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INFORMATIVO MENSAL DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO DA PAMPULHA • ANO V • NÚMERO 59 • BELO HORIZONTE • MAIO DE 2014
MARIA AUXILIADORA DOS FIEIS!
PE. WELITON DA SILVA LOPES
A Mulher forte do Evangelho de
João 2,5 é a mesma frágil menina,
confundida pelas palavras do Arcanjo Gabriel, em Lucas 1,28. É a mesma
mulher, em duas etapas diferentes de
sua vida e em circunstancias igualmente diversas. Os evangelistas colhem na tradição verbal, nas histórias
contadas de pais para filhos as marcas da presença histórica de Jesus e
dos fatos e pessoas que o cercam.
Maria é sem dúvida uma dessas
pessoas marcantes, se não a maior
delas. A grandeza da presença de
Nossa Senhora no contexto do projeto salvífico deve-se a dois fatos fundamentais: o primeiro é a escolha que
o próprio Deus faz. Ele poderia ter escolhido, para ser a mãe de seu filho,
outra jovem da Galileia ou de qualquer
lugar. Mas foi Maria a escolhida. Em
segundo lugar, ela é grande pelo ‘sim’
dado a Deus. No exercício de seu livre-arbítrio, poderia ter dito ‘não’, e
Deus não a obrigaria a outra coisa. No
entanto, talvez ele, que conhece sua
criatura melhor que ela mesma, soubesse que, não por obrigação, mas
por natureza e índole, aquela jovem
não lhe negaria sua colaboração.
Em nenhum momento Maria aparece, no evangelho, como alguém
alheio aos acontecimentos. Ela estava
de tal forma envolvida em tudo, que
mesmo que quisesse não poderia escolher não participar, embora pudesse
escolher a forma de sua participação.
No entanto, ela opta pela escolha de
Deus. Sua escolha é ativa, consciente
e oriunda de suas experiências, inclu-
sive e, sobretudo as experiências dolorosas, comuns às mulheres, judias,
habitantes de lugares inexpressivos
como era Nazaré, naquele momento.
Pode-se compreender, portanto,
que a menina frágil do Evangelho
de Lucas (1,28), é ao mesmo tempo
a Mulher forte de João (2,1-11), que
vai pouco a pouco se conscientizando
de sua missão e assumindo-a sempre
mais plenamente. Ela ‘veste a camisa’ desde o primeiro momento em
que Deus manifesta-lhe, pela voz do
anjo, o desejo de contar com seu auxilio na execução do projeto salvífico e
ela corresponde a esse desejo. Ela se
torna a Mãe auxiliadora! Oferece sua
ajuda ao próprio Deus no cuidado do
menino Jesus. E ajuda a humanidade
inteira, representada ali nas Bodas de
Caná pelos noivos que ‘não têm mais
vinho’.
A resposta de Jesus dada a Maria
– ‘Mulher, isso compete a nós? Minha
hora ainda não chegou’ (2,4) – dá-nos
a impressão de que Maria quer ‘atropelar’ as coisas, ‘colocar os carros à
frente dos bois’, antecipar o que Jesus reconhecia não sendo sua hora.
Mas não é nada disso! O mesmo trecho do evangelho proclama ao final
do relato que depois deste ‘sinal’ seus
discípulos acreditaram nele. Acreditaram em que? Que ele era capaz de
transformar água em vinho? Mas isso
não carecia mais de crença, pois o
fato já estava consumado. O que está
em jogo é o ‘sinal’ que esse fato representava: Jesus era o portador da
alegria (vinho) de Deus, ou talvez de-
vamos dizer: ele era a própria alegria
de Deus.
Maria sabia quem era Jesus, pois
na sua sensibilidade feminina e materna havia dado a Deus seu ‘sim’
como ‘sinal’ da convicção que trazia
em seu coração de que por meio dele
a Alegria de Deus seria restabelecida permanentemente no coração dos
seres humanos. Não se trata, é claro,
do sentimento que experimentamos
quando alguma situação nos traz uma
sensação de prazer ou felicidade, pois
esses momentos, por mais intensos,
são passageiros e, quando se vão,
carregam consigo, aos poucos, a alegria que trouxeram.
