UNIVERSIDADE DE MARÍLIA
CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA
PROJETO PEDAGÓGICO
2012 / 2013
UNIVERSIDADE DE MARÍLIA
Reitor
Dr. Márcio Mesquita Serva
Vice Reitora
Profª. Drª. Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva
Pró-Reitores
Graduação
Prof. Dr. José Roberto Marques de Castro
Ação Comunitária
Profª. MSc. Fernanda Mesquita Serva
Pesquisa e Pós Graduação
Profª. Drª. Suely Fadul Villibor Flory
Administrativo
Marco Antonio Teixeira
Coordenador
Prof. MSc. Eng. Alessandro Saraiva Loreto
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
05
PARTE I – FUNDAMENTOS DO CURSO
1. JUSTIFICATIVA
06
2.DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO
09
2.1. Bases legais
09
2.2. Bases filosóficas
09
2.3. Bases socioculturais
09
2.4. Bases institucionais
10
PARTE II – PERFIL DO CURSO
1. OBJETIVOS DO CURSO
11
1.1. Considerações preliminares
11
1.2. Objetivos: geral e específico
12
1.3. Objetivos específicos do curso na ótica de suas séries
escalonadas
13
2. PROPOSTA PROFISSIONAL
14
3. ENSINO
15
3.1. Regime acadêmico
15
3.2. Metodologia e técnicas de ensino
19
3.3. Pesquisa
20
3.4. Extensão
20
4. CURRÍCULO
21
4.1. Disciplinas
21
4.2. Atividades complementares
23
4.3. Trabalho de Conclusão de Curso
23
4.4. Estágio supervisionado
24
4.5. Dimensionamento das Turmas
24
4.6. Carga Horária e Duração do Curso
25
4.7. Organização Didática e Curricular
25
4.7.1. Objetivos da nova grade
28
4.7.2. Ciclo curricular
5. EMENTÁRIO
28
31
5.1. Objetivos das disciplinas formativas e obrigatórias
31
5.2. Enfoque interdisciplinar do curso
71
5.3. Consolidação das metodologias de ensino
71
PARTE III – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
71
1.1. Forma de escolha dos dirigentes
71
1.2. Organização didático-pedagógica
71
1.3. Órgãos suplementares
72
2. BIBLIOTECA
81
2.1. Organização, informação e funcionamento
81
2.2. Acervo
81
PARTE IV – RECURSOS HUMANOS
1. COMPOSIÇÃO, REGIME DE TRABALHO E
QUALIFICAÇÃO DOCENTE
83
2. CORPO DISCENTE: SELEÇÃO PARA INGRESSO E
REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
84
OBSERVAÇÃO FINAL:
META PRINCIPAL: QUALIDADE DE ENSINO
84
5
APRESENTAÇÃO
O projeto pedagógico do curso de Engenharia de Produção Mecânica da
UNIMAR – Universidade de Marília - que ora apresentamos foi elaborado como
parte das medidas práticas de reestruturação geral do curso e da busca de maior
qualidade no processo ensino-aprendizagem.
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da Unimar, foi autorizado pelo
MEC em teve sua implantação no ano de 1988 (Portaria GR 009/88 de 17/09/88),
obtendo o seu reconhecimento pela Portaria Ministerial N.º 926 de 27 / 06 / 95 – D.
O. 04 / 08 / 1995.
6
PARTE I – FUNDAMENTOS DO CURSO
1. JUSTIFICATIVA
A Engenharia, por excelência tem sido uma das áreas que teve maior
penetração social nos últimos anos, e sem dúvida é dependente dela toda a infraestrutura tecnológica dos anos 2000.
O profissional de engenharia precisa, para corresponder às exigências de
uma
sociedade
nitidamente
em
evolução,
ter
iniciativa
e
capacidade
empreendedora. Isto pressupõe o domínio de práticas gerenciais e apropriação, que
vaidesde a fase Universitária, com um diferencial tecnológico específico, até o seu
contato inicial com o mercado de trabalho.
Porém, tanto quanto a competência técnica e gerencial, esperamos dos
futuros profissionais por essa Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia
formados, sobretudo, um comportamento ético equivalente aos padrões exigidos
pela profissão, clientes e comunidade de um modo geral.
Obter produtividade com baixos custos e alta qualidade sempre foi um
desafio para os profissionais das áreas de administração, gerência e engenharia,
porém agora, considerando a pré suposta abertura de nossas fronteiras, frente ao
processo de globalização, estes profissionais precisão competir entre si e
demonstrar maior eficiência em suas jornadas empresariais.
Todos estes fatores relacionados contribuem para a abertura de novos
espaços para atuação do profissional formado nessa área, e certamente coloca o
curso de Engenharia de Produção Mecânica como um dos mais atraentes para o
futuro profissional, já que a gama de serviços nesse setor tem-se verificado em
constante aquecimento no mercado de trabalho.
Nossas cidades, nosso país e o mundo necessitam de profissionais agindo no
interesse social e humano, eliminando o retrabalho e o desperdício, desenvolvendo
7
máquinas e equipamentos que satisfaçam as necessidades do homem e das
indústrias, otimizando os processos de fabricação para obterem altos índices de
produtividade, descobrindo novas formas de energia, opinando sobre as questões
técnicas que afetam o ambiente urbano, assim como sobre as políticas setoriais do
país: energia, sistemas de gerenciamento, sistemas de comunicação, etc.
A Engenharia de Produção Mecânica, hoje, traz consigo reflexões sobre as
rápidas e contínuas modificações que apresentam o mundo e a sociedade
contemporâneos. Estas modificações implicam em tecnologia, desenvolvimento,
transformações no próprio modo de vida do homem que necessariamente devem ser
incorporadas a formação dos futuros profissionais. Do engenheiro de produção
mecânica são esperadas soluções criativas, pertinentes, significativas, conscientes e
competentes, econômicas e confortáveis, que requerem não só criatividade e
conhecimento técnico, mas comportamento ético, compromisso social, formação
cultural e sensibilidade. Deste modo a multidisciplinaridade e versatilidade são
características marcantes deste profissional e de todo seu processo de formação,
que compreende uma forte base das ciências exatas (física, matemática, etc.),
aplicadas à atividade projetual.
Com o objetivo claro de atender as disciplinas ministradas em cada curso e
habilitação, com a necessidade teórica / prática real da sociedade, junto a UNIMAR
desabrocha um novo elemento para servir a demanda futurista do século XXI, e com
a intenção de atender a estes requisitos e às disciplinas necessárias à formação
deste profissional, apresentamos a proposta do curso de Engenharia de Produção
Mecânica.
A Engenharia de Produção Mecânica se consubstancia num ramo científico
que exige uma visão mais global do processo produtivo. Seu objetivo é organizar o
conjunto de pessoas, materiais, equipamentos e informações envolvidos na
produção e na distribuição de bens e serviços. Assim, destaca-se o curso de
Engenharia de Produção, atualmente, como um dos mais promissores da
engenharia.
8
O profissional de Engenharia de Produção Mecânica encontrará maior
facilidade se tiver um interesse amplo e curiosidade por economia, política e
relações humanas em geral.
O Engenheiro de Produção Mecânica precisa lidar diretamente com o
pessoal da empresa, o que garante maior desenvoltura para aqueles que têm um
“espírito de liderança natural”.
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2. DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO
2.1. BASES LEGAIS
A designação correta é curso de Engenharia de Produção Mecânica e sua
habilitação é única conforme Lei 5.194 de 24 de dezembro de 1966, e o diploma
correspondente é Engenheiro de Produção Mecânica, cujas atribuições estão
discriminadas na Resolução 218 de 29 de junho de 1973 do CONFEA – Conselho
Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, foi autorizado
pelo MEC em teve sua implantação no ano de 1988 (Portaria GR 009/88 de
17/09/88), Portaria Ministerial 261/88, sendo reconhecido pela Portaria Ministerial N.º
926 de 27/06/95 – D.O. 04/08/95.
2.2. BASES FILOSÓFICAS
Todo o pensamento delineador da proposta do curso de Engenharia de
Produção Mecânica da UNIMAR é consoante com as recomendações do CREA / SP
- Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São
Paulo, bem como do MEC – Ministério da Educação e Desporto.
2.3. BASES SOCIO-CULTURAIS
O curso de Engenharia de Produção Mecânica reitera seu compromisso com
o desenvolvimento da ciência e tecnologia, onde os alunos devem ser preparados
para os desafios do mercado de trabalho.
É, portanto, intenção do curso ampliar o horizonte de seus alunos e ao
mesmo tempo sublinhar as características do seu lugar, seu contexto, sua cultura e
sobretudo sua base técnico-científica. Para tanto, as disciplinas de são definidas e
10
distribuídas ao longo do curso de forma a possibilitar o correto tratamento de
questões internacionais, nacionais, regionais e locais, com visão abrangente e
sistêmica.
2.4. BASES INSTITUCIONAIS
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, possuindo um
corpo docente técnico-profissionalizante composto por sua grande maioria de
professores pós-graduados ou em vias, e contando com a participação e
colaboração de professores de outras áreas, tais como Direito, Ciência da
Computação, Letras, Administração e Economia, etc, que ajudam a compor e
encorpar o grupo.
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR enfatiza a
atividade projetual, com a intenção de formar profissionais que estejam sempre
aptos a dar continuidade a seu processo de aprendizado, objetivando sempre a
padronização de técnicas e tecnologias atualizadas.
O curso constantemente é avaliado e passa por processos – fundamentais de autoavaliação, onde um questionário indicativo é formula as modificações
sugeridas pela docência e discência. Além disso nos próximos anos os alunos
certamente se submeterão ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
(ENADE), que juntamente com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (SINAES), farão com que adotemos pouco a pouco algumas atitudes
reestruturadoras, entre elas os devidos ajustes na grade curricular, re-arranjo das
disciplinas e ementas, que tem o objetivo de atualizar e aperfeiçoar os
conhecimentos, atendendo as novas exigências da prática profissional, além de
corrigir falhas e adequar ao processo pedagógico requerido.
11
PARTE II – PERFIL DO CURSO
1. OBJETIVOS DO CURSO
1.1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Dentre os diversos ramos da Engenharia no Brasil, destaca-se o ramo da
Engenharia de Produção Mecânica, por ser um setor de vital importância para todo
o país, com capacidade de realizar diversos tipos de atividades, sempre ligadas ao
processo produtivo.
A Habilitação em Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR, é dividida
em dois períodos: nos primeiros quatro semestres ministra-se a parte básica com
ênfase nas disciplinas de Física, Química, Mecânica dos Sólidos, Matemática,
Termodinâmica
e
Mecânica
dos
Fluídos;
no
período
considerado
profissionalizante, que vai do quinto ao décimo semestre, ministra-se as disciplinas
específicas do curso, ou seja, elementos de máquinas, sistemas térmicos,
máquinas hidráulicas e pneumáticas, usinagem, processos de fabricação,
pesquisa operacional, planejamento e controle da produção, economia e mercado,
organização industrial, controle de qualidade, sistemas de produção, gerência
industrial, tempos e métodos, etc.
Além das disciplinas técnicas, os alunos de Engenharia de Produção
Mecânica estagiam em empresas, desenvolvem trabalhos em laboratório e
elaboram projetos profissionais. Apesar de várias especializações possíveis na vida
do Engenheiro de Produção Mecânica, o curso propicia a mesma formação para
todos os estudantes, o Engenheiro de Produção Mecânica generalista, capaz de
atuar em diversas áreas do mercado de trabalho, sempre voltado para o campo
administrativo / gerencial.
Existe também no curso de Engenharia de Produção Mecânica, uma
preocupação constante com a pesquisa científica, razão pela qual fixa-se firme
orientação aos diversos departamentos, sempre no sentido de estimular alunos e
12
professores a desenvolverem trabalhos científicos, inclusive com a concessão de
bolsas de estudos e fornecimento de condições físicas e econômicas para o
desenvolvimento dos estudos.
1.2. OBJETIVOS: GERAL E ESPECÍFICOS
As áreas onde o Engenheiro de Produção Mecânica poderá atuar em
diferentes áreas de um parque fabril, que são as seguintes:
• desenvolvimento de padrões de controle de produtividade ou de eficiência
operacional; métodos de trabalho; procedimentos para programação e controle
de produção; programas de controle de qualidade; planos para aumentar a
produtividade; sistemas internos de comunicação e formulários; modelos de
simulação para problemas administrativos complexos; sistemas de controle
informatizados;
• realização de estudos sobre a localização geográfica da empresa; arranjo físico
das fábricas e escritórios; viabilidade econômica para aplicação de capital, de
integração entre funções executivas e de assessoria entre departamentos;
• elaboração e cálculo de lotes econômicos e séries de produção e previsões de
venda;
• estabelecimento de políticas de administração e controle de estoques e
reposição de equipamentos; planos para avaliação de cargos e sistemas de
incentivos, para identificar e resolver problemas de alocação de recursos.
• prestar assistência no desenvolvimento de máquinas, ferramentas, produtos e de
políticas e procedimentos;
• conduzir programas de redução de custos, de higiene e de segurança do
trabalho;
13
• colaborar na seleção e treinamento de pessoal, em programas que envolvem
consultores externos e na administração da empresa.
Visando o bom desempenho do futuro engenheiro em sua profissão, algumas
características psicofísicas são trabalhadas durante os cinco anos de duração dos
cursos de engenharia, e as principais são as seguintes:
n Criatividade;
n Metodologia e disciplina de trabalho;
n Aprimoramento organizacional;
n Senso crítico;
n Desenvolvimento de trabalho em equipe;
n Adequação a realidade atual;
n Responsabilidade e caráter profissional;
n Compromisso com a sociedade e o próximo;
n Compromisso com a produção e os padrões de qualidade;
n Compromisso com o meio ambiente;
n Desenvolvimento equilibrado de tarefas difíceis; etc.
1.3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO CURSO NA ÓTICA DE SUAS
SÉRIES ESCALONADAS
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR está constituído
como somatória de conhecimentos integrados, de variado grau de complexidade,
diretamente proporcional à evolução dos termos. Deste modo, o aluno vai
experimentando e acumulando termo a termo, as diferentes áreas de abrangência
de projetos de produto e fabricação, controle de qualidade, seleção de material,
gerência industrial, economia e mercado, etc, além das relações complexas entre
sua habilitação e outras áreas de interface, que se encerra com a realização do
Estágio Curricular Supervisionado, onde o aluno totaliza os conhecimentos
14
ministrados e adquiridos, demonstrando experiência global e amplitude advinda da
somatória dos temas estudados.
2. PROPOSTA PROFISSIONAL
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR tem como
proposta profissional a formação e a capacitação dos seus alunos para a execução
das atribuições e habilitações do engenheiro de produção mecânica enquanto
profissional que observa as seguintes características desenvolvidas ao longo do seu
período formativo:
n Supervisão, coordenação e orientação técnica;
n Estudo, planejamento, projeto e especificação;
n Estudo de viabilidade técnico-econômica;
n Assistência, assessoria e consultoria;
n Direção de obra e serviço técnico;
n Vistoria, perícia, avaliação, arbitrariedade, laudo e parecer técnico;
n Desempenho de cargo e função técnica;
n Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica,
extensão;
n Elaboração de orçamento;
n Padronização, mensuração e controle de qualidade;
n Execução de obra e serviço técnico;
n Fiscalização de obra e serviço técnico;
n Produção técnica e especializada;
n Condução de trabalho técnico;
n Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
n Execução de instalação, montagem e reparo;
n Operação e manutenção de equipamentos e instalação;
n Execução de desenho e projeto técnico.
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3. ENSINO
3.1. REGIME ACADÊMICO
O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR tem duração
mínima de cinco (5) anos e máxima de oito (8) anos, em regime semestral. O curso
possui 50 vagas anuais e é regularmente oferecido no período é noturno com
atividades das 19:25h às 23:00h, perfazendo um total de 04 aulas (50 min. cada) por
turno, e aos sábados das 7:30h às 12:00h, perfazendo um total de 05 aulas (50 min.
cada) por turno, totalizando um máximo de 25 horas aula por semana.
De acordo com o Regimento Geral da UNIMAR, subseção VII, da
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM, temos:
O aproveitamento escolar é avaliado através de verificações parciais durante
o período letivo e
eventual exame, expressando-se o resultado de cada avaliação
em notas de 0 (zero) a 10 (dez).
São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercícios, argüições,
trabalhos práticos, seminários, excursões e estágios, inclusive os realizados em
“campus avançado”, provas escritas e orais previstas nos respectivos planos de
ensino.
Parágrafo Único – O professor, a seu critério, ou a critério do respectivo
Conselho Departamental, pode promover trabalhos, exercícios e outras atividades
em classe e extraclasse, que podem ser computados nas notas ou conceitos das
verificações parciais, nos limites definidos pelo mesmo Colegiado.
A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a
freqüência e o aproveitamento.
16
§ 1º. – Cabe ao docente a atribuição de notas de avaliação e a
responsabilidade do controle de freqüência dos alunos, devendo o Diretor fiscalizar o
cumprimento desta obrigação, intervindo em caso de omissão.
§ 2º. – É atribuída nota 0 (zero) ao aluno que usar meios ilícitos ou não
autorizados pelo professor, quando da elaboração dos trabalhos, de verificações
parciais, exames ou de qualquer outra atividade que resulte na avaliação de
conhecimento por atribuições de notas, sem prejuízo da aplicação de sanções
cabíveis por este ato de improbidade.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota, expressa em grau
numérico de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).
§ 1º. – Será atribuída nota 0,0 (zero) ao aluno que deixar de se submeter à
verificação prevista na data fixada, bem como o que nela se utilizar de meio
fraudulento.
§ 2º. – São em número de 2 (duas) avaliações parciais obrigatórias por
disciplina, aplicadas sem prejuízo das atividades previstas no artigo 54 e seu
parágrafo único.
§ 3º. – O aluno que após as avaliações parciais e exame final, não obtiver
média final igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros), poderá requerer prova de
recuperação, que será marcada pela direção da Faculdade para realização após
encerramento do período letivo cursado, e antes do início do período letivo seguinte.
§ 4º. – Pode ser concedida revisão da nota atribuída, através de requerimento
dirigido ao Diretor no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, após sua divulgação.
§ 5º. – O professor responsável pela revisão da nota poderá mantê-la ou
alterá-la, devendo sempre, fundamentar sua decisão.
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§ 6º. – Não aceitando a decisão do professor, o aluno, desde que justifique,
poderá solicitar ao Diretor que submeta seu pedido de revisão à apreciação de dois
outros professores do mesmo Departamento.
§ 7º - Se ambos concordarem em alterar a nota, esta decisão é a que
prevalecerá, mas não havendo unanimidade, prevalecerá a nota atribuída pelo
professor da disciplina que avaliou a prova.
Artigo 57.
