da disciplina é colocar o aluno em contato com os conceitos mais básicos da Pesquisa Operacional, como por exemplo: sistemas, modelos, problemas (sua caracterização e resolução), otimização, análise de sensibilidade, simulação, redes PERT e CPM, procurando sempre atingir este objetivo do uso dos modelos mais comuns de resolução de problemas, encontrados nas empresas. Mais do que estimular os alunos a assimilarem os métodos e as técnicas normalmente apresentados em cursos de Pesquisa Operacional, a disciplina tentará desenvolver, nos alunos, um bom número de habilidades necessárias a um bom profissional de nível superior, tais como: leitura e interpretação de textos, comunicação verbal e escrita, trabalho em equipe, uso de modelos na solução de problemas, utilização de programas computacionais que auxiliam na resolução de problemas, etc. EMENTA: 1. Modelos Probabilísticos 2. Teoria da probabilidade 3. Teoria das filas 4. Teoria de estoque 5. Processos de decisões Markovianos 6. Simulação de modelos em computador BIBLIOGRAFIA: 01 BRONSON, R. Pesquisa operacional. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1985. 02 WGANER, H. Pesquisa operacional. Rio de Janeiro, Ed. Prantice Hall, 1988. 03 BAZARAA. , M. & SHETTY, C.M. Nonlinear programming: theory. New York, Ed. McGraw Hill, 1980. 04 LAUENBERGER, D.G. & HEADY. Introduction to linear and nonlinear programming. New York, Addison-Wesley, 1973. DISCIPLINA: OBJETIVO: ELEMENTOS DE MÁQUINAS II Objetiva transmitir aos alunos e futuros engenheiros os conhecimentos básicos sobre os diversos elementos construtivos que comumente 56 são encontrados em máquinas. Objetiva ainda, capacitar os alunos para projetarem e fabricarem estes elementos, e também o projeto de máquinas propriamente dito. EMENTA: 1. Fadiga 2. Dimensionamento de eixos de transmissão 3. Transmissão por engrenagens: características, especificação e dimensionamento 4. Transmissão por coroa e parafuso sem fim: características, especificação e dimensionamento 5. Transmissão por correntes, e por correias: características e especificação. 6. Projetos BIBLIOGRAFIA: 01 NIEMANN, G. Elementos de máquinas. São Paulo Ed. Edgard Blucher,1971, Vols, 1,2, e 3. 02 SHIGLEY, J.E. Elementos de máquinas. Ed. LTC S/A, RJ, 1989,Vol. 1 e 2. 03 SHIGLEY, J.E. & MITCHELL, L.D. s.New York, Ed. McGraw Hill, 1979. DISCIPLINA: OBJETIVO: ENSAIOS MECÂNICOS Conduzir um estudo sistemático que leva à preparação da natureza dos objetivos e da finalidade de aplicação dos diversos exames e ensaios no campo da metalurgia física. Favorecer o desenvolvimento da compreensão do papel, da análise ou ensaio dos diversos materiais aplicados à construção mecânica. Analisar e interpretar o comportamento de materiais submetidos a diversos tipos de tratamento térmicos e/ou termo-químicos, verificando as alterações de suas propriedades. EMENTA: 1. Introdução aos conceitos de cristalinidade e isotropia dos materiais 2. O ensaio de tração e o diagrama carga x deformação 3. Medidas superficiais de dureza 4. A tenacidade dos materiais e o ensaio de impacto 5. os esforços cíclicos e a resistência à fadiga 6. O efeito da temperatura na fluência dos materiais 7. A torção e o cisalhamento dos materiais 8. Análises metalográficas da microestrutura 9. Conceitos sobre os ensaios de raios X, ultra-som e partículas magnéticas 10. Ensaios em laboratórios BIBLIOGRAFIA: 01 DIETER, C.E. Metalúrgica mecânica.2 a ed, Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Dois Ltda, 1983. 02 PEREIRA, R.L. Ensaios dos materiais. Publicação EESC-USP, São Carlos, 1980. 57 03 SOUZA, S.A. Ensaios mecânicos de materiais metálicos. Ed ABM, RJ, 1984. 04 CINTRA, J.A. Curso sobre estampagem de aços. ABM, RJ. DISCIPLINA: OBJETIVO: PROCESSOS DE FUNDIÇÃO Infundir nos alunos noções básicas sobre os processos de fundição, meios de obtenção de peças fundidas. Preparar os alunos ao projeto de fundidos. Promover com os alunos aulas práticas e também comparações entre os processos de fundição e os outros meios de fabricação de peças. Discutir com os alunos as questões de viabilidade econômica destes processos. EMENTA: 1. Classificação dos processos de fundição 2. Operações de fundição 3. Influência na adição de elementos 4. Estruturas de solidificação 5. Fundição de ligas ferrosas 6. Fundição de ligas não ferrosas 7. Especificação dos materiais para fundição - (aços - ferros - fundidos - não ferrosos) 8. Defeitos de fundição 9. Fornos para fundição (projetos e especificações) 10. Projetos e práticas de laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 SIEGEL, M. Apostila A.B.M/. curso de fundição. 02 CHALMERS, B. & WILEY, J. Principales of solidification. New York, Ed. McGraw Hill, 1964. 03 Curso de Fundição. Publicação da COPPE -UFRJ. Rio de Janeiro, 1983. 04 DAVIES, G.J. Solidification and casting. DISCIPLINA: OBJETIVO: SOLDAGEM E PROCESSOS DE SOLDA Os alunos devem, ao final do curso, dominar teoricamente todas as técnicas e os processos de soldagem, para poder aplicar corretamente os conceitos adquiridos durante o curso. Fazer com que os alunos tenham contato direto (prático) com as principais técnicas e processos de soldagem conhecidos. EMENTA: 1. Introdução à tecnologia da soldagem 2. Processos de soldagem ao arco elétrico, por resistência, oxi-corte, brasagem e solda brasagem 3. Materiais de soldagem 4. Metalúrgia e problemas da soldagem 58 5. Defeitos da soldagem 6. Simbologia e desenho para soldagem 7. Projetos de estruturas soldadas 8. Práticas de laboratório BIBLIOGRAFIA: 01 DRAPINSKI, J. Elementos de soldagem. São Paulo, Ed. McGraw Hill,1979. 02 PERDIGÃO, S. Apostila do Curso de Soldagem . COPPE, UFRJ. Rio de Janeiro, Editora Coppe, 1983. 03 LINNERT, C.E. Welding metalurgy. New York, Ed. McGrawe Hill, 1967. 