Ano I • Edição 1 • 2009
Uma publicação da Digital Work
CORTE OS CUSTOS E
GANHE EFICIÊNCIA
Descubra como o conceito pode fortalecer
a competitividade das empresas e as estratégias de negócios
ENTREVISTA
Elis Queiroz, da Microsoft Brasil,
diz que o segredo do sucesso
do SMB está na TI
ARTIGO
Fábio Cézar, da HP, fala como
os recursos de virtualização
podem impactar nos resultados
CASE
SIFRA aprimora comunicação
da cadeia de parceiros
com soluções da HP
EDITORIAL
DIRETOR-EXECUTIVO
Marcos Roberto Silva
EDITORIAL
DIGITAL WORK
Francisco Borges Jr.
Rua Alfredo Pujol, 521 – Santana
02017-010 – São Paulo – SP
www.digitalwork.com.br
A Digital Work Technology é
uma publicação da
Digital Work produzida pela
equipe da Intelligence2,
unidade de negócios responsável por
todos os especiais customizados, on-line e
impressos do Now!Digital Business.
EDITOR-CHEFE
Murilo Märtino
[email protected]
EDITORA ESPECIAL
Solange Calvo
[email protected]
COLABORADORES
Camila Zanqueta e
Déborah Oliveira (reportagem)
Izilda França (fotos)
Mauro Kawamura (projeto gráfico)
Gerson Martins e
Ricardo Alves de Souza (arte)
Juliano Chaves (produção gráfica)
Inovação
também na
comunicação
A
inovação está no DNA da Digital Work, apostamos nela e em um
modelo de negócios que priorize a excelência em nossas atividades.
Decidimos inovar mais uma vez e fortalecer a comunicação com nossos
parceiros com a criação da Digital Work Technology. O objetivo da publicação
é reforçar nossa principal missão: auxiliar nossos clientes e parceiros a trilharem
caminhos de sucesso e alcançarem resultados sustentáveis em seus negócios.
Fazemos isso em nosso dia a dia, buscando sempre oferecer uma consultoria
completa para as melhores soluções de TI.
Acreditamos que informação de qualidade é fundamental para a adoção de
melhores práticas de gestão e ainda auxiliar os gestores a agilizarem as tomadas
de decisões – uma prática crucial para impulsionar os negócios em um mercado
de concorrência acirrada. Com o desejo de fazer parte desse processo, apostamos
no sucesso da Digital Work Technology para aprimorar a comunicação e a
integração em nossa cadeia de negócios. Queremos compartilhar ideias, analisar
NOW!DIGITAL BUSINESS LTDA.
Rua do Rócio, 291/1o andar
Vila Olímpia - São Paulo - SP
CEP 04552-000
Telefone Comercial: (11) 3049-2008
tendências e discutir novas diretrizes no mercado de TI. Sabemos do desafio, mas
temos certeza de que este novo canal nos ajudará a estreitar ainda mais os nossos
relacionamentos e cumprir, de maneira ainda mais fiel, nossa missão.
Nesta primeira edição, entre outros temas, falaremos de virtualização. Demos
voz a parceiros, fornecedores, especialistas e, claro, nossos clientes, para desvendar
soluções e conhecer casos de sucesso. Convidamos todos a nos acompanharem
O Now!Digital Business Ltda.
é parceiro exclusivo no Brasil do
IDG – International Data Group Inc.
nessa iniciativa, e para isso, contamos com vocês novamente!
Boa leitura!
Marcos Roberto Silva
Diretor-Executivo da Digital Work
ÍNDICE
E D I Ç Ã O
1 •
2 0 0 9
12
CAPA
MAIS EFICIÊNCIA COM
MENOS RECURSOS
A virtualização não é mais exclusividade
das grandes corporações e amplia a
participação na preferência dos gestores de
TI das médias empresas. Com planejamento
e expertise na implementação, o conceito é
um aliado de peso na redução de custos e
no aumento da produtividade
05
06
FLASH – FESTA CARIOCA E MINEIRA
Confira as fotos dos eventos que celebraram os dois anos de sucesso
da Digital Work nas capitais do Rio de Janeiro e de Minas Gerais
ENTREVISTA – ALAVANCA DE NEGÓCIOS
A gerente de Marketing e Infraestrutura para Pequenas e Médias Empresas
da Microsoft Brasil, Elis Queiroz afirma que as PMEs podem ampliar as
oportunidades e crescer por meio do uso estratégico da TI
09
10
ARTIGO – OS SEGREDOS DA ARQUITETURA
Fábio Cézar, Solution Architect -TSG Pre-Sales Team da HP, mostra
como a virtualização aprimora a performance do ambiente de
tecnologia da informação
CASE – SIFRA APRIMORA COMUNICAÇÃO
Depois de adotar virtualização, a empresa do setor de factoring aprimorou a disponibilidade de informações
para a cadeia de negócios e ainda atingiu as metas de redução de custos
16
18
EM LINHA – RECEITA DE SUCESSO
Atuante em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a Digital Work marca presença nos
três maiores mercados do País. A estratégia está apoiada no investimento em logística,
equipe bem preparada e parcerias sólidas
PERSPECTIVA – PARADOXO DE MERCADO?
