,..¬"
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Í*
›
?UNIVERSIDADÊ FEDERAL DE SANTA CATARINA
`
EscovAçÃo DENTÃRIA REALIZADA com EscovAs coNÂÁ
f
/
VENCIONAIS
E
COM UM DISPOSITIVO
DE
‹ESPONJA
PLASTICA: ESTUDO COMPARATIVO EM CRIANÇAS DE
6
A 12 ANOS
m
DISSERTAÇÃO SUBMETIDA A UNIVERÍSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PARA OB;
`.
1
TENçÃo no TITULO DE áMEsTRE EM gDoNToREp¿
A
AIR1Afi.-mv
O
z
REJANE MARIA GOMES GONÇALVES
ø
4!
Novembro
-
1985
'
1
-1¡_
ESTA DISSERTAÇAO FOI JULGADA ADEQUADA PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE "MESTRE EM ODONTOPEDIATRLA", APRESENTADA
Ã
PERANTE
BANCA EXAMINADORA COMPOSTA DOS PROFESSORES:
a
1
K
&\
'Í
I
WS.
>vi
\
1
.
\
\
/
/E
RDE
oR
'oo
cuRso
Y
'^.fl~~
V
'W
-iii-
\
DEDICO ESTE TRABALHO A MEU
IRMÃO CAÇULA MANUEL GONÇALVES
SILVA NETO
-
"NETINHO".
DA
u
_~¡v-
AGRADECIMENTOS
AOS MEUS PAIS, IRMÃOS
"O
TEMPO PASSOU
E
E
AMIGOS.
COM
ELE
SOFRIMENTO DAS HORAS TRISTES, DAS DES
PEDIDAS E DA AUSÊNCIA. AS ALEGRIASDE HQ
O
JE TAMBEM SÃO SUAS, POIS, O SEU'
AMOR,
SEU ESTÍMULO
ARMAS
E
DESTASVITORIA".
CARINHO FORAM AS
-V-_
7
AO PROFESSOR
ROGERIO
HENRIQUE
HILDEBRAND DA SILVA, MEU PROFUNDO
E
SINCE
RO AGRADECIMENTO, NÃO SD PELA ORIENTAÇÃO
CRITERIOSA
E
SEGURA, MAS PELA CONFIANÇA
AMIZADE DURANTE
LHO.
\
A
REALIZAÇÃO DESTE
E
TRABA
AGRADECIMENTOS
ESPECIAIS
'
Ã
4
Profe§soraMARIA LINHARES NOU,
da
Faculdade de Odontologia
Universidade Federal de Sergipe, pela amizade
da
e
confian-
ça.
Ao Professor DALTRO HALLA, do Departamento de Estomatologia
da
Universidade Federal
de
Santa Catarina, pela vafiosa aju-
da no levantamento bibliografico.
._
'
Ao Professor PEDRO ALBERTO BARBETTA, do Grupo de Apoio Esta
tistico
ã
Pesquisa do Departamento de Ciência Estatistica
e
Computaçao da Universidade Federal de Santa Catarina, pe
lo apoio recebido no tratamento estatistico da pesquisa,alem
da
da
dedicaçao e amizade durante este trabalho.
Ao Professor LUIZ NARCISO BARATIERI do Departamento de Esto
matologia
da
Universidade Federal de Santa Catarina,
fotografias.
pelas
_
à Direção do Grupo Escolar PADRE JOÃO ALFREDO ROHR, na pes-
soa do Professor NILSON REDUZINO DE SOUZA
RIA DA GRAÇA DUTRA, pela amizade
e
e
da
Professora MA
confiança que ‹mpositarmn
em mim, permitindo meu livre acesso
a
esse estabelecimento
de ensino.
Aos Professores e alunos do Grupo Escolar Padre João Alfredo
Rohr, pela colaboração
e
participação decisiva na realização
da fase experimental.
Ã
Senhora MAGDA CAMARGO LANGE RAMOS, responsavel pela Biblig
teca Setorial de Odontologia da Universidade Federal de Santa Catarina, pelo estimulo e amizade, além da revisão de nos
sas Referências Bibliogrãficas.
~_
--
.
Ao amigo MARCOS STRUVE, pela ajuda nas traduçoes dos artigos
Ii
-vii-
-
Ao amigo OMAR FRANKLIN HOLLINA, pelo apoio, amizade
ança no meu trabalho.
As amigas ROSA
confi
e
.
MARIA SALLA, LEDA FREITAS
e
MIRIAM CAMPOS CE
que, na convivência diãria demonstraram serem amigas
e
com-
preensiveis para elevar-me nas horas dificeis.
Ao Senhor EDSON COSTA, pela datilografia deste trabalho.
As
Colegas de Curso, pelas horas de convivio
e
aprendiza-
gem mutua.
A
Deus, que esteve presente em todos os momentos permitindo
alcançar
o
objetivo proposto.
i
.¢
Aos Professores do Curso, pela amizade.
Ãs
amigas FÁTIMA MELLO
São Paulo durante
o
e
ALAIDE HERHÍNIA, pela recepção
Levantamento
Biliogrãfico.
em
-viii-
RESUMO
'
presente trabalho apresenta um dispositivo de
O
esponja plãstica, como uma alternativa para remoção da
bacteriana, testado
e
comparado
a
escova dental convencional,
numa amostra de l05 escolares entre
ambos os sexos, quanto
`
a
6
e
l2 anos de idade,
eficiencia na remoçao da placa bacte
idade
a
remoção
e
bacteriana, tanto para
o
dispositivo de esponja plãím
escova dental.
O
indice de higiene oral uti-
tica como para
lizado foi
a
PODSHADLEY
o de
Performace
ne
de,
~
~
riana, existência ou não de correlação com
da placa
placa
Index).
O
HADLEY (P.H.P.
-
Personal Hygie-
autor concluiu que
o
dispositivo
&
de
esponja plãstica removeu maior quantidade de placa bacteriana
que
a
a
escova dental, não houve nitida relação entre
quantidade de placa bacteriana removida por ambos
de higienizaçao usados
ca
a
e
que
o
a
idade
os
›
_
_.
meios
dispositivo de esponja plasti-
constitui-se em alternativa economicamente acessivel
higienização bucal.
e
»
para
ABSTRACT
A
work
as
an
plastic sponge apparatus
is
presentedin this
alternative for dental plaque removal, tested
compared to the usual toothbrush in
a
sample of lO5
female schoolchildren with ages ranging from
6
to l2
verify the efficiency in plaque removal and the
and
male and
years,to
correlation
between the age of the child and the ability in plaque removal
with the plastic sponge apparatus and with the usualtooümruyu
The
PODSHADLEY
&
HADLEY Personal Hygiene Performancelndex was
used to evaluate the oral hygiene status.
-
The author conclued that the plastic:sponge ap-
paratusremoved more dental plaque than the usual
there was not
a
toothbrush;
clear relationship between the age of thechild
and the amount of plaque removed by both thevwys ofimothbmsing
and that the plastic sponge apparatus seems to be an economic
ally_
accessible alternative for the oral hygiene.
$
-X-
D
N
I
C
I
E
Pag
RESUMO....V
ABSTRACT
.
.
1NTRonuçÃo
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
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.
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.
.
..
..
REVISÃO DA LITERATURA.....
PROPOSIÇAO
MATERIAL
.
.
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.
.
.
.
MÉTODO
E
RESULTADOS
CONCLUSÕES
.
.
.
.
.
.
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..
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.
.
..
DISCUSSAO....
E
.
.
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.
..
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
.
.
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23
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ix
2.
TO»
36
55
57
fz
cAPITuLo
1NTRonuçÃo
¿
1
`
-‹.
-2-
6
cAPI1uLo
1
1NTRoouçÃo
A
preocupaçao do homem com
muito antes de
ta de
a
higiene buca1 da
qualquer descrição acerca da p1acaba5
teriana, cujo contro1e empirico jã era rea1izado 3.000 A.Cp,
pe1os hindus-vedas (NEINBERG, citado por MARTINS67 1981).
'
dava
a
Escu1ãpio em 1.300 A.C., enfatizava
importância da higiene buca1 como forma de
recomen
e
prevenir
suas enfermidades. Dizia ainda que Arad~Nova, medico
._
"
de1
rey" da Babi1onia, no ano 700 A.C. sugeria a remoçao da p1a
instru
ca bacteriana e dos indutos dos dentes. Os primeiros
mentos uti1izados para esse fim foram 1asca de madeira
so combinados com bochechos
a1guns dentifricios.
e
A
e
os
esco-
va dentãria foi mencionada pe1a primeira vez no ano 43 A.C.,
no poema "E1 Arte de Hacer e1 Amor". A escova moderna
foi
criada pe16s chineses em 1498 (cuADRos2], 1972).
Prevenção
ë a
1ogia de hoje e, sem dívida,
temãtica predominante na Odonto
a
me1hor maneira de 1utar con-
tra as enfermidades bucais ë preveni-1as, contro1ando
a
p1¿
ca bacteriana (CUADR0S2], 1972) e não existe, na atua1idade,
me1hor recurso que
os
meios mecânicos para este fim (CURTIS
et a11123, 1957; LAscALA58, 1959; coHEN et e1i1]8, 1967; P5
RES78, 1967; 1010 et e11195, 1967; DALE24, 1969;
1972; sANeNEs et e11184; 1972; BAsso
N15 et 61119, 1973; MUNIZ
&
3
auLzoN3Ê
soRooN13, 1973; BERÊ
oiERo75, 1973;
cuNHA
_&
“Timo-
co22, 1974; PARODI77, 1974; MeDoNALD69, 1977; LOEÕ4, 1978;
eaERMo33,-1980; wAERHAu698, 1981; sAR1AN ez 611186, 1982).