Atendida em qualquer caso a freqüência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, é aprovado:
I - independente de exame final, o aluno que obtiver nota de aproveitamento
não inferior a 7,0 (sete) correspondente à média aritmética das notas dos exercícios
escolares realizados durante o semestre letivo;
II - mediante exame final, o aluno que tendo obtido média de aproveitamento
das avaliações parciais inferior a 7,0 (sete inteiros) e igual ou superior a 5,0 (cinco
inteiros), obtenha média final igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros), correspondente
à média aritmética entre a nota de aproveitamento e a nota de exame final.
Parágrafo Único – As médias são expressadas em números inteiros ou em
números inteiros mais cinco décimos.
Artigo 58.
Considerar-se-á reprovado o aluno que:
I - não obtiver freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das
aulas da disciplina;
II - não obtiver, na disciplina, média das verificações parciais igual ou superior
a 5,0 (cinco inteiros);
III - não obtiver, após o exame final, média igual ou superior a 5,0 (cinco).
18
Artigo 59.
O aluno reprovado por não ter alcançado seja a freqüência,
sejam as notas mínimas exigidas, repetirá a disciplina, sujeito, na dependência, às
mesmas exigências de freqüência e de aproveitamento estabelecidas neste
Regimento Geral.
Artigo 60.
É promovido ao período letivo seguinte o aluno aprovado em
todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se ainda a promoção com
dependência.
§ 1º. – O aluno promovido em regime de dependência deverá matricular-se,
obrigatoriamente, nas disciplinas de que depende, condicionando-se a matrícula nas
disciplinas no novo período à compatibilidade de horários e aplicando-se a todas as
disciplinas as mesmas exigências e aproveitamento estabelecidos nos artigos
anteriores.
§ 2º. – Será permitido ao aluno não promovido cursar concomitantemente
disciplinas do período ou série seguinte, mediante prévia aprovação do Conselho
Departamental.
Artigo 61.
Podem ser ministradas aulas de dependência e de adaptação de
cada disciplina, em horário especial, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
Parágrafo Único – No caso de dependência por reprovação por nota, a
recuperação do aluno poderá ser
feita em regime especial, aprovado pelo
CONSEPE por proposta do Diretor da Faculdade.
Artigo 62.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, por proposta do
Conselho Departamental, pode fixar, para determinado curso, critérios mais rígidos
de promoção, baixando resolução a vigorar no ano letivo seguinte, para as novas
turmas a ingressarem na Universidade.
(O PRESENTE É CÓPIA FIEL DA SUBSEÇÃO VII – DO REGIMENTO GERAL DA
UNIMAR.)
19
3.2. METODOLOGIA E TÉCNICAS DE ENSINO
O curso conta com disciplinas práticas, teóricas e teórico-práticas, onde as
disciplinas de cunho teórico deverão fornecer o subsídio fundamental para o
desenvolvimento dessas teorias ministradas nas disciplinas práticas e teóricopráticas. Os laboratórios devem somar todo o conhecimento das demais áreas e
matérias do curso em seus exercícios práticos.
As disciplinas contam com salas específicas para aulas teóricas, laboratórios
e auditório, que facilitam o uso de material didático específico (slides, vídeos,
transparências, modelos, exercícios em computação gráfica, etc.).
As avaliações são efetuadas através de duas (02) provas bimestrais mais o
exame final. Poderá o aluno requerer uma prova substitutiva, com o caráter de
segunda chamada, com o objetivo de substituir uma das notas obtidas nas provas
regimentais. O método da avaliação, além das duas provas (teórico-práticas),
geralmente é incrementado com seminários, projetos, pesquisas e trabalhos
programados, a critério de cada professor, que integrarão o resultado final do aluno
na disciplina.
O processo dinâmico do ensino-aprendizagem requer a utilização de formas
variadas de apropriação do conhecimento e não deve limitar-se à oferta de matérias
ministradas em sala de aula. Para tanto, é fundamental o envolvimento do aluno em
processos construtivos, pesquisas bibliográficas e de campo, atividades de
extensão, estágio extra-cirricular, visitas a obras fundamentais, participação em
congressos, encontros e palestras.
20
3.3. PESQUISA
A UNIMAR, com o curso de Engenharia de Produção Mecânica, vem através
de muita aplicação e seriedade, desenvolvendo e estimulando importantes trabalhos
de atividades acadêmicas intra e extra campus, visando a mais elevada escala do
cientificismo e tecnologismo.
Correspondendo assim, com a credibilidade mostrada pela própria sociedade,
entidades de fomento a pesquisa e instituições acadêmicas públicas de renome tem
apoiado os nossos envolvimentos com o ensino, pesquisa fundamental e iniciação
científica, refletindo na qualidade assegurada do perfil do nosso discente graduado,
que certamente satisfará a demanda de mercado e exigência de uma nova era de
tecnologias aprimoradas e seletivas.
3.4. EXTENSÃO
Diversas atividades são desenvolvidas com o objetivo de propiciar a
integração do corpo docente e discente com a comunidade local e regional. Este
conjunto de atividades é composto por semanas de estudos, convênios, iniciação
científica, participação em congressos, simpósios, “workshop”, realização de
trabalhos de campo, utilização de laboratórios interdisciplinares, utilização do
escritório modelo e prestação de serviços. Com isso, todo o grupo se alinha para um
mesmo objetivo alcançando o mais alto grau de maturidade e progressão científicotecnológica.
21
4. CURRÍCULO
4.1. DISCIPLINAS
Apresentamos, na seqüência, a nomenclatura e a definição das disciplinas do
curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIMAR.
PORTARIA 515
Disposição vigente conforme resolução nº 48/76 sobre curriculum
mínimo para os cursos de Engenharia.
Curso: E N G E N H A R I A
01 - MATÉRIAS BÁSICAS
MATEMÁTICA
FÍSICA
QUÍMICA
MECÂNICA
PROCESSAMENTO DE
DADOS
DESENHO
ELETRICIDADE
RESISTÊNCIA DOS
MATERIAIS
FENÔMENOS DE
TRANSPORTES
D E P R O D U Ç Ã O M E C Â N I C A
( 4 2 0 0 )
DISCIPLINA
CÁLCULO I
CÁLCULO II
CÁLCULO III
CÁLCULO IV
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
CÁLCULO NUMÉRICO EM COMPUT.
ÁLGEBRA LINEAR E GEOM.ANALÍT.
FISICA GERAL E EXPERIMENTAL I
FISICA GERAL E EXPERIMENTAL II
FISICA GERAL E EXPERIMENTAL I
QUÍMICA GERAL
QUÍMICA TECNOLÓGICA
MECÂNICA (ESTÁTICA)
MECÂNICA (DINÂMICA
INTROD.À CIÊNC. DA COMPUTAÇÃO
LINGUAGEM CIENT.DE PROGRAM.
TECN AVANC.DE PROGRAMAÇÃO
DESENHO E TECOLOGIA MECÂNICA
ELETRICIDADE
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
MECÂNICA DOS FLUIDOS I
22
MECÂNICA DOS FLUIDOS II
02 -MAT. FORMAÇÃO GERAL
CIÊNCIAS HUM.E SOCIAIS
CIÊNCIAS JURÍDICAS SOCIAIS
FUNÇÃO SOCIAL E FORM.DO ENGEN.
LINGUA PORTUGUESA
PORTUGUÊS PRÁTICO – REDAÇÃO
INGLÊS
INGLÊS BÁSICO
ADMINISTRAÇÃO
ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
ECONOMIA
MODELOS ECONOMICOS
CIÊNCIAS DO AMBIENTE
CONSERV.RECURSOS NATURAIS
HIGIENE E SEGURANÇA DO FUNDAM. DE ENG. DE SEGURANÇA
TRAB
03 MAT.FORM.PROFISSIONAL
TERMODINÂMICA APLICADA TERMODINÂMICA
MATERIAIS DE
PROPRIEDADES MEC. DOS MAT.
CONSTRUÇÃO
MECÂNICA
MATERIAIS DE CONST. MECÂNICA I
MATERIAIS DE CONST. MECÂNICA II
ENSAIOS MECÂNICOS
SISTEMAS MECÂNICOS
ELEMENTOS DE MÁQUINAS I
ELEMENTOS DE MÁQUINAS II
SISTEMAS TÉRMICOS
TRANSMISSÃO DE CALOR
SISTEMAS TÉRMICOS I
SISTEMAS TÉRMICOS II
SISTEMAS
MÁQUINAS HIDRÁULICAS E PNEUM.
FLUIDOMECÂNICOS
CONTRÔLE DE QUALIDADE METROLOGIA DIMENSIONAL
CONTRÔLE DE QUALIDADE
03 MAT.FORM.PROFISSIONAL
PLANEJ. E CONT DA
PRODUÇÃO
PROCESSOS DE
FABRICAÇÃO
PROJETO DO PRODUTO E
DA
FÁBRICA
PESQUISA OPERACIONAL
ESTUDO DE TEMPOS E
MÉTODOS
(CONTINUAÇÃO)
PLANEJ. E CONT. DA PRODUÇÃO
USINAGEM I
USINAGEM II
PROCESSOS DE FUNDIÇÃO E SOLDA
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO
PROJ. DE PRODUTO E FABRICAÇÃO
AUTOMAÇÃO NOS SIST. DE PROD.
PESQUISA OPERACIONAL
PESQUISA OPERACIONAL II
GERÊNCIA INDUSTRIAL
ECONOMIA E MERCADO
23
04 - MATÉRIAS
OBRIGATÓRIAS
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TRABALHO DE CONCLUSÃO
DE CURSO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
4.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O curso de Engenharia Elétrica, juntamente com as demais Engenharias,
Arquitetura e Tecnologias realiza anualmente sua Semana de Palestras a “SEAT”,
durante a qual profissionais destacados tanto no meio acadêmico quanto profissional
vêm expor seus trabalhos e comentar sua obra com o nosso corpo docente e
discente, promovendo ciclos de palestras específicos para área de concentração.
(Produção Mecânica).
Além desta Semana, a Faculdade tem promovido, mini-cursos e cursos
avulsos
ligados
às
várias
práticas
envolvidas
nos
trabalho
comumente
desenvolvidos e de atualização e reciclagem profissional.
Por outro lado, a cada semestre são realizadas viagens de estudos a centros
importantes onde os alunos empreendem visitas a obras fundamentais, podendo
assim vistoriar na prática o dia-dia da atuação profissional, ampliando seus
conhecimentos mediante a experiência dos profissionais que geralmente os
recepciona.
4.3. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O curso de Engenharia de Produção Mecânica exige na sua estrutura
curricular, o chamado Trabalho de Conclusão de Curso, que é um trabalho
interdisciplinar desenvolvido ao longo do último semestre do curso, paralelamente
com a realização do estágio curricular supervisionado, onde os alunos tem o
compromisso de relatar para os colegas de turma as suas experiências no campo
profissional. Este trabalho é realizado sob a orientação individual de um professor–
24
orientador denominado supervisor de estágio, que se propõe prontamente a
orientação técnico-pedagógica individualmente.
O objetivo deste trabalho é aferir o domínio dos conhecimentos essenciais e
das competências profissionais que o aluno adquiriu, bem como as aptidões
esperadas do egresso.
O aluno tem liberdade para escolher e propor o tema e a área do trabalho a
desenvolver (campo de estágio), sendo que a temática deve sempre estar
compreendida entre as matérias profissionais do currículo do aluno, que tratam de
gerar as atribuições e atividades que possibilitam a habilitação profissional. A escola,
dentro de suas possibilidades, tem procurado atender a solicitação do aluno quanto
à indicação desse orientador entre os professores do corpo docente, assim como
mantém uma listagem com as referências das empresas conveniadas com a
Instituição e que oferecem vagas para os estagiários.
4.4. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Objetiva a maturidade dos alunos de Engenharia de Produção Mecânica,
através da busca de experiência com a vivência do dia-dia do engenheiro no campo
de atuação profissional, onde o futuro engenheiro deverá ter a oportunidade de
aplicar os conceitos estudados e desenvolvidos durante o seu curso.
As atividades também podem ser programadas e desenvolvidas em centros
especialmente constituídos para proporcionar treinamento em setores profissionais
específicos, ou realizadas junto as instituições de ensino e pesquisa, ou a órgãos a
elas ligadas, visando a prestação de serviço, ou ainda através de programas de
iniciação científica, buscando o desenvolvimento de pesquisas básicas.
4.5. DIMENSIONAMENTO DAS TURMAS
Os colegiados superiores, CONSEPE e CONSUNI estabeleceram que os
alunos devidamente matriculados dividam-se em turmas de até no máximo 80
25
(oitenta) alunos, para as aulas teóricas, e em turmas de até 40 (quarenta) alunos
para as aulas práticas, sendo proibida a junção de turmas acima destes limites.
4.6. CARGA HORÁRIA E DURAÇÃO DO CURSO
Para a grade 4200 do curso de Engenharia de Produção Mecânica, tem-se
uma carga horária de 3.603 horas relógio, atendendo a proposta do curso e dentro
das diretrizes curriculares do MEC, descritas de acordo resumo abaixo:
Carga Horária Total do Curso:
Conteúdo -­‐ Carga Horária das Disciplinas:
Estágio Curricular Supervisionado:
Atividades Complementares:
Trabalho de Conclusão de Curso:
Prazo Mínimo para Integralização:
Prazo Máximo para Integralização:
2.883
520
200
180
10
16
horas relógio
horas
horas
horas
semestres
semestres
4.7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA E CURRICULAR
A organização Didática está fixada em propósitos e metas a serem
alcançados durante a formação dos estudantes do Curso de Engenharia de
Produção Mecânica, em consonância com o planejamento global e com as diretrizes
e princípios da UNIMAR, expressos no Projeto Pedagógico Institucional -­‐ PPI e no
Projeto de Desenvolvimento Institucional -­‐ PDI.
Desta forma, a Organização Didática favorecerá: a conceitualização uniforme
entre professores e estudantes; a seleção da metodologia ensino/aprendizagem; o
estabelecimento de padrões de desempenho para docentes e estudantes, visando
ao replanejamento e atualização contínua do curso; a identificação de modelos para
a avaliação dos estudantes, seja ela classificatória e/ou formativa.
A matriz curricular do Curso de Graduação em Engenharia de Produção
Mecânica está formulada para que o acadêmico, como agente do aprendizado,
26
venha a desenvolver um programa de estudos coerente, integrado e flexível, com
sólida formação básica, para que esteja apto a enfrentar os desafios das rápidas
transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício
profissional.
A distribuição das cargas horárias destinadas aos ambientes de aprendizado
é organizada de forma equilibrada entre os ciclos básicos e os profissionalizantes, a
fim de criar oportunidades ao acadêmico para que adquira os conhecimentos
indispensáveis à sua formação.
A
metodologia
de
ensino-­‐aprendizagem
é
baseada
na
“concepção
programática de formação e desenvolvimento humano”. Está comprometida com a
interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação
de sujeitos autônomos e cidadãos.
A
aprendizagem
é
entendida
como
processo
de
construção
de
conhecimentos, habilidades e valores em interação com a realidade e com os
demais indivíduos, no qual são colocadas em uso capacidades pessoais. Todo o
processo acadêmico está voltado para o fortalecimento da educação centrada na
auto-­‐aprendizagem, na vivência de uma proposta ousada que coloca o aluno frente
a situações reais de construção do conhecimento, e aos desafios que exigem
competências e habilidades desenvolvidas em cada fase da aprendizagem. Essa
prática torna-­‐o mais humano, do ponto de vista social e possibilita, por meio de um
processo de formação transformador, uma melhor preparação, do ponto de vista
técnico-­‐científico. Na crença de que a academia é o espaço próprio para estudos e
pesquisas, transformação e produção de novos saberes, a Instituição busca
atualizar periodicamente seu projeto pedagógico com o propósito de preparar
pessoas para atender as exigências do mundo o trabalho. Esse processo favorece o
desenvolvimento crítico-­‐reflexivo na construção do conhecimento, favorece a
formação integral do aluno, possibilitando mediante propostas interdisciplinares, a
resolução de problemas e a sistematização de processos dialógicos. Está voltada
para a formação de competências, orientando o aluno para a busca e a construção
27
do seu próprio conhecimento, aprendendo não só a ser o profissional, mas também
a ser um cidadão integrado à realidade social em que vive.
Destacam-­‐se, como metodologia de ensino-­‐aprendizagem, as seguintes
atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, discussão de
artigos e casos clínicos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas,
seminários, estágios, simpósios, palestras, pesquisa bibliográfica em atividades na
Biblioteca, Projetos Integralizadores (Multidisciplinares) e iniciação científica.
Segundo o referencial teórico que fundamenta o trabalho desenvolvido na
UNIMAR, pode-se afirmar que currículo é a totalidade das vivências educacionais de
um curso.
Na UNIMAR, essas vivências envolvem o trabalho a ser realizado em sala de
aula e após sala de aula, nos laboratórios, salas ambientes, oficinas, estágios,
biblioteca, e principalmente estudos livres, tendo em vista atender as disposições da
legislação educacional referente às normas de hora-aula e às respectivas normas de
carga horária mínima do curso. Os planos de aula, ou seja, a proposta de trabalho
do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas contempla a
orientação aos alunos do que fazer e de como fazer.
É importante observar que o processo de avaliação é uma das peças mais
importantes de um sistema, pois é através dele que podemos descobrir e corrigir as
deficiências e eventuais falhas do nosso processo de ensino. O mesmo deverá ser
composto de diferentes critérios, e aplicado nos diferentes níveis do sistema,
balizando conteúdos da atualidade, tecnologias recentes que certamente adequarão
as grades, ementas e metodologias de ensino.
Sendo assim, o projeto deverá ser avaliado e revisto a cada início de
semestre, com a finalidade de provir o suporte necessário para o bom
desenvolvimento do processo de aprendizado.
Anualmente o projeto esta sendo avaliado globalmente seguido da
apresentação de relatórios finais, contendo os resultados obtidos, as dificuldades
28
encontradas, etc., que irão compor os novos rumos a serem tomados como base na
complementação do nosso processo de ensino.
Os cursos especificamente deverão ser avaliados de forma bastante
semelhante à do projeto, ou seja, também deverá ser executada em seu ciclo
completo, não podendo esquecer nessa fase a análise de mercado e o sucesso dos
nossos egressos como profissionais e seres humanos.
É claro que cabe a administração superior todos os detalhes de ajuste dos
caminhos falhos pois o mecanismo para se atingir a alta qualidade e níveis de
padrões são estreitos e incomuns, a ponto de requerer coerência, bom senso,
critérios e ponderação na investida
Aqui o professor e o aluno sempre deverão interagir-se, eliminando
despolarizações, autoritarismo e injustiças.
Neste processo, estimular o saber, traçar metas educacionais, gerir a idéia, o
raciocínio e criar o interesse pelo saber, são as metas efetivas da movimentação
avaliativa.