Sylvia Facciolla, da Alfaiataria de Negócios, fala da importância da construção de uma
rede de parceiros para impulsionar negócios e garantir boas posições no mercado
•4
F L A S H
Festa carioca e mineira
Digital Work comemora dois anos de atuação das filiais Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Eventos reuniram clientes, distribuidores e parceiros
EVENTO RIO DE JANEIRO
FOTOS: COBERTURA FOTOGRÁFICA
1
2
3
4
Marcos Martincowski, da Digital Work; Leonardo Câmara, da HP; Marcos Roberto Silva, da Digital Work; Maria Claudia
Lopes, da HP; Antonio Adolfo, Marcus Mendonça e Andrea Bittencourt, da Subsea 7; e Péricles Maia, da Digital Work.
2 ) Leonardo Lima, da BCF, recebe de Martincowski o celular HP iPAQ sorteado entre os presentes. 3 ) Convidados
confraternizam no Rio de Janeiro. 4 ) O músico Milton Guedes canta para os participantes.
1)
EVENTO BELO HORIZONTE
5
FOTOS: ANGELA ESPÓSITO
7
8
6
O humorista mineiro Carlos Nunes diverte os convidados no evento realizado em Belo Horizonte. 6 ) À frente, da
esquerda para a direita: Aristóteles e Junio, do Cruzeiro Esporte Clube. À direita (ao fundo), Helbert Cavalcante Soares, da
Microsoft Brasil. 7 ) À esquerda, Ricardo Aziz, da Mastermaq. À direita (à frente), Luiz Carlos e Allan Iuri, da Vivamed e, ao
fundo, Paulo Murilo, da Brasif S/A. 8 ) Paulo Murilo, da Brasif (ao centro) recebe de Ana Flavia e Leila Gomes, da Digital Work
Minas Gerais, o celular HP iPAQ sorteado entre os convidados.
5)
•5
ENTREVISTA
ELIS QUEIROZ
O
mercado de pequenas e
médias empresas (PMEs) há
muito tem posição de destaque
no planejamento da indústria de TI.
Segundo o governo do Estado de São
Paulo, 98% das companhias da região
são pequenas e médias. Já de acordo
com o Banco Mundial, o setor Small
Medium Business (SMB) representa 60%
do PIB dos mercados emergentes e 70%
da força de trabalho.
Para entender esse segmento, a
Microsoft realizou uma pesquisa com 600
parceiros em cinco países: Brasil, Estados
Unidos, Canadá, França e Inglaterra. Os
resultados mostram que as prioridades
nos investimentos são virtualização,
otimização da infraestrutura de TI,
Business Intelligence (BI), software como
serviço e suporte remoto.
A pesquisa revela ainda que atentos
à diminuição de custos, 50% dos
entrevistados identificaram a virtualização
ou otimização de infraestrutura como
a tecnologia mais recomendável para
diminuir os custos operacionais.
DIVULGAÇÃO
ALAVANCA
DE NEGÓCIOS
•6
Prata da casa
Jornalista especializada em Marketing pela
University of California Berkeley (EUA), a gerente de
Marketing e Infraestrutura para PMES Elis Queiroz
está na Microsoft Brasil há cinco anos, onde também
atuou nas áreas de Treinamento e Parceiros
Aliado ao crescimento, reduzir
as despesas é um desafio constante,
especialmente no mercado SMB. E
a expansão dos negócios traz com
ela a preocupação com o bom
atendimento. Nesse cenário, o ponto
vulnerável é a infraestrutura. Como
alinhá-la às novas demandas de
negócios? O momento é de redução
de custos, energia, espaço e esforço.
Nesse desenho, a virtualização é a
tecnologia mais indicada.
Especialmente em um ambiente de
tecnologia da informação que exige a
cada dia flexibilidade, capaz de suportar
o crescimento das empresas - meta
muito presente também nas pequenas
e médias. Para isso, a infraestrutura deve
ser apropriada o suficiente para lidar
com as deficiências e tirar vantagem das
tecnologias cada vez mais complexas.
A meta é garantir o crescimento ao
menor custo e a tecnologia é a grande
aliada para o cumprimento desse
objetivo com eficiência. Alinhada a
toda essa movimentação, a Microsoft
oferece estratégia sob medida para
o segmento. Quem conta nessa
entrevista é a gerente de Marketing e
Infraestrutura para PMEs, Elis Queiroz.
Para ela, é por meio da tecnologia
da informação que o segmento irá
conquistar novas oportunidades.
DIGITAL WORK TECHNOLOGY –
Quais são as maiores demandas
de tecnologia nas pequenas e
médias empresas?
