Medicina Veterinária
Projeto Pedagógico
Medicina Veterinária
2015
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO GERAL ................................................................................ 6
1. PERFIL INSTITUCIONAL ............................................................................ 6
1.1.
HISTÓRICO .................................................................................................. 7
1.2.
MISSÃO DA UNIVERSIDADE .................................................................... 7
1.3.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ............................................................ 7
1.3.1.
DIRIGENTES......................................................................................... 8
1.3.2.
ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR................................... 8
1.3.3.
ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERMEDIÁRIA ........................ 8
1.4.
POLÍTICAS DE ENSINO ............................................................................. 8
1.5.
POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA .............................................. 9
1.6.
AUTOAVALIAÇÃO – CPA .......................................................................... 9
2. CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA..................................................... 10
2.1.
INTRODUÇÃO ...........................................................................................10
2.2.
JUSTIFICATIVA PARA A CRIAÇÃO DO CURSO.................................. 11
2.3.
HISTÓRIA DA PROFISSÃO ..................................................................... 13
2.4.
PERFIL DO EGRESSO .............................................................................18
2.5.
CONCEPÇÃO DO CURSO....................................................................... 20
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2.6.
OBJETIVOS DO CURSO ..........................................................................22
2.7.
MATRIZ CURRICULAR.............................................................................23
2.7.1.
PROJETO DO CURSO ...................................................................... 23
2.7.2.
MATRIZ CURRICULAR .................................................................... 24
2.7.3.
EMENTA DAS DISCIPLINAS (4030) ................................................ 28
2.7.4.
EMENTA DAS DISCIPLINAS (4031)...........................................107
2.8.
METODOLOGIA DE ENSINO .............................................................197
2.9.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ...................................................199
2.10.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TEMPO INTEGRAL .................204
2.11.
MECANISMOS DE NIVELAMENTO ..................................................208
2.12.
PROCESSO ENSINO x APRENDIZAGEM.....................................208
2.13.
INTERNACIONALIZAÇÃO DO CURSO .........................................209
2.14.
PREPARAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO ..................210
2.15.
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CURSO .............................210
2.15.1. PROGRAMA DE MONITORIA ........................................................210
2.15.2. PROGRAMA DE PRÁTICA PROFISSIONAL ................................216
2.15.3. PLANTÃO HOSPITALAR .................................................................216
2.15.4. OFICINAS DE ESTUDO ..................................................................216
2.15.5. PROJETO UNICAMPO ....................................................................217
2.15.6. EXPOSIÇÕES AGROPECUÁRIAS ................................................217
2.15.7. PROJETO ESTRADA ANIMAL ...................................................217
2.15.8. PROJETOS SOCIAIS .......................................................................217
2.15.8.1. Zooterapia ...................................................................................218
2.15.8.2. Projeto Rondon ..........................................................................218
2.15.8.3. Mutirão de Castração de cães e gatos ....................................218
2.15.8.4. Campanhas educativas .............................................................219
2.15.8.5. Campanhas de vacinação anti-rábica......................................219
2.15.8.6. Atividade Social junto às Escolas Municipais Infantis ............219
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2.15.9. PROGRAMA SAÚDE ANIMAL ........................................................220
2.15.10. SIMPÓSIO REG. DE PRODUÇÃO E REPROD. ANIMAL..........220
2.15.11. SIMPÓSIO DO APRIMORAMENTO EM MED. VET. ................220
2.15.12. SEMANA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE MARÍLIA (SECAM)..220
2.15.13. CURSOS E PALESTRAS .............................................................220
2.15.14. PARCERIAS ..................................................................................221
3. RECURSOS HUMANOS ......................................................................... 221
3.1.
COORDENAÇÃO.....................................................................................221
3.2.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) ...................................222
3.2.1.
PORTARIA PROGRAD 16/2010 .....................................................222
3.2.2.
REGULAMENTO – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ......223
3.3.
CONSELHO DE CURSO ........................................................................225
3.4.
CORPO DOCENTE .................................................................................225
3.5.
CORPO DISCENTE.................................................................................226
3.5.1.
3.6.
ATENDIMENTO AO DISCENTE .....................................................227
TÉCNICO ADMINISTRATIVO ................................................................228
4. ÓRGÃOS SUPLEMENTARES ................................................................ 229
4.1.
HOSPITAL VETERINÁRIO .....................................................................229
4.2.
LABORATÓRIOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS ...................................239
4.3.
FAZENDA EXPERIMENTAL “MARCELLO MESQUITA SERVA” ......244
4.4.
FAZENDA EXPERIMENTAL “ÁGUA LIMPA” .......................................246
4.5.
BOSQUE MUNICIPAL DE MARÍLIA ................................................ 247
5. NÚCLEO DE APOIO A PESQUISA DA UNIMAR........................................248
5.1. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ............. 248
5.2. COMISSÃO CIENTÍFICA ..................................................................... 249
6. REVISTA UNIMAR CIÊNCIAS .................................................................. 250
7. BIBLIOTECA............................................................................................ 250
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7.1.
APRESENTAÇÃO ............................................................................. 250
7.2.
POLÍTICA DE AQUISIÇÃO ............................................................... 251
7.3.
SERVIÇOS........................................................................................ 251
7.4.
NORMAS .......................................................................................... 252
8. PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA ...... 253
8.1. COMISSÃO DE APRIMORAMENTO EM MED. VETERINÁRIA....... 266
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APRESENTAÇÃO GERAL
Neste documento apresenta-se o Projeto Pedagógico do Curso de
Medicina Veterinária da Universidade de Marília – UNIMAR, autorizado pelo
Decreto Federal 94.712, de 29 de julho de 1987, com base no Parecer do
Conselho Federal de Educação (CFE) n. 466/87 e reconhecido pelo Parecer do
SESu
nº 300/91, aprovado em 06 de junho de 1991 (Processo
23001.002306/90-52), caracterizando-se como o primeiro Curso de Medicina
Veterinária de uma Instituição Privada a ser reconhecido no Estado de São
Paulo. Destaca-se que a última renovação de reconhecimento do referido
Curso consta da Portaria nº 823, de 30 de dezembro de 2014.
A previsão para a formação do Médico Veterinário, na UNIMAR, é de
nove semestres para os ingressantes até 2014 (matriz curricular 4030) e dez
semestres para os a partir de 2015 (matriz curricular 4031), configurando uma
carga horária total de 4.037 horas no primeiro grupo e de 4487 no segundo,
visto a implantação da nova matriz curricular envolvendo as disciplinas
obrigatórias, atividades complementares, além do estágio supervisionado e
trabalho de conclusão de curso, podendo ser superada em situações em que o
aluno desenvolva disciplinas optativas.
Em tempo integral, o Curso funciona no sistema seriado semestral através
de créditos, sendo a matrícula por disciplina, obedecendo-se o semestre, com
uma organização sequencial denominada “termo”. A carga horária, por
disciplina, é atingida pelo módulo de 20 (vinte) semanas de aula e um mínimo
de 100 (cem) dias letivos por semestre.
As atividades complementares são obrigatórias, representando um total
de 200 horas a serem cumpridas em diversas esferas do conhecimento,
obrigatoriamente tendo que ser concluídas em termo anterior ao último
semestre, sendo também pré-requisito ao Estágio Supervisionado de 520
horas, concomitante ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
1. PERFIL INSTITUCIONAL
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1.1.
HISTÓRICO
A Universidade de Marília – UNIMAR se constitui numa organização
universitária de ensino superior mantida pela ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE
MARÍLIA LTDA., com sede e foro nesse município de Marília, Estado de São
Paulo, sendo constituída em 31/12/1956 e, a partir de 1975, declarada como
Entidade para fins Filantrópicos, permanecendo assim até 31/12/1998, quando
se transformou em Sociedade Civil Ltda. Possui autonomia didático-científica,
administrativa e disciplinar relativa à sua mantenedora nos termos do seu
estatuto e regimento geral que disciplinam o funcionamento das atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
A UNIMAR possui mais de 50 anos dedicada à formação de profissionais
qualificados para atuar no mercado de trabalho. Atualmente desponta como
uma das principais instituições de ensino privado do Estado e como centro
gerador de conhecimento, por meio do ensino, pesquisa e extensão, bem como
vem acompanhando o desenvolvimento e participando dos processos de
transformação da sociedade.
Diante disso, vimos a evolução da primeira escola, com pouco mais de 50
metros quadrados, para atual Universidade com um campus com infraestrutura
completa para abrigar os 30 cursos que possui, sendo considerado um dos
mais modernos do Estado.
1.2.
MISSÃO DA UNIVERSIDADE
A UNIMAR tem por objetivo formar profissionais de nível superior com
visão humanística, capazes de realizar transformações sociais, bem como
capacitados para o mercado de trabalho, colaborando na sua formação
contínua e fomentando a pesquisa, a iniciação científica e as atividades
criadoras. Busca também suscitar o desejo de aperfeiçoamento profissional e
cultural e conhecimento dos problemas atuais, particularmente os regionais.
Desse modo, a Universidade exerce papel preponderante na vida e
desenvolvimento da região, promovendo a união do trinômio: escola, família e
comunidade.
1.3.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
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1.3.1. DIRIGENTES
Reitor: Marcio Mesquita Serva
Vice Reitora: Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva
Pró-Reitorias:
a) Ação Comunitária: Fernanda Mesquita Serva
b) Administrativa: Marco Antônio Teixeira
c) Graduação: José Roberto Marques de Castro
d) Pós-Graduação e Pesquisa: Suely Fadul V. Flory
1.3.2. ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR
a) Conselho Universitário (CONSUNI): Reitor; Vice Reitora; Próreitores; oito Coordenadores de Cursos; dois Docentes; um
Discente;
dois
Representantes
da
Mantenedora;
dois
Representantes do Corpo Técnico.
b) Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE): Reitor;
Vice
Reitora;
Pró-reitores;
Coordenadores
de
Cursos;
Representante do Corpo Docente.
1.3.3. ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO INTERMEDIÁRIA
a) Coordenação de Curso.
b) Núcleo Docente Estruturante: Coordenador do Curso; seis
Representantes do Corpo Docente.
c) Conselho de Curso: Coordenador do Curso; três Representantes
do Corpo Docente; Representante do Corpo Discente.
1.4.
POLÍTICAS DE ENSINO
No Regimento Geral da Universidade de Marília, em seu Título III, Da
Organização Didático-Científica, Capítulo I, Do Ensino, consta, no artigo 38,
que a UNIMAR ministrará o ensino por intermédio das seguintes modalidades
de cursos:
a) Sequencial;
b) Graduação;
c) Superior de Tecnologia;
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d) Pós Graduação;
e) Extensão.
1.5.
POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA
No Estatuto da Universidade de Marília, em seu Título III, da
Organização Didática Científica, Seção IV, consta, no artigo 50, que a UNIMAR
dará suporte ao ensino e à extensão através da pesquisa, incentivando o
desenvolvimento de novos conhecimentos e técnicas para a formação
profissional e aplicação na realidade regional. Já, para a política de Pesquisa, o
Capítulo II, prevê no artigo 53, que a Universidade mantém atividades
permanentes de pesquisa, indissociáveis do ensino e da extensão, mediante:
A. Previsão de fundo para a pesquisa, estabelecido na proposta
orçamentária anual;
B. Destinação de parte do tempo integral ou parcial de grupos de
docentes para atividades de pesquisa;
C. Oferta de acervo bibliográfico, avançado sistema de informação e
outros recursos;
D. Intercâmbio com outras instituições nacionais e estrangeiras;
E. Concessão de bolsas especiais;
F. Divulgação dos resultados da pesquisa e publicação dos temas
considerados relevantes para a educação;
G. Oferta de cursos de pós-graduação que possibilitem a iniciação em
atividades de pesquisa;
H. Promoção de congressos e outros eventos, de natureza científica ou
técnico profissional;
I. Estímulo e apoio aos seus pesquisadores, a fim de participarem de
eventos de caráter científico, técnico, cultural ou educacional.
1.6.
AUTOAVALIAÇÃO – CPA
Com a implantação do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior) pela Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, a Unimar tem
desenvolvido um trabalho de autoavaliação institucional de acordo com o
previsto para a implantação da Comissão Própria de Avaliação (CPA). Dentro
deste contexto, não apenas a avaliação do projeto pedagógico é necessária,
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mas uma série de avaliações em torno dos cursos, sendo uma ferramenta
poderosa não apenas para avaliação, mas norteamento de diretrizes e
condutas futuras.
A Autoavaliação do Curso de Medicina Veterinária tem sido feita
utilizando-se a mesma política e objetivos da Autoavaliação Institucional da
UNIMAR, buscando mobilizar os segmentos da comunidade interna e externa,
para que a partir de um conjunto significativo de indicadores possibilite
identificar limitações na gestão acadêmica, na infraestrutura, em recursos de
ensino e lacunas no projeto pedagógico, dentre outros pontos que evidenciem
fragilidade. Dentre os instrumentos utilizados para a Autoavaliação, optou-se
pelos questionários, pontuando questões quanto ao grau de satisfação de
serviços, laboratórios etc., por meio de atribuição de pontos, que variaram de 1
a 5 pontos, tabulados eletronicamente pelo Departamento de Tecnologia da
Informação, cujos resultados são avaliados pelos membros do Núcleo Docente
Estruturante, juntamente com seus colaboradores a fim de apresentar a todo o
corpo docente e representantes do corpo discente já com um diagnóstico
preciso visando traçar metas para diminuir qualquer limitação apontada e,
posteriormente, fazer o encaminhamento das propostas em relatório final da
Autoavaliação do Curso à Pró-Reitoria de Graduação. Ressalta-se que a última
autoavaliação ocorreu no segundo semestre de 2014.
2. CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA
2.1.
INTRODUÇÃO
Visando prever, acompanhar, controlar e avaliar as atividades do Curso
de Medicina Veterinária da Universidade de Marília apresenta-se seu
PROJETO PEDAGÓGICO, atendendo ao desenvolvimento necessário e
adequando, não só a nova realidade, como também as exigências do mercado
atual. Nesse sentido, pretende-se assumir o compromisso de habilitar
acadêmicos hoje, para que amanhã, enquanto profissionais, sejam conscientes
de seus deveres, não somente como Médicos Veterinários, mas também como
cidadãos comprometidos com o bem-estar da população.
O ensino, a pesquisa e a extensão, estrutura básica da Universidade,
serão indissociáveis, caminhando sem paralelismo e sem isolamento.
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Começando pela Extensão, podemos redefini-la e ampliá-la como sendo meio
de Promoção da Comunidade, oferecendo as conquistas à população da região
de influência, procurando assim, resolver os problemas prioritários na tentativa
de transformar a sociedade atual mais justa e solidária. Já, a Pesquisa e o
Ensino serão transformados em instrumentos para a promoção da comunidade:
a Pesquisa, diagnosticando os problemas fundamentais e procurando
alternativas de solução e o Ensino, capacitando professores, alunos e grupos
da comunidade na construção de novos conhecimentos necessários à
resolução de problemas.
A Universidade como Instituição dinâmica, deverá alterar os moldes
tradicionais, ou seja, afastar a falsa segurança de que o professor domina a
sua matéria. Ele deverá necessariamente acompanhar o desenvolvimento e a
evolução do ensino, assim como revisar de forma constante os seus
conhecimentos e seus paradigmas epistemológicos, no confronto com o
dinamismo da realidade. A avaliação da aprendizagem não termina na medição
“do que se sabe”, mas seguiria também à orientação “do que se faz”.
O Projeto Pedagógico do Curso estará sempre acompanhando as
alterações sociais e econômicas e principalmente as tecnológicas a cada
momento, corrigindo e norteando metas para serem atingidas, portanto não
pode ser estático. A sua atualização deve ser constante com o objetivo
principal de atender a demanda regional e nacional, formando profissionais
flexíveis e aptos a enfrentar um mercado bastante competitivo.
2.2.
JUSTIFICATIVA PARA A CRIAÇÃO DO CURSO
A Associação de Ensino de Marília Ltda., Mantenedora da Universidade
de Marília – UNIMAR solicitou a 20 de junho de 1986 ao CFE através de CartaConsulta/Projeto, a criação do Curso de Medicina Veterinária, nos termos da
Resolução do CFE no 15/84, sendo o mesmo autorizado a funcionar pelo
Parecer do CFE no 466/87 e homologado pelo Decreto nº. 94.712 de 29 de
julho de 1987.
O Diretor-Presidente da Associação de Ensino de Marília Ltda., Reitor da
Universidade de Marília solicitou posteriormente o reconhecimento do Curso de
Medicina Veterinária, relacionando seus objetivos e propostas para a época,
expressos, por exemplo, nos seguintes itens:
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A. O Curso de Medicina Veterinária da UNIMAR terá como objetivo
formar Médicos Veterinários adaptados à realidade agropecuária
regional, capacitados para orientar uma produção e conservação
econômica de alimentos de origem animal, promover a saúde
pública e o desenvolvimento dos recursos naturais, além da
manutenção da saúde e bem-estar dos animais de companhia e
produção;
B. Forte concentração da produção primária do Estado de São Paulo
na Região Administrativa de Marília, visando desenvolver a
profissão visto o pequeno número de profissionais inscritos no
Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São
Paulo na época;
C. O Brasil com suas dimensões continentais, caracterizando-se
como um dos maiores produtores de alimentos do mundo;
D. O Brasil com um território em condições favoráveis ao incremento
das atividades agropecuárias;
E. O Brasil com uma expansão agropecuária caracterizada mais pela
incorporação de novas áreas ao processo produtivo do que pela
intensificação do seu sistema de cultivo;
F. O setor agropecuário em franca expansão;
G. Desempenho da pecuária paulista em termos de quantidade e
qualidade de produção;
H. Região de influência de Marília, ou seja, Bauru, São José do Rio
Preto, Araçatuba e Presidente Prudente, com um expressivo
índice de abate de animais;
I. Mercado pet em pleno desenvolvimento.
Atualmente observa-se que muito do que foi proposto continua em
evidência, porém com destaque para o cenário pecuário, pois a Regional
Marília continua apresentando forte influência na produção do gado de bovino,
tanto de corte quanto leiteiro. Ressalta-se também a ovinocultura que se
estabele na Região de forma ordenada e crescente e um destaque especial
quanto a apicultura, inclusive com uma organização modelo de seus
produtores, em forma de Associações, instalando-se no município um
entreposto com
serviço
e
Inspeção
Federal.
Destacam-se ainda
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estabelecimentos veterinários voltados à saúde dos animais de companhia que
vem a cada etapa se especializando, fazendo da Região um modelo no
atendimento aos animais de companhia, onde somente em Marília chegam a
mais de 300 estabelecimentos, dividos em hospitais, clínicas, consultórios, pet
shops, entre outros, bem como a presença dos órgãos públicos municipais,
estaduais e federais diretamente relacionados à Medicina Veterinária,
convergindo assim na formação do Médico Veterinário.
2.3.
HISTÓRIA DA PROFISSÃO
Considerando o desenvolvimento no campo educacional brasileiro, a
Universidade de Marília apresenta seu PROJETO PEDAGÓGICO do Curso de
Medicina Veterinária, que nesse ano de 2015, completa 28 anos de
implantação, num período em que a profissão ainda comemora seus 250 anos
no mundo, justamente quando em 1761, o francês Claude Bourgelat
convenceu o rei da França, Luis XV, da necessidade de especialistas para o
tratamento de animais e, por decisão do rei, a primeira escola de Medicina
Veterinária do mundo foi instalada em Lyon. No Brasil, com a chegada da
família real, em 1808, a cultura científica e literária brasileira recebeu novo
alento, pois até então não havia bibliotecas, imprensa e ensino superior no
Brasil Colônia. São fundadas, inicialmente, as Faculdades de Medicina (1815),
Direito (1827) e a de Engenharia Politécnica (1874). Quanto ao ensino das
Ciências Agrárias, seu interesse só foi despertado quando o Imperador D.
Pedro II, ao viajar para França, em 1875, visitou a Escola de Medicina
Veterinária de Alfort, impressionando-se com uma Conferência ministrada pelo
Médico Veterinário e Fisiologista Dr. Collin. Ao regressar ao Brasil, tentou
propiciar condições para a criação de entidade semelhante no país, entretanto,
somente no início do século XX, já sob regime republicano, autoridades
brasileiras decretaram a criação das duas primeiras instituições de ensino de
Medicina Veterinária no Brasil, a Escola de Medicina Veterinária do Exército,
pelo Dec. nº 2.232, de 06 de janeiro de 1910 (aberta em 17/07/1914), e a
Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, através do Dec. nº 8.919
de 20/10/1910 (aberta em 04/07/1913), ambas na cidade do Rio de Janeiro.
Ressalta-se que no período de 1910 a 1929 existiam no Brasil 10 escolas
superiores de Medicina Veterinária.
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Em 1933 foi promulgada a primeira regulamentação do exercício
profissional, por meio do Decreto n. 23.133 de 09 de setembro, cuja data
passou a ser declarada como o Dia do Médico Veterinário. Já, em 1968, pela
Lei n. 5.517 a Medicina Veterinária fica regulamentada e nesse sentido, ficam
criados os Conselhos Regionais e o Conselho Federal de Medicina Veterinária.
Na década de 80 começa a expansão dos Cursos de Medicina
Veterinária no Brasil e especificamente no Estado de São Paulo, surge o da
Universidade de Marília, um dos primeiros Cursos de uma Instituição Privada
no referido Estado; a partir daí vários cursos são autorizados fazendo com que
no Brasil atualmente esse número chegue a 210, o que representa um terço de
todos os cursos do mundo.
2.3.1. COMPETÊNCIAS DO MÉDICO VETERINÁRIO
A. Prática da clínica em todas as suas modalidades;
B. Direção de hospitais veterinários;
C. Assistência técnica e sanitária aos animais;
D. Planejamento e a execução da defesa sanitária animal;
E. Direção técnica de estabelecimentos industriais, comerciais,
recreativos, desportivos ou de proteção, que estejam relacionados
a animais;
F. Fiscalização e inspeção higiênica e tecnológica dos produtos de
origem animal;
G. Peritagem e exames técnicos em questões judiciais;
H. Direção e o controle dos serviços de inseminação artificial;
I. Regência de cadeiras ou disciplinas especificamente médicoveterinária, bem como a direção das respectivas seções e
laboratórios;
J. Direção e a fiscalização do ensino da Medicina Veterinária;
K. Direção, supervisão, e fiscalização de todos os projetos de
pesquisa animal;
L. Defesa da fauna, especialmente o controle da exploração das
espécies animais silvestres, bem como dos seus produtos.
2.3.2. COMPETÊNCIAS GERAIS
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A. Atenção à saúde animal e saúde pública: os profissionais de
saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a
desenvolver
ações
de
prevenção,
promoção,
proteção
e
reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo.
Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada
de forma integrada e contínua com as demais instâncias do
sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de
analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para
os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro
dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética,
tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não
se encerra com o ato técnico;
B. Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais deve estar
fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso
apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de
medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de
práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências
e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais
adequadas, baseadas em evidências científicas;
C. Comunicação: os profissionais devem ser acessíveis e manter o
sigilo das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais e o público em geral. A comunicação envolve
comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura,
o domínio de língua estrangeira e de tecnologias de comunicação
e informatização;
D. Liderança:
no
trabalho
em
equipe
multiprofissional,
os
profissionais deverão estar aptos a assumir posições de
liderança, sempre tendo em vista o bem da comunidade. A
liderança envolve compromisso, responsabilidade para tomada de
decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e
eficaz;
E. Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar
aptos a tomar iniciativa, fazer gerenciamento e administração
tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de
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informação, da mesma forma devem ser empreendedores,
gestores, empregadores ou lideranças na equipe;
F. Educação permanente: devem ser capazes de aprender
continuamente, com responsabilidade e compromisso com a sua
educação e o treinamento das futuras gerações, proporcionando
condições para que haja benefício mútuo entre os futuros
profissionais
e
os
profissionais
estimulando
e
desenvolvendo
dos
a
serviços,
mobilidade
inclusive,
acadêmico-
profissional, a formação e a cooperação através de redes
nacionais e internacionais.
Sendo assim, o Médico Veterinário deve estar preparado a desenvolver
ações voltadas à área de Ciências Agrárias no que se refere à Produção
Animal, Produção de Alimentos, Saúde Animal, Saúde Pública e Ambiental.
2.3.3. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS
O Curso de Medicina Veterinária deve assegurar a formação de
profissional nas áreas específicas de sua atuação, como sanidade e produção
animal,
saúde
pública,
biotecnologia
e
preservação
ambiental,
com
competências e habilidades específicas para:
a) Respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;
b) Interpretar
sinais
clínicos,
exames
laboratoriais
e
alterações
morfofuncionais;
c) Identificar e classificar os fatores etiológicos, compreender e elucidar a
patogenia, bem como, prevenir, controlar e erradicar as doenças que
acometem os animais;
d) Instituir diagnóstico, prognóstico, tratamento e medidas profiláticas,
individuais e populacionais;
e) Elaborar, executar e gerenciar projetos agropecuários e ambientais;
f) Desenvolver, programar, orientar e aplicar as modernas técnicas de
criação,
manejo,
nutrição,
alimentação,
melhoramento
genético,
produção e reprodução animal;
g) Planejar, executar, gerenciar e avaliar programas de saúde animal,
saúde pública e de tecnologia de produtos de origem animal;
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Medicina Veterinária
h) Executar a inspeção sanitária e tecnológica de produtos de origem
animal;
i) Planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos nas áreas
de biotecnologia da reprodução e de produtos biológicos;
j) Planejar, organizar e gerenciar unidades agroindustriais.
2.3.4. O MÉDICO VETERINÁRIO POR UMA SAÚDE ÚNICA
O poder representativo da Medicina Veterinária vem ocupando uma
posição de destaque no meio social e econômico, principalmente em função
das tendências profissionais, colocando o profissional em posição direta ao ser
humano, em várias especialidades, como o controle de doenças de caráter
zoonótico, atuando em órgãos públicos, seja em nível federal, estadual ou
municipal, contribuindo efetivamente na saúde das pessoas. Esse aspecto
aproximou muito o Médico Veterinário da população, elevando a participação
do profissional na proteção da saúde humana.
Ainda nesse aspecto, o mercado consumidor exige atualmente que os
produtos de origem animal para o consumo humano, sejam de qualidade,
determinando que os profissionais sejam altamente capacitados em toda
cadeia produtiva, iniciando-se no manejo a campo, como por exemplo, no
controle de moléstias infecciosas dos animais em trânsito, até o controle
sanitário dos produtos de origem animal, à mesa do consumidor.
Existe, portanto, uma conscientização em todos os níveis da importância
da saúde animal, pois os métodos de exploração constituem a garantia de
proteína para uma população que cresce constantemente. A sanidade e os
melhores métodos de produção animal exigem o profissional Médico
Veterinário atuando em órgãos de pesquisa, instituições públicas e privadas
que objetivamente a qualidade total.
Essas necessidades da economia nacional e mundial colocam o
profissional em posição elevada, uma vez que o mesmo proporciona o
melhoramento
genético
dos
animais,
adaptando
técnicas
altamente
especializadas de reprodução e selecionando e criando animais com maior
produtividade, maior ganho de peso, diminuindo o espaço de tempo para o seu
aproveitamento como fonte de proteína para o consumo humano. Fiscaliza
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Medicina Veterinária
ainda a conservação desses alimentos, e atua no controle de doenças que
podem ser transmitidas aos homens.
Enfim, podemos resumir o profissional Médico Veterinário como sendo o
que mais se configura na denominada SAÚDE ÚNICA, onde se enquadram a
saúde animal, saúde pública e a saúde ambiental. Representa uma das cinco
profissões tidas como de segurança nacional, tendo como característica
principal o zelo pela saúde e bem-estar animal, com responsabilidade
imprescindível junto à sociedade, seja no controle e prevenção de zoonoses,
inclusive fazendo parte integrante dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família
(NASF), seja na saúde ambiental, buscando a melhoria do planeta e sua
biodiversidade, ou ainda na produção de alimentos de origem animal, fonte
protêica fundamental no desenvolvimento das pessoas. Nesse sentido,
destaca-se também como um profissional da economia, uma vez atuar
ativamente nos processos de exportação de produtos cárneos, onde o Brasil se
apresenta como o grande destaque mundial.
2.4.
PERFIL DO EGRESSO
Desde sua criação a Universidade de Marília já formou mais de 2200
Médicos Veterinários, distribuídos em 27 turmas, sendo esses oriundos de todo
o território nacional, bem como de outros países sul americanos, como
Colômbia, Argentina, Venezuela e Paraguai. Dentro do acompanhamento que
a Instituição realiza consistentemente observa-se que esses egressos, da
mesma forma, encontram-se espalhados em todo o Brasil, como no exterior,
exemplo da África do Sul, Angola, Estados Unidos, Canadá, Costa Rica,
Panamá, Japão, Reino Unido, Alemanha, entre outros.
Pode-se destacar profissionais hoje titulados em várias Instituições de
Ensino do Brasil e exterior, Coordenadores de Curso, como da própria
Instituição, da Universidade Federal do Tocantis (UFT – Araguaína); Centro
Universitário de Rio Preto (UNIRP – São José do Rio Preto); Centro
Universitário do Norte Paulista (UNORP – São José do Rio Preto); Faculdades
Integradas de Ourinhos (FIO – Ourinhos); Faculdade Sudoeste Paulista (FSP –
Avaré); Centro Universitário Central Paulista (UNICEP – São Carlos);
Faculdade de Ensino Superior e Formação Integral (FAEF – Garça), membros
de Conselhos Regionais como o de São Paulo, Amapá e Rondônia, Comissão
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do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Comissão de Saúde Ambiental),
Diretores de Empresas na área de Nutrição Animal, Indústria Farmacêutica,
Proprietários de Grandes Centros de Saúde Animal como tantas outras
qualificações de sucesso. A Universidade sempre busca a atualização de seus
dados quanto aos egressos, uma vez serem eles o espelho e fontes de
inspiração e motivação para seus acadêmicos atuais
Com tudo isso, o profissional Médico Veterinário graduado pela
Universidade de Marília deverá estar inserido de forma efetiva no contexto
sócio-econômico e político regional e nacional. Deverá receber base sólida de
conhecimentos em diversas áreas, sendo capacitado para estabelecer interrelações entre as áreas de saúde animal e saúde humana, com ampla
formação generalista, apto para ser inserido no mercado profissional,
atendendo as políticas institucionais previstas no PPI e PDI e Diretrizes
Curriculares do Curso.
Dentro do contexto social, deverá apresentar raciocínio lógico e preciso,
objetivando o encontro de soluções imediatas com criatividade e competência,
e estar ciente de seu papel social, suprindo carências e necessidades da
sociedade.
Com foco principal em produção e saúde animal, deverá estar preparado
para integrar equipes multiprofissionais, envolvendo inclusive o Sistema Único
de Saúde, na vigilância sanitária e epidemiológica visando sempre a promoção
da saúde.
Em função da sua formação acadêmica estará atento quanto às
exigências do empreendedorismo, seja no agronegócio, na indústria, em
estabelecimentos veterinários, hospitais, clínicas e consultórios veterinários.
O egresso em Medicina Veterinária também deverá estar habilitado na
sua plenitude para atuar na direção, docência, pesquisa e extensão em
instituições públicas e privadas que desenvolvam esses setores.
Considerando a importância do médico veterinário, no contexto sócioeconômico e político do País, como um profissional e cidadão comprometido
com os interesses e os permanentes e renovados desafios que emanam da
sociedade, os Cursos de Medicina Veterinária devem reconhecer como
imperativo a capacitação do profissional por meio de uma formação básica
adequada. Devem ainda, dotá-lo de visão crítica, capaz de reavaliar o seu
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potencial de desempenho e de ajustar-se, com competência, às demandas
geradas pelo progresso científico-tecnológico e às exigências conjunturais em
permanente mutação e evolução.
Como pressuposto básico, e visto as peculiaridades e especificidades
regionais de um país continental como o Brasil, requerendo, portanto que a
formação profissional tenha caráter generalista, abrangente e eclético, os
Cursos devem se preocupar com os seus egressos, orientando-os na busca da
educação continuada.
O desenvolvimento cognitivo, de habilidades e atitudes, a serem
considerados no perfil do médico veterinário do terceiro milênio, deve valorizar,
entre outros aspectos: a preservação da saúde pública e animal; a produção,
nutrição
e
melhoramento
animal;
a
defesa
sanitária;
planejamento,
gerenciamento e educação em saúde; inspeção e tecnologia de produtos de
origem animal; clínica médica e cirúrgica; biotecnologia e fisiopatologia da
reprodução; preservação do meio ambiente e desenvolvimento do espírito
científico, além de uma consolidada formação humanista e social.
Deve-se fomentar no futuro profissional, a responsabilidade com as
vocações regionais, com a preservação dos ecossistemas, de tal maneira que
o desenvolvimento da agropecuária se processe, priorizando as bases da vida,
sem comprometer o futuro do homem e da humanidade. Além disso, é preciso
sublinhar o elevado e irrecusável compromisso da profissão, com a produção
de alimentos, saúde animal e saúde pública, na geração de riquezas e
elevação da qualidade de vida da população brasileira.
2.5.
CONCEPÇÃO DO CURSO
A concepção do curso busca a formação de um profissional generalista,
capaz de se inserir em qualquer campo de atuação. Desta forma, a
organização didático-pedagógica e curricular prevista neste documento, se
complementa e interage no sentido de garantir as competências nas mais
diversas áreas de atuação do Médico Veterinário. As práticas de ensino são
institucionalizadas através do PPI e PDI, e garantem que todas as experiências
de ensino sejam planejadas e atualizadas semestralmente, e previstas no
projeto pedagógico, de forma prospectiva. Está previsto no PDI, que um
planejamento coerente do PPC, seja capaz de promover a aquisição de
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Medicina Veterinária
conhecimentos
caracterizados
pela
mudança
de
hábitos,
atitudes
e
competências. Este instrumento descreve a realidade do curso e o perfil
profissional desejado, assim como conteúdos de ensino, metodologias,
recursos didáticos, instrumentos de avaliação, projetos de pesquisa e
extensão.
Deste modo, a concepção do curso se torna visível na sua pretensão à
comunidade interna e externa e garante uma estreita e concomitante relação
entre o ensino da teoria e da prática, fornecendo elementos fundamentais para
aquisição dos conhecimentos e habilidades necessárias à concepção das
ciências veterinárias.
O Curso de Medicina Veterinária da Unimar tem a missão de formar
profissionais competentes em várias áreas de abrangências, além de formar
cidadãos interagindo com a sociedade.
O dinamismo da Ciência Veterinária e o surgimento de novas
tecnologias transformam o profissional em indivíduo do qual se é exigido
crescente intelectualização. Nessas condições, o curso propicia a oferta de
referenciais alicerçados na teoria e prática com o objetivo de nortear o
conhecimento em múltiplas direções, proporcionando ao aluno condições para
atuar de forma criativa em situações do cotidiano.
Atendendo as perspectivas do profissional a ser formado o curso não
adota a formação de profissionalização estrita, especializada, e sim procura
mostrar os caminhos para a aquisição de habilidades e competências, que não
são imediatas, mas que contenham domínio de métodos que propiciem
qualificação intelectual de natureza suficientemente ampla para a formação de
uma
base
sólida,
proporcionando
aquisição
contínua e
eficiente
de
conhecimentos específicos.
Na formação do profissional, é necessário desenvolver a habilidade de
aprender e recriar permanentemente, no sentido de educação continuada. A
graduação centra o seu ensino no locus de construção e produção do
conhecimento, em que o aluno atua como sujeito da sua aprendizagem.
Durante o ensino de graduação, evidencia-se a importância da iniciação
à prática da pesquisa. Aprender a aprender, desenvolvendo processos de
investigação da realidade, estabelecendo uma ligação direta e harmoniosa
entre a graduação e a iniciação científica.
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Medicina Veterinária
O aprender e o recriar permanentemente, ou o aprender a aprender,
conceito
pedagógico
derivado
dos
novos
desafios
da
sociedade
contemporânea, não se esgotam no campo da introdução à ciência ou aos
métodos de reprodução do saber. O aluno deve vivenciar a realidade dentro de
um processo pedagógico onde toda a atividade profissional humana se
desenvolve em parcerias com grupos sociais no contexto da sociedade em que
se integram cidadãos, ou seja, Ensino e Pesquisa articulados com as
demandas sociais.
2.6.
OBJETIVOS DO CURSO
O Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília está
inserido em um contexto que tem como objetivo o desenvolvimento
educacional regional, porém preparando profissionais para o sistema brasileiro.
Mesmo com o crescente número de escolas de Medicina Veterinária que foram
criadas no país, a Unimar tem foco na formação generalista, proporcionando ao
seu acadêmico, condições gerais para um exercício pleno. Os objetivos do
curso estão diretamente relacionados com as necessidades do país, em termos
gerais, bem como no perfil do egresso, que por sua vez está direcionado pelas
políticas institucionais previstas no PPI e PDI.
A Universidade, como fonte de formação de cidadãos especializados em
todas as áreas, de graduação e pós-graduação, estimula a inserção social por
meio da formação acadêmica, profissional e pessoal de seus egressos. A visão
da sociedade embasa a do indivíduo e permite que a integração de todos abra
as portas ao desenvolvimento social.
Uma das formas de programar a formação acadêmica plena é a
institucionalização da interdisciplinaridade e da formação continuada, sujeitas a
constante avaliação, propiciando um processo de autocrítica e perspectivas de
uma formação profissional aprimorada. Ao final do curso, o aluno deverá ter
ampla convicção da necessidade do aprendizado contínuo; apresentar
formação generalista;
demonstrar habilidades e atitudes
consideradas
essenciais para a sua integração dentro das novas exigências do mercado
profissional.
O seu mecanismo de ação, sustentado em bases éticas e na
responsabilidade de acompanhar o desenvolvimento técnico, científico e
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Medicina Veterinária
tecnológico do Estado e do País, visa à transformação constante como um
mecanismo para diminuir as desigualdades determinadas por um projeto
histórico, econômico e político.
A UNIMAR tem claramente estabelecida sua prioridade que se inicia na
titulação de seu quadro docente, passando pelo incentivo aos acadêmicos na
conquista de uma sólida formação que visa o mercado atual. Ao longo de mais
de 50 anos de existência de profícua atividade, a UNIMAR tem se adaptado às
mudanças globais e particulares que cobram imensos resultados, mas ao
mesmo tempo, fixando-a entre as mais capacitadas do país. Na atualidade, o
objetivo prioritário concentra-se em estimular e coordenar a prática das
mudanças
determinadas
pelas
Diretrizes
Curriculares,
a
fim
de
dar
continuidade ao processo de evolução educacional que o país demanda.
2.7.
MATRIZ CURRICULAR
2.7.1. PROJETO DO CURSO
Desde a sua autorização em 1987, o Curso de Medicina Veterinária já
adotou três modelos distintos de matriz curricular, sendo o atual e mais recente
aplicado a partir dos ingressantes de 2015, porém sempre com o objetivo de
garantir uma melhor formação, atendendo as exigências do mercado de
trabalho. O aluno que ingressa no curso traz consigo a imagem do profissional
“médico” que irá valorizar principalmente a questão de cuidar de animais
doentes, o que no transcorrer da graduação mostra ao mesmo que o principal
objetivo é a formação generalista, direcionada no sentido da produção,
prevenção e biossegurança. Alia-se a isso o desenvolvimento humanista,
preparando-o para uma visão crítica e reflexiva, com uma capacidade criativa
para atender as necessidades da sociedade.
Os processos de avaliação ensino-aprendizagem são frequentemente
revistos, sendo as opiniões dos alunos e dos docentes dados importantes,
quando trabalhados simultaneamente. É necessária a conscientização de que
a avaliação é um processo bilateral, para finalmente, ser traçada a melhor
metodologia que proporcione aprendizado.
Há que se destacar que de acordo com as políticas institucionais como
PPI e PDI atendendo as resoluções do MEC, está ocorrendo um
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direcionamento das ações voltadas ao ensino, bem como referente à estrutura
administrativa, até porque cada setor e área são avaliados pela CPA
(Comissão Própria de Avaliação), com o resultado servindo para nortear o
direcionamento das medidas de equilíbrio.
Não se pode esquecer, de destacar a necessidade do desenvolvimento
humanitário do indivíduo, por meio de conteúdos específicos e diferenciados,
mesmo porque, as exigências da sociedade são maiores e os repasses de
conhecimento devem seguir essa trilha.
Como medidas que devem constituir a base verdadeira para o
incremento na formação do profissional, o currículo a ser adotado deve:
a) considerar na aprendizagem e formação tecnológica do profissional,
o desenvolvimento dos valores éticos e sociais, e a convicção da sua
importância no contexto social;
b) permitir e manter o estímulo constante da interação entre as
atividades teóricas e práticas;
c) considerar que a formação generalista deve estar baseada no
desenvolvimento da polivalência para estabelecimento de sistemas
produtivos da formação;
d) considerar que o aluno deverá ter uma participação ativa no
desenvolvimento da sua formação, podendo, dentro dos princípios
estabelecidos, direcionar sua formação.
A participação, o real conhecimento dos docentes, a convicção da
necessidade de mudanças são fatores fundamentais para o início dos
trabalhos.
2.7.2. MATRIZ CURRICULAR
Atualmente o Curso de Medicina Veterinária conta com duas matrizes
curriculares em andamento, a 4030, que contempla 4037 horas distribuidas em
nove semestres (QUADRO 1) e a atual 4031 desenvolvida em dez semestres,
compreendendo 4487 horas, aplicada aos ingressantes de 2015 (QUADRO 2).
Essa nova matriz curricular foi minuciosamente elaborada por uma Comissão
Própria e debatida exaustivamente com o corpo docente no sentido de buscar
o que há de mais moderno e atender à um mercado cada vez mais exigente,
dentro do que dispõem as Diretrizes Curriculares. Destaca-se, nesse sentido, a
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Visita Orientadora da Comissão Nacional de Ensino do Conselho Federal de
Medicina Veterinária que muito colaborou nessa construção. Consolidaram-se
disciplinas com enfoque diferenciado à saúde ambiental, saúde pública, defesa
sanitária animal, medicina veterinária legal, gestão e marketing aplicado ao
agronegócio, homeopatia, porém com destaque às disciplinas de Prática
Hospitalar e de Produção I, II e III que são 100% práticas e desenvolvidas junto
ao Hospital Veterinário, Bosque Municipal de Marília e Fazenda Experimental,
fazendo com que o aluno se envolva em todas as área da produção e saúde
animal correlatas
A estrutura curricular tem o objetivo principal de conscientizar o aluno da
necessidade de logo no início do Curso desenvolver uma aprendizagem
contínua, vislumbrando as disciplinas básicas que darão sustentação às préprofissionalizantes e profissionalizantes. O aluno é orientado a entender toda a
programação que será desenvolvida no período de ensino, buscando a
interdisciplinaridade e observando suas ramificações. O corpo administrativo
bem como o corpo docente realiza um trabalho de conscientização e
principalmente de orientação aos ingressantes para que consigam valorizar a
importância do seu crescimento individual, dentro da sala de aula e nas
atividades práticas, fazendo-o buscar diferentes formas de conhecimento,
utilizando-se das atividades complementares.
Ressalta-se que o Estágio Supervisionado, deverá ser realizado em
tempo integral no último semestre com o cumprimento de no mínimo 520
horas. Ainda nesse sentido, e como decorrência do Estágio Supervisionado, o
aluno deverá se matricular na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) configurada por 60 horas, baseado nas normas internas, tendo que
defendê-lo posteriormente perante uma banca composta de, no mínimo, dois
professores do curso.
Quadro 01. Matriz Curricular do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de
Marília (4030)
Termo Código
Nome da Disciplina
Carga Horária
Créditos
1º
200206
Morfologia Animal
40,0
2
1º
200207
Fundamentos de Ciências Sociais
40,0
2
1º
200208
Introdução à Ciências Agrárias
60,0
3
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Medicina Veterinária
1º
200209
Matemática e Estatística
60,0
3
1º
200210
Ecologia
60,0
3
1º
200211
Química e Bioquímica
80,0
4
1º
200212
60,0
3
2º
200213
Bioclimatologia e Bem-Estar Animal
40,0
2
2º
200214
Microbiologia e Imunologia
80,0
4
2º
200215
Fisiologia Animal I
60,0
3
2º
200217
Bromatologia
60,0
3
2º
200218
Anatomia Descritiva
160,0
8
2º
200219
Citologia, Histologia e Embriologia
80,0
4
2º
200220
Biofísica
40,0
2
3º
200221
Citologia e Histologia Especial
60,0
3
3º
200216
Fisiologia Animal II
60,0
3
3º
200222
Anatomia Topográfica
80,0
4
3º
200223
Farmacologia Geral
60,0
3
3º
200224
Genética e Melhoramento Animal
80,0
4
3º
200225
Nutrição de Ruminantes e Agrostologia
80,0
4
3º
200578 História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
40,0
2
3º
200226
Equideocultura
60,0
3
4º
200276
Direito Agrário e Gestão Ambiental
40,0
2
4º
200228
Anatomia Patológica I
80,0
4
4º
200230
Farmacologia Veterinária Especial
60,0
3
4º
200231
Microbiologia Aplicada
60,0
3
4º
200232
Diagnóstico por Imagem
60,0
3
4º
200233
Parasitologia
60,0
3
4º
200277
60,0
3
4º
200235
Nutrição de Monogástricos
60,0
3
5º
200229
Anatomia Patológica II
80,0
4
5º
200236
Semiologia Animal
60,0
3
5º
200237
Patologia Clínica
60,0
3
5º
200239
Suinocultura
60,0
3
Metodologia Científica e Tecnologia da
Informação
Animais de Laboratório, Piscicultura e
Cunicultura
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Medicina Veterinária
5º
200238
Doenças Parasitárias
60,0
3
5º
200280
Criação de Animais Selvagens
60,0
3
5º
200241
Avicultura
60,0
3
5º
200242
Extensão Rural
40,0
2
6º
200282
Economia, Agronegócio e Planej. Rural
80,0
4
6º
200283
Biotecnologia da Reprodução
60,0
3
6º
200284
Ovinocultura e Caprinocultura
60,0
3
6º
200246
80,0
4
6º
200247
Clínica Médica de Equinos
60,0
3
6º
200248
Anestesiologia
60,0
3
6º
200249
Doenças Infecciosas e Zoonoses
80,0
4
7º
200250
Bovinocultura
80,0
4
7º
200251
Ética Profissional, Bioética e Legislação
60,0
3
7º
200252
Técnica Cirúrgica
80,0
4
7º
200253
Obstetrícia
80,0
4
7º
200254
Toxicologia Clínica
60,0
3
7º
200255
Fisiopatologia da Reprodução
80,0
4
7º
200256
Clínica Médica de Suínos
60,0
3
8º
200257
Clínica Médica de Ruminantes
60,0
3
8º
200258
80,0
4
8º
200259
Cirurgia Veterinária
120,0
6
8º
200260
Higiene de Produtos de Origem Animal
80,0
4
8º
200261
Ornitopatologia
80,0
4
8º
200285
Tecnologia Produtos de Origem Animal
80,0
4
9º
200263
Estágio Supervisionado
520,0
26
9º
202443
Trabalho de Conclusão de Curso
60,0
3
X
202353
Atividades Complementares
200,0
10
X
201991
40,0
2
Clínica Médica de Pequenos Animais e
Animais Silvestres
Medicina Preventiva, Epidemiologia e Saúde
Pública
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
(Optativa)
Total
4.037,0
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2.7.3. EMENTA DAS DISCIPLINAS MATRIZ 4030
1º TERMO
QUÍMICA E BIOQUÍMICA
Objetivos:
Entendimento
dos
processos
químicos
que
envolvem
os
mecanismos biológicos, o conhecimento das diferentes biomoléculas, suas
estruturas, funções biológicas, interações químicas e metabólicas, bem como o
funcionamento do organismo animal. Relacionar a química e bioquímica na
prática animal, nas diferentes espécies, bem como sua aplicação na
transformação dos produtos de origem animal.
Ementa: Origem da vida – estudo das células e elementos químicos que
deram origem as biomoléculas; Revisão de química orgânica; Biomoléculas;
Bioenergética; Carboidratos; Lipídeos; Aminoácidos, proteínas e enzimas;
Metabolismo; Mecanismo hormonal da insulina e do glucagon. Bioquímica
aplicada a carne e ao leite.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos ruminantes. 3.ed. Santa Maria: UFSM,
2011. 216p.
2. LEHNINGER, A. L., NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica.
4.ed. Sao Paulo: Sarvier, 2006. 1202p.
3. MARZZOCO, A., TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2007. 386p.
4. STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 1000p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BACILA, M. Bioquímica veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1980. 534p.
2. CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
533p.
3. FERRIER, D.R., CHAMPE, P.C., HARVEY, R.A. Bioquímica ilustrada. 3.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 533p.
4. GRANNER, D. K., HARPER, MURRAY, R. K. Harper: bioquímica. 9.ed. São
Paulo: Atheneu, 2002. 919p.
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5. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARESGUIA, M. Bioquímica celular e
biologia molecular. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360p
MORFOLOGIA ANIMAL
Objetivos: Fornecer aos acadêmicos conhecimentos sobre as estruturas
anatômicas que fazem parte dos diferentes órgãos e/ou vísceras, sistemas
e/ou aparelhos, que constituem o corpo dos animais.
Ementa: Introdução ao estudo de anatomia veterinária; Osteologia; Artrologia;
Miologia; Morfologia do Desenvolvimento; Aparelho Ungueal; Glândula
Mamaria; Sistema Digestório; Sistema Genital Feminino; Sistema Genital
Masculino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina
Veterinária. 2.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
2. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia
veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 668p.
3. POPESKO, P. Atlas de Anatomia Topográfica dos Animais Domésticos, São
Paulo: Manole, 1985.
4. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos Animais
Domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1 e v.2, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à Anatomia e Fisiologia
Animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985.
2. FRANDSON, R. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais Domésticos, 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979.
3. HABEL, R. E. Anatomia Veterinária Aplicada, Zaragoza: Acribia, 1988.
4. OLIVEIRA, A.; NEVES, I. P; ABILIO, P. P.; SANTIAGO, W.; BARBOSA, A. S.
Manual de Anatomia Comparativa, Rio de Janeiro: Editora Contag, Tomos, s/d.
121p.
5. SCHWARZE, E. Compêndio de Anatomia Veterinária. Zaragoza: Acribia,
1984.
FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS
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Objetivos:
Caracterizar
o
conhecimento
científico
e
contextualizar
historicamente o surgimento e desenvolvimento da ciência moderna no mundo
ocidental; Desenvolver temas que permitam pensar o homem e a sociedade
como objeto de estudos, principalmente por meio da sociologia, da
antropologia,
economia
e
política;
Discutir
conceitos
fundamentais
desenvolvidos pela sociologia; Conhecer a importância das instituições sociais
e o pensamento dos precursores da sociologia; Discutir temas ligados à
questão agrária; Educação das relações étnico-raciais; Posicionar o acadêmico
quanto sua importância social, enquanto profissional e enquanto cidadão.
Ementa: O desenvolvimento científico e a correspondência com a vida social.
O pensamento dos precursores da sociologia. Relações dos indivíduos e a
sociedade. As principais instituições da sociedade e o processo de
institucionalização. A estrutura agrária e as questões sociais no campo,
ocasionadas pela industrialização, determinando novas relações de trabalho no
campo. Movimentos sociais em defesa da terra. Contribuição do povo negro e
indígena nas diversas áreas do conhecimento. Atividades práticas no campo
social enquanto profissional e cidadão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008. 358p.
2. BAUMAN, Z. Aprendendo a pensar com a sociologia. 1.ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2010. 301p.
3. COSTA, M. C. C.. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São
Paulo: Moderna, 2005. 415p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BRETON, P. Sociologia da comunicação. 2.ed. São Paulo: Loyola, 2006.
287p
2. DIAS, R. Introdução à Sociologia. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2007. 338p.
3. GIDDENS, A. Sociologia, 4.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2004. 725p.
4. TOMAZI, N.D. Iniciação a sociologia. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 264p.
5. VITA, A. Sociologia da sociedade brasileira. 9.ed. São Paulo: Atica, 1999.
279p.
MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA
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Objetivos: Subsídios para o entendimento dos princípios básicos de
matemática e estatística, com aplicação nas atividades profissionais do
agronegócio, como nutrição animal, melhoramento genético entre outras, além
do vínculo com a iniciação científica.
Ementa: Matemática: Noções preliminares de cálculo, regra de três,
porcentagem, trigonometria no triângulo retângulo e em triângulos quaisquer,
geometria espacial. Estatística: conceitos e divisões da estatística, técnicas de
amostragem, construções de tabelas e gráficos, medidas de tendência central
e de dispersão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de
dados e modelos. Viçosa: UFV, 1999. 333p.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo v. 1/2, 5.ed., Rio de Janeiro: LTC,
2008.
3. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 643p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARA, A.B., MUSETTI, A.V., SCHNEIDERMAN, B. Introdução a estatistica.
1.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 2003. 152p.
2. GUELLI, C. A.; IEZZI, G.; DOLCE, O. Conjuntos, Relações, Funções e
Inequações. São Paulo: Moderna, s/d, 265p.
3. IEZZI, G.; DOLCE, O.; MURAKAMI, C. Fundamentos da Matemática
Elementar. 8.ed. São Paulo: Atual, 1985.
4. LEVINE, D. M. Estatística – Teoria e Aplicações: usando o microsoft excel
em português. 3.ed., Rio de Janeiro: LTC. 2005. 819p.
5. SCHEINERMAN, E. R. Matemática Discreta. São Paulo: Thomson, 2006.
532p.
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Objetivos: Colocar os acadêmicos em contato direto com os diversos
segmentos que norteiam a Medicina Veterinária, tendo como base fundamental
a produção sustentável, focada no bem-estar animal e na preservação do meio
ambiente, com ênfase na medicina preventiva e saúde publica, alicerçada na
formação não apenas de profissionais competentes, mas principalmente na
formação de cidadãos comprometidos com o futuro do planeta.
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Ementa: Ciências Agrárias: conceitos a apresentação. Regulamento da
profissão: deveres e competências dos profissionais. Abordagens nos aspectos
de negócio, ciência e arte. As funções do profissional de medicina veterinária.
As tecnologias disponíveis. Análise do currículo: disciplinas essenciais e
optativas. As especialidades do Médico Veterinário e seu futuro profissional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p.
2. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina
Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
3. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA
responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p.
4. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole,
2004. 513p.
5. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
6. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
7. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São
Paulo: Roca, 2010. 387p.
8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1996. 320p.
9. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
10.SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como
entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p.
11.VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed.
Brasília: Embrapa, 2007. 158p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968.
Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os
Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da
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União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev.
2011.
3. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed.
Barueri: Manole, 2005. 1153p.
4. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987.
453p.
5. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed.
Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p.
6. LUCCI, C.S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo: Manole
Ltda, 1997
7. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011.
260p.
9. SOUZA, G. et al. A Administração da Fazenda. São Paulo: Globo, 1992.
10.SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La
Salud, 1989. 989p.
11.TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
ECOLOGIA
Objetivos: Propiciar conhecimentos fundamentais em ecologia, com uma
concepção holística das relações com os seres vivos - ambiente, enfatizando a
importância econômica e social da busca pela conservação da biodiversidade,
bem como o desenvolvimento sustentável e harmonioso do planeta,
destacando a importância do Médico Veterinário e do Zootecnista nessa
concepção e sua relação com a saúde ambiental.
Ementa:
estrutura
e
funcionamento
dos
ecossistemas;
ecologia
das
populações e das comunidades; poluição ambiental; a destruição e
conservação da biodiversidade; estrutura e legislação ambiental brasileira;
saúde ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice: São Paulo,
2002. 305p.
2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p.
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3. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como
entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DAJOZ, R. Ecologia Geral. 4.ed. Petrópolis: Vozes. 1983. 472p.
2. DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 519p.
3. GRISI, B.M. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2.ed. João Pessoa:
UFPB, 2000. 200p
4. SEIFFERT, M.E.B. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 310p.
5. TOWNSEND, C.R., HARPER, J.L., BEGON, M. Fundamentos em ecologia.
2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p.
METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Objetivos: Inserir o ingressante no ambiente universitário de forma plena, junto
à metodologia de estudo, senso crítico e realização de trabalhos científicos.
Apresentar as técnicas de levantamento bibliográfico, bem como a utilziação da
internet como instrumento de pesquisa em sites especializados. Estimular o
raciocínio e a formulação de hipóteses para solução de problemas que serão
objetos de iniciação científica, bem como o gosto pelo conhecimento.
Ementa: Metodologia Científica; Métodos de Estudo e Aprendizagem; Como
elaborar trabalhos Universitários (Pesquisa Científica); Conhecimento Científico
e outros tipos de conhecimento; Métodos Científicos ;
Experimentação
nas
ciências biológicas e da saúde; Estudos observacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BARROS, A. J. P.; LEHFELD,N. A.S. Fundamentos de Metodologia: um guia
para a iniciação científica. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2000. 122p,
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica.
7 ed., São Paulo: Atlas, 2010, 296p.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed., São Paulo:
Cortez, 2007. 304p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALBERTO, S.B.M. Manual para Elaboração e Organização de Trabalhos
Técnicos e Científicos. Marília: UNIMAR, 1997. 80p.