'3-
.
escovas dentãrias, com formas
As
'
_
ferentes, constituem
ó1funó1ó6s (MoRcH
agentes mais_ampla
os
tamanhos di
e
universalmente
e
WAERHAUG73, 1956; cuR11s et 811123, 1957;
8
ELL1o1128, 1963; DER8YsH1vE
8
MANKoD125, 1964; HoovER
8
LEF-
Kow11z48, 1965; coHEN et 611118, 1967; suoM193, 1971; Ro8ER1
som
8
wADE8], 1972; MUNIZ
8
0158075, 1973; PARQDI77,
Lot et 511163, 1975; LoE54, 1978; zAMoRA
1974;
NAsc1MEN1o1Q?1978;
8
8As-
cAMPos et â111l3, 1980; 8Asso4, 1982; HALLA42, 1982;
11AAN5, 1984; CHEN
O
bre
me
a
8
PACKÍ5, 1984).
efeito de massagem produzido pela escova so-
gengiva deve ser considerado um fator muito importante
saude de mesma (s1ANMEYER9], 1957; LASCALA58, 1959;
LIMA
et 611160, 1964; PEREs et 611178, 1967; 1oLLEoo 8 SAMPAIO94,
1968; BAHHZ, 197o; suoM193, 1971; KoN et 511154, 1972; BERENIE et 51119, 1978; Lot et 611163, 1975).
-
Jã o fio dental, o palito, as escovas e
ladores interdentais,
escovas unitufos
as
e
a
estimu
hidroterapia
feita com aparelhos tipo "water Pick" sao os meios mais indi
cados para higiene dos espaços interdentais, constituindo-se
em me16s eu×111âreâ epöâ
8
escovação (L1MA59, 1958;
LA58, 1959; LIMA et 611160, 1964; HENNING
Lo8ENE62, 1969; FINE
8
LAsc5
FENNING45, 1968;
BAUMHAMMERSZ9, 197o; GJERMQ
8
FLo1A32,
197o; PARODI77, 1974; HALLA41, 1978; GJERMO33, 1980;
8oR1Ns
8
et 811155, 1982).
A
placa bacteriana
microorganismos Gram positivos
e
e
formada, basicamente, por
Gram negativos
e
seus produ
tos, que podem ser nocivos tanto para os tecidos dentãrios cg
mo para
o
4
,
periodonto, alem de detritos, celulas mortas, flui
do gengival, tudo embebido numa matriz amorfa (TOTO el ali§5,
-4-
.
19õ7; DALE24,'19õ9; BAHH2, 1970; 9R1NER1], 1971; QuAnRos2],
1972; BASSO3, 1973; MARTINS67, 1981);
o1ho ni,
a
a
invisTve1
inco1or,
e
não ser quando corada por substãncias reve1adg
~
ras e difere da materia a1ba por nao ser removida com
.-
boche
chos ou jatos d'agua (SAULYTIS87, 1974). Uma vez formada
.-
e
examinada dentro de um periodo de tempo uniforme, apresenta
a
mesma constituiçao, nao importando
o
paciente adote
me
a
SAWJWIS87,
e
'
de uma p1aca e o
tempo mëdio entre
o
As
aproximadamen
de
tempo que determina
a
freqüência neceí
~
(CUADROSZI, 1972
remoção
e
efetiva da higienizaçao para manter
e
a.
amadurecimento de outra
te 24 horas e ë esse
e
a
.-
saude
denta1
SAULYTIS87, 1974).
substãncias reve1adoras da p1aca têm
por
p1aca bacteriana, dando-nos uma
me-
objetivo evidenciar
a
1hor ideia do seu vo1ume
.-
ajudar indiretamente,
a
e
-
4
atingida, a1em de
da area denta1
reduzir
o
nümero de microorganismos,
quando ap1icadas antes da escovação, bem como auxi1iar
tivação da higiene buca1, principa1mente
vestibu1ar, mesia1
a
que
(BRITOIZ, 1970), variando contudo, confor
Teoricamente,
_-
tipo de higiene
região em que se encontra (PARODI77, 1974
1974).
saria
o
e
a
nTve1 das faces
a
sAuMHAMMsRs29, 1970;
BELLINI et a1i17, 1974).
V
4
dentifricios tambem tem
dando na motivação
e
mg
dista1 (TOTO et a1ii95, 1967; PODSHADLEY
HADLEY79, 1968; 1ovo96, 1969; FINE
Os
a
o
seu pape1,
aju-
execução de escovação e, em alguns ca-
sos, co1aborando na prevenção da cãrie, quando possuem f1Gor
~
4
na sua composiçao, desde que usados segundo criterios espe-
zífiçaâ (s1ARKEv92, 1951; LIMA ez a1116°, 1964; GuEoEs-P1N-
To et a11136, 1972; PARob177, 1974; MeboNALn69, 1977;
sA-z
RIAN et e11186, 1982; 8AsT1AAN5, 1984).
vários autores (LAscALA58, 1959; ELL1oT1 28
^
LEFKow1iz48, 1965; cousn et e11118, 1967;1o¿
sAMPA1o94; 1968; DALEZ4, 1969; sAN6NEs et e1118¶1972;
1963; HoovER
Leno
8
,
8
BERENIE et â1119, 1973; cuNHA
11Noco22, 1974; PARmn77,197«
8
MeboNALD69, 1977; MARTINSÕ7, 1981
e
s1Ns19°, 1985)
frisâmâ
importancia da placa no inicio e evoluçao da doença periodon
tal que, segundo KON54 (l972), instala-se na zona de
menor
resistência, qual seja,
a
papila vestibular
epitélio do COL (depressão que une
o
lingual situada entre os espaços inter
e
dentais dos dentes posteriores). A placa bacteriana aparece
primeiro nos espaços interproximais
e
depois nas superfícies
lisas (LANG et alii57, l973). A doença periodontal ë um prof
z
blema de saude publica
e
o
controle da placa bacteriana deve
ser um procedimento de rotina,
nivel domiciliar
a
de clini
e
ea (L1MA59, 1958; MtcLuRE68, 1966; HENNING 8 FANN1Ne45,1968;
Totttoo
8
sAMPA1o94, 1968; cuAbRos2], 1972; Gusbes-PINTO
e11135, 1972; CUNHA
11Noco22, 1974;-PARob177, 1974;LowuP5,
8
1975; MenoNALb69, 1977; cAMPos et e11tl3, 198o;
1981).
e18BoNs3],
1
A
O
controle quimico da placa bacterianaatua in-
terferindo na formação, retenção
e
colonização dos microrga-
nismos. Para isso, vãrias substâncias foram testadas,
as quais os
dina
e
et
a
antibiõticos
Ale×idina,foram
e as
enzimas; outras como
as que se
a
entre
Clorexi
destacaram. Todavia,
fazem necessãrios maiores estudos no que se refere aos
4
tos colaterais proprios de cada uma, sendo preferivel
.-
las nos casos em;que
a
escovação torna-se impossivel,
se
efei
.-
usa
-
como
_64
por exemplo nos pos-operatorios, nos tratamentos ortodonticos
e
._
-~
em deficientes mentais
tes-<eJERM0
8
e
fisicos totalmente dependen-
FL01A32, 1970; PAR00177, 1974;
sAuLYs11s87,
1974; L0E64, 1978).
”
A
higienização bucal correta
hãbi-
ë fruto de
to adquirido, que deveria ser estimulado 0 mais cedo possi-
ve1
(MecLuRE58, 1966; LINDHE
8
H0cK61, 1967; 6uLz0N38,1972;
605066-PINT0 et 811135, 1972; 606069-PINT036, 1972; MUNIZ 8
0168075, 1978; 6uE0Es-PINT0 et 81113', 1976; zAM0RA 8 NASc1MEN10]°°, 1978; 1sAM1s0uR1s et 811197, 1979; cAMP0s
et
811113, 1980; K0R1Ns et 81115? 1982; Hooez et 811147, 1983)
A
escova
e
o
fio dental devem ser utilizados desde
ção decidua, com
o
objetivo de criar
0
denti-
a
hãbito (LINDHE
&
Kocxõl, 1967; eusoss-PINT0 et 811137, 1976; sAN6NEs85, 1974
Me00NAL069, 1977; sAR1AN et 811186, 1982).
car
a
E
1mp6rt8nte edu
populaçao nesse sentido pois quanto mais
compreende
os
efeitos nocivos da placa bacteriana
to estamos da prevençao. Para isso e
.o
...,
clarecer, motivar,\orientar
ensinar
e
individuo
0
mais periu
,
,
necessario mostrar, es
criar novas maneiras de
como
_
a
tornarem-se mais cuidadosas com
a
sau-
de da cavidade bucal
(COHEN et alii18, l967; TOLLEDO
&
SAM-
as
pessoas
PA1094, 1968; su0M193, 1971; cuNHA
R065, 1976; 01826, 1986
e
8
11N0c022, 1974;
Lou-
s1N619°, 1986).
Estudos comparando
efetividade de diferen
a
tes tipos de escovas dentãrias manuais
comportamento no que diz respeito
ã
mostraram
*o
diminuição dos
-
mesmo
indices
de placa, subseqüente ã escovação (SHICK & ASH JR88, l96l;
8Av et 81116, 1967; MeKEN0R1cK et 811170, 1968; 8EReENH0L1z
et 811110, 1969; GJERM0
8
FL01A32, 1970; 0'LEARY75,
~1970;
-7-
.