ELIS QUEIROZ – O mercado de Small
Medium Business tem apresentado
crescimento expressivo. A sua principal
demanda é por infraestrutura básica,
como melhor administração do parque
de servidores e desktops, segurança,
comunicação e backup. As empresas
de menor porte também estão
preocupadas em crescer frente aos seus
concorrentes. O objetivo da Microsoft
é disponibilizar a essas companhias as
melhores tecnologias.
DWT – Quais os principais
obstáculos desse mercado para
o investimento em TI?
ELIS – A principal dificuldade enfrentada
ainda é a falta de conhecimento. Mas
o cenário já evoluiu bastante, há dez
anos questões tecnológicas não estavam
em pauta, hoje podemos encontrar
informações em revistas e jornais
de negócios. Quem decide nessas
companhias é o dono do negócio, e,
na maioria das vezes, a tecnologia não é
o core business. É nesse momento que
entram nossos parceiros, como a Digital
Work, que podem auxiliar o executivo
na tomada de decisão.
•7
ENTREVISTA
O papel da TI é estratégico, o gestor é um tomador
de decisão, que avalia como as tecnologias podem
ajudar empresas a atingirem suas metas
DWT – As empresas ainda temem os custos
DWT – Como está a aceitação da virtualização
para investir em TI?
ELIS – Em alguns cenários, os custos ainda são
considerados uma barreira. Mas, no geral, os
valores para que as pequenas e médias empresas
modernizem a área de tecnologia não são proibitivos.
Planejar é importante para que os aportes não sejam
perdidos ao longo do tempo. Investir em TI é como
construir uma casa, você não consegue colocar a pia
se ainda não levantou as paredes. O investimento
deve estar alinhado ao plano estratégico da empresa
e a TI vista como um dos pilares. É primordial avaliar
os objetivos de crescimento da companhia para
eleger produtos e soluções que tenham base forte,
segura e expansível.
e os benefícios que proporciona às PMEs?
ELIS – Os conceitos em tecnologia acontecem
em onda. Vimos todo o boom da internet e no
momento acontece o mesmo com a virtualização.
Para a Microsoft, essa não é uma tecnologia nova,
trabalhamos com ela desde a década de 60.
Trata-se de um conceito muito amplo, que envolve
não somente servidores, mas também desktops
e aplicações. Hoje, o que está mais em voga é
a solução aplicada aos servidores. Ela permite
aproveitar melhor o hardware e consequente
redução de custos com máquinas, energia e espaço
físico. Nas médias empresas, a tecnologia já é uma
realidade. O objetivo da Microsoft é fortificar o
Windows Server 2008, sistema operacional que já
contém a feature de virtualização, um diferencial de
mercado nesse segmento tão disputado atualmente.
DWT – Existe preferência por algum tipo de
solução nesse segmento?
ELIS – São vários os exemplos. Um deles é o uso de
um servidor, que aumenta a segurança dos dados
estratégicos e agiliza processos. Outro é a adoção
de virtualização, principalmente nas empresas
de médio porte que precisam reduzir custos.
Também podemos destacar sistemas como CRM
e ERP. O uso desses recursos traz mais eficiência
no gerenciamento de informações, ampliando as
oportunidades de negócios. A Microsoft oferece duas
opções especialmente desenvolvidas para as PMEs.
O sistema operacional Windows Server Fundation,
para empreendimentos com até 15 usuários e o Small
Business Server (SBS), um conjunto de soluções que
atende companhias com até 75 usuários.
DWT – De que maneira o investimento em TI
pode ajudar as PMEs na redução de custos?
ELIS – O papel da TI é estratégico, o gestor é um
tomador de decisão, que avalia como as tecnologias
podem ajudar as empresas a atingirem suas metas.
Somente com investimento em tecnologia, por
mínimo que seja, é que as companhias conseguirão
expandir sua atuação mais rapidamente e com
segurança. As ferramentas podem ajudá-las a competir
de maneira mais eficiente e a se comunicar com
clientes e fornecedores de forma mais profissional e
ágil. Tudo isso não só auxilia na redução de custos,
DWT
como também no crescimento sustentável.
•8
ARTIGO
FÁBIO CÉZAR
O
conceito de virtualização
vem ganhando cada vez
mais espaço no universo de
servidores x86. Embora, notadamente,
o amadurecimento das próprias ofertas
dessa tecnologia e o exponencial
aumento de performance de servidores
gerem um cenário facilitador, é
interessante observamos como tais
recursos, quando usados de maneira
eficiente, podem impactar e aprimorar
até mesmo as práticas de negócio de
uma empresa.
Ao analisarmos a adoção de
virtualização, devemos considerar que
a sua avaliação e a adoção demandam
custo e impacto iniciais de operação
diária de hardware, treinamento e
administração do pool de servidores.
Todo esse investimento é em prol de
ganhos significativos em redundância
e performance.
