UNIVERSIDADE DE UBERABA
PROJETO PEDAGÓGICO
ADMINISTRAÇÃO
MODALIDADE PRESENCIAL
Uberlândia/MG
2015
Projeto Pedagógico do
Curso Administração
Modalidade Presencial
REITOR
PROF. MARCELO PALMÉRIO
PRÓ-REITORA DE ENSINO SUPERIOR
PROFª. INARA BARBOSA PENA ELIAS
DIRETORA
PROFª. MARLY TEIXEIRA DE MORAES
NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
PROF. ESPEC. CASSIO REZENDE DE BRITO
PROF. DR. JULIO CÉSAR OLIVEIRA
PROFª. ESPEC. MARLY TEIXEIRA DE MORAES
PROF. MS. STEFANO SCHWENCK BORGES VALE VITA
PROF. MS. THIAGO FERNANDO FERREIRA
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO............................................................................................................................ 5
1 A INSTITUIÇÃO ........................................................................................................................... 7
1.1 IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................................................. 7
1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA ................................................................ 7
1.2.1 Histórico da Universidade de Uberaba – UNIUBE ............................................................. 7
1.2.2 Inserção Regional .............................................................................................................. 8
1.3 PRINCÍPIOS ORIENTADORES........................................................................................................ 13
1.3.1 Missão ............................................................................................................................. 13
1.3.2 Objetivos.......................................................................................................................... 13
1.3.3 Visão de Futuro ............................................................................................................... 14
1.4 REFERENCIAIS ÉTICO-POLÍTICOS ................................................................................................. 14
1.5 REFERENCIAIS EPISTEMOLÓGICOS, EDUCACIONAIS E TÉCNICOS ............................................... 15
1.6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ......................................................................................................... 16
1.6.1 Ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social .................................................... 17
1.6.2 Cursos da Educação Superior na UNIUBE........................................................................ 21
1.7 MODALIDADES DE ENSINO ......................................................................................................... 23
1.7.1 Presencial ........................................................................................................................ 23
1.7.2 A Distância ....................................................................................................................... 23
2 A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO E CURRÍCULO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM ........... 24
3 METODOLOGIA DO ENSINO...................................................................................................... 27
3.1 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO PROCESSO ENSINOAPRENDIZAGEM ............................................................................................................................. 28
3.2 MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E ESTUDANTES ............................................. 30
3.3 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL ......................................................................................... 32
4 O CURSO.................................................................................................................................. 34
4.1 IDENTIFICAÇÃO ........................................................................................................................... 34
4.2 BREVE HISTÓRICO E TRAJETÓRIA ................................................................................................ 34
4.3 JUSTIFICATIVA ............................................................................................................................. 36
4.4 OBJETIVOS ................................................................................................................................... 39
4.5 PERFIL DO EGRESSO .................................................................................................................... 40
4.6 O PROJETO DO CURSO E SUA IDENTIDADE COM AS Diretrizes curriculares nacionais .............. 40
5 PROPOSTA PEDAGÓGICA ......................................................................................................... 42
5.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR EIXOS TEMÁTICOS E UNIDADES TEMÁTICAS ........................ 43
5.1.1 Componentes da Formação ............................................................................................ 44
5.2 FLEXIBILIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE ................................................................................. 46
5.2.1 Componentes Optativos.................................................................................................. 46
5.2.2 Temas Transversais ......................................................................................................... 48
6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO-APRENDIZAGEM ........................................................ 51
6.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................................ 52
6.2 ESTÁGIO CURRICULAR ................................................................................................................. 55
6.3 EMPRESA JÚNIOR ........................................................................................................................ 57
6.4 PROJETO INTEGRADO.................................................................................................................. 57
6.5 PRÁTICAS ..................................................................................................................................... 57
7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .................................................................................................... 59
8 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ....................................................................................................... 62
9 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ....................................................................................................... 63
10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM....................................... 100
10.1 AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................ 100
10.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .......................................... 103
10.3 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .................................................................................................. 104
10.4 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL.................................................................................................... 104
11 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE ATENDIMENTO AO ALUNO ............................................... 107
11.1 PROGRAMAS DE ATENDIMENTO AO ALUNO .......................................................................... 107
11.1.1 Programa de Benefícios............................................................................................... 107
11.1.2 Acessibilidade .............................................................................................................. 108
11.1.3 Assistência Pedagógica ................................................................................................ 112
11.2 PROGRAMAS DE ENSINO ........................................................................................................ 112
11.2.1 Programa de Estágio – PROEST ................................................................................... 113
11.2.2 Programa Institucional de Atividades Complementares – PIAC ................................. 113
11.2.3 Programa Institucional de Monitoria de Ensino – PIME ............................................. 115
11.2.4 Programa Institucional de Iniciação Científica – PIBIC e Programa Institucional de
Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – PIBITI ....................................... 116
12 SISTEMA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CURSO......................................... 118
12.1 ÓRGAÕS COLEGIADOS ............................................................................................................ 118
12.1.1 Colegiado de Curso ...................................................................................................... 118
12.1.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE ........................................................................... 119
12.2 GESTOR DO CURSO ................................................................................................................. 119
12.3 SISTEMA DE GESTÃO ACADÊMICA .......................................................................................... 121
12.3.1 Diretoria de Serviços Acadêmicos – DSA..................................................................... 121
13 RECURSOS HUMANOS .......................................................................................................... 124
13.1 EQUIPE DOCENTE .................................................................................................................... 124
13.2 TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS ................................................................................................. 125
13.2.1 Assistente Pedagógico (a)............................................................................................ 125
13.2.2 Secretários (as) ............................................................................................................ 126
14 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO .............................................................. 128
14.1 POLÍTICAS PARA O CORPO DOCENTE ...................................................................................... 128
15 RECURSOS FÍSICOS E MATERIAIS........................................................................................... 131
15.1 ESPECÍFICOS DO CURSO .......................................................................................................... 132
15.2 DE USO COMUM DA INSTITUIÇÃO .......................................................................................... 133
15.2.1 Laboratórios ................................................................................................................ 133
15.2.2 Biblioteca e Acervo Bibliográfico ................................................................................. 135
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA..................................................................................................... 139
ANEXOS.................................................................................................................................... 140
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
APRESENTAÇÃO
A Universidade de Uberaba, que se constitui em uma das maiores fontes geradoras
de talentos para a cidade e região, é parte responsável pelo atendimento das
demandas por profissionais conscientes de sua responsabilidade, que se insiram no
exigente cenário da atualidade e sejam capazes de atender as demandas de uma
realidade cada vez mais complexa e plural.
A proposta, ora apresentada, de atualização do Projeto Pedagógico do Curso de
Administração da UNIUBE – modalidade presencial - reitera o compromisso com a
Educação, não apenas visando a reprodução do conhecimento, mas incentivando a
produção de novos conhecimentos e sua aplicabilidade no âmbito das organizações
e a utilização de novas tecnologias da comunicação e da informação.
A estrutura curricular do curso de Graduação em Administração na modalidade
presencial atende à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) n.º
9.394, de 20 de dezembro de 1996, aos objetivos, competências e habilidades
previstas na Resolução nº 4 CES/CNE, de 13 de julho de 2005 que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais do curso. Atende ainda às legislações: a
Resolução CNE/CP nº 1, de 17 de junho de 2004 e a Lei nº 11.645/2008 (que
propõe a inclusão da temática História e Cultura Afro-brasileira e Indígena); a Lei nº
9795/1999 que trata da Política Nacional de Educação Ambiental e o Decreto nº
5.626, de 22 de dezembro de 2005 que regulamenta a Lei nº 10.536/2002 que
dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e Resolução nº 1, de 30 de
maio de 2012 que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos
Humanos.
Esta proposta, coerente com o perfil do profissional de Administração preconizado
pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração,
propõe uma formação que vise a “capacitação e aptidão para compreender as
questões científicas, técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu
gerenciamento adequado, observados os níveis graduais do processo de tomada de
decisão” (DCNs/ 2005). O administrador egresso da UNIUBE deverá ser capaz de
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
assimilar as novas informações e construir conhecimentos contextualizados para
aplicá-los em situações diversas nos vários campos de atuação desse profissional.
Para isso, a organização curricular do curso contempla: conteúdos de formação
básica; conteúdos de formação profissional relacionados com as áreas específicas
da formação do administrador; conteúdos de estudos quantitativos e suas
tecnologias considerando as estratégias e procedimentos inerentes à atuação do
administrador e conteúdos de formação complementar que, por suas características
transversais e
interdisciplinares,
propiciam
o enriquecimento
do
perfil do
administrador que se pretende formar. O curso adota novas metodologias no
processo de ensino-aprendizagem, orientando-se pela Portaria Ministerial n° 4059,
de 10 de dezembro de 2004 que possibilita a oferta de disciplinas na modalidade
semipresencial.
Este projeto se concretizará pelo envolvimento da comunidade acadêmica em sua
implementação, avaliação contínua e nos ajustes que se fizerem necessários
durante o processo de sua execução. É, portanto, um projeto que supõe a
participação do coletivo, de forma democrática, por meio do diálogo, da ação
integrada, da visão interdisciplinar em todas as etapas de sua operacionalização e
autoavaliação. Desta forma, propõe- se, em consonância com as propostas do Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI) e com o apoio da política institucional, ações
que envolvem a pesquisa, o ensino e a extensão como compromisso social da
Universidade.
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
1 A INSTITUIÇÃO
1.1 IDENTIFICAÇÃO
Mantenedora: Sociedade Educacional Uberabense – SEU
CNPJ/CPF: 25.452.301/0001-87
Mantida: Universidade de Uberaba – UNIUBE
Reitor: Marcelo Palmério
Campus Uberaba:
Endereço: Avenida Nenê Sabino nº 1801 – Bairro Universitário
Uberaba – MG / CEP 38.055-500
Telefone: (34) 3319-8800
Fax: (34) 3314-8910
E-mail: [email protected]
Campus Uberlândia: Unidade de Gestão e Direito
Endereço: Av. Marcos de Freitas Costa, 1041 – Bairro Daniel Fonseca
Uberlândia – MG / CEP 38.400-328
Telefone/Fax: (34) 3292-5600
E-mail: [email protected]
1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA
1.2.1 Histórico da Universidade de Uberaba – UNIUBE
Seu fundador, Mário de Ascensão Palmério, iniciou sua prática pedagógica em
1936, como professor de Matemática. Além de reconhecido como visionário da
Educação, Mário Palmério prestou significativa contribuição à política regional,
nacional e internacional. Sua obra literária conduziu-o à Academia Brasileira de
Letras, ocupando a vaga de João Guimarães Rosa.
Com mais de cinquenta anos, a UNIUBE estabeleceu-se e consolidou-se como
Instituição
de
ensino
superior
privado.
A
UNIUBE
experimentou
várias
transformações: a) ciclo das faculdades isoladas: em 1947 é criada a Faculdade
de Odontologia do Triângulo Mineiro. Em 1951 é criada a Faculdade de Direito do
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Triângulo Mineiro e, em 1956, a Escola de Engenharia do Triângulo Mineiro. As três,
mantidas pela Sociedade de Educação do Triângulo Mineiro; b) ciclo da
integração: em 1972 se dá a integração administrativa e didática das três
faculdades. O Sistema Integrado recebe a denominação de Faculdades Integradas
de Uberaba- FIUBE; c) ciclo da fusão: de 1981 a 1987, a Sociedade de Educação
do Triângulo Mineiro promove a fusão com as Faculdades Integradas São Tomás de
Aquino- FISTA. A Sociedade Educacional Uberabense assume a manutenção das
Faculdades Integradas de Uberaba- FIUBE; d) ciclo da transformação: em 1988, a
FIUBE se transforma em Universidade de Uberaba. O Estatuto da Universidade de
Uberaba- 1990, concernente ao ciclo da transformação indica, no seu artigo
primeiro, o reconhecimento da Universidade pela Portaria MEC nº 544, de 25 de
outubro de 1988; e) ciclo da modernização e expansão: inicia-se em 1997, sob a
égide da nova LDB. Concebe-se então uma nova estrutura organizacional; faz-se a
reestruturação no desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão; cria-se um novo
modelo didático-pedagógico; faz-se uma restauração da estrutura física com
construção de mais salas, ampliação e modernização dos laboratórios, instalação de
uma biblioteca totalmente informatizada, com uma estrutura física, acervo e serviços
condizentes com necessidade do suporte necessário às atividades de ensino,
pesquisa e extensão; criam-se novas modalidades de processo seletivo e contratamse professores titulados em praticamente todas as áreas do conhecimento.
Em 2002, pela Portaria MEC nº 2.728, foi aprovada a criação do campus fora de
sede, no município de Uberlândia. Em 2005, a UNIUBE foi credenciada para a oferta
de cursos superiores a distância pela Portaria MEC nº 1.871, de 02/06/05.
1.2.2 Inserção Regional
O município de Uberaba está localizado numa região que num raio de 500 km reúne
cerca de 2100 municípios, incluindo Brasília-DF, São Paulo, Goiânia e Belo
Horizonte, que juntos detêm mais de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.
Assim estrategicamente posicionada, Uberaba se insere num mercado potencial de
consumidores que alcança 71 milhões de habitantes. Uberaba está interligada aos
principais centros consumidores do País por meio de uma logística privilegiada (BR050, BR-262, BR-464, MG-190, LMG-798, MG-427 e MG-255), além dos terminais
ferroviários e aeroporto.
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
A infraestrutura do município, de alta qualidade, possibilita o acesso à educação,
saúde, lazer e serviços básicos que garantem a qualidade de vida, resultando em
altos índices de desenvolvimento humano (IDH).
Uberaba está entre os dez municípios mais populosos de Minas Gerais e, de acordo
com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2014), possui uma
população estimada em 318.813 pessoas, cuja maioria, vive na zona urbana. A
economia do município é sustentada pelo segmento de serviços (58,03%), indústria
(32,80%) e agropecuária (9,17%).
O município detém cerca 13.000 microempresas, 974 empresas de pequeno porte e
4.500 empresas e entidades sem fins lucrativos. O setor que mais cresceu no
município entre 1999 e 2006 foi o de produção e distribuição de eletricidade, gás e
água (300%), seguido pela atividade de transporte, saúde e serviços sociais
(99,32%) armazenagem e comunicações (82,5%) e por agricultura, pecuária,
silvicultura e exploração florestal (49,34%).
Em 2008 houve um aumento de 265,57% nos postos de trabalho com carteira
assinada e 35% de trabalhadores informais (CAGED-MME,2010). Do total de
arrecadação do ICMS, o comércio é responsável por 22%, a indústria por 33%,
serviços por 44% e agropecuária por 0,18%. Uberaba conserva a 6ª posição na
classificação dos 10 municípios que mais arrecadam tributos no Estado de Minas
Gerais. Este resultado projetou uma renda per capta em torno de R$ 19.200,00 em
2008. Em 2010, Uberaba se lança como polo industrial, possuído quatro distritos
industriais além de um Parque Empresarial, Parque Tecnológico, Polo de
Agronegócio e Biotecnologia.
Conforme dados do Cadastro Nacional de Empregos (CAGED) Uberaba teve 2.516
admissões nos sete primeiros meses de 2014, o que garantiu ao município a terceira
posição na geração de empregos em Minas Gerais. O setor de maior
empregabilidade foi o de serviço com 1.844, seguido do setor de construção civil
com 1.580 e o comércio com 1.063 empregos gerados.
Na educação, Uberaba possui 111.580 estudantes em todos os níveis de ensino
distribuídos na rede federal (2.722), estadual (31.972), municipal (24.238) e
particular (15.170). A rede municipal de ensino conta com 19 escolas de Educação
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Infantil, 22 Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEI’s), 33 creches
conveniadas e 34 escolas de Ensino Fundamental. A taxa de alfabetização é 98,7%
e a de evasão escolar é de 6%.
A rede federal de educação conta com uma escola de Ensino Médio e duas de
ensino superior. A rede estadual possui 34 escolas de ensino fundamental, 23 de
ensino médio, 1 centro interescolar de línguas e 1 conservatório de música. A rede
particular conta com 25 escolas de educação infantil, 30 de ensino fundamental, 16
de ensino médio, 09 de ensino técnico, 07 de ensino superior e 05 de educação
especial.
O ensino superior, segundo dados de 2009, possui 21.550 estudantes de graduação
e de pós-graduação, matriculados em nove instituições de ensino superior.
Pelo Censo Educacional 2013, a UNIUBE conta com 11.924 alunos matriculados
nos cursos presenciais e 19.877 alunos matriculados nos cursos EAD, totalizando
31.801 alunos. Na Pós-graduação (especialização) a UNIUBE oferece 18 cursos
presenciais e 06 na EAD. Conta com 03 mestrados: em Educação, em Odontologia
e em Sanidade e Produção Animal nos Trópicos.
O município de Uberlândia encontra-se localizado na Mesorregião do Triângulo
Mineiro/Alto Paranaíba, Estado de Minas Gerais, Região Sudeste do Brasil.
Localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca de 556 quilômetros.
Sua população, segundo a estimativa de 2014, é de 654.681 habitantes sendo o
município mais populoso da região do Triângulo Mineiro e o segundo mais populoso
de Minas Gerais, depois da capital, Belo Horizonte, e o quarto município mais
populoso do interior do Brasil. Ocupa uma área de 4.1 mil quilômetros quadrados,
sendo que 135.3 quilômetros quadrados estão em perímetro urbano. O seu Índice
de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo dados de 2010, é de 0.789 ,
considerado "alto" pela ONU, sendo o terceiro município com melhor IDH do estado
e o 71° do Brasil, estando, inclusive, acima tanto da média estadual quanto nacional,
que foram calculadas no mesmo ano como de 0.731 e 0.699, respectivamente.
A cidade está estrategicamente situada no entroncamento de várias rodovias e
ferrovias, o que facilita sua estruturação logística e incentiva cada vez mais o
turismo de negócios. No último ano, só o aeroporto da cidade recebeu 323 mil
10
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
embarques e desembarques. Além de cidade pólo de negócios agropecuários, é
hoje, sede do maior centro atacadista-distribuidor da América Latina.
A indústria atualmente é o segundo setor mais relevante para a economia
uberlandense, sendo que 2 729 956 mil reais do PIB municipal bruto é originado da
indústria (setor secundário). Uma importante parcela de participação do setor
secundário municipal é oriunda do Distrito Industrial Guiomar de Freitas Costa,
localizado na zona norte da cidade. Nele estão as principais indústrias da cidade,
inclusive instalações de algumas das maiores empresas do Brasil e ainda
multinacionais,
como
Cargill
Agrícola,
Casas
Bahia,
Companhia
de
Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), Monsanto, Petrobras, Sadia, Souza
Cruz e Coca-Cola.
Para atender a essa demanda, floresce na cidade uma constelação de centenas de
empresas atacadistas, responsáveis pela distribuição de uma gama de produtos,
não apenas para a região circunvizinha, mas para mais de 200.000 pontos de venda
em todos os Estados da Federação, alcançando mais de 10 mil diferentes
localidades em 8.500.000 Km² do território nacional, figurando como a terceira em
arrecadação de ICMS.
O município é um dos centros de agribusiness do País, pois a agricultura presente
possui elevados índices de produtividade e qualidade dos produtos, devido ao
enorme potencial de áreas agricultáveis e à disponibilidade de recursos hídricos,
além disso, dispõe da segunda maior capacidade de armazenamento do Brasil.
Outro fator importante é o avançado centro de Biotecnologia presente no município,
que se destaca como um diferencial aos demais municípios brasileiros, sediando
grandes nomes no setor da biotecnologia, como Syngenta, Bayer Seeds, Cargill,
Monsanto, entre outros.
Uberlândia é ainda destacada pelo seu potencial tecnológico, tendo um Call Center
consolidado como um dos melhores do País. Também destacamos a importância do
porto seco do cerrado, que se encontra instalado no distrito industrial do município e
a implementação do pólo moveleiro.
O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do PIB uberlandense. De
acordo com o IBGE a cidade possuía no ano de 2008 21.492 empresas e 339.922
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trabalhadores, sendo 183.888 pessoal ocupado total e 156.034 ocupado
assalariado. Salários juntamente com outras remunerações somavam R$ 2.358.463
reais e o salário médio mensal de todo município era de 2,9 salários mínimos.
Uberlândia conta com alguns dos maiores shopping centers da região do Triângulo
Mineiro, como o Pratic Shopping, o Griff Shopping e o Center Shopping Uberlândia,
considerado como o maior shopping center do estado e o sétimo do país.
Uberlândia conta com escolas em todas as localidades do município. Devido à
intensa urbanização, os poucos habitantes da zona rural têm fácil acesso a escolas
em bairros urbanos próximos.
Uberlândia possui um vasto campo de bens históricos e naturais, contando com inúmeros
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
A educação nas escolas municipais tem um nível inferior ao das escolas estaduais,
mas a prefeitura está criando estudos para tornar a educação pública municipal
ainda melhor, de modo a conseguir melhores resultados no IDEB. O município em
2008 contava com aproximadamente 18.493 matrículas, 1.149 docentes e 67
escolas nas redes públicas e particulares. A cidade também conta com várias
faculdades e duas universidades, a UFU - Universidade Federal de Uberlândia e a
UNIUBE – Universidade de Uberaba, totalizando uma população universitária de
aproximadamente 32.000 estudantes, considerando alunos dos cursos presenciais e
não-presenciais. A população acadêmica da UNIUBE-Uberlândia está distribuída na
Unidade de Gestão e Direito (Administração, Ciências Contábeis e Direito) e na
Unidade Rondon (Engenharias: Produção, Ambiental, Elétrica, Sistema da
Informação e o Ensino a Distância).
1.3 PRINCÍPIOS ORIENTADORES
1.3.1 Missão
“Promover o ensino e a geração do conhecimento formando o profissional
compromissado com uma sociedade justa.”
1.3.2 Objetivos
Objetivo geral
Promover a educação e a cultura por meio das diversas modalidades de ensino, da
pesquisa e da extensão, para o desenvolvimento pessoal e profissional do ser
humano.
Objetivos específicos
• formar cidadãos nas diferentes áreas do conhecimento, inserindo-os em
setores profissionais;
• promover a formação contínua dos egressos e da comunidade;
• incentivar a pesquisa e a investigação científica, para o desenvolvimento da
ciência, tecnologia e da difusão da cultura;
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
• promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos;
• preservar, promover e difundir bens e valores culturais;
• prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma
relação de reciprocidade;
• promover a extensão, aberta à participação de todos.
1.3.3 Visão de Futuro
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, a UNIUBE propõe
como visão de futuro a consolidação da Universidade como referência na pesquisa,
no ensino de qualidade e na extensão e ação comunitária da região, firmando-se
como uma instituição com responsabilidade social.
A consolidação da universidade nas áreas de ação comunitária, pesquisa e
produção científica e ensino de qualidade se fará nos segmentos:
a) extensão e ação comunitária – demonstrada pelo comprometimento institucional
com a sociedade, através de seus programas e projetos de extensão, dos cursos de
extensão abertos a todos, independentemente da formação ou nível de
escolaridade;
b) pesquisa – pela consolidação dos grupos de pesquisa e implantação de novos
programas de pós-graduação lato e stricto sensu;
c) ensino – pela diversificação da oferta das diversas modalidades de ensino, pela
qualificação dos recursos humanos, pela adequação da estrutura, pela incorporação
de novas tecnologias educacionais, pela adoção de práticas pedagógicas
inovadoras e reforçadas por uma gestão profissionalizada e sistêmica.
1.4 REFERENCIAIS ÉTICO-POLÍTICOS
A identidade da UNIUBE, como uma instituição de ensino superior, com
responsabilidade social e socialmente responsável, visa uma atuação solidária com
reflexos na formação profissional, agregando valores e atitudes que norteiam a
comunidade acadêmica no contexto da sociedade.
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
O Projeto Pedagógico Institucional da UNIUBE visa uma formação humanista do
indivíduo – o homem completo — individual e coletivamente, potencializado de
valores, capaz de responder às demandas sociais e de ser um agente de
transformação na sociedade, sem prescindir da ética nas práticas humanas.
Como o processo formal de educação não pode ficar restrito apenas às ações
realizadas em sala de aula, a Universidade busca a relação com a sociedade e com
o mundo do trabalho, a fim de prover o desenvolvimento integral do estudante,
enquanto homem e sujeito social.
Os princípios ético-políticos estabelecidos pela Universidade de Uberaba estão
alicerçados nos seguintes princípios:

cidadania como patrimônio universal;

autonomia universitária;

ética na atividade humana e

responsabilidade institucional e social.
O processo pedagógico visa mais que o ensino, tendo em vista o envolvimento do
estudante com a realidade do mundo contemporâneo relacionando sua formação ao
universo das aspirações e das necessidades da sociedade.
A formação profissional envolve a formação para a cidadania que significa a
formação do homem todo, autônomo e, ao mesmo tempo, incompleto, que pode ser
compreendido em sua complexidade de forma relacional e dialogal consigo mesmo,
com os outros e com a natureza.
1.5 REFERENCIAIS EPISTEMOLÓGICOS, EDUCACIONAIS E TÉCNICOS
A UNIUBE, acompanhando as mudanças dos cenários político, sociocultural,
econômico, científico e educacional, está atenta aos novos paradigmas e neles
procura as referências para a construção do seu Projeto Pedagógico Institucional
(PPI).
Nesse sentido, a UNIUBE busca uma concepção contemporânea de ciência que se
constrói sobre a procura da verdade, o contínuo questionamento das teorias,
15
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
métodos e processos de investigação. A ciência é concebida hoje como um
processo altamente criativo e crítico e o conhecimento é visto como algo que está
sendo continuamente revisto, reconstruído. Não há resultado pronto, acabado e
verdades inquestionáveis.
Epistemologicamente, a UNIUBE, ao adotar este paradigma científico, incorpora
uma nova concepção de ciência que perpassa as ações de ensino, pesquisa e
extensão. Essa concepção de ciência conduz os objetivos do ensino para a
identificação de situações-problema com as quais o estudante deverá lidar, e utilizar
os conhecimentos disponíveis e necessários para solucioná-las.
Assim, como estabelecido em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) –
fundem-se no ensino os processos científico e pedagógico – uma nova pedagogia
que ultrapassa as práticas tradicionalmente adotadas, fundamentadas no processo
científico que visa facilitar e criar condições para que o estudante aprenda a produzir
conhecimento científico. A construção do conhecimento acadêmico é, sobretudo,
constitutiva do desenvolvimento do profissional e do cidadão ao mesmo tempo.
Para tanto, adota-se uma abordagem interdisciplinar que consiste na comunicação,
no diálogo sobre e entre saberes e práticas para gerar novos saberes e novas
práticas de forma a provocar a diminuição das fronteiras disciplinares.
A flexibilidade curricular e a interdisciplinaridade norteiam a nova atitude acadêmica
de ensinar, tendo em vista a ruptura da tradição do ensino fragmentário. A busca
pela flexibilidade curricular das propostas de ensino, em todos os níveis, possibilitará
ao estudante que ele exerça sua autonomia na busca de sentido para a sua vida
acadêmica e profissional.
1.6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
A UNIUBE tem como principais políticas institucionais, conforme seu PDI:

oferta do ensino em diferentes modalidades de interesse da comunidade,
dentro dos padrões de qualidade;
16
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

consolidação e desenvolvimento de linhas de pesquisa relevantes, que
resultem em suporte à qualidade do ensino, bem como responda às
necessidades da sociedade para o seu desenvolvimento sócio-econômicocultural e político;

manutenção dos serviços de atenção à saúde – preventivo e curativo – por
meio de seus laboratórios e clínicas integradas, e de atendimento jurídico
entre outros atendimentos, no processo de desenvolvimento profissional da
sua comunidade acadêmica;

qualificação contínua do seu quadro de recursos humanos, para responder
aos desafios das constantes mudanças da sociedade contemporânea;

extensão universitária, através de uma programação comprometida com os
anseios da comunidade, aberta à participação de todos, independentemente
da formação ou escolaridade, alicerçadas nos princípios de cidadania, ética
na atividade humana e responsabilidade social;

ampliação de sua infraestrutura tecnológica, mediante parcerias estratégicas
que viabilizem uma proposta de desenvolvimento sustentável para a região.
1.6.1 Ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social
ENSINO
O Ensino, na UNIUBE está comprometido com a divulgação do conhecimento
técnico-científico e com a preservação e difusão de valores e bens culturais,
propondo-se a promover uma crescente melhoria na qualidade da formação
profissional. Fundamentado nos princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional e no Plano Nacional de Educação, propõe-se:

implementar currículos flexíveis, que reflitam as necessidades da população e
propiciem uma formação integral do profissional-cidadão;

consolidar o processo de avaliação e acompanhamento do Ensino de
Graduação, com a participação de todos os segmentos da comunidade
interna e externa;
17
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

incentivar e viabilizar a formação docente no que se refere às práticas
pedagógicas e às novas tecnologias e metodologias de ensino;

adequar e diversificar os espaços de aprendizagem para os cursos de
graduação;

fortalecer a atuação do aluno nos papéis de representatividade junto aos
órgãos colegiados, para o exercício da cidadania na vida acadêmica.
PESQUISA
A política de pesquisa da UNIUBE, fundamentada nos princípios da autonomia
universitária e em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, se propõe a:

consolidar gradualmente os grupos de pesquisa, buscando torná-los de
excelência em nível nacional;

manter na equipe um grupo de professores pesquisadores permanentes;

concentrar as atividades de pesquisa em temas locais e regionais,
preferencialmente.
Para garantir a execução das políticas de pesquisa, faz-se necessário prover ações
essenciais, como:

a manutenção da instituição credenciada/cadastrada em órgão de fomento
como CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico, FAPEMIG – Fundação de Amparo a Pesquisa de Minas Gerais,
e CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino
Superior;

a criação de fundos institucionais de apoio à pesquisa;

a participação de pesquisadores em eventos científicos e tecnológicos;

a criação de programas de pós-graduação stricto sensu;

a existência de grupos de pesquisa cadastrados no CNPq;

a implantação/manutenção de programa de Iniciação Científica;
18
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

a atualização constante do Plano de Atendimento ao Art. 52, da Lei 9394/96,
que estabelece:
As universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos
quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e
de domínio e cultivo do saber humano, que se caracterizam por:
I – produção intelectual institucionalizada mediante o estudo
sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto
de vista científico e cultural, quanto regional e nacional;
II – um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica
de mestrado ou doutorado;
III – um terço do corpo docente em regime de tempo integral.