04 WAINER, S.E. et al. Soldagem : processos e metalurgia.2 Ed. Edgard Blucher, 1992. DISCIPLINA: OBJETIVO: a ed., São Paulo, TRANSMISSÃO DE CALOR Apresentar aos alunos um tratamento elementar dos princípios de transferência de calor e massa, ou seja, o estudo dos assuntos referentes à condução, convecção e radiação, como formas de transferencia de calor e massa. Ao longo do desenvolvimento destes assuntos, procura-se destacar a compreensão física dos fenômenos envolvidos, e também procura-se evidenciar a importância do seu modelamento matemático. No desenvolvimento desta disciplina são desenvolvidos com os alunos alguns estudos introdutórios referentes ao princípio de funcionamento das principais máquinas térmicas que envolvem troca de calor e reação em cadeia. EMENTA: 1. Introdução: condução, convecção e radiação e a conservação de energia 2. Condução de calor unidimensional em regime permanente: isolamento térmico e aletas 3. Condução de calor em regime transitório: laminação de aço 4. Covecção forçada interna e externa 5. Convenção com mudança de fase: ebulição e condensação 6. Radiação do corpo negro e do corpo cinzento: brindagem 7. Introdução ao projeto térmico de trocadores de calor: métodos DTML e efetividade - NUT BIBLIOGRAFIA: 01 HOLMANN, J.P. Princípios de calor. São Paulo, Ed. Makron Books, 1983. 02 KREITH, F. Princípios de transmissão de calor. SP, Ed. Edgard Blucher. 03 KERN, D.Q. Processos de transmissão de calor. R J, Ed. Guanabara Dois 04 OZISIK, M.N. Transferência de Calor. RJ, Ed. Guanabara Koogan, 1990. DISCIPLINA: OBJETIVO: CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS A disciplina é de caráter informativo e não de formação e visa proporcionar conhecimento básico do valor de Direito, principalmente no exercício da profissão de Engenheiro, com a finalidade de orientar o futuro profissional, quanto 59 as repercussões, que sua atividade produzirá na vida em sociedade e as incidências da lei e do direito, sobre tal atividade. EMENTA: 1. Noções de Direito Civil e Direito de Propriedade 2. Fontes de direito e a Lei Jurídica 3. Conteúdo da atual Constituição Brasileira 4. introdução ao estudo do Direito Social, Direito Penal, Direito Civil, Direito Comercial e Direito do Trabalho 5. A construção civil e sua disciplina código civil – Instalação de uma indústria 6. Direito de vizinhança 7. O código de obras 8. Zoneamento 9. A legislação profissional e as de interesse dos engenheiros 10. Problemas profissionais – Estudo de casos BIBLIOGRAFIA: 01 DOWER, N.G.B. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo, Editora São Paulo, 1989. 02 PINHO, R.R. et al. Instituições de Direito Público e Privado. SP, Ed. Atlas 03 CHAVES, E.B.J. Instituições de Direito Público e Privado. RJ, Ed. Forense 04 MONTORO, A.F. Introdução a Ciência do Direito. São Paulo, RT, 1987. 05 REQUIAO, O.R. Curso de Direito Comercial. São Paulo, 1984. 8º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: SISTEMAS TÉRMICOS I Trata-se de uma disciplina que é apresentada em seqüência à disciplina Transferência de Calor, e objetiva o estudo detalhado das máquinas térmicas em geral. Objetiva também que os alunos e futuros engenheiros ao final do curso (Sistemas Térmicos I e II), sejam capazes de entender os fenômenos físicos envolvidos e o funcionamento destas máquinas, para que assim possam projetá-las em busca de maior eficiência. EMENTA: 1. Introdução aos trocadores de calor, seus tipos e classificação 2. Trocadores de calor casco e tubo 60 3. Projeto termo-hidráulico de um trocador de calor segundo os métodos de Kern e Bell 4. Caldeiras 5. Geradores de vapor 6. Reaquecedores 7. Economizadores BIBLIOGRAFIA: 01 OZISIK, M.N. Transferência de calor. RJ, Ed. Guanabara Koogan, 1990. 02 KERN,F. Processos de transmissão de calor. RJ, Ed, Guanabara Dois, 1980. 03 HOLMANN, J.P. Transferência de calor.2 a ed., SP, Ed. McGraw Hill, 1985. DISCIPLINA: OBJETIVO: PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO Proporcionar ao aluno o domínio desta inestimável ferramenta na área de organização, planejamento e programação de uma empresa industrial e sua estruturação para fins de maior produtividade. EMENTA: 1. Características dos sistemas de produção 2. Estrutura geral de sistemas de planejamento e controle da produção (PCP) 3. Sistemas e técnicas de planejamento, programação e controle da produção 4. Sistemas de produção e o PCP mais adequado 5. Laboratórios – Utilização de software’s aplicativos específicos 6. Estudo de casos e Simulação de modelos BIBLIOGRAFIA: 01 BURBIDGE, J.L. Planejamento e controle da produção. Trad. Luiz H. da S. Cruz.São Paulo, Ed. Atlas, 1981. 02 MAYER, R.R Administração da produção. São Paulo, Ed. Atlas. 03 BUFFA, E. S. & MILLER, J.G. Production inventory systems: planning and control. Illiois, Richard d. Irwin, 1979. 04 GROOVER, M.P. Automation, production systems, and computer intergratd manufacturing. New Jersey, Praentice Hall Inc: Inglewood, 1987. DISCIPLINA: OBJETIVO: MODELOS ECONÔMICOS Transmitir aos alunos e futuros engenheiros noções básicas sobre a Economia e as atividades de produção, para que se possa entender as leis de mercado e para se estabelecer as melhores formas de atuação, podendo assim escolher qual o melhor modelo econômico para seguir, em relação ao produto desejado. EMENTA: 61 1. Introdução ao estudo da economia 2. A atividade de produção 3. Mercado e sua forma de atuar 4. A moeda: um instrumento básico para organização econômica 5. O sistema financeiro 6. Teoria de funcionamento de mercado 7. O modelo econômico 8. Teoria do produtor 9. A teoria macroeconômica BIBLIOGRAFIA: 01 ROSSETTI, J.P. Introdução a economia. São Paulo, Ed. Atlas. 02 MONTORO, A.F. et al. Manual de economia. São Paulo, Ed. Saraiva,1992. 03 KINDLERBERGER, C.P. Desenvolvimento econômico. SP, McGraw Hill 04 FOURASTIE, J. et al. Economia. Rio de Janeiro, Ed. FGV, 1988. DISCIPLINA: OBJETIVO: ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL A disciplina Organização Industrial tem como objetivo proporcionar ao engenheirando uma visão ampla dos problemas econômicos financeiros de qualquer tipo de empresa mostrando métodos de resolução, transmitindo aos alunos os enfoques conceituais da macroeconomia no sentido lato, e sua inferência, no sentido restrito, em termos de tipos empresariais buscando a aplicação de métodos e soluções econômicas. Objetiva também, proporcionar ao engenheirando uma visão ampla sobre os problemas econômicos administrativos e organizacionais de qualquer tipo de empresa e sobre os meios de resolvê-los. EMENTA: 1. Introdução : conceitos fundamentais de economia, teoria da produção e custos, teoria da firma, produtos, renda e despesas, equilíbrio econômico global, plano mestre de produção 2. Nível de emprego, renda de consumo, organização industrial, estrutura organizativa, princípios de organização, descentralização. 