Há ainda o benefício da adoção
de recursos específicos de plataformas
de hardware (como controle de
energia, power profiles – a capacidade
de determinar a performance de um
servidor via limitações de consumo, slots
SD internos – encontrados nas novas
plataformas de servidores ProLiant),
proporcionando uma maneira eficiente
de aproveitar funcionalidades e
diferenciais do hardware.
O Virtual Server 2005 foi a
primeira arquitetura de virtualização
desenvolvida pela Microsoft, sendo
parte da família de produtos Windows
Server. Uma de suas características
marcantes é que depende de um
sistema operacional para prover
completamente o stack de virtualização.
Este é composto pelo serviço Virtua
Server, console de administração, bem
como a base do sistema denominada
Virtual Machine Monitor.
O stack de um sistema de
virtualização opera nos modos User e
Kernel de uma CPU (unidade primária
de processamento do sistema).
Recentemente, foi incorporado como
componente da arquitetura Hyper-V,
o papel do hypervisor, uma pequena
camada de software residente abaixo
do Guest e do sistema operacional e
diretamente acima do hardware.
O hypervisor não necessita de drivers,
pois interage diretamente com recursos
de controle de virtualização baseados
em hardware (Hardware Assisted
Virtualization – HAS). Ele garante ainda
que as máquinas virtuais obtenham
performance semelhante a do sistema
operacional base do ambiente Hyper-V.
Outra função importante do
sistema hypervisor é criar partições,
alocar recursos para elas, controlando
e definindo tecnologias para acesso
às partições, classificadas como Parent
Partition e Child Partition.
Por meio dos recursos da
plataforma Hyper-V, é possível criar uma
infraestutura unindo a performance
dos sistemas de virtualização Hyer-V ao
elevado desempenho dos servidores
ProLiant, bem como a confiança e a
disponiblidade dos mesmos, garantindo
o melhor retorno do investimento para as
empresas usuárias da tecnologia. DWT
•9
DIVULGAÇÃO
OS SEGREDOS DA ARQUITETURA
Os recursos
de virtualização
quando usados de
maneira eficiente
podem impactar
e aprimorar até
mesmo as práticas
de negócio de
uma empresa
Fábio Cézar é Solution Architect
- TSG Pre-Sales Team da HP
C A S E
SIFRA
SIFRA MODERNIZA
AMBIENTE DE TI
Para aprimorar a disponibilidade de dados com segurança e
alinhar a infraestrutura às necessidades de negócios, a empresa
de factoring apostou na virtualização
R
apidez e segurança no acesso a
informações para diferentes públicos
são desafios cada vez mais presentes
nas companhias. A SIFRA S/A, empresa da área de
factoring com mais de 130 profissionais, consultou a
Digital Work e, com a ajuda do gerente de Contas
Eudes Ramos, buscou um projeto que auxiliasse a
área de TI no desenvolvimento de seus trabalhos.
“Nossa principal meta é manter a alta disponibilidade
de informações com a máxima segurança. Nossos
clientes internos e externos precisam de um acesso
seguro e ágil aos dados”, explica o responsável pela
área de TI da SIFRA S/A, Rodrigo Monteiro.
O principal desafio era desenvolver um projeto
para modernizar a infraestrutura de TI, que permitisse
aprimorar a atuação na principal demanda da área,
além de reduzir custos. Era necessário otimizar a
utilização dos recursos tecnológicos, trocar máquinas
já obsoletas e expandir a capacidade dos servidores.
A solução eleita foi a virtualização com um mix de
servidores blade storage MSA2000, da HP.
Dados da HP apontam que a adoção da
tecnologia blade está em crescimento acelerado no
Brasil. O número de unidades vendidas em 2008
foi 101% maior em relação ao ano anterior. Ainda
segundo a empresa, estimativas apontam que
em 2012 cerca de 30% de todos os servidores no
mercado brasileiro sejam nesse formato. A consultoria
IDC projeta que até o final de 2009 a participação dos
blades deve chegar a 11,8% do mercado.
A virtualização é apoiada no Hyper-V, um recurso
do Windows Server 2008, baseado em hipervisor.
“Avaliamos o custo-benefício. Estudos dizem que
o custo da solução de virtualização da Microsoft
chega a ser até cinco vezes menor do que o da
concorrência”, afirma Monteiro.
Panorama
SIFRA S/A
www.sifrasa.com.br
Metas: disponibilidade e agilidade no acesso aos
dados estratégicos com segurança
Tecnologia: solução de virtualização, apoiada
no Hyper-V, um recurso do MS Windows Server
2008, baseado em hipervisor
Benefícios: agilidade de processos, acesso mais
rápido e seguro aos dados e alta disponibilidade
de informações, gerenciamento centralizado,
além de melhor atendimento às necessidades de
negócios e redução de custos de energia e de TCO
PARCERIAS DE PESO
O sucesso de um projeto de virtualização começa
na escolha dos parceiros. “No processo de seleção
de uma revenda para esse projeto, buscamos os
• 10
A Digital
Work entendeu
exatamente o
que o cliente
precisava
melhores preços e excelência no fornecimento de
equipamentos e serviços, por isso decidimos pela
Digital Work”, diz Monteiro.
