Medicina Veterinária Projeto Pedagógico Medicina Veterinária 2015 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 1 Medicina Veterinária SUMÁRIO APRESENTAÇÃO GERAL ................................................................................ 6 1. PERFIL INSTITUCIONAL ............................................................................ 6 1.1. HISTÓRICO .................................................................................................. 7 1.2. MISSÃO DA UNIVERSIDADE .................................................................... 7 1.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ............................................................ 7 1.3.1. DIRIGENTES......................................................................................... 8 1.3.2. ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR................................... 8 1.3.3. ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERMEDIÁRIA ........................ 8 1.4. POLÍTICAS DE ENSINO ............................................................................. 8 1.5. POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA .............................................. 9 1.6. AUTOAVALIAÇÃO – CPA .......................................................................... 9 2. CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA..................................................... 10 2.1. INTRODUÇÃO ...........................................................................................10 2.2. JUSTIFICATIVA PARA A CRIAÇÃO DO CURSO.................................. 11 2.3. HISTÓRIA DA PROFISSÃO ..................................................................... 13 2.4. PERFIL DO EGRESSO .............................................................................18 2.5. CONCEPÇÃO DO CURSO....................................................................... 20 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 2 Medicina Veterinária 2.6. OBJETIVOS DO CURSO ..........................................................................22 2.7. MATRIZ CURRICULAR.............................................................................23 2.7.1. PROJETO DO CURSO ...................................................................... 23 2.7.2. MATRIZ CURRICULAR .................................................................... 24 2.7.3. EMENTA DAS DISCIPLINAS (4030) ................................................ 28 2.7.4. EMENTA DAS DISCIPLINAS (4031)...........................................107 2.8. METODOLOGIA DE ENSINO .............................................................197 2.9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ...................................................199 2.10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TEMPO INTEGRAL .................204 2.11. MECANISMOS DE NIVELAMENTO ..................................................208 2.12. PROCESSO ENSINO x APRENDIZAGEM.....................................208 2.13. INTERNACIONALIZAÇÃO DO CURSO .........................................209 2.14. PREPARAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO ..................210 2.15. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CURSO .............................210 2.15.1. PROGRAMA DE MONITORIA ........................................................210 2.15.2. PROGRAMA DE PRÁTICA PROFISSIONAL ................................216 2.15.3. PLANTÃO HOSPITALAR .................................................................216 2.15.4. OFICINAS DE ESTUDO ..................................................................216 2.15.5. PROJETO UNICAMPO ....................................................................217 2.15.6. EXPOSIÇÕES AGROPECUÁRIAS ................................................217 2.15.7. PROJETO ESTRADA ANIMAL ...................................................217 2.15.8. PROJETOS SOCIAIS .......................................................................217 2.15.8.1. Zooterapia ...................................................................................218 2.15.8.2. Projeto Rondon ..........................................................................218 2.15.8.3. Mutirão de Castração de cães e gatos ....................................218 2.15.8.4. Campanhas educativas .............................................................219 2.15.8.5. Campanhas de vacinação anti-rábica......................................219 2.15.8.6. Atividade Social junto às Escolas Municipais Infantis ............219 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 3 Medicina Veterinária 2.15.9. PROGRAMA SAÚDE ANIMAL ........................................................220 2.15.10. SIMPÓSIO REG. DE PRODUÇÃO E REPROD. ANIMAL..........220 2.15.11. SIMPÓSIO DO APRIMORAMENTO EM MED. VET. ................220 2.15.12. SEMANA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE MARÍLIA (SECAM)..220 2.15.13. CURSOS E PALESTRAS .............................................................220 2.15.14. PARCERIAS ..................................................................................221 3. RECURSOS HUMANOS ......................................................................... 221 3.1. COORDENAÇÃO.....................................................................................221 3.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) ...................................222 3.2.1. PORTARIA PROGRAD 16/2010 .....................................................222 3.2.2. REGULAMENTO – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ......223 3.3. CONSELHO DE CURSO ........................................................................225 3.4. CORPO DOCENTE .................................................................................225 3.5. CORPO DISCENTE.................................................................................226 3.5.1. 3.6. ATENDIMENTO AO DISCENTE .....................................................227 TÉCNICO ADMINISTRATIVO ................................................................228 4. ÓRGÃOS SUPLEMENTARES ................................................................ 229 4.1. HOSPITAL VETERINÁRIO .....................................................................229 4.2. LABORATÓRIOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS ...................................239 4.3. FAZENDA EXPERIMENTAL “MARCELLO MESQUITA SERVA” ......244 4.4. FAZENDA EXPERIMENTAL “ÁGUA LIMPA” .......................................246 4.5. BOSQUE MUNICIPAL DE MARÍLIA ................................................ 247 5. NÚCLEO DE APOIO A PESQUISA DA UNIMAR........................................248 5.1. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ............. 248 5.2. COMISSÃO CIENTÍFICA ..................................................................... 249 6. REVISTA UNIMAR CIÊNCIAS .................................................................. 250 7. BIBLIOTECA............................................................................................ 250 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 4 Medicina Veterinária 7.1. APRESENTAÇÃO ............................................................................. 250 7.2. POLÍTICA DE AQUISIÇÃO ............................................................... 251 7.3. SERVIÇOS........................................................................................ 251 7.4. NORMAS .......................................................................................... 252 8. PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA ...... 253 8.1. COMISSÃO DE APRIMORAMENTO EM MED. VETERINÁRIA....... 266 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 5 Medicina Veterinária APRESENTAÇÃO GERAL Neste documento apresenta-se o Projeto Pedagógico do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília – UNIMAR, autorizado pelo Decreto Federal 94.712, de 29 de julho de 1987, com base no Parecer do Conselho Federal de Educação (CFE) n. 466/87 e reconhecido pelo Parecer do SESu nº 300/91, aprovado em 06 de junho de 1991 (Processo 23001.002306/90-52), caracterizando-se como o primeiro Curso de Medicina Veterinária de uma Instituição Privada a ser reconhecido no Estado de São Paulo. Destaca-se que a última renovação de reconhecimento do referido Curso consta da Portaria nº 823, de 30 de dezembro de 2014. A previsão para a formação do Médico Veterinário, na UNIMAR, é de nove semestres para os ingressantes até 2014 (matriz curricular 4030) e dez semestres para os a partir de 2015 (matriz curricular 4031), configurando uma carga horária total de 4.037 horas no primeiro grupo e de 4487 no segundo, visto a implantação da nova matriz curricular envolvendo as disciplinas obrigatórias, atividades complementares, além do estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso, podendo ser superada em situações em que o aluno desenvolva disciplinas optativas. Em tempo integral, o Curso funciona no sistema seriado semestral através de créditos, sendo a matrícula por disciplina, obedecendo-se o semestre, com uma organização sequencial denominada “termo”. A carga horária, por disciplina, é atingida pelo módulo de 20 (vinte) semanas de aula e um mínimo de 100 (cem) dias letivos por semestre. As atividades complementares são obrigatórias, representando um total de 200 horas a serem cumpridas em diversas esferas do conhecimento, obrigatoriamente tendo que ser concluídas em termo anterior ao último semestre, sendo também pré-requisito ao Estágio Supervisionado de 520 horas, concomitante ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 1. PERFIL INSTITUCIONAL Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 6 Medicina Veterinária 1.1. HISTÓRICO A Universidade de Marília – UNIMAR se constitui numa organização universitária de ensino superior mantida pela ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE MARÍLIA LTDA., com sede e foro nesse município de Marília, Estado de São Paulo, sendo constituída em 31/12/1956 e, a partir de 1975, declarada como Entidade para fins Filantrópicos, permanecendo assim até 31/12/1998, quando se transformou em Sociedade Civil Ltda. Possui autonomia didático-científica, administrativa e disciplinar relativa à sua mantenedora nos termos do seu estatuto e regimento geral que disciplinam o funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A UNIMAR possui mais de 50 anos dedicada à formação de profissionais qualificados para atuar no mercado de trabalho. Atualmente desponta como uma das principais instituições de ensino privado do Estado e como centro gerador de conhecimento, por meio do ensino, pesquisa e extensão, bem como vem acompanhando o desenvolvimento e participando dos processos de transformação da sociedade. Diante disso, vimos a evolução da primeira escola, com pouco mais de 50 metros quadrados, para atual Universidade com um campus com infraestrutura completa para abrigar os 30 cursos que possui, sendo considerado um dos mais modernos do Estado. 1.2. MISSÃO DA UNIVERSIDADE A UNIMAR tem por objetivo formar profissionais de nível superior com visão humanística, capazes de realizar transformações sociais, bem como capacitados para o mercado de trabalho, colaborando na sua formação contínua e fomentando a pesquisa, a iniciação científica e as atividades criadoras. Busca também suscitar o desejo de aperfeiçoamento profissional e cultural e conhecimento dos problemas atuais, particularmente os regionais. Desse modo, a Universidade exerce papel preponderante na vida e desenvolvimento da região, promovendo a união do trinômio: escola, família e comunidade. 1.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 7 Medicina Veterinária 1.3.1. DIRIGENTES Reitor: Marcio Mesquita Serva Vice Reitora: Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva Pró-Reitorias: a) Ação Comunitária: Fernanda Mesquita Serva b) Administrativa: Marco Antônio Teixeira c) Graduação: José Roberto Marques de Castro d) Pós-Graduação e Pesquisa: Suely Fadul V. Flory 1.3.2. ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR a) Conselho Universitário (CONSUNI): Reitor; Vice Reitora; Próreitores; oito Coordenadores de Cursos; dois Docentes; um Discente; dois Representantes da Mantenedora; dois Representantes do Corpo Técnico. b) Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE): Reitor; Vice Reitora; Pró-reitores; Coordenadores de Cursos; Representante do Corpo Docente. 1.3.3. ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERMEDIÁRIA a) Coordenação de Curso. b) Núcleo Docente Estruturante: Coordenador do Curso; seis Representantes do Corpo Docente. c) Conselho de Curso: Coordenador do Curso; três Representantes do Corpo Docente; Representante do Corpo Discente. 1.4. POLÍTICAS DE ENSINO No Regimento Geral da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização Didático-Científica, Capítulo I, Do Ensino, consta, no artigo 38, que a UNIMAR ministrará o ensino por intermédio das seguintes modalidades de cursos: a) Sequencial; b) Graduação; c) Superior de Tecnologia; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 8 Medicina Veterinária d) Pós Graduação; e) Extensão. 1.5. POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA No Estatuto da Universidade de Marília, em seu Título III, da Organização Didática Científica, Seção IV, consta, no artigo 50, que a UNIMAR dará suporte ao ensino e à extensão através da pesquisa, incentivando o desenvolvimento de novos conhecimentos e técnicas para a formação profissional e aplicação na realidade regional. Já, para a política de Pesquisa, o Capítulo II, prevê no artigo 53, que a Universidade mantém atividades permanentes de pesquisa, indissociáveis do ensino e da extensão, mediante: A. Previsão de fundo para a pesquisa, estabelecido na proposta orçamentária anual; B. Destinação de parte do tempo integral ou parcial de grupos de docentes para atividades de pesquisa; C. Oferta de acervo bibliográfico, avançado sistema de informação e outros recursos; D. Intercâmbio com outras instituições nacionais e estrangeiras; E. Concessão de bolsas especiais; F. Divulgação dos resultados da pesquisa e publicação dos temas considerados relevantes para a educação; G. Oferta de cursos de pós-graduação que possibilitem a iniciação em atividades de pesquisa; H. Promoção de congressos e outros eventos, de natureza científica ou técnico profissional; I. Estímulo e apoio aos seus pesquisadores, a fim de participarem de eventos de caráter científico, técnico, cultural ou educacional. 1.6. AUTOAVALIAÇÃO – CPA Com a implantação do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) pela Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, a Unimar tem desenvolvido um trabalho de autoavaliação institucional de acordo com o previsto para a implantação da Comissão Própria de Avaliação (CPA). Dentro deste contexto, não apenas a avaliação do projeto pedagógico é necessária, Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 9 Medicina Veterinária mas uma série de avaliações em torno dos cursos, sendo uma ferramenta poderosa não apenas para avaliação, mas norteamento de diretrizes e condutas futuras. A Autoavaliação do Curso de Medicina Veterinária tem sido feita utilizando-se a mesma política e objetivos da Autoavaliação Institucional da UNIMAR, buscando mobilizar os segmentos da comunidade interna e externa, para que a partir de um conjunto significativo de indicadores possibilite identificar limitações na gestão acadêmica, na infraestrutura, em recursos de ensino e lacunas no projeto pedagógico, dentre outros pontos que evidenciem fragilidade. Dentre os instrumentos utilizados para a Autoavaliação, optou-se pelos questionários, pontuando questões quanto ao grau de satisfação de serviços, laboratórios etc., por meio de atribuição de pontos, que variaram de 1 a 5 pontos, tabulados eletronicamente pelo Departamento de Tecnologia da Informação, cujos resultados são avaliados pelos membros do Núcleo Docente Estruturante, juntamente com seus colaboradores a fim de apresentar a todo o corpo docente e representantes do corpo discente já com um diagnóstico preciso visando traçar metas para diminuir qualquer limitação apontada e, posteriormente, fazer o encaminhamento das propostas em relatório final da Autoavaliação do Curso à Pró-Reitoria de Graduação. Ressalta-se que a última autoavaliação ocorreu no segundo semestre de 2014. 2. CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA 2.1. INTRODUÇÃO Visando prever, acompanhar, controlar e avaliar as atividades do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília apresenta-se seu PROJETO PEDAGÓGICO, atendendo ao desenvolvimento necessário e adequando, não só a nova realidade, como também as exigências do mercado atual. Nesse sentido, pretende-se assumir o compromisso de habilitar acadêmicos hoje, para que amanhã, enquanto profissionais, sejam conscientes de seus deveres, não somente como Médicos Veterinários, mas também como cidadãos comprometidos com o bem-estar da população. O ensino, a pesquisa e a extensão, estrutura básica da Universidade, serão indissociáveis, caminhando sem paralelismo e sem isolamento. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 10 Medicina Veterinária Começando pela Extensão, podemos redefini-la e ampliá-la como sendo meio de Promoção da Comunidade, oferecendo as conquistas à população da região de influência, procurando assim, resolver os problemas prioritários na tentativa de transformar a sociedade atual mais justa e solidária. Já, a Pesquisa e o Ensino serão transformados em instrumentos para a promoção da comunidade: a Pesquisa, diagnosticando os problemas fundamentais e procurando alternativas de solução e o Ensino, capacitando professores, alunos e grupos da comunidade na construção de novos conhecimentos necessários à resolução de problemas. A Universidade como Instituição dinâmica, deverá alterar os moldes tradicionais, ou seja, afastar a falsa segurança de que o professor domina a sua matéria. Ele deverá necessariamente acompanhar o desenvolvimento e a evolução do ensino, assim como revisar de forma constante os seus conhecimentos e seus paradigmas epistemológicos, no confronto com o dinamismo da realidade. A avaliação da aprendizagem não termina na medição “do que se sabe”, mas seguiria também à orientação “do que se faz”. O Projeto Pedagógico do Curso estará sempre acompanhando as alterações sociais e econômicas e principalmente as tecnológicas a cada momento, corrigindo e norteando metas para serem atingidas, portanto não pode ser estático. A sua atualização deve ser constante com o objetivo principal de atender a demanda regional e nacional, formando profissionais flexíveis e aptos a enfrentar um mercado bastante competitivo. 2.2. JUSTIFICATIVA PARA A CRIAÇÃO DO CURSO A Associação de Ensino de Marília Ltda., Mantenedora da Universidade de Marília – UNIMAR solicitou a 20 de junho de 1986 ao CFE através de CartaConsulta/Projeto, a criação do Curso de Medicina Veterinária, nos termos da Resolução do CFE no 15/84, sendo o mesmo autorizado a funcionar pelo Parecer do CFE no 466/87 e homologado pelo Decreto nº. 94.712 de 29 de julho de 1987. O Diretor-Presidente da Associação de Ensino de Marília Ltda., Reitor da Universidade de Marília solicitou posteriormente o reconhecimento do Curso de Medicina Veterinária, relacionando seus objetivos e propostas para a época, expressos, por exemplo, nos seguintes itens: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 11 Medicina Veterinária A. O Curso de Medicina Veterinária da UNIMAR terá como objetivo formar Médicos Veterinários adaptados à realidade agropecuária regional, capacitados para orientar uma produção e conservação econômica de alimentos de origem animal, promover a saúde pública e o desenvolvimento dos recursos naturais, além da manutenção da saúde e bem-estar dos animais de companhia e produção; B. Forte concentração da produção primária do Estado de São Paulo na Região Administrativa de Marília, visando desenvolver a profissão visto o pequeno número de profissionais inscritos no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo na época; C. O Brasil com suas dimensões continentais, caracterizando-se como um dos maiores produtores de alimentos do mundo; D. O Brasil com um território em condições favoráveis ao incremento das atividades agropecuárias; E. O Brasil com uma expansão agropecuária caracterizada mais pela incorporação de novas áreas ao processo produtivo do que pela intensificação do seu sistema de cultivo; F. O setor agropecuário em franca expansão; G. Desempenho da pecuária paulista em termos de quantidade e qualidade de produção; H. Região de influência de Marília, ou seja, Bauru, São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente, com um expressivo índice de abate de animais; I. Mercado pet em pleno desenvolvimento. Atualmente observa-se que muito do que foi proposto continua em evidência, porém com destaque para o cenário pecuário, pois a Regional Marília continua apresentando forte influência na produção do gado de bovino, tanto de corte quanto leiteiro. Ressalta-se também a ovinocultura que se estabele na Região de forma ordenada e crescente e um destaque especial quanto a apicultura, inclusive com uma organização modelo de seus produtores, em forma de Associações, instalando-se no município um entreposto com serviço e Inspeção Federal. Destacam-se ainda Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br os Página 12 Medicina Veterinária estabelecimentos veterinários voltados à saúde dos animais de companhia que vem a cada etapa se especializando, fazendo da Região um modelo no atendimento aos animais de companhia, onde somente em Marília chegam a mais de 300 estabelecimentos, dividos em hospitais, clínicas, consultórios, pet shops, entre outros, bem como a presença dos órgãos públicos municipais, estaduais e federais diretamente relacionados à Medicina Veterinária, convergindo assim na formação do Médico Veterinário. 2.3. HISTÓRIA DA PROFISSÃO Considerando o desenvolvimento no campo educacional brasileiro, a Universidade de Marília apresenta seu PROJETO PEDAGÓGICO do Curso de Medicina Veterinária, que nesse ano de 2015, completa 28 anos de implantação, num período em que a profissão ainda comemora seus 250 anos no mundo, justamente quando em 1761, o francês Claude Bourgelat convenceu o rei da França, Luis XV, da necessidade de especialistas para o tratamento de animais e, por decisão do rei, a primeira escola de Medicina Veterinária do mundo foi instalada em Lyon. No Brasil, com a chegada da família real, em 1808, a cultura científica e literária brasileira recebeu novo alento, pois até então não havia bibliotecas, imprensa e ensino superior no Brasil Colônia. São fundadas, inicialmente, as Faculdades de Medicina (1815), Direito (1827) e a de Engenharia Politécnica (1874). Quanto ao ensino das Ciências Agrárias, seu interesse só foi despertado quando o Imperador D. Pedro II, ao viajar para França, em 1875, visitou a Escola de Medicina Veterinária de Alfort, impressionando-se com uma Conferência ministrada pelo Médico Veterinário e Fisiologista Dr. Collin. Ao regressar ao Brasil, tentou propiciar condições para a criação de entidade semelhante no país, entretanto, somente no início do século XX, já sob regime republicano, autoridades brasileiras decretaram a criação das duas primeiras instituições de ensino de Medicina Veterinária no Brasil, a Escola de Medicina Veterinária do Exército, pelo Dec. nº 2.232, de 06 de janeiro de 1910 (aberta em 17/07/1914), e a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, através do Dec. nº 8.919 de 20/10/1910 (aberta em 04/07/1913), ambas na cidade do Rio de Janeiro. Ressalta-se que no período de 1910 a 1929 existiam no Brasil 10 escolas superiores de Medicina Veterinária. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 13 Medicina Veterinária Em 1933 foi promulgada a primeira regulamentação do exercício profissional, por meio do Decreto n. 23.133 de 09 de setembro, cuja data passou a ser declarada como o Dia do Médico Veterinário. Já, em 1968, pela Lei n. 5.517 a Medicina Veterinária fica regulamentada e nesse sentido, ficam criados os Conselhos Regionais e o Conselho Federal de Medicina Veterinária. Na década de 80 começa a expansão dos Cursos de Medicina Veterinária no Brasil e especificamente no Estado de São Paulo, surge o da Universidade de Marília, um dos primeiros Cursos de uma Instituição Privada no referido Estado; a partir daí vários cursos são autorizados fazendo com que no Brasil atualmente esse número chegue a 210, o que representa um terço de todos os cursos do mundo. 2.3.1. COMPETÊNCIAS DO MÉDICO VETERINÁRIO A. Prática da clínica em todas as suas modalidades; B. Direção de hospitais veterinários; C. Assistência técnica e sanitária aos animais; D. Planejamento e a execução da defesa sanitária animal; E. Direção técnica de estabelecimentos industriais, comerciais, recreativos, desportivos ou de proteção, que estejam relacionados a animais; F. Fiscalização e inspeção higiênica e tecnológica dos produtos de origem animal; G. Peritagem e exames técnicos em questões judiciais; H. Direção e o controle dos serviços de inseminação artificial; I. Regência de cadeiras ou disciplinas especificamente médicoveterinária, bem como a direção das respectivas seções e laboratórios; J. Direção e a fiscalização do ensino da Medicina Veterinária; K. Direção, supervisão, e fiscalização de todos os projetos de pesquisa animal; L. Defesa da fauna, especialmente o controle da exploração das espécies animais silvestres, bem como dos seus produtos. 2.3.2. COMPETÊNCIAS GERAIS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 14 Medicina Veterinária A. Atenção à saúde animal e saúde pública: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico; B. Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; C. Comunicação: os profissionais devem ser acessíveis e manter o sigilo das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura, o domínio de língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informatização; D. Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; E. Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativa, fazer gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 15 Medicina Veterinária informação, da mesma forma devem ser empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe; F. Educação permanente: devem ser capazes de aprender continuamente, com responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento das futuras gerações, proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais estimulando e desenvolvendo dos a serviços, mobilidade inclusive, acadêmico- profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. Sendo assim, o Médico Veterinário deve estar preparado a desenvolver ações voltadas à área de Ciências Agrárias no que se refere à Produção Animal, Produção de Alimentos, Saúde Animal, Saúde Pública e Ambiental. 2.3.3. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS O Curso de Medicina Veterinária deve assegurar a formação de profissional nas áreas específicas de sua atuação, como sanidade e produção animal, saúde pública, biotecnologia e preservação ambiental, com competências e habilidades específicas para: a) Respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional; b) Interpretar sinais clínicos, exames laboratoriais e alterações morfofuncionais; c) Identificar e classificar os fatores etiológicos, compreender e elucidar a patogenia, bem como, prevenir, controlar e erradicar as doenças que acometem os animais; d) Instituir diagnóstico, prognóstico, tratamento e medidas profiláticas, individuais e populacionais; e) Elaborar, executar e gerenciar projetos agropecuários e ambientais; f) Desenvolver, programar, orientar e aplicar as modernas técnicas de criação, manejo, nutrição, alimentação, melhoramento genético, produção e reprodução animal; g) Planejar, executar, gerenciar e avaliar programas de saúde animal, saúde pública e de tecnologia de produtos de origem animal; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 16 Medicina Veterinária h) Executar a inspeção sanitária e tecnológica de produtos de origem animal; i) Planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos nas áreas de biotecnologia da reprodução e de produtos biológicos; j) Planejar, organizar e gerenciar unidades agroindustriais. 2.3.4. O MÉDICO VETERINÁRIO POR UMA SAÚDE ÚNICA O poder representativo da Medicina Veterinária vem ocupando uma posição de destaque no meio social e econômico, principalmente em função das tendências profissionais, colocando o profissional em posição direta ao ser humano, em várias especialidades, como o controle de doenças de caráter zoonótico, atuando em órgãos públicos, seja em nível federal, estadual ou municipal, contribuindo efetivamente na saúde das pessoas. Esse aspecto aproximou muito o Médico Veterinário da população, elevando a participação do profissional na proteção da saúde humana. Ainda nesse aspecto, o mercado consumidor exige atualmente que os produtos de origem animal para o consumo humano, sejam de qualidade, determinando que os profissionais sejam altamente capacitados em toda cadeia produtiva, iniciando-se no manejo a campo, como por exemplo, no controle de moléstias infecciosas dos animais em trânsito, até o controle sanitário dos produtos de origem animal, à mesa do consumidor. Existe, portanto, uma conscientização em todos os níveis da importância da saúde animal, pois os métodos de exploração constituem a garantia de proteína para uma população que cresce constantemente. A sanidade e os melhores métodos de produção animal exigem o profissional Médico Veterinário atuando em órgãos de pesquisa, instituições públicas e privadas que objetivamente a qualidade total. Essas necessidades da economia nacional e mundial colocam o profissional em posição elevada, uma vez que o mesmo proporciona o melhoramento genético dos animais, adaptando técnicas altamente especializadas de reprodução e selecionando e criando animais com maior produtividade, maior ganho de peso, diminuindo o espaço de tempo para o seu aproveitamento como fonte de proteína para o consumo humano. Fiscaliza Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 17 Medicina Veterinária ainda a conservação desses alimentos, e atua no controle de doenças que podem ser transmitidas aos homens. Enfim, podemos resumir o profissional Médico Veterinário como sendo o que mais se configura na denominada SAÚDE ÚNICA, onde se enquadram a saúde animal, saúde pública e a saúde ambiental. Representa uma das cinco profissões tidas como de segurança nacional, tendo como característica principal o zelo pela saúde e bem-estar animal, com responsabilidade imprescindível junto à sociedade, seja no controle e prevenção de zoonoses, inclusive fazendo parte integrante dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), seja na saúde ambiental, buscando a melhoria do planeta e sua biodiversidade, ou ainda na produção de alimentos de origem animal, fonte protêica fundamental no desenvolvimento das pessoas. Nesse sentido, destaca-se também como um profissional da economia, uma vez atuar ativamente nos processos de exportação de produtos cárneos, onde o Brasil se apresenta como o grande destaque mundial. 2.4. PERFIL DO EGRESSO Desde sua criação a Universidade de Marília já formou mais de 2200 Médicos Veterinários, distribuídos em 27 turmas, sendo esses oriundos de todo o território nacional, bem como de outros países sul americanos, como Colômbia, Argentina, Venezuela e Paraguai. Dentro do acompanhamento que a Instituição realiza consistentemente observa-se que esses egressos, da mesma forma, encontram-se espalhados em todo o Brasil, como no exterior, exemplo da África do Sul, Angola, Estados Unidos, Canadá, Costa Rica, Panamá, Japão, Reino Unido, Alemanha, entre outros. Pode-se destacar profissionais hoje titulados em várias Instituições de Ensino do Brasil e exterior, Coordenadores de Curso, como da própria Instituição, da Universidade Federal do Tocantis (UFT – Araguaína); Centro Universitário de Rio Preto (UNIRP – São José do Rio Preto); Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP – São José do Rio Preto); Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO – Ourinhos); Faculdade Sudoeste Paulista (FSP – Avaré); Centro Universitário Central Paulista (UNICEP – São Carlos); Faculdade de Ensino Superior e Formação Integral (FAEF – Garça), membros de Conselhos Regionais como o de São Paulo, Amapá e Rondônia, Comissão Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 18 Medicina Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Comissão de Saúde Ambiental), Diretores de Empresas na área de Nutrição Animal, Indústria Farmacêutica, Proprietários de Grandes Centros de Saúde Animal como tantas outras qualificações de sucesso. A Universidade sempre busca a atualização de seus dados quanto aos egressos, uma vez serem eles o espelho e fontes de inspiração e motivação para seus acadêmicos atuais Com tudo isso, o profissional Médico Veterinário graduado pela Universidade de Marília deverá estar inserido de forma efetiva no contexto sócio-econômico e político regional e nacional. Deverá receber base sólida de conhecimentos em diversas áreas, sendo capacitado para estabelecer interrelações entre as áreas de saúde animal e saúde humana, com ampla formação generalista, apto para ser inserido no mercado profissional, atendendo as políticas institucionais previstas no PPI e PDI e Diretrizes Curriculares do Curso. Dentro do contexto social, deverá apresentar raciocínio lógico e preciso, objetivando o encontro de soluções imediatas com criatividade e competência, e estar ciente de seu papel social, suprindo carências e necessidades da sociedade. Com foco principal em produção e saúde animal, deverá estar preparado para integrar equipes multiprofissionais, envolvendo inclusive o Sistema Único de Saúde, na vigilância sanitária e epidemiológica visando sempre a promoção da saúde. Em função da sua formação acadêmica estará atento quanto às exigências do empreendedorismo, seja no agronegócio, na indústria, em estabelecimentos veterinários, hospitais, clínicas e consultórios veterinários. O egresso em Medicina Veterinária também deverá estar habilitado na sua plenitude para atuar na direção, docência, pesquisa e extensão em instituições públicas e privadas que desenvolvam esses setores. Considerando a importância do médico veterinário, no contexto sócioeconômico e político do País, como um profissional e cidadão comprometido com os interesses e os permanentes e renovados desafios que emanam da sociedade, os Cursos de Medicina Veterinária devem reconhecer como imperativo a capacitação do profissional por meio de uma formação básica adequada. Devem ainda, dotá-lo de visão crítica, capaz de reavaliar o seu Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 19 Medicina Veterinária potencial de desempenho e de ajustar-se, com competência, às demandas geradas pelo progresso científico-tecnológico e às exigências conjunturais em permanente mutação e evolução. Como pressuposto básico, e visto as peculiaridades e especificidades regionais de um país continental como o Brasil, requerendo, portanto que a formação profissional tenha caráter generalista, abrangente e eclético, os Cursos devem se preocupar com os seus egressos, orientando-os na busca da educação continuada. O desenvolvimento cognitivo, de habilidades e atitudes, a serem considerados no perfil do médico veterinário do terceiro milênio, deve valorizar, entre outros aspectos: a preservação da saúde pública e animal; a produção, nutrição e melhoramento animal; a defesa sanitária; planejamento, gerenciamento e educação em saúde; inspeção e tecnologia de produtos de origem animal; clínica médica e cirúrgica; biotecnologia e fisiopatologia da reprodução; preservação do meio ambiente e desenvolvimento do espírito científico, além de uma consolidada formação humanista e social. Deve-se fomentar no futuro profissional, a responsabilidade com as vocações regionais, com a preservação dos ecossistemas, de tal maneira que o desenvolvimento da agropecuária se processe, priorizando as bases da vida, sem comprometer o futuro do homem e da humanidade. Além disso, é preciso sublinhar o elevado e irrecusável compromisso da profissão, com a produção de alimentos, saúde animal e saúde pública, na geração de riquezas e elevação da qualidade de vida da população brasileira. 2.5. CONCEPÇÃO DO CURSO A concepção do curso busca a formação de um profissional generalista, capaz de se inserir em qualquer campo de atuação. Desta forma, a organização didático-pedagógica e curricular prevista neste documento, se complementa e interage no sentido de garantir as competências nas mais diversas áreas de atuação do Médico Veterinário. As práticas de ensino são institucionalizadas através do PPI e PDI, e garantem que todas as experiências de ensino sejam planejadas e atualizadas semestralmente, e previstas no projeto pedagógico, de forma prospectiva. Está previsto no PDI, que um planejamento coerente do PPC, seja capaz de promover a aquisição de Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 20 Medicina Veterinária conhecimentos caracterizados pela mudança de hábitos, atitudes e competências. Este instrumento descreve a realidade do curso e o perfil profissional desejado, assim como conteúdos de ensino, metodologias, recursos didáticos, instrumentos de avaliação, projetos de pesquisa e extensão. Deste modo, a concepção do curso se torna visível na sua pretensão à comunidade interna e externa e garante uma estreita e concomitante relação entre o ensino da teoria e da prática, fornecendo elementos fundamentais para aquisição dos conhecimentos e habilidades necessárias à concepção das ciências veterinárias. O Curso de Medicina Veterinária da Unimar tem a missão de formar profissionais competentes em várias áreas de abrangências, além de formar cidadãos interagindo com a sociedade. O dinamismo da Ciência Veterinária e o surgimento de novas tecnologias transformam o profissional em indivíduo do qual se é exigido crescente intelectualização. Nessas condições, o curso propicia a oferta de referenciais alicerçados na teoria e prática com o objetivo de nortear o conhecimento em múltiplas direções, proporcionando ao aluno condições para atuar de forma criativa em situações do cotidiano. Atendendo as perspectivas do profissional a ser formado o curso não adota a formação de profissionalização estrita, especializada, e sim procura mostrar os caminhos para a aquisição de habilidades e competências, que não são imediatas, mas que contenham domínio de métodos que propiciem qualificação intelectual de natureza suficientemente ampla para a formação de uma base sólida, proporcionando aquisição contínua e eficiente de conhecimentos específicos. Na formação do profissional, é necessário desenvolver a habilidade de aprender e recriar permanentemente, no sentido de educação continuada. A graduação centra o seu ensino no locus de construção e produção do conhecimento, em que o aluno atua como sujeito da sua aprendizagem. Durante o ensino de graduação, evidencia-se a importância da iniciação à prática da pesquisa. Aprender a aprender, desenvolvendo processos de investigação da realidade, estabelecendo uma ligação direta e harmoniosa entre a graduação e a iniciação científica. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 21 Medicina Veterinária O aprender e o recriar permanentemente, ou o aprender a aprender, conceito pedagógico derivado dos novos desafios da sociedade contemporânea, não se esgotam no campo da introdução à ciência ou aos métodos de reprodução do saber. O aluno deve vivenciar a realidade dentro de um processo pedagógico onde toda a atividade profissional humana se desenvolve em parcerias com grupos sociais no contexto da sociedade em que se integram cidadãos, ou seja, Ensino e Pesquisa articulados com as demandas sociais. 2.6. OBJETIVOS DO CURSO O Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília está inserido em um contexto que tem como objetivo o desenvolvimento educacional regional, porém preparando profissionais para o sistema brasileiro. Mesmo com o crescente número de escolas de Medicina Veterinária que foram criadas no país, a Unimar tem foco na formação generalista, proporcionando ao seu acadêmico, condições gerais para um exercício pleno. Os objetivos do curso estão diretamente relacionados com as necessidades do país, em termos gerais, bem como no perfil do egresso, que por sua vez está direcionado pelas políticas institucionais previstas no PPI e PDI. A Universidade, como fonte de formação de cidadãos especializados em todas as áreas, de graduação e pós-graduação, estimula a inserção social por meio da formação acadêmica, profissional e pessoal de seus egressos. A visão da sociedade embasa a do indivíduo e permite que a integração de todos abra as portas ao desenvolvimento social. Uma das formas de programar a formação acadêmica plena é a institucionalização da interdisciplinaridade e da formação continuada, sujeitas a constante avaliação, propiciando um processo de autocrítica e perspectivas de uma formação profissional aprimorada. Ao final do curso, o aluno deverá ter ampla convicção da necessidade do aprendizado contínuo; apresentar formação generalista; demonstrar habilidades e atitudes consideradas essenciais para a sua integração dentro das novas exigências do mercado profissional. O seu mecanismo de ação, sustentado em bases éticas e na responsabilidade de acompanhar o desenvolvimento técnico, científico e Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 22 Medicina Veterinária tecnológico do Estado e do País, visa à transformação constante como um mecanismo para diminuir as desigualdades determinadas por um projeto histórico, econômico e político. A UNIMAR tem claramente estabelecida sua prioridade que se inicia na titulação de seu quadro docente, passando pelo incentivo aos acadêmicos na conquista de uma sólida formação que visa o mercado atual. Ao longo de mais de 50 anos de existência de profícua atividade, a UNIMAR tem se adaptado às mudanças globais e particulares que cobram imensos resultados, mas ao mesmo tempo, fixando-a entre as mais capacitadas do país. Na atualidade, o objetivo prioritário concentra-se em estimular e coordenar a prática das mudanças determinadas pelas Diretrizes Curriculares, a fim de dar continuidade ao processo de evolução educacional que o país demanda. 2.7. MATRIZ CURRICULAR 2.7.1. PROJETO DO CURSO Desde a sua autorização em 1987, o Curso de Medicina Veterinária já adotou três modelos distintos de matriz curricular, sendo o atual e mais recente aplicado a partir dos ingressantes de 2015, porém sempre com o objetivo de garantir uma melhor formação, atendendo as exigências do mercado de trabalho. O aluno que ingressa no curso traz consigo a imagem do profissional “médico” que irá valorizar principalmente a questão de cuidar de animais doentes, o que no transcorrer da graduação mostra ao mesmo que o principal objetivo é a formação generalista, direcionada no sentido da produção, prevenção e biossegurança. Alia-se a isso o desenvolvimento humanista, preparando-o para uma visão crítica e reflexiva, com uma capacidade criativa para atender as necessidades da sociedade. Os processos de avaliação ensino-aprendizagem são frequentemente revistos, sendo as opiniões dos alunos e dos docentes dados importantes, quando trabalhados simultaneamente. É necessária a conscientização de que a avaliação é um processo bilateral, para finalmente, ser traçada a melhor metodologia que proporcione aprendizado. Há que se destacar que de acordo com as políticas institucionais como PPI e PDI atendendo as resoluções do MEC, está ocorrendo um Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 23 Medicina Veterinária direcionamento das ações voltadas ao ensino, bem como referente à estrutura administrativa, até porque cada setor e área são avaliados pela CPA (Comissão Própria de Avaliação), com o resultado servindo para nortear o direcionamento das medidas de equilíbrio. Não se pode esquecer, de destacar a necessidade do desenvolvimento humanitário do indivíduo, por meio de conteúdos específicos e diferenciados, mesmo porque, as exigências da sociedade são maiores e os repasses de conhecimento devem seguir essa trilha. Como medidas que devem constituir a base verdadeira para o incremento na formação do profissional, o currículo a ser adotado deve: a) considerar na aprendizagem e formação tecnológica do profissional, o desenvolvimento dos valores éticos e sociais, e a convicção da sua importância no contexto social; b) permitir e manter o estímulo constante da interação entre as atividades teóricas e práticas; c) considerar que a formação generalista deve estar baseada no desenvolvimento da polivalência para estabelecimento de sistemas produtivos da formação; d) considerar que o aluno deverá ter uma participação ativa no desenvolvimento da sua formação, podendo, dentro dos princípios estabelecidos, direcionar sua formação. A participação, o real conhecimento dos docentes, a convicção da necessidade de mudanças são fatores fundamentais para o início dos trabalhos. 2.7.2. MATRIZ CURRICULAR Atualmente o Curso de Medicina Veterinária conta com duas matrizes curriculares em andamento, a 4030, que contempla 4037 horas distribuidas em nove semestres (QUADRO 1) e a atual 4031 desenvolvida em dez semestres, compreendendo 4487 horas, aplicada aos ingressantes de 2015 (QUADRO 2). Essa nova matriz curricular foi minuciosamente elaborada por uma Comissão Própria e debatida exaustivamente com o corpo docente no sentido de buscar o que há de mais moderno e atender à um mercado cada vez mais exigente, dentro do que dispõem as Diretrizes Curriculares. Destaca-se, nesse sentido, a Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 24 Medicina Veterinária Visita Orientadora da Comissão Nacional de Ensino do Conselho Federal de Medicina Veterinária que muito colaborou nessa construção. Consolidaram-se disciplinas com enfoque diferenciado à saúde ambiental, saúde pública, defesa sanitária animal, medicina veterinária legal, gestão e marketing aplicado ao agronegócio, homeopatia, porém com destaque às disciplinas de Prática Hospitalar e de Produção I, II e III que são 100% práticas e desenvolvidas junto ao Hospital Veterinário, Bosque Municipal de Marília e Fazenda Experimental, fazendo com que o aluno se envolva em todas as área da produção e saúde animal correlatas A estrutura curricular tem o objetivo principal de conscientizar o aluno da necessidade de logo no início do Curso desenvolver uma aprendizagem contínua, vislumbrando as disciplinas básicas que darão sustentação às préprofissionalizantes e profissionalizantes. O aluno é orientado a entender toda a programação que será desenvolvida no período de ensino, buscando a interdisciplinaridade e observando suas ramificações. O corpo administrativo bem como o corpo docente realiza um trabalho de conscientização e principalmente de orientação aos ingressantes para que consigam valorizar a importância do seu crescimento individual, dentro da sala de aula e nas atividades práticas, fazendo-o buscar diferentes formas de conhecimento, utilizando-se das atividades complementares. Ressalta-se que o Estágio Supervisionado, deverá ser realizado em tempo integral no último semestre com o cumprimento de no mínimo 520 horas. Ainda nesse sentido, e como decorrência do Estágio Supervisionado, o aluno deverá se matricular na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) configurada por 60 horas, baseado nas normas internas, tendo que defendê-lo posteriormente perante uma banca composta de, no mínimo, dois professores do curso. Quadro 01. Matriz Curricular do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília (4030) Termo Código Nome da Disciplina Carga Horária Créditos 1º 200206 Morfologia Animal 40,0 2 1º 200207 Fundamentos de Ciências Sociais 40,0 2 1º 200208 Introdução à Ciências Agrárias 60,0 3 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 25 Medicina Veterinária 1º 200209 Matemática e Estatística 60,0 3 1º 200210 Ecologia 60,0 3 1º 200211 Química e Bioquímica 80,0 4 1º 200212 60,0 3 2º 200213 Bioclimatologia e Bem-Estar Animal 40,0 2 2º 200214 Microbiologia e Imunologia 80,0 4 2º 200215 Fisiologia Animal I 60,0 3 2º 200217 Bromatologia 60,0 3 2º 200218 Anatomia Descritiva 160,0 8 2º 200219 Citologia, Histologia e Embriologia 80,0 4 2º 200220 Biofísica 40,0 2 3º 200221 Citologia e Histologia Especial 60,0 3 3º 200216 Fisiologia Animal II 60,0 3 3º 200222 Anatomia Topográfica 80,0 4 3º 200223 Farmacologia Geral 60,0 3 3º 200224 Genética e Melhoramento Animal 80,0 4 3º 200225 Nutrição de Ruminantes e Agrostologia 80,0 4 3º 200578 História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena 40,0 2 3º 200226 Equideocultura 60,0 3 4º 200276 Direito Agrário e Gestão Ambiental 40,0 2 4º 200228 Anatomia Patológica I 80,0 4 4º 200230 Farmacologia Veterinária Especial 60,0 3 4º 200231 Microbiologia Aplicada 60,0 3 4º 200232 Diagnóstico por Imagem 60,0 3 4º 200233 Parasitologia 60,0 3 4º 200277 60,0 3 4º 200235 Nutrição de Monogástricos 60,0 3 5º 200229 Anatomia Patológica II 80,0 4 5º 200236 Semiologia Animal 60,0 3 5º 200237 Patologia Clínica 60,0 3 5º 200239 Suinocultura 60,0 3 Metodologia Científica e Tecnologia da Informação Animais de Laboratório, Piscicultura e Cunicultura Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 26 Medicina Veterinária 5º 200238 Doenças Parasitárias 60,0 3 5º 200280 Criação de Animais Selvagens 60,0 3 5º 200241 Avicultura 60,0 3 5º 200242 Extensão Rural 40,0 2 6º 200282 Economia, Agronegócio e Planej. Rural 80,0 4 6º 200283 Biotecnologia da Reprodução 60,0 3 6º 200284 Ovinocultura e Caprinocultura 60,0 3 6º 200246 80,0 4 6º 200247 Clínica Médica de Equinos 60,0 3 6º 200248 Anestesiologia 60,0 3 6º 200249 Doenças Infecciosas e Zoonoses 80,0 4 7º 200250 Bovinocultura 80,0 4 7º 200251 Ética Profissional, Bioética e Legislação 60,0 3 7º 200252 Técnica Cirúrgica 80,0 4 7º 200253 Obstetrícia 80,0 4 7º 200254 Toxicologia Clínica 60,0 3 7º 200255 Fisiopatologia da Reprodução 80,0 4 7º 200256 Clínica Médica de Suínos 60,0 3 8º 200257 Clínica Médica de Ruminantes 60,0 3 8º 200258 80,0 4 8º 200259 Cirurgia Veterinária 120,0 6 8º 200260 Higiene de Produtos de Origem Animal 80,0 4 8º 200261 Ornitopatologia 80,0 4 8º 200285 Tecnologia Produtos de Origem Animal 80,0 4 9º 200263 Estágio Supervisionado 520,0 26 9º 202443 Trabalho de Conclusão de Curso 60,0 3 X 202353 Atividades Complementares 200,0 10 X 201991 40,0 2 Clínica Médica de Pequenos Animais e Animais Silvestres Medicina Preventiva, Epidemiologia e Saúde Pública LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais (Optativa) Total 4.037,0 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 27 Medicina Veterinária 2.7.3. EMENTA DAS DISCIPLINAS MATRIZ 4030 1º TERMO QUÍMICA E BIOQUÍMICA Objetivos: Entendimento dos processos químicos que envolvem os mecanismos biológicos, o conhecimento das diferentes biomoléculas, suas estruturas, funções biológicas, interações químicas e metabólicas, bem como o funcionamento do organismo animal. Relacionar a química e bioquímica na prática animal, nas diferentes espécies, bem como sua aplicação na transformação dos produtos de origem animal. Ementa: Origem da vida – estudo das células e elementos químicos que deram origem as biomoléculas; Revisão de química orgânica; Biomoléculas; Bioenergética; Carboidratos; Lipídeos; Aminoácidos, proteínas e enzimas; Metabolismo; Mecanismo hormonal da insulina e do glucagon. Bioquímica aplicada a carne e ao leite. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos ruminantes. 3.ed. Santa Maria: UFSM, 2011. 216p. 2. LEHNINGER, A. L., NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica. 4.ed. Sao Paulo: Sarvier, 2006. 1202p. 3. MARZZOCO, A., TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 386p. 4. STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 1000p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BACILA, M. Bioquímica veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1980. 534p. 2. CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 533p. 3. FERRIER, D.R., CHAMPE, P.C., HARVEY, R.A. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 533p. 4. GRANNER, D. K., HARPER, MURRAY, R. K. Harper: bioquímica. 9.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 919p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 28 Medicina Veterinária 5. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARESGUIA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360p MORFOLOGIA ANIMAL Objetivos: Fornecer aos acadêmicos conhecimentos sobre as estruturas anatômicas que fazem parte dos diferentes órgãos e/ou vísceras, sistemas e/ou aparelhos, que constituem o corpo dos animais. Ementa: Introdução ao estudo de anatomia veterinária; Osteologia; Artrologia; Miologia; Morfologia do Desenvolvimento; Aparelho Ungueal; Glândula Mamaria; Sistema Digestório; Sistema Genital Feminino; Sistema Genital Masculino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina Veterinária. 2.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 2. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 668p. 3. POPESKO, P. Atlas de Anatomia Topográfica dos Animais Domésticos, São Paulo: Manole, 1985. 4. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos Animais Domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1 e v.2, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à Anatomia e Fisiologia Animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 2. FRANDSON, R. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais Domésticos, 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 3. HABEL, R. E. Anatomia Veterinária Aplicada, Zaragoza: Acribia, 1988. 4. OLIVEIRA, A.; NEVES, I. P; ABILIO, P. P.; SANTIAGO, W.; BARBOSA, A. S. Manual de Anatomia Comparativa, Rio de Janeiro: Editora Contag, Tomos, s/d. 121p. 5. SCHWARZE, E. Compêndio de Anatomia Veterinária. Zaragoza: Acribia, 1984. FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 29 Medicina Veterinária Objetivos: Caracterizar o conhecimento científico e contextualizar historicamente o surgimento e desenvolvimento da ciência moderna no mundo ocidental; Desenvolver temas que permitam pensar o homem e a sociedade como objeto de estudos, principalmente por meio da sociologia, da antropologia, economia e política; Discutir conceitos fundamentais desenvolvidos pela sociologia; Conhecer a importância das instituições sociais e o pensamento dos precursores da sociologia; Discutir temas ligados à questão agrária; Educação das relações étnico-raciais; Posicionar o acadêmico quanto sua importância social, enquanto profissional e enquanto cidadão. Ementa: O desenvolvimento científico e a correspondência com a vida social. O pensamento dos precursores da sociologia. Relações dos indivíduos e a sociedade. As principais instituições da sociedade e o processo de institucionalização. A estrutura agrária e as questões sociais no campo, ocasionadas pela industrialização, determinando novas relações de trabalho no campo. Movimentos sociais em defesa da terra. Contribuição do povo negro e indígena nas diversas áreas do conhecimento. Atividades práticas no campo social enquanto profissional e cidadão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008. 358p. 2. BAUMAN, Z. Aprendendo a pensar com a sociologia. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010. 301p. 3. COSTA, M. C. C.. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 415p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BRETON, P. Sociologia da comunicação. 2.ed. São Paulo: Loyola, 2006. 287p 2. DIAS, R. Introdução à Sociologia. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 338p. 3. GIDDENS, A. Sociologia, 4.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2004. 725p. 4. TOMAZI, N.D. Iniciação a sociologia. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 264p. 5. VITA, A. Sociologia da sociedade brasileira. 9.ed. São Paulo: Atica, 1999. 279p. MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 30 Medicina Veterinária Objetivos: Subsídios para o entendimento dos princípios básicos de matemática e estatística, com aplicação nas atividades profissionais do agronegócio, como nutrição animal, melhoramento genético entre outras, além do vínculo com a iniciação científica. Ementa: Matemática: Noções preliminares de cálculo, regra de três, porcentagem, trigonometria no triângulo retângulo e em triângulos quaisquer, geometria espacial. Estatística: conceitos e divisões da estatística, técnicas de amostragem, construções de tabelas e gráficos, medidas de tendência central e de dispersão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e modelos. Viçosa: UFV, 1999. 333p. 2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo v. 1/2, 5.ed., Rio de Janeiro: LTC, 2008. 3. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 643p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARA, A.B., MUSETTI, A.V., SCHNEIDERMAN, B. Introdução a estatistica. 1.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 2003. 152p. 2. GUELLI, C. A.; IEZZI, G.; DOLCE, O. Conjuntos, Relações, Funções e Inequações. São Paulo: Moderna, s/d, 265p. 3. IEZZI, G.; DOLCE, O.; MURAKAMI, C. Fundamentos da Matemática Elementar. 8.ed. São Paulo: Atual, 1985. 4. LEVINE, D. M. Estatística – Teoria e Aplicações: usando o microsoft excel em português. 3.ed., Rio de Janeiro: LTC. 2005. 819p. 5. SCHEINERMAN, E. R. Matemática Discreta. São Paulo: Thomson, 2006. 532p. INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS Objetivos: Colocar os acadêmicos em contato direto com os diversos segmentos que norteiam a Medicina Veterinária, tendo como base fundamental a produção sustentável, focada no bem-estar animal e na preservação do meio ambiente, com ênfase na medicina preventiva e saúde publica, alicerçada na formação não apenas de profissionais competentes, mas principalmente na formação de cidadãos comprometidos com o futuro do planeta. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 31 Medicina Veterinária Ementa: Ciências Agrárias: conceitos a apresentação. Regulamento da profissão: deveres e competências dos profissionais. Abordagens nos aspectos de negócio, ciência e arte. As funções do profissional de medicina veterinária. As tecnologias disponíveis. Análise do currículo: disciplinas essenciais e optativas. As especialidades do Médico Veterinário e seu futuro profissional BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p. 2. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 3. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p. 4. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 5. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 6. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p 7. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São Paulo: Roca, 2010. 387p. 8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 320p. 9. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 10.SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p. 11.VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 32 Medicina Veterinária União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 3. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed. Barueri: Manole, 2005. 