4.7.1. OBJETIVOS DA NOVA GRADE
Baseando-se no exposto acima, é importante ressaltar que uma nova grade
para o curso de Engenharia de Produção Mecânica está sendo planejada em função
dos resultados que estamos observando nesta grade vigente, principalmente em
consonância com os modelos atuais de estrutura dos cursos já bem credenciados e
ajustados.
4.7.2. CICLO CURRICULAR
Com base no exposto anteriormente, o curso de Engenharia de Produção
Mecânica da UNIMAR funciona atualmente com uma única grade curricular, a grade
4200, porém num futuro próximo, após restruturação que está sendo planejada,
29
deve-se ter uma nova grade a ser implantada, o que daria início a um novo ciclo
curricular.
Autorização Decreto CFE Portaria GR009/88 de 17/09/88. Reconhecimento
decreto PORT 926/95 D.O. de 04/08/95. Com o 1º vestibular em 21 e 22/01/89.
REGIME: Por Termos e Créditos.
GRADE CURRICULAR Nº 4200:
TERMO
NOME DA DISCIPLINA
CR / C/H
01
01
01
01
01
01
Cálculo I
Conservação dos Recursos Naturais
Física Geral e Experimental I
Informática I
Introdução à Engenharia
Química Geral
04/80
02/40
04/80
02/40
02/40
04/80
02
02
02
02
02
02
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Cálculo II
Cálculo Numérico em Computador
Física Geral e Experimental II
Informática II
Química Tecnológica
03/60
04/80
02/40
04/80
02/40
03/60
03
03
03
03
03
Cálculo III
Desenho de Tecnologia Mecânica
Estatística e Probabilidade
Física Geral e Experimental III
Mecânica Geral
04/80
04/80
03/60
04/80
04/80
04
04
04
04
04
04
Cálculo IV
Eletricidade
Materiais Construção Mecânica I
Mecânica dos Fluídos I
Mecânica dos Sólidos I
Metrologia Dimensional
03/60
02/40
04/80
04/80
03/60
02/40
05
05
05
05
05
Materiais Construção Mecânica II
Mecânica dos Fluídos II
Mecânica dos Sólidos II
Pesquisa Operacional I
Termodinâmica
04/80
04/80
03/60
03/60
04/80
06
06
06
06
06
Economia de Mercado
Elementos de Máquinas I
Pesquisa Operacional II
Processos de Fabricação I
Transmissão de Calor
04/80
04/80
03/60
04/80
03/60
30
07
07
07
07
07
Elementos e Máquinas II
Logística
Máquinas Hidráulicas e Pneumáticas
Modelos Econômicos
Processos de Fabricação II
04/80
02/40
04/80
04/80
04/80
08
08
08
08
08
Controle de Qualidade
Ética e Legislação Profissional
Máquinas Térmicas
Organização Industrial
Planejamento e Controle de Produção
04/80
02/40
04/80
04/80
04/80
09
09
09
09
09
09
09
Automação nos Sistemas de Produção
Engenharia de Segurança
Engenharia Econômica
Gerência Industrial
Libras – Ling. Brasil. de Sinais
Projeto de Produto e Fabricação
Qualidade
04/80
02/40
02/40
04/80
02/40
04/80
02/40
10
10
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
26/520
09/180
TOTAL DA CARGA HORÁRIA
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
TOTAL DA CARGA HORÁRIA
3.403 horas/relógio
200 horas/relógio
3.603 horas/relógio
31
5. EMENTÁRIO
5.1. OBJETIVOS DAS DISCIPLINAS BÁSICAS, DE FORMAÇÃO
GERAL E PROFISSIONAL OBRIGATÓRIAS
Apresentamos a seguir, distribuídos por termos as ementas e os respectivos
objetivos das matérias que compõe a grade curricular.
GRADE 4200
1º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CÁLCULO I
Fornecer ao aluno instrumentos do Cálculo Diferencial e Integral
para resolver problemas em Ciências aplicadas, em especial na Engenharia, cujo
tratamento não pode ser feito por meio da matemática elementar.
Levar o aluno a aprender os conceitos de limite, derivada e
integral, bem como capacitá-lo a resolver exercícios e a aplicar tais conceitos para
resolver problemas de outras disciplinas de engenharia.
EMENTA:
1. Trigonometria: Arcos e ângulos, relações fundamentais, funções circulares,
redução ao 1º quadrante, arcos notáveis;
2. Polinômios: Definição, igualdade de polinômios, raízes, operações com
polinômios. Funções: Definições e propriedades;
3. Limites: Limite de funções, propriedades, continuidade de funções, limites
indeterminados. Introdução ao cálculo;
4. Derivadas, propriedades das derivadas. Introdução tabela das derivadas;
5. Derivadas de funções de 1º grau e 2º grau.
6. Derivadas de funções exponenciais;
7. Derivadas de funções polinomiais e trigonométricas.
BIBLIOGRAFIA:
01 FLEMMING, D. et al. Calculo A. São Paulo, Makron Books do Brasil, 1992
02 LEITHOLD, L. O cálculo com Geometria Analítica. SP, Haper & Row, 1982.
03 GUELLI, F.A. Trigonometria. São Paulo, Ed. Moderna.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
FÍSICA
Fornecer ao aluno conceitos básicos de Estática e Cinemática
mediante abordagem concisa dos fenômenos, capacitando-o a raciocinar, formular
hipóteses e analisar resultados deles provenientes. Estimular o aluno a tomar
decisões nas resoluções de problemas, aplicando conhecimentos absorvidos nas
32
aulas teóricas. Procurar capacitá-lo a assim proceder nas disciplinas
profissionalizantes na abordagem de problemas específicos ao longo do curso de
Engenharia e no exercício da profissão.
EMENTA:
1. O que é Física; Unidade de Medida: Conversão de unidades, Ordem de grandeza,
Notação científica;
2. Velocidade escalar e media; Deslocamento e instantânea, M.R.U. e M.R.U.A.;
3. Noções de vetores; grandezas escalares e vetoriais; projeções; os vetores
velocidade; deslocamentos e aceleração, movimento dos projéteis.
4. Formulação das Leis de Newton; A força gravitacional; Unidade de força;
Conservação do momento. Energia mecânica;
5. Aplicações e Lei de Newton; Força de atrito: Lei de Hooke;
6. Movimento circular; Equilíbrio estático de um corpo rígido; Forças inerciais.
BIBLIOGRAFIA:
01 RESNICK, R. & HALLIDAY, D. Física. 4¦ed., LTC, Vol.1.
02 TIPLER, P.A. Física. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 1990.
03 ÍNDIAS, M.A.C. Curso de física. Portugal, Editora McGraw Hill,
1992..
04 NUSSENZVEIG, M.H. Curso de física bacia. Ed. Edgard Blucher Ltda
05 OKUNO, E., et al. Física para ciências biológicas e biomédicas. SP, Habra
06 HENEINE, I.F. Biofísica básica. Rio de Janeiro, Livraria Atheneu, 1987.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
QUÍMICA GERAL
Dar condições de aplicações da Química Geral em outras áreas
de estudos, e para tanto, fornece ao aluno informações sobre os principais
conhecimentos de Química Geral, que serão também utilizados em outras
disciplinas tais como: Química Tecnológica, Termodinâmica, Mecânica dos Fluídos,
etc.
Percepção da importância da Química.
Aprimoramento de atitudes técnicas, aplicando-se aos trabalhos
de laboratório.
Comprovar na prática, através de experimentos, os fundamentos
teóricos de Química Tecnológica.
Capacitar o aluno a concluir matematicamente através da
construção de gráficos com referência aos experimentos controlados.
EMENTA:
1. Matéria e energia - Estudo do átomo - Mecânica quântica
2. Tabela periódica e propriedades periódicas
3. Ligações químicas - Oxidação e redução;
4. Funções Inorgânicas
5. Funções de reações químicas
6. Reações químicas entre funções inorgânicas.
7. Leis ponderais das reações químicas
8. Estequiometria das reações
33
9. Práticas de laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 FELTRE, R. Química. São Paulo, Editora Moderna,1987. Vol. 1.
02 PAULING, L. Química Geral. Rio de Janeiro, Ao livro Técnico S.A, 1967.
03 OHLWEILLER, O.A. Química Inorgânica. São Paulo, Editora da USP, 1971.
04 MAHAN, B. Químicas - Um Curso Universitário, Editora da USP, SP, 1970.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PORTUGUÊS PRÁTICO
Capacitar os alunos dos cursos de engenharia para interpretar
textos mais rapidamente, podendo assim condensar uma maior quantidade de
informações, e ainda, proporcionar aos alunos condições de aprimorar as suas
técnicas de redação.
EMENTA:
1. A dissertação - Conceito, Dissertação expositiva e argumentativa
2. A estrutura do parágrafo dissertativo - O assunto e sua delimitação, objetivo da
dissertação e a frase-núcleo; desenvolvimento e a conclusão;
3. Exemplos de dissertação expositiva e argumentativa;
4. A narração - conceito: componentes mínimos da narrativa, personagens, tempo,
espaço, narrador, ações, enredo, clímax;
5. A questão do narrador (ponto de vista - foco narrativo - o narrador-observador, o
narrador-personagem;
6. A ordem dos fatos no discurso narrativo. A fala das personagens - discurso direto,
discurso indireto e indireto-livre;
7. O conto - leitura de contos de Lygia Fagundes F. Telles e Clarice Lispector. A
Crônica - leitura e análise de contos e crônicas modernas;
8. A descrição - conceito; ponto de vista: físico e psicológico. Tipos de descrição da
paisagem, de pessoa, de ambiente, a descrição técnica;
9. A correspondência - sua linguagem; formas de tratamento do receptor, modelos
de redação oficial: requerimento, ofício, ata, procuração.
BIBLIOGRAFIA:
01 ABREU, A.S. Curso de redação. São Paulo, Ática, 1991.
02 ANDRE, H.A. de Dissertação para o vestibular. São Paulo, H. Oshiro
Publicações, 1961.
03 ELIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 2 a ed., Ática, SP, 1985.
04 BRAGA, M.L.S. Produção de linguagem Ideológica. SP, Cortez, 1980.
05 CAMARA, Jr.J.M. Manual de expressão oral e escrita. Vozes, Petrópolis,
RJ., 1978.
06 CANDIDO,A. et al. A personagem de ficção. 5 a ed., São Paulo, Ed.
Perspectiva, 1976.
34
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
A disciplina Introdução à Ciência da Computação tem como
objetivo proporcionar ao engenheiro conhecimentos para que possam ao final do
curso estruturar e resolver problemas matemáticos.
Objetiva também dar-lhe o embasamento necessário para
prepará-lo no desenvolvimento de algoritmos que serão usados para a preparação
de programas que serão estudados em Linguagem Técnica de Programação e em
Técnicas Avançadas de Programação.
EMENTA:
1. Introdução: Generalidades - Veículos e unidades de entradas e saída de dados Memória - Unidade central de processamento;
2. Sistema de controle de entrada e saída - Sistema de numeração - fases da
solução de um problema.
3. Introdução à lógica computacional
4. Introdução ao Sistema Operacional – DOS e WINDOWS
5. Introdução às ferramentas e aplicativos – Software’s de aplicação geral
BIBLIOGRAFIA:
01 ALAGIC, S. & ARBIB, M.A. The design of Well- Structured and correct program.
Springer Verlag, New York, 1978.
02 BORNAT, R. Programming from first principles. Prentice Hall 1987.
03 GRIES, D. The science of programming. Springer Velarg, New York, 1981.
03 TREMBLAY, I & VILLAS BOAS, L.F. Ciência dos computadores: uma
abordagem algorítmica. McGraw Hill do Brasil, 1983.
04 VILLAS, M.V. e VILLAS BOAS, L.F. Conceitos técnicos, linguagens, Ed.
Campus, 1988.
06 WIRTH, N. Systematic programming, Editora Campus
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
FUNÇÃO SOCIAL E FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO
Disciplina de caráter informativo para o aluno, onde os principais
objetivos são:
- orientar o aluno quanto á estrutura do curso escolhido, ou seja, dizer
ao aluno o que ele irá estudar e porque ele deverá cumprir cada uma das disciplinas
referentes à habilitação desejada;
- transmitir informações sobre o campo de atuação profissional
(trabalho) do Engenheiro;
- educar os futuros engenheiros quanto à Ética Profissional;
- informar aos alunos e futuros profissionais sobre o Conselho Regional
do seu curso;
- transmitir os conhecimentos indispensáveis à compreensão da
realidade social;
- despertar o interesse e a curiosidade pela análise objetiva da
realidade;
- desenvolver uma leitura sociológica do cotidiano.
35
EMENTA:
1. A Engenharia no Brasil
2. A Engenharia face ao direito - Os laudos técnicos periciais em Engenharia
3. O exercício da Engenharia.
4. Código de ética profissional
5. Resoluções do Conselho de Engenharia, Arquitetura, Agronômica
6. Ciência e Tecnologia.
7. Relevância e problemas das indústrias
8. A grade curricular dos cursos de engenharia
9. programa de visitas às industrias, canteiros de obras, etc.
BIBLIOGRAFIA:
01 BAZZO, W.A., et all, Introdução a Engenharia, ed. UFSC, SC, 1988.
02 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E
GRONOMIA, Legislação básica, SP, 1985.
03 MONTORO, A.F. Introdução a Ciência do Direito, PT, SP, 1987.
04 MONTEIRO, W.B., Curso de Direito Civil, Saraiva , São Paulo, 1989.
2º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CÁLCULO II
Matéria básica para o curso de Engenharia.
Dar aos alunos recursos para entendimentos de outras matérias
básicas e matérias técnicas, assim como resolver exercícios de aplicações.
Formação teórica e prática para aplicações em problemas de
Engenharia.
EMENTA:
1. Derivada: definição, aplicação geométrica e físicas, regras de derivação implícita,
máximos e mínimos, teorema de Rolle, teorema do valor médio;
2. Aplicações, funções crescentes e decrescentes, concavidade. Inflexão, esboços
de curvas de ordem superior;
3. Integral: definição, integração indefinida, métodos de integração, integração por
partes, integrais trigonométricas;
4. Frações parciais, teorema do valor médio, teorema fundamental do cálculo.
BIBLIOGRAFIA:
01 SWOKOESKI, E. Cálculo com geometria analítica.Makron Boocks do Brasil
Editora Ltda. Vol. 1.
02 AYRES, F.A., Cálculo diferencial e integral, Makron Bocks do Brasil
03 COURANT, R., Cálculo Diferencial e Integral, Editora Globo. Vol. 1.
DISCIPLINA:
FÍSICA II
36
OBJETIVO:
Dar ao aluno condição básica necessária para a aprendizagem
de Mecânica (Dinâmica), Mecânica dos Sólidos e Mecânica dos Fluídos, dando
ensejo a que se veja, de maneira evidente, a ligação íntima que existe entre ciência
e a técnica.
Capacitando-o para uma abordagem concisa dos fenômenos,
capacitando-o a raciocinar, formular hipóteses e analisar resultados deles
provenientes. Estimular o aluno a tomar decisões nas resoluções de problemas,
aplicando conhecimentos absorvidos nas aulas teóricas. Procurar capacitá-lo a
assim proceder nas disciplinas profissionalizantes na abordagem de problemas
específicos ao longo do curso de Engenharia e no exercício da profissão.
EMENTA:
1. Oscilações: Movimento harmônico simples, movimento harmônico amortecido,
oscilações forçadas e ressonância. Gravitação estática dos fluídos.
2. Definições: Princípios de Pascal e Arquimedes, medidas de pressão. Dinâmica
dos fluídos: linhas de corrente, equações de continuidade.
3. Equações de Bernoulli. Temperatura. Calor e Primeira Lei da Termodinâmica.
Teoria Cinética dos gases entropia e Segunda Lei da Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA:
01 RESNICK, R, & Halliday, D. Física 2. Livros Técnicos e Científicos ed. Ltda.
02 TIPLER, P A. Física. 2a ed. Editora Guanabara Dois.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
Fornecer aos estudantes os conceitos básicos de cálculo
matricial e das transformações lineares.
Ampliar a extensão de conceito de vetor; apresentar conceitos
analíticos de um ponto de vista mais apurado, avançado.
Mostrar ao aluno o conceito e a idéia de “espaço” dissociado do
espaço físico, bem como sua importância e a aplicação em outros campos tais
como: Pesquisa Operacional, Programação Matemática, Computação Gráfica,
Engenharia, Teoria de Fractais, Mecânica Quântica. etc.
EMENTA:
1. Vetores no Rn e Cn
2. Matrizes e Equações lineares
3. Retas e planos
4. Espaço vetorial e sub-espaço vetorial
5. Transformações lineares
6. Auto-valores e auto-vetores
BIBLIOGRAFIA:
01 STEINBRUCH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica 2aed., ed McGraw
Hill, 1987.
02 BOULOR, P. Geometria analítica: um tratamento vetorial. Editora McGraw
Hill, 1.986.
03 EFINOV, N. Elementos de geometria analítica Livraria Cultura Brasileira
04 LYPSCHUTZ, S. Álgebra linear. Editora McGraw Hill, 1988.
05 BOLDRINI, C.R.W. Álgebra linear. Ed. Harbra., 1980.
37
06 STEJNBRUCH, A. Álgebra Linear geometria analítica. São Paulo, Ed.
McGraw Hill,
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
QUÍMICA TECNOLÓGICA
Dar ao aluno uma visão dos métodos e processos aplicados na
indústria.
Familiarizar o aluno com as técnicas industriais. Procurar ensinar
a pensar em termos tecnológicos chamando a atenção para a atividade do
engenheiro no campo industrial e para a importância do papel que deverá
desempenhar, apresentando-lhe alguns processos industriais de maior interesse
para os futuros engenheiros.
Aprimoramento de atitudes técnicas, aplicando-se aos trabalhos
de laboratório, capacitando o aluno a concluir matematicamente através da
construção de gráficos com referência aos experimentos controlados.
EMENTA:
1. Óxido-redução - pilhas eletroquímicas - eletrolise Ìgnea - sistema aquoso
2. Galvanoplastia - materiais utilizados em engenharia - soluções e agentes de
corrosão.
3. Identificação de metais por via seca e via úmida
4. Estudo do plástico e outros polímeros
5. Estudo do cimento, da água e seu tratamento.
6. Práticas de laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 PETRUCCI, E.G.R. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, Editora Globo.
02 BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, LTC.
03 FELTRE, R.H. Físico - Química. São Paulo, Ed. Moderna
04 REVISTA CAVALNOTÉCNICA. Galvonotecnica Prática. SP, Ed. Polígono
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
INGLÊS BÁSICO
O conteúdo desta disciplina foi preparado para desenvolver junto
aos alunos dos cursos de engenharia noções básicas da língua inglesa, para que
eles possam desenvolver algumas técnicas que os auxilie na tradução e no
entendimento (interpretação) de textos técnicos escritos nesta língua.