2. ECO, H. Como se faz uma tese. 15.ed., São Paulo: Perspectiva, 2000. 170p.
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3. GARCIA, M. Informática Veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 117p.
4. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4.ed.
São Paulo: Atlas, 1996. 177p.
5. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 10.ed., São Pauto: Martins
Fontes,2001. 412p.
6. VIEIRA, S.O., HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área da saúde.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 192p.
2º TERMO
BIOFÍSICA
Objetivos: Apresentar os conceitos da física aplicados às principais técnicas
de formação de imagens utilizadas em Medicina Veterinária, como também nos
diferentes sistemas do corpo animal.
Ementa:
Termometria
Clínica;
Termorregulação;
Biofísica
do
Sistema
respiratório; Biofísica do Sistema Urinário; Biofísica do Sistema Muscular;
Biofísica do Sistema Cardiovascular; Biofísica aplicada à ultrassonografia;
Física dos Rx e Técnicas radiográficas; Ressonância magnética; Tomografia;
Endoscopia (gastroscopia, colonoscopia, rinoscopia); Transporte Através das
Membranas; O Universo e sua Composição Fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CHOW, C., OKUNO, E., CALDAS, I. L. Física para ciências biológicas e
biomédicas. 1.ed. São Paulo: Harbra, 1986. 483p.
2. GARCIA, E. A. C. Biofísica. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 387p.
3. HENEINE, I. F. Biofisica básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000. 391p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2004. 579p.
2. LEAO, M. A. C. Princípios de biofísica: bioestruturas e bioenergética,
biofísica-química, radiologia, biofísica das funcões, eletrobiologia. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 510p.
3. REECE, W. O. Fisiologia de animais domésticos. 1.ed. São Paulo: Roca,
1996. 351p.
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4. SWENSON, M.J.; Ed.Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1996. 799p.
5. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
São Paulo: Santos, 2002. 611p
.
ANATOMIA DESCRITIVA
Objetivos: Conhecimentos a cerca da morfologia dos vários sistemas que
constituem o corpo dos animais.
Ementa: Sistema Ósseo; Sistema Articular; Sistema Muscular; Sistema
Circulatório; Sistema Tegumentar; Sistema Nervoso; Sistema Respiratório;
Sistema Digestório; Sistema Urinário; Sistema Genital Masculino; Sistema
Genital Feminino; Sistema Endócrino; Órgãos do Sentido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do
gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p.
2. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia
animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
3. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia
veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p.
4. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.1, Porto Alegre: Artmed, 2002. 298p.
5. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p.
6. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1,
São Paulo: Manole, 1985. 211p.
7. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.2,
São Paulo: Manole, 1985. 194p.
8. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.3,
São Paulo: Manole, 1985. 205p.
9. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais
domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W.
B. Saunders Company, 2000.428p.
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2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O
cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p.
3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os
ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p.
4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas
colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997.
160p.
5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido
de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p.
6. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
BROMATOLOGIA
Objetivos: Apresentação da composição Bromatológica dos principais
alimentos e técnicas para determinação dos nutrientes contidos nesses, além
da determinação de contaminantes e fraudes. Apresentação da formulação das
rações dos animais de interesse zootécnico.
Ementa: Introdução ao curso: Composição e análise bromatológica dos
alimentos. Classificação dos alimentos. Estudo dos fatores anti-nutricionais,
alterações e adulterações dos alimentos. Digestibilidade dos alimentos.
Controle de qualidade e fiscalização dos alimentos. A legislação bromatológica.
Microscopia e microbiologia dos alimentos. Introdução aos cálculos de rações.
Noções práticas de produção e conservação de alimentos como feno, silagem
e produção de rações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição
animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v
2. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
4. MAYNARD, L. A. et. al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
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1. FLORES MENENDEZ, J. A. Bromatologia animal. 3.ed. México: Limusa,
c1986. 1096p.
2. FUKUSHIMA, R. S. Coord., SEMANA De Zootecnia (Pirassununga). A
interação solos x pastagens x nutrição animal. 1.ed. Campinas: Fundação
Cargill, 1992. 124p.
3. NOGUEIRA, A. R. A., SOUZA, G. B. Manual de laboratórios: solo, água,
nutrição vegetal, nutrição animal e alimentos. 1.ed. São Carlos: Embrapa,
2005. 334p.
4. SALINAS, R. D. Alimentos e nutrição: introdução a bromatologia. 3.ed. São
Paulo: Artmed, 2002. 278p.
5. VALAS, E. C., CORREA, F. R. Bibliografia brasileira sobre plantas tóxicas na
alimentação animal. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 1982. 228p.
FISIOLOGIA ANIMAL I
Objetivos: Identificar e compreender o funcionamento e a interação entre os
diversos órgãos e sistemas dos organismos, relacionando-os com o equilíbrio e
funcionamento normal do corpo do animal.
Ementa: Fisiologia Geral; Fisiologia dos líquidos corporais e membranas;
Sistema Nervoso; Sistema Endócrino; Sistema Digestório; Sistema cardiorespiratório; Sistema reprodutor; Sistema renal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina
Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 579p.
3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p.
2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia
animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
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Medicina Veterinária
4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1987. 612p.
5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca,
1984. 420p.
6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1996. 799p.
7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
São Paulo: Santos, 2002. 611p.
MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA
Objetivos: MICROBIOLOGIA: Estudo da Bacteriologia, Micologia e Virologia,
enfatizando
sua
importância
zootécnica
e
médica
veterinária.
Obter
conhecimentos sobre estrutura, metabolismo e virulência dos diferentes
microrganismos. IMUNOLOGIA: Apresentar as aplicações da Imunologia.
Mostrar a importância do conhecimento dos mecanismos de defesa do
organismo animal. Demonstrar aos alunos o diagnóstico sorológico de
enfermidades de interesse clínico visando reconhecer e interpretar as reações
imunológicas envolvidas.
Ementa: Apresentação geral dos microrganismos de importância em saúde
animal, enfatizando inclusive aqueles de importância na saúde pública,
enfocando a área da bacteriologia, micologia e virologia (importância,
características gerais, classificação viral e métodos gerais de diagnóstico)
além, dos métodos de esterilização e desinfecção. Técnicas para isolamento
de microrganismos.
Aspectos da importância e aplicação da imunologia,
infecção e resistência, o complexo sistema imune, antígenos, anticorpos,
resposta imune celular e humoral, imunoterapia, imunoprofilaxia, além do
imunodiagnóstico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu,
2008. 760p.
2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1985. 1234p.
3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. 446p.
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Medicina Veterinária
4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido.
5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p.
5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
1104p.
6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica.
6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p.
7. TIZARD, I. Introdução à imunologia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca,
c1985. 329p.
8. TERR, A. L., STITES, D. P., PARSLOW, T. G. Imunologia médica. 10.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 684p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ANTUNES, L. J. Imunologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.
95p.
2. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinária. 1.ed.
Espanha: Acribia, 1989. 305p.
3. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia:
conceitos e aplicações. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2.v.
4. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina,
1981. 472p.
5. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares.
1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p.
6. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
7. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e
manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p.
8. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1
ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p.
BIOCLIMATOLOGIA E BEM-ESTAR ANIMAL
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Medicina Veterinária
Objetivos: Entendimento quanto à necessidade de oferecer aos animais de
produção e de companhia, condições de ambiente natural ou artificial para que
os mesmos possam expressar ao máximo sua capacidade genética, dentro dos
preceitos de bem-estar animal
Ementa: Introdução geral à bioclimatologia; adaptação e evolução dos
organismos. Efeitos do ambiente tropical sobre a produção, reprodução e
saúde dos animais. Mecanismos de termorregulação dos animais. Fatores
climáticos associados aos ambientes tropicais. Características dos animais
associadas a termorregulação e ao desempenho em ambientes específicos.
Avaliação de animais para adaptação a ambientes tropicais. Melhoramento
genético para adaptação. Preceitos de bem-estar animal para animais de
produção e companhia
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. 332p.
3. MULLER, P. B. Bioclimatologia: aplicada aos animais domésticos. 3.ed.
Porto Alegre: Sulina, 1989. 262p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. COSTA, M. J. R. P. Anais do 1. ciclo internacional de palestras sobre
bioclimatologia animal.1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 129p.
2. COSTA, M. J. R. P. Anais do 10. encontro anual de etologia, 29 de setembro
a 1 de outubro de 1992. 1.ed. Jaboticabal: SBE, 1992. 235p.
3. HAHN, G. L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: aspectos teóricos e
aplicados. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1993. 28p.
4. MARENGO, J A. Mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre a
biodiversidade: caracterização do clima atual e definição das alterações
climáticas para o território brasileiro ao longo do século. 2.ed. Brasília:
Ministério do Meio Ambiente, 2007. 163p
5. NAAS, I. A. Princípios de conforto térmico na produção animal. 1.ed. São
Paulo: Icone, 1989. 183p.
6. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
São Paulo: Santos, 2002. 611p.
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CITOLOGIA, HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
Objetivos: Motivar a formação de um raciocínio integral dos alunos aos
aspectos morfo-funcionais de tecidos e órgãos, de fundamental importância
para o entendimento da medicina veterinária e da zootecnia. Ministrar
conhecimentos básicos da formação, estrutura e função dos tecidos e órgãos.
Ementa: citologia geral; métodos de estudo; tecido epitelial de revestimento;
tecido epitelial glandular; tecido conjuntivo; tecido adiposo; tecido cartilaginoso;
tecido ósseo; tecido nervoso; tecido muscular; sistema circulatório; células do
sangue; sistema linfático.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CARLSON, B. M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. 1.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, c1996. 408p.
2. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2007. 432p.
3. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. 576p.
4. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
5. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a
patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p.
6. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis:
Saunders Elsevier, 2007. 546p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole, 1992.
629p.
2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000. 355p.
3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c1991. 570p.
4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1982. 397p.
5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
2000. 229p.
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Medicina Veterinária
6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978. 202p.
7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed.
São Paulo: Panamericana, 1993. 779p.
8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p.
9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p.
3º TERMO
EQUIDEOCULTURA
Objetivos: Transmitir conhecimentos sobre a criação e exploração de
equídeos de trabalho, lazer e esporte e outras finalidades, bem como o
respectivo manejo, além de informações do agronegócio referente à espécie,
capacitando o aluno a atuar em todos os âmbitos da equideocultura nacional.
Ementa: Principais características e classificações dos equídeos. Etologia
equina. Manejo sanitário. Manejo alimentar. Manejo reprodutivo. Identificação
da idade e resenhas. Manejo de pastagens. Casqueamento e ferrageamento.
Principais raças criadas no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. AUBLET, H., MARCENAC, L. Enciclopédia do cavalo: Enciclopédia do
cavalo. 4.ed. São Paulo: Andrei, 1990. 2.v.
2. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed.
Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p.
3. ROMASZKAN, G. O cavalo. 3.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. 281p.
4. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005.
573p.
5. TORRES, A. P., JARDIM, W. R. Criação do cavalo e de outros equinos.
3.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 654p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. KNOTTENBELT, D.C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo.
1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p.
2. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
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Medicina Veterinária
3. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao
dia-a-dia na clinica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2001. 414p.
4. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo:
Roca, 1994. 943p.
5. RIBEIRO, D. B. O cavalo: raças, qualidades e defeitos. 2.ed. Rio de Janeiro:
Globo, c1988. 318p.
NUTRIÇÃO DE RUMINANTES E AGROSTOLOGIA
Objetivos: Apresentação do metabolismo dos nutrientes utilizados nos
pequenos e grandes ruminantes, bem como o cultivo e utilização das principais
gramíneas e leguminosas relacionadas à nutrição.
Ementa: Aspectos gerais. Revisão da anatomia e fisiologia do aparelho
digestivo dos ruminantes. Alimentos e principais nutrientes. Metabolismo dos
carboidratos, proteínas e nitrogênio não protéico e lipídeos. Metabolismo e
exigências dos minerais e vitaminas. Enfermidades relacionadas aos
problemas metabólicos. Aspectos técnicos e econômicos do cálculo de rações.
Produção de silagem, feno e cana visando à alimentação de ruminantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição
animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
4. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
5. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d.. 258p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALIMENTACION, De Los Ruminantes: Principios de Nutricion y alimentacion
de los ruminantes, necessidades alimenticias de los animales, valor nutritivo de
los alimentos. 1.ed. Madri: Mundi-Prensa, 1981. 697p.
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Medicina Veterinária
2. BARBOSA, F. A., CARVALHO, F. A. N., MCDOWELL, L. R. Nutrição de
bovinos a pasto. 2.ed. Belo Horizonte: Gradual, 2000
3. COLE, D. J. A., HARESIGN, W. Avances en nutricion de los rumiantes. 1.ed.
Zaragoza: Acribia, 1988. 428p.
4. KIRCHOF, B. Alimentação da vaca leiteira. 1.ed. Guaiba: Agropecuária,
1997. 111p.
5. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo:
Manole, 1997. 169p.
6. MARTIN, L. C. T. Nutrição mineral de bovinos de corte. 2.ed. s.l.: Nobel,
c1993. 173p.
GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL
Objetivos: Apresentar conceitos básicos de genética e melhoramento animal,
buscando aliar produção ao agronegócio, proporcionando um rebanho de
qualidade no contexto nacional.
Ementa: Introdução a Genética e Melhoramento Genético; Primeira e segunda
Leis de Mendel; Extensões à Análise Mendeliana; Genética molecular;
Genética de Populações; Estatística aplicada ao melhoramento genético;
Genética Quantitativa. Herdabilidade; Repetibilidade. Capacidade provável de
produção; Métodos de seleção. Seleção para uma característica. Diferencial de
Seleção; Progresso genético; Sistemas de acasalamento. Proporção de genes
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001,
589 p.
2. NICHOLAS, F.W. Introdução a Genética Veterinária. Porto Alegre: Artmed,
1999. 328 p.
3. RAMALHO, M. Genética na Agropecuária. 4.ed. Lavras: UFLA. 2008. 463 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Genética e Melhoramento de rebanho nos
trópicos. São Paulo: Nobel, 1989. 463 p.
2. MILAGRES,J.C. Melhoramento animal. Seleção. Viçosa:UFV, n.3, 1981. 101 p.
3. NICHOLAS, F.W. Genética veterinária. Porto Alegre: Artmed, 1999. 326 p.
4. PISANELLI, R.C., GALHARDO, S.R., OLIVEIRA, T.C.D. Quem é quem em
genética animal no Brasil. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1983. 165p.
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Medicina Veterinária
5. SILVA, M.A. Melhoramento animal: índices de seleção. 1.ed. Viçosa: UFV,
1980. 65p.
FARMACOLOGIA GERAL
Objetivos: Apresentar a terminologia farmacológica, prescrição e a legislação
vigente sobre os medicamentos brasileiros. Abordar os efeitos dos fármacos
sobre o organismo animal, desde seus mecanismos de ação, absorção,
biotransformação e excreção.
Ementa: Introdução à farmacologia veterinária; Prescrição e legislação dos
medicamentos brasileiros; Farmacodinâmica; Farmacocinética; Agonista e
Antagonistas
Adrenérgicos;
Agonista
e
Antagonistas
Colinérgicos;
Antiinflamatórios; Antibióticos; Fluidoterapia; Histamina e seus Antagonistas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 991p.
2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e
terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p.
3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de
farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p.
4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p.
2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio
de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p.
3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária.
1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p.
4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007. 829p.
5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia
aplicada a avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p.
6. TROLLDENIER, H. Antibióticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d.. 275p
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ANATOMIA TOPOGRÁFICA
Objetivos: Fornecer conhecimentos sobre as diferentes estruturas anatômicas
próprias de determinadas regiões do corpo animal (cabeça, pescoço, tórax,
abdome, pelve e apêndices torácicos e pélvicos), tendo em vista as
disposições estratigráficas e sintopias que tais estruturas (ossos, vasos,
nervos, etc...) mantêm entre si.
Ementa: Introdução ao estudo de anatomia topográfica; Região do pescoço;
Tórax; Região da cabeça; Abdome; Pelviologia e Pelvimetria; Membros
torácicos; Membros pélvicos; RX.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do
gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p.
2. COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina
Veterinária. 2.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p.
3. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia
animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
4. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia
veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p.
5. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.1, Porto Alegre: Artmed, 2002. 298p.
6. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p.
7. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1,
São Paulo: Manole, 1985. 211p.
8. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.2,
São Paulo: Manole, 1985. 194p.
9. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.3,
São Paulo: Manole, 1985. 205p.
10. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais
domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W.
B. Saunders Company, 2000.428p.
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47
Medicina Veterinária
2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O
cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p.
3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os
ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p.
4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas
colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997.
160p.
5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido
de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p.
6. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
CITOLOGIA E HISTOLOGIA ESPECIAL
Objetivos: Transmitir a caracterização microscópica dos órgãos que compõem
os sistemas orgânicos dos animais domésticos e evidenciar as principais
diferenças morfológicas entre as espécies através da histologia comparada.
Ementa: Sistema tegumentar; Sistema digestório; Glândulas anexas ao tubo
digestivo; Sistema endócrino; Sistema respiratório; Sistema urinário; Sistema
reprodutor masculino; Sistema reprodutor feminino; Órgãos linfáticos; Olho e
ouvido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2007. 432p.
2. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. 576p.
3. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro:
Guanabara, 2008.
4. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a
patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p.
5. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis:
Saunders Elsevier, 2007. 546p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole,
1992. 629p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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48
Medicina Veterinária
2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000. 355p.
3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1991.
570p.
4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1982. 397p.
5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
2000. 229p.
6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro : Guanabara, 1978. 202p.
7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed.
Sao Paulo: Panamericana, 1993. 779p.
8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p.
9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p.
FISIOLOGIA ANIMAL II
Objetivos: Compreensão do funcionamento e a inter-relação dos sistemas
orgânicos nas diferentes espécies.
Ementa: Fisiologia da nutrição de monogástricos; Fisiologia da nutrição de
ruminantes; Endocrinologia e metabolismo energético e reprodutivo; Fisiologia
neonatal e geriátrica; Fisiologia renal comparada; Fisiologia cardiorrespiratória
comparada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina
Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 579p.
3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de
Janeir: Elsevier, 2006. 1115p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p.
2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia
animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
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Medicina Veterinária
3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1987. 612p.
5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca,
1984. 420p.
6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1996. 799p.
7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
Sao Paulo: Santos, 2002. 611p
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS
Objetivos: Conhecer as primeiras populações do continente africano e seu
percurso histórico; a história Afro-brasileira, diáspora africana no Brasil;
Debater questões sobre racismos e antirracismos no Brasil – raças e etnias; o
tráfico negreiro e a resistência; história da escravidão no Brasil (aspectos
econômicos e socioculturais); Refletir sobre a história indígena no Brasil,
referenciando as políticas coloniais, imperiais e republicanas para os povos
indígenas no Brasil; refletir a subalternização dos índios na história do Brasil.
Refletir a subalternização dos “negros no trabalho” na história do Brasil;
Problematizar “a invenção da África” e o olhar eurocêntrico sobre os saberes
produzidos acerca do continente africano; compreender a complexidade das
políticas indígenas atuais: cultural, habitacional e assistencial, estudar a cultura
e a participação do negro no Brasil atual.
Ementa: História e influência da cultura africana na formação da cultura
brasileira; história e influência da cultura indígena na formação da cultura
brasileira. Primeiros habitantes do continente africano; A religiosidade africana
disseminada pela cultura brasileira; aspectos da arte africana na cultura
brasileira. Aspectos da cultura e da religiosidade indígena na cultura brasileira.
A identidade afro-brasileira; A identidade indígena; o desenvolvimento das
questões raça-etnia no espaço social.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA:
1. ARAUJO PEREIRA, Amilcar; MONTEIRO, Ana Maria. Ensino de História e Cultura
Afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.
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Medicina Veterinária
2. LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os
povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional,
2006.
3. MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias,
línguas, cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares nacionais para a
educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira
e africana. Brasília: MEC-SECAD/SEPPIR/INEP, 2005.
2. GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de
senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995.
3. PENA, Sérgio D. J.. (2005). Razões para banir o conceito de raça da medicina
brasileira. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 12(2), 321-346. Recuperado em 25 de
setembro de 2013, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010459702005000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0104-59702005000200006.
http://oglobo.globo.com/infograficos/paraiso-sitiado/
http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira
http://www.palmares.gov.br/tag/cultura-afro-brasileira/
4º TERMO
DIREITO AGRÁRIO E GESTÃO AMBIENTAL
Objetivos: Enfocar a importância da participação dos profissionais das
Ciências Agrárias na Política Nacional do Meio Ambiente, através da
participação nos mecanismos de controle e prevenção ambiental e do trabalho;
Assegurar o estudo do tema legal, sob uma visão investigativa, visando uma
formação humanística relativa ao fenômeno jurídico diante da necessidade
social. Conceitos e responsabilidades em torno da saúde ambiental.
Ementa: Introdução: princípios constitucionais – a função social da
propriedade. O aspecto jurídico dos contratos agrários e os profissionais das
ciências agrárias. A intervenção estatal na reforma agrária e a participação dos
profissionais de agrárias nos quadros do INCRA. A gestão ambiental e o
desenvolvimento sustentável. A Política Nacional do Meio Ambiente – O
Licenciamento Ambiental e a importância do profissional de agrárias no
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EIA/RIMA. Competência em material ambiental. Responsabilidade por danos
ambientais. Crimes ambientais. Saúde Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental brasileiro. 10.ed. São Paulo:
Saraiva, 2009. 642p.
2. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011.
260p.
3. SEIFFERT, M.E.B. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 310p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BARROS, W. P. Curso de Direito Agrário: Legislação. 2.ed. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 1997.
2. FERREIRA, P. Curso de direito agrário. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
3. GODOY, A.V. A eficácia do licenciamento ambiental como um instrumento
público de gestão do meio ambiente. São Paulo: Editora OAB. 2005. 77p.
4. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como
entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros. 2010. 186p.
5. SIRVINSKAS, L. P. Manual de direito ambiental. 4.ed. São Paulo: Saraiva,
2006
NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICOS
Objetivos: Apresentar o metabolismo dos nutrientes e da energia em
monogástricos e reconhecer as características dos alimentos tradicionais e dos
alternativos utilizados como ingredientes para essas espécies. Realizar
formulações de dietas balanceadas e analisar tecnicamente fórmulas
nutricionais. Apresentar as principais diferenças do metabolismo dos nutrientes
para os animais monogástricos. Nutrição clínica.
Ementa: Histórico da nutrição de monogástricos. Metabolismos de proteínas,
carboidratos, lipídeos, energia, minerais, vitaminas e da água. Aditivos
utilizados na nutrição de monogástricos. Estudo de Alimentos e planos de
alimentação.
Formulação
e
mistura
de
rações
para
monogástricos.
Enfermidades relacionadas aos problemas metabólicos. Aspectos técnicos e
econômicos do cálculo de rações. Nutrição clínica de cães e gatos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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Medicina Veterinária
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição
animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
3. CASE, L.P.; DARISTOTLE, L.; HAYEK, M.; RAASCH, M.F. Canine and
Feline nutrition. 3.ed. USA: Elsevier. 2011. 562p.
4. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
5. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição das aves domésticas. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1989. 324p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CAREY, D. P., HIRAKAWA, D. A., CASE, L. P. Nutrição canina e felina:
manual para profissionais. 1.ed. Madrid: Hacourt Brace, 1998. 389p.
2. EDNEY, A. T. B. Nutrição do cão e do gato: um manual para estudantes,
veterinários, criadores e proprietários. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 146p.
3. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com
ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção.
1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p.
4. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed.
Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p.
5. PILLINER, S. Nutricion y alimentacion del caballo. 1.ed. Zaragoza: Acribia,
1995. 207p.
6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suinos. 4.ed. São Paulo: Nobel,
1985. 214p.
7. VALVERDE, C. C. 250 rações balanceadas para suínos: como calcular
ração balanceada, manejo alimentar e exigências nutricionais para todas as
fases da vida. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1997. 114p.
PARASITOLOGIA
Objetivos: Apresentação dos parasitas que acometem os animais domésticos
e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública. Caracterização:
conceito, sistemática, morfologia, fisiologia, órgãos parasitados pelas formas
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larvais e adultas, modo de infecção, ciclo evolutivo normal e errático,
hospedeiros definitivos, intermediários, eventuais, acidentais e esporádicos.
Ementa: Introdução à parasitologia animal. Protozoologia. Helmintologia:
Nematoda; Trematoda; Cestoda. Artropodologia. Parasitologia animal e sua
repercussão em saúde pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p.
3. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1990. 306p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BECK, A. A. H. Anais do III seminário brasileiro de parasitologia veterinária,
Balneário Camboriú, 18 a 23 de outubro de 1982. 1.ed. Brasília: Dep. de
Difusao de Tecnologia, 1985. 249p.
2. BORCHERT, A. Parasitologia veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1981.
745p.
3. GEORGE, J. R. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Manole, 1988.
379p.
4. LEITAO, J. L. S. Parasitologia veterinária: Parasitas. 3.ed. Lisboa: Fund.
Calouste Gulbenkian, s.d.. 2.v.
5. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clínica veterinaria.
6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p.
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Objetivos:
Conferir
conhecimentos
quanto
à
análise
e
interpretação
radiográfica das alterações das estruturas que compõem o animal; Capacitar a
realização
de
técnicas
e
exames
radiográficos
na
rotina
hospitalar;
Proporcionar conhecimentos e habilidades na realização de diagnóstico através
de imagens nas diferentes espécies domésticas.
Ementa: Introdução: história, formação dos RX e imagens radiográficas.
Proteção radiológica e perigos da radiação. Instalações adequadas para
funcionamento dos aparelhos. Semiologia Radiológica. Estudos radiográficos e
Ultrassonográficos nas seguintes estruturas: Cabeça, Membros locomotores,
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Coluna vertebral, Sistema digestório, Sistema cárdio-respiratório, Sistema
urogenital.
Técnica
radiográfica
contrastada
e
meio
de
contraste.
Ultrassonografia: princípios, análise e interpretação. Doenças neoplásicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BONTRAGER, K. L. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. 4.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, c1999. 770p
2. LAPEIRE, C. Semiologia radiológica nos pequenos animais. 1.ed. São
Paulo: Organizacao Andrei, 1986. 117p.
3. TICER, J. W. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1987. 523p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CRUMMY, A. B., JUHL, J. H. Interpretação radiológica. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1996. 1024p
2. LIEBICH, H., KONIG, H. E. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas.
1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2v
3. MCALLISTER, H., KEALY, J. K. Radiologia e ultra-sonografia do cão e do
gato. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 432 p.
4. SCHEBTZ, H., WILKENS, H. Atlas der rontgenanatomie von hund und katze
= atlas of radiographic anatomy of the dog and cat. 4.ed. Berlin: Verlag Paul
Parey, 1986. 244p.
5. SQUIRE, L. F., NOVELLINE, R. A. Fundamentos de radiologia. 4.ed. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1992. 352p.
6. WILLIAMSON, H. D., DOUGLAS, S. W. Princípios de radiografia veterinária.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983. 281p.
MICROBIOLOGIA APLICADA
Objetivos: Apresentar aspectos específicos da Bacteriologia, Virologia e
Micologia, enfatizando a identificação dos agentes envolvidos, bem como sua
importância em diagnóstico e saúde animal.
Ementa: Principais características microbiológicas quanto à taxonomia,
enfatizando minuciosamente a metodologia de identificação e diagnóstico
laboratorial de microrganismos de importância na saúde animal e saúde
pública. Bacteriologia: estudo das principais bactérias; importância de cada
família, gênero e espécie; principais características e metodologia de
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identificação. Virologia: principais DNA e RNA-vírus; importância de cada
família, gênero e espécie; metodologia de identificação. Micologia: principais
micoses superficiais, profundas, oportunistas e micotoxicoses.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu,
2008. 760p.
2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1985. 1234p.
3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. 446p.
4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido.
5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p.
5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
1104p.
6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica.
6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinaria. 1.ed.
Espanha: Acribia, 1989. 305p.
2. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia:
conceitos e aplicações. 2.ed. Sao Paulá: Makron Books, 1997. 2.v.
3. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina,
1981. 472p.
4. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares.
1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p.
5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
6. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e
manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p.
7. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1
ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p
FARMACOLOGIA VETERINÁRIA ESPECIAL
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Objetivos: Apresentar os efeitos dos fármacos em cada sistema orgânico e
sua atuação no organismo animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem,
absorção, biotransformação e excreção.
Farmacologia
Ementa:
Sistema
Nervoso
Central.
Farmacologia
gastrointestinal. Farmacologia respiratória. Antiparasitários. Farmacologia
sistema
renal.
Farmacologia
cardiovascular.
Antifúngicos
e
antivirais.
Antineoplásicos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 991p.
2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e
terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p.
3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de
farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p.
4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p.
2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio
de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p.
3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária.
1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p.
4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007. 829p.
5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia
aplicada à avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p.
6. TROLLDENIER, H. Antibioticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d. 275p
ANIMAIS DE LABORATÓRIO, CUNICULTURA E PISCICULTURA
Objetivos: Desenvolver os sistemas de criação de peixes, animais de
laboratório e coelhos, seguindo-se os conceitos de bem-estar animal, normas
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Medicina Veterinária
para utilização de animais em experimentação científica e adequação
produtividade.
Ementa: Animais de Laboratório: Principais espécies utilizadas; Sistemas de
criação. Bioterismo. Piscicultura: Características das principais espécies
cultivadas;
Sistemas
de
criação.
Técnicas
de
cultivo.
Cunicultura:
Características das principais raças utilizadas; Sistemas de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CTA, - Centro de Tecnologia em Aquicultura e Meio Ambiente. Peixes de
água doce do rio doce: na área de influência da UHE mascarenhas.1.ed.
Vitoria: CTA, 2009. 74p.
2. CYRINO, J. E. P., CASTAGNOLLI, N. Piscicultura nos trópicos. 1.ed. São
Paulo: Manole, 1986. 152p.
3. MEDINA, J. G. Cunicultura: a arte de criar coelhos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A.,
1988. 183p.
4. VIEIRA, M I. Coelhário: instalações adequadas, maiores lucros. 1.ed. São
Paulo: Prata, 1995. 170p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CASTAGNOLLI, N. Criação de peixes de água doce. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, 1992. 189p.
2. DUARTE, A. T., CARVALHO, J. M. Cunicultura. 1.ed. Lisboa: Clássica, s.d..
413p.
3. FABICHACK, D., FABICHACK, W. Peixes de aquário: criação, alimentação,
doenças, tratamento, espécies. 8.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 72p.
4. FIGUEIRA, M. L. O. A., LUND, V. X. Criação de tilápias. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1989. 63p.
5. FURTADO, J. F. R. Piscicultura: uma alternativa rentável. 1.ed. Guaíba:
Agropecuaria, 1995. 180p.
6. HARKNESS, J. E., WAGNER, J. E. The biology and medicine of rabbits and
rodents. 3.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1989. 230p.
7. HIME, J. M., O DONOGHUE, P. N. Patologia de los animales de laboratório:
diagnostico y tratamiento. 1.ed. Zaragoza : Acribia, s.d. 305p.
8. MARDINI, C. V. et.al. Caracterização preliminar do perfil da piscicultura
desenvolvida no Rio Grande do Sul. 1.ed. Porto Alegre: FEPAGRO, 1997. 23p.
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Medicina Veterinária
9. MICHEL, C., KINKELIN, P., GHITTINO, P. Tratado de las enfermedades de
los peces. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 353p.
10. OLIVEIRA, J. A. L., MENEZES, R. N. T. A cunicultura no nordeste. 1.ed.
Fortaleza: Banco Nordeste do Brasil, 1979. 116p
11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção
sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed.
s/l: CRMV - MG, s/d. 16p.
12. SMITH, A. W. Temas selecionados sobre medicina de animales de
laboratorio: el raton. 2.ed. Cent. Panam. de Fiebre Aftosa, 1976. 122p.
13. VIEIRA, M. I. Hamster: criação e treinamento. 1.ed. São Paulo: Prata, 1997.
77p
ANATOMIA PATOLÓGICA I
Objetivos: Transmitir conceitos básicos da patologia com ênfase nos seguintes
tópicos: degeneração e morte celular, distúrbios circulatórios, processo
inflamatório,
regeneração
e
cicatrização,
carcinogênese
e
oncologia.
Apresentar noções básicas da técnica de necropsia, colheita e envio de
material
para
proporcionar
exame
o
anatomopatológico
reconhecimento
dos
e
citotopatológico,
padrões
além
histopatológicos
de
das
degenerações, inflamações e das neoplasias.
Ementa: Introdução à Anatomia Patológica; Tanatologia; Degeneração e
necrose
celular;
Calcificações
patológicas;
Pigmentos
e
pigmentação
Patológica; Perturbações circulatórias; Processo inflamatório; Imunopatologia;
Cicatrização e regeneração tecidual; Distúrbios do crescimento; Neoplasias:
definição nomenclatura, classificação; Carcinogênese.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia:
bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp
2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 629p.
3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009. 1475p.
4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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59
Medicina Veterinária
5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1983. 412p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p.
2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006. 1472p.
3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. Sao Paulo:
Manole, 1994. 556p.
4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales
domésticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v.
5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São
Paulo: Manole, 2000. 1415p.
6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária.
1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p.
7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária:
anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p.
8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p.
9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed.
Barcelona: AEDOS, 1984. 423p.
5º TERMO
CRIAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS
Objetivos: Proporcionar aos alunos os conceitos e procedimentos a serem
tomados pelo profissional quando se tratar do manejo de animais silvestres.
Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo de animais silvestres em
cativeiro (répteis, aves e mamíferos). Fornecer conhecimentos sobre a
legislação que controla a criação de animais silvestres, além dos aspectos
econômicos da criação. Capacitar o aluno para elaborar e executar programas
de criação e conservação de espécies da fauna silvestre em cativeiro.
Ementa: A fauna silvestre no Brasil e no mundo; Legislação brasileira de
proteção à fauna; Manejo de animais silvestres em zoológicos; Aquariofilia;
Manejo de répteis; Manejo de aves silvestres; Manejo de mamíferos silvestres;
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Medicina Veterinária
Contenção físico-química de animais silvestres; Manejo genético de animais
silvestres.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. BORGES, R. C. Serpentes peçonhentas brasileiras: manual de identificação,
prevenção e procedimentos em caso de acidentes. 1.ed. São Paulo: Atheneu,
2001. 148p.
3. HILDEBRAND, M. Análise da estrutura dos vertebrados. 1.ed. São Paulo:
Atheneu, 1995. 700p.
4. ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca, 1986. 508p.
5. POUGH, F. H., HEISER, J. B., MCFARLAND, W. N. A vida dos vertebrados.
2.ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 798p.
6. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia basica.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 470p.
7. SOERENSEN, B. Acidentes por animais peçonhentos: reconhecimento, clinica
e tratamento. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 138p.
8. VALLADARES-PADUA, C., CULLEN JR, L., RUDRAN, R. Métodos de estudos
em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 1.ed. Curitiba: UFPR,
2004. 665p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AGUILAR, R. F., HERNANDEZ, S. M., HERNANDEZ, S. J. Atlas de
medicina, terapêutica e patologia de animais exóticos. 1.ed. São Caetano do
Sul: Interbook, 2006. 375p.
2. AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. 1.ed. São Paulo: Terra Brasilis, 1995.
168p.
3. CASSARO, K., OLIVEIRA, T. G. Guia de identificação dos felinos brasileiros.
2.ed. São Paulo: SZB, 1999. 60p.
4. DAVIS, J. W. et al. Enfermedades infecciosas y parasitarias de las aves
silvestres. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1977. 343p.
5. DEUTSCH, L. A., PUGLIA, L. R. R. Os animais silvestres: proteção, doencas
e manejo. 1.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p.
6. DINIZ, L. S. M. Primatas em cativeiro: manejo e problemas veterinários,
enfoque para espécies neotropicais. 1.ed. São Paulo: Icone, s.d.. 196p.
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Medicina Veterinária
7. FRISCH, J. D. Aves brasileiras. 1.ed. São Paulo: Dalgas - Ecoltec, c1981.
353p.
8. FOWLER, M. E., CUBAS, Z. S. Biology, medicine, and surgery of South
American wild animals. 1.ed. Ames-Iowa: Iowa State University Press, 2001.
536p.
9. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. 2.ed. Ribeirao Preto: FUNPEC, 2003.
631p.
10. HADDAD JUNIOR, V. Atlas de animais aquáticos perigosos do Brasil: guia
medico de diagnostico e tratamento de acidentes. 1.ed. São Paulo: Roca, 2000.
145p.
11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção
sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed.
s/l: CRMV - MG, s/d. 16p.
12. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais
selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p.
EXTENSÃO RURAL
Objetivos: Capacitar os alunos para comunicação com ênfase no processo
educacional, a fim de possibilitar o desenvolvimento dos agropecuaristas na
mudança de comportamento que possibilita a adoção de novas tecnologias;
diagnóstico sócio-econômico das atividades agrícola; planejamento e execução
de atividades metodológicas que possibilitam o alcance dos objetivos no
processo de aprendizagem na zona rural; uso adequado dos recursos
audiovisuais para a efetiva execução das atividades metodológicas durante o
trabalho de difusão, alerta e motivação de agropecuaristas.
Ementa: Evolução, caracterização, objetivos e filosofia da extensão rural.
Estudo das modalidades de assistência a agropecuaristas; Metodologias
pedagógicas; Geração e transferência de tecnologia para o meio rural. Análise
do modelo institucional de pesquisa e extensão rural no Brasil; A pequena
produção agropecuária e a tecnologia apropriada. O processo de comunicação.
Processo de difusão e adoção de inovações nas sociedades subdesenvolvidas;
Métodos de extensão rural e abordagem participativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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Medicina Veterinária
1. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.
219p.
2. PEREIRA, A. M., BORDENAVE, J. D. Estratégias de ensino-aprendizagem.
10.ed. Petrópolis: Vozes, 1988. 312p.
3. SOUZA, et. al. A administração da fazenda. 5.ed. São Paulo: Globo, s.d..
211p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BICCA, E. F. Extensão rural: da pesquisa ao campo. 1.ed. Guaíba:
Agropecuária, 1992. 183p.
2. BORDENAVE, J. E. D. Além dos meios e mensagens: introdução a
comunicação como processo, tecnologia, sistema e ciência. 3.ed. Petrópolis:
Vozes, 1986. 110p.
3. BRAGA, G. M., ARAUJO, J. G. F., SANTOS, M. M. Extensão rural no
desenvolvimento da agricultura brasileira. 1.ed. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 1990. 60p.
4. FONSECA, M. T. L. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o
capital. 1.ed. São Paulo: Loyola, 1985. 191p.
5. FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 8.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1985. 93p.
AVICULTURA
Objetivos: Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo e produção de
aves de corte e postura, além de criações alternativas de aves domésticas,
motivando o acadêmico a esse potencial mercado que o Brasil atualmente se
destaca no contexto do agronegócio.
Ementa: Importância econômica e estrutura da produção avícola no Brasil e no
mundo. Revisão anátomo-fisiológica das aves. Melhoramento genético de aves
de produção. Incubatório em avicultura. Produção de frangos de corte.
Produção de aves de postura. Manejo racional na avicultura e seu impacto no
bem-estar. Sistemas de criação e sua repercussão na produção de produtos
avícolas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed.
Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
2. FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2.ed. Guaíba:
Agropecuaria, 1993. 118p.
3. MALAVAZZI, G. Avicultura: Manual Prático. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1977.
156p.
4. SPINOSA, H. S. PALERMO-NETO, J. GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
à avicultura. São Paulo: Roca, 2005. 366p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AVENS, J. S., MOREGAN, R. E. Ciência e produção de aves. 1.ed. São Paulo:
Roca, 1990. 380p.
2. BERCHIERI JUNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das aves. Campinas: FACTA,
2000. 490p
3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de estudos
agrários Luiz de Queiroz, 1982.
4. MACARI, M; FURLAN, R.L.; GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a
Frangos de Corte, Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994.
5. WORTHINGTON, J. A avicultura. 2.ed. Lisboa: Presença, 1980. 174p.
SUINOCULTURA
Objetivos: Capacitar o aluno quanto ao entendimento da atividade suinícola e
sua importância econômica dentro do agronegócio nacional, visando adquirir
conhecimento para uma consultoria técnica em projetos que envolvam a
criação de matrizes, leitões e animais terminados para abate, e até mesmo em
criações específicas com objetivo de melhoramento genético, seguindo os
preceitos de biosseguridade e bem-estar animal.
Ementa: histórico e características fenotípicas do suíno; as raças suínas e
suas características; aspectos reprodutivos e produtivos da espécie; manejo de
leitões na maternidade até desmame; fluxo de produção, manejo da creche,
recria e engorda; aspectos reprodutivos gerais, manejo da matriz; manejo do
cachaço
e
inseminação
artificial;
aspectos
comerciais
nacionais
e
internacionais do suíno; nutrição suína em todas as fases de criação;
melhoramento genético em suínos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos.1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987.
453p.
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Medicina Veterinária
2. CURSO de suinocultura.5.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987. 295p.
3. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suínos. 4.ed. São Paulo: Nobel,
1985. 214p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar,
2001. 181p.
2. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com
ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção.
1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p.
3. GODINHO, J. F. Suinocultura: tecnologia moderada formação e manejo de
pastagens. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 197p
4. LAVORENTI, A., MIYADA, V. S. Atualização em suinocultura. 1.ed.
Piracicaba: FEALQ, 1985. 132p.
5. OLIVEIRA, P. A. V. et.al. Suinocultura: noções básicas. 1.ed. Concórdia:
EMBRAPA, 1993. 37p.
6. PRATIS, E. R., NICOLAIEWSKY, S. Alimentos e alimentação dos suinos.
2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 58p.
6. SOBESTIANSKY, J. et.al. Formas anormais de comportamento dos suínos:
possíveis causas e alternativas de controle. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991.
29p.
7. SOBESTIANSKY, J., SESTI, L. A função da medicina veterinária na
suinocultura moderna. 1.ed. Goiânia: s.ed., 1998. 21p.
8. WENTZ, I., SOBESTIANSKY, J., SILVEIRA, P. R. Manejo em suinocultura:
aspectos sanitários, reprodutivos e de meio ambiente. 1.ed. Concórdia:
Embrapa, 1987. 184p.
DOENÇAS PARASITÁRIAS
Objetivos: Apresentar as principais doenças parasitárias dos animais
domésticos e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública.
Caracterizar: conceito, etiologia, distribuição geográfica e impacto ambiental,
importância
socioeconômica,
sintomas,
patogenia,
diagnóstico
clínico,
laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia.
Ementa: 1 – Introdução ao estudo das doenças parasitárias. Dados biológicos
usuais no emprego para o controle das verminoses. Métodos de controle das
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Medicina Veterinária
verminoses. . Métodos de combate às verminoses: sistemas empírico, tático e
estratégico. Noções sobre drogas anti-helmínticas de uso em medicina
veterinária. 2 – Conceito, etiologia, distribuição geográfica, importância
socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e
necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia: Doenças causadas
pelos nematoides; cestódeos; trematódeos; ectoparasitas; protozoários. 3.
Doenças parasitárias em medicina veterinária e sua relação com a saúde
pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
2. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
3. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
4. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 306p.
4. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clinica veterinária.
6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. FARIAS, N. A. R. Diagnóstico e controle da tristeza parasitária bovina. 1.ed.
Guíiba: Agropecuária, 1995. 80p.
2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p.
3. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: caes e gatos, do nascimento aos seis
meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p.
4. MEIRELES, J. A. F. S., LEITAO, J. L. S. Doenças parasitárias do cão e gato.
1.ed. Lisboa: Litexa Portugal, s.d.. 121p.
5. RAMOS, C. I., PALOSCHI, C. G., RAMOS, J. C. Sistemas de tratamentos
anti-helminticos para terneiros desmamados no planalto catarinense. 1.ed.
Florianópolis: EMPASC, 1984. 23p.
6. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
7. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005.
573p.
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Medicina Veterinária
ANATOMIA PATOLÓGICA II
Objetivos:
Apresentar
as
alterações
anatomopatológicas,
macro
e
microscópicas, das doenças que ocorrem no organismo dos animais
domésticos. Desenvolver a técnica de necropsia em pequenos e grandes
animais, bem como a técnica de colheita e envio de material para exame
anatomopatológico,
além
de
interpretar
as
diferentes
alterações
histopatológicas. Medicina Veterinária Legal.
Ementa: Sistema tegumentar; Sistema respiratório; Sistema cardiovascular;
Fígado e vesícula biliar; Sistema nervoso central; Sistema gastrointestinal;
Sistema urinário; Sistema reprodutor feminino; Sistema reprodutor masculino.
Medicina Veterinária Legal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia:
bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp
2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 629p.
3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009. 1475p.
4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p.
5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1983. 412p.
6. ZEZZA NETO, L. Tumores mamários malignos na cadela: sua analogia com
processos idênticos na mulher, especial destaque aos denominados tumores
mistos. 1.ed. Marília: Unimar, 1997. 143p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p.
2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006. 1472p.
3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. São Paulo:
Manole, 1994. 556p.
4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales
domesticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São
Paulo: Manole, 2000. 1415p.
6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária.
1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p.
7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária:
anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p.
8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p.
9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed.
Barcelona: AEDOS, 1984. 423p.
10. WILCOCK, B. P., YAGER, J. A. Color atlas and text of surgical pathology of
the dog and cat: dermatopathology and skin tumors. 1.ed. Ontario: Wolfe,
c1994. 320p.
SEMIOLOGIA ANIMAL
Objetivos: Capacitar o acadêmico a desenvolver um raciocínio lógico quanto
ao atendimento do animal no ambulatório no que tange ao Plano de Exame
Clínico, utilizando-se dos meios e métodos semiológicos, visando um
diagnóstico clinico preciso e ao mesmo tempo sugerindo o prognóstico.
Ementa: Semiotécnica: sistema digestivo, respiratório, cardiovascular, urinário,
músculo esquelético, tegumentar, nervoso, oftálmico, auditivo e mamário dos
equídeos, pequenos e grandes ruminantes, caninos e felinos domésticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
1985. 432p.
2. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. São
Paulo: Roca, 2008. 735p.
3. FENNER, W. R. Manual de prática clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c1985. 413p
4. ROSENBERGER, G. Exame clínico dos bovinos. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, c1993. 429p
5. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstia de
equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA:
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
2. BRAZ, M. B. Semiologia médica animal. 2.ed. Lisboa: Fundacao Calouste
Gulbenkian, s.d.. 2.v.
3. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e
do gato. 4.ed. Sao Paulo: Manole, 1997. 2v
4. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e
diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
591p.
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
6. SMITH JUNIOR, F. W. K., TILLEY, L. P. Rapid interpretation of heart sounds,
murmurs and arrhythmias: a guide to cardiac auscultation in dogs and cats.
1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1992. 64p.
PATOLOGIA CLÍNICA
Objetivos: Determinar, conduzir e interpretar exames laboratoriais, enfatizando
sua importância como base diagnóstica das principais enfermidades da
Medicina Veterinária.
Ementa: Importância como suporte ao diagnóstico clínico, enfatizando suas
finalidades, método adequado para a realização da colheita e remessa de
materiais para serem examinados e interpretação dos seguintes exames
laboratoriais: hemograma, urinálise, bioquímica clínica, provas funcionais para
o sistema coagulativo e exames de transudatos e exsudatos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLES, E. H. Patologia clinica veterinária. 3.ed. Sao Paulo: Manole, 1984.
566p.
2. MARINHO, H. M. Hematologia. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1983. 328p.
3. MATOS, M. S., MATOS, P. F. Laboratório clínico médico-veterinário. 2.ed.
Rio de Janeiro: Atheneu, 1988. 238p.
4. MOURA, R. A. A. Colheita de material para exames de laboratório. 1.ed. Rio
de Janeiro: Atheneu, 1987. 241p.
5. NOGUEIRA, D. M.et.al. Bioquímica Clínica: Técnica e Interpretação. 1.ed.
São Paulo: Pancast, 1990. 468p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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69
Medicina Veterinária
6. SILVEIRA, J. M. Interpretação de exames laboratoriais em veterinária: 100
casos clinicos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1988. 214p.
7. VALLADA, E. P. Manual de exames de urina. 4.ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
1995. 245p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DUNCAN, J. R., PRASSE, K. W. Patologia clínica veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 217p.
2. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São
Paulo: Varela, 1996. 95p.
3. GARCIA-NAVARRO, C. E. K., PACHALY, J. R. Manual de hematologia
veteninária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 169p.
4. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São
Paulo: Varela, 1996. 95p.
5. HOFFBRAND, A. V., PETTIT, J. E. Hematologia clínica ilustrada. 1.ed. São
Paulo: Manole, 1991. 122p
6. JAIN, N. C. Essentials of veterinary hematology. 1.ed. Philadelphia: Lea &
Febiger, 1993. 417p.
7. MEYER, D. J., COLES, E. H., RICH, L. J. Medicina de laboratório veterinária:
interpretação e diagnóstico. 1.ed. São Paulo: Roca, 1995. 308p.
8. MOURA, R. A. A., Coordenação e Técnicas de laboratório. 2.ed. Rio de
Janeiro: Atheneu, 1982. 822p.
9. RAPAPORT, S. I. Introdução à hematologia. 1.ed. São Paulo: Roca, 1987.
346p
10. SILVEIRA, J. M. Patologia clínica veterinária: teoria e interpretação. 1.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 196p.
11. THRALL, M. A. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 1.ed. São
Paulo: Roca, 2007. 582p.
6º TERMO
CLÍNICA MÉDICA DE EQUINOS
Objetivos: Apresentar as características particulares da espécie equina, desde
o nascimento até idade adulta, explicitando as diversas afecções das quais a
mesma pode ser acometida, desenvolvendo um raciocínio pleno na questão
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Medicina Veterinária
diagnóstica, bem como seu respectivo tratamento, enfatizando inclusive os
aspectos de profilaxia e prevenção.
Ementa: Estudo das principais enfermidades clínicas que acometem os
equinos: sistema digestivo, sistema músculo-esquelético, sistema gênitourinário, sistema cardiorrespiratório, sistema reprodutivo, sistema respiratório,
sistema tegumentar, sistema nervoso, sistema oftálmico, além dos distúrbios
metabólicos e endócrinos. Técnicas de diagnóstico. Apresentação terapêutica.
Profilaxia e prevenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
2. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed.
Barueri: Manole, 2005. 1153p.
3. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
4. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais:
moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v
5. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005.
573p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. D AUTHEVILLE, P. Manual de pronto socorro para o cavalo. 1.ed. São
Paulo: Organizacao Andrei, 1982. 101p.
2. KNOTTENBELT, D. C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo.
1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p.
3. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
4. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao
dia-a-dia na clínica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2001. 414p.
5. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo:
Roca, 1994. 943p.
6. VASCONCELLOS, L. A. S. Problemas neurológicos na clínica equina. 1.ed.
São Paulo: Varela, 1995. 112p.
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Medicina Veterinária
7. WINTZER, H. Doenças dos equinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1990. 438p.
ANESTESIOLOGIA
Objetivos: Apresentar as definições e termos da anestesiologia veterinária,
períodos e planos anestésicos, vias de administração de fármacos, aparelhos e
circuitos anestésicos, bem como os efeitos anestésicos nos animais de
pequeno e grande porte, observando e avaliando seu efeitos em cada sistema
orgânico do animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem, absorção,
biotransformação e excreção.
Ementa: introdução a anestesiologia veterinária; exame clínico pré-anestésico;
medicação pré-anestésica; anestesia local; planos anestésicos; anestesias
gerais barbitúricas e não barbitúricas; neuroleptoanalgesia e anestesia
dissociativa; miorrelaxantes; aparelhos e circuitos anestésicos; anestesia geral
volátil ou inalatória; técnicas anestésicas em pequenos animais; técnicas
anestésicas em grandes animais; emergências anestésicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CLARKE, K. W., HALL, L. W. Anestesia veterinária. 8.ed. São Paulo:
Manole, 1987. 450p.
2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009.
620p.
3. MASSONE, F. Anestesiologia Veterinária: farmacologia e técnicas. 4.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 325p.
4. NATALINI, C. C. Teorias e técnicas em anestesiologia veterinária. 1.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 293p.
5. TAYLOR, P. M. Manual de anestesia em equinos. 2.ed. São Paulo: Med Vet,
2009. 221p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DOBERTY, T. Anestesia e analgesia em equinos. 1.ed. São Paulo: Roca,
2008. 333p.
2. FIALHO, S. A. G. Anestesiologia veterinária: guia prático de anestesia para
pequenos e grandes animais. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 234p.
3. GOBLE, D. O., GLISER, D. R., RIEBOLD, T. W. Anestesia de grandes
animales: principios y técnicas. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1986. 173p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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72
Medicina Veterinária
4. GUNTHER, M., FAHR, P. Diagnóstico clínico veterinário: com atencion
especial a la anestesiologia. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1982. 256p.
5. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS E ANIMAIS SILVESTRES
Objetivos: Desenvolver um raciocínio clínico visando um correto diagnóstico e
consequente prognóstico, habilitando o acadêmico de Medicina Veterinária a
instituir um efetivo tratamento às diversas doenças que acometem os pequenos
animais domésticos, bem como os silvestres.
Ementa: Enfermidades clinicas que acometem os diversos sistemas que
compõem o organismo dos pequenos animais domésticos e silvestres:
digestório, respiratório, cardiovascular, nervoso, tegumentar, auditivo, urinário,
oftálmico, infecciosas e parasitárias. Neonatologia, pediatria e geriatria.
Homeopatia Veterinária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1988. 380
3. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
1985. 432p.
4. CORNELIUS, L. M., LORENZ, M. D. Diagnóstico clínico e tratamento em
pequenos animais. 1.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 430p.
5. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
6. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e
do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v.
7. FENNER, W. R. Manual de pratica clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c1985. 413p.
8. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1988. 2.v.
9. MULLER, G. H. Dermatologia dos pequenos animais. 3.ed. São Paulo:
Manole, 1985. 935p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
10. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
11. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao
Paulo: Roca, 2010. 387p.
12. SHOJAI, A. D. Primeiros socorros para cães e gatos. 1.ed. Belo Horizonte:
Ed. Gutemberg, 2010. 439p.
13. THOMPSON, D. J. , Ed., CHANDLER, E. A., SUTTON, J. B. Medicina e
terapêutica de caninos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1989. 610p.
14. WILKINSON, G. T., HARVEY, R. G. Atlas colorido de dermatologia dos
pequenos animais: guia para o diagnóstico. 2.ed. São Paulo: Manole, 1997.
304p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DEUTSCH, L. A., PUGLIA, L. R. R. Os animais silvestres: proteção, doenças
e manejo. 1.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p.
2. FOGLE, B. Primeiros socorros para cães: doenças, ferimentos e fraturas.
1.ed. São Paulo: Nobel, c1995. 167p
3. FOGLE, B. Primeiros socorros para gatos: doenças, ferimentos e fraturas.
1.ed. São Paulo: Nobel, c1997. 151p.
4. FOWLER, M. E., CUBAS, Z. S. Biology, medicine, and surgery of South
American wild animals. 1.ed. Ames-Iowa: Iowa State University Press, 2001.
536p.
5. HNILICA, K. A., MEDLEAU, L. Dermatologia de pequenos animais: atlas
colorido e guia terapêutico. 1.ed. São Paulo: Roca, 2003. 353p.
6. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: cães e gatos, do nascimento aos seis
meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p.
7. HOSKINS, J. D., GOLDSTON, R.T. Geriatrics e gerontology of the dog and
cat. 1.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1995. 426p.
8. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e
diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
591p.
9. LING, G. V. Enfermedades del aparato urinario de perros y gatos:
diagnostico, tratamiento medico, prevencion. 1.ed. Buenos Aires: Inter Medica, c1996. 233p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
10. MACLEOD, G. Homeopatia veterinaria: cães, remédios homeopáticos.
1.ed. São Paulo: Santos, 1993. 163p.
11. MORGAN, R. V. Manual de emergências para pequenos animais. 1.ed. São
Paulo: Manole, 1987. 650p.
12. ODENDAAL, J. Cães e gatos: um guia de saúde. 1.ed. São Paulo: Varela,
1993. 183p
13. SCHAFFER, E. H., WALDE, I., KOSTLIN, R. G. Atlas de clínica
oftalmológica do cão e do gato. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 360p.
14. SHERDING, R. G. Emergências clínicas em veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, c1988. 244p.
15. SHERDING, R. G. The cat diseases and clinical management. 2.ed.
Philadelphia: W. B. Saunders, c1994. 2.v.
16. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais
selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p.
17. SLATTER, D. Fundamentos de oftalmologia veterinária. 3.ed. São Paulo:
Roca, 2005. 686p.
18. WOLFF, H. G. Tratando o gato pela homeopatia. 1.ed. Sao Paulo: Andrei,
1986. 136p.
ECONOMIA, PLANEJAMENTO RURAL E AGRONEGÓCIO
Objetivos: Apresentar noções gerais a cerca de: dinâmica da macroeconomia
mundial e nacional; planejamento estratégico de empresas do agronegócio e
propriedades rurais; custos fixos e variáveis influenciando nos processos
decisórios; conhecimentos relacionados à formação de preços dos produtos
agropecuários, além de elaboração de planos de negócios.