NADE84, 1972; HALLA4°,
1974; NARREN et 611199, 1977; HALLA44, 1978; H1RsmN¶Lo 46,
HALL
coNRoY39, 1971; Ro8ER1soN
8
1974; MENDES et 611172, 1981
e
8
cHoN6 et 611147, 1983; BA;
11ANN5, 1984).
Quando comparadas ãs convencionais
esco_.
as
9
vas eletricas mostraram-se um pouco mais eficientes
..
~
4
diminuiçao
dos indices de placa, porem seu uso
._
_
limita-
e
do em virtude do elevado custo, destinando-se mais
entes mental
e
fisicamente impedidos (DERBYSHIVE
8125, 1964; coNRov49, 1965; HUFF
8
na
&
paci
a
MANKO-
puN-
1AYLoR49, 1965;
KINZ7, 1966; MANHOLDÕÕ, 1967; MeKENpR1cK et 611170, 1968;
HALL
coNRoY39, 1971; MuN1z
8
8
Lo1ERo75, 1973;
PARODI77,
1974; M¢poNALp69, 1977; cooN1z2°, 1983). T6mbëm
não
se
pode demonstrar diferenças significativas quando se compa
ram diferentes técnicas de escovação, em relação
ã
elimi-
nação da placa bacteriana, (CURTIS et alii?3, l957; RODpA82, 1968; FRANpsEN et 611130, 1970; HANSEN 8 eJERMo 43,
1971; sANaNEs84, 1972; BERENDSEN et 61118, 1974;aANN1s5°,
1974; PARop177, 1974; sAR1AN et 611186, 1982 es1mn“3J986)
Contudo
ã
técnica mais recomendada para crianças ë
a
hori
zontal, talvez pela facilidade de ensino, compreensão
e×e¢uçã6 (KINMELMAN
8
1AssMAN52, 1960; s1ARKEY92, 1961
sANeNEs er 611184, 1972; MUNIZ
1974; Ruas
8
8
MAceREcoR83, 1978).
›
ção à remoção da placa nos espaços interdentais
te e o
SEN
&
mesmo para todas
as
;
1oLEoo75, 1973; sAmnms85,
Vale salientar que o comportamento em
ao
e
rala
geralmen
tecnicas'(O'LEARY76,l97O;-HAN-^
_.
GJERM043, l97l). Segundo alguns autores
(
LINDHE
&
xocK64, 1967; euLzoN38, 1972; HALLA44, 1978;H1RscHFELo45,
-8_
l979),
tempo de escovaçao deve ser no minimo de›2
o
a
minu
3
tos. Portanto, não existem escovas nem tëcnicas ideais
~
d
v
para
se obter uma higienizaçao perfeita por si so. hxistem,
sim,
._
meios que, associados, permitem uma melhor higienização.
Segundo BASS04 (l982),
supermercados
os
Baseado
pam 78% dos principais canais de vendas no Brasil.
nessa informação,
o
mento dos custos de
ocu-
autor deste trabalho realizou um levanta
5
-
escovas dentarias vendidas em
5
dos su
permerdados existentes em Florianõpolis, verificando que, em
junho de l985, os preços dessas escovas variavam de
a
Cr$l.l48
Cr$ll.l35.
Dedos de F.1.B.e.E.]4 (1983) reveierem que se-
gundo
censo realizado em l980, l9.543.268 familias
o
brasi-
leiras, compostas em mšdia por 4,5 membros, Htinham renda fa
miliar de atã
o
5
salãrios minimos. Levando-se em consideração
rendimento familiar medio da maioria das familias brasilei
._
ras, ocusto mëdio das escovas dentãrias
assumindo-seque
e
as
escovas tem pouca durabilidade e, por conseguinte, devem ser
_
¢`
substituidas periodicamente
a
cada
4
a
6
semanas
(Mc-KEN-
pR1cK7l, 1971), ou aos primeiros sinais oe deformação (KRE1¿
FELDT et aliisõ, l980), supõe-se que grande parcela da população brasileira não tem condições de realizar com
a
eficãcia
higienização bucal. Portanto, metodos alternativos de higi
enização bucal devem ser pesquisados.
fi
,
\_L.zz5.¬‹~¡L
,
‹-
~
W
fz
›‹
w
_'
›‹;~¬¬›~w¬_w,«
zz
-
5
a
“'
CAPÍTULO
II
REVISÃO DA LITERATURA
‹f`›
T
'
40¿
CAPÍTULO
REVISÃO
/Q
le
momento
II
LITERATURA
DA
segunda cuRT1s et M1123 (1957), até
aqua-~
e
escova dentãria tinha sido apontada como
a
todo mais eficiente para controlar
placa bacteriana
a
ra-manutenção da saüde gengival, porëm, não havia
ção sobre qual
‹4>
o
mê-
e
pa-
defini-
tëcnica mais eficiente.
a
LIMA59 (l958) dizia que
a
escova-
tëcnica de
çao recomendada dependia da possibilidade de ensino
coleti
vo ou pessoal e das condições individuais. Através de abser
vações clinicas aceita-se que
quentemente
`
a
lor profilãtico
gengivite associa-se
a
ma higiene e que
_-
e
terapêutico.
fre-
~
a
correta escovaçao tinha va
O
uso de escova era extrema-
'
-
mente precãrio, existindo provavelmente uma incidencia muito alta de mã higiene bucal; as cerdas naturais macias pare
4
ciam ser mais satisfatorias que as medias.
KINMELMAN
._
&
TASSMAN52 (l960) pesquisaran dese
nhos de escovas para crianças
e
verificaram que
as
escovas
com cerdas mëdias eram mais eficientes do que as com cerdas
duras
e
moles;
os
testes indicaram que
moção da placa estava relacionada com
e
que
a
o
a
efetividade na re
desenho da
escovaçao executada por crianças com menos
anos foi mais rãpida, mais ao acaso
e
escova
de.
sete
mais errada do que
a
,
feita por crianças maiores de sete anos. As areas
mais escg
vadas por crianças de
2
a
7
anos foram as.superfTcies vesti
bulares dos dentes anteriores.
-
Para
a
A.D.A.] (l96l),
as
especificações
uma escova dentãria são as seguintes: promover
a
de
limpeza
..`|]..
dos dentes
e
da cavidade bucal devendo, por conseguinte, sa
tisfazer requisitos de forma, tamanho
de fãcil manejo,
meavel
._
`
a
textura. Precisa ser
e
eficiente, fãcil de limpar, arejada, imper
-
umidade, duravel
de baixo custo. As
e
principais
propriedades funcionais são: flexibilidade, elasticidade
rigidez das cerdas, resistencia, rigidez
e
leveza do cabo.
e
sH1cK_& AsH88 (1961) acreditavam não haver ai
ferenças entre as cerdas naturais
~
çao da placa bacteriana. Avaliaram
tical usando duas escovas,
ajustãvel
e
a
artificiais na remo-
as
e
d
~
metodo de escovaçaovef
o
convencional
e
outra de cabeça
concluiram que ambas comportaram-se da mesma ma
neira no que se refere
remoção de placa bacteriana.
a
STARKEY92 (l96l) recomendou
os dentifricios que contem fluoreto
escova mëdia
estanhoso;
.-
.,-
a
'
a
e
~
abrasao da
~
~
estrutura dentaria independia da dureza ou composiçao
._
das
cerdas, porëm quase que diretamente das propriedades do den
tifricio õsmfiadas com
a
escovação.
A
ra crianças muito pequenas devia ser
da pelos pais. Tambëm recomendou
a
tëcnica de escovaçãopa
horizontal
a
executa
e
escovação logo apõs cada
refeiçao.
HARRms1oN
_
TERRY44 (1964) estudaram
&
são dentãria causada por movimentos de escova manual
mãtica, analisando
a
abra-
a
e
abrasão provocada por cerdas duras
auto
_e
moles. Verificaram que as escovas automãticas promoveram`BO%
mais abrasao que as escovas manuais 3
cerdas duras produziram 80%
de
manual macia causou 50%
.abrasão;
foi
fator,»
importante
de
na
quelasç escovas manuais com
abrasão, enquanto
a
dureza das
abrasãozxlaescovação.
dental produzido pela escovação
ë
O
a
escova
cerdas*
desgaste
geralmente diretamente pqp
_]2-
porcional ao diametro
e
inversamente proporcional ao compri
mento das cerdas.
KINMELMAN53 (1964) anâiisou instruções de es-
.
covação em 340 pacientes com idades entre
~
periodo de tres anos; para
a
autor,
7
anos,por um
~
tecnica deRoumao
._
a
foi
que exigiu menos tempo para ser ensinada e com menos cor~¬
reçoes;
a
o
2 e
_
tecnica que comsumiu mais tempo
a
de Charter's. Nao houve
do paciente e
o
correlaçao entre
tipo de tëcnica.
~
instruçoes
e
idade
a
foi
sexo
e
erros mais comuns em to
Os
das as tecnicas, em ordem de freqüencia do maior para o me-
nor foram os seguintes:
-
-
Escovaram certas areas em excesso
-
Escovaçao total
omiti-
e
ram outras.
inadequada.
e
-Empmmammmu›de escova
e
movimentos
incorre
tos.
_
-
~
Manipulaçao muito rapida da escova ecom
.-
,
`
ta força.
,
mui
_
-
Na
tëcnica de escovação por Rotação
4
mais comum foi excesso em certas areas
Hurr
'
â
e
o
erro
~
omissao em outras.
1AYLoR49 (1965) compararam oito
vas dentais usadas em odontopediatria para avaliar
a
esca-
efeti-
vidade na remoçao da placa bacteriana, em crianças com idades entre
7
el9 anos. Das escovas testadas
uma elëtrica; concluiram que
a
7
eram manuais
escova elëtrica, não S5
e
foi
mais efetiva que as escovas convencionais, como requereu me
nor tempo (23 segundos) do que as outras; as escovascom~ce§
das naturais foram menos eficientes.