EMENTA:
1. Gramarr pinnts: to be = simple present & simple past - there to be: present & past simple present tense - The continuos tenses: present past.
2. Imperative - simple past tense - pronouns = personal, possessive, reflexive numerais - telling the time.
3. Elementary vocabular: glossary of some technical terms - thechnical jagons &
abreveations.
4. Short technical textes: elementary texts & supplementary resadings.
BIBLIOGRAFIA:
01 ALLEW, W.S. Living English Struture. 4 th ed., London, Longmans, 1965,
38
02 CAMARÃO, P.C.B. Glossário de Informática. Rio de Janeiro, LTC, 1992.
03 DIXSON, R.J. Graded Exercices in English, RJ, Ao Livros Técnico, 1972.
04 GALANTE, T.p. & LAZARO, S.P. Inglês básico para informática, 2 aed., São
Paulo, Ed. Atlas, 1988.
05 LAVINE, R.Z. & FECHTER, S. Instrumental English: On line. New York,
McGraw Hill, 1986.
06 MILLER, C.A. Grammar of Modern English. 4 th ed.,London, Longmns, 1966.
07 PITTMAN, C.A. Preparatory Techinical English. G. Britain, Longmans, 1960.
08 SERRA, O. Gramática da língua inglesa. 2 a ed., RJ, Fename, 1972.
09 THOSON, A.J. & MARINET, A.V. A Pratical English Grammar. 4 th ed.,
London, Oxford University, 1988. 482p.
10 THONPSON, A.J. & MARINET, A.V. A Pratical English Grammar- Exercices,
3 rd ed., London, Oxford University, 1990.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
LINGUAGEM CIENTÍFICA DE PROGRAMAÇÃO
Ao final da disciplina Introdução à Ciência da Computação o
aluno deve ser capaz de resolver resolver problemas matemáticos, através da
aplicação das diversas técnicas estudadas, e também de desenvolver algoritmos de
programação, portanto, no desenvolvimento da disciplina Linguagem Técnica de
Programação, o aluno deverá aprender codificar tais algoritmos, para que o
computador possa processar as informações que forem requisitadas através do
algoritmo desenvolvido.
EMENTA:
1. Estudo de software’s aplicativos específicos
2. Introdução aos editores de texto (Word)
3. Introdução ao estudo das planilhas de cálculo (Excel)
4. Introdução ao estudo dos editores gráficos (AUTOCAD)
5. Práticas de laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 CEREDA, R.L.D., et al. Introdução ao fortran 77 para Microcompudadores.
Ed.McGraw Hill.
3º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CÁLCULO III
Dar aos alunos a noção dos conceitos fundamentais do cálculo
diferencial e integral para funções de mais de uma variável.
Fornecer as técnicas operatórias do cálculo para funções de
várias variáveis.
Fazer sentir a importância do cálculo através de aplicações
geométricas e físicas.
39
EMENTA:
1. Aplicações da integral indefinida. Volumes, momentos e comprimentos de curvas.
Coordenadas polares. Funções de várias variáveis.
2. Derivadas parciais: forma diferencial exata, derivada de função composta.
Derivação implícita.
3. Função vetorial: representação vetorial de superfícies, plano tangente, gradiente,
derivada direcional.
4. Integrais múltiplas: integração dupla, mudança de variável. Cálculo de volume,
centro de massa e momentos de inércia de figuras planas.
5. Integração tripla. Coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas.
BIBLIOGRAFIA:
01 FLEMMING, O. M & GONCALVES, M.B. Cálculo A. 5 a ed., SP Makron,
02 GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 2a ed.,Rio de Janeiro, LTC, 1987.
03 SWOKOWSKI, E.W. Cálculo. Vol. 1,2, - São Paulo, McGraw Hill, 1983.
04 KAPLAN, W. Cálculo avançado. Vol.1,2, Edgard Blucher, 1972.
05 COUTRANT, R. Cálculo diferencial e integral. Ed. Globo, Vol.2.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
FÍSICA III
Proporcionar aos alunos os conhecimentos básicos das Leis do
Eletromagnetismo e suas aplicações.
EMENTA:
1. Eletrostática: conceitos fundamentais, Lei de Coulomb, Campo elétrico, Lei de
Gauss e Aplicadores, Energia elétrica potencial.
2. Superfícies equipotenciais, Gradiente de potencial, Capacitância e Dielétricos.
3. Eletromagnetismo: forças magnéticas, torque magnético, campo magnético de
uma corrente
4. Lei de BIOT-SAVART, forças entre condutores.
BIBLIOGRAFIA:
01 HALLIDAY,D. & RESNICK, R. Física III. LTC Ed.
02 SEARS, F. et al. Física III. LTC ED.
03 EDMINIDTER, J.A. Eletromagnetismo - Coleção Schaum. Makron Bocks.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MECÂNICA (ESTÁTICA)
Dar ao aluno condições para analisar estaticamente os
problemas estruturais, fornecendo-lhe a base necessária para a aprendizagem de
Resistência dos Materiais (Mecânica dos Sólidos) e dando ensejo a que se veja, de
maneira evidente, a ligação entre a ciência e a técnica.
Preparar o aluno para enfrentar os problemas do ciclo
profissionalizante e desenvolver capacidade de raciocínio para a vida profissional.
EMENTA:
1. Sistemas de unidades vetores.
40
2. Conceito vetorial de força e de momento de uma força em relação a um ponto.
Equilíbrio de ponto material.
3. resultante de um sistema de forças
4. Vinculações e determinação geométrica de uma estrutura
5.Solicitações externas: cargas concentradas, cargas distribuídas e carga
concentrada equivalente
6. Equilíbrio dos corpos rígidos
7. Determinação de esforços em treliças isostáticas
8. Propriedades geométricas das áreas planas
9. Momentos de inércia de superfícies. Momentos de inércia de corpos.
BIBLIOGRAFIA:
01 BEER,F.P. & JOHNSTON. Mecânica vetorial.5 a ed., SP, Ed. McGraw Hill,
02 GIACAGLIA, Mecânica Geral. 2 a ed., São Paulo, Ed. Campus,1990.
03 SINGER, F. Mecânica para engenheiros. 4 a ed., SP, Ed. Harbra, 1990.
04 HIBBELER, R.O. Mecânica: Estática. Rio de Janeiro, Ed. Campus,1985.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS
Contribuir para a formação de uma consciência relativa aos
problemas ambientais.
Levar o aluno a refletir sobre os principais temas ambientais
contemporâneos, levando-o a incorporá-lo no seu campo profissional.
Noções sobre legislação ambiental, qualidade ambiental,
emissão zero de poluentes, estudos de impacto ambiental entre outros levarão o
aluno à compreender a importância da disciplina na formação do engenheiro na
atualidade.
EMENTA:
1. A energia e as ciências ambientais
2. Recursos naturais renováveis
3. Ciclos biogeoquímicos
4. Ecossistemas
5. Meio terrestre: água, ar, solo.
6. Conservação da água
7. Finalização adequada do lixo
8. Conservação do solo.
9. Uma abordagem prática das normas da série ISO 14000 e ISO 18000
BIBLIOGRAFIA:
01 DAJOZ, R., Ecologia geral. São Paulo, Ed. Universidade de São Paulo,1985.
02 ODUN, E.F. Fundamentos de ecologia. São Paulo, Ed. Tomasi S/A, 1987.
03 BRANCO, S.M. et al. Ciências do meio ambiente para o ensino Universitário.
2 a ed., São Paulo, Editora Nobel, 1983.
DISCIPLINA:
TÉCNICAS AVANÇADAS DE PROGRAMAÇÃO
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OBJETIVO:
O aluno, levando em consideração os conceitos estudados nas
disciplinas Introdução à Ciência da Computação e Linguagem Técnica de
Programação, deverá ser capacitado para resolver problemas práticos ligados à
área de Engenharia, através da correta codificação do algoritmo desenvolvido.
EMENTA:
1. Introdução: Linguagem pascal; Histórico, constantes, identificadores.
2. Estruturas de programas em Pascal. Declarações. Expressões aritméticas.
Comando de atribuição - comandos de entrada e saída.
3. Estrutura condicional. Estrutura de repetições. Tipos de Dados. Arquivos.
Manipulação de arquivos.
4. Desenvolvimento de programas.
BIBLIOGRAFIA:
01 WOOD, S. Turbo Pascal - Guia do Usuário. São Paulo, McGraw Hill, 1990.
02 GUIMARAES & LAGES. Algorítmos e estrutura de dados. RJ, LTC, 1988.
03 FARRER . et al. Pascal Estruturado. RJ, Ed. Guanabara Dois, 1985.
04 VELOSO, P. et al. Estruturas de dados. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 1985.
05 CARROLI, L.W. Programação em turbo pascal. SP, McGraw Hill, 1986.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
FÍSICA EXPERIMENTAL I
Fazer o aluno compreender melhor os fenômenos físicos,
verificando a veracidade dos mesmos. Tomar contato com as dificuldades práticas,
analisar os fatores perturbadores e induzir a idéia de pesquisa.
Introduzir o aluno ao mundo real, fazendo com que ele observe a
diferença que existe entre o que se obtém realmente e o que se obtém através dos
modelos matemáticos. O aluno deverá entender a interação entre os valores
calculados e os obtidos realmente; e qual a razão dos erros existentes. Deve
desenvolver observações a respeito do experimento físico em relação as grandezas
que são relevantes no processo.
EMENTA:
1. Introdução a física experimental
2. Gerador eletrostásico de VAN DE GRAFF
3. Eletroscópio de folhas
4. Ionização de moléculas de ar submetidos a ação de um campo elétrico
5. Configuração de linhas de força entre eletrodos
6. Superfícies equipotenciais
7. Imãs permanentes
8. Eletromagnetismo entre bobinas
9. Balanço magnético
10. O transformador.
BIBLIOGRAFIA:
01 RAMOS, L.A.M. Física Experimental.3 a ed., SP Ed. Mercado Alberto, 1990.
02 PAULI, R.U. et al. Física 4. São Paulo, E.P.U(Apostila).
42
03 ADIR, M.L. et al. Física.2 a ed., Livraria Francisco Alves, 1985.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
Dar aos alunos de Engenharia, os fundamentos básicos da
Estatística e da Teoria das Probabilidades, tais como ensinar ao aluno como obter
um conjunto de dados e representá-lo sob diversas formas, além de fornecer ao
aluno as técnicas básicas do método estatístico, visando sua aplicação aos
problemas afins a engenharia.
Todos estes ensinamentos possibilitarão ao aluno a
compreensão das técnicas estatísticas que serão estudadas no desenvolvimento do
curso, fornecendo assim, subsídios para que o futuro Engenheiro controle não só a
qualidade dos produtos, mas também todo o processo de produção.
EMENTA:
1. Conceitos elementares
2. Distribuição - Propriedades. Gráficos: Histogramas - Gráfico polar. Estatística
Descritiva. Amostragem. Estimação de parâmetros.
3. Testes de aderência e hipóteses. Regressão. Análise de variância aplicada a
regressão. Aplicações de Métodos estatísticos a indústria.
4. Medidas de Dispersão: Amplitude. Desvio médio, Desvio padrão. Variância.
Coeficiente de distribuição. Assimetria e curtose.
5. Probabilidade: Evento reunião e intersecção. Probabilidade condicional e
independente, propriedades. Distribuição de Poison.
6. Freqüência relativa. Distribuição normal. Distribuição normal padrão. Cálculo de
escore reduzido. Aproximação da normal a binomial.
7. Gráficos: Histograma, polígono de freqüência, ogivas de Galton. Gráficos de
linhas e de barras. Gráfico de setores. Gráfico polar.
BIBLIOGRAFIA:
01 MORETIN, P. Estatistica.2 a ed., São Paulo, Editora Moderna, 1980.
02 DEVORE, J.L. Probability and Statistics for engineering and the
sciences.New York, 1984.
03 COSTA NETO, P.L.O. Estatística. São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1986.
04MOOD, A.M. et al. Introduction to the theory of statistics. McGraw Hill, New
York, 1974.
4º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CÁLCULO IV
Dar aos alunos a noção dos conceitos fundamentais do cálculo
diferencial e integral para funções de duas ou mais variáveis.
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Mostrar o cálculo, como ferramenta de abordagem dos
problemas físicos e geométricos.
EMENTA:
1. Integrais de linha. Teoremas de Gauss, Stokes e Green, rotacional e divergente
de um campo vetorial. Integral de superfície.
2. Representação paramétrica de uma superfície. Equações diferenciais ordinárias.
Equações de 1º ordem: separação de variáveis.
3. Função de Bernoulli. Equação homogênea. Equações de 2º ordem: funções e
coeficientes constantes homogêneas.
4. Equações a coeficientes constantes não homogêneas - Séries numéricas: critérios
de convergência. Transformação de Laplace.
5. Números complexos. Séries e integrais de Fourier.
BIBLIOGRAFIA:
01 SWOKOWSKI, E. Cálculo com geometria analítica. Makron Books do Brasil
Ed..Ltda., Vol.2.
02 COURANT, R. Cálculo diferencial e integral. Editora Globo, Vol.2.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ELETRICIDADE
Ensinar os conceitos básicos de eletricidade.
Motivar os alunos para as aplicações práticas.
Desenvolver a base para o estudo e entendimento das máquinas
e instalações elétricas.
Explicar as leis e os princípios do eletromagnetismo ligados ao
funcionamento das máquinas e dispositivos eletromagnéticos.
EMENTA:
1. Análise C/C. Leis de Kirchhoff
2. Teorema de Thevenin e Norton, Linearidade e Superposição.
3. Análise Modal. Análise de Malhas.
4. Análise C.A. valores médios e eficaz.
5. Fatores de potência
6. Circuitos Rl, RC e RLC.
7. Potência em CA.
BIBLIOGRAFIA:
01 HAYT, Jr. et al. Análise de circuitos em engenharia. SP, Ed.McGraw Hill,
02 EDMINISTER, J. Circuitos elétricos. SP, Coleção Scawn, Ed.McGraw Hill.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MECÂNICA (DINÂMICA)
Dar ao futuro profissional condições básicas para resolver a
maior parte dos problemas reais que apareçam em seu campo de trabalho,
auxiliando na sua aprendizagem e dando ensejo a que se veja de maneira evidente
a ligação íntima que existe entre à ciência e à técnica.
Estabelecer os conceitos básicos sobre cinemática e dinâmica
dos sólidos.
44
Preparar o aluno para entender os dispositivos mecânicos
comuns á vida do engenheiro.
Desenvolver as bases teóricas sobre balanceamento e esforços
de origem dinâmica.
EMENTA:
1. Cinemática: Posição, velocidade e aceleração de um ponto material. Movimento
retilíneo uniforme e movimento curvilíneo. Dinâmica: 2ª Lei de Newton.
2. Quantidade de movimento. Lei de gravitação de Newton. Movimento planetário.
Métodos de energia. Trabalho de uma força.
3. Energia cinética e energia potencial. Potência. Sistema de forças conservativas.
Sistemas de pontos materiais. Cinemática dos corpos rígidos.
3. Movimento geral. Movimento plano dos corpos rígidos. Dinâmica dos corpos
rígidos. Vibrações mecânicas.
BIBLIOGRAFIA:
01 BEER, F. & JOHNTON, J. s.São Paulo, Ed.
McGraw Hill, 1981.
02 SINGER, F. Mecânica para engenheiros. 4 a ed., SP, Editora Habra, 1990.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CÁLCULO NUMÉRICO EM COMPUTADORES
Levar o aluno a conhecer os métodos numéricos que serão úteis
em seu curso, assim como, acostumar-se com a apresentação de resultados
numéricos.
EMENTA:
1. Erros: introdução. Representação de números. Sistemas binário e decimal. Erros
absolutos e relativos. Arredondamento e truncamento.
2. Zeros de funções Não-lineares: Isolamento de raízes, critérios de parada. Método
de bissecção. Método da posição falsa.
3. Método de Newton-Raphson.
4. Resolução de sistemas lineares. Eliminação de Gauss. Método LU. Método
Interativos.
5. Interpolações: Polinomial, Fenômeno de Range, Interpolação S.
6. Polinômios de Tchebichev. Método dos mínimos quadrados.
7. Integração numérica: fórmula de Newton-Cotes, quadraturas Gaussianas.
8. Erros de programação computacional.
BIBLIOGRAFIA:
01 RUGGIERO, M. et al. Cálculo numérico, aspectos teóricos e
computacionais.1 a ed., São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1987.
02 HUMES, et al. Cálculo numérico computacional. Ed. McGraw Hill.
03 MATTEWS, J.H. Numerical methods. Prantice Hall.
DISCIPLINA:
DESENHO E TECNOLOGIA MECÂNICA
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OBJETIVO:
Levar o aluno a:
- ler e interpretar desenhos, através do
desenvolvimento do raciocínio espacial e da criatividade no campo da disciplina;
- utilizar corretamente os instrumentos de
desenho;
- manejar o Escalímetro;
resolver
problemas
de
Desenho
Geométrico Plano, leitura e interpretação de vistas ortográficas;
- traçado de perspectivas isométricas a partir
das vistas ortográficas, traçado de vistas auxiliares e seccionais.
Propiciar ao aluno condições de executar os desenhos de um
projeto, seja civil, elétrico ou mecânico, utilizando as mais modernas técnicas de
computação gráfica.
Desenvolvimento do espírito crítico para a escolha das várias
alternativas dos projetos (vistas dos projetos).
EMENTA:
1. Introdução ao desenho técnico específico
2. Normas e classificações em desenho técnico mecânico
3. Escalas e traços de desenho técnico mecânico
4. Desenhos de planos e cotagem
5. Desenhos em perspectivas
6. Cortes
7. Desenhos de elementos mecânicos Normatizados
8. Introdução ás folhas de processo e fabricação
9. Introdução ao CAD – desenho assistido por computador
BIBLIOGRAFIA:
01 FERLIN, P.B. Normas para desenho técnico. 3 a ed., Porto Alegre,
Ed.Globo, 1983.
02 FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre, Ed. Globo, 1983.
03 FRENCH, T.E. & VIERCK, C. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 2 a ed.,
São Paulo, Ed. Globo, 1988.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
FÍSICA EXPERIMENTAL II
Fazer o aluno compreender melhor os fenômenos físicos,
verificando a veracidade dos mesmos. Tomar contato com as dificuldades práticas,
analisar os fatores perturbadores e induzir a idéia de pesquisa.
Introduzir o aluno ao mundo real, fazendo com que ele observe a
diferença que existe entre o que se obtém realmente e o que se obtém através dos
modelos matemáticos. O aluno deverá entender a interação entre os valores
calculados e os obtidos realmente; e qual a razão dos erros existentes. Deve
desenvolver observações a respeito do experimento físico em relação as grandezas
que são relevantes no processo.