Ementa: Noções gerais de economia aplicada ao agronegócio. Aspectos de
macro e microeconomia. Planejamento estratégico. Custos fixos, variáveis,
despesas e lucros. Análise do desempenho financeiro das empresas do
agronegócio. Rentabilidade e Taxa Interna de Retorno. Oferta e Demanda;
Cronograma de investimentos e Plano de negócios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997.
2. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p.
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Medicina Veterinária
3. GREMAUD, A.P., VASCONCELLOS, M.A.S., TONETO JUNIOR, R.
Economia brasileira contemporânea. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 659p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ACCARINI, J. H. Economia rural e desenvolvimento: reflexões sobre o caso
brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1987.
2. NEVES, M.F.; CASTRO, L.T. Marketing e Estratégia em Agronegócio e
Alimentos. São Paulo: Atlas, 2007. 365p.
3. SANTOS. G.S., MARCON, J.C. Administração de custos agropecuários.
2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 139p.
4. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Planejamento
da propriedade agrícola: modelos de decisão. Brasília, 1984. 300p.
5. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO
BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO
COOPERATIVO. Anais, v. I. Londrina. SBI – 2006
6. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO
BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO
COOPERATIVO. Anais v. 2. Londrina. SBI – 2006.
7. Agronegócios. Jornal Valor Econômico. Circulação Diária
8. Revista Periódica EXAME. Circulação Quinzenal. Ed. Abril
BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO
Objetivos: Apresentar o manejo reprodutivo nas diferentes espécies animais,
destacando-se as biotécnicas aplicadas visando melhores resultados na
produção.
Ementa: Embriogênese. Anatomia funcional do sistema reprodutor masculino e
feminino. Endocrinologia da reprodução: controle hipotalâmico-hipofisário.
Ciclos estrais nas diferentes espécies domésticas. Biotécnicas aplicadas à
reprodução. Manejo reprodutivo em bovinos de leite. Manejo reprodutivo em
bovinos de corte. Manejo reprodutivo em equinos. Manejo reprodutivo em
ovinos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas
aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p.
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76
Medicina Veterinária
2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade
na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p.
3. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole,
2004. 513p.
4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais
domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p.
2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suínos. 1.ed. Pelotas: Printpar,
2001. 181p.
3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de
bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p.
4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São
Paulo: Nobel, 1985. 187p.
5. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p.
6. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p.
7. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed.
Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p.
8. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
9. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987.
314p.
10. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos
de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p.
11. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares.
1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p.
OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA
Objetivos: Apresentar as técnicas racionais de manejo na Ovinocultura e
Caprinocultura, respeitando-se os princípios de bem-estar animal, aliando-se à
produtividade no agronegócio.
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Medicina Veterinária
Ementa: Importância da ovinocultura e caprinocultura; Principais raças e
instalações dos ovinos e caprinos; Principais produtos dos ovinos e caprinos;
Manejo nutricional, reprodutivo e profilático dos ovinos e caprinos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
2. JARDIM, W. R. Os ovinos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 193p.
3. SANTOS, V. T. Ovinocultura: princípios básicos para sua instalação e
exploração. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 167p.
4. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed.
Brasília: Embrapa, 2007. 158p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing,
2007. 610p.
2. CASTRO, A. A cabra. 3.ed. São Paulo: Freitas Bastos, 1984. 366p.
3. COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criação de ovinos. 2.ed. Guaíba:
Agropecuária, 1992. 102p.
4. JARDIM, W. R. Criação de caprinos. 11.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 239p.
5. JARRIGE, J. Alimentacion de bovinos, ovinos y caprinos. 1.ed. Madrid:
Mundi-Prensa, 1990. 432p.
6. RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. 1.ed. São
Paulo: Nobel, c1998. 318p.
7. SILVA SOBRINHO, A. G. Tópicos em ovinocultura. 1.ed. Jaboticabal: S.ed.,
1993. 178p.
8. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d.. 258p.
9. SILVA SOBRINHO, A. G. Produção de ovinos: anais. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d.. 210p.
DOENÇAS INFECCIOSAS E ZOONOSES
Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas dos animais domésticos e
silvestres visando a saúde animal e sua caracterização: conceitos, etiologia,
distribuição geográfica e impacto ambiental, importância socioeconômica,
sintomas,
patogenia,
diagnóstico
clínico,
laboratorial
e
necroscópico,
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Medicina Veterinária
prognóstico, tratamento, controle e profilaxia. Discussão das zoonoses com
reflexo na saúde pública e animal.
Ementa: Introdução às doenças infecciosas dos animais domésticos e
silvestres; Apresentação e discussão das doenças infecciosas dos animais
domésticos e silvestres: vírus, bactérias e prions. Zoonoses de importância em
saúde pública e animal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1988. 380p.
2. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
3. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
4. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São
Paulo: Roca, 2010. 387p.
5. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
6. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstias de
equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v.
7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing,
2007. 610p.
2. ALMEIDA, R. F. C. Brucelose e tuberculose bovina: epidemiologia, controle e
diagnóstico. 1.ed. Brasilia: Embrapa Informacao Tecnologico, 2004. 95p.
3. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do
Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p.
4. LEMOS, R. A. A. Brucelose Bovina: tuberculose bovina. 1.ed. Campo
Grande: UFMS, 2006. 112p
5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
6. STRAW, B. et.al. Diseases of swine. 8.ed. Iowa: Iowa State University, 1999.
1209p.
7. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1982. 132p.
8. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
9. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed.
Marília: UNIMAR, 1999. 494p.
10. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela,
2005. 573p.
7º TERMO
FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO
Objetivos: Apresentar as enfermidades da reprodução nas diferentes
espécies, destacando-se o diagnóstico, tratamento e prognóstico, além das
técnicas de prevenção, relacionando-se a saúde e produção animal.
Ementa: Exame ginecológico. Diagnóstico de gestação. Exame andrológico e
congelamento de sêmen. Patologia do Aparelho reprodutivo feminino em
pequenos e grandes animais. Patologia do Aparelho reprodutor masculino em
pequenos e grandes animais. Hormonioterapia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas
aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca. 2008. 395p.
2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade
na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p.
3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p.
4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais
domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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80
Medicina Veterinária
2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar,
2001. 181p.
3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de
bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p.
4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São
Paulo: Nobel, 1985. 187p.
5. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine:
diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v.
6. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p.
7. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p.
8. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed.
Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p.
9. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
10. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina,
c1987. 314p.
11. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos
de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p.
12. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares.
1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p.
13. ZANCANER, A., MARIANTE, A. S. Crescimento e reprodução em gado
nelore. 1.ed. São Paulo: Dos Criadores, 1985. 152p.
TOXICOLOGIA CLÍNICA
Objetivos: Apresentar a terminologia toxicológica, abordando todos os
mecanismos responsáveis por um quadro de intoxicação, destacando-se a
abordagem clínica e diagnóstica das principais causas de intoxicação em
pequenos e grandes animais.
Ementa:
Introdução
a
Toxicologia
geral;
Procedimentos
e
cuidados
Emergenciais na Toxicologia Clínica; Intoxicação Domissanitários; Intoxicação
Inseticida; Intoxicação Rodenticidas; Intoxicação Metais Pesados; Intoxicação
Zootoxinas; Intoxicação Micotoxinas; Intoxicação Plantas Tóxicas.
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81
Medicina Veterinária
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1984. 2.v.
2. LAMMLER, G., FRIMMER, M. Farmacologia e toxicologia em veterinária.
2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 251p.
3. LARINI, L. Toxicologia. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 307p.
4. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine:
diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v.
2. FERNANDES, A. Noções de toxicologia e plantas tóxicas. 2.ed. Fortaleza:
BNB, 1987. s.p.p.
3. GOODMAN, E Gilman. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio
de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p.
4. OEHME, F. W. Toxicologia clinica en la practica de pequenos animales.
1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. 211p.
5. OGA, S. Fundamentos de toxicologia. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474p.
6. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
OBSTETRÍCIA
Objetivos: Capacitar o aluno ao atendimento clínico/reprodutivo dos animais
domésticos, estabelecendo critérios e padrões de reconhecimento de situações
que possam exigir o pronto atendimento pelo profissional da obstetrícia,
visando prevenir agravações com a fêmea gestante, além do bom
desenvolvimento fetal e, podendo ainda, solucionar emergências com relação à
parturiente e seu produto. Destaca-se a questão preventiva na cadeia
obstétrica dos animais domésticos.
Ementa: blastogênese, formação dos envoltórios fetais e placentação;
classificação placentária; fisiologia da gestação; endocrinologia da gestação;
posicionamento do feto no útero; higiene da cobertura e do parto; o parto
normal; patologias da gestação; patologias do parto causadas pelo feto;
patologias do parto causadas pela mãe; técnicas de auxilio ao parto, fetotomia
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Medicina Veterinária
e cesariana; indução ao parto; lacerações de reto e vagina, acidentes que
possam causar ruptura de períneo; patologias do neonato.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GRUNERT, E., BIRGEL, E. H. Obstetrícia veterinária. 2.ed. Porto Alegre:
Sulina, c1982. 323p.
2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico terapêutico da infertilidade na
vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p.
3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p.
4. NOAKES, D. E. Fertilidade e obstetrícia em bovinos. 1.ed. São Paulo:
Varela, 1991. 137p.
5. SORRIBAS, C. E. Reproduccion en los animales pequenos. 1.ed. Buenos
Aires: Intermedica, 1995. 152p.
6. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia equina. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994.
207p.
2. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia no cão. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995.
197p.
3. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p.
4. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
5. ECTORS, F., DERIVAUX, J. Fisiopatologia de la gestacion y obstetricia
veterinaria.1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 275p.
6. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
7. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987.
314p.
8. TONIOLLO, G. H., VICENTE, W. R. R. Manual de obstetrícia veterinária.
1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 124p.
TÉCNICA CIRÚRGICA
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Medicina Veterinária
Objetivos: Proporcionar noções sobre os princípios fundamentais da técnica
cirúrgica: técnicas assépticas, antissepsia, esterilização dos instrumentais
cirúrgicos, paramentação cirúrgica, além de reconhecer todo instrumental e
materiais cirúrgicos comuns aos procedimentos. Promover técnicas práticas de
instrumentação em cirurgias, visando habilidade para realizar todos os tipos de
diérese, hemostasia e síntese teciduais. A ênfase do curso está voltada para o
treinamento prático e o desenvolvimento das habilidades manuais.
Ementa: Introdução: história, conceitos, divisão e classificação das cirurgias.
Nomenclatura cirúrgica. Profilaxia da infecção: conceito de assepsia,
antissepsia, esterilização e desinfecção. Principais antissépticos. Técnica
cirúrgica asséptica. Divisão clássica dos períodos pré, trans e pós-operatório
para o sucesso da técnica em questão. Equipe cirúrgica: funções e
responsabilidades. Tempos fundamentais da técnica cirúrgica (diérese,
hemostasia e síntese). Bases técnicas de nós cirúrgicos e suturas mecânicas
(suturas interrompidas e contínuas) Bases técnicas das cirurgias de cabeça
(enucleação, glândula salivar, descorna cirúrgica patológica). Bases técnicas
das cirurgias esofágicas e técnicas de traqueostomias. Bases técnicas das vias
de acesso a cavidades: toracotomias. Bases técnicas das vias de acesso a
cavidades:
(gastrotomia,
laparotomias
Bases
gastrectomia,
técnicas
gastropexia,
de
cirurgias
enterotomia,
gastrointestinais
enterectomia
e
enteroanastomose) Bases técnicas de ruminotomia. Bases técnicas de
esplenectomias,
cistotomias
e
uretrostomias.
Técnicas
de
ovariossalpingohisterectomia Técnicas de orquiectomia. O uso de animais no
ensino e sua relação com o bem-estar e a legislação atual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São
Paulo: Roca, 1985. 308p.
3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São
Paulo: Sarvier, 1996. 338p.
4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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84
Medicina Veterinária
5. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de
grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais.
1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p.
2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São
Paulo: Roca, 1996. 896p.
3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para
clínicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p.
4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães
e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p.
5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopedica canina. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d.. 204p.
6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
2002. 1335p.
7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Técnicas quirurgicas en
la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981.
296p.
8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p.
9. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos
grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p.
10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d..
95p.
11.
SWITT,
S.,
FUENTES,
V.
L.
Manual
de
medicina
y
cirurgia
cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p.
12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo:
Manole, 1998. 2v
ÉTICA PROFISSIONAL, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO
Objetivos: Despertar o espírito ético baseado no Código de Deontologia e
Ética Profissional, proporcionando os princípios éticos e legais que regem o
exercício da Medicina Veterinária no Brasil, consolidado unicamente em suas
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Medicina Veterinária
virtudes, responsabilidades, uniformidade de condutas e respeito à vida
humana e animal.
Ementa: Profissões Regulamentadas: Conselhos Federal e Regionais de
Medicina Veterinária; Código de Deontologia e Ética Profissional do Médico
Veterinário; Exercício lícito e ilícito da Medicina Veterinária; Ética na utilização
de animais como modelos experimentais em pesquisa; Ética na utilização de
animais no ensino; Legislação Profissional e trabalhista brasileira. Bem-estar
animal. O médico veterinário e a sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968.
Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os
Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da
União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
2. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Decreto n. 64.704 de 17
de junho de 1969. Aprova o regulamento do exercício da Profissão de MédicoVeterinário e dos Conselhos de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União,
1969. Disponível em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
3. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722
de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. Disponível
em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
4. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO –
MAPA. Defesa Sanitária Animal. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br.
Acesso em: 11 fev. 2011.
5. MINISTÉRIO DA SAÚDE – MS. Vigilância à Saúde. Disponível em:
http://www.saude.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
6. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma
Técnica especial relativa às instalações de estabelecimentos veterinários.
Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ASSAD, J. E. Desafios éticos. 1.ed. Brasília: Conselho Federal de Medicina,
1993. 292p.
2. BERNARD, J. Da biologia a ética. 1.ed. São Paulo: Psy II, 1994. 256p.
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86
Medicina Veterinária
3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988.2.ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitaria, 1989. 185p.
4. MARCOS, B. Ética e profissionais da saúde. 1.ed. São Paulo: Santos, 1999.
238p.
5. OLIVEIRA, J., ACQUAVIVA, M. C. Código Penal. 16.ed. São Paulo: Saraiva,
2001. 808p.
6. ROVER, A., BARCHIFONTAINE, C. P., PESSINI, L. Bioética e saúde. 1.ed.
Sao Paulo: Soc. Beneficiente Sao Camilo, 1987. 294p.
7. TANNENBAUM, J. Veterinary ethics: animal welfare, client relations,
competition and collegiality. 2.ed. St. Louis: Mosby, c1995. 615p.
BOVINOCULTURA
Objetivos: Apresentar os aspectos gerais da criação de bovinos de leite e de
corte, principalmente referindo-se aos sistemas de produção de carne e leite no
Brasil, com características peculiares de manejo, enfocando os conceitos
tecnológicos mais recentes aplicados à criação e destacando os aspectos de
maior rentabilidade e o grande desafio econômico do setor, destacando-se os
quesitos de bem-estar animal.
Ementa: Potencial e tendências da produção de carne no Brasil; Grupos raciais
de
bovinos
de
corte:
tipos
biológicos;
Fisiologia
do
crescimento
e
desenvolvimento dos tecidos corporais; Manejo reprodutivo de bovinos de
corte; Manejo da cria e recria; Sistemas de terminação a pasto e em
confinamento; Potencial e tendências da produção de leite no Brasil; Fisiologia
da lactação e ordenha; Manejo de vacas adultas em lactação e vacas secas;
Criação e manejo de bezerras e novilhas de reposição; Sistemas de produção
de leite a pasto e em confinamento. Bem-estar animal e sua repercussão na
produção bovina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA
responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p.
2. CURSO, De Bovinocultura. 1.ed. Campinas: ICEA, 1996. 525p.
3. PEIXOTO, A. M., MOURA, J. C., FARIA, V. P. Bovinocultura de corte:
fundamentos da exploração racional. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1986. 345p.
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87
Medicina Veterinária
4. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo:
Nobel, c1993. 226p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BAILEY, J. W. Manual de veterinária para criadores de gado. 5.ed. São
Paulo: Organização Andrei, 1987. 429p.
2. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Alimentação e manejo de bezerras de
reposição em rebanhos leiteiros. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1995.
22p.
3. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Gado de leite: o produtor pergunta, a
EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA-CNPGL, 1993. 213p.
4. LAZZARINI NETO, S. Lucrando com a pecuária: Confinamento de bovinos.
1.ed. São Paulo: SDF, s.d.. 11.v
5. LECONTE, A., VOISIN, A. A vaca e seu pasto: manual de produtividade do
pasto. 4.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1982. 102p.
6. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo:
Manole, 1997. 169p
7. LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens: nutrição, manejo, doenças. 1.ed. São
Paulo: Nobel, 1989. 371p.
8. MANUAL, De Bovinocultura. 3.ed. Porto Alegre: Feplam, s.d.. 175p.
9. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p.
10. PEIXOTO, A. M. et al., SIMPÓSIO, Sobre Produção Animal.Confinamento
de bovinos de corte e leiteiros. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 146p.
11. PEIXOTO, A. M. et. al. Confinamento de bovinos de corte. 1.ed. Piracicaba:
Fealq, 1987. s.p.p.
12. PEIXOTO, A. M. et. al. O confinamento de bois. 2.ed. Rio de Janeiro:
Globo, 1988. 172p.
CLÍNICA MÉDICA DE SUINOS
Objetivos: Capacitar o aluno ao entendimento da evolução de todas as
patologias que afetam o suíno, visando possibilitá-lo a conhecer todas as
formas de apresentação das doenças, suas implicações no desempenho da
produção, e suas formas de prevenção, consequentemente buscando o
tratamento efetivo.
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Medicina Veterinária
Ementa: biosseguridade na criação de suínos; visita técnica na granja,
tratamentos adotados via água e ração; necrópsia, coleta de materiais e envio
de material para diagnóstico; colibacilose neonatal e coccidiose; síndrome
mma, infecções urinárias e uterinas; enterotoxemia (clostridiose), rotavirose,
parvovirose e circovirose; meningite estreptococica, doença do edema e
erisipela; disenteria suina e salmonelose; apfisiólise e epifisiólise, enterite
proliferativa suína; pneumonia enzootica, pleuropneumonia e doença de
glasser; rinite atrófica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saude e producao
dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p.
2. CAVALCANTI, S. S. Produção de suinos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987.
453p.
3. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
4. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Enfermedades
virales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. s.p.
5. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Infecciones
bacterianas y micoticas. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. s.p.
6. SOBESTIANSKY, J. Clinica de Patologia Suina. 1.ed. Goiânia: J.
Sobestiansky, 1999. 469p.
7. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. HIROSE, F., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. Pneumonia enzootica suina:
prevalencia, impacto economico, fatores de risco e estrategias de controle.
1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 43p.
2. PRATIS, E. R., NICOLAIEWSKY, S. Alimentos e alimentação dos suinos.
2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 58p.
3. SOBESTIANSKY, J. et. al. Formas anormais de comportamento dos suinos:
possiveis causas e alternativas de controle.1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991.
29p.
4. SOBESTIANSKY, J., SESTI, L. A função da medicina veterinária na
suinocultura moderna. 1.ed. Goiânia: s.ed., 1998. 21p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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89
Medicina Veterinária
5. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1982. 132p
6. SOBESTIANSKY, J. Clínica veterinária em sistemas intensivos de produção
de suinos e relatos de casos. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 150p.
7. SOUZA, C. M., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. P. C. Monitoria patológica
de suinos em matadouros. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 52p.
8. WENTZ, I., SOBESTIANSKY, J., SILVEIRA, P. R. Manejo em suinocultura:
aspectos sanitarios, reprodutivos e de meio ambiente. 1.ed. Concórdia:
Embrapa, 1987. 184p.
8º TERMO
TECNOLOGIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Objetivos: Informar e formar o profissional Zootecnista e Médico Veterinário,
para vivenciar a tecnologia dos produtos de origem animal, observando os
aspectos técnicos, visando qualidade final do produto bem como sua
repercussão na Saúde Pública.
Ementa: Noções gerais sobre alimentos de origem animal. Panorama mundial
e nacional; Princípios de conservação dos alimentos métodos físicos, químicos
e biológicos; Principais fatores que predispõe a deterioração dos alimentos;
Fundamentos da ciência da carne: estrutura, constituintes básicos, conversão
do músculo em carne, características sensoriais; Aspectos higiênicos,
sanitários
e
Frigorificação
tecnológicos
de
do
produtos
processamento
cárneos:
de
carnes
refrigeração,
“in
natura”;
congelamento
e
descongelamento; Processamento higiênico da carne: cura, defumação e
desidratação; Classificação e tipificação de carcaças; Características físicoquímicas e microbiológicas do leite: estudo de seus componentes e
propriedades; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico do leite:
Pasteurização e esterilização; Produtos derivados do leite: queijo, manteiga,
iogurte: características; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico na
obtenção do pescado e seus derivados; Constituintes básicos do mel:
características
sensoriais,
físico-químicas
e
microbiológicas;
Processos
tecnológicos preconizados na conservação de produtos avícolas; Recursos
tecnológicos utilizados no pré-abate visando evitar a contaminação das
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Medicina Veterinária
carcaças avícolas; A importância dos laboratórios no controle de qualidades
dos produtos de origem animal; Resíduos biológicos e químicos em produtos
de origem animal e sua repercussão na saúde pública; Tecnologia dos
subprodutos não comestíveis de origem animal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína,
iogurte, sorvetes e instalações, produção, industrialização, análise. 1.ed. São
Paulo: Nobel, 1999. 320p
2. DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. 3.ed. Curitiba:
Champagnat, 2011. 426p.
3. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 7.ed. São Paulo: Nobel,
1998. 284p.
4. MACEDO, J. A. B., ANDRADE, N. J. Higienização na indústria de alimentos.
1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 182p.
5. MAIA, E. L., OGAWA, M. Manual de pesca: Ciência e tecnologia do pescado.
1.ed. São Paulo: Varela, 1999. 1.v.
6. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2p.
7. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1996. 320p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOBBIO, F. O. et. al. Manual de laboratório de química de alimentos. 1.ed.
São Paulo: Varela, 2003. 135p.
2. BRUM, M. A. R., TERRA, N. N. Carne e seus derivados: técnica de controle
de qualidade. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 121p
3. CONTRERAS CASTILLO, C. J. Qualidade da carne. 1.ed. São Paulo:
Livraria Varella, 2006. 240p.
4. CRANE, E. O livro do mel. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 226p.
5. EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente. 1.ed. São Paulo:
Atheneu, 1994. 450p.
6. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1998. 652p.
7. GUZMAN, E. S. Bioquímica de pescados e derivados. 1.ed. São Paulo:
Funep, 1994. 409p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
8. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
711p.
9. INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Processamento de pescado.
2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha/MCT, 2004. 32p.
10. LEDERER, J. Enciclopédia moderna de higiene alimentar: tecnologia e
higiene alimentar. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. s.p.p.
11. MCLEAN, A. C., HAZELWOOD, D. Manual de higiene para manipuladores
de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 140p.
12. OLIVEIRA, M. N., BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de
alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p.
13. OLIVO, N., OLIVO, R. O mundo das carnes: ciência, tecnologia e mercado.
1.ed. Criciúma: Gráfica Imprint, 2005. 209p.
14. RANKEN, M. D. Manual de indústrias de los alimentos. 2.ed. Zaragoza:
Acribia, 1993. 672p.
15. REICHERT, J.E. Tratamiento térmico de los productos carnicos:
fundamentos de los calculos y aplicaciones. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1988.
175p.
16. SCOTT, R. Frabricacion de queso. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 520.p.
17. SIMAO, A. M. Aditivos para alimentos sob o aspecto toxicológico. 2.ed. São
Paulo: Nobel, 1986. 274p.
18. VALLE, E. R. Processamento da carne bovina: Iniciando um pequeno
grande negócio agroindustrial. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2004. 184p
19. WIRTH, F. Tecnologia de los embutidos escaldados. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, 1992. 237p.
ORNITOPATOLOGIA
Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas, parasitárias, carenciais e
reprodutivas de aves domésticas e silvestre e sua correlação entre os
diferentes aspectos de medicina e sanidade aviária com reflexo à produção.
Ementa: Estudo das principais diferenças e aspectos de relevância quanto à
anatomia, fisiologia, semiologia, imunologia, microbiologia e parasitologia
aviária. Patologias aviárias (patologias da reprodução e incubação; doenças
virais; bacterianas; parasitárias; fúngicas; carenciais e nutricionais).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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Medicina Veterinária
1. ANDREATTI FILHO, R.L. Saúde Aviária e Doenças. São Paulo: Roca, 2006.
2. BACK, A. Manual de doenças das Aves. Cascavel: Alberto Back, 2002.
3. BORDIN, E.L. Tratado de Ornitopatologia Sistêmica. São Paulo: Nobel,
1981.
4. COELHO, H.E. Patologia das aves. São Paulo: Tecmed. 2006. 195p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BERCHIERI, JÚNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das Aves. Campinas:
Facta, 2000.
2. BORDIN, E.L. Diagnóstico post-mortem em Avicultura. 2ed. São Paulo:
Nobel, 1981.
3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de
estudos agrários Luiz de Queiroz, 1982.
4. DAVIS, J.W. et al. Enfermidades Infecciosas y Parasitarias de las Aves
Silvestres. Zaragoza: Acribia, 1977.
5. MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a
Frangos de Corte. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994.
6. MEYER, D.J.; COLES, E.H.; RICH, L.J. Medicina de Laboratório Veterinária.
Interpretação e Diagnóstico. São Paulo: Roca, 1995.
7. MOREGAN, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. São Paulo:
Roca, 1990.
HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Objetivos: Desempenhar a função de inspetor sanitário de alimentos em
estabelecimentos comerciais e industriais, em especial os de origem animal, de
acordo com os padrões higiênico-sanitários e tecnológicos estabelecidos pela
Legislação Sanitária, garantindo, desta forma, a segurança dos alimentos.
Ementa: Controle higiênico-sanitário dos alimentos de origem animal; Inspeção
higiênico-sanitária nos estabelecimentos; Higienização das Instalações e
Equipamentos; O alimento como veículo de agentes infecciosos ao homem;
Microbiologia dos Alimentos; Inspeção higiênico-sanitária da carne de bovinos,
suínos, eqüinos, caprinos, ovinos, aves e pescado in natura, das carnes
processadas, de derivados e de subprodutos; Inspeção higiênico-sanitária de
produtos da abelha; Inspeção higiênico-sanitária de leite e derivados; Inspeção
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93
Medicina Veterinária
higiênico-sanitária de ovos; Legislação Brasileira sobre alimentos; Funções do
Médico Veterinário Inspetor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722
de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002.
2. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 1283 de 18 de dezembro de 1950.
Dispõe sobre a Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal.
Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1950.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Padronização
de Técnicas instalações e equipamentos. I - Bovinos. DNPA: DIPOA, 1971 183 p.
4. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 7889 de 23 de novembro de 1989.
Diário Oficial da União, Brasília, 1989.
5. BRASIL. Ministério da Agricultura. Decreto n. 30691 de 29 de março de
1952. Aprova o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de
Origem Animal – RIISPOA. Alterado pelos Decretos n. 1255 de 25/06/62; n.
1236 de 02/09/94; n. 1812 de 08/02/96 e n. 2244 de 05/06/97.
6. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 711
de 01 de novembro de 1995. Aprova as Normas Técnicas de instalações e
equipamentos para abate e industrialização de suínos. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 03 nov. 1995.
7. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 368
de 04 de setembro de 1997. Aprova o Regulamento Técnico sobre as
condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para
estabelecimentos elaboradores de alimentos. Diário Oficial da União, Brasília,
DF, 1997.
8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 46
de 10 de fevereiro de 1998. Institui o Sistema de Análise de Perigos e Pontos
Críticos de Controle e aprova o Manual Genérico de Procedimentos para
APPCC em Indústrias de Produtos de Origem Animal. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 1998.
9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 210
de 10 de novembro de 1998. Aprova O Regulamento Técnico da Inspeção
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Medicina Veterinária
Tecnológica e Higiêncico-sanitária de carnes de aves. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 05 mar. 1999.
10. BRASIL, Legislação Brasileira Básica Sobre Alimentos. Higiene e inspeção
de produtos de origem animal: legislação e regulamentos técnicos.1.ed. Marilia:
Ministério da Agricultura e do, s/d. 224p.
11.
BRASIL,
MINISTÉRIO
DA
AGRICULTURA,
PECUÁRIA
E
ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n.03 de 17 de janeiro de 2000. Aprova
o Regulamento Técnico de Métodos de Insensibilização para o abate
humanitário de animais de açougue. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24
jan. 2000.
12.
BRASIL,
MINISTÉRIO
DA
AGRICULTURA,
PECUÁRIA
E
ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n. 51 de 18 de setembro de 2002.
Aprova os Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do
Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do Leite
Cru Refrigerado e o Regulamento Técnico da Coleta de Leite Cru Refrigerado e
seu Transporte a Granel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 set. 2002.
13. GERMANO, M. I. S., GERMANO, P. M. L. Higiene e vigilância sanitária de
alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 2001. 629p.
14. GIL, J. A. S. I., DURAO, J. C. Manual de inspeção sanitária de carnes. 1.ed.
Lisboa: Calouste Gulbenkian, s.d.. 563p.
15.
MUCCIOLO,
P.
Carnes:
estabelecimentos
de
matança
e
de
industrialização, condições higiênicas de funcionamento. 1.ed. São Paulo:
Icone, 1985. 100p.
16. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2.
17. SÃO PAULO. Lei n. 7705 de 19 de fevereiro de 1992. Dispõe sobre o Abate
Humanitário. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. APPCC, Na Qualidade E Seguranca Microbiologica De Alimentos: APPCC
na qualidade e seguranca microbiologica de alimentos: analises de perigos e
pontos criticos de controle para garantir a qualidade e a seguranca
microbiologica de alimentos.1.ed. Sâo Paulo: Varela, 1997. 377p.
2. BREMMER, A. S. Higiene e inspeccion de carne de aves. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, 1977. 210p.
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Medicina Veterinária
3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989. 185p.
4. FRANCO, B. D. G. M., LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. 1.ed.
São Paulo: Atheneu, 2002. 182p.
5. HOBBS, B. C., ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de
alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1998. 376p.
6. INSPECAO, De Carnes: padronização de técnicas, instalações e
equipamentos.1.ed. São Paulo: s.ed., s.d. 197p.
7. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
711p.
8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1996. 320p.
CIRURGIA VETERINÁRIA
Objetivos: Apresentar as patologias cirúrgicas dos animais domésticos e
estabelecer critérios de diagnóstico e de ação terapêutica. Capacitar ao
aperfeiçoamento de habilidades cirúrgicas.
Ementa: Traumatologia, feridas e reparação cicatricial; Noções sobre
odontologia nos animais domésticos; Hérnias; Afecções cirúrgicas da cabeça e
pescoço; Noções básicas em oftalmologia veterinária; Afecções cirúrgicas do
trato gastrointestinal; Afecções cirúrgicas do trato urogenital; Afecções
cirúrgicas dos ossos longos e da coluna vertebral; Afecções cirúrgicas dos
membros
locomotores;
afecções
cirúrgicas
das
articulações;
cirurgias
oncológicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São
Paulo: Roca, 1985. 308p.
3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São
Paulo: Sarvier, 1996. 338p.
4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de
grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais.
1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p.
2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São
Paulo: Roca, 1996. 896p.
3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para
clinicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p.
4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães
e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p.
5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopédica canina. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d.. 204p.
6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
2002. 1335p.
7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Tecnicas quirurgicas en
la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981.
296p.
8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p.
9. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos
grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p.
10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d..
95p.
11.
SWITT,
S.,
FUENTES,
V.
L.
Manual
de
medicina
y
cirurgia
cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p.
12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo:
Manole, 1998. 2v.
MEDICINA PREVENTIVA, EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICA
Objetivos: Desenvolver o diagnóstico epidemiológico de populações através
da utilização dos principais indicadores de saúde e, desta forma, atuar nas
áreas de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública. Demonstrar a
importância das ações de Saúde Pública Veterinária e sua inserção no Sistema
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Medicina Veterinária
Único de Saúde – SUS, abordando os aspectos de prevenção e controle das
principais zoonoses de ocorrência no Brasil, bem como estimular a vigilância
ambiental em saúde, além da análise crítica dos principais problemas de saúde
coletiva.
Ementa: Epidemiologia e saneamento aplicado; Vigilância Ambiental à Saúde:
higiene de instalações, controle de vetores, roedores e morcegos, tratamento
da água e de esgotos, destinação adequada de resíduos, reciclagem de lixo;
Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública; Zoonoses; Planejamento em
Saúde Pública Veterinária; Medidas Preventivas; Educação em Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722
de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002.
2. CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SÃO PAULO – CVE.
Programas
de
Controle
de
Zoonoses.
Disponível
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http://www.cve.saude.sp.gov.br. Acesso em 27 mai 2010.
3. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade. 1.ed. São Paulo:
Artes Medicas, 1992. 529p.
4. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do
Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p.
5. LANGONI, H., DOMINGUES, P.F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. CDp.
6. ROUQUAYROL, M Z., ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde. 6.ed.
Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 708p.
7. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma
Técnica especial relativa a instalações de estabelecimentos veterinários. Diário
Oficial do Estado de São Paulo, 1995.
8. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed. Marilia:
UNIMAR, 1999. 494p.
9. SUPERINTENDÊNCIA DO CONTROLE DE ENDEMIAS - SUCEN.
Programas de Controle de Enfermidades Transmitidas por Vetores. Disponível
em: http://www.sucen.sp.gov.br. Acesso em 27 maio 2010.
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98
Medicina Veterinária
10. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BARBIERI, J. C. B. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e
instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 382p.
2. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais:
eliminação e valorização. 1.ed. Rio de Janeiro: ABES, 2001. 218p.
3. CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais. 1.ed.
São Paulo: Varela, 1993. 227p.
4. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989. 185p.
5. FORATTINI, O. P. Epidemiologia geral. 2.ed. São Paulo: Artes Medicas,
1996. 210p.
6. PHILIPPI JR, A., BRUNA, G. C., ROMERO, M. A. Curso de gestão
ambiental. 1.ed. Barueri: Manole, 2006. 1045p.
7. TOMA, B. Epidemiologia aplicada: a luta colectiva contra as principais
doencas animais transmissiveis. 1.ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian,
2004. 676p.
CLÍNICA MÉDICA DE RUMINANTES
Objetivos: Determinar um diagnóstico preciso e o tratamento correspondente,
além
de
estabelecer medidas
preventivas
e
eficazes
nas
principais
enfermidades dos ruminantes, direcionando sua conduta frente a um animal ou
rebanho.
Ementa: Exame clínico e elaboração de um diagnóstico. Afecções do sistema
digestivo.
Afecções
hepáticas.
Afecções
respiratórias.
Doenças
cardiovasculares. Afecções urogenitais. Dermatopatias. Doenças metabólicas e
carenciais. Afecções do sistema locomotor. Doenças da glândula mamária.
Enfermidades oftálmicas. Principais afecções dos neonatos e bezerros.
Doenças parasitárias. Afecções do sistema neurológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 1121p
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
Página
99
Medicina Veterinária
2. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saúde e produção
dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p.
3. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p.
4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
5. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais:
molestias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing,
2007. 610p.
2. HEIDRICH, H, GRUNER, J. Manual de patologia bovina. 1.ed. São Paulo: J.
M. Varela, 1980. 310p.
3. KELLY, W. R. Diagnóstico clínico veterinário. 3.ed. Rio de Janeiro:
Interamericana, 1986. 364p.
4. LIBERA, A.M. M. P. D., BARROS FILHO, I. R., GARCIA, M. Manual de
semiologia e clínica dos ruminantes. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 247p.
5. MANUAL MERCK. Diagnóstico e Tratamento, BEERS, Mark H., BERKOW,
Roberto. Manual Merck: diagnóstico e tratamento. 17.ed. São Paulo: Roca,
2001. 2701p.
6. ROSENBERGER, G. Enfermedades de los bovinos: Enfermedades de los
bovinos. 1.ed. Argentina: Hemisferio Sur, 1988. 577p.
9º TERMO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
Objetivos: proporcionar crescimento profissional ao aluno, mediante uma
dinâmica de condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do
grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa
humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar à formação de
atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento
teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio;
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Página
100
Medicina Veterinária
proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência
profissional dentro de conceitos éticos e morais;
Ementa: configura-se como realização de estágio supervisionado a conclusão
de no mínimo uma carga horária total de 520 horas, onde aluno será avaliado
pelo supervisor de campo (peso 4), além de uma banca composta de dois
docentes de áreas correlatas (peso 6), por meio de arguição oral, subsiada
pelo relatório final.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos
relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área
desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo:
1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009.
620p.
3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao
Paulo: Roca, 2008. 735p.
4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p.
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais:
moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v
7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca,
2006. 314p.
3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina
veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
Página
101
Medicina Veterinária
4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p.
5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p.
6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p.
8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2p.
9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Objetivos: apresentar relatório advindo das atividades desenvolvidas no
estágio supervisionado obrigatório, respeitando-se o Regimento próprio.
Ementa: desenvolvimento do relatório de atividades, com embasamento
bibliográfico, com defesa oral junto a uma banca de dois docentes de áreas
correlatas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos
relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área
desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo:
1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009.
620p.
3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao
Paulo: Roca, 2008. 735p.
4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p.
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais:
moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v
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102
Medicina Veterinária
7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca,
2006. 314p.
3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina
veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p.
4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p.
5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p.
6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p.
8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2p.
9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
OPTATIVA
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Objetivos: proporcionar subsídios para a aquisição de conhecimentos
específicos da Língua Brasileira de Sinais.
Ementa: a história do surdo no Brasil e no mundo, convenções da língua,
organização e morfologia. Conceitos básicos para o trabalho e o atendimento
das necessidades educacionais especiais dos surdos em sala de aula e na
comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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103
Medicina Veterinária
1. CAPOVILLA, F. C. Língua de sinais brasileira: dicionário enciclopédico
ilustrado trilingue: abrindo o mundo do surdo brasileiro a pesquisa e a
intervenção psicológicas. São Paulo: USP, 2000.
2. LICHTIG, I.; CARVALHO, R. M. M. Audição: Abordagens Atuais.
Carapicuíba: Pro-Fono, 1997.
3. SALLES, H. M. M. L. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para a prática pedagógica. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 2v
4. LIMA, P. A. Educação inclusiva e igualdade social. 1.ed. São Paulo:
Avercamp, 2006. 172p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. KARNOP, H.; QUADROS, R. M. Língua de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
2. MACEDO, E. C.; CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Manual ilustrado de
sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. São Paulo: USP, 1998.
3. QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de lingua brasileira de sinais e
lingua portuguesa. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 94p.
4. PINALDI, G. Programa de capacitação de recursos humanos do ensino
fundamental série atualidades pedagogicas: língua brasileira de sinais. 1.ed.
Brasília: MEC, 1997. 3v
5. SA, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. 1.ed. Manaus: Univ.
Federal do Amazonas, 2002. 388p.
Quadro 02. Matriz Curricular do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de
Marília (4031)
Termo Código
Nome da Disciplina
Carga Horária
Créditos
1º
202748
Anatomia Descritiva I
80,0
4
1º
201234
Bioestatística
60,0
3
1º
202749
Bioquímica Veterinária
60,0
3
1º
202750
Ciências do Ambiente e Sustentabilidade
60,0
3
1º
202753
Embriologia Veterinária
60,0
3
1º
202751
Introdução a Medicina Veterinária
60,0
3
1º
200212
60,0
3
Metodologia Científica e Tecnologia da
Informação
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104
Medicina Veterinária
1º
202752
2º
202754
2º
202760
2º
200213
2º
Sociologia e Comunicação Aplicada a
40,0
2
80,0
4
60,0
3
Bioclimatologia e Bem-Estar Animal
40,0
2
202759
Bromatologia Animal
60,0
3
2º
202755
Citologia e Histologia Veterinária I
80,0
4
2º
202756
Fisiologia Animal I
60,0
3
2º
202758
Imunologia Veterinária
60,0
3
2º
202757
Microbiologia Básica
60,0
3
3º
202762
Citologia e Histologia Veterinária II
80,0
4
3º
200226
Equideocultura
60,0
3
3º
202764
Farmacologia Geral Veterinária
60,0
3
3º
202763
Fisiologia Animal II
60,0
3
3º
202766
Higiene e Segurança Alimentar
40,0
2
3º
202767
Microbiologia Veterinária Aplicada
60,0
3
3º
202761
Nutrição de Ruminantes
60,0
3
3º
202765
Parasitologia Animal
60,0
3
4º
202768
Anatomia Patológica Geral
80,0
4
4º
200222
Anatomia Topográfica
80,0
4
4º
202771
Direito Agrário e Gestão Ambiental
40,0
2
4º
202770
Epidemiologia e Saúde Ambiental
60,0
3
4º
200230
Farmacologia Veterinária Especial
60,0
3
4º
202769
Genética e Melhoramento Animal
60,0
3
4º
202578 História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
40,0
2
4º
200235
Nutrição de Monogástricos
60,0
3
5º
202776
Anatomia Patológica Especial
80,0
4
5º
202775
Bovinocultura de Corte
60,0
3
5º
200232
Diagnóstico por Imagem
60,0
3
5º
200238
Doenças Parasitárias
60,0
3
5º
202774
60,0
3
Medicina Veterinária
Anatomia Descritiva II
Animais de Biotério, Piscicultura e
Cunicultura
Medicina da Conservação e Animais
Selvagens
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105
Medicina Veterinária
5º
202231
Patologia Clínica
80,0
4
5º
202773
Semiologia Veterinária
80,0
4
6º
200241
Avicultura
60,0
3
6º
202780
Biotecnologia da Reprodução
60,0
3
6º
202778
Clínica Médica de Pequenos Animais I
80,0
4
6º
200247
Clínica Médica de Equinos
60,0
3
6º
202781
Doenças Infecciosas
60,0
3
6º
202772
Prática Hospitalar e de Produção I
80,0
4
6º
202779 Zoonoses e Medicina Veterinária Preventiva
60,0
3
7º
202784
Anestesiologia Veterinária
60,0
3
7º
202783
Clínica Médica de Pequenos Animais II
80,0
4
7º
202785
Clínica e Criação de Suínos
60,0
3
7º
202786
Defesa Sanitária Animal e Saúde Pública
60,0
3
7º
200255
Fisiopatologia da Reprodução
80,0
4
7º
202777
Prática Hospitalar e de Produção II
80,0
4
7º
200252
Técnica Cirúrgica
80,0
4
8º
202788
Bovinocultura de Leite
60,0
3
8º
202792
Clínica Cirúrgica de Grandes Animais
80,0
4
8º
202789
Obstetrícia Veterinária
80,0
4
8º
200284
Ovinocultura e Caprinocultura
60,0
3
8º
202782
Prática Hospitalar e de Produção III
80,0
4
8º
202790
Toxicologia Veterinária
60,0
3
8º
202791
Tecnologia Produtos de Origem Animal
60,0
3
9º
202797
Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais
80,0
4
9º
202799
Clínica Médica de Ruminantes
80,0
4
9º
202800
40,0
2
9º
202793
Homeopatia Veterinária
40,0
2
9º
202795
Inspeção de Produtos de Origem Animal
80,0
4
9º
202796
Ornitopatologia
60,0
3
9º
202798
60,0
3
10º
202466
520,0
26
Gestão e Marketing Aplicado ao
Agronegócio
Planejamento, Economia e Extensão
Veterinária
Estágio Supervisionado
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106
Medicina Veterinária
10º
202802
10º
202803
10º
Ética Profissional, Bioética e Legislação
60,0
3
Medicina Veterinária Legal
60,0
3
202478
Trabalho de Conclusão de Curso
60,0
3
X
202353
Atividades Complementares
200,0
10
X
201991
40,0
2
Veterinária
Libras – Língua Brasileira de Sinais
(Optativa)
TOTAL
4.487
2.7.4. EMENTA DAS DISCIPLINAS DA MATRIZ 4031
1º TERMO
ANATOMIA DESCRITIVA I
Objetivos: Fornecer aos acadêmicos conhecimentos teóricos e práticos sobre a
morfologia dos vários sistemas que constituem o corpo dos animais. Esses
conhecimentos são de suma importância para o aprendizado das disciplinas
profissionalizantes, uma vez representar a base da Medicina Veterinária.
Ementa: Introdução ao estudo de anatomia descritiva; Sistema ósseo; Sistema
articular; Sistema muscular; Sistema circulatório; Sistema linfático; Sistema
tegumentar
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do
gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p.
2. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia
animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
3. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia
veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p.
4. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.1/2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p.
5. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos,
v.1/2/3, São Paulo: Manole, 1985. 211p.
6. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais
domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
Página
107
Medicina Veterinária
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W.
B. Saunders Company, 2000.428p.
2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O
cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p.
3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os
ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p.
4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas
colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997.
160p.
5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido
de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p.
BIOESTATÍSITCA
Objetivos: Subsídios para o entendimento dos princípios básicos de
matemática e estatística, com aplicação nas atividades profissionais do
agronegócio, como nutrição animal, melhoramento genético entre outras, além
do vínculo com a iniciação científica.
Ementa: Noções preliminares de cálculo, regra de três, porcentagem,
trigonometria no triângulo retângulo e em triângulos quaisquer, geometria
espacial. Conceitos e divisões da estatística, técnicas de amostragem,
construções de tabelas e gráficos, medidas de tendência central e de dispersão
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ARA, A. B. Introdução a estatística. 1ed., São Paulo: Edgard blucher 2013.
152p
2. FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de
dados e modelos. Viçosa: UFV, 1999. 333p.
3. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 643p.
4. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10.ed., Rio de Janeiro:LTC,
2011. 696p.
5. VIEIRA, S. V. Introdução à bioestatística. 4ed., Rio de Janeiro: Elsevier,
2008. 345p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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108
Medicina Veterinária
1. DORIA FILHO, U. Introdução à bioestatística: para simples mortais. 1ed.,
São Paulo: Elsevier, 2003. 158p.
2. GUELLI, C. A.; IEZZI, G.; DOLCE, O. Conjuntos, Relações, Funções e
Inequações. São Paulo: Moderna, s/d, 265p.
3. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo v. 1/2, 5.ed., Rio de Janeiro: LTC,
2008.
4. LEVINE, D. M. Estatística – Teoria e Aplicações: usando o microsoft excel
em português. 3.ed., Rio de Janeiro: LTC. 2005. 819p.
5. SCHEINERMAN, E. R. Matemática Discreta. São Paulo: Thomson, 2006.
532p.
BIOQUÍMICA VETERINÁRIA
Objetivos:
Entendimento
dos
processos
químicos
que
envolvem
os
mecanismos biológicos, o conhecimento das diferentes biomoléculas, suas
estruturas, funções biológicas, interações químicas e metabólicas, bem como o
funcionamento do organismo animal. Relacionar a química e bioquímica na
prática animal, nas diferentes espécies, bem como sua aplicação na
transformação dos produtos de origem animal.
Ementa: Origem da vida – estudo das células e elementos químicos que
deram origem as biomoléculas; Revisão de química orgânica; Biomoléculas;
Bioenergética; Carboidratos; Lipídeos; Aminoácidos, proteínas e enzimas;
Metabolismo; Mecanismo hormonal da insulina e do glucagon. Bioquímica
aplicada à carne e ao leite.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BAYNES, J. W. Bioquímica médica. 3.ed., Rio de Janeiro: Elsevier,
2011. 653p.
2. KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos ruminantes. 3.ed. Santa Maria: UFSM,
2011. 216p.
3. HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 5ed., Porto Alegre: Artmed,
2012. 520p.
4. LEHNINGER, A. L., NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de
bioquímica. 4.ed. Sao Paulo: Sarvier, 2006. 1202p.
5. MARZZOCO, A., TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2007. 386p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BACILA, M. Bioquímica veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1980.
534p.
2. CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
533p.
3. GRANNER, D. K., HARPER, MURRAY, R. K. Harper: bioquímica. 9.ed.
São Paulo: Atheneu, 2002. 919p.
4. STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 1000p
5. VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARESGUIA, M. Bioquímica celular e
biologia molecular. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360p
CIÊNCIAS DO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE
Objetivos: Propiciar aos acadêmicos conhecimentos fundamentais em
ecologia e ciências do ambiente, fornecendo uma concepção holística das
relações entre os seres vivos - ambiente, enfatizando a importância econômica
e social da busca pela conservação da biodiversidade bem como o
desenvolvimento sustentável e harmonioso do planeta.
Ementa: Estrutura e funcionamento dos ecossistemas. Ecologia das
populações e das comunidades. Poluição ambiental. Desenvolvimento
sustentável. A destruição e conservação da biodiversidade. Estrutura e
legislação ambiental brasileira
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice: São Paulo,
2002. 305p.
2. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p.
3. SANTORO, J. R. S.. Ecologia e desenvolvimento humano. 1ed., São Paulo:
Funpec 2008. 593p.
4. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como
entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DAJOZ, R. Ecologia Geral. 4.ed. Petrópolis: Vozes. 1983. 472p.
2. DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 519p.
3. DIAS, R. D. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade.
2ed., São Paulo: Atlas, 2011. 220p
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
4. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade. 1ed., São Paulo:
Artes Médicas, 1992. 529p.
5. GRISI, B.M. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2.ed. João Pessoa:
UFPB, 2000. 200p
6. MANIGLIA, E. Direito e políticas públicas de sustentabilidade. 2ed., Ribeirão
Preto: Legis Summa, 2012. 312p.
7. PINHEIRO, A. C. F. B. Ciências do ambiente : ecologia, poluição e impacto
ambiental. 1ed., São Paulo: Makron, 1992. 148p.
8. RODRIGUES, A. S. As condicionantes da sustentabilidade agrícola em uma
área de proteção ambiental: a APA de Guaraquecaba. 1ed., Curitiba: Iapar,
2005. 203p.
EMBRIOLOGIA VETERINÁRIA
Objetivos: Conhecer os processos de gametogênese. Distinguir as etapas que
antecedem a fecundação até a formação e desenvolvimento dos diversos
sistemas. Conhecer e identificar as membranas fetais e a placenta e suas
respectivas funções. Identificar as causas e malformações congênitas.
Ementa:. Introdução ao desenvolvimento. Gametogênese. Fecundação.
Segmentação. Gastrulação. Neurulação. Destinos dos folhetos embrionários.
Anexos
embrionários.
Organogênese.
Desenvolvimento
embrionário
comparado nos vertebrados. Teratologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALMEIDA, J. M. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1999. 176p.
2. JUNQUEIRA, L. C. Noções básicas de citologia, histologia e embriologia.
15ed., São Paulo: Nobel, 1988. 151p.
3. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 8. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2012. 348 p.
4. MOORE, K. L; PERSUAD, T. V. N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008. 536 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GARCIA, S. M. L. G. Embriologia: estudos dirigidos para aulas práticas. 1ed.,
Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1997. 148p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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111
Medicina Veterinária
2. JUNQUEIRA, L. C. U.; ZAGO, D. Embriologia médica e comparada. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 291 p.
3. MELLO, R. A. Embriologia comparada e humana. Rio de Janeiro: Livraria
Atheneu, 1989. 300 p.
4. SANCHEZ, A. S. Lecciones de embriologia veterinaria: Desarrollo del
sistema cardiovascular y linfatico. 3ed., Buenos Aires: Hemisferio Sur,
1984. 3.vp.
5. SANTOS, H. S. L. Embriologia comparada: texto e atlas. 1ed.,
Jaboticabal:FUNEP, 1996. 186p
INTRODUÇÃO À MEDICINA VETERINÁRIA
Objetivos: Colocar os acadêmicos em contato direto com os diversos
segmentos que norteiam a Medicina Veterinária, tendo como base fundamental
a produção sustentável, focada no bem-estar animal e na preservação do meio
ambiente, com ênfase na medicina preventiva e saúde publica, alicerçada na
formação não apenas de profissionais competentes, mas principalmente na
formação de cidadãos comprometidos com o futuro do planeta.
Ementa: Regulamento da profissão: deveres, competência e ética profissional.
As especialidades em medicina veterinária. Produção e Reprodução animal
Medicina Veterinária Preventiva. Saúde Pública. Saúde e bem-estar animal
Diagnóstico Veterinário. Diretrizes curriculares da Medicina Veterinária. O
Curso
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p.
2. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para
Medicina Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
3. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA
responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p.
4. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo:
Manole, 2004. 513p.
5. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa:
UFV. 2007. 344p.
6. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
7. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed.
São Paulo: Roca, 2010. 387p.
8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1996. 320p.
9. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
10. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária:
como entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros, 2010. 186p.
11. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde.
1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968.
Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os
Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da
União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev.
2011.
3. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed.
Barueri: Manole, 2005. 1153p.
4. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A.,
1987. 453p.
5. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed.
Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p.
6. LUCCI, C.S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo: Manole
Ltda, 1997
7. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011.
260p.
8. SOUZA, G. et al. A Administração da Fazenda. São Paulo: Globo, 1992.
9. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La
Salud, 1989. 989p
10. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Objetivos: Inserir o ingressante no ambiente universitário de forma plena, junto
à metodologia de estudo, senso crítico e realização de trabalhos científicos.
Apresentar as técnicas de levantamento bibliográfico, bem como a utilziação da
internet como instrumento de pesquisa em sites especializados. Estimular o
raciocínio e a formulação de hipóteses para solução de problemas que serão
objetos de iniciação científica, bem como o gosto pelo conhecimento.
Ementa: Metodologia Científica; Métodos de Estudo e Aprendizagem; Como
elaborar trabalhos Universitários (Pesquisa Científica); Conhecimento Científico
e outros tipos de conhecimento; Métodos Científicos ;
Experimentação
nas
ciências biológicas e da saúde; Estudos observacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BARROS, A. J. P.; LEHFELD,N. A.S. Fundamentos de Metodologia: um guia
para a iniciação científica. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2000. 122p,
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica.
7 ed., São Paulo: Atlas, 2010, 296p.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed., São Paulo:
Cortez, 2007. 304p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALBERTO, S.B.M. Manual para Elaboração e Organização de Trabalhos
Técnicos e Científicos. Marília: UNIMAR, 1997. 80p.
2. ECO, H. Como se faz uma tese. 15.ed., São Paulo: Perspectiva, 2000. 170p.
3. GARCIA, M. Informática Veterinária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 117p.
4. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4.ed.
São Paulo: Atlas, 1996. 177p.
5. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 10.ed., São Pauto: Martins
Fontes,2001. 412p.
6. VIEIRA, S.O., HOSSNE, W.S. Metodologia científica para a área da saúde.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 192p.
SOCIOLOGIA E COMUNICAÇÃO APLICADA A MEDICINA VETERINÁRIA
Objetivos:
Caracterizar
o
conhecimento
científico
e
contextualizar
historicamente o surgimento e desenvolvimento da ciência moderna no mundo
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Medicina Veterinária
ocidental; Desenvolver temas que permitam pensar o homem e a sociedade
como objeto de estudos, principalmente por meio da sociologia, da
antropologia,
economia
e
política;
Discutir
conceitos
fundamentais
desenvolvidos pela sociologia; Conhecer a importância das instituições sociais
e o pensamento dos precursores da sociologia; Discutir temas ligados à
questão agrária; Educação das relações étnico-raciais; Posicionar o acadêmico
quanto sua importância social, enquanto profissional e enquanto cidadão.
Ementa: O desenvolvimento científico e a correspondência com a vida social.
O pensamento dos precursores da sociologia. Relações dos indivíduos e a
sociedade. As principais instituições da sociedade e o processo de
institucionalização. A estrutura agrária e as questões sociais no campo,
ocasionadas pela industrialização, determinando novas relações de trabalho no
campo. Movimentos sociais em defesa da terra. Contribuição do povo negro e
indígena nas diversas áreas do conhecimento. Atividades práticas no campo
social enquanto profissional e cidadão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008.
358p.
2. BRETON, P; PROULX, S. Sociologia da Comunicação. 2. ed. São Paulo:
Loyola, 2006.
3. COSTA, M. C. C.. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed.
São Paulo: Moderna, 2005. 415p.
4. PEREIRA, M; GOMES, R. C; FIGUEIREDO, V. R. F. Comunicação,
representação e práticas sociais. Rio de Janeiro: Editora PUC, 2004.
5. POLISTCHUK, F; TRINTA, A, R. Teorias da comunicação: o
pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier,
2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BAUMAN, Z. Aprendendo a pensar com a sociologia. 1. ed. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2010.
2. BORGATO, S. Comunicação rural para uma nova era. Campo Grande:
Editora UCDB, 2001.
3. CASTELLS, M. A era da informação: economia, sociedade e cultura – a
sociedade em rede. v.1. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
4. COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed.
São Paulo: Moderna, 2005.
5. DIAS, R. Introdução à Sociologia. 3. ed. São Paulo: Pearson Pretice
Hall, 2007.