a manutenção de um Comitê de Ética em Pesquisa registrado no CONEPConselho Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde;
EXTENSÃO
A política de Extensão da UNIUBE está alicerçada nos princípios de cidadania,
autonomia universitária, ética na atividade humana, responsabilidade institucional e
social, e desenvolvida em consonância com o Plano Nacional de Educação, com a
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, com o Projeto Pedagógico
Institucional, orientando-se pelos objetivos definidos institucionalmente e pelos
objetivos estabelecidos no Plano Nacional de Extensão, transcritos a seguir:

reafirmar a Extensão Universitária como processo acadêmico definido e
efetivado em função das exigências da realidade na formação do aluno, na
qualificação do professor e no intercâmbio com a sociedade, o que implica
relações multi, inter ou transdisciplinares e interprofissionais;

priorizar as práticas voltadas ao atendimento de necessidades sociais
relacionadas com a área de educação, saúde e habitação, produção de
alimentos, geração de emprego e ampliação da renda;

enfatizar a utilização da tecnologia disponível para ampliar a oferta de
oportunidades e melhorar a qualidade da educação, aí incluindo a educação
continuada a distância;

estimular a inclusão da Educação Ambiental e do Desenvolvimento
Sustentável como componentes da atividade extensionista;
19
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

valorizar os programas de extensão interinstitucionais sob a forma de
consórcios, redes ou parcerias, e as atividades voltadas para o intercâmbio e
para a solidariedade nacional e internacional;

tornar permanente a avaliação institucional das atividades de extensão
universitária como um dos parâmetros de avaliação da própria Universidade;

possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e transferência
de conhecimentos, apoiando a produção acadêmica;

viabilizar a prestação de serviços como produto de interesse acadêmico,
científico, filosófico, tecnológico e artístico do Ensino, Pesquisa e Extensão.
A UNIUBE oferece cursos de extensão que são abertos a candidatos,
independentemente do nível de formação, desde que atendam aos requisitos
estabelecidos, em cada caso. Buscam, principalmente, oferecer à comunidade o
acesso ao conhecimento.
RESPONSABILIDADE SOCIAL
A partir da flexibilização e de práticas didáticas inovadoras, pautadas na
responsabilidade social, a UNIUBE tem assumido uma postura muito diferente da
concepção tradicional, meramente assistencialista, que recaia na prática de ações
esporádicas. A extensão universitária e responsabilidade social buscam um novo
conceito de “sala de aula”, que deixa de ser o lugar privilegiado para o ato de
aprender, para adquirir uma estrutura ágil e dinâmica, ocorrendo em qualquer
espaço e momento, dentro e fora dos muros da Universidade.
As ações de Extensão e de Responsabilidade Social buscam estabelecer a
identidade institucional, firmada na missão de “Promover o ensino e a geração do
conhecimento, formando o profissional compromissado com uma sociedade
justa”.
As ações de Extensão e Responsabilidade Social são realizadas por meio de
programas, projetos, eventos, cursos de atualização e capacitação, cooperação
interinstitucional, divulgação e publicação da produção acadêmica, prestação de
serviços, e do apoio à comunidade universitária e à população em geral.
20
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
A UNIUBE concebe Responsabilidade Social como as atividades desenvolvidas
pela Universidade sem um vínculo direto com os programas de ensino e de
pesquisa. Abre-se, assim, um espaço para a realização de ações junto à
comunidade interna e externa.
Essas atividades potencializam:

apoio ao estudante em sua trajetória no ensino superior, com relação a
aspectos culturais, de ensino, pesquisa, extensão, profissão e de cidadania;

ações que promovam a qualidade de vida dos funcionários da UNIUBE, para
atendimento do desenvolvimento pessoal e profissional;

ações culturais, desportivas e de manifestações artísticas;

ações integradas com os setores públicos e privados — em suas várias
instâncias — e com as entidades da sociedade civil, abrangendo programas,
projetos, eventos, cooperação interinstitucional e a prestação de serviços.
A realização das atividades relativas à extensão e responsabilidade social exige:

o estabelecimento de relações operacionais pautadas em duas premissas: o
cumprimento do estabelecido nas peças regimentais da Universidade e a
agilidade dos procedimentos;

a disponibilização, no orçamento da Universidade, de recursos físicos,
materiais e humanos, destinados ao seu desenvolvimento;

a existência de um espaço específico na estrutura organizacional, para
abrigar a gestão dessas políticas;

a instalação de uma cultura permanente de avaliação, buscando estabelecer
retroalimentação além da prospecção de novos cenários.
1.6.2 Cursos da Educação Superior na UNIUBE
A UNIUBE oferece os seguintes cursos: de graduação acadêmica, de graduação
tecnológica, de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, segundo as necessidades
e anseios da sociedade, adotando um modelo includente que implica não atuar,
apenas, para um único segmento social.
21
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Graduação Acadêmica
Os cursos de graduação são cursos tradicionais e conferem diploma com o grau de
Bacharel, Licenciado, Tecnólogo ou título específico referente à profissão. O grau de
Bacharel ou o título específico referente à profissão habilitam o portador a exercer
uma profissão de nível superior; o de Licenciado habilita o portador para o
magistério no ensino fundamental e médio. É possível obter o diploma de bacharel e
de licenciado cumprindo os currículos específicos de cada uma dessas modalidades.
Além das disciplinas de conteúdo da área de formação, a Licenciatura requer
também disciplinas pedagógicas e horas de prática de ensino, conforme a legislação
vigente.
Graduação Tecnológica
Trata-se de curso de graduação com características especiais, aberto a candidatos
que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e que é estruturado para
atender aos diversos setores da economia, abrangendo áreas especializadas.
Confere diploma de Tecnólogo. Foi criado pela Lei nº 5.692/71 (artigo 23, § 2º),
ratificado pelas Leis nº 9.131/95 e 9.394/96 e pelo Decreto nº 2.406, de 27/11/97, e
foi regulamentado pela Portaria Ministerial MEC nº 1.647, de 25/11/99. A publicação
do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia em dezembro de 2006,
em cumprimento ao Decreto 5773/06, aprimora e fortalece esses cursos
estabelecendo os eixos da formação tecnológica, constituindo-se como um guia de
referência para estudantes, educadores, instituições ofertantes, sistemas e redes de
ensino, entidades representativas de classes, empregadores e público em geral.
Pós-Graduação
Os programas de pós-graduação da UNIUBE compreendem a pós-graduação lato
sensu (cursos de especialização, MBA ou equivalentes) e programas de pósgraduação stricto sensu.
A pesquisa constitui, juntamente com a pós-graduação, instrumentos
para o desenvolvimento científico e tecnológico. Por ser estratégica
ao desenvolvimento regional e nacional, a gestão da pesquisa exige,
além de competência e habilidades, conhecimento da política
nacional e dos diferentes órgãos de fomento. (PDI)
22
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A UNIUBE insere na sua missão a promoção da geração do conhecimento para
proporcionar a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
1.7 MODALIDADES DE ENSINO
O ensino, na UNIUBE, pode ser ministrado nas seguintes modalidades: presencial e
a distância.
1.7.1 Presencial
Esta modalidade exige a presença do aluno em 75% das aulas e em todas as
avaliações, conforme estabelecido no Regimento Geral. A partir de 2003, a
Universidade de Uberaba passou a oferecer, nos currículos dos cursos de
graduação, componentes curriculares não-presenciais e semipresenciais, sob a
orientação do Programa de Educação a Distância, que se consolidou a partir de
2005 pela Portaria MEC nº 1.871, de 02/06/05 que credencia a Universidade de
Uberaba vagas para a oferta de cursos superiores a distância, por meio da oferta
dos cursos de graduação na modalidade a distância.
1.7.2 A Distância
Modalidade de organização do processo educativo que amplia a dimensão do
tempo-espaço escolar, em que aluno e professor se encontram em espaços físicos
diferentes e a interlocução se faz mediada por atores e recursos didáticos,
sistematicamente organizados, nos quais se ressalta o paradigma da interação
como suporte do processo ensino-aprendizagem.
23
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
2 A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO E CURRÍCULO NO PROCESSO
DE ENSINO APRENDIZAGEM
As transformações ocorridas na concepção de homem e mundo e as consequentes
mudanças de paradigmas no seio da comunidade científica provocaram o
surgimento
de
novas
exigências
orientadas
à
busca
de
alternativas
de
enfrentamento das questões postas, capazes de contemplar as necessidades
individuais e coletivas, norteadas por uma nova ética e estética de vida e de relação.
Os princípios de diversidade, pluralidade e os conceitos de interdisciplinaridade
passam a fazer parte do cenário científico desafiando a contínua constituição de
novos olhares e novas leituras dos fenômenos humanos. Esse universo solicita a
modificação das relações do homem com seu mundo, e com os distintos processos
de trabalho que possibilitem, aos diferentes profissionais, atuarem como sujeitos de
sua própria ação e campo de conhecimento de forma engendrada com a cultura,
com as questões sociais e com seus atores.
A elaboração do presente projeto sustenta-se, pois, em uma concepção humanista
de Educação e em uma perspectiva multiculturalista crítica, visando à formação de
profissionais comprometidos com o pleno desenvolvimento humano e com
capacidade crítica para compreender de forma contextualizada os elementos que
caracterizam a realidade hoje.
Busca-se oportunizar ao estudante uma aprendizagem mais significativa em que ele
seja corresponsável pela construção do seu próprio conhecimento, bem como o
compartilhamento de suas experiências. A proposta pedagógica adotada volta sua
atenção para os papéis dos alunos em atividades colaborativas, favorecendo a
interação aluno-professor e aluno-aluno, viabilizando a construção do conhecimento
individual e coletivo. A abordagem andragógica1 exige a criação de ambientes
A Andragogia significa (...) “ensino para adultos”. Um caminho educacional que busca
compreender o adulto desde todos os componentes humanos, e decidir como um ente psicológico,
biológico e social. Goecks, 2003.
1
24
UNIVERSIDADE DE UBERABA
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seguros para participação do aluno e o apoio ao desenvolvimento de identidades. A
postura facilitadora de diálogos possibilita a autenticidade no estabelecimento de
relações interpessoais e consolidação de valores, crenças e competências que vão
sendo desenvolvidos durante o curso, o que facilita as aprendizagens autênticas.
Na educação de alunos jovens e adultos, é preciso levar em conta que eles são
motivados a aprender na medida em que experimentam a satisfação de suas
necessidades e interesses o que influi na organização das atividades de ensino e
aprendizagem pelo professor. Essa orientação da aprendizagem deve estar
centrada na vida. Desta forma, os componentes curriculares precisam estabelecer
os programas de aprendizagem a partir de situações de vida, pois a experiência é a
fonte mais rica para o adulto aprender.
Nessa perspectiva, a interdisciplinaridade está presente na proposta pedagógica.
Adotar uma perspectiva interdisciplinar não significa diluir as teorias, os métodos e
as técnicas dos diferentes campos do saber em um todo amorfo e eclético; mas, sim,
valer-se dos saberes específicos das diversas áreas do conhecimento na
organização dos componentes curriculares e na integração entre os componentes
de uma etapa e entre as etapas no curso.
No Brasil, durante as últimas décadas do século XX, as manifestações das
tendências pedagógicas e dos seus pressupostos de aprendizagem na prática
escolar
oscilaram
entre
as
tendências
liberais
e
as
progressistas,
que
fundamentaram as políticas públicas para a educação ora com ênfase na
neutralidade – conforme José Carlos Libâneo – sem assumir o compromisso com as
necessárias transformações sociais; ora concebendo que a educação escolar
consiste na preparação do aluno para o mundo e suas contradições e, por isso, deve
ter o propósito de fornecer-lhe um instrumental, por meio da aquisição de conteúdos
e da socialização, estimulando-o à participação ativa e cidadã para a atual
reconstrução da ordem social democrática do país.
25
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Essa é a concepção de educação que fundamenta a presente proposta pedagógica
para os cursos de graduação da UNIUBE. A atual LDBN permite o exercício desta
prática educativa em todos os níveis de ensino, no momento em que estimula a
autonomia institucional para a composição curricular. No ensino superior, esta
autonomia se reforça no estabelecimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para
os cursos de graduação, com o objetivo de servir de referência para a organização
de programas de formação com a ênfase na flexibilidade, consoante à
“heterogeneidade da formação prévia e das expectativas e dos interesses dos
alunos”, uma vez que a graduação deve constituir-se em uma etapa da formação
pessoal e profissional, que se prolonga tanto no exercício da profissão quanto nos
cursos de aperfeiçoamento profissional e de pós-graduação lato e strito sensu.
O conhecimento é aqui concebido como uma construção dinâmica, contínua e
progressiva da prática social, como um meio de promover o desenvolvimento
humano em todas as suas dimensões, e como recurso a ser mobilizado para
desenvolver saberes que permitam interferir na realidade física e social,
identificando os desafios e problemas colocados pela vida em sociedade, buscando
soluções
que
possam
garantir
a
inclusão
da
diversidade
humana
e
o
comprometimento com valores humanos e éticos que promovam o ser.
26
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
3 METODOLOGIA DO ENSINO
Da perspectiva em educação proposta, decorre a compreensão do processo ensinoaprendizagem: ele se constitui pela relação entre sujeitos concretos, alunoprofessor, que compartilham práticas sociais de sua cultura, contribuem com suas
subjetividades e compartilham os sentidos que dão ao mundo, promovendo a
reflexão e a crítica da realidade.
O curso busca aliar à formação do profissional, a construção de saberes científicos e
humanísticos, por meio de uma proposta pedagógica alicerçada na flexibilidade,
interdisciplinaridade, contextualização e atualização permanente.
Assim, garante ao aluno o desenvolvimento processual de suas aptidões e
potencialidades, visando à formação de um profissional comprometido com a
realidade produtiva e social, capaz de, no exercício da profissão, integrar educação
e mundo do trabalho a serviço de uma sociedade sustentável e cidadã.
A metodologia adotada tem como sustentação uma concepção humanista de
Educação e considera que o indivíduo constrói seu próprio conhecimento
principalmente por meio de suas estruturas mentais. O aluno compõe o seu
conhecimento na medida em que lê, vê, ouve e experimenta e é testado em relação
ao conhecimento anterior que, se for viável, forma um novo conhecimento.
Nessa proposta metodológica, o aluno é ativo e adquire autonomia na construção de
seu conhecimento por meio da interação com o meio e com os demais sujeitos. O
papel do professor, enquanto agente condutor e mediador do processo de
aprendizagem é o de desafiar, motivar o aluno para a exploração, a reflexão e a
construção de novos conhecimentos. A sala de aula passa a ser um espaço que
favorece uma atividade exploratória e comprometida.
A criatividade e a sensibilidade do professor, o compromisso com a proposta do
curso, as atitudes, a vontade e a coragem de mudar metodologias e propor novas
27
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experiências didáticas é que garantirão o sucesso da execução do projeto
pedagógico.
Desenvolvido em uma modalidade de ensino que conjuga componentes presenciais
e componentes semipresenciais, o curso possui uma carga horária total de 3613
horas/aula, distribuídas em oito semestres letivos.
Por se tratar de pessoas jovens e ou adultas, a metodologia mais adequada é
aquela que utiliza as experiências do aluno e o papel do professor é engajar-se no
processo de investigação junto com eles e não apenas transmitir conhecimentos e
depois avaliar. A educação voltada para adultos deve considerar as diferenças de
ritmo de aprendizagem e o estilo que o aluno já construiu pela experiência de vida.
3.1 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO
PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
O curso de Administração acompanha o aluno, em seu desenvolvimento pessoal e
processo formativo, por meio da utilização de recursos das tecnologias de
informação e comunicação que facilitam a mediação e promovem a interatividade
entre alunos, docentes e gestão do curso. O curso utiliza-se dos mecanismos de
interação e conta com o suporte tecnológico disponível descrito a seguir: o AVA
UNIUBE ON-LINE é uma ferramenta desenvolvida por uma equipe multidisciplinar
atendendo aos cursos de graduação, de extensão e de pós-graduação da UNIUBE,
seja na modalidade presencial, seja na EAD.
Empregando diversas e atuais tecnologias, o objetivo do AVA é o de desenvolver o
conhecimento de forma coletiva e colaborativa. Além dos objetivos pedagógicos,
favorece o monitoramento acadêmico e outras ferramentas que possibilitam seu uso
para vários perfis.
Seu conceito tecnológico está amparado num modelo de três camadas:
a) Gestão Acadêmica – área onde os alunos têm acesso a informações gerais sobre
sua vida acadêmica, tais como: currículos, frequência, pontuação, horários (de
aulas, de exames suplementares e de atendimento do gestor), acompanhamento
28
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
virtual
do
Programa Institucional
de
Atividades Complementares
(PIAC),
acompanhamento virtual do PIME (Programa Institucional de Monitoria de Ensino),
Aplicativos liberados por convênio de acordo com o curso (Microsoft, Autodesk,
dentre outros), acerto digital, agendas, calendários, acompanhamento virtual de
Projetos de Iniciação Científica, módulo de gabarito e de solicitação de revisão de
nota para exame suplementar, ferramentas para interatividade, dentre outras.
O gestor e os professores possuem ferramentas para acompanhamento e auxílio ao
aluno. No caso do professor, todo o processo de planejamento e consolidação do
seu componente é facilitado pelo ambiente, que também propicia o lançamento da
frequência e pontuação de forma virtual.
b) Gestão Administrativa e Financeira – é a secretaria virtual que possibilita ao aluno
gerenciar seus dados junto à instituição. A área contempla ferramentas tais como:
alteração de endereços, alteração de dados de contato (celular, facebook, twitter,
dentre outras redes sociais que estão em fase de implementação), documentos
pendentes, documentos autenticados (declarações, certidões, histórico,
dentre
outros), acompanhamento de eventos diversos, ficha financeira, acompanhamento e
emissão de mensalidades, acompanhamento de boletim, gestão da pré-matrícula,
abertura e acompanhamento de protocolos, gestão de temas, gestão de segurança,
tutoriais, sugestões, dentre outras.
c) Sala de Aula Virtual – é o ambiente de aprendizagem onde se destacam as
ferramentas plano de ensino, agendas, diário de bordo, disco virtual, fórum, faq e,
em breve, o professor também poderá disponibilizar orientações de estudos,
avaliações on-line, vídeos, imagens e sons que possam enriquecer a construção do
aprendizado do aluno. Além disso, existe um ambiente especial da Sala de Aula que
propicia aos alunos que cursam TCC, bem como para os professores supervisores e
professores orientadores, uma gestão de acompanhamento de ações e de
resultados. O AVA UNIUBE ON-LINE é um ambiente dotado de ferramentas que
possibilitam a organização, o desenvolvimento e dão suporte ao processo de
aprendizagem. É simples, interativo, participativo e que o possibilita a distância
transacional, mesmo no presencial, contribuindo para que haja maior integração
entre alunos e professores. Seu projeto teve como base os conceitos da web 2.0 e
os atributos das Redes Sociais Acadêmicas.
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Está sendo implementado um processo de publicação de recados e orientações
para alunos integrado com o Facebook, com as plataformas de e-mail e com o uso
de SMS para alguns casos (lembretes da biblioteca, aniversários, falta do docente,
aviso de prova, aviso de eventos, aviso de publicação em disco virtual,
videoaulas, dentre outras – já em fase de produção).
Acesso dos alunos a equipamentos de informática
O Laboratório de Informática Aplicado à Educação – LIAE, funciona na sala
climatizada LB 001, com microcomputadores instalados.
É disponibilizado para todos os alunos e professores da Unidade de Gestão e
Direito.
Essa estrutura possibilita o desenvolvimento de uma proposta pedagógica centrada
no domínio da técnica com vistas à produção do conhecimento, denominado ensino
pelo computador. O ensino pelo computador implica que o aluno, através da
máquina, possa adquirir conceitos sobre praticamente qualquer domínio e, ainda,
transformar tais conceitos em conhecimento. Desta forma o computador deverá
atuar como uma ferramenta que permita ao aprendiz resolver problemas,
desenvolver o espírito científico através de pesquisas e realizar tarefas do dia-a-dia.
A proposta pedagógica sugerida é a que permite ao aluno: obter conhecimento
técnico suficiente e decidir qual ferramenta utilizar nas diversas situações e em qual
ferramenta pretendem se aprofundar; aprender de forma contextualizada para a
aplicação de conhecimentos adquiridos no curso; desenvolver projetos utilizando a
informática como recurso para pesquisa e troca de experiências; testar hipóteses
através de simulações.
3.2 MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E ESTUDANTES
O curso de Administração, assim como os demais cursos presenciais da UNIUBE
utiliza as seguintes ferramentas como mecanismo de interação entre docentes e
estudantes:
30
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- Agenda: foi elaborada para auxiliar o aluno com as atividades agendadas pelo
professor, permitindo organizar as atividades que o aluno deverá realizar. As
orientações são fornecidas com o intuito de nortear o aluno no desenvolvimento de
seus estudos, bem como indicar as ferramentas para o acompanhamento destas
atividades. A ferramenta possibilita a visualização, de forma resumida, dos
compromissos semanais do aluno, além de permitir que o aluno marque os
apontamentos que já foram realizados, facilitando também o acompanhamento pelo
professor.
- Central de mensagens: o aluno, no decorrer de seus estudos, pode sentir a
necessidade de contatar eletronicamente seus professores ou seus colegas ou
ainda o gestor de seu curso, para dirimir dúvida, compartilhar conhecimento ou até
mesmo trocar informações a respeito do componente ou do curso. Desta forma, a
central de mensagens transcende as barreiras do espaço geográfico e proporciona o
contato, de forma assíncrona, entre a equipe pedagógica e o aluno.
- Fórum: trata-se de uma ferramenta que proporciona o debate assíncrono, onde as
informações ficam dispostas de forma linear, temporal e com uma linha de raciocínio
sobre determinados assuntos entre os alunos, que são mediados pelo professor.
Esta mediação deve conduzir o aluno à reflexão. O professor deve participar do
fórum, sempre numa perspectiva que incentive e proporcione novas discussões e
descobertas, e transforme o fórum num processo colaborativo de ensino e de
aprendizagem. A intervenção do professor deve acontecer de forma condutiva,
motivadora ou esclarecedora, e sempre incentivando a participação de todos os
alunos.
- Disco Virtual: todo bom estudo é resultado também de um bom material
pedagógico; o Disco Virtual é um espaço de armazenamento de mídias, podendo
conter: textos digitalizados, vídeos ou endereços eletrônicos. Essas mídias estão
organizadas em componentes curriculares que apresentam referenciais obrigatórios
e/ou complementares.
- Diário de Bordo: permite que o aluno insira seus textos de reflexão ou síntese de
aprendizagem, com a orientação e o acompanhamento do professor. O instrumento
apresenta-se de forma individual e não deve ser publicado para o grupo de colegas
sem a liberação do professor. Após a correção e os ajustes necessários, o aluno
31
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
disponibiliza sua publicação para a socialização entre seus colegas, que também
têm a possibilidade de comentá-las.
- Perfil: é uma ferramenta de apresentação dos atores do Ambiente Virtual.
Possibilita o cadastramento de informações pessoais e a troca de mensagens.
3.3 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL
O material didático institucional da Universidade de Uberaba, utilizado nos
componentes semipresenciais dos cursos presenciais, é um recurso usado na
mediação do processo de ensino-aprendizagem, que observa um modelo de
conversação didática compatível com a concepção de educação adotada em um
determinado curso.
Ele passa por um tratamento didático-pedagógico, processo que visa tornar esse
recurso, destinado à comunicação de uma mensagem, apropriado também à
facilitação da aprendizagem. O tratamento didático-pedagógico inclui cuidados
especiais quanto à linguagem utilizada, à organização, sequenciação e dosagem do
conteúdo.
Esse material constitui-se de Roteiros de Estudo, material didático institucional, auto
instrucional, cujo conteúdo, pedagogicamente tratado, se compõe de: identificação
dos objetivos e das habilidades a serem desenvolvidas a partir do estudo realizado;
texto introdutório ao assunto do Roteiro; indicações de leituras obrigatórias e de
complementares (vídeos, CD-ROMs, sites e outros), acompanhadas de breve
comentário; atividades de compreensão, fixação e avaliação – acompanhadas de
referencial de respostas – relacionadas às habilidades e objetivos determinados;
indicação de fontes para pesquisa sobre o assunto abordado de forma a permitir que
o aluno adquira mais informações e amplie os seus conhecimentos.
O Roteiro de Estudo, caracteriza-se por ser uma unidade didático-pedagógica
equivalente a 15(quinze) horas de estudo, cuja produção segue as seguintes
exigências estabelecidas por Contrato de Cessão de Direitos Autorais: será
produzido em quatro versões, sendo a primeira a versão original a ser analisada
pela coordenação do curso e pela equipe de produção de materiais; a segunda
versão do roteiro é feita levando em consideração as observações da coordenação
do curso e da equipe de produção de materiais. Essa versão será submetida a
32
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
parecer técnico de outros especialistas da área, uma apreciação crítica do material,
que é apresentado por escrito ao autor. A partir daí o autor elaborará a terceira
versão do roteiro, que incluirá as sugestões dos pareceristas – ou a justificativa da
sua não-aceitação. Essa versão será submetida à revisão textual e tratamento
didático-pedagógico. A quarta é a versão final, aprovada pelo autor após o
tratamento didático-pedagógico. No caso desse material impresso, os cuidados
contemplam, ainda, a relação entre texto e ilustrações, o layout da página, o tipo de
letra, o formato, entre outros.
Esse processo implica, também, a inclusão de elementos textuais para a adequação
de enunciados, de objetivos, de exemplos e contraexemplos, de exercícios para
compreensão, fixação e avaliação da aprendizagem.
33
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
4 O CURSO
4.1 IDENTIFICAÇÃO
Nome do curso: Graduação em Administração
Vagas ofertadas: 50 alunos por turma/semestre
Regime escolar: semestral
Duração: Duração mínima de 8 semestres
Carga horária total: 3.613 horas/aula
A quem se destina (público-alvo):

Concluintes do Ensino Médio com
afinidade e/ou interesse no conteúdo do curso;

Graduado
técnicos,
motivados na
geração
de
de
outras
áreas
conhecimentos específicos
e/ou
que
contribuam na área da Gestão;