EMENTA:
1. Aparelho rotativo.
2. Banco óptico.
3. Espelhos planos.
46
4. Espelhos côncavos e convexos.
5. Refração.
6. Calorímetro de água R.H.R.
7. Meios de propagação de calor.
8. Dinamômetro de precisão.
9. Tubo em “U “. Eletroscópio eletro-mecânico.
10. Velocidade de vazão de um líquido. Diapasão.
BIBLIOGRAFIA:
01 PAULI, R.U. et al. Física. São Paulo, E.P.U., USP, 1986.
02 RAMOS, L.A.M. Física experimental. S Paulo Ed. Mercado Aberto S/A, 1978.
03 CALCADA, C.S. Física Clássica. 2 a ed., São Paulo, Editora Atual, 1991.
04 JUNIOR, F.R. Os fundamentos da física.4 a ed., SP, Editora Moderna, 1990.
5º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS
Objetiva transmitir aos alunos conhecimentos sobre o
comportamento dos materiais de construção mecânica sob várias aplicações.
Objetiva ainda, fornecer aos futuros engenheiros o embasamento teórico-prático
necessário para a correta seleção, especificação dos referidos materiais, que serão
utilizados nos diversos tipos de projetos.
Trata-se de uma disciplina que deve ser desenvolvida em
conformidade com a disciplina Materiais de Construção Mecânica.
EMENTA:
1. Ensaios mecânicos destrutivos
2. Ensaios de dureza
3. Ensaios de impacto
4. Ensaios de fadiga
5. Ensaios de fabricação. Ensaio de fluência
6. Ensaios mecânicos não destrutivos
7. Vantagens e definição. Tipos de defeitos a se avaliar. Fatores de escolha
do ensaio, Ensaios por líquidos penetrantes
8. Ensaios por ultrason. Magnatest-Q
9. Ensaios de Raio-X e Raios gama. Ensaios por partículas magnéticas.
10. Noções de metalografia. Macrografia. Micrografia
BIBLIOGRAFIA:
01 SOUZA, S.L. Ensaios dos materiais metálicos. 5 a ed., São Paulo, Ed.
Edgard Blucher. 1982.
02 TEIXEIRA, L. Ensaios mecânicos. São Carlos, Ed. UFSCAR, 1978.
03 COLPAERT, H. Metalografia dos produtos metalúrgicos. 4 a ed., São Paulo,
Ed. Edgard Blucher, 1992.
04 HIGGINS, R.A. Propriedades e estruturas dos materiais em engenharia. 2a
ed., São Paulo, Ed. Difel, 1982.
47
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I
Transmitir aos alunos conhecimentos tecnológicos sobre as
propriedades, composições, estrutura cristalina, deformações elástico-plásticas,
tratamentos térmicos e termo-químicos, aplicações e noções de fabricação dos
diversos materiais utilizados nas indústrias metal-mecânica.
Ministrar os estudos referentes à Ciência dos Materiais, com o
objetivo principal de capacitar os alunos para a correta seleção e especificação dos
materiais de construção mecânica, e ainda, para que o aluno possa testar , analisar
e aprovar o material que está sendo recebido para uma determinada linha de
produção.
Ao final do curso (Materiais de Construção Mecânica I e II) o
aluno deverá ser capaz de selecionar e especificar, ou fabricar, os diversos materiais
que deverão ser utilizados na fabricação dos seus produtos, bem como na execução
dos seus projetos.
EMENTA:
1. Metais ferrosos. Ocorrência dos metais. Ligas ferrosas. Diagramas ferrocarbono.
2. Aços. Aços não molibdênio. Aços especiais. Aços hadfield. Aços silício.
3. Aplicações na construção mecânica desses aços.
4. Ferros fundidos
5. Metais não ferrosos
6. Cobre suas ligas
7. Zinco e suas ligas.
8. Alumínio e suas ligas
9. Chumbo e suas ligas
10. Estanho e suas ligas
BIBLIOGRAFIA:
01 CHIAVERINNI, V. Tecnologia mecânica. 2 a ed, São Paulo, Ed. McGraw Hill,
1986. Vols.I, II e III.
02 LIMA, R.P. Materiais de construção mecânica. São Carlos, Ed. USP/EESC.
03 DAVIS, H. et al. The testing of engineering materials. New York, Ed. McGraw
Hill, 1982.
04 JONE, R.M. Mechanics of composite materials. New York, Ed. McGraw Hill,
1975.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MECÂNICA DOS FLUÍDOS I
Familiarizar o aluno com o comportamento dos fluídos e com as
leis que regem este comportamento. Resolver problemas gerais no assunto com
ênfase no escoamento imcompressível.
EMENTA:
1. Conceito de fluido e suas características
2. Estática dos fluidos e manometria
3. Dinâmica dos fluidos, equação de Bernoulli
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4. Equações governantes analisadas pelos volumes de controle
5. Semelhança, análise dimensional e modelos. Teorema
6. Escoamento viscoso em condutos
7. Escoamentos sobre corpos imersos
8. Equação de Navier Stokes. Teoria da Camada limite
BIBLIOGRAFIA:
01 FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a mecânica dos fluidos. 2 a
ed., Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Dois, 1981.
02 BENNET, C.O. Fenômenos de transportes de quantidade de movimento,
calor e massa. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1978.
03 GIOGERTTI, M.F. Apostila de fenômenos de transportes. São Carlos,
USP/EESC, 1991.
04 WOODROW & PIRES. Apostila de fenômenos de transporte. São Carlos,
USP/EESC, 1988.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
Disciplina básica no curriculum de qualquer área da engenharia,
pois além de resolver problemas de imediato na prática, fornece subsídios a várias
outras disciplinas do curso de engenharia.
Transmitir ao aluno conceitos básicos de Resistência dos
materiais (Mecânica dos Sólidos) tais como: -determinação de esforços internos
solicitantes em estruturas isostáticas;
-determinação de esforços resistentes, ou tensões
normais e tangenciais em seções normais de estruturas.
EMENTA:
1. Conceitos fundamentais: graus de liberdade e vinculação
2. Determinação geométrica de estruturas. Equilíbrio corpo rígido em duas e
três dimensões.
3. Esforços internos solicitantes: esforços normal e cortante.
4. Cálculo das reações externas. Diagramas MNQ
5. Análise de estruturas. Treliças.
6. definição de tensão e de deformação. Cálculo e diagramas de Tensão x
Deformação: Lei de Hooke
7. Esforços normais em barras: tensões normais
8. Análise de estruturas hiperestáticas por compatibilidade de deslocamento
9. Torção em barras de seção circular: tensões tangenciais
10. Tópicos especiais: Rebites e solda
BIBLIOGRAFIA:
01 BEER,F. & JOHNSTTON, E.R. Resistência dos materiais. 2 a ed. São Paulo, Ed.
McGraw Hill, 1989.
02 MARI, D.D. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro, Ed. Globo, 1987.
49
03 CRISPINO, A. Resistência dos materiais. 2 a ed., São Carlos - SP. Ed.
EESC, 1990.
04 BEER, F.& JOHNSTONI, E.R. Mecânica vetorial para engenheiros. São
Paulo, Ed. McGraw Hill, 1981.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
TERMODINÂMICA
Fornecer os conceitos básicos ao aluno na área de
Termodinâmica e Fluidodinâmica, para que o aluno possa enfrentar os problemas do
ciclo profissionalizante.
Oferecer uma visão teórico-prática de todas as máquinas
térmicas, especificamente dos motores térmicos e refrigeradores e seus ciclos de
funcionamento.
EMENTA:
1. Conceitos fundamentais
2. Propriedades de uma susbstância pura
3. Trabalho e calor
4. Primeira lei da Termodinâmica
5. Segunda Lei da Termodinâmica
6. Entropia
7. Otimização de sistemas térmicos
8. Aplicações da termodinâmica: ciclos motores e refrigeração
9. Relações termodinâmicas
10. misturas e soluções
BIBLIOGRAFIA:
01 WYLEN, G. & VAN, R.E.Sonntag Fundamentos da termodinâmica clássica. 2 a
ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1989.
02 HOLMAN, J.P. Thermodynamics, New York, Ed. McGraw Hill, 1988.
03 WARK, K. Thermodynamics. 5 a ed., New York, Ed. McGraw Hill, 1988.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
METROLOGIA DIMENSIONAL
Fornecer condições para os alunos conhecerem, manipularem e
identificarem os recursos de cada um dos principais instrumentos de medidas
utilizados em nossas indústrias.
Favorecer o aprendizado dos alunos para que os mesmos
possam quem sabe até projetar algum equipamento ou sistema de medidas, através
da constante motivação para tal desenvolvimento, dado que todos os sistemas e
dispositivos de medida são cuidadosamente estudados e analisados.
O encerramento da disciplina se dá com a confecção de um
instrumento e/ou sistema de medidas, que é projetado e executado por cada um dos
alunos.
EMENTA:
1. Especificação de requisitos
2. Instrumentos básicos de medição
50
3. Medições lineares e maquinas de medir multi-eixos
4. Teoria dos erros
5. Medição de ângulos
6. Circularização, planicidade e rugosidade.
7. medição de engrenagens, superfícies de contorno e roscas de parafusos
8. Estudos de ajustes e acoplamentos mecânicos
9. Laboratório de controle e dimensional - 18 horas
BIBLIOGRAFIA:
01 ANTHONY, D.M. Engeneering metrology. Oxford, Inglaterra, Pergamon
Press, 1986.
02 OLIVEIRA, J.F.G. Principais normas brasileiras relativas a metodologia
industrial. São Carlos, Ed. LAMAFE,EESC - USP, 1989.
03 LIRANI, J. Introdução a metrologia industrial. São Carlos, Ed. LAMAFE,
EESC -USP, 1990.
6º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II
Transmitir aos alunos conhecimentos tecnológicos sobre as
propriedades, composições, estrutura cristalina, deformações elástico-plásticas,
tratamentos térmicos e termo-químicos, aplicações e noções de fabricação dos
diversos materiais utilizados nas indústrias metal-mecânica.
Ministrar os estudos referentes à Ciência dos Materiais, com o
objetivo principal de capacitar os alunos para a correta seleção e especificação dos
materiais de construção mecânica, e ainda, para que o aluno possa testar , analisar
e aprovar o material que está sendo recebido para uma determinada linha de
produção.
Ao final do curso (Materiais de Construção Mecânica I e II) o
aluno deverá ser capaz de selecionar e especificar, ou fabricar, os diversos materiais
que deverão ser utilizados na fabricação dos seus produtos, bem como na execução
dos seus projetos.
EMENTA:
1. Tratamento térmico dos aços comuns
2. Noções preliminares
3. Noções elementares sobre tratamento térmico
4. Recozimento
5. Tempera
6. Definição dos tratamentos térmicos que envolvem controle de esfriamento
7. Profundidade de envelhecimento pela têmpera
8. Constituinte dos aços temperados
9. Tempera dentro da zona crítica
51
10. Revenido
11. Constituinte dos aços temperados e revenido
BIBLIOGRAFIA:
01 KLOSS,C.L. Materiais para construção. Curitiba, Ed. CEFET, 1991.
02 VLACK, V. & HALL, L. Princípios de ciências dos materiais. 5 a ed., Rio de
Janeiro, Ed. Edgard Blucher, 1984.
03 MANO, E.B. Introdução a polímeros. São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1986.
04 BRANCO, C.A.G.M. Mecânica dos materiais. Lisboa: Ed. FCGK, 1980.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MECÂNICA DOS FLUÍDOS II
Familiarizar o aluno com o comportamento dos fluídos e com as
leis que regem este comportamento. Resolver problemas gerais no assunto com
ênfase no escoamento imcompressível.
EMENTA:
1. Introdução aos sistemas fluido-mecânicos
2. Bombas e suas características principais
3. Bombas hidrodinâmicas: características de funcionamento, análise dos
parâmetros
4. Bombas e o funcionamento em encanamentos
5. Seleção de bombas hidrodinâmicas
6. Ventiladores
7. Compressores: classificação, fundamentos termodinâmicos, consumo específico e
instalação de ar comprimido
BIBLIOGRAFIA:
01 FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a mecânica dos fluidos. 2 a ed.,
Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Dois, 1981.
02 BENNET, C.O. Fenômenos de transportes de qualidade de movimento, calor
e massa. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1978.
03 GIOGERTTI,M.F. Apostila de fenômenos de transportes. São Carlos, Ed.
EESC- USP, 1988.
04 WOODROW, & PIRES, E.C. Apostila de fenômenos de transportes. São
Carlos, USP/ Ed. EESC, 1990.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
Disciplina básica no curriculum de qualquer área da engenharia,
pois além de resolver problemas de imediato na prática, fornece subsídios a várias
outras disciplinas do curso de engenharia.
Transmitir ao aluno conceitos básicos de Resistência dos
materiais (Mecânica dos Sólidos) tais como: -determinação de esforços internos
solicitantes em estruturas isostáticas;
-determinação de esforços resistentes, ou tensões
normais e tangenciais em seções normais de estruturas.
52
EMENTA:
1. Flexão normal simples: tensões normais e tangenciais
2. Flexão oblíqua e composta. Flexão geral.
3. Linha estática. Análise de estruturas hiperestáticas: compatibilidade de
giro e de deslocamento
4. Flambagem em colunas: Lei de Euler e diagramas de segurança
5. Estados de tensão: círculo de Mohr
6. Estados de deformação
7. Critérios de resistência
BIBLIOGRAFIA:
01 BEER,F.& JOHNSTON, E.P. Resistência dos materiais.2 a ed., São Paulo,
Ed. McGraw Hill, 1989.
02 SCHIELL, F. Introdução a resistência dos materiais. 3 a ed., São Carlos,
Ed.EESC-USP, 1970.
03 CRIPINO, A. Resistência dos materiais.2 a ed., São Carlos, Ed EESC, 1990.
04 NASH, W.A. Resistências dos materiais. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1973.
05 TIMOSHENKO, S.P. Mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro, Ed.LTC, 1983.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
USINAGEM I
Os alunos deverão, no final do curso (Usinagem I e II), possuir
condições de selecionar máquinas operatrizes adequadas para diferentes trabalhos
a serem realizados. Deverão ainda, ser capazes de aplicar os conceitos adquiridos
em relação aos seguintes assuntos:
- identificação e determinação das diversas operações de
usinagem;
- seleção do ferramental específico para cada uma das
operações de usinagem, bem como a correta especificação das condições de
operação das mesmas;
- especificação do fluido de corte;
- cálculo das forças de usinagem e da potência;
- otimização de todo o processo de fabricação por usinagem.
EMENTA:
1. Introdução
2. Conceitos básicos sobre os movimentos e as relações geométricas do
processo de usinagem
3. Geometria da cunha cortante das ferramentas da usinagem
4. Operações principais da usinagem - laboratório
5. Mecanismos de formação de cavaco
6. Atividades de laboratório com exercícios teóricos e práticos
7. Materiais para ferramentas
8. Avarias e desgastes de ferramentas
9. Desgaste e vida das ferramenta
10. Curva de vida de uma ferramenta e fatores que influem da sua forma
11. Fluídos de corte
53
12. Práticas de laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. 3 a ed., São Paulo
Ed. Edgard Blucher Ltda, 1992.
02 RUFFINO, R.T. Usinagem dos metais. Ed. EESC-USP, São Carlos, 1993.
03 DIETER, G.E. Metalúrgica mecânica. 2 a ed., RJ, Ed. Guanabara Dois, 1986.
04 KRONENBERG, M. Machining science and applications. New York,
Pergamon Press, 1966.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PESQUISA OPERACIONAL
O objetivo principal da disciplina é colocar o aluno em contato
com os conceitos mais básicos da Pesquisa Operacional, como por exemplo:
sistemas, modelos, problemas (sua caracterização e resolução), otimização, análise
de sensibilidade, simulação, redes PERT e CPM, procurando sempre atingir este
objetivo do uso dos modelos mais comuns de resolução de problemas, encontrados
nas empresas.
Mais do que estimular os alunos a assimilarem os métodos e as
técnicas normalmente apresentados em cursos de Pesquisa Operacional, a
disciplina tentará desenvolver, nos alunos, um bom número de habilidades
necessárias a um bom profissional de nível superior, tais como: leitura e
interpretação de textos, comunicação verbal e escrita, trabalho em equipe, uso de
modelos na solução de problemas, utilização de programas computacionais que
auxiliam na resolução de problemas, etc.
EMENTA:
1. Introdução: as origens, o impacto e as perspectivas em P.O.
2. Modelamento matemático
3. Modelamento de Sistemas
4. Programação Linear
5. Programação Dinâmica
6. Teoria dos Jogos, Teoria das filas e aplicações e Teoria da decisão
7. Técnicas de simulação de modelos em computador e aplicações
BIBLIOGRAFIA:
01 BRONSON, R. Pesquisa operacional. Ed. McGraw Hill, 1985.
02 WAGNER, H.M. Pesquisa Operacional. Ed. Practice Hall, 1986.
03 SHAMBLIN, J.E. Pesquisa operacional: Uma abordagem básica. SP,Atlas.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ELEMENTOS DE MÁQUINAS I
Objetiva transmitir aos alunos e futuros engenheiros os
conhecimentos básicos sobre os diversos elementos construtivos que comumente
são encontrados em máquinas. Objetiva ainda, capacitar os alunos para projetarem
e fabricarem estes elementos, e também o projeto de máquinas propriamente dito.
EMENTA:
54
1. Fixação por meio de parafusos: tipos de solicitação, especificação e
dimensionamento
2. Parafusos de movimento: dimensionamento
3. Molas elásticas de tração e compressão: esforços, materiais para molas e
dimensionamento
4. Outros tipos de molas: feixe de molas, helicoidal, etc
5. Mancais de rolamento: tipos de solicitação, especificação e
dimensionamento
6. Elementos de junção e vedação: características e especificação.
7. Projetos
BIBLIOGRAFIA:
01 BEER,F. & JONSTON,E.R. Resistência dos materiais.5a Ed., S.P, Ed.
McGraw Hill, 1991.
02 NIEMANN, G. Elementos de máquinas. SP, Ed. Edgard Blucher, 1971.
03 SHIGLEY, J.E. Elementos de máquinas. RJ, Ed. LTC, 1989. Vol. 1 e2.
04 SHIGLEY, J.E. & MITCHELL, L.D. s. New
York, Ed. McGraw Hill, 1979
7º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
USINAGEM II
Os alunos deverão, no final do curso (Usinagem I e II), possuir
condições de selecionar máquinas operatrizes adequadas para diferentes trabalhos
a serem realizados. Deverão ainda, ser capazes de aplicar os conceitos adquiridos
em relação aos seguintes assuntos:
- identificação e determinação das diversas operações de
usinagem;
- seleção do ferramental específico para cada uma das
operações de usinagem, bem como a correta especificação das condições de
operação das mesmas;
- especificação do fluido de corte;
- cálculo das forças de usinagem e da potência;
- otimização de todo o processo de fabricação por usinagem.