3. Planejamento de necessidade de materiais (MRP) 4. Planejamento de necessidade de distribuição (DRP) 5. Qualificação do ritmo e Cronometragem. 6. Novas tendências em planejamento e contrôle de manufatura BIBLIOGRAFIA: 01 HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica. 3 a ed., SP, Ed. Atlas, 1980. 02 NEMMERS, E.E. Economia das empresas. Traduzido por Luiz Ap. Caruso. São Paulo, Ed. Atlas, 1987. 03 TERRYY, G.R. Princípios de administração, traduzido por Afonso V.Walls. C.b Companhia Editorial Continental S/A 1987. 04 CANTTANHEDF, C. Curso de organização do trabalho. 3 a ed., SP,Atlas 62 DISCIPLINA: OBJETIVO: PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO Tornar os alunos aptos a entender a metalurgia-mecânica dos processos de conformação extrudados (estampagem e forjamento), projetar componentes mecânicos fabricados pelos processos extrudados e os equipamentos envolvidos. EMENTA: 1. Introdução 2. Forjamento 3. Laminação 4. Estampagem 5. Extrusão 6. Trefilação 7. Metalurgia do pó 8. Materiais polimericos - conformação em geral 9. Materiais cerâmicos - conformação em geral BIBLIOGRAFIA: 01 DOYLE, e outros. Processos de fabricação e materiais para engenheiros. 2 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher Ltda, 1989. 02 CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica: processos de fabricação e treinamento. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1988, Vol.2. 03 DIERTER, G.E. Metalúrgica mecânica. RJ, Ed. Guanabara Dois, 1983. 04 BLAIN, P. Laminação e forjamento dos aços. Associação Brasileira de Metais, 1964. 05 NORTON, F.H. Introdução a tecnologia cerâmica. SP, Ed. da USP, 1973. DISCIPLINA: OBJETIVO: MÁQUINAS HIDRÁULICAS E PNEUMÁTICAS Objetiva transmitir aos alunos os principais conceitos relativos aos fundamentos das máquinas hidráulicas e pneumáticas, bem como o seu funcionamento e aplicações. Fazer com que o aluno conheça os diversos tipos de sistemas hidráulicos e pneumáticos, e ainda, que sejam capazes de projetar e montar tais sistemas. EMENTA: 1. Introdução ao estudo da potência do fluido 2. Sistemas hidráulicos: generalidades 3. O fluido hidráulico, suas propriedades e características 4. Válvulas em hidráulica: válvulas de controle de pressão, de fluxo e direcionais 5. Acumuladores, reservatórios e filtros 6. Circuitos Pneumáticos e automação industrial 7. Atuadores e válvulas pneumáticas 8. Diagramas trajeto-passo e diagramas de função 9. Geração e distribuição de ar comprimido 10. Manutenção de sistemas hidro-pneumáticos BIBLIOGRAFIA: 63 01 LINSISNGEN, I.V. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis, UFSC, 1978. 02 MEIXNER, H. & ROBLER, R. Introdução a pneumática. Rio de Janeiro, Festo Didatic Ed., 1980. 03 HASEBRINK/ROBLER. Técnica de comando I. RJ, Festo Didatic Ed., 1990. 04 PANZER E BEITLER. Tratado ractico de óleo-hidráulica. São Paulo, Ed. Blume, 1968. 9º TERMO DISCIPLINA: OBJETIVO: SISTEMAS TÉRMICOS II Trata-se de uma disciplina que é apresentada em seqüência à disciplina Transferência de Calor, e objetiva o estudo detalhado das máquinas térmicas em geral. Objetiva também que os alunos e futuros engenheiros ao final do curso (Sistemas Térmicos I e II), sejam capazes de entender os fenômenos físicos envolvidos e o funcionamento destas máquinas, para que assim possam projetá-las em busca de maior eficiência. EMENTA: 1. Introdução ao estudo da refrigeração e ar-condicionado 2. O ar úmido, propriedades. Psicrometria 3. Refrigeração mecânica por meio de vapores, equipamentos e refrigeração por absorção 4. Ar-condicionado. Levantamento das condições ambientais, normas e projeto 5. Ventilação de ambientes 6. Ciclo motor. Análise dos motores de combustão interna 7. Motores de dois tempos e quatro tempos 8. Análise termodinâmica do desempenho de motores BIBLIOGRAFIA: 01 WYLEN, G.J. et al. Fundamentos da termodinâmica clássica. 2 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1980. 02 KERN, F. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Dois, 1980. 03 TORREIRA R.P. Fluidos térmicos: água, vapor, óleos térmicos. São Paulo, Ed. Summus Edit., 1980. 04 COSTA, E.C. Refrigeração. 3 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1982. 05 SOUZA, Z. Dimensionamento de máquinas: turbinas, bombas ventiladores. São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1991. 64 DISCIPLINA: OBJETIVO: GERÊNCIA INDUSTRIAL Dar ao aluno condições de prover, organizar, dirigir e controlar, ou seja, administrar o funcionamento de obras e de empresas na área de engenharia buscando uma maior produtividade e rentabilidade. EMENTA: 1. Custos industriais 2. Sistemas de custos 3. Princípios contábeis e sistemas contábil 4. Produtividade e Otimização de Tempos 5. Divisão do trabalho e condições de trabalho 6. Análise de mercado 7. Estratégias de crescimento tecnológico . 8. Estratégias e Vantagens Competitivas 8. Planejamento e relação de poder 9. Relações humanas e teorias participativas 10. Organograma e funcionamento de empresas 11. Simulação de modelos em computador BIBLIOGRAFIA: 01 INDICIBUS. S. Análise de balanços. São Paulo, Ed, Atlas,1989. 02 TPD. Treinamento programado, São Paulo, Ed. IOB, 1991 03 EHRRILCH, P.J. Engenharia econômica. 2 a ed., São Paulo, Ed. Atlas, 1986. 04 GITMAN, L.J. Princípios da administração financeira. RJ, Ed. Harbra, 1988. DISCIPLINA: OBJETIVO: CONTROLE DE QUALIDADE Familiarizar o aluno com as técnicas e os instrumentos utilizados para o controle de qualidade e inspeção. EMENTA: 1. Conceituação da qualidade 2. Gerenciamento da qualidade 3. Normalização técnica 4. Documentação do sistema de qualidade 5. Auditoria da qualidade 6. Controle estatístico do processo 7. Inspeção da qualidade 8. Pensadores da Qualidade 9. Simulação de sistemas de contrôle – Utilização de software’s específicos BIBLIOGRAFIA: 01 ABNT. Normas ISO 9 000 - Rio de Janeiro, 1990. 