.
eäã segunda PEREs
et a11178 (1967), 'â
1
eieição
-l3-
'
escovação ficaria condicionada
da tëcnica de
mo idade, desenvolvimento neuro-muscular
do paciente.
õinm
BERGENHQLTZ et
eficiencia de
.`
a
fatores, co-
estado
e
gengival
(1959), verificando
â
~
escovas dentarias na remoçao da placa bacte
.ø
4
riana, utilizaram
ça larga e outra
escovas com cerdas rigidas (uma de cabe
2
e
2
escovas de cerdas
(tambëm uma com cabeça larga
e
outra estreita)
estreita)
e
flexiveis
concluiram
que nao houve diferenças entre essas escovas na remoçao
placa bacteriana.
da
'
KARDEL
s.
OLESEN5] (1969) pesquiâârâm
0
efeito
de limpeza entre quatro diferentes tipos de escovas, no que
se refere a tamanho,
ram que
tamanho
o
variedade
e
Conclui-
nümero de tufos.
nümero de tufos não influenciaramna lim
e
peza dentaria.
_-
Para 0'LEARY76 (1970), ninguëm podia determi-
_
nar se
te de
a
~
escova em particular ou tecnica de escovaçao‹u|agen
.-
limpeza interdental era nitidamente superior
Por sua vez, o uso de muitos agentes
e
a
outro.
-
tecnicas era baseado
nas impressões clinicas. A cabeça pequena da escova
penmtia
`
melhor acesso as partes posteriores da boca. Na verdade,
a
escova infantil era freqüentemente prescrita para pacientes
com boca pequena ou com dentes mal posicionados.
i_*
CHONG]6 (l97l) avaliou objetivamente
-
a
Q
respec-
ra de seis escovas dentarias de tres marcas, com as
tivas categorias mëdia, dura e macia
e
concluiu que
am poucas diferenças entre suas texturas.
HALL
.
tomãtica com
a
a
coNRov39 (1971), zampârânao
textu-
existi
-V
â
-
escova ag
manual em crianças prë-escolares, concluíram
-14-
_
que
a
escova eletrica foi mais efetiva na remoção da
bacteriana
placa
que, em geral, maior quantidade de placa
e
foi
removida da superficie vestibular do que da superficie lingual; os dentes anteriores foram mais efetivamente limpos do
que os dentes posteriores.
De âooroo com MoKENoR1cK et âi1â71
escovas deveriam ser substituídas
mo,
a
a
(1971), os
Q
cada mes ou,
.-
cada seis semanas. Uma escova se desgasta muito
cedo do que comumente se supõe.
tor que reduz
O
tempo não
ë o
vida util da escova; quanto mais usada
..
a
lidade de uma escova
ë
a
a
es
durabi
inversamente proporcional ao seu tem
maneira como
escova
po de uso
e
te do que
seu tempo de duraçao.
a
mais
principal fa
cova mais cedo ela se deforma. Para esses autores,
a
ã
usada ë mais importan
.
Para KON et alii54 (l972),
o
mais
eleição de uma técnica de escovação, seria
na
maxi-
no
o
importante
fato do pa-
ciente ter habilidade para executã-la. A dureza das cerdas
e
o
tipo de escova deveriam variar de acordo com
a
tëcnica
escovação eleita.
de
ROBERTSON
&
NADESI (l972), comparando três ti
pos de escovas, cujas cabeças apresentavam o mesmo
compri-
mento, mas com cerdas de filamentos com diâmetro diferentes,
concluiram que
ram
o
os
-
filamentos de diametro de 0,25mm
indice de placa, enquanto que
as
reduzi-
escovas com filamen-
tos de 0,l4mm não foram eficientes com relação ã remoção da
placa. Embora as escovas de cerdas flexíveis tivessem` duas
a
_
tres vezes
o
,
numero de filamentos, elas-foram.considera
das inferiores com respeito
demonstrar que
o
a
remoçao de placa. Isto parece
diametro do filamento
z.
-
,.
e
mais importanteque
..›`|5..
numero de tufos com razoavel numero de filamentos.
_-
._
o
..-
HALLA4O (l974) realizou estudos para melhor es
clarecer
~
papel da escovaçao na remoçao da placa
_.
o
considerando cinco tipos diferentes de escovas,
4
dentaria,
concluindo
que as escovas comportaram-se da mesma maneira noque diz res
`
peito
`
diminuiçao do indice de higiene bucal, conseqüente
.f
-_.
a
escovação.
A
a
higiene parece ter sido melhor nas faces vesti-
bulares do que nas faces linguais
e
no arco superior
do que
inferior.
o
aANN1s5° (1974) estudou ziânizamenre duas téc-
-
nicas de escovaçao,
de Stilman
a
modificada
e
Horizontal,
a
concluindo não haver diferenças estatisticamente significan
tes entre ambas, com relação ã remoção de placa bacteriana.
escovação pareceram ser mais eficientes
As duas tëcnicas de
antero-superior do que nas regiões posteriores;
na região
a
escovação pareceu ser mais eficiente nas faces vestibulares
do que quando efetuada nas faces linguais dos dentes superi
ores
inferiores;
e
eficiência da escovação pareceu ser se
a
melhante quando efetuada nos dentes superiores
wARREN et âi1199 (1977) âvaiiarâm
-
de três escovas quanto
cluiram que
as
a
inflnfiores.
e
â
efetividme
remoção da placa bacteriana
con
e
diferenças entre as escovas não foram .esta-
tisticamente significativas. As escovas foram mais efetivas
nas superfícies vestibulares dos dentes posteriores do
que
na lingual. Nos dentes anteriores nenhuma diferença foi
no-
tada.
KREIFELDT et alii56 (l980) fizeram um ~estudo
~
sistematico na eficiencia de remoçao de placa com
.ø
usadas
_.
e
concluíram que
as
escovas
escovas deformadas produzem
.
um
_`|6..
decrescimo consideravel
_.
_-
remoçao de placa;
na
.-_.
formadas foram mais lesivas para
as
as
cerdas
de-
gengivas. Recomendarama
substituição da escova aos primeiro sinais
deformação.
de
e1BsoNs3] (1981), utiiizenae metades de prepâ
ganda
os
e
promessas de trocar escovas velhas de 332 individu-
que responderam
questionarios por ele enviados, verifi
._
a
cou que 24% das escovas eram escolhidas pelas mães
espo-
e
sas; 22% pela textura; l7% pela cor; 6,5% pelo tamanho;
pela forma ou por conselho de algum amigo ou
Ressaltou, ainda, que
cientizado
tar
o
de que a
o
profissional.¬
publico deveria ser avisado
~
profissao odontologica
.-
individuo para lhe recomendar
4%
e
cons-
e
capaz de orien
meios mais eficien
os
-
tes de remoção de placa bacteriana. Dos 332 individuos, 54¿%
tinham escovas ha mais de
.-
mais de
l
ano
6
meses, 32,5% tinham escovas
34% tinham suas escovas com
e
3
me-
meses ou
nos de uso.
.-
ha
,
Msnoes et eii172 (1981)
verifieerem
e
ëncia na remoção da placa bacteriana de duas escovas
mëtodos de escovação,
de Fones e o de
o
efieie
dois
modifica-
Stilman
do, em 60 crianças em idade escolar. Ao avaliar as tëcnicas
de escovação consideraram que
a
grande maioria as
aplicava
corretamente, havendo em geral falhas na escovaçao de
lingual dos molares, especialmente, dos dentes
Concluiram que
ë
face
inferiores;
necessãrio insistir na escovação das faces
linguais desses dentes, uma vez que havia sempre uma
certa
dificuldade em higienizar esta regiao.
Segundo BASS04 (l982),
de escovas foi
mercado
o
brasileiro
estimado em 60 milhões de unidades
gerando um volume
de
z
em l972,
~
negocios em torno de 80 milhoes de cru
.
_]7-
zeiros. As escovas vendidas no Brasil em funçao de sua quali
dade
e
preço, estavam divididas em
pular,.segmento Mëdio
3
segmento
e e
sub-grupos: segmento Po
Premium, tendo como prin
cipais marcas para cada sub-grupoí
Segmento
Segmento
Popular: ASTRAL
Mëdio: COLGATE
Segmento
_
Premium: ALCANCE
JOHNSON'S
COLGATE ANATÕMICA
CONDOR
TEK
KÕLYNOS ODONTOLUGICA
.
~PRO'
ORAL
B"
TEK ESPE-
CIAL
HALLA42 (l982) enfatizou que, para obtençãode
uma boa limpeza bucal, alëm da escova, outros fatores deviam
ser considerados, tais como, tempo, freqüencia, tecnicade es
covação, habilidade manual
tiam dividas de que
a
e
motivação. Para
o
autor nãoexis
escova dental ocupava posição de desta
que.
KORINS et alii55 (l982), realizando uma explg
~
pri-
raçao de saude bucal em salas de aulas com crianças do
_.
meiro grau, afirmaram que
as
crianças não escovavamseus den¬
tes efetivamente sozinhas; as crianças escovaram os
anteriores melhor que
os
posteriores
lares melhor que as linguais;
foi
na
deficiente
e
as
superfícies vesti-
escovação da ãrea
gengival
nao existiram diferenças relativas ao
sexo
habilidade da escovação.
cHoNG ec
-
paciente,
a
aiii”
escolha da escova
mente por tentativa
,
a
e
dentes
e
(1983) a1sâe›~am~qu‹-z-, para
_
e
-0
um assunto pessoal, provavel
erro. Uma vez encontrada
a
escova cer.