Profissionais que atuam na área da
Gestão e que não tenham formação específica.
Situação legal: Reconhecido – Portaria MEC 487/2011 – DOU 22/12/2011.
Campus: Uberlândia
Endereço: Av. Marcos de Freitas Costa, 1041 – Bairro Daniel Fonseca
Uberlândia – MG / CEP: 38.400-080
Telefone/fax: (34) 3238-5884 / 3292-5640
E-mail: [email protected]
4.2 BREVE HISTÓRICO E TRAJETÓRIA
Criado em 1989 na cidade de Uberaba, no atual campus Aeroporto, reconhecido
pela Portaria MEC 1.758, de 09/12/1993, publicado no DOU 13/12/1993 e
atualmente em processo
de
renovação
de
reconhecimento,
o
curso de
Administração na Universidade de Uberaba –UNIUBE- completa 26 anos de
existência em 2015.
Neste período sofreu reformulações pedagógicas em função de alterações na
legislação nacional, e também em função de alterações no âmbito da UNIUBE.
34
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Sob a orientação dessas diretrizes do MEC o projeto do curso passou a ofertar uma
organização pedagógica de formação generalista, sem habilitações ou ênfases;
Em 1993 o Conselho Federal de Educação expediu a Resolução nº 2, de 04/10/93,
instituindo o currículo pleno dos cursos de graduação em Administração. De acordo
com a resolução, as instituições poderiam criar habilitações específicas, mediante
intensificação de estudos das matérias fixadas por essa Resolução, além de outras
que poderiam ser indicadas pelas IES para compor o currículo pleno.
Em meados da década de 90, implementou, na organização curricular, duas
ênfases: em Gestão Estratégica e Gestão em Agronegócio, em que o aluno, a partir
do 5º período faria sua opção. Esta organização curricular vigorou até 2000.
A partir de 2001, a organização curricular retoma a formação generalista assim
permanecendo até os dias atuais.
É de se ressaltar que ocorreram alterações na organização curricular, carga horária
e período de oferta (matutino e noturno) do curso no período 2001-2010, porém
mantendo-se a formação generalista.
No período que compreende do 1º semestre de 2003 até o 1º semestre de 2004 a
UNIUBE, como outras IES pelo Brasil, fez parceria pedagógica com o Ibmec-TE,
(Ibmec-Tecnologia Educacional) do Rio de Janeiro para os cursos de Administração
e Ciências Contábeis.
Em 21 de Julho de 2003, na cidade de Uberlândia, foi autorizada pelo Conselho
Universitário, realizado no dia 18 de março de 2003, por meio da Resolução 01/03, a
criação do Curso de Administração em Uberlândia. Nessa época foram abertos o 1º
e 2º períodos do curso, nos moldes do convênio firmado entre a UNIUBE e o IbmecTE. A organização curricular era formatada pelo Ibmec-TE, tendo as IES pouca
mobilidade para alterações e ou inclusões de disciplinas e atividades. No final do 1º
Semestre de 2004, de forma unilateral, o Ibmec-TE, rescindiu a parceria.
No 2º semestre de 2004 nova organização curricular foi implementada, seguindo as
novas Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN (Resolução CNE/CES nº 1 de 2 de
fevereiro de 2004), revogada em 2005 pela Resolução CNE/CES nº 4 de 13 de julho
de 2005, que dá uma nova redação aos incisos VII a XII da Diretriz Curricular
35
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
anterior. Até a data atual o “core” desta organização é seguido, passando por
alterações
em
sua
operacionalização
(oferta,
carga
horária,
atividades
complementares, etc).
Assim, no 1º semestre de 2008, a organização curricular do curso sofreu alterações
por força de legislação: Resolução nº 3, de 2007 que “dispõe sobre procedimentos a
serem adotados quanto ao conceito de hora-aula”, estabelecendo, em horas relógio
a carga horária total dos cursos de graduação. E, em 2009, por determinação
institucional, as organizações curriculares se adaptaram ao módulo-aula de 60
minutos o que acarretou alterações na carga horária dos conteúdos a partir do 1º
semestre de 2009. Também nesse semestre o curso passa a ofertar disciplinas
semipresenciais, com base na Portaria nº 4058 de dezembro de 2004.
Ao final de 2011, foram encaminhadas pelo NDE e aprovadas pelo Colegiado do
Curso, propostas de alterações curriculares motivadas pela opção institucional de
organizar a oferta de todos os seus cursos em módulos de horas-aulas e não mais
em módulos de horas-relógio. Assim, a partir de 2012, o curso passou a ser ofertado
com um total de 3613 horas/aula. (anexo A).
Atualmente o curso contempla em seu currículo conteúdos presenciais e
semipresenciais, componentes curriculares teóricos e práticos, e atividades que
complementam a formação do perfil do egresso, aproximando os alunos das
vivências práticas da profissão.
O curso tem se consolidado em Uberlândia e região, como uma das referências no
ensino de Administração.
4.3 JUSTIFICATIVA
A dinâmica da economia brasileira após a implementação do Plano Real em 1994
mudou radicalmente, se comparada à estagnação dos anos 80. Esta alteração no
ritmo e velocidade se deve, primordialmente, à estabilidade inflacionária e, mais
recentemente, à relativa estabilidade econômica (inflação, política fiscal, política
monetária, câmbio e nível de emprego).
36
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
A atribuição do grau de investimento ao país pelas agências de risco, como a
Moody´s, demonstra como a percepção da economia nacional pelos agentes
econômicos externos mudou, e para melhor.
Este ambiente macroeconômico é uma espécie de pano de fundo para os agentes
da microeconomia, que são as empresas e seus clientes (consumidores).Sem
estabilidade macroeconômica é muito difícil para as organizações planejarem
orçamentos, preços de venda, fluxos de caixa, investimentos e planos estratégicos,
variáveis que no médio e longo prazo sustentam, em um ciclo virtuoso, o
crescimento do emprego e renda.
Operacionalizar de forma eficiente as ferramentas, técnicas e conceitos da gestão
empresarial demandam, além das inovações em tecnologias da informação e da
produção, pessoas capacitadas a tomar decisões otimizadoras de resultados que
deverão atuar em meio às incertezas do mercado, que deverão gerir motivar e
liderar equipes e que, acima de tudo, vislumbrem oportunidades e saibam minimizar
as ameaças à competitividade das organizações.
As instituições de ensino superior, e de um modo específico o curso de graduação
em Administração, é uma das principais fontes de formação dos futuros gestores,
aqui conceituados como sendo “a pessoa a quem a administração de uma empresa
delega autoridade para tomar decisões otimizadoras de resultados. Decidir é a
principal função do gestor.” (Peleias, 2002)
Em várias reportagens da Revista Brasileira de Administração –RBA – é reforçada a
necessidade de aprimorar a habilidade de tomar decisões, nos Administradores
brasileiros.
No atual ambiente de negócios onde as estratégias de fusões e aquisições criam
conglomerados nacionais fortes o suficiente para competirem na Europa e nos
Estados Unidos, em que países como China – que se tornou recentemente um dos
principais destinos das exportações brasileiras – planejam investir fortemente no
Brasil (principalmente no mercado de commodities e de infraestrutura). Fundos de
pensão internacionais, aqui aportam para investimentos diretos e no mercado
financeiro. A ascensão econômica da classe C cria um sustentável mercado de
consumo, assim propiciar a formação de futuros Administradores (as) é vital na
37
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
manutenção do ciclo de crescimento sustentável, que obrigatoriamente passa pela
melhoria gerencial das micro e pequenas empresas, fonte de grande parte do
emprego e renda.
Assim, o curso de Administração é um dos mais demandados pelo mercado de
trabalho em função de sua ampla área de atuação que abrange uma infinidade de
segmentos. A empresa de recrutamento e seleção Michael Page elaborou uma
pesquisa de mercado para descobrir quais serão os cargos mais demandados pelas
companhias em 2015, apontando 10 profissões mais promissoras para 2015, dentre
estas 09 podem ser ocupadas por administradores: Gerente de Logística, Gerente
de Planejamento e Demanda, Diretor Comercial, Gerente de Processos, Gerente de
Controladoria, Gerente de Tesouraria, Gerente de Desenvolvimento Organizacional,
Diretor de Compliance e Gerente Comercial. Esta pesquisa vem ratificar que o
mercado de trabalho para o curso de Administração está em plena expansão.
Em Uberlândia, de acordo com a Rais de 2013, último ano disponível, dentre as
37.736 empresas da cidade, no setor do comércio estão 14.859 e no setor de
serviços 15.960, o que demanda administradores para a gestão destas
organizações bem como de funcionários que estão ainda realizando o curso de
Administração para realizarem funções administrativas.
Ainda de acordo com a Rais de 2013, dentre os 214.307 empregos ativos de
Uberlândia, no setor do comércio estão 50.810 e no setor de serviços estão 95.603,
ou seja, 68% dos empregos estão em setores afins da administração.
A título de informação de mercado, em Uberlândia, concluem o 3º ano do ensino
médio, historicamente, segundo a Superintendente Regional de Educação, cerca de
3.500 alunos.
Nesse contexto, a Universidade de Uberaba se destaca por preocupar em formar
profissionais com visão globalizante, com capacidade de raciocínio lógico e analítico,
com habilidades empreendedoras e apto a tomar decisões estratégicas, que
contribuirão, independente da região em que atue, para a melhoria das condições
sociais e econômicas.
Os indicadores desta pesquisa resultam no reconhecimento da UNIUBE como
instituição comprometida com um ensino de qualidade. Esta pesquisa juntamente
38
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
com a realizada semestralmente pela CPA demonstra o reconhecimento da
qualidade acadêmica do curso de Administração e a satisfação do egresso e
discentes do curso.
4.4 OBJETIVOS
Objetivo Geral do Curso
Habilitar profissionais com sólido embasamento em Administração, capazes de atuar e
influir, de forma eficiente e eficaz, no enfrentamento ético e consciente dos níveis de
competitividade presentes nas organizações. E ainda, incentivar a construção de (I)
forte base lógica para tomada de decisões, do (II) desenvolvimento do comportamento
ético-humanístico, (III) da capacidade de comunicação, (IV) da interação teórico-prática
em administração financeira-econômico-estratégica e do (V) desenvolvimento da
atitude empreendedora considerando a proteção ao meio ambiente e valorização da
diversidade cultural.
Objetivos Específicos do Curso
Formar Administradores que sejam capazes de:

pensar estratégica e sistematicamente, de forma a compreender a complexidade
das organizações;

trabalhar com as pessoas para se atingir resultados otimizadores;

construir uma consistente base teórico-prática e econômico-financeira que o
capacite a tomar decisões nas organizações;

estimular o exercício de atitudes empreendedoras;

estimular a criação, manutenção e crescimento de novos negócios;

formar consciência da qualidade e implicações éticas do trabalho;

incentivar o conhecimento histórico do padrão instituído pelo modo de produção
que norteia a vida em coletividade;

incentivar a percepção da pluralidade da qual se constitui a sociedade
consumidora;

promover os conceitos de inovação e sustentabilidade na análise de situações
cotidianas do mercado.
39
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
4.5 PERFIL DO EGRESSO
Perfil Final (ao final do 8º período)
O egresso é um Administrador profissional, com perfil empreendedor com visão
humanística, com iniciativa, criatividade e capacidade de gerenciamento, de forma
a conduzir a organização a decisões estratégicas. Possuirá competências para:
 utilizar adequadamente ferramentas gerenciais;
 tomar decisões e avaliar o impacto das mesmas no contexto em que estão
inseridas;
 implementar mudanças no âmbito das organizações;
 trabalhar em equipe e motivá-la;
 conhecer os impactos da realidade externa nas organizações e
 disponibilizar seus conhecimentos à sociedade.
Perfil Intermediário (ao final do 4º período)
O graduando de Administração, nesta fase do curso, trabalha com informações
gerenciais e propõe alternativas de cursos de ações diante de uma situação dada,
comunicando-as adequadamente. Nessa fase, deverá possuir competências para:
 buscar informações;
 organizar informações;
 analisar dados gerenciais básicos;
 aprimorar o raciocínio lógico-dedutivo e
 desenvolver a comunicação e expressão compatíveis com o exercício
profissional;
 desenvolver senso crítico na tomada de decisões.
4.6 O PROJETO DO CURSO E SUA IDENTIDADE COM AS DIRETRIZES
CURRICULARES NACIONAIS
O Projeto do Curso atende as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e a esta procura
40
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
se adequar sempre que mudanças são realizadas, tendo constante feedback com a PróReitoria de Graduação de Ensino Superior e áreas correlatas ao assunto.
Desta forma, contempla na sua organização curricular os seguintes campos de
formação: conteúdos de formação básica “relacionados com estudos antropológicos,
sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais,
econômicos e contábeis, bem como os relacionados com a tecnologia da
comunicação e da informação e das ciências jurídicas” (Art.5º.); conteúdos de
Formação Profissional
que estão relacionados às áreas específicas, “envolvendo
teorias da administração e das organizações e a administração de recursos humanos,
mercado e marketing, materiais, produção e logística, financeira e orçamentária,
sistemas de informações, planejamento estratégico e serviços” (Art.5º.); conteúdos
de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias que abrange “pesquisa operacional,
teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que
contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à
administração” (Art.5º.); conteúdos de Formação Complementar que são “estudos
opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do
formando.”
O curso de Administração optou por incluir no seu currículo o Estágio Curricular que
é realizado nas etapas 4, 7 e 8 do curso, conforme § 3º do Art. 7º das Diretrizes
Curriculares.
41
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
5 PROPOSTA PEDAGÓGICA
A proposta pedagógica do curso de Administração da UNIUBE tem em vista a
formação de profissionais capacitados para atuar com base em fundamentos
científicos e técnicos, comprometidos com as questões sociais e econômicas que se
insiram no cenário atual, com competência e criatividade. O Administrador pode ser
caracterizado como um “profissional empreendedor com capacidade de gerir
negócios”.
O empreendedor não pode ser visto simplesmente como aquele que possui iniciativa
e o insight da ideia, mas como aquele que inova, cria e possui a capacidade de
implantar, gerenciar e fazer crescer o empreendimento ao longo do tempo,
característica extremamente necessária à sobrevivência das micro, pequenas e
médias empresas, que respondem por grande parte do emprego, renda e produção
nacional.
O Brasil, desde junho de 1994, vive uma nova dinâmica econômico-social, sem
paralelo em sua história. São características desta fase da história brasileira um
maior intercâmbio do país com o exterior, estabilidade do nível geral de preços por
um longo período, aumento da competitividade e a inserção do país nos blocos
econômicos, características essas que exigem organizações mais dinâmicas e
flexíveis e a formação de um profissional mais cosmopolita.
Os consumidores tornaram-se mais cientes de seus direitos, as organizações
passaram a ter maior responsabilidade social e acelerou-se o emprego e uso das
novas tecnologias de gestão e produção.
Ao mesmo tempo em que se assiste a profundas modificações no âmbito das
organizações, verifica-se uma assimetria educacional no país. Segundo informação
publicada no jornal O Estado de São Paulo (OESP), página E4, de 28/04/13, apenas
10% dos jovens com idade entre 18 e 24 anos cursam o ensino superior, em
contraposição ao crescente número de alunos egressos do Ensino Médio.
42
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Segundo Kanitz 2, a principal carência na formação do administrador brasileiro é a
do “Administrador-Fazedor ou Acabativo”- aquele que tem a ideia e a capacidade
de concretizá-la.
A característica do “Administrador-Acabativo”, com visão estratégica, é a que
permeia a elaboração da proposta curricular do curso de Administração. Assim,
preveem-se, durante o curso, certos momentos, exemplificados nos Estágios Não
Obrigatórios, Atividades Complementares, Projetos, Workshops e demais atividades
durante a vida acadêmica, que propiciam a oportunidade para desenvolvimento do
“Administrador-Acabativo”.
5.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR EIXOS TEMÁTICOS E UNIDADES
TEMÁTICAS
Conforme Regimento Geral da UNIUBE, Art. 3º, incisos I e II, apresenta-se a seguir
a definição de eixos temáticos:
I - eixos temáticos são temas em torno dos quais se articulam as
unidades temáticas. São definidos de acordo com as especificidades
de cada curso;
II - unidades temáticas são o conjunto de conteúdos compreendidos
nas suas dimensões conceitual, procedimental e atitudinal, como
meios para o desenvolvimento humano, entre si relacionados, que
emanam dos eixos temáticos e são constitutivos de um todo
harmonioso e contextualizado.
Portanto, para evitar a fragmentação do currículo em unidades estanques, os
currículos foram organizados em unidades maiores, em recortes mais amplos de um
campo do saber que são: os eixos temáticos e, dentro deles estão especificadas as
unidades temáticas.
O curso está organizado em 3613 horas-aula de estudos, organizadas em oito
etapas de seis meses consecutivas. A integralização curricular está prevista para um
período de, no mínimo, quatro anos.
Os conteúdos que compõem cada uma das etapas são trabalhados de forma
integrada, para que os objetivos do curso se concretizem. O trabalho é, portanto,
interdisciplinar, condição para se garantir a formação de competências e habilidades
2
Stephen Kanitz, Iniciativa e Acabativa. Disponível em: http//www.kanitz.com.br/veja/acabativa.htm
43
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
requeridas desse profissional. Ressalta-se que o sentido humanístico está presente
em todas as áreas, seja explicitamente como conteúdo de formação, seja como
princípios e valores a serem construídos conjuntamente com os propósitos técnicos
e científicos de cada área.
5.1.1 Componentes da Formação
Na proposta curricular são contemplados quatro eixos de formação estabelecidos no
Art. 5º da Resolução nº 4/2005 que institui as Diretrizes Curriculares do Curso:
Conteúdos de Formação Básica; Conteúdos de Formação Profissional; Conteúdos
de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias e Conteúdos de formação
Complementar. Com base nas diretrizes curriculares, procurou-se organizar o curso
levando em consideração o perfil do egresso, as competências e habilidades a
serem constituídas.
Conteúdos de Formação Básica
Compreende-se por conteúdos de formação básica aqueles nos quais são
abordados os princípios básicos relacionados com outras áreas do conhecimento. O
trabalho desenvolvido com esses conteúdos tem como finalidade a formação de um
referencial teórico e a incorporação da metodologia científica e tecnologias da
comunicação e da informação bem como das ciências jurídicas, que permitam ao
profissional ter bom trânsito no estudo e domínio com outras áreas do
conhecimento, do fluxo da história e das diferentes culturas no mundo atual.
Integram essa área de formação os seguintes conteúdos:
Componente
Leitura e Produção de Textos Acadêmicos
Contabilidade Básica
Comportamento Empreendedor
Sociologia das Organizações
Instituições do Direito
Análise das Demonstrações Contábeis
Informática Aplicada
Contabilidade Gerencial e Análise de Custos
Economia de Empresas
Macroeconomia e Políticas de Intervenção
Fundamentos do Comércio Exterior
Ética Empresarial
ETAPA
1
1
1
2
2
2
3
3
4
5
6
6
44
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Conteúdos de Formação Profissional
Podem também ser chamados de formação aplicada, já que pressupõem a
aplicação dos conhecimentos básicos à administração incluindo os conteúdos
listados a seguir:
Componente
Etapa
Teorias da Administração
Teoria das Organizações
Organização, Sistemas e Métodos
Gestão de Materiais
Matemática Financeira
Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade
Administração dos Recursos Humanos
Marketing Básico
Projeto Integrado
Gestão da Produção
Equipe e Liderança dos Recursos Humanos
Estratégias de Marketing e Pesquisa de Mercado
Gestão Financeira
Gestão da Logística
Gestão Estratégica
Elaboração e Análise Orçamentária
Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Negócios
Sistemas de Informações Gerenciais
Estágio Supervisionado I
Avaliação de Empresas
Mercado de Capitais e Derivativos
Técnicas de Consultoria e Assessoria
Elaboração e Análise de Projetos
Estágio Supervisionado II
Jogos de Empresa
1
2
3
4
4
4
5
5
5
5
6
6
6
6
7
7
7
7
7
7
8
8
8
8
8
Conteúdos de Estudos Quantitativos e Suas Tecnologias
O trabalho desenvolvido nessa área abrange conteúdos que levem o estudante à
utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração tais como:
Pesquisa Operacional. Teorias dos Jogos, modelos matemáticos e estatísticos bem
como a aplicação de tecnologias. Integram essa área os seguintes conteúdos:
Componente
Matemática Básica
Matemática para Decisões Administrativas I
Matemática para Decisões Administrativas II
Estatística Básica
Estatística Inferencial
Métodos Quantitativos
Etapa
1
2
3
3
4
5
45
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Conteúdos de Formação Complementar
Abrangem os estudos de caráter transversal que visam o enriquecimento do perfil do
graduando como cidadão sensível às questões do desenvolvimento sustentável e às
diferenças raciais e sociais bem como a educação em Direitos Humanos:
Componente
Atividades Complementares
Tópicos Especiais em Administração I
Tópicos Especiais em Administração II
Componentes Optativos
Cidadania, diversidade e heterogeneidade.
Etapa
3–5-6
4
8
A definir pelo aluno
1
5.2 FLEXIBILIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE
5.2.1 Componentes Optativos
No curso de Administração, são ofertados sete (07) componentes optativos para que
o aluno escolha e curse durante o seu período de formação.
Relação de Componentes Optativos:
 Direito Internacional
 Direito Financeiro
 Processos Interativos com a Pessoa Surda – LIBRAS
 Legislação Social e Previdenciária
 Legislação Tributária
 Contabilidade Avançada
 Planejamento Tributário
O componente optativo Direito Internacional, ofertado na Organização Curricular do
curso de Direito, objetiva fazer com que o aluno conheça as diversas normas
reguladoras do moderno direito internacional, sua importância e repercussões dos
problemas internacionais tanto na vida macro como microeconômica de cada país
em um momento em que a globalização econômico-financeira é uma realidade. O
objetivo deste componente é fazer com que o aluno conheça os princípios gerais,
analise criticamente os acontecimentos na sociedade internacional e seus diversos
46
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
reflexos na ordem interna do país e possa correlacioná-los com a dinâmica dos
negócios.
O componente optativo Direito Financeiro ofertado na Organização Curricular do
curso de Direito, objetiva capacitar o aluno para que o mesmo possa analisar, avaliar
e interpretar situações relacionadas à Ordem Econômica, ligada que está ao
orçamento e às relações de consumo. O discente deve estar apto a fundamentar
suas análises no conhecimento técnico, bem como poder aplicar o saber jurídico de
forma articulada, integrada, interdisciplinar e científica aos temas políticos,
econômicos e sociais atuais.
O componente optativo – Processos Interativos com a Pessoa Surda – LIBRAS é
ofertado em atendimento à Lei nº 10.436/2002, regulamentada pelo Dec. Nº
5.626/2005 e aborda a singularidade e os fundamentos linguísticos dessa língua; o
desenvolvimento psicossocial da pessoa surda; a história e a identidade do surdo e
as políticas sociais e educacionais voltadas à surdez, numa abordagem sócio
antropológica. Os estudos propostos objetivam compreender os modos de interação
do surdo na sociedade e oferecer formação teórico-prática para a comunicação com
pessoas surdas contribuindo para o atendimento das suas especificidades numa
abordagem que traz de forma sucinta um estudo de práticas educacionais voltadas
para a inclusão dessas pessoas.
O componente optativo Legislação Social e Previdenciária, ofertado na Organização
Curricular do curso de Ciências Contábeis, objetiva proporcionar maior percepção
das relações jurídicas vivenciadas no dia a dia dos negócios, e ao mesmo tempo
possibilitar a interpretação dos atos e fatos jurídicos dando enfoque aos principais
institutos jurídicos no âmbito do Direito Público e Privado, bem como aos interesses
difusos, coletivos e individuais homogêneos, enfatizando a relação desses ramos do
Direito com a Constituição Federal e suas implicações na gestão econômicofinanceira dos negócios.
O componente optativo Legislação Tributária, ofertado na Organização Curricular do
curso de Ciências Contábeis, propiciará ao aluno ser capaz de criticar e analisar as
espécies e as formas pelas quais o Estado arrecada, culminando com estudos
específicos relativos aos tributos, o trâmite legal pelo qual deve percorrer o Estado
para efetivar o recolhimento do produto da arrecadação e as maneiras pelas quais
47
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
coercitivamente compele o contribuinte ao pagamento, enfim perceber o Direito
Tributário como parte do ambiente organizacional e, portanto, base diretora dos
negócios e do relacionamento empresa e estado.
O componente optativo Contabilidade Avançada, ofertado na Organização Curricular
do curso de Ciências Contábeis, propiciará ao aluno de Administração condições de
elaborar, analisar e implementar atividades de assuntos contábeis avançados, com
ênfase em demonstrações contábeis e os impactos da Equivalência Patrimonial,
Compensação de Prejuízos, Ganhos e Perdas de Capital, Reavaliação de Bens,
Concentração
e
Extinção
de
Sociedades
e
Demonstrações
Financeiras
Consolidadas, permitindo assim ao aluno aplicar, em níveis mais estratégicos, os
conceitos da Contabilidade.
O componente optativo Planejamento Tributário, ofertado na Organização Curricular
do curso de Ciências Contábeis, propiciará ao aluno de Administração condições de
elaborar, analisar e implementar ações gerenciais que otimizem, dentro da lei e da
ética, uma gestão eficiente do recolhimento de tributos que melhorará a
competitividade dos negócios no mercado em que estiver inserida.
5.2.2 Temas Transversais
Os temas transversais, a serem trabalhados em todas as etapas do curso, visam à
reconstrução do saber, à construção de novas modalidades de interpretação do real
e à integração horizontal e vertical do currículo pela via da interdisciplinaridade. O
curso inclui temas que promovem a transversalidade do currículo e, os trabalhos
interdisciplinares orientados e acompanhados por professores possibilitam ao aluno
a visão de um mesmo problema ou fenômeno sob diferentes ângulos promovendo o
desenvolvimento dos alunos na convergência entre o ensino, a pesquisa e a
extensão.
A UNIUBE, ciente dos desafios que a atual realidade brasileira apresenta,
especialmente no tocante às desigualdades sociais, explicita, em seus Projetos
Pedagógicos, uma posição favorável à formação de valores e posturas relacionadas
às questões do multiculturalismo, das relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira
e o compromisso educativo com o fortalecimento do processo histórico de
48
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
construção de um país socialmente mais humano e mais justo – conforme
preconizam a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), a Constituição
Federal (1988), o Estatuto dos Direitos da Criança e do Adolescente (1990). Visa
desta
forma,
à
formação
de
profissionais
comprometidos
com
o
pleno
desenvolvimento humano e com capacidade crítica para compreender de forma
contextualizada os elementos que caracterizam a realidade hoje.
Assim, as propostas curriculares dos cursos da UNIUBE abordam tais temáticas
propostas pela Lei nº 11.645/2008, que trata da história e cultura afro-brasileira e
indígena e da Lei nº 9.795/1999, que no seu Art. 11, considera a importância dos
estudos e discussões sobre a dimensão ambiental na formação dos estudantes com
a finalidade de promover a educação para mudança e a transformação social.
As questões relacionadas à diversidade cultural, às desigualdades sociais e à
cidadania no Brasil são abordadas na perspectiva das Ciências Sociais, com ênfase
nas dimensões históricas e condições contemporâneas. Abordam-se as relações
entre grupos sociais na perspectiva da construção de identidades, espaços culturais
e territoriais. Analisam-se a diversidade dos sujeitos sociais, as relações entre o
Estado e a Sociedade Civil, destacando-se a necessidade de construção de políticas
sociais com a participação popular.
A exclusão social hoje se dá simultaneamente pelas vias do trabalho, da cultura, da
etnia, da idade, do gênero, e, assim sendo, torna-se difícil atribuí-la apenas um
aspecto desse fenômeno, tendo em vista que se constitui de vários elementos.
Deste modo, dificilmente poder-se-á compreender a situação sem antes conhecer o
fenômeno da exclusão e suas formas de manifestação que são, muitas vezes,
degradantes e tão presentes na sociedade contemporânea.
Ao concebermos esta realidade, ganham importância as discussões sobre os
tempos atuais: a sociedade globalizada neoliberal, a consequente necessidade da
humanização do processo global, e os desafios impostos à educação frente às
demandas e aos desafios do século XXI. Importa ressaltar que, nesse cenário, a
educação precisa evidenciar seu potencial criativo, instigante e produtivo, em
resposta às expressões da questão social, na consolidação da democracia e nos
49
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
direitos à cidadania, tornando-se um dos desafios emergentes. Há um fenômeno
mundial, chamado exclusão social exigindo ações propositivas que visem à
emancipação e garantia de direitos.
A temática relacionada ao meio ambiente é desenvolvida de modo a contribuir para
o entendimento do caráter interdisciplinar e transversal da educação ambiental, que
ocorrerá por meio de um diálogo direto com os estudantes discutindo os programas
educativos, dirimindo suas dúvidas, questionamentos, focalizando os temas de
interesse e as experiências práticas que estão tendo êxito. São discutidos os
conceitos fundamentais de ecologia, a crise ambiental, a saúde ambiental, a
poluição ambiental, a avaliação ambiental e noções sobre desenvolvimento
sustentável e legislação ambiental. O enfoque dado, de caráter humanístico,
considera que o tema meio ambiente está intimamente ligado às questões
socioeconômicas e culturais e que deve ser tratado de forma ética e responsável por
todos.
Tais temas revelam-se de forma transversal por meio de trabalhos de alunos, em
sala de aula, eventos e atividades desenvolvidas pelo curso (palestras, debates,
mesas redondas, seminários) o que concorre para a formação geral dos alunos
desta universidade.
O curso busca a eliminação de barreiras e a construção de uma sociedade inclusiva
e a preocupação com a educação no campo. O atendimento aos princípios que
orientam a educação brasileira nos remete ao respeito, às diferenças e à política de
igualdade, tratando a qualidade da educação escolar na perspectiva da inclusão.
Além de serem tratados de forma transversal, esses temas também ocupam o seu
lugar nos currículos. No curso de Administração, tais temáticas estão presentes nos
seguintes componentes curriculares:
 Cidadania: Heterogeneidade e Diversidade
 Sociologia das Organizações
 Tópicos Especiais em Administração I
 Ética Empresarial
 Tópicos Especiais em Administração II
50
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO-APRENDIZAGEM
As atividades de ensino-aprendizagem estão organizadas de forma a permitir a
integração de conteúdos e metodologias com o objetivo de se realizar uma
abordagem interdisciplinar, favorecer a relação teoria/prática e integrar a pesquisa e
a extensão ao processo de ensino-aprendizagem, durante todas as etapas do curso.
Nesse sentido, são considerados componentes curriculares que dão flexibilidade ao
currículo e possibilitam o aproveitamento do potencial científico.
O curso possibilita a integração entre teoria e prática por meio da:
 Abordagem teórica dos temas, com fixação de aprendizagem, pelo uso
intensivo dos estudos de casos.
 Aplicação prática para o desenvolvimento de habilidades intelectuais e
sociais, por meio de Visitas-Técnicas de Estudo, Estágios Curriculares
Obrigatórios e Estágios Não Obrigatórios, Atividades Complementares,
palestras com profissionais do mercado e participação em projetos sociais
e da IES, dentre outras atividades.
 Elaboração de Produtos/Serviços com características inovadoras.
A interdisciplinaridade ocorre por meio de:
 Práticas no Laboratório de Informática.
 Realização do Projeto Integrado na 5ª etapa.
 Desenvolvimento de Plano de Negócios.
 Desenvolvimento de ações administrativas nos Estágios Curriculares Não
Obrigatórios.
 Possibilidade de cursar a disciplina de Tópicos Especiais (I e II) em outros
cursos da IES.
 Desenvolvimento de Produtos.
51
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
O incentivo à pesquisa, como forma de estabelecer a necessária integração
entre ensino e pesquisa pode ser concretizado pela:

Participação no Programa de Iniciação Científica (PIC).

Participação em projetos de pesquisa da IES ou do curso.

Apresentação de trabalhos em Seminários e eventos acadêmicos.

Elaboração de trabalhos nas Atividades Complementares.