A sintonia também deve existir entre o canal e
o fabricante, como avalia o gerente de Marketing
do Grupo de Soluções de Tecnologia da HP Brasil,
Alexandre Lacerda. “A Digital Work entendeu
exatamente o que o cliente precisava hoje e a
estratégia para um futuro imediato. Conseguimos
provar o valor de investir em uma solução econômica,
escalável e de fácil gerenciamento”, revela.
Na avaliação do executivo, o projeto estava
perfeitamente alinhado às necessidades de negócios,
essencial para o sucesso da solução. “Acreditamos
que não basta disponibilizar a melhor tecnologia com
o HP BladeSystem. O atendimento personalizado,
ajudando o cliente a entender seu problema e
buscar a solução mais adequada, é o que faz a
diferença”, completa.
A SIFRA S/A contabiliza os resultados do
projeto que vão desde o melhor atendimento às
necessidades de negócios à redução de custos.
DIVULGAÇÃO
Gerente de Marketing do Grupo de
Soluções de Tecnologia da HP Brasil,
Alexandre Lacerda
A empresa aponta que a disponibilidade das
informações para seus diversos públicos é superior se
comparada ao cenário anterior à virtualização.
“Conseguimos utilizar todo o recurso que o
hardware oferece, sem deixar capital investido ocioso,
como no caso de equipamentos que são utilizados
poucas vezes por dia e por arquitetura que necessita
de um servidor dedicado. Com o Hyper-V, isso é
facilmente configurado”, revela Monteiro. A economia
de espaço físico também é valorizada pelo executivo.
“Hoje, diversas empresas de pequeno e médio
portes não contam com uma área privilegiada
para receber seus equipamentos de TI.
A tecnologia blade é ideal para esse cenário”,
complementa. “Alcançamos um gerenciamento
centralizado, economia de energia elétrica,
refrigeração, redução de cabeamento e de custo
DWT
total de propriedade (TCO)”, avalia Lacerda.
• 11
C A PA
VIRTUALIZAÇÃO
MAIS EFICIÊNCIA COM
MENOS RECURSOS
Aprimorar a performance, otimizar a disponibilidade dos recursos
de TI e aumentar a produtividade são algumas das missões do
conceito que a cada dia conquista uma legião de adeptos
P
Por Camila Zanqueta
ermitir que um único computador atue
como diversas máquinas por meio do
compartilhamento de seus recursos em
múltiplos ambientes é um conceito tentador que
ganha espaço nas empresas. Hoje, o segmento de
tecnologia da informação (TI) perdeu seu caráter de
centro de custos voltado ao suporte operacional e
alcançou importância estratégica nos negócios. Nessa
esteira, a virtualização de servidores deixou de ser um
plano para o futuro distante e entrou na pauta dos
altos comandos corporativos, que enfrentam o dilema
de encontrar maneiras para reduzir custos e aumentar
as receitas das companhias. Aposta das empresas
que perseguem a modernização de seus parques
tecnológicos, o modelo traz flexibilidade à infraestrutura
de TI, simplificando o gerenciamento e contribuindo
para fortalecer o foco nos negócios.
Em tempos de recuperação econômica, as
empresas estão comprometidas com a adoção
de tecnologias que amenizem os impactos do
cenário adverso. Estudo realizado pela consultoria
IDC – especializada em tecnologia da informação e
Telecomunicações - com 240 empresas de grande
porte apontou forte tendência de investimento em
virtualização para este ano. A redução de custos como
• 12
uma das principais medidas para os próximos meses
foi destacada por 39% das companhias ouvidas. Já
29% das organizações pretendem otimizar a eficiência
de processos e a previsibilidade das operações.
Os benefícios conquistados com a arquitetura são
extremamente adequados a esses objetivos.
Por mais novo que pareça, o conceito nasceu
na década de 60, com o objetivo de utilizar
simultaneamente um mainframe, por meio da
recriação de ambientes de usuário final em um único
equipamento. A partir dos anos 90, a virtualização
passou a existir em plataformas baixas x86. O pontapé
inicial para a disseminação da tecnologia foi dado
pela empresa VMWare, que desenvolveu o primeiro
software capaz de desvincular o sistema operacional e
os aplicativos dos recursos físicos.
Os números desse mercado apresentam constante
crescimento. Segundo o instituto de pesquisas Gartner,
o faturamento com softwares de virtualização deve
atingir US$ 2,7 bilhões este ano, o que representa
incremento de 43% se comparado aos números de
2008, quando o segmento movimentou US$ 1,9
bilhões em todo o mundo. Os chamados ‘softwares
de virtualização’ permitem que o administrador defina
como os recursos de hardware (processamento,
memória e armazenamento) serão divididos entre as
estações virtuais. Assim, é possível alocar os recursos
necessários a cada aplicação, de acordo com as
necessidades da companhia.