..`|8_
ta,
a
pessoa continua
ma marca
e
usar
a
e
comprar
mesma escova, da mes
a
textura. Recomendaçoes por dentistas, promoçoes
e
custo desempenham um papel importante na escolha destes produ
tos, mas qualquer que seja
a
razão,
consumidor
o
dirigido
ë
caractefis
para usar um produto confiãvel. Para
o
comprador,
tica mais importante de uma escova ë
a
textura, ou seja,
reza especifica ou suavidade da escova.
du
individuo
do
e
a
determinar
dificil
E
influência separada da escova, da tëcnica
a
a
por causa da forte interaçao entre esses fatores.
RTBEIR08O (l983) realizou uma pesquisana qual
¬z£§
ensinou, para dois grupos de crianças de
6
e
anos de idade,
7
tëcnica de escovação original de Fones para um grupo ea tëç
a
nica de escovaçao de Fones modificada por outros autores para
o
outro grupo. Concluiu que as crianças que escovaram seus den
tes seguindo
a
desempenho que
.z
seguiram
as que
bëm que as crianças de
dentes que as de
7
6
a
outra tecnica. Concluiu tam..-
da placa dentaria entre
duas cabeças, usando
.pla foi
4
a
a
o
efeito da
escova convencional
e
.-
tecnica de Bass modificada em 34 paci-
superior ã escova convencional, embora
na media geral nao tenha havido diferença. A
.-
motivação
e
os
remoção
unm escova com
resultados indicaram que, lingualmente,
ciente em escovar
seus
anos, seguindo ambas as tecnicas.
._
Os
._
anos de idade escovaram melhor
BASTIAAN5 (l984 comparou
entes.
melhor
tecnica original de Fones apresentavam
a
escova du
clinicamente,
habilidade do pa
dentes depende de sua destreza
manual,
habilidade em seguir as instruções.
GONÇALVES et alii34 (l984) divulgaram
alternativo de higiene bucal idealizado por um dos
um meio
autores,
orientado pelos demais. Pensando em mëtodos delfigimfização.bu-
-19-
.
cal acessíveis
a
populaçao de baixa renda, foi idealizado um
dispositivo de esponja plãstica com
finalidade de oferecer
a
mais uma alternativa na remoçao da placa bacteriana; para ve
rificar sua eficiência,
com
o
dispositivo proposto foi comparado
4
escova dentaria convencional, numa amostra de 24 esco-
a
lares do lQ grau, de ambos os sexos, com idades entre
anos.
ne
indice bucal empregado foi
O
o
6
e
l2
P.H.P. (Personal Hygie-
Performace Index) proposto por PODSHADLEY
cução da fase experimental foi feita em
rentes dias; na lë etapa foi realizada
HADLEY.l\e×edife-
etapas, em
2
a
&
revelação
placa
de
atraves de bochechos, anotaçao do indice P.H.P.,higienizaçao
_.
bucal com
a
~«
.f
-_.,
escova dentãria convencional, seguida
velação de placa
e
semelhante, so que
._
de nova
re
anotação do indice P.H.P.. A ZÉ etapa
foi
higienizaçao bucal foi feita com
dis-
a
-.
o
positivo de esponja plãstica. Cada criança escovou seus den`
4
tes a sua maneira, sem tempo pre-determinado, usando
dental
de
e
escovas padronizadas; concluiu-se que
o
creme
dispositivo
4
esponja plastica proposto constituiu-se em alunnativa tao
-.
eficiente quanto
a
escova dental na remoção da placa bacteri
ana, na amostra estudada.
Segundo
os
a
MUIR74 (l984),
seria interessante que
g
fabricantes de escovas dentarias colocassem nos involucros
,.
tëcnida recomendada para aquele tipo de escova,
taria
o
que aumen
o
nivel de compreensão de escovação.
‹.
cAPI1uLo 111
PRoPos1çÃo
-2'|-
CAPITULO III
'
PRoPos1çÃo
Tendo em vista
necessidade de oferecer
a
popu~
ã
lação de baixa renda meios alternativos de higienização bucal,
o
autor propoe-se
ampliar
a
o
estudo de GONÇALVES
alii34 (l984), com vistasa:
l
Comparar
et
›
eficiencia do dispositivo de espon
a
ja plãstica e da escova dentãria
convencional
na remoçao da placa bacteriana;
2.
Verificar
a
-
^
influencia da idade na eficiencia
da remoção da placa bacteriana, utilizando-se
ambos os meios de higienização bucal
dentaria
._
e
(
4
escova
dispositivo de esponja plastica).
\
CAP I TU L O
I
V
_
..23-
CAPÍTULO
MATERIAL
IV
MÉTODO
E
estudo foi realizado em lO5 escolares de
O
l2 anos de idade, de ambos os
sexos, matriculados no
6
a
Grupo
Escolar Padre Joao Alfredo Rohr, pertencente
`
pal de ensino, localizado na zona urbana de
Florianopolis,
`
....
a
rede munici-
Santa Catarina.
Tabela 4.l
-
Distribuição das crianças incluidas na pesquisa, por idade
IDAOE
ll
l2
O6
O8
O9
O5
52
O7
O9
O7
O6
lO
53
l5
l5
15
T5
T5
l05
7
8
9
F
O8
08
O8
M
O7
07
l5` l5
TOTAL
1
V
Y
_
pEscR1,çÃo, po
p1sPos1T1vo DE
ESPONJA PLASTICA
O
.
TOTAL
TO
6
SEXO
sexo.
e
'
dispositivo de esponja plãstica* para higie-
nização bucal utilizado na presente pesquisa foi idealizado
pelo autor, como tarefa da Disciplina de Clinica Odontopedi
do Curso de Pos-Graduação em Odontologia - Opção
(*) 0_dispositivo de esponja plãstica tem_entrada para pedido de privilegio junto ao MIC (Ministerio da Industria e Comercio), sob o prof
tocolo MU 6402120.
ãtrica
Ii
-24-
Odontopediatria da Universidade Federal de Santa Catarina.
Compreende um pedaço de bambu fino, com
.-
de
l5 cm
comprimento, que possui em uma das extremidades, um pe-
daço de esponja plastica usada para lavar pratos
..
.
3,0 cm de largura
e
comprimento por l,5 cm
de
'k
com
,
expessura,
fixado por um barbante fino, com 20 cm de comprimento, for
mando assim, sua parte ativa.
O
duas fendas do bambü (fig.
com
l)
barbante
a
4
e
encaixado
nas
finalidade de proporci
onar segurança e estabilidade na fixaçao da esponja.
A tabela 4.2
tamento dos preços
de 5
apresenta os resultados do levan
escovas dentãrias,.realizado em su
permercados de Florianopolis, relatado no capitulo Ia
Na mesma ëpoca em que fizemos o levantamento;
dos preços das escovas, fizemos tambëm um`mvanUmmnto
dos
custos das partes formadoras do dispositivo de emumjaplãstica proposto. Chegamos
Cr$84,00 (oitenta
ca custa
e
a
um custo unitãrio aproximado
de
quatro cruzeiros). Cada esponja plãsti
Cr$460,00 e, quando cortada nas dimensões preconi
zadas pelo autor, rende l2 partes ativas; os bambus
._
~
sao ven
_
didos em embalagens contendo 50 unidades, por um preço me-
dio de Cr$l.920;
o
preço mëdio do rolo
de
barbante
ë
Cr$6.000, rendendo 9l5 pedaços de barbante.
* -
Esponja plastica "SFREG", ref. 474/3, fabricada por
BETTANIN INDUSTRIAL S/A.
.-
de
_25..
¬
É
'
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(1,
__
_
z
V
_
7'
_
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t.
i.
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A
É:
9
i
_
1
s,
ao
FIGURA
A
-
B C
to
ea
i
-
1
-
a_
#fl..»,%¬_--f
_
Dispositivo de esponja plastica.
..
Componentes do Dispositivo:
- Fio de barbante
(20 cm)
- Esponja piãstica
(3 x 1,5 cm)
- Pedaço de bambü
(15 cm)
Pedaço de bambü (cabo visto de perfil com o fio
de barbante encaixado nas fendas da extremidade)
Dispositivo de esponja piãstica pronto para uso.
_25-
-
Tabela 4.2
_
“OM
S
Preços de cinco escovas dentãrias, pesquisadas em cinco
supermercados. Florianõpolis, 07106/85.
9
R
A
ESCOV A
CA
ALDO
R
ALCANCE
A
B
C
CF$
CP$
*Cr$
.
D
E
Cr$
Cr$
-1
Çr$~
12.725 11.920
9.300
9.950
9.596
8.900
JORDAN
-
4.042
4.800
4.340
3.980
TEK ~
3.655
2.033 .l.990
2.100
4.660
JOHNSON'S
_
..,
PREço
MÉDIO
L
-
9.450
11.315
z
-
.
9.474
_
_
'
V
4.315
2»887
1
11
KoLvNos
872g
_!
_
431
1
_“_
970
1.220
z
_
_'.
_
1.250
__
_
1.148
1
__
_
DE1ERM1NAçÃo no 1AMANHo DA AMos1RA
Entramos em contato com
tistico
o
Grupo de Apoio Esta
Pesquisa (GAEPJ, do Departamento de Ciências Es-
ã
tatisticas
e da
Computaçao do Centro Tecnologico da Univer
,-
.¬..
sidade Federal de Santa Catarina, para
manho da amostra
a
definição do
tipo de teste estatístico
e
a
ta-
ser reali-
zado.