A alegria de que estamos falando, não sujeita ao passar do tempo,
é aquela que brota da esperança que
Jesus confirma com sua morte e ressurreição: Não estamos condenados à
morte eterna, portanto, podemos enfrentar com coragem os outros inimigos que tentam nos roubar a alegria
da fé. O crente sabe que pode lutar
contra todos os inimigos, pois o grande inimigo, que ele não poderia vencer, foi derrotado pelo Cristo, o único
que poderia fazê-lo.
Maria compartilha sua própria
convicção com aqueles que a rodeiam, e hoje também com todos nós
quando pede aos que serviam na festa. Por tudo isso, em João 2,5, lemos:
‘Fazei tudo quanto ele vos disser’. Fazer o que Cristo diz é a receita que
ela, Mãe cuidadosa, nos oferece para
que, não obstante as adversidades,
experimentemos sempre a alegria de
Deus em nossa vida.
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SÃO JOSÉ DE ANCHIETA, MISSIONÁRIO E APÓSTOLO DO BRASIL
JOAQUIM NOGUEIRA BARBOSA
O Papa Francisco assinou no dia
03 de abril de 2014 o decreto que proclama o jesuíta espanhol José de Anchieta como Santo, graças à chamada
“canonização equivalente”, que não
necessita de milagres e é feita por reconhecimento do fervor popular.
Segundo informações do Vaticano, esse é o primeiro santo de 2014
e o segundo jesuíta a ser canonizado pelo Papa Francisco, que também
pertence à Companhia de Jesus e que
foi o primeiro dessa Ordem Religiosa
a ser eleito, em março de 2013, como
Papa – o líder da Igreja Católica.
O processo de canonização do Padre Anchieta durou 417 anos. Ele é
o terceiro santo a ter laços estreitos
de atuação no Brasil. A primeira a ser
declarada santa foi Madre Paulina,
em 2002, nascida na cidade de Vígolo
Vattaro, em Trento – Itália. Logo em
seguida foi a canonização de Frei Galvão, em 2007, reconhecido da relação
oficial da Igreja Católica como ainda o
único santo nascido em solo brasileiro, na cidade de Guaratinguetá – SP.
São José de Anchieta nasceu em
março de 1534, nas Ilhas Canárias,
arquipélago que pertence à Espanha. Ainda muito novo foi estudar em
Portugal e aos 17 anos ingressou na
Companhia de Jesus, congregação
religiosa que foi fundada no século
XVI e seus integrantes são chamados
de Jesuítas. Com apenas 19 anos foi
enviado ao Brasil com a responsabilidade de iniciar um processo de evangelização na América Latina. Viajou
todo o solo brasileiro inaugurando váPE. WELITON DA SILVA LOPES
Para uma reflexão através da poesia:
HOMENAGEM A MARIA
Contemplava, o Criador, os campos
feitos,
Do poderoso hálito, nascidos,
Que habitava o seu divino peito,
E lhe veio, pelos lábios, escorrido.
Seu coração se enchia de alegria,
Ao ver, sobre eles, flores tão diversas,
E das incontáveis cores que traziam,
Em grande regozijo, canto e festa.
rias missões religiosas e atuando na
catequese de índios, inclusive tendo
aprendido a língua do tupi. Seus trabalhos estavam relacionados à catequização e formação educacional dos
moradores do continente.
É conhecido como o Apóstolo do
Brasil, pelo seu trabalho evangelizador e humanitário. Em 1582 iniciou no
Rio de Janeiro a construção da Santa Casa de Misericórdia, destinada a
assistir os doentes e as vítimas das
frequentes epidemias. Dedicava uma
atenção especial aos doentes, aos
grupos indígenas ameaçados, sobretudo porque protegia os índios da vioContudo, pareceu-lhe algo faltar:
Uma flor, que existia em sua mente,
E a falta lhe impedia descansar,
Ou não seria o ser onipotente!
Ao que de cada flor, fez recolherem,
Às abelhas, pequenas criaturas,
O pólen, que podiam oferecer,
Mais a forma, o perfume e a candura.