Elaboração de trabalhos em conjunto com professor da disciplina (artigos,
resenhas, trabalhos a serem publicados).
A Gestão do curso, em constante contato com o mercado (empresas, instituições e
ex-alunos) fomenta a prática do Estágio Não Obrigatório, o que faz do mesmo um
dos que mais ofertam oportunidades de estágio e emprego efetivo aos discentes e
egressos.
Executivos e representantes de empresas são convidados para ministrar palestras,
bem como, receber alunos para trabalhos práticos.
6.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares constituem-se em componente curricular aberto e
flexível que estimula a prática de estudos independentes, visando a crescente
autonomia profissional e intelectual dos alunos. Estão vinculadas aos perfis dos
cursos, com a função de contribuir para a flexibilização do currículo, servindo de
instrumento para que alunos e Instituição possam definir orientar e reorientar ações.
São realizadas de forma autônoma pelos alunos, fora do horário regular de aula, sob
supervisão do professor-orientador, a partir do elenco de sugestões do PIAC. São
registradas no Histórico Escolar dos alunos.
As Atividades Complementares, recomendadas pela LDB de Educação Nacional, Lei
nº 9394/96, e regulamentadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais foram
institucionalizadas e incorporadas aos Projetos Pedagógicos dos Cursos de
Graduação da Universidade de Uberaba através das diretrizes institucionais fixadas
pela Resolução 01/2003, como componente curricular aberto e flexível, “que tem
como objetivo estimular a prática de estudos independentes, visando uma crescente
52
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
autonomia profissional e intelectual dos alunos.” (Artigo 2º) 01/2003. Até então essas
atividades eram desenvolvidas separadamente em cada curso de graduação.
A partir de 2005, conforme a Resolução 050/05 da IES, as Atividades
Complementares passaram a ser coordenadas e organizadas pelo Programa
Institucional de Atividades Complementares (PIAC).
O Programa Institucional de Atividades Complementares – PIAC – tem como linha
de ação a “EDUCAÇÃO PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA” e “EDUCAÇÃO
PARA A SAÚDE” sendo o eixo articulador, propositor, organizador e divulgador das
diferentes propostas geradas para Atividades Complementares, integrando alunos e
professores de todos os cursos, tornando mais visíveis as formas pelas quais a
UNIUBE assume seu compromisso e responsabilidade social, estimulando o contato
discente com a realidade social, econômica e cultural, para o exercício da cidadania.
O Programa Institucional de Atividades Complementares é constituído por um
Núcleo de Orientação e Coordenação, composto por professores de tempo contínuo
da Universidade de Uberaba, indicados pelos diretores de curso e aprovados pelo
Reitor, que têm por função orientar e acompanhar os alunos quanto à realização de
propostas diversificadas de atividades complementares; aprovar e validar, em
créditos, a participação dos alunos em atividades complementares à sua formação
acadêmica, dentro ou fora da Instituição. Além desse Núcleo, é composto também
por uma Secretaria, encarregada de fazer o atendimento aos alunos, receber e
registrar os créditos correspondentes às Atividades Complementares validadas pelo
Núcleo de Orientação e Coordenação.
Objetivos do PIAC

contribuir para a obtenção do perfil desejado, possibilitando que o aluno
desenvolva as habilidades e competências estabelecidas em cada etapa do
curso de origem;

promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão;

contribuir
para
a
autonomia
intelectual
do
aluno,
colocando-o
como
corresponsável pela condução, conclusão e apresentação de conhecimentos
obtidos, de forma continuada;
53
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

oportunizar ao aluno a realização de atividades de seu interesse, trabalhando
sua
vocação,
desenvolvendo
suas
aptidões,
sua
postura
e
potencial
empreendedor que o auxiliarão a decidir sobre os rumos de sua carreira
profissional;

promover a integração das Atividades Complementares como um Componente
Curricular que transcende os limites dos cursos, estimula a vivência universitária
e promove a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade;

dar visibilidade às Atividades Complementares promovidas no âmbito dos
diferentes cursos para toda a comunidade acadêmica;

possibilitar inserção de atividades em equipe, favorecendo o desenvolvimento
das habilidades de comunicação, relacionamento, cooperação e liderança;

elaborar programas que acolham os alunos em projetos de significado social
para a comunidade;

inserir alunos em ações comunitárias, estimulando o contato com a realidade
social, econômica e cultural, para o exercício da cidadania;

incentivar e ampliar a participação dos alunos em eventos científicos, artísticos e
culturais no âmbito da UNIUBE e da sociedade;

inserir alunos no contato com o mercado de trabalho.
Para efeito de validação e registro, as Atividades Complementares da Universidade
de Uberaba traduzem-se em créditos. Em cada semestre, há ofertas de Atividades
Complementares, quando o aluno deverá cumprir 30 créditos que correspondem a
60 horas na organização curricular do curso. No curso de Administração as
Atividades Complementares acontecem em três (03) períodos, conforme descrito no
Quadro 01.
Somente serão reconhecidas e validadas as Atividades Complementares aprovadas
e registradas pelo Programa Institucional de Atividades Complementares. Os
créditos serão registrados e encaminhados à Diretoria de Serviços Acadêmicos
(DSA) pela Secretaria do Programa Institucional de Atividades Complementares.
Todas as informações sobre os eventos e créditos correspondentes à cada Atividade
Complementar e aos comprovantes a serem apresentados para creditação junto ao
PIAC, estão disponibilizados na página do aluno.
54
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Quadro 01: Etapas onde são desenvolvidas as Atividades Complementares no curso de
Administração
Etapa
Carga-Horária
3ª
60 h/a
5ª
60 h/a
6ª
60 h/a
6.2 ESTÁGIO CURRICULAR
De acordo com a lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, no seu art. 1º, “Estágio é
ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que
visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos” (...). Deve fazer parte do
Projeto Pedagógico do Curso integrando o processo formativo do aluno tendo em
vista o aprendizado de competências relacionadas à atividade profissional que ele
irá exercer.
O
Estágio
Supervisionado
competências
e
habilidades
possibilitará
ao
necessárias
estagiário
ao
pleno
a consolidação
exercício
das
profissional,
proporcionará a vivência de situações reais nas diversas áreas da atuação do
administrador. O Estágio Supervisionado tem como objetivo aperfeiçoar os
conhecimentos adquiridos no curso de Administração e aplicá-los na prática
organizacional. Os objetivos e metas de estágio, presentes no planejamento das
atividades, são adequadas às áreas de conhecimentos alcançados até a etapa em
que o aluno está matriculado.
A metodologia adotada consiste na orientação individual do aluno que realiza, sob a
orientação do professor, o levantamento, a análise e as soluções condizentes com a
complexidade organizacional. O acompanhamento do aluno ocorre uma vez por
semana quando o estagiário demonstra seu desenvolvimento no campo de estágio
(formulário disponibilizado em modelo próprio, carimbado e assinado). O estagiário
elabora o Relatório Final do estágio referente ao assunto de maior relevância
identificado no diagnóstico.
Essas etapas estão presentes no cronograma estabelecido pelo professor e
disponibilizadas nas aulas iniciais de orientação das atividades de estágio. É
55
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
obrigatório ter no mínimo 75% das frequências individuais com o professor
supervisor.
O Estágio Curricular Obrigatório do curso de Administração da Universidade de
Uberaba é desenvolvido, resumidamente, conforme o quadro descritivo abaixo.
Quadro 02: Distribuição dos Estágios Curriculares Supervisionados
Período
Atividade
Objetivo
Horas-aula
de
Supervisão
Hora-Atividade
Extraclasse
4º
Estágio e
Supervisão do
Estágio
Curricular de
Aplicabilidade
Verificar a aplicabilidade
dos métodos e técnicas da
Administração junto a
realidade organizacional
por meio de Linhas de
Pesquisa.
40 h/aula
90 h/atividade
Estágio e
Supervisão de
Estágio
Curricular
Obrigatório I
Estágio e
Supervisão do
Estágio
Curricular
Obrigatório II
7º
8º
Realizar análise global da
organização.
Intervir na realidade com a
intenção de propor
mudanças para os
fenômenos observados.
40 h/aula
40 h/aula
90 h/atividade
100 h/atividade
Os Estágios Curriculares, Obrigatórios ou Não Obrigatórios, possibilitam ao
acadêmico uma série de vantagens importantes para a sua formação:

aproximação com o mercado de trabalho, propiciando oportunidade de
atuação em sua atividade específica;

desenvolvimento de atividades práticas, conciliando-as com a teoria;

busca de aprofundamento em área de interesse específico;

conhecimento sobre a avaliação do mercado;

oportunidade de testar habilidades adquiridas;