02 ROSA, J.A. Planejamento estratégico. SP, Ed. STS Publicação e Trev. 1988. 65 03 SHOLTES, P.R. Times da qualidade. Ed. Qualitybark. Belo Horizonte, 1991. 04 IMAI, M.K. A estratégia para o sucesso competitivo. SP, Ed. Imam, 1989. DISCIPLINA: OBJETIVO: AUTOMAÇÃO NOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO Tem por objetivo principal transmitir aos alunos os conceitos fundamentais relativos aos sistemas de produção, para que em seqüência se possa abordar as questões de otimização dos processos produtivos, e de maneira diferenciada, a automação (automatização) destes sistemas. EMENTA: 1. Conceituação de manufatura 2. Tempos padrões 3. Classificação dos sistemas de manufatura 4. Tecnologia de grupo 5. produtividade industrial 6. Automação rígida e flexível 7. CAE / CAD / CAM 8. Flexibilidade 9. Sistemas flexíveis 10. CIM BIBLIOGRAFIA: 01 HALL, R.W. Excelência na manufatura. São Paulo, Ed. Iman, 1988. 02 STARK, J. Manufacturing automation and integration.New York, Ed. McGraw Hill, 1986. 03 ENCADERNAÇÃO, J. & SCHLECHTENDAHL, E.G. Computer aided desing. New York, Ed. McGraw Hill, 1987. 04 GROOVER, M.P. Automation production sistems and computer manufacturing. Praentice-Hall Ed., 1987. DISCIPLINA: OBJETIVO: PROJETOS DE PRODUTOS E FABRICAÇÃO Objetiva a complementação da formação dos futuros engenheiros, no que se refere à metodologia de projeto, não só de um produto, mas também de todo o parque fabril necessário para a sua produção. Trata-se de uma disciplina de caráter prático-aplicativo. EMENTA: 1. Levantamento de capital 2. Projeto de produto 3. Estudo de mercado e previsão de vendas 4. Estudo e seleção dos processos produtivos 5. Decisão de comprar e fazer 6. Dimensionamento da fábrica e de sua capacidade produtiva 7. Escolha da faixa de concorrência 8. Localização da indústria 9. Arranjo físico (Plant layout) 10. Estudo do edifício industrial 66 11. Previsão de diversificação na produção 12. Desenvolvimento da organização 13. Estudo de viabilidade 14. Práticas de Laboratórios - utilização de software’s aplicativos específicos BIBLIOGRAFIA: 01 OLIVEIRIO, J.L. Projeto de fábrica, produtos, processos e Instalações industriais. São Paulo, IBLC Ed., 1993. 02 BURDIDGE, L. Planejamento e controle da produção. SP, Ed. Atlas, 1980. 03 BLAIR, R. N.C. & WHITSTON, W. s engineering hall. New York, Ed. McGraw Hill, 1983. 04 BUFFA, E.S. Edictor- Reading productions and operation management. John Wily & Sons: Inc. New York, 1980. DISCIPLINA: OBJETIVO: FUNDAMENTOS DA ENG. DE SEGURANÇA Conduzir um estudo sistemático que leva à percepção da natureza dos objetivos e da finalidade da segurança do trabalho. Favorecer o desenvolvimento de uma consciência preventiva de segurança. Saber analisar causas e conseqüências de acidentes do trabalho e utilizar as medidas corretivas exigidas para cada caso. Conseguir desenvolver um senso crítico voltado para a segurança do trabalho, para poder com habilidade distinguir as situações de risco de acidentes do trabalho, e saber adotar as corretas medidas de prevenção. Conhecer e aplicar as normas de segurança existentes em nosso país. EMENTA: 1. Introdução à Segurança e Higiene do Trabalho 2. Conceitos fundamentais de Segurança e Higiene do Trabalho: Segurança, Higiene, Agentes de Riscos, Acidentes do Trabalho, EPI, etc. 3. Introdução aos aspectos legais da Segurança e Higiene do Trabalho – Apresentação da Legislação e Normas vigentes 4. Causas e consequências dos Acidentes do Trabalho 5. Primeiros Socorros 6. Política e programa de segurança; CIPA, SESMET, PPRA, PCMAT, PCMSO, etc. 7. Medidas de proteção coletiva; proteção de máquinas; risco elétrico; projeto de sistemas; etc 8. Equipamentos de proteção individual – EPI 9. Proteção e combate à incêndios e explosões 10. Higiene industrial; riscos ambientais; técnicas empregadas 11. Atividades insalubres e perigosas 12. Proteção ao meio ambiente 13. Ergonomia – conceitos fundamentais e introdução à análise ergonômica 67 14. Estudo de casos. BIBLIOGRAFIA: 1. ZOCHIO, A. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. São Paulo, Editora Atlas, 1.973. 2. DE CICCO, F. M. G. A. & FANTAZZINI, M. L. Introdução à Engenharia de Sistemas. São Paulo, Fundacentro, 1.979. 3. Manuais de Legislação Atlas de Segurança e Medicina do Trabalho – N.º 16. São Paulo, Editora Atlas, 1.998. 4. SAAD, E. C. Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho. São Paulo, Fundacentro, 1.981. 5. SAAD, E. G. CIPA - Curso de Treinamento. São Paulo, Fundacentro, 24ª ed. DISCIPLINA: OBJETIVO: ECONÔMIA E MERCADO Visa transmitir aos alunos e futuros engenheiros os conceitos fundamentais relativos à economia (macro-economia) de maneira global, e especificamente sobre as leis de mercado. Com o desenvolvimento do conteúdo programático desta disciplina, o futuro engenheiro deverá ser capaz de estabelecer as expectativas de mercado para a vida de um produto, ou de uma linha de produtos. EMENTA: 1. Elementos básicos dos processos produtivos 2. Funcionamento e evolução dos sistema econômico 3. Análise de Mercados 4. Os mecanismos de preços 5. Princípios da teoria da produção e custos 6. Atividades econômicas, teorias da produção e custos 7. Custos de produção / Métodos de produção 8. Concorrência monopolistica 9. Setores da economia 10. Desenvolvimento econômico 11. Estudo dos Tempos e Métodos BIBLIOGRAFIA: 01 MENEZES, S. S. Matemática financeira e engenharia econômica em economia, inflacionaria. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1989. 02 AMATO, N.J. Fundamentos de mercadologia. São Paulo, Ed. Atlas, 1990. 03 COLENCI, A. Produto, preço e comportamento do mercado. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1978. 04 SALVATORE, D. Introdução a economia. SP, Ed. McGraw Hill do Brasil 10º TERMO 68 DISCIPLINA: OBJETIVO: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Objetiva a maturidade dos alunos de Engenharia de Produção Mecânica, através da busca de experiência com a vivência do dia-dia do engenheiro no campo de atuação profissional, onde o futuro engenheiro deverá ter a oportunidade de aplicar os conceitos estudados e desenvolvidos durante o seu curso. EMENTA: 1. Participação em estudos de aperfeiçoamento e na operação de sistemas visando mais diretamente sua implantação manutenção, funcionamento e produção eficaz. 