Para que fosse definido com maior precisão
tamanho
se
do
da
amostra,
_
_
foi
trabalho .realizado
utilizada
por
como
base
a
34
o
anali_
GONÇALVES et alii(l984),
..27..
para fazermos uma estimativa do desvio-padrao da variavel de
interesse que corresponde
diferença do P.H.P. entre
ã
higienização bucal, quais sejam, dispo-
to dos dois meios de
f
sitivo de esponja plastica
t
escova dental.
e
Considerando que
×
mëtodo adotado foi
o
para amostra pareadas, verificamos
manho minimo igual
efel
o
teste
o
que uma amostra de tg
l0O fornecia grande poder no teste; is-
a
to ë, pequenas diferenças nas mëdias populacionais
(da esco-
_
va e dispositivo de esponja plastica) teriam grandes chances
de serem detectadas no teste-efetuado
trais.
partir dos dadosamos
a
'
'Podendo
idade influenciar na comparação
a
dos
meios de higienização, selecionamos crianças numa particular
faixa etãria
o
l2 anos
-
6
(
)
e
-
também procuramos selecionar
mesmo numero de crianças para cada idade considerada.
cando a amostra constituida por
7
da grupo formado por l5 elementos
Fi-
grupo de crianças, sendo ca
(Tab. 4.l). Isto
~
facili-
tou uma complementaçao no estudo, atraves de analise estatií
.-
.-
tica do efeito idade (na faixa etãria considerada) na compa~
~
raçao dos meios de higienizaçao de interesse
A
.vA89,
1975
e
~
._
variavel sexo nao foi considerada, tendo
vista que meninos
que se refere
.
e
meninas apresentam
o
em
mesmo desempenho no
higienizaçao bucal (KINMELMAN53, l964;
l<oR1Ns et ai1154, 1982).
a
SIL~
._
INDICE DE HIGIENIZAÇÃO BUCAL
Definido
tato com
a
o
tamanho da amostra, entramos em con
direção do Grupo Escolar Pedro João Alfredo Rohr,
_28..
para fazermos
a
triagem das lO5 crianças.
radas foram aquelas que
idades conside
As
crianças apresentavam no dia
as
do
inicio da fase experimental da pesquisa, dia Dô de março de
l985. Todas as crianças desta amostra atenderam aos pre-re,.
quisitos para se empregar
to por PoDsHADLEv
s.
o
HAULI-:Y79
indice de higiene bucal propos.
.(P.H.P.
-
Perâanâi Hygíene Pe;
formace Index). Escolhemos esse indice por ter sido
em trabalhos anteriores, alëm da fãcil aplicação
usado
leitura,
e
constituindo-se em realizar um exame bucal com espelho clinico nos dentes selecionados, apõs
criança fazer bochedun
a
A
com substancia reveladora ou mastigar um tablete'
ou ainda ter
corante,
.
passado sobre os dentes um cotonete embebidoem
substancia reveladora.
-.
O
exame realizado nos dentes permanentes
feito na seguinte ordem:
a)
foi
_
Primeiro Molar Superior Direito
Superfi-
-
cie Vestibular.
b)
Incisivo Central Superior Direito
Super-
-
I.
ficie Vestibular.
c)
Primeiro Molar Superior Esquerdo
-
Superfí
-
Superfí
cie Vestibular.
d)
Primeiro Molar Inferior Esquerdo
cie Lingual.
e)-Incisivo Central Inferior Esquerdo
-
Super
ficie Vestibular.
f)
Primeiro Molar Inferior Direito
cie Lingual.
Foram adotados
'
-
SuperĒ
'
_
os
seguintes critërios
para
a
substituição de dentes sem condições de uso para determina-
_29_
ção do indice P.H.P.:
Se inexiste
V
primeiro molar permanente ou es-
o
teestiwäsecom menos de 3/4 da coroa erupcionada, ou restaura
destruído, anotava-se
do com coroa total ou muito
molar deciduo como substituto. Se
ausente
duo ou sem possibilidades de uso,
era
o
substituto. Se faltantes
o
segundo
o
29 molar
o
primeiro molar
decí
deciduo
três, um "A" (ausente) era
os
colocado na ficha de anotaçao. Se inexistisse
incisivo cen
o
tral, este era substituido pelo incisivo central adjacente
Se faltantes ambos os incisivos centrais,
utilizava-se
.
in-
o
cisivo lateral. Se nenhum deles estivesse presente ou nao pu
desse ser usado, utilizava-se os deciduos e na ausencia destes, novamente colocava-se um "Ê" na ficha.
O
mëtodo escolhido preconiza
çao para os achados: para anotar
o
examinador divide
o
dente em
o
a
seguinte anota-
induto em cada superficie,
partes. A coroa clinica
5
subdividida longitudinalmente em terço mesial, mediano
ficie proximal adjacente.
dis
e
divi-
tal. Os terços mesial e distal são as primeiras duas
sões, cada ãrea se extendendo do terço mediano para
ë
a
super-
terço mediano e, entao subdividi
O
do horizontalmente em terços gengival, mediano
e
oclusal.
-
Cada uma destas
5
-
areas
._
e
examinada pela
›
pre-
sença de indutos bucais corados de vermelho. Se apresenta in
duto anota-se
nas quais
valor "Q"
o
.-¬
e
l.
O
valor
l
anotado somente para auela;ãreas
ë
induto esta definitivamente presente.
.-
4
anotado para as areas duvidosas.
O
menor
-30-
Fig.
2
É ~
3 Subdivisoes
I.
-
superficie examinada no metodo P.H.P,
-f
da
.
.
com exemplos da utilizaçao do indice.
A-
5
sub-divisões
B-
Grau
3
de induto
C-
Grau
l
de induto
D-
Grau
4 de
O
induto
grau de induto para cada dente
pela soma dos valores de cada uma das
to
“
5
ãreas.
e
representado
O
grau de indu
paraas superfícies de cada um dos dentes designados,
locado em uma tabela
e
o
grau de desempenho da higiene
~
numero de superfícies
_.
'examidadas.
co-
bucal
do paciente e calculado pela divisao da soma dos graus
.z
.-
e
pelo
.
FASE EXPERIMENTAL
Para
cessarias
..
6
a
realização da fase experimental foram ng
(seis) semanas. A amostra foi dividida em
2
gru-
pos, cada grupo tendo um dia na semana para executar sua higi
enizaçao bucal, para que
o
intervalo entre uma higienizaçao
e
outra fosse uma constante (uma semana); desta forma, cada cri
ança (apesar de nao ser avisada) jã tinha
6
dias
marcados para efetuar sua higienização bucal com
previamente
os 2
meios
propostos pelo pesquisador, alternadamente.
Tivemos sorte por nao ocorrerem faltas
crianças a escola que pudessem prejudicar
o
trabalho,
dessas
talvez
..3]-
pela ëpoca escolhida para
pesquisa (inicio das aulas
a
e
tam
bêm pela estação do ano (verão).
Toda
A
a
parte experimental foi realizada sempre
antes do recreio, com
ne bucal de cada
_
_.
lizaçao
a
a
finalidade de aquilatar
a
real higie
criança, dando assim maior precisão
f
leitura do indice P.H.P.
e
visua
e
_
tambem diminuir as vari
ãveis intervenientes, como por exemplo, presença de
indutos
-
(provenientes do lanche) em todas superfícies dentarias
o
(
contagem das superficies coradas ).
As crianças escovaram seus dentes
da maneira
que poderia mascarar
a
que estavam acostumadas, não havendo, portanto, interferën
a
f
cia de tecnicas.
das
.
de
-›‹*
0
uso do creme dental
se fez presente durante toda
higienizaçao foi utilizado
sem inais confiãveis, uma vez que
~
~
conduta e disposiçao em relaçao
3
a
e
escovas padroniza¬
.__
experiencia. Cada meio
criança ë muito
a
_
_
vezes para que os resultados fos-
iiistãvel
.-
realizada no prõprio gru
po Escolar, pelo autor, tendo como anotadora uma
enfermagem, ambos previamente calibrados.
A cada semana foi alternado
_
atendente de
o meio de higienização;
escova, dispositivo, escova, dispositivo, escova, dispositivo.
para cada criança, durante as
l-a
na sua
seus liabitos de liigiene.
a
A coleta de dados foi
-
*
6
semanas
a
Tivemos
seguinte condutar
SEMANA
._.¿_.__.____..._i.
l.
revelaçao da placa bacteriana,
se fucsina basica diluida
'°
(
(
*
**
-
)
-
)
.
(
***)
-
.
.
-r
a
utilizando-
5%, aplicada com cotonetes
Creme Dental KOLYNOS
.
***
em
'
Escovasüentás CONDOR INFANTLL; cedidas_genti1mente
pelo DASP, Departamento Autonomo de Saude Publica
de Santa-Catarina, uma para cada criança.
JOHNSON & JOHNSON
-32_
todas as superficies“dentarias
na ficha
e
anotaçao do indice P.H.P.,
individual (modelo 4.l);
higienização com escova dental sem marcação
2.
4
~
do tempo e sem orientaçao sobre metodos de escovaçao;
.....
nova revelação da placa bacteriana
3.
nova
e
anotação do indice P.H.P. na ficha individual correspondente
29 SEMANA'
revelação da placa bacteriana, utilizando~
l.
fucsina basica diluida
se
a
5%, aplicada com cotonetes em tg
,
das as superficies dentarias
e
a
~
›taçao do indice P.H.P., na
fiana inaiviauai (made1o'4.2);
.
higienização com
2.
plãstica sem marcação de tempo
e
o
dispositivo
esponja
de
sem orientação de método de
escovaçao;
nova revelação da placa bacteriana
3.
nova
e
anotaçao do indice P.H.P. na ficha individual correspondente
sEMANAs
~z;i1í39 e 55
Idënticas
-
49
a
lê
Semana
sEMANAs
e
a..i-..í.._-_-__í.--.