contribuição para a formação dos perfis.
A aprovação do aluno consiste no Conceito “H” de Habilitado quando obtida a
frequência de 75% na Supervisão, 100% da carga horária no campo de estágio e
nota mínima de 60,0 pontos. Caso o aluno não atenda algum dos três critérios terá o
conceito “I” de Inabilitado.
56
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
O “Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado” do curso de Administração
normatiza o funcionamento e operacionalização dos estágios e se encontra no
Anexo B deste Projeto Pedagógico.
6.3 EMPRESA JÚNIOR
A Multi Júnior, empresa júnior do curso de Administração do campus Uberlândia,
criada em outubro de 2007, é uma empresa formada e gerida por estudantes da
graduação, com o objetivo de prestar serviços de consultorias a micro e pequenas
empresas ou instituições de caráter público, a baixo custo. Simultaneamente
proporciona aos discentes a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho,
além de estimular o aluno a aprofundar os estudos em busca de soluções para as
falhas diagnosticadas nas organizações clientes. A Multi Júnior segue suas
atividades sempre amparada pelo corpo docente e gestores da instituição, que
demonstram a todo momento o apoio aos envolvidos.
 Negócio: consultoria e assessoria em vários segmentos de mercado.
 Missão: fornecer soluções empresariais através do conhecimento acadêmico
multidisciplinar, integrando universidade e empresários em benefício da
sociedade.
 Visão: ser referência no mercado através de inovações multidisciplinares.
6.4 PROJETO INTEGRADO
Na 5ª etapa o aluno realiza o Projeto Integrado que proporciona ao aluno o interrelacionamento dos conhecimentos do 5º período em uma empresa real, com a
finalidade de desenvolver uma visão integrada da Administração.
Em equipe, após o Diagnóstico Empresarial, os alunos identificam um problema
prioritário promovendo soluções por meio dos métodos e técnicas estudadas nos
componentes curriculares cursados até a 5ª etapa do curso.
6.5 PRÁTICAS
57
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
A Instituição incentiva e promove ações que auxiliam seus docentes a construir
práticas pedagógicas inovadoras, o que contribui para o enriquecimento da proposta
do curso.
No curso de Administração tais práticas são realizadas por meio dos estágios
curriculares obrigatórios (4ª. 7ª. e 8ª. Etapas), pelo Empreendedorismo Social (na 1ª.
Etapa com a “Campanha Páscoa solidária” e no trabalho social ao final da disciplina
Comportamento Empreendedor), Projeto Integrado (5ª. Etapa, com o projeto
“Laboratório de novos produtos” onde um grupo de alunos identifica em determinada
organização demanda(s) não atendida(s) e propõe produtos e/ou serviços
inovadores, utilizando os conceitos/ferramentas/técnicas aprendidas nas disciplinas
da etapa), Desenvolvimento de Novos Produto/Serviços (7ª. Etapa, na disciplina de
Empreendedorismo de Novos Negócios, vinculado à criação de uma empresa
fictícia), Elaboração de Planilhas Orçamentárias de Longo Prazo (para a empresa
fictícia criada na disciplina de Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos
Negócios) e os trabalhos práticos de Consultoria e Assessoria desenvolvidos na
etapa 8 (disciplina de Técnicas de Consultoria e Assessoria).
58
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Componentes Curriculares por Etapa
Etapa
1
1
1
1
1
1
Etapa
2
2
2
2
2
Etapa
3
3
3
3
3
Componente Curricular
Modalidade
Teorias da Administração
Semipresencial
Matemática Básica
Semipresencial
Contabilidade Básica
Semipresencial
Comportamento
Semipresencial
Empreendedor
Cidadania: Heterogeneidade
Semipresencial
e Diversidade
Leitura e Produção de Textos
Semipresencial
Acadêmicos
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa
Componente Curricular
Modalidade
Análise das Demonstrações
Semipresencial
Contábeis
Sociologia das Organizações
Semipresencial
Teoria das Organizações
Semipresencial
Matemática para Decisões
Semipresencial
Administrativas I
Instituições do Direito
Semipresencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente Curricular
Estatística Básica
Contabilidade Gerencial e
Análise de Custos
Matemática para Decisões
Administrativas II
Organização, Sistemas e
Métodos
Modalidade
Presencial
Teórica
Pres.
NP
72,0
15,0
72,0
15,0
72,0
15,0
36,0
15,0
36,0
20,0
36,0
44,0
324,0
124,0
AT
448,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
40,0
40,0
15,0
15,0
80,0
15,0
80,0
320,0
15,0
75,0
Prática
Pres.
NP
AT
395,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
Semipresencial
80,0
Presencial
80,0
Semipresencial
40,0
Informática Aplicada
Semipresencial
Atividades Complementares
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Prática
Pres.
NP
15,0
AT
10,0
15,0
15,0
280,0
Prática
Pres.
NP
45,0
40,0
40,0
435,0
60,0
70,0
59
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Etapa
4
4
4
4
4
4
Componente Curricular
Economia de Empresas
Estatística Inferencial
Matemática Financeira
Gestão de Materiais
Tópicos Especiais em
Administração I
Estágio Curricular
Supervisionado de
Aplicabilidade
Modalidade
Semipresencial
Presencial
Semipresencial
Semipresencial
Presencial
5
5
5
5
5
5
5
Etapa
6
6
6
6
6
6
6
Componente Curricular
Modalidade
Administração dos Recursos
Semipresencial
Humanos
Gestão da Produção
Presencial
Marketing Básico
Presencial
Macroeconomia e Políticas de
Semipresencial
Intervenção
Métodos Quantitativos
Presencial
Projeto Integrado
Presencial
Atividades Complementares
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente Curricular
Modalidade
Gestão Financeira
Presencial
Gestão da Logística
Semipresencial
Estratégia de Marketing e
Presencial
Pesquisa de Mercado
Fundamentos do Comércio
Presencial
Exterior
Ética Empresarial
Presencial
Equipe e Liderança dos
Semipresencial
Recursos Humanos
Atividades Complementares
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Prática
Pres.
NP
AT
40,0
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Etapa
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
40,0
80,0
15,0
40,0
15,0
280,0
45,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
40,0
90,0
40,0
455,0
90,0
Prática
Pres.
NP
15,0
80,0
80,0
80,0
10,0
15,0
40,0
360,0
AT
40,0
30,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
40,0
15,0
40,0
520,0
Prática
Pres.
NP
80,0
20,0
60,0
90,0
AT
30,0
40,0
40,0
40,0
15,0
320,0
30,0
60,0
90,0
440,0
60
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Etapa
7
7
7
7
7
7
Etapa
8
8
8
8
8
8
Componente Curricular
Modalidade
Gestão Estratégica
Semipresencial
Empreendedorismo e
Desenvolvimento de Novos
Semipresencial
Negócios
Elaboração e Análise
Semipresencial
Orçamentária
Sistemas de Informações
Semipresencial
Gerenciais
Avaliação de Empresas
Presencial
Estágio Curricular
Presencial
Supervisionado I
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente Curricular
Modalidade
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
40,0
15,0
80,0
15,0
40,0
15,0
Modalidade
Direito Internacional
Presencial
Direito Financeiro
Presencial
Processos Interativos com a
Semipresencial
Pessoa Surda – LIBRAS
Legislação Social e
Presencial
Previdenciária
Legislação Tributária
Presencial
Contabilidade Avançada
Presencial
Planejamento Tributário
Presencial
Total da carga horária:
Total:
AT
40,0
280,0
60,0
Teórica
Pres.
NP
Mercado de Capitais e
Semipresencial
80,0
Derivativos
Elaboração e Análise de
Semipresencial
80,0
Projetos
Jogos de Empresa
Presencial
40,0
Técnicas de Consultoria e
Presencial
40,0
Assessoria
Tópicos Especiais em
Presencial
40,0
Administração II
Estágio Curricular
Presencial
Supervisionado II
Total da carga horária: 280,0
Total da carga horária da etapa:
Total da carga horária: 2448,0
Total da carga horária Geral:
Componente Curricular
Prática
Pres.
NP
40,0
90,0
40,0
470,0
90,0
Prática
Pres.
NP
AT
15,0
15,0
40,0
100,0
40,0
450,0
439,0 200,0
3613,0
100,0
30,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
40,0
40,0
60,0
6,0
66,0
4,0
4,0
4,0
178,0
68,0
60,0
60,0
314,0
Prática
Pres.
NP
530,0
AT
492,0
61
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
8 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
62
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
9 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA
1ª ETAPA
TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO
EMENTA
Estudos sobre a visão de administração e da relação entre as organizações e a
administração; a evolução do pensamento administrativo; as diferentes abordagens:
clássica, humanística, comportamental, burocrática, neo-clássica, contingencial e
sistêmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Campus,
2003-2005. 710 p.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 6. ed. rev. e ampl.
São Paulo: Atlas, 2004. 434 p.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson,
2001. 523 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNARDES, Cyro. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3. ed.
rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2006. 268 p.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução a administração. 3. ed. São Paulo: Pioneira,
1998. 714 p.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração: uma introdução. 22. ed.
ampl. São Paulo: Pioneira, c1998. 230 p.
MATEMÁTICA BÁSICA
EMENTA
Compreensão dos conceitos fundamentais da matemática por meio dos estudos sobre a teoria
dos conjuntos e números; potenciação; expressões numéricas; expressões algébricas e
equação de primeiro e segundo grau e coordenadas no plano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SILVA, Fernando César Marra e. Matemática básica para decisões
administrativas. São Paulo: Atlas, 2007. 171 p.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São
Paulo: Atlas, 2006. 227 p.
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo:
Harbra, 2001. 674 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar. São
Paulo: Atual, 1993. 1 v.
GOLDSTEIN, Larry Joe. Matemática aplicada: economia, administração e
contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000-2006. 484 p.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os cursos de economia,
administração, ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1987-2014. 1 v.
CONTABILIDADE BÁSICA
EMENTA
Compreensão dos princípios fundamentais da Contabilidade. Livros contábeis; método
das partidas dobradas; razonetes; balanço patrimonial; demonstrativo de resultado
do exercício; introdução ao balanço social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 1998-2010. 293
p.
LEITE, Helio de Paula. Contabilidade para administradores. 4. ed. São Paulo: Atlas,
1997. 518 p.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: a contabilidade como instrumento
de análise, gerência e decisão, as demonstrações contábeis: origens e finalidades, os
aspectos fiscais e contábeis das leis em vigor. 10. ed. rev. atual. e moder. São Paulo:
Atlas, 2003. 502 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de
contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 7. ed. rev.
e atual. São Paulo: Atlas, 2007. 646 p.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Curso de contabilidade para não contadores: para as áreas
de administração, economia, direito, engenharia. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 282 p.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Introdução à teoria da contabilidade: para o nível de
graduação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 288 p.
64
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR
EMENTA
Introdução aos estudos sobre o comportamento humano nas Organizações; análise das
características do Comportamento Empreendedor; estudos sobre Grupos e Equipes,
Comunicação, Criatividade, Inovação, Liderança, Cultura Organizacional e Identificação
de Oportunidades de Negócios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações.
São Paulo: Atlas, 2004-2007. 515 p.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores Associados,
1999-2006. 312 p.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em
negócios. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, c2005. 293 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo:
Atlas, 2001. 307 p.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2007. 536 p.
WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento
organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p.
CIDADANIA: HETEROGENEIDADE E DIVERSIDADE
EMENTA
Reflexão sobre o exercício da cidadania, os direitos humanos e o meio-ambiente;
compreensão da inter-relação entre esses conceitos e a desigualdade social oriunda da
diversidade cultural brasileira que possibilita práticas e ações nas relações entre grupos
sociais.
BIIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 17. ed. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2013. 236 p.
HEERDT, Mauri Luiz. Construindo ética e cidadania todos os dias: reflexões sobre
temas filosóficos, sociais, políticos, econômicos e históricos. Florianópolis: Sophos,
2005. 223 p.
SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves e. Aprender, ensinar e relações étnico-raciais no
Brasil. Revistas Eletrônicas PUC5, Porto Alegre, v. 30, n. 3, p. 489-506, set./dez.
65
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
2007. Disponível em:
<http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/2745/2092>.
Acesso em: 26 nov. 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Direitos humanos fundamentais. São Paulo:
Saraiva, 2005-2007. 197 p.
OLIVEIRA, Ângela M. A. de; CANEN, Ana. Multiculturalismo e currículo em ação: um
estudo de caso. ANPED - Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, n. 21, p.
61-74, set./dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n21/n21a05.pdf>.
Acesso em: 26 nov. 2014.
SELLA, Adriano. Globalização neoliberal e exclusão social: alternativas...? São
possíveis!. São Paulo: Paulus, 2002. 148 p.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS
EMENTA
Estudos de metodologia do trabalho científico, fundamentados na leitura analítica,
crítica, comparativa e interdisciplinar dos tipos e gêneros textuais e de suas formas de
organização sintática, semântica e discursiva, aplicadas à produção, em Língua
Portuguesa, de textos acadêmicos, com ênfase na relação entre conhecimento, ciência
e cultura, na comunicação contextualizada, nos suportes textuais, e na divulgação do
conhecimento acadêmico e científico em conformidade com as atuais normas de
apresentação estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Ivanilda; FREITAS, Faraídes Maria Sisconeto de. Comunicação e
linguagens: leitura e produção de textos na graduação. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010. 150 p.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coesão textual. 19. ed. São Paulo: Contexto,
2004-2005. 84 p.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 16.
ed. São Paulo: Contexto, 2004. 118 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 21. ed. São Paulo: Ática,
2006. 102 p.
CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber: metodologia científica:
fundamentos e técnicas. 17. ed. Campinas: Papirus, 2006. 175 p.
66
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
FIGUEIREDO, Antônio Macena de; SOUZA, Soraia Riva Goudinho de. Como elaborar
projetos, monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação
do texto final. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2011. 284 p.
ETAPA 2
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EMENTA
Compreensão da estrutura das demonstrações contábeis. Introdução ao estudo das
demonstrações contábeis em moeda constante; quocientes de liquidez, rentabilidade e
atividade; alavancagem operacional e financeira e medição do lucro por ação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômicofinanceiro, comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. São Paulo:
Atlas, 2006-2010. 371 p.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços: a análise de liquidez e do endividamento,
a análise do giro, a análise da rentabilidade; a análise da alavancagem financeira. São
Paulo: Atlas, 1998-2007. 225 p.
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e
gerencial: como avaliar empresas, análise da gestão de caixa, análise da gestão de
lucro, desempenho da diretoria. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 459 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: a contabilidade como instrumento
de análise, gerência e decisão, as demonstrações contábeis: origens e finalidades, os
aspectos fiscais e contábeis das leis em vigor. 10. ed. rev. atual. e moder. São Paulo:
Atlas, 2003. 502 p.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade
empresarial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 289 p.
SILVA, Alexandre Alcantara da. Estrutura, análise e interpretação das
demonstrações contábeis. 2 . ed. Ampliada e atualizada conforme Lei nº 11.638/07 e
Lei nº 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. 229 p.
SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES
EMENTA
Introdução ao estudo das Ciências Sociais aplicadas à Administração. As Ciências
67
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Sociais clássicas. Aspectos culturais brasileiros e cultura organizacional. Controle social
e organizacional. Globalização. Responsabilidade social. Relações de trabalho e
flexibilização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada a administração. 7. ed. rev. São Paulo:
Saraiva, c2009. 144 p.
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia aplicada à administração. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2003. 225 p.
DE MASI, Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-industrial.
4. ed. Rio de Janeiro: Ed. UnB, 2000- [2006]. 354 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOTTA, Fernando C. Prestes; CALDAS, Miguel P. Cultura organizacional e cultura
brasileira. São Paulo: Atlas, 1997. 325 p.
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações: uma análise do homem e das
empresas no ambiente competitivo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c1999. 337
p.
SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações: o desafio das
formas de gestão. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 399 p.
TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES
EMENTA
Estudos sobre as funções organizacionais de planejamento, organização, direção e
controle. Estudos sobre os processos organizacionais; desempenho organizacional;
gestão organizacional; compreensão das relações interorganizacionais e ambiente.
Estudo das tendências atuais da Administração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Campus,
2003-2005. 710 p.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 6. ed, rev. e ampl.
São Paulo: Atlas, 2004. 434 p.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson,
2001. 523 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNARDES, Cyro. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3. ed.
rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2006. 268 p.
68
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução a administração. 3. ed. São Paulo: Pioneira,
1998. 714 p.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração: uma introdução. 22. ed.
ampl. São Paulo: Pioneira, c1998. 230 p.
MATEMÁTICA PARA DECISÕES ADMINISTRATIVAS I
EMENTA
Estudos sobre a função linear; função quadrática; função exponencial; função
logarítmica; inequações de 1º e 2º grau; álgebra matricial; sistemas lineares;
continuidade e descontinuidade de função de uma variável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SILVA, Fernando César Marra e. Matemática básica para decisões
administrativas. São Paulo: Atlas, 2007. 171 p.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia,
administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 1v.
WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo:
Harbra, 2001. 674 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOLDSTEIN, Larry Joe. Matemática aplicada: economia, administração e
contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000-2006. 484 p.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia,
administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 2 v.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada a economia: síntese da teoria, mais de
300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
247 p.
INSTITUIÇÕES DO DIREITO
EMENTA
Introdução ao estudo do Direito. Abordagem de conhecimentos básicos sobre Direito
constitucional; Direito administrativo; Direito tributário; Direito penal. Direito civil; Direito
do consumidor; Direito comercial; Direito do trabalho e Responsabilidade civil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COELHO, Fábio Ulhôa. Manual de direito comercial: direito de empresa. 19. ed. rev. e
atual. São Paulo: Saraiva, 2007.
69
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. 13. ed. São
Paulo: Saraiva, 2005. 440 p.
MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2005-2013. 403 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de direito público e de direito
privado. 12. ed. rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2003-2006. 305 p.
MACHADO, Hugo de Brito. Introdução ao estudo do direito. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2004. 244 p.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Introdução ao estudo do direito: primeiras linhas. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2010. 317 p.
ETAPA 3
ESTATÍSTICA BÁSICA
EMENTA
Estudos sobre: medidas de tendência central; medidas de variabilidade e dispersão;
probabilidades e distribuição de probabilidades (normal, binomial, poisson). Introdução
à elaboração de amostragem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo:
Pioneira, 2002. 642 p.
BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com Excel: para cursos de administração e
economia. Rio de Janeiro: Campus, c2001. 250 p.
MORETTIN, Pedro Alberto, 1942. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 2003-2006
526 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOWNING, Douglas. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 351 p.
FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9.
ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. 404 p.
SILVER, Mick S. Estatística para administração. São Paulo: Atlas, 2000. 458 p.
70
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
CONTABILIDADE GERENCIAL E ANÁLISE DE CUSTOS
EMENTA
Introdução aos estudos sobre a natureza e conceitos básicos da contabilidade gerencial.
Compreensão do conceito e comportamento dos custos. O custeio por absorção; custeio ABC;
custo padrão; custeio variável. Compreensão da relação custo x volume x lucro.
Formação do preço de venda.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos: uma abordagem gerencial. 11. ed.
São Paulo: Prentice Hall, 2004. 1 v.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2003-2006. 370 p.
WELSCH, Glenn A. Orçamento empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1983. 397 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRUNI, Adriano Leal. A análise contábil e financeira. São Paulo: Atlas, 2010. 329 p.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2013. 332 p.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de
informação contábil. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 641 p.
MATEMÁTICA PARA DECISÕES ADMINISTRATIVAS II
EMENTA
Estudos sobre limites polinomiais e exponenciais. Compreensão dos Modelos matemáticos
e das regras e aplicações de derivadas. Estudos sobre integrais definidas e indefinidas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia,
administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 1 v.
TAN, Soo Tang. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo:
Pioneira Thompson Learnig, 2001. 638 p.
WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo:
Harbra, 2001. 674 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOLDSTEIN, Larry Joe. Matemática aplicada: economia, administração e
contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000-2006. 484 p.
71
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia,
administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 2 v.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada a economia: síntese da teoria, mais de
300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
247 p.
ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS
EMENTA
Estudo dos fundamentos da organização. Compreensão da natureza da organização,
sistemas e métodos. Elaboração de gráficos de organização e controle. Estudos sobre
departamentalização; estruturas organizacionais. Análise funcional e estrutural. Análise
e distribuição do espaço. Análise e distribuição do trabalho. Elaboração de formulários,
manuais e regulamentos. Fluxo de informações; técnicas de levantamento. Introdução
ao PERT/CPM.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHINELATO FILHO, João. O & M integrado à informática. 11. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organização e métodos: uma
abordagem gerencial. 16. ed. reest. e atual. São Paulo: Atlas, 2006. 468 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASAROTTO FILHO, Nelson; FÁVERO, José Severino; CASTRO, João Ernesto
Escosteguy. Gerência de projetos / engenharia simultânea: organização,
planejamento, programação, PERT/CPM, PERT/custo, controle, direção. São Paulo:
Atlas, 2006. 173 p.
CERQUEIRA, Jorge Pedreira de. Sistemas de gestão integrados: ISO 9001, ISO
14001, OHSAS 18001, SA 8000, NBR 16001: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro:
Qualitymark, c2006. 499 p.
MELLO, Carlos Henrique Pereira. ISO 9001:2000: sistema de gestão da qualidade para
operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2007. 224 p.
INFORMÁTICA APLICADA
EMENTA
Estudos sobre o sistema Windows; programa Excel; programa Word; programa Power
Point, visando sua aplicação em situações relacionadas às necessidades das
organizações.
72
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com Excel: para cursos de administração e
economia. Rio de Janeiro: Campus, c2001. 250 p.
MANZANO, José Augusto N. G.; MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de
Microsoft Excel 2013 avançado. São Paulo: Livros Érica, 2013. 284 p.
NEUFELD, John L. Estatística aplicada à administração usando Excel. São Paulo:
Prentice Hall, 2003. 434 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORNACHIONE JUNIOR, Edgard Bruno. Informática aplicada às áreas de
contabilidade, administração e economia. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 306 p.
LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. São Paulo: Lapponi Treinamento e
Editora, 2000. 450 p.
REHDER, Wellington da Silva. Guia prático Microsoft Office PowerPoint 2003. Santa
Cruz do Rio Pardo: Viena, 2005. 133 p.
ETAPA 4
ECONOMIA DE EMPRESAS
EMENTA
Estudo sobre o funcionamento do sistema econômico. Compreensão e análise da teoria
do consumidor; teoria do funcionamento do mercado: demanda, oferta e equilíbrio do
mercado. Estudo das elasticidades e da teoria da produção. Compreensão das
estruturas do mercado (monopólio, monopsônio, concorrência, oligopólio).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALL, Robert E. Microeconomia: princípios e aplicações. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, c2003. 603 p.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: fundamentos e aplicações. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, c2004. 309 p.
PINDYCK, Robert S. Microeconomia. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 711 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Luís Carlos P. Microeconomia introdutória: para cursos de
administração e contabilidade. São Paulo: Atlas, 1996-2000. 180 p.
73
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
VARIAN, Hal R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Campus,
2012. 821 p.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro: teoria e
exercícios, glossário com os 260 principais conceitos econômicos. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2002. 439 p.
ESTATÍSTICA INFERENCIAL
EMENTA
Estudos sobre: intervalo de confiança; testes de hipóteses; teste do qui-quadrado;
regressão linear simples; regressão linear múltipla. Análise de correlação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo:
Pioneira, 2002. 642 p.
FONSECA, Jairo Simon da. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 267 p.
FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9.
ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. 404 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOWNING, Douglas. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 351 p.
MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 2003-2006 526 p.
SILVER, Mick S. Estatística para administração. São Paulo: Atlas, 2000. 458 p.
MATEMÁTICA FINANCEIRA
EMENTA
Introdução ao estudo da Matemática Financeira. Compreensão da utilização de
operações como: juros simples; juros compostos; anuidades e empréstimos; sistemas de
amortização; fluxo de caixa; descontos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira
aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9. ed. atual. conforme as Leis
11.638/07 e 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. 583 p.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. São Paulo:
Saraiva, 2004-2006. 410 p.
74
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira: uso de calculadoras financeiras,
aplicações ao mercado financeiro, introdução a engenharia econômica, 300 exercícios
resolvidos e propostos com respostas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 260 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 9. ed. São
Paulo: Atlas, 2006. 448 p.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, c2010. 286 p.
ZENTGRAF, Roberto. Matemática financeira objetiva. 3. ed. Rio de Janeiro:
Editoração: ZTG, 2002. 370 p.
GESTÃO DE MATERIAIS
EMENTA
Elaboração do dimensionamento e controle de estoques. Abordagem J.I.T. Introdução
aos estudos sobre armazenamento de materiais; movimentação de materiais;
administração de compras; distribuição e transporte. Administração patrimonial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARNOLD, J. T. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas,
2006. 521 p.
BAILY, Peter J. H. Compras: princípios e administração. São Paulo: Atlas, 2000. 471 p.
MARTINS, Petrônio G. Administração de materiais e recursos patrimoniais. 2. ed.
São Paulo: Saraiva, 2006. 441 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4. ed.
São Paulo: Atlas, 1993. 399 p.
GURGEL, Floriano do Amaral. Logística industrial. São Paulo: Atlas, 2000. 484 p.
SLACK, Nigel. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 747 p.
TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I
EMENTA
Contemplar-se-á nesta disciplina um elenco de temas e ou atividades que vise
principalmente o acompanhamento das constantes mudanças ambientais, de gestão e
inovações tecnológicas e seus impactos regionais, nacionais e internacionais. A
75
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
programação envolverá professores, executivos e profissionais com destacada posição
no meio acadêmico, empresarial e em instituições públicas e privadas e será conduzida
pelo emprego de estratégias educacionais como filmes, palestras, seminários, estudos
de caso e visitas técnicas de estudo.3
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALIGLERI, Lilian; ALIGLERI, Luiz Antonio; KRUGLIANSKAS, Isak. Gestão
socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade do negócio. São Paulo: Atlas,
2009. 245 p.
PINSKY, Jaime; CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Práticas de cidadania. São Paulo:
Contexto, 2004. 283 p.
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social
corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 7. ed. rev. e ampl.
São Paulo: Atlas, 2011. 395 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AWKEN, Paul. Capitalismo natural: criando a próxima revolução industrial. 6. ed. São
Paulo: Cultrix, 2007. 358 p.
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 169
p.
GARCIA, Joana. O negócio do social. Rio de Janeiro: J. Zahar, c2004. 61 p.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE APLICABILIDADE
EMENTA
Componente curricular, parte da formação profissional do aluno, que objetiva
aprofundar os estudos acerca dos fenômenos administrativos e organizacionais, e suas
inter-relações com a realidade social na sua totalidade; aprofundamento dos estudos
relacionados à aplicabilidade dos métodos e técnicas da administração junto a uma
realidade organizacional e social, propondo alternativas de ações diante de uma dada
situação.
3
Ementa em vigor (2015)
Conjuntura Econômica: Política Fiscal, Cambial e Comercial. Política Fiscal: Definição e Compreensão do
papel do governo na economia, seja arrecadando receitas ou gastando afim de financiar os seus gastos.
Política Cambial: Definição e mostrar o impacto que a taxa de câmbio tem para as exportações e
importações. Política Comercial: Identificar a importância do comércio exterior para a geração de renda e
emprego no país. Discussão de Conjuntura Econômica num mundo contemporâneo.
76
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Normalização da
Documentação no Brasil. Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação. Rio de
Janeiro.
COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p.
SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. 228 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO, Claudia Rosa. Monografia no curso de administração: guia completo de
conteúdo e forma. 3. ed. rev. São Paulo: Atlas, 2010. 192 p.
BARREIRO, Carlos Henrique. Estágio curricular supervisionado: engenharias.
Uberaba: Universidade de Uberaba, 2013. 48 p.
PARONETO, Glaura Morais. Estágio curricular supervisionado: licenciaturas.
Uberaba: Universidade de Uberaba, 2010. 46 p.
ETAPA 5
ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS
EMENTA
Estudos sobre a função estratégica do RH. Compreensão das políticas de recursos
humanos. Análise de cargos e salários; recrutamento e seleção; avaliação de
desempenho; treinamento e desenvolvimento. Caracterização das tendências atuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOHLANDER, George. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, c2003. 547 p.
CARVALHO, Antonio Vieira de; SERAFIM, Oziléa Clen Gomes; NASCIMENTO, Luiz
Paulo do. Administração de recursos humanos. São Paulo: Cengage Learning,
c1993-c1995. 2 v.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações.
São Paulo: Atlas, 2004-2007. 515 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a
administração participativa. 3. ed. São Paulo: Makron Books, c1997. 257 p.
77
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2007. 536 p.
WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento
organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p.
GESTÃO DA PRODUÇÃO
EMENTA
Fundamentação sobre a importância estratégica da administração da produção.
Elaboração de Projeto de processo e do produto e serviço; do Projeto de arranjo físico
e balanceamento. Estudos sobre planejamento e controle da produção; JIT e operações
enxutas; controle estatístico de processo. Introdução ao “seis sigma”. Caracterização da
Manutenção. Qualidade Total: conceitos, técnicas e ferramentas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GURGEL, Floriano do Amaral. Administração do produto. São Paulo: Atlas, 20012008. 537 p.
MARTINS, Petrônio G. Administração da produção. 2. ed. rev. aum. e atual. São
Paulo: Saraiva, 2005-2006. 562 p.
SLACK, Nigel. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 747 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 8. ed.
Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. 266 p.
MATTAR, Fauze Najib. Gestão de produtos, serviços, marcas e
mercados: estratégias e ações para alcançar e manter-se "Top of market". São Paulo:
Atlas, 2009. 442 p.
WERKEMA, Maria Cristina Catarino. Criando a cultura Seis Sigma. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2002. 253 p.
MARKETING BÁSICO
EMENTA
Estudos dos conceitos e fundamentos de marketing. Caracterização dos sistemas,
funções e atividades e ambiente de marketing. Análise dos componentes de mercado;
da segmentação de mercado. Análise concorrencial. Análise da demanda. Estudos
sobre: planejamento de marketing; comportamento do consumidor. diferenciação e
posicionamento; vendas; composto marketing mix. Análise das tendências do marketing
contemporâneo.
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UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHURCHILL, Gilbert A. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva,
c2000-2013. 626 p.
COBRA, Marcos. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2007. 552 p.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2000-2005.
764 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FITZSIMMONS, James A; FITZSIMMONS, Mona J. Administração de
serviços: operações, estratégia e tecnologia de informação. 6. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2010. 583 p.
MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006. 720 p.
SCHIFFMAN, Leon G. Comportamento do consumidor. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c2000. 475 p.
Fita de Vídeo:
BARRETO, Patrícia; CARVALHO, Paulo Monteiro de; GALDINO, Sérgio. Pesquisa de
Marketing. Belo Horizonte: Gestão & Negócios, [200-]. 1 fita de vídeo (25 min),
VHS/NTSC/HI-FI, son., color.
MACROECONOMIA E POLÍTICAS DE INTERVENÇÃO
EMENTA
Estudos sobre agregados macroeconômicos. Compreensão da atuação do Setor público
nas políticas de intervenção; política fiscal; política monetária. Análise do mercado
monetário; inflação; mercado de divisas; balanço de pagamentos. Recentes planos de
estabilização econômica. Abertura, inserção econômica e competitividade sistêmica.
Globalização econômica. Recentes crises econômicas mundiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education: Prentice Hall,
2004-2007. 620 p.
FROYEN, Richard T. Macroeconomia. São Paulo: Saraiva, 2006. 635 p.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GREMAUD, Amaury Patrick. Manual
de macroeconomia: nível básico e nível intermediário. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
388 p.
79
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LIMA, Adriano Dawison de. Macroeconomia e políticas de intervenção: métodos
quantitativos. São Paulo: Pearson Addison Wesley, c2011. 228 p.
MANKIW, N. Gregory. Macroeconomia. São Paulo: Makron Books, 1995-c2001. 356 p.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Fundamentos de economia. 2. ed.
São Paulo: Saraiva, 2004. 246 p.
MÉTODOS QUANTITATIVOS
EMENTA
Estudos sobre programação linear; programação não linear. Elaboração de Simulações.
Utilização de Métodos do caminho crítico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORRAR, Luiz João; THEÓPHILO, Carlos Renato. Pesquisa operacional para
decisão em contabilidade e administração: contabilometria. São Paulo: Atlas, 2007.
490 p.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de
decisões: modelagem em Excel. 2. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 384
p.
SILVA, Ermes Medeiros da. Pesquisa operacional: programação linear, simulação. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 1998-2007. 184 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ENDER, Barry; STAIR, Ralph M.; HANNA, Michael E. Análise quantitativa para
administração. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 776 p.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 3. ed.
rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, c2007. 213 p.
RAGSDALE, Cliff T. Modelagem e análise de decisão. São Paulo: Cengage Learning,
c2010. 590 p.
PROJETO INTEGRADO
EMENTA
Realização de um trabalho em equipe, visando à tomada de decisões e a identificação
das áreas do estudo acadêmico na prática empresarial. Analise de situações presentes
em uma empresa real escolhida, a partir da integração e da inter-relação do
conhecimento de todos os componentes da etapa, para a proposição e ou
implementação de melhorias gerenciais.
80
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos
básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicação e trabalhos científicos.
São Paulo: Atlas, 2007-2009. 225 p.
SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. 228 p.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual.
São Paulo: Cortez, 2007. 304 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158
p.
AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e
agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2006. 205 p.
BARBOSA, Ivanilda; FREITAS, Faraídes Maria Sisconeto de. Comunicação e
linguagens: leitura e produção de textos na graduação. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010. 150 p.
ETAPA 6
GESTÃO FINANCEIRA
EMENTA
Estudo sobre finanças e administração; alavancagem financeira; administração de
gastos e custos. Compreensão do processo de fluxo de caixa. Análise de decisões de
investimento e financiamentos. Estudo sobre fontes de financiamento, projeções e
análise das demonstrações financeiras (curto e longo prazo).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson
Addison Wesley, 1997-[2007]. 745 p.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade
empresarial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 289 p.
ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2002. 776 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 9. ed. São
Paulo: Atlas, 2006. 448 p.
81
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2007. 716 p.
LEITE, Hélio de Paula. Introdução à administração financeira. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 1994. 470 p.
GESTÃO DA LOGÍSTICA
EMENTA
Estudos sobre a logística no Brasil; integração logística; gerenciamento de alianças e
desafios logísticos. Compreensão do conceito de posicionamento logístico e
gerenciamento de cadeia de suprimentos. Análise da logística no varejo virtual.
Caracterização do transporte e comércio local e mundial. Avaliação dos custos
logísticos. Mensuração do desempenho logístico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Sérgio Querino; BORGES, Laércio Alaim; AZZOLINI JÚNIOR,
Walther. Gestão de produção. Gestão de logística. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, c2012. 134 p.
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e
distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. 388 p.
BOWERSOX, Donald J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2004. 594 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística: e gerenciamento da cadeia de abastecimento.
São Paulo: Saraiva, c2003. 509 p.
FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter; FIGUEIREDO, Kleber Fossati;
RODRIGUES, Alexandre. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo:
Atlas, 2000. 372 p.
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de
distribuição: estratégia, operação e avaliação. 3. ed. rev. atual. ampl. Rio de Janeiro:
Campus: Elsevier, c2007. 400 p.
ESTRATÉGIAS DE MARKETING E PESQUISA DE MERCADO
EMENTA
Estudos sobre o planejamento e elaboração de pesquisa de mercado e ciclo de vida de
um produto. Confecção de matriz de análise de portfólio (BCG). Estudo relacionado às
estratégias de crescimento, desenvolvimento de produtos e conceitos e decisão
estratégica de marca; Briefing; lançamento de produtos. Análise das tendências do
82
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
marketing contemporâneo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOONE, Louis E. Marketing contemporâneo. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
776 p.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2000-2005.
764 p.
MATTAR, Fauze Najeb. Pesquisa de marketing. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005-2006. 2
v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERRELL, O. C.; HARTLINE, Michael D. Estratégia de marketing. São Paulo:
Cengage Learning, c2010. 641 p.
GURGEL, Floriano do Amaral. Administração do produto. São Paulo: Atlas, 20012008. 537 p.
MATTAR, Fauze Najib. Gestão de produtos, serviços, marcas e
mercados: estratégias e ações para alcançar e manter-se "Top of market". São Paulo:
Atlas, 2009. 442 p.
FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR
EMENTA
Compreensão da política brasileira de comércio exterior. Estudos sobre sistema
administrativo (SISCOMEX); sistema fiscal; regimes aduaneiros; acordos
internacionais; logística internacional; incentivos fiscais e financeiros; custos de
importação e exportação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar; BORTOTO, Artur César. Comércio
exterior: teoria e gestão. São Paulo: Atlas, 2004. 404 p.
MINERVINI, Nicola. O exportador: ferramentas para atuar com sucesso nos mercados
internacionais. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2005. 250 p.
VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
347 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCIA, Luiz Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de
preços. 6. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2005-1997. 217 p.
83
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 11. ed. São
Paulo: Atlas, 2007. 443 p.
VIEIRA, Guilherme Bergmann Borges; SANTOS, Carlos Honorato Schuch. Logística e
distribuição física internacional: teoria e pesquisas. São Paulo: Lex :Aduaneiras,
2006. 232 p.
ÉTICA EMPRESARIAL
EMENTA
Aprofundamento dos conhecimentos teórico-conceituais relacionados à Filosofia e à
Ética. Análise de padrão ético e códigos éticos. Ref lexões e estabelecimento
de relações entre ética pessoal e ética nos negócios. Discussão sobre o significado de
responsabilidade social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PINSKY, Jaime; CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Práticas de cidadania. São Paulo:
Contexto, 2004. 283 p.
SÁNCHEZ VÁSQUEZ, Adolfo. Ética. 35. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2013. 302 p.
SANTOS, Savio Gonçalves dos. Políticas sociais e ética nas organizações. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. 238 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASHLEY, Patrícia Almeida; QUEIROZ, Adele. Ética e responsabilidade social nos
negócios. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 240 p.
MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, c2010.
374 p.
SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações: o desafio das
formas de gestão. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 399 p.
EQUIPE E LIDERANÇA DOS RECURSOS HUMANOS
EMENTA
Compreensão dos conceitos de equipe e liderança. Estudos sobre motivação; gestão
participativa; liderança. Conhecimento sobre técnicas de negociação. Vivência de
metodologias para aprimoramento das relações interpessoais nas organizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Liderança: administração do sentido. São Paulo: Atlas,
1994. 234 p.
84
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Motivação nas organizações. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2013. 182 p.
WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento organizacional:
criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a
administração participativa. 3. ed. São Paulo: Makron Books, c1997. 257 p.
FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2003-2006. 284 p.
JOHNSON, Spencer. Quem mexeu no meu queijo?. Rio de Janeiro: Record, 20042006. 107 p.
ETAPA 7
GESTÃO ESTRATÉGICA
EMENTA
Estudo sobre as teorias na Administração. Conceituação de mudança, sobrevivência e
competitividade nas organizações. Caracterização de administração estratégica.
Reflexão sobre o conceito de visão e missão nas organizações e sobre a elaboração
de objetivos gerais. Estudos sobre análise ambiental; cenários; segmentação
estratégica. Formulação de estratégias gerais e estratégias de negócios. Escolha e
implementação da estratégia. Controle estratégico. Falhas Estratégicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação da
estratégia. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2005. 304 p.
GHEMAWAT, Pankaj; CUNHA, Patrícia Lessa Flores da. A estratégia e o cenário dos
negócios. Porto Alegre: Bookman, 2000-2007. 176 p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos,
metodologia, práticas. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 331 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES, Bruno Henrique Rocha. Administração estratégica: da competência
empreendedora à avaliação de desempenho. São Paulo: Saraiva, 2006. 264 p.
HITT, Michael A. Administração estratégica: competitividade e globalização. 2. ed.
São Paulo: Cengage Learning, c2008. 415 p.
85
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard.
Rio de Janeiro: Campus, c1997. 344 p.
EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS NEGÓCIOS
EMENTA
Estudos sobre a evolução do conceito de empreendedorismo e do perfil do