ALIADO DE PESO
A virtualização prossegue conquistando muitos
adeptos em variados escopos corporativos. De acordo
com o diretor Comercial da Digital Work, Fernando
Gatti, a busca por esse modelo também já é pauta
fora das megaorganizações. “No primeiro momento,
o padrão virtual era voltado às grandes corporações,
mas hoje é opção para as de médio porte, que podem
ganhar com a tecnologia”, diz ele. O consultor sênior
da TGT Consult, Waldir Arevolo, acrescenta que a
economia de recursos é o principal motivador para a
adoção do modelo. “As empresas buscam tecnologias
que as ajudem a minimizar gastos, o que, de fato,
acontece com o uso da virtualização”, afirma, alertando
que é preciso avaliar em que momento a tecnologia
será adotada. “O retorno do investimento não vem
de imediato, dependendo do projeto pode chegar
somente a partir de um ano.”
Hoje,
a virtualização
já é opção para
as empresas de
médio porte
Diretor Comercial da Digital Work,
Fernando Gatti
De acordo com especialistas, a redução de custos
com a adoção da tecnologia pode chegar a 60%.
Cada dez servidores são substituídos por duas ou três
máquinas, os números dependem das aplicações
que serão utilizadas. “Os benefícios econômicos
da virtualização são inúmeros. Podemos citar a
redução do consumo de energia dos equipamentos,
da dissipação de calor e, consequentemente, da
necessidade de refrigeração”, diz o gerente de
Software da Digital Work, Marcos Oliveira. Ele explica
que, entre as melhorias trazidas com o modelo, há
também a diminuição do espaço físico necessário
para armazenar as máquinas e a menor necessidade
de conexão de cabos de rede. “Menos cabos,
significam menor número de portas de switch; de
HBAs e switches Fiber Channel para acesso ao
storage. Com a tecnologia adotada, serão menos
tomadas e cabos de energia”, diz.
C A PA
VIRTUALIZAÇÃO
Além das vantagens econômicas, há o alinhamento
ao conceito de TI Verde. Em pauta não somente entre
ambientalistas, a preocupação com a sustentabilidade
chegou aos consumidores, que preferem produtos
desenvolvidos por corporações comprometidas com
a preservação do meio ambiente. Atitudes como a
economia de energia e a redução do uso de materiais
poluentes ganham pontos em prol do meio ambiente.
A virtualização aumenta a eficácia operacional,
essencial para potencializar o poder de gerenciamento
da área de TI. A tecnologia reduz o custo de gestão
da infraestrutura de processamento das informações,
tornando a gestão mais simples e eficiente.
A capacidade computacional do hardware disponível
hoje é muito elevada e o modelo nivela a utilização
e distribui logicamente o processamento entre os
servidores virtuais. A agilidade também é outro benefício
da tecnologia. Para se ter uma ideia, a criação de
Oliveira, da Digital Work: dados
estratégicos devem ser muito
bem protegidos
uma máquina virtual consome de 10 a 20 minutos,
dependendo das aplicações que irá rodar. Dessa
forma, o gestor de TI pode atender com mais rapidez
as demandas de negócios da corporação.
PLANEJAMENTO CERTEIRO
A decisão pela adoção de virtualização deve ser
precedida de um estudo cuidadoso que avalie
as necessidades, além dos custos iniciais de
implementação, o retorno do investimento e o
treinamento da equipe. “Todo o processo deve ser
acompanhado por uma empresa que tenha expertise
para auxiliar o cliente a eleger a melhor arquitetura e
as soluções adequadas ao seu ambiente de negócios.
O treinamento da área para a administração dos
servidores virtuais também é essencial”, esclarece o
gerente de Produtos TSG da Digital Work, Gabriel Alba.
O planejamento também deve englobar o aspecto
financeiro do projeto. A disseminação da virtualização
permitiu o fomento do crédito para viabilizar a
tecnologia. “Já trabalhamos com leasing como opção
de crédito para projetos de virtualização. Assim, o cliente
mantém seu capital conservado para aplicá-lo no core
business”, completa o diretor Comercial da Digital Work.
Segundo a IDC, apenas 15% da capacidade dos
servidores é utilizada pelas empresas e 85% estão
ociosos. Na maioria das vezes, a consolidação de
hardwares é a principal razão para o início de um
processo de virtualização. O primeiro passo é avaliar o
conjunto de hardware e se, de fato, a tecnologia trará
benefícios. Geralmente é preciso que existam mais de
dez máquinas para que o retorno seja atraente.
“A principal preocupação, no entanto, é com
a segurança. Como toda tecnologia emergente, a
virtualização tem sido alvo de ataques. É preciso estar
ciente das questões de proteção que demandam o
ambiente virtualizado, fundamental para que os dados
da empresa não fiquem em risco”, afirma Oliveira.