2. Acompanhamento administrativo e econômico das fases de planejamento e implantação de instalações mecânicas, enfatizando os casos a utilização de, 3. Técnicas e metodologias específicas da Engenharia de Produção, tais como: engenharia de materiais, ergonomia e segurança do trabalho 4. Análise de sistemas programação e controle de projetos, políticas de manutenção, controle de qualidade; 5. Engenharia econômica, pesquisa operacional e projetos de produto BIBLIOGRAFIA: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. Editora UNESP. Normas para publicações ANDRADE,M.M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 1997. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20 ed. São Paulo: Cortez, 1996. LAKATOS, E.M. MARCONI, M. A . Metodologia Científica . 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 69 5.2. ENFOQUE INTERDISCIPLINAR DO CURSO As disciplinas da área de fundamentação (formação básica) do curso de Engenharia de Produção Mecânica sempre apresentam conhecimentos que serão mais tarde solicitados pelas disciplinas das matérias profissionais. Daí a orientação geral ao corpo docente para que desenvolvam sempre o raciocínio do conhecimento aplicado facilitando ao aluno a conexão entre a teoria em si e sua aplicabilidade em áreas específicas (formação profissionalizante). 5.3. CONSOLIDAÇÃO DAS METODOLOGIAS DE ENSINO Cabe observar aqui que o processo de avaliação é uma das peças mais importantes do sistema pedagógico, pois é através dele que podemos descobrir e corrigir as deficiências e eventuais falhas do nosso processo de ensino. Este projeto pedagógico, como desenho do curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, deverá ser avaliado e revisto a cada semestre, com a finalidade de prover o suporte necessário ao bom desenvolvimento do processo de ensino-aprendizado. Os cursos em si deverão ser avaliados de forma bastante semelhante à do projeto, ou seja, também deverá ser executado, ao final de cada semestre, um relatório de atividades onde cada docente deverá expor os trabalhos desenvolvidos na disciplina ministrada, a abordagem total ou parcial dos itens da ementa, a qualidade e os resultados obtidos. Afora isto, cada professor deverá relatar, ao final de cada semestre, suas atividades extra-classe, no tocante ao ensino, à pesquisa, à sua atividade profissional e ao seu aprimoramento. 70 A autoavalição, por parte do corpo docente, assim como a avaliação do curso em si, por parte dos alunos, são dispositivos importantes neste processo avaliatório e deverão ser aplicadas freqüentemente, a cada ano letivo. 71 PARTE III – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICOPEDAGÓGICA 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 1.1. FORMA DE ESCOLHA DOS DIRIGENTES A coordenação do curso é exercida, conforme estatuto e regimento geral da UNIMAR, por um coordenador, de livre escolha e designação do reitor. 1.2. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA As disciplinas de formação profissional são oferecidas por profissionais habilitados e a instituição tem respeitado as diretrizes do MEC, CREA e CONFEA na relação alunos/professor. O curso conta com salas apropriadamente destinadas às várias atividades das disciplinas do curso, ou seja, salas de aulas com carteiras convencionais para as aulas teóricas, salas de aulas com pranchetas e réguas paralelas para as disciplinas de desenho e projetos, sala de projeção (recursos audiovisuais); laboratórios de física, química, informática, gestão da produção, ensaios mecânicos, metalografia, computação gráfica (Autocad), metrologia, oficina mecânica (usinagem e fundição) e automação, bem como equipamento (retroprojetor, projetor de slides, episcópio) para o bom desempenho dos docentes. Ao final de cada semestre são realizadas reuniões de acompanhamento didático entre os professores e o coordenador do curso para discussões dos programas de ensino e ementa de cada disciplina, bem como o desempenho dos alunos em sala. 72 A direção e coordenação do curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR tem por meta avaliar o processo de ensino-aprendizagem através do acompanhamento do processo e de seus resultados parciais ouvindo professores e alunos e, por conseguinte, promovendo revisões neste projeto com o intuito de aperfeiçoá-lo e atualiza-lo continuamente. 1.3. ÓRGÃOS SUPLEMENTARES Como apoio às suas atividades didáticas, o curso de Engenharia de produção Mecânica conta com a infra-estrutura de alguns laboratórios já instalados e em pleno funcionamento que encontram-se listados a seguir: 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO INFORMÁTICA 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO 3. LOCALIZAÇÃO: TEMPO INTEGRAL (DIURNO/NOTURNO) Bloco: IV Sala: 401 A 409 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: 4.1. DIMENSÃO: 10 m x 10 m (APROXIMADA PARA CADA SALA) - Área útil total do laboratório: 700 m2 - Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO GRANILITE 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, LINGUAGEM TÉCNICA DE PROGRAMAÇÃO, TÉCNICAS AVANÇADAS DE PROGRAMAÇÃO, CÁLCULO NUMÉRICO, DESENHO E TECNOLOGIA MECÂNICA, PESQUISA OPERACIONAL I E II, PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO, MODELOS ECONÔMICOS, ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL, GERÊNCIA INDUSTRIAL, AUTOMAÇÃO NOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO E PROJETO DO PRODUTO E FABRICAÇÃO E OUTRAS. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: CANALETAS COM TOMADAS ESPAÇADAS DE 1,5 METROS PARA LIGAÇÃO DOS MICRO-COMPUTADORES. 73 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: MESAS PARA MICRO-COMPUTADOR (DUAS CADEIRAS POR MESA) MESA PARA O PROFESSOR COM CADEIRA 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: Aproximadamente 160 micro computadores, com as seguintes configurações básicas: 45 P4 35 PIII 25 PII 40 Pentiun 133/166 15 outras configurações (sala de servidores, técnicos, coordenação, docentes, salas de projeção, e outras) Impressoras, scaners, equipamentos audiovisuais, e outros (em todas as salas) Observação: Os micro-computadores estão distribuídos em 08 salas, todos conectados em rede com acesso à internet. Suporte técnico e administração da rede, instalados em sala junto aos laboratórios. 