-
aê
Idënticas
a
Zé Semana-
Ao tërmino da fase experimental elaboramos
mëdias dos indices P.H.P. de cada criança, obtidos
depois da utilização dos meios de higienização
e
distribuimos
com
a
os
a
e
considerados
valores encontrados em tabelas, de
idade seguindo
antes
as
acordo
ordem numërica das fichas individuais
-33_
Modelo 4.1
CURSO DE PDS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA-OPÇÃO ODONTOPEDIATRIA
FICHA INDIVIDUAL PARA ANOTAÇÃO DO INDICE P.H.P.
Nome:_
Idade:
.
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...
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Escola:
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Datas dos Exames:
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Observações:
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..Se×o:
..Data de nascimento:
.
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.
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.
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N9
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..Serie:
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..
.
-agnoauz-øuuoonozu...-~‹~ú›z¢u¢zu--nu-onuúozànznonnøoøuuó
P.H.P. Antes da Escovação Dentãria feita com;a Escova Dental
IÇMSDi ICSD
Superf. Dentãria
19
D
I
A
IQMSE
IÇMIE
P.H.P. Apõs}Escovação Dentãria feita com
Superf. Dentãria 'IQMSD' ICSD'
IÇMSE
a
Escova Dental
I9MIE`aICIE
IQMID
Indice Individ
_
P.H.P. Antes da Escovacão Dentaria feita com
D
Indice Individ
Grau
Grau
29
IQMID
ICIE
Superf. Dentãria
Grau
IQMSD
ICSD
IÇMSE
IÇMIE
a
fiscoya Dental
ICIE
w
Indice Individ
IMID
'
I
A
~
_-
_.
P.H.P. Apos Escovaçao Dentaria feita com a Escova Dental
superf.oentã›~1â'1oMso
1csD`
Iomsz
IQMIE
1c1Ee
1<.›M1o
Indice Inznvia
Grau
P.H.P. Antes da Escovação Dentãria feita com a Escova Dental
Suprf. Dentãria
Z
IÇMSD
ICSD
IÇMSE
IQMIE
ICIE
IÇMID
Indice Individ
Grau
00
>*'°C3'O
P.H.P. Apõs Escovacão Dentãria Feita com a Escoya Dental
Superf. Dentãria
Grau
IÇMSD
ICSD
IQMSE' IÇMIE
}
ICIE UWIQMID
}
Í
í
Indice Individ
Modeio 4.2
-34-
CURSO DE PDS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA-OPÇÃO ODONTOPEDIATRIA
FICHA INDIVIDUAL PARA ANOTAÇÃO DO INDICE P.H.P.
Nomezf
Idade:
.
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Esco1a:
Datas dos Exames:
Observações:
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..Sexo:
..Data de Nascimento:
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..
..Sërie:
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›
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P.H.P. Antes da Escovação Dentãria feita com o Dispositivo de Esponja
Superf. Dentãria
IQ
D
I
A
ICSD' IQMSE
IQMSD
IÇMIE' ICIE
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Indice Individ
Grau
P.H.P. Apos Escovação Dentãria com Dispositivo de Esponja
Superf. Dentãria
ICSD` IQMSE
IÇMSD
IQMIE
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IÇMID
V
Índice Individ
Grau
P.H.P. Antes da Escovação Dentãria feita com o Dispositivo de Esponja
Superf. Dentãria
ICSD
|IÇMSD
IQMSE
IQMIE
ICIE
IQMID' Indice Individ
9 Grau
D
I
A
P
.-
._
H.P. Apos Escovaçao Dentaria feita com o Dispositivo de Esponja
_...
Superf. Dentaria
IQMSE
_
ICSD_'I9MSE
IQMIE
ICIE
IQMID
Indice Individ
Grau
P.H¿P. Antes da Escovaçao Dentãria feita com o Dispositivo de Esponja
.-
Superf. Dentaria
39
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Indice Individ
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J>""*C7
'U
I
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Apõs Escovação Dentãria feita com o Dispositivo de Esponja
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Superf. Dentaria í'I9MSD
Grau
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RE SHU LTADOS` E DISCUSSÃO
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RESULTADOS
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DISCUSSÃO
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APRESENTAÇÃO DOS DADOS
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Neste capitulo nos preocuparemos em apresen
tar, analisar
e
discutir os resultados obtidos
dos coletados.
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partirdos da
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Para analise dos dados, utilizamos tecnicas
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de estatistica descritiva, bem como, realizamos alguns testes
estatisticos, para podermos generalizar
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Os dados
coletados, obtidos segundo
a
meto-
dologia descrita no capitulo anterior, estão representadosnas
tabelas 5.l, 5.2, 5.3, 5.4, 5.5, 5.6
e
5.7. Na tabela 5.8apre
4
sentamos uma sumarizaçao desses dados, indicando as medias
›
os erros padrões das
....
mëdias para cada idade
higienizaçao utilizado.
As colunas
las serão usadas nas anãlises
(3), (6)
e
cada
meio
de
e
(7) dessas
tabe
estatisticas apresentadas
prõximos tõpicos; cada uma dessas colunas*tem
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Coluna (3)
-
reduçao do P.H.P. devido a hi
higienizaçao pela escova
dental
o
i
_
Coluna (6)
-
,
que chamamos "efeito escova?
redução do P.H.P. devido
a
hi-
gienização pelo dispositivo de
esponja plastica,
o
que chama-
mos "efeito dispositivo".
Coluna (7)
-
diferença entre
sivo-escova,
o
o
efeito dispg
que chamamos de
"efeito adicional do dispositi
vo em relação ã escova dental"
ESTUDO DA INFLUENCIA DA IDADE NOS MEIOS DE HIGIENIZAÇÃO
5.2
PROPOSTOS
A tabela 5.9 e o
grãfico 5.l representam
comportamento dos efeitos dos dois meios de higienizaçao,com n_
lação ã idade das crianças, na faixa etãria considerada.
Tabela 5.9
-
.-
,
dental
DADE
(anos)
HIGIEN E
Efeito escova)
Efeito dispositivo
Efeito adicig
nal
~
Medias da variaçao do P.H.P. pelo uso da
e
-
dispositivo de esponja plastica.
A
ô
7
-0,16 -0,l7
8
io
9
-O,l7 -0,14 -0,ll
ii
12
-0,21
-O,l8
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-0,27 -0,28
-0,32 -0,26 -0,33
-0,46
-0,35
-O,ll -0,ll
-0,15 -0,12 -0,22
-0,25
-O,l7
escova
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DA
E
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P.H.P.
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Escovâ
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LEGENDA:
amarro Escovâ.
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Erslfo msposlrnvo.
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msposmvo
Escovâ.
Anos)
_47..
Analisando
rificamos que
tabela 5;9
a
e
grafico 5.l, ve
o
amostra utilizada indica não haver
a
uma niti-
da influência da idade na eficiência dos meios de
çao considerados,
que de certa forma nos causou surpresa.
o
Nossos resultados concordam com
_
KINMELMAN53 (1964)
de
discordam dos resultados
e
(l983) que, comparando
6
6
e
7
achados
os
RIBEIR08e
de
tecnica de Fones original
a
modificada em crianças de
ças de
higieniza-
de Fones
e
anos, concluiu que as
anos escovaram melhor seus dentes que as de
seguindo ambas
as
tecnicas.
crian7
anos
,
.
Dentro da faixa etaria por nos estudada, as
.-
-
._
crianças com ll anos obtiveram melhor resposta ao usodos dois
meios de higienização, sendo seguidas pelas crianças de
l2, 8, 9,i7
e
6
l0,
anos, embora as diferenças nao tenham sido es
tatisticamente significantes. Para ambos
zaçao utilizados na pesquisa,
os
meios de higieni-
os
comportamentos dentro de ca-
da idade em particular, seguiram linhas semelhantes, ou seja,
4
houve um paralelismo das linhas do grafico correspondentes
cada meio, evidenciando, no entanto,
penho mostrado com
tica em relaçao
....
`-
a
a
superioridade do desem
utilização do dispositivo deesponja plãs-
escova convencional, dados estes que
ser comprovados analisando-se
te ao
a
a
e
V
ll
podem
,
linha do grafico corresponden
efeito adicional do dispositivo, particularmente
des de lO
a
nas iqa
anos.
Com
a
finalidade de verificar se as
peque-
nas alterações das mëdias das variãveis de interesse nas dife
rentes idades podem ser assumidas como erros amostrais (e nao
como diferenças reais no universo em estudo), realizamos
teste com
o
coeficiente de correlaçao de Pearson,
o
um
qual mede
nga
relaçao linear entre
coeficiente de correlação, aplicado
O
variãveis idade
ção
efeito adicional do dispositivo em
e
escova, forneceu
a
variaveis.
as duas
o
resultado
ãs
rela-
-0,l8.
r =
Para verificar se esse resultado pode ser
generalizado para
populaçao, fizemos um teste sobre
a
esse
coeficiente:
4
Hipotese nula: nao ha correlaçao entre
variãveis (idade
....
_-
as
....
efeito adicional do dispositivo em rela-
e
ção ã escova).
Hipõtese alternativa: hã correlação entre
ç
as
variãveis (idade
e
feito adicional do dispositivo em re-
›
lação
ã
escova).
-
t
estatistica do teste, que
A
`
forneceu
Es
=.q£fã,
o
valor
t
.-
e
dada
por
-l,83.