6. GIDDENS, A. Sociologia. 4. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2004.
7. GUIZZO, J. Introdução à Sociologia. São Paulo: Editora Nacional, 2009.
8. TOMAZI, N.D. Iniciação a sociologia. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
264p.
2º TERMO
ANATOMIA DESCRITIVA II
Objetivos: Fornecer aos acadêmicos conhecimentos teóricos e práticos sobre a
morfologia dos vários sistemas que constituem o corpo dos animais. Esses
conhecimentos são de suma importância para o aprendizado das disciplinas
profissionalizantes, uma vez representar a base da Medicina Veterinária.
Ementa: Sistema Nervoso; Sistema Respiratório; Sistema Digestório; Sistema
Urinário; Sistema Genital Masculino; Sistema Genital Feminino; Sistema
Endócrino; Órgãos do Sentido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do
gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p.
2. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia
animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
3. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia
veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p.
4. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.1/2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p.
5. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos,
v.1/2/3, São Paulo: Manole, 1985. 211p.
6. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais
domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W.
B. Saunders Company, 2000.428p.
2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O
cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p.
3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os
ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p.
4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas
colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997.
160p.
5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido
de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p.
ANIMAIS DE BIOTÉRIO, PISCICULTURA E CUNICULTURA
Objetivos: Desenvolver os sistemas de criação de peixes, animais de
laboratório e coelhos, seguindo-se os conceitos de bem-estar animal, normas
para utilização de animais em experimentação científica e adequação
produtividade.
Ementa: Animais de Laboratório: Principais espécies utilizadas; Sistemas de
criação. Bioterismo. Piscicultura: Características das principais espécies
cultivadas;
Sistemas
de
criação.
Técnicas
de
cultivo.
Cunicultura:
Características das principais raças utilizadas; Sistemas de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CTA, - Centro de Tecnologia em Aquicultura e Meio Ambiente. Peixes de
água doce do rio doce: na área de influência da UHE mascarenhas.1.ed.
Vitoria: CTA, 2009. 74p.
2. CYRINO, J. E. P., CASTAGNOLLI, N. Piscicultura nos trópicos. 1.ed. São
Paulo: Manole, 1986. 152p.
3. MEDINA, J. G. Cunicultura: a arte de criar coelhos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A.,
1988. 183p.
4. VIEIRA, M I. Coelhário: instalações adequadas, maiores lucros. 1.ed. São
Paulo: Prata, 1995. 170p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CASTAGNOLLI, N. Criação de peixes de água doce. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, 1992. 189p.
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Medicina Veterinária
2. DUARTE, A. T., CARVALHO, J. M. Cunicultura. 1.ed. Lisboa: Clássica, s.d..
413p.
3. FABICHACK, D., FABICHACK, W. Peixes de aquário: criação, alimentação,
doenças, tratamento, espécies. 8.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 72p.
4. FIGUEIRA, M. L. O. A., LUND, V. X. Criação de tilápias. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1989. 63p.
5. FURTADO, J. F. R. Piscicultura: uma alternativa rentável. 1.ed. Guaíba:
Agropecuaria, 1995. 180p.
6. HARKNESS, J. E., WAGNER, J. E. The biology and medicine of rabbits and
rodents. 3.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1989. 230p.
7. HIME, J. M., O DONOGHUE, P. N. Patologia de los animales de laboratório:
diagnostico y tratamiento. 1.ed. Zaragoza : Acribia, s.d. 305p.
8. MARDINI, C. V. et.al. Caracterização preliminar do perfil da piscicultura
desenvolvida no Rio Grande do Sul. 1.ed. Porto Alegre: FEPAGRO, 1997. 23p.
9. MICHEL, C., KINKELIN, P., GHITTINO, P. Tratado de las enfermedades de
los peces. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 353p.
10. OLIVEIRA, J. A. L., MENEZES, R. N. T. A cunicultura no nordeste. 1.ed.
Fortaleza: Banco Nordeste do Brasil, 1979. 116p
11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção
sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed.
s/l: CRMV - MG, s/d. 16p.
12. SMITH, A. W. Temas selecionados sobre medicina de animales de
laboratorio: el raton. 2.ed. Cent. Panam. de Fiebre Aftosa, 1976. 122p.
13. VIEIRA, M. I. Hamster: criação e treinamento. 1.ed. São Paulo: Prata, 1997.
77p
BIOCLIMATOLOGIA E BEM-ESTAR ANIMAL
Objetivos: Entendimento quanto à necessidade de oferecer aos animais de
produção e de companhia, condições de ambiente natural ou artificial para que
os mesmos possam expressar ao máximo sua capacidade genética, dentro dos
preceitos de bem-estar animal
Ementa: Introdução geral à bioclimatologia; adaptação e evolução dos
organismos. Efeitos do ambiente tropical sobre a produção, reprodução e
saúde dos animais. Mecanismos de termorregulação dos animais. Fatores
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Medicina Veterinária
climáticos associados aos ambientes tropicais. Características dos animais
associadas a termorregulação e ao desempenho em ambientes específicos.
Avaliação de animais para adaptação a ambientes tropicais. Melhoramento
genético para adaptação. Preceitos de bem-estar animal para animais de
produção e companhia
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. 332p.
3. MULLER, P. B. Bioclimatologia: aplicada aos animais domésticos. 3.ed.
Porto Alegre: Sulina, 1989. 262p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. COSTA, M. J. R. P. Anais do 1. ciclo internacional de palestras sobre
bioclimatologia animal.1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 129p.
2. COSTA, M. J. R. P. Anais do 10. encontro anual de etologia, 29 de setembro
a 1 de outubro de 1992. 1.ed. Jaboticabal: SBE, 1992. 235p.
3. HAHN, G. L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas: aspectos teóricos e
aplicados. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1993. 28p.
4. MARENGO, J A. Mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre a
biodiversidade: caracterização do clima atual e definição das alterações
climáticas para o território brasileiro ao longo do século. 2.ed. Brasília:
Ministério do Meio Ambiente, 2007. 163p
5. NAAS, I. A. Princípios de conforto térmico na produção animal. 1.ed. São
Paulo: Icone, 1989. 183p.
6. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
São Paulo: Santos, 2002. 611p.
BROMATOLOGIA ANIMAL
Objetivos: Apresentação da composição Bromatológica dos principais
alimentos e técnicas para determinação dos nutrientes contidos nesses, além
da determinação de contaminantes e fraudes. Apresentação da formulação das
rações dos animais de interesse zootécnico.
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Medicina Veterinária
Ementa: Introdução ao curso: Composição e análise bromatológica dos
alimentos. Classificação dos alimentos. Estudo dos fatores anti-nutricionais,
alterações e adulterações dos alimentos. Digestibilidade dos alimentos.
Controle de qualidade e fiscalização dos alimentos. A legislação bromatológica.
Microscopia e microbiologia dos alimentos. Introdução aos cálculos de rações.
Noções práticas de produção e conservação de alimentos como feno, silagem
e produção de rações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição
animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v
2. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
4. MAYNARD, L. A. et. al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. FLORES MENENDEZ, J. A. Bromatologia animal. 3.ed. México: Limusa,
c1986. 1096p.
2. FUKUSHIMA, R. S. Coord., SEMANA De Zootecnia (Pirassununga). A
interação solos x pastagens x nutrição animal. 1.ed. Campinas: Fundação
Cargill, 1992. 124p.
3. NOGUEIRA, A. R. A., SOUZA, G. B. Manual de laboratórios: solo, água,
nutrição vegetal, nutrição animal e alimentos. 1.ed. São Carlos: Embrapa,
2005. 334p.
4. SALINAS, R. D. Alimentos e nutrição: introdução a bromatologia. 3.ed. São
Paulo: Artmed, 2002. 278p.
5. VALAS, E. C., CORREA, F. R. Bibliografia brasileira sobre plantas tóxicas na
alimentação animal. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 1982. 228p.
CITOLOGIA E HISTOLOGIA VETERINÁRIA I
Objetivos: Motivar a formação de um raciocínio integral dos alunos aos
aspectos morfo-funcionais de tecidos e órgãos, de fundamental importância
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Medicina Veterinária
para o entendimento da medicina veterinária. Ministrar conhecimentos básicos
da formação, estrutura e função dos tecidos e órgãos.
Ementa: citologia geral; métodos de estudo; tecido epitelial de revestimento;
tecido epitelial glandular; tecido conjuntivo; tecido adiposo; tecido cartilaginoso;
tecido ósseo; tecido nervoso; tecido muscular; sistema circulatório; células do
sangue; sistema linfático.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2007. 432p.
2. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. 576p.
3. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
4. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a
patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p.
5. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis:
Saunders Elsevier, 2007. 546p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole, 1992.
629p.
2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000. 355p.
3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c1991. 570p.
4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1982. 397p.
5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
2000. 229p.
6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978. 202p.
7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed.
São Paulo: Panamericana, 1993. 779p.
8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p.
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Medicina Veterinária
9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p.
FISIOLOGIA ANIMAL I
Objetivos: Identificar e compreender o funcionamento e a interação entre os
diversos órgãos e sistemas dos organismos, relacionando-os com o equilíbrio e
funcionamento normal do corpo do animal.
Ementa: Fisiologia Geral; Fisiologia dos líquidos corporais e membranas;
Sistema Nervoso; Sistema Endócrino; Sistema Digestório; Sistema cardiorespiratório; Sistema reprodutor; Sistema renal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina
Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 579p.
3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p.
2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia
animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1987. 612p.
5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca,
1984. 420p.
6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1996. 799p.
7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
São Paulo: Santos, 2002. 611p.
IMUNOLOGIA VETERINÁRIA
Objetivos: Apresentar as aplicações da Imunologia. Mostrar a importância do
conhecimento dos mecanismos de defesa do organismo animal. Demonstrar
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Medicina Veterinária
aos alunos o diagnóstico sorológico de enfermidades de interesse clínico
visando reconhecer e interpretar as reações imunológicas envolvidas.
Ementa: Aspectos da importância e aplicação da imunologia, infecção e
resistência, o complexo sistema imune, antígenos, anticorpos, resposta imune
celular e humoral, imunoterapia, imunoprofilaxia, além do imunodiagnóstico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1985. 1234p.
2. TIZARD, I. Introdução à imunologia veterinária. 2.ed. São Paulo: Roca,
c1985. 329p.
3. TERR, A. L., STITES, D. P., PARSLOW, T. G. Imunologia médica. 10.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 684p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ANTUNES, L. J. Imunologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.
95p.
2. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina,
1981. 472p.
3. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares.
1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p.
4. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
5. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e
manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p.
MICROBIOLOGIA BÁSICA
Objetivos: Estudo da Bacteriologia, Micologia e Virologia, enfatizando sua
importância zootécnica e médica veterinária. Obter conhecimentos sobre
estrutura, metabolismo e virulência dos diferentes microrganismos.
Ementa: Apresentação geral dos microrganismos de importância em saúde
animal, enfatizando inclusive aqueles de importância na saúde pública,
enfocando a área da bacteriologia, micologia e virologia (importância,
características gerais, classificação viral e métodos gerais de diagnóstico)
além, dos métodos de esterilização e desinfecção. Técnicas para isolamento
de microrganismos.
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Medicina Veterinária
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu,
2008. 760p.
2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1985. 1234p.
3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. 446p.
4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido.
5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p.
5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
1104p.
6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica.
6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinária. 1.ed.
Espanha: Acribia, 1989. 305p.
2. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia:
conceitos e aplicações. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2.v.
3. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina,
1981. 472p.
4. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares.
1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p.
5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
6. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e
manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p.
7. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1
ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p.
3º TERMO
CITOLOGIA E HISTOLOGIA VETERINÁRIA II
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Medicina Veterinária
Objetivos: Transmitir a caracterização microscópica dos órgãos que compõem
os sistemas orgânicos dos animais domésticos e evidenciar as principais
diferenças morfológicas entre as espécies através da histologia comparada.
Ementa: Sistema tegumentar; Sistema digestório; Glândulas anexas ao tubo
digestivo; Sistema endócrino; Sistema respiratório; Sistema urinário; Sistema
reprodutor masculino; Sistema reprodutor feminino; Órgãos linfáticos; Olho e
ouvido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. HIATT, J. L., GARTNER, L. P. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2007. 432p.
2. GARTNER, L P. Tratado de histologia em cores. 3.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007. 576p.
3. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Histologia básica. 11.ed., Rio de Janeiro:
Guanabara, 2008.
4. KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a
patologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 677p.
5. SAMUELSON, D. A. Textbook of veterinary histology. 1.ed. St Louis:
Saunders Elsevier, 2007. 546p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BANKS, W. J. Histologia veterinária aplicada. 2.ed. São Paulo: Manole,
1992. 629p.
2. BERMAN, I. Atlas colorido de histologia básica. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2000. 355p.
3. CORMACK, D. H. Ham: histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1991.
570p.
4. DELLMANN, H.D., BROW, E.M. Histologia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1982. 397p.
5. DI FIORI, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
2000. 229p.
6. HAMMERSEN, F., SOBOTTA, J. Atlas de histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 1.ed. Rio de Janeiro : Guanabara, 1978. 202p.
7. REITH, E. J., ROMRELL, L. J., ROSS, M. H. Histologia: texto e atlas. 2.ed.
Sao Paulo: Panamericana, 1993. 779p.
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Medicina Veterinária
8. YOUNG, B., BURKITT, H. G., HEATH, J. W. Wheater: histologia funcional.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1994. 409p.
9. WEISS, L., GREEP, R.O. Histologia. 3.ed. Barcelona: El Ateneu, 1975. 891p.
EQUIDEOCULTURA
Objetivos: Transmitir conhecimentos sobre a criação e exploração de
equídeos de trabalho, lazer e esporte e outras finalidades, bem como o
respectivo manejo, além de informações do agronegócio referente à espécie,
capacitando o aluno a atuar em todos os âmbitos da equideocultura nacional.
Ementa: Principais características e classificações dos equídeos. Etologia
equina. Manejo sanitário. Manejo alimentar. Manejo reprodutivo. Identificação
da idade e resenhas. Manejo de pastagens. Casqueamento e ferrageamento.
Principais raças criadas no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. AUBLET, H., MARCENAC, L. Enciclopédia do cavalo: Enciclopédia do
cavalo. 4.ed. São Paulo: Andrei, 1990. 2.v.
2. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed.
Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p.
3. ROMASZKAN, G. O cavalo. 3.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. 281p.
4. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005.
573p.
5. TORRES, A. P., JARDIM, W. R. Criação do cavalo e de outros equinos.
3.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 654p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. KNOTTENBELT, D.C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo.
1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p.
2. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
3. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao
dia-a-dia na clinica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2001. 414p.
4. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo:
Roca, 1994. 943p.
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Medicina Veterinária
5. RIBEIRO, D. B. O cavalo: raças, qualidades e defeitos. 2.ed. Rio de Janeiro:
Globo, c1988. 318p.
FARMACOLOGIA GERAL VETERINÁRIA
Objetivos: Apresentar a terminologia farmacológica, prescrição e a legislação
vigente sobre os medicamentos brasileiros. Abordar os efeitos dos fármacos
sobre o organismo animal, desde seus mecanismos de ação, absorção,
biotransformação e excreção.
Ementa: Introdução à farmacologia veterinária; Prescrição e legislação dos
medicamentos brasileiros; Farmacodinâmica; Farmacocinética; Agonista e
Antagonistas
Adrenérgicos;
Agonista
e
Antagonistas
Colinérgicos;
Antiinflamatórios; Antibióticos; Fluidoterapia; Histamina e seus Antagonistas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 991p.
2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e
terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p.
3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de
farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p.
4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p.
2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio
de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p.
3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária.
1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p.
4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007. 829p.
5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia
aplicada a avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p.
6. TROLLDENIER, H. Antibióticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d.. 275p
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Medicina Veterinária
FISIOLOGIA ANIMAL II
Objetivos: Compreensão do funcionamento e a inter-relação dos sistemas
orgânicos nas diferentes espécies.
Ementa: Fisiologia da nutrição de monogástricos; Fisiologia da nutrição de
ruminantes; Endocrinologia e metabolismo energético e reprodutivo; Fisiologia
neonatal e geriátrica; Fisiologia renal comparada; Fisiologia cardiorrespiratória
comparada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLVILLE, T.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia Clínica para Medicina
Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
2. CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 579p.
3. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de
Janeir: Elsevier, 2006. 1115p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 495p.
2. FLECHTMANN, C. H. W., D ARCE, R. D. Introdução a anatomia e fisiologia
animal. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
3. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
4. GURTLER, H. Fisiologia veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1987. 612p.
5. REECE, W.O. Fisiologia de Animais Domésticos. 2.ed, São Paulo: Roca,
1984. 420p.
6. SWENSON, M. J. Dukes: fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1996. 799p.
7. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.ed.
Sao Paulo: Santos, 2002. 611p
HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR
Objetivos: Introduzir ao discente os princípios gerais da higienização e dos
produtos químicos utilizados tanto na prática em saúde animal quanto na
indústria de alimentos, em especial os de produtos de origem animal. Estudo
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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128
Medicina Veterinária
dos principais microrganismos patogênicos e deteriorantes dos alimentos, os
riscos e perigos que afetam a segurança dos alimentos e os principais
Programas de Controle utilizados na indústria de alimentos. Estudo dos
principais métodos de higienização em instalações rurais, de serviços de saúde
animal, da indústria de alimentos, em especial os de origem animal.
Ementa: Princípios gerais de Higiene; produtos químicos utilizados; métodos
de higienização de estabelecimentos de prestação de serviços em saúde
animal, indústria de alimentos, em especial os de origem animal. Higiene dos
estabelecimentos produtores, nos aspectos estruturais, nos procedimentos
higiênicos com os produtos alimentícios e higiene do manipulador, Programas
de Autocontrole e Qualidade utilizados nas indústrias de Alimentos,
monitoramento destes pelos órgãos oficiais, responsabilidade profissional,
qualidade, segurança dos alime ntos e saúde do trabalhador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ABERC, MANUAL de Práticas de Elaboração e Serviços de Refeições
para Coletividade. 8º Edição, São Paulo, 2003.
2. GERMANO, P.M.L. & GERMANO, M.I.S.; Higiene e Vigilância Sanitária
de Alimentos. 2º Edição. São Paulo, Ed. Varela, 2003.
3. HOBBS, B.C.& ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênicosanitário de alimentos. São Paulo, Varela, 1999.
4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. RDC 12 de 02 de janeiro de 2001. Aprova os
Padrões Microbiológicos Sanitários para Alimentos. DOU , 2001.
5. SILVA, E. A Jr. Manual de Controle Higiênico-Sanitário em Alimentos. 4º
Ed., São Paulo, Ed. Varela, 2005.
6. TANCREDI, R.C.P.;SILVA, Y.; MARIN, V.A. Regulamentos Técnicos
sobre condições higiênico-sanitárias, Manual de Boas Práticas e POPs
para Indústrias/Serviços de Alimentação. Rio de Janeiro, L.F. Livros,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALMEIDA, C. R.; O Sistema HACCP como instrumento para Garantir a
Inocuidade dos Alimentos. Higiene Alimentar, vol.12, n.53, p.12-20,
1998.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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129
Medicina Veterinária
2. ARRUDA, G.A Manual de Boas Práticas, vol.I,II. São Paulo, Ed. Ponto
Crítico, 1998.
3. IAMFES; Guia de Procedimentos para Implantação do Método de
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), São Paulo,
Ponto Crítico Consultoria em Alimentação, 1997.
4. RIEDEL, G. Controle Sanitário dos Alimentos. São Paulo, Edições
Loyola, 1987.
5. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA/DIPOA. RIISPOA -Regulamento da
Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Ministério
da Agricultura, Brasília, 1967.
6. SENAI/SN- PROJETO APPCC:. Elementos de Apoio Para o Sistema
APPCC, Guia para Elaboração do Plano APPCC. Série Qualidade e
Segurança Alimentar, Brasília, 1999.
7.
MICROBIOLOGIA VETERINÁRIA APLICADA
Objetivos: Apresentar aspectos específicos da Bacteriologia, Virologia e
Micologia, enfatizando a identificação dos agentes envolvidos, bem como sua
importância em diagnóstico e saúde animal.
Ementa: Principais características microbiológicas quanto à taxonomia,
enfatizando minuciosamente a metodologia de identificação e diagnóstico
laboratorial de microrganismos de importância na saúde animal e saúde
pública. Bacteriologia: estudo das principais bactérias; importância de cada
família, gênero e espécie; principais características e metodologia de
identificação. Virologia: principais DNA e RNA-vírus; importância de cada
família, gênero e espécie; metodologia de identificação. Micologia: principais
micoses superficiais, profundas, oportunistas e micotoxicoses.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALTERTHUM, F., TRABULSI, L. R. Microbiologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu,
2008. 760p.
2. BIER, O. Microbiologia e imunologia. 24.ed. São Paulo: Melhoramentos,
1985. 1234p.
3. HIRSH, D. C., ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. 446p.
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Medicina Veterinária
4. KONEMAN, E. W. et. al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido.
5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. 1465p.
5. LACAZ, C.S. Tratado de micologia médica. 9.ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
1104p.
6. ROSENTHAL, K. S., PFALLER, M. A., MURRAY, P. Microbiologia médica.
6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 948p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CARTER, G. R. Fundamentos de bacteriologia y micologia veterinaria. 1.ed.
Espanha: Acribia, 1989. 305p.
2. CHAN, E. C. S., PELCZAR JUNIOR, M., KRIEG, N. R. Microbiologia:
conceitos e aplicações. 2.ed. Sao Paulá: Makron Books, 1997. 2.v.
3. MAYR, A., GUERREIRO, M. Virologia veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina,
1981. 472p.
4. PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares.
1.ed. São Paulo: Roca, 1994. 214p.
5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
6. SOARES, M. M. S. R., RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e
manual, bactérias e fungos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 112p.
7. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Introducción a la Microbiologia. 1
ed. Zaragoza: Acribia, 1993. 792p
NUTRIÇÃO DE RUMINANTES
Objetivos: Apresentação do metabolismo dos nutrientes utilizados nos
pequenos e grandes ruminantes
Ementa: Aspectos gerais. Revisão da anatomia e fisiologia do aparelho
digestivo dos ruminantes. Alimentos e principais nutrientes. Metabolismo dos
carboidratos, proteínas e nitrogênio não protéico e lipídeos. Metabolismo e
exigências dos minerais e vitaminas. Enfermidades relacionadas aos
problemas metabólicos. Aspectos técnicos e econômicos do cálculo de rações.
Produção de silagem, feno e cana visando à alimentação de ruminantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição
animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
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Medicina Veterinária
2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
3. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
4. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
5. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d.. 258p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALIMENTACION, De Los Ruminantes: Principios de Nutricion y alimentacion
de los ruminantes, necessidades alimenticias de los animales, valor nutritivo de
los alimentos. 1.ed. Madri: Mundi-Prensa, 1981. 697p.
2. BARBOSA, F. A., CARVALHO, F. A. N., MCDOWELL, L. R. Nutrição de
bovinos a pasto. 2.ed. Belo Horizonte: Gradual, 2000
3. COLE, D. J. A., HARESIGN, W. Avances en nutricion de los rumiantes. 1.ed.
Zaragoza: Acribia, 1988. 428p.
4. KIRCHOF, B. Alimentação da vaca leiteira. 1.ed. Guaiba: Agropecuária,
1997. 111p.
5. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo:
Manole, 1997. 169p.
PARASITOLOGIA ANIMAL
Objetivos: Apresentação dos parasitas que acometem os animais domésticos
e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública. Caracterização:
conceito, sistemática, morfologia, fisiologia, órgãos parasitados pelas formas
larvais e adultas, modo de infecção, ciclo evolutivo normal e errático,
hospedeiros definitivos, intermediários, eventuais, acidentais e esporádicos.
Ementa: Introdução à parasitologia animal. Protozoologia. Helmintologia:
Nematoda; Trematoda; Cestoda. Artropodologia. Parasitologia animal e sua
repercussão em saúde pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p.
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Medicina Veterinária
3. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1990. 306p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BECK, A. A. H. Anais do III seminário brasileiro de parasitologia veterinária,
Balneário Camboriú, 18 a 23 de outubro de 1982. 1.ed. Brasília: Dep. de
Difusao de Tecnologia, 1985. 249p.
2. BORCHERT, A. Parasitologia veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1981.
745p.
3. GEORGE, J. R. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Manole, 1988.
379p.
4. LEITAO, J. L. S. Parasitologia veterinária: Parasitas. 3.ed. Lisboa: Fund.
Calouste Gulbenkian, s.d.. 2.v.
5. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clínica veterinaria.
6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p.
4º TERMO
ANATOMIA PATOLÓGICA GERAL
Objetivos: Transmitir conceitos básicos da patologia com ênfase nos seguintes
tópicos: degeneração e morte celular, distúrbios circulatórios, processo
inflamatório,
regeneração
e
cicatrização,
carcinogênese
e
oncologia.
Apresentar noções básicas da técnica de necropsia, colheita e envio de
material
para
proporcionar
exame
o
anatomopatológico
reconhecimento
dos
e
citotopatológico,
padrões
além
histopatológicos
de
das
degenerações, inflamações e das neoplasias.
Ementa: Introdução à Anatomia Patológica; Tanatologia; Degeneração e
necrose
celular;
Calcificações
patológicas;
Pigmentos
e
pigmentação
Patológica; Perturbações circulatórias; Processo inflamatório; Imunopatologia;
Cicatrização e regeneração tecidual; Distúrbios do crescimento; Neoplasias:
definição nomenclatura, classificação; Carcinogênese.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia:
bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 629p.
3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009. 1475p.
4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p.
5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1983. 412p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p.
2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006. 1472p.
3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. Sao Paulo:
Manole, 1994. 556p.
4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales
domésticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v.
5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São
Paulo: Manole, 2000. 1415p.
6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária.
1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p.
7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária:
anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p.
8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p.
9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed.
Barcelona: AEDOS, 1984. 423p.
ANATOMIA TOPOGRÁFICA
Objetivos: Fornecer conhecimentos sobre as diferentes estruturas anatômicas
próprias de determinadas regiões do corpo animal (cabeça, pescoço, tórax,
abdome, pelve e apêndices torácicos e pélvicos), tendo em vista as
disposições estratigráficas e sintopias que tais estruturas (ossos, vasos,
nervos, etc...) mantêm entre si.
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Medicina Veterinária
Ementa: Introdução ao estudo de anatomia topográfica; Região do pescoço;
Tórax; Região da cabeça; Abdome; Pelviologia e Pelvimetria; Membros
torácicos; Membros pélvicos; RX.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clinica do cão e do
gato. São Paulo: Manole, 1993. 190p.
2. COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina
Veterinária. 2.ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p.
3. D’ARCE, R. D.; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à anatomia e fisiologia
animal. 2.ed., São Paulo: Nobel, 1985. 186p.
4. DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia
veterinária. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 814p.
5. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.1, Porto Alegre: Artmed, 2002. 298p.
6. KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas
colorido. v.2, Porto Alegre: Artmed, 2004. 406p.
7. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.1,
São Paulo: Manole, 1985. 211p.
8. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.2,
São Paulo: Manole, 1985. 194p.
9. POPESKO, P. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos, v.3,
São Paulo: Manole, 1985. 205p.
10. SISSON, S.; GROSMANN, J. D.; GETTY, R. Anatomia dos animais
domésticos, 5.ed., Rio de Janeiro: Guanabara, v.1/2 , 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, S. B .A.; FESSLER, J. F. Atlas of equine surgery. Philadelphia: W.
B. Saunders Company, 2000.428p.
2. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - O
cavalo. São Paulo: Manole, 1989. 852p.
3. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária - Os
ruminantes. São Paulo: Manole, 2003. 917p.
4. CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F.; MANDEVILLE, D.; FARROW, C. Atlas
colorido de anatomia aplicada dos grandes animais. São Paulo: Manole, 1997.
160p.
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Medicina Veterinária
5. DONE, S.H.; GOODY, P.C.; EVANS, S.A.; STICKLAND, N.C. Atlas colorido
de anatomia veterinária: O cão e o gato. v.3, Barueri: Manole, 2002. 463p.
6. FRANDSON, R. D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 2.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 1979. 420p.
DIREITO AGRÁRIO E GESTÃO AMBIENTAL
Objetivos: Enfocar a importância da participação dos profissionais das
Ciências Agrárias na Política Nacional do Meio Ambiente, através da
participação nos mecanismos de controle e prevenção ambiental e do trabalho;
Assegurar o estudo do tema legal, sob uma visão investigativa, visando uma
formação humanística relativa ao fenômeno jurídico diante da necessidade
social. Conceitos e responsabilidades em torno da saúde ambiental.
Ementa: Introdução: princípios constitucionais – a função social da
propriedade. O aspecto jurídico dos contratos agrários e os profissionais das
ciências agrárias. A intervenção estatal na reforma agrária e a participação dos
profissionais de agrárias nos quadros do INCRA. A gestão ambiental e o
desenvolvimento sustentável. A Política Nacional do Meio Ambiente – O
Licenciamento Ambiental e a importância do profissional de agrárias no
EIA/RIMA. Competência em material ambiental. Responsabilidade por danos
ambientais. Crimes ambientais. Saúde Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental brasileiro. 10.ed. São Paulo:
Saraiva, 2009. 642p.
2. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011.
260p.
3. SEIFFERT, M.E.B. Gestão Ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 310p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BARROS, W. P. Curso de Direito Agrário: Legislação. 2.ed. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 1997.
2. FERREIRA, P. Curso de direito agrário. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
3. GODOY, A.V. A eficácia do licenciamento ambiental como um instrumento
público de gestão do meio ambiente. São Paulo: Editora OAB. 2005. 77p.
4. SANTOS, M.R.C. Desempenho sustentável em Medicina Veterinária: como
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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136
Medicina Veterinária
entender, medir e relatar. Rio de Janeiro: LF Livros. 2010. 186p.
5. SIRVINSKAS, L. P. Manual de direito ambiental. 4.ed. São Paulo: Saraiva,
2006
EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE AMBIENTAL
Objetivos: Habilitar o aluno a entender os conhecimentos básicos de questões
relativas à epidemiologia, cadeia epidemiológica, indicadores de saúde,
medidas de saúde e doença, formas de ocorrência de doenças em populações,
vigilância epidemiológica, fatores ambientais que interferem no processo
saúde-doença, vigilância ambiental em saúde, saneamento do meio, controle
de vetores, roedores e morcegos, tratamento da água e de esgotos, destinação
adequada de resíduos, em especial os de serviço de saúde animal e
reciclagem de lixo; impactos e toxicologia ambiental.
Ementa: Introdução e aspectos históricos relacionados à Epidemiologia;
história natural do processo saúde-doença; Níveis de Prevenção; Tríade
Epidemiológica; Elementos e Mecanismos de Propagação de Doenças
Transmissíveis; Principais Medidas de Controle de Foco de Doenças
Transmissíveis; Levantamento Epidemiológico; Vigilância Epidemiológica;
fatores ambientais que interferem no processo saúde-doença; Ecosaúde;
saneamento aplicado; Vigilância Ambiental em Saúde; Política Nacional de
Saúde Ambiental; Impactos Ambientais e Saúde e Toxicologia Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia.
Rio de Janeiro: MEDSI, 2002. 293p.
2. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gerenciamento de
Resíduos de Serviços de Saúde. Brasília, Ministério da Saúde, 2006.
3. BRASIL. Ministério da Saúde. Atuação do setor saúde em saneamento.
Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2002.
4. BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de saúde ambiental para
o setor saúde. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde, 1999.
5.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de vigilância em saúde.
Brasília, 2003.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema nacional de vigilância ambiental
em saúde. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001.
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Medicina Veterinária
7. CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SÃO PAULO – CVE.
Programas
de
Controle
de
Zoonoses.
Disponível
em:
http://www.cve.saude.sp.gov.br. Acesso em 10 out 2014.
8. DOMINGUES, P F.; LANGONI, H. Manejo sanitário animal. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
9. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade.1.ed. Sao Paulo
: Artes Medicas, 1992. 529p.
10. MALETTA, C. H. M. Epidemiologia e saúde pública, 2. ed. (rev.), Belo
Horizonte: [s. n.], 1997. 345p.
11. MEDRONHO, R. A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2002. 493 p.
12.
OPAS.
Organização
Pan-Americana
da
Saúde.
Métodos
de
investigação epidemiológica em doenças transmissíveis [organização
de Ana Lucia S. Sgambatti de Andrade, Fabio Zicker]. 1. ed. Brasília.
1997.
13. PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e pratica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995. 583p.
14. ROTHMAN, K. J.; GREENLAND, S. Modern epidemiology. 2º.ed.
Philadelphia: Lippincott, 1998. 738 p.
15. ROUQUAYROL, M Z., ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde.6.ed.
Rio de Janeiro : Medsi, 2003. 708p.
16. THRUSFIELD, M. Epidemiologia veterinaria. Zaragoza: Acribia, 1990.
339p.
17. VAUGHAN, J. P.; MORROW, R. H. Epidemiologia para os municípios:
manual para gerenciamento dos distritos sanitários. 3. ed. São Paulo:
Hucitec, 2002. 180p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BARBIERI, J. C. B. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e
instrumentos.2.ed. São Paulo : Saraiva, 2008. 382p.
2. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais:
eliminação e valorização.1.ed. Rio de Janeiro : ABES, 2001. 218p.
3. CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais.1.ed.
São Paulo : Varela, 1993. 227p.
4. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de
Janeiro Forense Universitária, 1989. 185p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. FORATTINI, O. P. Epidemiologia geral.2.ed. São Paulo : Artes Medicas,
1996. 210p.
6. PHILIPPI JR, A., BRUNA, G. C., ROMERO, M. A. Curso de gestão
ambiental.1.ed. Barueri : Manole, 2006. 1045p.
7. TOMA, B. Epidemiologia aplicada: a luta colectiva contra as principais
doenças animais transmissíveis.1.ed. Lisboa : Fundação Calouste
Gulbenkian, 2004. 676p.
FARMACOLOGIA VETERINÁRIA ESPECIAL
Objetivos: Apresentar os efeitos dos fármacos em cada sistema orgânico e
sua atuação no organismo animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem,
absorção, biotransformação e excreção.
Farmacologia
Ementa:
Sistema
Nervoso
Central.
Farmacologia
gastrointestinal. Farmacologia respiratória. Antiparasitários. Farmacologia
sistema
renal.
Farmacologia
cardiovascular.
Antifúngicos
e
antivirais.
Antineoplásicos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KATZUNG, B. G. Farmacologia: básica e clínica. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 991p.
2. JONES, L. M., MCDONALD, L. E., BOOTH, N. H. Farmacologia e
terapêutica em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, s.d.. 1000p.
3. SILVA, A. R., MAGALHAES, H. M., BOELTER, R. Elementos de
farmacologia veterinária. 3.ed. Porto Alegre: Sulina, 1985. 199p.
4. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034p.
2. GOODMAN & GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio
de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p.
3. PAIVA NETTO, J.V. Antibióticos e quimioterápicos em medicina veterinária.
1.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 181p.
4. RANG, H. P. Rang e Dale Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007. 829p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. SPINOSA, H. S., PALERMO-NETO, J., GORNIAK, S. L. Farmacologia
aplicada à avicultura. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 366p.
6. TROLLDENIER, H. Antibioticos en medicina veterinaria. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d. 275p
GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL
Objetivos: Apresentar conceitos básicos de genética e melhoramento animal,
buscando aliar produção ao agronegócio, proporcionando um rebanho de
qualidade no contexto nacional.
Ementa: Introdução a Genética e Melhoramento Genético; Primeira e segunda
Leis de Mendel; Extensões à Análise Mendeliana; Genética molecular;
Genética de Populações; Estatística aplicada ao melhoramento genético;
Genética Quantitativa. Herdabilidade; Repetibilidade. Capacidade provável de
produção; Métodos de seleção. Seleção para uma característica. Diferencial de
Seleção; Progresso genético; Sistemas de acasalamento. Proporção de genes
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001,
589 p.
2. NICHOLAS, F.W. Introdução a Genética Veterinária. Porto Alegre: Artmed,
1999. 328 p.
3. RAMALHO, M. Genética na Agropecuária. 4.ed. Lavras: UFLA. 2008. 463 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Genética e Melhoramento de rebanho nos
trópicos. São Paulo: Nobel, 1989. 463 p.
2. MILAGRES,J.C. Melhoramento animal. Seleção. Viçosa:UFV, n.3, 1981. 101 p.
3. NICHOLAS, F.W. Genética veterinária. Porto Alegre: Artmed, 1999. 326 p.
4. PISANELLI, R.C., GALHARDO, S.R., OLIVEIRA, T.C.D. Quem é quem em
genética animal no Brasil. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1983. 165p.
5. SILVA, M.A. Melhoramento animal: índices de seleção. 1.ed. Viçosa: UFV,
1980. 65p.
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA
Objetivos: Conhecer as primeiras populações do continente africano e seu
percurso histórico; a história Afro-brasileira, diáspora africana no Brasil;
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Medicina Veterinária
Debater questões sobre racismos e antirracismos no Brasil – raças e etnias; o
tráfico negreiro e a resistência; história da escravidão no Brasil (aspectos
econômicos e socioculturais); Refletir sobre a história indígena no Brasil,
referenciando as políticas coloniais, imperiais e republicanas para os povos
indígenas no Brasil; refletir a subalternização dos índios na história do Brasil.
Refletir a subalternização dos “negros no trabalho” na história do Brasil;
Problematizar “a invenção da África” e o olhar eurocêntrico sobre os saberes
produzidos acerca do continente africano; compreender a complexidade das
políticas indígenas atuais: cultural, habitacional e assistencial, estudar a cultura
e a participação do negro no Brasil atual.
Ementa: História e influência da cultura africana na formação da cultura
brasileira; história e influência da cultura indígena na formação da cultura
brasileira. Primeiros habitantes do continente africano; A religiosidade africana
disseminada pela cultura brasileira; aspectos da arte africana na cultura
brasileira. Aspectos da cultura e da religiosidade indígena na cultura brasileira.
A identidade afro-brasileira; A identidade indígena; o desenvolvimento das
questões raça-etnia no espaço social.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA:
1. ARAUJO PEREIRA, Amilcar; MONTEIRO, Ana Maria. Ensino de História e Cultura
Afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.
2. LUCIANO, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os
povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional,
2006.
3. MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias,
línguas, cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes curriculares nacionais para a
educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira
e africana. Brasília: MEC-SECAD/SEPPIR/INEP, 2005.
2. GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de
senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995.
3. PENA, Sérgio D. J.. (2005). Razões para banir o conceito de raça da medicina
brasileira. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 12(2), 321-346. Recuperado em 25 de
setembro de 2013, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
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Medicina Veterinária
59702005000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0104-59702005000200006.
http://oglobo.globo.com/infograficos/paraiso-sitiado/
http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/cultura-brasileira/cultura-afro-brasileira
http://www.palmares.gov.br/tag/cultura-afro-brasileira/
NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICOS
Objetivos: Apresentar o metabolismo dos nutrientes e da energia em
monogástricos e reconhecer as características dos alimentos tradicionais e dos
alternativos utilizados como ingredientes para essas espécies. Realizar
formulações de dietas balanceadas e analisar tecnicamente fórmulas
nutricionais. Apresentar as principais diferenças do metabolismo dos nutrientes
para os animais monogástricos. Nutrição clínica.
Ementa: Histórico da nutrição de monogástricos. Metabolismos de proteínas,
carboidratos, lipídeos, energia, minerais, vitaminas e da água. Aditivos
utilizados na nutrição de monogástricos. Estudo de Alimentos e planos de
alimentação.
Formulação
e
mistura
de
rações
para
monogástricos.
Enfermidades relacionadas aos problemas metabólicos. Aspectos técnicos e
econômicos do cálculo de rações. Nutrição clínica de cães e gatos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição
animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
3. CASE, L.P.; DARISTOTLE, L.; HAYEK, M.; RAASCH, M.F. Canine and
Feline nutrition. 3.ed. USA: Elsevier. 2011. 562p.
4. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV.
2007. 344p.
5. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição das aves domésticas. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1989. 324p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CAREY, D. P., HIRAKAWA, D. A., CASE, L. P. Nutrição canina e felina:
manual para profissionais. 1.ed. Madrid: Hacourt Brace, 1998. 389p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
2. EDNEY, A. T. B. Nutrição do cão e do gato: um manual para estudantes,
veterinários, criadores e proprietários. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 146p.
3. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com
ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção.
1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p.
4. HADDAD, C. M., CARVALHO, R. T. L. Criação e a nutrição de cavalos. 2.ed.
Rio de Janeiro: Globo, 1988. 180p.
5. PILLINER, S. Nutricion y alimentacion del caballo. 1.ed. Zaragoza: Acribia,
1995. 207p.
6. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suinos. 4.ed. São Paulo: Nobel,
1985. 214p.
7. VALVERDE, C. C. 250 rações balanceadas para suínos: como calcular
ração balanceada, manejo alimentar e exigências nutricionais para todas as
fases da vida. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1997. 114p.
5º TERMO
ANATOMIA PATOLÓGICA ESPECIAL
Objetivos:
Apresentar
as
alterações
anatomopatológicas,
macro
e
microscópicas, das doenças que ocorrem no organismo dos animais
domésticos. Desenvolver a técnica de necropsia em pequenos e grandes
animais, bem como a técnica de colheita e envio de material para exame
anatomopatológico,
além
de
interpretar
as
diferentes
alterações
histopatológicas. Medicina Veterinária Legal.
Ementa: Sistema tegumentar; Sistema respiratório; Sistema cardiovascular;
Fígado e vesícula biliar; Sistema nervoso central; Sistema gastrointestinal;
Sistema urinário; Sistema reprodutor feminino; Sistema reprodutor masculino.
Medicina Veterinária Legal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ABBAS, A. K., ROBBINS, S. L., KUMAR, V. Robbins e Cotran Patologia:
bases patológicas das doenças. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CDp
2. FRANCA, G. V. Medicina legal. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 629p.
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Medicina Veterinária
3. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009. 1475p.
4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011. 892p.
5. THOMSON, R. G. Patologia geral veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1983. 412p.
6. ZEZZA NETO, L. Tumores mamários malignos na cadela: sua analogia com
processos idênticos na mulher, especial destaque aos denominados tumores
mistos. 1.ed. Marília: Unimar, 1997. 143p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BECKER, P. F. L. Patologia geral. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1997. 242p.
2. BOGLIOLO, L. Bogliolo: patologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006. 1472p.
3. CHEVILLE, N. F. Introdução a patologia veterinária. 1.ed. São Paulo:
Manole, 1994. 556p.
4. JUBB, K. V. F., PALMER, N., KENNEDY, P. C. Patologia de los animales
domesticos. 1.ed. Montevideo: Hemisferio Sur, c1988. 3.v.
5. KING, N. W., HUNT, R. D., JONES, T. C. Patologia veterinária. 6.ed. São
Paulo: Manole, 2000. 1415p.
6. GROOT, E. C. B. M., MOUWEN, J. M. V. M. Atlas de patologia veterinária.
1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 159p.
7. RUNNELLS, R. A., MONLUX, W. S. Princípios de patologia veterinária:
anatomia patológica. 7.ed. México: Continental, 1980. 862p.
8. TAYLOR, C. R., CHANDRASOMA, P. Patologia básica. 1.ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, c1993. 911p.
9. WEIS, E., STUNZI, H. Anatomia patologia general veterinaria. 1.ed.
Barcelona: AEDOS, 1984. 423p.
10. WILCOCK, B. P., YAGER, J. A. Color atlas and text of surgical pathology of
the dog and cat: dermatopathology and skin tumors. 1.ed. Ontario: Wolfe,
c1994. 320p.
BOVINOCULTURA DE CORTE
Objetivos: Apresentar os aspectos gerais da criação de bovinos de corte,
principalmente referindo-se aos sistemas de produção de carne no Brasil, com
características peculiares de manejo, enfocando os conceitos tecnológicos
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Medicina Veterinária
mais recentes aplicados à criação e destacando os aspectos de maior
rentabilidade e o grande desafio econômico do setor, destacando-se os
quesitos de bem-estar animal.
Ementa: Potencial e tendências da produção de carne no Brasil; Grupos raciais
de
bovinos
de
corte:
tipos
biológicos;
Fisiologia
do
crescimento
e
desenvolvimento dos tecidos corporais; Manejo reprodutivo de bovinos de
corte; Manejo da cria e recria; Sistemas de terminação a pasto e em
confinamento; Bem-estar animal e sua repercussão na produção bovina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CORREA, A. N. S. Gado de corte: o produtor pergunta, a EMBRAPA
responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA, 1996. 208p.
2. CURSO, De Bovinocultura. 1.ed. Campinas: ICEA, 1996. 525p.
3. PEIXOTO, A. M., MOURA, J. C., FARIA, V. P. Bovinocultura de corte:
fundamentos da exploração racional. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1986. 345p.
4. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo:
Nobel, c1993. 226p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BAILEY, J. W. Manual de veterinária para criadores de gado. 5.ed. São
Paulo: Organização Andrei, 1987. 429p.
2. LAZZARINI NETO, S. Lucrando com a pecuária: Confinamento de bovinos.
1.ed. São Paulo: SDF, s.d.. 11.v
3. MANUAL, De Bovinocultura. 3.ed. Porto Alegre: Feplam, s.d.. 175p.
4. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p.
5. PEIXOTO, A. M. et al., SIMPÓSIO, Sobre Produção Animal.Confinamento de
bovinos de corte e leiteiros. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 146p.
6. PEIXOTO, A. M. et. al. Confinamento de bovinos de corte. 1.ed. Piracicaba:
Fealq, 1987. s.p.p.
7. PEIXOTO, A. M. et. al. O confinamento de bois. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo,
1988. 172p.
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Objetivos:
Conferir
conhecimentos
quanto
à
análise
e
interpretação
radiográfica das alterações das estruturas que compõem o animal; Capacitar a
realização
de
técnicas
e
exames
radiográficos
na
rotina
hospitalar;
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Medicina Veterinária
Proporcionar conhecimentos e habilidades na realização de diagnóstico através
de imagens nas diferentes espécies domésticas.
Ementa: Introdução: história, formação dos RX e imagens radiográficas.
Proteção radiológica e perigos da radiação. Instalações adequadas para
funcionamento dos aparelhos. Semiologia Radiológica. Estudos radiográficos e
Ultrassonográficos nas seguintes estruturas: Cabeça, Membros locomotores,
Coluna vertebral, Sistema digestório, Sistema cárdio-respiratório, Sistema
urogenital.
Técnica
radiográfica
contrastada
e
meio
de
contraste.
Ultrassonografia: princípios, análise e interpretação. Doenças neoplásicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BONTRAGER, K. L. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. 4.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, c1999. 770p
2. LAPEIRE, C. Semiologia radiológica nos pequenos animais. 1.ed. São
Paulo: Organizacao Andrei, 1986. 117p.
3. TICER, J. W. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1987. 523p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CRUMMY, A. B., JUHL, J. H. Interpretação radiológica. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1996. 1024p
2. LIEBICH, H., KONIG, H. E. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas.
1.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 2v
3. MCALLISTER, H., KEALY, J. K. Radiologia e ultra-sonografia do cão e do
gato. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 432 p.
4. SCHEBTZ, H., WILKENS, H. Atlas der rontgenanatomie von hund und katze
= atlas of radiographic anatomy of the dog and cat. 4.ed. Berlin: Verlag Paul
Parey, 1986. 244p.
5. SQUIRE, L. F., NOVELLINE, R. A. Fundamentos de radiologia. 4.ed. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1992. 352p.
6. WILLIAMSON, H. D., DOUGLAS, S. W. Princípios de radiografia veterinária.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983. 281p.
DOENÇAS PARASITÁRIAS
Objetivos: Apresentar as principais doenças parasitárias dos animais
domésticos e silvestres e suas possíveis implicações em saúde pública.
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Medicina Veterinária
Caracterizar: conceito, etiologia, distribuição geográfica e impacto ambiental,
importância
socioeconômica,
sintomas,
patogenia,
diagnóstico
clínico,
laboratorial e necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia.
Ementa: 1 – Introdução ao estudo das doenças parasitárias. Dados biológicos
usuais no emprego para o controle das verminoses. Métodos de controle das
verminoses. . Métodos de combate às verminoses: sistemas empírico, tático e
estratégico. Noções sobre drogas anti-helmínticas de uso em medicina
veterinária. 2 – Conceito, etiologia, distribuição geográfica, importância
socioeconômica, sintomas, patogenia, diagnóstico clínico, laboratorial e
necroscópico, prognóstico, tratamento, controle e profilaxia: Doenças causadas
pelos nematoides; cestódeos; trematódeos; ectoparasitas; protozoários. 3.
Doenças parasitárias em medicina veterinária e sua relação com a saúde
pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
2. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
3. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
4. URQUHART, G. M., DUNCAN, J. L. Parasitologia veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 306p.
4. ZAJAC, A. M., SLOSS, M. W., KEMP, R. L. Parasitologia clinica veterinária.
6.ed. São Paulo: Manole, 1999. 198p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. FARIAS, N. A. R. Diagnóstico e controle da tristeza parasitária bovina. 1.ed.
Guíiba: Agropecuária, 1995. 80p.
2. FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4.ed. São Paulo: Icone, 2004. 607p.
3. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: caes e gatos, do nascimento aos seis
meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p.
4. MEIRELES, J. A. F. S., LEITAO, J. L. S. Doenças parasitárias do cão e gato.
1.ed. Lisboa: Litexa Portugal, s.d.. 121p.
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Medicina Veterinária
5. RAMOS, C. I., PALOSCHI, C. G., RAMOS, J. C. Sistemas de tratamentos
anti-helminticos para terneiros desmamados no planalto catarinense. 1.ed.
Florianópolis: EMPASC, 1984. 23p.
6. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
7. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005.
573p.
MEDICINA DA CONSERVAÇÃO E ANIMAIS SELVAGENS
Objetivos: Proporcionar aos alunos os conceitos e procedimentos a serem
tomados pelo profissional quando se tratar do manejo de animais selvagens.
Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo de animais selvagens em
cativeiro (répteis, aves e mamíferos). Fornecer conhecimentos sobre a
legislação que controla a criação de animais silvestres, além dos aspectos
econômicos da criação. Capacitar o aluno para elaborar e executar programas
de criação e conservação de espécies da fauna silvestre em cativeiro.
Ementa: A fauna silvestre no Brasil e no mundo; Legislação brasileira de
proteção à fauna; Manejo de animais selvagens em zoológicos; Aquariofilia;
Manejo de répteis; Manejo de aves silvestres; Manejo de mamíferos silvestres;
Contenção físico-química de animais silvestres; Manejo genético de animais
silvestres.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. BORGES, R. C. Serpentes peçonhentas brasileiras: manual de identificação,
prevenção e procedimentos em caso de acidentes. 1.ed. São Paulo: Atheneu,
2001. 148p.
3. HILDEBRAND, M. Análise da estrutura dos vertebrados. 1.ed. São Paulo:
Atheneu, 1995. 700p.
4. ORR, R. T. Biologia dos vertebrados. 5.ed. São Paulo: Roca, 1986. 508p.
5. POUGH, F. H., HEISER, J. B., MCFARLAND, W. N. A vida dos vertebrados.
2.ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 798p.
6. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia basica.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 470p.
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Medicina Veterinária
7. SOERENSEN, B. Acidentes por animais peçonhentos: reconhecimento, clinica
e tratamento. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 138p.
8. VALLADARES-PADUA, C., CULLEN JR, L., RUDRAN, R. Métodos de estudos
em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 1.ed. Curitiba: UFPR,
2004. 665p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AGUILAR, R. F., HERNANDEZ, S. M., HERNANDEZ, S. J. Atlas de
medicina, terapêutica e patologia de animais exóticos. 1.ed. São Caetano do
Sul: Interbook, 2006. 375p.
2. AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. 1.ed. São Paulo: Terra Brasilis, 1995.
168p.
3. CASSARO, K., OLIVEIRA, T. G. Guia de identificação dos felinos brasileiros.
2.ed. São Paulo: SZB, 1999. 60p.
4. DAVIS, J. W. et al. Enfermedades infecciosas y parasitarias de las aves
silvestres. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1977. 343p.
5. DEUTSCH, L. A., PUGLIA, L. R. R. Os animais silvestres: proteção, doencas
e manejo. 1.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 191p.
6. DINIZ, L. S. M. Primatas em cativeiro: manejo e problemas veterinários,
enfoque para espécies neotropicais. 1.ed. São Paulo: Icone, s.d.. 196p.
7. FRISCH, J. D. Aves brasileiras. 1.ed. São Paulo: Dalgas - Ecoltec, c1981.
353p.
8. FOWLER, M. E., CUBAS, Z. S. Biology, medicine, and surgery of South
American wild animals. 1.ed. Ames-Iowa: Iowa State University Press, 2001.
536p.
9. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. 2.ed. Ribeirao Preto: FUNPEC, 2003.
631p.
10. HADDAD JUNIOR, V. Atlas de animais aquáticos perigosos do Brasil: guia
medico de diagnostico e tratamento de acidentes. 1.ed. São Paulo: Roca, 2000.
145p.
11. PEREZ, A. C. A., JARDIM, F., CARVALHO, R. Medidas de prevenção
sanitária em aquicultura: guia prático de sanidade dos animais aquáticos. 1.ed.
s/l: CRMV - MG, s/d. 16p.
12. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais
selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p.
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Medicina Veterinária
PATOLOGIA CLÍNICA
Objetivos: Determinar, conduzir e interpretar exames laboratoriais, enfatizando
sua importância como base diagnóstica das principais enfermidades da
Medicina Veterinária.
Ementa: Importância como suporte ao diagnóstico clínico, enfatizando suas
finalidades, método adequado para a realização da colheita e remessa de
materiais para serem examinados e interpretação dos seguintes exames
laboratoriais: hemograma, urinálise, bioquímica clínica, provas funcionais para
o sistema coagulativo e exames de transudatos e exsudatos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. COLES, E. H. Patologia clinica veterinária. 3.ed. Sao Paulo: Manole, 1984.
566p.
2. MARINHO, H. M. Hematologia. 1.ed. São Paulo: Sarvier, 1983. 328p.
3. MATOS, M. S., MATOS, P. F. Laboratório clínico médico-veterinário. 2.ed.
Rio de Janeiro: Atheneu, 1988. 238p.
4. MOURA, R. A. A. Colheita de material para exames de laboratório. 1.ed. Rio
de Janeiro: Atheneu, 1987. 241p.
5. NOGUEIRA, D. M.et.al. Bioquímica Clínica: Técnica e Interpretação. 1.ed.
São Paulo: Pancast, 1990. 468p.
6. SILVEIRA, J. M. Interpretação de exames laboratoriais em veterinária: 100
casos clinicos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, c1988. 214p.
7. VALLADA, E. P. Manual de exames de urina. 4.ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
1995. 245p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DUNCAN, J. R., PRASSE, K. W. Patologia clínica veterinária. 1.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 217p.
2. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São
Paulo: Varela, 1996. 95p.
3. GARCIA-NAVARRO, C. E. K., PACHALY, J. R. Manual de hematologia
veteninária. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 169p.
4. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. 1.ed. São
Paulo: Varela, 1996. 95p.
5. HOFFBRAND, A. V., PETTIT, J. E. Hematologia clínica ilustrada. 1.ed. São
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
Paulo: Manole, 1991. 122p
6. JAIN, N. C. Essentials of veterinary hematology. 1.ed. Philadelphia: Lea &
Febiger, 1993. 417p.
7. MEYER, D. J., COLES, E. H., RICH, L. J. Medicina de laboratório veterinária:
interpretação e diagnóstico. 1.ed. São Paulo: Roca, 1995. 308p.
8. MOURA, R. A. A., Coordenação e Técnicas de laboratório. 2.ed. Rio de
Janeiro: Atheneu, 1982. 822p.
9. RAPAPORT, S. I. Introdução à hematologia. 1.ed. São Paulo: Roca, 1987.
346p
10. SILVEIRA, J. M. Patologia clínica veterinária: teoria e interpretação. 1.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 196p.
11. THRALL, M. A. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 1.ed. São
Paulo: Roca, 2007. 582p.
SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
Objetivos: Capacitar o acadêmico a desenvolver um raciocínio lógico quanto
ao atendimento do animal no ambulatório no que tange ao Plano de Exame
Clínico, utilizando-se dos meios e métodos semiológicos, visando um
diagnóstico clinico preciso e ao mesmo tempo sugerindo o prognóstico.
Ementa: Semiotécnica: sistema digestivo, respiratório, cardiovascular, urinário,
músculo esquelético, tegumentar, nervoso, oftálmico, auditivo e mamário dos
equídeos, pequenos e grandes ruminantes, caninos e felinos domésticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
1985. 432p.
2. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. São
Paulo: Roca, 2008. 735p.
3. FENNER, W. R. Manual de prática clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c1985. 413p
4. ROSENBERGER, G. Exame clínico dos bovinos. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, c1993. 429p
5. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstia de
equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA:
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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151
Medicina Veterinária
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
2. BRAZ, M. B. Semiologia médica animal. 2.ed. Lisboa: Fundacao Calouste
Gulbenkian, s.d.. 2.v.
3. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e
do gato. 4.ed. Sao Paulo: Manole, 1997. 2v
4. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e
diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
591p.