EMENTA:
1. Determinação das condições econômicas de usinagem
2. Ensaios de usinabilidade dos metais
3. Ensaios de vida de ferramenta
4. Ensaios de usinabilidade baseados na força de usinagem
5. Ensaios de usinabilidade baseados no acabamento superficial
6. Ensaios de usinabilidade baseados na produtividade
7. Exercícios teóricos e práticos em laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 DOYLE. Processos de fabricação e materiais para engenheiros.2 a ed., São
55
Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1988.
02 FERRARESI. Fundamentos de usinagem dos metais.3 a ed., SP, Ed.
Edgard Blucher, 1992.
03 AGOSTINHO, O.L. et al. Princípios de engenharia de fabricação mecânica:
processos de fabricação. São Carlos, Ed. EESC/USP, 1985.
04 AL-QURRESHI, H.A. Processos e mecanismos da conformação dos metais,
São José dos Campos, Ed. Ita, 1991.
05 SACHS, G. Principles of sheet-metal for fabrication.2 A ed. New
York,Ed.McGraw Hill, 1966.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PESQUISA OPERACIONAL II
O objetivo principal da disciplina é colocar o aluno em contato
com os conceitos mais básicos da Pesquisa Operacional, como por exemplo:
sistemas, modelos, problemas (sua caracterização e resolução), otimização, análise
de sensibilidade, simulação, redes PERT e CPM, procurando sempre atingir este
objetivo do uso dos modelos mais comuns de resolução de problemas, encontrados
nas empresas.
Mais do que estimular os alunos a assimilarem os métodos e as
técnicas normalmente apresentados em cursos de Pesquisa Operacional, a
disciplina tentará desenvolver, nos alunos, um bom número de habilidades
necessárias a um bom profissional de nível superior, tais como: leitura e
interpretação de textos, comunicação verbal e escrita, trabalho em equipe, uso de
modelos na solução de problemas, utilização de programas computacionais que
auxiliam na resolução de problemas, etc.
EMENTA:
1. Modelos Probabilísticos
2. Teoria da probabilidade
3. Teoria das filas
4. Teoria de estoque
5. Processos de decisões Markovianos
6. Simulação de modelos em computador
BIBLIOGRAFIA:
01 BRONSON, R. Pesquisa operacional. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1985.
02 WGANER, H. Pesquisa operacional. Rio de Janeiro, Ed. Prantice Hall, 1988.
03 BAZARAA. , M. & SHETTY, C.M. Nonlinear programming: theory. New York,
Ed. McGraw Hill, 1980.
04 LAUENBERGER, D.G. & HEADY. Introduction to linear and nonlinear
programming. New York, Addison-Wesley, 1973.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ELEMENTOS DE MÁQUINAS II
Objetiva transmitir aos alunos e futuros engenheiros os
conhecimentos básicos sobre os diversos elementos construtivos que comumente
56
são encontrados em máquinas. Objetiva ainda, capacitar os alunos para projetarem
e fabricarem estes elementos, e também o projeto de máquinas propriamente dito.
EMENTA:
1. Fadiga
2. Dimensionamento de eixos de transmissão
3. Transmissão por engrenagens: características, especificação e
dimensionamento
4. Transmissão por coroa e parafuso sem fim: características, especificação
e dimensionamento
5. Transmissão por correntes, e por correias: características e
especificação.
6. Projetos
BIBLIOGRAFIA:
01 NIEMANN, G. Elementos de máquinas. São Paulo Ed. Edgard
Blucher,1971, Vols, 1,2, e 3.
02 SHIGLEY, J.E. Elementos de máquinas. Ed. LTC S/A, RJ, 1989,Vol. 1 e 2.
03 SHIGLEY, J.E. & MITCHELL, L.D. s.New York,
Ed. McGraw Hill, 1979.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ENSAIOS MECÂNICOS
Conduzir um estudo sistemático que leva à preparação da
natureza dos objetivos e da finalidade de aplicação dos diversos exames e ensaios
no campo da metalurgia física.
Favorecer o desenvolvimento da compreensão do papel, da
análise ou ensaio dos diversos materiais aplicados à construção mecânica.
Analisar e interpretar o comportamento de materiais submetidos
a diversos tipos de tratamento térmicos e/ou termo-químicos, verificando as
alterações de suas propriedades.
EMENTA:
1. Introdução aos conceitos de cristalinidade e isotropia dos materiais
2. O ensaio de tração e o diagrama carga x deformação
3. Medidas superficiais de dureza
4. A tenacidade dos materiais e o ensaio de impacto
5. os esforços cíclicos e a resistência à fadiga
6. O efeito da temperatura na fluência dos materiais
7. A torção e o cisalhamento dos materiais
8. Análises metalográficas da microestrutura
9. Conceitos sobre os ensaios de raios X, ultra-som e partículas magnéticas
10. Ensaios em laboratórios
BIBLIOGRAFIA:
01 DIETER, C.E. Metalúrgica mecânica.2 a ed, Rio de Janeiro, Ed.
Guanabara
Dois Ltda, 1983.
02 PEREIRA, R.L. Ensaios dos materiais. Publicação EESC-USP, São Carlos,
1980.
57
03 SOUZA, S.A. Ensaios mecânicos de materiais metálicos. Ed ABM, RJ, 1984.
04 CINTRA, J.A. Curso sobre estampagem de aços. ABM, RJ.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PROCESSOS DE FUNDIÇÃO
Infundir nos alunos noções básicas sobre os processos de
fundição, meios de obtenção de peças fundidas.
Preparar os alunos ao projeto de fundidos.
Promover com os alunos aulas práticas e também comparações
entre os processos de fundição e os outros meios de fabricação de peças.
Discutir com os alunos as questões de viabilidade econômica
destes processos.
EMENTA:
1. Classificação dos processos de fundição
2. Operações de fundição
3. Influência na adição de elementos
4. Estruturas de solidificação
5. Fundição de ligas ferrosas
6. Fundição de ligas não ferrosas
7. Especificação dos materiais para fundição - (aços - ferros - fundidos - não
ferrosos)
8. Defeitos de fundição
9. Fornos para fundição (projetos e especificações)
10. Projetos e práticas de laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 SIEGEL, M. Apostila A.B.M/. curso de fundição.
02 CHALMERS, B. & WILEY, J. Principales of solidification. New York, Ed.
McGraw Hill, 1964.
03 Curso de Fundição. Publicação da COPPE -UFRJ. Rio de Janeiro, 1983.
04 DAVIES, G.J. Solidification and casting.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
SOLDAGEM E PROCESSOS DE SOLDA
Os alunos devem, ao final do curso, dominar teoricamente todas
as técnicas e os processos de soldagem, para poder aplicar corretamente os
conceitos adquiridos durante o curso.
Fazer com que os alunos tenham contato direto (prático) com as
principais técnicas e processos de soldagem conhecidos.
EMENTA:
1. Introdução à tecnologia da soldagem
2. Processos de soldagem ao arco elétrico, por resistência, oxi-corte,
brasagem e solda brasagem
3. Materiais de soldagem
4. Metalúrgia e problemas da soldagem
58
5. Defeitos da soldagem
6. Simbologia e desenho para soldagem
7. Projetos de estruturas soldadas
8. Práticas de laboratório
BIBLIOGRAFIA:
01 DRAPINSKI, J. Elementos de soldagem. São Paulo, Ed. McGraw Hill,1979.
02 PERDIGÃO, S. Apostila do Curso de Soldagem . COPPE, UFRJ. Rio de
Janeiro, Editora Coppe, 1983.
03 LINNERT, C.E. Welding metalurgy. New York, Ed. McGrawe Hill, 1967.
04 WAINER, S.E. et al. Soldagem : processos e metalurgia.2
Ed. Edgard Blucher, 1992.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
a
ed., São Paulo,
TRANSMISSÃO DE CALOR
Apresentar aos alunos um tratamento elementar dos princípios
de transferência de calor e massa, ou seja, o estudo dos assuntos referentes à
condução, convecção e radiação, como formas de transferencia de calor e massa.
Ao longo do desenvolvimento destes assuntos, procura-se destacar a compreensão
física dos fenômenos envolvidos, e também procura-se evidenciar a importância do
seu modelamento matemático.
No desenvolvimento desta disciplina são desenvolvidos com os
alunos alguns estudos introdutórios referentes ao princípio de funcionamento das
principais máquinas térmicas que envolvem troca de calor e reação em cadeia.
EMENTA:
1. Introdução: condução, convecção e radiação e a conservação de energia
2. Condução de calor unidimensional em regime permanente: isolamento
térmico e aletas
3. Condução de calor em regime transitório: laminação de aço
4. Covecção forçada interna e externa
5. Convenção com mudança de fase: ebulição e condensação
6. Radiação do corpo negro e do corpo cinzento: brindagem
7. Introdução ao projeto térmico de trocadores de calor: métodos DTML e efetividade
- NUT
BIBLIOGRAFIA:
01 HOLMANN, J.P. Princípios de calor. São Paulo, Ed. Makron Books, 1983.
02 KREITH, F. Princípios de transmissão de calor. SP, Ed. Edgard Blucher.
03 KERN, D.Q. Processos de transmissão de calor. R J, Ed. Guanabara Dois
04 OZISIK, M.N. Transferência de Calor. RJ, Ed. Guanabara Koogan, 1990.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS
A disciplina é de caráter informativo e não de formação e visa
proporcionar conhecimento básico do valor de Direito, principalmente no exercício
da profissão de Engenheiro, com a finalidade de orientar o futuro profissional, quanto
59
as repercussões, que sua atividade produzirá na vida em sociedade e as incidências
da lei e do direito, sobre tal atividade.
EMENTA:
1. Noções de Direito Civil e Direito de Propriedade
2. Fontes de direito e a Lei Jurídica
3. Conteúdo da atual Constituição Brasileira
4. introdução ao estudo do Direito Social, Direito Penal, Direito Civil, Direito
Comercial e Direito do Trabalho
5. A construção civil e sua disciplina código civil – Instalação de uma
indústria
6. Direito de vizinhança
7. O código de obras
8. Zoneamento
9. A legislação profissional e as de interesse dos engenheiros
10. Problemas profissionais – Estudo de casos
BIBLIOGRAFIA:
01 DOWER, N.G.B. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo, Editora
São Paulo, 1989.
02 PINHO, R.R. et al. Instituições de Direito Público e Privado. SP, Ed. Atlas
03 CHAVES, E.B.J. Instituições de Direito Público e Privado. RJ, Ed. Forense
04 MONTORO, A.F. Introdução a Ciência do Direito. São Paulo, RT, 1987.
05 REQUIAO, O.R. Curso de Direito Comercial. São Paulo, 1984.
8º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
SISTEMAS TÉRMICOS I
Trata-se de uma disciplina que é apresentada em seqüência à
disciplina Transferência de Calor, e objetiva o estudo detalhado das máquinas
térmicas em geral.
Objetiva também que os alunos e futuros engenheiros ao final do
curso (Sistemas Térmicos I e II), sejam capazes de entender os fenômenos físicos
envolvidos e o funcionamento destas máquinas, para que assim possam projetá-las
em busca de maior eficiência.
EMENTA:
1. Introdução aos trocadores de calor, seus tipos e classificação
2. Trocadores de calor casco e tubo
60
3. Projeto termo-hidráulico de um trocador de calor segundo os métodos de
Kern e Bell
4. Caldeiras
5. Geradores de vapor
6. Reaquecedores
7. Economizadores
BIBLIOGRAFIA:
01 OZISIK, M.N. Transferência de calor. RJ, Ed. Guanabara Koogan, 1990.
02 KERN,F. Processos de transmissão de calor. RJ, Ed, Guanabara Dois, 1980.
03 HOLMANN, J.P. Transferência de calor.2 a ed., SP, Ed. McGraw Hill, 1985.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO
Proporcionar ao aluno o domínio desta inestimável ferramenta
na área de organização, planejamento e programação de uma empresa industrial e
sua estruturação para fins de maior produtividade.
EMENTA:
1. Características dos sistemas de produção
2. Estrutura geral de sistemas de planejamento e controle da produção
(PCP)
3. Sistemas e técnicas de planejamento, programação e controle da
produção
4. Sistemas de produção e o PCP mais adequado
5. Laboratórios – Utilização de software’s aplicativos específicos
6. Estudo de casos e Simulação de modelos
BIBLIOGRAFIA:
01 BURBIDGE, J.L. Planejamento e controle da produção. Trad. Luiz H. da S.
Cruz.São Paulo, Ed. Atlas, 1981.
02 MAYER, R.R Administração da produção. São Paulo, Ed. Atlas.
03 BUFFA, E. S. & MILLER, J.G. Production inventory systems: planning and
control. Illiois, Richard d. Irwin, 1979.
04 GROOVER, M.P. Automation, production systems, and computer intergratd
manufacturing. New Jersey, Praentice Hall Inc: Inglewood, 1987.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MODELOS ECONÔMICOS
Transmitir aos alunos e futuros engenheiros noções básicas
sobre a Economia e as atividades de produção, para que se possa entender as leis
de mercado e para se estabelecer as melhores formas de atuação, podendo assim
escolher qual o melhor modelo econômico para seguir, em relação ao produto
desejado.
EMENTA:
61
1. Introdução ao estudo da economia
2. A atividade de produção
3. Mercado e sua forma de atuar
4. A moeda: um instrumento básico para organização econômica
5. O sistema financeiro
6. Teoria de funcionamento de mercado
7. O modelo econômico
8. Teoria do produtor
9. A teoria macroeconômica
BIBLIOGRAFIA:
01 ROSSETTI, J.P. Introdução a economia. São Paulo, Ed. Atlas.
02 MONTORO, A.F. et al. Manual de economia. São Paulo, Ed. Saraiva,1992.
03 KINDLERBERGER, C.P. Desenvolvimento econômico. SP, McGraw Hill
04 FOURASTIE, J. et al. Economia. Rio de Janeiro, Ed. FGV, 1988.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
A disciplina Organização Industrial tem como objetivo
proporcionar ao engenheirando uma visão ampla dos problemas econômicos
financeiros de qualquer tipo de empresa mostrando métodos de resolução,
transmitindo aos alunos os enfoques conceituais da macroeconomia no sentido lato,
e sua inferência, no sentido restrito, em termos de tipos empresariais buscando a
aplicação de métodos e soluções econômicas.
Objetiva também, proporcionar ao engenheirando uma visão
ampla sobre os problemas econômicos administrativos e organizacionais de
qualquer tipo de empresa e sobre os meios de resolvê-los.
EMENTA:
1. Introdução : conceitos fundamentais de economia, teoria da produção e
custos, teoria da firma, produtos, renda e despesas, equilíbrio econômico
global, plano mestre de produção
2. Nível de emprego, renda de consumo, organização industrial, estrutura
organizativa, princípios de organização, descentralização.
3. Planejamento de necessidade de materiais (MRP)
4. Planejamento de necessidade de distribuição (DRP)
5. Qualificação do ritmo e Cronometragem.
6. Novas tendências em planejamento e contrôle de manufatura
BIBLIOGRAFIA:
01 HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica. 3 a ed., SP, Ed. Atlas, 1980.
02 NEMMERS, E.E. Economia das empresas. Traduzido por Luiz Ap. Caruso.
São Paulo, Ed. Atlas, 1987.
03 TERRYY, G.R. Princípios de administração, traduzido por Afonso V.Walls.
C.b Companhia Editorial Continental S/A 1987.
04 CANTTANHEDF, C. Curso de organização do trabalho. 3 a ed., SP,Atlas
62
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO
Tornar os alunos aptos a entender a metalurgia-mecânica dos
processos de conformação extrudados (estampagem e forjamento), projetar
componentes mecânicos fabricados pelos processos extrudados e os equipamentos
envolvidos.
EMENTA:
1. Introdução
2. Forjamento
3. Laminação
4. Estampagem
5. Extrusão
6. Trefilação
7. Metalurgia do pó
8. Materiais polimericos - conformação em geral
9. Materiais cerâmicos - conformação em geral
BIBLIOGRAFIA:
01 DOYLE, e outros. Processos de fabricação e materiais para engenheiros.
2 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher Ltda, 1989.
02 CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica: processos de fabricação e
treinamento. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1988, Vol.2.
03 DIERTER, G.E. Metalúrgica mecânica. RJ, Ed. Guanabara Dois, 1983.
04 BLAIN, P. Laminação e forjamento dos aços. Associação Brasileira de
Metais, 1964.
05 NORTON, F.H. Introdução a tecnologia cerâmica. SP, Ed. da USP, 1973.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
MÁQUINAS HIDRÁULICAS E PNEUMÁTICAS
Objetiva transmitir aos alunos os principais conceitos relativos
aos fundamentos das máquinas hidráulicas e pneumáticas, bem como o seu
funcionamento e aplicações.
Fazer com que o aluno conheça os diversos tipos de sistemas
hidráulicos e pneumáticos, e ainda, que sejam capazes de projetar e montar tais
sistemas.
EMENTA:
1. Introdução ao estudo da potência do fluido
2. Sistemas hidráulicos: generalidades
3. O fluido hidráulico, suas propriedades e características
4. Válvulas em hidráulica: válvulas de controle de pressão, de fluxo e
direcionais
5. Acumuladores, reservatórios e filtros
6. Circuitos Pneumáticos e automação industrial
7. Atuadores e válvulas pneumáticas
8. Diagramas trajeto-passo e diagramas de função
9. Geração e distribuição de ar comprimido
10. Manutenção de sistemas hidro-pneumáticos
BIBLIOGRAFIA:
63
01 LINSISNGEN, I.V. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis,
UFSC, 1978.
02 MEIXNER, H. & ROBLER, R. Introdução a pneumática. Rio de Janeiro,
Festo Didatic Ed., 1980.
03 HASEBRINK/ROBLER. Técnica de comando I. RJ, Festo Didatic Ed., 1990.
04 PANZER E BEITLER. Tratado ractico de óleo-hidráulica. São Paulo, Ed. Blume,
1968.
9º TERMO
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
SISTEMAS TÉRMICOS II
Trata-se de uma disciplina que é apresentada em seqüência à
disciplina Transferência de Calor, e objetiva o estudo detalhado das máquinas
térmicas em geral.
Objetiva também que os alunos e futuros engenheiros ao final do
curso (Sistemas Térmicos I e II), sejam capazes de entender os fenômenos físicos
envolvidos e o funcionamento destas máquinas, para que assim possam projetá-las
em busca de maior eficiência.