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| TEMPO (DIURNO/NOTURNO) 3. LOCALIZAÇÃO: PARCIAL Bloco: IV Sala: 417 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: 4.1. DIMENSÃO: 012-SALAS MEDINDO 05 m X 10m - Área útil: 50 m2 - Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO GRANILITE 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: O laboratório destina-se á elaboração e realização de aulas práticas de simulação e automação. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: CANALETAS COM TOMADAS ESPAÇADAS DE 1,5 METROS PARA LIGAÇÃO DOS MICRO-COMPUTADORES E CONEXÃO Á INTERNET. 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 02- escrivaninhas 02- mesas para micro 01- arquivo de aço (tipo gaveteiro) 74 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 01- bancada didática de automação – FESTO 01 – MICRO COMPUTADOR 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| 3. LOCALIZAÇÃO: TEMPO PARCIAL (NOTURNO) 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Bloco: V Sala: 524/525 4.1. DIMENSÃO: 04-SALAS MEDINDO 05 m X 10m CADA - Área útil: 200 m2 (TOTAL) - Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO GRANILITE 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: FÍSICA I, II E III, FÍSICA EXPERIMENTAL I E II, ELETRICIDADE, MECÂNICA DOS FLUÍDOS, MECÂNICAS DOS SÓLIDOS, E OUTRAS *As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de Produção Mecânica. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: 04-BANCADAS DE MADEIRA REVESTIDAS COM FÓRMICA, TODAS DOTADAS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (TOMADAS) 04-BANCADAS DE ALVENARIA (TIPO GRANILITE) 02-BANCADS DE MADEIRA 02-PIAS COM INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E ELÉTRICAS (TORNEIRA/TOMADA) 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 80-BAQUETAS DE MADEIRA (35 JÁ EXISTENTES/ 45 À ADQUIRIR) 01-ARMÁRIO DE AÇO PARA GUARDA DE EQUIPAMENTOS 01-MESA DE MADEIRA 01-ARMÁRIO DE MADEIRA PARA GUARDA DE EQUIPAMENTOS 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 05-MÓDULO BÁSICO MMCEL DE FÍSICA - REF. 8100 02-GERADORES DE VEM DER GRAFF E ACESSÓRIOS 02-PONTES DE WEATSTONE 75 01-MESA DE AR 01-MESA DE FORÇAS 02-COLCHÃO DE AR LINEAR HENTSCHEL - REF. 8203 03-MÓDULO DE MECÂNICA DOS FLUÍDOS - BENDER - REF. A, B E C 01-MÓDULO DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS - BENDER - REF. A 01-MÓDULO DE ÓTICA - BENDER REF. A 03-MÓDULO DE ACÚSTICA - BENDER - REF. A, B E C 02-MÓDULO DE ELETRICIDADE - BENDER - REF. A E B 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE METALOGRAFIA 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| 3. LOCALIZAÇÃO: TEMPO PARCIAL Bloco: V (NOTURNO) Sala: 524/525 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: 4.1. DIMENSÃO: *TRATA-SE DE ACOMODAÇÕES PROVISÓRIAS. - Área útil: 30 m2 (TOTAL DE ÁREA CO-UTILIZADA COM LABORATÓRIO DE FÍSICA) - Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO GRANILITE 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I E II, PROPRIEDADES MECÃNICAS DOS MATERIAIS, PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO, SOLDA E PROCESSOS DE SOLDAGEM, FUNDIÇÃO, E OUTRAS. *Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa. *As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de Produção Mecânica. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: 01-PIA COM INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E ELÉTRICAS (TORNEIRA/TOMADA) (CO-UTILIZADA COM O LABORATÓRIO DE FÍSICA) 76 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 01-GABINETE DE INSTALAÇÃO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO “NELPHOT 21” 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 01-MICROSCÓPIO ÓPTICO “NELPHOT 21” 01-BANCO METALOGRÁFICO APL-4D - AROTEC 220 V TRIFÁSICO 01-“CUT-OFF” MOD. GRO COR-40 - AROTEC 220 V TRIFÁSICO (COM CONJUNTO RESERVATÓRIO/BOMBA PARA REFRIGERAÇÃO DO SISTEMA) 01-CONJUNTO LIXADEIRA (04-LIXAS) – AROTEC 01-MÁQUINA PARA ENSAIO DE DUREZA 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE METROLOGIA 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| 3. LOCALIZAÇÃO: TEMPO PARCIAL Bloco: IV (NOTURNO) Sala: 426 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: 4.1. DIMENSÃO: - Área útil: 50 m2 - Revestimento: PINTURA TIPO LATEX - Iluminação: LUMINÁRIA C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO GRANILITE 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: METROLOGIA DIMENSIONAL, CONTROLE DE QUALIDADE, FÍSICA I, II E III, FÍSICA EXPERIMENTAL I E II, E OUTRAS *Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa. 77 *As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de Produção Mecânica. *Trata-se de um laboratório que deverá subsidiar outras atividades práticas, tais como as que são desenvolvidas comumente nos laboratórios próximos, como por exemplo: Laboratório de Tecnologia Mecânica, Física experimental, etc. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: 01-MESA PLANA (FIXA) PARA MEDIÇÕES (Á ADQUIRIR) 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 01-ARMÁRIO PARA GUARDA DOS EQUIPAMENTOS (À ADQUIRIR) 03-BANCADAS DE MADEIRA COM FORRAÇÃO DE BORRACHA (À ADQUIRIR) 30-BANQUETAS (À ADQUIRIR) 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 14-PAQUÍMETRO - MYTUTOIO - 530-104 15-MICRÔMETRO - MYTUTOIO - 103-137 10-PAQUÍMETROS DIDÁTICOS (PLÁSTICO) 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE ENSAIOS 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| 3. LOCALIZAÇÃO: TEMPO INTEGRAL (DIUR./NOT) 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Bloco: V Sala: 530 ext 4.1. DIMENSÃO: 10 m X 10 m - Área útil: 100 m2 - Revestimento: PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: CONCRETO/CIMENTO 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: TRATA-SE DE UM LABORATÓRIO QUE ENCONTRA-SE EM USO PERMANENTE, POIS ATRAVÉS DA UNITEC, FRUTO DE UM CONVÊNIO FIRMADO ENTRE A UNIMAR E A INICIATIVA PRIVADA, ESTAMOS PRESTANDO SERVIÇOS PARA TODAS AS EMPRESAS DE MARÍLIA E REGIÃO. 