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
6. SMITH JUNIOR, F. W. K., TILLEY, L. P. Rapid interpretation of heart sounds,
murmurs and arrhythmias: a guide to cardiac auscultation in dogs and cats.
1.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1992. 64p.
6º TERMO
AVICULTURA
Objetivos: Ministrar conhecimentos básicos na área de manejo e produção de
aves de corte e postura, além de criações alternativas de aves domésticas,
motivando o acadêmico a esse potencial mercado que o Brasil atualmente se
destaca no contexto do agronegócio.
Ementa: Importância econômica e estrutura da produção avícola no Brasil e no
mundo. Revisão anátomo-fisiológica das aves. Melhoramento genético de aves
de produção. Incubatório em avicultura. Produção de frangos de corte.
Produção de aves de postura. Manejo racional na avicultura e seu impacto no
bem-estar. Sistemas de criação e sua repercussão na produção de produtos
avícolas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ENGLERT, S. I. Avicultura, Tudo sobre raças, manejo e alimentação. 7.ed.
Guaíba: Agropecuária, 1998. 238p.
2. FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2.ed. Guaíba:
Agropecuaria, 1993. 118p.
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Medicina Veterinária
3. MALAVAZZI, G. Avicultura: Manual Prático. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1977.
156p.
4. SPINOSA, H. S. PALERMO-NETO, J. GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
à avicultura. São Paulo: Roca, 2005. 366p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AVENS, J. S., MOREGAN, R. E. Ciência e produção de aves. 1.ed. São Paulo:
Roca, 1990. 380p.
2. BERCHIERI JUNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das aves. Campinas: FACTA,
2000. 490p
3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de estudos
agrários Luiz de Queiroz, 1982.
4. MACARI, M; FURLAN, R.L.; GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a
Frangos de Corte, Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994.
5. WORTHINGTON, J. A avicultura. 2.ed. Lisboa: Presença, 1980. 174p.
BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO
Objetivos: Apresentar o manejo reprodutivo nas diferentes espécies animais,
destacando-se as biotécnicas aplicadas visando melhores resultados na
produção.
Ementa: Embriogênese. Anatomia funcional do sistema reprodutor masculino e
feminino. Endocrinologia da reprodução: controle hipotalâmico-hipofisário.
Ciclos estrais nas diferentes espécies domésticas. Biotécnicas aplicadas à
reprodução. Manejo reprodutivo em bovinos de leite. Manejo reprodutivo em
bovinos de corte. Manejo reprodutivo em equinos. Manejo reprodutivo em
ovinos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas
aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p.
2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade
na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p.
3. HAFEZ, B.; HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole,
2004. 513p.
4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais
domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p.
2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suínos. 1.ed. Pelotas: Printpar,
2001. 181p.
3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de
bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p.
4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São
Paulo: Nobel, 1985. 187p.
5. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p.
6. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p.
7. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed.
Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p.
8. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
9. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987.
314p.
10. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos
de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p.
11. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares.
1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p.
CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS I
Objetivos: Desenvolver um raciocínio clínico visando um correto diagnóstico e
consequente prognóstico, habilitando o acadêmico de Medicina Veterinária a
instituir um efetivo tratamento às diversas doenças que acometem os pequenos
animais domésticos.
Ementa: Enfermidades clinicas que acometem os diversos sistemas que
compõem o organismo dos pequenos animais domésticos: manifestações da
afecção clínica; problemas na clínica veterinária; doenças infecciosas e
parasitárias; considerações terapêuticas na clínica; emergências; neoplasia;
distúrbios comportamentais; nervoso; cardiovascular; gastrointestinal.
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154
Medicina Veterinária
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1988. 380
3. CHISMAN, C. L. Neurologia dos pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
1985. 432p.
4. CORNELIUS, L. M., LORENZ, M. D. Diagnóstico clínico e tratamento em
pequenos animais. 1.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 430p.
5. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
6. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e
do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v.
7. FENNER, W. R. Manual de pratica clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c1985. 413p.
8. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1988. 2.v.
9. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
10. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao
Paulo: Roca, 2010. 387p.
11. SHOJAI, A. D. Primeiros socorros para cães e gatos. 1.ed. Belo Horizonte:
Ed. Gutemberg, 2010. 439p.
12. THOMPSON, D. J. , Ed., CHANDLER, E. A., SUTTON, J. B. Medicina e
terapêutica de caninos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1989. 610p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:.
1. FOGLE, B. Primeiros socorros para cães: doenças, ferimentos e fraturas.
1.ed. São Paulo: Nobel, c1995. 167p
2. FOGLE, B. Primeiros socorros para gatos: doenças, ferimentos e fraturas.
1.ed. São Paulo: Nobel, c1997. 151p.
3. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e
diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
591p.
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155
Medicina Veterinária
4. MORGAN, R. V. Manual de emergências para pequenos animais. 1.ed. São
Paulo: Manole, 1987. 650p.
5. ODENDAAL, J. Cães e gatos: um guia de saúde. 1.ed. São Paulo: Varela,
1993. 183p
6. SHERDING, R. G. Emergências clínicas em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, c1988. 244p.
7. SHERDING, R. G. The cat diseases and clinical management. 2.ed.
Philadelphia: W. B. Saunders, c1994. 2.v.
CLÍNICA MÉDICA DE EQUINOS
Objetivos: Apresentar as características particulares da espécie equina, desde
o nascimento até idade adulta, explicitando as diversas afecções das quais a
mesma pode ser acometida, desenvolvendo um raciocínio pleno na questão
diagnóstica, bem como seu respectivo tratamento, enfatizando inclusive os
aspectos de profilaxia e prevenção.
Ementa: Estudo das principais enfermidades clínicas que acometem os
equinos: sistema digestivo, sistema músculo-esquelético, sistema gênitourinário, sistema cardiorrespiratório, sistema reprodutivo, sistema respiratório,
sistema tegumentar, sistema nervoso, sistema oftálmico, além dos distúrbios
metabólicos e endócrinos. Técnicas de diagnóstico. Apresentação terapêutica.
Profilaxia e prevenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
2. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed.
Barueri: Manole, 2005. 1153p.
3. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
4. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais:
moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v
5. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela, 2005.
573p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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156
Medicina Veterinária
1. D AUTHEVILLE, P. Manual de pronto socorro para o cavalo. 1.ed. São
Paulo: Organizacao Andrei, 1982. 101p.
2. KNOTTENBELT, D. C., PASCOE, R. R. Afecções e distúrbios do cavalo.
1.ed. São Paulo: Manole, 1998. 432p.
3. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
4. SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos: respostas necessárias ao
dia-a-dia na clínica, no campo, em exames orais e escritos. 1.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2001. 414p.
5. STASHAK, T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 4.ed. São Paulo:
Roca, 1994. 943p.
6. VASCONCELLOS, L. A. S. Problemas neurológicos na clínica equina. 1.ed.
São Paulo: Varela, 1995. 112p.
7. WINTZER, H. Doenças dos equinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1990. 438p.
DOENÇAS INFECCIOSAS
Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas dos animais domésticos e
silvestres visando a saúde animal e sua caracterização: conceitos, etiologia,
distribuição geográfica e impacto ambiental, importância socioeconômica,
sintomas,
patogenia,
diagnóstico
clínico,
laboratorial
e
necroscópico,
prognóstico, tratamento, controle e profilaxia.
Ementa: Introdução às doenças infecciosas dos animais domésticos e
silvestres; Apresentação e discussão das doenças infecciosas dos animais
domésticos e silvestres: vírus, bactérias e prions.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1988. 380p.
2. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
3. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
4. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. São
Paulo: Roca, 2010. 387p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
6. SMITH, B. P. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstias de
equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1993. 2.v.
7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing,
2007. 610p.
2. ALMEIDA, R. F. C. Brucelose e tuberculose bovina: epidemiologia, controle e
diagnóstico. 1.ed. Brasilia: Embrapa Informacao Tecnologico, 2004. 95p.
3. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do
Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p.
4. LEMOS, R. A. A. Brucelose Bovina: tuberculose bovina. 1.ed. Campo
Grande: UFMS, 2006. 112p
5. QUINN, P. J. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. 1.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 512p.
6. STRAW, B. et.al. Diseases of swine. 8.ed. Iowa: Iowa State University, 1999.
1209p.
7. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1982. 132p.
8. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
9. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed.
Marília: UNIMAR, 1999. 494p.
10. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela,
2005. 573p.
PRÁTICA HOSPITALAR E DE PRODUÇÃO I
Objetivos: Proporcionar atividades práticas junto aos setores de produção
animal da Fazenda Experimental, bem como saúde animal no Hospital
Veterinário
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Medicina Veterinária
Ementa: PRÁTICA HOSPITALAR: Patologia Clínica; Diagnóstico por Imagem
e Patologia Veterinária. PRODUÇÃO: Bioterismo; Cunicultura e Piscicultura
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CYRINO, J. E. P., CASTAGNOLLI, N. Piscicultura nos trópicos. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1986. 152p.
2. COLES, E. H. Patologia clinica veterinária. 3.ed. Sao Paulo: Manole,
1984. 566p.
3. HIME, J. M., O DONOGHUE, P. N. Patologia de los animales de
laboratório: diagnostico y tratamiento. 1.ed. Zaragoza : Acribia, s.d.
305p.
4. SANTOS, R. L. Patologia veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2011.
892p.
5. TICER, J. W. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 2.ed. São
Paulo: Roca, 1987. 523p
6. VIEIRA, M I. Coelhário: instalações adequadas, maiores lucros. 1.ed.
São Paulo: Prata, 1995. 170p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CASTAGNOLLI, N. Criação de peixes de água doce. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, 1992. 189p.
2. HARKNESS, J. E., WAGNER, J. E. The biology and medicine of rabbits
and rodents. 3.ed. Philadelphia: Lea & Febiger, c1989. 230p.
3. MCALLISTER, H., KEALY, J. K. Radiologia e ultra-sonografia do cão e
do gato. 3.ed. Barueri: Manole, 2005. 432 p.
4. MCGAVIN, M. D. Bases da patologia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2009. 1475p.
5. MICHEL, C., KINKELIN, P., GHITTINO, P. Tratado de las enfermedades
de los peces. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 353p.
6. OLIVEIRA, J. A. L., MENEZES, R. N. T. A cunicultura no nordeste. 1.ed.
Fortaleza: Banco Nordeste do Brasil, 1979. 116p
7. SMITH, A. W. Temas selecionados sobre medicina de animales de
laboratorio: el raton. 2.ed. Cent. Panam. de Fiebre Aftosa, 1976. 122p.
8. THRALL, M. A. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 1.ed. São
Paulo: Roca, 2007. 582p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
ZOONOSES E MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA
Objetivos: Desenvolver o diagnóstico epidemiológico de populações através
da utilização dos principais indicadores de saúde e, desta forma, atuar nas
áreas de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública. Demonstrar a
importância das ações de Saúde Pública Veterinária e sua inserção no Sistema
Único de Saúde – SUS, abordando os aspectos de prevenção e controle das
principais zoonoses de ocorrência no Brasil, bem como estimular a vigilância
ambiental em saúde, além da análise crítica dos principais problemas de saúde
coletiva.
Ementa: Epidemiologia e saneamento aplicado; Vigilância Ambiental à Saúde:
higiene de instalações, controle de vetores, roedores e morcegos, tratamento
da água e de esgotos, destinação adequada de resíduos, reciclagem de lixo;
Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública; Zoonoses; Planejamento em
Saúde Pública Veterinária; Medidas Preventivas; Educação em Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722
de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002.
2. CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SÃO PAULO – CVE.
Programas
de
Controle
de
Zoonoses.
Disponível
em:
http://www.cve.saude.sp.gov.br. Acesso em 27 mai 2010.
3. FORATTINI, O. P. Ecologia, epidemiologia e sociedade. 1.ed. São Paulo:
Artes Medicas, 1992. 529p.
4. GOMES, L. H. Manual de vigilância de zoonoses e manejo de equideos do
Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: SES/SP, 2010. 44p.
5. LANGONI, H., DOMINGUES, P.F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. CDp.
6. ROUQUAYROL, M Z., ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde. 6.ed.
Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 708p.
7. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma
Técnica especial relativa a instalações de estabelecimentos veterinários. Diário
Oficial do Estado de São Paulo, 1995.
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Medicina Veterinária
8. SOERENSEN, B., MARULLI, K. B. B. Manual de saúde pública. 1.ed. Marilia:
UNIMAR, 1999. 494p.
9. SUPERINTENDÊNCIA DO CONTROLE DE ENDEMIAS - SUCEN.
Programas de Controle de Enfermidades Transmitidas por Vetores. Disponível
em: http://www.sucen.sp.gov.br. Acesso em 27 maio 2010.
10. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BARBIERI, J. C. B. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e
instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 382p.
2. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais:
eliminação e valorização. 1.ed. Rio de Janeiro: ABES, 2001. 218p.
3. CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais. 1.ed.
São Paulo: Varela, 1993. 227p.
4. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989. 185p.
5. FORATTINI, O. P. Epidemiologia geral. 2.ed. São Paulo: Artes Medicas,
1996. 210p.
6. PHILIPPI JR, A., BRUNA, G. C., ROMERO, M. A. Curso de gestão
ambiental. 1.ed. Barueri: Manole, 2006. 1045p.
7. TOMA, B. Epidemiologia aplicada: a luta colectiva contra as principais
doencas animais transmissiveis. 1.ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian,
2004. 676p.
7º TERMO
ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA
Objetivos: Apresentar as definições e termos da anestesiologia veterinária,
períodos e planos anestésicos, vias de administração de fármacos, aparelhos e
circuitos anestésicos, bem como os efeitos anestésicos nos animais de
pequeno e grande porte, observando e avaliando seu efeitos em cada sistema
orgânico do animal, desde seus mecanismos de ação, dosagem, absorção,
biotransformação e excreção.
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Medicina Veterinária
Ementa: introdução a anestesiologia veterinária; exame clínico pré-anestésico;
medicação pré-anestésica; anestesia local; planos anestésicos; anestesias
gerais barbitúricas e não barbitúricas; neuroleptoanalgesia e anestesia
dissociativa; miorrelaxantes; aparelhos e circuitos anestésicos; anestesia geral
volátil ou inalatória; técnicas anestésicas em pequenos animais; técnicas
anestésicas em grandes animais; emergências anestésicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CLARKE, K. W., HALL, L. W. Anestesia veterinária. 8.ed. São Paulo:
Manole, 1987. 450p.
2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009.
620p.
3. MASSONE, F. Anestesiologia Veterinária: farmacologia e técnicas. 4.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 325p.
4. NATALINI, C. C. Teorias e técnicas em anestesiologia veterinária. 1.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 293p.
5. TAYLOR, P. M. Manual de anestesia em equinos. 2.ed. São Paulo: Med Vet,
2009. 221p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. DOBERTY, T. Anestesia e analgesia em equinos. 1.ed. São Paulo: Roca,
2008. 333p.
2. FIALHO, S. A. G. Anestesiologia veterinária: guia prático de anestesia para
pequenos e grandes animais. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 234p.
3. GOBLE, D. O., GLISER, D. R., RIEBOLD, T. W. Anestesia de grandes
animales: principios y técnicas. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1986. 173p.
4. GUNTHER, M., FAHR, P. Diagnóstico clínico veterinário: com atencion
especial a la anestesiologia. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1982. 256p.
5. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS II
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Medicina Veterinária
Objetivos: Desenvolver um raciocínio clínico visando um correto diagnóstico e
consequente prognóstico, habilitando o acadêmico de Medicina Veterinária a
instituir um efetivo tratamento às diversas doenças que acometem os pequenos
animais domésticos.
Ementa: Enfermidades clinicas que acometem os diversos sistemas que
compõem o organismo dos pequenos animais domésticos: endócrino;
reprodutivo; urinário; hematopoiéticos; imunológico; articulares e esqueléticos;
oftálmico, auditivos. Neonatologia, pediatria e geriatria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos. 2.ed. São Paulo:
Roca, 1988. 380
2. CORNELIUS, L. M., LORENZ, M. D. Diagnóstico clínico e tratamento em
pequenos animais. 1.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1989. 430p.
3. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
4. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do cão e
do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v.
5. FENNER, W. R. Manual de pratica clínica veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, c1985. 413p.
6. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1988. 2.v.
7. MULLER, G. H. Dermatologia dos pequenos animais. 3.ed. São Paulo:
Manole, 1985. 935p.
8. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
9. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed. Sao
Paulo: Roca, 2010. 387p.
10. THOMPSON, D. J. , Ed., CHANDLER, E. A., SUTTON, J. B. Medicina e
terapêutica de caninos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1989. 610p.
11. WILKINSON, G. T., HARVEY, R. G. Atlas colorido de dermatologia dos
pequenos animais: guia para o diagnóstico. 2.ed. São Paulo: Manole, 1997.
304p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:. .
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Medicina Veterinária
1. HNILICA, K. A., MEDLEAU, L. Dermatologia de pequenos animais: atlas
colorido e guia terapêutico. 1.ed. São Paulo: Roca, 2003. 353p.
2. HOSKINS, J. D. Pediatria veterinária: cães e gatos, do nascimento aos seis
meses. 2.ed. Rio de Janeiro: Interlivros, c1995. 601p.
3. HOSKINS, J. D., GOLDSTON, R.T. Geriatrics e gerontology of the dog and
cat. 1.ed. Philadelphia: W. B. Saunders, c1995. 426p.
4. HOUSTON, D. M., MAYHEW, I. G., RADOSTITS, O. M. Exame clínico e
diagnóstico em veterinária. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
591p.
5. LING, G. V. Enfermedades del aparato urinario de perros y gatos:
diagnostico, tratamiento medico, prevencion. 1.ed. Buenos Aires: Inter Medica, c1996. 233p.
6. ODENDAAL, J. Cães e gatos: um guia de saúde. 1.ed. São Paulo: Varela,
1993. 183p
7. SCHAFFER, E. H., WALDE, I., KOSTLIN, R. G. Atlas de clínica oftalmológica
do cão e do gato. 2.ed. São Paulo: Manole, 1998. 360p.
8. SHERDING, R. G. The cat diseases and clinical management. 2.ed.
Philadelphia: W. B. Saunders, c1994. 2.v.
9. SLATTER, D. Fundamentos de oftalmologia veterinária. 3.ed. São Paulo:
Roca, 2005. 686p.
CLÍNICA E CRIAÇÃO DE SUÍNOS
Objetivos: Capacitar o aluno ao entendimento da evolução de todas as
patologias que afetam o suíno, visando possibilitá-lo a conhecer todas as
formas de apresentação das doenças, suas implicações no desempenho da
produção, e suas formas de prevenção, consequentemente buscando o
tratamento efetivo. Além disso, capacitá-lo também quanto ao entendimento da
atividade suinícola e sua importância econômica dentro do agronegócio
nacional, visando adquirir conhecimento para uma consultoria técnica em
projetos que envolvam a criação de matrizes, leitões e animais terminados para
abate, e até mesmo em criações específicas com objetivo de melhoramento
genético, seguindo os preceitos de biosseguridade e bem-estar animal.
Ementa: histórico e características fenotípicas do suíno; as raças suínas e
suas características; aspectos reprodutivos e produtivos da espécie; manejo de
leitões na maternidade até desmame; fluxo de produção, manejo da creche,
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Medicina Veterinária
recria e engorda; aspectos reprodutivos gerais, manejo da matriz; manejo do
cachaço
e
inseminação
artificial;
aspectos
comerciais
nacionais
e
internacionais do suíno; nutrição suína em todas as fases de criação;
melhoramento genético em suínos. biosseguridade na criação de suínos; visita
técnica na granja, tratamentos adotados via água e ração; necrópsia, coleta de
materiais e envio de material para diagnóstico; colibacilose neonatal e
coccidiose; síndrome mma, infecções urinárias e uterinas; enterotoxemia
(clostridiose), rotavirose, parvovirose e circovirose; meningite estreptococica,
doença do edema e erisipela; disenteria suina e salmonelose; apfisiólise e
epifisiólise, enterite proliferativa suína; pneumonia enzootica, pleuropneumonia
e doença de glasser; rinite atrófica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos.1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987.
453p..
2. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saude e producao
dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p.
3. CAVALCANTI, S. S. Produção de suinos. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1987.
453p.
4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
5. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Enfermedades
virales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. s.p.
6. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Infecciones
bacterianas y micoticas. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. s.p.
7. SOBESTIANSKY, J. Clinica de Patologia Suina. 1.ed. Goiânia: J.
Sobestiansky, 1999. 469p.
8. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
9. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição dos suínos. 4.ed. São Paulo: Nobel,
1985. 214p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar,
2001. 181p.
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Medicina Veterinária
2. FIALHO, E. T., BARBOSA, H. P. Fórmulas de ração balanceada com
ingredientes alternativos para suínos nas diversas fases do ciclo de produção.
1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991. 35p.
3. GODINHO, J. F. Suinocultura: tecnologia moderada formação e manejo de
pastagens. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 197p
4. HIROSE, F., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. Pneumonia enzootica suina:
prevalencia, impacto economico, fatores de risco e estrategias de controle.
1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 43p.
5. LAVORENTI, A., MIYADA, V. S. Atualização em suinocultura. 1.ed.
Piracicaba: FEALQ, 1985. 132p.
6. OLIVEIRA, P. A. V. et.al. Suinocultura: noções básicas. 1.ed. Concórdia:
EMBRAPA, 1993. 37p.
7. PRATIS, E. R., NICOLAIEWSKY, S. Alimentos e alimentação dos suinos.
2.ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 58p.
8. SOBESTIANSKY, J. et.al. Formas anormais de comportamento dos suínos:
possíveis causas e alternativas de controle. 1.ed. Concórdia: EMBRAPA, 1991.
29p.
9. SOBESTIANSKY, J., SESTI, L. A função da medicina veterinária na
suinocultura moderna. 1.ed. Goiânia: s.ed., 1998. 21p.
10. SOBESTIANSKY, J. Peste suina: clássica e africana. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1982. 132p
11. SOBESTIANSKY, J. Clínica veterinária em sistemas intensivos de
produção de suinos e relatos de casos. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 150p.
12. SOUZA, C. M., SOBESTIANSKY, J., MATOS, M. P. C. Monitoria patológica
de suinos em matadouros. 1.ed. Goiânia: s/edit., 2001. 52p.
13. WENTZ, I., SOBESTIANSKY, J., SILVEIRA, P. R. Manejo em suinocultura:
aspectos sanitários, reprodutivos e de meio ambiente. 1.ed. Concórdia:
Embrapa, 1987. 184p.
DEFESA SANITÁRIA ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA
Objetivos: Oferecer ao aluno o conhecimento necessário para atuação
profissional dos Sistemas de Saúde Brasileiros: Saúde Animal (SUASA/MAPA)
e de Saúde (SUS/MS), assim como a Legislação Nacional pertinente, órgãos
de referência, Legislação Internacional análoga, sistemas de informação em
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Medicina Veterinária
Saúde Humana e Animal, notificação de enfermidades de importância
econômica e em saúde pública, principais Programas de Nacionais de Saúde
Animal e Humana que o médico veterinário possui atribuições.
Ementa: Introdução geral à Defesa Sanitária Animal: estruturação, legislação,
funcionamento e atribuições. Medidas gerais de defesa sanitária animal com
ênfase para o controle e profilaxia das enfermidades dos animais domésticos
com prioridade para as de notificação obrigatória. Funções dos organismos
internacionais de regulamentação do comércio internacional na vigilância
epidemiológica Internacional. Enfermidades da lista A e B da OIE. Programas
nacionais de erradicação e, ou controle das enfermidades dos rebanhos.
Sistema de informação na vigilância epidemiológica usado pelos serviços de
defesa sanitária animal; Introdução geral a Saúde Pública: importância,
conceitos e políticas de saúde. Inserção e atribuições do Médico Veterinário na
saúde pública. Histórico de vigilância em saúde no Brasil. Noções de vigilância
sanitária, epidemiológica e ambiental. Doenças veiculadas por alimentos. Boas
práticas de higiene. Principais Programas de Doenças Zoonóticas no Brasil
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ACHA, P. N.; SZYFRES, B. Zoonosis y enfermidades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. v. 1 Bacteriosis y micosis.
Washington: OPS/OMS, 2001. 398p.
2. BLOOD, D. C.; HENDERSON, J. A.; RADOSTISTS, O. M. Clínica
Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1983.1121 p.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Secretaria de
Defesa Agropecuária. Plano Diretor de Reforma da Política Sanitária
Brasileira. Brasília, DF. 1996. 101 p. (Versão preliminar).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Secretaria de
Defesa Agropecuária. Programa de Reorientação Institucional do
Ministério da Agricultura e do Abastecimento. 1997 105 p. (Série de
Documentos de Serviço e Programas 04).
2. Enfermidades Exóticas de los Animales. Su Prevención, Diagnostico
y Control. 1986. Comité de Enfermidades Exóticas de la Associação
de Sanidade Animal de los Estados Unidos, 435p. Bulletim da OIE.
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Medicina Veterinária
FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO
Objetivos: Apresentar as enfermidades da reprodução nas diferentes
espécies, destacando-se o diagnóstico, tratamento e prognóstico, além das
técnicas de prevenção, relacionando-se a saúde e produção animal.
Ementa: Exame ginecológico. Diagnóstico de gestação. Exame andrológico e
congelamento de sêmen. Patologia do Aparelho reprodutivo feminino em
pequenos e grandes animais. Patologia do Aparelho reprodutor masculino em
pequenos e grandes animais. Hormonioterapia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GONÇALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J.R.; FREITAS, V.J.F. Biotécnicas
aplicadas à Reprodução Animal. 2.ed. São Paulo: Roca. 2008. 395p.
2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico e terapêuticos da infertilidade
na vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p.
3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p.
4. NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais
domésticos. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 108p
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p.
2. CORREA, M. N. Inseminação artificial em suinos. 1.ed. Pelotas: Printpar,
2001. 181p.
3. DAYRELL, M. S. Efeito da deficiência de alguns minerais na reprodução de
bovinos. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 18p.
4. DOMINGUES, O. O zebu, sua reprodução e multiplicação dirigida. 5.ed. São
Paulo: Nobel, 1985. 187p.
5. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine:
diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v.
6. FERREIRA, A. M. Fatores que influenciam a fertilidade do rebanho bovino.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 16p.
7. FERREIRA, A. M., CARDOSO, R. M. Clima e reprodução da fêmea bovina.
1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1993. 35p.
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Medicina Veterinária
8. FERREIRA, A. M. Manejo reprodutivo e eficiência da atividade leiteira. 1.ed.
Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1991. 47p.
9. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
10. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina,
c1987. 314p.
11. SILVEIRA, C. L. M., SALOMONI, E. Acasalamento de outono em bovinos
de corte: abrace essa idéia. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 152p.
12. TANNUS, R. J. Influence of endometrial cysts on early pregnancy of mares.
1.ed. Zurich: Zentralstelle der Stud.Chaft, 1993. 51p.
13. ZANCANER, A., MARIANTE, A. S. Crescimento e reprodução em gado
nelore. 1.ed. São Paulo: Dos Criadores, 1985. 152p.
PRÁTICA HOSPITALAR E DE PRODUÇÃO II
Objetivos: Proporcionar atividades práticas junto aos setores de produção
animal da Fazenda Experimental, bem como saúde animal no Hospital
Veterinário e no Complexo Veterinário do Bosque Municipal de Marília
Ementa: PRÁTICA HOSPITALAR: Clínica Médica de Pequenos Animais;
Clínica Médica de Grandes Animais e Animais Selvagens. PRODUÇÃO:
Nutrição; Avicultura e Equideocultura
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal:
nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v.
2. ANDRIGUETTO, J.M. et.al. Nutrição animal: As bases e os fundamentos
da nutrição animal: os alimentos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 2.v
3. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica
veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 1263p.
4. CASE, L.P.; DARISTOTLE, L.; HAYEK, M.; RAASCH, M.F. Canine and
Feline nutrition. 3.ed. USA: Elsevier. 2011. 562p
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p
6. RAMSEY, I. K. Manual de doenças infecciosas em cães e gatos. 1.ed.
Sao Paulo: Roca, 2010. 387p
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
7. SILVA, J. C. R., CATAO-DIAS, J. L., CUBAS, Z. S. Tratado de animais
selvagens: medicina veterinária. 1.ed. São Paulo: Roca, 2006. 1354p
8. SHOJAI, A. D. Primeiros socorros para cães e gatos. 1.ed. Belo
Horizonte: Ed. Gutemberg, 2010. 439p
9. SPINOSA, H. S. PALERMO-NETO, J. GORNIAK, S. L. Farmacologia
aplicada à avicultura. São Paulo: Roca, 2005. 366p
10. THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4.ed. São Paulo: Varela,
2005. 573p
11. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes
animais: moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São
Paulo: Manole, 1993. 2.v
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AGUILAR, R. F., HERNANDEZ, S. M., HERNANDEZ, S. J. Atlas de
medicina, terapêutica e patologia de animais exóticos. 1.ed. São
Caetano do Sul: Interbook, 2006. 375p.
2. BERCHIERI JUNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das aves. Campinas:
FACTA, 2000. 490p
3. BROWN, C. M. Consulta veterinária em 5 minutos: espécie equina. 1.ed.
Barueri: Manole, 2005. 1153p.
4. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
5. ETTINGER, S. J. Tratado de medicina interna veterinária: moléstias do
cão e do gato. 3.ed. São Paulo: Manole, 1992. 4.v.
6. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1988. 2.v.
7. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa:
UFV. 2007. 344p.
8. MAYNARD, L. A. et.al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas
Bastos, 1984. 726p.
9. RIET-CORREA, F. Doenças de ruminantes e equinos. 2.ed. São Paulo:
Varela, 2001. 2v
10. TORRES, A. P. Alimentos e nutrição das aves domésticas. 1.ed. São
Paulo: Nobel, 1989. 324p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
TÉCNICA CIRÚRGICA
Objetivos: Proporcionar noções sobre os princípios fundamentais da técnica
cirúrgica: técnicas assépticas, antissepsia, esterilização dos instrumentais
cirúrgicos, paramentação cirúrgica, além de reconhecer todo instrumental e
materiais cirúrgicos comuns aos procedimentos. Promover técnicas práticas de
instrumentação em cirurgias, visando habilidade para realizar todos os tipos de
diérese, hemostasia e síntese teciduais. A ênfase do curso está voltada para o
treinamento prático e o desenvolvimento das habilidades manuais.
Ementa: Introdução: história, conceitos, divisão e classificação das cirurgias.
Nomenclatura cirúrgica. Profilaxia da infecção: conceito de assepsia,
antissepsia, esterilização e desinfecção. Principais antissépticos. Técnica
cirúrgica asséptica. Divisão clássica dos períodos pré, trans e pós-operatório
para o sucesso da técnica em questão. Equipe cirúrgica: funções e
responsabilidades. Tempos fundamentais da técnica cirúrgica (diérese,
hemostasia e síntese). Bases técnicas de nós cirúrgicos e suturas mecânicas
(suturas interrompidas e contínuas) Bases técnicas das cirurgias de cabeça
(enucleação, glândula salivar, descorna cirúrgica patológica). Bases técnicas
das cirurgias esofágicas e técnicas de traqueostomias. Bases técnicas das vias
de acesso a cavidades: toracotomias. Bases técnicas das vias de acesso a
cavidades:
(gastrotomia,
laparotomias
Bases
gastrectomia,
técnicas
gastropexia,
de
cirurgias
enterotomia,
gastrointestinais
enterectomia
e
enteroanastomose) Bases técnicas de ruminotomia. Bases técnicas de
esplenectomias,
cistotomias
e
uretrostomias.
Técnicas
de
ovariossalpingohisterectomia Técnicas de orquiectomia. O uso de animais no
ensino e sua relação com o bem-estar e a legislação atual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São
Paulo: Roca, 1985. 308p.
3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São
Paulo: Sarvier, 1996. 338p.
4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de
grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais.
1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p.
2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São
Paulo: Roca, 1996. 896p.
3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para
clínicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p.
4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães
e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p.
5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopedica canina. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d.. 204p.
6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
2002. 1335p.
7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Técnicas quirurgicas en
la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981.
296p.
8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p.
9. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos
grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p.
10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d..
95p.
11.
SWITT,
S.,
FUENTES,
V.
L.
Manual
de
medicina
y
cirurgia
cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p.
12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo:
Manole, 1998. 2v
8º TERMO
BOVINOCULTURA DE LEITE
Objetivos: Apresentar os aspectos gerais da criação de bovinos de leite,
principalmente referindo-se aos sistemas de produção de leite no Brasil, com
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Medicina Veterinária
características peculiares de manejo, enfocando os conceitos tecnológicos
mais recentes aplicados à criação e destacando os aspectos de maior
rentabilidade e o grande desafio econômico do setor, destacando-se os
quesitos de bem-estar animal.
Ementa: Grupos raciais de bovinos de leite: tipos biológicos; Manejo
reprodutivo de bovinos de leite; Potencial e tendências da produção de leite no
Brasil; Fisiologia da lactação e ordenha; Manejo de vacas adultas em lactação
e vacas secas; Criação e manejo de bezerras e novilhas de reposição;
Sistemas de produção de leite a pasto e em confinamento. Bem-estar animal e
sua repercussão na produção bovina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CURSO, De Bovinocultura. 1.ed. Campinas: ICEA, 1996. 525p.
2. LUCCI, C. S. Nutrição e manejo de bovinos leiteiros. 1.ed. São Paulo:
Manole, 1997. 169p
3. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 479p.
4. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São Paulo:
Nobel, c1993. 226p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BAILEY, J. W. Manual de veterinária para criadores de gado. 5.ed. São
Paulo: Organização Andrei, 1987. 429p.
2. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Alimentação e manejo de bezerras de
reposição em rebanhos leiteiros. 1.ed. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1995.
22p.
3. CAMPOS, O. F., LIZIEIRE, R. S. Gado de leite: o produtor pergunta, a
EMBRAPA responde. 1.ed. Brasilia: EMBRAPA-CNPGL, 1993. 213p.
4. LAZZARINI NETO, S. Lucrando com a pecuária: Confinamento de bovinos.
1.ed. São Paulo: SDF, s.d.. 11.v
5. LECONTE, A., VOISIN, A. A vaca e seu pasto: manual de produtividade do
pasto. 4.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1982. 102p.
6. LUCCI, C. S. Bovinos leiteiros jovens: nutrição, manejo, doenças. 1.ed. São
Paulo: Nobel, 1989. 371p.
7. PEIXOTO, A. M. et al., SIMPÓSIO, Sobre Produção Animal.Confinamento de
bovinos de corte e leiteiros. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 146p.
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Medicina Veterinária
CLÍNICA CIRÚRGICA DE GRANDES ANIMAIS
Objetivos: Apresentar as patologias cirúrgicas dos animais de produção e
estabelecer critérios de diagnóstico e de ação terapêutica. Capacitar ao
aperfeiçoamento de habilidades cirúrgicas.
Ementa: Traumatologia, feridas e reparação cicatricial; Noções sobre
odontologia nos animais domésticos; Hérnias; Afecções cirúrgicas da cabeça e
pescoço; Noções básicas em oftalmologia veterinária; Afecções cirúrgicas do
trato gastrointestinal; Afecções cirúrgicas do trato urogenital; Afecções
cirúrgicas dos ossos longos e da coluna vertebral; Afecções cirúrgicas dos
membros
locomotores;
afecções
cirúrgicas
das
articulações;
cirurgias
oncológicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São
Paulo: Roca, 1985. 308p.
2. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São
Paulo: Sarvier, 1996. 338p.
3. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
4. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de
grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ADAMS, S.; B. Atlas of equine surgery. 1. Philadelphia: WB Saunders, 2000,
428p.
2. EQUINE MEDICINE, surgery and reproduction. 1. London: WB Saunders,
1988, 498p.
3. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p.
4. KERSJES, A. W., NEMETH, F., RUTGERS, L. J. E. Atlas de cirurgia dos
grandes animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 143p.
5. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d..
95p.
OBSTETRÍCIA VETERINÁRIA
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Medicina Veterinária
Objetivos: Capacitar o aluno ao atendimento clínico/reprodutivo dos animais
domésticos, estabelecendo critérios e padrões de reconhecimento de situações
que possam exigir o pronto atendimento pelo profissional da obstetrícia,
visando prevenir agravações com a fêmea gestante, além do bom
desenvolvimento fetal e, podendo ainda, solucionar emergências com relação à
parturiente e seu produto. Destaca-se a questão preventiva na cadeia
obstétrica dos animais domésticos.
Ementa: blastogênese, formação dos envoltórios fetais e placentação;
classificação placentária; fisiologia da gestação; endocrinologia da gestação;
posicionamento do feto no útero; higiene da cobertura e do parto; o parto
normal; patologias da gestação; patologias do parto causadas pelo feto;
patologias do parto causadas pela mãe; técnicas de auxilio ao parto, fetotomia
e cesariana; indução ao parto; lacerações de reto e vagina, acidentes que
possam causar ruptura de períneo; patologias do neonato.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GRUNERT, E., BIRGEL, E. H. Obstetrícia veterinária. 2.ed. Porto Alegre:
Sulina, c1982. 323p.
2. GRUNERT, E., GREGORY, R. M. Diagnóstico terapêutico da infertilidade na
vaca. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 1984. 162p.
3. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004. 513p.
4. NOAKES, D. E. Fertilidade e obstetrícia em bovinos. 1.ed. São Paulo:
Varela, 1991. 137p.
5. SORRIBAS, C. E. Reproduccion en los animales pequenos. 1.ed. Buenos
Aires: Intermedica, 1995. 152p.
6. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia equina. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994.
207p.
2. ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia no cão. 1.ed. São Paulo: Varela, 1995.
197p.
3. ARTHUR, G. H. Reprodução e obstetrícia em veterinária. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1979. 573p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
4. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
5. ECTORS, F., DERIVAUX, J. Fisiopatologia de la gestacion y obstetricia
veterinaria.1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d.. 275p.
6. MCKINNON, A. O., VOSS, J. L. Equine reproduction. 1.ed. Philadelphia: Lea
& Febiger, s.d.. 1137p.
7. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6.ed. Porto Alegre: Sulina, c1987.
314p.
8. TONIOLLO, G. H., VICENTE, W. R. R. Manual de obstetrícia veterinária.
1.ed. São Paulo: Varela, 1995. 124p.
OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA
Objetivos: Apresentar as técnicas racionais de manejo na Ovinocultura e
Caprinocultura, respeitando-se os princípios de bem-estar animal, aliando-se à
produtividade no agronegócio.
Ementa: Importância da ovinocultura e caprinocultura; Principais raças e
instalações dos ovinos e caprinos; Principais produtos dos ovinos e caprinos;
Manejo nutricional, reprodutivo e profilático dos ovinos e caprinos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
2. JARDIM, W. R. Os ovinos. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 193p.
3. SANTOS, V. T. Ovinocultura: princípios básicos para sua instalação e
exploração. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 167p.
4. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed.
Brasília: Embrapa, 2007. 158p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing,
2007. 610p.
2. CASTRO, A. A cabra. 3.ed. São Paulo: Freitas Bastos, 1984. 366p.
3. COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criação de ovinos. 2.ed. Guaíba:
Agropecuária, 1992. 102p.
4. JARDIM, W. R. Criação de caprinos. 11.ed. São Paulo: Nobel, 1992. 239p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. JARRIGE, J. Alimentacion de bovinos, ovinos y caprinos. 1.ed. Madrid:
Mundi-Prensa, 1990. 432p.
6. RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. 1.ed. São
Paulo: Nobel, c1998. 318p.
7. SILVA SOBRINHO, A. G. Tópicos em ovinocultura. 1.ed. Jaboticabal: S.ed.,
1993. 178p.
8. SILVA SOBRINHO, A. G. et.al. Nutrição de ovinos. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d.. 258p.
9. SILVA SOBRINHO, A. G. Produção de ovinos: anais. 1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d.. 210p.
PRÁTICA HOSPITALAR E DE PRODUÇÃO III
Objetivos: Proporcionar atividades práticas junto aos setores de produção
animal da Fazenda Experimental, bem como saúde animal no Hospital
Veterinário
Ementa: PRÁTICA HOSPITALAR: Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais;
Clínica
Cirúrgica
de
Grandes
Animais
e
Anestesiologia
Veterinária.
PRODUÇÃO: Bovinocultura; Ovinocultura e Suinocultura
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
2. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2009. 603p.
3. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca,
2009. 620p.
4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
5. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
6. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
7. VASCONCELLOS, P. M. B. Guia prático para o confinador. 1.ed. São
Paulo: Nobel, c1993. 226p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
1. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
2002. 1335p.
2. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Enfermedades
virales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. s.p.
3. LEMAN, A. D., DUNNE, H. W. Enfermedades del cerdo: Infecciones
bacterianas y micoticas. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1984. s.p.
4. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 6.ed. São Paulo: Nobel, 1988.
479p.
5. NATALINI, C. C. Teorias e técnicas em anestesiologia veterinária. 1.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 293p.
6. TURNER, A. S., MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de
grande porte. 1.ed. São Paulo: Roca, 1985. 333p
7. VAZ, C. M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde.
1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p.
TECNOLOGIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Objetivos: Informar e formar o profissional Zootecnista e Médico Veterinário,
para vivenciar a tecnologia dos produtos de origem animal, observando os
aspectos técnicos, visando qualidade final do produto bem como sua
repercussão na Saúde Pública.
Ementa: Noções gerais sobre alimentos de origem animal. Panorama mundial
e nacional; Princípios de conservação dos alimentos métodos físicos, químicos
e biológicos; Principais fatores que predispõe a deterioração dos alimentos;
Fundamentos da ciência da carne: estrutura, constituintes básicos, conversão
do músculo em carne, características sensoriais; Aspectos higiênicos,
sanitários
e
Frigorificação
tecnológicos
de
do
produtos
processamento
cárneos:
de
carnes
refrigeração,
“in
natura”;
congelamento
e
descongelamento; Processamento higiênico da carne: cura, defumação e
desidratação; Classificação e tipificação de carcaças; Características físicoquímicas e microbiológicas do leite: estudo de seus componentes e
propriedades; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico do leite:
Pasteurização e esterilização; Produtos derivados do leite: queijo, manteiga,
iogurte: características; Processamento higiênico, sanitário e tecnológico na
obtenção do pescado e seus derivados; Constituintes básicos do mel:
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Medicina Veterinária
características
sensoriais,
físico-químicas
e
microbiológicas;
Processos
tecnológicos preconizados na conservação de produtos avícolas; Recursos
tecnológicos utilizados no pré-abate visando evitar a contaminação das
carcaças avícolas; A importância dos laboratórios no controle de qualidades
dos produtos de origem animal; Resíduos biológicos e químicos em produtos
de origem animal e sua repercussão na saúde pública; Tecnologia dos
subprodutos não comestíveis de origem animal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína,
iogurte, sorvetes e instalações, produção, industrialização, análise. 1.ed. São
Paulo: Nobel, 1999. 320p
2. DUTCOSKY, S. D. Análise sensorial de alimentos. 3.ed. Curitiba:
Champagnat, 2011. 426p.
3. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 7.ed. São Paulo: Nobel,
1998. 284p.
4. MACEDO, J. A. B., ANDRADE, N. J. Higienização na indústria de alimentos.
1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 182p.
5. MAIA, E. L., OGAWA, M. Manual de pesca: Ciência e tecnologia do pescado.
1.ed. São Paulo: Varela, 1999. 1.v.
6. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2p.
7. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1996. 320p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOBBIO, F. O. et. al. Manual de laboratório de química de alimentos. 1.ed.
São Paulo: Varela, 2003. 135p.
2. BRUM, M. A. R., TERRA, N. N. Carne e seus derivados: técnica de controle
de qualidade. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 121p
3. CONTRERAS CASTILLO, C. J. Qualidade da carne. 1.ed. São Paulo:
Livraria Varella, 2006. 240p.
4. CRANE, E. O livro do mel. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 226p.
5. EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente. 1.ed. São Paulo:
Atheneu, 1994. 450p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
6. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1998. 652p.
7. GUZMAN, E. S. Bioquímica de pescados e derivados. 1.ed. São Paulo:
Funep, 1994. 409p.
8. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
711p.
9. INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Processamento de pescado.
2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha/MCT, 2004. 32p.
10. LEDERER, J. Enciclopédia moderna de higiene alimentar: tecnologia e
higiene alimentar. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. s.p.p.
11. MCLEAN, A. C., HAZELWOOD, D. Manual de higiene para manipuladores
de alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1994. 140p.
12. OLIVEIRA, M. N., BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de
alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p.
13. OLIVO, N., OLIVO, R. O mundo das carnes: ciência, tecnologia e mercado.
1.ed. Criciúma: Gráfica Imprint, 2005. 209p.
14. RANKEN, M. D. Manual de indústrias de los alimentos. 2.ed. Zaragoza:
Acribia, 1993. 672p.
15. REICHERT, J.E. Tratamiento térmico de los productos carnicos:
fundamentos de los calculos y aplicaciones. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1988.
175p.
16. SCOTT, R. Frabricacion de queso. 1.ed. Zaragoza: Acribia, 1991. 520.p.
17. SIMAO, A. M. Aditivos para alimentos sob o aspecto toxicológico. 2.ed. São
Paulo: Nobel, 1986. 274p.
18. VALLE, E. R. Processamento da carne bovina: Iniciando um pequeno
grande negócio agroindustrial. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2004. 184p
19. WIRTH, F. Tecnologia de los embutidos escaldados. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, 1992. 237p.
TOXICOLOGIA CLÍNICA
Objetivos: Apresentar a terminologia toxicológica, abordando todos os
mecanismos responsáveis por um quadro de intoxicação, destacando-se a
abordagem clínica e diagnóstica das principais causas de intoxicação em
pequenos e grandes animais.
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Medicina Veterinária
Ementa:
Introdução
a
Toxicologia
geral;
Procedimentos
e
cuidados
Emergenciais na Toxicologia Clínica; Intoxicação Domissanitários; Intoxicação
Inseticida; Intoxicação Rodenticidas; Intoxicação Metais Pesados; Intoxicação
Zootoxinas; Intoxicação Micotoxinas; Intoxicação Plantas Tóxicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KIRK, R. W. Atualização terapêutica veterinária: pequenos animais. 1.ed.
São Paulo: Manole, 1984. 2.v.
2. LAMMLER, G., FRIMMER, M. Farmacologia e toxicologia em veterinária.
2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. 251p.
3. LARINI, L. Toxicologia. 1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 307p.
4. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. FELDMAN, E. C., ETTINGER, S. J. Textbook of veterinary internal medicine:
diseases of the dog and cat. 4.ed. Philadelphia: W.B.Saunders, c1995. 2.v.
2. FERNANDES, A. Noções de toxicologia e plantas tóxicas. 2.ed. Fortaleza:
BNB, 1987. s.p.p.
3. GOODMAN, E Gilman. As bases farmacológicas da terapêutica. 11.ed. Rio
de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821p.
4. OEHME, F. W. Toxicologia clinica en la practica de pequenos animales.
1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1982. 211p.
5. OGA, S. Fundamentos de toxicologia. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474p.
6. SPINOSA, H. S., BERNARDI, M. M., GORNIAK, S. L. Farmacologia aplicada
a medicina veterinária. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 897p.
9º TERMO
CLÍNICA CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS
Objetivos: Apresentar as patologias cirúrgicas dos animais domésticos e
estabelecer critérios de diagnóstico e de ação terapêutica. Capacitar ao
aperfeiçoamento de habilidades cirúrgicas.
Ementa: Traumatologia, feridas e reparação cicatricial; Noções sobre
odontologia nos animais domésticos; Hérnias; Afecções cirúrgicas da cabeça e
pescoço; Noções básicas em oftalmologia veterinária; Afecções cirúrgicas do
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Medicina Veterinária
trato gastrointestinal; Afecções cirúrgicas do trato urogenital; Afecções
cirúrgicas dos ossos longos e da coluna vertebral; Afecções cirúrgicas dos
membros
locomotores;
afecções
cirúrgicas
das
articulações;
cirurgias
oncológicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BOJRAB, M. J. Cirurgia dos pequenos animais. 2.ed. São Paulo: Roca,
1986. 854p.
2. KNECHT, C. D. Técnicas fundamentais de cirurgia veterinária. 2.ed. São
Paulo: Roca, 1985. 308p.
3. MAGALHAES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São
Paulo: Sarvier, 1996. 338p.
4. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. BOJRAB, M. J. Mecanismos da moléstia na cirurgia dos pequenos animais.
1.ed. São Paulo: Manole, 1996. 1446p.
2. BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São
Paulo: Roca, 1996. 896p.
3. DAVID, T. Atlas de cirurgia de pequenos animais: técnicas cirúrgicas para
clinicos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1985. 597p.
4. DALECK, C. R., BAPTISTA, L. C., MUKAI, L. S. Tópicos em cirurgia de cães
e gatos. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 113p.
5. DENNY, H. R. Fundamentos de cirurgia ortopédica canina. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, s.d.. 204p.
6. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. 1.ed. São Paulo: Roca,
2002. 1335p.
7. GREENE, R. W., GREINER, T. P., DEHOFF, W. D. Tecnicas quirurgicas en
la clinica de pequenos animales. 1.ed. Buenos Aires: Hemisferio Sur, 1981.
296p.
8. HICKMAN, J., WALBER, R. G. Atlas de cirurgia veterinária. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1983. 236p.
10. PETRICK, S. W. Cirurgia ocular veterinária. 1.ed. Zaragoza: Acribia, s.d..
95p.
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182
Medicina Veterinária
11.
SWITT,
S.,
FUENTES,
V.
L.
Manual
de
medicina
y
cirurgia
cardiorrespiratoria em pequenos animales. 1.ed. Madrid: Harcourt, 2000. 503p.
12. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 2.ed. São Paulo:
Manole, 1998. 2v.
CLÍNICA MÉDICA DE RUMINANTES
Objetivos: Determinar um diagnóstico preciso e o tratamento correspondente,
além
de
estabelecer medidas
preventivas
e
eficazes
nas
principais
enfermidades dos ruminantes, direcionando sua conduta frente a um animal ou
rebanho.
Ementa: Exame clínico e elaboração de um diagnóstico. Afecções do sistema
digestivo.
Afecções
hepáticas.
Afecções
respiratórias.
Doenças
cardiovasculares. Afecções urogenitais. Dermatopatias. Doenças metabólicas e
carenciais. Afecções do sistema locomotor. Doenças da glândula mamária.
Enfermidades oftálmicas. Principais afecções dos neonatos e bezerros.
Doenças parasitárias. Afecções do sistema neurológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BLOOD, D. C., HENDERSON, J. A., RADOSTITS, O. M. Clínica veterinária.
5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 1121p
2. BLOOD, D. C., RADOSTITS, O. M. Manual de controle da saúde e produção
dos animais. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 530p.
3. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p.
4. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
5. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinária interna de grandes animais:
molestias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. AITKEM, T. D. Diseases of sheep. 4.ed. Iowa - USA: Blackwell Publishing,
2007. 610p.
2. HEIDRICH, H, GRUNER, J. Manual de patologia bovina. 1.ed. São Paulo: J.
M. Varela, 1980. 310p.
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Medicina Veterinária
3. KELLY, W. R. Diagnóstico clínico veterinário. 3.ed. Rio de Janeiro:
Interamericana, 1986. 364p.
4. LIBERA, A.M. M. P. D., BARROS FILHO, I. R., GARCIA, M. Manual de
semiologia e clínica dos ruminantes. 1.ed. São Paulo: Varela, 1996. 247p.
5. MANUAL MERCK. Diagnóstico e Tratamento, BEERS, Mark H., BERKOW,
Roberto. Manual Merck: diagnóstico e tratamento. 17.ed. São Paulo: Roca,
2001. 2701p.
6. ROSENBERGER, G. Enfermedades de los bovinos: Enfermedades de los
bovinos. 1.ed. Argentina: Hemisferio Sur, 1988. 577p.
GESTÃO E MARKETING APLICADO AO AGRONEGÓCIO
Objetivos: Apresentar ao acadêmico de Medicina Veterinária toda a logística
que envolve a profissão como um grande empreendimento e as respectivas
técnicas de atingir à sociedade.
Ementa: Princípios econômicos aplicados e organização de agronegócios.
Intervenção
governamental
nos
negócios
agropecuários.
Noções
de
macroeconomia. Desafio alimentar com a globalização. Marketing aplicado a
medicina Veterinária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BATALHA, M.O. Gestão agroindustrial. 1. São Paulo: Atlas, 1997.
2. MEGIDO, J.L.T. Marketing e agribusiness. 1. São Paulo: Atlas, 1995.
278p.
3. SOUZA, R. ET AL. A adminsitração da fazenda. 5. São Paulo: Globo,
1995. 211p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. FERRÃO NETTO, V.A.A. Agricultura em processo: o papel estratégico
de assitência técnica de agricultores. 1. Piracicaba: Autor, 2007. 212p.
2. MARQUES, P. Mercados futuros de commodities agropecuárias:
exemplos e aplicações aos mercados brasileiros. 1. São Paulo: Bolsa de
mercadorias & futuros, 1999. 208p.
3. NEVES, M.F. Marketing e estratégia em agronegócios e alimentos. 1.
São Paulo: Atlas, 2007. 365p.
HOMEOPATIA VETERINÁRIA
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Medicina Veterinária
Objetivos: Apresentar a Homeopatia como uma técnica terapêutica específica
em benefício da saúde e bem-estar dos animais de companhia e de produção.
Ementa:
Histórico.
medicamentos
Princípios
homeopáticos.
básicos
da
Homeopatia.
Farmacotécnica
Oorigem
homeopática.
dos
Semiologia.
Matéria Médica. Repertório. Homeopatia em Animais de Companhia e de
Produção. Homeopatia Veterinária e sua repercussão na saúde pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. FARMACOPÉIA, Homeopática Brasileira. 2. São Paulo: Atheneu. 2003,
34p.
2. MACLEOD, G. Homeopatia veterinária: cães, remédios homeopáticos. 1.
São Paulo: Santos, 1993. 163p.
3. TORRO, A.R. Homeopatia veterinária: semiologia, matéria médica e
psicossomática. 1. São Paulo: Typus. 1999. 267p.
4. WOLFF, H. G. Tratando o gato pela homeopatia. 1. São Paulo: Andrei.
1986. 136p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. CAIRO, N. Guia de medicina homeopática. 21. São Paulo: Teixeira.
1996. 1058p.
2. CARNEIRO,
S.M.T.P.
Homeopatia:
princípios
e
aplicações
na
agroecologia. 1. Londrina: IAPAR, 2011. 234p.
3. CREDIDIO, E.V. Homeopatia: doutrina e prática. 1. Campinas: Papirus.
1987. 130p.
4. JONAS, W.B. A cura através da homeopatia: o guia completo. 1. Rio de
Janeiro: Campus. 1998. 283p.
5. SCHEMBRI, J. Conheça a Homeopatia. 3. Belo Horizonte: ZA Shembri.
1992. 263p.
HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Objetivos: Desempenhar a função de inspetor sanitário de alimentos em
estabelecimentos comerciais e industriais, em especial os de origem animal, de
acordo com os padrões higiênico-sanitários e tecnológicos estabelecidos pela
Legislação Sanitária, garantindo, desta forma, a segurança dos alimentos.
Ementa: Controle higiênico-sanitário dos alimentos de origem animal; Inspeção
higiênico-sanitária nos estabelecimentos; Higienização das Instalações e
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Medicina Veterinária
Equipamentos; O alimento como veículo de agentes infecciosos ao homem;
Microbiologia dos Alimentos; Inspeção higiênico-sanitária da carne de bovinos,
suínos, eqüinos, caprinos, ovinos, aves e pescado in natura, das carnes
processadas, de derivados e de subprodutos; Inspeção higiênico-sanitária de
produtos da abelha; Inspeção higiênico-sanitária de leite e derivados; Inspeção
higiênico-sanitária de ovos; Legislação Brasileira sobre alimentos; Funções do
Médico Veterinário Inspetor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722
de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002.
2. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 1283 de 18 de dezembro de 1950.
Dispõe sobre a Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal.
Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1950.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Padronização
de Técnicas instalações e equipamentos. I - Bovinos. DNPA: DIPOA, 1971 183 p.
4. BRASIL. Ministério da Agricultura. Lei n. 7889 de 23 de novembro de 1989.
Diário Oficial da União, Brasília, 1989.
5. BRASIL. Ministério da Agricultura. Decreto n. 30691 de 29 de março de
1952. Aprova o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de
Origem Animal – RIISPOA. Alterado pelos Decretos n. 1255 de 25/06/62; n.
1236 de 02/09/94; n. 1812 de 08/02/96 e n. 2244 de 05/06/97.
6. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 711
de 01 de novembro de 1995. Aprova as Normas Técnicas de instalações e
equipamentos para abate e industrialização de suínos. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 03 nov. 1995.
7. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 368
de 04 de setembro de 1997. Aprova o Regulamento Técnico sobre as
condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para
estabelecimentos elaboradores de alimentos. Diário Oficial da União, Brasília,
DF, 1997.
8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 46
de 10 de fevereiro de 1998. Institui o Sistema de Análise de Perigos e Pontos
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Medicina Veterinária
Críticos de Controle e aprova o Manual Genérico de Procedimentos para
APPCC em Indústrias de Produtos de Origem Animal. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 1998.