empreendedor. Análise dos processos para abertura de negócios e riscos. Identificação
de oportunidades. Criatividade e Execução. Elaboração de Plano de Negócio. Análise
de viabilidade econômico-financeira do negócio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. 8. ed.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004-2005 368 p.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores Associados,
1999-2006. 312 p.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship:
prática e princípios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c1986. 378 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRITTO, Francisco. Empreendedores brasileiros: vivendo a aprendendo com grandes
nomes. 6. ed. Rio de Janeiro: Negócio, 2003. 246 p.
LONGENECKER, Justin G. Administração de pequenas empresas. São Paulo:
Cengage Learning, c2007. 498 p.
SALIM, Cesar Simões. Administração empreendedora: teoria e prática usando
estudos de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 226 p.
ELABORAÇÃO E ANÁLISE ORÇAMENTÁRIA
EMENTA
Estudos sobre orçamento e planejamento orçamentário. Exame de questões
relacionadas à previsão de vendas e produção; previsão de materiais. Estudo sobre
orçamento de operação, custos, despesas estoque. Orçamento de investimentos e
imobilizado. Elaboração de demonstrativos financeiros. Estudo sobre avaliação
orçamentária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. 4. ed.
rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2007. 225 p.
86
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2002. 776 p.
SANVICENTE, Antonio Zoratto. Orçamento na administração de
empresas: planejamento e controle. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 1995. 219 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira
aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9. ed. atual. conforme as Leis
11.638/07 e 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. 583 p.
LUNKES, Rogério João. Manual de orçamento. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 176 p.
MOREIRA, José Carlos Teixeira. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 2002. 205 p.
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS
EMENTA
Análise dos conceitos de sistemas e subsistemas. Compreensão do processo de
gestão e tecnologia de informação. Fundamentação sobre instrumentos de gestão.
ERP. Estudos sobre relacionamento usuário e informação; sistema de informações
estratégicas e comércio eletrônico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
O'BRIEN, James A. Sistemas de informação: e as decisões gerenciais na era da
internet. São Paulo: Saraiva, c2004. 436 p.
REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de
informação empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de
informação nas empresas. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2006. 327 p.
STAIR, Ralph M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial.
São Paulo: Cengage Learning, c2006. 646 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AUDY, Jorge Luís Nicolas. Sistemas de informação: planejamento e alinhamento
estratégico nas organizações. Porto Alegre: Bookman, c2003. 160 p.
GORDON, Steven R. Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, c2006. 377 p.
SÊMOLA, Marcos. Gestão da segurança da informação: uma visão executiva. Rio de
Janeiro: Elsevier, c2003. 156 p.
87
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
AVALIAÇÃO DE EMPRESAS
EMENTA
Compreensão dos processos de avaliação dos ativos tangíveis e intangíveis; valores
de entrada e saída. Estudos sobre métodos usuais de avaliação de empresas: patrimonial
contábil, patrimonial pelo mercado; P/L de ações similares; capitalização dos lucros,
múltiplos de faturamento e fluxo de caixa; método EVA e método MVA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINSON, Anthony A. et al. Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas, 2001.
COPELAND, Thomas E. Avaliação de empresas: valuation: calculando e gerenciando o
valor das empresas. 3. ed. São Paulo: Pearson: Makron Books, c2002. 499 p.
Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras; MARTINS,
Eliseu. Avaliação de empresas: da mensuração contábil à econômica. São Paulo: Atlas,
2001-2006. 414 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAMODARAN, Aswath. Avaliação de empresas. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, c2007. 464 p.
MARTELANC, Roy; PASIN, Rodrigo; PEREIRA, Fernando. Avaliação de
empresas: um guia para fusões & aquisições e private aquity. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, c2010. 302 p.
SANTOS, José Odálio dos. Avaliação de empresas: cálculo e interpretação do valor
das empresas: um guia prático. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, c2008. 263 p.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
EMENTA
Aprofundamento dos conhecimentos adquiridos visando o domínio do instrumental
necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial, operacional e ambiental
de uma organização. Levantamento e análise da situação organizacional e do contexto
da organização, objeto de estudo. Proposição de intervenção na realidade com a
intenção de provocar mudanças para os fenômenos observados. Desenvolvimento de
uma análise global da organização, identificando a área de atuação específica.
Desenvolvendo do plano de estágio para o próximo período.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de
pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de
88
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
277 p.
OLIVEIRA NETTO, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia
prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 2. ed. rev. e atual. Florianópolis:
VisualBooks, 2006. 174 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158
p.
AZEVEDO, Claudia Rosa. Monografia no curso de administração: guia completo de
conteúdo e forma. 3. ed. rev. São Paulo: Atlas, 2010. 192 p.
SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. 228 p.
ETAPA 8
MERCADO DE CAPITAIS E DERIVATIVOS
EMENTA
Aprofundamento dos estudos sobre o sistema financeiro nacional; produtos financeiros;
avaliação de aplicações com risco; carteira de aplicações; mercado de ações a vista;
mercado de opções; derivativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2007. 716 p.
PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de capitais: fundamentos e técnicas. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2007. 349 p.
ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2002. 776 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAVALCANTE, Francisco. Mercado de capitais: o que é, como funciona. 6. ed. rev. e
atual. Rio de Janeiro: Elsevier: CNB: Campus, c2005. 371 p.
FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. 16. ed. rev. e atual. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2005. 812 p.
89
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa. Administração financeira: princípios, fundamentos
e práticas brasileiras. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, c2005. 547
p.
ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
EMENTA
Elaboração e planejamento de projeto. Compreensão das técnicas de capitalização e
desconto. Análise do fluxo de caixa. Estudos sobre custo do capital. Demonstração do
resultado projetado. Análise de viabilidade econômica e financeira. Análise de custo x
benefício. Gerenciamento de projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUARQUE, Cristovam; JAVIER OCHOA, Hugo. Avaliação econômica de
projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Elsevier, c1994. 266 p.
DINSMORE, Paul Campbell; SILVEIRA NETO, Fernando Henrique da. Gerenciamento
de projetos: como gerenciar seu projeto com qualidade, dentro do prazo e custos
previstos. Rio de Janeiro: Qualitymark, c2004. 150 p.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006. 821 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson
Addison Wesley, 1997-[2007]. 745 p.
HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: fundamentos. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005.
319 p.
ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2002. 776 p.
JOGOS DE EMPRESA
EMENTA
Estudo sobre a teoria dos jogos e suas características. Conhecimento de estratégias
em jogos empresariais; simulações de jogos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação da
estratégia. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2005. 304 p.
90
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. 2. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2007. 180 p.
GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa e técnicas vivenciais. 2. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil: Prentice Hall, c2007. 142 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MILITÃO, Albigenor; MILITÃO, Rose. Jogos, dinâmicas e vivências grupais: como
desenvolver sua melhor "técnica" em atividades grupais. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2000. 230 p.
MILITÃO, Albigenor. S.O.S.: dinâmica de grupo. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. 176
p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos,
metodologia, práticas. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 331 p.
TÉCNICAS DE CONSULTORIA E ASSESSORIA
EMENTA
Estudo dos fundamentos do comportamento organizacional, mudanças e negociação.
Compreensão do papel do consultor e dos tipos de consultoria. Caracterização das
habilidades do consultor. Intervenção eficaz e ineficaz. Análise do mercado: como
diagnosticar e atuar. Compreensão da consultoria como atividade profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2006-2010. 421 p.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria
empresarial: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 2010-2012. 213 p.
RODRIGUES, Sérgio Bernardo. Consultoria empresarial: uma abordagem
educacional e profissional. Rio de Janeiro: WalPrint, 2005. 82 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CROCCO, Luciano. Consultoria empresarial. São Paulo: Saraiva, 2005-2010. 134 p.
SUCESSO, Edina Bom. Competências em consultoria: a teoria, na prática. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 2005. 226 p.
WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento
organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p.
91
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II
EMENTA
Contemplar-se-á nesta disciplina um elenco de temas e ou atividades que vise
principalmente o acompanhamento das constantes mudanças ambientais, de gestão e
inovações tecnológicas e seus impactos regionais, nacionais e internacionais.
A programação envolverá professores, executivos e profissionais com destacada
posição no meio acadêmico, empresarial e em instituições públicas e privadas e será
conduzida pelo emprego de estratégias educacionais como filmes, palestras,
seminários, estudos de caso e visitas técnicas de estudo.4
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENTES, Amaury. TI Update: a tecnologia da informação nas grandes empresas. Rio
de Janeiro: Brasport, c2008. 242 p.
MATTOS, João Roberto Loureiro de. Gestão da tecnologia e inovação: uma
abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2005. 278 p.
NELSON, Richard R. Tecnologia, aprendizado e inovação: as experiências das
economias de industrialização recente. Campinas: Ed. UNICAMP, c2005. 503 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Revista de Administração de Empresas (RAE)
Revista Exame
Revista HSM Management
ZACCARELLI, Sérgio B. Estratégia e sucesso nas empresas. São Paulo: Saraiva,
2004. 244 p.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
EMENTA
Aprofundamento dos conhecimentos relacionados ao domínio do instrumental
necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial, operacional e ambiental
de uma organização. Levantamento e análise da situação organizacional e do contexto
onde se encontra localizada a organização, objeto de estudo. Intervenção na realidade
4
Ementa em vigor (2015)
Conjuntura Econômica: Política Fiscal, Cambial e Comercial. Política Fiscal: Definição e Compreensão do
papel do governo na economia, seja arrecadando receitas ou gastando afim de financiar os seus gastos.
Política Cambial: Definição e mostrar o impacto que a taxa de câmbio tem para as exportações e
importações. Política Comercial: Identificar a importância do comércio exterior para a geração de renda e
emprego no país. Discussão de Conjuntura Econômica num mundo contemporâneo.
92
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
para propor mudanças de acordo com os fenômenos observados. Implementação e/ou
proposição de melhorias no processo empresarial, identificado no período anterior.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de
pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de
pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
277 p.
OLIVEIRA NETTO, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia
prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 2. ed. rev. e atual. Florianópolis:
VisualBooks, 2006. 174 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158
p.
AZEVEDO, Claudia Rosa. Monografia no curso de administração: guia completo de
conteúdo e forma. 3. ed. rev. São Paulo: Atlas, 2010. 192 p.
SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. 228 p.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (3ª, 5ª e 6ª etapas)
EMENTA
Estudos e práticas independentes que visam enriquecer o processo ensinoaprendizagem, ampliando os horizontes do conhecimento bem como de sua prática
para além da sala de aula, abrindo perspectivas nas linhas de ação em “Educação e
Saúde” e “Educação e Cidadania” em diferentes contextos intra ou extra institucionais
ampliando o conhecimento teórico/prático com atividades extra- classe.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em
negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar
ideias em resultados. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RESOLUÇÃO Institucional sobre as Atividades Complementares nº 050/2005. Uberaba:
CONSU. Universidade de Uberaba, 2005.
93
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Ivanilda; FREITAS, Faraídes Maria Sisconeto de. Comunicação e
linguagens: leitura e produção de textos na graduação. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares nacionais para os cursos
de graduação em Administração. Resolução CNE/CES 04, de 13 de julho de 2005.
Brasília: 2005.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece
as diretrizes e bases da educação nacional Diário Oficial da União, DF, 23 dez. 1996.
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 10
abr. 2014.
COMPONENTES OPTATIVOS
DIREITO INTERNACIONAL
EMENTA
Estudo das relações e dos sujeitos de Direito Internacional público, nacionais, regionais
e globais, das questões atinentes ao espaço aéreo, ao subsolo e às águas
internacionais, bem dos temas correntes da agenda internacional, como a guerra, o
terrorismo, o direito ao desenvolvimento em equilíbrio com a defesa do meio ambiente e
dos direitos humanos, a segurança alimentar e a democratização do cenário decisório
mundial, além do estudo das normas internas regentes de situações privadas que
contam com elementos que ultrapassam a territorialidade brasileira, instando a análise
da Lei de Introdução às Normas Brasileiras, de parte da Constituição de 1988, do
Estatuto do Estrangeiro e das normas atinentes ao comércio internacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEL'OLMO, Florisbal de Souza. Curso de direito internacional público. Rio de
Janeiro: Forense, [2008]-2009. 342 p.
PEREIRA, Bruno Yepes. Curso de direito internacional público. 2. ed. rev. e atual.
São Paulo: Saraiva, 2007. 244 p.
REZEK, José Francisco. Direito internacional público: curso elementar. 12. ed. rev. e
atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 429 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ACCIOLY, Hildebrando. Manual de direito internacional público. São Paulo: Saraiva,
1982-2011. 916 p.
94
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BARROSO, Darlan. Direito internacional. 5. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: R. dos
Tribunais, 2013. 174 p.
SILVA, Roberto Luiz. Direito internacional público. 3. ed. rev. atual. e ampl. Belo
Horizonte: Del Rey, 2008. 463 p.
DIREITO FINANCEIRO
EMENTA
Estudo da receita, da despesa e da dívida pública, desaguando no orçamento, na sua
fiscalização e na Lei de Responsabilidade Fiscal, passando pelos fundamentos,
princípios e objetivos da Ordem Econômica, com o estudo da atuação direta e indireta
do Estado na atividade econômica, analisando as empresas estatais, a regulação e a
defesa da concorrência, como meios de garantir, inclusive, a defesa da coletividade
consumidora, por meio do Código de Proteção e Defesa do Consumidor e de leis e
portarias atinentes às agências reguladoras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, Alexandre Walmott. A ordem econômica e financeira da constituição e os
monopólios: análise das alterações com as reformas de 1995 a 1999. Curitiba: Juruá,
2000. 155 p.
BRASIL. Lei de responsabilidade fiscal: lei complementar nº 101, de 04 de maio de
2000. Disponível em:
<http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/70313/738485.pdf?sequence=2>.
Acesso em: 25 jan. 2015.
NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Curso de direito do consumidor: com exercícios. 3.
ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2008. 844 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Constituição federal. Constituição de 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 10 dez.
2014.
FILELLI, Alfredo. Economia do setor público. São Paulo: Atlas, 1994. 202 p.
GRINOVER, Ada Pellegrini. Código brasileiro de defesa do consumidor. 9. ed. rev.
atual. e ampl. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. 1217 p.
PROCESSOS INTERATIVOS COM A PESSOA SURDA – LIBRAS
EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS; da singularidade e dos fundamentos
linguísticos dessa língua; do desenvolvimento psicossocial da pessoa surda; da
95
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
história e da identidade do surdo e das políticas sociais e educacionais voltadas à
surdez, numa abordagem socioantropológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para assuntos Jurídicos. Lei
nº 10.436/2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei10436.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2014.
BRASIL. Lei nº 10.845 de 05 de março de 2004. Institui o Programa de
Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras
de Deficiências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 08 mar. 2004. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.845.htm>. Acesso em:
12 jun. 2014.
KIKUICHI, Vivian Zerbinatti da Fonseca. Processos Interativos com a pessoa surda.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para assuntos Jurídicos.
Decreto nº 5.626/2005. Regulamenta a Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002, que
dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098 de 19 de
dezembro de 2000. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20042006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 12 jun. 2014.
FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. 2. ed. Curitiba: Ibpex, 2011.
GOLDEFELD, Marcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio
interacionista. São Paulo: Plexus, 1997.
LEGISLAÇÃO SOCIAL E PREVIDENCIÁRIA
EMENTA
Teoria Geral da Legislação Social. Legislação Trabalhista. Legislação Previdenciária.
Impactos econômico-financeiros para as organizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IBRAHIM, Fábio Zambitte. Curso de direito previdenciário. 18. ed. rev. ampl. e atual.
Niterói: Impetus, 2013. 942 p.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da seguridade social: custeio da seguridade social,
benefícios, acidente do trabalho, assistência social, saúde. São Paulo: Atlas, 2008-2013.
531 p.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria geral
do direito do trabalho, relações individuais e coletivas do trabalho. 25. ed. São Paulo:
Saraiva, 2010. 1461 p.
96
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais; PINTO, Antonio Luiz de
Toledo; WINDT, Márcia Cristina Vaz dos; CÉSPEDES, Lívia. CLT Saraiva e
Constituição Federal. 33. ed. atual. e aum. São Paulo: Saraiva, 2006. 632 p.
DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. São Paulo: LTr, [2009]2010. 1344 p.
SARAIVA, Renato. Direito do trabalho. 16. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Método,
c2014. 540 p.
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
EMENTA
Estudos sobre a Tributária e suas implicações na gestão empresarial; Atividade
Financeira do Estado; Despesa/Receita e Orçamentos Públicos; Direito Tributário; Direito
Processual Tributário; Legislação dos impostos Federais, Estaduais e Municipais; Lei
Complementar 104/2001.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALEXANDRE, Ricardo. Direito tributário esquematizado: caderno de questões:
questões de concursos públicos. 8. ed. rev. atual e ampl. São Paulo: Método, 2014. 327
p.
BRASIL. Código Tributário Nacional. Lei Nº 5.172, de 25 de outubro de 1966.
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm>. Acesso em: 28 jun.
2014.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2008 2010. 543 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Constituição federal. Constituição de 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 20 jun.
2014.
ICHIHARA, Yoshiaki. Direito tributário: atualizado de acordo com as Emendas
Constitucionais nº 3, de 17/3/93, 10, de 4/3/96, 12, de 15/8/96, 17, de 22/11/97, 21, de
18/3/99, 29, de 13/9/00, 31, de 18/12/00, 32, de 11/9/01, 33, de 11/12/01, 37, de
12/6/02, 39, de 19/12/02, 40, de 29/5/03, 4. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 348 p.
OLIVEIRA, Luís Martins de. Manual de contabilidade tributária: textos e testes com as
respostas. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 531 p.
97
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
CONTABILIDADE AVANÇADA
EMENTA
Investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial; Incorporação, fusão e
cisão de empresas; Dissolução, liquidação e extinção de empresas; Contabilização de
derivativos; Correção monetária das demonstrações contábeis; Demonstrações das
origens e aplicações de recursos; Demonstração do fluxo de caixa; Demonstração do
valor adicionado; Provisões; Amortização e Depreciação Acumulada; Compensação de
prejuízos; Contas de Compensação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUARQUE, Cristovam; JAVIER OCHOA, Hugo. Avaliação econômica
projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Elsevier, c1994. 266 p.
de
FUNDAÇÃO Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de
contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 7. ed. rev.
e atual. São Paulo: Atlas, 2007. 646 p.
SANTOS, José Odálio dos. Avaliação de empresas: cálculo e interpretação do valor
das empresas: um guia prático. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, c2008. 263 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOLSA DE VALORES DO ESTADO DE SÃO PAULO. Novo mercado. Disponível em:
<http://www.bmfbovespa.com.br/home.aspx?idioma=pt-br>. Acesso em: 25 fev. 2014.
BRASIL. Lei nº 6.404/76. Lei das sociedades por ações. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6404consol.htm>. Acesso em: 02 jan. 2014.
BRASIL. Lei nº 11.638/07. Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11638.htm>. Acesso em:
25 fev. 2014.
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. Disponível em:
<http://www.cpc.org.br/CPC>. Acesso em: 02 jan. 2014.
CPC 15 – Combinação de Negócios. Disponível em:
<http://www.cpc.org.br/pdf/CPC15_R1.pdf>. Acesso em: 02 jan. 2014.
PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
EMENTA
Sistema Tributário Nacional. O Estatuto de Defesa do Contribuinte. Exame dos
Principais Impostos. O Sistema Tributário e a Empresa. O Planejamento Tributário,
simulações e impactos econômico-financeiros para as organizações.
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UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALEXANDRE, Ricardo. Direito tributário esquematizado: caderno de questões:
questões de concursos públicos. 8. ed. rev. atual e ampl. São Paulo: Método, 2014. 327
p.
CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo:
Malheiros, 2008- 2010. 1152 p.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2008 2010. 543 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº
5.172, de 25 de outubro de 1966: Código Tributário Nacional. Dispõe sobre o Sistema
Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e
Municípios. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm>. Acesso
em: 28 abr. 2014.
BRASIL. Constituição federal. Constituição de 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 28 abr.
2014.
BRASIL. Lei complementar nº 104, de 10 de janeiro de 2001. Disponível
em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp104.htm>. Acesso em: 10 abr. 2012.
99
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
10 SISTEMA DE
APRENDIZAGEM
AVALIAÇÃO
DO
PROCESSO
ENSINO
E
10.1 AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Os princípios da avaliação coincidem com os da aprendizagem. Os docentes são
orientados para que formulem as avaliações contemplando não apenas a aquisição do
conhecimento, mas também o pensamento crítico e reflexivo, a criatividade e o espírito
científico considerando que a mesma deve ser: contínua (não se restringir ao
movimento isolado); gradual (realizar-se em etapas); cumulativa (cada avaliação deve
fornecer elementos para outra); coerente (ter ligação recíproca com o processo ensinoaprendizagem); ampla (vários aspectos devem ser considerados); de acompanhamento
(e não apenas classificatória); transparente (conteúdos, critérios e bibliografia definidos
antes da avaliação); prazerosa (desenvolver-se num clima de tranquilidade e
confiança); capaz de promover a reflexão e o pensamento crítico.
Os docentes são orientados para que ao longo do processo de avaliação empreendam
uma análise mais pormenorizada do aluno que leve em conta, sistematicamente:
domínio de conhecimento científico; postura ética, frequência e pontualidade;
cumprimento das normas estabelecidas nos trabalhos das disciplinas; conduta
(iniciativa, atenção, capacidade de síntese, argumentação, habilidade, criatividade,
comprometimento, desempenho); responsabilidade frente aos trabalhos exigidos.
Ao longo de todo o curso, os docentes são também orientados para, sempre que
possível, formular as avaliações de forma a estimular os alunos para gerar reflexões e
apontar soluções, adotando o enfoque “resolvendo através de problemas”, além de
estimular dinâmicas de trabalho em grupo, favorecendo as discussões coletivas e as
relações interpessoais. Os demais pontos relativos à avaliação são de natureza
institucional e estão regulamentados pelo Regimento Geral da Universidade de
Uberaba.
100
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Conforme disposto na Resolução Nº082/09, a avaliação é parte integrante do processo
ensino-aprendizagem, segundo os perfis definidos no Projeto Pedagógico do Curso de
Administração. A avaliação da aprendizagem abrange os aspectos de frequência
(mínima 75%) e aproveitamento, eliminatórios por si mesmos.
Ao longo do semestre letivo, realiza-se a “Avaliação Continuada” e, após o final do
semestre letivo, ocorre o “Exame Suplementar”, para os alunos que não obtiveram
pontuação suficiente para aprovação, como descrito a seguir.
As atividades que compõem a “Avaliação Continuada” totalizam 100 (cem) pontos,
agrupados em dois momentos: Nota 1 = 50,0 (cinquenta) pontos e Nota 2 = 50,0
(cinquenta) pontos, cada uma representando a somatória de várias atividades
avaliativas realizadas no decorrer do período letivo. No curso de Administração grande
parte das disciplinas atribuem 30,00 pontos no semestre para trabalhos e demais
atividades avaliativas e 70,00 pontos para provas que podem ser em até quatro (04)
momentos. Outras disciplinas e atividades (como os Estágios Curriculares) por decisão
do Colegiado de Curso realizam outra forma de atribuição dos 100,00 pontos no
semestre.
O resultado dos pontos obtidos pelo aluno é apurado da seguinte forma:
- O aluno que obtiver nota igual ou maior que 70,0 (setenta) na Avaliação Continuada
estará aprovado, sendo dispensado do Exame Suplementar do componente curricular.
- O aluno que obtiver nota inferior a 40,0 (quarenta) na Avaliação Continuada estará
reprovado no componente curricular e, portanto, não realizará o exame Suplementar.
- O aluno que obtiver nota igual a 40,0 (quarenta) e inferior a 70,0 (setenta) na
Avaliação Continuada estará obrigado a realizar o Exame Suplementar do componente
curricular. Neste caso, a média final será calculada da seguinte forma:
a) os pontos obtidos na Avaliação Continuada multiplicados por 3 (três), serão somados
aos obtidos no Exame Suplementar multiplicados por 2 (dois), e o resultado da soma
será dividido por 5 (cinco).
(Av. Continuada x 3) + (Av. suplementar x 2) : média = ou > 60 (APROVADO)
101
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
5
b) Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a 60,0
(sessenta).
Em qualquer das situações acima, o resultado obtido pelo aluno será dividido por 10
(dez) e assim expresso o aproveitamento final.
Estratégias de recuperação de aprendizagem para alunos com dificuldade de
progressão curricular são desenvolvidas, quando pertinentes, a partir do momento em
que a dificuldade é detectada pelo aluno ou pelo professor. São propostas e
desenvolvidas conjuntamente pelo Colegiado de Curso, Assistência Pedagógica e os
professores envolvidos. Podem ser de natureza diversa prevendo, desde o
acompanhamento individual do aluno ou formação de grupos orientados de estudo ou
ainda incluir, quando pertinente, o encaminhamento do aluno aos programas
institucionais de apoio ao estudante. Usualmente, sugere-se que o professor elabore
estratégias utilizando recursos que visem auxiliar o aluno a identificar os conteúdos
onde as maiores dificuldades são manifestadas e elaborar um planejamento de
estudos, supervisionado pelo professor, que contribua para sanar o problema
detectado.
Cabe a cada professor estabelecer as estratégias e os instrumentos avaliativos
apropriados às especificidades da disciplina sob sua responsabilidade. Entre as
atividades avaliativas, no curso de Administração poderão ser realizadas:
 Provas escritas;
 Grupos de discussão, motivados por temas atuais e em destaque na mídia;
 Resenhas, fichamentos e atividades similares;
 Elaboração de material audiovisual (pôster, painel, modelos, animação);
 Relatórios de estágios de observação nos campos de atuação profissional;
 Desenvolvimento de novos produtos;
 Relatórios de visitas técnicas;
 Apresentação de práticas de ensino;
102
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
 Outras atividades, pertinentes ao conteúdo específico da disciplina.
10.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
O Projeto Pedagógico do Curso, parte integrante do Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) da Universidade de Uberaba, é elaborado, revisto e avaliado de
forma processual, para atender à dinâmica das transformações sociais e das exigências
da formação do profissional que se pretende.
Partindo da Missão da Universidade de Uberaba que visa “Promover o ensino e a
geração do conhecimento, formando o profissional compromissado com uma sociedade
justa” o projeto pedagógico do curso toma por base referenciais epistemológicos,
educacionais e técnicos na sua elaboração e contém: descrição dos perfis de formação,
competências, objetivos, estrutura curricular do curso, atividades complementares,
estágios curriculares, recursos humanos e da infra estrutura física, laboratórios e
equipamentos necessários à formação desse profissional; normas e regulamentos dos
estágios e atividades complementares, ementas e bibliografias.
O Curso de graduação em Administração tem buscado construir o seu Projeto
Pedagógico de forma coletiva, envolvendo todos os participantes do processo de
formação deste profissional, considerando o aluno como sujeito da aprendizagem e o
professor como mediador desse processo. Desta forma, busca possibilitar a formação
integral do educando por meio da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
O Colegiado de Curso prevê a realização de avaliações periódicas de vários aspectos
relacionados ao Projeto Pedagógico, envolvendo alunos, docentes e técnicos
administrativos vinculados ao curso. Neste processo de auto-avaliação são abordados
temas como: a situação do corpo docente, evolução e eficiência da estruturação
curricular na formação do perfil do ingressante, do perfil intermediário e do perfil do
egresso e o nível de satisfação do aluno em formação e graduado. Os resultados
103
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
destas avaliações subsidiam os ajustes necessários para o aperfeiçoamento do Projeto
Pedagógico e prevê-se que este processo seja dinâmico e participativo.
Com a criação do Núcleo Docente Estruturante (NDE), mais um fórum para a discussão
do curso foi estabelecido, com a função geral de formular e discutir o Projeto
Pedagógico do Curso. Especificamente, o NDE analisa os planos de ensino, discute a
reformulação de disciplinas visando ajustá-las às necessidades de um mercado de
trabalho em constante mutação e atualização, criando, enfim, uma identidade para o
curso.
10.3 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
O curso de Administração possui uma série de Indicadores de Desempenho que
permitem avaliar o desenvolvimento e a efetividade de ações, bem como, se
necessário, efetuar medidas corretivas. As pesquisas de satisfação do discente feitas
pela CPA, a análise do perfil do Ingressante, os resultados históricos dos índices de
reprovação, resultados do ENADE e outras são tabuladas, analisadas e em reuniões
gerais ou individuais, elaboram-se ações e gerencia-se a implementação das mesmas.
10.4 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A UNIUBE realiza a Avaliação Institucional por meio da Comissão Própria de Avaliação CPA, como um processo contínuo que incorpora, além dos instrumentos de avaliação,
as auto avaliações realizadas pelos cursos sobre as dimensões avaliadas pela CPA e
que correspondem àquelas do SINAES:
Organização Didático-Pedagógica
Esta dimensão contempla os aspectos relacionados com: a aprendizagem dos
estudantes; as práticas pedagógicas dos professores; o material didático utilizado,
considerando além de seus aspectos científico, cultural, ético, estético, didático104
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
pedagógico e motivacional, sua adequação ao cotidiano dos estudantes e às
tecnologias de informação disponíveis e sua capacidade de comunicação; o
atendimento aos estudantes em momentos à distância e presenciais; a orientação aos
estudantes; a avaliação do desempenho e a relação com a evasão e
retenção; a
avaliação de desempenho dos professores e tutores; a qualidade do material didáticopedagógico, entre outros aspectos.
De acordo com o Projeto de Avaliação Institucional, são avaliados os projetos
pedagógicos dos cursos no que se refere à sua identidade com as diretrizes
curriculares nacionais, objetivos, perfis e adequação quanto à estrutura, organização,
encadeamento
lógico
das
etapas,
relevância,
contextualização,
período
de
integralização, dentre outros aspectos, de acordo com solicitações do curso, dos
professores, dos alunos.
Corpo Social
Ainda de acordo com o Projeto de Avaliação Institucional, são avaliados, de maneira
processual e contínua, os seguintes aspectos relacionados ao corpo social: corpo
docente com titulação, formação e experiência tanto profissional quanto no magistério
superior, produtividade científica, acadêmica e intelectual compatível com as
necessidades dos cursos; composição e atuação do colegiado de curso e do núcleo
docente estruturante; corpo técnico-administrativo integrado ao curso e que presta
suporte adequado, apoio à participação dos estudantes nas atividades pertinentes ao
curso, bem como em eventos externos e internos.
Instalações Físicas
Com relação às instalações físicas gerais e específicas a CPA avalia a infraestrutura
material que dá suporte tecnológico, científico e instrumental ao curso; a infraestrutura
da biblioteca; o acervo adequado para possibilitar acesso dos estudantes à bibliografia,
além do material didático utilizado no curso, o sistema de empréstimo de livros e
periódicos. A acessibilidade, conforto, adequação da iluminação, ventilação, acústica e
segurança dos espaços também serão aspectos avaliados pela CPA.
105
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GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
106
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
11 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE ATENDIMENTO AO ALUNO
11.1 PROGRAMAS DE ATENDIMENTO AO ALUNO
11.1.1 Programa de Benefícios
Programa de Bolsa para alunos do Ensino Médio em Escola Pública - PROEM concede desconto para os alunos ingressantes que cursaram os três anos completos
do ensino médio em escola pública, sem diploma de curso superior, com renda per
capita familiar que não exceda a três salários mínimos, conforme tabela de preço
específica e outros critérios estabelecidos no regulamento.
Programa de Bolsa para alunos maiores de 50 Anos - concede desconto aos alunos
maiores de 50 anos ingressantes no segundo semestre de 2011, conforme tabela de
preço específica e outros critérios estabelecidos no regulamento.
Programa de Gratuidade a ingressante pelo vestibular - concede 50% de desconto
ao aluno 1º colocado do vestibular, com nota mínima de 60 pontos, ingressante no
segundo semestre de 2011, dentre outros critérios estabelecidos no regulamento.
Desconto para irmãos - Concede 5% (cinco por cento) de desconto sobre o valor da
mensalidade escolar, para pagamento pontual, a alunos com parentesco em segundo
grau na linha colateral (irmãos), dentre outros critérios estabelecidos na resolução.
Convênio empresarial – A UNIUBE, através de convênios com diversas empresas,
concede benefícios de descontos aos funcionários e seus dependentes legais, nos
cursos de graduação na modalidade presencial, para alunos matriculados nos Campus
de Uberlândia.
Programa de bolsa para agentes de segurança pública da ativa – concede 25% de
desconto ao policial militar, municipal, federal, civil e corpo de bombeiros, em efetivo
exercício.
107
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Programa bolsa turno – Concede 40% de desconto no ato da matrícula, aos
ingressantes da primeira etapa do curso matutino, aprovados nos processos seletivos
do
PIAS,
VESTIBULAR,
VESTIBULAR
AGENDADO
ou
PROCESSO
DE
TRANSFERÊNCIA sem aproveitamentos.
11.1.2 Acessibilidade
A acessibilidade, em seu sentido amplo, inclui, além da adequação dos aspectos
arquitetônicos, práticas educacionais que viabilizem uma proposta de formação
universitária que reduza as desigualdades historicamente acumuladas e garantam a
igualdade de oportunidades para minorias até então discriminadas. Visa, assim, garantir
a todos os estudantes o acesso e permanência no ensino superior.
Acessibilidade arquitetônica: para os alunos com deficiência física, a Universidade
apresenta as seguintes condições de acessibilidade: livre circulação dos estudantes
nos espaços coletivos (eliminação de barreiras arquitetônicas); vagas reservadas no
estacionamento; rampas com corrimãos, facilitando a circulação de cadeira de rodas;
portas e banheiros adaptados com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira
de rodas; e barras de apoio nas paredes dos banheiros.
Além da vaga no estacionamento, com ampla sinalização, próxima a entrada principal,
também é liberado o acesso de veículos que transportem pessoas portadoras de
deficiência física ou visual.
Com relação às instalações físicas gerais e específicas para pessoas com deficiência
e/ou mobilidade reduzida, a CPA tem avaliado permanentemente a infraestrutura
material que dá suporte tecnológico, científico e instrumental ao curso, na modalidade
presencial e EAD.
Para o ambiente virtual de aprendizagem, AVA UNIUBE ONLINE, estão sendo
desenvolvidas ferramentas para adaptar softwares específicos para atendimento aos
108
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
alunos. Assim, para os alunos cegos é utilizado o Daizy – Digital Accessible Information
System, que é utilizado pelo Ministério da Educação em sua página.
A acessibilidade, conforto, adequação da iluminação, ventilação, acústica e segurança
dos espaços também são aspectos avaliados pela CPA que, após os ciclos de
avaliação encaminha os resultados e sugere as mudanças e/ou adequações que
considera relevantes e necessárias.
Plano de Atenção ao Estudante - PAE
Vinculado à Pró-Reitoria de Ensino Superior, o PAE é um programa institucional que
apoia, ampara e estimula as atividades dos alunos da Universidade de Uberaba,
buscando o atendimento de seus interesses, desejos e necessidades de vivência e
convivência universitária. Além de propostas específicas ligadas aos cursos da
universidade, o PAE está presente para atender ocorrências isoladas emergenciais,
que requerem a interferência e atenção da Universidade. O PAE é uma unidade que
acolhe, encaminha ou resolve as dificuldades dos acadêmicos.
Núcleo de Atendimento Especializado - NAE
É um programa institucional, vinculado à Pró-Reitoria de Ensino Superior, que tem
como objetivo apoiar os alunos em suas necessidades educacionais especiais, visando
o seu acesso e permanência no meio acadêmico, tornando efetiva a educação inclusiva
e a função social da universidade.
A proposta de atendimento desse programa é oferecer apoio pedagógico especializado
aos alunos, por meio de serviços diversificados em resposta às necessidades
educacionais especiais existentes nas turmas regulares do curso. Esses serviços são
traduzidos
em:
complementação
ou
suplementação
curricular;
utilização
de
equipamentos e materiais específicos; apoio necessário à aprendizagem, à locomoção
109
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
e à comunicação e acesso a especialistas em interpretação das línguas e códigos
aplicáveis.
É importante enfatizar sempre o objetivo deste trabalho: fornecer suporte aos
estudantes da Universidade de Uberaba, afim de que possam envolver-se no processo
educacional, atuando, com independência nos seus respectivos cursos, interagindo
com professores e colegas em sintonia com as transformações do mundo moderno,
exercendo seus direitos e deveres de cidadãos.
Os estudantes surdos e cegos necessitam de suporte para transitarem nos diversos
espaços físicos da universidade, e para a realização de suas tarefas acadêmicas e
consequente independência para atuarem com sucesso nos cursos que escolheram.
No NAE, o atendimento aos universitários na área da surdez é realizado por
profissionais que atuam, tanto no NAE como nas salas de aula, interpretando em Libras
os conteúdos ministrados pelos professores. O atendimento oferecido a todos os alunos
surdos consiste na interpretação de textos, trabalhos em Língua Portuguesa na
modalidade escrita como segunda língua para surdos; orientação de professores na
compreensão da escrita surda; aplicação de provas, oferta de cursos de LIBRAS aos
alunos interessados, por meio do Programa Institucional de Atividades Complementares
(PIAC); elaboração de relatórios sugerindo ações relativas aos atendimentos
realizados, visando promover o acesso, permanência e participação dos alunos,
conforme as diretrizes da “Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da
Educação Inclusiva” (MEC – SEESP/2007).
Os alunos cegos recebem atendimento especializado para o desenvolvimento dos
trabalhos na universidade, tais como: treinamento de Orientação e Mobilidade no
Campus Aeroporto, Campus Centro e Hospital Universitário; transcrição para o Braille
de textos, tabelas, desenhos, entre outros; transcrição das avaliações para o Braille, a
fim de que os alunos possam executá-las com segurança, e do Braille para caracteres
comuns, a fim de que os professores possam realizar a correção dos referidos
110
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
trabalhos; orientação aos alunos cegos e com baixa visão na ortografia da língua
portuguesa e outras atividades, com intuito de promover o acesso e compreensão dos
conteúdos curriculares; apoio e orientação para complementação pedagógica dos
docentes interessados; adaptação de materiais: ampliações dos materiais para alunos
com baixa visão; apoio em Trabalho de Conclusão de Curso; auxilio às pesquisas dos
alunos; leituras de conteúdos curriculares, gravação de textos em MP3, MP4, CDs, etc.;
encaminhamento de alunos com baixa visão para atendimentos em Avaliação
Funcional da Visão e Estimulação Visual, com a finalidade de adequação dos materiais
pedagógicos: ampliações, tamanho e forma de fonte, espaçamento, contraste,
iluminação, entre outros; orientações quanto à nova grafia Braille, ensino da técnica de
Soroban, Orientação e Mobilidade, atividades da Vida Diária.
O NAE conta com duas colaboradoras para o setor administrativo. Essas funcionárias,
além de cuidar dos arquivos da secretaria e da biblioteca do NAE, auxiliam nas leituras
para
os
alunos,
nas
gravações
e
transcrições
de
provas;
organização
e
acompanhamento das atividades realizadas pelos estudantes voluntários do projeto
PIAC.
Desta forma o NAE atende alunos, nas suas necessidades permanentes e ou
transitórias, abrindo caminhos para a criação de uma nova cultura com relação ao
atendimento especializado visando o acesso e permanência desses acadêmicos
evitando o desânimo e a evasão, oferecendo oportunidades e acolhendo-os de forma a
garantir que sua formação ocorra com qualidade.
Visando a formação continuada, incentiva a participação dos docentes em cursos de
LIBRAS que são ofertados para todos os interessados a cada semestre letivo. Esse
programa tem em vista o cumprimento da missão desta instituição de ensino que é a de
“Promover o ensino e a geração de conhecimento, formando o profissional
comprometido com uma sociedade justa”.
111
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
11.1.3 Assistência Pedagógica
É realizada pela assistente pedagógica (ASSPED) que planeja, orienta, coordena,
realiza e avalia atividades didático-pedagógicas desenvolvidas no curso, com o objetivo
de proporcionar o necessário suporte aos discentes e docentes na efetivação do
processo
ensino-aprendizagem.
Compete
à
ASSPED
acompanhar
e
avaliar
sistematicamente os resultados do rendimento dos alunos (aproveitamento e
frequência), promovendo diagnósticos, propondo alternativas e efetivando medidas que
possam sanar ou minimizar dificuldades de aprendizagem evidenciadas, junto aos
docentes, discentes e responsáveis, quando for o caso.
11.2 PROGRAMAS DE ENSINO
A preocupação com a melhoria da qualidade do ensino vem motivando ações
importantes no meio acadêmico, sobretudo incentivando o desenvolvimento de
programas institucionais com a finalidade de valorizar os aspectos didático-pedagógicos
nas relações ensino e aprendizagem.
As Diretrizes Curriculares Nacionais demonstram claramente essa preocupação ao
explicitarem o perfil do egresso, as habilidades e competências a serem desenvolvidas,
os eixos de formação que conduzirão à estruturação da proposta curricular, os objetivos
e os aspectos didático-pedagógicos que deverão ser observados no processo de
formação do profissional.
A nova concepção de educação exige uma mudança drástica na postura
epistemológica do professor, onde o foco no desenvolvimento de competências, de
habilidades, a demonstração de aptidões e atitudes exige ações docentes capazes de
levar o aluno conquistar uma autonomia intelectual que o estimule, em uma visão ética
e humanística, a atender as demandas da sociedade de forma crítica e reflexiva,
considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
112
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Considerando essa nova postura e visando a qualidade do ensino, a Universidade de
Uberaba mantém os seguintes programas de ensino:
11.2.1 Programa de Estágio – PROEST
É um programa que tem como objetivo sistematizar e monitorar o processo de Estágio
Curricular Obrigatório e Não Obrigatório, no âmbito dos Cursos de Graduação e
Tecnológicos, nas modalidades presencial e EAD, atendendo às políticas da instituição
e à legislação nacional de estágio - Lei de Estágio nº 11 788, de 25 de setembro de
2008.
É vinculado à Pró-reitora de Ensino Superior da Universidade de Uberaba. O PROEST
disponibiliza um banco de dados com oportunidades de estágio que são divulgadas no
mural da unidade educacional, além de encaminhar os discentes para órgãos
terceirizados, parceiros da instituição colocando-os em empresas para a realização de
estágio.
Ao PROEST compete:

receber e orientar os alunos com relação aos estágios e campos de
estágio;

firmar convênios com as organizações interessadas em ofertar estágios
aos alunos da Universidade;

receber os documentos pertinentes aos estágios e encaminhá-los, em
tempo hábil, para a tramitação legal.
11.2.2 Programa Institucional de Atividades Complementares – PIAC
Criado pela Resolução nº 50/05 (CONSU), constitui-se como núcleo articulador,
organizador,
propositor e
divulgador das diferentes propostas de
atividades
complementares geradas no interior dos cursos, integrando alunos e professores de
todos os cursos, dando maior ênfase às ações extensionistas e tornando mais visível as
113
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
formas pelas quais a Universidade de Uberaba assume o seu compromisso e
responsabilidade social.
Compete ao Núcleo de Orientação do PIAC:
 Promover, junto às Direções, Coordenações, Colegiados e professores dos
diferentes cursos que compõem as áreas de conhecimento, discussões
geradoras de projetos tendo em vista o perfil do profissional/cidadão que se quer
formar;
 promover
a
consolidação
das
Atividades
Complementares
como
um
Componente Curricular que transcende os limites dos cursos, estimula a vivência
universitária e promove a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade;
 viabilizar, em consonância com as propostas da Instituição, por meio de
palestras, vídeos, filmes, seminários, o atendimento à Resolução nº 1, de 17 de
junho de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
das Relações Étnico-Raciais e divulgação da História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana;
 dar visibilidade às Atividades Complementares promovidas no âmbito dos
diferentes cursos para toda a comunidade acadêmica;
 elaborar projetos de Atividades Complementares, a partir das propostas
encaminhadas pela comunidade acadêmica, de acordo com as duas grandes
linhas de ação: Educação para a Cidadania e Educação para a Saúde;
 colaborar para a viabilização dos projetos, buscando parcerias com a
comunidade;
 divulgar, junto aos cursos e à Instituição, os horários de plantões de atendimento
aos alunos;
 fornecer informações aos alunos sobre os Projetos, forma de inscrição, número
de vagas e responsabilidades a serem assumidas;
 acompanhar, ao longo do semestre, a realização dos projetos sob sua
coordenação;
114
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
 aprovar e validar a participação do aluno nas Atividades Complementares e
encaminhar documentação para a Secretaria do PIAC;
 avaliar o andamento dos Projetos por meio de reuniões semanais;
 apresentar relatórios ao final de cada semestre letivo.
À secretaria do PIAC compete:
-
fazer o atendimento aos alunos;
-
receber os comprovantes de participação nas diferentes propostas de
Atividades Complementares, dentro e fora da Instituição;
-
cadastrar as Atividades Complementares realizadas e validadas pelo Núcleo
de Professores Orientadores;
11.2.3 Programa Institucional de Monitoria de Ensino – PIME
O Programa Institucional de Monitoria de Ensino (PIME-UNIUBE) contribui para a
formação de recursos humanos para o ensino superior, propiciando ao aluno
oportunidade de desenvolver habilidades relativas à carreira docente e assegura a
cooperação didática ao corpo docente e discente, nas atividades de ensino,
promovendo maior integração entre professores e alunos.
O PIME possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de
caráter técnico-didáticas, no âmbito de determinado componente curricular, sobretudo
nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Pró-Reitoria de
Ensino Superior- PROES.
A inscrição dos candidatos é feita a partir de um edital de chamada, publicado
semestralmente para os cursos semestrais e anualmente para os cursos anuais.
Podem candidatar-se os alunos dos cursos de graduação que já tenham cursado as
disciplinas contempladas com monitoria de ensino constantes do edital. Os alunos
deverão também comprovar desempenho acadêmico pelo histórico escolar, não
apresentando nenhuma reprovação nos dois últimos semestres cursados. Além disso,
115
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
exige-se nota final de aproveitamento igual ou superior a 7 (sete) na disciplina de
interesse e bom desempenho nos 2 (dois) últimos semestres cursados.
Os alunos monitores que concluírem sua participação no Programa, de acordo com o
período previsto no Edital, receberem certificados de Monitores de Ensino.
11.2.4 Programa Institucional de Iniciação Científica – PIBIC e Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação
– PIBITI
A UNIUBE tem como uma das principais políticas institucionais, a consolidação e
desenvolvimento de linhas de pesquisa relevantes, que resultem em suporte à
qualidade do ensino, bem como responda às necessidades da sociedade para o seu
desenvolvimento sócio-econômico-cultural e político.
O PIBIC UNIUBE - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da
Universidade de Uberaba - implantado em março de 1999, está fundamentado na
resolução nº15/2004 - PIBIC/CNPq e é voltado para a iniciação à pesquisa de alunos de
graduação universitária, em todas as áreas do conhecimento.
O programa permite a participação de alunos em projetos de pesquisa elaborados e
coordenados por docentes da instituição e, concede uma bolsa de iniciação científica
durante o período de um ano, tempo necessário para a execução do Plano de Trabalho
pelo aluno, elaboração de relatórios e apresentação do trabalho no Seminário de
Iniciação Científica da UNIUBE. Dessa forma, a Iniciação Científica é definida, também,
como um instrumento de formação para o aluno.
O PIBITI - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação - busca despertar entre os graduandos a vocação
científica/tecnológica incentivando talentos potenciais entre estudantes de graduação.
Desta forma proporciona a aprendizagem de técnicas e métodos científicos e
tecnológicos com a orientação de um pesquisador qualificado o que desperta no
estudante uma nova mentalidade em relação ao estudo aprofundado e à pesquisa
116
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
tecnológica. Os estudantes são preparados, motivados e capacitados para solucionar
problemas das empresas bem como a ingressar em programas de pós-graduação
voltados para a área tecnológica.
Anualmente, é realizado o Seminário de Iniciação Científica, como parte do processo
de consolidação da pesquisa institucional. Recebendo alunos de Iniciação Científica de
todo o Brasil, tem como objetivos divulgar as atividades de pesquisa a partir dos
trabalhos realizados por alunos dos cursos de graduação da UNIUBE e de outras IES
da região e do país; avaliar o PIBIC e os alunos vinculados a ele; e promover o
intercâmbio e a integração ensino/pesquisa entre o corpo discente e docente das
diversas áreas das instituições participantes.
117
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
12 SISTEMA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO
CURSO
12.1 ÓRGAÕS COLEGIADOS
12.1.1 Colegiado de Curso
As funções de orientação e decisão da política didático-pedagógica do curso ficam a
cargo do Colegiado constituído: pelo Coordenador do curso, que é o presidente; por
cinco professores, que ministrem disciplinas constitutivas das matérias da matriz
curricular do curso, eleitos por seus pares, e por um aluno regular do curso, indicado
pelo respectivo Diretório Acadêmico. As atribuições do Colegiado de Curso são:
 Elaborar, acompanhar, executar e avaliar a implementação do Projeto
Pedagógico, a cada período letivo, juntamente com os demais integrantes da
equipe gestora;
 acompanhar o desenvolvimento do perfil do profissional formado pelo curso;
 orientar a implantação do Projeto Pedagógico, bem como realizar as
reformulações necessárias;
 aprovar os Planos de Ensino das disciplinas do currículo pleno do curso;
 decidir sobre reexames de avaliação de resultados escolares, adaptações,
aproveitamento de estudos e de disciplinas, mediante requerimento dos
interessados;
 aprovar Planos de Estágio e Projeto de Graduação;
 avaliar os procedimentos adotados nos estágios para a consecução de perfis;
 funcionar como sede de recursos das decisões do Coordenador de Curso.
As decisões do Colegiado de Curso são submetidas, ex ofício, à Câmara de Ensino
que poderá referendá-las, modificá-las ou vetá-las de acordo com o interesse da
instituição.
118
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
12.1.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE
Trata-se de um grupo de professores, além do diretor do Curso, constituído conforme
critérios de titulação e de regime de contrato de trabalho estipulados pelo MEC,
indicados por seus pares e nomeados pelo Reitor. Realizam reuniões mensais e
extraordinárias de conforme as necessidades, de acordo com suas atribuições.
Conforme a Resolução nº 01, de 17 de junho de 2010, que Normatiza o Núcleo Docente
Estruturante - NDE é formado por professores de elevada formação e titulação,
contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais diretamente pela criação,
implantação, consolidação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso. No curso de
Administração o NDE desenvolve ações que contribuem para a consolidação do perfil
profissional do egresso do curso; zelam pela integração entre as diferentes atividades
de ensino constantes do currículo, de forma a promover a interdisciplinaridade;
incentivam o desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão em consonância com
as necessidades do curso e as exigências do mercado de trabalho.
Dessa forma, são atribuições do NDE:
 contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
 zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
 indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado
de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;
 zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais dos cursos de
graduação.
12.2 GESTOR DO CURSO
119
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
O cargo de gestor do curso é exercido por um professor com experiência profissional no
magistério superior e gestão acadêmica, com titulação mínima de especialista, com
regime de trabalho de tempo integral ou parcial, que exercerá as seguintes atribuições:
 representar o curso;
 executar, na íntegra, a proposta pedagógica do curso de graduação;
 presidir reuniões do Colegiado de Curso;
 responsabilizar-se pelo controle de qualidade do curso;
 elaborar, acompanhar, executar e avaliar a implementação do Projeto
Pedagógico, a cada período letivo, juntamente com os demais integrantes da
equipe gestora;
 buscar subsídios para manter atualizado o Projeto Pedagógico do curso;
 assegurar uma dinâmica no curso que, explicitamente, canalize esforços e
recursos para a concretização dos perfis profissionais estabelecidos;
 garantir meios e condições para a realização de um trabalho pedagógico eficaz e
efetivo;
 avaliar o desempenho docente;
 propor a contratação de professores e sua substituição;
 atuar junto ao meio externo para viabilizar contratos, parcerias e convênios que
possibilitem a consecução de Atividades Complementares e estágios;
 elaborar, discutir, avaliar os programas de estágios e de Atividades
Complementares em conjunto com as empresas conveniadas;
 responsabilizar-se pela elaboração de relatórios de acompanhamento do curso;
 avaliar a execução dos programas institucionais e seus impactos sobre o curso;
 propor e viabilizar atividades de formação, dentro do programa de capacitação
descrito neste projeto, a professores e assistência pedagógica em prol da
melhoria na execução do Projeto Pedagógico;
 administrar as atividades docentes e assistência pedagógica, adequando-as ao
Projeto Pedagógico do curso e às exigências de um ensino de qualidade;
 propor medidas para melhor atendimento dos alunos pelos professores;
120
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
As atribuições e responsabilidades do coordenador são definidas no ato da nomeação e
encontram-se estabelecidas no artigo 16, do regimento geral da UNIUBE.
12.3 SISTEMA DE GESTÃO ACADÊMICA
O SGA é o ambiente de gestão acadêmica dos cursos e do acompanhamento de seus
alunos. É um sistema que possui um banco de dados estruturado de forma a manter
uma ficha pessoal de cada aluno da instituição, desde sua entrada no processo seletivo
até o momento de sua formatura.
Resumidamente, o SGA contém:
 informações sobre o curso
 inscrição para processos seletivos
 matrícula
 informações administrativas do aluno
 registro e acompanhamento de notas e frequência
 registro e acompanhamento de protocolos
 gestão da vida acadêmica do aluno – cadastro, matrícula, trancamento,
transferência, aproveitamento de disciplina, transferência externa, histórico
escolar, atestados diversos, declarações diversas e outros.
12.3.1 Diretoria de Serviços Acadêmicos – DSA
A Universidade de Uberaba atribui à Diretoria de Serviços Acadêmicos - DSA a
responsabilidade de administrar o funcionamento dos seus diversos setores, apoiado
pelas gerências específicas em cada campus, sendo responsável pelo registro e
acompanhamento da vida acadêmica dos alunos, desde sua admissão até a conclusão
do curso. Para propiciar aos usuários um bom atendimento e um serviço de qualidade,
a Diretoria de Serviços Acadêmicos em conjunto com a Diretoria de Tecnologia da
Informação - DTI desenvolveu e mantém sistema informatizado específico para suporte
a todas as atividades inerentes à vida acadêmica do aluno.
121
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Podemos destacar os seguintes nichos de atendimento:
Setor de Multiatendimento e Protocolo, onde o aluno dá entrada às suas solicitações
diretamente ao sistema informatizado, cujo andamento do processo é acompanhado
até a sua conclusão. Setor de Matrícula, responsável pela recepção do aluno
ingressante e pela continuidade do aluno veterano.
O setor de Documentação e Arquivo é informatizado pelo mesmo sistema integrado de
controle acadêmico e é responsável pela recepção, análise e guarda da documentação
dos alunos dos cursos presencial e a distância, realizando diligências quando
necessário, para a regularização de pendências documentais.
A Diretoria de Serviços Acadêmicos, dentro dos preceitos regimentais, legais e
normativos harmoniza e integra os setores ligados direta ou indiretamente a ela, sempre
com o apoio e suporte do sistema informatizado, permanentemente, disponível.
Esse trabalho conta ainda com uma Assessoria Jurídica e uma Assessoria Acadêmica,
que orientam não somente professores e alunos como todos os demais envolvidos.
O setor de Registro e Acompanhamento é responsável por manter atualizados os
currículos dentro do sistema informatizado. Integrado aos demais setores é responsável
também, pela emissão de documentos para colação de grau, certidões, atestados,
declarações e históricos escolares solicitados pelos alunos dos cursos presenciais e a
distância. O setor atua, ainda, no registro dos processos de aproveitamento de estudos.
Executa a inserção e inscrição no sistema disponibilizado pelo INEP, dos alunos em
condições de participar do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes-ENADE.
A DSA dispõe, ainda, de um setor especializado no acompanhamento da vida
acadêmica dos alunos dos cursos ofertados na modalidade a distância e estende esse
atendimento aos Polos (EAD), que se valem da mesma forma do sistema informatizado.
122
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Para proporcionar um maior nível de informação aos docentes e discentes o sistema
disponibiliza as funções denominadas “Página do aluno” e “Página do Professor”
garantindo conforto e qualidade nas informações.
123
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
13 RECURSOS HUMANOS
13.1 EQUIPE DOCENTE
O corpo docente possui titulação compatível com as exigências do MEC e é
compromissado com a especificidade do curso que exige profissionais com experiência
acadêmica, profissional e atualizado às demandas do mercado.
A execução da proposta pedagógica, no que se refere às atividades docentes, é de
responsabilidade dos professores do curso, que irão atuar, segundo o Regimento Geral
da UNIUBE, com os seguintes compromissos:
Art. 57. Aos membros do corpo docente incumbem, além dos demais
deveres e obrigações contidos em seus contratos de trabalho:
a) assumir encargos de ensino, pesquisa, extensão e administração
acadêmica;
b) assumir, superintender e fiscalizar, por designação superior, o processo
da docência, da pesquisa e da administração acadêmica;
c) observar e fazer observar, em sua área de ação, as normas
estabelecidas e a orientação dos órgãos administrativos e acadêmicos,
especialmente no que se refere ao cumprimento das cargas horárias
previstas nos projetos pedagógicos, às normas baixadas pelo Conselho
Universitário e à execução dos planos de ensino;
d) elaborar, no prazo fixado pela Instituição, o plano das atividades a seu
cargo, para o próximo ano ou semestre letivo;
e) registrar no diário-de-classe a frequência dos alunos às aulas,
atividades escolares programadas e outros dados referentes às
disciplinas, unidades temáticas, atividades e turmas de alunos sob sua
responsabilidade;
f) encaminhar ao órgão de registro e controle acadêmico, na forma
estabelecida e nos prazos fixados, os resultados de trabalho escolar de
cada um dos seus alunos em termos de frequência e aproveitamento;
g) elaborar, no final de cada ano ou semestre letivo, relatório
circunstanciado das atribuições ou atividades por que estiveram
responsabilizados;
h) participar das reuniões a que forem convocados, ou do colegiado a que
pertencerem, na forma regimental;
i) satisfazer aos encargos e comissões que lhes forem cometidos pelos
órgãos administrativos ou para os quais forem indicados por seus pares,
no interesse do ensino, da pesquisa, da extensão e da administração
acadêmica; e
124
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
j) assinar o registro de suas atividades didáticas, constantes dos diáriosde-classe, e dar ciência aos alunos de outros documentos e avisos que
lhes forem encaminhados, para esse fim.
É importante, portanto, que o professor conheça o projeto pedagógico e os objetivos do
curso buscando a integração e a consolidação dos conhecimentos; que ele se
comprometa com a Instituição e os programas institucionais; que atue em concordância
com as decisões colegiadas; esteja atento a fatores internos e externos que contribuam
para mudanças nas estratégias, metodologias e conteúdo das disciplinas; atue com
ética e postura crítica, empreendedora e proativa demonstrando compromisso com os
valores humanos em sua atuação. É necessário que o professor invista continuamente
em sua formação acadêmica e profissional e demonstre compromisso com a questão
da responsabilidade social e ambiental.
13.2 TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS
13.2.1 Assistente Pedagógico (a)
O curso conta com um profissional com formação em nível superior para exercer as
atribuições de planejar, orientar, coordenar, realizar e avaliar atividades didáticopedagógicas desenvolvidas no curso, com vistas a proporcionar o necessário suporte
aos docentes e discentes na
efetivação
do
processo
ensino-aprendizagem,
desenvolvendo as seguintes tarefas:

planejamento, execução e avaliação das ações de supervisão pedagógica;

acompanhamento da evolução das metodologias de ensino propostas nos
planos de ensino;

orientação ao aluno visando a sua integração à vida acadêmica;

participação na elaboração, acompanhamento, execução e avaliação contínua
da implementação do projeto pedagógico, juntamente com os demais integrantes
da equipe gestora;

coordenação da elaboração, acompanhamento e avaliação do desenvolvimento
dos planos de ensino;
125
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

planejamento
e
desenvolvimento
das
atividades
de
atualização
e
aperfeiçoamento pedagógico para docentes junto com a gestão do curso;

análise de instrumentos de avaliação da aprendizagem propostos pelos
docentes, orientando-os sobre a sua adequação e organização;

promoção da integração, adaptação e preparação do novo professor às suas
funções dentro das diretrizes estabelecidas pela instituição;

acompanhamento do desempenho dos professores sob o ponto de vista
pedagógico;

acompanhamento e avaliação sistemática dos resultados do rendimento de
alunos (aproveitamento e frequência), elaborando diagnósticos, propondo
alternativas e efetivando medidas que possam sanar ou minimizar dificuldades
de aprendizagem evidenciadas, junto a docentes, discentes e responsáveis,
quando for o caso;

participação na execução de programas institucionais;

acompanhamento e controle da avaliação pedagógica na execução dos
programas de monitoria, iniciação científica e atividades complementares;

proposição, acompanhamento e avaliação da utilização de recursos instrucionais
alternativos.
13.2.2 Secretários (as)
As atividades de organização dos procedimentos administrativos ficam a cargo dos (as)
Secretários (as) do curso, que exercerão as seguintes atribuições:
 programar e agendar compromissos e atividades específicas do curso;

organizar e dar fluxo à documentação do curso;

encaminhar
aos
setores
competentes
documentos
administrativos
e
pedagógicos;

organizar procedimentos técnico-administrativos;

orientar procedimentos discentes e docentes;

atender, em primeira instância, as solicitações dos alunos à gestão de curso ou à
assistência pedagógica;
126
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA

preencher, encaminhar e acompanhar os termos de estágio.
127
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
14 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
14.1 POLÍTICAS PARA O CORPO DOCENTE
O Plano de Carreira Docente regula as condições de admissão, promoção e direitos na
UNIUBE. O Plano de Carreira Docente da UNIUBE tem por objetivos possibilitar o
desenvolvimento profissional e humano do docente levando em conta o seu
comprometimento com a missão e os objetivos da Universidade. Visa também
incentivar o docente para a busca contínua de padrões elevados de qualidade,
produtividade, eficiência e inovação e estimulá-lo para o desenvolvimento da pesquisa,
da produção cultural e artística, no âmbito das atividades universitárias. A concretização
deste Plano se constituirá como elemento motivador e apoiador do corpo docente na
busca da integração com a comunidade externa, sensibilizando-o para a prestação de
serviços e a promoção de ações sociais de resgate da cidadania e da melhoria da
qualidade de vida, valorizando e reconhecendo o colaborador dentro do seu contexto
de trabalho.
A UNIUBE possibilita aos docentes abertura para iniciativas que contribuam para
enriquecer os conteúdos curriculares como realização de eventos temáticos, integração
de práticas entre conteúdos, atividades extraclasse entre outras.
Como contribuinte participativa no processo de capacitação docente, a Comissão
Própria de Avaliação – CPA avalia sistematicamente os cursos nas seguintes
dimensões: organização didático-pedagógica, corpo docente e instalações físicas,
reorientando a tomada de decisões por meio da abertura para expressão direta de
críticas e sugestões sobre a condução da direção em relação à essas três dimensões
que podem afetar o cotidiano do processo ensino-aprendizagem sob o ponto de vista
dos docentes.
Em relação à formação continuada dos docentes, é clara a necessidade de constituir e
manter um corpo docente com perfil adequado para implementação da proposta
pedagógica do curso. A titulação acadêmica e a experiência profissional do professor
128
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
são atributos necessários para sua atuação, porém não suficientes para garantir o
sucesso de seu trabalho. A formação pedagógica contínua dos docentes é que
possibilitará a melhoria da sua prática pedagógica para torná-la mais eficiente com
relação ao processo de ensino-aprendizagem.
Ressalta-se, neste sentido o trabalho do (a) assistente pedagógico (a) que visa o
contínuo acompanhamento do professor, trazendo-lhe os subsídios e as orientações
necessárias à condução de suas atividades no cotidiano das salas de aula. É parte
integrante desta proposta a criação e a manutenção das seguintes propostas de
formação e capacitação de professores para atuar no curso:
 formação para integração de novos docentes: cada novo docente contratado
passa por uma formação introdutória nos cursos sob acompanhamento do
coordenador e da assistência pedagógica. Esta formação tem a finalidade de
sintonizar o novo docente com os objetivos do projeto pedagógico do curso,
evitando algum descompasso na forma de atuar, comprometendo a consecução
dos objetivos do curso;

atualização didático-pedagógica: esta proposta tem a finalidade de manter os
docentes atualizados em relação à prática pedagógica, de forma a garantir a
excelência no desempenho das atividades de ensino. O docente é incentivado a
participar de oficinas de formação, durante a semana de planejamento semestral,
organizadas pelos cursos e pela Pró-Reitoria de Ensino Superior;

capacitação técnica e tecnológica: este programa tem a finalidade de propiciar a
atualização técnica e tecnológica dos docentes, para melhor qualificá-los para o
exercício do magistério. Neste programa estão incluídos os cursos de
especialização, mestrado, doutorado, além de treinamentos de curta duração
oferecidos por empresas de elevada tecnologia em processos de produção de
bens e/ou serviços, bem como em outros setores de interesse do curso.
Na Semana Institucional de Planejamento em cada semestre letivo, sob a coordenação
da Pró-Reitoria de Ensino Superior, os docentes têm a oportunidade de participarem
ativamente das decisões, com sugestões de medidas para a melhoria da qualidade de
129
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
seu trabalho e do curso e participação nas discussões e reflexões temáticas
relacionadas
à
prática
pedagógica
e
seus
fundamentos.
130
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
15 RECURSOS FÍSICOS E MATERIAIS
Infraestrutura física da UNIUBE
A principal estrutura para o ensino de graduação e pós-graduação está concentrada na
Avenida Nenê Sabino, nº 1801. São 350 mil metros quadrados onde existem 23 blocos,
reservados ao funcionamento de salas de aula e laboratórios, o núcleo de informática, a
gráfica universitária, livraria, além do prédio ocupado pela Biblioteca Central. Na
unidade estão instaladas também a Reitoria, Pró-Reitorias, diretorias de institutos,
cursos e a Divisão de Serviços Acadêmicos – DSA, a prefeitura universitária,
almoxarifados, nove anfiteatros. Fazem parte ainda do complexo, a agência bancária,
as quadras de esporte (duas cobertas e duas sem cobertura), o campo de futebol, duas
piscinas, livraria, agências bancárias e praça de alimentação.
A Unidade de Gestão e Direito-UGD, que abriga o curso de Administração em
Uberlândia, está localizada na avenida Marcos de Freitas Costa, nº 1041. Conta com
espaço físico total de 2066,2 m², que comporta 18 salas de aula, 1 laboratório de
informática, 1 biblioteca, 1 setor de reprografia e impressão, 1 multiatendimento
administrativo/financeiro, salas de gestores e assistentes pedagógicas, sala de
professores, sala de professores de tempo, sala de orientação e supervisão de TCC,
secretaria de cursos, secretaria dos programas institucionais, sala de recursos
instrucionais, além de baias de atendimento aos alunos, 1 mezanino de atividades
acadêmicas, 1 cantina e 4 banheiros adaptados para atender portadores de
necessidades especiais. Abriga, ainda, o Núcleo do Práticas Jurídicas que atende ao
curso de Direito.
131
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
15.1 ESPECÍFICOS DO CURSO
O curso faz uso comum da infraestrutura da IES para o desenvolvimento de suas
atividades didático-pedagógicas. No que diz respeito aos recursos físicos, para o
funcionamento do curso de Administração, a Instituição conta com:
Salas de Aula
As salas destinadas às aulas teóricas são amplas, com boa iluminação e climatizadas.
Dispõem de quadro branco, carteiras estofadas, mesa e cadeira para o professor, e
apresentam capacidades que vão de 42 (quarenta de dois) a 70 (setenta) alunos cada.
Salas de Gestores de Curso e Serviços Acadêmicos
Para os serviços de gestão e secretaria do curso existem: a sala da direção do curso, a
sala da assistente pedagógica, a sala de professores e a secretaria dos cursos. São
espaços adequados, climatizados, com disponibilidade de armários, mesas, cadeiras
estofadas e computadores, possibilitando a coordenação e atendimento de alunos e
professores. Para a realização de reuniões com professores e alunos para tratamento
das questões acadêmicas podem ser utilizadas pelos gestores a sala de professores e
o mezanino da unidade de Gestão e Direito, ou o anfiteatro localizado na unidade
Rondon.
Sala de Professores e Atendimento
A sala dos professores é um ambiente amplo que conta com mesa de reuniões, mesa
de apoio para café e cadeiras estofadas. É destinada a realização de reuniões dos
docentes, atendimento a alunos e comunidade externa, bem como para o descanso no
intervalo entre as aulas.
132
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Gabinetes de trabalho para professores de tempo
Especificamente para os professores de tempo contínuo existe uma sala fechada no
mezanino superior da Unidade de Gestão e Direito onde estão disponíveis 4 baias para
atendimentos, computadores e armário. Este espaço atende de forma satisfatória às
necessidades dos docentes do curso. Ainda para atendimento de alunos, o curso conta
com 4 baias externas à sala de professores de tempo que estão à disposição da
comunidade acadêmica.
Banco de Livros
O curso conta com um “Banco de Livros” que são entregues ao aluno no começo do
semestre, em algumas disciplinas dentre as oito (08) etapas; o aluno fica com os livros
durante todo o semestre, devolvendo-o ao final do mesmo. Além disto, o aluno tem à
sua disposição o acervo da Biblioteca da Unidade de Gestão e Direito e demais livros
da Unidade Rondon.
15.2 DE USO COMUM DA INSTITUIÇÃO
15.2.1 Laboratórios
Laboratório de gestão
O Laboratório de Gestão, localizado na sala LB001 é uma unidade de serviço de apoio
que tem como finalidade oportunizar aos estudantes do curso de Administração,
Ciências Contábeis e demais cursos da Universidade o contato profissional com a
prática, desenvolvendo o conhecimento teórico adquirido em sala de aula. O
Laboratório de gestão tem como atribuições e finalidades: proporcionar aplicação
prática dos conhecimentos teóricos; desenvolver o espírito crítico, analítico e
133
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
empreendedor; facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado; valorizar a
Instituição de ensino; evolução tecnológica; acesso à rede da internet.
Laboratório de Informática
O laboratório possui uma importância destacada por se tratar de um dos primeiros
espaços onde pode ser realizada a articulação entre a teoria e a prática, tão essencial
ao curso proposto. Para o funcionamento adequado do Curso de Administração, a
Instituição conta com laboratório composto por equipamentos modernos, interligados
em rede e com acesso à internet. Além disso, existe uma política de constante
atualização dos equipamentos e dos títulos de software, que devem ser adequados às
disciplinas do Curso e ao desenvolvimento da pesquisa. O laboratório fornece aos
usuários condições de utilização, tais como mobiliário, climatização e acústica
adequados.
Outro ponto de grande importância é que o número de equipamentos é suficiente para
atender às necessidades do curso.

Relação alunos por máquina – máximo
de 2 alunos por máquina (15 máquinas) máximo de 30 alunos por aula de
laboratório.

Tecnologias computacionais (hardware,
software e suporte técnico) atualizadas – ciclo de reposição constante, em
alguns casos, anual.