Especialistas recomendam planejar a redundância
das máquinas virtuais mais críticas para garantir a
segurança de dados e das operações.
O conceito
pede uma
política de
procedimentos
bem definida
DIVULGAÇÃO
Consultor Sênior da TGT Consult,
Waldir Arevolo
Outro ponto crucial é a avaliação das aplicações
que irão rodar nos servidores virtuais. Algumas não
funcionam bem em ambientes virtualizados. “Não
recomendamos, por exemplo, utilizar a tecnologia em
aplicações como bancos de dados, que necessitam
de máquina física dedicada”, avalia Alba.
“As aplicações que exigem altos níveis de entrada
e saída podem não ser eficientes em máquinas
virtuais. As que utilizam hardware específico não
proporcionarão poupanças”, alerta Oliveira.
As empresas devem buscar a construção de
um processo flexível, que permita o ajuste dinâmico
da capacidade dos servidores e evitar um mapa de
consolidação estático. “Os fluxos de trabalho mudam,
e ser capaz de lidar com essas mudanças é um
objetivo central, principalmente nas primeiras etapas
da virtualização”, diz Oliveira.
De acordo com Arevolo, a virtualização pede
atenção redobrada com processos estruturados e
política de procedimentos bem definidas. “Isso é a
essência para um processo de virtualização
DWT
bem-sucedido”, alerta o consultor.
CARDÁPIO VARIADO
Virtualização de servidores
É a categoria mais disseminada. Permite a criação de
máquinas virtuais a partir do compartilhamento de
hardware, nesse caso, o servidor.
Virtualização de desktops
Considerada a próxima categoria a crescer. Possibilita que um
único desktop execute diversos sistemas operacionais, cada
usuário utiliza o seu, como se estivesse em uma estação de
trabalho convencional.
Virtualização de storage
A tecnologia que integra o armazenamento físico de
múltiplos dispositivos de armazenamento em rede de
maneira que pareçam um único dispositivo.
Virtualização de rede
Agrupa os recursos computacionais de uma rede, dividindo a
largura da banda disponível em canais independentes, que
podem ser dedicados a um servidor ou dispositivo específico
em tempo real.
• 15
E M
L I N H A
RECEITA DE SUCESSO
As filiais do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte da Digital Work
comemoram dois anos de resultados apoiados em planejamento
e investimento em sintonia com as peculiaridades de cada região
E
m junho de 2007, a Digital Work iniciou
uma caminhada rumo a novos mercados.
A direção da empresa decidiu investir na
abertura de duas filiais que comemoram dois anos
de existência em 2009. A empresa já tinha sólida
operação em São Paulo como uma das maiores
revendas de produtos e soluções em TI, além de
contar com parceiros de peso como HP, Microsoft,
Cisco, APC, LG, 3COM, Symantec, CA e Oracle.
A chegada a Minas Gerais, com escritório em Belo
Horizonte, e no Rio de Janeiro, na capital, consolidou
a estratégia da Digital Work para a conquista dos três
principais mercados do País.
“A decisão de expandir aconteceu em um
momento de sucesso da empresa. Já atendíamos
clientes nas capitais e sentíamos falta de escritórios
comerciais para estarmos ainda mais próximos e,
consequentemente, oferecer um atendimento de
excelência aos nossos consumidores”, revela o diretor
Comercial da Digital Work, Fernando Gatti. Outro
público foi fundamental para a abertura das novas
bases. “Os fabricantes que representamos também
solicitavam nossa presença nessas regiões. Nosso
modelo de vendas consultivas, agilidade nos processos
e perfil de consultoria eram requisitados por esses
parceiros também no Rio e em Minas”, revela o diretor
de Produtos & Alianças da Digital Work, Gilberto Tito.
SUPERANDO OS DESAFIOS
Mas nem tudo são flores quando se fala em expansão.
As dificuldades aparecem a cada dia. “Nosso principal
desafio era relacionado à questão da logística.
Como atender clientes dessas cidades com a mesma
agilidade que empregamos em São Paulo? Queríamos
manter o prazo de entrega de 24 h a 48 h. Para isso,
melhoramos a infraestrutura do centro de distribuição,
aumentamos nosso espaço de armazenamento, enfim,
investimos em logística”, lembra Tito.
Nosso modelo de vendas
consultivas era requisitado
por esses parceiros também
no Rio e em Minas
Diretor de Produtos & Alianças da Digital Work, Gilberto Tito
• 16
ANGELA ESPÓSITO
Leila, da Digital Work:
demanda por TI vem crescendo
COBERTURA FOTOGRÁFICA
As equipes dos escritórios locais foram compostas
por profissionais da região. Marcos Martincowski,
gerente Comercial da Digital Work no Rio de Janeiro,
acompanhou a chegada da Digital Work à capital
carioca. ”Todos os detalhes devem ser bem pensados
desde o início: localização do escritório, infraestrutura e
seleção da equipe”, diz o executivo. A partir daí, na sua
avaliação, apareceu o maior desafio: ganhar espaço
em um mercado aparentemente consolidado. Para ele,
o pulo do gato foi na concepção da equipe. “Somos
uma empresa paulista com jeito carioca, conseguimos
conquistar nossos clientes apresentando as vantagens
competitivas da Digital Work e respeitando as
diferenças culturais”, revela Martincowski.