9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n. 210
de 10 de novembro de 1998. Aprova O Regulamento Técnico da Inspeção
Tecnológica e Higiêncico-sanitária de carnes de aves. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 05 mar. 1999.
10. BRASIL, Legislação Brasileira Básica Sobre Alimentos. Higiene e inspeção
de produtos de origem animal: legislação e regulamentos técnicos.1.ed. Marilia:
Ministério da Agricultura e do, s/d. 224p.
11.
BRASIL,
MINISTÉRIO
DA
AGRICULTURA,
PECUÁRIA
E
ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n.03 de 17 de janeiro de 2000. Aprova
o Regulamento Técnico de Métodos de Insensibilização para o abate
humanitário de animais de açougue. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24
jan. 2000.
12.
BRASIL,
MINISTÉRIO
DA
AGRICULTURA,
PECUÁRIA
E
ABASTECIMENTO. Instrução Normativa n. 51 de 18 de setembro de 2002.
Aprova os Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do
Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do Leite
Cru Refrigerado e o Regulamento Técnico da Coleta de Leite Cru Refrigerado e
seu Transporte a Granel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 set. 2002.
13. GERMANO, M. I. S., GERMANO, P. M. L. Higiene e vigilância sanitária de
alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 2001. 629p.
14. GIL, J. A. S. I., DURAO, J. C. Manual de inspeção sanitária de carnes. 1.ed.
Lisboa: Calouste Gulbenkian, s.d.. 563p.
15.
MUCCIOLO,
P.
Carnes:
estabelecimentos
de
matança
e
de
industrialização, condições higiênicas de funcionamento. 1.ed. São Paulo:
Icone, 1985. 100p.
16. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2.
17. SÃO PAULO. Lei n. 7705 de 19 de fevereiro de 1992. Dispõe sobre o Abate
Humanitário. Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
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Medicina Veterinária
1. APPCC, Na Qualidade E Seguranca Microbiologica De Alimentos: APPCC
na qualidade e seguranca microbiologica de alimentos: analises de perigos e
pontos criticos de controle para garantir a qualidade e a seguranca
microbiologica de alimentos.1.ed. Sâo Paulo: Varela, 1997. 377p.
2. BREMMER, A. S. Higiene e inspeccion de carne de aves. 1.ed. Zaragoza:
Acribia, 1977. 210p.
3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988. 2.ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989. 185p.
4. FRANCO, B. D. G. M., LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. 1.ed.
São Paulo: Atheneu, 2002. 182p.
5. HOBBS, B. C., ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de
alimentos. 1.ed. São Paulo: Varela, 1998. 376p.
6. INSPECAO, De Carnes: padronização de técnicas, instalações e
equipamentos.1.ed. São Paulo: s.ed., s.d. 197p.
7. JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
711p.
8. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
1996. 320p.
ORNITOPATOLOGIA
Objetivos: Apresentação das doenças infecciosas, parasitárias, carenciais e
reprodutivas de aves domésticas e silvestre e sua correlação entre os
diferentes aspectos de medicina e sanidade aviária com reflexo à produção.
Ementa: Estudo das principais diferenças e aspectos de relevância quanto à
anatomia, fisiologia, semiologia, imunologia, microbiologia e parasitologia
aviária. Patologias aviárias (patologias da reprodução e incubação; doenças
virais; bacterianas; parasitárias; fúngicas; carenciais e nutricionais).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ANDREATTI FILHO, R.L. Saúde Aviária e Doenças. São Paulo: Roca, 2006.
2. BACK, A. Manual de doenças das Aves. Cascavel: Alberto Back, 2002.
3. BORDIN, E.L. Tratado de Ornitopatologia Sistêmica. São Paulo: Nobel,
1981.
4. COELHO, H.E. Patologia das aves. São Paulo: Tecmed. 2006. 195p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
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Medicina Veterinária
1. BERCHIERI, JÚNIOR, A.; MACARI, M. Doenças das Aves. Campinas:
Facta, 2000.
2. BORDIN, E.L. Diagnóstico post-mortem em Avicultura. 2ed. São Paulo:
Nobel, 1981.
3. COLEMAN, M.A. Atualização em Incubação. Piracicaba: Fundação de
estudos agrários Luiz de Queiroz, 1982.
4. DAVIS, J.W. et al. Enfermidades Infecciosas y Parasitarias de las Aves
Silvestres. Zaragoza: Acribia, 1977.
5. MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia Aviária Aplicada a
Frangos de Corte. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1994.
6. MEYER, D.J.; COLES, E.H.; RICH, L.J. Medicina de Laboratório Veterinária.
Interpretação e Diagnóstico. São Paulo: Roca, 1995.
7. MOREGAN, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. São Paulo:
Roca, 1990.
PLANEJAMENTO, ECONOMIA E EXTENSÃO VETERINÁRIA
Objetivos: Apresentar noções gerais a cerca de: dinâmica da macroeconomia
mundial e nacional; planejamento estratégico de empresas do agronegócio e
propriedades rurais; custos fixos e variáveis influenciando nos processos
decisórios; conhecimentos relacionados à formação de preços dos produtos
agropecuários, além de elaboração de planos de negócios. Capacitar os alunos
para comunicação com ênfase no processo educacional, a fim de possibilitar o
desenvolvimento dos agropecuaristas na mudança de comportamento que
possibilita a adoção de novas tecnologias; diagnóstico sócio-econômico das
atividades agrícola; planejamento e execução de atividades metodológicas que
possibilitam o alcance dos objetivos no processo de aprendizagem na zona
rural; uso adequado dos recursos audiovisuais para a efetiva execução das
atividades metodológicas durante o trabalho de difusão, alerta e motivação de
agropecuaristas.
Ementa: Noções gerais de economia aplicada ao agronegócio. Aspectos de
macro e microeconomia. Planejamento estratégico. Custos fixos, variáveis,
despesas e lucros. Análise do desempenho financeiro das empresas do
agronegócio. Rentabilidade e Taxa Interna de Retorno. Oferta e Demanda;
Cronograma de investimentos e Plano de negócios. Evolução, caracterização,
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Medicina Veterinária
objetivos e filosofia da extensão rural. Estudo das modalidades de assistência a
agropecuaristas; Metodologias pedagógicas; Geração e transferência de
tecnologia para o meio rural. Análise do modelo institucional de pesquisa e
extensão rural no Brasil; A pequena produção agropecuária e a tecnologia
apropriada. O processo de comunicação. Processo de difusão e adoção de
inovações nas sociedades subdesenvolvidas; Métodos de extensão rural e
abordagem participativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997.
2. CALLADO, A. A. C. Agronegócio, 3.ed, São Paulo: ATLAS, 2011, 203p.
3. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 2.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.
219p.
4.GREMAUD,
A.P.,
VASCONCELLOS,
M.A.S.,
TONETO
JUNIOR,
R.
Economia brasileira contemporânea. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 659p
5. PEREIRA, A. M., BORDENAVE, J. D. Estratégias de ensino-aprendizagem.
10.ed. Petrópolis: Vozes, 1988. 312p.
36. SOUZA, et. al. A administração da fazenda. 5.ed. São Paulo: Globo, s.d..
211p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ACCARINI, J. H. Economia rural e desenvolvimento: reflexões sobre o caso
brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1987.
2. BICCA, E. F. Extensão rural: da pesquisa ao campo. 1.ed. Guaíba:
Agropecuária, 1992. 183p.
3. BRAGA, G. M., ARAUJO, J. G. F., SANTOS, M. M. Extensão rural no
desenvolvimento da agricultura brasileira. 1.ed. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 1990. 60p.
4. FONSECA, M. T. L. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o
capital. 1.ed. São Paulo: Loyola, 1985. 191p.
5. NEVES, M.F.; CASTRO, L.T. Marketing e Estratégia em Agronegócio e
Alimentos. São Paulo: Atlas, 2007. 365p.
6. SANTOS. G.S., MARCON, J.C. Administração de custos agropecuários.
2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 139p.
7. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Planejamento
da propriedade agrícola: modelos de decisão. Brasília, 1984. 300p.
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Medicina Veterinária
8. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO
BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO
COOPERATIVO. Anais, v. I. Londrina. SBI – 2006
9. V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGRO INFORMÁTICA. II SIMPÓSIO
BRASILEIRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AGRONEGÓCIO
COOPERATIVO. Anais v. 2. Londrina. SBI – 2006.
10. Agronegócios. Jornal Valor Econômico. Circulação Diária
11. Revista Periódica EXAME. Circulação Quinzenal. Ed. Abril
10º TERMO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
Objetivos: proporcionar crescimento profissional ao aluno, mediante uma
dinâmica de condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do
grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa
humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar à formação de
atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento
teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio;
proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência
profissional dentro de conceitos éticos e morais;
Ementa: configura-se como realização de estágio supervisionado a conclusão
de no mínimo uma carga horária total de 520 horas, onde aluno será avaliado
pelo supervisor de campo (peso 4), além de uma banca composta de dois
docentes de áreas correlatas (peso 6), por meio de arguição oral, subsiada
pelo relatório final.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos
relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área
desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo:
1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009.
620p.
3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao
Paulo: Roca, 2008. 735p.
4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais:
moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v
7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca,
2006. 314p.
3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina
veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p.
4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p.
5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p.
6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p.
8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2p.
9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
ÉTICA PROFISSIONAL, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO VETERINÁRIA
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Medicina Veterinária
Objetivos: Despertar o espírito ético baseado no Código de Deontologia e
Ética Profissional, proporcionando os princípios éticos e legais que regem o
exercício da Medicina Veterinária no Brasil, consolidado unicamente em suas
virtudes, responsabilidades, uniformidade de condutas e respeito à vida
humana e animal.
Ementa: Profissões Regulamentadas: Conselhos Federal e Regionais de
Medicina Veterinária; Código de Deontologia e Ética Profissional do Médico
Veterinário; Exercício lícito e ilícito da Medicina Veterinária; Ética na utilização
de animais como modelos experimentais em pesquisa; Ética na utilização de
animais no ensino; Legislação Profissional e trabalhista brasileira. Bem-estar
animal. O médico veterinário e a sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. BRASIL. Ministério do Trabalho. Lei n. 5517 de 23 de outubro de 1968.
Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os
Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da
União, 1968. Disponível em: http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
2. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Decreto n. 64.704 de 17
de junho de 1969. Aprova o regulamento do exercício da Profissão de MédicoVeterinário e dos Conselhos de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União,
1969. Disponível em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
3. BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução CFMV n. 722
de 16 de agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dec. 2002. Disponível
em:http://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
4. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO –
MAPA. Defesa Sanitária Animal. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br.
Acesso em: 11 fev. 2011.
5. MINISTÉRIO DA SAÚDE – MS. Vigilância à Saúde. Disponível em:
http://www.saude.gov.br. Acesso em: 11 fev. 2011.
6. SÃO PAULO. Decreto n. 40400 de 24 de outubro de 1995. Aprova Norma
Técnica especial relativa às instalações de estabelecimentos veterinários.
Diário Oficial do Estado de São Paulo, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
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Medicina Veterinária
1. ASSAD, J. E. Desafios éticos. 1.ed. Brasília: Conselho Federal de Medicina,
1993. 292p.
2. BERNARD, J. Da biologia a ética. 1.ed. São Paulo: Psy II, 1994. 256p.
3. CRETELLA JUNIOR, J. Constituição brasileira 1988.2.ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitaria, 1989. 185p.
4. MARCOS, B. Ética e profissionais da saúde. 1.ed. São Paulo: Santos, 1999.
238p.
5. OLIVEIRA, J., ACQUAVIVA, M. C. Código Penal. 16.ed. São Paulo: Saraiva,
2001. 808p.
6. ROVER, A., BARCHIFONTAINE, C. P., PESSINI, L. Bioética e saúde. 1.ed.
Sao Paulo: Soc. Beneficiente Sao Camilo, 1987. 294p.
7. TANNENBAUM, J. Veterinary ethics: animal welfare, client relations,
competition and collegiality. 2.ed. St. Louis: Mosby, c1995. 615p.
MEDICINA VETERINÁRIA LEGAL
Objetivos: Oferecer ao aluno conhecimentos básicos sobre medicina
veterinária legal, noções de legislação, enfatizando patologia veterinária
forense e atuação do médico veterinário nas diversas formas de perícia.
Ementa: Introdução à Medicina Legal Veterinária. Zoobiologia. Tanatologia
médico
legal.
Traumatologia
forense.
Fraudes
e
vícios
redibitórios.
Modalidades de morte. Maus tratos. Experimentação animal. Perícia civil e
perícia criminal. Documentos médico-legais. Deontologia Médica Veterinária.
Diceologia Médica Veterinária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. DALE, J. Ética e meio ambiente – uma introdução. São Paulo: SENAC
São Paulo, 2010. 336 p.
2. FRANÇA, G. V. Medicina legal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008. 629 p.
3. GAETA, A. Código de direito animal. São Paulo: Madras, 2003. 240 p.
4. PAARMANN, K. Medicina Veterinária Legal. São Paulo, SP: Ed. do autor,
2005. 168 p
5. RODRIGUES, D. T. O direito & os animais: uma abordagem ética,
filosófica e normativa. 2. ed., rev. e atual. Curitiba: Juruá, 2008. 245 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
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Medicina Veterinária
1. CFMV. O ensino da medicina veterinária no Brasil. Brasília: CFMV,
1992.
2. FÁVERO, F. Medicina legal: Introdução ao estudo da medicina legal,
identidade, traumatologia. 12. ed. Belo Horizonte: Villa Rica, 1991. 1150
p.
3. FRANÇA, G.V. Fundamentos de medicina legal. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 311 p.
4. LOURENÇO, D. B. Direito dos animais: fundamentação e novas
perspectivas. Porto Alegre: SAFE, 2008. 566 p.
5. MARANHÃO, O.R. Curso básico de medicina legal. 6. ed. São Paulo:
Malheiros, 1996. 512 p.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Objetivos: apresentar relatório advindo das atividades desenvolvidas no
estágio supervisionado obrigatório, respeitando-se o Regimento próprio.
Ementa: desenvolvimento do relatório de atividades, com embasamento
bibliográfico, com defesa oral junto a uma banca de dois docentes de áreas
correlatas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: As referências pesquisadas, bem como citadas nos
relatórios advindos do estágio supervisionado, seguirão de acordo com a área
desenvolvida. Sendo assim, seguem exemplos abaixo:
1. CORREA, C. N. M., CORREA, W. M. Enfermidades infecciosas dos
mamiferos domésticos. 2.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1992. 843p.
2. FANTONI, D. T. Anestesia em cães e gatos. 2.ed. São Paulo: Roca, 2009.
620p.
3. FEITOSA, F. L. Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico. 2.ed. Sao
Paulo: Roca, 2008. 735p.
4. HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 6.ed. São Paulo: Manole, 1995. 720p.
5. NELSON, R. W. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 1467p.
6. SMITH, B. P. Tratado de medicina veterinaria interna de grandes animais:
moléstias de equinos, bovinos, ovinos e caprinos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1993. 2.v
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Medicina Veterinária
7. SZYFRES, B., ACHA, P. N. Zoonosis y enfermedades transmisibles
comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington: Org. Pan. de La Salud,
1989. 989p.
8. TUDURY, E. A. Tratado de técnica cirúrgica veterinária. 1.ed. São Paulo:
Med. Vet., 2009. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ALCOCK, J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. 9.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 606p.
2. ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. 1.ed. São Paulo: Roca,
2006. 314p.
3. BASSERT, J. M., COLVILLE, T. Anatomia e fisiologia clínica para medicina
veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 541p.
4. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 203p.
5. CAVALCANTE, A. C. R. Doenças parasitárias de caprinos e ovinos:
epidemiologia e controle. 1.ed. Brasilia: Embrapa, 2009. 603p.
6. LANGONI, H., DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal. 1.ed. Rio de
Janeiro: EPUB, 2001. 210p.
7. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. Goiânia: AB, 2011. 260p.
8. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. 2.ed. Goiânia: UFG,
2007. v.2p.
9. SOBESTIANSKY, D. B., SOBESTIANSKY, J. Doenças dos Suinos. 1.ed.
Goiânia: Canone Editorial, 2007. 768p.
OPTATIVA
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Objetivos: proporcionar subsídios para a aquisição de conhecimentos
específicos da Língua Brasileira de Sinais.
Ementa: a história do surdo no Brasil e no mundo, convenções da língua,
organização e morfologia. Conceitos básicos para o trabalho e o atendimento
das necessidades educacionais especiais dos surdos em sala de aula e na
comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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Medicina Veterinária
1. CAPOVILLA, F. C. Língua de sinais brasileira: dicionário enciclopédico
ilustrado trilingue: abrindo o mundo do surdo brasileiro a pesquisa e a
intervenção psicológicas. São Paulo: USP, 2000.
2. LICHTIG, I.; CARVALHO, R. M. M. Audição: Abordagens Atuais.
Carapicuíba: Pro-Fono, 1997.
3. SALLES, H. M. M. L. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para a prática pedagógica. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 2v
4. LIMA, P. A. Educação inclusiva e igualdade social. 1.ed. São Paulo:
Avercamp, 2006. 172p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. KARNOP, H.; QUADROS, R. M. Língua de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
2. MACEDO, E. C.; CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Manual ilustrado de
sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. São Paulo: USP, 1998.
3. QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de lingua brasileira de sinais e
lingua portuguesa. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 94p.
4. PINALDI, G. Programa de capacitação de recursos humanos do ensino
fundamental série atualidades pedagogicas: língua brasileira de sinais. 1.ed.
Brasília: MEC, 1997. 3v
5. SA, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. 1.ed. Manaus: Univ.
Federal do Amazonas, 2002. 388p.
2.8.
METODOLOGIA DE ENSINO
Considerando-se a formação acadêmica, técnica e profissional do corpo
docente e a disponibilidade de instrumental tecnológico como lousa interativa,
multimídia e projetores, aliado à estrutura do Hospital Veterinário, Laboratórios
e Fazendas Experimentais, assim como métodos de ensino por arquivo
bibliográfico, áudio e vídeo conferência, a metodologia de ensino atende à
concepção do curso de Medicina Veterinária da UNIMAR em vigor, porém com
um despertar para a metodologia por busca ativa, sempre colocando situações
nas aulas teóricas e práticas para que o aluno aprenda o raciocínio lógico e
busque a solução dos problemas por meio de técnicas individuais ou em grupo.
Ressalta-se ainda a iniciação científica desenvolvida pelos alunos buscando
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em uma linha pesquisa assessorada pelo Docente o despertar para o campo
da ciência.
A educação ao longo do curso deve priorizar uma metodologia, de modo
que garanta uma estreita e concomitante relação entre a teoria e a prática, sem
predomínio de uma sobre a outra e, ambas, fornecendo elementos
fundamentais para a aquisição dos conhecimentos e habilidades necessárias
ao futuro profissional.
Dentro desta abordagem, o enfoque principal será de incutir ao aluno a
verdadeira importância da educação permanente, e exercitar as rotinas da
prática profissional para atingir a verdadeira aprendizagem, sendo os
professores facilitadores na busca do saber.
O aprender e o recriar permanente, ou o aprender a aprender, conceito
pedagógico derivado dos novos desafios da sociedade contemporânea, não se
esgotam no campo da introdução à ciência ou aos métodos de reprodução do
saber. O aluno deve vivenciar a realidade dentro de um processo pedagógico
onde toda a atividade profissional humana se desenvolva em parcerias com
grupos sociais no contexto da sociedade em que se integram cidadãos, ou
seja: Ensino e Pesquisa articulados com as demandas sociais.
A estratégia adotada pelos docentes universitários se compõe em
fornecer conteúdos teóricos em sala de aula e de atividades práticas
desenvolvidas nos laboratórios e setores. Os alunos realizam estágios
curriculares e atividades complementares em vários segmentos oferecidos
dentro do próprio campus, o que facilita a metodologia de ensino com a
concepção do curso.
Como produto das reuniões do colegiado, o corpo docente sempre está
discutindo os aspectos pedagógicos pertinentes, buscando mecanismos para a
implantação de melhorias na qualidade do ensino, sempre atento a
interdisciplinaridade e atualização constante, recebendo inclusive feed backs
dos questionários semestrais preenchidos pelos próprios alunos, como modo
de avaliação das disciplinas oferecidas.
Em função do exposto, é que se adotam novas estratégias pedagógicas,
trocando o discurso pelo diálogo. O PPI e o PPC, de forma consciente e
institucionalizada, assumem o compromisso de acompanhar este desafio,
realizando mudanças significativas na sua estrutura que deverão ser
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acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que
se fizerem necessários ao seu aperfeiçoamento.
2.9.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Atendendo às Diretrizes Curriculares, com deliberações contidas no PPI,
PDI e PPC do Curso de Medicina Veterinária, fica estabelecido que todos os
alunos ingressantes deverão realizar as atividades complementares, sendo
estas consideradas pré-requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio
Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso.
A orientação dos alunos deverá ser feita individualmente por um docente
dentro de sua especialidade e atuação, seja hospitalar, laboratorial, setorial ou
científica, cabendo à Coordenação do Curso de Medicina Veterinária
estabelecer critérios de atribuição de horas complementares para os docentes
envolvidos, devidamente aprovadas pela Mantenedora. Toda logística quanto à
organização dos prontuários dos alunos será realizada pela Secretaria do
Curso, juntamente com a Coordenação, ficando estes alocados em armário
próprio.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
MEDICINA VETERINÁRIA
Art. 1. Os alunos do Curso De Medicina Veterinária da Universidade de
Marília deverão desenvolver 200 horas em atividades complementares,
antes de concluir o curso, sendo esta pré- requisito para a matrícula na
Disciplina de Estágio Supervisionado;
1.1.
O desenvolvimento das atividades complementares poderá ser
realizado desde o 1º semestre em que o aluno se matricula
1.2.
O aluno deverá cumprir 50% da carga horária das atividades
complementares (100 horas) até a realização de metade do número
total de créditos do curso
1.3.
As atividades complementares podem ser realizadas durante o
período
de
férias
escolares,
desde
que
respeitados
os
procedimentos estabelecidos neste Regulamento.
Art. 2.
As atividades complementares, que podem ser reconhecidas para
efeitos de aproveitamento da carga-horária, são:
Grupo A: Relacionadas à iniciação científica: Participação em Monitorias;
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Pesquisas; Órgãos de Fomento a Pesquisa – Bolsas de Iniciação
Científica – PIBIC; Grupos de estudo e pesquisa sob orientação e
supervisão docente;
Grupo B: Participação em Congressos, Seminários, Simpósios, Cursos e
Palestras, além de outras atividades assistidas;
Grupo C: Publicações: Artigos publicados em revistas indexadas;
publicados
em
revistas
não
indexadas;
Monografias
que
não
caracterizem o Trabalho de Conclusão de Curso; Apresentação de
trabalhos em eventos científicos;
Grupo D: Atividades de Complementação da Formação profissional:
estágios extracurriculares; estágios em Empresa Júnior / Incubadora de
Empresa; Participação em projetos com relevância social - Ações
Comunitárias;
Grupo E: Atividades de Extensão: Cursos relacionados à área de
formação; Cursos à distância; Disciplinas cursadas em programas de
extensão; Outras atividades de extensão (Colegiados de Curso,
Comissão Organizadora de Eventos Científicos, Diretoria Acadêmica,
Atividades Culturais e Voluntariado).
2.1.
O aproveitamento da carga horária seguirá os seguintes critérios
Critérios para avaliação de atividades complementares
Tipo de Atividade
Desenvolvimento da atividade de monitoria: a creditação de
horas complementares corresponderá a 50%
das horas exercidas na atividade
Participação em Projetos de Fomento a Pesquisa- PIBIC
(Individual): a creditação de horas complementares corresponderá
a 50% das horas exercidas na atividade
Participação em grupos de pesquisas: a creditação de horas
complementares corresponderá a 20% das horas exercidas na
atividade
Participação em grupos de estudo regulamentados e
documentados sob supervisão e orientação de professores da
Universidade: a creditação de horas complementares
corresponderá a 20% das horas exercidas na atividade.
Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas:
Eventos Científicos locais: 15 horas cada dois eventos
Eventos Científicos estaduais: 15 horas cada evento
Eventos Científicos nacionais: 15 horas cada evento
Palestras Científicas: 02 horas cada evento
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Carga horária
Até 80 horas
Até 120 horas
Até 120 horas
Até 80 horas
Até 45 horas
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Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado
Assistidas na Universidade de Marília: a creditação de horas
atividades complementares será equivalente ao total da atividade
Eventos: (dias de campo), creditação de 03 horas atividades
complementares por evento.
Artigos publicados em revistas indexadas: cada artigo
publicado: creditação de 20 horas atividades complementares
Artigos publicados em revistas não indexadas: cada artigo
publicado: creditação de 10 horas atividades complementares
Monografias não curriculares (Trabalhos de Revisão Editado):
creditação de 5 horas atividades complementares
Apresentação de trabalhos em eventos científicos: creditação
de 5 horas atividades complementares por trabalho apresentado
Estágios extracurriculares: a creditação de horas
complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na
atividade
Estágios em Empresa Júnior/Incubadora de empresa
A creditação de horas complementares corresponderá a 50%
das horas exercidas na atividade
Cursos relacionados à área de formação profissional: a
creditação de horas atividades complementares corresponderá a
20% do total de horas do curso realizado.
Cursos à distância relacionados à formação profissional:
inclusive para proficiência de línguas, creditação de 20% do total de
horas do curso realizado.
Disciplinas cursadas em programas de extensão relacionadas
à área de formação profissional: a creditação de horas atividades
complementares será equivalente ao da carga horária da disciplina
cursada
Outras atividades de extensão: para atividades não mencionadas
a validação e a creditação em horas atividades complementares,
será avaliada pela coordenação, obedecendo aos mesmos critérios
dispostos anteriormente.
2.2.
Até 30 horas
Até 30 horas
Até 60 horas
Até 30 horas
Até 20 horas
Até 45 horas
Até 120 horas
Até 60 horas
Até 60 horas
Até 60 horas
Até 90 horas
O limite da carga horária deverá ser respeitado por cada atividade
complementar acima descrita, não podendo ser aproveitada, para
outros fins que não correspondem neste Regulamento.
Art. 3.
Para que cada atividade complementar tenha a sua validação e
consequente creditação no histórico escolar do aluno, estabelecem-se
as seguintes exigências.
Critérios para validação e creditação das atividades complementares.
Tipo de Atividade
Exigências ou Requisitos
Monitoria
Relatório do
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Medicina Veterinária
Participação em pesquisas
Orientador com frequência e
aproveitamento
Relatório ou documentação
comprobatória do orientador com
freqüência e aproveitamento
Participação no PET/PIBIC
Relatório do
Orientador
Participação em grupos de estudo/pesquisa sob
supervisão de professores
Relatório do
Orientador
com frequência e aproveitamento
Congressos, seminários, conferências e palestras
Assistidas
Certificado de presença e
apresentação de relatório
Defesas de dissertação de mestrado e tese de
doutorado assistidas na Universidade de Marília,
respeitando-se o valor de duas horas por cada
evento
Eventos
Certificado de presença e
apresentação de relatório
Artigos publicados em revistas indexadas
Artigo publicado
Artigos publicados em revistas não indexadas
Artigo publicado
Monografias não curriculares
Monografia produzida
Apresentação de trabalhos em eventos científicos
Realização de estágios não curriculares
Realização de estágios em Empresa Júnior /
Incubadora de Empresa
Participação em projetos sociais
Certificado de presença e
apresentação de relatório
Certificado de apresentação
Trabalho apresentado
Atestado de realização e
apresentação de relatório
com frequência e aproveitamento
Atestado de participação
e apresentação de
Relatório
com frequência e aproveitamento
Comprovante de participação e
apresentação de relatório com
frequência e aproveitamento
Cursos à distância
Certificado de realização
Disciplinas cursadas em programas de extensão
Certificado de realização
Outras atividades de extensão
Certificado de realização
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Art. 4.
4.1.
Ao planejar sua atividade complementar, o aluno deverá:
Consultar
este
Regulamento
e
solicitar
com
15
dias
de
antecedência, o parecer do Coordenador do Curso sobre a
relevância daquela atividade para a sua formação profissional. Os
casos que excepcionalmente não atenderem este item serão
avaliados pela coordenação do curso.
Art. 5.
O controle acadêmico do cumprimento dos créditos referentes às
atividades complementares é responsabilidade do Coordenador do
Curso, a quem caberá avaliar a documentação exigida para validação
da atividade.
5.1.
Após a realização da atividade, o aluno deverá submeter, no prazo
de 30 (trinta) dias, por meio de ofício de VALIDAÇÃO DAS
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES,
a
documentação
exigida
(comprovantes originais e uma cópia) a Coordenação, que os
apreciará, podendo recusar a atividade se considerar insatisfatórios
a documentação e/ou o desempenho do aluno.
5.2.
Sendo aceita a atividade complementar realizada pelo aluno, cabe
ao Coordenador atribuir a carga horária correspondente.
5.3.
A
carga
horária
atribuída
pelo
Coordenador
de
Atividades
Complementares a cada uma das atividades obedecerá a uma
escala variável até o limite daquela solicitada com a atividade
analisada, atendendo a critérios de desempenho e qualidade;
5.4.
Os
comprovantes
devolvidos
originais
após
Complementares
análise
e
devem
apresentados
do
pelo
Coordenador
permanecer
sob
aluno
de
a
serão
Atividades
posse
e
responsabilidade direta de cada aluno.
5.5.
Quando ocorrer eventual solicitação de comprovantes já analisados,
deverá o aluno reapresentá-los ao Coordenador.
Art. 6.
O Coordenador encaminhará à Secretaria Setorial que repassará
a Secretaria Geral da Universidade de Marília no final de cada semestre
a carga horária atribuída para cada atividade complementar realizada,
nos termos do item 5.2, através do requerimento que lhe foi inicialmente
encaminhado, para fins de registro e controle.
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Art. 7.
Os alunos que ingressarem no curso por meio de algum tipo de
transferência ficam também sujeitos ao cumprimento da carga horária
de atividades complementares, podendo solicitar à Coordenação das
Atividades Complementares o cômputo de parte da carga horária
atribuída pela Instituição de origem, observada as seguintes condições:
a) as atividades complementares realizadas na Instituição ou
curso de origem devem ser compatíveis com as estabelecidas
neste Regulamento;
b) a carga horária atribuída pela instituição de origem não
poderá ser superior a conferida por este Regulamento à
atividade idêntica;
c) Fica determinado que o limite máximo de aproveitamento da
carga horária será de 100 (cem) horas;
Art. 8.
Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Curso da
Medicina Veterinária, ouvida a respectiva Coordenação de Atividades
Complementares.
2.10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TEMPO INTEGRAL
Além de proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicação direta da
sua aprendizagem em situações reais da Medicina Veterinária, o estágio
supervisionado tem também o objetivo de proporcionar uma possibilidade de
garantia de vaga no mercado de trabalho. A avaliação de egressos mostra
claramente que grande número de alunos que saem para estágio
supervisionado é contratado nos próprios locais da realização de estágio. Esta
situação mostra claramente que os alunos formados conseguem enquadrar-se
nos diferentes ambientes de trabalho, cumprindo tarefas e obrigações, agindo
com ética e se caracterizando por se tornarem empreendedores.
REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1.
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL
EM REGIME TEMPO INTEGRAL estabelecido pelas Diretrizes
Curriculares,
regulamentado
Regulamento
Geral
de
pela
Estágio
legislação
Profissional
vigente
e
Supervisionado
pelo
da
Universidade de Marília, visa completar a formação acadêmica e
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efetivar
a
habilitação
profissional,
constituindo-se
em
atividade
curricular;
Art. 2.
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL
EM REGIME TEMPO INTEGRAL têm por objetivo: proporcionar
crescimento profissional ao aluno, mediante uma dinâmica de
condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do
grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a
pessoa humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar
à formação de atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto
entre o conhecimento teórico adquirido na escola e na prática adotada
nos locais de estágio; proporcionar contato com a profissão e o
desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos
e morais;
Art. 3.
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO é realizado pelos alunos
regularmente matriculados no curso de Medicina Veterinária, com a
carga horária mínima de 520 horas;
Art. 4.
Os alunos somente poderão efetuar matrícula na disciplina de
Estágio Supervisionado com no máximo duas disciplinas dependentes,
obedecendo ao seguinte critério:
a) O aluno que possuir duas disciplinas a serem cursadas junto
com o Estágio Supervisionado obrigatoriamente deverá realizálo nas dependências da Universidade de Marília;
b) O aluno que possuir apenas uma disciplina a ser cursada
junto com o Estágio Supervisionado poderá realizá-lo fora da
Universidade de Marília;
§ 1º- Qualquer situação diferente ao especificado no “caput“ é impeditiva
de matrícula no Estágio.
§ 2º - O aluno que pretende realizar o Estágio Supervisionado, mas que
vai cursar disciplina pendente no campus deverá apresentar o termo de
concordância da instituição concedente devidamente assinada em
relação ao período de ausência do mesmo visando cumprimento da
disciplina pendente.
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Art. 5.
O Coordenador deverá designar dentro do corpo docente os
professores, preferencialmente os de maior titulação e/ou habilidade,
como responsáveis pela supervisão de estágio;
Art. 6.
São atribuições do Coordenador:
Designar e atribuir aulas aos professores indicados para a orientação de
estágio; Elaborar e divulgar conjuntamente com a Secretaria do Curso o
cronograma de orientação de Estágio;
Art. 7.
Cabe a Secretaria Setorial apoiar os professores designados, bem
como a ligação entre o Curso e a Secretaria Geral da Universidade;
Art. 8.
A indicação de Estágio pelos alunos e a concretização dos
Convênios deverá estar definida impreterivelmente até a última semana
de aula do período anterior ao de realização do Estágio em campo;
Parágrafo Único: A indicação obrigatória do aluno para o Estágio deverá
obedecer ao currículo pleno do curso, bem como os critérios
estabelecidos
pelo
Regulamento
Geral
de
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO.
Art. 9.
Compete a Supervisão de Estágio de cada curso respectivamente
e a Secretaria Geral da UNIMAR esclarecer e orientar os alunos quanto
às condições de indicações de estágio e calendário de obrigações;
Art. 10. A todos os alunos é garantida a orientação, a cargo de um
professor do Curso, visando o aprimoramento constante;
Art. 11. Toda Unidade Concedente de Estágio obrigatoriamente deverá
apresentar uma caracterização social (Alvará ou Licença Municipal –
CNPJ para funcionamento) e/ou respectiva inscrição em Conselho de
Classe, além de possuir um profissional qualificado responsável e apto
a supervisionar o estagiário;
Art. 12. A
Avaliação
será
feita
através
do
acompanhamento
do
desempenho integral do aluno pelo professor orientador.
Art. 13. A composição e estrutura do relatório de estágio serão
determinadas
pela comissão
de
professores
que
compõem
a
supervisão de Estágio e que são designados pelo Coordenador do
Curso;
Art. 14. Respeitadas as normas regimentais, a nota final será obtida pelas
avaliações parciais onde todas as notas (Supervisor de campo e Banca
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Docente), serão avaliadas de zero a dez com os respectivos pesos
assim dispostos:
Supervisor de campo: Peso 04
Banca Docente: Peso 06
Parágrafo Único: A nota do orientador à distância, deverá acompanhar
cada avaliação parcial e somente será aceita se devidamente assinada,
com carimbo e sem sinais de adulteração.
Art. 15. A Avaliação do relatório final será realizada através da banca de
no mínimo dois docentes do Curso de áreas respectivas ao campo de
Estágio realizado, que avaliarão: conteúdo do relatório; apresentação;
conhecimento teórico-prático junto à disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso. A nota final será dada pela média que poderá
variar de zero a dez, sendo a média mínima de aprovação sete.
Art. 16. Será considerado aprovado o aluno cuja média das avaliações
parciais for igual ou superior a sete;
Parágrafo Único: O aluno que não apresentar a média para sua
aprovação terá três dias a contar da data da sua primeira defesa para
ser submetido a uma nova, e definitiva avaliação final que será feita por
uma banca composta por quatro professores.
Art. 17. O não cumprimento do total de carga horária prevista para o
ESTÁGIO SUPERVISIONADO, integrante do currículo pleno do curso,
até a data estabelecida para a entrega da Pasta de Estágio, implica na
reprovação do aluno, devendo o mesmo matricular-se novamente no
semestre seguinte para realizá-lo novamente, assim como o não
cumprimento total do período de estágio firmado entre a Universidade e
a Unidade Concedente do Estágio, bem como a entrega de documentos
oficiais (Fichas de Controle de Frequência, Fichas de Avaliação e
Relatórios) no prazo estipulado;
Art. 18. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO reger-se-á pelo presente
regulamento, pelo Regulamento Geral de Estágio, pelo Regimento
Geral da UNIMAR e a legislação vigente;
Art. 19. Os casos não previstos serão resolvidos pelos supervisores de
estágio, ouvidos o Coordenador do Curso;
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Art. 20. Qualquer alteração neste Regulamento deverá ser aprovada pelo
Conselho de Curso da Medicina Veterinária;
Art. 21. Este Regulamento foi aprovado pelo Conselho de Curso em 03 de
Junho de 2004 e entrará em vigor para os alunos que irão cursar a
disciplina de Estágio Supervisionado a partir de Janeiro de 2005.
2.11. MECANISMOS DE NIVELAMENTO
Logo que ingressam na Universidade, os calouros de Medicina
Veterinária realizam uma apresentação geral aos colegas e docentes, bem
como têm apresentado toda a estrutura do Curso, inclusive com uma visita
técnica por todos os setores. Durante o primeiro mês os docentes são
orientados a captarem a real condição pedagógica e psicológica dos egressos,
para que assim, em reunião do Conselho de Curso, possa ser organizado um
procedimento uniforme quanto ao nivelamento da turma.
A matriz do 1º semestre do Curso de Medicina Veterinária nos dá
condições importantes quanto a esse aspecto do nivelamento, pois apresenta
disciplinas básicas como Bioquímica, Sociologia e Comunicação Aplicada a
Medicina Veterinária, Bioestatística, Embriologia Veterinária, Metodologia
Científica e Técnicas da Informação, além de Introdução à Medicina
Veterinária. Esta última, particularmente visa integrar os alunos ao Curso,
procurando apresentar as especialidades a serem estudadas, por meio de
palestras com docentes das áreas envolvidas, além de convidados externos,
dando assim condições para que o calouro possa vislumbrar as vertentes da
profissão escolhida. Após as apresentações os alunos são avaliados, sendo os
dados obtidos utilizados na elaboração de um perfil que nortearão metas no
transcorrer do curso, principalmente subsidiando a programação a ser
cumprida pela Coordenação no planejamento de módulos extracurriculares.
Além disso, os docentes são orientados a desenvolverem várias atividades que
contemplem o raciocínio lógico, fomentando a redação, cálculos básicos,
interpretação de textos, inclusive em inglês e espanhol e apresentação de
seminários, situações essas que nos dão subsídios para o nivelamento dos
ingressantes.
2.12. PROCESSO ENSINO x APRENDIZAGEM
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O sistema de avaliações no transcorrer das discipllinas é realizado de
forma bimestral com provas parciais e regimentais, sendo cada uma delas
podendo ser pontuada de zero a dez, tendo-se como nota bismestral final a
média aritmética. As avaliações parciais são de livre escolha pedagógica
do docente com categorias que envolvem seminários, relatórios, trabalhos
em grupo, avaliações teórico-prática, entre outros; já a regimental
obrigatoriamente
consta
de
avaliação
teórico
ou
teórico-prática.
Obrigatoriamente o docente em aula posterior a avaliação deverá
apresentar a prova ao aluno e fazer a correção geral com o grupo. A média
para aprovação direta, ou seja, sem exame é sete, porém a média cinco
final o classifica com exame. Há ainda a ferramenta da Prova Substitutiva
que dá condições para o aluno melhorar sua média geral.
Além do exposto, o Curso instituiu duas ferramentas importantes no
acompanhamento do processo ensino aprendizagem: 1) A Avaliação do
Desempenho, realizada semestralmente, com o intuito de avaliar o aluno
quanto ao seu aproveitamento nas disciplinas de semestre anterior e 2) O
Teste do Progresso, realizado anualmente, com o objetivo de avaliar o
desempenho cognitivo dos estudantes durante o curso e o próprio curso.
Por fim, ressalta-se o Exame Nacional de Desempenho do Estudante
realizado a cada três anos, sendo o Curso de Medicina Veterinária da
Unimar, contemplado com conceitos positivos nas duas últimas edições
(Quadro 3).
QUADRO 3. Conceitos Sinaes/Mec Medicina Veterinária Unimar
ANO
ENADE
CPC
2010
3
4
2013
3
4
2.13. INTERNACIONALIZAÇÃO DO CURSO
Agregou-se no ano de 2014 mais quatro Instituições de Ensino do
Exterior buscando-se o Convênio de Cooperação Interinstitucional, visitadas
tecnicamente pelo Coordenador do Curso de Medicina Veterinária, sendo
assim efetivadas com: Universidad Agraria de La Habana (Cuba); Universidad
de Chile; Universidad Mayor (Chile) e Universidad de Buenos Aires (Argentina).
O convênio de Cooperação Interinstitucional visa estabelecer alianças no
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sentido acadêmico, envolvendo o intercâmbio de estudantes e docentes,
projetos de pesquisa e outros de interesse das partes. promovendo
efetivamente uma cultura de cooperação entre as Universidades, que
enriquecem nossas ações mediante projetos conjuntos (ensino, pesquisa e
extensão), contribuindo na geração de novos conhecimentos.
2.14. PREPARAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO
Uma preocupação da Instituição é preparar o acadêmico para o mercado
de trabalho, como profissional e indivíduo, imbuído de princípios éticos que
visem uma sociedade melhor e mais justa. Seu envolvimento inicia-se em
sala de aula e é incrementado nas atividades práticas junto aos setores nas
atividades de extensão, motivando-o a realizar estágios, congressos ou
cursos, e em participar da iniciação científica e monitoria, preparando seu
curriculum de forma diferenciada, desde os primeiros momentos.
Destacam-se também as atividades de cunho social voluntário, como o
próprio trote solidário que envolve doação de sangue, além da arrecadação
de alimentos para o homem e ração para animais, vinculando também as
de cunho profissional/social como as ações multidisciplinares em parceria
com o Ministério Público Federal nos bairros carentes do Município, com
trabalho sobre posse responsável e orientação geral da comunidade
quanto aos serviços veterinários. Outro aspecto importante, diz respeito ao
conceito intelectual com o objetivo de prepará-lo na oratória, redação, e
técnicas de marketing pessoal, desenvolvidas pelos setores internos da
Universidade ou em parceria. No campo interativo o esporte tem seu
destaque com a promoção de campeonatos internos e apoio aos externos,
estimulando o convívio social do acadêmico.
2.15. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CURSO
2.15.1.
PROGRAMA DE MONITORIA
Considerando a necessidade em incutir no aluno a capacidade
organizacional didático-pedagógica, o Curso de Medicina Veterinária participa
efetivamente do Programa de Monitoria, seguindo a Portaria 008/2009 abaixo
citada, sendo que para o ano de 2015, foram apresentadas oito áreas, sendo:
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Anatomia Veterinária; Anatomia Patológica; Citologia e Histologia Veterinária;
Anestesiologia Veterinária; Clínica Médica de Pequenos Animais; Nutrição
Animal; Patologia Clínica; Reprodução Animal
PROGRAMA DE MONITORIAS
PORTARIA GR. N.º008/2009
MARCIO MESQUITA SERVA, Reitor da Universidade de Marília, no uso de
suas atribuições Estatutárias e Regimentais;
CONSIDERANDO o que dispõe o artigo 84 da Lei n.º 9.394, de 26 de
dezembro de 1996, que alunos poderão ser aproveitados em tarefas de ensino
e pesquisa pelas respectivas instituições, desempenhando funções de
monitoria, de acordo com seu rendimento e seu plano de estudos;
CONSIDERANDO que é necessário criar mecanismos de incentivo ao estudo e
aprendizagem dos alunos da Universidade de Marília;
R E S O L V E:
Art. 1.
O Programa de Monitoria da Universidade de Marília, destinado a
alunos regularmente matriculados em seus cursos de graduação,
obedecerá às normas estabelecidas na presente Portaria.
Art. 2.
O Programa de Monitoria, considerando a excelência do
rendimento nos estudos e a vocação para o magistério dos alunos que
a ele se candidatarem, conta com um quadro de monitores, cujo
número de vagas constará do Plano Anual de Trabalho da Pró-Reitoria
de Graduação, aprovado pela Entidade Mantenedora.
§1º - Para os fins de que trata o caput deste artigo, até 31 de novembro
de cada ano, tendo em consideração a previsão das necessidades para
o ano letivo seguinte, os cursos encaminharão à Pró-Reitoria de
Graduação solicitação de vagas para a constituição do quadro de
monitores, com vistas ao ano letivo subseqüente.
§2º - Os candidatos à Monitoria farão inscrição junto à Coordenação do
Curso onde estudam.
Art. 3.
São objetivos do Programa de Monitoria:
1. Em relação à Universidade
1.1
Estimular o desenvolvimento da vocação para o magistério nos
alunos que apresentem excelência em seu rendimento escolar;
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1.2
Propiciar condições institucionais para o atendimento à melhoria do
processo ensino-aprendizagem;
1.3
Tornar as ações institucionais mais positivas e competitivas na
transmissão do conhecimento e na construção do saber;
1.4
Possibilitar a cooperação entre os corpos discente, docente e
técnico administrativo da Universidade;
1.5
Qualificar os melhores alunos, com vistas à continuidade da
respectiva
formação
acadêmica,
especialmente
para
o
encaminhamento dos mesmos a programas de pós-graduação.
2. Em relação aos alunos
2.1.
Despertar vocações para o magistério e para o exercício de
atividades auxiliares de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da
disciplina na qual se vinculará;
2.2.
Proporcionar a aprendizagem de técnicas e métodos de ensino,
assim como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e
da criatividade;
2.3.
Preparar o aluno participante do programa de Monitoria para o
acesso ao magistério superior;
2.4.
Aumentar a produção acadêmica dos discentes vinculados ao
Programa de Monitoria.
3. Em relação aos docentes
3.1.
Estimular professores a engajarem, no processo acadêmico, alunos
de destacado desempenho, otimizando a capacidade de orientação
ao magistério na UNIMAR;
3.2.
Estimular o aumento da produção acadêmica dos docentes;
3.3.
Melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem.
Art. 4.
A avaliação do Programa de Monitoria será realizada pelo
Coordenador e professores dos respectivos cursos que oferecerem a
monitoria e receberão o nome de Comitê de Avaliação.
Art. 5.
Compete ao Comitê de Avaliação:
1. Avaliar o Programa de Monitoria, com vistas ao cumprimento das
diretrizes e dos objetivos fixados;
2. Coordenar
a
realização
de
trabalho
de
Monitoria
visando
o
aperfeiçoamento dos Monitores;
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Art. 6.
São as seguintes as atribuições do Monitor:
1. Auxiliar os docentes na preparação de aulas, de atividades de
laboratório e de preparação de materiais didáticos e de apoio, bem
como na fiscalização e no acompanhamento das provas e trabalhos
escolares;
2. Auxiliar os docentes na realização de trabalhos práticos e experimentais,
desde que compatíveis com o seu grau de conhecimento e experiência
na disciplina;
3. Assistir as aulas dos professores que ministram a disciplina para a qual
tenha sido selecionado, visando não apenas o seu aperfeiçoamento
pessoal, como também o efetivo acompanhamento das turma;
4. Organizar e orientar grupos de estudos formados por alunos
matriculados na disciplina, visando o melhor aproveitamento dos
conteúdos programáticos já ministrados;
5. Realizar atividades auxiliares de pesquisa e de extensão, vinculadas à
disciplina, por indicação do respectivo professor responsável;
6. Elaborar
relatório
escrito,
contendo
os
resultados
do
trabalho
desenvolvido, para apresentação, através de exposições orais e/ou
painéis.
Art. 7.
A vigência do Contrato de monitor é de um (1) semestre, com
possibilidade de aditamento para mais um (1) semestre.
§1º - Concluído o prazo de vigência do Contrato, caso o monitor queira
continuar
desenvolvendo
essa
atividade,
deverá
candidatar-se
novamente ao concurso para provimento de vagas e se aprovado,
assinará um novo Contrato.
Art. 8.
Na vigência da designação para o Programa de Monitoria, as
atividades do aluno serão exercidas com observância ao previsto no
artigo 4º.
Art. 9.
São requisitos para que o aluno se inscreva ao concurso do
Programa de Monitoria:
1. Ter concluído os dois primeiros termos do curso de graduação no qual
esteja matriculado;
2. Ter concluído os dois primeiros termos do curso de graduação no qual
esteja matriculado;
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3. Não ter sido reprovado em nenhuma disciplina do curso que realiza e ter
obtido média global mínima igual ou superior a sete (7);
4. Comprovar a regularidade da situação financeira com a Universidade;
5. Comprovar disponibilidade para o exercício das funções de Monitor, com
jornada de no mínimo vinte (20) horas semanais, em turno diferente
daquele em que esteja matriculado.
Art. 10.
O concurso para provimento das vagas do Programa de Monitoria
utilizará os seguintes instrumentos de avaliação:
1. Análise curricular de caráter classificatório, compreendendo a avaliação
do histórico escolar e do curriculum vitae do candidato;
2. Entrevista, de caráter eliminatório, na qual o aluno será avaliado com
vistas à demonstração de suas aptidões e habilidades para a função e
de seu desembaraço para o exercício da monitoria, em quaisquer de
seus abrangentes aspectos;
3. Prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, caso necessário,
versando sobre assunto constante do conteúdo programático da
disciplina para a qual se candidata;
Art. 11.
O concurso a que se refere o artigo anterior será promovido com
observância aos artigos 4º e 5º.
Art. 12.
Será considerado eliminado da classificação o candidato que não
obtiver, nas avaliações, nota mínima igual a sete (7).
Art. 13.
Para efeito de classificação prevalecerá, em ordem decrescente,
a média aritmética simples das notas obtidas nas avaliações.
§1º - Na hipótese de empate na média aritmética simples, entre dois ou
mais candidatos inscritos para a mesma disciplina, terá prioridade o
candidato que obtiver a maior nota na análise curricular.
§2º - Persistindo o empate, a prioridade será para o candidato que tiver
obtido a maior nota na prova escrita, e, mantido o empate, a prioridade
será para o candidato que apresentar melhor rendimento acadêmico no
conjunto das disciplinas cursadas na UNIMAR, no período letivo anterior
à realização do Concurso.
Art. 14.
Durante o exercício da monitoria, ao aluno participante do
Programa será concedida uma ajuda de custo de até no máximo
R$100,00 (cem reais) mensais.
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Parágrafo Único: A concessão referida no caput não implicará em
qualquer vinculação de caráter empregatício com a Associação de
Ensino de Marília Ltda.
Art. 15.
O Monitor cumprirá, em horário não conflitante com o de suas
aulas, a carga horária semanal mínima de vinte (20) horas, distribuídas
entre as diversas atividades previstas no Programa.
Art. 16.
O desempenho do aluno no Programa de Monitoria poderá ser
considerado relevante para futura admissão na carreira docente da
UNIMAR, respeitadas as exigências e os requisitos necessários para a
habilitação na carreira referenciada.
Art. 17.
O aluno participante do Programa de Monitoria poderá ser
desligado de sua função, a qualquer tempo, por ato do Comitê de
Avaliação, nos seguintes casos:
1. Quando o próprio aluno solicitar o seu desligamento;
2. Quando vier a sofrer pena disciplinar;
3. Por proposta do Coordenador do respectivo curso, aprovada pelo Reitor;
4. Quando for reprovado em qualquer disciplina do termo em que esteja
matriculado.
§1º - Se o aluno participante do Programa vier a responder a inquérito
no âmbito da UNIMAR, o mesmo será suspenso do exercício de suas
atividades como Monitor, com a consequente interrupção da bolsa de
estudos.
§2º - O aluno que colar grau será automaticamente excluído do
programa de monitoria.
Art. 18.
Ao final do exercício da monitoria, poderá ser expedida
declaração que comprovará o cumprimento efetivo pelo aluno de suas
funções de monitor.
Art. 19.
Compete à Secretaria Geral zelar pelo correto cumprimento desta
Portaria,
inclusive
comunicando
imediatamente
à
Reitoria
as
irregularidades encontradas.
Art. 20.
Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.
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Medicina Veterinária
Marília, 19 de outubro de 2009.
Márcio Mesquita Serva
Reitor
2.15.2.
PROGRAMA DE PRÁTICA PROFISSIONAL
Semestralmente são oferecidas 150 vagas para o desenvolvimento das
atividades do Programa de Prática Profissional em todas as especialidades
hospitalares, bem como em setores da Fazenda Experimental, além do Bosque
Municipal de Marília. Essas vagas são preenchidas mediante inscrição
seguindo horário apresentado pelo acadêmico que o realiza em quatro horas
semanais durante quatro meses, ou seja, de fevereiro a maio ou de agosto a
novembro. As atividades ocorrem sob orientação docente e os alunos
apresentam no final relatório com ficha de freqüência devidamente preenchida.
Os setores envolvidos são: Laboratório de Anatomia Veterinária, Laboratório de
Parasitologia; Laboratório de Nutrição Animal, Fábrica de Ração, Avicultura de
Postura e Corte, Cunicultura, Apicultura, Piscicultura, Ovinocultura, Leiteria,
Shopping Nelore, Laboratório de Reprodução Animal, Canil, Biotério, Bosque
Municipal de Marília e Hospital Veterinário.
2.15.3.
PLANTÃO HOSPITALAR
Os alunos de Medicina Veterinária, nas disciplinas de Semiologia Animal
(5º termo) e Clínica Médica de Pequenos Animais e Animais Silvestres (6º
termo) desenvolvem as atividades de Plantão Hospitalar em horários
específicos semanalmente, bem como participam dos plantões de almoço e de
finais de semana, além de feriados no acompanhamento dos pacientes
atendidos e internados, sob supervisão Docente e de Médicos Veterinários
Residentes, com uma carga horária média semestral de 50 horas. Essa
atividade faz parte da ementa das disciplinas, sendo os alunos inclusive
avaliados nessa modalidade.
2.15.4.
OFICINAS DE ESTUDO
As Oficinas de Estudo desenvolvem-se semanalmente no horário das
17:30 às 18:30 horas, com participação aberta aos alunos de todos os termos e
coordenadas por Docentes e Médicos Veterinários Residentes, com discussão
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de casos clínicos atendidos na rotina do Hospital Veterinário, bem como de
textos bibliográficos com temas inerentes à especialidade em estudo, sendo as
oficinas desenvolvidas nas seguintes áreas: Clínica Médica, Cirúrgica e
Reprodução de Grandes Animais; Diagnóstico Veterinário; Clínica Médica de
Pequenos Animais e Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais.
2.15.5.
PROJETO UNICAMPO
Caracterizado por visitas técnicas semanais às propriedades de Marília e
Região tem o intuito de demonstrar ao aluno a importância do diagnóstico
epidemiológico em propriedades rurais, como tipo de produção, nutrição
animal, sanidade do rebanho, entre outros, ocorrendo em veículo próprio da
Universidade, num grupo de 12 alunos que se revezam, sempre com
acompanhamento Docente.
2.15.6.
EXPOSIÇÕES AGROPECUÁRIAS
Grupo de alunos que participam da Exposição Agropecuária de Marília
exercendo atividades nas áreas de Medicina Veterinária Preventiva, Sanidade
Animal, Reprodução e Produção Animal, bem como nos plantões veterinários
24 horas.
2.15.7.
PROJETO ESTRADA ANIMAL
Parceria com a Triunfo, concessionária da Rodovia Transbrasiliana no
programa de monitoração de animais selvagens. Animais que forem
encontrados acidentados são trazidos ao Hospital Veterinário para
atendimento e uma vez recuperados encaminhados a Polícia Ambiental de
Marília para as providências de soltura. Além disso, outra ação é a
recepção de cadáveres para estudo anatomo patológico com perícia e
laudo emitido à concessionária e uma ação educaional envolvendo os
alunos junto as praças de pedágio no sentido de conscientizarem os
motoristas no cuidado com os animais da estrada, bem como colaborarem
na vigilância quanto ao tráfico de animais selvagens.
2.15.8.
PROJETOS SOCIAIS
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2.15.8.1.Zooterapia
A utilização de animais no acompanhamento de pacientes
vem sendo realizada pelos alunos de Medicina Veterinária da
UNIMAR desde 2006, sendo as visitas ocorrendo quinzenalmente
num período de 60 minutos. O grupo é em média de 08 alunos com
o uso de 05 animais, entre cães, gatos, coelhos e aves. Há o
acompanhamento de um profissional da área de Psicologia, bem
como
de
voluntários
que
participam
esporadicamente.
Os
beneficiados do Projeto são idosos e crianças especiais, eleito o
local da ação.