Tal néctar, juntado em um jarro,
Formou um ser de expressão luzidia,
Em aspecto e essência, incomparável,
Que recebeu o nome de “Maria”.
lência e da escravidão, além de ajudar
muitos negros que eram escravizados
pelo sistema de governo no país.
Atuou na maior parte de sua vida
aqui no Brasil. Junto com o padre Manoel da Nóbrega, Anchieta fundou em
25 de janeiro de 1554 um colégio no
local chamado Piratininga, onde aos
poucos se formou na redondeza um
povoado que foi chamado por Padre
Anchieta de Cidade de São Paulo, em
homenagem ao dia em que se comemora a conversão do apóstolo Paulo.
Ao longo da sua vida Padre Anchieta ficou conhecido como um grande
missionário que tinha uma capacida-
de enorme de dialogar e buscar solução de conflitos. Tinha uma grande
virtude de agir como um conciliador.
Exerceu papel fundamental durante
o conflito entre os índios tamoios (ou
tupinambás) e tupiniquins, chamado
de Confederação dos Tamoios, que
ocorreu entre 1563 e 1564.
Na época, os tamoios, apoiados
pelos franceses, se rebelaram contra
os tupiniquins, que recebiam suporte
dos portugueses. Para apaziguar os
ânimos, Anchieta se ofereceu para
ficar de refém da tribo dos tamoios,
na aldeia de Iperoig, onde atualmente
fica Ubatuba, no litoral norte de SP,
enquanto o outro jesuíta, o padre Manoel da Nóbrega, seguiu para o litoral
paulista para negociar a paz.
Enquanto esteve “preso”, a devoção de Anchieta à Virgem Maria o fez
escrever a obra “Poema à Virgem”,
com quase cinco mil versos.
Anos depois foi nomeado “Provincial do Brasil” da Companhia de Jesus,
responsável por todas as missões jesuítas do continente. Anchieta morreu
em 09 de junho de 1597, aos 63 anos,
na aldeia de Reritiba, hoje chamada
de Cidade de Anchieta no Estado do
Espírito Santo.
Na solenidade de Canonização,
acontecida dia 24 de abril de 2014 o
Papa explicou que São José de Anchieta foi um exemplo de alegria para
os cristãos espalhados no mundo.
Essa característica deve ser fruto da
“força de atração dos discípulos de
Jesus”. Ele ressaltou que era isso precisamente que Anchieta ensinava, a
“sua alegria”, que “para nós deve ser
uma herança”.
HOMENAGEM PARA AS MÃES
Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio. Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Fortalecer-nos quando tudo ao nosso
redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses
para nos proteger e amparar.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir. Amar, amar...
Amar com um amor incondicional que
nada espera em troca. Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.
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AH, SE TODAS AS MÃES FOSSEM ASSIM...
ALEXANDRE BRITO
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim sonhadora,
Pilar-sustentáculo de uma viva fé.
Assim realizadora, doce mistério,
Sensível mulher!
No mês de Maio homenageamos
a todas as mulheres, principalmente
as mães, pelas suas virtudes e capacidade de serem sensiveis aos seus
entes queridos... Reflita com muito
carinho estas belíssimas palavras!
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim transformadora,
Assim portadora de amor tão profundo. Amor que não cala,
Perfume que exala e embriaga o mundo.
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim tão terna, tão meiga, tão mansa...
Mãe que se doa, que não se queixa,
Que não se cansa...
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim tão amiga, sincera, companheira...
Presença em todos os momentos...
A vida inteira!
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim silente, sempre se desmanchando
Num sorriso perfeito!
Será que não traz dor no peito?
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim zelosa, bússola inquieta,
Indicando a estrada...
Quer tudo para os filhos... E para si,
muito pouco... Quase nada...
Ah, se todas as mães fossem assim...
Assim fervorosa,
Exemplo de vida,
Presente dos céus...
Não quer recompensa,,
Só quer em seu lar,
A presença de Deus!
DEVOÇÃO A SÃO JOSÉ OPERÁRIO!
PASCOM
São José foi inserido no calendário litúrgico Romano em 1479. Sua
festa é celebrada no dia 19 de março.
São Francisco de Assis e, mais tarde,
Santa Teresa d’Ávila, foram grandes
santos que ajudaram a divulgar a devoção a São José. No ano de 1870,
São José foi declarado oficialmente
como o Patrono Universal da Igreja.