1153p. 4. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 453p. 5. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed. Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p. 6. LUCCI, C.S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo: Manole Ltda, 1997 7. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 260p. 9. SOUZA, G. et al. A Administração da Fazenda. São Paulo: Globo, 1992. 10.SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. 11.TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. ECOLOGIA Objetivos: Propiciar conhecimentos fundamentais em ecologia, com uma concepção holística das relações com os seres vivos - ambiente, enfatizando a importância econômica e social da busca pela conservação da biodiversidade, bem como o desenvolvimento sustentável e harmonioso do planeta, destacando a importância do Médico Veterinário e do Zootecnista nessa concepção e sua relação com a saúde ambiental. Ementa: estrutura e funcionamento dos ecossistemas; ecologia das populações e das comunidades; poluição ambiental; a destruição e conservação da biodiversidade; estrutura e legislação ambiental brasileira; saúde ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice: São Paulo, 2002. 305p. 2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 33 Medicina Veterinária 3. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DAJOZ, R. Ecologia Geral. 4.ed. Petrópolis: Vozes. 1983. 472p. 2. DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 519p. 3. GRISI, B.M. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2.ed. João Pessoa: UFPB, 2000. 200p 4. SEIFFERT, M.E.B. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 310p. 5. TOWNSEND, C.R., HARPER, J.L., BEGON, M. Fundamentos em ecologia. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Objetivos: Inserir o ingressante no ambiente universitário de forma plena, junto à metodologia de estudo, senso crítico e realização de trabalhos científicos. Apresentar as técnicas de levantamento bibliográfico, bem como a utilziação da internet como instrumento de pesquisa em sites especializados. Estimular o raciocínio e a formulação de hipóteses para solução de problemas que serão objetos de iniciação científica, bem como o gosto pelo conhecimento. Ementa: Metodologia Científica; Métodos de Estudo e Aprendizagem; Como elaborar trabalhos Universitários (Pesquisa Científica); Conhecimento Científico e outros tipos de conhecimento; Métodos Científicos ; Experimentação nas ciências biológicas e da saúde; Estudos observacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BARROS, A. J. P.; LEHFELD,N. A.S. Fundamentos de Metodologia: um guia para a iniciação científica. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2000. 122p, 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7 ed., São Paulo: Atlas, 2010, 296p. 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed., São Paulo: Cortez, 2007. 304p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALBERTO, S.B.M. Manual para Elaboração e Organização de Trabalhos Técnicos e Científicos. Marília: UNIMAR, 1997. 80p. 2. ECO, H. Como se faz uma tese. 15.ed., São Paulo: Perspectiva, 2000. 170p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 34 Medicina Veterinária 3. GARCIA, M. Informática Veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 117p. 4. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 177p. 5. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 10.ed., São Pauto: Martins Fontes,2001. 412p. 6. VIEIRA, S.O., HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área da saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 192p. 2º TERMO BIOFÍSICA Objetivos: Apresentar os conceitos da física aplicados às principais técnicas de formação de imagens utilizadas em Medicina Veterinária, como também nos diferentes sistemas do corpo animal. Ementa: Termometria Clínica; Termorregulação; Biofísica do Sistema respiratório; Biofísica do Sistema Urinário; Biofísica do Sistema Muscular; Biofísica do Sistema Cardiovascular; Biofísica aplicada à ultrassonografia; Física dos Rx e Técnicas radiográficas; Ressonância magnética; Tomografia; Endoscopia (gastroscopia, colonoscopia, rinoscopia); Transporte Através das Membranas; O Universo e sua Composição Fundamental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CHOW, C., OKUNO, E., CALDAS, I. L. Física para ciências biológicas e biomédicas. 1.ed. São Paulo: Harbra, 1986. 483p. 2. GARCIA, E. A. C. Biofísica. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 387p. 3. HENEINE, I. F. Biofisica básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000. 391p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 579p. 2. LEAO, M. A. C. Princípios de biofísica: bioestruturas e bioenergética, biofísica-química, radiologia, biofísica das funcões, eletrobiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 510p. 3. REECE, W. O. Fisiologia de animais domésticos. 1.ed. São Paulo: Roca, 1996. 351p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 35 Medicina Veterinária 4. SWENSON, M.J.; Ed.Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 799p. 5. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos, 2002. 611p . ANATOMIA DESCRITIVA Objetivos: Conhecimentos a cerca da morfologia dos vários sistemas que constituem o corpo dos animais. Ementa: Sistema Ósseo; Sistema Articular; Sistema Muscular; Sistema Circulatório; Sistema Tegumentar; Sistema Nervoso; Sistema Respiratório; Sistema Digestório; Sistema Urinário; Sistema Genital Masculino; Sistema Genital Feminino; Sistema Endócrino; Órgãos do Sentido. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p. 2. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 3. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p. 4. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.1, Porto Alegre: Artmed, 2002. 298p. 5. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p. 6. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1, São Paulo: Manole, 1985. 211p. 7. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.2, São Paulo: Manole, 1985. 194p. 8. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.3, São Paulo: Manole, 1985. 205p. 9. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2000.428p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 36 Medicina Veterinária 2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p. 3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p. 4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997. 160p. 5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p. 6. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. BROMATOLOGIA Objetivos: Apresentação da composição Bromatológica dos principais alimentos e técnicas para determinação dos nutrientes contidos nesses, além da determinação de contaminantes e fraudes. Apresentação da formulação das rações dos animais de interesse zootécnico. Ementa: Introdução ao curso: Composição e análise bromatológica dos alimentos. Classificação dos alimentos. Estudo dos fatores anti-nutricionais, alterações e adulterações dos alimentos. Digestibilidade dos alimentos. Controle de qualidade e fiscalização dos alimentos. A legislação bromatológica. Microscopia e microbiologia dos alimentos. Introdução aos cálculos de rações. Noções práticas de produção e conservação de alimentos como feno, silagem e produção de rações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v 2. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 4. MAYNARD, L. A. et. al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 37 Medicina Veterinária 1. FLORES MENENDEZ, J. A. Bromatologia animal. 3.ed. México: Limusa, c1986. 1096p. 2. FUKUSHIMA, R. S. Coord., SEMANA De Zootecnia (Pirassununga). A interação solos x pastagens x nutrição animal. 1.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1992. 124p. 3. NOGUEIRA, A. R. A., SOUZA, G. B. Manual de laboratórios: solo, água, nutrição vegetal, nutrição animal e alimentos. 1.ed. São Carlos: Embrapa, 2005. 334p. 4. SALINAS, R. D. Alimentos e nutrição: introdução a bromatologia. 3.ed. São Paulo: Artmed, 2002. 278p. 5. VALAS, E. C., CORREA, F. R. Bibliografia brasileira sobre plantas tóxicas na alimentação animal. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 1982. 228p. FISIOLOGIA ANIMAL I Objetivos: Identificar e compreender o funcionamento e a interação entre os diversos órgãos e sistemas dos organismos, relacionando-os com o equilíbrio e funcionamento normal do corpo do animal. Ementa: Fisiologia Geral; Fisiologia dos líquidos corporais e membranas; Sistema Nervoso; Sistema Endócrino; Sistema Digestório; Sistema cardiorespiratório; Sistema reprodutor; Sistema renal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 579p. 3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p. 2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 38 Medicina Veterinária 4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1987. 612p. 5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca, 1984. 420p. 6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 799p. 7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos, 2002. 611p. MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Objetivos: MICROBIOLOGIA: Estudo da Bacteriologia, Micologia e Virologia, enfatizando sua importância zootécnica e médica veterinária. Obter conhecimentos sobre estrutura, metabolismo e virulência dos diferentes microrganismos. IMUNOLOGIA: Apresentar as aplicações da Imunologia. Mostrar a importância do conhecimento dos mecanismos de defesa do organismo animal. Demonstrar aos alunos o diagnóstico sorológico de enfermidades de interesse clínico visando reconhecer e interpretar as reações imunológicas envolvidas. Ementa: Apresentação geral dos microrganismos de importância em saúde animal, enfatizando inclusive aqueles de importância na saúde pública, enfocando a área da bacteriologia, micologia e virologia (importância, características gerais, classificação viral e métodos gerais de diagnóstico) além, dos métodos de esterilização e desinfecção. Técnicas para isolamento de microrganismos. Aspectos da importância e aplicação da imunologia, infecção e resistência, o complexo sistema imune, antígenos, anticorpos, resposta imune celular e humoral, imunoterapia, imunoprofilaxia, além do imunodiagnóstico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p. 2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1985. 1234p. 3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 446p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 39 Medicina Veterinária 4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p. 5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 1104p. 6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p. 7. TIZARD, I. Introdução à imunologia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, c1985. 329p. 8. TERR, A. L., STITES, D. P., PARSLOW, T. G. Imunologia médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 684p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ANTUNES, L. J. Imunologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999. 95p. 2. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinária. 1.ed. Espanha: Acribia, 1989. 305p. 3. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2.v. 4. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 1981. 472p. 5. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. 1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p. 6. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. 7. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p. 8. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1 ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p. BIOCLIMATOLOGIA E BEM-ESTAR ANIMAL Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 40 Medicina Veterinária Objetivos: Entendimento quanto à necessidade de oferecer aos animais de produção e de companhia, condições de ambiente natural ou artificial para que os mesmos possam expressar ao máximo sua capacidade genética, dentro dos preceitos de bem-estar animal Ementa: Introdução geral à bioclimatologia; adaptação e evolução dos organismos. Efeitos do ambiente tropical sobre a produção, reprodução e saúde dos animais. Mecanismos de termorregulação dos animais. Fatores climáticos associados aos ambientes tropicais. Características dos animais associadas a termorregulação e ao desempenho em ambientes específicos. Avaliação de animais para adaptação a ambientes tropicais. Melhoramento genético para adaptação. Preceitos de bem-estar animal para animais de produção e companhia BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. 332p. 3. MULLER, P. B. Bioclimatologia: aplicada aos animais domésticos. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1989. 262p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTA, M. J. R. P. Anais do 1. ciclo internacional de palestras sobre bioclimatologia animal.1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 129p. 2. COSTA, M. J. R. P. Anais do 10. encontro anual de etologia, 29 de setembro a 1 de outubro de 1992. 1.ed. Jaboticabal: SBE, 1992. 235p. 3. HAHN, G. L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: aspectos teóricos e aplicados. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1993. 28p. 4. MARENGO, J A. Mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre a biodiversidade: caracterização do clima atual e definição das alterações climáticas para o território brasileiro ao longo do século. 2.ed. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2007. 163p 5. NAAS, I. A. Princípios de conforto térmico na produção animal. 1.ed. São Paulo: Icone, 1989. 183p. 6. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos, 2002. 611p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 41 Medicina Veterinária CITOLOGIA, HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA Objetivos: Motivar a formação de um raciocínio integral dos alunos aos aspectos morfo-funcionais de tecidos e órgãos, de fundamental importância para o entendimento da medicina veterinária e da zootecnia. Ministrar conhecimentos básicos da formação, estrutura e função dos tecidos e órgãos. Ementa: citologia geral; métodos de estudo; tecido epitelial de revestimento; tecido epitelial glandular; tecido conjuntivo; tecido adiposo; tecido cartilaginoso; tecido ósseo; tecido nervoso; tecido muscular; sistema circulatório; células do sangue; sistema linfático. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CARLSON, B. M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1996. 408p. 2. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 432p. 3. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 576p. 4. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 5. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p. 6. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis: Saunders Elsevier, 2007. 546p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole, 1992. 629p. 2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 355p. 3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1991. 570p. 4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982. 397p. 5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 229p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 42 Medicina Veterinária 6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978. 202p. 7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed. São Paulo: Panamericana, 1993. 779p. 8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p. 9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p. 3º TERMO EQUIDEOCULTURA Objetivos: Transmitir conhecimentos sobre a criação e exploração de equídeos de trabalho, lazer e esporte e outras finalidades, bem como o respectivo manejo, além de informações do agronegócio referente à espécie, capacitando o aluno a atuar em todos os âmbitos da equideocultura nacional. Ementa: Principais características e classificações dos equídeos. Etologia equina. Manejo sanitário. Manejo alimentar. Manejo reprodutivo. Identificação da idade e resenhas. Manejo de pastagens. Casqueamento e ferrageamento. Principais raças criadas no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. AUBLET, H., MARCENAC, L. Enciclopédia do cavalo: Enciclopédia do cavalo. 4.ed. São Paulo: Andrei, 1990. 2.v. 2. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p. 3. ROMASZKAN, G. O cavalo. 3.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. 281p. 4. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. 5. TORRES, A. P., JARDIM, W. R. Criação do cavalo e de outros equinos. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 654p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. KNOTTENBELT, D.C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo. 1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p. 2. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 43 Medicina Veterinária 3. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao dia-a-dia na clinica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 414p. 4. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo: Roca, 1994. 943p. 5. RIBEIRO, D. B. O cavalo: raças, qualidades e defeitos. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, c1988. 318p. NUTRIÇÃO DE RUMINANTES E AGROSTOLOGIA Objetivos: Apresentação do metabolismo dos nutrientes utilizados nos pequenos e grandes ruminantes, bem como o cultivo e utilização das principais gramíneas e leguminosas relacionadas à nutrição. Ementa: Aspectos gerais. Revisão da anatomia e fisiologia do aparelho digestivo dos ruminantes. Alimentos e principais nutrientes. Metabolismo dos carboidratos, proteínas e nitrogênio não protéico e lipídeos. Metabolismo e exigências dos minerais e vitaminas. Enfermidades relacionadas aos problemas metabólicos. Aspectos técnicos e econômicos do cálculo de rações. Produção de silagem, feno e cana visando à alimentação de ruminantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 4. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. 5. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 258p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALIMENTACION, De Los Ruminantes: Principios de Nutricion y alimentacion de los ruminantes, necessidades alimenticias de los animales, valor nutritivo de los alimentos. 1.ed. Madri: Mundi-Prensa, 1981. 697p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 44 Medicina Veterinária 2. BARBOSA, F. A., CARVALHO, F. A. N., MCDOWELL, L. R. Nutrição de bovinos a pasto. 2.ed. Belo Horizonte: Gradual, 2000 3. COLE, D. J. A., HARESIGN, W. Avances en nutricion de los rumiantes. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1988. 428p. 4. KIRCHOF, B. Alimentação da vaca leiteira. 1.ed. Guaiba: Agropecuária, 1997. 111p. 5. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo: Manole, 1997. 169p. 6. MARTIN, L. C. T. Nutrição mineral de bovinos de corte. 2.ed. s.l.: Nobel, c1993. 173p. GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL Objetivos: Apresentar conceitos básicos de genética e melhoramento animal, buscando aliar produção ao agronegócio, proporcionando um rebanho de qualidade no contexto nacional. Ementa: Introdução a Genética e Melhoramento Genético; Primeira e segunda Leis de Mendel; Extensões à Análise Mendeliana; Genética molecular; Genética de Populações; Estatística aplicada ao melhoramento genético; Genética Quantitativa. Herdabilidade; Repetibilidade. Capacidade provável de produção; Métodos de seleção. Seleção para uma característica. Diferencial de Seleção; Progresso genético; Sistemas de acasalamento. Proporção de genes BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001, 589 p. 2. NICHOLAS, F.W. Introdução a Genética Veterinária. Porto Alegre: Artmed, 1999. 328 p. 3. RAMALHO, M. Genética na Agropecuária. 4.ed. Lavras: UFLA. 2008. 463 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Genética e Melhoramento de rebanho nos trópicos. São Paulo: Nobel, 1989. 463 p. 2. MILAGRES,J.C. Melhoramento animal. Seleção. Viçosa:UFV, n.3, 1981. 101 p. 3. NICHOLAS, F.W. Genética veterinária. Porto Alegre: Artmed, 1999. 326 p. 4. PISANELLI, R.C., GALHARDO, S.R., OLIVEIRA, T.C.D. Quem é quem em genética animal no Brasil. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1983. 165p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 45 Medicina Veterinária 5. SILVA, M.A. Melhoramento animal: índices de seleção. 1.ed. Viçosa: UFV, 1980. 65p. FARMACOLOGIA GERAL Objetivos: Apresentar a terminologia farmacológica, prescrição e a legislação vigente sobre os medicamentos brasileiros. Abordar os efeitos dos fármacos sobre o organismo animal, desde seus mecanismos de ação, absorção, biotransformação e excreção. Ementa: Introdução à farmacologia veterinária; Prescrição e legislação dos medicamentos brasileiros; Farmacodinâmica; Farmacocinética; Agonista e Antagonistas Adrenérgicos; Agonista e Antagonistas Colinérgicos; Antiinflamatórios; Antibióticos; Fluidoterapia; Histamina e seus Antagonistas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 991p. 2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p. 3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p. 4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p. 2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p. 3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p. 4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 829p. 5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p. 6. TROLLDENIER, H. Antibióticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 275p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 46 Medicina Veterinária ANATOMIA TOPOGRÁFICA Objetivos: Fornecer conhecimentos sobre as diferentes estruturas anatômicas próprias de determinadas regiões do corpo animal (cabeça, pescoço, tórax, abdome, pelve e apêndices torácicos e pélvicos), tendo em vista as disposições estratigráficas e sintopias que tais estruturas (ossos, vasos, nervos, etc...) mantêm entre si. Ementa: Introdução ao estudo de anatomia topográfica; Região do pescoço; Tórax; Região da cabeça; Abdome; Pelviologia e Pelvimetria; Membros torácicos; Membros pélvicos; RX. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p. 2. COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina Veterinária. 2.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p. 3. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 4. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p. 5. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.1, Porto Alegre: Artmed, 2002. 298p. 6. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p. 7. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1, São Paulo: Manole, 1985. 211p. 8. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.2, São Paulo: Manole, 1985. 194p. 9. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.3, São Paulo: Manole, 1985. 205p. 10. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2000.428p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 47 Medicina Veterinária 2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p. 3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p. 4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997. 160p. 5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p. 6. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. CITOLOGIA E HISTOLOGIA ESPECIAL Objetivos: Transmitir a caracterização microscópica dos órgãos que compõem os sistemas orgânicos dos animais domésticos e evidenciar as principais diferenças morfológicas entre as espécies através da histologia comparada. Ementa: Sistema tegumentar; Sistema digestório; Glândulas anexas ao tubo digestivo; Sistema endócrino; Sistema respiratório; Sistema urinário; Sistema reprodutor masculino; Sistema reprodutor feminino; Órgãos linfáticos; Olho e ouvido. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 432p. 2. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 576p. 3. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2008. 4. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p. 5. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis: Saunders Elsevier, 2007. 546p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole, 1992. 629p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 48 Medicina Veterinária 2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 355p. 3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1991. 570p. 4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982. 397p. 5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 229p. 6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro : Guanabara, 1978. 202p. 7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed. Sao Paulo: Panamericana, 1993. 779p. 8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p. 9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p. FISIOLOGIA ANIMAL II Objetivos: Compreensão do funcionamento e a inter-relação dos sistemas orgânicos nas diferentes espécies. Ementa: Fisiologia da nutrição de monogástricos; Fisiologia da nutrição de ruminantes; Endocrinologia e metabolismo energético e reprodutivo; Fisiologia neonatal e geriátrica; Fisiologia renal comparada; Fisiologia cardiorrespiratória comparada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 579p. 3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeir: Elsevier, 2006. 1115p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p. 2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 49 Medicina Veterinária 3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. 4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1987. 612p. 5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca, 1984. 420p. 6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 799p. 7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. Sao Paulo: Santos, 2002. 611p HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS Objetivos: Conhecer as primeiras populações do continente africano e seu percurso histórico; a história Afro-brasileira, diáspora africana no Brasil; Debater questões sobre racismos e antirracismos no Brasil – raças e etnias; o tráfico negreiro e a resistência; história da escravidão no Brasil (aspectos econômicos e socioculturais); Refletir sobre a história indígena no Brasil, referenciando as políticas coloniais, imperiais e republicanas para os povos indígenas no Brasil; refletir a subalternização dos índios na história do Brasil. Refletir a subalternização dos “negros no trabalho” na história do Brasil; Problematizar “a invenção da África” e o olhar eurocêntrico sobre os saberes produzidos acerca do continente africano; compreender a complexidade das políticas indígenas atuais: cultural, habitacional e assistencial, estudar a cultura e a participação do negro no Brasil atual. Ementa: História e influência da cultura africana na formação da cultura brasileira; história e influência da cultura indígena na formação da cultura brasileira. Primeiros habitantes do continente africano; A religiosidade africana disseminada pela cultura brasileira; aspectos da arte africana na cultura brasileira. Aspectos da cultura e da religiosidade indígena na cultura brasileira. A identidade afro-brasileira; A identidade indígena; o desenvolvimento das questões raça-etnia no espaço social. BIBLIOGRÁFIA BÁSICA: 1. ARAUJO PEREIRA, Amilcar; MONTEIRO, Ana Maria. Ensino de História e Cultura Afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 50 Medicina Veterinária 2. LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional, 2006. 3. MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas, cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: MEC-SECAD/SEPPIR/INEP, 2005. 2. GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995. 3. PENA, Sérgio D. J.. (2005). Razões para banir o conceito de raça da medicina brasileira. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 12(2), 321-346. Recuperado em 25 de setembro de 2013, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010459702005000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0104-59702005000200006. http://oglobo.globo.com/infograficos/paraiso-sitiado/ http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira http://www.palmares.gov.br/tag/cultura-afro-brasileira/ 4º TERMO DIREITO AGRÁRIO E GESTÃO AMBIENTAL Objetivos: Enfocar a importância da participação dos profissionais das Ciências Agrárias na Política Nacional do Meio Ambiente, através da participação nos mecanismos de controle e prevenção ambiental e do trabalho; Assegurar o estudo do tema legal, sob uma visão investigativa, visando uma formação humanística relativa ao fenômeno jurídico diante da necessidade social. Conceitos e responsabilidades em torno da saúde ambiental. Ementa: Introdução: princípios constitucionais – a função social da propriedade. O aspecto jurídico dos contratos agrários e os profissionais das ciências agrárias. A intervenção estatal na reforma agrária e a participação dos profissionais de agrárias nos quadros do INCRA. A gestão ambiental e o desenvolvimento sustentável. A Política Nacional do Meio Ambiente – O Licenciamento Ambiental e a importância do profissional de agrárias no Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 51 Medicina Veterinária EIA/RIMA. Competência em material ambiental. Responsabilidade por danos ambientais. Crimes ambientais. Saúde Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental brasileiro. 10.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 642p. 2. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 260p. 3. SEIFFERT, M.E.B. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 310p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BARROS, W. P. Curso de Direito Agrário: Legislação. 2.ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1997. 2. FERREIRA, P. Curso de direito agrário. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 3. GODOY, A.V. A eficácia do licenciamento ambiental como um instrumento público de gestão do meio ambiente. São Paulo: Editora OAB. 2005. 77p. 4. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros. 2010. 186p. 5. SIRVINSKAS, L. P. Manual de direito ambiental. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2006 NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICOS Objetivos: Apresentar o metabolismo dos nutrientes e da energia em monogástricos e reconhecer as características dos alimentos tradicionais e dos alternativos utilizados como ingredientes para essas espécies. Realizar formulações de dietas balanceadas e analisar tecnicamente fórmulas nutricionais. Apresentar as principais diferenças do metabolismo dos nutrientes para os animais monogástricos. Nutrição clínica. Ementa: Histórico da nutrição de monogástricos. Metabolismos de proteínas, carboidratos, lipídeos, energia, minerais, vitaminas e da água. Aditivos utilizados na nutrição de monogástricos. Estudo de Alimentos e planos de alimentação. Formulação e mistura de rações para monogástricos. Enfermidades relacionadas aos problemas metabólicos. Aspectos técnicos e econômicos do cálculo de rações. Nutrição clínica de cães e gatos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 52 Medicina Veterinária 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 3. CASE, L.P.; DARISTOTLE, L.; HAYEK, M.; RAASCH, M.F. Canine and Feline nutrition. 3.ed. USA: Elsevier. 2011. 562p. 4. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 5. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. 6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição das aves domésticas. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 324p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CAREY, D. P., HIRAKAWA, D. A., CASE, L. P. Nutrição canina e felina: manual para profissionais. 1.ed. Madrid: Hacourt Brace, 1998. 389p. 2. EDNEY, A. T. B. Nutrição do cão e do gato: um manual para estudantes, veterinários, criadores e proprietários. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 146p. 3. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p. 4. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p. 5. PILLINER, S. Nutricion y alimentacion del caballo. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1995. 207p. 6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suinos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 214p. 7. VALVERDE, C. C. 250 rações balanceadas para suínos: como calcular ração balanceada, manejo alimentar e exigências nutricionais para todas as fases da vida. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1997. 114p. PARASITOLOGIA Objetivos: Apresentação dos parasitas que acometem os animais domésticos e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública. Caracterização: conceito, sistemática, morfologia, fisiologia, órgãos parasitados pelas formas Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 53 Medicina Veterinária larvais e adultas, modo de infecção, ciclo evolutivo normal e errático, hospedeiros definitivos, intermediários, eventuais, acidentais e esporádicos. Ementa: Introdução à parasitologia animal. Protozoologia. Helmintologia: Nematoda; Trematoda; Cestoda. Artropodologia. Parasitologia animal e sua repercussão em saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p. 3. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1990. 306p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BECK, A. A. H. Anais do III seminário brasileiro de parasitologia veterinária, Balneário Camboriú, 18 a 23 de outubro de 1982. 1.ed. Brasília: Dep. de Difusao de Tecnologia, 1985. 249p. 2. BORCHERT, A. Parasitologia veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1981. 745p. 3. GEORGE, J. R. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Manole, 1988. 379p. 4. LEITAO, J. L. S. Parasitologia veterinária: Parasitas. 3.ed. Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian, s.d.. 2.v. 5. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clínica veterinaria. 6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM Objetivos: Conferir conhecimentos quanto à análise e interpretação radiográfica das alterações das estruturas que compõem o animal; Capacitar a realização de técnicas e exames radiográficos na rotina hospitalar; Proporcionar conhecimentos e habilidades na realização de diagnóstico através de imagens nas diferentes espécies domésticas. Ementa: Introdução: história, formação dos RX e imagens radiográficas. Proteção radiológica e perigos da radiação. Instalações adequadas para funcionamento dos aparelhos. Semiologia Radiológica. Estudos radiográficos e Ultrassonográficos nas seguintes estruturas: Cabeça, Membros locomotores, Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 54 Medicina Veterinária Coluna vertebral, Sistema digestório, Sistema cárdio-respiratório, Sistema urogenital. Técnica radiográfica contrastada e meio de contraste. Ultrassonografia: princípios, análise e interpretação. Doenças neoplásicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BONTRAGER, K. L. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1999. 770p 2. LAPEIRE, C. Semiologia radiológica nos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Organizacao Andrei, 1986. 117p. 3. TICER, J. W. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1987. 523p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CRUMMY, A. B., JUHL, J. H. Interpretação radiológica. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 1024p 2. LIEBICH, H., KONIG, H. E. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2v 3. MCALLISTER, H., KEALY, J. K. Radiologia e ultra-sonografia do cão e do gato. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 432 p. 4. SCHEBTZ, H., WILKENS, H. Atlas der rontgenanatomie von hund und katze = atlas of radiographic anatomy of the dog and cat. 4.ed. Berlin: Verlag Paul Parey, 1986. 244p. 5. SQUIRE, L. F., NOVELLINE, R. A. Fundamentos de radiologia. 4.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. 352p. 6. WILLIAMSON, H. D., DOUGLAS, S. W. Princípios de radiografia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983. 281p. MICROBIOLOGIA APLICADA Objetivos: Apresentar aspectos específicos da Bacteriologia, Virologia e Micologia, enfatizando a identificação dos agentes envolvidos, bem como sua importância em diagnóstico e saúde animal. Ementa: Principais características microbiológicas quanto à taxonomia, enfatizando minuciosamente a metodologia de identificação e diagnóstico laboratorial de microrganismos de importância na saúde animal e saúde pública. Bacteriologia: estudo das principais bactérias; importância de cada família, gênero e espécie; principais características e metodologia de Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 55 Medicina Veterinária identificação. Virologia: principais DNA e RNA-vírus; importância de cada família, gênero e espécie; metodologia de identificação. Micologia: principais micoses superficiais, profundas, oportunistas e micotoxicoses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p. 2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1985. 1234p. 3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 446p. 4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p. 5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 1104p. 6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinaria. 1.ed. Espanha: Acribia, 1989. 305p. 2. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2.ed. Sao Paulá: Makron Books, 1997. 2.v. 3. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 1981. 472p. 4. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. 1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p. 5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. 6. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p. 7. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1 ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p FARMACOLOGIA VETERINÁRIA ESPECIAL Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 56 Medicina Veterinária Objetivos: Apresentar os efeitos dos fármacos em cada sistema orgânico e sua atuação no organismo animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem, absorção, biotransformação e excreção. Farmacologia Ementa: Sistema Nervoso Central. Farmacologia gastrointestinal. Farmacologia respiratória. Antiparasitários. Farmacologia sistema renal. Farmacologia cardiovascular. Antifúngicos e antivirais. Antineoplásicos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 991p. 2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p. 3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p. 4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p. 2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p. 3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p. 4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 829p. 5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada à avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p. 6. TROLLDENIER, H. Antibioticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d. 275p ANIMAIS DE LABORATÓRIO, CUNICULTURA E PISCICULTURA Objetivos: Desenvolver os sistemas de criação de peixes, animais de laboratório e coelhos, seguindo-se os conceitos de bem-estar animal, normas Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 57 Medicina Veterinária para utilização de animais em experimentação científica e adequação produtividade. Ementa: Animais de Laboratório: Principais espécies utilizadas; Sistemas de criação. Bioterismo. Piscicultura: Características das principais espécies cultivadas; Sistemas de criação. Técnicas de cultivo. Cunicultura: Características das principais raças utilizadas; Sistemas de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CTA, - Centro de Tecnologia em Aquicultura e Meio Ambiente. Peixes de água doce do rio doce: na área de influência da UHE mascarenhas.1.ed. Vitoria: CTA, 2009. 74p. 2. CYRINO, J. E. P., CASTAGNOLLI, N. Piscicultura nos trópicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 152p. 3. MEDINA, J. G. Cunicultura: a arte de criar coelhos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1988. 183p. 4. VIEIRA, M I. Coelhário: instalações adequadas, maiores lucros. 1.ed. São Paulo: Prata, 1995. 170p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CASTAGNOLLI, N. Criação de peixes de água doce. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1992. 189p. 2. DUARTE, A. T., CARVALHO, J. M. Cunicultura. 1.ed. Lisboa: Clássica, s.d.. 413p. 3. FABICHACK, D., FABICHACK, W. Peixes de aquário: criação, alimentação, doenças, tratamento, espécies. 8.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 72p. 4. FIGUEIRA, M. L. O. A., LUND, V. X. Criação de tilápias. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 63p. 5. FURTADO, J. F. R. Piscicultura: uma alternativa rentável. 1.ed. Guaíba: Agropecuaria, 1995. 180p. 6. HARKNESS, J. E., WAGNER, J. E. The biology and medicine of rabbits and rodents. 3.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1989. 230p. 7. HIME, J. M., O DONOGHUE, P. N. Patologia de los animales de laboratório: diagnostico y tratamiento. 1.ed. Zaragoza : Acribia, s.d. 305p. 8. MARDINI, C. V. et.al. Caracterização preliminar do perfil da piscicultura desenvolvida no Rio Grande do Sul. 1.ed. Porto Alegre: FEPAGRO, 1997. 23p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 58 Medicina Veterinária 9. MICHEL, C., KINKELIN, P., GHITTINO, P. Tratado de las enfermedades de los peces. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 353p. 10. OLIVEIRA, J. A. L., MENEZES, R. N. T. A cunicultura no nordeste. 1.ed. Fortaleza: Banco Nordeste do Brasil, 1979. 116p 11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed. s/l: CRMV - MG, s/d. 16p. 12. SMITH, A. W. Temas selecionados sobre medicina de animales de laboratorio: el raton. 2.ed. Cent. Panam. de Fiebre Aftosa, 1976. 122p. 13. VIEIRA, M. I. Hamster: criação e treinamento. 1.ed. São Paulo: Prata, 1997. 77p ANATOMIA PATOLÓGICA I Objetivos: Transmitir conceitos básicos da patologia com ênfase nos seguintes tópicos: degeneração e morte celular, distúrbios circulatórios, processo inflamatório, regeneração e cicatrização, carcinogênese e oncologia. Apresentar noções básicas da técnica de necropsia, colheita e envio de material para proporcionar exame o anatomopatológico reconhecimento dos e citotopatológico, padrões além histopatológicos de das degenerações, inflamações e das neoplasias. Ementa: Introdução à Anatomia Patológica; Tanatologia; Degeneração e necrose celular; Calcificações patológicas; Pigmentos e pigmentação Patológica; Perturbações circulatórias; Processo inflamatório; Imunopatologia; Cicatrização e regeneração tecidual; Distúrbios do crescimento; Neoplasias: definição nomenclatura, classificação; Carcinogênese. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia: bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp 2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 629p. 3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1475p. 4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 59 Medicina Veterinária 5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 412p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p. 2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1472p. 3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. Sao Paulo: Manole, 1994. 556p. 4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales domésticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v. 5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São Paulo: Manole, 2000. 1415p. 6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p. 7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária: anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p. 8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p. 9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed. Barcelona: AEDOS, 1984. 423p. 5º TERMO CRIAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS Objetivos: Proporcionar aos alunos os conceitos e procedimentos a serem tomados pelo profissional quando se tratar do manejo de animais silvestres. Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo de animais silvestres em cativeiro (répteis, aves e mamíferos). Fornecer conhecimentos sobre a legislação que controla a criação de animais silvestres, além dos aspectos econômicos da criação. Capacitar o aluno para elaborar e executar programas de criação e conservação de espécies da fauna silvestre em cativeiro. Ementa: A fauna silvestre no Brasil e no mundo; Legislação brasileira de proteção à fauna; Manejo de animais silvestres em zoológicos; Aquariofilia; Manejo de répteis; Manejo de aves silvestres; Manejo de mamíferos silvestres; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 60 Medicina Veterinária Contenção físico-química de animais silvestres; Manejo genético de animais silvestres. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. BORGES, R. C. Serpentes peçonhentas brasileiras: manual de identificação, prevenção e procedimentos em caso de acidentes. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 148p. 3. HILDEBRAND, M. Análise da estrutura dos vertebrados. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1995. 700p. 4. ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca, 1986. 508p. 5. POUGH, F. H., HEISER, J. B., MCFARLAND, W. N. A vida dos vertebrados. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 798p. 6. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia basica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 470p. 7. SOERENSEN, B. Acidentes por animais peçonhentos: reconhecimento, clinica e tratamento. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 138p. 8. VALLADARES-PADUA, C., CULLEN JR, L., RUDRAN, R. Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 1.ed. Curitiba: UFPR, 2004. 665p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AGUILAR, R. F., HERNANDEZ, S. M., HERNANDEZ, S. J. Atlas de medicina, terapêutica e patologia de animais exóticos. 1.ed. São Caetano do Sul: Interbook, 2006. 375p. 2. AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. 1.ed. São Paulo: Terra Brasilis, 1995. 168p. 3. CASSARO, K., OLIVEIRA, T. G. Guia de identificação dos felinos brasileiros. 2.ed. São Paulo: SZB, 1999. 60p. 4. DAVIS, J. W. et al. Enfermedades infecciosas y parasitarias de las aves silvestres. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1977. 343p. 5. DEUTSCH, L. A., PUGLIA, L. R. R. Os animais silvestres: proteção, doencas e manejo. 1.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p. 6. DINIZ, L. S. M. Primatas em cativeiro: manejo e problemas veterinários, enfoque para espécies neotropicais. 1.ed. São Paulo: Icone, s.d.. 196p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 61 Medicina Veterinária 7. FRISCH, J. D. Aves brasileiras. 1.ed. São Paulo: Dalgas - Ecoltec, c1981. 353p. 8. FOWLER, M. E., CUBAS, Z. S. Biology, medicine, and surgery of South American wild animals. 1.ed. Ames-Iowa: Iowa State University Press, 2001. 536p. 9. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. 2.ed. Ribeirao Preto: FUNPEC, 2003. 631p. 10. HADDAD JUNIOR, V. Atlas de animais aquáticos perigosos do Brasil: guia medico de diagnostico e tratamento de acidentes. 1.ed. São Paulo: Roca, 2000. 145p. 11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed. s/l: CRMV - MG, s/d. 16p. 12. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p. EXTENSÃO RURAL Objetivos: Capacitar os alunos para comunicação com ênfase no processo educacional, a fim de possibilitar o desenvolvimento dos agropecuaristas na mudança de comportamento que possibilita a adoção de novas tecnologias; diagnóstico sócio-econômico das atividades agrícola; planejamento e execução de atividades metodológicas que possibilitam o alcance dos objetivos no processo de aprendizagem na zona rural; uso adequado dos recursos audiovisuais para a efetiva execução das atividades metodológicas durante o trabalho de difusão, alerta e motivação de agropecuaristas. Ementa: Evolução, caracterização, objetivos e filosofia da extensão rural. Estudo das modalidades de assistência a agropecuaristas; Metodologias pedagógicas; Geração e transferência de tecnologia para o meio rural. Análise do modelo institucional de pesquisa e extensão rural no Brasil; A pequena produção agropecuária e a tecnologia apropriada. O processo de comunicação. Processo de difusão e adoção de inovações nas sociedades subdesenvolvidas; Métodos de extensão rural e abordagem participativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 62 Medicina Veterinária 1. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975. 219p. 2. PEREIRA, A. M., BORDENAVE, J. D. Estratégias de ensino-aprendizagem. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 1988. 312p. 3. SOUZA, et. al. A administração da fazenda. 5.ed. São Paulo: Globo, s.d.. 211p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BICCA, E. F. Extensão rural: da pesquisa ao campo. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1992. 183p. 2. BORDENAVE, J. E. D. Além dos meios e mensagens: introdução a comunicação como processo, tecnologia, sistema e ciência. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1986. 110p. 3. BRAGA, G. M., ARAUJO, J. G. F., SANTOS, M. M. Extensão rural no desenvolvimento da agricultura brasileira. 1.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1990. 60p. 4. FONSECA, M. T. L. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o capital. 1.ed. São Paulo: Loyola, 1985. 191p. 5. FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 8.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985. 93p. AVICULTURA Objetivos: Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo e produção de aves de corte e postura, além de criações alternativas de aves domésticas, motivando o acadêmico a esse potencial mercado que o Brasil atualmente se destaca no contexto do agronegócio. Ementa: Importância econômica e estrutura da produção avícola no Brasil e no mundo. Revisão anátomo-fisiológica das aves. Melhoramento genético de aves de produção. Incubatório em avicultura. Produção de frangos de corte. Produção de aves de postura. Manejo racional na avicultura e seu impacto no bem-estar. Sistemas de criação e sua repercussão na produção de produtos avícolas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed. Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 63 Medicina Veterinária 2. FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2.ed. Guaíba: Agropecuaria, 1993. 118p. 3. MALAVAZZI, G. Avicultura: Manual Prático. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1977. 156p. 4. SPINOSA, H. S. PALERMO-NETO, J. GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada à avicultura. São Paulo: Roca, 2005. 366p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AVENS, J. S., MOREGAN, R. E. Ciência e produção de aves. 1.ed. São Paulo: Roca, 1990. 380p. 2. BERCHIERI JUNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das aves. Campinas: FACTA, 2000. 490p 3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de estudos agrários Luiz de Queiroz, 1982. 4. MACARI, M; FURLAN, R.L.; GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a Frangos de Corte, Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994. 5. WORTHINGTON, J. A avicultura. 2.ed. Lisboa: Presença, 1980. 174p. SUINOCULTURA Objetivos: Capacitar o aluno quanto ao entendimento da atividade suinícola e sua importância econômica dentro do agronegócio nacional, visando adquirir conhecimento para uma consultoria técnica em projetos que envolvam a criação de matrizes, leitões e animais terminados para abate, e até mesmo em criações específicas com objetivo de melhoramento genético, seguindo os preceitos de biosseguridade e bem-estar animal. Ementa: histórico e características fenotípicas do suíno; as raças suínas e suas características; aspectos reprodutivos e produtivos da espécie; manejo de leitões na maternidade até desmame; fluxo de produção, manejo da creche, recria e engorda; aspectos reprodutivos gerais, manejo da matriz; manejo do cachaço e inseminação artificial; aspectos comerciais nacionais e internacionais do suíno; nutrição suína em todas as fases de criação; melhoramento genético em suínos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos.1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 453p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 64 Medicina Veterinária 2. CURSO de suinocultura.5.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 295p. 3. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suínos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 214p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar, 2001. 181p. 2. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p. 3. GODINHO, J. F. Suinocultura: tecnologia moderada formação e manejo de pastagens. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 197p 4. LAVORENTI, A., MIYADA, V. S. Atualização em suinocultura. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1985. 132p. 5. OLIVEIRA, P. A. V. et.al. Suinocultura: noções básicas. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1993. 37p. 6. PRATIS, E. R., NICOLAIEWSKY, S. Alimentos e alimentação dos suinos. 2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 58p. 6. SOBESTIANSKY, J. et.al. Formas anormais de comportamento dos suínos: possíveis causas e alternativas de controle. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 29p. 7. SOBESTIANSKY, J., SESTI, L. A função da medicina veterinária na suinocultura moderna. 1.ed. Goiânia: s.ed., 1998. 21p. 8. WENTZ, I., SOBESTIANSKY, J., SILVEIRA, P. R. Manejo em suinocultura: aspectos sanitários, reprodutivos e de meio ambiente. 1.ed. Concórdia: Embrapa, 1987. 184p. DOENÇAS PARASITÁRIAS Objetivos: Apresentar as principais doenças parasitárias dos animais domésticos e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública. Caracterizar: conceito, etiologia, distribuição geográfica e impacto ambiental, importância socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia. Ementa: 1 – Introdução ao estudo das doenças parasitárias. Dados biológicos usuais no emprego para o controle das verminoses. Métodos de controle das Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 65 Medicina Veterinária verminoses. . Métodos de combate às verminoses: sistemas empírico, tático e estratégico. Noções sobre drogas anti-helmínticas de uso em medicina veterinária. 2 – Conceito, etiologia, distribuição geográfica, importância socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia: Doenças causadas pelos nematoides; cestódeos; trematódeos; ectoparasitas; protozoários. 3. Doenças parasitárias em medicina veterinária e sua relação com a saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 2. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 3. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 4. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 306p. 4. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clinica veterinária. 6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FARIAS, N. A. R. Diagnóstico e controle da tristeza parasitária bovina. 1.ed. Guíiba: Agropecuária, 1995. 80p. 2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p. 3. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: caes e gatos, do nascimento aos seis meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p. 4. MEIRELES, J. A. F. S., LEITAO, J. L. S. Doenças parasitárias do cão e gato. 1.ed. Lisboa: Litexa Portugal, s.d.. 121p. 5. RAMOS, C. I., PALOSCHI, C. G., RAMOS, J. C. Sistemas de tratamentos anti-helminticos para terneiros desmamados no planalto catarinense. 1.ed. Florianópolis: EMPASC, 1984. 23p. 6. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 7. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 66 Medicina Veterinária ANATOMIA PATOLÓGICA II Objetivos: Apresentar as alterações anatomopatológicas, macro e microscópicas, das doenças que ocorrem no organismo dos animais domésticos. Desenvolver a técnica de necropsia em pequenos e grandes animais, bem como a técnica de colheita e envio de material para exame anatomopatológico, além de interpretar as diferentes alterações histopatológicas. Medicina Veterinária Legal. Ementa: Sistema tegumentar; Sistema respiratório; Sistema cardiovascular; Fígado e vesícula biliar; Sistema nervoso central; Sistema gastrointestinal; Sistema urinário; Sistema reprodutor feminino; Sistema reprodutor masculino. Medicina Veterinária Legal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia: bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp 2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 629p. 3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1475p. 4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p. 5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 412p. 6. ZEZZA NETO, L. Tumores mamários malignos na cadela: sua analogia com processos idênticos na mulher, especial destaque aos denominados tumores mistos. 1.ed. Marília: Unimar, 1997. 143p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p. 2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1472p. 3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Manole, 1994. 556p. 4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales domesticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 67 Medicina Veterinária 5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São Paulo: Manole, 2000. 1415p. 6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p. 7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária: anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p. 8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p. 9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed. Barcelona: AEDOS, 1984. 423p. 10. WILCOCK, B. P., YAGER, J. A. Color atlas and text of surgical pathology of the dog and cat: dermatopathology and skin tumors. 1.ed. Ontario: Wolfe, c1994. 320p. SEMIOLOGIA ANIMAL Objetivos: Capacitar o acadêmico a desenvolver um raciocínio lógico quanto ao atendimento do animal no ambulatório no que tange ao Plano de Exame Clínico, utilizando-se dos meios e métodos semiológicos, visando um diagnóstico clinico preciso e ao mesmo tempo sugerindo o prognóstico. Ementa: Semiotécnica: sistema digestivo, respiratório, cardiovascular, urinário, músculo esquelético, tegumentar, nervoso, oftálmico, auditivo e mamário dos equídeos, pequenos e grandes ruminantes, caninos e felinos domésticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 432p. 2. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 735p. 3. FENNER, W. R. Manual de prática clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1985. 413p 4. ROSENBERGER, G. Exame clínico dos bovinos. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1993. 429p 5. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstia de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 68 Medicina Veterinária 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 2. BRAZ, M. B. Semiologia médica animal. 2.ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, s.d.. 2.v. 3. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e do gato. 4.ed. Sao Paulo: Manole, 1997. 2v 4. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 591p. 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p 6. SMITH JUNIOR, F. W. K., TILLEY, L. P. Rapid interpretation of heart sounds, murmurs and arrhythmias: a guide to cardiac auscultation in dogs and cats. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1992. 