78 AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I E II, PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS, E OUTRAS. *Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa. *As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de Produção Mecânica. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: 02-BANCADAS DE MADEIRA REVESTIDAS EM FÓRMICA COM ARMAÇÃO DE FERRO, APARAFUSADAS NO PISO ---PRATELEIRAS DE CONCRETO EM UMA EXTENÇÃO DE 7 METROS DE PAREDE (DO PISO ATÉ AO TETO) 03-TANQUES PARA UMIDIFICAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA 01-BANCADA DE CONCRETO (BASE DE SUSTENTAÇÃO DAS PRENSAS) 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 20-BANQUETAS (06-EXISTENTES/14 À ADQUIRIR) 01-50-FORMAS PARA MODELAGEM DOS CORPOS DE PROVA 02-BALANÇAS FILIZOLA 200 kg E 5 kg 13-PENEIRAS GRADUADAS SOLOTEST 02-CAIXAS D’ÁGUA PARA UMIDIFICAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA 05-BANDEJAS DE METAL 01-FORMA SLAMP 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 01-MÁQUINA DE ENSAIO DE TRAÇÃO EM AÇO EMIC-30T COM PAR DE GARRAS AUTO-TRAVANTES - 50 ton. DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE DOBRAMENTO / FLEXÃO, EXTENSÔMETRO E PRATOS DE COMPRESSAO 0-160 mm 01-MÁQUINA DE ENSAIO DE COMPRESSÃO EM CONCRETO FORNEY (1.00 Kv) 01-BETONEIRA ICO (½ cv 1800 rpm) 01-MÁQUINA PARA ENSAIO DE TRAÇÃO EM AÇO 100 ton PARA AÇOS DE CONSTRUÇÃO E C. P. S. DE LABORATÓRIO 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA MECÂNICA 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| 3. LOCALIZAÇÃO: TEMPO PARCIAL Bloco: IV (NOTURNO) 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: 4.1. DIMENSÃO: 10 m X 05 m (CADA SALA) - Área útil: 100 m 2 (SOMANDO-SE AS DUAS SALAS) Sala: 427/428 79 - Revestimento: PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO “GRANILITE” 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: DESENHO E TECNOLOGIA MECÂNICA, PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS, USINAGEM I E II, PROCESSOS DE FUNDIÇÃO, SOLDAGEM E PROCESSOS DE SOLDA, PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO, ELEMENTOS DE MÁQUINAS I E II, METROLOGIA DIMENSIONAL, PROJETO DE PRODUTOS E FABRICAÇÃO, ENSAIOS MECÂNICOS, MATERIAIS DE CONTRUÇÃO MECÂNICA I E II, E OUTRAS *Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa. *As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de Produção Mecânica. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: 06-BANCADAS DE CONCRETO PARA SUPORTAR (INSTALAR) AS MÁQUINAS-FERRAMENTA 02-BANCADAS DE MADEIRA PARA TRABALHOS MANUAIS DE MONTAGEM E DESMONTAGEM PEÇAS E EXPERIMENTOS 01-ARMÁRIO PARA GUARDA DE FERRAMENTAS E PEQUENOS EQUIPAMENTOS 01-ARMÁRIO PARA GUARDA DE FERRAMENTAS E PEÇAS DE TRABALHO *Obs.: Instalações específicas para a rede elétrica e hidráulica. Os itens listados acima devem ser adquiridos e/ou construídos com brevidade possível, para que a utilização seja viabilizada e possível. 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 02-KIT’S DE FERRAMENTA PARA OFICINA MECÂNICA (COMPLETO) (À ADQUIRIR) 02-CONJUNTO MANUAL PARA FAZER ROSCA (TIPO MACHO/FÊMEA) (À ADQUIRIR) 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 01-TORNO (RECÉM ADQUIRIDO) 03-ESMERIL (RECÉM ADQUIRIDOS) 01-SERRA DE FITA PARA METAL (RECÉM ADQUIRIDA) 02-FURADEIRAS DE BANCADA (RECÉM ADQUIRIDAS) 01-FORNO PARA FUNDIÇÃO DE METAIS (0 - 1200 ºC) 1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO QUÍMICA GERAL 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO| 3. LOCALIZAÇÃO: 80 TEMPO PARCIAL (DIURNO) Bloco: IV Sala: 426 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: 4.1. DIMENSÃO: 10 m X 10 m - Área útil: 100 m2 - Revestimento: PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: TIPO “GRANILITE” 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DOS CURSOS BÁSICOS DE ENGENHARIA 6. INSTALAÇÕES FIXAS: 05-BANCADAS DE MADEIRA REVESTIDAS EM FÓRMICA (APARAFUSADAS NO PISO) OU CONSTRUÍDAS EM CONCRETO REVESTIDAS EM GRANILITE 03-BANCADAS DE CONCRETO REVESTIDAS EM GRANILITE PARA INSTALÇÃO DE EQUIPAMENTOS (ESTUFAS, CAPELA, ETC.) ---INSTAÇÕES ELÉTRICAS, HIDRÁULICAS E DE GÁS (GLP) ESPECÍFICAS PARA ATENDER AS NECESSIDADES DOS EQUIPAMENTOS QUE SERÃO UTILIZADOS NESTE LABORATÓRIO 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 40-BANQUETAS PARA AS BANCADAS 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: 0 02- Estufas Secadoras / 110 C 01-Agitador de Tubos tipo VORTEX QUIMIS/Q-220 B2 02-Agitador Magnético p/ aquecimento QUIMIS/Q-261-2 02-Agitador Magnético Macro QUIMIS/Q-241-2 06-Barra Magnética Angular QUIMIS/Q-307-38 02-Banho com agitação Digital Simples QUIMIS/ Q-215-M2 01-Bomba de Vácuo QUIMIS/Q-355-B2 02-Capela para Exaustão de gases QUIMIS/Q-216-G3T 01-Balança Analítica Eletrônica QUIMIS/QISQ 210C 02-Balança Semi-analítica BIOSYSTEMS/MP 3000 01-Centrífuga para Tubos QUIMIS/Q 222-T1 01-Centrífuga para Butirômetro QUIMIS/Q-222-B2 01-Destilador de Água QUIMIS/Q-341-22 01-Digestor Micro-KJELDAHL BIOSYSTEMS/NT 350 01-Destilador Micro KJELDAHL BIOSYSTEMS/NT 415 01-Aparelho Digestor de Fibras QUIMIS / Q-326-26 01-Bateria de Sebelin QUIMIS/Q-308-226 01-Estufa de Cultura e Bacteriologia QUIMIS/Q-316-B24 01-Estufa de Esterilização e Secagem QUIMIS/Q-317 272 01-Espectrofotômetro BIOSYSTEMS/ U-1100 (HITACHI) 01-Liquidificador 01-Moinho de Facas BIOSYSTEMS/ MR 320 01-Forno/Mufla QUIMIS/Q-318 D21 02-Potenciômetro QUIMIS/Q-400 A 01-Refratômetro Abbé BIOSYSTEM/ 1T 02-Refratômetro Manual BIOSYSTEMS/N-1 02-Refratômetro Manual BIOSYSTEMS/N-2 81 2. BIBLIOTECA 2.1. ORGANIZAÇÃO, INFORMAÇÃO E FUNCIONAMENTO O acervo da Biblioteca Central, reunindo material bibliográfico de todas as áreas do conhecimento, está organizado de acordo com a classificação decimal de Dewey (CDD). A biblioteca está automatizada e o acesso ao acervo se dá através das consultas pelos terminais de computadores dispostos no balcão de atendimento. Seu horário de funcionamento é das 8h às 22:30h, de segunda à Sexta, e das 8h às 13h aos sábados, contando com o serviço de 10 bibliotecárias, 19 auxiliares, 8 estagiários e 1 atendente que juntos atendem em média 348.300 empréstimos e 362.430 consultas anuais. 