Para conquistar o cliente mineiro, Leila Gomes,
gerente Comercial da Digital Work em Belo Horizonte,
investiu no relacionamento. “Minas Gerais é um
mercado peculiar e muito polarizado, mais de 90% das
empresas são de pequeno e médio portes”, afirma.
Martincowski, da Digital Work:
empresa paulista com jeito carioca
Graças a esse público, prossegue Leila, a demanda
por produtos e serviços de TI vem crescendo. Segundo
ela, os desafios enfrentados nesses dois anos em Minas
Gerais são reflexo das características do mercado. O
mineiro gosta de conhecer quem vende para ele, exige
atenção e qualidade, mas não abre mão do melhor
preço. Até mesmo os projetos pequenos exigem
acompanhamento muito próximo dos gerentes de
contas. “A estrutura que temos na Digital Work nos
ajudou a superar as dificuldades. Contamos com os
diretores que se envolvem nos projetos. Este diferencial
é valorizado por nossos clientes”, avalia a executiva.
Após dois anos de consolidação das filiais, o
futuro continua promissor. “Ainda temos muito
trabalho pela frente. Pretendemos manter nossa
qualificação técnica e reforçar as estruturas de vendas.
Já alcançamos conquistas importantes. No Rio de
Janeiro, estamos entre as três maiores empresas em
nosso segmento, considerando apenas a operação
carioca. Temos uma meta ousada: crescer até 60%
DWT
nos próximos dois anos”, finaliza Gatti.
• 17
P E R S P E C T I VA
S Y LV I A FA C C I O L L A
PARADOXO DE MERCADO?
C
Quem
não se preocupar
com a construção
de uma rede de
parceiros que abra
novas portas terá
dificuldades de se
manter em seus
mercados
Sylvia Facciolla é sócia-diretora
da consultoria Alfaiataria de
Negócios
omo consultora na área de
planejamento de vendas
e marketing, atendo
empresas do setor de tecnologia que
procuram a revisão de seus negócios
para eventual reposicionamento
estratégico. Essa demanda se torna
latente quando o empresário observa
que, para ser mais competitivo ou
mais rentável, alguma mudança deve
acontecer no seu negócio.
Mas, o que fazer? Resgatando o
princípio “fordiano” de produção (não
confundir com freudiano!), ganho
de competitividade está diretamente
relacionado à melhoria da eficiência
operacional e otimização dos custos
da cadeia produtiva (mesmo na área
de serviços), o que de certa forma nos
remete ao raciocínio da especialização.
Mas, seria essa a fórmula adequada?
O mercado não está procurando
fornecedores capazes de atender
necessidades do cliente de forma
integral? Sim, ambas as colocações
são verdadeiras. Por um lado, a
especialização oferece ao fornecedor
avanços competitivos: melhores serviços
por preços atraentes. Na mão oposta,
o cliente busca centralizar sua demanda
em apenas um fornecedor; já se falou
muito no conceito one-stop-shop.
Mas ambos os conceitos não são
incompatíveis e sim complementares. As
empresas devem trabalhar na melhora
de suas operações para construir
alianças estratégicas para atendimento
aos níveis e aos moldes desejados.
Empresas cuja abordagem comercial
• 18
está baseada no atendimento ao cliente
possivelmente optem pela atuação
menos especializada. Essas companhias,
na maioria atuando em nichos
específicos, possuem carteiras definidas
e a missão de identificar oportunidades
possíveis, no cliente. Exemplos disso são
os grandes integradores.
E como se organizam diante desse
paradoxo? Com relacionamento de
alto nível corporativo, planos de conta
eficientes, procurando, a partir da
demanda, estabelecer parcerias técnicas
para atender exigências dos clientes
de forma eficiente. Nesse modelo,
quem não se preocupa com criação de
metodologias de atendimento, adoção
de recursos de gestão de contas e
parcerias terá dificuldades para manter
estratégias e negócios.
Já as organizações com o comercial
apoiado na criação de oportunidades
para ofertas específicas não atuam em
nichos de mercado e buscam muitos
clientes para multiplicação de seu
know-how. Exemplos são as revendas
especializadas em soluções como GED,
BI e ERP. Com relacionamentos fortes
nas áreas de TI, dependem de alianças
estratégicas de cunho comercial ou
consultivo que ajudem na busca de
novos negócios. Nesse modelo, quem
não se preocupar com a construção de
uma rede de parceiros para abrir novas
portas, agregando valor às ofertas, ou
por meio do relacionamento com o
cliente, terá dificuldade de se manter em
seus mercados.
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