64p. PATOLOGIA CLÍNICA Objetivos: Determinar, conduzir e interpretar exames laboratoriais, enfatizando sua importância como base diagnóstica das principais enfermidades da Medicina Veterinária. Ementa: Importância como suporte ao diagnóstico clínico, enfatizando suas finalidades, método adequado para a realização da colheita e remessa de materiais para serem examinados e interpretação dos seguintes exames laboratoriais: hemograma, urinálise, bioquímica clínica, provas funcionais para o sistema coagulativo e exames de transudatos e exsudatos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLES, E. H. Patologia clinica veterinária. 3.ed. Sao Paulo: Manole, 1984. 566p. 2. MARINHO, H. M. Hematologia. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1983. 328p. 3. MATOS, M. S., MATOS, P. F. Laboratório clínico médico-veterinário. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1988. 238p. 4. MOURA, R. A. A. Colheita de material para exames de laboratório. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987. 241p. 5. NOGUEIRA, D. M.et.al. Bioquímica Clínica: Técnica e Interpretação. 1.ed. São Paulo: Pancast, 1990. 468p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 69 Medicina Veterinária 6. SILVEIRA, J. M. Interpretação de exames laboratoriais em veterinária: 100 casos clinicos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1988. 214p. 7. VALLADA, E. P. Manual de exames de urina. 4.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. 245p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DUNCAN, J. R., PRASSE, K. W. Patologia clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 217p. 2. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 95p. 3. GARCIA-NAVARRO, C. E. K., PACHALY, J. R. Manual de hematologia veteninária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 169p. 4. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 95p. 5. HOFFBRAND, A. V., PETTIT, J. E. Hematologia clínica ilustrada. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. 122p 6. JAIN, N. C. Essentials of veterinary hematology. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, 1993. 417p. 7. MEYER, D. J., COLES, E. H., RICH, L. J. Medicina de laboratório veterinária: interpretação e diagnóstico. 1.ed. São Paulo: Roca, 1995. 308p. 8. MOURA, R. A. A., Coordenação e Técnicas de laboratório. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1982. 822p. 9. RAPAPORT, S. I. Introdução à hematologia. 1.ed. São Paulo: Roca, 1987. 346p 10. SILVEIRA, J. M. Patologia clínica veterinária: teoria e interpretação. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 196p. 11. THRALL, M. A. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2007. 582p. 6º TERMO CLÍNICA MÉDICA DE EQUINOS Objetivos: Apresentar as características particulares da espécie equina, desde o nascimento até idade adulta, explicitando as diversas afecções das quais a mesma pode ser acometida, desenvolvendo um raciocínio pleno na questão Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 70 Medicina Veterinária diagnóstica, bem como seu respectivo tratamento, enfatizando inclusive os aspectos de profilaxia e prevenção. Ementa: Estudo das principais enfermidades clínicas que acometem os equinos: sistema digestivo, sistema músculo-esquelético, sistema gênitourinário, sistema cardiorrespiratório, sistema reprodutivo, sistema respiratório, sistema tegumentar, sistema nervoso, sistema oftálmico, além dos distúrbios metabólicos e endócrinos. Técnicas de diagnóstico. Apresentação terapêutica. Profilaxia e prevenção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 2. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed. Barueri: Manole, 2005. 1153p. 3. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 4. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v 5. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. D AUTHEVILLE, P. Manual de pronto socorro para o cavalo. 1.ed. São Paulo: Organizacao Andrei, 1982. 101p. 2. KNOTTENBELT, D. C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo. 1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p. 3. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 4. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao dia-a-dia na clínica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 414p. 5. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo: Roca, 1994. 943p. 6. VASCONCELLOS, L. A. S. Problemas neurológicos na clínica equina. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 112p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 71 Medicina Veterinária 7. WINTZER, H. Doenças dos equinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1990. 438p. ANESTESIOLOGIA Objetivos: Apresentar as definições e termos da anestesiologia veterinária, períodos e planos anestésicos, vias de administração de fármacos, aparelhos e circuitos anestésicos, bem como os efeitos anestésicos nos animais de pequeno e grande porte, observando e avaliando seu efeitos em cada sistema orgânico do animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem, absorção, biotransformação e excreção. Ementa: introdução a anestesiologia veterinária; exame clínico pré-anestésico; medicação pré-anestésica; anestesia local; planos anestésicos; anestesias gerais barbitúricas e não barbitúricas; neuroleptoanalgesia e anestesia dissociativa; miorrelaxantes; aparelhos e circuitos anestésicos; anestesia geral volátil ou inalatória; técnicas anestésicas em pequenos animais; técnicas anestésicas em grandes animais; emergências anestésicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CLARKE, K. W., HALL, L. W. Anestesia veterinária. 8.ed. São Paulo: Manole, 1987. 450p. 2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 3. MASSONE, F. Anestesiologia Veterinária: farmacologia e técnicas. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 325p. 4. NATALINI, C. C. Teorias e técnicas em anestesiologia veterinária. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 293p. 5. TAYLOR, P. M. Manual de anestesia em equinos. 2.ed. São Paulo: Med Vet, 2009. 221p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DOBERTY, T. Anestesia e analgesia em equinos. 1.ed. São Paulo: Roca, 2008. 333p. 2. FIALHO, S. A. G. Anestesiologia veterinária: guia prático de anestesia para pequenos e grandes animais. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 234p. 3. GOBLE, D. O., GLISER, D. R., RIEBOLD, T. W. Anestesia de grandes animales: principios y técnicas. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1986. 173p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 72 Medicina Veterinária 4. GUNTHER, M., FAHR, P. Diagnóstico clínico veterinário: com atencion especial a la anestesiologia. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1982. 256p. 5. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS E ANIMAIS SILVESTRES Objetivos: Desenvolver um raciocínio clínico visando um correto diagnóstico e consequente prognóstico, habilitando o acadêmico de Medicina Veterinária a instituir um efetivo tratamento às diversas doenças que acometem os pequenos animais domésticos, bem como os silvestres. Ementa: Enfermidades clinicas que acometem os diversos sistemas que compõem o organismo dos pequenos animais domésticos e silvestres: digestório, respiratório, cardiovascular, nervoso, tegumentar, auditivo, urinário, oftálmico, infecciosas e parasitárias. Neonatologia, pediatria e geriatria. Homeopatia Veterinária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo: Roca, 1988. 380 3. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 432p. 4. CORNELIUS, L. M., LORENZ, M. D. Diagnóstico clínico e tratamento em pequenos animais. 1.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 430p. 5. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 6. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v. 7. FENNER, W. R. Manual de pratica clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1985. 413p. 8. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1988. 2.v. 9. MULLER, G. H. Dermatologia dos pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Manole, 1985. 935p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 73 Medicina Veterinária 10. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 11. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao Paulo: Roca, 2010. 387p. 12. SHOJAI, A. D. Primeiros socorros para cães e gatos. 1.ed. Belo Horizonte: Ed. Gutemberg, 2010. 439p. 13. THOMPSON, D. J. , Ed., CHANDLER, E. A., SUTTON, J. B. Medicina e terapêutica de caninos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1989. 610p. 14. WILKINSON, G. T., HARVEY, R. G. Atlas colorido de dermatologia dos pequenos animais: guia para o diagnóstico. 2.ed. São Paulo: Manole, 1997. 304p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DEUTSCH, L. A., PUGLIA, L. R. R. Os animais silvestres: proteção, doenças e manejo. 1.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p. 2. FOGLE, B. Primeiros socorros para cães: doenças, ferimentos e fraturas. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1995. 167p 3. FOGLE, B. Primeiros socorros para gatos: doenças, ferimentos e fraturas. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1997. 151p. 4. FOWLER, M. E., CUBAS, Z. S. Biology, medicine, and surgery of South American wild animals. 1.ed. Ames-Iowa: Iowa State University Press, 2001. 536p. 5. HNILICA, K. A., MEDLEAU, L. Dermatologia de pequenos animais: atlas colorido e guia terapêutico. 1.ed. São Paulo: Roca, 2003. 353p. 6. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: cães e gatos, do nascimento aos seis meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p. 7. HOSKINS, J. D., GOLDSTON, R.T. Geriatrics e gerontology of the dog and cat. 1.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1995. 426p. 8. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 591p. 9. LING, G. V. Enfermedades del aparato urinario de perros y gatos: diagnostico, tratamiento medico, prevencion. 1.ed. Buenos Aires: Inter Medica, c1996. 233p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 74 Medicina Veterinária 10. MACLEOD, G. Homeopatia veterinaria: cães, remédios homeopáticos. 1.ed. São Paulo: Santos, 1993. 163p. 11. MORGAN, R. V. Manual de emergências para pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 650p. 12. ODENDAAL, J. Cães e gatos: um guia de saúde. 1.ed. São Paulo: Varela, 1993. 183p 13. SCHAFFER, E. H., WALDE, I., KOSTLIN, R. G. Atlas de clínica oftalmológica do cão e do gato. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 360p. 14. SHERDING, R. G. Emergências clínicas em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1988. 244p. 15. SHERDING, R. G. The cat diseases and clinical management. 2.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1994. 2.v. 16. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p. 17. SLATTER, D. Fundamentos de oftalmologia veterinária. 3.ed. São Paulo: Roca, 2005. 686p. 18. WOLFF, H. G. Tratando o gato pela homeopatia. 1.ed. Sao Paulo: Andrei, 1986. 136p. ECONOMIA, PLANEJAMENTO RURAL E AGRONEGÓCIO Objetivos: Apresentar noções gerais a cerca de: dinâmica da macroeconomia mundial e nacional; planejamento estratégico de empresas do agronegócio e propriedades rurais; custos fixos e variáveis influenciando nos processos decisórios; conhecimentos relacionados à formação de preços dos produtos agropecuários, além de elaboração de planos de negócios. Ementa: Noções gerais de economia aplicada ao agronegócio. Aspectos de macro e microeconomia. Planejamento estratégico. Custos fixos, variáveis, despesas e lucros. Análise do desempenho financeiro das empresas do agronegócio. Rentabilidade e Taxa Interna de Retorno. Oferta e Demanda; Cronograma de investimentos e Plano de negócios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997. 2. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 75 Medicina Veterinária 3. GREMAUD, A.P., VASCONCELLOS, M.A.S., TONETO JUNIOR, R. Economia brasileira contemporânea. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 659p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ACCARINI, J. H. Economia rural e desenvolvimento: reflexões sobre o caso brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1987. 2. NEVES, M.F.; CASTRO, L.T. Marketing e Estratégia em Agronegócio e Alimentos. São Paulo: Atlas, 2007. 365p. 3. SANTOS. G.S., MARCON, J.C. Administração de custos agropecuários. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 139p. 4. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Planejamento da propriedade agrícola: modelos de decisão. Brasília, 1984. 300p. 5. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO COOPERATIVO. Anais, v. I. Londrina. SBI – 2006 6. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO COOPERATIVO. Anais v. 2. Londrina. SBI – 2006. 7. Agronegócios. Jornal Valor Econômico. Circulação Diária 8. Revista Periódica EXAME. Circulação Quinzenal. Ed. Abril BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO Objetivos: Apresentar o manejo reprodutivo nas diferentes espécies animais, destacando-se as biotécnicas aplicadas visando melhores resultados na produção. Ementa: Embriogênese. Anatomia funcional do sistema reprodutor masculino e feminino. Endocrinologia da reprodução: controle hipotalâmico-hipofisário. Ciclos estrais nas diferentes espécies domésticas. Biotécnicas aplicadas à reprodução. Manejo reprodutivo em bovinos de leite. Manejo reprodutivo em bovinos de corte. Manejo reprodutivo em equinos. Manejo reprodutivo em ovinos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 76 Medicina Veterinária 2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p. 3. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p. 2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suínos. 1.ed. Pelotas: Printpar, 2001. 181p. 3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p. 4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 187p. 5. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p. 6. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p. 7. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p. 8. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 9. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987. 314p. 10. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p. 11. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares. 1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p. OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA Objetivos: Apresentar as técnicas racionais de manejo na Ovinocultura e Caprinocultura, respeitando-se os princípios de bem-estar animal, aliando-se à produtividade no agronegócio. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 77 Medicina Veterinária Ementa: Importância da ovinocultura e caprinocultura; Principais raças e instalações dos ovinos e caprinos; Principais produtos dos ovinos e caprinos; Manejo nutricional, reprodutivo e profilático dos ovinos e caprinos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 2. JARDIM, W. R. Os ovinos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 193p. 3. SANTOS, V. T. Ovinocultura: princípios básicos para sua instalação e exploração. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 167p. 4. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing, 2007. 610p. 2. CASTRO, A. A cabra. 3.ed. São Paulo: Freitas Bastos, 1984. 366p. 3. COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criação de ovinos. 2.ed. Guaíba: Agropecuária, 1992. 102p. 4. JARDIM, W. R. Criação de caprinos. 11.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 239p. 5. JARRIGE, J. Alimentacion de bovinos, ovinos y caprinos. 1.ed. Madrid: Mundi-Prensa, 1990. 432p. 6. RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1998. 318p. 7. SILVA SOBRINHO, A. G. Tópicos em ovinocultura. 1.ed. Jaboticabal: S.ed., 1993. 178p. 8. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 258p. 9. SILVA SOBRINHO, A. G. Produção de ovinos: anais. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 210p. DOENÇAS INFECCIOSAS E ZOONOSES Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas dos animais domésticos e silvestres visando a saúde animal e sua caracterização: conceitos, etiologia, distribuição geográfica e impacto ambiental, importância socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e necroscópico, Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 78 Medicina Veterinária prognóstico, tratamento, controle e profilaxia. Discussão das zoonoses com reflexo na saúde pública e animal. Ementa: Introdução às doenças infecciosas dos animais domésticos e silvestres; Apresentação e discussão das doenças infecciosas dos animais domésticos e silvestres: vírus, bactérias e prions. Zoonoses de importância em saúde pública e animal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo: Roca, 1988. 380p. 2. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 3. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 4. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São Paulo: Roca, 2010. 387p. 5. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 6. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v. 7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing, 2007. 610p. 2. ALMEIDA, R. F. C. Brucelose e tuberculose bovina: epidemiologia, controle e diagnóstico. 1.ed. Brasilia: Embrapa Informacao Tecnologico, 2004. 95p. 3. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p. 4. LEMOS, R. A. A. Brucelose Bovina: tuberculose bovina. 1.ed. Campo Grande: UFMS, 2006. 112p 5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 79 Medicina Veterinária 6. STRAW, B. et.al. Diseases of swine. 8.ed. Iowa: Iowa State University, 1999. 1209p. 7. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1982. 132p. 8. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. 9. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed. Marília: UNIMAR, 1999. 494p. 10. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. 7º TERMO FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO Objetivos: Apresentar as enfermidades da reprodução nas diferentes espécies, destacando-se o diagnóstico, tratamento e prognóstico, além das técnicas de prevenção, relacionando-se a saúde e produção animal. Ementa: Exame ginecológico. Diagnóstico de gestação. Exame andrológico e congelamento de sêmen. Patologia do Aparelho reprodutivo feminino em pequenos e grandes animais. Patologia do Aparelho reprodutor masculino em pequenos e grandes animais. Hormonioterapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca. 2008. 395p. 2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p. 3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 80 Medicina Veterinária 2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar, 2001. 181p. 3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p. 4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 187p. 5. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v. 6. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p. 7. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p. 8. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p. 9. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 10. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987. 314p. 11. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p. 12. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares. 1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p. 13. ZANCANER, A., MARIANTE, A. S. Crescimento e reprodução em gado nelore. 1.ed. São Paulo: Dos Criadores, 1985. 152p. TOXICOLOGIA CLÍNICA Objetivos: Apresentar a terminologia toxicológica, abordando todos os mecanismos responsáveis por um quadro de intoxicação, destacando-se a abordagem clínica e diagnóstica das principais causas de intoxicação em pequenos e grandes animais. Ementa: Introdução a Toxicologia geral; Procedimentos e cuidados Emergenciais na Toxicologia Clínica; Intoxicação Domissanitários; Intoxicação Inseticida; Intoxicação Rodenticidas; Intoxicação Metais Pesados; Intoxicação Zootoxinas; Intoxicação Micotoxinas; Intoxicação Plantas Tóxicas. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 81 Medicina Veterinária BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1984. 2.v. 2. LAMMLER, G., FRIMMER, M. Farmacologia e toxicologia em veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 251p. 3. LARINI, L. Toxicologia. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 307p. 4. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v. 2. FERNANDES, A. Noções de toxicologia e plantas tóxicas. 2.ed. Fortaleza: BNB, 1987. s.p.p. 3. GOODMAN, E Gilman. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p. 4. OEHME, F. W. Toxicologia clinica en la practica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. 211p. 5. OGA, S. Fundamentos de toxicologia. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474p. 6. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. OBSTETRÍCIA Objetivos: Capacitar o aluno ao atendimento clínico/reprodutivo dos animais domésticos, estabelecendo critérios e padrões de reconhecimento de situações que possam exigir o pronto atendimento pelo profissional da obstetrícia, visando prevenir agravações com a fêmea gestante, além do bom desenvolvimento fetal e, podendo ainda, solucionar emergências com relação à parturiente e seu produto. Destaca-se a questão preventiva na cadeia obstétrica dos animais domésticos. Ementa: blastogênese, formação dos envoltórios fetais e placentação; classificação placentária; fisiologia da gestação; endocrinologia da gestação; posicionamento do feto no útero; higiene da cobertura e do parto; o parto normal; patologias da gestação; patologias do parto causadas pelo feto; patologias do parto causadas pela mãe; técnicas de auxilio ao parto, fetotomia Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 82 Medicina Veterinária e cesariana; indução ao parto; lacerações de reto e vagina, acidentes que possam causar ruptura de períneo; patologias do neonato. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GRUNERT, E., BIRGEL, E. H. Obstetrícia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, c1982. 323p. 2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico terapêutico da infertilidade na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p. 3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 4. NOAKES, D. E. Fertilidade e obstetrícia em bovinos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1991. 137p. 5. SORRIBAS, C. E. Reproduccion en los animales pequenos. 1.ed. Buenos Aires: Intermedica, 1995. 152p. 6. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia equina. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 207p. 2. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia no cão. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 197p. 3. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p. 4. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 5. ECTORS, F., DERIVAUX, J. Fisiopatologia de la gestacion y obstetricia veterinaria.1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 275p. 6. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 7. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987. 314p. 8. TONIOLLO, G. H., VICENTE, W. R. R. Manual de obstetrícia veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 124p. TÉCNICA CIRÚRGICA Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 83 Medicina Veterinária Objetivos: Proporcionar noções sobre os princípios fundamentais da técnica cirúrgica: técnicas assépticas, antissepsia, esterilização dos instrumentais cirúrgicos, paramentação cirúrgica, além de reconhecer todo instrumental e materiais cirúrgicos comuns aos procedimentos. Promover técnicas práticas de instrumentação em cirurgias, visando habilidade para realizar todos os tipos de diérese, hemostasia e síntese teciduais. A ênfase do curso está voltada para o treinamento prático e o desenvolvimento das habilidades manuais. Ementa: Introdução: história, conceitos, divisão e classificação das cirurgias. Nomenclatura cirúrgica. Profilaxia da infecção: conceito de assepsia, antissepsia, esterilização e desinfecção. Principais antissépticos. Técnica cirúrgica asséptica. Divisão clássica dos períodos pré, trans e pós-operatório para o sucesso da técnica em questão. Equipe cirúrgica: funções e responsabilidades. Tempos fundamentais da técnica cirúrgica (diérese, hemostasia e síntese). Bases técnicas de nós cirúrgicos e suturas mecânicas (suturas interrompidas e contínuas) Bases técnicas das cirurgias de cabeça (enucleação, glândula salivar, descorna cirúrgica patológica). Bases técnicas das cirurgias esofágicas e técnicas de traqueostomias. Bases técnicas das vias de acesso a cavidades: toracotomias. Bases técnicas das vias de acesso a cavidades: (gastrotomia, laparotomias Bases gastrectomia, técnicas gastropexia, de cirurgias enterotomia, gastrointestinais enterectomia e enteroanastomose) Bases técnicas de ruminotomia. Bases técnicas de esplenectomias, cistotomias e uretrostomias. Técnicas de ovariossalpingohisterectomia Técnicas de orquiectomia. O uso de animais no ensino e sua relação com o bem-estar e a legislação atual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1985. 308p. 3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 338p. 4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 84 Medicina Veterinária 5. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p. 2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Roca, 1996. 896p. 3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para clínicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p. 4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p. 5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopedica canina. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 204p. 6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 2002. 1335p. 7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Técnicas quirurgicas en la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981. 296p. 8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p. 9. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p. 10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 95p. 11. SWITT, S., FUENTES, V. L. Manual de medicina y cirurgia cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p. 12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 2v ÉTICA PROFISSIONAL, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO Objetivos: Despertar o espírito ético baseado no Código de Deontologia e Ética Profissional, proporcionando os princípios éticos e legais que regem o exercício da Medicina Veterinária no Brasil, consolidado unicamente em suas Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 85 Medicina Veterinária virtudes, responsabilidades, uniformidade de condutas e respeito à vida humana e animal. Ementa: Profissões Regulamentadas: Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária; Código de Deontologia e Ética Profissional do Médico Veterinário; Exercício lícito e ilícito da Medicina Veterinária; Ética na utilização de animais como modelos experimentais em pesquisa; Ética na utilização de animais no ensino; Legislação Profissional e trabalhista brasileira. Bem-estar animal. O médico veterinário e a sociedade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 2. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Decreto n. 64.704 de 17 de junho de 1969. Aprova o regulamento do exercício da Profissão de MédicoVeterinário e dos Conselhos de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União, 1969. Disponível em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 3. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722 de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. Disponível em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 4. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA. Defesa Sanitária Animal. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 5. MINISTÉRIO DA SAÚDE – MS. Vigilância à Saúde. Disponível em: http://www.saude.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 6. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma Técnica especial relativa às instalações de estabelecimentos veterinários. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ASSAD, J. E. Desafios éticos. 1.ed. Brasília: Conselho Federal de Medicina, 1993. 292p. 2. BERNARD, J. Da biologia a ética. 1.ed. São Paulo: Psy II, 1994. 256p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 86 Medicina Veterinária 3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988.2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitaria, 1989. 185p. 4. MARCOS, B. Ética e profissionais da saúde. 1.ed. São Paulo: Santos, 1999. 238p. 5. OLIVEIRA, J., ACQUAVIVA, M. C. Código Penal. 16.ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 808p. 6. ROVER, A., BARCHIFONTAINE, C. P., PESSINI, L. Bioética e saúde. 1.ed. Sao Paulo: Soc. Beneficiente Sao Camilo, 1987. 294p. 7. TANNENBAUM, J. Veterinary ethics: animal welfare, client relations, competition and collegiality. 2.ed. St. Louis: Mosby, c1995. 615p. BOVINOCULTURA Objetivos: Apresentar os aspectos gerais da criação de bovinos de leite e de corte, principalmente referindo-se aos sistemas de produção de carne e leite no Brasil, com características peculiares de manejo, enfocando os conceitos tecnológicos mais recentes aplicados à criação e destacando os aspectos de maior rentabilidade e o grande desafio econômico do setor, destacando-se os quesitos de bem-estar animal. Ementa: Potencial e tendências da produção de carne no Brasil; Grupos raciais de bovinos de corte: tipos biológicos; Fisiologia do crescimento e desenvolvimento dos tecidos corporais; Manejo reprodutivo de bovinos de corte; Manejo da cria e recria; Sistemas de terminação a pasto e em confinamento; Potencial e tendências da produção de leite no Brasil; Fisiologia da lactação e ordenha; Manejo de vacas adultas em lactação e vacas secas; Criação e manejo de bezerras e novilhas de reposição; Sistemas de produção de leite a pasto e em confinamento. Bem-estar animal e sua repercussão na produção bovina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p. 2. CURSO, De Bovinocultura. 1.ed. Campinas: ICEA, 1996. 525p. 3. PEIXOTO, A. M., MOURA, J. C., FARIA, V. P. Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1986. 345p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 87 Medicina Veterinária 4. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1993. 226p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BAILEY, J. W. Manual de veterinária para criadores de gado. 5.ed. São Paulo: Organização Andrei, 1987. 429p. 2. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Alimentação e manejo de bezerras de reposição em rebanhos leiteiros. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1995. 22p. 3. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Gado de leite: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA-CNPGL, 1993. 213p. 4. LAZZARINI NETO, S. Lucrando com a pecuária: Confinamento de bovinos. 1.ed. São Paulo: SDF, s.d.. 11.v 5. LECONTE, A., VOISIN, A. A vaca e seu pasto: manual de produtividade do pasto. 4.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1982. 102p. 6. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo: Manole, 1997. 169p 7. LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens: nutrição, manejo, doenças. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 371p. 8. MANUAL, De Bovinocultura. 3.ed. Porto Alegre: Feplam, s.d.. 175p. 9. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p. 10. PEIXOTO, A. M. et al., SIMPÓSIO, Sobre Produção Animal.Confinamento de bovinos de corte e leiteiros. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 146p. 11. PEIXOTO, A. M. et. al. Confinamento de bovinos de corte. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1987. s.p.p. 12. PEIXOTO, A. M. et. al. O confinamento de bois. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 172p. CLÍNICA MÉDICA DE SUINOS Objetivos: Capacitar o aluno ao entendimento da evolução de todas as patologias que afetam o suíno, visando possibilitá-lo a conhecer todas as formas de apresentação das doenças, suas implicações no desempenho da produção, e suas formas de prevenção, consequentemente buscando o tratamento efetivo. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 88 Medicina Veterinária Ementa: biosseguridade na criação de suínos; visita técnica na granja, tratamentos adotados via água e ração; necrópsia, coleta de materiais e envio de material para diagnóstico; colibacilose neonatal e coccidiose; síndrome mma, infecções urinárias e uterinas; enterotoxemia (clostridiose), rotavirose, parvovirose e circovirose; meningite estreptococica, doença do edema e erisipela; disenteria suina e salmonelose; apfisiólise e epifisiólise, enterite proliferativa suína; pneumonia enzootica, pleuropneumonia e doença de glasser; rinite atrófica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saude e producao dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p. 2. CAVALCANTI, S. S. Produção de suinos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 453p. 3. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 4. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Enfermedades virales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. s.p. 5. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Infecciones bacterianas y micoticas. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. s.p. 6. SOBESTIANSKY, J. Clinica de Patologia Suina. 1.ed. Goiânia: J. Sobestiansky, 1999. 469p. 7. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. HIROSE, F., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. Pneumonia enzootica suina: prevalencia, impacto economico, fatores de risco e estrategias de controle. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 43p. 2. PRATIS, E. R., NICOLAIEWSKY, S. Alimentos e alimentação dos suinos. 2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 58p. 3. SOBESTIANSKY, J. et. al. Formas anormais de comportamento dos suinos: possiveis causas e alternativas de controle.1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 29p. 4. SOBESTIANSKY, J., SESTI, L. A função da medicina veterinária na suinocultura moderna. 1.ed. Goiânia: s.ed., 1998. 21p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 89 Medicina Veterinária 5. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1982. 132p 6. SOBESTIANSKY, J. Clínica veterinária em sistemas intensivos de produção de suinos e relatos de casos. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 150p. 7. SOUZA, C. M., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. P. C. Monitoria patológica de suinos em matadouros. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 52p. 8. WENTZ, I., SOBESTIANSKY, J., SILVEIRA, P. R. Manejo em suinocultura: aspectos sanitarios, reprodutivos e de meio ambiente. 1.ed. Concórdia: Embrapa, 1987. 184p. 8º TERMO TECNOLOGIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Objetivos: Informar e formar o profissional Zootecnista e Médico Veterinário, para vivenciar a tecnologia dos produtos de origem animal, observando os aspectos técnicos, visando qualidade final do produto bem como sua repercussão na Saúde Pública. Ementa: Noções gerais sobre alimentos de origem animal. Panorama mundial e nacional; Princípios de conservação dos alimentos métodos físicos, químicos e biológicos; Principais fatores que predispõe a deterioração dos alimentos; Fundamentos da ciência da carne: estrutura, constituintes básicos, conversão do músculo em carne, características sensoriais; Aspectos higiênicos, sanitários e Frigorificação tecnológicos de do produtos processamento cárneos: de carnes refrigeração, “in natura”; congelamento e descongelamento; Processamento higiênico da carne: cura, defumação e desidratação; Classificação e tipificação de carcaças; Características físicoquímicas e microbiológicas do leite: estudo de seus componentes e propriedades; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico do leite: Pasteurização e esterilização; Produtos derivados do leite: queijo, manteiga, iogurte: características; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico na obtenção do pescado e seus derivados; Constituintes básicos do mel: características sensoriais, físico-químicas e microbiológicas; Processos tecnológicos preconizados na conservação de produtos avícolas; Recursos tecnológicos utilizados no pré-abate visando evitar a contaminação das Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 90 Medicina Veterinária carcaças avícolas; A importância dos laboratórios no controle de qualidades dos produtos de origem animal; Resíduos biológicos e químicos em produtos de origem animal e sua repercussão na saúde pública; Tecnologia dos subprodutos não comestíveis de origem animal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte, sorvetes e instalações, produção, industrialização, análise. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 320p 2. DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. 3.ed. Curitiba: Champagnat, 2011. 426p. 3. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 7.ed. São Paulo: Nobel, 1998. 284p. 4. MACEDO, J. A. B., ANDRADE, N. J. Higienização na indústria de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 182p. 5. MAIA, E. L., OGAWA, M. Manual de pesca: Ciência e tecnologia do pescado. 1.ed. São Paulo: Varela, 1999. 1.v. 6. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2p. 7. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 320p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOBBIO, F. O. et. al. Manual de laboratório de química de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 2003. 135p. 2. BRUM, M. A. R., TERRA, N. N. Carne e seus derivados: técnica de controle de qualidade. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 121p 3. CONTRERAS CASTILLO, C. J. Qualidade da carne. 1.ed. São Paulo: Livraria Varella, 2006. 240p. 4. CRANE, E. O livro do mel. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 226p. 5. EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1994. 450p. 6. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 652p. 7. GUZMAN, E. S. Bioquímica de pescados e derivados. 1.ed. São Paulo: Funep, 1994. 409p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 91 Medicina Veterinária 8. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. 9. INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Processamento de pescado. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha/MCT, 2004. 32p. 10. LEDERER, J. Enciclopédia moderna de higiene alimentar: tecnologia e higiene alimentar. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. s.p.p. 11. MCLEAN, A. C., HAZELWOOD, D. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 140p. 12. OLIVEIRA, M. N., BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p. 13. OLIVO, N., OLIVO, R. O mundo das carnes: ciência, tecnologia e mercado. 1.ed. Criciúma: Gráfica Imprint, 2005. 209p. 14. RANKEN, M. D. Manual de indústrias de los alimentos. 2.ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 672p. 15. REICHERT, J.E. Tratamiento térmico de los productos carnicos: fundamentos de los calculos y aplicaciones. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1988. 175p. 16. SCOTT, R. Frabricacion de queso. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 520.p. 17. SIMAO, A. M. Aditivos para alimentos sob o aspecto toxicológico. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1986. 274p. 18. VALLE, E. R. Processamento da carne bovina: Iniciando um pequeno grande negócio agroindustrial. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2004. 184p 19. WIRTH, F. Tecnologia de los embutidos escaldados. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1992. 237p. ORNITOPATOLOGIA Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas, parasitárias, carenciais e reprodutivas de aves domésticas e silvestre e sua correlação entre os diferentes aspectos de medicina e sanidade aviária com reflexo à produção. Ementa: Estudo das principais diferenças e aspectos de relevância quanto à anatomia, fisiologia, semiologia, imunologia, microbiologia e parasitologia aviária. Patologias aviárias (patologias da reprodução e incubação; doenças virais; bacterianas; parasitárias; fúngicas; carenciais e nutricionais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 92 Medicina Veterinária 1. ANDREATTI FILHO, R.L. Saúde Aviária e Doenças. São Paulo: Roca, 2006. 2. BACK, A. Manual de doenças das Aves. Cascavel: Alberto Back, 2002. 3. BORDIN, E.L. Tratado de Ornitopatologia Sistêmica. São Paulo: Nobel, 1981. 4. COELHO, H.E. Patologia das aves. São Paulo: Tecmed. 2006. 195p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BERCHIERI, JÚNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das Aves. Campinas: Facta, 2000. 2. BORDIN, E.L. Diagnóstico post-mortem em Avicultura. 2ed. São Paulo: Nobel, 1981. 3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de estudos agrários Luiz de Queiroz, 1982. 4. DAVIS, J.W. et al. Enfermidades Infecciosas y Parasitarias de las Aves Silvestres. Zaragoza: Acribia, 1977. 5. MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a Frangos de Corte. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994. 6. MEYER, D.J.; COLES, E.H.; RICH, L.J. Medicina de Laboratório Veterinária. Interpretação e Diagnóstico. São Paulo: Roca, 1995. 7. MOREGAN, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. São Paulo: Roca, 1990. HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Objetivos: Desempenhar a função de inspetor sanitário de alimentos em estabelecimentos comerciais e industriais, em especial os de origem animal, de acordo com os padrões higiênico-sanitários e tecnológicos estabelecidos pela Legislação Sanitária, garantindo, desta forma, a segurança dos alimentos. Ementa: Controle higiênico-sanitário dos alimentos de origem animal; Inspeção higiênico-sanitária nos estabelecimentos; Higienização das Instalações e Equipamentos; O alimento como veículo de agentes infecciosos ao homem; Microbiologia dos Alimentos; Inspeção higiênico-sanitária da carne de bovinos, suínos, eqüinos, caprinos, ovinos, aves e pescado in natura, das carnes processadas, de derivados e de subprodutos; Inspeção higiênico-sanitária de produtos da abelha; Inspeção higiênico-sanitária de leite e derivados; Inspeção Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 93 Medicina Veterinária higiênico-sanitária de ovos; Legislação Brasileira sobre alimentos; Funções do Médico Veterinário Inspetor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722 de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. 2. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 1283 de 18 de dezembro de 1950. Dispõe sobre a Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1950. 3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Padronização de Técnicas instalações e equipamentos. I - Bovinos. DNPA: DIPOA, 1971 183 p. 4. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 7889 de 23 de novembro de 1989. Diário Oficial da União, Brasília, 1989. 5. BRASIL. Ministério da Agricultura. Decreto n. 30691 de 29 de março de 1952. Aprova o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal – RIISPOA. Alterado pelos Decretos n. 1255 de 25/06/62; n. 1236 de 02/09/94; n. 1812 de 08/02/96 e n. 2244 de 05/06/97. 6. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 711 de 01 de novembro de 1995. Aprova as Normas Técnicas de instalações e equipamentos para abate e industrialização de suínos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 03 nov. 1995. 7. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 368 de 04 de setembro de 1997. Aprova o Regulamento Técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para estabelecimentos elaboradores de alimentos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1997. 8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 46 de 10 de fevereiro de 1998. Institui o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle e aprova o Manual Genérico de Procedimentos para APPCC em Indústrias de Produtos de Origem Animal. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1998. 9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 210 de 10 de novembro de 1998. Aprova O Regulamento Técnico da Inspeção Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 94 Medicina Veterinária Tecnológica e Higiêncico-sanitária de carnes de aves. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 05 mar. 1999. 10. BRASIL, Legislação Brasileira Básica Sobre Alimentos. Higiene e inspeção de produtos de origem animal: legislação e regulamentos técnicos.1.ed. Marilia: Ministério da Agricultura e do, s/d. 224p. 11. BRASIL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n.03 de 17 de janeiro de 2000. Aprova o Regulamento Técnico de Métodos de Insensibilização para o abate humanitário de animais de açougue. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24 jan. 2000. 12. BRASIL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n. 51 de 18 de setembro de 2002. Aprova os Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do Leite Cru Refrigerado e o Regulamento Técnico da Coleta de Leite Cru Refrigerado e seu Transporte a Granel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 set. 2002. 13. GERMANO, M. I. S., GERMANO, P. M. L. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 2001. 629p. 14. GIL, J. A. S. I., DURAO, J. C. Manual de inspeção sanitária de carnes. 1.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, s.d.. 563p. 15. MUCCIOLO, P. Carnes: estabelecimentos de matança e de industrialização, condições higiênicas de funcionamento. 1.ed. São Paulo: Icone, 1985. 100p. 16. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2. 17. SÃO PAULO. Lei n. 7705 de 19 de fevereiro de 1992. Dispõe sobre o Abate Humanitário. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. APPCC, Na Qualidade E Seguranca Microbiologica De Alimentos: APPCC na qualidade e seguranca microbiologica de alimentos: analises de perigos e pontos criticos de controle para garantir a qualidade e a seguranca microbiologica de alimentos.1.ed. Sâo Paulo: Varela, 1997. 377p. 2. BREMMER, A. S. Higiene e inspeccion de carne de aves. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1977. 210p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 95 Medicina Veterinária 3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. 185p. 4. FRANCO, B. D. G. M., LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 182p. 5. HOBBS, B. C., ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1998. 376p. 6. INSPECAO, De Carnes: padronização de técnicas, instalações e equipamentos.1.ed. São Paulo: s.ed., s.d. 197p. 7. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. 8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 320p. CIRURGIA VETERINÁRIA Objetivos: Apresentar as patologias cirúrgicas dos animais domésticos e estabelecer critérios de diagnóstico e de ação terapêutica. Capacitar ao aperfeiçoamento de habilidades cirúrgicas. Ementa: Traumatologia, feridas e reparação cicatricial; Noções sobre odontologia nos animais domésticos; Hérnias; Afecções cirúrgicas da cabeça e pescoço; Noções básicas em oftalmologia veterinária; Afecções cirúrgicas do trato gastrointestinal; Afecções cirúrgicas do trato urogenital; Afecções cirúrgicas dos ossos longos e da coluna vertebral; Afecções cirúrgicas dos membros locomotores; afecções cirúrgicas das articulações; cirurgias oncológicas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1985. 308p. 3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 338p. 4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 96 Medicina Veterinária 5. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p. 2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Roca, 1996. 896p. 3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para clinicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p. 4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p. 5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopédica canina. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 204p. 6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 2002. 1335p. 7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Tecnicas quirurgicas en la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981. 296p. 8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p. 9. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p. 10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 95p. 11. SWITT, S., FUENTES, V. L. Manual de medicina y cirurgia cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p. 12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 2v. MEDICINA PREVENTIVA, EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICA Objetivos: Desenvolver o diagnóstico epidemiológico de populações através da utilização dos principais indicadores de saúde e, desta forma, atuar nas áreas de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública. Demonstrar a importância das ações de Saúde Pública Veterinária e sua inserção no Sistema Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 97 Medicina Veterinária Único de Saúde – SUS, abordando os aspectos de prevenção e controle das principais zoonoses de ocorrência no Brasil, bem como estimular a vigilância ambiental em saúde, além da análise crítica dos principais problemas de saúde coletiva. Ementa: Epidemiologia e saneamento aplicado; Vigilância Ambiental à Saúde: higiene de instalações, controle de vetores, roedores e morcegos, tratamento da água e de esgotos, destinação adequada de resíduos, reciclagem de lixo; Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública; Zoonoses; Planejamento em Saúde Pública Veterinária; Medidas Preventivas; Educação em Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722 de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. 2. CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SÃO PAULO – CVE. Programas de Controle de Zoonoses. Disponível em: http://www.cve.saude.sp.gov.br. Acesso em 27 mai 2010. 3. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade. 1.ed. São Paulo: Artes Medicas, 1992. 529p. 4. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p. 5. LANGONI, H., DOMINGUES, P.F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. CDp. 6. ROUQUAYROL, M Z., ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 708p. 7. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma Técnica especial relativa a instalações de estabelecimentos veterinários. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1995. 8. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed. Marilia: UNIMAR, 1999. 494p. 9. SUPERINTENDÊNCIA DO CONTROLE DE ENDEMIAS - SUCEN. Programas de Controle de Enfermidades Transmitidas por Vetores. Disponível em: http://www.sucen.sp.gov.br. Acesso em 27 maio 2010. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 98 Medicina Veterinária 10. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BARBIERI, J. C. B. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 382p. 2. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. 1.ed. Rio de Janeiro: ABES, 2001. 218p. 3. CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais. 1.ed. São Paulo: Varela, 1993. 227p. 4. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. 185p. 5. FORATTINI, O. P. Epidemiologia geral. 2.ed. São Paulo: Artes Medicas, 1996. 210p. 6. PHILIPPI JR, A., BRUNA, G. C., ROMERO, M. A. Curso de gestão ambiental. 1.ed. Barueri: Manole, 2006. 1045p. 7. TOMA, B. Epidemiologia aplicada: a luta colectiva contra as principais doencas animais transmissiveis. 1.ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, 2004. 676p. CLÍNICA MÉDICA DE RUMINANTES Objetivos: Determinar um diagnóstico preciso e o tratamento correspondente, além de estabelecer medidas preventivas e eficazes nas principais enfermidades dos ruminantes, direcionando sua conduta frente a um animal ou rebanho. Ementa: Exame clínico e elaboração de um diagnóstico. Afecções do sistema digestivo. Afecções hepáticas. Afecções respiratórias. Doenças cardiovasculares. Afecções urogenitais. Dermatopatias. Doenças metabólicas e carenciais. Afecções do sistema locomotor. Doenças da glândula mamária. Enfermidades oftálmicas. Principais afecções dos neonatos e bezerros. Doenças parasitárias. Afecções do sistema neurológico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 1121p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 99 Medicina Veterinária 2. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saúde e produção dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p. 3. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p. 4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 5. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais: molestias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing, 2007. 610p. 2. HEIDRICH, H, GRUNER, J. Manual de patologia bovina. 1.ed. São Paulo: J. M. Varela, 1980. 310p. 3. KELLY, W. R. Diagnóstico clínico veterinário. 3.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1986. 364p. 4. LIBERA, A.M. M. P. D., BARROS FILHO, I. R., GARCIA, M. Manual de semiologia e clínica dos ruminantes. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 247p. 5. MANUAL MERCK. Diagnóstico e Tratamento, BEERS, Mark H., BERKOW, Roberto. Manual Merck: diagnóstico e tratamento. 17.ed. São Paulo: Roca, 2001. 2701p. 6. ROSENBERGER, G. Enfermedades de los bovinos: Enfermedades de los bovinos. 1.ed. Argentina: Hemisferio Sur, 1988. 577p. 9º TERMO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Objetivos: proporcionar crescimento profissional ao aluno, mediante uma dinâmica de condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar à formação de atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 100 Medicina Veterinária proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos e morais; Ementa: configura-se como realização de estágio supervisionado a conclusão de no mínimo uma carga horária total de 520 horas, onde aluno será avaliado pelo supervisor de campo (peso 4), além de uma banca composta de dois docentes de áreas correlatas (peso 6), por meio de arguição oral, subsiada pelo relatório final. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo: 1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao Paulo: Roca, 2008. 735p. 4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p. 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v 7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. 8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 314p. 3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 101 Medicina Veterinária 4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p. 5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p. 6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p. 8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2p. 9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Objetivos: apresentar relatório advindo das atividades desenvolvidas no estágio supervisionado obrigatório, respeitando-se o Regimento próprio. Ementa: desenvolvimento do relatório de atividades, com embasamento bibliográfico, com defesa oral junto a uma banca de dois docentes de áreas correlatas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo: 1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao Paulo: Roca, 2008. 735p. 4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p. 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 102 Medicina Veterinária 7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. 8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 314p. 3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p. 4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p. 5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p. 6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p. 8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2p. 9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. OPTATIVA LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Objetivos: proporcionar subsídios para a aquisição de conhecimentos específicos da Língua Brasileira de Sinais. Ementa: a história do surdo no Brasil e no mundo, convenções da língua, organização e morfologia. Conceitos básicos para o trabalho e o atendimento das necessidades educacionais especiais dos surdos em sala de aula e na comunidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 103 Medicina Veterinária 1. CAPOVILLA, F. C. Língua de sinais brasileira: dicionário enciclopédico ilustrado trilingue: abrindo o mundo do surdo brasileiro a pesquisa e a intervenção psicológicas. São Paulo: USP, 2000. 2. LICHTIG, I.; CARVALHO, R. M. M. Audição: Abordagens Atuais. Carapicuíba: Pro-Fono, 1997. 3. SALLES, H. M. M. L. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 2v 4. LIMA, P. A. Educação inclusiva e igualdade social. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2006. 172p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. KARNOP, H.; QUADROS, R. M. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2. MACEDO, E. C.; CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Manual ilustrado de sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. São Paulo: USP, 1998. 3. QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de lingua brasileira de sinais e lingua portuguesa. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 94p. 4. PINALDI, G. Programa de capacitação de recursos humanos do ensino fundamental série atualidades pedagogicas: língua brasileira de sinais. 1.ed. Brasília: MEC, 1997. 3v 5. SA, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. 1.ed. Manaus: Univ. Federal do Amazonas, 2002. 