2.2. ACERVO O acervo total da Biblioteca da UNIMAR conta com 69.016 títulos e 93.811 exemplares de livros, 990 títulos e 25.288 exemplares de fascículos de periódicos nacionais e internacionais. Possui também fitas de vídeo, CD-Roms, disquetes, mapas, atlas e obras de referência. Possui acesso à Internet e várias bases de dados (CABABSTRACTS, catálogo da produção intelectual de UFSCAR, Diário Oficial da União, ERIC – educação e psicologia, JURID – Direito, LEX, LILACS, LIS, MEDLINE, UNESCO, UNIBIBLI, VET CD. O acervo diretamente ligado ao curso de Engenharia de Produção Mecânica conta com mais de 6142 títulos, distribuídos, conforme dados fornecidos pela própria Biblioteca1, abaixo relacionados, nas seguintes áreas de conhecimento que o curso abrange: 1 A coordenação do curso possui uma listagem completa do acervo da Biblioteca relacionado com o curso de Engenharia de Produção Mecânica. 82 .Engenharia : 911 títulos; .Desenho e geometria: 73 títulos; .Tecnologia aplicada: 208 títulos; .Física e matemática: 1.312 títulos; .Informática: 326 títulos; .Sociologia, política, economia, geografia, história: 3190 títulos; .Metodologia científica e ética: 122 títulos; A UNIMAR mantém, à parte do acervo da Biblioteca Central, uma hemeroteca com revistas especializadas à disposição dos professores e alunos., além de um pequeno acervo comum dos docentes. Existe ainda um acervo de catálogos de máquinas e equipamentos eletro-eletrônicos prestadoras de serviços, à disposição dos alunos. e eletro-mecânicos, além de 83 PARTE IV – RECURSOS HUMANOS 1. COMPOSIÇÃO, REGIME DE TRABALHO E QUALIFICAÇÃO DOCENTE Os recursos humanos aqui apresentados constam basicamente da relação dos docentes pertencentes a UNIMAR, e que ministram aulas no curso de Engenharia de Produção Mecânica. Encontram-se listadas ainda, informações quanto a sua titulação, tempo de experiência e regime de trabalho. PROFESSOR Titulação TEMPO DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL REGIME DE TRABALHO . Menos de 5 anos Alessandro Saraiva Loreto Alexandre Ricardo Alferes Bertoncini Carlos Eduardo Trocoli Pastana Edson Catelan Edson Navarro Fátima H. Rabah De 5 a 10 anos De 10 a 20 anos Mais de 20 anos Até 19 h De 20 até 39 h X Mestre X Especialista X Mestre Doutora X X X X Especialista X X X X X X Gilberto E. Ogawa Especialista X José Armando Bornello José Arnaldo Duarte Lívio Túlio Baraldi Mestre X X Doutor X X Márcio Fernando Lunardelli Coiado Marco A. Manechini Dimas Luz Mestre X X X Doutor X X Odair Laurindo Filho Palmira Cordeiro Barbosa Mestre Doutor Mestre Mestre 40 h ou mais X X X X X X X X 84 Cristiano Okada Mestre X 2. CORPO DISCENTE: SELEÇÃO REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL X PARA INGRESSO E O processo seletivo de ingresso no 1º período do curso destina-se a avaliar e classificar os candidatos, no que diz respeito à sua formação, dentro do limite das vagas oferecidas, podendo haver uma prova de habilidade específica. O corpo discente tem representação, com direito a voz e voto, nos órgãos colegiados na forma do estatuto. A indicação dos representantes discentes e seus suplentes é feita pelos diretórios acadêmicos das faculdades e diretório central dos estudantes, conforme o caso. O corpo discente também mantém um representante no conselho de curso, escolhido entre seus pares, para mandato de um ano, vedada a recondução. OBSERVAÇÃO FINAL: META PRINCIPAL: QUALIDADE DE ENSINO Ao considerarmos o tema qualidade, o mesmo não se restringe somente aos produtos e serviços; nos atuais dias, ela é muito mais ampla e abrangente, pois inclui também o aspecto humano como fator principal na evolução qualitativa das instituições, visto que os principais agentes da oferta de produtos e serviços são as próprias pessoas. A qualidade humana é a essência para todos os outros tipos de qualidade. Qualidade não se delega, promover sua delegação é descomprometer-se com a mesma, a qualidade é uma função de todos os educadores em particular. 85 Ao se propor padrões de excelência qualitativa, basicamente deverá se buscar a verdade, verdade tal que reflita o contexto de insersão da instituição, verdade sobre os resultados da pesquisa organizacional, realizada na instituição cujo objetivo é a busca de informações generalizadamente. As informações deverão ser consisas e bem fundadas refletindo no teor da qualidade. A qualidade começa dentro de cada um, é uma ação intrinseca, é o seu jeito de ser, agir e pensar; inicia-se no nosso relacionamento social conjugado com a interação vizinha. Como premissa básica em busca da qualidade dentro da instituição, inicialmente devemos ter como ponto de partida o conhecimento de quem são os nossos clientes. Essa consideração então faz crer que os clientes se distribuem em todo o espaço amostral do nosso relacionamento humano. No trabalho, os clientes são os superiores, os subalternos e na esfera externa os clientes são os elementos consumidores de nosso serviço principal, o educativo. É necesário a conscientização de que os nossos clientes, as pessoas as quais fornecemos os resultados dos nossos trabalhos, necessitam recebê-lo sem distorções e na dimensão de tempo certa. O grau de qualidade do nosso trabalho se liga a todas as fases do processo de transformação da matéria prima que poderá vir em condições ou não para ser trabalhada. Portanto, o sucesso de um programa de qualidade é dependente do envolvimento de todos os setores institucionais, e particularmente dos funcionários com poderes de decisões. 86 O desenvolvimento para o aprimoramento da qualidade das pessoas, cria condições para a viabilização do desenvolvimento institucional, favorecendo ao indivíduo o pensamento abstrato, crítico. Os resultados de tudo isso são a obtenção de padrões altamente positivos para a sociedade, partindo de matéria prima supostamente de qualidade e transformando-a em produto de também alto padrão. Modernizar a educação, as técnicas de aprendizado e a estrutura curricular mestra é dar qualidade ao ensino. E isso estamos executando em todas as etapas da formação de nosso alunado, objetivando resultados importantes para o sistema.