2.15.8.2.Projeto Rondon
A Universidade de Marília participa efetivamente das
atividades que envolvem o Projeto Rondon e nesse sentido o Curso
de Medicina Veterinária sempre tem projetos aprovados, com a
supervisão docente e contando com a participação acadêmica. Os
docentes envolvidos e os Estados contemplados foram:
2006 – Prof. Dra. Renata Bonini Pardo – Itaoca/SP
2007 – Prof. Dra. Elma Pereira Polegato – Paracaíma/RR
2008 – Prof. Dr. Márcio Serpa – Curralinho/Pará
2008 – Prof. Marcílio Félix – Marilândia/MG
2009 – Prof. Luiz Antônio da Silva Pires – Monte Alegre/PA
2010 – Prof. Marcílio Félix – Boca da Mata/AL
2011 – Prof. Dra. Cássia Bassan – Esperantina/PI
2011 – Prof. Marcílio Félix – Serra do Navio/AP
2012 – Prof Dra. Cássia Bassan – Amarante do Maranhão/MA
2013 – Prof. Dra. Cássia Bassan – Amélia Rodrigues/BA
2014 – Prof. Dra. Myriam Ruiz Castilho – Ilha do Marajó/PA
2.15.8.3.Mutirão de Castração de cães e gatos
O Hospital Veterinário da UNIMAR participa do Projeto de
Castração de Cães e Gatos desenvolvido pela Secretaria Municipal
de Saúde de Marília; trata-se de uma atividade voltada a pessoas
de baixa renda, e nesse sentido, doze castrações são realizadas
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mensalmente desde 2008. Aliado a isso são desenvolvidos também
os mutirões semestrais com uma média de 100 castrações em um
único período, utilizando-se dos alunos das disciplinas de Técnica
Cirúrgica,
Cirurgia
Veterinária,
Obstetrícia
e
Anestesiologia
Veterinária, devidamente orientados pelos respectivos docentes.
2.15.8.4.Campanhas educativas de saúde e posse responsável
Os alunos da disciplina de Medicina Veterinária Preventiva
realizam um trabalho junto à população de Marília no sentido da
orientação quanto a temas de relevância como posse responsável,
controle de zoonoses, qualidade de alimentos de origem animal,
entre outros. Essas ações ocorrem em pontos estratégicos do
município como o terminal rodoviário urbano, feiras livres e
supermercados, por meio de folders, faixas e cartazes. Realizam
também atividades junto às escolas de ensino fundamental com o
mesmo objetivo, porém utilizando-se ainda de palestras e teatros
educativos com o mesmo propósito.
2.15.8.5.Campanhas de vacinação antirrábica
As campanhas de vacinação antirrábica nos municípios de
Marília, Tupã, Arco-Íris e Ocauçu contam com a participação dos
alunos do Curso de Medicina Veterinária da UNIMAR desde 1992
que, além de vacinadores, realizam também a orientação geral da
população nos quesitos básicos, principalmente voltados para a
sanidade e nutrição dos animais.
2.15.8.6.Atividades em Escolas Municipais de Ensino Infantil
Alunos da disciplina de Fundamentos de Ciências Sociais
realizam atividades sociais, recreativas e esportivas junto às
Escolas Municipais de Ensino Infantil de Marília, onde divididos em
grupos participam junto à comunidade dos bairros mais carentes
semanalmente, sendo ao final os resultados apresentados em forma
de seminário ao docente responsável com conceito atribuído.
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2.15.9.
PROGRAMA SAÚDE ANIMAL
O Programa Saúde Animal é um programa televiso apresentado desde
2008 de forma semanal, em um bloco de 30 minutos, onde docentes
apresentam os mais variados temas que envolvem a saúde, bem como os
cuidados no manejo dos animais de companhia e produção, servindo como
orientação aos telespectadores. Conta também com a participação efetiva dos
acadêmicos no quadro “Palavra do Aluno”, bem como entrevistados.
Atualmente veiculado pela TV ZAN, Canal 13 da Net.
2.15.10. SIMPÓSIO REGIONAL DE PROD. E REPRODUÇÃO ANIMAL
O Simpósio Regional de Produção e Reprodução Animal é realizado desde
2010, no mês de maio, e tem a coordenação acadêmica com supervisão
docente. Apresenta uma característica de palestras e mesas redondas de
debates, ocorrendo com uma carga horária de 12 horas divididas em três
noites, contando a cada dia com duas palestras e encerrando-se com o debate.
2.15.11. SIMPÓSIO
DO
PROGRAMA
DE
APRIMORAMENTO
PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA
O Simpósio tem o objetivo da apresentação dos trabalhos científicos
desenvolvidos pelos Médicos Veterinários Aprimorandos que contam com a
participação discente, na questão de iniciação científica. O evento ocorre
sempre no mês de novembro com uma carga horária de 12 horas e encontrase na sua XIV edição.
2.15.12. SEMANA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE MARÍLIA (SECAM)
A Semana de Ciências Agrárias de Marília (SECAM) é toda desenvolvida e
organizada pelos alunos dos Cursos de Medicina Veterinária e Engenharia
Agronômica, com supervisão docente. Ocorre no mês de outubro e encontra-se
em sua XXVII edição, onde além do aspecto didático de aprimoramento,
também tem um caráter de entretenimento, com exposição de animais, leilões
e shows artísticos.
2.15.13. CURSOS E PALESTRAS
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Várias palestras e cursos de extensão são realizados durante o ano com o
objetivo do aprimoramento. Esses eventos são coordenados pelos alunos com
supervisão docente e a maioria é gratuita.
2.15.14. PARCERIAS
I.
Conselho Federal de Medicina Veterinária;
II.
Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de
São Paulo;
III.
Prefeitura Municipal de Marília;
IV.
Prefeitura Municipal de Tupã;
V.
Sindicato Rural de Tupã;
VI.
CRV Lagoa;
VII.
Associação Paulista dos Criadores de Nelore;
VIII.
Associação Brasil Border Collie;
IX.
Associação de Pastoreio do Oeste Paulista;
X.
Associação Paulista dos Criadores de Ovinos;
XI.
Haras ZD;
XII.
Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Marília;
XIII.
Secretaria Municipal da Saúde de Marília;
XIV.
Secretaria Municipal da Agricultura de Marília;
XV.
Polícia Militar do Estado de São Paulo – Cavalaria e Canil;
XVI.
Empresa Ouro Fino;
XVII.
Real H.
XVIII.
Grupo Marfrig
3. RECURSOS HUMANOS
3.1.
COORDENAÇÃO
Assumiu a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, em fevereiro de
2010, o Médico Veterinário Fábio Fernando Ribeiro Manhoso, formado pela 1ª
turma de Medicina Veterinária da Universidade de Marília (1992), com
Especialização em Microbiologia e Parasitologia pela Universidade de Marília,
Especialização em Homeopatia pelo Instituto Homeopático François Lamasson
de Ribeirão Preto/SP, Mestrado em Medicina Veterinária (Vigilância Sanitária)
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pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – campus de Botucatu) e
Doutorado em Medicina Veterinária (Medicina Veterinária Preventiva) pela
mesma Instituição, porém campus de Jaboticabal. Ingressou na Instituição
como docente do Curso em agosto de 1992 e em 1995 assumiu a
Administração do Hospital Veterinário. Na Coordenação, conta com o apoio do
Núcleo Docente Estruturante e do Conselho do Curso, além de Comissões de
Apoio como a Comissão de Residência em Medicina Veterinária, Comissão
Interna de Pesquisa Científica e Comissão Discente.
3.2.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
O NDE é composto por cinco Docentes, sendo na sua totalidade Doutores,
presidido pelo Coordenador do Curso, Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro
Manhoso. As ações conduzidas na implementação do Projeto Pedagógico
ficaram sob a responsabilidade do NDE, além de qualquer alteração ou
atualização que se julgar necessária para o aprimoramento dos resultados
almejados no processo ensino-aprendizagem. Compõem o atual Núcleo:
Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso (Presidente)
Prof. Dra. Camila Dias Porto
Prof. Dra. Cláudia Sampaio Fonseca Repetti
Prof. Dr. Cledson Augusto Garcia
Prof. Dr. Rodolfo Cláudio Spers
Prof. Dr. Rodrigo Prevedello Franco
3.2.1. PORTARIA PROGRAD 16/2010
JOSÉ ROBERTO MARQUES DE CASTRO, Próreitor de Graduação da Universidade de Marília, no
uso das suas atribuições legais e regimentais;
CONSIDERANDO, as disposições das Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos para os Cursos
de Graduação;
CONSIDERANDO, a Portaria MEC nº 147, de 2 de
fevereiro de 2007, que estabeleceu conceitos para a
criação do Núcleo Docente Estruturante;
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CONSIDERANDO, a Resolução CONAES nº 1, de
17 de junho de 2010, exarada pela Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior, que
normatiza o Núcleo Docente Estruturante;
RESOLVE:
Homologar o Regulamento do Núcleo Docente Estruturante –
Art. 1.
NDE, no âmbito da Pró-reitoria de Pró-Graduação e que fica fazendo
parte integrante desta Portaria.
Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogada
Art. 2.
a Portaria Prograd nº 07/2009-A.
Marília, 03 de agosto de 2010.
José Roberto Marques de Castro
Pró-reitor de Graduação
3.2.2. REGULAMENTO – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
CAPÍTULO I – DO NÚCLEO E SEUS FINS
Art. 1.
O
presente
Regulamento
disciplina
as
atribuições
e
o
funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE dos cursos
mantidos pela Universidade de Marília – UNIMAR.
Art. 2.
O Núcleo Docente Estruturante – NDE é composto por membros
do corpo docente do respectivo curso, de elevada formação e titulação,
com atribuições
acadêmicas de acompanhamento, atuante no
processo de concepção, consolidação e continua atualização do
projeto pedagógico do curso.
CAPÍTULO II – DA CONSTITUIÇÃO E DAS ATRIBUIÇÕES DO NDE
Art. 3.
O Núcleo Docente Estruturante será constituído por:
I.
Coordenador do Curso, seu Presidente.
II.
Por pelo menos 5 (cinco) membros
do corpo docente do
curso, e destes pelos menos 60% (sessenta por cento)
possuírem titulação acadêmica obtida em programas de pósgraduação stricto sensu recomendados pela CAPES.
Art. 4.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
I.
Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso, definindo sua
concepção e fundamentos.
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II.
Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso
contribuindo para a sua consolidação.
III.
Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso.
IV.
Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, sempre
que necessário, para aprovação pelo Colegiado de Curso.
V.
Colaborar com o Coordenador de Curso para a integração
horizontal
e
vertical
do
curso,
respeitando
os
eixos
estabelecidos pelo respectivo Projeto Pedagógico;
VI.
Analisar e avaliar os programas e planos de ensino dos
componentes curriculares.
VII.
Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de
pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação,
de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as
políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso.
VIII.
Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais
do respectivo curso.
Art. 5.
Todos os professores que constituem o Núcleo Docente
Estruturante devem ter tempo parcial ou integral, sendo pelo menos
20% (vinte por cento) em regime integral.
Art. 6.
Cada Coordenador de Curso deverá assegurar estratégia de
renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar
continuidade no processo de acompanhamento do curso, garantindo no
mínimo, um mandato de 3 (três) anos para os seus membros.
CAPÍTULO III – DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NDE E DAS
REUNIÕES
Art. 7.
Compete ao Presidente do NDE:
I.
Convocar e presidir as reuniões, com direito a voz e voto,
inclusive o de qualidade.
II.
Representar o NDE junto aos órgãos da universidade.
III.
Encaminhar aos órgãos superiores as deliberações do NDE.
IV.
Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser
decidida pelo NDE, e um secretário ad hoc para secretariar as
reuniões e lavrar as respectivas atas.
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V.
Coordenador a integração entre o NDE e o Colegiado de
Curso.
Art. 8.
O
NDE
reúne-se,
ordinariamente,
a
cada
bimestre
e,
extraordinariamente, quando convocado.
Art. 9.
Extraordinariamente a convocação do NDE é feita pelo seu
Presidente, por sua iniciativa ou a requerimento de pelo menos 1/3 (um
terço) de seus componentes, dando-se em qualquer um dos casos
conhecimento da pauta dos assuntos aos convocados.
§1º - De cada reunião é lavrada ata, lida e assinada na mesma ou na
reunião seguinte.
§2º - As reuniões do NDE funcionam com a presença de no mínimo 2/
(dois terços) de seus membros e decide por maioria simples de votos.
CAPÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 10. Os casos omissos neste Regulamento serão dirimidos pelo
respectivo Conselho de Curso ou em caso de urgência, pelo
Coordenador do Curso, ouvido a Pró-reitor de Graduação, ad
referendum daquele órgão.
Art. 11. Este Regulamento entra em vigor na data da sua publicação.
Marília, 03 de agosto de 2010.
José Roberto Marques de Castro
Pró-reitor de Graduação
3.3.
CONSELHO DE CURSO
O Conselho de Curso é composto pela Coordenação a quem cabe à
presidência dos trabalhos, bem como por três representantes docentes, e dois,
discente, sendo composto da seguinte forma:
Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso (Presidente)
Prof. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan
Prof. Msc. Paulo Sérgio Scorsato
Prof. Msc. Sérgio Ricardo Maiolino
Discentes: Felipe Nogueira Simões (7º termo A)
Julianna Santos Batistioli (5º termo A)
3.4.
CORPO DOCENTE
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Os professores têm formação de Especialista, Mestre ou Doutor, associada
a uma longa experiência no campo técnico e/ou didático, o que favorece o
acesso aos conhecimentos, por parte dos acadêmicos. Atualmente o Curso
conta com 27 docentes, sendo 16 (59,26%) doutores, 09 (33,33%) mestres e
02 (7,41%) especialistas. No Quadro 04, é apresentada a relação de docentes
2015, com sua respectiva titulação, sendo:
QUADRO 04. Relação de Docentes do Curso de Medicina Veterinária da
Universidade de Marília e sua respectiva titulação:
NOME
TITULAÇÃO
Andréia Cristina F. Baraldi Labegalini
Doutora
Antônio dos Reis Lopes Mello
Doutor
Camila Dias Porto
Doutora
Carlo Rossi Del Carratore
Doutor
Cássia Fernanda D. Bassan
Doutora
Célia Pavarini da Silva
Especialista
Cintia Maria Trad
Mestre
Cláudia Sampaio Fonseca Repetti
Doutora
Cledson Augusto Garcia
Doutor
Christiane Pereira de Mello Munhos
Mestre
Elma Pereira dos Santos Polegato
Doutora
Fábio Fernando Ribeiro Manhoso
Doutor
Letícia Peternelli da Silva
Mestre
Marcílio Félix
Mestre
Marisa Rossignoli
Doutora
Milena Friolani
Mestre
Myriam Lúcia Ruiz Castilho
Doutora
Patrícia Cincotto dos Santos Bueno
Doutora
Paulo Sérgio Scorsato
Mestre
Pedro Henrique Lorenzetti Losasso
Mestre
Rodolfo Cláudio Spers
Doutor
Rodrigo Prevedello Franco
Doutor
Rômulo Estangari Lot
Mestre
Ronan Gualberto
Doutor
Sérgio Ricardo Maiolino
Mestre
Silvio Marcelino da Silva
Especialista
Walkíria Martinez Heinrich Ferrer
Doutora
3.5.
CORPO DISCENTE
O Corpo Discente representa um papel importante não somente na
questão do ensino, mas principalmente como participante direto nas propostas
e decisões que visam à melhoria contínua do Curso, e nesse sentido, possui
representação no Conselho de Curso, bem como todas as turmas apresentam
seus representantes e respectivos suplentes, formando assim o Conselho
Discente, escolhidos entre seus pares à Coordenação, visto que reuniões
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bimestrais são realizadas no sentido de ouvir as questões que envolvem o
desenvolvimento do Curso, bem como sugestões de aperfeiçoamento (Quadro
5)
QUADRO 5. Membros da Comissão Discente 2015
REPRESENTANTE
TERMO/TURMA
Alanderson Deuel
1A
Thássia Perroni Seraphin
1A
Márcio Segateli Junior
1B
Franciele Omena
1B
Angélica Moraes
3A
João Gotardi
3A
Mônica Carolina Leite
3B
Thiago Inácio Mascareli
3B
Rodrigo Sávio
5A
Yasmin Temóteo
5A
Beatriz Godoy
7A
Júlio Leite
7A
3.5.1. ATENDIMENTO AO DISCENTE
Vários Projetos e Sistemas são conduzidos com o intuito de apoio ao
discente. O PROUNI representa um Projeto importante no aspecto financeiro
cuja Instituição encontra-se cadastrada, observando-se a cota correspondente
ao Curso, onde alguns alunos se beneficiam desse apoio governamental. Ainda
visando a questão do custo a Universidade de Marília fornece um desconto
médio de 10% no valor das mensalidades para àqueles que efetuam o
pagamento até o quinto dia útil de cada mês.
Utilizando-se da própria estrutura da Universidade, o aluno tem a sua
disposição atendimento médico, odontológico, psicológico e fisioterápico, por
meio de seu Hospital Universitário e as respectivas Clínicas Escola.
O sistema de atendimento ao aluno no aspecto burocrático é realizado
diretamente junto a Secretaria Geral, ou por meio dos terminais dispostos em
todos os cursos, onde podem solicitar vários serviços “on line”, além do próprio
site onde se encontra a página do aluno com todos os serviços e informações
necessárias. Destaca-se também a Ouvidoria que recebe por meio eletrônico
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Medicina Veterinária
os elogios, sugestões e reclamações da população em geral, incluindo aqui os
acadêmicos.
3.6.
TÉCNICO ADMINISTRATIVO
O Curso possui uma Secretaria Setorial junto à Coordenação, que atende
aos professores e alunos nas suas questões mais imediatas, orientando-os e
encaminhando-os
Laboratórios,
aos
Hospital
setores
imediatos.
Veterinário
e
Encontra-se
Setores
de
também
Produção
nos
Animal,
colaboradores que com sua função específica auxiliam os alunos e docentes
nas suas atividades didáticas e de extensão, proporcionando melhor condições
de trabalho. No Quadro 06, encontramos os colaboradores com suas
respectivas funções e setores de atuação, sendo:
QUADRO 06. Relação do corpo técnico do Curso de Medicina Veterinária da
Universidade de Marília e suas respectivas funções e setores de atuação.
NOME
José Roberto Rangel
Barbosa
Camila Aparecida
Nogueira Pires
Décio Bertoncini
Roseli Aparecida Viana
Alessandro Reinaldo
Dallan de Melo
Isabela Charantola
Volponi
Marcela Patrícia Martins
Marinho
Marina Mendes Paiva
Elizia Aparecida Z. Silva
Rafael Gonçalves da
Silva
João Vitor Galego Alves
Adriana Aparecida
Oliveira
Márcia Helena Machado
Adilson Augusto Pereira
Edinalva Almeida Ribeiro
Antônio Carlos da Silva
Paulo Zoberto da Silva
João Pereira dos Anjos
Adriana Silva de Oliveira
FUNÇÃO
Médico Veterinário
Auxiliar de Secretaria
LOCAL
Fazenda
Experimental
Coordenação
Técnico de Laboratório
Escriturária
Escriturário
Anatomia Veterinária
Hospital Veterinário
Hospital Veterinário
Atendente
Hospital Veterinário
Auxiliar Veterinária
Hospital Veterinário
Atendente
Atendente
Auxiliar Veterinário
Hospital Veterinário
Hospital Veterinário
Hospital Veterinário
Técnico em Radiologia
Auxiliar Limpeza
Hospital Veterinário*
Hospital Veterinário
Auxiliar Limpeza
Segurança
Auxiliar Limpeza
Segurança
Segurança
Hospital Veterinário
Hospital Veterinário
Bloco de Ensino
Bloco de Ensino
Fazenda
Experimental
Bloco de Ensino
Bloco de Ensino
Auxiliar Limpeza
Auxiliar Limpeza
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Medicina Veterinária
Gerson Silva Santana
Serviços Gerais
Roberto Carlos Teles
Auxiliar Laboratório
Osvaldo Alves Pereira
Trabalhador Agropecuário
José Manoel Sacca
Trabalhador Agropecuário
Adilson da Silva Neto
Ordenhador
Aurelio Barbosa
Trabalhador Agropecuário
Jair de Souza
Tratorista
Jose Carlos Pinheiro
Pasteurizador
Bispo
Lourival Marques de
Inseminador
Oliveira
Jose Alexandre Barbosa
Trabalhador Agropecuário
Josuel Celio Gomes
Encarregado Setor
Raimundo Faustino
Tratorista
Fernando Nagano
Gerente Geral
Reinaldo Nunes
Serviços Gerais
*
Funcionários Terceirizados
Canil e Avicultura
Biotério
Fábrica de Ração
Fábrica de Ração
Granja Leiteira
Granja Leiteira
Granja Leiteira
Granja Leiteira
Laboratório
Reprodução
Ovinocultura
Ovinocultura
Ovinocultura
Piscicultura*
Piscicultura*
4. ÓRGÃOS SUPLEMENTARES
Como apoio às atividades didáticas, o Curso de Medicina Veterinária
possui salas de aula climatizadas providas de equipamento multimídia, e conta
ainda com a infra-estrutura de laboratórios e espaços especiais, como Hospital
Veterinário e Fazendas Experimentais que desenvolvem importantes atividades
práticas no dia-a-dia, além do envolvimento científico que proporcionam. A
seguir, apresentaremos os respectivos setores de apoio, com breve relato de
ações, bem como listando os principais equipamentos locados, sendo:
ÁREA
FÍSICA
MEDICINA VETERINÁRIA – BLOCO ADMINISTRATIVO
ADMINISTRATIVO: Sala da Coordenação do Curso; coordenação da semana acadêmica;
secretaria setorial; sala de reunião docente; salas de docentes; almoxarifado; sanitários
internos; BLOCO DE AULA: Anfiteatro climatizado com capacidade para 200 lugares;
salas de aula climatizadas com multimídia e conectadas a internet; sala de aula interativa;
banheiros masculino e feminino – bloco superior e inferior; Laboratórios de Anatomia,
Nutrição e Parasitologia Veterinária; Almoxarifado; Sala de Apoio
4.1.
4.000 m2
HOSPITAL VETERINÁRIO
Com uma estrutura invejável e abrangendo várias especialidades da
Medicina Veterinária, o Hospital Veterinário além de ser palco das atividades
didáticas do Curso, desenvolve um serviço de extensão reconhecido em toda
Região, destacando-se a Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos e Grandes
Animais, Anestesiologia Veterinária, Diagnóstico por Imagem, Patologia Clínica
e Patologia Animal. Dentro das grandes áreas destaca-se ainda a Cardiologia,
Neurologia, Oncologia, Ortopedia, Nutrição e a Homeopatia Veterinária. Em
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
regime de plantões continuados, o Hospital Veterinário funciona de segunda a
sexta das 7:30 às 17:30 horas.
HOSPITAL VETERINÁRIO – ESTRUTURA GERAL
Sala de Plantonistas; 03 ambulatórios clínicos; 02 ambulatórios cirúrgicos; 01 ambulatório
doenças infecciosas, 01 sala de fluidoterapia infecciosas; 01 sala de fluidoterapia apoio;
copa; laboratório clínico; diagnóstico por imagem; 02 centros cirúrgicos de pequenos
animais; 01 centro cirúrgico de grandes animais; sala de recuperação cirúrgica;
esterilização; lavanderia; rouparia; dispensário de medicamentos; almoxarifado; internação
de pequenos animais; patologia animal; microscopia; necroscopia; ambulatório clínico de
grandes animais; internação de grandes animais; piquetes; laboratório de reprodução;
anfiteatro para 100 lugares; vestiários; sala de docentes; secretaria;
SECRETARIA / SALA DE DOCENTES / COPA / SALA DE PLANTONISTAS PEQUENOS ANIMAIS
Secretaria: 03 armários com portas de aço; 01 mesa para computador; 02 mesas de
madeira; 03 cadeiras; 06 armários para arquivos com 04 gavetas; 01 computador LCD LG
14 polegadas; 01 impressora HP 3550; 01 impressora LX 300 Epson; 01 impressora
Bematech; 01 aparelho de ar condicionado 30000 BTU; 01 lousa branca; 01 Computador
Positivo 17 polegadas.
Sala de Professores: 09 cadeiras estofadas; 01 mesa de reunião; 01 banco de ferro; 01
quadro de feltro; 01 aparelho de ar condicionado Elgin 12000 BTU; 01 lousa branca; 02
poltronas.
Copa: 01 Geladeira Eletrolux Prosdócimo; 01 mesa redonda de madeira; 01 fogão 4 bocas
Dako; 02 botijões de gás; 01 armário de ferro de 2 portas; 03 bancos de ferro; 01 pia de
inox.
Sala de plantonista de pequenos animais: 01 computador Compaq; 01 Computador LG; 01
impressora HP Deskjet 600; 02 mesas de madeira; 02 cadeiras; 01 beliche; 01 armário de
ferro; 01 ventilador de teto; um aparelho de ar condicionado – conexão à internet.
CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS
Ambulatórios de Clínica Médica de Pequenos Animais (5 salas): 05 pias de inox; 04
bancos ferro; 04 mesas de inox para atendimento; 04 suporte para medicamentos inox; 02
armários para medicamentos com chave; 08 suportes para soro; 02 mesas de ferro para
contenção de animais; 01 aparelho de anestesia inalatória; 05 ventiladores de teto; 01
ponto para oxigenioterapia; 05 mesas de escritório; 12 cadeiras estofadas; 01 balança
digital C&F, 01 desfibrilador DX10 PLUS (EMAI); 01 foco de luz com suporte; 01 lupa
oftálmica; 01 Doppler vascular portátil Microem; 01 lousa branca sala de fluidoterapia; 01
aparelho de TV mitsubishi de 20 polegadas (doação); 01 aparelho de video laparoscópio
externo (marca Vet Cam).
LABORATÓRIO CLÍNICO
03 bancadas grandes de inox; 04 armários de parede; 01 botijão de gás industrial 45 Kg;
03 mesas de madeira; 05 bancadas móveis; 03 cadeiras; 10 bancos de madeira; 01
armário (arquivo) de 04 gavetas; 03 armários de aço; 03 baldes de aço; 01 ebulidor; 01
destilador (Micronal); 02 bicos de bunsen; 01 forno Pasteur (Olidef cz); 02 centrífugas
Baby (FANEM); 02 estufas de cultura bacteriológica (BIOMATIC); 04 microscópios ópticos
bioculares (NIKON); 01 microscópio óptico biocular (PREMIERE); 02 contadores de
minuto; 01 banho maria (fanem); 02 geladeiras (Consul/Gelomatic); 01 Freezer
Continental; 01 pH metro (Micronal); 01 câmara de fluxo laminar (Tecnal); 01 lavador
automático para pipetas; 01 transformador pequeno (AUR);01 balança eletrônica digital de
1Kg (Acatec); 01 agitador de pipetas (Phoenix); 01 centrífuga industrial (Zentrifugenbau);
01 espectrofotômetro Digital Celm; 01 Jarra anaeróbica 3.5lts Permution; 01 cronômetro
digital; 01 homogeinizador de sangue Phoenix; 01 autoclave vertical (Phoenix); 01
espectrofotômetro semi automático (Bioplus); 01 centrífuga de microhematócrito Celm; 01
contador diferencial de leucócitos Leucotron; 02 aparelhos de ar condicionado Springer
30.000 BTU.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
ÁREA
FÍSICA
3.000 m2
ÁREA
FÍSICA
120 m2
ÁREA
FÍSICA
92 m2
ÁREA
FÍSICA
56 m2
Página
230
Medicina Veterinária
LABORATÓRIO DE NECRÓPSIA
01 pia de mármore; 04 mesas de inox; 08 bancos de madeira; 12 bancos médios de ferro;
04 estantes de ferro; 01 serra elétrica Siemsen tipo SS nº 36564; 01 freezer Metalfrio 600
ml; 01 balança Filizola nº8046754; 01 balança C&F modelo C.15 nº0012/94; 01 câmara
fria 1,5x4,5 m; 01 moto esmeril modelo ME-5 A nº49676; 01 armário de aço; 02 mesas de
madeira; 01 lousa; 02 carrinhos de transporte; 01 armário de box solo; 01 morsa; 01
suporte para afiar facas; Câmara Fria trilhada.
LABORATÓRIO DE PATOLOGIA VETERINÁRIA E CITOLOGIA/MICROSCOPIA
ÁREA
FÍSICA
55 m2
ÁREA
FÍSICA
Laboratório de Patologia Veterinária: 01 pia de mármore; 01 ventilador de teto; 03
escrivaninhas; 03 cadeiras; 02 armários de aço; 02 arquivos fichário; 02 estantes; 02 mesas
de madeira; 01 Geladeira Consul branca 280 l; 01 Fotomicroscópio Olympus; 01 centrífuga
Fanem Excelsa Baby II modelo 206-R; armário de madeira fixo parede e solo; 01 marmário 65 m2
fichário de madeira; um aparelho telefônico
Sala de Citologia/Microscopia: 04 bancadas; 04 ventiladores de teto; 40 bancos de madeira;
25 microscópios ópticos PREMIÉRE; 03 aparelhos de ar condicionado Springer; 01 armário
de ferro, 01 lousa de pincel; 01 cadeira, 04 microscópios Nikkon.
DISPENSÁRIO DE MEDICAMENTOS
06 prateleiras de ferro; 01 armário de ferro 1,50x60 cm; 01 armário de ferro 1,70 x 1,40
cm; 01 cadeira; 01 banco de madeira; 01 armário arquivo; 01 mesa para computador; 01
mesa de telefone de madeira; 01 frigobar eletrolux Prosdócimo; 01 geladeira Continetal;
03 bolsas térmicas; 01 ebulidor de alumínio; 01 otoscópio; 01 conjunto laringo-oftalmootoscópio Inspected JD 593; 01 lâmpada de wood John; 01 aquecedor de soro 100ml; 01
aquecedor de soro 500ml; 01 aquecedor de soro 1l; 11 focinheiras; 06 colchões térmicos;
01 lanterna grande Everaudy; 01 estetoscópio BD; 02 cambão; 01 otoscópio marca
GOWLLANDS; 01 maca de pano; 01 carrinho de carregar materiais, 01 inalador RESPIRA
MAX; 01 máquina de tosa Golden A5; 01 aparelho de telefone; 01 lâmpada de wood com
lupa; 01 ventilador de teto; 01 máquina de tosa andis detachable plus e 01 medidor de
glicemia Advantage; 01 Computador Itautec; 01 impressora Dekjet 600, 01 cambão; 01
aparelho accutrend plus lactimetro; 01 inalador respira max.
ENFERMIDADES INFECCIOSAS
Ambulatório de atendimento: 01 pia de inox; 01 ventilador de teto; 01 mesa de escritório;
03 cadeiras estofadas; 01 mesa de inox para atendimento; 01 suporte para medicamentos
inox; 01 suporte para soro;
Sala de Fluidoterapia: 01 pia de inox; 01 ventilador de teto; 01 mesa de escritório; 03
cadeiras estofadas; 01 mesa para contenção de animais; 02 suportes para soro; 01 mesa
de madeira suporte; 01 banco de madeira; 01 lousa branca de madeira.
Internação: gaiola galvanizada em quatro compartimentos para internação de cães e gatos
LABORATÓRIO DE REPRODUÇÃO ANIMAL
Pia de granito, armário de parede com 07 portas; 01 lousa de pincel, 01 aparelho de ar
condicionado, 01 armário com prateleiras de solo; 02 microscópios NIKON; 01
eletroejaculador para bovinos e ovinos Eletrogen; 01 banho maria modelo 316 ética; 01
estufa de esterilização, 05 bancos; 03 cadeiras estofadas, 01 mesa de escritório; 01
geladeira Consul 280l; 01 placa aquecedor de sêmen; 01 prateleira de ferro; 01 ventilador
de teto, 01 estufa de cultura bacteriológica mod. 216/1 nº007
SALA DE PLANTONISTA DE GRANDES ANIMAIS
01 beliche, 01 estante de ferro; 01 armário de aço; 01 escrivaninha; 01 cadeira estofada
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ÁREA
FÍSICA
12 m2
ÁREA
FÍSICA
30 m2
ÁREA
FÍSICA
100 m2
ÁREA
FÍSICA
40 m2
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231
Medicina Veterinária
CLÍNICA E CIRÚRGIA DE GRANDES ANIMAIS
Ambulatório de Grandes Animais: 02 mesas de madeira; 01 mesa circular; 01 banco de
ferro; 03 armários de aço; 02 lousas pincel; 07 cadeiras de madeira; 01 maca; 02 suportes
para soro; 01 suporte para cordas; 01 tronco de contenção móvel para bovinas VIVIURKA;
01 fogareiro para marcação; 01 máquina para tricotomia Alfa Tanal; 01 conjunto de
correntes obstétricas; 01 talha manual capacidade 3 toneladas; 01 choque portátil; 02
formigas para contenção bovina; 04 cabrestos; 04 travões; 02 buçais; 03 abribocas para
bovinos; 01 fetótomo; 01 espéculo; 01 gancho obstétrico; 03 turquezas; 04 rinetas; 01 abre
bocas para equínos simples; 01 abre boca para equinos com catraca; 01 Aparelho de
lavar a jato; 01 ventilador de teto; 04 cadeiras estofadas
S Sala de indução anestésica: Revestida de colchões;
Centro Cirúrgico: 02 mesas auxiliares inox; 01 foco cirúrgico fixo; 01 aparelho de anestesia
inalatória; 01 mesa cirúrgica hidráulica; 02 apoiadores de soro; 01 aparelho de ar
condicionado Carrier 36.000 BTU.
Recuperação anestésica: Revestida de colchões;
Sala para pequenas intervenções: Brete de ferro para contenção;
CLINICA CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS
Esterilização: 01 pia de inox; 01 armário de ferro de duas portas; 01 armário de ferro de
oito portas; 05 prateleiras; 01 Autoclave Automatizada Sercon; 01 Autoclave BAUMER; 01
Estufa BAUMER; 02 sugadores cirúrgicos Neuoni; 01 eletrocautério; 01 microretífica; 01
criocautério; 03 mesas de madeira; 04 cadeiras; 01 banco de madeira; 01 bancada de
madeira; 01 aparelho de microretifica dremel.
Centro Cirúrgico de Pequenos Animais II: 01 fotóforo Missouri; 01 bomba de infusão
volumétrica LIFEMED; 01 aparelho de ar condicionado LG 210000 BTU; 01 mesa cirúrgica
hidráulica, 01 bancada de madeira; 01 mesa auxiliar inox; 01 armário para medicamentos;
01 suporte para soro; 01 maca; 01 aparelho de anestesia inalatória; 01 foco cirúrgico
portátil; 01 foco odontológico fixo; 01 Incubadora Neonatal Olidef CZ; 01 ultrasson para
limpeza de tártato com jato de bicarbonato (marca Scaler-Jet); 01 compressor de ar
(marca Fiac); 01 aparelho c/c/ nº 01 capmógrado 05 mlths; 01 rampia; 01 mesa de inox
para instrumentação.
Centro Cirúrgico de Pequenos Animais I: 01 fotóforo Missouri; 01 Doppler vascular portátil
Microem; 01 aparelho de ar condicionado Springer; 01 mesa cirúrgica madeira; 02 mesas
inox auxiliar; 02 suportes para bacia com duas bacias; 01 armário para medicamentos; 04
calhas cirúrgicas; 02 suportes para soro; 01 rampia; 01 aparelho de anestesia 2604
TAKAOKA; 01 cauterizador THERMOFLUX 402 B; 01 Oxímetro de pulso OXP 10; 01
Monitor cardíaco DX 20; 01 foco cirúrgico portátil; 01 negatoscópio; 01 mesa cirúrgica
pantográfica automática; 01 aparelho c/c/ nº 01 capmógrado 05 mlths; 01 equipamento
multiparamétrico Minday MEC-1000
Sala de recuperação anestésica: 01 lousa de giz; 02 cadeiras; 01 escrivaninha; 01 mesa
de ferro para atendimento; 01 aparelho de anestesia inalatória; 02 suportes para soro; 01
maca estofada; 02 pontos para oxigenioterapia; 01 bancada de madeira.
Ambulatórios Clínicos: dois ambulatórios; 01 pia de inox; 01 lousa pincel; 01 mesa de inox
para atendimento; 02 mesas auxiliares de inox; 02 ventiladores de teto; 02 mesas de
escritório; 06 cadeiras estofadas; 01 rampia; 02 suportes para soro; 02 macas, 01 mesa de
atendimento clínico de inox.
ALMOXARIFADO
Armários de aço, Prateleira de aço; Prateleiras de alvenaria.
LAVANDERIA / ROUPARIA
01 máquina de lavar industrial fixa; 01 centrífuga para roupas; 01 secadora automática; 01
armário de ferro; 02 mesas de madeira; 04 cadeiras; 01 armário de aço; 01 ferro Black &
Decker
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ÁREA
FÍSICA
100 m2
ÁREA
FÍSICA
210 m2
ÁREA
FÍSICA
60 m2
ÁREA
FÍSICA
60 m2
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232
Medicina Veterinária
ÁREA
FÍSICA
INTERNAÇÃO DE PEQUENOS ANIMAIS
10 baias de internação com separação para felinos; armário de aço; bancada de madeira;
pia higienizadora; exaustor.
60 m2
ÁREA
FÍSICA
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Sala de Interpretação Radiológica: 01 mesa 1,5 m x 1,20 m; 01 cadeira; 01 bancada de
madeira com prateleira; 06 Negatoscópio 50 cm x 80 cm; 01 Estufa de secagem de filme
radiográfico BEM; 01 lupa de 100mm com cabo de plástico, 02 divisores de chassis 24x30
e 18x24; 01 espessômetro de inox; 01 chassi pequenso 13x18; 02 chassis 24x30; 02
chassis 18x24; 01 chassi 13x18; 01 foco de luz 30x11, 01 ventilador de teto; 01 banco de
madeira; 01 aparelho telefônico
Sala de Revelação Radiológica; 01 armário de madeira 90 cm x 50 cm; 01 pia de inox; 01
Tanque revelação de inox; Luz de proteção; 01 Armazenador de Chassis 30 cm x 60 cm;
01 Identificador luminoso para RX; 03 colgaduras 30x40; 04 colgaduras 24x30; 03
colgaduras 18x24
Sala de Radiologia; 01 mesa de ferro pequena; 01TOSHIBA ROTANODE Modelo: DRX –
1603B Série nº 7K 189 Capacidade: 640 Ma. 01 arquivo de ferro com gavetas; 04 aventais
de chumbo; 01 luva de proteção radiológica; 02 protetores de tireóide; 01 Rx móvel marca
Siemesn Unimax 213
Sala de Ultra-sonografia e Eletrocardiografia; 01 mesa de computador; 01 mesa de
madeira; 01 suporte para ultrasom; 01 armário tipo vestiário; 01 Ultrassom ECHO
CAMERA SSD-500; 01 vídeo printer Sony UP-890 MD; 01 transdutor de 3,5mHz; 01
transdutor de 5,0mHz; 01 transdutor de 7,5mHz; 01 vídeo cassete Mitsubishi HS-X98; 01
eletrocardiógrafo TEB C10; 01 impressora HP Deskjet 600; 02 bancos de madeira; 01
calha de madeira; 01 ventilador de teto; 01 suporte de soro; 01 adaptador para
ecocardiografia de madeira, 01 mesa de atendimento clínico de inox; 01 calha de inox
pequena; 01 ultra-som marca CHISON – modelo 8300 Vet; 01 transdutor de 5,0 mHz; 01
transdutor de 7,5 mHz.
REGIMENTO INTERNO
HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR
O
Coordenador
do
Curso
de
Medicina
Veterinária
75 m2
da
Universidade de Marília – UNIMAR, no uso de suas atribuições legais, expede
o presente regimento, regulamentando as atividades do Hospital Veterinário da
Instituição.
OBJETIVO E FINALIDADES
Art. 1º - Este regimento tem por objetivo complementar o regimento do
Curso de Medicina Veterinária/UNIMAR.
Art. 2º - O Hospital Veterinário, por meio dos serviços que o compõe, tem
por objetivo:
1. Servir de campo de ensino e treinamento a estudantes dos cursos de
graduação e pós-graduação em Medicina Veterinária;
2. Aperfeiçoamento para profissionais e estagiários relacionados com a
assistência médico – veterinária;
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Medicina Veterinária
3. Prestação de serviços à comunidade sob forma de atendimento médicoveterinário;
4. Proporcionar meios para o desenvolvimento de pesquisas científicas;
5. Dar apoio didático aos departamentos que atuam em sua área física e
em atividades a ele relacionadas.
Parágrafo Único – Entende- se por área física do Hospital Veterinário:
a) Prédios destinados a ambulatórios, laboratórios, centros
cirúrgicos, centro de diagnóstico por imagem, patologia
animal, dispensário de medicamentos, áreas destinadas à
internação dos pacientes, administração e setores de
apoio;
b) Anexos: Piquetes, desembarcadouros, troncos e demais
áreas destinadas a animais hospitalizados e de interesse
didático.
ORGANIZAÇÃO
Art. 3º - Com a finalidade de atender seus objetivos, o Hospital Veterinário
congrega os serviços vinculados à prática do diagnóstico,
tratamento e prevenção de doenças, a saber:
1. Serviço de anatomia patológica;
2. Serviço de anestesiologia veterinária;
3. Serviço de clínica cirúrgica de grandes animais;
4. Serviço de clínica cirúrgica de pequenos animais;
5. Serviço de clínica médica de grandes animais;
6. Serviço de clínica médica de pequenos animais;
7. Serviço de diagnóstico por imagem;
8. Serviço de homeopatia veterinária;
9. Serviço de patologia clínica;
10. Serviço de reprodução e obstetrícia veterinária.
§ 1º – Os serviços mencionados neste artigo poderão ser
acrescidos ou supridos de outros, por proposta da
Coordenação do Curso de Medicina Veterinária.
§ 2º – Os responsáveis pelos serviços serão indicados pela
Coordenação do Curso de Medicina Veterinária.
PATRIMÔNIO
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
Art. 4º - Constituem patrimônio da Universidade, fisicamente lotados no
Hospital Veterinário: Bens móveis e imóveis, instalação e
equipamentos
a
ele
incorporados
e
destinados
ao
seu
funcionamento.
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E ORGANIZACIONAL
Art. 5º - O Hospital Veterinário será gerido pelo Administrador que estará
subordinado a Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Reitoria.
Art. 6º - O Administrador deverá ser médico veterinário com experiência
docente, indicado pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária com
aprovação da Reitoria.
Art. 7º- Ao Administrador do Hospital Veterinário, além de outras
competências que forem conferidas por portaria ou instrução, compete:
a) Representar o Hospital Veterinário em toda e qualquer;
atividade;
b) Selecionar candidatos para o corpo médico veterinário e
propor o número dos mesmos a serem contratados;
c) Decidir sobre a inclusão de novos serviços ou e
d) Exclusão dos relacionados no art. 3º;
e) Opinar sobre o desenvolvimento de programas de ensino e
pesquisa a serem efetuados na estrutura;
f) Executar e fazer executar as deliberações da Coordenação
do Curso de Medicina Veterinária e Reitoria;
g) Superintender todos os serviços do Hospital Veterinário;
h) Baixar normas para organização e funcionamento dos
diferentes serviços administrativos;
i) Aprovar a escala de férias dos funcionários;
j) Presidir as reuniões hospitalares com docentes, alunos e
funcionários;
k) Exercer o poder disciplinar, nos termos da legislação;
l) Apresentar
a
Coordenação
do
Curso
de
Medicina
Veterinária e Reitoria relatório mensal das atividades
desenvolvidas;
m) Promover entendimento com os departamentos envolvidos
com o Hospital Veterinário para o pleno desenvolvimento
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Medicina Veterinária
de
cursos,
programas
e
prestação
de
serviços
a
comunidade;
n) Propor juntamente com a Coordenação do Curso de
Medicina Veterinária obras de conservação, ampliações e
acompanhar sua execução;
o) Propor a Reitoria a aquisição de material permanente,
equipamentos e medicamentos;
p) Orientar e fiscalizar os plantões;
q) Fiscalizar e fazer cumprir o regimento referido Regimento;
r) Praticar na esfera administrativa todos os atos necessários
à boa e eficiência dos serviços, bem como a disciplina do
pessoal;
s) Exercer as demais atribuições que lhe competirem pela
legislação em vigor.
Parágrafo único - Na ausência do Administrador do
Hospital
Veterinário
responderá
pelo
mesmo
o
Coordenador do Curso de Medicina Veterinária.
CORPO MÉDICO – VETERINÁRIO
Art. 8º - O corpo clínico do Hospital Veterinário será composto por médicos
veterinários,
docentes
com
horas
atividade,
obedecendo-se
as
especialidades.
Art. 9º - Aos médicos veterinários docentes com horas atividades compete:
a) Desenvolver as especialidades veterinárias;
b) Desenvolver o aspecto didático prático, por meio da
orientação,
junto
aos
estagiários
curriculares
e
de
Programas de Extensão, além dos plantonistas e alunos de
programas de pós-graduação em medicina veterinária;
c) Fomentar pesquisa científica;
d) Prestação de serviços junto à comunidade como atividade
de extensão;
e) Apresentar relatório mensal de atividades setoriais ao
Administrador;
f) Cumprir o horário fixado na contratação;
ESTAGIÁRIOS
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Medicina Veterinária
Art. 10º - São considerados estagiários, os alunos desta ou de outra
Instituição de Ensino Superior, além de profissionais vinculados a
Programas de Pós-graduação no exercício de estágio obrigatório;
Art. 11º - Os interessados deverão requerer junto a Administração do
Hospital Veterinário, estágio nos diferentes setores.
Art. 12º - Para solicitar estágio o interessado deverá ter sido aprovado, no
mínimo, nas disciplinas que mantém serviços no qual pretende
estagiar.
Art. 13º - O estágio terá duração mínima de 30 (trinta) dias.
Art. 14º - O estagiário submeter-se-á as normas estabelecidas pela
Administração do Hospital e perderá esta condição se infringir
qualquer dos seguintes preceitos:
1. Cometer ato de indisciplina ou insubordinação;
2. Deixar de comparecer no plantão designado sem
justificativa;
3. Receber vantagens pelos serviços prestados;
4. Faltar a mais de duas reuniões clínicas;
5. Não cumprir o mínimo de 85% de freqüência;
6. Cometer faltas outras, que venham a ser apuradas.
Art. 15º - Terão preferência para o estágio os alunos matriculados no último
semestre letivo do Curso, sendo as vagas restantes preenchidas
por alunos matriculados nos semestres anteriores, obedecendose os critérios de seleção promulgados em forma de edital nos
Programas de extenção;
Art. 16º - As vagas para estágio serão limitadas de acordo com a
disponibilidade da orientação docente, bem como com casuística
do setor, em comum acordo com a Coordenação do Curso de
Medicina Veterinária.
ATENDIMENTO DE ANIMAIS
Art. 17º - O Hospital Veterinário prestará serviços de atendimento em
regime ambulatorial.
Parágrafo único – O atendimento ocorrerá de segunda a sexta –
feira no horário das 7:30 às 17:30 horas, em esquema de plantão
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Medicina Veterinária
continuado, sendo aos sábados, domingos e feriados, o
atendimento restrito aos retornos.
Art. 18º - O cliente deverá inicialmente ser atendido no guiche para
preenchimento do prontuário, termo de responsabilidade e ao
mesmo tempo realizar sua triagem social.
Art. 19º - Após a triagem social o cliente será encaminhado ao ambulatório
de triagem veterinária onde será dado o destino ao animal para o
setor de atendimento compatível com o caso.
Art. 20º - Os casos tidos como de emergência terão atendimento imediato,
sendo os demais por ordem de chegada.
Art. 21º - Os prontuários dos pacientes serão totalmente preenchidos pelo
estagiário e vistoriados pelo docente responsável, devendo-se
observar o acompanhamento dos exames correspondentes, para
que possibilitem um seguimento clínico e posterior levantamento
de dados.
Art. 22º - O animal será assistido por um estagiário, devidamente orientado
por um docente que deverá observar o preenchimento de todos
os itens que constam nos formulários.
Art. 23º - Após todos os procedimentos o cliente deverá ser acompanhado
até a recepção para o arquivamento da ficha clínica.
Art. 24º - Torna-se
imprescindível
que
seja
anotada
na
ficha
de
atendimento a data do retorno e que o cliente fique ciente.
Art. 25º - Os exames complementares somente serão realizados quando
solicitamos em requisições próprias e devidamente preenchidas,
constando
da
suspeita
clínica
e
assinado
pelo
docente
responsável.
Art. 26º - Os exames complementares externos, somente serão realizados,
acompanhados do pedido do profissional solicitante.
Art. 27º - Todos os animais que vierem a óbito durante o atendimento nesta
unidade deverão ser submetidos à necrópsia com requerimento
devidamente preenchido.
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 28º - Nenhuma notícia referente ao Hospital Veterinário poderá ser
fornecida para divulgação sem autorização prévia e por escrito da
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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238
Medicina Veterinária
Administração, Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e/ou
Reitoria.
Art. 29º - Os materiais, equipamentos e prontuários médicos, bem como
todos os documentos relacionados com a assistência prestada, são de
propriedade do Hospital Veterinário, dele não podendo ser retirados.
Art. 30º - O controle das drogas psicotrópicas e anestésicas a serem
utilizadas no Hospital ficará a cargo de profissional credenciado na
secretaria municipal de saúde e indicado para tal fim pelo Administrador
do Hospital Veterinário.
Art. 31º - O controle do centro de radiologia e ultrassonografia ficará a
cargo de profissional credenciado na secretaria municipal de saúde e
indicado para tal fim pelo Administrador do Hospital Veterinário.
Art. 32º - Os casos omissos ou de interpretação duvidosa serão analisados
pela
Administração
do
Hospital
Veterinário
juntamente
com
a
Coordenação do Curso de Medicina Veterinária.
Parágrafo único – Nenhum animal deixará de ter os primeiros
atendimentos,
dentro
dos
horários
estabelecidos
para
o
funcionamento do Hospital Veterinário, ficando o docente
responsável sujeito às penalidades administrativas e éticas pela
lei vigente.
Art. 33º - O presente regimento entrará em vigor a partir da data de sua
aprovação.
Marília, 02 de dezembro de 1996.
Prof. Fábio Manhoso
Administrador do Hospital Veterinário
Prof. Dr. Bruno Soerensen Cardoso
Diretor da Faculdade de Ciências Agrárias
Atualizado em 01 de fevereiro de 2011.
Prof. Dr. Fábio Manhoso
Coordenador do Curso de Medicina Veterinária
CRMV-SP 6983
4.2.
LABORATÓRIOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS
Os Laboratórios de apoio, citados servem como área das aulas práticas,
bem como estágios e pesquisa, atendendo as necessidades acadêmicas
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
quanto à vivência da prática e da rotina laboratorial. Devidamente equipados se
localizam no bloco central do curso, tornando-se assim de fácil acesso aos
alunos. Existem também alguns outros que se encontram localizados em
blocos
distintos,
porém
dentro
do
campus,
respeitando-se
suas
particularidades, caracterizados como de uso multidisciplinar, sendo os
docentes das áreas afins que os utilizam dentro do regime contratual.
ÁREA
FÍSICA
ANATOMIA VETERINÁRIA
16 mesas de inox; 79 bancos; 04 escrivaninhas; 05 cadeiras; 02 mesas de inox com rodas;
01 estante para livros; 01 armário com gaveta; 80 caixas plásticas; 01 armário de madeira
para deposito; 01 escada de madeira; 10 bandejas plásticas; 01 guincho com tralha para 01
tonelada; 01 tripé; 01 maquina seladora de plástico; material cirúrgico em geral: tesouras,
pinças, bisturi, facas e serra; pistola de vacinação; serrote; Vidraria em geral; calha cirúrgica
alumínio, 01 tambor de plástico de 100 litros utilizado para maceração, 02 tanques de metal
para armazenagem de peças anatômicas.
340 m2
ÁREA
FÍSICA
LABORATÓRIO PARASITOLOGIA VETERINÁRIA
o
o
01 microscópio Nikon Y52-T n 187540; 01 microscópio Premiere XSZ-107BN n 015510; 01
o
o
microscópio Premiere XSZ107BN n 011644; 01 microscópio Premiere XSZ107BN n
o
019161; 01 microscópio Premiere XSZ107BN n 010916; 01 microscópio Premiere
o
o
o
XSZ107BN n 018929; 01 microscópio NikonYS2-T n 249444; 01 lupa Nikon n 139545 ; 01
o
o
o
lupa Nikon n 141062; 01 lupa Nikon n 141113; 01 lupa Nikon n 141002; 01 fogão elétrico
o
Faet n 596; 01 banho Maria Tecnal TE 127 série 897310; 01 barrilhete Permution DN 50
EB-608; 02 barrilhete 50 mm; 01 balança de precisão; 01 mesa tipo escrivaninha com 3
gavetas;; 50 bancos mochos, 01 prateleira de aço; 03 cadeiras de madeira com encosto;
lupa Nikon nº 141004, 141136; regulador de voltagem nº 19006, 19069, 19085, 19036, 01
geladeira prosdóscimo 340 litros modelo 01341 DBA 1; 01 balcão de fórmica com 6 portas.
30 m2
ÁREA
FÍSICA
LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO VETERINÁRIA / FABRICA DE RAÇÃO
01 puxador de milho com rosca sem fim; 01 motor 2 cv; 01 VÊNETA moinho com motor de
25 cv, mod. NS.130-40; 01 silo para armazenagem de milho capacidade 500 kg; 01
VÊNETA ciclone para ensaque direto; 01 VENETA balança com motor 25 cv - mod. P)%
capacidade 500 kg; 01 misturador com motor 6 cv capacidade 500 kg; 01 VÊNETA
elevador altura 6 m; 01 VÊNETA elevador altura 9 m; 01 VÊNETA peletizadora com chave
compensadora manual tipo BE10.2389 mod. CZ.1000; 01 resfriador de rações peletizadas;
01 VÊNETA transportador de rações 1,5 m x 2,0 m; 20 estrados para armazenamento de
matéria-prima e rações prontas; 01 estufa de secagem e esterilização – FANEM, mod. 315
SE; 01 estufa de secagem e esterilização –FANEM, mod. 320 SE; 01 mufla FORNITEC; 01
balança analítica BOSCH, mod. S 2000; 01 medidor de pH DIGIMED, mod. DMPH; 21
moinhos por 01 moinho de faca – MARCONI, mod. TE 340; 01 moinho de martelos –
MARCONI, mod. TE09; 01 geladeira – CONSUL, mod. RC2800, capacidade de 275 litros;
01 vibrador para granulometria –TELASTEM; 01 destilador – MARCONI, mod. TE 077; 01
agitador – QUIMIS, mod. Q 321.A.28/9; 01 Conjunto Kjeldahl paradigestão e destilação
(micro); 01 Aparelho extrator tipo Soxhlet; 01 Conjunto para determinação de Fibra Bruta; 01
mesa simples, 02 carriolas; 01 máquina de costurar sacos / marca NEWLONG (modelo) NP7 ATokio-Japan).
100m²
REGULAMENTO INTERNO: LABORATÓRIOS DE ANATOMIA
VETERINÁRIA / NUTRIÇÃO ANIMAL / PARASITOLOGIA VETERINÁRIA
Os Laboratórios de Anatomia Veterinária, Nutrição Animal e
Parasitologia Veterinária, têm como objetivo principal atividades práticas aos
acadêmicos dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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240
Medicina Veterinária
de Marília, visando o ensino e aprendizado, por meio da transferência de
conhecimentos da teoria para a prática.
Visando o pleno funcionamento dos laboratórios, faz-se necessário a
presença de estagiários, treinados e orientados pelos docentes, com a
finalidade de proporcionar de forma efetiva a rotina de funcionamento dos
respectivos
laboratórios,
bem
como,
dar
suporte
complementar
e
acompanhamento dos alunos nos períodos de estudos.
Para atender a descrição supracitada é necessário que se cumpra as
seguintes exigências:
1. Normatização no uso dos laboratórios pelos discentes e docentes:
1.1.
Os laboratórios serão utilizados para as aulas práticas relacionadas
às disciplinas afins em horário de estudo livre por alunos e
estagiários devidamente credenciados nos processos seletivos, ou
que estejam em acompanhamento científico junto ao docente
responsável;
1.2.
Os laboratórios serão utilizados para a realização de exames, testes
e preparos de amostras, bem como no desenvolvimento de projetos
de pesquisa, previamente aprovados pelo Comitê de Ética em
Pesquisa e Experimentação Animal da Universidade.
2. Regras e Normas de funcionamento de Práticas Laboratoriais:
2.1.
Antes do inicio de cada semestre os docentes que irão lecionar
disciplinas com aulas práticas laboratoriais devem apresentar seu
horário de atribuição para a rotina laboratorial;
2.2.
No inicio do semestre os alunos devem assinar a declaração de
responsabilidade e tomarem conhecimento das regras e normas de
funcionamento dos laboratórios;
2.3.
Todos os trabalhos desenvolvidos nas aulas práticas de laboratório
devem
ser
acompanhados
de
protocolos
elaborados
pelos
respectivos docentes das disciplinas;
2.4.
Semanalmente o docente deverá programar as aulas da semana
seguinte juntamente com o técnico ou estagiário destacado para o
apoio às suas aulas;
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241
Medicina Veterinária
2.5.
Os protocolos devem ser fornecidos aos alunos antes das aulas,
para que estes possam ler antecipadamente o trabalho que irão
desenvolver;
2.6.
Nos protocolos deverão constar os seguintes itens:
2.6.1. Identificação da disciplina e do curso;
2.6.2. Tema;
2.6.3. Objetivo;
2.6.4. Introdução;
2.6.5. Material e métodos;
2.6.6. Identificação dos riscos associados ao trabalho e procedimentos,
para minimizar possíveis acidentes;
2.6.7. Execução laboratorial;
2.6.8. Resultados (espaço para apresentação de resultados);
2.6.9. Bibliografia.
2.7.