388p. Quadro 02. Matriz Curricular do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília (4031) Termo Código Nome da Disciplina Carga Horária Créditos 1º 202748 Anatomia Descritiva I 80,0 4 1º 201234 Bioestatística 60,0 3 1º 202749 Bioquímica Veterinária 60,0 3 1º 202750 Ciências do Ambiente e Sustentabilidade 60,0 3 1º 202753 Embriologia Veterinária 60,0 3 1º 202751 Introdução a Medicina Veterinária 60,0 3 1º 200212 60,0 3 Metodologia Científica e Tecnologia da Informação Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 104 Medicina Veterinária 1º 202752 2º 202754 2º 202760 2º 200213 2º Sociologia e Comunicação Aplicada a 40,0 2 80,0 4 60,0 3 Bioclimatologia e Bem-Estar Animal 40,0 2 202759 Bromatologia Animal 60,0 3 2º 202755 Citologia e Histologia Veterinária I 80,0 4 2º 202756 Fisiologia Animal I 60,0 3 2º 202758 Imunologia Veterinária 60,0 3 2º 202757 Microbiologia Básica 60,0 3 3º 202762 Citologia e Histologia Veterinária II 80,0 4 3º 200226 Equideocultura 60,0 3 3º 202764 Farmacologia Geral Veterinária 60,0 3 3º 202763 Fisiologia Animal II 60,0 3 3º 202766 Higiene e Segurança Alimentar 40,0 2 3º 202767 Microbiologia Veterinária Aplicada 60,0 3 3º 202761 Nutrição de Ruminantes 60,0 3 3º 202765 Parasitologia Animal 60,0 3 4º 202768 Anatomia Patológica Geral 80,0 4 4º 200222 Anatomia Topográfica 80,0 4 4º 202771 Direito Agrário e Gestão Ambiental 40,0 2 4º 202770 Epidemiologia e Saúde Ambiental 60,0 3 4º 200230 Farmacologia Veterinária Especial 60,0 3 4º 202769 Genética e Melhoramento Animal 60,0 3 4º 202578 História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena 40,0 2 4º 200235 Nutrição de Monogástricos 60,0 3 5º 202776 Anatomia Patológica Especial 80,0 4 5º 202775 Bovinocultura de Corte 60,0 3 5º 200232 Diagnóstico por Imagem 60,0 3 5º 200238 Doenças Parasitárias 60,0 3 5º 202774 60,0 3 Medicina Veterinária Anatomia Descritiva II Animais de Biotério, Piscicultura e Cunicultura Medicina da Conservação e Animais Selvagens Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 105 Medicina Veterinária 5º 202231 Patologia Clínica 80,0 4 5º 202773 Semiologia Veterinária 80,0 4 6º 200241 Avicultura 60,0 3 6º 202780 Biotecnologia da Reprodução 60,0 3 6º 202778 Clínica Médica de Pequenos Animais I 80,0 4 6º 200247 Clínica Médica de Equinos 60,0 3 6º 202781 Doenças Infecciosas 60,0 3 6º 202772 Prática Hospitalar e de Produção I 80,0 4 6º 202779 Zoonoses e Medicina Veterinária Preventiva 60,0 3 7º 202784 Anestesiologia Veterinária 60,0 3 7º 202783 Clínica Médica de Pequenos Animais II 80,0 4 7º 202785 Clínica e Criação de Suínos 60,0 3 7º 202786 Defesa Sanitária Animal e Saúde Pública 60,0 3 7º 200255 Fisiopatologia da Reprodução 80,0 4 7º 202777 Prática Hospitalar e de Produção II 80,0 4 7º 200252 Técnica Cirúrgica 80,0 4 8º 202788 Bovinocultura de Leite 60,0 3 8º 202792 Clínica Cirúrgica de Grandes Animais 80,0 4 8º 202789 Obstetrícia Veterinária 80,0 4 8º 200284 Ovinocultura e Caprinocultura 60,0 3 8º 202782 Prática Hospitalar e de Produção III 80,0 4 8º 202790 Toxicologia Veterinária 60,0 3 8º 202791 Tecnologia Produtos de Origem Animal 60,0 3 9º 202797 Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais 80,0 4 9º 202799 Clínica Médica de Ruminantes 80,0 4 9º 202800 40,0 2 9º 202793 Homeopatia Veterinária 40,0 2 9º 202795 Inspeção de Produtos de Origem Animal 80,0 4 9º 202796 Ornitopatologia 60,0 3 9º 202798 60,0 3 10º 202466 520,0 26 Gestão e Marketing Aplicado ao Agronegócio Planejamento, Economia e Extensão Veterinária Estágio Supervisionado Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 106 Medicina Veterinária 10º 202802 10º 202803 10º Ética Profissional, Bioética e Legislação 60,0 3 Medicina Veterinária Legal 60,0 3 202478 Trabalho de Conclusão de Curso 60,0 3 X 202353 Atividades Complementares 200,0 10 X 201991 40,0 2 Veterinária Libras – Língua Brasileira de Sinais (Optativa) TOTAL 4.487 2.7.4. EMENTA DAS DISCIPLINAS DA MATRIZ 4031 1º TERMO ANATOMIA DESCRITIVA I Objetivos: Fornecer aos acadêmicos conhecimentos teóricos e práticos sobre a morfologia dos vários sistemas que constituem o corpo dos animais. Esses conhecimentos são de suma importância para o aprendizado das disciplinas profissionalizantes, uma vez representar a base da Medicina Veterinária. Ementa: Introdução ao estudo de anatomia descritiva; Sistema ósseo; Sistema articular; Sistema muscular; Sistema circulatório; Sistema linfático; Sistema tegumentar BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p. 2. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 3. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p. 4. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.1/2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p. 5. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1/2/3, São Paulo: Manole, 1985. 211p. 6. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 107 Medicina Veterinária BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2000.428p. 2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p. 3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p. 4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997. 160p. 5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p. BIOESTATÍSITCA Objetivos: Subsídios para o entendimento dos princípios básicos de matemática e estatística, com aplicação nas atividades profissionais do agronegócio, como nutrição animal, melhoramento genético entre outras, além do vínculo com a iniciação científica. Ementa: Noções preliminares de cálculo, regra de três, porcentagem, trigonometria no triângulo retângulo e em triângulos quaisquer, geometria espacial. Conceitos e divisões da estatística, técnicas de amostragem, construções de tabelas e gráficos, medidas de tendência central e de dispersão BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ARA, A. B. Introdução a estatística. 1ed., São Paulo: Edgard blucher 2013. 152p 2. FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e modelos. Viçosa: UFV, 1999. 333p. 3. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 643p. 4. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10.ed., Rio de Janeiro:LTC, 2011. 696p. 5. VIEIRA, S. V. Introdução à bioestatística. 4ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 345p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 108 Medicina Veterinária 1. DORIA FILHO, U. Introdução à bioestatística: para simples mortais. 1ed., São Paulo: Elsevier, 2003. 158p. 2. GUELLI, C. A.; IEZZI, G.; DOLCE, O. Conjuntos, Relações, Funções e Inequações. São Paulo: Moderna, s/d, 265p. 3. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo v. 1/2, 5.ed., Rio de Janeiro: LTC, 2008. 4. LEVINE, D. M. Estatística – Teoria e Aplicações: usando o microsoft excel em português. 3.ed., Rio de Janeiro: LTC. 2005. 819p. 5. SCHEINERMAN, E. R. Matemática Discreta. São Paulo: Thomson, 2006. 532p. BIOQUÍMICA VETERINÁRIA Objetivos: Entendimento dos processos químicos que envolvem os mecanismos biológicos, o conhecimento das diferentes biomoléculas, suas estruturas, funções biológicas, interações químicas e metabólicas, bem como o funcionamento do organismo animal. Relacionar a química e bioquímica na prática animal, nas diferentes espécies, bem como sua aplicação na transformação dos produtos de origem animal. Ementa: Origem da vida – estudo das células e elementos químicos que deram origem as biomoléculas; Revisão de química orgânica; Biomoléculas; Bioenergética; Carboidratos; Lipídeos; Aminoácidos, proteínas e enzimas; Metabolismo; Mecanismo hormonal da insulina e do glucagon. Bioquímica aplicada à carne e ao leite. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BAYNES, J. W. Bioquímica médica. 3.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 653p. 2. KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos ruminantes. 3.ed. Santa Maria: UFSM, 2011. 216p. 3. HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 5ed., Porto Alegre: Artmed, 2012. 520p. 4. LEHNINGER, A. L., NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica. 4.ed. Sao Paulo: Sarvier, 2006. 1202p. 5. MARZZOCO, A., TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 386p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 109 Medicina Veterinária BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BACILA, M. Bioquímica veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1980. 534p. 2. CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 533p. 3. GRANNER, D. K., HARPER, MURRAY, R. K. Harper: bioquímica. 9.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 919p. 4. STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 1000p 5. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARESGUIA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360p CIÊNCIAS DO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Objetivos: Propiciar aos acadêmicos conhecimentos fundamentais em ecologia e ciências do ambiente, fornecendo uma concepção holística das relações entre os seres vivos - ambiente, enfatizando a importância econômica e social da busca pela conservação da biodiversidade bem como o desenvolvimento sustentável e harmonioso do planeta. Ementa: Estrutura e funcionamento dos ecossistemas. Ecologia das populações e das comunidades. Poluição ambiental. Desenvolvimento sustentável. A destruição e conservação da biodiversidade. Estrutura e legislação ambiental brasileira BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice: São Paulo, 2002. 305p. 2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p. 3. SANTORO, J. R. S.. Ecologia e desenvolvimento humano. 1ed., São Paulo: Funpec 2008. 593p. 4. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DAJOZ, R. Ecologia Geral. 4.ed. Petrópolis: Vozes. 1983. 472p. 2. DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 519p. 3. DIAS, R. D. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2ed., São Paulo: Atlas, 2011. 220p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 110 Medicina Veterinária 4. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade. 1ed., São Paulo: Artes Médicas, 1992. 529p. 5. GRISI, B.M. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2.ed. João Pessoa: UFPB, 2000. 200p 6. MANIGLIA, E. Direito e políticas públicas de sustentabilidade. 2ed., Ribeirão Preto: Legis Summa, 2012. 312p. 7. PINHEIRO, A. C. F. B. Ciências do ambiente : ecologia, poluição e impacto ambiental. 1ed., São Paulo: Makron, 1992. 148p. 8. RODRIGUES, A. S. As condicionantes da sustentabilidade agrícola em uma área de proteção ambiental: a APA de Guaraquecaba. 1ed., Curitiba: Iapar, 2005. 203p. EMBRIOLOGIA VETERINÁRIA Objetivos: Conhecer os processos de gametogênese. Distinguir as etapas que antecedem a fecundação até a formação e desenvolvimento dos diversos sistemas. Conhecer e identificar as membranas fetais e a placenta e suas respectivas funções. Identificar as causas e malformações congênitas. Ementa:. Introdução ao desenvolvimento. Gametogênese. Fecundação. Segmentação. Gastrulação. Neurulação. Destinos dos folhetos embrionários. Anexos embrionários. Organogênese. Desenvolvimento embrionário comparado nos vertebrados. Teratologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALMEIDA, J. M. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 176p. 2. JUNQUEIRA, L. C. Noções básicas de citologia, histologia e embriologia. 15ed., São Paulo: Nobel, 1988. 151p. 3. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 348 p. 4. MOORE, K. L; PERSUAD, T. V. N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 536 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. GARCIA, S. M. L. G. Embriologia: estudos dirigidos para aulas práticas. 1ed., Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1997. 148p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 111 Medicina Veterinária 2. JUNQUEIRA, L. C. U.; ZAGO, D. Embriologia médica e comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 291 p. 3. MELLO, R. A. Embriologia comparada e humana. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 1989. 300 p. 4. SANCHEZ, A. S. Lecciones de embriologia veterinaria: Desarrollo del sistema cardiovascular y linfatico. 3ed., Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. 3.vp. 5. SANTOS, H. S. L. Embriologia comparada: texto e atlas. 1ed., Jaboticabal:FUNEP, 1996. 186p INTRODUÇÃO À MEDICINA VETERINÁRIA Objetivos: Colocar os acadêmicos em contato direto com os diversos segmentos que norteiam a Medicina Veterinária, tendo como base fundamental a produção sustentável, focada no bem-estar animal e na preservação do meio ambiente, com ênfase na medicina preventiva e saúde publica, alicerçada na formação não apenas de profissionais competentes, mas principalmente na formação de cidadãos comprometidos com o futuro do planeta. Ementa: Regulamento da profissão: deveres, competência e ética profissional. As especialidades em medicina veterinária. Produção e Reprodução animal Medicina Veterinária Preventiva. Saúde Pública. Saúde e bem-estar animal Diagnóstico Veterinário. Diretrizes curriculares da Medicina Veterinária. O Curso BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p. 2. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 3. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p. 4. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 5. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 6. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 112 Medicina Veterinária 7. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São Paulo: Roca, 2010. 387p. 8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 320p. 9. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 10. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p. 11. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 3. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed. Barueri: Manole, 2005. 1153p. 4. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 453p. 5. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed. Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p. 6. LUCCI, C.S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo: Manole Ltda, 1997 7. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 260p. 8. SOUZA, G. et al. A Administração da Fazenda. São Paulo: Globo, 1992. 9. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p 10. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 113 Medicina Veterinária METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Objetivos: Inserir o ingressante no ambiente universitário de forma plena, junto à metodologia de estudo, senso crítico e realização de trabalhos científicos. Apresentar as técnicas de levantamento bibliográfico, bem como a utilziação da internet como instrumento de pesquisa em sites especializados. Estimular o raciocínio e a formulação de hipóteses para solução de problemas que serão objetos de iniciação científica, bem como o gosto pelo conhecimento. Ementa: Metodologia Científica; Métodos de Estudo e Aprendizagem; Como elaborar trabalhos Universitários (Pesquisa Científica); Conhecimento Científico e outros tipos de conhecimento; Métodos Científicos ; Experimentação nas ciências biológicas e da saúde; Estudos observacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BARROS, A. J. P.; LEHFELD,N. A.S. Fundamentos de Metodologia: um guia para a iniciação científica. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2000. 122p, 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7 ed., São Paulo: Atlas, 2010, 296p. 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed., São Paulo: Cortez, 2007. 304p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALBERTO, S.B.M. Manual para Elaboração e Organização de Trabalhos Técnicos e Científicos. Marília: UNIMAR, 1997. 80p. 2. ECO, H. Como se faz uma tese. 15.ed., São Paulo: Perspectiva, 2000. 170p. 3. GARCIA, M. Informática Veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 117p. 4. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 177p. 5. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 10.ed., São Pauto: Martins Fontes,2001. 412p. 6. VIEIRA, S.O., HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área da saúde. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 192p. SOCIOLOGIA E COMUNICAÇÃO APLICADA A MEDICINA VETERINÁRIA Objetivos: Caracterizar o conhecimento científico e contextualizar historicamente o surgimento e desenvolvimento da ciência moderna no mundo Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 114 Medicina Veterinária ocidental; Desenvolver temas que permitam pensar o homem e a sociedade como objeto de estudos, principalmente por meio da sociologia, da antropologia, economia e política; Discutir conceitos fundamentais desenvolvidos pela sociologia; Conhecer a importância das instituições sociais e o pensamento dos precursores da sociologia; Discutir temas ligados à questão agrária; Educação das relações étnico-raciais; Posicionar o acadêmico quanto sua importância social, enquanto profissional e enquanto cidadão. Ementa: O desenvolvimento científico e a correspondência com a vida social. O pensamento dos precursores da sociologia. Relações dos indivíduos e a sociedade. As principais instituições da sociedade e o processo de institucionalização. A estrutura agrária e as questões sociais no campo, ocasionadas pela industrialização, determinando novas relações de trabalho no campo. Movimentos sociais em defesa da terra. Contribuição do povo negro e indígena nas diversas áreas do conhecimento. Atividades práticas no campo social enquanto profissional e cidadão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008. 358p. 2. BRETON, P; PROULX, S. Sociologia da Comunicação. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2006. 3. COSTA, M. C. C.. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 415p. 4. PEREIRA, M; GOMES, R. C; FIGUEIREDO, V. R. F. Comunicação, representação e práticas sociais. Rio de Janeiro: Editora PUC, 2004. 5. POLISTCHUK, F; TRINTA, A, R. Teorias da comunicação: o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BAUMAN, Z. Aprendendo a pensar com a sociologia. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010. 2. BORGATO, S. Comunicação rural para uma nova era. Campo Grande: Editora UCDB, 2001. 3. CASTELLS, M. A era da informação: economia, sociedade e cultura – a sociedade em rede. v.1. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 115 Medicina Veterinária 4. COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2005. 5. DIAS, R. Introdução à Sociologia. 3. ed. São Paulo: Pearson Pretice Hall, 2007. 6. GIDDENS, A. Sociologia. 4. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2004. 7. GUIZZO, J. Introdução à Sociologia. São Paulo: Editora Nacional, 2009. 8. TOMAZI, N.D. Iniciação a sociologia. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 264p. 2º TERMO ANATOMIA DESCRITIVA II Objetivos: Fornecer aos acadêmicos conhecimentos teóricos e práticos sobre a morfologia dos vários sistemas que constituem o corpo dos animais. Esses conhecimentos são de suma importância para o aprendizado das disciplinas profissionalizantes, uma vez representar a base da Medicina Veterinária. Ementa: Sistema Nervoso; Sistema Respiratório; Sistema Digestório; Sistema Urinário; Sistema Genital Masculino; Sistema Genital Feminino; Sistema Endócrino; Órgãos do Sentido. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p. 2. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 3. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p. 4. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.1/2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p. 5. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1/2/3, São Paulo: Manole, 1985. 211p. 6. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 116 Medicina Veterinária 1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2000.428p. 2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p. 3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p. 4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997. 160p. 5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p. ANIMAIS DE BIOTÉRIO, PISCICULTURA E CUNICULTURA Objetivos: Desenvolver os sistemas de criação de peixes, animais de laboratório e coelhos, seguindo-se os conceitos de bem-estar animal, normas para utilização de animais em experimentação científica e adequação produtividade. Ementa: Animais de Laboratório: Principais espécies utilizadas; Sistemas de criação. Bioterismo. Piscicultura: Características das principais espécies cultivadas; Sistemas de criação. Técnicas de cultivo. Cunicultura: Características das principais raças utilizadas; Sistemas de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CTA, - Centro de Tecnologia em Aquicultura e Meio Ambiente. Peixes de água doce do rio doce: na área de influência da UHE mascarenhas.1.ed. Vitoria: CTA, 2009. 74p. 2. CYRINO, J. E. P., CASTAGNOLLI, N. Piscicultura nos trópicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 152p. 3. MEDINA, J. G. Cunicultura: a arte de criar coelhos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1988. 183p. 4. VIEIRA, M I. Coelhário: instalações adequadas, maiores lucros. 1.ed. São Paulo: Prata, 1995. 170p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CASTAGNOLLI, N. Criação de peixes de água doce. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1992. 189p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 117 Medicina Veterinária 2. DUARTE, A. T., CARVALHO, J. M. Cunicultura. 1.ed. Lisboa: Clássica, s.d.. 413p. 3. FABICHACK, D., FABICHACK, W. Peixes de aquário: criação, alimentação, doenças, tratamento, espécies. 8.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 72p. 4. FIGUEIRA, M. L. O. A., LUND, V. X. Criação de tilápias. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 63p. 5. FURTADO, J. F. R. Piscicultura: uma alternativa rentável. 1.ed. Guaíba: Agropecuaria, 1995. 180p. 6. HARKNESS, J. E., WAGNER, J. E. The biology and medicine of rabbits and rodents. 3.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1989. 230p. 7. HIME, J. M., O DONOGHUE, P. N. Patologia de los animales de laboratório: diagnostico y tratamiento. 1.ed. Zaragoza : Acribia, s.d. 305p. 8. MARDINI, C. V. et.al. Caracterização preliminar do perfil da piscicultura desenvolvida no Rio Grande do Sul. 1.ed. Porto Alegre: FEPAGRO, 1997. 23p. 9. MICHEL, C., KINKELIN, P., GHITTINO, P. Tratado de las enfermedades de los peces. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 353p. 10. OLIVEIRA, J. A. L., MENEZES, R. N. T. A cunicultura no nordeste. 1.ed. Fortaleza: Banco Nordeste do Brasil, 1979. 116p 11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed. s/l: CRMV - MG, s/d. 16p. 12. SMITH, A. W. Temas selecionados sobre medicina de animales de laboratorio: el raton. 2.ed. Cent. Panam. de Fiebre Aftosa, 1976. 122p. 13. VIEIRA, M. I. Hamster: criação e treinamento. 1.ed. São Paulo: Prata, 1997. 77p BIOCLIMATOLOGIA E BEM-ESTAR ANIMAL Objetivos: Entendimento quanto à necessidade de oferecer aos animais de produção e de companhia, condições de ambiente natural ou artificial para que os mesmos possam expressar ao máximo sua capacidade genética, dentro dos preceitos de bem-estar animal Ementa: Introdução geral à bioclimatologia; adaptação e evolução dos organismos. Efeitos do ambiente tropical sobre a produção, reprodução e saúde dos animais. Mecanismos de termorregulação dos animais. Fatores Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 118 Medicina Veterinária climáticos associados aos ambientes tropicais. Características dos animais associadas a termorregulação e ao desempenho em ambientes específicos. Avaliação de animais para adaptação a ambientes tropicais. Melhoramento genético para adaptação. Preceitos de bem-estar animal para animais de produção e companhia BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. 332p. 3. MULLER, P. B. Bioclimatologia: aplicada aos animais domésticos. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1989. 262p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTA, M. J. R. P. Anais do 1. ciclo internacional de palestras sobre bioclimatologia animal.1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 129p. 2. COSTA, M. J. R. P. Anais do 10. encontro anual de etologia, 29 de setembro a 1 de outubro de 1992. 1.ed. Jaboticabal: SBE, 1992. 235p. 3. HAHN, G. L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: aspectos teóricos e aplicados. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1993. 28p. 4. MARENGO, J A. Mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre a biodiversidade: caracterização do clima atual e definição das alterações climáticas para o território brasileiro ao longo do século. 2.ed. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2007. 163p 5. NAAS, I. A. Princípios de conforto térmico na produção animal. 1.ed. São Paulo: Icone, 1989. 183p. 6. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos, 2002. 611p. BROMATOLOGIA ANIMAL Objetivos: Apresentação da composição Bromatológica dos principais alimentos e técnicas para determinação dos nutrientes contidos nesses, além da determinação de contaminantes e fraudes. Apresentação da formulação das rações dos animais de interesse zootécnico. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 119 Medicina Veterinária Ementa: Introdução ao curso: Composição e análise bromatológica dos alimentos. Classificação dos alimentos. Estudo dos fatores anti-nutricionais, alterações e adulterações dos alimentos. Digestibilidade dos alimentos. Controle de qualidade e fiscalização dos alimentos. A legislação bromatológica. Microscopia e microbiologia dos alimentos. Introdução aos cálculos de rações. Noções práticas de produção e conservação de alimentos como feno, silagem e produção de rações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v 2. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 4. MAYNARD, L. A. et. al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FLORES MENENDEZ, J. A. Bromatologia animal. 3.ed. México: Limusa, c1986. 1096p. 2. FUKUSHIMA, R. S. Coord., SEMANA De Zootecnia (Pirassununga). A interação solos x pastagens x nutrição animal. 1.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1992. 124p. 3. NOGUEIRA, A. R. A., SOUZA, G. B. Manual de laboratórios: solo, água, nutrição vegetal, nutrição animal e alimentos. 1.ed. São Carlos: Embrapa, 2005. 334p. 4. SALINAS, R. D. Alimentos e nutrição: introdução a bromatologia. 3.ed. São Paulo: Artmed, 2002. 278p. 5. VALAS, E. C., CORREA, F. R. Bibliografia brasileira sobre plantas tóxicas na alimentação animal. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 1982. 228p. CITOLOGIA E HISTOLOGIA VETERINÁRIA I Objetivos: Motivar a formação de um raciocínio integral dos alunos aos aspectos morfo-funcionais de tecidos e órgãos, de fundamental importância Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 120 Medicina Veterinária para o entendimento da medicina veterinária. Ministrar conhecimentos básicos da formação, estrutura e função dos tecidos e órgãos. Ementa: citologia geral; métodos de estudo; tecido epitelial de revestimento; tecido epitelial glandular; tecido conjuntivo; tecido adiposo; tecido cartilaginoso; tecido ósseo; tecido nervoso; tecido muscular; sistema circulatório; células do sangue; sistema linfático. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 432p. 2. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 576p. 3. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 4. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p. 5. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis: Saunders Elsevier, 2007. 546p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole, 1992. 629p. 2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 355p. 3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1991. 570p. 4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982. 397p. 5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 229p. 6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978. 202p. 7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed. São Paulo: Panamericana, 1993. 779p. 8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 121 Medicina Veterinária 9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p. FISIOLOGIA ANIMAL I Objetivos: Identificar e compreender o funcionamento e a interação entre os diversos órgãos e sistemas dos organismos, relacionando-os com o equilíbrio e funcionamento normal do corpo do animal. Ementa: Fisiologia Geral; Fisiologia dos líquidos corporais e membranas; Sistema Nervoso; Sistema Endócrino; Sistema Digestório; Sistema cardiorespiratório; Sistema reprodutor; Sistema renal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 579p. 3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p. 2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. 4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1987. 612p. 5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca, 1984. 420p. 6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 799p. 7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Santos, 2002. 611p. IMUNOLOGIA VETERINÁRIA Objetivos: Apresentar as aplicações da Imunologia. Mostrar a importância do conhecimento dos mecanismos de defesa do organismo animal. Demonstrar Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 122 Medicina Veterinária aos alunos o diagnóstico sorológico de enfermidades de interesse clínico visando reconhecer e interpretar as reações imunológicas envolvidas. Ementa: Aspectos da importância e aplicação da imunologia, infecção e resistência, o complexo sistema imune, antígenos, anticorpos, resposta imune celular e humoral, imunoterapia, imunoprofilaxia, além do imunodiagnóstico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1985. 1234p. 2. TIZARD, I. Introdução à imunologia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, c1985. 329p. 3. TERR, A. L., STITES, D. P., PARSLOW, T. G. Imunologia médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 684p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ANTUNES, L. J. Imunologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999. 95p. 2. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 1981. 472p. 3. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. 1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p. 4. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. 5. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p. MICROBIOLOGIA BÁSICA Objetivos: Estudo da Bacteriologia, Micologia e Virologia, enfatizando sua importância zootécnica e médica veterinária. Obter conhecimentos sobre estrutura, metabolismo e virulência dos diferentes microrganismos. Ementa: Apresentação geral dos microrganismos de importância em saúde animal, enfatizando inclusive aqueles de importância na saúde pública, enfocando a área da bacteriologia, micologia e virologia (importância, características gerais, classificação viral e métodos gerais de diagnóstico) além, dos métodos de esterilização e desinfecção. Técnicas para isolamento de microrganismos. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 123 Medicina Veterinária BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p. 2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1985. 1234p. 3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 446p. 4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p. 5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 1104p. 6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinária. 1.ed. Espanha: Acribia, 1989. 305p. 2. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2.v. 3. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 1981. 472p. 4. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. 1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p. 5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. 6. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p. 7. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1 ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p. 3º TERMO CITOLOGIA E HISTOLOGIA VETERINÁRIA II Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 124 Medicina Veterinária Objetivos: Transmitir a caracterização microscópica dos órgãos que compõem os sistemas orgânicos dos animais domésticos e evidenciar as principais diferenças morfológicas entre as espécies através da histologia comparada. Ementa: Sistema tegumentar; Sistema digestório; Glândulas anexas ao tubo digestivo; Sistema endócrino; Sistema respiratório; Sistema urinário; Sistema reprodutor masculino; Sistema reprodutor feminino; Órgãos linfáticos; Olho e ouvido. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 432p. 2. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 576p. 3. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2008. 4. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p. 5. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis: Saunders Elsevier, 2007. 546p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole, 1992. 629p. 2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 355p. 3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1991. 570p. 4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982. 397p. 5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 229p. 6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro : Guanabara, 1978. 202p. 7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed. Sao Paulo: Panamericana, 1993. 779p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 125 Medicina Veterinária 8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p. 9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p. EQUIDEOCULTURA Objetivos: Transmitir conhecimentos sobre a criação e exploração de equídeos de trabalho, lazer e esporte e outras finalidades, bem como o respectivo manejo, além de informações do agronegócio referente à espécie, capacitando o aluno a atuar em todos os âmbitos da equideocultura nacional. Ementa: Principais características e classificações dos equídeos. Etologia equina. Manejo sanitário. Manejo alimentar. Manejo reprodutivo. Identificação da idade e resenhas. Manejo de pastagens. Casqueamento e ferrageamento. Principais raças criadas no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. AUBLET, H., MARCENAC, L. Enciclopédia do cavalo: Enciclopédia do cavalo. 4.ed. São Paulo: Andrei, 1990. 2.v. 2. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p. 3. ROMASZKAN, G. O cavalo. 3.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. 281p. 4. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. 5. TORRES, A. P., JARDIM, W. R. Criação do cavalo e de outros equinos. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 654p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. KNOTTENBELT, D.C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo. 1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p. 2. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 3. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao dia-a-dia na clinica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 414p. 4. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo: Roca, 1994. 943p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 126 Medicina Veterinária 5. RIBEIRO, D. B. O cavalo: raças, qualidades e defeitos. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, c1988. 318p. FARMACOLOGIA GERAL VETERINÁRIA Objetivos: Apresentar a terminologia farmacológica, prescrição e a legislação vigente sobre os medicamentos brasileiros. Abordar os efeitos dos fármacos sobre o organismo animal, desde seus mecanismos de ação, absorção, biotransformação e excreção. Ementa: Introdução à farmacologia veterinária; Prescrição e legislação dos medicamentos brasileiros; Farmacodinâmica; Farmacocinética; Agonista e Antagonistas Adrenérgicos; Agonista e Antagonistas Colinérgicos; Antiinflamatórios; Antibióticos; Fluidoterapia; Histamina e seus Antagonistas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 991p. 2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p. 3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p. 4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p. 2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p. 3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p. 4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 829p. 5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p. 6. TROLLDENIER, H. Antibióticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 275p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 127 Medicina Veterinária FISIOLOGIA ANIMAL II Objetivos: Compreensão do funcionamento e a inter-relação dos sistemas orgânicos nas diferentes espécies. Ementa: Fisiologia da nutrição de monogástricos; Fisiologia da nutrição de ruminantes; Endocrinologia e metabolismo energético e reprodutivo; Fisiologia neonatal e geriátrica; Fisiologia renal comparada; Fisiologia cardiorrespiratória comparada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p. 2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 579p. 3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeir: Elsevier, 2006. 1115p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p. 2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. 4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1987. 612p. 5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca, 1984. 420p. 6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 799p. 7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed. Sao Paulo: Santos, 2002. 611p HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR Objetivos: Introduzir ao discente os princípios gerais da higienização e dos produtos químicos utilizados tanto na prática em saúde animal quanto na indústria de alimentos, em especial os de produtos de origem animal. Estudo Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 128 Medicina Veterinária dos principais microrganismos patogênicos e deteriorantes dos alimentos, os riscos e perigos que afetam a segurança dos alimentos e os principais Programas de Controle utilizados na indústria de alimentos. Estudo dos principais métodos de higienização em instalações rurais, de serviços de saúde animal, da indústria de alimentos, em especial os de origem animal. Ementa: Princípios gerais de Higiene; produtos químicos utilizados; métodos de higienização de estabelecimentos de prestação de serviços em saúde animal, indústria de alimentos, em especial os de origem animal. Higiene dos estabelecimentos produtores, nos aspectos estruturais, nos procedimentos higiênicos com os produtos alimentícios e higiene do manipulador, Programas de Autocontrole e Qualidade utilizados nas indústrias de Alimentos, monitoramento destes pelos órgãos oficiais, responsabilidade profissional, qualidade, segurança dos alime ntos e saúde do trabalhador. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ABERC, MANUAL de Práticas de Elaboração e Serviços de Refeições para Coletividade. 8º Edição, São Paulo, 2003. 2. GERMANO, P.M.L. & GERMANO, M.I.S.; Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 2º Edição. São Paulo, Ed. Varela, 2003. 3. HOBBS, B.C.& ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênicosanitário de alimentos. São Paulo, Varela, 1999. 4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. RDC 12 de 02 de janeiro de 2001. Aprova os Padrões Microbiológicos Sanitários para Alimentos. DOU , 2001. 5. SILVA, E. A Jr. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Alimentos. 4º Ed., São Paulo, Ed. Varela, 2005. 6. TANCREDI, R.C.P.;SILVA, Y.; MARIN, V.A. Regulamentos Técnicos sobre condições higiênico-sanitárias, Manual de Boas Práticas e POPs para Indústrias/Serviços de Alimentação. Rio de Janeiro, L.F. Livros, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALMEIDA, C. R.; O Sistema HACCP como instrumento para Garantir a Inocuidade dos Alimentos. Higiene Alimentar, vol.12, n.53, p.12-20, 1998. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 129 Medicina Veterinária 2. ARRUDA, G.A Manual de Boas Práticas, vol.I,II. São Paulo, Ed. Ponto Crítico, 1998. 3. IAMFES; Guia de Procedimentos para Implantação do Método de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), São Paulo, Ponto Crítico Consultoria em Alimentação, 1997. 4. RIEDEL, G. Controle Sanitário dos Alimentos. São Paulo, Edições Loyola, 1987. 5. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA/DIPOA. RIISPOA -Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Ministério da Agricultura, Brasília, 1967. 6. SENAI/SN- PROJETO APPCC:. Elementos de Apoio Para o Sistema APPCC, Guia para Elaboração do Plano APPCC. Série Qualidade e Segurança Alimentar, Brasília, 1999. 7. MICROBIOLOGIA VETERINÁRIA APLICADA Objetivos: Apresentar aspectos específicos da Bacteriologia, Virologia e Micologia, enfatizando a identificação dos agentes envolvidos, bem como sua importância em diagnóstico e saúde animal. Ementa: Principais características microbiológicas quanto à taxonomia, enfatizando minuciosamente a metodologia de identificação e diagnóstico laboratorial de microrganismos de importância na saúde animal e saúde pública. Bacteriologia: estudo das principais bactérias; importância de cada família, gênero e espécie; principais características e metodologia de identificação. Virologia: principais DNA e RNA-vírus; importância de cada família, gênero e espécie; metodologia de identificação. Micologia: principais micoses superficiais, profundas, oportunistas e micotoxicoses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p. 2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1985. 1234p. 3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 446p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 130 Medicina Veterinária 4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p. 5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 1104p. 6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinaria. 1.ed. Espanha: Acribia, 1989. 305p. 2. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2.ed. Sao Paulá: Makron Books, 1997. 2.v. 3. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 1981. 472p. 4. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. 1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p. 5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. 6. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p. 7. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1 ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p NUTRIÇÃO DE RUMINANTES Objetivos: Apresentação do metabolismo dos nutrientes utilizados nos pequenos e grandes ruminantes Ementa: Aspectos gerais. Revisão da anatomia e fisiologia do aparelho digestivo dos ruminantes. Alimentos e principais nutrientes. Metabolismo dos carboidratos, proteínas e nitrogênio não protéico e lipídeos. Metabolismo e exigências dos minerais e vitaminas. Enfermidades relacionadas aos problemas metabólicos. Aspectos técnicos e econômicos do cálculo de rações. Produção de silagem, feno e cana visando à alimentação de ruminantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 131 Medicina Veterinária 2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 4. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. 5. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 258p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALIMENTACION, De Los Ruminantes: Principios de Nutricion y alimentacion de los ruminantes, necessidades alimenticias de los animales, valor nutritivo de los alimentos. 1.ed. Madri: Mundi-Prensa, 1981. 697p. 2. BARBOSA, F. A., CARVALHO, F. A. N., MCDOWELL, L. R. Nutrição de bovinos a pasto. 2.ed. Belo Horizonte: Gradual, 2000 3. COLE, D. J. A., HARESIGN, W. Avances en nutricion de los rumiantes. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1988. 428p. 4. KIRCHOF, B. Alimentação da vaca leiteira. 1.ed. Guaiba: Agropecuária, 1997. 111p. 5. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo: Manole, 1997. 169p. PARASITOLOGIA ANIMAL Objetivos: Apresentação dos parasitas que acometem os animais domésticos e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública. Caracterização: conceito, sistemática, morfologia, fisiologia, órgãos parasitados pelas formas larvais e adultas, modo de infecção, ciclo evolutivo normal e errático, hospedeiros definitivos, intermediários, eventuais, acidentais e esporádicos. Ementa: Introdução à parasitologia animal. Protozoologia. Helmintologia: Nematoda; Trematoda; Cestoda. Artropodologia. Parasitologia animal e sua repercussão em saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 132 Medicina Veterinária 3. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1990. 306p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BECK, A. A. H. Anais do III seminário brasileiro de parasitologia veterinária, Balneário Camboriú, 18 a 23 de outubro de 1982. 1.ed. Brasília: Dep. de Difusao de Tecnologia, 1985. 249p. 2. BORCHERT, A. Parasitologia veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1981. 745p. 3. GEORGE, J. R. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Manole, 1988. 379p. 4. LEITAO, J. L. S. Parasitologia veterinária: Parasitas. 3.ed. Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian, s.d.. 2.v. 5. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clínica veterinaria. 6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p. 4º TERMO ANATOMIA PATOLÓGICA GERAL Objetivos: Transmitir conceitos básicos da patologia com ênfase nos seguintes tópicos: degeneração e morte celular, distúrbios circulatórios, processo inflamatório, regeneração e cicatrização, carcinogênese e oncologia. Apresentar noções básicas da técnica de necropsia, colheita e envio de material para proporcionar exame o anatomopatológico reconhecimento dos e citotopatológico, padrões além histopatológicos de das degenerações, inflamações e das neoplasias. Ementa: Introdução à Anatomia Patológica; Tanatologia; Degeneração e necrose celular; Calcificações patológicas; Pigmentos e pigmentação Patológica; Perturbações circulatórias; Processo inflamatório; Imunopatologia; Cicatrização e regeneração tecidual; Distúrbios do crescimento; Neoplasias: definição nomenclatura, classificação; Carcinogênese. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia: bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 133 Medicina Veterinária 2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 629p. 3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1475p. 4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p. 5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 412p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p. 2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1472p. 3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. Sao Paulo: Manole, 1994. 556p. 4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales domésticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v. 5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São Paulo: Manole, 2000. 1415p. 6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p. 7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária: anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p. 8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p. 9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed. Barcelona: AEDOS, 1984. 423p. ANATOMIA TOPOGRÁFICA Objetivos: Fornecer conhecimentos sobre as diferentes estruturas anatômicas próprias de determinadas regiões do corpo animal (cabeça, pescoço, tórax, abdome, pelve e apêndices torácicos e pélvicos), tendo em vista as disposições estratigráficas e sintopias que tais estruturas (ossos, vasos, nervos, etc...) mantêm entre si. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 134 Medicina Veterinária Ementa: Introdução ao estudo de anatomia topográfica; Região do pescoço; Tórax; Região da cabeça; Abdome; Pelviologia e Pelvimetria; Membros torácicos; Membros pélvicos; RX. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p. 2. COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina Veterinária. 2.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p. 3. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p. 4. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p. 5. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.1, Porto Alegre: Artmed, 2002. 298p. 6. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. v.2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p. 7. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1, São Paulo: Manole, 1985. 211p. 8. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.2, São Paulo: Manole, 1985. 194p. 9. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.3, São Paulo: Manole, 1985. 205p. 10. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2000.428p. 2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p. 3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p. 4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997. 160p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 135 Medicina Veterinária 5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p. 6. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p. DIREITO AGRÁRIO E GESTÃO AMBIENTAL Objetivos: Enfocar a importância da participação dos profissionais das Ciências Agrárias na Política Nacional do Meio Ambiente, através da participação nos mecanismos de controle e prevenção ambiental e do trabalho; Assegurar o estudo do tema legal, sob uma visão investigativa, visando uma formação humanística relativa ao fenômeno jurídico diante da necessidade social. Conceitos e responsabilidades em torno da saúde ambiental. Ementa: Introdução: princípios constitucionais – a função social da propriedade. O aspecto jurídico dos contratos agrários e os profissionais das ciências agrárias. A intervenção estatal na reforma agrária e a participação dos profissionais de agrárias nos quadros do INCRA. A gestão ambiental e o desenvolvimento sustentável. A Política Nacional do Meio Ambiente – O Licenciamento Ambiental e a importância do profissional de agrárias no EIA/RIMA. Competência em material ambiental. Responsabilidade por danos ambientais. Crimes ambientais. Saúde Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental brasileiro. 10.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 642p. 2. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 260p. 3. SEIFFERT, M.E.B. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 310p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BARROS, W. P. Curso de Direito Agrário: Legislação. 2.ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1997. 2. FERREIRA, P. Curso de direito agrário. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 3. GODOY, A.V. A eficácia do licenciamento ambiental como um instrumento público de gestão do meio ambiente. São Paulo: Editora OAB. 2005. 77p. 4. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 136 Medicina Veterinária entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros. 2010. 186p. 5. SIRVINSKAS, L. P. Manual de direito ambiental. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2006 EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE AMBIENTAL Objetivos: Habilitar o aluno a entender os conhecimentos básicos de questões relativas à epidemiologia, cadeia epidemiológica, indicadores de saúde, medidas de saúde e doença, formas de ocorrência de doenças em populações, vigilância epidemiológica, fatores ambientais que interferem no processo saúde-doença, vigilância ambiental em saúde, saneamento do meio, controle de vetores, roedores e morcegos, tratamento da água e de esgotos, destinação adequada de resíduos, em especial os de serviço de saúde animal e reciclagem de lixo; impactos e toxicologia ambiental. Ementa: Introdução e aspectos históricos relacionados à Epidemiologia; história natural do processo saúde-doença; Níveis de Prevenção; Tríade Epidemiológica; Elementos e Mecanismos de Propagação de Doenças Transmissíveis; Principais Medidas de Controle de Foco de Doenças Transmissíveis; Levantamento Epidemiológico; Vigilância Epidemiológica; fatores ambientais que interferem no processo saúde-doença; Ecosaúde; saneamento aplicado; Vigilância Ambiental em Saúde; Política Nacional de Saúde Ambiental; Impactos Ambientais e Saúde e Toxicologia Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. Rio de Janeiro: MEDSI, 2002. 293p. 2. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Brasília, Ministério da Saúde, 2006. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Atuação do setor saúde em saneamento. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2002. 4. BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de saúde ambiental para o setor saúde. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde, 1999. 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de vigilância em saúde. Brasília, 2003. 6. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema nacional de vigilância ambiental em saúde. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 137 Medicina Veterinária 7. CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SÃO PAULO – CVE. Programas de Controle de Zoonoses. Disponível em: http://www.cve.saude.sp.gov.br. Acesso em 10 out 2014. 8. DOMINGUES, P F.; LANGONI, H. Manejo sanitário animal. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 9. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade.1.ed. Sao Paulo : Artes Medicas, 1992. 529p. 10. MALETTA, C. H. M. Epidemiologia e saúde pública, 2. ed. (rev.), Belo Horizonte: [s. n.], 1997. 345p. 11. MEDRONHO, R. A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2002. 493 p. 12. OPAS. Organização Pan-Americana da Saúde. Métodos de investigação epidemiológica em doenças transmissíveis [organização de Ana Lucia S. Sgambatti de Andrade, Fabio Zicker]. 1. ed. Brasília. 1997. 13. PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e pratica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. 583p. 14. ROTHMAN, K. J.; GREENLAND, S. Modern epidemiology. 2º.ed. Philadelphia: Lippincott, 1998. 738 p. 15. ROUQUAYROL, M Z., ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde.6.ed. Rio de Janeiro : Medsi, 2003. 708p. 16. THRUSFIELD, M. Epidemiologia veterinaria. Zaragoza: Acribia, 1990. 339p. 17. VAUGHAN, J. P.; MORROW, R. H. Epidemiologia para os municípios: manual para gerenciamento dos distritos sanitários. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 2002. 180p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BARBIERI, J. C. B. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos.2.ed. São Paulo : Saraiva, 2008. 382p. 2. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização.1.ed. Rio de Janeiro : ABES, 2001. 218p. 3. CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais.1.ed. São Paulo : Varela, 1993. 227p. 4. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro Forense Universitária, 1989. 185p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 138 Medicina Veterinária 5. FORATTINI, O. P. Epidemiologia geral.2.ed. São Paulo : Artes Medicas, 1996. 210p. 6. PHILIPPI JR, A., BRUNA, G. C., ROMERO, M. A. Curso de gestão ambiental.1.ed. Barueri : Manole, 2006. 1045p. 7. TOMA, B. Epidemiologia aplicada: a luta colectiva contra as principais doenças animais transmissíveis.1.ed. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. 676p. FARMACOLOGIA VETERINÁRIA ESPECIAL Objetivos: Apresentar os efeitos dos fármacos em cada sistema orgânico e sua atuação no organismo animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem, absorção, biotransformação e excreção. Farmacologia Ementa: Sistema Nervoso Central. Farmacologia gastrointestinal. Farmacologia respiratória. Antiparasitários. Farmacologia sistema renal. Farmacologia cardiovascular. Antifúngicos e antivirais. Antineoplásicos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 991p. 2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p. 3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p. 4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p. 2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p. 3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p. 4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 829p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 139 Medicina Veterinária 5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada à avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p. 6. TROLLDENIER, H. Antibioticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d. 275p GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL Objetivos: Apresentar conceitos básicos de genética e melhoramento animal, buscando aliar produção ao agronegócio, proporcionando um rebanho de qualidade no contexto nacional. Ementa: Introdução a Genética e Melhoramento Genético; Primeira e segunda Leis de Mendel; Extensões à Análise Mendeliana; Genética molecular; Genética de Populações; Estatística aplicada ao melhoramento genético; Genética Quantitativa. Herdabilidade; Repetibilidade. Capacidade provável de produção; Métodos de seleção. Seleção para uma característica. Diferencial de Seleção; Progresso genético; Sistemas de acasalamento. Proporção de genes BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001, 589 p. 2. NICHOLAS, F.W. Introdução a Genética Veterinária. Porto Alegre: Artmed, 1999. 328 p. 3. RAMALHO, M. Genética na Agropecuária. 4.ed. Lavras: UFLA. 2008. 463 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Genética e Melhoramento de rebanho nos trópicos. São Paulo: Nobel, 1989. 463 p. 2. MILAGRES,J.C. Melhoramento animal. Seleção. Viçosa:UFV, n.3, 1981. 101 p. 3. NICHOLAS, F.W. Genética veterinária. Porto Alegre: Artmed, 1999. 326 p. 4. PISANELLI, R.C., GALHARDO, S.R., OLIVEIRA, T.C.D. Quem é quem em genética animal no Brasil. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1983. 165p. 5. SILVA, M.A. Melhoramento animal: índices de seleção. 1.ed. Viçosa: UFV, 1980. 65p. HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA Objetivos: Conhecer as primeiras populações do continente africano e seu percurso histórico; a história Afro-brasileira, diáspora africana no Brasil; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 140 Medicina Veterinária Debater questões sobre racismos e antirracismos no Brasil – raças e etnias; o tráfico negreiro e a resistência; história da escravidão no Brasil (aspectos econômicos e socioculturais); Refletir sobre a história indígena no Brasil, referenciando as políticas coloniais, imperiais e republicanas para os povos indígenas no Brasil; refletir a subalternização dos índios na história do Brasil. Refletir a subalternização dos “negros no trabalho” na história do Brasil; Problematizar “a invenção da África” e o olhar eurocêntrico sobre os saberes produzidos acerca do continente africano; compreender a complexidade das políticas indígenas atuais: cultural, habitacional e assistencial, estudar a cultura e a participação do negro no Brasil atual. Ementa: História e influência da cultura africana na formação da cultura brasileira; história e influência da cultura indígena na formação da cultura brasileira. Primeiros habitantes do continente africano; A religiosidade africana disseminada pela cultura brasileira; aspectos da arte africana na cultura brasileira. Aspectos da cultura e da religiosidade indígena na cultura brasileira. A identidade afro-brasileira; A identidade indígena; o desenvolvimento das questões raça-etnia no espaço social. BIBLIOGRÁFIA BÁSICA: 1. ARAUJO PEREIRA, Amilcar; MONTEIRO, Ana Maria. Ensino de História e Cultura Afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013. 2. LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional, 2006. 3. MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas, cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: MEC-SECAD/SEPPIR/INEP, 2005. 2. GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995. 3. PENA, Sérgio D. J.. (2005). Razões para banir o conceito de raça da medicina brasileira. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 12(2), 321-346. Recuperado em 25 de setembro de 2013, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 141 Medicina Veterinária 59702005000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0104-59702005000200006. http://oglobo.globo.com/infograficos/paraiso-sitiado/ http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira http://www.palmares.gov.br/tag/cultura-afro-brasileira/ NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICOS Objetivos: Apresentar o metabolismo dos nutrientes e da energia em monogástricos e reconhecer as características dos alimentos tradicionais e dos alternativos utilizados como ingredientes para essas espécies. Realizar formulações de dietas balanceadas e analisar tecnicamente fórmulas nutricionais. Apresentar as principais diferenças do metabolismo dos nutrientes para os animais monogástricos. Nutrição clínica. Ementa: Histórico da nutrição de monogástricos. Metabolismos de proteínas, carboidratos, lipídeos, energia, minerais, vitaminas e da água. Aditivos utilizados na nutrição de monogástricos. Estudo de Alimentos e planos de alimentação. Formulação e mistura de rações para monogástricos. Enfermidades relacionadas aos problemas metabólicos. Aspectos técnicos e econômicos do cálculo de rações. Nutrição clínica de cães e gatos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 3. CASE, L.P.; DARISTOTLE, L.; HAYEK, M.; RAASCH, M.F. Canine and Feline nutrition. 3.ed. USA: Elsevier. 2011. 562p. 4. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 5. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. 6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição das aves domésticas. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 324p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CAREY, D. P., HIRAKAWA, D. A., CASE, L. P. Nutrição canina e felina: manual para profissionais. 1.ed. Madrid: Hacourt Brace, 1998. 389p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 142 Medicina Veterinária 2. EDNEY, A. T. B. Nutrição do cão e do gato: um manual para estudantes, veterinários, criadores e proprietários. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 146p. 3. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p. 4. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p. 5. PILLINER, S. Nutricion y alimentacion del caballo. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1995. 207p. 6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suinos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 214p. 7. VALVERDE, C. C. 250 rações balanceadas para suínos: como calcular ração balanceada, manejo alimentar e exigências nutricionais para todas as fases da vida. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1997. 114p. 5º TERMO ANATOMIA PATOLÓGICA ESPECIAL Objetivos: Apresentar as alterações anatomopatológicas, macro e microscópicas, das doenças que ocorrem no organismo dos animais domésticos. Desenvolver a técnica de necropsia em pequenos e grandes animais, bem como a técnica de colheita e envio de material para exame anatomopatológico, além de interpretar as diferentes alterações histopatológicas. Medicina Veterinária Legal. Ementa: Sistema tegumentar; Sistema respiratório; Sistema cardiovascular; Fígado e vesícula biliar; Sistema nervoso central; Sistema gastrointestinal; Sistema urinário; Sistema reprodutor feminino; Sistema reprodutor masculino. Medicina Veterinária Legal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia: bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp 2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 629p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 143 Medicina Veterinária 3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1475p. 4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p. 5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 412p. 6. ZEZZA NETO, L. Tumores mamários malignos na cadela: sua analogia com processos idênticos na mulher, especial destaque aos denominados tumores mistos. 1.ed. Marília: Unimar, 1997. 143p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p. 2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1472p. 3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Manole, 1994. 556p. 4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales domesticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v. 5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São Paulo: Manole, 2000. 1415p. 6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p. 7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária: anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p. 8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p. 9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed. Barcelona: AEDOS, 1984. 423p. 10. WILCOCK, B. P., YAGER, J. A. Color atlas and text of surgical pathology of the dog and cat: dermatopathology and skin tumors. 1.ed. Ontario: Wolfe, c1994. 320p. BOVINOCULTURA DE CORTE Objetivos: Apresentar os aspectos gerais da criação de bovinos de corte, principalmente referindo-se aos sistemas de produção de carne no Brasil, com características peculiares de manejo, enfocando os conceitos tecnológicos Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 144 Medicina Veterinária mais recentes aplicados à criação e destacando os aspectos de maior rentabilidade e o grande desafio econômico do setor, destacando-se os quesitos de bem-estar animal. Ementa: Potencial e tendências da produção de carne no Brasil; Grupos raciais de bovinos de corte: tipos biológicos; Fisiologia do crescimento e desenvolvimento dos tecidos corporais; Manejo reprodutivo de bovinos de corte; Manejo da cria e recria; Sistemas de terminação a pasto e em confinamento; Bem-estar animal e sua repercussão na produção bovina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p. 2. CURSO, De Bovinocultura. 1.ed. Campinas: ICEA, 1996. 525p. 3. PEIXOTO, A. M., MOURA, J. C., FARIA, V. P. Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1986. 345p. 4. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1993. 226p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BAILEY, J. W. Manual de veterinária para criadores de gado. 5.ed. São Paulo: Organização Andrei, 1987. 429p. 2. LAZZARINI NETO, S. Lucrando com a pecuária: Confinamento de bovinos. 1.ed. São Paulo: SDF, s.d.. 11.v 3. MANUAL, De Bovinocultura. 3.ed. Porto Alegre: Feplam, s.d.. 175p. 4. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p. 5. PEIXOTO, A. M. et al., SIMPÓSIO, Sobre Produção Animal.Confinamento de bovinos de corte e leiteiros. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 146p. 6. PEIXOTO, A. M. et. al. Confinamento de bovinos de corte. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1987. s.p.p. 7. PEIXOTO, A. M. et. al. O confinamento de bois. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 172p. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM Objetivos: Conferir conhecimentos quanto à análise e interpretação radiográfica das alterações das estruturas que compõem o animal; Capacitar a realização de técnicas e exames radiográficos na rotina hospitalar; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 145 Medicina Veterinária Proporcionar conhecimentos e habilidades na realização de diagnóstico através de imagens nas diferentes espécies domésticas. Ementa: Introdução: história, formação dos RX e imagens radiográficas. Proteção radiológica e perigos da radiação. Instalações adequadas para funcionamento dos aparelhos. Semiologia Radiológica. Estudos radiográficos e Ultrassonográficos nas seguintes estruturas: Cabeça, Membros locomotores, Coluna vertebral, Sistema digestório, Sistema cárdio-respiratório, Sistema urogenital. Técnica radiográfica contrastada e meio de contraste. Ultrassonografia: princípios, análise e interpretação. Doenças neoplásicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BONTRAGER, K. L. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1999. 770p 2. LAPEIRE, C. Semiologia radiológica nos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Organizacao Andrei, 1986. 117p. 3. TICER, J. W. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1987. 523p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CRUMMY, A. B., JUHL, J. H. Interpretação radiológica. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 1024p 2. LIEBICH, H., KONIG, H. E. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2v 3. MCALLISTER, H., KEALY, J. K. Radiologia e ultra-sonografia do cão e do gato. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 432 p. 4. SCHEBTZ, H., WILKENS, H. Atlas der rontgenanatomie von hund und katze = atlas of radiographic anatomy of the dog and cat. 4.ed. Berlin: Verlag Paul Parey, 1986. 244p. 5. SQUIRE, L. F., NOVELLINE, R. A. Fundamentos de radiologia. 4.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. 352p. 6. WILLIAMSON, H. D., DOUGLAS, S. W. Princípios de radiografia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983. 281p. DOENÇAS PARASITÁRIAS Objetivos: Apresentar as principais doenças parasitárias dos animais domésticos e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 146 Medicina Veterinária Caracterizar: conceito, etiologia, distribuição geográfica e impacto ambiental, importância socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia. Ementa: 1 – Introdução ao estudo das doenças parasitárias. Dados biológicos usuais no emprego para o controle das verminoses. Métodos de controle das verminoses. . Métodos de combate às verminoses: sistemas empírico, tático e estratégico. Noções sobre drogas anti-helmínticas de uso em medicina veterinária. 2 – Conceito, etiologia, distribuição geográfica, importância socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia: Doenças causadas pelos nematoides; cestódeos; trematódeos; ectoparasitas; protozoários. 3. Doenças parasitárias em medicina veterinária e sua relação com a saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 2. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 3. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 4. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 306p. 4. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clinica veterinária. 6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FARIAS, N. A. R. Diagnóstico e controle da tristeza parasitária bovina. 1.ed. Guíiba: Agropecuária, 1995. 80p. 2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p. 3. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: caes e gatos, do nascimento aos seis meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p. 4. MEIRELES, J. A. F. S., LEITAO, J. L. S. Doenças parasitárias do cão e gato. 1.ed. Lisboa: Litexa Portugal, s.d.. 121p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 147 Medicina Veterinária 5. RAMOS, C. I., PALOSCHI, C. G., RAMOS, J. C. Sistemas de tratamentos anti-helminticos para terneiros desmamados no planalto catarinense. 1.ed. Florianópolis: EMPASC, 1984. 23p. 6. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 7. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. MEDICINA DA CONSERVAÇÃO E ANIMAIS SELVAGENS Objetivos: Proporcionar aos alunos os conceitos e procedimentos a serem tomados pelo profissional quando se tratar do manejo de animais selvagens. Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo de animais selvagens em cativeiro (répteis, aves e mamíferos). Fornecer conhecimentos sobre a legislação que controla a criação de animais silvestres, além dos aspectos econômicos da criação. Capacitar o aluno para elaborar e executar programas de criação e conservação de espécies da fauna silvestre em cativeiro. Ementa: A fauna silvestre no Brasil e no mundo; Legislação brasileira de proteção à fauna; Manejo de animais selvagens em zoológicos; Aquariofilia; Manejo de répteis; Manejo de aves silvestres; Manejo de mamíferos silvestres; Contenção físico-química de animais silvestres; Manejo genético de animais silvestres. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. BORGES, R. C. Serpentes peçonhentas brasileiras: manual de identificação, prevenção e procedimentos em caso de acidentes. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 148p. 3. HILDEBRAND, M. Análise da estrutura dos vertebrados. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1995. 700p. 4. ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca, 1986. 508p. 5. POUGH, F. H., HEISER, J. B., MCFARLAND, W. N. A vida dos vertebrados. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 798p. 6. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia basica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 470p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 148 Medicina Veterinária 7. SOERENSEN, B. Acidentes por animais peçonhentos: reconhecimento, clinica e tratamento. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 138p. 8. VALLADARES-PADUA, C., CULLEN JR, L., RUDRAN, R. Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 1.ed. Curitiba: UFPR, 2004. 665p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AGUILAR, R. F., HERNANDEZ, S. M., HERNANDEZ, S. J. Atlas de medicina, terapêutica e patologia de animais exóticos. 1.ed. São Caetano do Sul: Interbook, 2006. 375p. 2. AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. 1.ed. São Paulo: Terra Brasilis, 1995. 168p. 3. CASSARO, K., OLIVEIRA, T. G. Guia de identificação dos felinos brasileiros. 2.ed. São Paulo: SZB, 1999. 60p. 4. DAVIS, J. W. et al. Enfermedades infecciosas y parasitarias de las aves silvestres. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1977. 343p. 5. DEUTSCH, L. A., PUGLIA, L. R. R. Os animais silvestres: proteção, doencas e manejo. 1.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p. 6. DINIZ, L. S. M. Primatas em cativeiro: manejo e problemas veterinários, enfoque para espécies neotropicais. 1.ed. São Paulo: Icone, s.d.. 196p. 7. FRISCH, J. D. Aves brasileiras. 1.ed. São Paulo: Dalgas - Ecoltec, c1981. 353p. 8. FOWLER, M. E., CUBAS, Z. S. Biology, medicine, and surgery of South American wild animals. 1.ed. Ames-Iowa: Iowa State University Press, 2001. 536p. 9. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. 2.ed. Ribeirao Preto: FUNPEC, 2003. 631p. 10. HADDAD JUNIOR, V. Atlas de animais aquáticos perigosos do Brasil: guia medico de diagnostico e tratamento de acidentes. 1.ed. São Paulo: Roca, 2000. 145p. 11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed. s/l: CRMV - MG, s/d. 16p. 12. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 149 Medicina Veterinária PATOLOGIA CLÍNICA Objetivos: Determinar, conduzir e interpretar exames laboratoriais, enfatizando sua importância como base diagnóstica das principais enfermidades da Medicina Veterinária. Ementa: Importância como suporte ao diagnóstico clínico, enfatizando suas finalidades, método adequado para a realização da colheita e remessa de materiais para serem examinados e interpretação dos seguintes exames laboratoriais: hemograma, urinálise, bioquímica clínica, provas funcionais para o sistema coagulativo e exames de transudatos e exsudatos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. COLES, E. H. Patologia clinica veterinária. 3.ed. Sao Paulo: Manole, 1984. 566p. 2. MARINHO, H. M. Hematologia. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1983. 328p. 3. MATOS, M. S., MATOS, P. F. Laboratório clínico médico-veterinário. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1988. 238p. 4. MOURA, R. A. A. Colheita de material para exames de laboratório. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987. 241p. 5. NOGUEIRA, D. M.et.al. Bioquímica Clínica: Técnica e Interpretação. 1.ed. São Paulo: Pancast, 1990. 468p. 6. SILVEIRA, J. M. Interpretação de exames laboratoriais em veterinária: 100 casos clinicos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1988. 214p. 7. VALLADA, E. P. Manual de exames de urina. 4.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. 245p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DUNCAN, J. R., PRASSE, K. W. Patologia clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 217p. 2. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 95p. 3. GARCIA-NAVARRO, C. E. K., PACHALY, J. R. Manual de hematologia veteninária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 169p. 4. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 95p. 5. HOFFBRAND, A. V., PETTIT, J. E. Hematologia clínica ilustrada. 1.ed. São Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 150 Medicina Veterinária Paulo: Manole, 1991. 122p 6. JAIN, N. C. Essentials of veterinary hematology. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, 1993. 417p. 7. MEYER, D. J., COLES, E. H., RICH, L. J. Medicina de laboratório veterinária: interpretação e diagnóstico. 1.ed. São Paulo: Roca, 1995. 308p. 8. MOURA, R. A. A., Coordenação e Técnicas de laboratório. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1982. 822p. 9. RAPAPORT, S. I. Introdução à hematologia. 1.ed. São Paulo: Roca, 1987. 346p 10. SILVEIRA, J. M. Patologia clínica veterinária: teoria e interpretação. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 196p. 11. THRALL, M. A. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2007. 582p. SEMIOLOGIA VETERINÁRIA Objetivos: Capacitar o acadêmico a desenvolver um raciocínio lógico quanto ao atendimento do animal no ambulatório no que tange ao Plano de Exame Clínico, utilizando-se dos meios e métodos semiológicos, visando um diagnóstico clinico preciso e ao mesmo tempo sugerindo o prognóstico. Ementa: Semiotécnica: sistema digestivo, respiratório, cardiovascular, urinário, músculo esquelético, tegumentar, nervoso, oftálmico, auditivo e mamário dos equídeos, pequenos e grandes ruminantes, caninos e felinos domésticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 432p. 2. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 735p. 3. FENNER, W. R. Manual de prática clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1985. 413p 4. ROSENBERGER, G. Exame clínico dos bovinos. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1993. 429p 5. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstia de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 151 Medicina Veterinária 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 2. BRAZ, M. B. Semiologia médica animal. 2.ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, s.d.. 2.v. 3. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e do gato. 4.ed. Sao Paulo: Manole, 1997. 2v 4. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 591p. 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p 6. SMITH JUNIOR, F. W. K., TILLEY, L. P. Rapid interpretation of heart sounds, murmurs and arrhythmias: a guide to cardiac auscultation in dogs and cats. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1992. 64p. 6º TERMO AVICULTURA Objetivos: Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo e produção de aves de corte e postura, além de criações alternativas de aves domésticas, motivando o acadêmico a esse potencial mercado que o Brasil atualmente se destaca no contexto do agronegócio. Ementa: Importância econômica e estrutura da produção avícola no Brasil e no mundo. Revisão anátomo-fisiológica das aves. Melhoramento genético de aves de produção. Incubatório em avicultura. Produção de frangos de corte. Produção de aves de postura. Manejo racional na avicultura e seu impacto no bem-estar. Sistemas de criação e sua repercussão na produção de produtos avícolas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed. Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p. 2. FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2.ed. Guaíba: Agropecuaria, 1993. 118p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 152 Medicina Veterinária 3. MALAVAZZI, G. Avicultura: Manual Prático. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1977. 156p. 4. SPINOSA, H. S. PALERMO-NETO, J. GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada à avicultura. São Paulo: Roca, 2005. 366p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AVENS, J. S., MOREGAN, R. E. Ciência e produção de aves. 1.ed. São Paulo: Roca, 1990. 380p. 2. BERCHIERI JUNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das aves. Campinas: FACTA, 2000. 490p 3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de estudos agrários Luiz de Queiroz, 1982. 4. MACARI, M; FURLAN, R.L.; GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a Frangos de Corte, Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994. 5. WORTHINGTON, J. A avicultura. 2.ed. Lisboa: Presença, 1980. 174p. BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO Objetivos: Apresentar o manejo reprodutivo nas diferentes espécies animais, destacando-se as biotécnicas aplicadas visando melhores resultados na produção. Ementa: Embriogênese. Anatomia funcional do sistema reprodutor masculino e feminino. Endocrinologia da reprodução: controle hipotalâmico-hipofisário. Ciclos estrais nas diferentes espécies domésticas. Biotécnicas aplicadas à reprodução. Manejo reprodutivo em bovinos de leite. Manejo reprodutivo em bovinos de corte. Manejo reprodutivo em equinos. Manejo reprodutivo em ovinos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p. 2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p. 3. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 153 Medicina Veterinária BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p. 2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suínos. 1.ed. Pelotas: Printpar, 2001. 181p. 3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p. 4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 187p. 5. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p. 6. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p. 7. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p. 8. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 9. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987. 314p. 10. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p. 11. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares. 1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p. CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS I Objetivos: Desenvolver um raciocínio clínico visando um correto diagnóstico e consequente prognóstico, habilitando o acadêmico de Medicina Veterinária a instituir um efetivo tratamento às diversas doenças que acometem os pequenos animais domésticos. Ementa: Enfermidades clinicas que acometem os diversos sistemas que compõem o organismo dos pequenos animais domésticos: manifestações da afecção clínica; problemas na clínica veterinária; doenças infecciosas e parasitárias; considerações terapêuticas na clínica; emergências; neoplasia; distúrbios comportamentais; nervoso; cardiovascular; gastrointestinal. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 154 Medicina Veterinária BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo: Roca, 1988. 380 3. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 432p. 4. CORNELIUS, L. M., LORENZ, M. D. Diagnóstico clínico e tratamento em pequenos animais. 1.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 430p. 5. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 6. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v. 7. FENNER, W. R. Manual de pratica clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1985. 413p. 8. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1988. 2.v. 9. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 10. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao Paulo: Roca, 2010. 387p. 11. SHOJAI, A. D. Primeiros socorros para cães e gatos. 1.ed. Belo Horizonte: Ed. Gutemberg, 2010. 439p. 12. THOMPSON, D. J. , Ed., CHANDLER, E. A., SUTTON, J. B. Medicina e terapêutica de caninos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1989. 610p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:. 1. FOGLE, B. Primeiros socorros para cães: doenças, ferimentos e fraturas. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1995. 167p 2. FOGLE, B. Primeiros socorros para gatos: doenças, ferimentos e fraturas. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1997. 151p. 3. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 591p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 155 Medicina Veterinária 4. MORGAN, R. V. Manual de emergências para pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 650p. 5. ODENDAAL, J. Cães e gatos: um guia de saúde. 1.ed. São Paulo: Varela, 1993. 183p 6. SHERDING, R. G. Emergências clínicas em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1988. 244p. 7. SHERDING, R. G. The cat diseases and clinical management. 2.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1994. 2.v. CLÍNICA MÉDICA DE EQUINOS Objetivos: Apresentar as características particulares da espécie equina, desde o nascimento até idade adulta, explicitando as diversas afecções das quais a mesma pode ser acometida, desenvolvendo um raciocínio pleno na questão diagnóstica, bem como seu respectivo tratamento, enfatizando inclusive os aspectos de profilaxia e prevenção. Ementa: Estudo das principais enfermidades clínicas que acometem os equinos: sistema digestivo, sistema músculo-esquelético, sistema gênitourinário, sistema cardiorrespiratório, sistema reprodutivo, sistema respiratório, sistema tegumentar, sistema nervoso, sistema oftálmico, além dos distúrbios metabólicos e endócrinos. Técnicas de diagnóstico. Apresentação terapêutica. Profilaxia e prevenção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 2. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed. Barueri: Manole, 2005. 1153p. 3. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 4. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v 5. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 156 Medicina Veterinária 1. D AUTHEVILLE, P. Manual de pronto socorro para o cavalo. 1.ed. São Paulo: Organizacao Andrei, 1982. 101p. 2. KNOTTENBELT, D. C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo. 1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p. 3. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 4. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao dia-a-dia na clínica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 414p. 5. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo: Roca, 1994. 943p. 6. VASCONCELLOS, L. A. S. Problemas neurológicos na clínica equina. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 112p. 7. WINTZER, H. Doenças dos equinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1990. 438p. DOENÇAS INFECCIOSAS Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas dos animais domésticos e silvestres visando a saúde animal e sua caracterização: conceitos, etiologia, distribuição geográfica e impacto ambiental, importância socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia. Ementa: Introdução às doenças infecciosas dos animais domésticos e silvestres; Apresentação e discussão das doenças infecciosas dos animais domésticos e silvestres: vírus, bactérias e prions. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo: Roca, 1988. 380p. 2. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 3. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 4. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São Paulo: Roca, 2010. 387p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 157 Medicina Veterinária 5. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 6. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v. 7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing, 2007. 610p. 2. ALMEIDA, R. F. C. Brucelose e tuberculose bovina: epidemiologia, controle e diagnóstico. 1.ed. Brasilia: Embrapa Informacao Tecnologico, 2004. 95p. 3. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p. 4. LEMOS, R. A. A. Brucelose Bovina: tuberculose bovina. 1.ed. Campo Grande: UFMS, 2006. 112p 5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 512p. 6. STRAW, B. et.al. Diseases of swine. 8.ed. Iowa: Iowa State University, 1999. 1209p. 7. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1982. 132p. 8. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. 9. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed. Marília: UNIMAR, 1999. 494p. 10. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p. PRÁTICA HOSPITALAR E DE PRODUÇÃO I Objetivos: Proporcionar atividades práticas junto aos setores de produção animal da Fazenda Experimental, bem como saúde animal no Hospital Veterinário Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 158 Medicina Veterinária Ementa: PRÁTICA HOSPITALAR: Patologia Clínica; Diagnóstico por Imagem e Patologia Veterinária. PRODUÇÃO: Bioterismo; Cunicultura e Piscicultura BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CYRINO, J. E. P., CASTAGNOLLI, N. Piscicultura nos trópicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 152p. 2. COLES, E. H. Patologia clinica veterinária. 3.ed. Sao Paulo: Manole, 1984. 566p. 3. HIME, J. M., O DONOGHUE, P. N. Patologia de los animales de laboratório: diagnostico y tratamiento. 1.ed. Zaragoza : Acribia, s.d. 305p. 4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p. 5. TICER, J. W. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1987. 523p 6. VIEIRA, M I. Coelhário: instalações adequadas, maiores lucros. 1.ed. São Paulo: Prata, 1995. 170p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CASTAGNOLLI, N. Criação de peixes de água doce. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1992. 189p. 2. HARKNESS, J. E., WAGNER, J. E. The biology and medicine of rabbits and rodents. 3.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1989. 230p. 3. MCALLISTER, H., KEALY, J. K. Radiologia e ultra-sonografia do cão e do gato. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 432 p. 4. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1475p. 5. MICHEL, C., KINKELIN, P., GHITTINO, P. Tratado de las enfermedades de los peces. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 353p. 6. OLIVEIRA, J. A. L., MENEZES, R. N. T. A cunicultura no nordeste. 1.ed. Fortaleza: Banco Nordeste do Brasil, 1979. 116p 7. SMITH, A. W. Temas selecionados sobre medicina de animales de laboratorio: el raton. 2.ed. Cent. Panam. de Fiebre Aftosa, 1976. 122p. 8. THRALL, M. A. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2007. 582p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 159 Medicina Veterinária ZOONOSES E MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA Objetivos: Desenvolver o diagnóstico epidemiológico de populações através da utilização dos principais indicadores de saúde e, desta forma, atuar nas áreas de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública. Demonstrar a importância das ações de Saúde Pública Veterinária e sua inserção no Sistema Único de Saúde – SUS, abordando os aspectos de prevenção e controle das principais zoonoses de ocorrência no Brasil, bem como estimular a vigilância ambiental em saúde, além da análise crítica dos principais problemas de saúde coletiva. Ementa: Epidemiologia e saneamento aplicado; Vigilância Ambiental à Saúde: higiene de instalações, controle de vetores, roedores e morcegos, tratamento da água e de esgotos, destinação adequada de resíduos, reciclagem de lixo; Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública; Zoonoses; Planejamento em Saúde Pública Veterinária; Medidas Preventivas; Educação em Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722 de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. 2. CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SÃO PAULO – CVE. Programas de Controle de Zoonoses. Disponível em: http://www.cve.saude.sp.gov.br. Acesso em 27 mai 2010. 3. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade. 1.ed. São Paulo: Artes Medicas, 1992. 529p. 4. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p. 5. LANGONI, H., DOMINGUES, P.F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. CDp. 6. ROUQUAYROL, M Z., ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 708p. 7. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma Técnica especial relativa a instalações de estabelecimentos veterinários. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1995. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 160 Medicina Veterinária 8. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed. Marilia: UNIMAR, 1999. 494p. 9. SUPERINTENDÊNCIA DO CONTROLE DE ENDEMIAS - SUCEN. Programas de Controle de Enfermidades Transmitidas por Vetores. Disponível em: http://www.sucen.sp.gov.br. Acesso em 27 maio 2010. 10. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BARBIERI, J. C. B. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 382p. 2. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. 1.ed. Rio de Janeiro: ABES, 2001. 218p. 3. CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais. 1.ed. São Paulo: Varela, 1993. 227p. 4. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. 185p. 5. FORATTINI, O. P. Epidemiologia geral. 2.ed. São Paulo: Artes Medicas, 1996. 210p. 6. PHILIPPI JR, A., BRUNA, G. C., ROMERO, M. A. Curso de gestão ambiental. 1.ed. Barueri: Manole, 2006. 1045p. 7. TOMA, B. Epidemiologia aplicada: a luta colectiva contra as principais doencas animais transmissiveis. 1.ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, 2004. 676p. 7º TERMO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA Objetivos: Apresentar as definições e termos da anestesiologia veterinária, períodos e planos anestésicos, vias de administração de fármacos, aparelhos e circuitos anestésicos, bem como os efeitos anestésicos nos animais de pequeno e grande porte, observando e avaliando seu efeitos em cada sistema orgânico do animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem, absorção, biotransformação e excreção. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 161 Medicina Veterinária Ementa: introdução a anestesiologia veterinária; exame clínico pré-anestésico; medicação pré-anestésica; anestesia local; planos anestésicos; anestesias gerais barbitúricas e não barbitúricas; neuroleptoanalgesia e anestesia dissociativa; miorrelaxantes; aparelhos e circuitos anestésicos; anestesia geral volátil ou inalatória; técnicas anestésicas em pequenos animais; técnicas anestésicas em grandes animais; emergências anestésicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CLARKE, K. W., HALL, L. W. Anestesia veterinária. 8.ed. São Paulo: Manole, 1987. 450p. 2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 3. MASSONE, F. Anestesiologia Veterinária: farmacologia e técnicas. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 325p. 4. NATALINI, C. C. Teorias e técnicas em anestesiologia veterinária. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 293p. 5. TAYLOR, P. M. Manual de anestesia em equinos. 2.ed. São Paulo: Med Vet, 2009. 221p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. DOBERTY, T. Anestesia e analgesia em equinos. 1.ed. São Paulo: Roca, 2008. 333p. 2. FIALHO, S. A. G. Anestesiologia veterinária: guia prático de anestesia para pequenos e grandes animais. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 234p. 3. GOBLE, D. O., GLISER, D. R., RIEBOLD, T. W. Anestesia de grandes animales: principios y técnicas. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1986. 173p. 4. GUNTHER, M., FAHR, P. Diagnóstico clínico veterinário: com atencion especial a la anestesiologia. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1982. 256p. 5. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS II Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 162 Medicina Veterinária Objetivos: Desenvolver um raciocínio clínico visando um correto diagnóstico e consequente prognóstico, habilitando o acadêmico de Medicina Veterinária a instituir um efetivo tratamento às diversas doenças que acometem os pequenos animais domésticos. Ementa: Enfermidades clinicas que acometem os diversos sistemas que compõem o organismo dos pequenos animais domésticos: endócrino; reprodutivo; urinário; hematopoiéticos; imunológico; articulares e esqueléticos; oftálmico, auditivos. Neonatologia, pediatria e geriatria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo: Roca, 1988. 380 2. CORNELIUS, L. M., LORENZ, M. D. Diagnóstico clínico e tratamento em pequenos animais. 1.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 430p. 3. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 4. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v. 5. FENNER, W. R. Manual de pratica clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1985. 413p. 6. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1988. 2.v. 7. MULLER, G. H. Dermatologia dos pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Manole, 1985. 935p. 8. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 9. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao Paulo: Roca, 2010. 387p. 10. THOMPSON, D. J. , Ed., CHANDLER, E. A., SUTTON, J. B. Medicina e terapêutica de caninos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1989. 610p. 11. WILKINSON, G. T., HARVEY, R. G. Atlas colorido de dermatologia dos pequenos animais: guia para o diagnóstico. 2.ed. São Paulo: Manole, 1997. 304p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:. . Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 163 Medicina Veterinária 1. HNILICA, K. A., MEDLEAU, L. Dermatologia de pequenos animais: atlas colorido e guia terapêutico. 1.ed. São Paulo: Roca, 2003. 353p. 2. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: cães e gatos, do nascimento aos seis meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p. 3. HOSKINS, J. D., GOLDSTON, R.T. Geriatrics e gerontology of the dog and cat. 1.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1995. 426p. 4. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 591p. 5. LING, G. V. Enfermedades del aparato urinario de perros y gatos: diagnostico, tratamiento medico, prevencion. 1.ed. Buenos Aires: Inter Medica, c1996. 233p. 6. ODENDAAL, J. Cães e gatos: um guia de saúde. 1.ed. São Paulo: Varela, 1993. 183p 7. SCHAFFER, E. H., WALDE, I., KOSTLIN, R. G. Atlas de clínica oftalmológica do cão e do gato. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 360p. 8. SHERDING, R. G. The cat diseases and clinical management. 2.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1994. 2.v. 9. SLATTER, D. Fundamentos de oftalmologia veterinária. 3.ed. São Paulo: Roca, 2005. 686p. CLÍNICA E CRIAÇÃO DE SUÍNOS Objetivos: Capacitar o aluno ao entendimento da evolução de todas as patologias que afetam o suíno, visando possibilitá-lo a conhecer todas as formas de apresentação das doenças, suas implicações no desempenho da produção, e suas formas de prevenção, consequentemente buscando o tratamento efetivo. Além disso, capacitá-lo também quanto ao entendimento da atividade suinícola e sua importância econômica dentro do agronegócio nacional, visando adquirir conhecimento para uma consultoria técnica em projetos que envolvam a criação de matrizes, leitões e animais terminados para abate, e até mesmo em criações específicas com objetivo de melhoramento genético, seguindo os preceitos de biosseguridade e bem-estar animal. Ementa: histórico e características fenotípicas do suíno; as raças suínas e suas características; aspectos reprodutivos e produtivos da espécie; manejo de leitões na maternidade até desmame; fluxo de produção, manejo da creche, Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 164 Medicina Veterinária recria e engorda; aspectos reprodutivos gerais, manejo da matriz; manejo do cachaço e inseminação artificial; aspectos comerciais nacionais e internacionais do suíno; nutrição suína em todas as fases de criação; melhoramento genético em suínos. biosseguridade na criação de suínos; visita técnica na granja, tratamentos adotados via água e ração; necrópsia, coleta de materiais e envio de material para diagnóstico; colibacilose neonatal e coccidiose; síndrome mma, infecções urinárias e uterinas; enterotoxemia (clostridiose), rotavirose, parvovirose e circovirose; meningite estreptococica, doença do edema e erisipela; disenteria suina e salmonelose; apfisiólise e epifisiólise, enterite proliferativa suína; pneumonia enzootica, pleuropneumonia e doença de glasser; rinite atrófica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos.1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 453p.. 2. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saude e producao dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p. 3. CAVALCANTI, S. S. Produção de suinos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 453p. 4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 5. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Enfermedades virales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. s.p. 6. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Infecciones bacterianas y micoticas. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. s.p. 7. SOBESTIANSKY, J. Clinica de Patologia Suina. 1.ed. Goiânia: J. Sobestiansky, 1999. 469p. 8. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. 9. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suínos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 214p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar, 2001. 181p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 165 Medicina Veterinária 2. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p. 3. GODINHO, J. F. Suinocultura: tecnologia moderada formação e manejo de pastagens. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 197p 4. HIROSE, F., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. Pneumonia enzootica suina: prevalencia, impacto economico, fatores de risco e estrategias de controle. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 43p. 5. LAVORENTI, A., MIYADA, V. S. Atualização em suinocultura. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1985. 132p. 6. OLIVEIRA, P. A. V. et.al. Suinocultura: noções básicas. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1993. 37p. 7. PRATIS, E. R., NICOLAIEWSKY, S. Alimentos e alimentação dos suinos. 2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 58p. 8. SOBESTIANSKY, J. et.al. Formas anormais de comportamento dos suínos: possíveis causas e alternativas de controle. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 29p. 9. SOBESTIANSKY, J., SESTI, L. A função da medicina veterinária na suinocultura moderna. 1.ed. Goiânia: s.ed., 1998. 21p. 10. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1982. 132p 11. SOBESTIANSKY, J. Clínica veterinária em sistemas intensivos de produção de suinos e relatos de casos. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 150p. 12. SOUZA, C. M., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. P. C. Monitoria patológica de suinos em matadouros. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 52p. 13. WENTZ, I., SOBESTIANSKY, J., SILVEIRA, P. R. Manejo em suinocultura: aspectos sanitários, reprodutivos e de meio ambiente. 1.ed. Concórdia: Embrapa, 1987. 184p. DEFESA SANITÁRIA ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA Objetivos: Oferecer ao aluno o conhecimento necessário para atuação profissional dos Sistemas de Saúde Brasileiros: Saúde Animal (SUASA/MAPA) e de Saúde (SUS/MS), assim como a Legislação Nacional pertinente, órgãos de referência, Legislação Internacional análoga, sistemas de informação em Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 166 Medicina Veterinária Saúde Humana e Animal, notificação de enfermidades de importância econômica e em saúde pública, principais Programas de Nacionais de Saúde Animal e Humana que o médico veterinário possui atribuições. Ementa: Introdução geral à Defesa Sanitária Animal: estruturação, legislação, funcionamento e atribuições. Medidas gerais de defesa sanitária animal com ênfase para o controle e profilaxia das enfermidades dos animais domésticos com prioridade para as de notificação obrigatória. Funções dos organismos internacionais de regulamentação do comércio internacional na vigilância epidemiológica Internacional. Enfermidades da lista A e B da OIE. Programas nacionais de erradicação e, ou controle das enfermidades dos rebanhos. Sistema de informação na vigilância epidemiológica usado pelos serviços de defesa sanitária animal; Introdução geral a Saúde Pública: importância, conceitos e políticas de saúde. Inserção e atribuições do Médico Veterinário na saúde pública. Histórico de vigilância em saúde no Brasil. Noções de vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. Doenças veiculadas por alimentos. Boas práticas de higiene. Principais Programas de Doenças Zoonóticas no Brasil BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ACHA, P. N.; SZYFRES, B. Zoonosis y enfermidades transmisibles comunes al hombre y a los animales. v. 1 Bacteriosis y micosis. Washington: OPS/OMS, 2001. 398p. 2. BLOOD, D. C.; HENDERSON, J. A.; RADOSTISTS, O. M. Clínica Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1983.1121 p. 3. BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Plano Diretor de Reforma da Política Sanitária Brasileira. Brasília, DF. 1996. 101 p. (Versão preliminar). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Programa de Reorientação Institucional do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. 1997 105 p. (Série de Documentos de Serviço e Programas 04). 2. Enfermidades Exóticas de los Animales. Su Prevención, Diagnostico y Control. 1986. Comité de Enfermidades Exóticas de la Associação de Sanidade Animal de los Estados Unidos, 435p. Bulletim da OIE. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 167 Medicina Veterinária FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO Objetivos: Apresentar as enfermidades da reprodução nas diferentes espécies, destacando-se o diagnóstico, tratamento e prognóstico, além das técnicas de prevenção, relacionando-se a saúde e produção animal. Ementa: Exame ginecológico. Diagnóstico de gestação. Exame andrológico e congelamento de sêmen. Patologia do Aparelho reprodutivo feminino em pequenos e grandes animais. Patologia do Aparelho reprodutor masculino em pequenos e grandes animais. Hormonioterapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca. 2008. 395p. 2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p. 3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p. 2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar, 2001. 181p. 3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p. 4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 187p. 5. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v. 6. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p. 7. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 168 Medicina Veterinária 8. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p. 9. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 10. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987. 314p. 11. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p. 12. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares. 1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p. 13. ZANCANER, A., MARIANTE, A. S. Crescimento e reprodução em gado nelore. 1.ed. São Paulo: Dos Criadores, 1985. 152p. PRÁTICA HOSPITALAR E DE PRODUÇÃO II Objetivos: Proporcionar atividades práticas junto aos setores de produção animal da Fazenda Experimental, bem como saúde animal no Hospital Veterinário e no Complexo Veterinário do Bosque Municipal de Marília Ementa: PRÁTICA HOSPITALAR: Clínica Médica de Pequenos Animais; Clínica Médica de Grandes Animais e Animais Selvagens. PRODUÇÃO: Nutrição; Avicultura e Equideocultura BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v. 2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v 3. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p. 4. CASE, L.P.; DARISTOTLE, L.; HAYEK, M.; RAASCH, M.F. Canine and Feline nutrition. 3.ed. USA: Elsevier. 2011. 562p 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p 6. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao Paulo: Roca, 2010. 387p Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 169 Medicina Veterinária 7. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p 8. SHOJAI, A. D. Primeiros socorros para cães e gatos. 1.ed. Belo Horizonte: Ed. Gutemberg, 2010. 439p 9. SPINOSA, H. S. PALERMO-NETO, J. GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada à avicultura. São Paulo: Roca, 2005. 366p 10. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005. 573p 11. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AGUILAR, R. F., HERNANDEZ, S. M., HERNANDEZ, S. J. Atlas de medicina, terapêutica e patologia de animais exóticos. 1.ed. São Caetano do Sul: Interbook, 2006. 375p. 2. BERCHIERI JUNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das aves. Campinas: FACTA, 2000. 490p 3. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed. Barueri: Manole, 2005. 1153p. 4. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 5. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v. 6. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1988. 2.v. 7. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. 2007. 344p. 8. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. 9. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo: Varela, 2001. 2v 10. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição das aves domésticas. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 324p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 170 Medicina Veterinária TÉCNICA CIRÚRGICA Objetivos: Proporcionar noções sobre os princípios fundamentais da técnica cirúrgica: técnicas assépticas, antissepsia, esterilização dos instrumentais cirúrgicos, paramentação cirúrgica, além de reconhecer todo instrumental e materiais cirúrgicos comuns aos procedimentos. Promover técnicas práticas de instrumentação em cirurgias, visando habilidade para realizar todos os tipos de diérese, hemostasia e síntese teciduais. A ênfase do curso está voltada para o treinamento prático e o desenvolvimento das habilidades manuais. Ementa: Introdução: história, conceitos, divisão e classificação das cirurgias. Nomenclatura cirúrgica. Profilaxia da infecção: conceito de assepsia, antissepsia, esterilização e desinfecção. Principais antissépticos. Técnica cirúrgica asséptica. Divisão clássica dos períodos pré, trans e pós-operatório para o sucesso da técnica em questão. Equipe cirúrgica: funções e responsabilidades. Tempos fundamentais da técnica cirúrgica (diérese, hemostasia e síntese). Bases técnicas de nós cirúrgicos e suturas mecânicas (suturas interrompidas e contínuas) Bases técnicas das cirurgias de cabeça (enucleação, glândula salivar, descorna cirúrgica patológica). Bases técnicas das cirurgias esofágicas e técnicas de traqueostomias. Bases técnicas das vias de acesso a cavidades: toracotomias. Bases técnicas das vias de acesso a cavidades: (gastrotomia, laparotomias Bases gastrectomia, técnicas gastropexia, de cirurgias enterotomia, gastrointestinais enterectomia e enteroanastomose) Bases técnicas de ruminotomia. Bases técnicas de esplenectomias, cistotomias e uretrostomias. Técnicas de ovariossalpingohisterectomia Técnicas de orquiectomia. O uso de animais no ensino e sua relação com o bem-estar e a legislação atual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1985. 308p. 3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 338p. 4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 171 Medicina Veterinária 5. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p. 2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Roca, 1996. 896p. 3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para clínicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p. 4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p. 5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopedica canina. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 204p. 6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 2002. 1335p. 7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Técnicas quirurgicas en la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981. 296p. 8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p. 9. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p. 10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 95p. 11. SWITT, S., FUENTES, V. L. Manual de medicina y cirurgia cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p. 12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 2v 8º TERMO BOVINOCULTURA DE LEITE Objetivos: Apresentar os aspectos gerais da criação de bovinos de leite, principalmente referindo-se aos sistemas de produção de leite no Brasil, com Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 172 Medicina Veterinária características peculiares de manejo, enfocando os conceitos tecnológicos mais recentes aplicados à criação e destacando os aspectos de maior rentabilidade e o grande desafio econômico do setor, destacando-se os quesitos de bem-estar animal. Ementa: Grupos raciais de bovinos de leite: tipos biológicos; Manejo reprodutivo de bovinos de leite; Potencial e tendências da produção de leite no Brasil; Fisiologia da lactação e ordenha; Manejo de vacas adultas em lactação e vacas secas; Criação e manejo de bezerras e novilhas de reposição; Sistemas de produção de leite a pasto e em confinamento. Bem-estar animal e sua repercussão na produção bovina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CURSO, De Bovinocultura. 1.ed. Campinas: ICEA, 1996. 525p. 2. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo: Manole, 1997. 169p 3. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p. 4. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1993. 226p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BAILEY, J. W. Manual de veterinária para criadores de gado. 5.ed. São Paulo: Organização Andrei, 1987. 429p. 2. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Alimentação e manejo de bezerras de reposição em rebanhos leiteiros. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1995. 22p. 3. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Gado de leite: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA-CNPGL, 1993. 213p. 4. LAZZARINI NETO, S. Lucrando com a pecuária: Confinamento de bovinos. 1.ed. São Paulo: SDF, s.d.. 11.v 5. LECONTE, A., VOISIN, A. A vaca e seu pasto: manual de produtividade do pasto. 4.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1982. 102p. 6. LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens: nutrição, manejo, doenças. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 371p. 7. PEIXOTO, A. M. et al., SIMPÓSIO, Sobre Produção Animal.Confinamento de bovinos de corte e leiteiros. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 146p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 173 Medicina Veterinária CLÍNICA CIRÚRGICA DE GRANDES ANIMAIS Objetivos: Apresentar as patologias cirúrgicas dos animais de produção e estabelecer critérios de diagnóstico e de ação terapêutica. Capacitar ao aperfeiçoamento de habilidades cirúrgicas. Ementa: Traumatologia, feridas e reparação cicatricial; Noções sobre odontologia nos animais domésticos; Hérnias; Afecções cirúrgicas da cabeça e pescoço; Noções básicas em oftalmologia veterinária; Afecções cirúrgicas do trato gastrointestinal; Afecções cirúrgicas do trato urogenital; Afecções cirúrgicas dos ossos longos e da coluna vertebral; Afecções cirúrgicas dos membros locomotores; afecções cirúrgicas das articulações; cirurgias oncológicas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1985. 308p. 2. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 338p. 3. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. 4. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ADAMS, S.; B. Atlas of equine surgery. 1. Philadelphia: WB Saunders, 2000, 428p. 2. EQUINE MEDICINE, surgery and reproduction. 1. London: WB Saunders, 1988, 498p. 3. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p. 4. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p. 5. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 95p. OBSTETRÍCIA VETERINÁRIA Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 174 Medicina Veterinária Objetivos: Capacitar o aluno ao atendimento clínico/reprodutivo dos animais domésticos, estabelecendo critérios e padrões de reconhecimento de situações que possam exigir o pronto atendimento pelo profissional da obstetrícia, visando prevenir agravações com a fêmea gestante, além do bom desenvolvimento fetal e, podendo ainda, solucionar emergências com relação à parturiente e seu produto. Destaca-se a questão preventiva na cadeia obstétrica dos animais domésticos. Ementa: blastogênese, formação dos envoltórios fetais e placentação; classificação placentária; fisiologia da gestação; endocrinologia da gestação; posicionamento do feto no útero; higiene da cobertura e do parto; o parto normal; patologias da gestação; patologias do parto causadas pelo feto; patologias do parto causadas pela mãe; técnicas de auxilio ao parto, fetotomia e cesariana; indução ao parto; lacerações de reto e vagina, acidentes que possam causar ruptura de períneo; patologias do neonato. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GRUNERT, E., BIRGEL, E. H. Obstetrícia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, c1982. 323p. 2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico terapêutico da infertilidade na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p. 3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p. 4. NOAKES, D. E. Fertilidade e obstetrícia em bovinos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1991. 137p. 5. SORRIBAS, C. E. Reproduccion en los animales pequenos. 1.ed. Buenos Aires: Intermedica, 1995. 152p. 6. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia equina. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 207p. 2. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia no cão. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 197p. 3. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 175 Medicina Veterinária 4. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 5. ECTORS, F., DERIVAUX, J. Fisiopatologia de la gestacion y obstetricia veterinaria.1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 275p. 6. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, s.d.. 1137p. 7. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987. 314p. 8. TONIOLLO, G. H., VICENTE, W. R. R. Manual de obstetrícia veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 124p. OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA Objetivos: Apresentar as técnicas racionais de manejo na Ovinocultura e Caprinocultura, respeitando-se os princípios de bem-estar animal, aliando-se à produtividade no agronegócio. Ementa: Importância da ovinocultura e caprinocultura; Principais raças e instalações dos ovinos e caprinos; Principais produtos dos ovinos e caprinos; Manejo nutricional, reprodutivo e profilático dos ovinos e caprinos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 2. JARDIM, W. R. Os ovinos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 193p. 3. SANTOS, V. T. Ovinocultura: princípios básicos para sua instalação e exploração. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 167p. 4. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing, 2007. 610p. 2. CASTRO, A. A cabra. 3.ed. São Paulo: Freitas Bastos, 1984. 366p. 3. COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criação de ovinos. 2.ed. Guaíba: Agropecuária, 1992. 102p. 4. JARDIM, W. R. Criação de caprinos. 11.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 239p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 176 Medicina Veterinária 5. JARRIGE, J. Alimentacion de bovinos, ovinos y caprinos. 1.ed. Madrid: Mundi-Prensa, 1990. 432p. 6. RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1998. 318p. 7. SILVA SOBRINHO, A. G. Tópicos em ovinocultura. 1.ed. Jaboticabal: S.ed., 1993. 178p. 8. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 258p. 9. SILVA SOBRINHO, A. G. Produção de ovinos: anais. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 210p. PRÁTICA HOSPITALAR E DE PRODUÇÃO III Objetivos: Proporcionar atividades práticas junto aos setores de produção animal da Fazenda Experimental, bem como saúde animal no Hospital Veterinário Ementa: PRÁTICA HOSPITALAR: Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais; Clínica Cirúrgica de Grandes Animais e Anestesiologia Veterinária. PRODUÇÃO: Bovinocultura; Ovinocultura e Suinocultura BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 2. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p. 3. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 5. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. 6. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. 7. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo: Nobel, c1993. 226p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 177 Medicina Veterinária 1. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 2002. 1335p. 2. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Enfermedades virales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. s.p. 3. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Infecciones bacterianas y micoticas. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. s.p. 4. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p. 5. NATALINI, C. C. Teorias e técnicas em anestesiologia veterinária. 1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 293p. 6. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p 7. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p. TECNOLOGIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Objetivos: Informar e formar o profissional Zootecnista e Médico Veterinário, para vivenciar a tecnologia dos produtos de origem animal, observando os aspectos técnicos, visando qualidade final do produto bem como sua repercussão na Saúde Pública. Ementa: Noções gerais sobre alimentos de origem animal. Panorama mundial e nacional; Princípios de conservação dos alimentos métodos físicos, químicos e biológicos; Principais fatores que predispõe a deterioração dos alimentos; Fundamentos da ciência da carne: estrutura, constituintes básicos, conversão do músculo em carne, características sensoriais; Aspectos higiênicos, sanitários e Frigorificação tecnológicos de do produtos processamento cárneos: de carnes refrigeração, “in natura”; congelamento e descongelamento; Processamento higiênico da carne: cura, defumação e desidratação; Classificação e tipificação de carcaças; Características físicoquímicas e microbiológicas do leite: estudo de seus componentes e propriedades; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico do leite: Pasteurização e esterilização; Produtos derivados do leite: queijo, manteiga, iogurte: características; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico na obtenção do pescado e seus derivados; Constituintes básicos do mel: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 178 Medicina Veterinária características sensoriais, físico-químicas e microbiológicas; Processos tecnológicos preconizados na conservação de produtos avícolas; Recursos tecnológicos utilizados no pré-abate visando evitar a contaminação das carcaças avícolas; A importância dos laboratórios no controle de qualidades dos produtos de origem animal; Resíduos biológicos e químicos em produtos de origem animal e sua repercussão na saúde pública; Tecnologia dos subprodutos não comestíveis de origem animal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte, sorvetes e instalações, produção, industrialização, análise. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 320p 2. DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. 3.ed. Curitiba: Champagnat, 2011. 426p. 3. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 7.ed. São Paulo: Nobel, 1998. 284p. 4. MACEDO, J. A. B., ANDRADE, N. J. Higienização na indústria de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 182p. 5. MAIA, E. L., OGAWA, M. Manual de pesca: Ciência e tecnologia do pescado. 1.ed. São Paulo: Varela, 1999. 1.v. 6. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2p. 7. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 320p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOBBIO, F. O. et. al. Manual de laboratório de química de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 2003. 135p. 2. BRUM, M. A. R., TERRA, N. N. Carne e seus derivados: técnica de controle de qualidade. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 121p 3. CONTRERAS CASTILLO, C. J. Qualidade da carne. 1.ed. São Paulo: Livraria Varella, 2006. 240p. 4. CRANE, E. O livro do mel. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 226p. 5. EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1994. 450p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 179 Medicina Veterinária 6. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 652p. 7. GUZMAN, E. S. Bioquímica de pescados e derivados. 1.ed. São Paulo: Funep, 1994. 409p. 8. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. 9. INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Processamento de pescado. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha/MCT, 2004. 32p. 10. LEDERER, J. Enciclopédia moderna de higiene alimentar: tecnologia e higiene alimentar. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. s.p.p. 11. MCLEAN, A. C., HAZELWOOD, D. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 140p. 12. OLIVEIRA, M. N., BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p. 13. OLIVO, N., OLIVO, R. O mundo das carnes: ciência, tecnologia e mercado. 1.ed. Criciúma: Gráfica Imprint, 2005. 209p. 14. RANKEN, M. D. Manual de indústrias de los alimentos. 2.ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 672p. 15. REICHERT, J.E. Tratamiento térmico de los productos carnicos: fundamentos de los calculos y aplicaciones. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1988. 175p. 16. SCOTT, R. Frabricacion de queso. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 520.p. 17. SIMAO, A. M. Aditivos para alimentos sob o aspecto toxicológico. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1986. 274p. 18. VALLE, E. R. Processamento da carne bovina: Iniciando um pequeno grande negócio agroindustrial. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2004. 184p 19. WIRTH, F. Tecnologia de los embutidos escaldados. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1992. 237p. TOXICOLOGIA CLÍNICA Objetivos: Apresentar a terminologia toxicológica, abordando todos os mecanismos responsáveis por um quadro de intoxicação, destacando-se a abordagem clínica e diagnóstica das principais causas de intoxicação em pequenos e grandes animais. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 180 Medicina Veterinária Ementa: Introdução a Toxicologia geral; Procedimentos e cuidados Emergenciais na Toxicologia Clínica; Intoxicação Domissanitários; Intoxicação Inseticida; Intoxicação Rodenticidas; Intoxicação Metais Pesados; Intoxicação Zootoxinas; Intoxicação Micotoxinas; Intoxicação Plantas Tóxicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1984. 2.v. 2. LAMMLER, G., FRIMMER, M. Farmacologia e toxicologia em veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 251p. 3. LARINI, L. Toxicologia. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 307p. 4. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine: diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v. 2. FERNANDES, A. Noções de toxicologia e plantas tóxicas. 2.ed. Fortaleza: BNB, 1987. s.p.p. 3. GOODMAN, E Gilman. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p. 4. OEHME, F. W. Toxicologia clinica en la practica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. 211p. 5. OGA, S. Fundamentos de toxicologia. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474p. 6. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p. 9º TERMO CLÍNICA CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS Objetivos: Apresentar as patologias cirúrgicas dos animais domésticos e estabelecer critérios de diagnóstico e de ação terapêutica. Capacitar ao aperfeiçoamento de habilidades cirúrgicas. Ementa: Traumatologia, feridas e reparação cicatricial; Noções sobre odontologia nos animais domésticos; Hérnias; Afecções cirúrgicas da cabeça e pescoço; Noções básicas em oftalmologia veterinária; Afecções cirúrgicas do Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 181 Medicina Veterinária trato gastrointestinal; Afecções cirúrgicas do trato urogenital; Afecções cirúrgicas dos ossos longos e da coluna vertebral; Afecções cirúrgicas dos membros locomotores; afecções cirúrgicas das articulações; cirurgias oncológicas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca, 1986. 854p. 2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca, 1985. 308p. 3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 338p. 4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p. 2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Roca, 1996. 896p. 3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para clinicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p. 4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p. 5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopédica canina. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 204p. 6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca, 2002. 1335p. 7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Tecnicas quirurgicas en la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981. 296p. 8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p. 10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 95p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 182 Medicina Veterinária 11. SWITT, S., FUENTES, V. L. Manual de medicina y cirurgia cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p. 12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 2v. CLÍNICA MÉDICA DE RUMINANTES Objetivos: Determinar um diagnóstico preciso e o tratamento correspondente, além de estabelecer medidas preventivas e eficazes nas principais enfermidades dos ruminantes, direcionando sua conduta frente a um animal ou rebanho. Ementa: Exame clínico e elaboração de um diagnóstico. Afecções do sistema digestivo. Afecções hepáticas. Afecções respiratórias. Doenças cardiovasculares. Afecções urogenitais. Dermatopatias. Doenças metabólicas e carenciais. Afecções do sistema locomotor. Doenças da glândula mamária. Enfermidades oftálmicas. Principais afecções dos neonatos e bezerros. Doenças parasitárias. Afecções do sistema neurológico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 1121p 2. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saúde e produção dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p. 3. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p. 4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 5. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais: molestias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing, 2007. 610p. 2. HEIDRICH, H, GRUNER, J. Manual de patologia bovina. 1.ed. São Paulo: J. M. Varela, 1980. 310p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 183 Medicina Veterinária 3. KELLY, W. R. Diagnóstico clínico veterinário. 3.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1986. 364p. 4. LIBERA, A.M. M. P. D., BARROS FILHO, I. R., GARCIA, M. Manual de semiologia e clínica dos ruminantes. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 247p. 5. MANUAL MERCK. Diagnóstico e Tratamento, BEERS, Mark H., BERKOW, Roberto. Manual Merck: diagnóstico e tratamento. 17.ed. São Paulo: Roca, 2001. 2701p. 6. ROSENBERGER, G. Enfermedades de los bovinos: Enfermedades de los bovinos. 1.ed. Argentina: Hemisferio Sur, 1988. 577p. GESTÃO E MARKETING APLICADO AO AGRONEGÓCIO Objetivos: Apresentar ao acadêmico de Medicina Veterinária toda a logística que envolve a profissão como um grande empreendimento e as respectivas técnicas de atingir à sociedade. Ementa: Princípios econômicos aplicados e organização de agronegócios. Intervenção governamental nos negócios agropecuários. Noções de macroeconomia. Desafio alimentar com a globalização. Marketing aplicado a medicina Veterinária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BATALHA, M.O. Gestão agroindustrial. 1. São Paulo: Atlas, 1997. 2. MEGIDO, J.L.T. Marketing e agribusiness. 1. São Paulo: Atlas, 1995. 278p. 3. SOUZA, R. ET AL. A adminsitração da fazenda. 5. São Paulo: Globo, 1995. 211p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FERRÃO NETTO, V.A.A. Agricultura em processo: o papel estratégico de assitência técnica de agricultores. 1. Piracicaba: Autor, 2007. 212p. 2. MARQUES, P. Mercados futuros de commodities agropecuárias: exemplos e aplicações aos mercados brasileiros. 1. São Paulo: Bolsa de mercadorias & futuros, 1999. 208p. 3. NEVES, M.F. Marketing e estratégia em agronegócios e alimentos. 1. São Paulo: Atlas, 2007. 365p. HOMEOPATIA VETERINÁRIA Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 184 Medicina Veterinária Objetivos: Apresentar a Homeopatia como uma técnica terapêutica específica em benefício da saúde e bem-estar dos animais de companhia e de produção. Ementa: Histórico. medicamentos Princípios homeopáticos. básicos da Homeopatia. Farmacotécnica Oorigem homeopática. dos Semiologia. Matéria Médica. Repertório. Homeopatia em Animais de Companhia e de Produção. Homeopatia Veterinária e sua repercussão na saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. FARMACOPÉIA, Homeopática Brasileira. 2. São Paulo: Atheneu. 2003, 34p. 2. MACLEOD, G. Homeopatia veterinária: cães, remédios homeopáticos. 1. São Paulo: Santos, 1993. 163p. 3. TORRO, A.R. Homeopatia veterinária: semiologia, matéria médica e psicossomática. 1. São Paulo: Typus. 1999. 267p. 4. WOLFF, H. G. Tratando o gato pela homeopatia. 1. São Paulo: Andrei. 1986. 136p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CAIRO, N. Guia de medicina homeopática. 21. São Paulo: Teixeira. 1996. 1058p. 2. CARNEIRO, S.M.T.P. Homeopatia: princípios e aplicações na agroecologia. 1. Londrina: IAPAR, 2011. 234p. 3. CREDIDIO, E.V. Homeopatia: doutrina e prática. 1. Campinas: Papirus. 1987. 130p. 4. JONAS, W.B. A cura através da homeopatia: o guia completo. 1. Rio de Janeiro: Campus. 1998. 283p. 5. SCHEMBRI, J. Conheça a Homeopatia. 3. Belo Horizonte: ZA Shembri. 1992. 263p. HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Objetivos: Desempenhar a função de inspetor sanitário de alimentos em estabelecimentos comerciais e industriais, em especial os de origem animal, de acordo com os padrões higiênico-sanitários e tecnológicos estabelecidos pela Legislação Sanitária, garantindo, desta forma, a segurança dos alimentos. Ementa: Controle higiênico-sanitário dos alimentos de origem animal; Inspeção higiênico-sanitária nos estabelecimentos; Higienização das Instalações e Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 185 Medicina Veterinária Equipamentos; O alimento como veículo de agentes infecciosos ao homem; Microbiologia dos Alimentos; Inspeção higiênico-sanitária da carne de bovinos, suínos, eqüinos, caprinos, ovinos, aves e pescado in natura, das carnes processadas, de derivados e de subprodutos; Inspeção higiênico-sanitária de produtos da abelha; Inspeção higiênico-sanitária de leite e derivados; Inspeção higiênico-sanitária de ovos; Legislação Brasileira sobre alimentos; Funções do Médico Veterinário Inspetor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722 de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. 2. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 1283 de 18 de dezembro de 1950. Dispõe sobre a Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1950. 3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Padronização de Técnicas instalações e equipamentos. I - Bovinos. DNPA: DIPOA, 1971 183 p. 4. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 7889 de 23 de novembro de 1989. Diário Oficial da União, Brasília, 1989. 5. BRASIL. Ministério da Agricultura. Decreto n. 30691 de 29 de março de 1952. Aprova o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal – RIISPOA. Alterado pelos Decretos n. 1255 de 25/06/62; n. 1236 de 02/09/94; n. 1812 de 08/02/96 e n. 2244 de 05/06/97. 6. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 711 de 01 de novembro de 1995. Aprova as Normas Técnicas de instalações e equipamentos para abate e industrialização de suínos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 03 nov. 1995. 7. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 368 de 04 de setembro de 1997. Aprova o Regulamento Técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para estabelecimentos elaboradores de alimentos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1997. 8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 46 de 10 de fevereiro de 1998. Institui o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 186 Medicina Veterinária Críticos de Controle e aprova o Manual Genérico de Procedimentos para APPCC em Indústrias de Produtos de Origem Animal. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1998. 9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 210 de 10 de novembro de 1998. Aprova O Regulamento Técnico da Inspeção Tecnológica e Higiêncico-sanitária de carnes de aves. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 05 mar. 1999. 10. BRASIL, Legislação Brasileira Básica Sobre Alimentos. Higiene e inspeção de produtos de origem animal: legislação e regulamentos técnicos.1.ed. Marilia: Ministério da Agricultura e do, s/d. 224p. 11. BRASIL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n.03 de 17 de janeiro de 2000. Aprova o Regulamento Técnico de Métodos de Insensibilização para o abate humanitário de animais de açougue. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24 jan. 2000. 12. BRASIL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n. 51 de 18 de setembro de 2002. Aprova os Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do Leite Cru Refrigerado e o Regulamento Técnico da Coleta de Leite Cru Refrigerado e seu Transporte a Granel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 set. 2002. 13. GERMANO, M. I. S., GERMANO, P. M. L. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 2001. 629p. 14. GIL, J. A. S. I., DURAO, J. C. Manual de inspeção sanitária de carnes. 1.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, s.d.. 563p. 15. MUCCIOLO, P. Carnes: estabelecimentos de matança e de industrialização, condições higiênicas de funcionamento. 1.ed. São Paulo: Icone, 1985. 100p. 16. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2. 17. SÃO PAULO. Lei n. 7705 de 19 de fevereiro de 1992. Dispõe sobre o Abate Humanitário. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 187 Medicina Veterinária 1. APPCC, Na Qualidade E Seguranca Microbiologica De Alimentos: APPCC na qualidade e seguranca microbiologica de alimentos: analises de perigos e pontos criticos de controle para garantir a qualidade e a seguranca microbiologica de alimentos.1.ed. Sâo Paulo: Varela, 1997. 377p. 2. BREMMER, A. S. Higiene e inspeccion de carne de aves. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1977. 210p. 3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. 185p. 4. FRANCO, B. D. G. M., LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 182p. 5. HOBBS, B. C., ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1998. 376p. 6. INSPECAO, De Carnes: padronização de técnicas, instalações e equipamentos.1.ed. São Paulo: s.ed., s.d. 197p. 7. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 711p. 8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 320p. ORNITOPATOLOGIA Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas, parasitárias, carenciais e reprodutivas de aves domésticas e silvestre e sua correlação entre os diferentes aspectos de medicina e sanidade aviária com reflexo à produção. Ementa: Estudo das principais diferenças e aspectos de relevância quanto à anatomia, fisiologia, semiologia, imunologia, microbiologia e parasitologia aviária. Patologias aviárias (patologias da reprodução e incubação; doenças virais; bacterianas; parasitárias; fúngicas; carenciais e nutricionais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ANDREATTI FILHO, R.L. Saúde Aviária e Doenças. São Paulo: Roca, 2006. 2. BACK, A. Manual de doenças das Aves. Cascavel: Alberto Back, 2002. 3. BORDIN, E.L. Tratado de Ornitopatologia Sistêmica. São Paulo: Nobel, 1981. 4. COELHO, H.E. Patologia das aves. São Paulo: Tecmed. 2006. 195p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 188 Medicina Veterinária 1. BERCHIERI, JÚNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das Aves. Campinas: Facta, 2000. 2. BORDIN, E.L. Diagnóstico post-mortem em Avicultura. 2ed. São Paulo: Nobel, 1981. 3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de estudos agrários Luiz de Queiroz, 1982. 4. DAVIS, J.W. et al. Enfermidades Infecciosas y Parasitarias de las Aves Silvestres. Zaragoza: Acribia, 1977. 5. MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a Frangos de Corte. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994. 6. MEYER, D.J.; COLES, E.H.; RICH, L.J. Medicina de Laboratório Veterinária. Interpretação e Diagnóstico. São Paulo: Roca, 1995. 7. MOREGAN, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. São Paulo: Roca, 1990. PLANEJAMENTO, ECONOMIA E EXTENSÃO VETERINÁRIA Objetivos: Apresentar noções gerais a cerca de: dinâmica da macroeconomia mundial e nacional; planejamento estratégico de empresas do agronegócio e propriedades rurais; custos fixos e variáveis influenciando nos processos decisórios; conhecimentos relacionados à formação de preços dos produtos agropecuários, além de elaboração de planos de negócios. Capacitar os alunos para comunicação com ênfase no processo educacional, a fim de possibilitar o desenvolvimento dos agropecuaristas na mudança de comportamento que possibilita a adoção de novas tecnologias; diagnóstico sócio-econômico das atividades agrícola; planejamento e execução de atividades metodológicas que possibilitam o alcance dos objetivos no processo de aprendizagem na zona rural; uso adequado dos recursos audiovisuais para a efetiva execução das atividades metodológicas durante o trabalho de difusão, alerta e motivação de agropecuaristas. Ementa: Noções gerais de economia aplicada ao agronegócio. Aspectos de macro e microeconomia. Planejamento estratégico. Custos fixos, variáveis, despesas e lucros. Análise do desempenho financeiro das empresas do agronegócio. Rentabilidade e Taxa Interna de Retorno. Oferta e Demanda; Cronograma de investimentos e Plano de negócios. Evolução, caracterização, Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 189 Medicina Veterinária objetivos e filosofia da extensão rural. Estudo das modalidades de assistência a agropecuaristas; Metodologias pedagógicas; Geração e transferência de tecnologia para o meio rural. Análise do modelo institucional de pesquisa e extensão rural no Brasil; A pequena produção agropecuária e a tecnologia apropriada. O processo de comunicação. Processo de difusão e adoção de inovações nas sociedades subdesenvolvidas; Métodos de extensão rural e abordagem participativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997. 2. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p. 3. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975. 219p. 4.GREMAUD, A.P., VASCONCELLOS, M.A.S., TONETO JUNIOR, R. Economia brasileira contemporânea. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 659p 5. PEREIRA, A. M., BORDENAVE, J. D. Estratégias de ensino-aprendizagem. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 1988. 312p. 36. SOUZA, et. al. A administração da fazenda. 5.ed. São Paulo: Globo, s.d.. 211p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ACCARINI, J. H. Economia rural e desenvolvimento: reflexões sobre o caso brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1987. 2. BICCA, E. F. Extensão rural: da pesquisa ao campo. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1992. 183p. 3. BRAGA, G. M., ARAUJO, J. G. F., SANTOS, M. M. Extensão rural no desenvolvimento da agricultura brasileira. 1.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1990. 60p. 4. FONSECA, M. T. L. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o capital. 1.ed. São Paulo: Loyola, 1985. 191p. 5. NEVES, M.F.; CASTRO, L.T. Marketing e Estratégia em Agronegócio e Alimentos. São Paulo: Atlas, 2007. 365p. 6. SANTOS. G.S., MARCON, J.C. Administração de custos agropecuários. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 139p. 7. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Planejamento da propriedade agrícola: modelos de decisão. Brasília, 1984. 300p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 190 Medicina Veterinária 8. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO COOPERATIVO. Anais, v. I. Londrina. SBI – 2006 9. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO COOPERATIVO. Anais v. 2. Londrina. SBI – 2006. 10. Agronegócios. Jornal Valor Econômico. Circulação Diária 11. Revista Periódica EXAME. Circulação Quinzenal. Ed. Abril 10º TERMO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Objetivos: proporcionar crescimento profissional ao aluno, mediante uma dinâmica de condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar à formação de atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio; proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos e morais; Ementa: configura-se como realização de estágio supervisionado a conclusão de no mínimo uma carga horária total de 520 horas, onde aluno será avaliado pelo supervisor de campo (peso 4), além de uma banca composta de dois docentes de áreas correlatas (peso 6), por meio de arguição oral, subsiada pelo relatório final. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo: 1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao Paulo: Roca, 2008. 735p. 4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 191 Medicina Veterinária 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v 7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. 8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 314p. 3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p. 4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p. 5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p. 6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p. 8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2p. 9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. ÉTICA PROFISSIONAL, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO VETERINÁRIA Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 192 Medicina Veterinária Objetivos: Despertar o espírito ético baseado no Código de Deontologia e Ética Profissional, proporcionando os princípios éticos e legais que regem o exercício da Medicina Veterinária no Brasil, consolidado unicamente em suas virtudes, responsabilidades, uniformidade de condutas e respeito à vida humana e animal. Ementa: Profissões Regulamentadas: Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária; Código de Deontologia e Ética Profissional do Médico Veterinário; Exercício lícito e ilícito da Medicina Veterinária; Ética na utilização de animais como modelos experimentais em pesquisa; Ética na utilização de animais no ensino; Legislação Profissional e trabalhista brasileira. Bem-estar animal. O médico veterinário e a sociedade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 2. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Decreto n. 64.704 de 17 de junho de 1969. Aprova o regulamento do exercício da Profissão de MédicoVeterinário e dos Conselhos de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União, 1969. Disponível em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 3. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722 de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. Disponível em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 4. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA. Defesa Sanitária Animal. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 5. MINISTÉRIO DA SAÚDE – MS. Vigilância à Saúde. Disponível em: http://www.saude.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011. 6. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma Técnica especial relativa às instalações de estabelecimentos veterinários. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 193 Medicina Veterinária 1. ASSAD, J. E. Desafios éticos. 1.ed. Brasília: Conselho Federal de Medicina, 1993. 292p. 2. BERNARD, J. Da biologia a ética. 1.ed. São Paulo: Psy II, 1994. 256p. 3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988.2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitaria, 1989. 185p. 4. MARCOS, B. Ética e profissionais da saúde. 1.ed. São Paulo: Santos, 1999. 238p. 5. OLIVEIRA, J., ACQUAVIVA, M. C. Código Penal. 16.ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 808p. 6. ROVER, A., BARCHIFONTAINE, C. P., PESSINI, L. Bioética e saúde. 1.ed. Sao Paulo: Soc. Beneficiente Sao Camilo, 1987. 294p. 7. TANNENBAUM, J. Veterinary ethics: animal welfare, client relations, competition and collegiality. 2.ed. St. Louis: Mosby, c1995. 615p. MEDICINA VETERINÁRIA LEGAL Objetivos: Oferecer ao aluno conhecimentos básicos sobre medicina veterinária legal, noções de legislação, enfatizando patologia veterinária forense e atuação do médico veterinário nas diversas formas de perícia. Ementa: Introdução à Medicina Legal Veterinária. Zoobiologia. Tanatologia médico legal. Traumatologia forense. Fraudes e vícios redibitórios. Modalidades de morte. Maus tratos. Experimentação animal. Perícia civil e perícia criminal. Documentos médico-legais. Deontologia Médica Veterinária. Diceologia Médica Veterinária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. DALE, J. Ética e meio ambiente – uma introdução. São Paulo: SENAC São Paulo, 2010. 336 p. 2. FRANÇA, G. V. Medicina legal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 629 p. 3. GAETA, A. Código de direito animal. São Paulo: Madras, 2003. 240 p. 4. PAARMANN, K. Medicina Veterinária Legal. São Paulo, SP: Ed. do autor, 2005. 168 p 5. RODRIGUES, D. T. O direito & os animais: uma abordagem ética, filosófica e normativa. 2. ed., rev. e atual. Curitiba: Juruá, 2008. 245 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 194 Medicina Veterinária 1. CFMV. O ensino da medicina veterinária no Brasil. Brasília: CFMV, 1992. 2. FÁVERO, F. Medicina legal: Introdução ao estudo da medicina legal, identidade, traumatologia. 12. ed. Belo Horizonte: Villa Rica, 1991. 1150 p. 3. FRANÇA, G.V. Fundamentos de medicina legal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 311 p. 4. LOURENÇO, D. B. Direito dos animais: fundamentação e novas perspectivas. Porto Alegre: SAFE, 2008. 566 p. 5. MARANHÃO, O.R. Curso básico de medicina legal. 6. ed. São Paulo: Malheiros, 1996. 512 p. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Objetivos: apresentar relatório advindo das atividades desenvolvidas no estágio supervisionado obrigatório, respeitando-se o Regimento próprio. Ementa: desenvolvimento do relatório de atividades, com embasamento bibliográfico, com defesa oral junto a uma banca de dois docentes de áreas correlatas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo: 1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p. 2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009. 620p. 3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao Paulo: Roca, 2008. 735p. 4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p. 5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p. 6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 195 Medicina Veterinária 7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud, 1989. 989p. 8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo: Med. Vet., 2009. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p. 2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 314p. 3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p. 4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p. 5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos: epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p. 6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. 210p. 7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p. 8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. v.2p. 9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed. Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p. OPTATIVA LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Objetivos: proporcionar subsídios para a aquisição de conhecimentos específicos da Língua Brasileira de Sinais. Ementa: a história do surdo no Brasil e no mundo, convenções da língua, organização e morfologia. Conceitos básicos para o trabalho e o atendimento das necessidades educacionais especiais dos surdos em sala de aula e na comunidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 196 Medicina Veterinária 1. CAPOVILLA, F. C. Língua de sinais brasileira: dicionário enciclopédico ilustrado trilingue: abrindo o mundo do surdo brasileiro a pesquisa e a intervenção psicológicas. São Paulo: USP, 2000. 2. LICHTIG, I.; CARVALHO, R. M. M. Audição: Abordagens Atuais. Carapicuíba: Pro-Fono, 1997. 3. SALLES, H. M. M. L. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 2v 4. LIMA, P. A. Educação inclusiva e igualdade social. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2006. 172p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. KARNOP, H.; QUADROS, R. M. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2. MACEDO, E. C.; CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Manual ilustrado de sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. São Paulo: USP, 1998. 3. QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de lingua brasileira de sinais e lingua portuguesa. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 94p. 4. PINALDI, G. Programa de capacitação de recursos humanos do ensino fundamental série atualidades pedagogicas: língua brasileira de sinais. 1.ed. Brasília: MEC, 1997. 3v 5. SA, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. 1.ed. Manaus: Univ. Federal do Amazonas, 2002. 388p. 2.8. METODOLOGIA DE ENSINO Considerando-se a formação acadêmica, técnica e profissional do corpo docente e a disponibilidade de instrumental tecnológico como lousa interativa, multimídia e projetores, aliado à estrutura do Hospital Veterinário, Laboratórios e Fazendas Experimentais, assim como métodos de ensino por arquivo bibliográfico, áudio e vídeo conferência, a metodologia de ensino atende à concepção do curso de Medicina Veterinária da UNIMAR em vigor, porém com um despertar para a metodologia por busca ativa, sempre colocando situações nas aulas teóricas e práticas para que o aluno aprenda o raciocínio lógico e busque a solução dos problemas por meio de técnicas individuais ou em grupo. Ressalta-se ainda a iniciação científica desenvolvida pelos alunos buscando Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 197 Medicina Veterinária em uma linha pesquisa assessorada pelo Docente o despertar para o campo da ciência. A educação ao longo do curso deve priorizar uma metodologia, de modo que garanta uma estreita e concomitante relação entre a teoria e a prática, sem predomínio de uma sobre a outra e, ambas, fornecendo elementos fundamentais para a aquisição dos conhecimentos e habilidades necessárias ao futuro profissional. Dentro desta abordagem, o enfoque principal será de incutir ao aluno a verdadeira importância da educação permanente, e exercitar as rotinas da prática profissional para atingir a verdadeira aprendizagem, sendo os professores facilitadores na busca do saber. O aprender e o recriar permanente, ou o aprender a aprender, conceito pedagógico derivado dos novos desafios da sociedade contemporânea, não se esgotam no campo da introdução à ciência ou aos métodos de reprodução do saber. O aluno deve vivenciar a realidade dentro de um processo pedagógico onde toda a atividade profissional humana se desenvolva em parcerias com grupos sociais no contexto da sociedade em que se integram cidadãos, ou seja: Ensino e Pesquisa articulados com as demandas sociais. A estratégia adotada pelos docentes universitários se compõe em fornecer conteúdos teóricos em sala de aula e de atividades práticas desenvolvidas nos laboratórios e setores. Os alunos realizam estágios curriculares e atividades complementares em vários segmentos oferecidos dentro do próprio campus, o que facilita a metodologia de ensino com a concepção do curso. Como produto das reuniões do colegiado, o corpo docente sempre está discutindo os aspectos pedagógicos pertinentes, buscando mecanismos para a implantação de melhorias na qualidade do ensino, sempre atento a interdisciplinaridade e atualização constante, recebendo inclusive feed backs dos questionários semestrais preenchidos pelos próprios alunos, como modo de avaliação das disciplinas oferecidas. Em função do exposto, é que se adotam novas estratégias pedagógicas, trocando o discurso pelo diálogo. O PPI e o PPC, de forma consciente e institucionalizada, assumem o compromisso de acompanhar este desafio, realizando mudanças significativas na sua estrutura que deverão ser Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 198 Medicina Veterinária acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que se fizerem necessários ao seu aperfeiçoamento. 2.9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Atendendo às Diretrizes Curriculares, com deliberações contidas no PPI, PDI e PPC do Curso de Medicina Veterinária, fica estabelecido que todos os alunos ingressantes deverão realizar as atividades complementares, sendo estas consideradas pré-requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso. A orientação dos alunos deverá ser feita individualmente por um docente dentro de sua especialidade e atuação, seja hospitalar, laboratorial, setorial ou científica, cabendo à Coordenação do Curso de Medicina Veterinária estabelecer critérios de atribuição de horas complementares para os docentes envolvidos, devidamente aprovadas pela Mantenedora. Toda logística quanto à organização dos prontuários dos alunos será realizada pela Secretaria do Curso, juntamente com a Coordenação, ficando estes alocados em armário próprio. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA Art. 1. Os alunos do Curso De Medicina Veterinária da Universidade de Marília deverão desenvolver 200 horas em atividades complementares, antes de concluir o curso, sendo esta pré- requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio Supervisionado; 1.1. O desenvolvimento das atividades complementares poderá ser realizado desde o 1º semestre em que o aluno se matricula 1.2. O aluno deverá cumprir 50% da carga horária das atividades complementares (100 horas) até a realização de metade do número total de créditos do curso 1.3. As atividades complementares podem ser realizadas durante o período de férias escolares, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste Regulamento. Art. 2. As atividades complementares, que podem ser reconhecidas para efeitos de aproveitamento da carga-horária, são: Grupo A: Relacionadas à iniciação científica: Participação em Monitorias; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 199 Medicina Veterinária Pesquisas; Órgãos de Fomento a Pesquisa – Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC; Grupos de estudo e pesquisa sob orientação e supervisão docente; Grupo B: Participação em Congressos, Seminários, Simpósios, Cursos e Palestras, além de outras atividades assistidas; Grupo C: Publicações: Artigos publicados em revistas indexadas; publicados em revistas não indexadas; Monografias que não caracterizem o Trabalho de Conclusão de Curso; Apresentação de trabalhos em eventos científicos; Grupo D: Atividades de Complementação da Formação profissional: estágios extracurriculares; estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa; Participação em projetos com relevância social - Ações Comunitárias; Grupo E: Atividades de Extensão: Cursos relacionados à área de formação; Cursos à distância; Disciplinas cursadas em programas de extensão; Outras atividades de extensão (Colegiados de Curso, Comissão Organizadora de Eventos Científicos, Diretoria Acadêmica, Atividades Culturais e Voluntariado). 2.1. O aproveitamento da carga horária seguirá os seguintes critérios Critérios para avaliação de atividades complementares Tipo de Atividade Desenvolvimento da atividade de monitoria: a creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Participação em Projetos de Fomento a Pesquisa- PIBIC (Individual): a creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Participação em grupos de pesquisas: a creditação de horas complementares corresponderá a 20% das horas exercidas na atividade Participação em grupos de estudo regulamentados e documentados sob supervisão e orientação de professores da Universidade: a creditação de horas complementares corresponderá a 20% das horas exercidas na atividade. Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas: Eventos Científicos locais: 15 horas cada dois eventos Eventos Científicos estaduais: 15 horas cada evento Eventos Científicos nacionais: 15 horas cada evento Palestras Científicas: 02 horas cada evento Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Carga horária Até 80 horas Até 120 horas Até 120 horas Até 80 horas Até 45 horas Página 200 Medicina Veterinária Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado Assistidas na Universidade de Marília: a creditação de horas atividades complementares será equivalente ao total da atividade Eventos: (dias de campo), creditação de 03 horas atividades complementares por evento. Artigos publicados em revistas indexadas: cada artigo publicado: creditação de 20 horas atividades complementares Artigos publicados em revistas não indexadas: cada artigo publicado: creditação de 10 horas atividades complementares Monografias não curriculares (Trabalhos de Revisão Editado): creditação de 5 horas atividades complementares Apresentação de trabalhos em eventos científicos: creditação de 5 horas atividades complementares por trabalho apresentado Estágios extracurriculares: a creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Estágios em Empresa Júnior/Incubadora de empresa A creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Cursos relacionados à área de formação profissional: a creditação de horas atividades complementares corresponderá a 20% do total de horas do curso realizado. Cursos à distância relacionados à formação profissional: inclusive para proficiência de línguas, creditação de 20% do total de horas do curso realizado. Disciplinas cursadas em programas de extensão relacionadas à área de formação profissional: a creditação de horas atividades complementares será equivalente ao da carga horária da disciplina cursada Outras atividades de extensão: para atividades não mencionadas a validação e a creditação em horas atividades complementares, será avaliada pela coordenação, obedecendo aos mesmos critérios dispostos anteriormente. 2.2. Até 30 horas Até 30 horas Até 60 horas Até 30 horas Até 20 horas Até 45 horas Até 120 horas Até 60 horas Até 60 horas Até 60 horas Até 90 horas O limite da carga horária deverá ser respeitado por cada atividade complementar acima descrita, não podendo ser aproveitada, para outros fins que não correspondem neste Regulamento. Art. 3. Para que cada atividade complementar tenha a sua validação e consequente creditação no histórico escolar do aluno, estabelecem-se as seguintes exigências. Critérios para validação e creditação das atividades complementares. Tipo de Atividade Exigências ou Requisitos Monitoria Relatório do Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 201 Medicina Veterinária Participação em pesquisas Orientador com frequência e aproveitamento Relatório ou documentação comprobatória do orientador com freqüência e aproveitamento Participação no PET/PIBIC Relatório do Orientador Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores Relatório do Orientador com frequência e aproveitamento Congressos, seminários, conferências e palestras Assistidas Certificado de presença e apresentação de relatório Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado assistidas na Universidade de Marília, respeitando-se o valor de duas horas por cada evento Eventos Certificado de presença e apresentação de relatório Artigos publicados em revistas indexadas Artigo publicado Artigos publicados em revistas não indexadas Artigo publicado Monografias não curriculares Monografia produzida Apresentação de trabalhos em eventos científicos Realização de estágios não curriculares Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa Participação em projetos sociais Certificado de presença e apresentação de relatório Certificado de apresentação Trabalho apresentado Atestado de realização e apresentação de relatório com frequência e aproveitamento Atestado de participação e apresentação de Relatório com frequência e aproveitamento Comprovante de participação e apresentação de relatório com frequência e aproveitamento Cursos à distância Certificado de realização Disciplinas cursadas em programas de extensão Certificado de realização Outras atividades de extensão Certificado de realização Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 202 Medicina Veterinária Art. 4. 4.1. Ao planejar sua atividade complementar, o aluno deverá: Consultar este Regulamento e solicitar com 15 dias de antecedência, o parecer do Coordenador do Curso sobre a relevância daquela atividade para a sua formação profissional. Os casos que excepcionalmente não atenderem este item serão avaliados pela coordenação do curso. Art. 5. O controle acadêmico do cumprimento dos créditos referentes às atividades complementares é responsabilidade do Coordenador do Curso, a quem caberá avaliar a documentação exigida para validação da atividade. 5.1. Após a realização da atividade, o aluno deverá submeter, no prazo de 30 (trinta) dias, por meio de ofício de VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES, a documentação exigida (comprovantes originais e uma cópia) a Coordenação, que os apreciará, podendo recusar a atividade se considerar insatisfatórios a documentação e/ou o desempenho do aluno. 5.2. Sendo aceita a atividade complementar realizada pelo aluno, cabe ao Coordenador atribuir a carga horária correspondente. 5.3. A carga horária atribuída pelo Coordenador de Atividades Complementares a cada uma das atividades obedecerá a uma escala variável até o limite daquela solicitada com a atividade analisada, atendendo a critérios de desempenho e qualidade; 5.4. Os comprovantes devolvidos originais após Complementares análise e devem apresentados do pelo Coordenador permanecer sob aluno de a serão Atividades posse e responsabilidade direta de cada aluno. 5.5. Quando ocorrer eventual solicitação de comprovantes já analisados, deverá o aluno reapresentá-los ao Coordenador. Art. 6. O Coordenador encaminhará à Secretaria Setorial que repassará a Secretaria Geral da Universidade de Marília no final de cada semestre a carga horária atribuída para cada atividade complementar realizada, nos termos do item 5.2, através do requerimento que lhe foi inicialmente encaminhado, para fins de registro e controle. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 203 Medicina Veterinária Art. 7. Os alunos que ingressarem no curso por meio de algum tipo de transferência ficam também sujeitos ao cumprimento da carga horária de atividades complementares, podendo solicitar à Coordenação das Atividades Complementares o cômputo de parte da carga horária atribuída pela Instituição de origem, observada as seguintes condições: a) as atividades complementares realizadas na Instituição ou curso de origem devem ser compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento; b) a carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior a conferida por este Regulamento à atividade idêntica; c) Fica determinado que o limite máximo de aproveitamento da carga horária será de 100 (cem) horas; Art. 8. Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Curso da Medicina Veterinária, ouvida a respectiva Coordenação de Atividades Complementares. 2.10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TEMPO INTEGRAL Além de proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicação direta da sua aprendizagem em situações reais da Medicina Veterinária, o estágio supervisionado tem também o objetivo de proporcionar uma possibilidade de garantia de vaga no mercado de trabalho. A avaliação de egressos mostra claramente que grande número de alunos que saem para estágio supervisionado é contratado nos próprios locais da realização de estágio. Esta situação mostra claramente que os alunos formados conseguem enquadrar-se nos diferentes ambientes de trabalho, cumprindo tarefas e obrigações, agindo com ética e se caracterizando por se tornarem empreendedores. REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL EM REGIME TEMPO INTEGRAL estabelecido pelas Diretrizes Curriculares, regulamentado Regulamento Geral de pela Estágio legislação Profissional vigente e Supervisionado pelo da Universidade de Marília, visa completar a formação acadêmica e Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 204 Medicina Veterinária efetivar a habilitação profissional, constituindo-se em atividade curricular; Art. 2. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL EM REGIME TEMPO INTEGRAL têm por objetivo: proporcionar crescimento profissional ao aluno, mediante uma dinâmica de condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar à formação de atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio; proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos e morais; Art. 3. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO é realizado pelos alunos regularmente matriculados no curso de Medicina Veterinária, com a carga horária mínima de 520 horas; Art. 4. Os alunos somente poderão efetuar matrícula na disciplina de Estágio Supervisionado com no máximo duas disciplinas dependentes, obedecendo ao seguinte critério: a) O aluno que possuir duas disciplinas a serem cursadas junto com o Estágio Supervisionado obrigatoriamente deverá realizálo nas dependências da Universidade de Marília; b) O aluno que possuir apenas uma disciplina a ser cursada junto com o Estágio Supervisionado poderá realizá-lo fora da Universidade de Marília; § 1º- Qualquer situação diferente ao especificado no “caput“ é impeditiva de matrícula no Estágio. § 2º - O aluno que pretende realizar o Estágio Supervisionado, mas que vai cursar disciplina pendente no campus deverá apresentar o termo de concordância da instituição concedente devidamente assinada em relação ao período de ausência do mesmo visando cumprimento da disciplina pendente. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 205 Medicina Veterinária Art. 5. O Coordenador deverá designar dentro do corpo docente os professores, preferencialmente os de maior titulação e/ou habilidade, como responsáveis pela supervisão de estágio; Art. 6. São atribuições do Coordenador: Designar e atribuir aulas aos professores indicados para a orientação de estágio; Elaborar e divulgar conjuntamente com a Secretaria do Curso o cronograma de orientação de Estágio; Art. 7. Cabe a Secretaria Setorial apoiar os professores designados, bem como a ligação entre o Curso e a Secretaria Geral da Universidade; Art. 8. A indicação de Estágio pelos alunos e a concretização dos Convênios deverá estar definida impreterivelmente até a última semana de aula do período anterior ao de realização do Estágio em campo; Parágrafo Único: A indicação obrigatória do aluno para o Estágio deverá obedecer ao currículo pleno do curso, bem como os critérios estabelecidos pelo Regulamento Geral de ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Art. 9. Compete a Supervisão de Estágio de cada curso respectivamente e a Secretaria Geral da UNIMAR esclarecer e orientar os alunos quanto às condições de indicações de estágio e calendário de obrigações; Art. 10. A todos os alunos é garantida a orientação, a cargo de um professor do Curso, visando o aprimoramento constante; Art. 11. Toda Unidade Concedente de Estágio obrigatoriamente deverá apresentar uma caracterização social (Alvará ou Licença Municipal – CNPJ para funcionamento) e/ou respectiva inscrição em Conselho de Classe, além de possuir um profissional qualificado responsável e apto a supervisionar o estagiário; Art. 12. A Avaliação será feita através do acompanhamento do desempenho integral do aluno pelo professor orientador. Art. 13. A composição e estrutura do relatório de estágio serão determinadas pela comissão de professores que compõem a supervisão de Estágio e que são designados pelo Coordenador do Curso; Art. 14. Respeitadas as normas regimentais, a nota final será obtida pelas avaliações parciais onde todas as notas (Supervisor de campo e Banca Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 206 Medicina Veterinária Docente), serão avaliadas de zero a dez com os respectivos pesos assim dispostos: Supervisor de campo: Peso 04 Banca Docente: Peso 06 Parágrafo Único: A nota do orientador à distância, deverá acompanhar cada avaliação parcial e somente será aceita se devidamente assinada, com carimbo e sem sinais de adulteração. Art. 15. A Avaliação do relatório final será realizada através da banca de no mínimo dois docentes do Curso de áreas respectivas ao campo de Estágio realizado, que avaliarão: conteúdo do relatório; apresentação; conhecimento teórico-prático junto à disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso. A nota final será dada pela média que poderá variar de zero a dez, sendo a média mínima de aprovação sete. Art. 16. Será considerado aprovado o aluno cuja média das avaliações parciais for igual ou superior a sete; Parágrafo Único: O aluno que não apresentar a média para sua aprovação terá três dias a contar da data da sua primeira defesa para ser submetido a uma nova, e definitiva avaliação final que será feita por uma banca composta por quatro professores. Art. 17. O não cumprimento do total de carga horária prevista para o ESTÁGIO SUPERVISIONADO, integrante do currículo pleno do curso, até a data estabelecida para a entrega da Pasta de Estágio, implica na reprovação do aluno, devendo o mesmo matricular-se novamente no semestre seguinte para realizá-lo novamente, assim como o não cumprimento total do período de estágio firmado entre a Universidade e a Unidade Concedente do Estágio, bem como a entrega de documentos oficiais (Fichas de Controle de Frequência, Fichas de Avaliação e Relatórios) no prazo estipulado; Art. 18. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO reger-se-á pelo presente regulamento, pelo Regulamento Geral de Estágio, pelo Regimento Geral da UNIMAR e a legislação vigente; Art. 19. Os casos não previstos serão resolvidos pelos supervisores de estágio, ouvidos o Coordenador do Curso; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 207 Medicina Veterinária Art. 20. Qualquer alteração neste Regulamento deverá ser aprovada pelo Conselho de Curso da Medicina Veterinária; Art. 21. Este Regulamento foi aprovado pelo Conselho de Curso em 03 de Junho de 2004 e entrará em vigor para os alunos que irão cursar a disciplina de Estágio Supervisionado a partir de Janeiro de 2005. 2.11. MECANISMOS DE NIVELAMENTO Logo que ingressam na Universidade, os calouros de Medicina Veterinária realizam uma apresentação geral aos colegas e docentes, bem como têm apresentado toda a estrutura do Curso, inclusive com uma visita técnica por todos os setores. Durante o primeiro mês os docentes são orientados a captarem a real condição pedagógica e psicológica dos egressos, para que assim, em reunião do Conselho de Curso, possa ser organizado um procedimento uniforme quanto ao nivelamento da turma. A matriz do 1º semestre do Curso de Medicina Veterinária nos dá condições importantes quanto a esse aspecto do nivelamento, pois apresenta disciplinas básicas como Bioquímica, Sociologia e Comunicação Aplicada a Medicina Veterinária, Bioestatística, Embriologia Veterinária, Metodologia Científica e Técnicas da Informação, além de Introdução à Medicina Veterinária. Esta última, particularmente visa integrar os alunos ao Curso, procurando apresentar as especialidades a serem estudadas, por meio de palestras com docentes das áreas envolvidas, além de convidados externos, dando assim condições para que o calouro possa vislumbrar as vertentes da profissão escolhida. Após as apresentações os alunos são avaliados, sendo os dados obtidos utilizados na elaboração de um perfil que nortearão metas no transcorrer do curso, principalmente subsidiando a programação a ser cumprida pela Coordenação no planejamento de módulos extracurriculares. Além disso, os docentes são orientados a desenvolverem várias atividades que contemplem o raciocínio lógico, fomentando a redação, cálculos básicos, interpretação de textos, inclusive em inglês e espanhol e apresentação de seminários, situações essas que nos dão subsídios para o nivelamento dos ingressantes. 2.12. PROCESSO ENSINO x APRENDIZAGEM Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 208 Medicina Veterinária O sistema de avaliações no transcorrer das discipllinas é realizado de forma bimestral com provas parciais e regimentais, sendo cada uma delas podendo ser pontuada de zero a dez, tendo-se como nota bismestral final a média aritmética. As avaliações parciais são de livre escolha pedagógica do docente com categorias que envolvem seminários, relatórios, trabalhos em grupo, avaliações teórico-prática, entre outros; já a regimental obrigatoriamente consta de avaliação teórico ou teórico-prática. Obrigatoriamente o docente em aula posterior a avaliação deverá apresentar a prova ao aluno e fazer a correção geral com o grupo. A média para aprovação direta, ou seja, sem exame é sete, porém a média cinco final o classifica com exame. Há ainda a ferramenta da Prova Substitutiva que dá condições para o aluno melhorar sua média geral. Além do exposto, o Curso instituiu duas ferramentas importantes no acompanhamento do processo ensino aprendizagem: 1) A Avaliação do Desempenho, realizada semestralmente, com o intuito de avaliar o aluno quanto ao seu aproveitamento nas disciplinas de semestre anterior e 2) O Teste do Progresso, realizado anualmente, com o objetivo de avaliar o desempenho cognitivo dos estudantes durante o curso e o próprio curso. Por fim, ressalta-se o Exame Nacional de Desempenho do Estudante realizado a cada três anos, sendo o Curso de Medicina Veterinária da Unimar, contemplado com conceitos positivos nas duas últimas edições (Quadro 3). QUADRO 3. Conceitos Sinaes/Mec Medicina Veterinária Unimar ANO ENADE CPC 2010 3 4 2013 3 4 2.13. INTERNACIONALIZAÇÃO DO CURSO Agregou-se no ano de 2014 mais quatro Instituições de Ensino do Exterior buscando-se o Convênio de Cooperação Interinstitucional, visitadas tecnicamente pelo Coordenador do Curso de Medicina Veterinária, sendo assim efetivadas com: Universidad Agraria de La Habana (Cuba); Universidad de Chile; Universidad Mayor (Chile) e Universidad de Buenos Aires (Argentina). O convênio de Cooperação Interinstitucional visa estabelecer alianças no Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 209 Medicina Veterinária sentido acadêmico, envolvendo o intercâmbio de estudantes e docentes, projetos de pesquisa e outros de interesse das partes. promovendo efetivamente uma cultura de cooperação entre as Universidades, que enriquecem nossas ações mediante projetos conjuntos (ensino, pesquisa e extensão), contribuindo na geração de novos conhecimentos. 2.14. PREPARAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO Uma preocupação da Instituição é preparar o acadêmico para o mercado de trabalho, como profissional e indivíduo, imbuído de princípios éticos que visem uma sociedade melhor e mais justa. Seu envolvimento inicia-se em sala de aula e é incrementado nas atividades práticas junto aos setores nas atividades de extensão, motivando-o a realizar estágios, congressos ou cursos, e em participar da iniciação científica e monitoria, preparando seu curriculum de forma diferenciada, desde os primeiros momentos. Destacam-se também as atividades de cunho social voluntário, como o próprio trote solidário que envolve doação de sangue, além da arrecadação de alimentos para o homem e ração para animais, vinculando também as de cunho profissional/social como as ações multidisciplinares em parceria com o Ministério Público Federal nos bairros carentes do Município, com trabalho sobre posse responsável e orientação geral da comunidade quanto aos serviços veterinários. Outro aspecto importante, diz respeito ao conceito intelectual com o objetivo de prepará-lo na oratória, redação, e técnicas de marketing pessoal, desenvolvidas pelos setores internos da Universidade ou em parceria. No campo interativo o esporte tem seu destaque com a promoção de campeonatos internos e apoio aos externos, estimulando o convívio social do acadêmico. 