EMENTA:
1. Introdução ao estudo da refrigeração e ar-condicionado
2. O ar úmido, propriedades. Psicrometria
3. Refrigeração mecânica por meio de vapores, equipamentos e
refrigeração por absorção
4. Ar-condicionado. Levantamento das condições ambientais, normas e
projeto
5. Ventilação de ambientes
6. Ciclo motor. Análise dos motores de combustão interna
7. Motores de dois tempos e quatro tempos
8. Análise termodinâmica do desempenho de motores
BIBLIOGRAFIA:
01 WYLEN, G.J. et al. Fundamentos da termodinâmica clássica. 2 a ed., São
Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1980.
02 KERN, F. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro, Ed.
Guanabara Dois, 1980.
03 TORREIRA R.P. Fluidos térmicos: água, vapor, óleos térmicos. São Paulo,
Ed. Summus Edit., 1980.
04 COSTA, E.C. Refrigeração. 3 a ed., São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1982.
05 SOUZA, Z. Dimensionamento de máquinas: turbinas, bombas ventiladores.
São Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1991.
64
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
GERÊNCIA INDUSTRIAL
Dar ao aluno condições de prover, organizar, dirigir e controlar,
ou seja, administrar o funcionamento de obras e de empresas na área de
engenharia buscando uma maior produtividade e rentabilidade.
EMENTA:
1. Custos industriais
2. Sistemas de custos
3. Princípios contábeis e sistemas contábil
4. Produtividade e Otimização de Tempos
5. Divisão do trabalho e condições de trabalho
6. Análise de mercado
7. Estratégias de crescimento tecnológico .
8. Estratégias e Vantagens Competitivas
8. Planejamento e relação de poder
9. Relações humanas e teorias participativas
10. Organograma e funcionamento de empresas
11. Simulação de modelos em computador
BIBLIOGRAFIA:
01 INDICIBUS. S. Análise de balanços. São Paulo, Ed, Atlas,1989.
02 TPD. Treinamento programado, São Paulo, Ed. IOB, 1991
03 EHRRILCH, P.J. Engenharia econômica. 2 a ed., São Paulo, Ed. Atlas, 1986.
04 GITMAN, L.J. Princípios da administração financeira. RJ, Ed. Harbra, 1988.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
CONTROLE DE QUALIDADE
Familiarizar o aluno com as técnicas e os instrumentos utilizados
para o controle de qualidade e inspeção.
EMENTA:
1. Conceituação da qualidade
2. Gerenciamento da qualidade
3. Normalização técnica
4. Documentação do sistema de qualidade
5. Auditoria da qualidade
6. Controle estatístico do processo
7. Inspeção da qualidade
8. Pensadores da Qualidade
9. Simulação de sistemas de contrôle – Utilização de software’s específicos
BIBLIOGRAFIA:
01 ABNT. Normas ISO 9 000 - Rio de Janeiro, 1990.
02 ROSA, J.A. Planejamento estratégico. SP, Ed. STS Publicação e Trev. 1988.
65
03
SHOLTES, P.R. Times da qualidade. Ed. Qualitybark. Belo Horizonte,
1991.
04 IMAI, M.K. A estratégia para o sucesso competitivo. SP, Ed. Imam, 1989.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
AUTOMAÇÃO NOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO
Tem por objetivo principal transmitir aos alunos os conceitos
fundamentais relativos aos sistemas de produção, para que em seqüência se possa
abordar as questões de otimização dos processos produtivos, e de maneira
diferenciada, a automação (automatização) destes sistemas.
EMENTA:
1. Conceituação de manufatura
2. Tempos padrões
3. Classificação dos sistemas de manufatura
4. Tecnologia de grupo
5. produtividade industrial
6. Automação rígida e flexível
7. CAE / CAD / CAM
8. Flexibilidade
9. Sistemas flexíveis
10. CIM
BIBLIOGRAFIA:
01 HALL, R.W. Excelência na manufatura. São Paulo, Ed. Iman, 1988.
02 STARK, J. Manufacturing automation and integration.New York, Ed. McGraw
Hill, 1986.
03 ENCADERNAÇÃO, J. & SCHLECHTENDAHL, E.G. Computer aided desing.
New York, Ed. McGraw Hill, 1987.
04 GROOVER, M.P. Automation production sistems and computer
manufacturing. Praentice-Hall Ed., 1987.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
PROJETOS DE PRODUTOS E FABRICAÇÃO
Objetiva a complementação da formação dos futuros
engenheiros, no que se refere à metodologia de projeto, não só de um produto, mas
também de todo o parque fabril necessário para a sua produção. Trata-se de uma
disciplina de caráter prático-aplicativo.
EMENTA:
1. Levantamento de capital
2. Projeto de produto
3. Estudo de mercado e previsão de vendas
4. Estudo e seleção dos processos produtivos
5. Decisão de comprar e fazer
6. Dimensionamento da fábrica e de sua capacidade produtiva
7. Escolha da faixa de concorrência
8. Localização da indústria
9. Arranjo físico (Plant layout)
10. Estudo do edifício industrial
66
11. Previsão de diversificação na produção
12. Desenvolvimento da organização
13. Estudo de viabilidade
14. Práticas de Laboratórios - utilização de software’s aplicativos específicos
BIBLIOGRAFIA:
01 OLIVEIRIO, J.L. Projeto de fábrica, produtos, processos e Instalações
industriais. São Paulo, IBLC Ed., 1993.
02 BURDIDGE, L. Planejamento e controle da produção. SP, Ed. Atlas, 1980.
03 BLAIR, R. N.C. & WHITSTON, W. s
engineering hall. New York, Ed. McGraw Hill, 1983.
04 BUFFA, E.S. Edictor- Reading productions and operation management. John
Wily & Sons: Inc. New York, 1980.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
FUNDAMENTOS DA ENG. DE SEGURANÇA
Conduzir um estudo sistemático que leva à percepção da
natureza dos objetivos e da finalidade da segurança do trabalho.
Favorecer o desenvolvimento de uma consciência preventiva de
segurança.
Saber analisar causas e conseqüências de acidentes do trabalho
e utilizar as medidas corretivas exigidas para cada caso.
Conseguir desenvolver um senso crítico voltado para a
segurança do trabalho, para poder com habilidade distinguir as situações de risco de
acidentes do trabalho, e saber adotar as corretas medidas de prevenção.
Conhecer e aplicar as normas de segurança existentes em
nosso país.
EMENTA:
1. Introdução à Segurança e Higiene do Trabalho
2. Conceitos fundamentais de Segurança e Higiene do Trabalho: Segurança,
Higiene, Agentes de Riscos, Acidentes do Trabalho, EPI, etc.
3. Introdução aos aspectos legais da Segurança e Higiene do Trabalho –
Apresentação da Legislação e Normas vigentes
4. Causas e consequências dos Acidentes do Trabalho
5. Primeiros Socorros
6. Política e programa de segurança; CIPA, SESMET, PPRA, PCMAT, PCMSO, etc.
7. Medidas de proteção coletiva; proteção de máquinas; risco elétrico; projeto de
sistemas; etc
8. Equipamentos de proteção individual – EPI
9. Proteção e combate à incêndios e explosões
10. Higiene industrial; riscos ambientais; técnicas empregadas
11. Atividades insalubres e perigosas
12. Proteção ao meio ambiente
13. Ergonomia – conceitos fundamentais e introdução à análise ergonômica
67
14. Estudo de casos.
BIBLIOGRAFIA:
1. ZOCHIO, A. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho.
São Paulo, Editora Atlas, 1.973.
2. DE CICCO, F. M. G. A. & FANTAZZINI, M. L. Introdução à Engenharia de
Sistemas.
São Paulo, Fundacentro, 1.979.
3. Manuais de Legislação Atlas de Segurança e Medicina do Trabalho – N.º 16.
São Paulo, Editora Atlas, 1.998.
4. SAAD, E. C. Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho. São Paulo,
Fundacentro, 1.981.
5. SAAD, E. G. CIPA - Curso de Treinamento. São Paulo, Fundacentro, 24ª ed.
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ECONÔMIA E MERCADO
Visa transmitir aos alunos e futuros engenheiros os conceitos
fundamentais relativos à economia (macro-economia) de maneira global, e
especificamente sobre as leis de mercado.
Com o desenvolvimento do conteúdo programático desta
disciplina, o futuro engenheiro deverá ser capaz de estabelecer as expectativas de
mercado para a vida de um produto, ou de uma linha de produtos.
EMENTA:
1. Elementos básicos dos processos produtivos
2. Funcionamento e evolução dos sistema econômico
3. Análise de Mercados
4. Os mecanismos de preços
5. Princípios da teoria da produção e custos
6. Atividades econômicas, teorias da produção e custos
7. Custos de produção / Métodos de produção
8. Concorrência monopolistica
9. Setores da economia
10. Desenvolvimento econômico
11. Estudo dos Tempos e Métodos
BIBLIOGRAFIA:
01 MENEZES, S. S. Matemática financeira e engenharia econômica em
economia, inflacionaria. São Paulo, Ed. McGraw Hill, 1989.
02 AMATO, N.J. Fundamentos de mercadologia. São Paulo, Ed. Atlas, 1990.
03 COLENCI, A. Produto, preço e comportamento do mercado. São Paulo, Ed.
McGraw Hill, 1978.
04 SALVATORE, D. Introdução a economia. SP, Ed. McGraw Hill do Brasil
10º TERMO
68
DISCIPLINA:
OBJETIVO:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Objetiva a maturidade dos alunos de Engenharia de Produção
Mecânica, através da busca de experiência com a vivência do dia-dia do engenheiro
no campo de atuação profissional, onde o futuro engenheiro deverá ter a
oportunidade de aplicar os conceitos estudados e desenvolvidos durante o seu
curso.
EMENTA:
1. Participação em estudos de aperfeiçoamento e na operação de sistemas
visando mais diretamente sua implantação manutenção, funcionamento e
produção eficaz.
2. Acompanhamento administrativo e econômico das fases de planejamento
e implantação de instalações mecânicas, enfatizando os casos a utilização
de,
3. Técnicas e metodologias específicas da Engenharia de Produção, tais
como: engenharia de materiais, ergonomia e segurança do trabalho
4. Análise de sistemas programação e controle de projetos, políticas de
manutenção, controle de qualidade;
5. Engenharia econômica, pesquisa operacional e projetos de produto
BIBLIOGRAFIA:
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Bibliotecas.
Editora UNESP. Normas para publicações
ANDRADE,M.M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:
Atlas, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20 ed. São Paulo: Cortez,
1996.
LAKATOS, E.M. MARCONI, M. A . Metodologia Científica . 2. ed. São Paulo: Atlas,
1999.
69
5.2. ENFOQUE INTERDISCIPLINAR DO CURSO
As disciplinas da área de fundamentação (formação básica) do curso de
Engenharia de Produção Mecânica sempre apresentam conhecimentos que serão
mais tarde solicitados pelas disciplinas das matérias profissionais. Daí a orientação
geral ao corpo docente para que desenvolvam sempre o raciocínio do conhecimento
aplicado facilitando ao aluno a conexão entre a teoria em si e sua aplicabilidade em
áreas específicas (formação profissionalizante).
5.3. CONSOLIDAÇÃO DAS METODOLOGIAS DE ENSINO
Cabe observar aqui que o processo de avaliação é uma das peças mais
importantes do sistema pedagógico, pois é através dele que podemos descobrir e
corrigir as deficiências e eventuais falhas do nosso processo de ensino.
Este projeto pedagógico, como desenho do curso de Engenharia de Produção
Mecânica da UNIMAR, deverá ser avaliado e revisto a cada semestre, com a
finalidade de prover o suporte necessário ao bom desenvolvimento do processo de
ensino-aprendizado.
Os cursos em si deverão ser avaliados de forma bastante semelhante à do
projeto, ou seja, também deverá ser executado, ao final de cada semestre, um
relatório de atividades onde cada docente deverá expor os trabalhos desenvolvidos
na disciplina ministrada, a abordagem total ou parcial dos itens da ementa, a
qualidade e os resultados obtidos.
Afora isto, cada professor deverá relatar, ao final de cada semestre, suas
atividades extra-classe, no tocante ao ensino, à pesquisa, à sua atividade
profissional e ao seu aprimoramento.
70
A autoavalição, por parte do corpo docente, assim como a avaliação do curso
em si, por parte dos alunos, são dispositivos importantes neste processo avaliatório
e deverão ser aplicadas freqüentemente, a cada ano letivo.
71
PARTE III – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICOPEDAGÓGICA
1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
1.1. FORMA DE ESCOLHA DOS DIRIGENTES
A coordenação do curso é exercida, conforme estatuto e regimento geral da
UNIMAR, por um coordenador, de livre escolha e designação do reitor.
1.2. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
As disciplinas de formação profissional são oferecidas por profissionais
habilitados e a instituição tem respeitado as diretrizes do MEC, CREA e CONFEA na
relação alunos/professor.
O curso conta com salas apropriadamente destinadas às várias atividades
das disciplinas do curso, ou seja, salas de aulas com carteiras convencionais para
as aulas teóricas, salas de aulas com pranchetas e réguas paralelas para as
disciplinas de desenho e projetos, sala de projeção (recursos audiovisuais);
laboratórios de física, química, informática, gestão da produção, ensaios mecânicos,
metalografia, computação gráfica (Autocad), metrologia, oficina mecânica (usinagem
e fundição) e automação, bem como equipamento (retroprojetor, projetor de slides,
episcópio) para o bom desempenho dos docentes.
Ao final de cada semestre são realizadas reuniões de acompanhamento
didático entre os professores e o coordenador do curso para discussões dos
programas de ensino e ementa de cada disciplina, bem como o desempenho dos
alunos em sala.
72
A direção e coordenação do curso de Engenharia de Produção Mecânica da
UNIMAR tem por meta avaliar o processo de ensino-aprendizagem através do
acompanhamento do processo e de seus resultados parciais ouvindo professores e
alunos e, por conseguinte, promovendo revisões neste projeto com o intuito de
aperfeiçoá-lo e atualiza-lo continuamente.
1.3. ÓRGÃOS SUPLEMENTARES
Como apoio às suas atividades didáticas, o curso de Engenharia de produção
Mecânica conta com a infra-estrutura de alguns laboratórios já instalados e em pleno
funcionamento que encontram-se listados a seguir:
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO INFORMÁTICA
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO
3. LOCALIZAÇÃO:
TEMPO INTEGRAL (DIURNO/NOTURNO)
Bloco: IV
Sala: 401 A 409
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
4.1. DIMENSÃO: 10 m x 10 m (APROXIMADA PARA CADA SALA)
- Área útil total do laboratório: 700 m2
- Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO GRANILITE
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: INTRODUÇÃO À
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, LINGUAGEM TÉCNICA DE PROGRAMAÇÃO,
TÉCNICAS AVANÇADAS DE PROGRAMAÇÃO, CÁLCULO NUMÉRICO, DESENHO
E TECNOLOGIA MECÂNICA, PESQUISA OPERACIONAL I E II, PLANEJAMENTO E
CONTROLE DE PRODUÇÃO, MODELOS ECONÔMICOS, ORGANIZAÇÃO
INDUSTRIAL, GERÊNCIA INDUSTRIAL, AUTOMAÇÃO NOS SISTEMAS DE
PRODUÇÃO E PROJETO DO PRODUTO E FABRICAÇÃO E OUTRAS.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
CANALETAS COM TOMADAS ESPAÇADAS DE 1,5 METROS PARA LIGAÇÃO DOS
MICRO-COMPUTADORES.
73
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
MESAS PARA MICRO-COMPUTADOR (DUAS CADEIRAS POR MESA)
MESA PARA O PROFESSOR COM CADEIRA
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
Aproximadamente 160 micro computadores, com as seguintes configurações
básicas:
45 P4
35 PIII
25 PII
40 Pentiun 133/166
15 outras configurações (sala de servidores, técnicos, coordenação, docentes, salas
de projeção, e outras)
Impressoras, scaners, equipamentos audiovisuais, e outros (em todas as salas)
Observação: Os micro-computadores estão distribuídos em 08 salas, todos
conectados em rede com acesso à internet. Suporte técnico e administração da rede,
instalados em sala junto aos laboratórios.
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
TEMPO
(DIURNO/NOTURNO)
3. LOCALIZAÇÃO:
PARCIAL
Bloco: IV
Sala: 417
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
4.1. DIMENSÃO: 012-SALAS MEDINDO 05 m X 10m
- Área útil: 50 m2
- Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO GRANILITE
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
O laboratório destina-se á elaboração e realização de aulas práticas de
simulação e automação.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
CANALETAS COM TOMADAS ESPAÇADAS DE 1,5 METROS PARA LIGAÇÃO
DOS MICRO-COMPUTADORES E CONEXÃO Á INTERNET.
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
02- escrivaninhas
02- mesas para micro
01- arquivo de aço (tipo gaveteiro)
74
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
01- bancada didática de automação – FESTO
01 – MICRO COMPUTADOR
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
3. LOCALIZAÇÃO:
TEMPO PARCIAL
(NOTURNO)
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
Bloco: V
Sala: 524/525
4.1. DIMENSÃO: 04-SALAS MEDINDO 05 m X 10m CADA
- Área útil: 200 m2 (TOTAL)
- Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO GRANILITE
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: FÍSICA I, II
E III, FÍSICA EXPERIMENTAL I E II, ELETRICIDADE, MECÂNICA DOS
FLUÍDOS, MECÂNICAS DOS SÓLIDOS, E OUTRAS
*As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de
Produção Mecânica.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
04-BANCADAS DE MADEIRA REVESTIDAS COM FÓRMICA, TODAS
DOTADAS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (TOMADAS)
04-BANCADAS DE ALVENARIA (TIPO GRANILITE)
02-BANCADS DE MADEIRA
02-PIAS
COM
INSTALAÇÕES
HIDRÁULICAS
E
ELÉTRICAS
(TORNEIRA/TOMADA)
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
80-BAQUETAS DE MADEIRA (35 JÁ EXISTENTES/ 45 À ADQUIRIR)
01-ARMÁRIO DE AÇO PARA GUARDA DE EQUIPAMENTOS
01-MESA DE MADEIRA
01-ARMÁRIO DE MADEIRA PARA GUARDA DE EQUIPAMENTOS
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
05-MÓDULO BÁSICO MMCEL DE FÍSICA - REF. 8100
02-GERADORES DE VEM DER GRAFF E ACESSÓRIOS
02-PONTES DE WEATSTONE
75
01-MESA DE AR
01-MESA DE FORÇAS
02-COLCHÃO DE AR LINEAR HENTSCHEL - REF. 8203
03-MÓDULO DE MECÂNICA DOS FLUÍDOS - BENDER - REF. A, B E C
01-MÓDULO DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS - BENDER - REF. A
01-MÓDULO DE ÓTICA - BENDER REF. A
03-MÓDULO DE ACÚSTICA - BENDER - REF. A, B E C
02-MÓDULO DE ELETRICIDADE - BENDER - REF. A E B
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE METALOGRAFIA
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
3. LOCALIZAÇÃO:
TEMPO PARCIAL
Bloco: V
(NOTURNO)
Sala: 524/525
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
4.1. DIMENSÃO: *TRATA-SE DE ACOMODAÇÕES PROVISÓRIAS.
- Área útil: 30 m2 (TOTAL DE ÁREA CO-UTILIZADA COM LABORATÓRIO
DE FÍSICA)
- Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO GRANILITE
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: MATERIAIS
DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I E II, PROPRIEDADES MECÃNICAS DOS
MATERIAIS, PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO, SOLDA E PROCESSOS
DE SOLDAGEM, FUNDIÇÃO, E OUTRAS.
*Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de
Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa.
*As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de
Produção Mecânica.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
01-PIA
COM
INSTALAÇÕES
HIDRÁULICAS
E
ELÉTRICAS
(TORNEIRA/TOMADA) (CO-UTILIZADA COM O LABORATÓRIO DE FÍSICA)
76
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
01-GABINETE DE INSTALAÇÃO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO “NELPHOT
21”
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
01-MICROSCÓPIO ÓPTICO “NELPHOT 21”
01-BANCO METALOGRÁFICO APL-4D - AROTEC 220 V TRIFÁSICO
01-“CUT-OFF” MOD. GRO COR-40 - AROTEC 220 V TRIFÁSICO (COM
CONJUNTO RESERVATÓRIO/BOMBA PARA REFRIGERAÇÃO DO
SISTEMA)
01-CONJUNTO LIXADEIRA (04-LIXAS) – AROTEC
01-MÁQUINA PARA ENSAIO DE DUREZA
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE METROLOGIA
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
3. LOCALIZAÇÃO:
TEMPO PARCIAL
Bloco: IV
(NOTURNO)
Sala: 426
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
4.1. DIMENSÃO:
- Área útil: 50 m2
- Revestimento: PINTURA TIPO LATEX
- Iluminação: LUMINÁRIA C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO GRANILITE
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS:
METROLOGIA DIMENSIONAL, CONTROLE DE QUALIDADE, FÍSICA I, II E
III, FÍSICA EXPERIMENTAL I E II, E OUTRAS
*Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de
Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa.
77
*As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de
Produção Mecânica.
*Trata-se de um laboratório que deverá subsidiar outras atividades práticas,
tais como as que são desenvolvidas comumente nos laboratórios próximos,
como por exemplo: Laboratório de Tecnologia Mecânica, Física experimental,
etc.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
01-MESA PLANA (FIXA) PARA MEDIÇÕES (Á ADQUIRIR)
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
01-ARMÁRIO PARA GUARDA DOS EQUIPAMENTOS (À ADQUIRIR)
03-BANCADAS DE MADEIRA COM FORRAÇÃO DE BORRACHA (À ADQUIRIR)
30-BANQUETAS (À ADQUIRIR)
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
14-PAQUÍMETRO - MYTUTOIO - 530-104
15-MICRÔMETRO - MYTUTOIO - 103-137
10-PAQUÍMETROS DIDÁTICOS (PLÁSTICO)
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE ENSAIOS
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
3. LOCALIZAÇÃO:
TEMPO INTEGRAL (DIUR./NOT)
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
Bloco: V
Sala: 530 ext
4.1. DIMENSÃO: 10 m X 10 m
- Área útil: 100 m2
- Revestimento: PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: CONCRETO/CIMENTO
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
TRATA-SE DE UM LABORATÓRIO QUE ENCONTRA-SE EM USO
PERMANENTE, POIS ATRAVÉS DA UNITEC, FRUTO DE UM CONVÊNIO
FIRMADO ENTRE A UNIMAR E A INICIATIVA PRIVADA, ESTAMOS
PRESTANDO SERVIÇOS PARA TODAS AS EMPRESAS DE MARÍLIA E
REGIÃO.
78
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: MATERIAIS
DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I E II, PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS
MATERIAIS, E OUTRAS.
*Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de
Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa.
*As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de
Produção Mecânica.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
02-BANCADAS DE MADEIRA REVESTIDAS EM FÓRMICA COM ARMAÇÃO
DE FERRO, APARAFUSADAS NO PISO
---PRATELEIRAS DE CONCRETO EM UMA EXTENÇÃO DE 7 METROS DE
PAREDE (DO PISO ATÉ AO TETO)
03-TANQUES PARA UMIDIFICAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
01-BANCADA DE CONCRETO (BASE DE SUSTENTAÇÃO DAS PRENSAS)
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
20-BANQUETAS (06-EXISTENTES/14 À ADQUIRIR)
01-50-FORMAS PARA MODELAGEM DOS CORPOS DE PROVA
02-BALANÇAS FILIZOLA 200 kg E 5 kg
13-PENEIRAS GRADUADAS SOLOTEST
02-CAIXAS D’ÁGUA PARA UMIDIFICAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
05-BANDEJAS DE METAL
01-FORMA SLAMP
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
01-MÁQUINA DE ENSAIO DE TRAÇÃO EM AÇO EMIC-30T COM PAR DE
GARRAS AUTO-TRAVANTES - 50 ton. DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE
DOBRAMENTO / FLEXÃO,
EXTENSÔMETRO
E
PRATOS
DE
COMPRESSAO 0-160 mm
01-MÁQUINA DE ENSAIO DE COMPRESSÃO EM CONCRETO FORNEY
(1.00 Kv)
01-BETONEIRA ICO (½ cv 1800 rpm)
01-MÁQUINA PARA ENSAIO DE TRAÇÃO EM AÇO 100 ton PARA AÇOS DE
CONSTRUÇÃO E C. P. S. DE LABORATÓRIO
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA MECÂNICA
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
3. LOCALIZAÇÃO:
TEMPO PARCIAL
Bloco: IV
(NOTURNO)
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
4.1. DIMENSÃO: 10 m X 05 m (CADA SALA)
- Área útil: 100 m 2 (SOMANDO-SE AS DUAS SALAS)
Sala: 427/428
79
- Revestimento: PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO “GRANILITE”
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DAS SEGUINTES DISCIPLINAS: DESENHO
E TECNOLOGIA MECÂNICA, PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS
MATERIAIS, USINAGEM I E II, PROCESSOS DE FUNDIÇÃO, SOLDAGEM E
PROCESSOS DE SOLDA, PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO, ELEMENTOS
DE MÁQUINAS I E II, METROLOGIA DIMENSIONAL, PROJETO DE
PRODUTOS E FABRICAÇÃO, ENSAIOS MECÂNICOS, MATERIAIS DE
CONTRUÇÃO MECÂNICA I E II, E OUTRAS
*Este laboratório fornece subsídios para os professores da Faculdade de
Engenharia que estão desenvolvendo atividades científicas de pesquisa.
*As disciplinas listadas acima fazem parte do curso de Engenharia de
Produção Mecânica.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
06-BANCADAS DE CONCRETO PARA SUPORTAR (INSTALAR) AS
MÁQUINAS-FERRAMENTA
02-BANCADAS DE MADEIRA PARA TRABALHOS MANUAIS DE MONTAGEM E
DESMONTAGEM PEÇAS E EXPERIMENTOS
01-ARMÁRIO PARA GUARDA DE FERRAMENTAS E PEQUENOS
EQUIPAMENTOS
01-ARMÁRIO PARA GUARDA DE FERRAMENTAS E PEÇAS DE TRABALHO
*Obs.: Instalações específicas para a rede elétrica e hidráulica.
Os itens listados acima devem ser adquiridos e/ou construídos com
brevidade possível, para que a utilização seja viabilizada e possível.
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
02-KIT’S DE FERRAMENTA PARA OFICINA MECÂNICA (COMPLETO) (À
ADQUIRIR)
02-CONJUNTO MANUAL PARA FAZER ROSCA (TIPO MACHO/FÊMEA) (À
ADQUIRIR)
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
01-TORNO (RECÉM ADQUIRIDO)
03-ESMERIL (RECÉM ADQUIRIDOS)
01-SERRA DE FITA PARA METAL (RECÉM ADQUIRIDA)
02-FURADEIRAS DE BANCADA (RECÉM ADQUIRIDAS)
01-FORNO PARA FUNDIÇÃO DE METAIS (0 - 1200 ºC)
1. DENOMINAÇÃO DO LABORATÓRIO
QUÍMICA GERAL
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO|
3. LOCALIZAÇÃO:
80
TEMPO PARCIAL
(DIURNO)
Bloco: IV
Sala: 426
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
4.1. DIMENSÃO: 10 m X 10 m
- Área útil: 100 m2
- Revestimento: PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: TIPO “GRANILITE”
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
AULAS DIDÁTICAS PRÁTICAS DOS CURSOS BÁSICOS DE ENGENHARIA
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
05-BANCADAS
DE
MADEIRA
REVESTIDAS
EM
FÓRMICA
(APARAFUSADAS NO PISO) OU CONSTRUÍDAS EM CONCRETO
REVESTIDAS EM GRANILITE
03-BANCADAS DE CONCRETO REVESTIDAS EM GRANILITE PARA
INSTALÇÃO DE EQUIPAMENTOS (ESTUFAS, CAPELA, ETC.)
---INSTAÇÕES ELÉTRICAS, HIDRÁULICAS E DE GÁS (GLP) ESPECÍFICAS
PARA ATENDER AS NECESSIDADES DOS EQUIPAMENTOS QUE SERÃO
UTILIZADOS NESTE LABORATÓRIO
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
40-BANQUETAS PARA AS BANCADAS
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
0
02- Estufas Secadoras / 110 C
01-Agitador de Tubos tipo VORTEX
QUIMIS/Q-220 B2
02-Agitador Magnético p/ aquecimento QUIMIS/Q-261-2
02-Agitador Magnético Macro
QUIMIS/Q-241-2
06-Barra Magnética Angular
QUIMIS/Q-307-38
02-Banho com agitação Digital Simples
QUIMIS/ Q-215-M2
01-Bomba de Vácuo
QUIMIS/Q-355-B2
02-Capela para Exaustão de gases
QUIMIS/Q-216-G3T
01-Balança Analítica Eletrônica
QUIMIS/QISQ 210C
02-Balança Semi-analítica
BIOSYSTEMS/MP 3000
01-Centrífuga para Tubos
QUIMIS/Q 222-T1
01-Centrífuga para Butirômetro
QUIMIS/Q-222-B2
01-Destilador de Água
QUIMIS/Q-341-22
01-Digestor Micro-KJELDAHL
BIOSYSTEMS/NT 350
01-Destilador Micro KJELDAHL
BIOSYSTEMS/NT 415
01-Aparelho Digestor de Fibras
QUIMIS / Q-326-26
01-Bateria de Sebelin
QUIMIS/Q-308-226
01-Estufa de Cultura e Bacteriologia
QUIMIS/Q-316-B24
01-Estufa de Esterilização e Secagem QUIMIS/Q-317 272
01-Espectrofotômetro
BIOSYSTEMS/ U-1100 (HITACHI)
01-Liquidificador
01-Moinho de Facas
BIOSYSTEMS/ MR 320
01-Forno/Mufla
QUIMIS/Q-318 D21
02-Potenciômetro
QUIMIS/Q-400 A
01-Refratômetro Abbé
BIOSYSTEM/ 1T
02-Refratômetro Manual
BIOSYSTEMS/N-1
02-Refratômetro Manual
BIOSYSTEMS/N-2
81
2. BIBLIOTECA
2.1. ORGANIZAÇÃO, INFORMAÇÃO E FUNCIONAMENTO
O acervo da Biblioteca Central, reunindo material bibliográfico de todas as
áreas do conhecimento, está organizado de acordo com a classificação decimal de
Dewey (CDD). A biblioteca está automatizada e o acesso ao acervo se dá através
das consultas pelos terminais de computadores dispostos no balcão de atendimento.
Seu horário de funcionamento é das 8h às 22:30h, de segunda à Sexta, e das
8h às 13h aos sábados, contando com o serviço de 10 bibliotecárias, 19 auxiliares, 8
estagiários e 1 atendente que juntos atendem em média 348.300 empréstimos e
362.430 consultas anuais.
2.2. ACERVO
O acervo total da Biblioteca da UNIMAR conta com 69.016 títulos e 93.811
exemplares de livros, 990 títulos e 25.288 exemplares de fascículos de periódicos
nacionais e internacionais. Possui também fitas de vídeo, CD-Roms, disquetes,
mapas, atlas e obras de referência. Possui acesso à Internet e várias bases de
dados (CABABSTRACTS, catálogo da produção intelectual de UFSCAR, Diário
Oficial da União, ERIC – educação e psicologia, JURID – Direito, LEX, LILACS, LIS,
MEDLINE, UNESCO, UNIBIBLI, VET CD.
O acervo diretamente ligado ao curso de Engenharia de Produção Mecânica
conta com mais de 6142 títulos, distribuídos, conforme dados fornecidos pela própria
Biblioteca1, abaixo relacionados, nas seguintes áreas de conhecimento que o curso
abrange:
1
A coordenação do curso possui uma listagem completa do acervo da Biblioteca relacionado com o curso de
Engenharia de Produção Mecânica.
82
.Engenharia : 911 títulos;
.Desenho e geometria: 73 títulos;
.Tecnologia aplicada: 208 títulos;
.Física e matemática: 1.312 títulos;
.Informática: 326 títulos;
.Sociologia, política, economia, geografia, história: 3190 títulos;
.Metodologia científica e ética: 122 títulos;
A UNIMAR mantém, à parte do acervo da Biblioteca Central, uma hemeroteca
com revistas especializadas à disposição dos professores e alunos., além de um
pequeno acervo comum dos docentes. Existe ainda um acervo de catálogos de
máquinas
e
equipamentos
eletro-eletrônicos
prestadoras de serviços, à disposição dos alunos.
e
eletro-mecânicos,
além
de
83
PARTE IV – RECURSOS HUMANOS
1. COMPOSIÇÃO, REGIME DE TRABALHO E QUALIFICAÇÃO
DOCENTE
Os recursos humanos aqui apresentados constam basicamente da relação
dos docentes pertencentes a UNIMAR, e que ministram aulas no curso de
Engenharia de Produção Mecânica. Encontram-se listadas ainda, informações
quanto a sua titulação, tempo de experiência e regime de trabalho.
PROFESSOR
Titulação
TEMPO DE
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
REGIME DE
TRABALHO
.
Menos
de 5
anos
Alessandro
Saraiva Loreto
Alexandre Ricardo
Alferes Bertoncini
Carlos
Eduardo
Trocoli Pastana
Edson Catelan
Edson Navarro
Fátima H. Rabah
De 5 a
10 anos
De 10 a
20 anos
Mais de
20 anos
Até
19 h
De 20
até
39 h
X
Mestre
X
Especialista
X
Mestre
Doutora
X
X
X
X
Especialista
X
X
X
X
X
X
Gilberto E. Ogawa
Especialista
X
José
Armando
Bornello
José
Arnaldo
Duarte
Lívio Túlio Baraldi
Mestre
X
X
Doutor
X
X
Márcio Fernando
Lunardelli Coiado
Marco
A.
Manechini
Dimas Luz
Mestre
X
X
X
Doutor
X
X
Odair
Laurindo
Filho
Palmira Cordeiro
Barbosa
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
40 h
ou
mais
X
X
X
X
X
X
X
X
84
Cristiano Okada
Mestre
X
2. CORPO DISCENTE: SELEÇÃO
REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
X
PARA
INGRESSO
E
O processo seletivo de ingresso no 1º período do curso destina-se a avaliar e
classificar os candidatos, no que diz respeito à sua formação, dentro do limite das
vagas oferecidas, podendo haver uma prova de habilidade específica.
O corpo discente tem representação, com direito a voz e voto, nos órgãos
colegiados na forma do estatuto. A indicação dos representantes discentes e seus
suplentes é feita pelos diretórios acadêmicos das faculdades e diretório central dos
estudantes, conforme o caso.
O corpo discente também mantém um representante no conselho de curso,
escolhido entre seus pares, para mandato de um ano, vedada a recondução.
OBSERVAÇÃO FINAL:
META PRINCIPAL: QUALIDADE DE ENSINO
Ao considerarmos o tema qualidade, o mesmo não se restringe somente aos
produtos e serviços; nos atuais dias, ela é muito mais ampla e abrangente, pois
inclui também o aspecto humano como fator principal na evolução qualitativa das
instituições, visto que os principais agentes da oferta de produtos e serviços são as
próprias pessoas.
A qualidade humana é a essência para todos os outros tipos de qualidade.
Qualidade não se delega, promover sua delegação é descomprometer-se
com a mesma, a qualidade é uma função de todos os educadores em particular.
85
Ao se propor padrões de excelência qualitativa, basicamente deverá se
buscar a verdade, verdade tal que reflita o contexto de insersão da instituição,
verdade sobre os resultados da pesquisa organizacional, realizada na instituição
cujo objetivo é a busca de informações generalizadamente.
As informações deverão ser consisas e bem fundadas refletindo no teor da
qualidade.
A qualidade começa dentro de cada um, é uma ação intrinseca, é o seu jeito
de ser, agir e pensar; inicia-se no nosso relacionamento social conjugado com a
interação vizinha.
Como premissa básica em busca da qualidade dentro da instituição,
inicialmente devemos ter como ponto de partida o conhecimento de quem são os
nossos clientes.
Essa consideração então faz crer que os clientes se distribuem em todo o
espaço amostral do nosso relacionamento humano.
No trabalho, os clientes são os superiores, os subalternos e na esfera externa
os clientes são os elementos consumidores de nosso serviço principal, o educativo.
É necesário a conscientização de que os nossos clientes, as pessoas as
quais fornecemos os resultados dos nossos trabalhos, necessitam recebê-lo sem
distorções e na dimensão de tempo certa.
O grau de qualidade do nosso trabalho se liga a todas as fases do processo
de transformação da matéria prima que poderá vir em condições ou não para ser
trabalhada.
Portanto, o sucesso de um programa de qualidade é dependente do
envolvimento de todos os setores institucionais, e particularmente dos funcionários
com poderes de decisões.
86
O desenvolvimento para o aprimoramento da qualidade das pessoas, cria
condições para a viabilização do desenvolvimento institucional, favorecendo ao
indivíduo o pensamento abstrato, crítico.
Os resultados de tudo isso são a obtenção de padrões altamente positivos
para a sociedade, partindo de matéria prima supostamente de qualidade e
transformando-a em produto de também alto padrão.
Modernizar a educação, as técnicas de aprendizado e a estrutura curricular
mestra é dar qualidade ao ensino.
E isso estamos executando em todas as etapas da formação de nosso
alunado, objetivando resultados importantes para o sistema.
Download

projeto pedagógico