Foi o Papa Bento XV que em 1920
declarou São José como o patrono da
justiça social. Para ressaltar a grande
qualidade e poder de intercessão de
São José como “trabalhador”, o Papa
Pio XII instituiu uma segunda festa
em homenagem a ele, a festa de “São
José operário” que acontece no dia
primeiro de maio.
São José é invocado também
como o padroeiro dos carpinteiros.
Na arte cristã ele é representado tendo um lírio na mão, representando a
vitória dos santos. Algumas vezes ele
aparece também com o menino Jesus
ou nos braços, ou ensinando a Ele a
profissão de carpinteiro.
São José devotou sua vida aos
cuidados de Jesus e Maria. Vivendo
do trabalho de suas mãos, como carpinteiro, sustentou sua família com
dignidade e exemplo. A profissão de
carpinteiro propiciava dignidade à família. José era um judeu religioso e
praticante. Ele consagrou o menino
Jesus no Templo, logo depois que o
menino nasceu. Este ato só era praticado na época por judeus piedosos.
São José levava sua família regularmente às peregrinações de seu
povo em Jerusalém, como, por exemplo, na Páscoa. Foi numa dessas peregrinações em que, na volta para
Nazaré, o menino Jesus ficou em Jerusalém conversando com os doutores da lei. O menino tinha, então, doze
anos. Nesta ocasião, Jesus afirma que
“Tinha que cuidar das coisas de seu
Pai”. Esta é a última vez que José é
mencionado nas Sagradas Escrituras.
Todos os indícios levam a crer que
José faleceu antes de Jesus começar
sua vida pública. Caso contrário, ele
certamente teria sido mencionado pelos evangelistas, como o foi Maria.
São José teve papel importantíssimo na formação da personalidade de
Jesus enquanto pessoa humana. Claro, Jesus é o Filho de Deus. Porém,
se analisarmos o comportamento de
Jesus do ponto de vista humano, veremos que ele (Jesus) foi um menino e
um homem que teve um pai presente,
piedoso e influente. Um pai que ensinou ao filho o caminho da justiça, da
verdade, do amor e do conhecimento
da Palavra de Deus. Não é à toa que
São José é chamado de “Justo” desde os Evangelhos. Por isso, São José
é um dos maiores santos de todos os
tempos.
Fonte: http://www.cruzterrasanta.
com.br/historia/sao-jose
AGRADECIMENTO AOS PAROQUIANOS E AMIGOS!
CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL
Agradecemos a todos os paroquianos e amigos pelo empenho, organização, devoção e participação
nas celebrações da SEMANA SANTA!
Foi gratificante reviver como Comunidade de Fé essa alegria de ser
cristão! Contamos sempre com vocês!
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Agenda Paroquial Semanal
SEGUNDA
18 horas
Missa na Casa das Irmãs da Companhia de Maria
18h30min
Reunião dos Vicentinos (Igreja)
20 horas
Terço dos Homens (Igreja)
14h 30 min
TERÇA
QUARTA
QUINTA
SEXTA
Receita do Padre
TORTA DE NOZES FÁCIL
INGREDIENTES:
•450 g de açúcar refinado
•450 g de nozes trituradas
•12 ovos
•3 colheres de sopa de farinha de
trigo
•1 colher de sopa de fermento
•100 g de creme de leite
•400 g de doce de leite
•açúcar de confeiteiro p/ finalizar
MODO DE PREPARO:
É importante seguir a sequência
dos ingredientes, já que o bolo é diferente do bolo tradicional.
Separe as claras das gemas. Coloque as claras em uma batedeira, e
vá batendo e colocando o açúcar aos
poucos. Bata até ficar em ponto de
suspiro – quando as claras ficam “grudadas” no fundo da vasilha. Em seguida acrescente as gemas e bata mais
um pouco.
Desligue a batedeira e coloque cerca de 300 gramas de nozes. O restante
das nozes você reserva para o recheio.
Coloque a farinha e depois o fermento.
Misture sem bater e coloque na forma
untada com manteiga, óleo e farinha.
Pode inclusive usar papel manteiga no
fundo para ajudar na hora de tirar da
forma.