2.15. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CURSO 2.15.1. PROGRAMA DE MONITORIA Considerando a necessidade em incutir no aluno a capacidade organizacional didático-pedagógica, o Curso de Medicina Veterinária participa efetivamente do Programa de Monitoria, seguindo a Portaria 008/2009 abaixo citada, sendo que para o ano de 2015, foram apresentadas oito áreas, sendo: Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 210 Medicina Veterinária Anatomia Veterinária; Anatomia Patológica; Citologia e Histologia Veterinária; Anestesiologia Veterinária; Clínica Médica de Pequenos Animais; Nutrição Animal; Patologia Clínica; Reprodução Animal PROGRAMA DE MONITORIAS PORTARIA GR. N.º008/2009 MARCIO MESQUITA SERVA, Reitor da Universidade de Marília, no uso de suas atribuições Estatutárias e Regimentais; CONSIDERANDO o que dispõe o artigo 84 da Lei n.º 9.394, de 26 de dezembro de 1996, que alunos poderão ser aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa pelas respectivas instituições, desempenhando funções de monitoria, de acordo com seu rendimento e seu plano de estudos; CONSIDERANDO que é necessário criar mecanismos de incentivo ao estudo e aprendizagem dos alunos da Universidade de Marília; R E S O L V E: Art. 1. O Programa de Monitoria da Universidade de Marília, destinado a alunos regularmente matriculados em seus cursos de graduação, obedecerá às normas estabelecidas na presente Portaria. Art. 2. O Programa de Monitoria, considerando a excelência do rendimento nos estudos e a vocação para o magistério dos alunos que a ele se candidatarem, conta com um quadro de monitores, cujo número de vagas constará do Plano Anual de Trabalho da Pró-Reitoria de Graduação, aprovado pela Entidade Mantenedora. §1º - Para os fins de que trata o caput deste artigo, até 31 de novembro de cada ano, tendo em consideração a previsão das necessidades para o ano letivo seguinte, os cursos encaminharão à Pró-Reitoria de Graduação solicitação de vagas para a constituição do quadro de monitores, com vistas ao ano letivo subseqüente. §2º - Os candidatos à Monitoria farão inscrição junto à Coordenação do Curso onde estudam. Art. 3. São objetivos do Programa de Monitoria: 1. Em relação à Universidade 1.1 Estimular o desenvolvimento da vocação para o magistério nos alunos que apresentem excelência em seu rendimento escolar; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 211 Medicina Veterinária 1.2 Propiciar condições institucionais para o atendimento à melhoria do processo ensino-aprendizagem; 1.3 Tornar as ações institucionais mais positivas e competitivas na transmissão do conhecimento e na construção do saber; 1.4 Possibilitar a cooperação entre os corpos discente, docente e técnico administrativo da Universidade; 1.5 Qualificar os melhores alunos, com vistas à continuidade da respectiva formação acadêmica, especialmente para o encaminhamento dos mesmos a programas de pós-graduação. 2. Em relação aos alunos 2.1. Despertar vocações para o magistério e para o exercício de atividades auxiliares de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da disciplina na qual se vinculará; 2.2. Proporcionar a aprendizagem de técnicas e métodos de ensino, assim como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade; 2.3. Preparar o aluno participante do programa de Monitoria para o acesso ao magistério superior; 2.4. Aumentar a produção acadêmica dos discentes vinculados ao Programa de Monitoria. 3. Em relação aos docentes 3.1. Estimular professores a engajarem, no processo acadêmico, alunos de destacado desempenho, otimizando a capacidade de orientação ao magistério na UNIMAR; 3.2. Estimular o aumento da produção acadêmica dos docentes; 3.3. Melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem. Art. 4. A avaliação do Programa de Monitoria será realizada pelo Coordenador e professores dos respectivos cursos que oferecerem a monitoria e receberão o nome de Comitê de Avaliação. Art. 5. Compete ao Comitê de Avaliação: 1. Avaliar o Programa de Monitoria, com vistas ao cumprimento das diretrizes e dos objetivos fixados; 2. Coordenar a realização de trabalho de Monitoria visando o aperfeiçoamento dos Monitores; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 212 Medicina Veterinária Art. 6. São as seguintes as atribuições do Monitor: 1. Auxiliar os docentes na preparação de aulas, de atividades de laboratório e de preparação de materiais didáticos e de apoio, bem como na fiscalização e no acompanhamento das provas e trabalhos escolares; 2. Auxiliar os docentes na realização de trabalhos práticos e experimentais, desde que compatíveis com o seu grau de conhecimento e experiência na disciplina; 3. Assistir as aulas dos professores que ministram a disciplina para a qual tenha sido selecionado, visando não apenas o seu aperfeiçoamento pessoal, como também o efetivo acompanhamento das turma; 4. Organizar e orientar grupos de estudos formados por alunos matriculados na disciplina, visando o melhor aproveitamento dos conteúdos programáticos já ministrados; 5. Realizar atividades auxiliares de pesquisa e de extensão, vinculadas à disciplina, por indicação do respectivo professor responsável; 6. Elaborar relatório escrito, contendo os resultados do trabalho desenvolvido, para apresentação, através de exposições orais e/ou painéis. Art. 7. A vigência do Contrato de monitor é de um (1) semestre, com possibilidade de aditamento para mais um (1) semestre. §1º - Concluído o prazo de vigência do Contrato, caso o monitor queira continuar desenvolvendo essa atividade, deverá candidatar-se novamente ao concurso para provimento de vagas e se aprovado, assinará um novo Contrato. Art. 8. Na vigência da designação para o Programa de Monitoria, as atividades do aluno serão exercidas com observância ao previsto no artigo 4º. Art. 9. São requisitos para que o aluno se inscreva ao concurso do Programa de Monitoria: 1. Ter concluído os dois primeiros termos do curso de graduação no qual esteja matriculado; 2. Ter concluído os dois primeiros termos do curso de graduação no qual esteja matriculado; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 213 Medicina Veterinária 3. Não ter sido reprovado em nenhuma disciplina do curso que realiza e ter obtido média global mínima igual ou superior a sete (7); 4. Comprovar a regularidade da situação financeira com a Universidade; 5. Comprovar disponibilidade para o exercício das funções de Monitor, com jornada de no mínimo vinte (20) horas semanais, em turno diferente daquele em que esteja matriculado. Art. 10. O concurso para provimento das vagas do Programa de Monitoria utilizará os seguintes instrumentos de avaliação: 1. Análise curricular de caráter classificatório, compreendendo a avaliação do histórico escolar e do curriculum vitae do candidato; 2. Entrevista, de caráter eliminatório, na qual o aluno será avaliado com vistas à demonstração de suas aptidões e habilidades para a função e de seu desembaraço para o exercício da monitoria, em quaisquer de seus abrangentes aspectos; 3. Prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, caso necessário, versando sobre assunto constante do conteúdo programático da disciplina para a qual se candidata; Art. 11. O concurso a que se refere o artigo anterior será promovido com observância aos artigos 4º e 5º. Art. 12. Será considerado eliminado da classificação o candidato que não obtiver, nas avaliações, nota mínima igual a sete (7). Art. 13. Para efeito de classificação prevalecerá, em ordem decrescente, a média aritmética simples das notas obtidas nas avaliações. §1º - Na hipótese de empate na média aritmética simples, entre dois ou mais candidatos inscritos para a mesma disciplina, terá prioridade o candidato que obtiver a maior nota na análise curricular. §2º - Persistindo o empate, a prioridade será para o candidato que tiver obtido a maior nota na prova escrita, e, mantido o empate, a prioridade será para o candidato que apresentar melhor rendimento acadêmico no conjunto das disciplinas cursadas na UNIMAR, no período letivo anterior à realização do Concurso. Art. 14. Durante o exercício da monitoria, ao aluno participante do Programa será concedida uma ajuda de custo de até no máximo R$100,00 (cem reais) mensais. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 214 Medicina Veterinária Parágrafo Único: A concessão referida no caput não implicará em qualquer vinculação de caráter empregatício com a Associação de Ensino de Marília Ltda. Art. 15. O Monitor cumprirá, em horário não conflitante com o de suas aulas, a carga horária semanal mínima de vinte (20) horas, distribuídas entre as diversas atividades previstas no Programa. Art. 16. O desempenho do aluno no Programa de Monitoria poderá ser considerado relevante para futura admissão na carreira docente da UNIMAR, respeitadas as exigências e os requisitos necessários para a habilitação na carreira referenciada. Art. 17. O aluno participante do Programa de Monitoria poderá ser desligado de sua função, a qualquer tempo, por ato do Comitê de Avaliação, nos seguintes casos: 1. Quando o próprio aluno solicitar o seu desligamento; 2. Quando vier a sofrer pena disciplinar; 3. Por proposta do Coordenador do respectivo curso, aprovada pelo Reitor; 4. Quando for reprovado em qualquer disciplina do termo em que esteja matriculado. §1º - Se o aluno participante do Programa vier a responder a inquérito no âmbito da UNIMAR, o mesmo será suspenso do exercício de suas atividades como Monitor, com a consequente interrupção da bolsa de estudos. §2º - O aluno que colar grau será automaticamente excluído do programa de monitoria. Art. 18. Ao final do exercício da monitoria, poderá ser expedida declaração que comprovará o cumprimento efetivo pelo aluno de suas funções de monitor. Art. 19. Compete à Secretaria Geral zelar pelo correto cumprimento desta Portaria, inclusive comunicando imediatamente à Reitoria as irregularidades encontradas. Art. 20. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 215 Medicina Veterinária Marília, 19 de outubro de 2009. Márcio Mesquita Serva Reitor 2.15.2. PROGRAMA DE PRÁTICA PROFISSIONAL Semestralmente são oferecidas 150 vagas para o desenvolvimento das atividades do Programa de Prática Profissional em todas as especialidades hospitalares, bem como em setores da Fazenda Experimental, além do Bosque Municipal de Marília. Essas vagas são preenchidas mediante inscrição seguindo horário apresentado pelo acadêmico que o realiza em quatro horas semanais durante quatro meses, ou seja, de fevereiro a maio ou de agosto a novembro. As atividades ocorrem sob orientação docente e os alunos apresentam no final relatório com ficha de freqüência devidamente preenchida. Os setores envolvidos são: Laboratório de Anatomia Veterinária, Laboratório de Parasitologia; Laboratório de Nutrição Animal, Fábrica de Ração, Avicultura de Postura e Corte, Cunicultura, Apicultura, Piscicultura, Ovinocultura, Leiteria, Shopping Nelore, Laboratório de Reprodução Animal, Canil, Biotério, Bosque Municipal de Marília e Hospital Veterinário. 2.15.3. PLANTÃO HOSPITALAR Os alunos de Medicina Veterinária, nas disciplinas de Semiologia Animal (5º termo) e Clínica Médica de Pequenos Animais e Animais Silvestres (6º termo) desenvolvem as atividades de Plantão Hospitalar em horários específicos semanalmente, bem como participam dos plantões de almoço e de finais de semana, além de feriados no acompanhamento dos pacientes atendidos e internados, sob supervisão Docente e de Médicos Veterinários Residentes, com uma carga horária média semestral de 50 horas. Essa atividade faz parte da ementa das disciplinas, sendo os alunos inclusive avaliados nessa modalidade. 2.15.4. OFICINAS DE ESTUDO As Oficinas de Estudo desenvolvem-se semanalmente no horário das 17:30 às 18:30 horas, com participação aberta aos alunos de todos os termos e coordenadas por Docentes e Médicos Veterinários Residentes, com discussão Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 216 Medicina Veterinária de casos clínicos atendidos na rotina do Hospital Veterinário, bem como de textos bibliográficos com temas inerentes à especialidade em estudo, sendo as oficinas desenvolvidas nas seguintes áreas: Clínica Médica, Cirúrgica e Reprodução de Grandes Animais; Diagnóstico Veterinário; Clínica Médica de Pequenos Animais e Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais. 2.15.5. PROJETO UNICAMPO Caracterizado por visitas técnicas semanais às propriedades de Marília e Região tem o intuito de demonstrar ao aluno a importância do diagnóstico epidemiológico em propriedades rurais, como tipo de produção, nutrição animal, sanidade do rebanho, entre outros, ocorrendo em veículo próprio da Universidade, num grupo de 12 alunos que se revezam, sempre com acompanhamento Docente. 2.15.6. EXPOSIÇÕES AGROPECUÁRIAS Grupo de alunos que participam da Exposição Agropecuária de Marília exercendo atividades nas áreas de Medicina Veterinária Preventiva, Sanidade Animal, Reprodução e Produção Animal, bem como nos plantões veterinários 24 horas. 2.15.7. PROJETO ESTRADA ANIMAL Parceria com a Triunfo, concessionária da Rodovia Transbrasiliana no programa de monitoração de animais selvagens. Animais que forem encontrados acidentados são trazidos ao Hospital Veterinário para atendimento e uma vez recuperados encaminhados a Polícia Ambiental de Marília para as providências de soltura. Além disso, outra ação é a recepção de cadáveres para estudo anatomo patológico com perícia e laudo emitido à concessionária e uma ação educaional envolvendo os alunos junto as praças de pedágio no sentido de conscientizarem os motoristas no cuidado com os animais da estrada, bem como colaborarem na vigilância quanto ao tráfico de animais selvagens. 2.15.8. PROJETOS SOCIAIS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 217 Medicina Veterinária 2.15.8.1.Zooterapia A utilização de animais no acompanhamento de pacientes vem sendo realizada pelos alunos de Medicina Veterinária da UNIMAR desde 2006, sendo as visitas ocorrendo quinzenalmente num período de 60 minutos. O grupo é em média de 08 alunos com o uso de 05 animais, entre cães, gatos, coelhos e aves. Há o acompanhamento de um profissional da área de Psicologia, bem como de voluntários que participam esporadicamente. Os beneficiados do Projeto são idosos e crianças especiais, eleito o local da ação. 2.15.8.2.Projeto Rondon A Universidade de Marília participa efetivamente das atividades que envolvem o Projeto Rondon e nesse sentido o Curso de Medicina Veterinária sempre tem projetos aprovados, com a supervisão docente e contando com a participação acadêmica. Os docentes envolvidos e os Estados contemplados foram: 2006 – Prof. Dra. Renata Bonini Pardo – Itaoca/SP 2007 – Prof. Dra. Elma Pereira Polegato – Paracaíma/RR 2008 – Prof. Dr. Márcio Serpa – Curralinho/Pará 2008 – Prof. Marcílio Félix – Marilândia/MG 2009 – Prof. Luiz Antônio da Silva Pires – Monte Alegre/PA 2010 – Prof. Marcílio Félix – Boca da Mata/AL 2011 – Prof. Dra. Cássia Bassan – Esperantina/PI 2011 – Prof. Marcílio Félix – Serra do Navio/AP 2012 – Prof Dra. Cássia Bassan – Amarante do Maranhão/MA 2013 – Prof. Dra. Cássia Bassan – Amélia Rodrigues/BA 2014 – Prof. Dra. Myriam Ruiz Castilho – Ilha do Marajó/PA 2.15.8.3.Mutirão de Castração de cães e gatos O Hospital Veterinário da UNIMAR participa do Projeto de Castração de Cães e Gatos desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde de Marília; trata-se de uma atividade voltada a pessoas de baixa renda, e nesse sentido, doze castrações são realizadas Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 218 Medicina Veterinária mensalmente desde 2008. Aliado a isso são desenvolvidos também os mutirões semestrais com uma média de 100 castrações em um único período, utilizando-se dos alunos das disciplinas de Técnica Cirúrgica, Cirurgia Veterinária, Obstetrícia e Anestesiologia Veterinária, devidamente orientados pelos respectivos docentes. 2.15.8.4.Campanhas educativas de saúde e posse responsável Os alunos da disciplina de Medicina Veterinária Preventiva realizam um trabalho junto à população de Marília no sentido da orientação quanto a temas de relevância como posse responsável, controle de zoonoses, qualidade de alimentos de origem animal, entre outros. Essas ações ocorrem em pontos estratégicos do município como o terminal rodoviário urbano, feiras livres e supermercados, por meio de folders, faixas e cartazes. Realizam também atividades junto às escolas de ensino fundamental com o mesmo objetivo, porém utilizando-se ainda de palestras e teatros educativos com o mesmo propósito. 2.15.8.5.Campanhas de vacinação antirrábica As campanhas de vacinação antirrábica nos municípios de Marília, Tupã, Arco-Íris e Ocauçu contam com a participação dos alunos do Curso de Medicina Veterinária da UNIMAR desde 1992 que, além de vacinadores, realizam também a orientação geral da população nos quesitos básicos, principalmente voltados para a sanidade e nutrição dos animais. 2.15.8.6.Atividades em Escolas Municipais de Ensino Infantil Alunos da disciplina de Fundamentos de Ciências Sociais realizam atividades sociais, recreativas e esportivas junto às Escolas Municipais de Ensino Infantil de Marília, onde divididos em grupos participam junto à comunidade dos bairros mais carentes semanalmente, sendo ao final os resultados apresentados em forma de seminário ao docente responsável com conceito atribuído. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 219 Medicina Veterinária 2.15.9. PROGRAMA SAÚDE ANIMAL O Programa Saúde Animal é um programa televiso apresentado desde 2008 de forma semanal, em um bloco de 30 minutos, onde docentes apresentam os mais variados temas que envolvem a saúde, bem como os cuidados no manejo dos animais de companhia e produção, servindo como orientação aos telespectadores. Conta também com a participação efetiva dos acadêmicos no quadro “Palavra do Aluno”, bem como entrevistados. Atualmente veiculado pela TV ZAN, Canal 13 da Net. 2.15.10. SIMPÓSIO REGIONAL DE PROD. E REPRODUÇÃO ANIMAL O Simpósio Regional de Produção e Reprodução Animal é realizado desde 2010, no mês de maio, e tem a coordenação acadêmica com supervisão docente. Apresenta uma característica de palestras e mesas redondas de debates, ocorrendo com uma carga horária de 12 horas divididas em três noites, contando a cada dia com duas palestras e encerrando-se com o debate. 2.15.11. SIMPÓSIO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA O Simpósio tem o objetivo da apresentação dos trabalhos científicos desenvolvidos pelos Médicos Veterinários Aprimorandos que contam com a participação discente, na questão de iniciação científica. O evento ocorre sempre no mês de novembro com uma carga horária de 12 horas e encontrase na sua XIV edição. 2.15.12. SEMANA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE MARÍLIA (SECAM) A Semana de Ciências Agrárias de Marília (SECAM) é toda desenvolvida e organizada pelos alunos dos Cursos de Medicina Veterinária e Engenharia Agronômica, com supervisão docente. Ocorre no mês de outubro e encontra-se em sua XXVII edição, onde além do aspecto didático de aprimoramento, também tem um caráter de entretenimento, com exposição de animais, leilões e shows artísticos. 2.15.13. CURSOS E PALESTRAS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 220 Medicina Veterinária Várias palestras e cursos de extensão são realizados durante o ano com o objetivo do aprimoramento. Esses eventos são coordenados pelos alunos com supervisão docente e a maioria é gratuita. 2.15.14. PARCERIAS I. Conselho Federal de Medicina Veterinária; II. Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo; III. Prefeitura Municipal de Marília; IV. Prefeitura Municipal de Tupã; V. Sindicato Rural de Tupã; VI. CRV Lagoa; VII. Associação Paulista dos Criadores de Nelore; VIII. Associação Brasil Border Collie; IX. Associação de Pastoreio do Oeste Paulista; X. Associação Paulista dos Criadores de Ovinos; XI. Haras ZD; XII. Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Marília; XIII. Secretaria Municipal da Saúde de Marília; XIV. Secretaria Municipal da Agricultura de Marília; XV. Polícia Militar do Estado de São Paulo – Cavalaria e Canil; XVI. Empresa Ouro Fino; XVII. Real H. XVIII. Grupo Marfrig 3. RECURSOS HUMANOS 3.1. COORDENAÇÃO Assumiu a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, em fevereiro de 2010, o Médico Veterinário Fábio Fernando Ribeiro Manhoso, formado pela 1ª turma de Medicina Veterinária da Universidade de Marília (1992), com Especialização em Microbiologia e Parasitologia pela Universidade de Marília, Especialização em Homeopatia pelo Instituto Homeopático François Lamasson de Ribeirão Preto/SP, Mestrado em Medicina Veterinária (Vigilância Sanitária) Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 221 Medicina Veterinária pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – campus de Botucatu) e Doutorado em Medicina Veterinária (Medicina Veterinária Preventiva) pela mesma Instituição, porém campus de Jaboticabal. Ingressou na Instituição como docente do Curso em agosto de 1992 e em 1995 assumiu a Administração do Hospital Veterinário. Na Coordenação, conta com o apoio do Núcleo Docente Estruturante e do Conselho do Curso, além de Comissões de Apoio como a Comissão de Residência em Medicina Veterinária, Comissão Interna de Pesquisa Científica e Comissão Discente. 3.2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O NDE é composto por cinco Docentes, sendo na sua totalidade Doutores, presidido pelo Coordenador do Curso, Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso. As ações conduzidas na implementação do Projeto Pedagógico ficaram sob a responsabilidade do NDE, além de qualquer alteração ou atualização que se julgar necessária para o aprimoramento dos resultados almejados no processo ensino-aprendizagem. Compõem o atual Núcleo: Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso (Presidente) Prof. Dra. Camila Dias Porto Prof. Dra. Cláudia Sampaio Fonseca Repetti Prof. Dr. Cledson Augusto Garcia Prof. Dr. Rodolfo Cláudio Spers Prof. Dr. Rodrigo Prevedello Franco 3.2.1. PORTARIA PROGRAD 16/2010 JOSÉ ROBERTO MARQUES DE CASTRO, Próreitor de Graduação da Universidade de Marília, no uso das suas atribuições legais e regimentais; CONSIDERANDO, as disposições das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos para os Cursos de Graduação; CONSIDERANDO, a Portaria MEC nº 147, de 2 de fevereiro de 2007, que estabeleceu conceitos para a criação do Núcleo Docente Estruturante; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 222 Medicina Veterinária CONSIDERANDO, a Resolução CONAES nº 1, de 17 de junho de 2010, exarada pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante; RESOLVE: Homologar o Regulamento do Núcleo Docente Estruturante – Art. 1. NDE, no âmbito da Pró-reitoria de Pró-Graduação e que fica fazendo parte integrante desta Portaria. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogada Art. 2. a Portaria Prograd nº 07/2009-A. Marília, 03 de agosto de 2010. José Roberto Marques de Castro Pró-reitor de Graduação 3.2.2. REGULAMENTO – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CAPÍTULO I – DO NÚCLEO E SEUS FINS Art. 1. O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE dos cursos mantidos pela Universidade de Marília – UNIMAR. Art. 2. O Núcleo Docente Estruturante – NDE é composto por membros do corpo docente do respectivo curso, de elevada formação e titulação, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e continua atualização do projeto pedagógico do curso. CAPÍTULO II – DA CONSTITUIÇÃO E DAS ATRIBUIÇÕES DO NDE Art. 3. O Núcleo Docente Estruturante será constituído por: I. Coordenador do Curso, seu Presidente. II. Por pelo menos 5 (cinco) membros do corpo docente do curso, e destes pelos menos 60% (sessenta por cento) possuírem titulação acadêmica obtida em programas de pósgraduação stricto sensu recomendados pela CAPES. Art. 4. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: I. Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso, definindo sua concepção e fundamentos. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 223 Medicina Veterinária II. Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso contribuindo para a sua consolidação. III. Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso. IV. Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, sempre que necessário, para aprovação pelo Colegiado de Curso. V. Colaborar com o Coordenador de Curso para a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo respectivo Projeto Pedagógico; VI. Analisar e avaliar os programas e planos de ensino dos componentes curriculares. VII. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso. VIII. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais do respectivo curso. Art. 5. Todos os professores que constituem o Núcleo Docente Estruturante devem ter tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% (vinte por cento) em regime integral. Art. 6. Cada Coordenador de Curso deverá assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso, garantindo no mínimo, um mandato de 3 (três) anos para os seus membros. CAPÍTULO III – DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NDE E DAS REUNIÕES Art. 7. Compete ao Presidente do NDE: I. Convocar e presidir as reuniões, com direito a voz e voto, inclusive o de qualidade. II. Representar o NDE junto aos órgãos da universidade. III. Encaminhar aos órgãos superiores as deliberações do NDE. IV. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo NDE, e um secretário ad hoc para secretariar as reuniões e lavrar as respectivas atas. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 224 Medicina Veterinária V. Coordenador a integração entre o NDE e o Colegiado de Curso. Art. 8. O NDE reúne-se, ordinariamente, a cada bimestre e, extraordinariamente, quando convocado. Art. 9. Extraordinariamente a convocação do NDE é feita pelo seu Presidente, por sua iniciativa ou a requerimento de pelo menos 1/3 (um terço) de seus componentes, dando-se em qualquer um dos casos conhecimento da pauta dos assuntos aos convocados. §1º - De cada reunião é lavrada ata, lida e assinada na mesma ou na reunião seguinte. §2º - As reuniões do NDE funcionam com a presença de no mínimo 2/ (dois terços) de seus membros e decide por maioria simples de votos. CAPÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 10. Os casos omissos neste Regulamento serão dirimidos pelo respectivo Conselho de Curso ou em caso de urgência, pelo Coordenador do Curso, ouvido a Pró-reitor de Graduação, ad referendum daquele órgão. Art. 11. Este Regulamento entra em vigor na data da sua publicação. Marília, 03 de agosto de 2010. José Roberto Marques de Castro Pró-reitor de Graduação 3.3. CONSELHO DE CURSO O Conselho de Curso é composto pela Coordenação a quem cabe à presidência dos trabalhos, bem como por três representantes docentes, e dois, discente, sendo composto da seguinte forma: Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso (Presidente) Prof. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan Prof. Msc. Paulo Sérgio Scorsato Prof. Msc. Sérgio Ricardo Maiolino Discentes: Felipe Nogueira Simões (7º termo A) Julianna Santos Batistioli (5º termo A) 3.4. CORPO DOCENTE Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 225 Medicina Veterinária Os professores têm formação de Especialista, Mestre ou Doutor, associada a uma longa experiência no campo técnico e/ou didático, o que favorece o acesso aos conhecimentos, por parte dos acadêmicos. Atualmente o Curso conta com 27 docentes, sendo 16 (59,26%) doutores, 09 (33,33%) mestres e 02 (7,41%) especialistas. No Quadro 04, é apresentada a relação de docentes 2015, com sua respectiva titulação, sendo: QUADRO 04. Relação de Docentes do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília e sua respectiva titulação: NOME TITULAÇÃO Andréia Cristina F. Baraldi Labegalini Doutora Antônio dos Reis Lopes Mello Doutor Camila Dias Porto Doutora Carlo Rossi Del Carratore Doutor Cássia Fernanda D. Bassan Doutora Célia Pavarini da Silva Especialista Cintia Maria Trad Mestre Cláudia Sampaio Fonseca Repetti Doutora Cledson Augusto Garcia Doutor Christiane Pereira de Mello Munhos Mestre Elma Pereira dos Santos Polegato Doutora Fábio Fernando Ribeiro Manhoso Doutor Letícia Peternelli da Silva Mestre Marcílio Félix Mestre Marisa Rossignoli Doutora Milena Friolani Mestre Myriam Lúcia Ruiz Castilho Doutora Patrícia Cincotto dos Santos Bueno Doutora Paulo Sérgio Scorsato Mestre Pedro Henrique Lorenzetti Losasso Mestre Rodolfo Cláudio Spers Doutor Rodrigo Prevedello Franco Doutor Rômulo Estangari Lot Mestre Ronan Gualberto Doutor Sérgio Ricardo Maiolino Mestre Silvio Marcelino da Silva Especialista Walkíria Martinez Heinrich Ferrer Doutora 3.5. CORPO DISCENTE O Corpo Discente representa um papel importante não somente na questão do ensino, mas principalmente como participante direto nas propostas e decisões que visam à melhoria contínua do Curso, e nesse sentido, possui representação no Conselho de Curso, bem como todas as turmas apresentam seus representantes e respectivos suplentes, formando assim o Conselho Discente, escolhidos entre seus pares à Coordenação, visto que reuniões Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 226 Medicina Veterinária bimestrais são realizadas no sentido de ouvir as questões que envolvem o desenvolvimento do Curso, bem como sugestões de aperfeiçoamento (Quadro 5) QUADRO 5. Membros da Comissão Discente 2015 REPRESENTANTE TERMO/TURMA Alanderson Deuel 1A Thássia Perroni Seraphin 1A Márcio Segateli Junior 1B Franciele Omena 1B Angélica Moraes 3A João Gotardi 3A Mônica Carolina Leite 3B Thiago Inácio Mascareli 3B Rodrigo Sávio 5A Yasmin Temóteo 5A Beatriz Godoy 7A Júlio Leite 7A 3.5.1. ATENDIMENTO AO DISCENTE Vários Projetos e Sistemas são conduzidos com o intuito de apoio ao discente. O PROUNI representa um Projeto importante no aspecto financeiro cuja Instituição encontra-se cadastrada, observando-se a cota correspondente ao Curso, onde alguns alunos se beneficiam desse apoio governamental. Ainda visando a questão do custo a Universidade de Marília fornece um desconto médio de 10% no valor das mensalidades para àqueles que efetuam o pagamento até o quinto dia útil de cada mês. Utilizando-se da própria estrutura da Universidade, o aluno tem a sua disposição atendimento médico, odontológico, psicológico e fisioterápico, por meio de seu Hospital Universitário e as respectivas Clínicas Escola. O sistema de atendimento ao aluno no aspecto burocrático é realizado diretamente junto a Secretaria Geral, ou por meio dos terminais dispostos em todos os cursos, onde podem solicitar vários serviços “on line”, além do próprio site onde se encontra a página do aluno com todos os serviços e informações necessárias. Destaca-se também a Ouvidoria que recebe por meio eletrônico Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 227 Medicina Veterinária os elogios, sugestões e reclamações da população em geral, incluindo aqui os acadêmicos. 3.6. TÉCNICO ADMINISTRATIVO O Curso possui uma Secretaria Setorial junto à Coordenação, que atende aos professores e alunos nas suas questões mais imediatas, orientando-os e encaminhando-os Laboratórios, aos Hospital setores imediatos. Veterinário e Encontra-se Setores de também Produção nos Animal, colaboradores que com sua função específica auxiliam os alunos e docentes nas suas atividades didáticas e de extensão, proporcionando melhor condições de trabalho. No Quadro 06, encontramos os colaboradores com suas respectivas funções e setores de atuação, sendo: QUADRO 06. Relação do corpo técnico do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília e suas respectivas funções e setores de atuação. NOME José Roberto Rangel Barbosa Camila Aparecida Nogueira Pires Décio Bertoncini Roseli Aparecida Viana Alessandro Reinaldo Dallan de Melo Isabela Charantola Volponi Marcela Patrícia Martins Marinho Marina Mendes Paiva Elizia Aparecida Z. Silva Rafael Gonçalves da Silva João Vitor Galego Alves Adriana Aparecida Oliveira Márcia Helena Machado Adilson Augusto Pereira Edinalva Almeida Ribeiro Antônio Carlos da Silva Paulo Zoberto da Silva João Pereira dos Anjos Adriana Silva de Oliveira FUNÇÃO Médico Veterinário Auxiliar de Secretaria LOCAL Fazenda Experimental Coordenação Técnico de Laboratório Escriturária Escriturário Anatomia Veterinária Hospital Veterinário Hospital Veterinário Atendente Hospital Veterinário Auxiliar Veterinária Hospital Veterinário Atendente Atendente Auxiliar Veterinário Hospital Veterinário Hospital Veterinário Hospital Veterinário Técnico em Radiologia Auxiliar Limpeza Hospital Veterinário* Hospital Veterinário Auxiliar Limpeza Segurança Auxiliar Limpeza Segurança Segurança Hospital Veterinário Hospital Veterinário Bloco de Ensino Bloco de Ensino Fazenda Experimental Bloco de Ensino Bloco de Ensino Auxiliar Limpeza Auxiliar Limpeza Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 228 Medicina Veterinária Gerson Silva Santana Serviços Gerais Roberto Carlos Teles Auxiliar Laboratório Osvaldo Alves Pereira Trabalhador Agropecuário José Manoel Sacca Trabalhador Agropecuário Adilson da Silva Neto Ordenhador Aurelio Barbosa Trabalhador Agropecuário Jair de Souza Tratorista Jose Carlos Pinheiro Pasteurizador Bispo Lourival Marques de Inseminador Oliveira Jose Alexandre Barbosa Trabalhador Agropecuário Josuel Celio Gomes Encarregado Setor Raimundo Faustino Tratorista Fernando Nagano Gerente Geral Reinaldo Nunes Serviços Gerais * Funcionários Terceirizados Canil e Avicultura Biotério Fábrica de Ração Fábrica de Ração Granja Leiteira Granja Leiteira Granja Leiteira Granja Leiteira Laboratório Reprodução Ovinocultura Ovinocultura Ovinocultura Piscicultura* Piscicultura* 4. ÓRGÃOS SUPLEMENTARES Como apoio às atividades didáticas, o Curso de Medicina Veterinária possui salas de aula climatizadas providas de equipamento multimídia, e conta ainda com a infra-estrutura de laboratórios e espaços especiais, como Hospital Veterinário e Fazendas Experimentais que desenvolvem importantes atividades práticas no dia-a-dia, além do envolvimento científico que proporcionam. A seguir, apresentaremos os respectivos setores de apoio, com breve relato de ações, bem como listando os principais equipamentos locados, sendo: ÁREA FÍSICA MEDICINA VETERINÁRIA – BLOCO ADMINISTRATIVO ADMINISTRATIVO: Sala da Coordenação do Curso; coordenação da semana acadêmica; secretaria setorial; sala de reunião docente; salas de docentes; almoxarifado; sanitários internos; BLOCO DE AULA: Anfiteatro climatizado com capacidade para 200 lugares; salas de aula climatizadas com multimídia e conectadas a internet; sala de aula interativa; banheiros masculino e feminino – bloco superior e inferior; Laboratórios de Anatomia, Nutrição e Parasitologia Veterinária; Almoxarifado; Sala de Apoio 4.1. 4.000 m2 HOSPITAL VETERINÁRIO Com uma estrutura invejável e abrangendo várias especialidades da Medicina Veterinária, o Hospital Veterinário além de ser palco das atividades didáticas do Curso, desenvolve um serviço de extensão reconhecido em toda Região, destacando-se a Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos e Grandes Animais, Anestesiologia Veterinária, Diagnóstico por Imagem, Patologia Clínica e Patologia Animal. Dentro das grandes áreas destaca-se ainda a Cardiologia, Neurologia, Oncologia, Ortopedia, Nutrição e a Homeopatia Veterinária. Em Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 229 Medicina Veterinária regime de plantões continuados, o Hospital Veterinário funciona de segunda a sexta das 7:30 às 17:30 horas. HOSPITAL VETERINÁRIO – ESTRUTURA GERAL Sala de Plantonistas; 03 ambulatórios clínicos; 02 ambulatórios cirúrgicos; 01 ambulatório doenças infecciosas, 01 sala de fluidoterapia infecciosas; 01 sala de fluidoterapia apoio; copa; laboratório clínico; diagnóstico por imagem; 02 centros cirúrgicos de pequenos animais; 01 centro cirúrgico de grandes animais; sala de recuperação cirúrgica; esterilização; lavanderia; rouparia; dispensário de medicamentos; almoxarifado; internação de pequenos animais; patologia animal; microscopia; necroscopia; ambulatório clínico de grandes animais; internação de grandes animais; piquetes; laboratório de reprodução; anfiteatro para 100 lugares; vestiários; sala de docentes; secretaria; SECRETARIA / SALA DE DOCENTES / COPA / SALA DE PLANTONISTAS PEQUENOS ANIMAIS Secretaria: 03 armários com portas de aço; 01 mesa para computador; 02 mesas de madeira; 03 cadeiras; 06 armários para arquivos com 04 gavetas; 01 computador LCD LG 14 polegadas; 01 impressora HP 3550; 01 impressora LX 300 Epson; 01 impressora Bematech; 01 aparelho de ar condicionado 30000 BTU; 01 lousa branca; 01 Computador Positivo 17 polegadas. Sala de Professores: 09 cadeiras estofadas; 01 mesa de reunião; 01 banco de ferro; 01 quadro de feltro; 01 aparelho de ar condicionado Elgin 12000 BTU; 01 lousa branca; 02 poltronas. Copa: 01 Geladeira Eletrolux Prosdócimo; 01 mesa redonda de madeira; 01 fogão 4 bocas Dako; 02 botijões de gás; 01 armário de ferro de 2 portas; 03 bancos de ferro; 01 pia de inox. Sala de plantonista de pequenos animais: 01 computador Compaq; 01 Computador LG; 01 impressora HP Deskjet 600; 02 mesas de madeira; 02 cadeiras; 01 beliche; 01 armário de ferro; 01 ventilador de teto; um aparelho de ar condicionado – conexão à internet. CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS Ambulatórios de Clínica Médica de Pequenos Animais (5 salas): 05 pias de inox; 04 bancos ferro; 04 mesas de inox para atendimento; 04 suporte para medicamentos inox; 02 armários para medicamentos com chave; 08 suportes para soro; 02 mesas de ferro para contenção de animais; 01 aparelho de anestesia inalatória; 05 ventiladores de teto; 01 ponto para oxigenioterapia; 05 mesas de escritório; 12 cadeiras estofadas; 01 balança digital C&F, 01 desfibrilador DX10 PLUS (EMAI); 01 foco de luz com suporte; 01 lupa oftálmica; 01 Doppler vascular portátil Microem; 01 lousa branca sala de fluidoterapia; 01 aparelho de TV mitsubishi de 20 polegadas (doação); 01 aparelho de video laparoscópio externo (marca Vet Cam). LABORATÓRIO CLÍNICO 03 bancadas grandes de inox; 04 armários de parede; 01 botijão de gás industrial 45 Kg; 03 mesas de madeira; 05 bancadas móveis; 03 cadeiras; 10 bancos de madeira; 01 armário (arquivo) de 04 gavetas; 03 armários de aço; 03 baldes de aço; 01 ebulidor; 01 destilador (Micronal); 02 bicos de bunsen; 01 forno Pasteur (Olidef cz); 02 centrífugas Baby (FANEM); 02 estufas de cultura bacteriológica (BIOMATIC); 04 microscópios ópticos bioculares (NIKON); 01 microscópio óptico biocular (PREMIERE); 02 contadores de minuto; 01 banho maria (fanem); 02 geladeiras (Consul/Gelomatic); 01 Freezer Continental; 01 pH metro (Micronal); 01 câmara de fluxo laminar (Tecnal); 01 lavador automático para pipetas; 01 transformador pequeno (AUR);01 balança eletrônica digital de 1Kg (Acatec); 01 agitador de pipetas (Phoenix); 01 centrífuga industrial (Zentrifugenbau); 01 espectrofotômetro Digital Celm; 01 Jarra anaeróbica 3.5lts Permution; 01 cronômetro digital; 01 homogeinizador de sangue Phoenix; 01 autoclave vertical (Phoenix); 01 espectrofotômetro semi automático (Bioplus); 01 centrífuga de microhematócrito Celm; 01 contador diferencial de leucócitos Leucotron; 02 aparelhos de ar condicionado Springer 30.000 BTU. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br ÁREA FÍSICA 3.000 m2 ÁREA FÍSICA 120 m2 ÁREA FÍSICA 92 m2 ÁREA FÍSICA 56 m2 Página 230 Medicina Veterinária LABORATÓRIO DE NECRÓPSIA 01 pia de mármore; 04 mesas de inox; 08 bancos de madeira; 12 bancos médios de ferro; 04 estantes de ferro; 01 serra elétrica Siemsen tipo SS nº 36564; 01 freezer Metalfrio 600 ml; 01 balança Filizola nº8046754; 01 balança C&F modelo C.15 nº0012/94; 01 câmara fria 1,5x4,5 m; 01 moto esmeril modelo ME-5 A nº49676; 01 armário de aço; 02 mesas de madeira; 01 lousa; 02 carrinhos de transporte; 01 armário de box solo; 01 morsa; 01 suporte para afiar facas; Câmara Fria trilhada. LABORATÓRIO DE PATOLOGIA VETERINÁRIA E CITOLOGIA/MICROSCOPIA ÁREA FÍSICA 55 m2 ÁREA FÍSICA Laboratório de Patologia Veterinária: 01 pia de mármore; 01 ventilador de teto; 03 escrivaninhas; 03 cadeiras; 02 armários de aço; 02 arquivos fichário; 02 estantes; 02 mesas de madeira; 01 Geladeira Consul branca 280 l; 01 Fotomicroscópio Olympus; 01 centrífuga Fanem Excelsa Baby II modelo 206-R; armário de madeira fixo parede e solo; 01 marmário 65 m2 fichário de madeira; um aparelho telefônico Sala de Citologia/Microscopia: 04 bancadas; 04 ventiladores de teto; 40 bancos de madeira; 25 microscópios ópticos PREMIÉRE; 03 aparelhos de ar condicionado Springer; 01 armário de ferro, 01 lousa de pincel; 01 cadeira, 04 microscópios Nikkon. DISPENSÁRIO DE MEDICAMENTOS 06 prateleiras de ferro; 01 armário de ferro 1,50x60 cm; 01 armário de ferro 1,70 x 1,40 cm; 01 cadeira; 01 banco de madeira; 01 armário arquivo; 01 mesa para computador; 01 mesa de telefone de madeira; 01 frigobar eletrolux Prosdócimo; 01 geladeira Continetal; 03 bolsas térmicas; 01 ebulidor de alumínio; 01 otoscópio; 01 conjunto laringo-oftalmootoscópio Inspected JD 593; 01 lâmpada de wood John; 01 aquecedor de soro 100ml; 01 aquecedor de soro 500ml; 01 aquecedor de soro 1l; 11 focinheiras; 06 colchões térmicos; 01 lanterna grande Everaudy; 01 estetoscópio BD; 02 cambão; 01 otoscópio marca GOWLLANDS; 01 maca de pano; 01 carrinho de carregar materiais, 01 inalador RESPIRA MAX; 01 máquina de tosa Golden A5; 01 aparelho de telefone; 01 lâmpada de wood com lupa; 01 ventilador de teto; 01 máquina de tosa andis detachable plus e 01 medidor de glicemia Advantage; 01 Computador Itautec; 01 impressora Dekjet 600, 01 cambão; 01 aparelho accutrend plus lactimetro; 01 inalador respira max. ENFERMIDADES INFECCIOSAS Ambulatório de atendimento: 01 pia de inox; 01 ventilador de teto; 01 mesa de escritório; 03 cadeiras estofadas; 01 mesa de inox para atendimento; 01 suporte para medicamentos inox; 01 suporte para soro; Sala de Fluidoterapia: 01 pia de inox; 01 ventilador de teto; 01 mesa de escritório; 03 cadeiras estofadas; 01 mesa para contenção de animais; 02 suportes para soro; 01 mesa de madeira suporte; 01 banco de madeira; 01 lousa branca de madeira. Internação: gaiola galvanizada em quatro compartimentos para internação de cães e gatos LABORATÓRIO DE REPRODUÇÃO ANIMAL Pia de granito, armário de parede com 07 portas; 01 lousa de pincel, 01 aparelho de ar condicionado, 01 armário com prateleiras de solo; 02 microscópios NIKON; 01 eletroejaculador para bovinos e ovinos Eletrogen; 01 banho maria modelo 316 ética; 01 estufa de esterilização, 05 bancos; 03 cadeiras estofadas, 01 mesa de escritório; 01 geladeira Consul 280l; 01 placa aquecedor de sêmen; 01 prateleira de ferro; 01 ventilador de teto, 01 estufa de cultura bacteriológica mod. 216/1 nº007 SALA DE PLANTONISTA DE GRANDES ANIMAIS 01 beliche, 01 estante de ferro; 01 armário de aço; 01 escrivaninha; 01 cadeira estofada Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br ÁREA FÍSICA 12 m2 ÁREA FÍSICA 30 m2 ÁREA FÍSICA 100 m2 ÁREA FÍSICA 40 m2 Página 231 Medicina Veterinária CLÍNICA E CIRÚRGIA DE GRANDES ANIMAIS Ambulatório de Grandes Animais: 02 mesas de madeira; 01 mesa circular; 01 banco de ferro; 03 armários de aço; 02 lousas pincel; 07 cadeiras de madeira; 01 maca; 02 suportes para soro; 01 suporte para cordas; 01 tronco de contenção móvel para bovinas VIVIURKA; 01 fogareiro para marcação; 01 máquina para tricotomia Alfa Tanal; 01 conjunto de correntes obstétricas; 01 talha manual capacidade 3 toneladas; 01 choque portátil; 02 formigas para contenção bovina; 04 cabrestos; 04 travões; 02 buçais; 03 abribocas para bovinos; 01 fetótomo; 01 espéculo; 01 gancho obstétrico; 03 turquezas; 04 rinetas; 01 abre bocas para equínos simples; 01 abre boca para equinos com catraca; 01 Aparelho de lavar a jato; 01 ventilador de teto; 04 cadeiras estofadas S Sala de indução anestésica: Revestida de colchões; Centro Cirúrgico: 02 mesas auxiliares inox; 01 foco cirúrgico fixo; 01 aparelho de anestesia inalatória; 01 mesa cirúrgica hidráulica; 02 apoiadores de soro; 01 aparelho de ar condicionado Carrier 36.000 BTU. Recuperação anestésica: Revestida de colchões; Sala para pequenas intervenções: Brete de ferro para contenção; CLINICA CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS Esterilização: 01 pia de inox; 01 armário de ferro de duas portas; 01 armário de ferro de oito portas; 05 prateleiras; 01 Autoclave Automatizada Sercon; 01 Autoclave BAUMER; 01 Estufa BAUMER; 02 sugadores cirúrgicos Neuoni; 01 eletrocautério; 01 microretífica; 01 criocautério; 03 mesas de madeira; 04 cadeiras; 01 banco de madeira; 01 bancada de madeira; 01 aparelho de microretifica dremel. Centro Cirúrgico de Pequenos Animais II: 01 fotóforo Missouri; 01 bomba de infusão volumétrica LIFEMED; 01 aparelho de ar condicionado LG 210000 BTU; 01 mesa cirúrgica hidráulica, 01 bancada de madeira; 01 mesa auxiliar inox; 01 armário para medicamentos; 01 suporte para soro; 01 maca; 01 aparelho de anestesia inalatória; 01 foco cirúrgico portátil; 01 foco odontológico fixo; 01 Incubadora Neonatal Olidef CZ; 01 ultrasson para limpeza de tártato com jato de bicarbonato (marca Scaler-Jet); 01 compressor de ar (marca Fiac); 01 aparelho c/c/ nº 01 capmógrado 05 mlths; 01 rampia; 01 mesa de inox para instrumentação. Centro Cirúrgico de Pequenos Animais I: 01 fotóforo Missouri; 01 Doppler vascular portátil Microem; 01 aparelho de ar condicionado Springer; 01 mesa cirúrgica madeira; 02 mesas inox auxiliar; 02 suportes para bacia com duas bacias; 01 armário para medicamentos; 04 calhas cirúrgicas; 02 suportes para soro; 01 rampia; 01 aparelho de anestesia 2604 TAKAOKA; 01 cauterizador THERMOFLUX 402 B; 01 Oxímetro de pulso OXP 10; 01 Monitor cardíaco DX 20; 01 foco cirúrgico portátil; 01 negatoscópio; 01 mesa cirúrgica pantográfica automática; 01 aparelho c/c/ nº 01 capmógrado 05 mlths; 01 equipamento multiparamétrico Minday MEC-1000 Sala de recuperação anestésica: 01 lousa de giz; 02 cadeiras; 01 escrivaninha; 01 mesa de ferro para atendimento; 01 aparelho de anestesia inalatória; 02 suportes para soro; 01 maca estofada; 02 pontos para oxigenioterapia; 01 bancada de madeira. Ambulatórios Clínicos: dois ambulatórios; 01 pia de inox; 01 lousa pincel; 01 mesa de inox para atendimento; 02 mesas auxiliares de inox; 02 ventiladores de teto; 02 mesas de escritório; 06 cadeiras estofadas; 01 rampia; 02 suportes para soro; 02 macas, 01 mesa de atendimento clínico de inox. ALMOXARIFADO Armários de aço, Prateleira de aço; Prateleiras de alvenaria. LAVANDERIA / ROUPARIA 01 máquina de lavar industrial fixa; 01 centrífuga para roupas; 01 secadora automática; 01 armário de ferro; 02 mesas de madeira; 04 cadeiras; 01 armário de aço; 01 ferro Black & Decker Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br ÁREA FÍSICA 100 m2 ÁREA FÍSICA 210 m2 ÁREA FÍSICA 60 m2 ÁREA FÍSICA 60 m2 Página 232 Medicina Veterinária ÁREA FÍSICA INTERNAÇÃO DE PEQUENOS ANIMAIS 10 baias de internação com separação para felinos; armário de aço; bancada de madeira; pia higienizadora; exaustor. 60 m2 ÁREA FÍSICA DIAGNÓSTICO POR IMAGEM Sala de Interpretação Radiológica: 01 mesa 1,5 m x 1,20 m; 01 cadeira; 01 bancada de madeira com prateleira; 06 Negatoscópio 50 cm x 80 cm; 01 Estufa de secagem de filme radiográfico BEM; 01 lupa de 100mm com cabo de plástico, 02 divisores de chassis 24x30 e 18x24; 01 espessômetro de inox; 01 chassi pequenso 13x18; 02 chassis 24x30; 02 chassis 18x24; 01 chassi 13x18; 01 foco de luz 30x11, 01 ventilador de teto; 01 banco de madeira; 01 aparelho telefônico Sala de Revelação Radiológica; 01 armário de madeira 90 cm x 50 cm; 01 pia de inox; 01 Tanque revelação de inox; Luz de proteção; 01 Armazenador de Chassis 30 cm x 60 cm; 01 Identificador luminoso para RX; 03 colgaduras 30x40; 04 colgaduras 24x30; 03 colgaduras 18x24 Sala de Radiologia; 01 mesa de ferro pequena; 01TOSHIBA ROTANODE Modelo: DRX – 1603B Série nº 7K 189 Capacidade: 640 Ma. 01 arquivo de ferro com gavetas; 04 aventais de chumbo; 01 luva de proteção radiológica; 02 protetores de tireóide; 01 Rx móvel marca Siemesn Unimax 213 Sala de Ultra-sonografia e Eletrocardiografia; 01 mesa de computador; 01 mesa de madeira; 01 suporte para ultrasom; 01 armário tipo vestiário; 01 Ultrassom ECHO CAMERA SSD-500; 01 vídeo printer Sony UP-890 MD; 01 transdutor de 3,5mHz; 01 transdutor de 5,0mHz; 01 transdutor de 7,5mHz; 01 vídeo cassete Mitsubishi HS-X98; 01 eletrocardiógrafo TEB C10; 01 impressora HP Deskjet 600; 02 bancos de madeira; 01 calha de madeira; 01 ventilador de teto; 01 suporte de soro; 01 adaptador para ecocardiografia de madeira, 01 mesa de atendimento clínico de inox; 01 calha de inox pequena; 01 ultra-som marca CHISON – modelo 8300 Vet; 01 transdutor de 5,0 mHz; 01 transdutor de 7,5 mHz. REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR O Coordenador do Curso de Medicina Veterinária 75 m2 da Universidade de Marília – UNIMAR, no uso de suas atribuições legais, expede o presente regimento, regulamentando as atividades do Hospital Veterinário da Instituição. OBJETIVO E FINALIDADES Art. 1º - Este regimento tem por objetivo complementar o regimento do Curso de Medicina Veterinária/UNIMAR. Art. 2º - O Hospital Veterinário, por meio dos serviços que o compõe, tem por objetivo: 1. Servir de campo de ensino e treinamento a estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação em Medicina Veterinária; 2. Aperfeiçoamento para profissionais e estagiários relacionados com a assistência médico – veterinária; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 233 Medicina Veterinária 3. Prestação de serviços à comunidade sob forma de atendimento médicoveterinário; 4. Proporcionar meios para o desenvolvimento de pesquisas científicas; 5. Dar apoio didático aos departamentos que atuam em sua área física e em atividades a ele relacionadas. Parágrafo Único – Entende- se por área física do Hospital Veterinário: a) Prédios destinados a ambulatórios, laboratórios, centros cirúrgicos, centro de diagnóstico por imagem, patologia animal, dispensário de medicamentos, áreas destinadas à internação dos pacientes, administração e setores de apoio; b) Anexos: Piquetes, desembarcadouros, troncos e demais áreas destinadas a animais hospitalizados e de interesse didático. ORGANIZAÇÃO Art. 3º - Com a finalidade de atender seus objetivos, o Hospital Veterinário congrega os serviços vinculados à prática do diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças, a saber: 1. Serviço de anatomia patológica; 2. Serviço de anestesiologia veterinária; 3. Serviço de clínica cirúrgica de grandes animais; 4. Serviço de clínica cirúrgica de pequenos animais; 5. Serviço de clínica médica de grandes animais; 6. Serviço de clínica médica de pequenos animais; 7. Serviço de diagnóstico por imagem; 8. Serviço de homeopatia veterinária; 9. Serviço de patologia clínica; 10. Serviço de reprodução e obstetrícia veterinária. § 1º – Os serviços mencionados neste artigo poderão ser acrescidos ou supridos de outros, por proposta da Coordenação do Curso de Medicina Veterinária. § 2º – Os responsáveis pelos serviços serão indicados pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária. PATRIMÔNIO Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 234 Medicina Veterinária Art. 4º - Constituem patrimônio da Universidade, fisicamente lotados no Hospital Veterinário: Bens móveis e imóveis, instalação e equipamentos a ele incorporados e destinados ao seu funcionamento. ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E ORGANIZACIONAL Art. 5º - O Hospital Veterinário será gerido pelo Administrador que estará subordinado a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Reitoria. Art. 6º - O Administrador deverá ser médico veterinário com experiência docente, indicado pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária com aprovação da Reitoria. Art. 7º- Ao Administrador do Hospital Veterinário, além de outras competências que forem conferidas por portaria ou instrução, compete: a) Representar o Hospital Veterinário em toda e qualquer; atividade; b) Selecionar candidatos para o corpo médico veterinário e propor o número dos mesmos a serem contratados; c) Decidir sobre a inclusão de novos serviços ou e d) Exclusão dos relacionados no art. 3º; e) Opinar sobre o desenvolvimento de programas de ensino e pesquisa a serem efetuados na estrutura; f) Executar e fazer executar as deliberações da Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Reitoria; g) Superintender todos os serviços do Hospital Veterinário; h) Baixar normas para organização e funcionamento dos diferentes serviços administrativos; i) Aprovar a escala de férias dos funcionários; j) Presidir as reuniões hospitalares com docentes, alunos e funcionários; k) Exercer o poder disciplinar, nos termos da legislação; l) Apresentar a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Reitoria relatório mensal das atividades desenvolvidas; m) Promover entendimento com os departamentos envolvidos com o Hospital Veterinário para o pleno desenvolvimento Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 235 Medicina Veterinária de cursos, programas e prestação de serviços a comunidade; n) Propor juntamente com a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária obras de conservação, ampliações e acompanhar sua execução; o) Propor a Reitoria a aquisição de material permanente, equipamentos e medicamentos; p) Orientar e fiscalizar os plantões; q) Fiscalizar e fazer cumprir o regimento referido Regimento; r) Praticar na esfera administrativa todos os atos necessários à boa e eficiência dos serviços, bem como a disciplina do pessoal; s) Exercer as demais atribuições que lhe competirem pela legislação em vigor. Parágrafo único - Na ausência do Administrador do Hospital Veterinário responderá pelo mesmo o Coordenador do Curso de Medicina Veterinária. CORPO MÉDICO – VETERINÁRIO Art. 8º - O corpo clínico do Hospital Veterinário será composto por médicos veterinários, docentes com horas atividade, obedecendo-se as especialidades. Art. 9º - Aos médicos veterinários docentes com horas atividades compete: a) Desenvolver as especialidades veterinárias; b) Desenvolver o aspecto didático prático, por meio da orientação, junto aos estagiários curriculares e de Programas de Extensão, além dos plantonistas e alunos de programas de pós-graduação em medicina veterinária; c) Fomentar pesquisa científica; d) Prestação de serviços junto à comunidade como atividade de extensão; e) Apresentar relatório mensal de atividades setoriais ao Administrador; f) Cumprir o horário fixado na contratação; ESTAGIÁRIOS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 236 Medicina Veterinária Art. 10º - São considerados estagiários, os alunos desta ou de outra Instituição de Ensino Superior, além de profissionais vinculados a Programas de Pós-graduação no exercício de estágio obrigatório; Art. 11º - Os interessados deverão requerer junto a Administração do Hospital Veterinário, estágio nos diferentes setores. Art. 12º - Para solicitar estágio o interessado deverá ter sido aprovado, no mínimo, nas disciplinas que mantém serviços no qual pretende estagiar. Art. 13º - O estágio terá duração mínima de 30 (trinta) dias. Art. 14º - O estagiário submeter-se-á as normas estabelecidas pela Administração do Hospital e perderá esta condição se infringir qualquer dos seguintes preceitos: 1. Cometer ato de indisciplina ou insubordinação; 2. Deixar de comparecer no plantão designado sem justificativa; 3. Receber vantagens pelos serviços prestados; 4. Faltar a mais de duas reuniões clínicas; 5. Não cumprir o mínimo de 85% de freqüência; 6. Cometer faltas outras, que venham a ser apuradas. Art. 15º - Terão preferência para o estágio os alunos matriculados no último semestre letivo do Curso, sendo as vagas restantes preenchidas por alunos matriculados nos semestres anteriores, obedecendose os critérios de seleção promulgados em forma de edital nos Programas de extenção; Art. 16º - As vagas para estágio serão limitadas de acordo com a disponibilidade da orientação docente, bem como com casuística do setor, em comum acordo com a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária. ATENDIMENTO DE ANIMAIS Art. 17º - O Hospital Veterinário prestará serviços de atendimento em regime ambulatorial. Parágrafo único – O atendimento ocorrerá de segunda a sexta – feira no horário das 7:30 às 17:30 horas, em esquema de plantão Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 237 Medicina Veterinária continuado, sendo aos sábados, domingos e feriados, o atendimento restrito aos retornos. Art. 18º - O cliente deverá inicialmente ser atendido no guiche para preenchimento do prontuário, termo de responsabilidade e ao mesmo tempo realizar sua triagem social. Art. 19º - Após a triagem social o cliente será encaminhado ao ambulatório de triagem veterinária onde será dado o destino ao animal para o setor de atendimento compatível com o caso. Art. 20º - Os casos tidos como de emergência terão atendimento imediato, sendo os demais por ordem de chegada. Art. 21º - Os prontuários dos pacientes serão totalmente preenchidos pelo estagiário e vistoriados pelo docente responsável, devendo-se observar o acompanhamento dos exames correspondentes, para que possibilitem um seguimento clínico e posterior levantamento de dados. Art. 22º - O animal será assistido por um estagiário, devidamente orientado por um docente que deverá observar o preenchimento de todos os itens que constam nos formulários. Art. 23º - Após todos os procedimentos o cliente deverá ser acompanhado até a recepção para o arquivamento da ficha clínica. Art. 24º - Torna-se imprescindível que seja anotada na ficha de atendimento a data do retorno e que o cliente fique ciente. Art. 25º - Os exames complementares somente serão realizados quando solicitamos em requisições próprias e devidamente preenchidas, constando da suspeita clínica e assinado pelo docente responsável. Art. 26º - Os exames complementares externos, somente serão realizados, acompanhados do pedido do profissional solicitante. Art. 27º - Todos os animais que vierem a óbito durante o atendimento nesta unidade deverão ser submetidos à necrópsia com requerimento devidamente preenchido. DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 28º - Nenhuma notícia referente ao Hospital Veterinário poderá ser fornecida para divulgação sem autorização prévia e por escrito da Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 238 Medicina Veterinária Administração, Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e/ou Reitoria. Art. 29º - Os materiais, equipamentos e prontuários médicos, bem como todos os documentos relacionados com a assistência prestada, são de propriedade do Hospital Veterinário, dele não podendo ser retirados. Art. 30º - O controle das drogas psicotrópicas e anestésicas a serem utilizadas no Hospital ficará a cargo de profissional credenciado na secretaria municipal de saúde e indicado para tal fim pelo Administrador do Hospital Veterinário. Art. 31º - O controle do centro de radiologia e ultrassonografia ficará a cargo de profissional credenciado na secretaria municipal de saúde e indicado para tal fim pelo Administrador do Hospital Veterinário. Art. 32º - Os casos omissos ou de interpretação duvidosa serão analisados pela Administração do Hospital Veterinário juntamente com a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária. Parágrafo único – Nenhum animal deixará de ter os primeiros atendimentos, dentro dos horários estabelecidos para o funcionamento do Hospital Veterinário, ficando o docente responsável sujeito às penalidades administrativas e éticas pela lei vigente. Art. 33º - O presente regimento entrará em vigor a partir da data de sua aprovação. Marília, 02 de dezembro de 1996. Prof. Fábio Manhoso Administrador do Hospital Veterinário Prof. Dr. Bruno Soerensen Cardoso Diretor da Faculdade de Ciências Agrárias Atualizado em 01 de fevereiro de 2011. Prof. Dr. Fábio Manhoso Coordenador do Curso de Medicina Veterinária CRMV-SP 6983 4.2. LABORATÓRIOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS Os Laboratórios de apoio, citados servem como área das aulas práticas, bem como estágios e pesquisa, atendendo as necessidades acadêmicas Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 239 Medicina Veterinária quanto à vivência da prática e da rotina laboratorial. Devidamente equipados se localizam no bloco central do curso, tornando-se assim de fácil acesso aos alunos. Existem também alguns outros que se encontram localizados em blocos distintos, porém dentro do campus, respeitando-se suas particularidades, caracterizados como de uso multidisciplinar, sendo os docentes das áreas afins que os utilizam dentro do regime contratual. ÁREA FÍSICA ANATOMIA VETERINÁRIA 16 mesas de inox; 79 bancos; 04 escrivaninhas; 05 cadeiras; 02 mesas de inox com rodas; 01 estante para livros; 01 armário com gaveta; 80 caixas plásticas; 01 armário de madeira para deposito; 01 escada de madeira; 10 bandejas plásticas; 01 guincho com tralha para 01 tonelada; 01 tripé; 01 maquina seladora de plástico; material cirúrgico em geral: tesouras, pinças, bisturi, facas e serra; pistola de vacinação; serrote; Vidraria em geral; calha cirúrgica alumínio, 01 tambor de plástico de 100 litros utilizado para maceração, 02 tanques de metal para armazenagem de peças anatômicas. 