No final de cada aula o docente deverá preencher o registro de
ocorrências
(quebra
de
material,
avarias
de
equipamentos,
acidentes etc.);
2.8.
A utilização de equipamentos para a realização de trabalhos de
aulas práticas implica o preenchimento do registro de utilização de
equipamentos, ficando este preenchimento a cargo do técnico ou
estagiário destacado para apoiar as respectivas disciplinas;
2.9.
Compete ao técnico ou estagiário destacado para cada disciplina o
preenchimento do registro de quebras e/ou avarias, no final de cada
aula pratica;
2.10. Os docentes e os alunos devem tomar conhecimento deste manual
e cumprir as regras e normas dos laboratórios.
3. Regras gerais de segurança:
3.1.
Afixar quadro de sinalização de segurança em todos os laboratórios;
3.2.
Uso de avental, jaleco e /ou roupas e calçados branco;
3.3.
Utilização de luvas de proteção;
3.4.
Lavar as mãos no inicio e final das atividades práticas;
3.5.
Manter a organização e limpeza dos laboratórios.
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Medicina Veterinária
4. Todas as atividades que implicam no uso de material biológico (fluidos,
excreções, secreções, peças, animais, produtos químicos), deverão ser
apreciadas pela Comissão de Ética.
5. Os casos omissos nesse regulamento serão observados pelos
Conselhos dos Cursos e suas respectivas coordenações.
Marília, 01 de fevereiro de 2011.
Prof. Dr. Fábio Manhoso
Coordenador do Curso de Medicina Veterinária
CRMV-SP 6983
TÉCNICA CIRÚRGICA – MEDICINA VETERINÁRIA (BLOCO VIII)
Sala de Paramentação I e II: pias de inox com 04 torneiras assépticas; cadeiras e mesas de
apoio de madeira.
Sala de Técnica Cirúrgica: provida de 10 boxes cirúrgicos contendo cada: entrada de O2 e
N2O, com seus respectivos painéis de alarme temporizado, mesa cirúrgica de madeira,
calha pequena e grande, suporte para soro, mesa de inox para instrumentação, cadeiras.
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA - MULTIDISCIPLINAR (BLOCO IV)
48-microcomputadores Pentium 2, Core2 Duo, HD 80, 2GB de memória.
Programas- Windows XP, CorelDraw X4, ProgeCAD 2010
LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA – MULTIDISCIPLINAR (BLOCO IX)
Bancadas fixas; bicos de Bunsen; vidraria em geral; reagentes em geral, instrumentais
cirúrgicos em geral; 01 microcentrifugador Fanen; 01 Balança de precisão; 01 Banho maria;
01 Fotômetro de chama; 01 destilador; 01 aspirador Fanen; 01 Lavador de Pipetas;
armários de aço; banquetas; ventiladores de teto
LABORATÓRIO DE QUÍMICA E BIOQUÍMICA – MULTIDISCIPLINAR (BLOCO IX)
Sala de Preparação: Balança Eletrônica Mark – PAT: 00016; pHmetro micronal Mod. B371 –
PAT: 00760; Balança analítica Bosch mod. S2000; Balança analítica Bosch mod. S2000;
Espectrofotômetro CELM mod. E225D; Geladeira Consul – Biplex
Laboratório 1: Capela – PAT: 00002; Banho Maria (Marconi TE 127) Serie:897311; Banho
Maria (SF); Centrífuga Baby Fanem mod. 206; Centrífuga Baby Fanem mod. 206
Serie:129739; Cuba p/ eletroforese; Mufla (Bravac) Serie:282; Estufa de secagem e
esterilização Fanem mod. 315 SE
Laboratório 2: Capela Químis MOD QT 216.21-PAT:00001; Centrífuga BABy Fanem mod.
206; Banho Maria SF; Banho Maria Marconi mod. TE 127 – Serie: 887806; Estufa de
secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE; Mufla ( Bravac ) Serie: 1276; Destilador
Fanem mod. 724
LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS – MULTIDISCIPLINAR (BLOCO V)
02-Capelas / 02-Banho-Maria / 01-Bomba de Vácuo/ 01-Deionizador / 01-Moinho de Facas /
01-Balança Analítica Eletrônica / 01-Balança Semi-analítica / 01-Centrífuga para Tubos / 01Centrífuga para Butirômetro / 01-Destilador de Água / 01-Digestor Micro-fibras / 01Destilador de nitrogênio / 01-Bloco Digestor de Fibras/ 01-INFRATEC
/ 01Espectrofotômetro / 02-Ph-metro / 01-Refratômetro Abbé / 02-Refratômetro Manual / 02Liquidificador industrial TECNAL / 01-Forno/Mufla / 01-Estufa de Secagem e Esterilização /
03-Estufa de Cultura / 01-Agitador de Tubos / 02-Agitador Magnético c/ aquecimento / 02Agitador Magnético Macro
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ÁREA
FÍSICA
200 m2
ÁREA
FÍSICA
100 m2
ÁREA
FÍSICA
96 m2
ÁREA
FÍSICA
190 m2
ÁREA
FÍSICA
100 m2
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243
Medicina Veterinária
4.3.
FAZENDA EXPERIMENTAL “MARCELLO MESQUITA SERVA”
Nos domínios da Fazenda Experimental “Marcello Mesquita Serva”,
representada por uma área de 298 alqueires encravada dentro do “campus”,
encontraremos os vários setores que participam efetivamente das atividades de
ensino, pesquisa e extensão, como: Canil Central; Biotério; Avicultura de
Postura e Corte; Apicultura; Cunicultura; Fábrica de Ração; Piscicultura;
Equideocultura; Ovinocultura e Bovinocultura de Corte e Leite. Destaca-se o
Laboratório de controle de qualidade do leite, instalado junto à leiteria e
controle de qualidade do mel, junto ao setor de apicultura
CUNICULTURA
01 armário de madeira com uma porta e quatro gavetas –0,80 X 0,60 cm; 01 escrivaninha
com três gavetas; 01tatuador de orelhas; 41gaiolas grandes para reprodução; 84 gaiolas
pequenas para engorda; 02 gaiolas de transporte; 01 carriola; 100 cumbucas de barro para
ração; 02 cortinas de proteção laterais para o barracão; 14 ninhos de madeira; 01 lançachamas; 01 botijão de gás padrão; 01 peneira de feijão; 01 escada de madeira grande; 01
balaio plástico para lixo; 02 pás; 02 enxadas.
Plantel de 100 coelhos
APICULTURA / CONTROLE DE QUALIDADE DO MEL
Sala de recepção: duas mesas e duas cadeiras; Controle de qualidade do mel – centrifuga
de inox para mel, decantador; estufa; mesa desoperculadora; Almoxarifado – caixas de
ninho com melgueiras e caxilhos; Sala de preparo de mateirias – mesas e cadeiras, fogão
de duas bocas
Produção: Mel - 250 kg/ano / Propolina – 01 litro/ano
OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA / CANIL BORDER COLLIE
01 brete de Inversão; 01 balança Açores; 01 armário de Inox; 01 aparelho de diagnóstico de
gestação(Scanopreg); 01 pipeta de inseminação; 01 pistola dosificadora, 01 geladeira; 01
carriola; 01 curral de manejo – modelo australiano 600m2, 02 pistolas dosificadoras
2
(hoppner);1 Galpão de Confinamento de cordeiros (2.048 m );1 Galpão para armazenar
2
2
equipamentos, ração e manipulação de carne (80 m );1 Canil Border Collie (40 m );Pasto
para os ovinos (50 ha);1 Balança Filizola (pesar sacaria);1 Balança TRU Test (eletrônica)
para pesagem de animais;1 vagão forrageiro;1 trator Valtra;1 máquina costal.
Plantel de 3000 cabeças de ovinos, sendo 1000 em parceria com Frigorífico Marfrig e 12
cães Border Collie
BOVINOCULTURA DE CORTE – NELORE
Sala de recepção – 02 computadores com conexão internet, ramal telefônico; 16 baias
internas - cocheiras; antena parabólica; piquetes externos; área para higienização dos
animais
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ÁREA
FÍSICA
100 m
2
ÁREA
FÍSICA
100 m2
ÁREA
FÍSICA
3000 m2
ÁREA
FÍSICA
500 m2
Página
244
Medicina Veterinária
AVICULTURA DE POSTURA E CORTE
20 bebedouros copo de pressão (alumínio); 80 bebedouros pendular (plástico); 27
comedouros tipo bandeja (plástico); 38 comedouros tubular (alumínio); 08 campânulas a
gás (alumínio); 01 balança Filizola 15 kg; 02 balanças – 150 kg; 04 termômetros de mercúrio
Incoterm; 04 termômetros de bulbo seco e bulbo úmido Incoterm; ; 01 higrômetro; 14 caixas
de transporte (plástico); 01 geladeira Cônsul; 01estufa de esterilização universal mod. 219
Fabe-Primar; 08 botijões de gás; 01 lança-chamas; 04 ovoscópios (madeira); 01 gaiola de
recria (arame galvanizado); 01 gaiola de postura (arame galvanizado); 01 bomba d’ água de
alta pressão 6800 Jacto; 01 bateria de arame galvanizado (2 andares); 01 debicador
eletrico; 01 Classificador de ovos (manual); 25 bandejas para ovos (plástico); 02 mesas com
tampo de fórmica; 05 carteiras com tampo de fórmica (desenho); 01 escrivaninha padrão
cerejeira com 3 gavetas; 01 armário padrão cerejeira (portas deslizantes); 02 cadeiras
estofadas; 02 bancos de madeira; 06 conchas (alumínio); 05 baldes (plástico); 01 rastelo; 08
boxes (madeira e tela); 01 mangueira; 01 pulverizador costal – 20 litros (plástico); 03
estrados de madeira; 01 enxada.
Plantel de 200 aves de postura
PISCICULTURA
01 arquivo de aço com 4 gavetas; 01 mesa; 03 cadeiras; 01 armários pequenos de 2
portas; 01 armário de aço de 2 portas; 1 estante de aço; 01 lousa branca; 01
espectofotômetro MICRONAL – B-382; 01 condutivímetro. - MICRONAL; 01 pH metro TCA;
01 microscópio eletrônico biocular – NIKO; 01lupa – OLIMPIKUS; 01 estufa de secagem –
FANEM; 01 balança eletrônica de precisão – capacidade 5 kg - TECNAL; 01 geladeira
CONSUL com capacidade de 275 litros; 01 freezer METALFRIO com capacidade de 270
litros; 02 aquários de vidro – capacidade de 150 litros cada; 05 aquários de vidro –
capacidade de 60 litros cada; 01 balança com prato – capacidade 20 kg - WELMY; 01
balança de mesa – 150kg - FILLIZOLA; 01 bomba gasolina – STHIL P 840 – 2CV; 01
moedor de carne – BRASINOX; 01 purificador de água – AQUARIUS; 01 esterilizador UltraVioleta; 03 sopradores de ar - WEG; 02 bombas d’água; 01CV5 aeradores AQUAPÁ –
BERNAUER; 03 incubadoras de fibra de vidro A 300 BERNAUER; .02 incudadoras de fibra
de vidro – 300 l TRIFISH; 08 Incubadoras de fibra de vidro – 60 l; 01 tubo de oxigênio – 10
3
M 07 caixas d’água de material plástico com capacidade de 500 litros - UNIPAC; 02 caixas
d’água de material plástico com capacidade de 1000 litros - UNIPAC; 01 Bebedouro BEGEL; 10 caixas d’água de fibrocimento de 250 litros; 12 caixas d’água de fibrocimento
de 150 litros; 04 caixas d’água de fibrocimento de 1000 litros; 50 caixas de fibra de vidro de
140 l.
CANIL CENTRAL
Quarentena: 05 baias com solarium; ambulatório clínico com duas mesas de atendimento,
pia de granito, armário de medicação; suporte para soro; tanque para banho.
Plano Central: dois ambulatórios de atendimento clínico com pia, mesa de atendimento,
armário de medicamentos, suporte para soro; depósito de ração; sala da administração com
mesa e cadeira, armário arquivo, aparelho telefônico, bebedouro; banheiro masculino e
feminino; sala destinada à Polícia Militar do Estado de São Paulo; 20 baias com solarium
BIOTÉRIO CENTRAL
Recepção e sala de docentes e coordenação; laboratórios e vestiários masculino e
feminino; setor de experimentação; setor de criação; sala de máquinas – impressora Hp
desket 610C; bebedouro GPI de galão; refrigerador eletrolux 240l; estufa fanen 315 SE;
Raio X Spectro III C/M; Mesa anatômica para dissecção em aço inox 1,80x0,90; mesa para
cirurgia em ratos; autoclave horizontal mod 105G 432 Lt; Centríguga; Destilador de água
Fanen mod. 724/A; Estufa para abastecimento mod-3; Forno fundição bravac N-2; balança
eletrônica filizola mod-MF03-1; incinerador 10Kg/ciclo biotério; mesas de madeira, mesas de
cerejeira, cadeiras giratórias; estantes de aço; estantes de aço inox com gaiolas e
bebedouro, 08 mesa em aço inox para anatomia, 01 computador, ramal telefônico,
climatização de ar geral; conexão a internet
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
ÁREA
FÍSICA
270 m2
ÁREA
FÍSICA
300 m2
ÁREA
FÍSICA
200 m2
ÁREA
FÍSICA
400 m2
Página
245
Medicina Veterinária
BOVINOCULTURA LEITERIA
04 carteiras para alunos; 01 lousa; 01 bebedouro d’água; 01 escrivaninha para computador;
03 prateleiras; 02 arquivos de 04 gavetas; 01sistema Alfro Systen completo; 300 colares
transponder eletrônico de identificação; 01 ordenhadeira Mecânica 4X4 TANDEN (ALFA
LAVAL); 02 motores elétricos para bomba d’água para limpeza; 01 botijão de gás; 01
centrífuga 206 R (FANEM); 02 escrivaninha para escritório; 01 tosqueadeira (ALFA LAVAL);
01 botijão de semem DS 18 (CRYOMETAL); 01 descongelador de semem BIO-DS 3 (BIO
GENETIC); 01 alicate aplicador (PECREX); 01 seringas dosadoras automática 50 ml
(HOPPNER); 01 bomba costal 20 litros PJH (JACTO); 01 makita 9524 NB; 01 tronco
casquiador; 01 escrivaninha para impressora; 01 tanque de expansão (capacidade 1400 L)
(ALFA LAVAL); 01 tanque de expansão (capacidade 1600 L) (S/M); 01 pasteurizador 700
litros/hora (MEC MILK); 01 iorguteira 300 litros/hora (MEC MILK); 01 embaladeira 1200
litros/ hora (MEC MILK); 01 banco de gelo 1200 L (MEC MILK); 01 compressor MSV-60
(SCHULZ); 02 motores eletricos TCA 2100 C (ELGIN); 01 camara fria (TERMOPAINEL);
250 caixas de leite cor branca 10 litros (ISANI); 20 latão de leite 50 Litros (MILKAN ECO);
01 estabilizador de voltagem (FORCE LINE); equipamentos ALFA LAVAL em geral; 16
carteiras para alunos; 03 prateleiras; 01 geladeira Brastemp (440 l); 01 embaladeira 1200
litros/ hora (MEC MILK).
Plantel de 220 vacas raça Holandesa, sendo 90 em lactação – processo de duas ordenhas
com média de 2000l/dia, doados a Prefeitura Municipal de Marília com destino à merenda
escolar.
LABORATÓRIO CONTROLE DE QUALIDADE DO LEITE
01 balança digital BG 1000 (GEHAKA) n.504465; 01 centrífuga (EBERLE) n.0397/51; 01
estufa de secagem e esterilização 315 SE; 01 estufa microbiológica modelo 002 CB
(FANEM); 01 contador de colônias CP 600 (PHOENIX) n. 368; 01 banho maria modelo 100
(FANEM) n. HR 4146; 01 homogenizador modelo 752 (FISATAM) n. 741822; 01 destilador
TE-180 (TECNAL); 01 controlador de minutos (HERWIG); 01 tripé; 01 tela de amianto; 01
camara de fluxo laminar (FLV série 1028); 01 autoclave vertical; 01 bico de bunsen; 01
lavador de pipetas; 01 reservatório de água destilada;; 02 aparelhos de ar condicionado; 01
estabilizador de voltagem
(SUPRITEC); 01 cromometro (multitimer tpizo) TP 120
(PHOEMIX); vidrarias em geral; 01 bomba alizarol; 01 balde de inox; 01 latão de lixo
plástico; 01 botijão de gás (12 Litros); 01 microscópio; 01 armário de aço.
LABORATÓRIO REPRODUÇÃO ANIMAL
01 banho maria fanem; 01 deionizador; 01destilador; 01 freezer horizontal; 01 geladeira com
freezer-; 01 arquivo de metal com 4 gavetas; 01 eletroejaculador de bovinos; 01 banana de
ovinos (eletro); 03 vaginas artificiais de cavalo; 01 equitainer; 01 estante de aço com 06
prateleiras ; 01 armário de madeira com uma portas; 05 mesas de madeira para aulas
práticas; 01 fetótomo, 05 microscópios biocular Nikon; 05 espéculos vaginais de bovinos; 03
agulhar para prolapso uterino; 02 bucal marcador; 01 estufa fanem; 01 mesa aquecedora;
03 caixas de madeira para aulas de obstetrícia (parto, distocias, fetotomia); 02 mesas com
3 gavetas; 01 mesa de formíca; 03 escrivaninhas de escritório; 07 cadeiras almofadas; 01
banco de madeira; 02 armários de aço com 2 portas; 02 estantes de aço com 03 prateleiras;
01 extrator de bezerros; 02 vaginas artificiais de bovinos; 02 vaginas artificiais de ovinos; 01
contador de células Champion e 03 contadores de células Brasmed; 02 botijões de sêmen;
01 cadeira almofada; 01 freezer horizontal; 01 geladeira Prosdocimo.
4.4.
ÁREA
FÍSICA
100 m2
ÁREA
FÍSICA
20 m2
ÁREA
FÍSICA
139 m2
FAZENDA EXPERIMENTAL “ÁGUA LIMPA”
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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246
Medicina Veterinária
Localizada a 15 km de Marília, representa uma área importante destinada
ao Curso de Medicina Veterinária, visto sua especificidade no Gado Elite
Nelore, onde são desenvolvidas técnicas avançadas de reprodução e produção
animal aliada a nutrição e ao controle sanitário de um rebanho de mais de 1300
cabeças. Com uma área de 180 alqueires, nesse espaço, os alunos vivenciam
o que há de mais moderno na especialidade como técnicas de inseminação
artificial por tempo fixo, transferência de embriões chegando à clonagem.
ÁREA
FÍSICA
FAZENDA “ÁGUA LIMPA”
Câmera Lenox Dig. LCD; Descongelador de sêmem; Impressora HP Laser Jet 1020; Rádio
Comunicador; Ultrasom Aloka modelo SSD-500; Balança eletrônica para pesagem de
animais; Histotécnico 893; Fal-botijão mod. CD B-200; geladeira Brastemp biplex; lavadora
180,37
portátil completo; tosquiadera elétrica alfa laval; lavador de alta pressão; ordenhadeira
Alqueires
portátil mecânica; ventiladores; camas; mesas; cadeiras; armários de aço; armários tipo
arquivo; televisão CCE HPS 20 CR; estufa para secagem e esterilização Donal; Estufa para
cultura Fanen; esmerilhadeira elétrica portátil; compressor de ar Schultz; centrífuga
centrimicro fanen; bomba à vácuo alfa laval; tratores e carretas.
4.5.
BOSQUE MUNICIPAL
O Bosque Municipal de Marília é uma área reservada que foi
desapropriada em 1.942, tornando-se espaço público de lazer e estudos e
inaugurado como Bosque Municipal “Rangel Pietraróia” em setembro de
1974, em homenagem ao empresário e vereador mariliense. Sua
vegetação é Mata Atlântica do interior, latifoliada, semi-decídua, vegetação
esta, que se estendia por quase todo o interior do Estado. Representa
atualmente um importante banco genético para ações de reflorestamento
com mais de cem espécies de plantas devidamente identificadas ao
público. Com uma área de 20ha, serve como ponto turístico e de lazer,
atividades culturais, pesquisa e educação ambiental. Possui várias
espécies animais soltas como cotia, preguiça, lagarto tiú, sagui e gambá e,
em cativeiro, as aves, como faisão, perdiz, calopsita, maritaca, pavão e
avestruz, além de répteis, como os famosos jabotis. Nesse sentido, a
Universidade de Marília, por meio dos Cursos de Medicina Veterinária e
Zootecnia, firmou uma parceria com a Secretaria Municipal do Meio
Ambiente, a partir de agosto de 2009 no sentido de prestar assessoria
técnica nas referidas áreas, utilizando-se do espaço para suas atividades
didáticas, teórico-práticas. Fruto ainda dessa parceria, surge o Complexo
Veterinário “Renato Gradim Bastazini” caracterizado por um ambulatório
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Medicina Veterinária
para
atendimento
dos
animais
internos,
em
situações
de
baixa
complexidade, além de um Laboratório de Nutrição Animal, servindo assim
como mais um pólo de aprendizado aos alunos do Curso de Medicina
Veterinária. Ressalta-se que em situações que envolva média e alta
complexidade todos os animais são encaminhados para atendimento
diretamente no Hospital Veterinário da UNIMAR.
5. NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA DA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA
O NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA DA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA –
NAP/UNIMAR tem o objetivo de desenvolver atividades relacionadas à prática
da pesquisa na Universidade de Marília. O NAP/UNIMAR disponibiliza
instrumentos que auxiliam na elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC), apresentando modelos dos principais instrumentos utilizados durante os
cursos de graduação da Universidade de Marília, todos com base nas normas
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT):
Manual de Metodologia da Pesquisa Científica: orientações quanto à
elaboração e apresentação gráfica do Projeto de Pesquisa e do
Trabalho de Conclusão de Curso.
Modelo de Projeto de Pesquisa: apresentação gráfica.
Modelo de Trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso: apresentação
gráfica.
Modelo de trabalho Acadêmico: apresentação gráfica.
Modelos de citações.
O NAP tem como Coordenadora Geral a Prof. Dra. Walkíria Martinez
Heinrich Ferrer, sendo representante do Curso de Medicina Veterinária o Prof.
Dr. Carlo Rossi Del Carratore.
5.1.
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
O Programa Institucional de Iniciação Científica da Universidade de Marília
– PIIC/UNIMAR – tem o objetivo propiciar uma primeira aproximação do
acadêmico com as atividades de pesquisa, aprimorar o conhecimento obtido
durante a graduação, assim como viabilizar os instrumentos necessários à
prática da pesquisa e a correta utilização das normas técnicas da ABNT. As
atividades de Iniciação Científica devem contribuir para o desenvolvimento do
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Medicina Veterinária
espírito científico e do pensamento reflexivo, da ciência e da tecnologia, assim
como para a criação e difusão da cultura.
O Programa Institucional de Iniciação Científica/UNIMAR compreende as
quatro áreas do conhecimento contempladas pela Universidade de Marília:
Ciências Agrárias, Ciências Exatas e Tecnológicas, Ciências Biológicas e da
Saúde e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Cada área específica
desenvolve suas Linhas de Pesquisa e mantêm a continuidade das atividades
por meio do desenvolvimento de Projetos de Pesquisa.
O processo seletivo para bolsistas de Iniciação Científica ocorre sempre no
primeiro semestre do ano letivo. Os editais, onde estão definidos prazos e
condições para inscrição, ficam disponíveis na página inicial do site da
UNIMAR e podem ser consultados também no link do Programa de Iniciação
Científica – PIC/UNIMAR. Os projetos de pesquisa são encaminhados para
avaliação pelo Comitê Externo, composto por docentes pós-graduados de
outras instituições e indicados pelo Comitê Institucional de Iniciação Científica
da Universidade de Marília. Projetos de pesquisa de alunos voluntários, não
bolsistas de IC, podem ser apresentados fora do prazo estipulado pelos editais,
ou seja, são de fluxo contínuo.
O Núcleo de Apoio à Pesquisa – NAP/UNIMAR organiza eventos científicos
que possibilitam a disseminação dos resultados das pesquisas de Iniciação
Científica desenvolvidas pelo PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA
UNIVERSIDADE DE MARÍLIA, com publicação impressa e eletrônica,
indexados e com periodicidade anual.
Simpósio de Iniciação Científica e Encontro de pós-graduação da
Universidade de Marília – ISSN 2176-8544.
Fórum de Pesquisa e Extensão da Universidade de Marília – ISSN 21782083.
Encontro de Iniciação Científica do curso de Direito da Universidade de
Marília – ISSN 18084044.
5.2.
COMISSÃO
CIENTÍFICA
DOS
CURSOS
DE
MEDICINA
VETERINÁRIA E ENGENHARIA AGRONÔMICA.
Prof. Dr. Carlo Rossi Del Carratore – Presidente (Biólogo)
Prof. Dra. Cláudia Sampaio Fonseca Repetti (Médica Veterinária)
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Medicina Veterinária
Prof. Dr. Cledson Augusto Garcia (Zootecnista)
Prof. Dr. Ronan Gualberto (Agrônomo)
6. REVISTA UNIMAR CIÊNCIAS
A Revista UNIMAR CIÊNCIAS é uma publicação científica da
Universidade de Marília, de tiragem semestral e caracterizada com artigos da
área de Ciências Agrárias (Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia
Agronômica), sendo seu primeiro exemplar impresso em 1993, estando
atualmente no seu 22º volume, devidamente indexada sob o ISSN 1415-1642,
tendo como Editor Chefe o Prof. Dr. Rodolfo Cláudio Spers e os Editores
Associados, Prof. Dr. Cledson Augusto Garcia e Prof. Dr. Fábio Fernando
Ribeiro Manhoso.
7. BIBLIOTECA
7.1.
APRESENTAÇÃO
A Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” é assim denominada desde
08 de abril de 1989. Em seus 3.035,45m² oferece ambiente de estudos com 55
mesas de 04 lugares, 14 salas para estudo em grupo, comportando até 08
alunos e, ainda, cabines para estudo individual em toda sua extensão.
Atualmente o acervo possui especificamente para o curso de Medicina
Veterinária 1722 títulos e 3437 exemplares e em seu acervo geral mais de
59.388 títulos e 123.964 exemplares de livros, além de periódicos nacionais e
estrangeiros, fitas de vídeo, CD-ROMS, disquetes, mapas, atlas, obras de
referência, obras clássicas da área jurídica, entre outros. Todo esse acervo
gerou em 2009 mais de 71.000 empréstimos.
O acervo abrange todas as áreas do conhecimento e encontra-se
informatizado com software próprio, possibilitando consultas por autor, título e
assunto. O sistema de empréstimo e devolução, também informatizado, é
controlado através de código de barras, contando com 17 computadores
divididos entre consulta, empréstimo e devolução.
No seu quadro de funcionários possui 01 bibliotecária chefe (Maria Célia
Aranha Ramos – CRB 8ª/2130), 03 bibliotecárias adjuntas, 21 auxiliares e 07
estagiários, sendo o horário de funcionamento de segunda à sexta-feira, das
8:00 h às 22:30 h e aos sábados, das 8:00 às 11:00 h.
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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250
Medicina Veterinária
7.2.
POLÍTICA DE AQUISIÇÃO
A aquisição se dá a partir da bibliografia indicada em cada curso, o acervo
é mantido de acordo com o material indicado em sala de aula e, ainda, dentro
dos assuntos de pesquisas realizadas na Universidade. Para doação é
realizada uma seleção das obras e, são aceitos apenas materiais condizentes
com as áreas oferecidas pela Unimar e que ainda esteja atualizada.
7.3.
SERVIÇOS
7.3.1. PESQUISA NA INTERNET E BASE DE DADOS
O serviço de pesquisa bibliográfica é feito pelo próprio usuário,
diretamente através da Internet. O interessado deve dirigir-se diretamente à
Seção de Multimídia, onde existem 20 terminais de acesso e estagiários para
orientação.
7.3.2. COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
Mecanismo que procura garantir aos usuários, artigos de periódicos em
âmbito nacional e internacional, não encontrados na Biblioteca da Instituição. A
Biblioteca mantém para isso convênio com o COMUT e BIREME. Quando
solicitado o serviço de comutação bibliográfica, é cobrada uma taxa estipulada
pelo próprio COMUT, variando de acordo com o número de páginas.
7.3.3. EMPRÉSTIMOS ENTRE BIBLIOTECAS
A Biblioteca realiza intercâmbio de material com as Bibliotecas da
Faculdade de Medicina de Marília, Fundação de Ensino Eurípedes Soares da
Rocha e UNESP campus de Marília, e com outras bibliotecas em nível
nacional, obedecendo às normas estipuladas em cada uma.
7.3.4. APRESENTAÇÃO DA BIBLIOTECA AOS USUÁRIOS
Com a chegada dos novos alunos, são agendadas visitas à Biblioteca
para conhecimento dos seus procedimentos e normas para uso. No decorrer
do curso, durante a disciplina de Metodologia Científica, os professores
retornam com a finalidade de apresentação da base de dados.
7.3.5. SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO USUÁRIO
É possível, a qualquer momento, orientação informal para o uso otimizado
do espaço.
7.3.6. EMPRÉSTIMO DE LIVROS
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
Todo o material da Biblioteca está disponível ao usuário para consulta,
porém não são liberados para empréstimo domiciliar os periódicos, obras de
referência e obras clássicas.
7.3.7. MATERIAL PARA CONSULTA
Refere-se ao material previamente selecionado, geralmente indicado por
professores, visando a atender as consultas imediatas dos usuários na própria
Biblioteca.
7.3.8. RESERVA DE MATERIAL
Se, na tentativa de empréstimo, o material já estiver emprestado, o aluno,
professor ou funcionário poderá fazer a reserva do material. A mesma pessoa
não poderá reservar se ainda estiver com o material em mãos. É necessário
que se faça a devolução num primeiro momento, para que mais pessoas
tenham oportunidade.
7.3.9. ACESSO AOS PERIÓDICOS:
O catálogo de assunto está indexado em ordem alfabética, possibilitando
a recuperação das mais diversas áreas. A atualização é constante. Para a
localização do fascículo é necessário anotar o título do periódico, volume,
número, mês e ano.
7.4.
NORMAS
7.4.1. INSCRIÇÃO
Os alunos da graduação, automaticamente na matrícula, recebem uma
carteira fornecida pelo DCE que, entre outras possibilidades, permite o acesso
aos serviços da Biblioteca. Os alunos de pós-graduação e professores podem
obter instantaneamente, seu cartão apresentando
um documento de
identificação, o nº de registro de matrícula com a instituição e uma foto 3x4. Os
funcionários apenas apresentam seu crachá.
As demais pessoas da comunidade externa acessam o material da
Biblioteca com a apresentação de um documento de identidade.
7.4.2. PRAZOS DE EMPRÉSTIMO
Os alunos e funcionários podem retirar quatro livros para empréstimo
domiciliar, com prazo de sete dias para devolução, os professores podem
retirar até seis livros, com prazo de 15 dias. Se não houver procura pelo
material retirado, o usuário poderá fazer um novo empréstimo. Livros de
Literatura podem ser emprestados por até 10 dias. Se o prazo de devolução
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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252
Medicina Veterinária
não é respeitado, cobra-se multa por dia de atraso e por material emprestado,
incluindo o sábado. Ao efetuar o empréstimo, o usuário fica inteiramente
responsável pela preservação do material retirado. Em caso de perda ou dano,
o material deverá ser reposto.
7.4.3. EQUIPAMENTOS CONSTANTES NA BIBLIOTECA
Os equipamentos constantes da biblioteca são os seguintes:
Setores
Equipamentos
Sala de Leitura
Acervo
11 computadores (consulta ao acervo)
06 impressoras de recibo de empréstimo e devolução
06 computadores (para empréstimo e devolução)
02 computadores (apoio: consulta ao acervo e reserva
de material)
Administração e
01 impressora laser
serviços técnicos
08 computadores
Sala de Multimídia
01 impressora laser
23 computadores conectados a Internet (01 para
monitoramento/ controle de uso; 01 como servidor e 01
como firewall
Auditório/ Sala de
Vídeo
01 TV
01 Vídeo
01 Quadro branco/ pincéis e apagador
01 Retroprojetor
7.4.4. PLANO DE EXPANSÃO
A Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” objetiva expandir seu
acervo em 10% a cada ano. Semestralmente, os professores elaboram uma
lista de livros e de periódicos para serem adquiridos. De outro lado,
investimentos têm sido feitos na aquisição de CD Room e software. Na Sala de
Multimídia, o aluno dispõe de vários computadores conectados à Internet que
facilitam o acesso a informações internacionais.
8. PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROF. EM MED. VETERINÁRIA
O Programa de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária da
UNIMAR, criado em 2001, já capacitou mais de 80 profissionais (Quadro 7) e
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
foi o primeiro de uma Instituição Privada, a possuir o reconhecimento do
Conselho Federal de Medicina Veterinária, atendendo às exigências legais das
Resoluções 824/2006 e 895/2008 para um efetivo ensino de Pós-Graduação,
com particularidades que vêem a somar no aprimoramento dos alunos, que
além do treinamento em serviço que corresponde a 80% das atividades,
realizam estágio obrigatório em outra Instituição, e devem apresentar artigo
científico para publicação nos dois níveis, ou seja, R1 e R2. Durante o
Programa, os Aprimorandos têm também a oportunidade de realizarem um
rodízio nas especialidades que são contempladas no Hospital Veterinário,
dando assim condições para que os mesmos possam nessa somatória de
informações se sentirem preparados e capacitados para as discussões que
acercam a especialidade central escolhida. Juntamente à estrutura hospitalar,
casuística compatível e preceptoria de qualidade, os Aprimorandos possuem a
disposição uma biblioteca local de consulta rápida com mais de 50 títulos.
QUADRO 07. Relação dos alunos formados pelo Programa de Aprimoramento
Profissional em Medicina Veterinária da UNIMAR, com sua respectiva origem,
área de atuação e ano.
Residentes
IES
Área
Ano
Kristian Legatzki
UNIMAR
Clínica Pequenos
2001-2002
Daniel Paulino Júnior
UNIMAR
Clínica Pequenos
2001-2002
Patrícia Rodrigues Silveira
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2001-2002
Fábio Elias Randi
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2001-2002
André Luiz Viveiros Corona
UNIMAR
Clínica Pequenos
2002-2003
Kátia Regina Voss
UNIMAR
Clínica Pequenos
2002-2003
Camila Castro Neves
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2002-2003
Aline Aparecida Bolina
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2002-2003
Milene Zukauskas
UNIMAR
Clínica Pequenos
2003-2004
Rodrigo Prevedello Franco
UNIMAR
Clínica Pequenos
2003-2004
Thiago Ramos Netto
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2003-2004
Milena Friolani
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2003-2004
Leandro Figueiredo Ribeiro Costa
UNIFRAN
Clínica Pequenos
2004-2005
Gustavo Sales Viroel
UNIMAR
Clínica Pequenos
2004
Fernanda Teixeira Castiglia
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2004-2005
André Peturlon Terra
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2004-2005
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
Renato Godoy Santos
UNIMAR
Clínica Grandes
2004
Daniele Corradi Seraghete
UNIMAR
Clínica Pequenos
2005-2006
Cleython Souza do Rego
UNIMAR
Clínica Pequenos
2005-2006
Ricardo Furlan Alonso
Moura Lacerda
Cirurgia Pequenos
2005-2006
Marina Lázzari Carvalho Campos
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2005-2006
Pâmela Rodrigues Moreira
Barão de Mauá
Patologia Animal
2005-2006
Andréa França Alves
UNIMAR
Clínica Pequenos
2006-2007
Gabriela Noronha de Toledo
UNIFRAN
Clínica Pequenos
2006-2007
Mônica Kawalhisa Yoshioka
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2006-2007
Marina Barreto Lopes Martin
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2006-2007
Ana Carolina Pezzzoni Fighera
UNIMAR
Clínica Grandes
2006
Janaina L. Assumpção Renrschler
UNIMAR
Clínica Pequenos
2007-2008
Fernanda Paris Manechini
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2007-2008
Carolina Bruno Barbosa
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2007-2008
Luiz Paulo Pimenta Mello
UNIMAR
Clínica Pequenos
2007-2008
João Paulo Pereira Amadio
UEL
Patologia Animal
2007
Miriam Simões de Souza
UNIMAR
Clínica Grandes
2007
Eric El Kathib Masiero
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2008-2009
Araré Arrivabene Neto
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2008-2009
Pedro Henrique Franco de Souza
UNIMAR
Clínica Pequenos
2008-2009
Amanda Leal de Vasconcellos
UNIMAR
Clínica Pequenos
2008-2009
Denise Haebara
USP
Patologia Animal
2008
Franciele Volante
UNIMAR
Clínica Grandes
2008
Andressa de Fátima K. T. de Lima
UNICENTRO
Cirurgia Pequenos
2009-2010
Juliana Kan Nunes Pereira
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2009-2010
Luciano Moraes Aude
UNIMAR
Clínica Pequenos
2009-2010
Giorgina G. R. São Germano
UENP
Clínica Pequenos
2009-2010
Priscila Theóphilo
UNIMAR
Patologia Animal
2009
Letícia Peternelli da Silva
UNIMAR
Clínica Grandes
2009
Juliana Martin
UEL
Cirurgia Pequenos
2010-2011
Simone Scarpin de Sá
UFV
Cirurgia Pequenos
2010-2011
Renan Médico da Silva
Barão de Mauá
Clínica Pequenos
2010-2011
Jorge Cardoso da Silva Filho
FCA Andradina
Clínica Pequenos
2010-2011
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Medicina Veterinária
Danilo Luiz Ravena
UNIMAR
Patologia Animal
2010
Bianca Fernandes
UNIMAR
Clínica Grandes
2010
Heloisa da Costa Menezes
UNIRP
Cirurgia Pequenos
2011-2012
Bruna Artioli Zuntini
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2011-2012
Carlos Eduardo Domingues
UNIFENAS
Clínica Pequenos
2011-2012
Lígia Dortas Maffei
UFBA
Clínica Pequenos
2011-2012
Andressa Marana Botega
UNIMAR
Patologia Animal
2011
Lívia Magosso Ramires
UNOESTE
Clínica Grandes
2011
Inajara Nakamura Hirota
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2012-2013
Tami Aime Kubota
UENP
Cirurgia Pequenos
2012-2013
Cláudia Tozato Centinari
UNIMAR
Clínica Pequenos
2012-2013
Tatiana Rosa Fernandes
UFPel
Clínica Pequenos
2012-2013
Paulo Henrique Fontes Marini
UNIMAR
Clínica Grandes
2012
Karen Giuliana Lourenço
UENP
Patologia Clínica
2012
Rafael Cerântola Siqueira
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2013-2014
Vanessa Yuri Funai
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2013-2014
Guilherme David Galvani
UNIMAR
Clínica Pequenos
2013-2014
Amanda Sarita Cruz
UEM
Clínica Pequenos
2013-2014
Lais Lucas Fernandes
UNIMAR
Patologia Clínica
2013
Camila Pereira Alves de Campos
UNIMAR
Patologia Animal
2013
Silvia Cristina Calamita
UNIMAR
Clínica Grandes
2013
Rafael Henrique Souza Siragusi
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2014-2015
Valeska Tallia M. de Barros
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2014-2015
Isabela M. F. Gonçalves Pires
UNIMES
Clínica Pequenos
2014-2015
Giselle Sanches Pineli
UNIMAR
Patologia Clínica
2014
Alfredo H. Tanaka Pereira
UEL
Patologia Animal
2014
Renata Alves de Paula
UNIMAR
Clínica Grandes
2014-2015
Djonatan Risso
UNIMAR
Clínica Pequenos
2015-2016
Emiliana Fiorini
UNIP
Clínica Pequenos
2015-2016
Bruno Pratta
UNIMAR
Cirurgia Pequenos
2015-2016
Lais Camolese
UENP
Cirurgia Pequenos
2015-2016
Concelina Piva
UNIMAR
Patologia Clínica
2015
Bruna Mignoso
UEL
Patologia Animal
2015
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Medicina Veterinária
Amanda Costa
UNIMAR
Clínica Grandes
2015-2016
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL
EM MEDICINA VETERINÁRIA (PAPMV)
Capítulo I
DAS GENERALIDADES
Artigo 1º. O PAPMV é um programa intensivo de treinamento supervisionado
em serviço de Médicos Veterinários, que se desenvolverá em um
ou dois anos consecutivos, denominando-se Médico Veterinário
Aprimorando I (MVAI) e Médico Veterinário Aprimorando II
(MVAII), de acordo com as áreas observadas.
Artigo 2º. A duração do PAPMV será de no mínimo 3800 horas, sendo 1900
horas em MVAI e 1900 horas em MVAII, para as áreas de Clínica
Médica de Pequenos Animais, Clínica Cirúrgica de Pequenos
Animais e Clínica Médica, Cirúrgica e Reprodução de Grandes
Animais e 1900 horas, ou seja, um ano, para as áreas de
Patologia Animal e Patologia Clínica, das quais 85% se destinarão
ao treinamento prático supervisionado, incluindo plantões, e 15%
a atividades teóricas, sob forma de seminários, reuniões clínicas,
estudos bibliográficos, realização de trabalho científico, além de
auxílio em atividades práticas junto às disciplinas correlatas.
Artigo 3º. O PAPMV será desenvolvido pelo Curso de Medicina Veterinária
junto ao Hospital Veterinário, além das Fazendas Experimentais
“Marcello Mesquita Serva” e “Água Limpa”, sendo orientado por
uma Comissão própria, denominada Comissão de Aprimoramento
Profissional
em
Medicina
Veterinária
(CAPMV),
vinculado
diretamente à Coordenação do Curso e à Pró-Reitoria de PósGraduação.
Artigo 4º. As áreas em que se desenvolverá o PAPMV serão as seguintes:
a) Clínica Médica de Pequenos Animais
b) Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais
c) Clínica Médica, Cirúrgica e Reprodução de Grandes Animais
d) Patologia Animal
e) Patologia Clínica
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Medicina Veterinária
Capítulo II
DA COMISSÃO DO PAPMV
Artigo 5º. A Comissão do PAPMV será o órgão de assessoria da Coordenação
do Curso de Medicina Veterinária, para assuntos pertinentes.
Artigo 6º. Comporão a Comissão do PAPMV:
a)Seis representantes docentes com título de Mestre, ou superior
e que sejam contratados em regime de no mínimo 20 horas,
além de apresentarem afinidade com as atividades que serão
desenvolvidas.
Os
mesmos
serão
indicados
pelo
Coordenador do Curso de Medicina Veterinária, sendo quatro
membros titulares, e dois, suplentes, exercendo suas
atividades dentro do regime de contratação.
b)Um representante dos Aprimorandos, eleito por seus pares,
com seu respectivo suplente.
Artigo 7º. A Comissão do PAPMV elegerá dentre seus membros um Presidente
e um Vice-Presidente.
Artigo 8º. O mandato dos membros docentes será de 02 anos; e do
representante
dos
Aprimorandos
01
ano,
podendo
ser
reconduzidos.
Artigo
9º.
Cabe a Comissão de Aprimoramento Profissional em Medicina
Veterinária:
a) Aprovar
os
PAPMV
elaborados
pelos
Preceptores
e
encaminhá-los para aprovação junto à Coordenação do Curso
de Medicina Veterinária, que os submeterá à Pró Reitoria de
Pós-Graduação;
b) Solicitar aos Docentes de disciplinas correlatas, durante o mês
de agosto, o número de vagas desejadas para o ano seguinte
e sua distribuição, encaminhando essa documentação a
Coordenação do Curso de Medicina Veterinária que os
submeterá a Pró Reitoria de Pós-Graduação;
c) Fazer com que anualmente se realizem os exames de
admissão de Aprimorandos MVAI e enviar resultados a
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Medicina Veterinária
Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Pró Reitoria
de Pós-Graduação;
d) Receber, aprovar e encaminhar anualmente a lista de
Aprimorandos MVAI aprovados para cursarem MVAII a
Coordenação do Curso de Medicina Veterinária e Pró Reitoria
de Pós-Graduação;
e) Discutir e decidir sobre todos os outros casos pertinentes ao
PAPMV, em reunião mensal ou uma vez convocada,
extraordinariamente. As reuniões poderão ser convocadas
pelo Presidente da Comissão, bem como pelo Coordenador do
Curso de Medicina Veterinária, até mesmo em caráter
extraordinário.
Capítulo III
DAS VAGAS, DOS OBJETIVOS E DOS PAPMV
Artigo 10º. O número de vagas para os PAPMV será estabelecido anualmente
pela Coordenação do Curso de Medicina Veterinária, no mês de
setembro, ouvido a CAPMV e devidamente aprovado pela Pró
Reitoria de Pós-Graduação.
Artigo 11º.
Os objetivos gerais do Aprimoramento em Medicina Veterinária
serão:
I-
Promover o aprimoramento de conhecimentos, habilidades e
atitudes indispensáveis ao exercício da Medicina Veterinária
por meio de treinamento em serviços sob supervisão;
II- Desenvolver no aprimorando senso de responsabilidade
inerente ao exercício de suas atividades médico-veterinárias;
III- Estimular o espírito de investigação científica, através da
iniciação à pesquisa;
IV- Estimular
a
capacidade
crítica
da
atividade
Médico-
Veterinária, considerando-a em seus aspectos científicos,
éticos e sociais;
V- Posicionar-se como um agente de saúde única, mostrando à
sociedade o Médico Veterinário como sendo também um
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Medicina Veterinária
promotor de saúde pública e ambiental, seja em qualquer
área do conhecimento.
Artigo 12º. Os PAPMV nas diferentes áreas serão elaborados pelos
preceptores de cada residente, devendo ser baseado na seguinte
programação geral.
I-
Auxílio em aulas práticas de disciplinas correlatas, sob a
orientação do preceptor ou docente responsável pela aula;
II- Estudo
dirigido,
teórico
e/ou
prático,
sobre
assuntos
pertinentes e correlacionados à área específica;
III- Desenvolver atividades práticas na área de seu interesse em
estabelecimentos conveniados com a Universidade, através
de estágio obrigatório realizado no último ano do programa,
para os de dois anos, e mesmo nos de um ano a atividade
será obrigatória e que possa assim contribuir para sua boa
formação profissional de acordo com o preceptor e a CAPMV;
IV- Apresentação e discussão de casos clínicos e seminários;
V- Atualização bibliográfica de assuntos correlacionados à área;
VI- Condução de pesquisa científica sob orientação do preceptor
ou do docente responsável;
VII- Assistência à comunidade nas suas diferentes formas:
ambulatorial, hospitalar, rural entre outras;
VIII- Vincular sempre suas atividades ambulatoriais, laboratoriais
e rurais como agente de saúde pública;
IX- Outras atividades de interesse geral em Medicina Veterinária.
Capítulo IV
DO PROCESSO SELETIVO
Artigo 13º. Poderão candidatar-se ao concurso para PAMV (MVAI) todos os
Médicos Veterinários graduados no máximo há 03(três) anos em
Faculdade Brasileira, oficialmente reconhecida. Se o candidato
estiver cursando o último período letivo de graduação em
Medicina Veterinária, ficará seu ingresso condicionado ao
cumprimento integral das suas atividades curriculares de
graduação. Poderão se inscrever também Médicos Veterinários
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Medicina Veterinária
graduados em Faculdades Estrangeiras, observada a legislação
de estrangeiros vigente no país.
Artigo 14º. É vedada a inscrição aos candidatos que concluíram ou que tenham
interrompido
qualquer
Programa
de
Aprimoramento,
Aperfeiçoamento, Capacitação ou Residência em Medicina
Veterinária.
Artigo 15º. Para inscrição ao Concurso serão necessários:
a) Ser brasileiro ou naturalizado;
b) Se
estrangeiro,
apresentar
cópia
legível
do
visto
de
permanência no país;
c) Ter cumprido as obrigações com o serviço militar, se do sexo
masculino;
d) Ter votado na última eleição ou justificado nos termos da lei;
e) Requerimento de inscrição devidamente preenchido indicando
a área desejada;
f) Diploma de Médico Veterinário ou declaração comprobatória de
estar cursando último semestre do curso de graduação em
Medicina Veterinária;
g) Fotocópia da carteira de inscrição junto ao CRMV-SP, caso
Médico Veterinário formado;
h) Fotocópia do RG e CPF;
i) Fotocópia do Histórico Escolar Oficial;
j) Curriculum Lattes, devidamente documentado;
k) Duas fotografias 3x4
l) Comprovante de recolhimento da taxa de inscrição
Artigo 16º. O concurso será realizado por exame constando de três provas:
Prova Escrita (eliminatória e classificatória) – Peso 03;
Avaliação do Curriculum vitae – Peso 03;
Entrevista – Peso 04
§1º- A prova escrita versará sobre conhecimentos relativos à
área em que o candidato se inscreveu e será de caráter
eliminatório, passando o candidato aos processos subsequentes
caso obtenha nota igual ou superior a seis, bem como
classificatório para aqueles aprovados.
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Medicina Veterinária
§2º-Cada candidato deverá inscrever-se em uma área somente.
§3º-Haverá
uma
Avaliação
Psicossocial
dos
candidatos
antecedendo às entrevistas, sem qualquer cunho eliminatório ou
classificatório. O objetivo será colher dados como instrumento da
entrevista aos que forem aprovados
Artigo 17º. Serão chamados a ocupar as vagas, os candidatos aprovados por
ordem decrescente de notas, especificamente em cada área.
§ Único - Os candidatos, de que trata o artigo 13º, só poderão
ocupar a vaga se já forem inscritos no CRMV-SP.
Artigo 18º. O concurso para ingresso será divulgado por meio de Edital com
antecedência mínima de 30 dias, discriminando: condições de
admissão, área e número de vagas oferecidas, entre outras
informações que se fizerem necessárias ao pleno entendimento
no site da Instituição, além da divulgação via imprensa local e
folders e cartazes impressos.
Artigo 19º. A Banca do Concurso será composta por três docentes de cada
área interessada, indicado pela Comissão de Aprimoramento.
Capítulo V
DO CORPO DOCENTE
Artigo 21º. As disciplinas que oferecerem PAPMV são responsáveis pelo
ensino e orientação dos Aprimorandos.
Artigo 22º. Cada área terá um ou mais Preceptores indicados pela Comissão
de
Aprimoramento,
ouvidos
os
docentes
envolvidos,
responsáveis diretos por seus orientados.
Artigo 23º. Os preceptores terão no mínimo o grau de Mestre e poderão
orientar no máximo dois Aprimorandos.
Artigo 24º. Os preceptores poderão solicitar interrupção da orientação e
desligamento do aluno a qualquer momento, encaminhando
ofício a Comissão de Aprimoramento que analisará o pedido
ouvido às partes, manifestando seu parecer e enviando a
Coordenação
do
Curso
de
Medicina
Veterinária
para
manifestação final, fazendo-se ciente a Pró Reitoria de Pós
Graduação.
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Medicina Veterinária
Capítulo VI
DOS DIREITOS DOS APRIMORANDOS
Artigo 25º. Constituem direitos dos Aprimorandos em Medicina Veterinária:
a) Bolsa auxílio mensal com valor determinado pela Mantenedora,
incidindo o desconto de 11% regido pela legislação brasileira;
b) Trinta dias de férias em comum acordo com seus Orientadores;
c) Afastamento remunerado por gestação, solicitado à Comissão
de Aprimoramento e autorizado pela Coordenação do Curso de
Medicina Veterinária, conforme a lei;
d) Nos casos do item “c” o afastamento será no máximo por quatro
meses, devendo a aluna compensá-lo ao término de seu período
como Aprimoranda, só assim podendo receber seu certificado de
conclusão;
e) Afastamentos remunerados poderão ser solicitados à Comissão
de Aprimoramento e se destinarem a comparecer a Cursos,
Reuniões Científicas e Estágios em outras Instituições e locais,
com o acordo do Preceptor, dando-se preferência aos MVAII,
bem como aos que têm sua participação vinculada à
apresentação de trabalhos;
f) Uma folga semanal de acordo com a programação dos
Preceptores;
g) Instalações adequadas a fim de proporcionar o descanso local,
provida de conexão à rede, comunicação, além de instalações
para pequenas refeições e higiene anexa;
h) Seguro contra acidentes pessoais
i) Receber ao término das suas atividades, desde que aprovado, e
cumprir
com
suas
obrigações
científicas,
Certificado
de
Conclusão no Programa de Aprimoramento Profissional em
Medicina Veterinária, constando seus dados pessoais, número
do CRMV, área e registro oficial na Instituição, nome do
Orientador, descrevendo no verso o treinamento recebido.
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Medicina Veterinária
Capítulo VII
DOS DEVERES DOS APRIMORANDOS
Artigo 26º. Constituem deveres dos Aprimorandos:
I-
Dedicar-se exclusivamente às atividades do PAPMV, não
lhes sendo permitidas outras atividades, mesmo que não
remuneradas;
II- Cumprir as normas que regem as atividades em que esteja
desenvolvendo seu Aprimoramento;
III- Cumprir a carga horária mínima do Programa;
IV- Realizar
no
segundo
ano
estágio
supervisionado
obrigatório, num período de trinta dias em Instituição
externa. Nos Programas de um ano o referido estágio
deverá da mesma forma, ser realizado;
V- Realizar trabalho científico anualmente, apresentá-lo sob
forma oral a comunidade docente e discente em evento
organizado e publicá-lo em periódico especializado e
indexado num prazo de no máximo 18 meses;
VI- Conduzir-se com disciplina e respeito perante clientes,
alunos, colegas e funcionários em geral, respeitando a
hierarquia;
VII-Comparecer com pontualidade e assiduidade às atividades
programadas;
VIII-Ser responsável pela conservação dos materiais de seu
uso;
IX-Respeitar o Regimento Interno do Hospital Veterinário.
Capítulo VIII
DO REGIME DISCIPLINAR
Artigo 27º. Os Aprimorandos estarão sujeitos às seguintes penalidades em
casos de inobservância deste Regulamento:
I-
Advertência
Suspensão de até 60 dias
II- Cancelamento do Programa
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Medicina Veterinária
Artigo 28º. As penalidades serão aplicadas por escrito, sempre após ter sido
ouvido o Aprimorando envolvido.
§ 1º- A advertência será aplicada pelo Preceptor, dando ciência
a Comissão de APMV.
§ 2º- A suspensão será proposta pelo Preceptor, aprovada pela
Comissão e aplicada pela Coordenação do Curso de Medicina
Veterinária.
§ 3º- O cancelamento do Aprimoramento será proposto pela
Comissão e aplicada pela Coordenação do Curso de Medicina
Veterinária e Pró Reitoria de Pós-Graduação.
Capítulo IX
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Artigo 29º. O Aprimorando será avaliado pelo seu Orientador, ouvidos os
demais docentes junto a Comissão de Aprimoramento, através
dos seguintes critérios:
1. Desempenho nas atividades específicas;
2. Qualidade da elaboração e da apresentação dos seminários;
3. Participação nas reuniões clínicas;
4. Nível de conhecimentos adquiridos por meio de avaliação
teórica e/ou prática;
5. Frequência e assiduidade;
6. Relacionamento com os demais aprimorandos, estagiários,
docentes e funcionários;
7. Postura profissional frente ao proprietário;
8. Cumprimento do estágio obrigatório;
9. Encaminhamento do trabalho científico escrito durante o ano
para publicação em uma revista da área.
PARÁGRAFO ÚNICO: Esta avaliação será realizada ao final de
cada ano pela Comissão, depois de ouvido o Orientador, para os
MVAI e MVAII que, sendo aprovados, terão direito ao certificado.
Capítulo X
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
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Medicina Veterinária
Artigo 30º. Os dados referentes às atividades dos Aprimorandos em Medicina
Veterinária,
incluindo
concurso
de
ingresso,
programas,
avaliação de aproveitamento, penalidades aplicadas e outras
serão arquivados em prontuários próprios junto a Pró Reitoria de
Pós-Graduação.
Artigo 31º. Casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão
de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária ou
órgãos colegiados superiores.
Marília, 05 de Janeiro de 2015.
.
Prof. Dr. Fábio Manhoso
Coordenador do Curso de Medicina Veterinária
CRMV-SP 6983
Prof. Dra. Suely Fadul Villibor Flory
Pró Reitora de Pós-Graduação
RG 39824381872
8.1.
COMISSÃO DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA
A Comissão de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária é
um órgão assessor do Coordenador do Curso de Medicina Veterinária
quanto às questões técnico-adminsitrativas do refeiro Programa, sendo
composta nesse ano de 2015, pelos seguintes membros:
Prof. Dr. Rodrigo Prevedello Franco – Presidente
Prof. Msc. Rômulo Estangari Lot
Prof. Msc. Milena Friolani
Prof. Msc. Letícia Peternelli da Silva
Prof. Msc. Paulo Sérgio Scorsato
Aprimoranda Renata Alves de Paula – Titular
Aprimorando Djonatan Risso - Suplente
Avenida: Hygino Muzzy Filho, 1001 Campus Universitário CEP: 17.525–902 - Marília/SP | Fone (14) 2105-4000 [email protected] www.unimar.br
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Projeto Pedagógico Medicina Veterinária 2015