Pré-aqueça o forno em fogo médio, mais ou menos 180 °C e leve para
assar por no máximo quinze minutos.
Enquanto isso, faça o recheio. Misture o doce de leite com o creme de
leite e o restante das nozes. Reserve.
Quando o bolo estiver pronto, retire do forno, corte ao meio e recheie.
Se quiser facilitar, divida a massa em
duas formas redondas do mesmo tamanho e leve para assar, assim não
será preciso cortar o bolo ao meio,
pois você já terá dois bolos finos. Depois de recheado enfeite jogando o
açúcar de confeiteiro com a ajuda de
uma peneira. Pode enfeitar também
com nozes inteiras, cerejas, figo. Sirva
sozinha ou acompanhada de chantilly.
SÁBADO
DOMINGO
Terço Mariano (Igreja)
15 horas
Novena da Sagrada Face (Igreja)
19 horas
Missa (Igreja)
20 horas
Grupo de Oração (Igreja)
19 horas
Missa (Igreja)
19 horas
Missa (Igreja)
20 horas
Reunião do Núcleo de intercessão
19 horas
Missa (Igreja)
8h 30min
Catequese (Centro Pastoral)
10 horas
Intercessão das crianças (Centro Pastoral)
16h às 18h
Acampamento Maanaim (Centro Pastoral)
18 horas
Missa (Igreja)
8 horas
Missa (Igreja)
9 horas
Reunião do Grupo de Jovens (Igreja)
18 horas
Missa (Igreja)
Programação Paroquial de Maio
1
5ª Feira
2
6ª Feira
4
FERIADO - Dia de SÃO JOSÉ operário
18 horas
19 horas
Adoração ao Santíssimo
Missa com CONFISSÃO COMUNITÁRIA
III DOMINGO da PÁSCOA
DOMINGO da FAMÍLIA e da CARIDADE
Domingo
16 horas
Adoração ao Santíssimo - Vicentinos Cat. Boa Viagem
5
2ª Feira
13h 30min Terço
14 horas
Adoração ao Santíssimo
15 horas
Missa de Cura
8
5ª Feira
19 horas
10
Sábado
14h 15min Preparação para o Batismo (no Centro Pastoral)
MISSA FESTIVA - 10 anos de Ordenação Sacerdotal
do Padre Weliton da Silva Lopes
IV DOMINGO da PÁSCOA
DOMINGO da ACOLHIDA
11
Domingo 10 horas
15
5ª Feira
18
Domingo
20
3ª Feira
25
Domingo
31
Sábado
Batizados (Igreja)
10 horas
MISSA para as MÃES no Jaraguá Country Club
22 horas
Adoração ao Santíssimo na Catedral da BOA VIAGEM
15 horas
Terço da Misericórdia
V DOMINGO da PÁSCOA
DOMINGO do DÍZIMO
15 horas
Missa da Sagrada Face
VI DOMINGO da PÁSCOA
DOMINGO da MISERICÓRDIA
14h 15min Preparação para o Batismo (no Centro Pastoral)
18 horas
MISSA do 1º DIA da TREZENA de Santo Antônio
EXPEDIENTE: Paróquia Santo Antônio da Pampulha, Praça Santo Antônio nº 02 – Jaraguá - BH - MG | Telefax (31) 3427-2866 | Secretaria Paroquial: de 3ª a 6ªfeira de 8h às 11h e
de 14h às 19h. Sábado de 16h às 19h | Pároco: Padre Weliton da Silva Lopes. Atendimento do Pároco: de 3ª a 6ª de 15h às 18h | Equipe de Comunicação / PASCOM: Andrea A. Costa
Barbosa, Diego Valu Rodrigues, Fernando de Pádua, Heloísa Costa Barbosa, Henrique Costa Barbosa, Irmã Maria Auxiliadora, João Lopes, Laura Milhorato, Leandro Mendes, Márcia
Cristina de Souza, Washington Oliveira, | Diagramação: Joaquim N. Barbosa | Impressão: Guia Prático Editora / Tiragem: 2000 exemplares | [email protected]
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maria auxiliadora dos fieis! - Paróquia Santo Antônio da Pampulha