340 m2 ÁREA FÍSICA LABORATÓRIO PARASITOLOGIA VETERINÁRIA o o 01 microscópio Nikon Y52-T n 187540; 01 microscópio Premiere XSZ-107BN n 015510; 01 o o microscópio Premiere XSZ107BN n 011644; 01 microscópio Premiere XSZ107BN n o 019161; 01 microscópio Premiere XSZ107BN n 010916; 01 microscópio Premiere o o o XSZ107BN n 018929; 01 microscópio NikonYS2-T n 249444; 01 lupa Nikon n 139545 ; 01 o o o lupa Nikon n 141062; 01 lupa Nikon n 141113; 01 lupa Nikon n 141002; 01 fogão elétrico o Faet n 596; 01 banho Maria Tecnal TE 127 série 897310; 01 barrilhete Permution DN 50 EB-608; 02 barrilhete 50 mm; 01 balança de precisão; 01 mesa tipo escrivaninha com 3 gavetas;; 50 bancos mochos, 01 prateleira de aço; 03 cadeiras de madeira com encosto; lupa Nikon nº 141004, 141136; regulador de voltagem nº 19006, 19069, 19085, 19036, 01 geladeira prosdóscimo 340 litros modelo 01341 DBA 1; 01 balcão de fórmica com 6 portas. 30 m2 ÁREA FÍSICA LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO VETERINÁRIA / FABRICA DE RAÇÃO 01 puxador de milho com rosca sem fim; 01 motor 2 cv; 01 VÊNETA moinho com motor de 25 cv, mod. NS.130-40; 01 silo para armazenagem de milho capacidade 500 kg; 01 VÊNETA ciclone para ensaque direto; 01 VENETA balança com motor 25 cv - mod. P)% capacidade 500 kg; 01 misturador com motor 6 cv capacidade 500 kg; 01 VÊNETA elevador altura 6 m; 01 VÊNETA elevador altura 9 m; 01 VÊNETA peletizadora com chave compensadora manual tipo BE10.2389 mod. CZ.1000; 01 resfriador de rações peletizadas; 01 VÊNETA transportador de rações 1,5 m x 2,0 m; 20 estrados para armazenamento de matéria-prima e rações prontas; 01 estufa de secagem e esterilização – FANEM, mod. 315 SE; 01 estufa de secagem e esterilização –FANEM, mod. 320 SE; 01 mufla FORNITEC; 01 balança analítica BOSCH, mod. S 2000; 01 medidor de pH DIGIMED, mod. DMPH; 21 moinhos por 01 moinho de faca – MARCONI, mod. TE 340; 01 moinho de martelos – MARCONI, mod. TE09; 01 geladeira – CONSUL, mod. RC2800, capacidade de 275 litros; 01 vibrador para granulometria –TELASTEM; 01 destilador – MARCONI, mod. TE 077; 01 agitador – QUIMIS, mod. Q 321.A.28/9; 01 Conjunto Kjeldahl paradigestão e destilação (micro); 01 Aparelho extrator tipo Soxhlet; 01 Conjunto para determinação de Fibra Bruta; 01 mesa simples, 02 carriolas; 01 máquina de costurar sacos / marca NEWLONG (modelo) NP7 ATokio-Japan). 100m² REGULAMENTO INTERNO: LABORATÓRIOS DE ANATOMIA VETERINÁRIA / NUTRIÇÃO ANIMAL / PARASITOLOGIA VETERINÁRIA Os Laboratórios de Anatomia Veterinária, Nutrição Animal e Parasitologia Veterinária, têm como objetivo principal atividades práticas aos acadêmicos dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 240 Medicina Veterinária de Marília, visando o ensino e aprendizado, por meio da transferência de conhecimentos da teoria para a prática. Visando o pleno funcionamento dos laboratórios, faz-se necessário a presença de estagiários, treinados e orientados pelos docentes, com a finalidade de proporcionar de forma efetiva a rotina de funcionamento dos respectivos laboratórios, bem como, dar suporte complementar e acompanhamento dos alunos nos períodos de estudos. Para atender a descrição supracitada é necessário que se cumpra as seguintes exigências: 1. Normatização no uso dos laboratórios pelos discentes e docentes: 1.1. Os laboratórios serão utilizados para as aulas práticas relacionadas às disciplinas afins em horário de estudo livre por alunos e estagiários devidamente credenciados nos processos seletivos, ou que estejam em acompanhamento científico junto ao docente responsável; 1.2. Os laboratórios serão utilizados para a realização de exames, testes e preparos de amostras, bem como no desenvolvimento de projetos de pesquisa, previamente aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa e Experimentação Animal da Universidade. 2. Regras e Normas de funcionamento de Práticas Laboratoriais: 2.1. Antes do inicio de cada semestre os docentes que irão lecionar disciplinas com aulas práticas laboratoriais devem apresentar seu horário de atribuição para a rotina laboratorial; 2.2. No inicio do semestre os alunos devem assinar a declaração de responsabilidade e tomarem conhecimento das regras e normas de funcionamento dos laboratórios; 2.3. Todos os trabalhos desenvolvidos nas aulas práticas de laboratório devem ser acompanhados de protocolos elaborados pelos respectivos docentes das disciplinas; 2.4. Semanalmente o docente deverá programar as aulas da semana seguinte juntamente com o técnico ou estagiário destacado para o apoio às suas aulas; Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 241 Medicina Veterinária 2.5. Os protocolos devem ser fornecidos aos alunos antes das aulas, para que estes possam ler antecipadamente o trabalho que irão desenvolver; 2.6. Nos protocolos deverão constar os seguintes itens: 2.6.1. Identificação da disciplina e do curso; 2.6.2. Tema; 2.6.3. Objetivo; 2.6.4. Introdução; 2.6.5. Material e métodos; 2.6.6. Identificação dos riscos associados ao trabalho e procedimentos, para minimizar possíveis acidentes; 2.6.7. Execução laboratorial; 2.6.8. Resultados (espaço para apresentação de resultados); 2.6.9. Bibliografia. 2.7. No final de cada aula o docente deverá preencher o registro de ocorrências (quebra de material, avarias de equipamentos, acidentes etc.); 2.8. A utilização de equipamentos para a realização de trabalhos de aulas práticas implica o preenchimento do registro de utilização de equipamentos, ficando este preenchimento a cargo do técnico ou estagiário destacado para apoiar as respectivas disciplinas; 2.9. Compete ao técnico ou estagiário destacado para cada disciplina o preenchimento do registro de quebras e/ou avarias, no final de cada aula pratica; 2.10. Os docentes e os alunos devem tomar conhecimento deste manual e cumprir as regras e normas dos laboratórios. 3. Regras gerais de segurança: 3.1. Afixar quadro de sinalização de segurança em todos os laboratórios; 3.2. Uso de avental, jaleco e /ou roupas e calçados branco; 3.3. Utilização de luvas de proteção; 3.4. Lavar as mãos no inicio e final das atividades práticas; 3.5. Manter a organização e limpeza dos laboratórios. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 242 Medicina Veterinária 4. Todas as atividades que implicam no uso de material biológico (fluidos, excreções, secreções, peças, animais, produtos químicos), deverão ser apreciadas pela Comissão de Ética. 5. Os casos omissos nesse regulamento serão observados pelos Conselhos dos Cursos e suas respectivas coordenações. Marília, 01 de fevereiro de 2011. Prof. Dr. Fábio Manhoso Coordenador do Curso de Medicina Veterinária CRMV-SP 6983 TÉCNICA CIRÚRGICA – MEDICINA VETERINÁRIA (BLOCO VIII) Sala de Paramentação I e II: pias de inox com 04 torneiras assépticas; cadeiras e mesas de apoio de madeira. Sala de Técnica Cirúrgica: provida de 10 boxes cirúrgicos contendo cada: entrada de O2 e N2O, com seus respectivos painéis de alarme temporizado, mesa cirúrgica de madeira, calha pequena e grande, suporte para soro, mesa de inox para instrumentação, cadeiras. LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA - MULTIDISCIPLINAR (BLOCO IV) 48-microcomputadores Pentium 2, Core2 Duo, HD 80, 2GB de memória. Programas- Windows XP, CorelDraw X4, ProgeCAD 2010 LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA – MULTIDISCIPLINAR (BLOCO IX) Bancadas fixas; bicos de Bunsen; vidraria em geral; reagentes em geral, instrumentais cirúrgicos em geral; 01 microcentrifugador Fanen; 01 Balança de precisão; 01 Banho maria; 01 Fotômetro de chama; 01 destilador; 01 aspirador Fanen; 01 Lavador de Pipetas; armários de aço; banquetas; ventiladores de teto LABORATÓRIO DE QUÍMICA E BIOQUÍMICA – MULTIDISCIPLINAR (BLOCO IX) Sala de Preparação: Balança Eletrônica Mark – PAT: 00016; pHmetro micronal Mod. B371 – PAT: 00760; Balança analítica Bosch mod. S2000; Balança analítica Bosch mod. S2000; Espectrofotômetro CELM mod. E225D; Geladeira Consul – Biplex Laboratório 1: Capela – PAT: 00002; Banho Maria (Marconi TE 127) Serie:897311; Banho Maria (SF); Centrífuga Baby Fanem mod. 206; Centrífuga Baby Fanem mod. 206 Serie:129739; Cuba p/ eletroforese; Mufla (Bravac) Serie:282; Estufa de secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE Laboratório 2: Capela Químis MOD QT 216.21-PAT:00001; Centrífuga BABy Fanem mod. 206; Banho Maria SF; Banho Maria Marconi mod. TE 127 – Serie: 887806; Estufa de secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE; Mufla ( Bravac ) Serie: 1276; Destilador Fanem mod. 724 LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS – MULTIDISCIPLINAR (BLOCO V) 02-Capelas / 02-Banho-Maria / 01-Bomba de Vácuo/ 01-Deionizador / 01-Moinho de Facas / 01-Balança Analítica Eletrônica / 01-Balança Semi-analítica / 01-Centrífuga para Tubos / 01Centrífuga para Butirômetro / 01-Destilador de Água / 01-Digestor Micro-fibras / 01Destilador de nitrogênio / 01-Bloco Digestor de Fibras/ 01-INFRATEC / 01Espectrofotômetro / 02-Ph-metro / 01-Refratômetro Abbé / 02-Refratômetro Manual / 02Liquidificador industrial TECNAL / 01-Forno/Mufla / 01-Estufa de Secagem e Esterilização / 03-Estufa de Cultura / 01-Agitador de Tubos / 02-Agitador Magnético c/ aquecimento / 02Agitador Magnético Macro Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br ÁREA FÍSICA 200 m2 ÁREA FÍSICA 100 m2 ÁREA FÍSICA 96 m2 ÁREA FÍSICA 190 m2 ÁREA FÍSICA 100 m2 Página 243 Medicina Veterinária 4.3. FAZENDA EXPERIMENTAL “MARCELLO MESQUITA SERVA” Nos domínios da Fazenda Experimental “Marcello Mesquita Serva”, representada por uma área de 298 alqueires encravada dentro do “campus”, encontraremos os vários setores que participam efetivamente das atividades de ensino, pesquisa e extensão, como: Canil Central; Biotério; Avicultura de Postura e Corte; Apicultura; Cunicultura; Fábrica de Ração; Piscicultura; Equideocultura; Ovinocultura e Bovinocultura de Corte e Leite. Destaca-se o Laboratório de controle de qualidade do leite, instalado junto à leiteria e controle de qualidade do mel, junto ao setor de apicultura CUNICULTURA 01 armário de madeira com uma porta e quatro gavetas –0,80 X 0,60 cm; 01 escrivaninha com três gavetas; 01tatuador de orelhas; 41gaiolas grandes para reprodução; 84 gaiolas pequenas para engorda; 02 gaiolas de transporte; 01 carriola; 100 cumbucas de barro para ração; 02 cortinas de proteção laterais para o barracão; 14 ninhos de madeira; 01 lançachamas; 01 botijão de gás padrão; 01 peneira de feijão; 01 escada de madeira grande; 01 balaio plástico para lixo; 02 pás; 02 enxadas. Plantel de 100 coelhos APICULTURA / CONTROLE DE QUALIDADE DO MEL Sala de recepção: duas mesas e duas cadeiras; Controle de qualidade do mel – centrifuga de inox para mel, decantador; estufa; mesa desoperculadora; Almoxarifado – caixas de ninho com melgueiras e caxilhos; Sala de preparo de mateirias – mesas e cadeiras, fogão de duas bocas Produção: Mel - 250 kg/ano / Propolina – 01 litro/ano OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA / CANIL BORDER COLLIE 01 brete de Inversão; 01 balança Açores; 01 armário de Inox; 01 aparelho de diagnóstico de gestação(Scanopreg); 01 pipeta de inseminação; 01 pistola dosificadora, 01 geladeira; 01 carriola; 01 curral de manejo – modelo australiano 600m2, 02 pistolas dosificadoras 2 (hoppner);1 Galpão de Confinamento de cordeiros (2.048 m );1 Galpão para armazenar 2 2 equipamentos, ração e manipulação de carne (80 m );1 Canil Border Collie (40 m );Pasto para os ovinos (50 ha);1 Balança Filizola (pesar sacaria);1 Balança TRU Test (eletrônica) para pesagem de animais;1 vagão forrageiro;1 trator Valtra;1 máquina costal. Plantel de 3000 cabeças de ovinos, sendo 1000 em parceria com Frigorífico Marfrig e 12 cães Border Collie BOVINOCULTURA DE CORTE – NELORE Sala de recepção – 02 computadores com conexão internet, ramal telefônico; 16 baias internas - cocheiras; antena parabólica; piquetes externos; área para higienização dos animais Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br ÁREA FÍSICA 100 m 2 ÁREA FÍSICA 100 m2 ÁREA FÍSICA 3000 m2 ÁREA FÍSICA 500 m2 Página 244 Medicina Veterinária AVICULTURA DE POSTURA E CORTE 20 bebedouros copo de pressão (alumínio); 80 bebedouros pendular (plástico); 27 comedouros tipo bandeja (plástico); 38 comedouros tubular (alumínio); 08 campânulas a gás (alumínio); 01 balança Filizola 15 kg; 02 balanças – 150 kg; 04 termômetros de mercúrio Incoterm; 04 termômetros de bulbo seco e bulbo úmido Incoterm; ; 01 higrômetro; 14 caixas de transporte (plástico); 01 geladeira Cônsul; 01estufa de esterilização universal mod. 219 Fabe-Primar; 08 botijões de gás; 01 lança-chamas; 04 ovoscópios (madeira); 01 gaiola de recria (arame galvanizado); 01 gaiola de postura (arame galvanizado); 01 bomba d’ água de alta pressão 6800 Jacto; 01 bateria de arame galvanizado (2 andares); 01 debicador eletrico; 01 Classificador de ovos (manual); 25 bandejas para ovos (plástico); 02 mesas com tampo de fórmica; 05 carteiras com tampo de fórmica (desenho); 01 escrivaninha padrão cerejeira com 3 gavetas; 01 armário padrão cerejeira (portas deslizantes); 02 cadeiras estofadas; 02 bancos de madeira; 06 conchas (alumínio); 05 baldes (plástico); 01 rastelo; 08 boxes (madeira e tela); 01 mangueira; 01 pulverizador costal – 20 litros (plástico); 03 estrados de madeira; 01 enxada. Plantel de 200 aves de postura PISCICULTURA 01 arquivo de aço com 4 gavetas; 01 mesa; 03 cadeiras; 01 armários pequenos de 2 portas; 01 armário de aço de 2 portas; 1 estante de aço; 01 lousa branca; 01 espectofotômetro MICRONAL – B-382; 01 condutivímetro. - MICRONAL; 01 pH metro TCA; 01 microscópio eletrônico biocular – NIKO; 01lupa – OLIMPIKUS; 01 estufa de secagem – FANEM; 01 balança eletrônica de precisão – capacidade 5 kg - TECNAL; 01 geladeira CONSUL com capacidade de 275 litros; 01 freezer METALFRIO com capacidade de 270 litros; 02 aquários de vidro – capacidade de 150 litros cada; 05 aquários de vidro – capacidade de 60 litros cada; 01 balança com prato – capacidade 20 kg - WELMY; 01 balança de mesa – 150kg - FILLIZOLA; 01 bomba gasolina – STHIL P 840 – 2CV; 01 moedor de carne – BRASINOX; 01 purificador de água – AQUARIUS; 01 esterilizador UltraVioleta; 03 sopradores de ar - WEG; 02 bombas d’água; 01CV5 aeradores AQUAPÁ – BERNAUER; 03 incubadoras de fibra de vidro A 300 BERNAUER; .02 incudadoras de fibra de vidro – 300 l TRIFISH; 08 Incubadoras de fibra de vidro – 60 l; 01 tubo de oxigênio – 10 3 M 07 caixas d’água de material plástico com capacidade de 500 litros - UNIPAC; 02 caixas d’água de material plástico com capacidade de 1000 litros - UNIPAC; 01 Bebedouro BEGEL; 10 caixas d’água de fibrocimento de 250 litros; 12 caixas d’água de fibrocimento de 150 litros; 04 caixas d’água de fibrocimento de 1000 litros; 50 caixas de fibra de vidro de 140 l. CANIL CENTRAL Quarentena: 05 baias com solarium; ambulatório clínico com duas mesas de atendimento, pia de granito, armário de medicação; suporte para soro; tanque para banho. Plano Central: dois ambulatórios de atendimento clínico com pia, mesa de atendimento, armário de medicamentos, suporte para soro; depósito de ração; sala da administração com mesa e cadeira, armário arquivo, aparelho telefônico, bebedouro; banheiro masculino e feminino; sala destinada à Polícia Militar do Estado de São Paulo; 20 baias com solarium BIOTÉRIO CENTRAL Recepção e sala de docentes e coordenação; laboratórios e vestiários masculino e feminino; setor de experimentação; setor de criação; sala de máquinas – impressora Hp desket 610C; bebedouro GPI de galão; refrigerador eletrolux 240l; estufa fanen 315 SE; Raio X Spectro III C/M; Mesa anatômica para dissecção em aço inox 1,80x0,90; mesa para cirurgia em ratos; autoclave horizontal mod 105G 432 Lt; Centríguga; Destilador de água Fanen mod. 724/A; Estufa para abastecimento mod-3; Forno fundição bravac N-2; balança eletrônica filizola mod-MF03-1; incinerador 10Kg/ciclo biotério; mesas de madeira, mesas de cerejeira, cadeiras giratórias; estantes de aço; estantes de aço inox com gaiolas e bebedouro, 08 mesa em aço inox para anatomia, 01 computador, ramal telefônico, climatização de ar geral; conexão a internet Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br ÁREA FÍSICA 270 m2 ÁREA FÍSICA 300 m2 ÁREA FÍSICA 200 m2 ÁREA FÍSICA 400 m2 Página 245 Medicina Veterinária BOVINOCULTURA LEITERIA 04 carteiras para alunos; 01 lousa; 01 bebedouro d’água; 01 escrivaninha para computador; 03 prateleiras; 02 arquivos de 04 gavetas; 01sistema Alfro Systen completo; 300 colares transponder eletrônico de identificação; 01 ordenhadeira Mecânica 4X4 TANDEN (ALFA LAVAL); 02 motores elétricos para bomba d’água para limpeza; 01 botijão de gás; 01 centrífuga 206 R (FANEM); 02 escrivaninha para escritório; 01 tosqueadeira (ALFA LAVAL); 01 botijão de semem DS 18 (CRYOMETAL); 01 descongelador de semem BIO-DS 3 (BIO GENETIC); 01 alicate aplicador (PECREX); 01 seringas dosadoras automática 50 ml (HOPPNER); 01 bomba costal 20 litros PJH (JACTO); 01 makita 9524 NB; 01 tronco casquiador; 01 escrivaninha para impressora; 01 tanque de expansão (capacidade 1400 L) (ALFA LAVAL); 01 tanque de expansão (capacidade 1600 L) (S/M); 01 pasteurizador 700 litros/hora (MEC MILK); 01 iorguteira 300 litros/hora (MEC MILK); 01 embaladeira 1200 litros/ hora (MEC MILK); 01 banco de gelo 1200 L (MEC MILK); 01 compressor MSV-60 (SCHULZ); 02 motores eletricos TCA 2100 C (ELGIN); 01 camara fria (TERMOPAINEL); 250 caixas de leite cor branca 10 litros (ISANI); 20 latão de leite 50 Litros (MILKAN ECO); 01 estabilizador de voltagem (FORCE LINE); equipamentos ALFA LAVAL em geral; 16 carteiras para alunos; 03 prateleiras; 01 geladeira Brastemp (440 l); 01 embaladeira 1200 litros/ hora (MEC MILK). Plantel de 220 vacas raça Holandesa, sendo 90 em lactação – processo de duas ordenhas com média de 2000l/dia, doados a Prefeitura Municipal de Marília com destino à merenda escolar. LABORATÓRIO CONTROLE DE QUALIDADE DO LEITE 01 balança digital BG 1000 (GEHAKA) n.504465; 01 centrífuga (EBERLE) n.0397/51; 01 estufa de secagem e esterilização 315 SE; 01 estufa microbiológica modelo 002 CB (FANEM); 01 contador de colônias CP 600 (PHOENIX) n. 368; 01 banho maria modelo 100 (FANEM) n. HR 4146; 01 homogenizador modelo 752 (FISATAM) n. 741822; 01 destilador TE-180 (TECNAL); 01 controlador de minutos (HERWIG); 01 tripé; 01 tela de amianto; 01 camara de fluxo laminar (FLV série 1028); 01 autoclave vertical; 01 bico de bunsen; 01 lavador de pipetas; 01 reservatório de água destilada;; 02 aparelhos de ar condicionado; 01 estabilizador de voltagem (SUPRITEC); 01 cromometro (multitimer tpizo) TP 120 (PHOEMIX); vidrarias em geral; 01 bomba alizarol; 01 balde de inox; 01 latão de lixo plástico; 01 botijão de gás (12 Litros); 01 microscópio; 01 armário de aço. LABORATÓRIO REPRODUÇÃO ANIMAL 01 banho maria fanem; 01 deionizador; 01destilador; 01 freezer horizontal; 01 geladeira com freezer-; 01 arquivo de metal com 4 gavetas; 01 eletroejaculador de bovinos; 01 banana de ovinos (eletro); 03 vaginas artificiais de cavalo; 01 equitainer; 01 estante de aço com 06 prateleiras ; 01 armário de madeira com uma portas; 05 mesas de madeira para aulas práticas; 01 fetótomo, 05 microscópios biocular Nikon; 05 espéculos vaginais de bovinos; 03 agulhar para prolapso uterino; 02 bucal marcador; 01 estufa fanem; 01 mesa aquecedora; 03 caixas de madeira para aulas de obstetrícia (parto, distocias, fetotomia); 02 mesas com 3 gavetas; 01 mesa de formíca; 03 escrivaninhas de escritório; 07 cadeiras almofadas; 01 banco de madeira; 02 armários de aço com 2 portas; 02 estantes de aço com 03 prateleiras; 01 extrator de bezerros; 02 vaginas artificiais de bovinos; 02 vaginas artificiais de ovinos; 01 contador de células Champion e 03 contadores de células Brasmed; 02 botijões de sêmen; 01 cadeira almofada; 01 freezer horizontal; 01 geladeira Prosdocimo. 4.4. ÁREA FÍSICA 100 m2 ÁREA FÍSICA 20 m2 ÁREA FÍSICA 139 m2 FAZENDA EXPERIMENTAL “ÁGUA LIMPA” Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 246 Medicina Veterinária Localizada a 15 km de Marília, representa uma área importante destinada ao Curso de Medicina Veterinária, visto sua especificidade no Gado Elite Nelore, onde são desenvolvidas técnicas avançadas de reprodução e produção animal aliada a nutrição e ao controle sanitário de um rebanho de mais de 1300 cabeças. Com uma área de 180 alqueires, nesse espaço, os alunos vivenciam o que há de mais moderno na especialidade como técnicas de inseminação artificial por tempo fixo, transferência de embriões chegando à clonagem. ÁREA FÍSICA FAZENDA “ÁGUA LIMPA” Câmera Lenox Dig. LCD; Descongelador de sêmem; Impressora HP Laser Jet 1020; Rádio Comunicador; Ultrasom Aloka modelo SSD-500; Balança eletrônica para pesagem de animais; Histotécnico 893; Fal-botijão mod. CD B-200; geladeira Brastemp biplex; lavadora 180,37 portátil completo; tosquiadera elétrica alfa laval; lavador de alta pressão; ordenhadeira Alqueires portátil mecânica; ventiladores; camas; mesas; cadeiras; armários de aço; armários tipo arquivo; televisão CCE HPS 20 CR; estufa para secagem e esterilização Donal; Estufa para cultura Fanen; esmerilhadeira elétrica portátil; compressor de ar Schultz; centrífuga centrimicro fanen; bomba à vácuo alfa laval; tratores e carretas. 4.5. BOSQUE MUNICIPAL O Bosque Municipal de Marília é uma área reservada que foi desapropriada em 1.942, tornando-se espaço público de lazer e estudos e inaugurado como Bosque Municipal “Rangel Pietraróia” em setembro de 1974, em homenagem ao empresário e vereador mariliense. Sua vegetação é Mata Atlântica do interior, latifoliada, semi-decídua, vegetação esta, que se estendia por quase todo o interior do Estado. Representa atualmente um importante banco genético para ações de reflorestamento com mais de cem espécies de plantas devidamente identificadas ao público. Com uma área de 20ha, serve como ponto turístico e de lazer, atividades culturais, pesquisa e educação ambiental. Possui várias espécies animais soltas como cotia, preguiça, lagarto tiú, sagui e gambá e, em cativeiro, as aves, como faisão, perdiz, calopsita, maritaca, pavão e avestruz, além de répteis, como os famosos jabotis. Nesse sentido, a Universidade de Marília, por meio dos Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia, firmou uma parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a partir de agosto de 2009 no sentido de prestar assessoria técnica nas referidas áreas, utilizando-se do espaço para suas atividades didáticas, teórico-práticas. Fruto ainda dessa parceria, surge o Complexo Veterinário “Renato Gradim Bastazini” caracterizado por um ambulatório Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 247 Medicina Veterinária para atendimento dos animais internos, em situações de baixa complexidade, além de um Laboratório de Nutrição Animal, servindo assim como mais um pólo de aprendizado aos alunos do Curso de Medicina Veterinária. Ressalta-se que em situações que envolva média e alta complexidade todos os animais são encaminhados para atendimento diretamente no Hospital Veterinário da UNIMAR. 5. NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA DA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA O NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA DA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – NAP/UNIMAR tem o objetivo de desenvolver atividades relacionadas à prática da pesquisa na Universidade de Marília. O NAP/UNIMAR disponibiliza instrumentos que auxiliam na elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), apresentando modelos dos principais instrumentos utilizados durante os cursos de graduação da Universidade de Marília, todos com base nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): Manual de Metodologia da Pesquisa Científica: orientações quanto à elaboração e apresentação gráfica do Projeto de Pesquisa e do Trabalho de Conclusão de Curso. Modelo de Projeto de Pesquisa: apresentação gráfica. Modelo de Trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso: apresentação gráfica. Modelo de trabalho Acadêmico: apresentação gráfica. Modelos de citações. O NAP tem como Coordenadora Geral a Prof. Dra. Walkíria Martinez Heinrich Ferrer, sendo representante do Curso de Medicina Veterinária o Prof. Dr. Carlo Rossi Del Carratore. 5.1. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O Programa Institucional de Iniciação Científica da Universidade de Marília – PIIC/UNIMAR – tem o objetivo propiciar uma primeira aproximação do acadêmico com as atividades de pesquisa, aprimorar o conhecimento obtido durante a graduação, assim como viabilizar os instrumentos necessários à prática da pesquisa e a correta utilização das normas técnicas da ABNT. As atividades de Iniciação Científica devem contribuir para o desenvolvimento do Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 248 Medicina Veterinária espírito científico e do pensamento reflexivo, da ciência e da tecnologia, assim como para a criação e difusão da cultura. O Programa Institucional de Iniciação Científica/UNIMAR compreende as quatro áreas do conhecimento contempladas pela Universidade de Marília: Ciências Agrárias, Ciências Exatas e Tecnológicas, Ciências Biológicas e da Saúde e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Cada área específica desenvolve suas Linhas de Pesquisa e mantêm a continuidade das atividades por meio do desenvolvimento de Projetos de Pesquisa. O processo seletivo para bolsistas de Iniciação Científica ocorre sempre no primeiro semestre do ano letivo. Os editais, onde estão definidos prazos e condições para inscrição, ficam disponíveis na página inicial do site da UNIMAR e podem ser consultados também no link do Programa de Iniciação Científica – PIC/UNIMAR. Os projetos de pesquisa são encaminhados para avaliação pelo Comitê Externo, composto por docentes pós-graduados de outras instituições e indicados pelo Comitê Institucional de Iniciação Científica da Universidade de Marília. Projetos de pesquisa de alunos voluntários, não bolsistas de IC, podem ser apresentados fora do prazo estipulado pelos editais, ou seja, são de fluxo contínuo. O Núcleo de Apoio à Pesquisa – NAP/UNIMAR organiza eventos científicos que possibilitam a disseminação dos resultados das pesquisas de Iniciação Científica desenvolvidas pelo PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA, com publicação impressa e eletrônica, indexados e com periodicidade anual. Simpósio de Iniciação Científica e Encontro de pós-graduação da Universidade de Marília – ISSN 2176-8544. Fórum de Pesquisa e Extensão da Universidade de Marília – ISSN 21782083. Encontro de Iniciação Científica do curso de Direito da Universidade de Marília – ISSN 18084044. 5.2. COMISSÃO CIENTÍFICA DOS CURSOS DE MEDICINA VETERINÁRIA E ENGENHARIA AGRONÔMICA. Prof. Dr. Carlo Rossi Del Carratore – Presidente (Biólogo) Prof. Dra. Cláudia Sampaio Fonseca Repetti (Médica Veterinária) Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 249 Medicina Veterinária Prof. Dr. Cledson Augusto Garcia (Zootecnista) Prof. Dr. Ronan Gualberto (Agrônomo) 6. REVISTA UNIMAR CIÊNCIAS A Revista UNIMAR CIÊNCIAS é uma publicação científica da Universidade de Marília, de tiragem semestral e caracterizada com artigos da área de Ciências Agrárias (Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia Agronômica), sendo seu primeiro exemplar impresso em 1993, estando atualmente no seu 22º volume, devidamente indexada sob o ISSN 1415-1642, tendo como Editor Chefe o Prof. Dr. Rodolfo Cláudio Spers e os Editores Associados, Prof. Dr. Cledson Augusto Garcia e Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso. 7. BIBLIOTECA 7.1. APRESENTAÇÃO A Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” é assim denominada desde 08 de abril de 1989. Em seus 3.035,45m² oferece ambiente de estudos com 55 mesas de 04 lugares, 14 salas para estudo em grupo, comportando até 08 alunos e, ainda, cabines para estudo individual em toda sua extensão. Atualmente o acervo possui especificamente para o curso de Medicina Veterinária 1722 títulos e 3437 exemplares e em seu acervo geral mais de 59.388 títulos e 123.964 exemplares de livros, além de periódicos nacionais e estrangeiros, fitas de vídeo, CD-ROMS, disquetes, mapas, atlas, obras de referência, obras clássicas da área jurídica, entre outros. Todo esse acervo gerou em 2009 mais de 71.000 empréstimos. O acervo abrange todas as áreas do conhecimento e encontra-se informatizado com software próprio, possibilitando consultas por autor, título e assunto. O sistema de empréstimo e devolução, também informatizado, é controlado através de código de barras, contando com 17 computadores divididos entre consulta, empréstimo e devolução. No seu quadro de funcionários possui 01 bibliotecária chefe (Maria Célia Aranha Ramos – CRB 8ª/2130), 03 bibliotecárias adjuntas, 21 auxiliares e 07 estagiários, sendo o horário de funcionamento de segunda à sexta-feira, das 8:00 h às 22:30 h e aos sábados, das 8:00 às 11:00 h. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 250 Medicina Veterinária 7.2. POLÍTICA DE AQUISIÇÃO A aquisição se dá a partir da bibliografia indicada em cada curso, o acervo é mantido de acordo com o material indicado em sala de aula e, ainda, dentro dos assuntos de pesquisas realizadas na Universidade. Para doação é realizada uma seleção das obras e, são aceitos apenas materiais condizentes com as áreas oferecidas pela Unimar e que ainda esteja atualizada. 7.3. SERVIÇOS 7.3.1. PESQUISA NA INTERNET E BASE DE DADOS O serviço de pesquisa bibliográfica é feito pelo próprio usuário, diretamente através da Internet. O interessado deve dirigir-se diretamente à Seção de Multimídia, onde existem 20 terminais de acesso e estagiários para orientação. 7.3.2. COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA Mecanismo que procura garantir aos usuários, artigos de periódicos em âmbito nacional e internacional, não encontrados na Biblioteca da Instituição. A Biblioteca mantém para isso convênio com o COMUT e BIREME. Quando solicitado o serviço de comutação bibliográfica, é cobrada uma taxa estipulada pelo próprio COMUT, variando de acordo com o número de páginas. 7.3.3. EMPRÉSTIMOS ENTRE BIBLIOTECAS A Biblioteca realiza intercâmbio de material com as Bibliotecas da Faculdade de Medicina de Marília, Fundação de Ensino Eurípedes Soares da Rocha e UNESP campus de Marília, e com outras bibliotecas em nível nacional, obedecendo às normas estipuladas em cada uma. 7.3.4. APRESENTAÇÃO DA BIBLIOTECA AOS USUÁRIOS Com a chegada dos novos alunos, são agendadas visitas à Biblioteca para conhecimento dos seus procedimentos e normas para uso. No decorrer do curso, durante a disciplina de Metodologia Científica, os professores retornam com a finalidade de apresentação da base de dados. 7.3.5. SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO USUÁRIO É possível, a qualquer momento, orientação informal para o uso otimizado do espaço. 7.3.6. EMPRÉSTIMO DE LIVROS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 251 Medicina Veterinária Todo o material da Biblioteca está disponível ao usuário para consulta, porém não são liberados para empréstimo domiciliar os periódicos, obras de referência e obras clássicas. 7.3.7. MATERIAL PARA CONSULTA Refere-se ao material previamente selecionado, geralmente indicado por professores, visando a atender as consultas imediatas dos usuários na própria Biblioteca. 7.3.8. RESERVA DE MATERIAL Se, na tentativa de empréstimo, o material já estiver emprestado, o aluno, professor ou funcionário poderá fazer a reserva do material. A mesma pessoa não poderá reservar se ainda estiver com o material em mãos. É necessário que se faça a devolução num primeiro momento, para que mais pessoas tenham oportunidade. 7.3.9. ACESSO AOS PERIÓDICOS: O catálogo de assunto está indexado em ordem alfabética, possibilitando a recuperação das mais diversas áreas. A atualização é constante. Para a localização do fascículo é necessário anotar o título do periódico, volume, número, mês e ano. 7.4. NORMAS 7.4.1. INSCRIÇÃO Os alunos da graduação, automaticamente na matrícula, recebem uma carteira fornecida pelo DCE que, entre outras possibilidades, permite o acesso aos serviços da Biblioteca. Os alunos de pós-graduação e professores podem obter instantaneamente, seu cartão apresentando um documento de identificação, o nº de registro de matrícula com a instituição e uma foto 3x4. Os funcionários apenas apresentam seu crachá. As demais pessoas da comunidade externa acessam o material da Biblioteca com a apresentação de um documento de identidade. 7.4.2. PRAZOS DE EMPRÉSTIMO Os alunos e funcionários podem retirar quatro livros para empréstimo domiciliar, com prazo de sete dias para devolução, os professores podem retirar até seis livros, com prazo de 15 dias. Se não houver procura pelo material retirado, o usuário poderá fazer um novo empréstimo. Livros de Literatura podem ser emprestados por até 10 dias. Se o prazo de devolução Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 252 Medicina Veterinária não é respeitado, cobra-se multa por dia de atraso e por material emprestado, incluindo o sábado. Ao efetuar o empréstimo, o usuário fica inteiramente responsável pela preservação do material retirado. Em caso de perda ou dano, o material deverá ser reposto. 7.4.3. EQUIPAMENTOS CONSTANTES NA BIBLIOTECA Os equipamentos constantes da biblioteca são os seguintes: Setores Equipamentos Sala de Leitura Acervo 11 computadores (consulta ao acervo) 06 impressoras de recibo de empréstimo e devolução 06 computadores (para empréstimo e devolução) 02 computadores (apoio: consulta ao acervo e reserva de material) Administração e 01 impressora laser serviços técnicos 08 computadores Sala de Multimídia 01 impressora laser 23 computadores conectados a Internet (01 para monitoramento/ controle de uso; 01 como servidor e 01 como firewall Auditório/ Sala de Vídeo 01 TV 01 Vídeo 01 Quadro branco/ pincéis e apagador 01 Retroprojetor 7.4.4. PLANO DE EXPANSÃO A Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” objetiva expandir seu acervo em 10% a cada ano. Semestralmente, os professores elaboram uma lista de livros e de periódicos para serem adquiridos. De outro lado, investimentos têm sido feitos na aquisição de CD Room e software. Na Sala de Multimídia, o aluno dispõe de vários computadores conectados à Internet que facilitam o acesso a informações internacionais. 8. PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROF. EM MED. VETERINÁRIA O Programa de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária da UNIMAR, criado em 2001, já capacitou mais de 80 profissionais (Quadro 7) e Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 253 Medicina Veterinária foi o primeiro de uma Instituição Privada, a possuir o reconhecimento do Conselho Federal de Medicina Veterinária, atendendo às exigências legais das Resoluções 824/2006 e 895/2008 para um efetivo ensino de Pós-Graduação, com particularidades que vêem a somar no aprimoramento dos alunos, que além do treinamento em serviço que corresponde a 80% das atividades, realizam estágio obrigatório em outra Instituição, e devem apresentar artigo científico para publicação nos dois níveis, ou seja, R1 e R2. Durante o Programa, os Aprimorandos têm também a oportunidade de realizarem um rodízio nas especialidades que são contempladas no Hospital Veterinário, dando assim condições para que os mesmos possam nessa somatória de informações se sentirem preparados e capacitados para as discussões que acercam a especialidade central escolhida. Juntamente à estrutura hospitalar, casuística compatível e preceptoria de qualidade, os Aprimorandos possuem a disposição uma biblioteca local de consulta rápida com mais de 50 títulos. QUADRO 07. Relação dos alunos formados pelo Programa de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária da UNIMAR, com sua respectiva origem, área de atuação e ano. Residentes IES Área Ano Kristian Legatzki UNIMAR Clínica Pequenos 2001-2002 Daniel Paulino Júnior UNIMAR Clínica Pequenos 2001-2002 Patrícia Rodrigues Silveira UNIMAR Cirurgia Pequenos 2001-2002 Fábio Elias Randi UNIMAR Cirurgia Pequenos 2001-2002 André Luiz Viveiros Corona UNIMAR Clínica Pequenos 2002-2003 Kátia Regina Voss UNIMAR Clínica Pequenos 2002-2003 Camila Castro Neves UNIMAR Cirurgia Pequenos 2002-2003 Aline Aparecida Bolina UNIMAR Cirurgia Pequenos 2002-2003 Milene Zukauskas UNIMAR Clínica Pequenos 2003-2004 Rodrigo Prevedello Franco UNIMAR Clínica Pequenos 2003-2004 Thiago Ramos Netto UNIMAR Cirurgia Pequenos 2003-2004 Milena Friolani UNIMAR Cirurgia Pequenos 2003-2004 Leandro Figueiredo Ribeiro Costa UNIFRAN Clínica Pequenos 2004-2005 Gustavo Sales Viroel UNIMAR Clínica Pequenos 2004 Fernanda Teixeira Castiglia UNIMAR Cirurgia Pequenos 2004-2005 André Peturlon Terra UNIMAR Cirurgia Pequenos 2004-2005 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 254 Medicina Veterinária Renato Godoy Santos UNIMAR Clínica Grandes 2004 Daniele Corradi Seraghete UNIMAR Clínica Pequenos 2005-2006 Cleython Souza do Rego UNIMAR Clínica Pequenos 2005-2006 Ricardo Furlan Alonso Moura Lacerda Cirurgia Pequenos 2005-2006 Marina Lázzari Carvalho Campos UNIMAR Cirurgia Pequenos 2005-2006 Pâmela Rodrigues Moreira Barão de Mauá Patologia Animal 2005-2006 Andréa França Alves UNIMAR Clínica Pequenos 2006-2007 Gabriela Noronha de Toledo UNIFRAN Clínica Pequenos 2006-2007 Mônica Kawalhisa Yoshioka UNIMAR Cirurgia Pequenos 2006-2007 Marina Barreto Lopes Martin UNIMAR Cirurgia Pequenos 2006-2007 Ana Carolina Pezzzoni Fighera UNIMAR Clínica Grandes 2006 Janaina L. Assumpção Renrschler UNIMAR Clínica Pequenos 2007-2008 Fernanda Paris Manechini UNIMAR Cirurgia Pequenos 2007-2008 Carolina Bruno Barbosa UNIMAR Cirurgia Pequenos 2007-2008 Luiz Paulo Pimenta Mello UNIMAR Clínica Pequenos 2007-2008 João Paulo Pereira Amadio UEL Patologia Animal 2007 Miriam Simões de Souza UNIMAR Clínica Grandes 2007 Eric El Kathib Masiero UNIMAR Cirurgia Pequenos 2008-2009 Araré Arrivabene Neto UNIMAR Cirurgia Pequenos 2008-2009 Pedro Henrique Franco de Souza UNIMAR Clínica Pequenos 2008-2009 Amanda Leal de Vasconcellos UNIMAR Clínica Pequenos 2008-2009 Denise Haebara USP Patologia Animal 2008 Franciele Volante UNIMAR Clínica Grandes 2008 Andressa de Fátima K. T. de Lima UNICENTRO Cirurgia Pequenos 2009-2010 Juliana Kan Nunes Pereira UNIMAR Cirurgia Pequenos 2009-2010 Luciano Moraes Aude UNIMAR Clínica Pequenos 2009-2010 Giorgina G. R. São Germano UENP Clínica Pequenos 2009-2010 Priscila Theóphilo UNIMAR Patologia Animal 2009 Letícia Peternelli da Silva UNIMAR Clínica Grandes 2009 Juliana Martin UEL Cirurgia Pequenos 2010-2011 Simone Scarpin de Sá UFV Cirurgia Pequenos 2010-2011 Renan Médico da Silva Barão de Mauá Clínica Pequenos 2010-2011 Jorge Cardoso da Silva Filho FCA Andradina Clínica Pequenos 2010-2011 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 255 Medicina Veterinária Danilo Luiz Ravena UNIMAR Patologia Animal 2010 Bianca Fernandes UNIMAR Clínica Grandes 2010 Heloisa da Costa Menezes UNIRP Cirurgia Pequenos 2011-2012 Bruna Artioli Zuntini UNIMAR Cirurgia Pequenos 2011-2012 Carlos Eduardo Domingues UNIFENAS Clínica Pequenos 2011-2012 Lígia Dortas Maffei UFBA Clínica Pequenos 2011-2012 Andressa Marana Botega UNIMAR Patologia Animal 2011 Lívia Magosso Ramires UNOESTE Clínica Grandes 2011 Inajara Nakamura Hirota UNIMAR Cirurgia Pequenos 2012-2013 Tami Aime Kubota UENP Cirurgia Pequenos 2012-2013 Cláudia Tozato Centinari UNIMAR Clínica Pequenos 2012-2013 Tatiana Rosa Fernandes UFPel Clínica Pequenos 2012-2013 Paulo Henrique Fontes Marini UNIMAR Clínica Grandes 2012 Karen Giuliana Lourenço UENP Patologia Clínica 2012 Rafael Cerântola Siqueira UNIMAR Cirurgia Pequenos 2013-2014 Vanessa Yuri Funai UNIMAR Cirurgia Pequenos 2013-2014 Guilherme David Galvani UNIMAR Clínica Pequenos 2013-2014 Amanda Sarita Cruz UEM Clínica Pequenos 2013-2014 Lais Lucas Fernandes UNIMAR Patologia Clínica 2013 Camila Pereira Alves de Campos UNIMAR Patologia Animal 2013 Silvia Cristina Calamita UNIMAR Clínica Grandes 2013 Rafael Henrique Souza Siragusi UNIMAR Cirurgia Pequenos 2014-2015 Valeska Tallia M. de Barros UNIMAR Cirurgia Pequenos 2014-2015 Isabela M. F. Gonçalves Pires UNIMES Clínica Pequenos 2014-2015 Giselle Sanches Pineli UNIMAR Patologia Clínica 2014 Alfredo H. Tanaka Pereira UEL Patologia Animal 2014 Renata Alves de Paula UNIMAR Clínica Grandes 2014-2015 Djonatan Risso UNIMAR Clínica Pequenos 2015-2016 Emiliana Fiorini UNIP Clínica Pequenos 2015-2016 Bruno Pratta UNIMAR Cirurgia Pequenos 2015-2016 Lais Camolese UENP Cirurgia Pequenos 2015-2016 Concelina Piva UNIMAR Patologia Clínica 2015 Bruna Mignoso UEL Patologia Animal 2015 Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 256 Medicina Veterinária Amanda Costa UNIMAR Clínica Grandes 2015-2016 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA (PAPMV) Capítulo I DAS GENERALIDADES Artigo 1º. O PAPMV é um programa intensivo de treinamento supervisionado em serviço de Médicos Veterinários, que se desenvolverá em um ou dois anos consecutivos, denominando-se Médico Veterinário Aprimorando I (MVAI) e Médico Veterinário Aprimorando II (MVAII), de acordo com as áreas observadas. Artigo 2º. A duração do PAPMV será de no mínimo 3800 horas, sendo 1900 horas em MVAI e 1900 horas em MVAII, para as áreas de Clínica Médica de Pequenos Animais, Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais e Clínica Médica, Cirúrgica e Reprodução de Grandes Animais e 1900 horas, ou seja, um ano, para as áreas de Patologia Animal e Patologia Clínica, das quais 85% se destinarão ao treinamento prático supervisionado, incluindo plantões, e 15% a atividades teóricas, sob forma de seminários, reuniões clínicas, estudos bibliográficos, realização de trabalho científico, além de auxílio em atividades práticas junto às disciplinas correlatas. Artigo 3º. O PAPMV será desenvolvido pelo Curso de Medicina Veterinária junto ao Hospital Veterinário, além das Fazendas Experimentais “Marcello Mesquita Serva” e “Água Limpa”, sendo orientado por uma Comissão própria, denominada Comissão de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária (CAPMV), vinculado diretamente à Coordenação do Curso e à Pró-Reitoria de PósGraduação. Artigo 4º. As áreas em que se desenvolverá o PAPMV serão as seguintes: a) Clínica Médica de Pequenos Animais b) Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais c) Clínica Médica, Cirúrgica e Reprodução de Grandes Animais d) Patologia Animal e) Patologia Clínica Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 257 Medicina Veterinária Capítulo II DA COMISSÃO DO PAPMV Artigo 5º. A Comissão do PAPMV será o órgão de assessoria da Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, para assuntos pertinentes. Artigo 6º. Comporão a Comissão do PAPMV: a)Seis representantes docentes com título de Mestre, ou superior e que sejam contratados em regime de no mínimo 20 horas, além de apresentarem afinidade com as atividades que serão desenvolvidas. Os mesmos serão indicados pelo Coordenador do Curso de Medicina Veterinária, sendo quatro membros titulares, e dois, suplentes, exercendo suas atividades dentro do regime de contratação. b)Um representante dos Aprimorandos, eleito por seus pares, com seu respectivo suplente. Artigo 7º. A Comissão do PAPMV elegerá dentre seus membros um Presidente e um Vice-Presidente. Artigo 8º. O mandato dos membros docentes será de 02 anos; e do representante dos Aprimorandos 01 ano, podendo ser reconduzidos. Artigo 9º. Cabe a Comissão de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária: a) Aprovar os PAPMV elaborados pelos Preceptores e encaminhá-los para aprovação junto à Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, que os submeterá à Pró Reitoria de Pós-Graduação; b) Solicitar aos Docentes de disciplinas correlatas, durante o mês de agosto, o número de vagas desejadas para o ano seguinte e sua distribuição, encaminhando essa documentação a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária que os submeterá a Pró Reitoria de Pós-Graduação; c) Fazer com que anualmente se realizem os exames de admissão de Aprimorandos MVAI e enviar resultados a Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 258 Medicina Veterinária Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Pró Reitoria de Pós-Graduação; d) Receber, aprovar e encaminhar anualmente a lista de Aprimorandos MVAI aprovados para cursarem MVAII a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Pró Reitoria de Pós-Graduação; e) Discutir e decidir sobre todos os outros casos pertinentes ao PAPMV, em reunião mensal ou uma vez convocada, extraordinariamente. As reuniões poderão ser convocadas pelo Presidente da Comissão, bem como pelo Coordenador do Curso de Medicina Veterinária, até mesmo em caráter extraordinário. Capítulo III DAS VAGAS, DOS OBJETIVOS E DOS PAPMV Artigo 10º. O número de vagas para os PAPMV será estabelecido anualmente pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, no mês de setembro, ouvido a CAPMV e devidamente aprovado pela Pró Reitoria de Pós-Graduação. Artigo 11º. Os objetivos gerais do Aprimoramento em Medicina Veterinária serão: I- Promover o aprimoramento de conhecimentos, habilidades e atitudes indispensáveis ao exercício da Medicina Veterinária por meio de treinamento em serviços sob supervisão; II- Desenvolver no aprimorando senso de responsabilidade inerente ao exercício de suas atividades médico-veterinárias; III- Estimular o espírito de investigação científica, através da iniciação à pesquisa; IV- Estimular a capacidade crítica da atividade Médico- Veterinária, considerando-a em seus aspectos científicos, éticos e sociais; V- Posicionar-se como um agente de saúde única, mostrando à sociedade o Médico Veterinário como sendo também um Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 259 Medicina Veterinária promotor de saúde pública e ambiental, seja em qualquer área do conhecimento. Artigo 12º. Os PAPMV nas diferentes áreas serão elaborados pelos preceptores de cada residente, devendo ser baseado na seguinte programação geral. I- Auxílio em aulas práticas de disciplinas correlatas, sob a orientação do preceptor ou docente responsável pela aula; II- Estudo dirigido, teórico e/ou prático, sobre assuntos pertinentes e correlacionados à área específica; III- Desenvolver atividades práticas na área de seu interesse em estabelecimentos conveniados com a Universidade, através de estágio obrigatório realizado no último ano do programa, para os de dois anos, e mesmo nos de um ano a atividade será obrigatória e que possa assim contribuir para sua boa formação profissional de acordo com o preceptor e a CAPMV; IV- Apresentação e discussão de casos clínicos e seminários; V- Atualização bibliográfica de assuntos correlacionados à área; VI- Condução de pesquisa científica sob orientação do preceptor ou do docente responsável; VII- Assistência à comunidade nas suas diferentes formas: ambulatorial, hospitalar, rural entre outras; VIII- Vincular sempre suas atividades ambulatoriais, laboratoriais e rurais como agente de saúde pública; IX- Outras atividades de interesse geral em Medicina Veterinária. Capítulo IV DO PROCESSO SELETIVO Artigo 13º. Poderão candidatar-se ao concurso para PAMV (MVAI) todos os Médicos Veterinários graduados no máximo há 03(três) anos em Faculdade Brasileira, oficialmente reconhecida. Se o candidato estiver cursando o último período letivo de graduação em Medicina Veterinária, ficará seu ingresso condicionado ao cumprimento integral das suas atividades curriculares de graduação. Poderão se inscrever também Médicos Veterinários Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 260 Medicina Veterinária graduados em Faculdades Estrangeiras, observada a legislação de estrangeiros vigente no país. Artigo 14º. É vedada a inscrição aos candidatos que concluíram ou que tenham interrompido qualquer Programa de Aprimoramento, Aperfeiçoamento, Capacitação ou Residência em Medicina Veterinária. Artigo 15º. Para inscrição ao Concurso serão necessários: a) Ser brasileiro ou naturalizado; b) Se estrangeiro, apresentar cópia legível do visto de permanência no país; c) Ter cumprido as obrigações com o serviço militar, se do sexo masculino; d) Ter votado na última eleição ou justificado nos termos da lei; e) Requerimento de inscrição devidamente preenchido indicando a área desejada; f) Diploma de Médico Veterinário ou declaração comprobatória de estar cursando último semestre do curso de graduação em Medicina Veterinária; g) Fotocópia da carteira de inscrição junto ao CRMV-SP, caso Médico Veterinário formado; h) Fotocópia do RG e CPF; i) Fotocópia do Histórico Escolar Oficial; j) Curriculum Lattes, devidamente documentado; k) Duas fotografias 3x4 l) Comprovante de recolhimento da taxa de inscrição Artigo 16º. O concurso será realizado por exame constando de três provas: Prova Escrita (eliminatória e classificatória) – Peso 03; Avaliação do Curriculum vitae – Peso 03; Entrevista – Peso 04 §1º- A prova escrita versará sobre conhecimentos relativos à área em que o candidato se inscreveu e será de caráter eliminatório, passando o candidato aos processos subsequentes caso obtenha nota igual ou superior a seis, bem como classificatório para aqueles aprovados. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 261 Medicina Veterinária §2º-Cada candidato deverá inscrever-se em uma área somente. §3º-Haverá uma Avaliação Psicossocial dos candidatos antecedendo às entrevistas, sem qualquer cunho eliminatório ou classificatório. O objetivo será colher dados como instrumento da entrevista aos que forem aprovados Artigo 17º. Serão chamados a ocupar as vagas, os candidatos aprovados por ordem decrescente de notas, especificamente em cada área. § Único - Os candidatos, de que trata o artigo 13º, só poderão ocupar a vaga se já forem inscritos no CRMV-SP. Artigo 18º. O concurso para ingresso será divulgado por meio de Edital com antecedência mínima de 30 dias, discriminando: condições de admissão, área e número de vagas oferecidas, entre outras informações que se fizerem necessárias ao pleno entendimento no site da Instituição, além da divulgação via imprensa local e folders e cartazes impressos. Artigo 19º. A Banca do Concurso será composta por três docentes de cada área interessada, indicado pela Comissão de Aprimoramento. Capítulo V DO CORPO DOCENTE Artigo 21º. As disciplinas que oferecerem PAPMV são responsáveis pelo ensino e orientação dos Aprimorandos. Artigo 22º. Cada área terá um ou mais Preceptores indicados pela Comissão de Aprimoramento, ouvidos os docentes envolvidos, responsáveis diretos por seus orientados. Artigo 23º. Os preceptores terão no mínimo o grau de Mestre e poderão orientar no máximo dois Aprimorandos. Artigo 24º. Os preceptores poderão solicitar interrupção da orientação e desligamento do aluno a qualquer momento, encaminhando ofício a Comissão de Aprimoramento que analisará o pedido ouvido às partes, manifestando seu parecer e enviando a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária para manifestação final, fazendo-se ciente a Pró Reitoria de Pós Graduação. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 262 Medicina Veterinária Capítulo VI DOS DIREITOS DOS APRIMORANDOS Artigo 25º. Constituem direitos dos Aprimorandos em Medicina Veterinária: a) Bolsa auxílio mensal com valor determinado pela Mantenedora, incidindo o desconto de 11% regido pela legislação brasileira; b) Trinta dias de férias em comum acordo com seus Orientadores; c) Afastamento remunerado por gestação, solicitado à Comissão de Aprimoramento e autorizado pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, conforme a lei; d) Nos casos do item “c” o afastamento será no máximo por quatro meses, devendo a aluna compensá-lo ao término de seu período como Aprimoranda, só assim podendo receber seu certificado de conclusão; e) Afastamentos remunerados poderão ser solicitados à Comissão de Aprimoramento e se destinarem a comparecer a Cursos, Reuniões Científicas e Estágios em outras Instituições e locais, com o acordo do Preceptor, dando-se preferência aos MVAII, bem como aos que têm sua participação vinculada à apresentação de trabalhos; f) Uma folga semanal de acordo com a programação dos Preceptores; g) Instalações adequadas a fim de proporcionar o descanso local, provida de conexão à rede, comunicação, além de instalações para pequenas refeições e higiene anexa; h) Seguro contra acidentes pessoais i) Receber ao término das suas atividades, desde que aprovado, e cumprir com suas obrigações científicas, Certificado de Conclusão no Programa de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária, constando seus dados pessoais, número do CRMV, área e registro oficial na Instituição, nome do Orientador, descrevendo no verso o treinamento recebido. Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 263 Medicina Veterinária Capítulo VII DOS DEVERES DOS APRIMORANDOS Artigo 26º. Constituem deveres dos Aprimorandos: I- Dedicar-se exclusivamente às atividades do PAPMV, não lhes sendo permitidas outras atividades, mesmo que não remuneradas; II- Cumprir as normas que regem as atividades em que esteja desenvolvendo seu Aprimoramento; III- Cumprir a carga horária mínima do Programa; IV- Realizar no segundo ano estágio supervisionado obrigatório, num período de trinta dias em Instituição externa. Nos Programas de um ano o referido estágio deverá da mesma forma, ser realizado; V- Realizar trabalho científico anualmente, apresentá-lo sob forma oral a comunidade docente e discente em evento organizado e publicá-lo em periódico especializado e indexado num prazo de no máximo 18 meses; VI- Conduzir-se com disciplina e respeito perante clientes, alunos, colegas e funcionários em geral, respeitando a hierarquia; VII-Comparecer com pontualidade e assiduidade às atividades programadas; VIII-Ser responsável pela conservação dos materiais de seu uso; IX-Respeitar o Regimento Interno do Hospital Veterinário. Capítulo VIII DO REGIME DISCIPLINAR Artigo 27º. Os Aprimorandos estarão sujeitos às seguintes penalidades em casos de inobservância deste Regulamento: I- Advertência Suspensão de até 60 dias II- Cancelamento do Programa Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 264 Medicina Veterinária Artigo 28º. As penalidades serão aplicadas por escrito, sempre após ter sido ouvido o Aprimorando envolvido. § 1º- A advertência será aplicada pelo Preceptor, dando ciência a Comissão de APMV. § 2º- A suspensão será proposta pelo Preceptor, aprovada pela Comissão e aplicada pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária. § 3º- O cancelamento do Aprimoramento será proposto pela Comissão e aplicada pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Pró Reitoria de Pós-Graduação. Capítulo IX CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Artigo 29º. O Aprimorando será avaliado pelo seu Orientador, ouvidos os demais docentes junto a Comissão de Aprimoramento, através dos seguintes critérios: 1. Desempenho nas atividades específicas; 2. Qualidade da elaboração e da apresentação dos seminários; 3. Participação nas reuniões clínicas; 4. Nível de conhecimentos adquiridos por meio de avaliação teórica e/ou prática; 5. Frequência e assiduidade; 6. Relacionamento com os demais aprimorandos, estagiários, docentes e funcionários; 7. Postura profissional frente ao proprietário; 8. Cumprimento do estágio obrigatório; 9. Encaminhamento do trabalho científico escrito durante o ano para publicação em uma revista da área. PARÁGRAFO ÚNICO: Esta avaliação será realizada ao final de cada ano pela Comissão, depois de ouvido o Orientador, para os MVAI e MVAII que, sendo aprovados, terão direito ao certificado. Capítulo X DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 265 Medicina Veterinária Artigo 30º. Os dados referentes às atividades dos Aprimorandos em Medicina Veterinária, incluindo concurso de ingresso, programas, avaliação de aproveitamento, penalidades aplicadas e outras serão arquivados em prontuários próprios junto a Pró Reitoria de Pós-Graduação. Artigo 31º. Casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária ou órgãos colegiados superiores. Marília, 05 de Janeiro de 2015. . Prof. Dr. Fábio Manhoso Coordenador do Curso de Medicina Veterinária CRMV-SP 6983 Prof. Dra. Suely Fadul Villibor Flory Pró Reitora de Pós-Graduação RG 39824381872 8.1. COMISSÃO DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA A Comissão de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária é um órgão assessor do Coordenador do Curso de Medicina Veterinária quanto às questões técnico-adminsitrativas do refeiro Programa, sendo composta nesse ano de 2015, pelos seguintes membros: Prof. Dr. Rodrigo Prevedello Franco – Presidente Prof. Msc. Rômulo Estangari Lot Prof. Msc. Milena Friolani Prof. Msc. Letícia Peternelli da Silva Prof. Msc. Paulo Sérgio Scorsato Aprimoranda Renata Alves de Paula – Titular Aprimorando Djonatan Risso - Suplente Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br Página 266