=
Comparando este valor com
valor critico
o
tabelado TTab = l,96, devemos aceitar a hipõtese nula, isto
~
~
as
e, nao podemos afirmar que ha correlaçao linear entre
._
duas variaveis, ao nivel de 5%, considerando
.-
o
teste bilate
ral.
O
_
4
valor da estatistica esta bastante pro-
ximo do valor critico tabelado, mas como
o
tamanho da amos-
tra ë grande (l05 individuos), podemos admitir, sem maiores
preocupações,
a
hipõtese nula como verdadeira.
'
Justificamos, assim, que nao existe
influência estatisticamente significativa entre
Q
variavel que mede
a
idade e
a
diferença do desempenho dos dois_ metof
.-
dos de higienização.
'
_
I
a
uma
___
._
_49..
5.3
COMPARAÇÃO DOS MEIOS DE HIGIENIZAÇÃO
-
Como
'
idade, na faixa etaria considerada,
a
não influenciou diretamente
o
efeito adicional do dispositi-
vo em relação ã escova dental, como visto no tõpico
ante-
rior, não vamos considerar essa variãvel para efeito de com-
paração dos meios de higienização.
Com
'
›
o
objetivo de comparar
~
higienizaçao, consideramos novamente
os
doisneios de
variavel Q =
efeito
adicional do dispositivo em relação ã escova. Pela forma co.-
a
mo essa variavel foi definida, se sua media for:
.-
._
Menor que zero
Igual
zero
a
=>
efeito dispositivo melhor
os dois meios são
_:>
iguais
l
Maior que zero :> efeito escova melhor.
Na amostra que coletamos, encontramos
¢
variavel Q
uma media amostral
.-
a
Com
o
3
-
-0,16.
objetivo de verificar se
a
diferença
media amostral entre os dois meios de higienizaçao (em
.-
favor
.-_.
do dispositivo) pode ser generalizada, no sentido de
uma diferença real entre
lação, aplicamos
a
para
indicar
_.
media dos dois tratamentos na popu
teste E para amostra pareadas.
o
A
estatistica deste teste
,.
e
dada por:
tz-_d___.*Fn`
só
onde:
4
n
=
tamanho da escova
E
=
mëdia amostral das diferenças
sd- estimativa do ¢sviopadrao das diferenças.
Em nossa amostra obtivemos
t
=
-7,6l.
-gp
Como
.
t
> TTab
=
l,96 (nivel 5%
e
teste bi
lateral) podemos afirmar que existem diferenças estatistica
mente significativas, entre
os
dois meios de higienizaçao
considerados na pesquisa; indicando superioridade do dispo-
sitivo de esponja plastica em relaçao
amostra estudada.
_
a
escova dermria,
na
ç
Ressalte-se que, em trabalho anterior,GON
ÇALVES et alii34 (l984) não ;encontraram diferenças entre
eficãcia do dispositivo de esponja
e
da escova dentãria con
vencional na remoçao da placa bacteriana,
.-..
justifica
a
a
o
f
si
que, por
_.
so,
ampliação da amostra realizada na presente pes-
quisa.
'
Apõs observarmos cada ficha individual pa
ra os dois meios de higienizaçao em questao, atraves dos in
dices atribuídos para cada face dos dentes examinados, per-
cebemos que
a
remoção da placa bacteriana foi maior na
re-
giao antero-superior do que nas regioes posteriores; ,maior
nas superficies vestibulares do que nas superfícies
guais dos dentes superiores
e
lin
-
inferiores, resultados estes,
que vem concordar com vãrios autores, entre os quais
KIN-
(
1AssMAN52, 196o; ELLIÓTTZ8, 1963; HALL 8 amnov 39,
1967; HALLA4°, 1974; JANN1s49, 1974; wARREN et e11199,1977;
MELMAN
8
MENbEs et 611172, 1981; KoR1Ns et â11i55, 1982).
1
superioridade
a
Segundo vãrios pesquisadores, não
de um tipo de
outro, no que se refere
a
escova convencional em
formas
e
tamanhos
(
existe
relaçao
SHICH
&
ASH
JR88, 1961; HUFF &»iAYLoR49, 1966; BERGENHQLTZ et e111]Ê1969
o'LEARY75, 1970; HALLA39, 1974; wARREN99, 1977; 8As11AAN5
1984
e
6oNçALvEs et e11134, 1984), tamanho
e
,
número de tufes
..5]-
(KARDEL
a
6
oLEsEN5], 1969
RosER1soN
e
6
wAbE8], 1972). Tambem
literatura consultada nao aponta uma tecnica ideal, fican-
do esta condicionada
vãrios fatores, como idade,motivação,
a
desenvolvimento psico-motor, condição bucal
esco-
tipo de
e
(KINMELMAN53, 1964; PEREs et a11178, 1967; o¬EARY"°,197o;
ve
Kom et e11i54, 1972; aANN1s5°, 1974; MENoEs et a11172,
1981;
cHoNe et â111]7, 1983
as
e
MULR74, 1984). De mesma forme,
covas elëtricas, apesar de serem mais eficientes em
a
quantidade
e
e¿
relação
tempo de remoçao da placa bacteriana
que
as
convencionais, tem seu uso limitado em virtude do elevado pqâ
eo e peuee aivuigeçäe (HARRINGTON 6 TERRY44, 1964; HUEE
&
1AYLoR49, 1965
levam-nos
a
HALL
e
comparar
a
os
coNRov39, 1971); Estes
eementãriee
preços medios das escovas convencio_.
~
nais pertencentes aos tres grupos classificados por BASSO 4
.
em l982 (popular, medio
e
.
.
premium) que, segundo levantamento
realizado pelo autor desta pesquisa em junho de l985
vam de Cr$l.l48
,
Cr$ll.3l5 (vide capitulo I), com
varia-
preço má
dio do dispositivo de esponja plãstica calculado em levantaa
o
mento na mesma epoca (Cr$84.00). Lembrando-nos que,
7l
McKENDRICK et alii (l97l)
segundo
KREIFELDT et alii56 (1980),
e
escovas dentãrias devem ser trocadas
a
cada 4
a
õswmnas
as
ou
aos primeiros sinais de deformação e considerando as
condi-
ções sõcio-econômicas atuais da maioria da população
brasi-
leira, parece claro
e
valido divulgarmos mais esta alternati
va, que tem papel semelhante
tãria
e
e
ou superior ao da escova den-
que parece atender as especificações da A.D.A.1 U962)
no que se refere
a
eficiência, manejo, custo
Durante
a
e
fãcillimpeza.
realização da pesquisa foi possí
vel observar que o dispositivo de esponja plãstica pode
ser
-52-
utilizado vãrias vezes. Sua confecção
simples, fãcil
ë
rata, podendo ser confeccionado pela propria criança,
forma de motivação
treinamento de destreza manual.
e
xo custo quando comparado ãs escovas convencionais,
se
acessivel
a
como
De bai-
torna-
utilização do dispositivo de esponja plãstica,
_
e
uma vez que sua parte ativa
os
ba-
e
substituivel, logo que
mostre
primeiros sinais de deformação. Outras vantagens são ofecontrãrio
recidas, principalmente em relação ao cabo que, ao
das escovas convencionais,
perfeitamente reaproveitãvel
ë
possui tamanho da parte ativa
e
;
cabo compativeis com as dife
renças individuais, tais como idade
tamanho da cavidade_bu
e
cal, permitindo qualquer tipo de movimento, quer seja circular, horizontal, vertical ou vibratõrio. Facilita
a
higieni-
zaçao dentaria em pacientes excepcionais, que geralmente nao
~
possuem coordenaçao motora, ja que todos
.-
os
lados da esponja
funcionam como parte ativa, Tambëm pode ser indicado paracri
anças entre
7 e
20 meses de
idade, devido ao fãcil manuseio
por parte do responsavel pela sua higienizaçao, despreocupan
do-o de irritar os tecidos moles da cavidade bucal, causa mui
to freqüente de não ser iniciado o hãbito de higienebucal
tenra idade; substitui, com vantagens,
ze
enrolada no dedo
e
o
em
uso de cotonetes,ga
outros procedimentos usados nessa fai-
xa etãria, por oferecer maior ação de limpeza a nivel inter-
dental, que esses métodos_
Oferecemos, assim,
.
`
as
comunidades
caren-
tes, mais uma alternativa para que consigam evitar grande parte
afecçoes
das
bucais oriundas da placa bacteriana. No entanto, estudos pos
teriores devem ser realizados, envolvendo durabilidadedo‹fis
positivo de esponja plastica, tëcnicas de escovação mais ade
_53_
quadas,ação sobre
os
tecidos gengivais
e
outros reiacionados
com as demais especificações da A.D.A.]i(1962), aihda nãoteí
tadas nesta pesquisa.
" 'màà
`
CAPÍTULO
1
~
_
.i.._._.z.¬
_.
...›..
.__
,_ ___.
_....__-,._
VI
CONCLUSÕES
V
._._.
Q
-._
'
_55_
CAPÍTULO'VI
CONCLUSÕES
Os
resultados obtidos, nas condiçoes experi-
mentais do presente trabalho, levam-nos as seguintescon
clusões:
-
l.
'
dispositivo de esponja plastica removeu
O
maior quantidade de placa bacteriana
que
a
do
escova convencional usada na pesqui
sa;
2.
~
~
Nao houve nitida relaçao entre
a
.f
a
idade
e
quantidade de placa bacteriana removida
por ambos os meios de higienização (dispo
sitivo de esponja plãstica
tal).
e
escova
den'
CAPITULO
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