Recursos multimídia.
Essas máquinas do laboratório estão organizadas da seguinte forma:

Laboratório de Informática Aplicada: as máquinas reservadas para
alunos do curso de Administração têm por objetivo atender às disciplinas
de formação básica e complementar. As seguintes ferramentas estão
disponíveis nestes laboratórios: Word, Excel, Power Point, Access e
acesso à Internet.
134
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
O laboratório poderá ser utilizado para desenvolvimento de atividades extra-classe, em
horários nos quais não houver aulas alocadas a ele.
15.2.2 Biblioteca e Acervo Bibliográfico
Dados históricos
A Biblioteca Setorial Uberlândia, iniciou suas atividades em 2003 no Campus Fundinho,
localizado na Rua Coronel Severiano, 251 – Bairro Tabajaras. Em março de 2007, foi
inaugurada a Biblioteca Setorial Campus Rondon, como consequência da criação do
Campus no mesmo ano, localizada na Av. Governador Rondon Pacheco, 2000 – Bairro
Lídice. No ano de 2009 houve a fusão dos Campus Fundinho e Rondon e das
Bibliotecas. Essa união fez com que as atividades ficassem concentradas no Campus
Rondon. Em fevereiro de 2013, a Biblioteca Unidade Gestão e Direito iniciou suas
atividades para atender os alunos dos Cursos de Administração, Ciências Contábeis e
Direito.
Missão
Oferecer serviço de informação eficiente e de qualidade à comunidade acadêmica,
atuar como mediadora na capacitação de todos os envolvidos no processo de ensino,
pesquisa e extensão e possibilitar para os alunos, autonomia diante das necessidades
informacionais em todas as áreas do conhecimento.
A quem se destina
A Biblioteca está aberta a toda a comunidade, porém o empréstimo domiciliar é
concedido somente ao corpo discente, docente e administrativo da UNIUBE.
Área Física
135
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
A Biblioteca Unidade Gestão e Direito ocupa área de 128m² distribuída da seguinte
forma:

12,80 m² - Coordenação e Setor de Empréstimo

115,20 m² - Acervo, Área para estudo
A Biblioteca é toda climatizada e possui livre acesso para portadores de necessidades
especiais.
Áreas destinadas para leitura e estudos (móveis e equipamentos):
Descrição
Estudo em grupos (acervo geral), mesas
Estudo individual (mesas de 01 lugar)
Microcomputadores p/ pesquisa ao acervo local
Microcomputadores de trabalho (02 Empréstimo)
Cadeiras para usuários
Quantidade
10
03
01
06
39
Acervo
Possui um acervo que abrange todas as áreas do conhecimento e permite o livre
acesso às estantes. É constituído de:

Monografias (livros, folhetos, eventos, teses, dissertações, etc.)

Periódicos (jornais, revistas, boletins, anuários, etc.)

Obras de Referência (dicionários, enciclopédias, etc.)

Multimeios (CD-ROM, DVD, disquetes, fitas de vídeos, etc.)
O acervo é todo informatizado e pode ser consultado na rede local ou via internet.
Acervo Geral
Material
Livros, eventos, folhetos e apostilas
Periódicos (nacionais e estrangeiros)
CD-ROM (documentários, palestras, etc.)
DVD
Obras de Referência
Número de
exemplares
6.479
2.121
86
02
39
136
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
8.727
TOTAL
Acervo dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis
Material
Livros, eventos, folhetos e apostilas
Periódicos (nacionais e estrangeiros)
CD-ROM (documentários, palestras,
etc.)
DVD
TOTAL
Número de exemplares
1.839
1.138
38
01
3.016
Pesquisa ao Acervo
É disponibilizado 01 terminal de computador para pesquisa do acervo, que também
pode ser consultado via internet no endereço: http://sophia.uniube.br/sophia/index.html
Empréstimo, Renovação e Reserva
Os serviços de renovações e reservas estão disponíveis também via web, no endereço:
http://sophia.uniube.br/sophia/index.html
Serviços Oferecidos
Vários são os serviços prestados aos leitores e usuários em geral, destacando-se:
consulta empréstimo; atendimento e orientação ao usuário feita de forma rápida e
eficiente através de recursos avançados de busca; prestação de serviços de
catalogação na fonte; orientação para elaboração de trabalhos técnicos e científicos de
acordo com as normas de documentação da ABNT, links para bibliotecas virtuais;
acesso a bases de dados nacionais e estrangeiras por meio de comutação bibliográfica
através do Programa de Comutação Bibliográfica (COMUT), mantido pelo IBICT.
137
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
Além de possuir um acervo de qualidade, a Biblioteca mantém uma política para sua
constante expansão e atualização. Possui a infraestrutura necessária para a adequada
prestação de serviços aos usuários.
138
UNIVERSIDADE DE UBERABA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
BRASIL, Anuário Uberaba em Dados, 2009. Prefeitura Municipal de Uberaba.
Disponível em: <http://www.uberaba.mg.gov.br>. Acesso em: 27 maio. 2011.
BRASIL. Ministério da Educação. LEI n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 23
dez. 1996. Seção 1.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares nacionais para os cursos
de graduação em Administração. Resolução CNE/CP nº 4, de 13 de julho de 2005.
Publicação no DOU nº 137, de 19 de julho de 2005, seção 1, pág. 26/27.
EDUDATA Brasil – Base 2006 – MEC/INEP. Disponível em:
<http://www.edudatabrasil.inep.gov.br/>. Acesso em: 08 mar. 2010.
INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.
PELEIAS, Ivan Ricardo. Controladoria: gestão eficaz utilizando padrões. São Paulo:
Saraiva, 2002.
Revista Brasileira de Administração – RBA. Conselho Federal de Administração.
UNIUBE. Universidade de Uberaba. Censo 2010. Uberaba, 2010.
139
ANEXOS
ANEXO A
ALTERAÇÕES CURRICULARES A
PARTIR DE 2012
Uberlândia – MG
141
Justificativa
Ao final de 2011, propostas de alterações curriculares foram encaminhadas pelo NDE e
aprovadas pelo Colegiado do Curso, motivadas pela opção institucional de organizar a
oferta de todos os seus cursos em módulos de horas-aulas e não mais em módulos
de horas-relógio. Vale ressaltar que, nesta versão atualizada, embora organizada em
horas-aulas, a carga horária total, se contabilizada em horas-relógio, ultrapassa o
mínimo definido pela Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007 que dispõe sobre a carga
horária mínima e integralização dos cursos de graduação e bacharelados.
Nomes e carga horária de alguns componentes também sofreram alterações. Em
decorrência, foi realizada a atualização do ementário e da bibliografia básica e
complementar.
142
NOVA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR - 2012
Componentes Curriculares por Etapa
Etapa
1
1
1
1
1
1
Etapa
2
2
2
2
2
Etapa
3
3
3
Componente curricular
Teorias da Administração
Matemática Básica
Contabilidade Básica
Comportamento Empreendedor
Leitura e Produção de Textos
Acadêmicos
Atividades Complementares
Modalidade
Semipresencial
Semipresencial
Semipresencial
Semipresencial
Semipresencial
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa
Componente curricular
Modalidade
Análise das Demonstrações Contábeis Semipresencial
Sociologia das Organizações
Semipresencial
Teoria das Organizações
Semipresencial
Matemática para Decisões
Semipresencial
Administrativas I
Instituições do Direito
Semipresencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente curricular
Estatística Básica
Contabilidade Gerencial e Análise de
Custos
Matemática para Decisões
Administrativas II
3
Organização, Sistemas e Métodos
3
Informática Aplicada
Atividades Complementares
Modalidade
Presencial
Teórica
Pres.
NP
72,0
15,0
72,0
15,0
72,0
15,0
36,00 15,00
36,0
44,0
288,0
104,0
AT
60,0
60,0
452,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
40,0
15,0
40,0
15,0
80,0
15,0
80,0
320,0
15,0
75,0
Prática
Pres. NP
AT
395,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
Semipresencial
80,0
Presencial
80,0
Semipresencial
40,0
Semipresencial
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Prática
Pres. NP
15,0
AT
10,0
15,0
15,0
280,0
Prática
Pres. NP
45,0
40,0
40,0
435,0
60,0
70,0
143
Etapa
4
4
4
4
4
4
Etapa
5
5
5
5
5
5
5
Etapa
6
6
6
6
6
6
6
Componente curricular
Modalidade
Economia de Empresas
Semipresencial
Estatística Inferencial
Presencial
Matemática Financeira
Semipresencial
Gestão de Materiais
Semipresencial
Tópicos Especiais em Administração I
Presencial
Estágio Curricular Supervisionado de
Presencial
Aplicabilidade
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente curricular
Modalidade
Administração dos Recursos Humanos Semipresencial
Gestão da Produção
Presencial
Marketing Básico
Presencial
Macroeconomia e Políticas de
Semipresencial
Intervenção
Métodos Quantitativos
Presencial
Projeto Integrado
Presencial
Atividades Complementares
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente curricular
Modalidade
Gestão Financeira
Presencial
Gestão da Logística
Semipresencial
Estratégia de Marketing e Pesquisa de
Presencial
Mercado
Fundamentos do Comércio Exterior
Presencial
Ética Empresarial
Presencial
Equipe e Liderança dos Recursos
Semipresencial
Humanos
Atividades Complementares
Presencial
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
40,0
80,0
15,0
40,0
15,0
40,0
280,0
45,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
80,0
80,0
80,0
AT
40,0
90,0
40,0
455,0
90,0
Prática
Pres. NP
AT
10,0
15,0
40,0
360,0
Prática
Pres. NP
40,0
30,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
40,0
15,0
40,0
520,0
Prática
Pres. NP
80,0
20,0
60,0
90,0
AT
30,0
40,0
40,0
40,0
320,0
15,0
60,0
90,0
30,0
440,0
144
Etapa
7
7
7
7
7
7
Etapa
8
8
8
8
8
8
Componente curricular
Modalidade
Semipresencial
Gestão Estratégica
Empreendedorismo e
Semipresencial
Desenvolvimento de Novos Negócios
Semipresencial
Elaboração e Análise Orçamentária
Sistemas de Informações Gerenciais
Semipresencial
Avaliação de Empresas
Presencial
Presencial
Estágio Curricular Supervisionado I
Total da carga horária:
Total da carga horária da etapa:
Componente curricular
Modalidade
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
40,0
15,0
80,0
40,0
40,0
15,0
15,0
280,0
Componente curricular
Processos Interativos com a Pessoa
Surda - LIBRAS
Cidadania, Heterogeneidade e
Diversidade
Total da carga horária:
Total da carga horária:
Modalidade
40,0
60,0 40,0
470,0
Teórica
Pres.
NP
80,0
15,0
80,0
15,0
40,0
40,0
40,0
Mercado de Capitais e Derivativos
Semipresencial
Elaboração e Análise de Projetos
Semipresencial
Jogos de Empresa
Presencial
Técnicas de Consultoria e Assessoria
Presencial
Tópicos Especiais em Administração II
Presencial
Estágio Curricular Supervisionado II
Presencial
Total da carga horária: 280,0
Total da carga horária da etapa:
Total da carga horária: 2448,0
Total da carga horária Geral:
Prática
Pres. NP
40,0
30,0 40,0
450,0
439,0 200,0
3617,0
Teórica
Pres.
NP
Semipresencial
40,0
60,0
Semipresencial
36,0
20,0
76,0
Prática
Pres. NP
Prática
Pres. NP
AT
90,0
90,0
AT
100,0
100,0
530,0
AT
80,0
156,0
145
ANEXO B
REGULAMENTO
ESTÁGIO CURRICULAR
OBRIGATÓRIO
Uberlândia – MG
146
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS
CURRICULARES OBRIGATÓRIOS
SUPERVISIONADOS
Janeiro/2014
147
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS
SUPERVISIONADOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA
UNIVERSIDADE DE UBERABA
TÍTULO I
DOS CONCEITOS E DAS MODALIDADES DE ESTÁGIO
Art. 1º - Para fins do disposto neste Regulamento, considera-se estágio a atividade
pedagógica do processo educacional que possibilita ao aluno complementar sua formação
profissional, por meio do desenvolvimento de habilidades e da aplicação de conceitos
teóricos em situação de realidade.
Art. 2º - Modalidades de Estágio: No curso de Administração há duas modalidades de
estágio: OBRIGATÓRIO e NÃO OBRIGATÓRIO.
§ 1º Entende-se por estágio OBRIGATÓRIO, àquele que integra a organização curricular
do curso; é deste que trata o presente Regulamento.
§ 2º Considera-se estágio NÃO OBRIGATÓRIO, aquele que difere do Obrigatório tão
somente por ser desenvolvido espontaneamente pelo aluno e por não estar previsto na
organização curricular do curso.
Art. 3º - Conceito de Organização: Entende-se por Organização, neste Regulamento, a
pessoa jurídica, de direito público ou privado, com ou sem fins lucrativos, concedente de
estágio para os alunos regularmente matriculados no curso de Administração da
Universidade de Uberaba.
Art. 4º - Conceito de Campo de Estágio: Compreende-se Campo de Estágio como o
setor ou os setores específicos da Organização, que constituirão local para o
desenvolvimento do estágio e possibilitem ao aluno as condições para:
a) planejar e desenvolver o conjunto das atividades do Estágio;
b) aprofundar os conhecimentos teórico-práticos do aluno, na respectiva área
profissional;
c) vivenciar situações reais de vida e de trabalho próprias da profissão.
TÍTULO II
DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
CAPÍTULO I
DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
Art. 5º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de Administração da
Universidade de Uberaba compõe-se de três atividades: (i) Estágio Curricular
Supervisionado de Aplicabilidade (4ª etapa), (ii) Estágio Curricular Supervisionado I (7ª
etapa) e (iii) Estágio Curricular Supervisionado II (8ª etapa).
CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS
Art. 6º - O Estágio Curricular Supervisionado tem como objetivo proporcionar ao aluno a
oportunidade de integrar-se com a comunidade, por meio do desenvolvimento de
atividades práticas vinculadas à sua área de formação acadêmico-profissional.
Parágrafo único. Para a consecução dos objetivos previstos no caput deste artigo, o
Estágio Curricular Supervisionado deve:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
proporcionar ao aluno a vivência de situações reais de vida e de trabalho, que lhe
viabilize a integração dos conhecimentos teórico-práticos à experiência profissional;
contribuir na busca de alternativas para solução de problemas que se configurem na
prática em cada área específica do Estágio Curricular Supervisionado;
tornar viável a articulação e integração entre Universidade, Organização e
Comunidade;
proporcionar ao aluno a afirmação profissional, por meio da identificação profissional
em cada área de atuação do Administrador;
possibilitar a atualização e a “realimentação” do ensino por meio da aplicação e da
avaliação de conceitos teóricos inseridos na prática, em um contexto social específico;
contribuir na formação dos Perfis Intermediário e Final do graduando.
CAPÍTULO III
DA DURAÇÃO E EXIGÊNCIAS
Art. 7º - A carga horária extraclasse total dos Estágios Supervisionados Curriculares
Obrigatórios do Curso de Administração, definida na organização curricular, é de 280
(duzentas e oitenta) horas, distribuídas diferentemente nas três atividades de estágio,
atendendo às exigências de cada etapa.
Parágrafo único. O total de horas e as exigências de cumprimento estabelecidas no caput
deste artigo estão assim distribuídos:
a) Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade (Currículos 10505 e 10605)
Desenvolvido com, no mínimo, 90 (noventa) horas na organização e 40 (quarenta)
horas-aula de supervisão. Este estágio acontece na 4ª (quarta) etapa do curso. Seu
objetivo é aprofundar os estudos acerca dos fenômenos administrativos e
organizacionais, assim como suas inter-relações com a realidade social na sua
totalidade, como forma de dispor de maiores condições para o acadêmico verificar a
aplicação dos métodos e técnicas da Administração na realidade organizacional e
social. Neste estágio o aluno deverá aplicar os conhecimentos adquiridos nas
disciplinas da 1ª a 4ª etapa.
O Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade compõe-se de atividades práticas
no campo de estágio, que envolvem também coletas de dados primários e secundários,
análise dos dados, bem como projetos na Empresa Júnior.
Concomitantemente às atividades, o aluno elaborará um relatório, conforme normas da
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - e os conhecimentos adquiridos para
elaboração de trabalhos científicos e estabelecerá uma análise comparativa entre a linha
teórica aprendida e a praxis administrativa.
O relatório conterá:
I.
II.
III.
IV.
Descrição detalhada da empresa e seu histórico.
Definição da missão, visão, valores, negócio, estrutura organizacional,
organograma, clientes, fornecedores, concorrentes.
Identificação dos pontos fortes e fracos do ambiente interno e das
oportunidades e ameaças do ambiente externo da organização.
Demais itens que compõem um trabalho acadêmico no modelo relatório de
estágio, a saber: capa, folha de rosto, identificação, resumo com palavras
chave, sumário, introdução, conclusão, referências, anexos e/ou apêndices.
Observação: o relatório deverá seguir, rigorosamente, as orientações da ABNT, para
trabalhos acadêmicos.
b) Estágio Curricular Supervisionado I
Nesta atividade o aluno realizará 90 (noventa) horas de atividades na organização
concedente e terá 40 (quarenta) horas-aula de supervisão. Este estágio ocorre no 7º
período do curso e objetiva capacitar o aluno a dominar todo o instrumental necessário
para intervir na dinâmica organizacional e ambiental por meio do aprofundamento dos
conhecimentos adquiridos.
As horas-aula de supervisão visam orientar a elaboração do Relatório Final de Estágio,
doravante denominado simplesmente de relatório, supervisionar e orientar os planos e
atividades do estágio e viabilizar visitas ao campo de estágio. As 90 horas de atividades
do aluno na organização são realizadas em forma de rodízio nas grandes áreas de
atuação do Administrador, condicionadas ao organograma da organização.
Espera-se que durante sua permanência na organização, o estagiário desenvolva uma
análise sistêmica da organização e identifique a área específica de atuação para o
desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado II, a ser realizado no período
seguinte. A escolha da área de atuação deverá considerar o levantamento realizado na
organização concedente, por meio de um questionário padrão feito pelos docentes e
anexado ao relatório final, das áreas que mais necessitam intervenção. Será escolhida a
área mais carente.
Ao final do estágio, o aluno deverá apresentar um relatório, elaborado conforme as
normas da ABNT e os conhecimentos adquiridos no curso de Administração para
elaboração de trabalhos científicos. Este relatório conterá:
I.
II.
III.
IV.
Descrição detalhada da empresa.
Diagnóstico prévio, onde serão identificados e apresentados os principais
problemas em áreas distintas de atuação do estagiário.
Folha de concordância, onde o supervisor referenda a área de atuação do
estagiário.
Demais itens que compõem um trabalho acadêmico no modelo relatório de
estágio, a saber: capa, folha de rosto, identificação, resumo com palavras chave,
sumário, introdução, conclusão, referências, anexos e/ou apêndices.
c) Estágio Curricular Supervisionado II (Currículos 10505 e 10605)
Esta atividade tem por objetivo completar o desenvolvimento da integração
Organização / Aluno / Universidade, possibilitando a intervenção na realidade e o
enriquecimento da formação profissional do estagiário. Realiza–se na 8ª (oitava)
etapa do curso e compreende, no mínimo, 100 (cem) horas de atividades cumpridas
na organização, com 40 (quarenta) horas-aula de supervisão acadêmica do
professor da atividade. As horas de supervisão serão divididas entre ações
descritas no cronograma, orientação junto ao aluno, visitas e outras atividades.
Este estágio colaborará para que o Perfil Final do egresso, o AdministradorEmpreendedor – um profissional que formula e toma decisões estratégicas -,
possa ser construído, por meio da proposição e ou implementação de ações de
melhoria na organização concedente do estágio. Deste modo, o futuro
Administrador terá condições de intervir na realidade, resolverá de forma
metodológica os problemas identificados, proporá mudanças nos fenômenos
observados e contribuirá assim, para o crescimento da organização.
O relatório final de Estágio Curricular Supervisionado II, devidamente estruturado,
conterá:
I.
II.
III.
Todos os dados do relatório do Estágio Curricular Supervisionado I, adaptado ao
novo trabalho.
Ao menos uma proposição de ação viável, exequível, criativa e embasada
bibliograficamente.
Demais itens que compõem um trabalho acadêmico no modelo relatório de
estágio, a saber: capa, folha de rosto, identificação, resumo com palavras chave,
sumário, introdução, conclusão, referências, anexos e/ou apêndices.
O aluno deverá, obrigatoriamente, apresentar o resultado final do seu trabalho para uma
banca de docentes designada pelo(s) professor(a) supervisor(a) do estágio ou pela
coordenação do curso.
Art. 8º - Para cursar a atividade Estágio Curricular Supervisionado II, o aluno deverá estar
habilitado (aprovado) no Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade.
Capítulo IV
DOS INSTRUMENTOS LEGAIS
Art. 9º - A regulamentação dos estágios curriculares encontra-se no Decreto nº 87.497, de
18/08/82, que regulamenta a lei n.º 6494 de 07/12/77 e em caso específico com a Lei
11.788/2008.
Capítulo V
DA SUPERVISÃO DE ESTÁGIO
Art. 10 - Entende-se por Supervisão de Estágio a orientação e o acompanhamento
obrigatório das diferentes atividades de estágio, com o objetivo de favorecer o
desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos e a vivência profissional dos
estagiários.
Art. 11 - O Estágio Curricular Supervisionado terá professores responsáveis indicados
pela Diretoria de Curso, os quais serão denominados Supervisores de Estágio.
Art. 12 - A forma de supervisão de cada atividade que compõe o Estágio Curricular
Supervisionado será determinada pelo Supervisor de Estágio, de acordo com as
necessidades e especificidades das áreas do Estágio.
Parágrafo único. A supervisão inclui necessariamente a orientação ao aluno de acordo
com cronograma estabelecido, possíveis visitas ao campo de estágio e demais atividades
de acompanhamento.
Art. 13 - São atribuições dos Supervisores de Estágios:
I. entrar em contato, quando necessário, com as Instituições concedentes, em
trabalho conjunto com o Programa de Estágio da Universidade e aluno, para análise
das condições dos campos de estágio, tendo em vista a celebração de convênios;
II. planejar, executar e avaliar as atividades teóricas e práticas pertinentes do estágio
do aluno, em conjunto com o Supervisor do campo de estágio e Diretor do curso de
Administração;
III. cumprir as normas ou critérios específicos para a realização das atividades de
instrumentalização prática, com base no presente Regulamento;
IV. organizar, semestralmente, o encaminhamento de estagiários para o Programa de
Estágio da Universidade – PROEST, em conjunto com a Assistente Pedagógica e
Secretaria do Curso, com as informações corretas e em tempo hábil para
celebração de convênios;
V. criar mecanismos operacionais que facilitem a condução de cada atividade que
compõe o Estágio Curricular Supervisionado;
VI. organizar e manter atualizados a documentação referente a Instrumentos de
Convênio, Termos de Compromisso de Estagiários, cadastro das organizações
conveniadas, bem como o número de estagiários matriculados no semestre.
VII. divulgar semestralmente o resultado da avaliação do trabalho do aluno no Estágio
Curricular Supervisionado;
VIII. coordenar a realização da apresentação de trabalhos finais de Estágio;
IX. coordenar avaliação do plano de estágio, do trabalho de conclusão e das demais
atividades do aluno no Estágio;
X. aprovar ou não os trabalhos, mediante critérios pré-estabelecidos, atribuindo-lhes
Conceito Final;
XI. preencher corretamente e analisar as planilhas de controle das atividades do aluno
no Estágio, tomando ações corretivas sobre os desvios verificados;
XII. acompanhar e controlar os resultados das atividades de estágio através de visitas
ao campo de estágio, reuniões com orientandos e análise de relatórios;
XIII. analisar periodicamente, preferencialmente a cada semana, o Relatório de
Atividades, verificando a carga horária, descrição analítica das atividades
desenvolvidas no período e as assinaturas e vistos, tanto do aluno como do
responsável no Campo de Estágio (esta última com carimbo da Organização);
XIV. comprovar o cumprimento da carga horária no campo de estágio.
Capítulo VI
DO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 14 - O planejamento dos Estágios deverá abarcar, dentre outros aspectos, a definição
dos objetivos, as atividades básicas e a sistemática de acompanhamento e avaliação.
Art. 15 - A programação das atividades que compõem os Estágios será elaborada pelos
Supervisores de Estágio:
Parágrafo Único. Constarão da programação dos Estágios os seguintes elementos:
I. número máximo de alunos por Professor Supervisor: 20 (vinte) a cada 40 h/aula de
supervisão. Acima deste número caberá ao Diretor do Curso analisar a situação e
propor ações;
II. período de realização de cada estágio de acordo com os termos do convênio
assinado com a instituição concedente;
III. local onde cada estágio será realizado de acordo com o convênio firmado;
IV. exigências regulamentares (carga horária, jornada diária, plantões, trabalhos,
relatórios e outros pertinentes ao cumprimento dos objetivos fixados), em
conformidade com o convênio estabelecido;
V. formas de controle e avaliação.
Capítulo VII
DA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO NA ORGANIZAÇÃO
Art. 16 - Entende-se por Orientação de Estágio na Organização o acompanhamento diário
e rotineiro das atividades do estagiário feito no âmbito da instituição concedente.
Art. 17 - A orientação de Estágio na Organização deverá ficar a cargo de profissional da
instituição concedente do estágio:
§ 1º A instituição concedente deverá indicar um profissional que seja conhecedor dos
assuntos e das áreas onde serão realizados os Estágios.
§ 2º O profissional da Instituição concedente, que será o responsável pela Orientação de
Estágio, será denominado Orientador de Estágio na Organização.
Art. 18 - É obrigação do aluno estagiário entregar ao Supervisor de Estágio, nas datas por
este determinadas, planilha das atividades desenvolvidas devidamente assinada pelo
Orientador de Estágio na Organização.
Capítulo VIII
DA AVALIAÇÃO
Art. 19 - A avaliação do desempenho do aluno estagiário será realizada de forma contínua
e sistemática durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos
aspectos atitudinais e técnico-profissionais. O detalhamento dos critérios de avaliação,
bem como os seus respectivos pesos, é feito no Anexo 01 deste Regulamento,
denominado
ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS.
Art. 20 - Em cada estágio, a avaliação final do estagiário será feita mediante o exame do
Relatório Final e da observância da frequência do estagiário às orientações e ao campo de
estágio.
§ 1º A avaliação do Relatório Final referente ao Estágio Curricular Supervisionado de
Aplicabilidade, Estágio Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular
Supervisionado II será feita pelo Supervisor de Estágio.
§ 2º É obrigatória a frequência mínima de 75% das horas previstas para orientação
individual na Universidade, sendo que, para validação e análise da frequência à
supervisão, valerá a planilha de acompanhamento do professor supervisor.
§ 3º É obrigatório o cumprimento, na organização concedente, de 100% da carga horária
de cada uma das atividades de estágio.
Art. 21 - Somente será considerado aprovado no Estágio Curricular Supervisionado de
Aplicabilidade, Estágio Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular Supervisionado II o
aluno que obtiver, no conjunto das atividades desenvolvidas que formam o Relatório Final
de Estágio, nota final igual ou superior a 6,0 (seis), frequência mínima de 75% às
atividades de supervisão e tiver cumprido integralmente as cargas horárias mínimas no
campo de estágio, definidas neste regulamento:
§ 1º O Relatório Final do Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade somente será
avaliado após a comprovação, pelo aluno, do cumprimento da carga horária mínima
definida no Art. 7º deste regulamento e da comprovação de frequência mínima de
75% das atividades de supervisão na universidade;
§ 2º Reprovado em qualquer um dos estágios supervisionados obrigatórios, o aluno deverá
matricular-se na atividade reprovada, não podendo cursar concomitantemente mais
que duas atividade de Estágio (Aplicabilidade - 4ª. etapa-, Estágio I - 7ª.etapa- e
Estágio II -8ª.etapa) no mesmo semestre letivo.
Art. 22 - Nas atividades do Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade, Estágio
Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular Supervisionado II não serão aplicadas
Avaliações acumulativas nem o Exame Suplementar.
§ 1º O aluno, em todas as atividades supramencionadas neste artigo poderá, a critério do
professor supervisor, ser submetido à arguição oral, sempre que necessário for,
para a verificação do conteúdo aprendido durante o desenvolvimento do estágio.
Caso o arguido não apresente nas respostas domínio mínimo do que lhe foi
questionado, haverá redução de até 50% do total da nota atribuída ao Relatório
Final.
§ 2º A arguição de que trata o parágrafo anterior poderá ser realizada no momento da
orientação, pelo próprio professor, ou por uma banca designada pela Direção ou
pelo Colegiado do curso.
Art. 23 - É obrigatório o cumprimento integral da carga horária do estágio na organização
concedente não sendo permitido abono de faltas da mesma.
Capítulo IX
DOS ALUNOS
Art. 24 - Cabe aos alunos matriculados nos estágios curriculares supervisionados cumprir
o presente Regulamento.
Art. 25 - É dever dos alunos estagiários comparecer na data, local e horário definido pelo
Supervisor de Estágio, seja no campo de estágio, seja nas atividades de supervisão
programadas.
Art. 26 - Os alunos estagiários devem apresentar sempre comportamento pautado nas
regras de boa convivência, respeito e ética profissional, zelando assim pela reputação da
Universidade de Uberaba junto às Instituições concedentes de estágio.
Art. 27 - É dever dos alunos estagiários cumprir integralmente o Plano de Estágio,
respeitando o cronograma de atividades e as datas estabelecidas pelo professor
supervisor.
Art. 28 - É dever dos alunos estagiários apresentar ao professor supervisor,
obrigatoriamente a cada encontro, o controle de frequência no campo de estágio e de
atividades desenvolvidas, devidamente assinado e carimbado pelo orientador.
CAPÍTULO X
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 29 - Os casos omissos no presente título deste regulamento serão deliberados pelo
Colegiado de Curso de Administração na forma do Regimento Geral da Universidade.
Art. 30 - Contra atos das autoridades acadêmicas relativos aos estágios curriculares
obrigatórios poderá o aluno recorrer na forma do Regimento Geral da Universidade.
Art. 31 - A metodologia usada para a realização do Relatório de Estágio, isto é, para o
diagnóstico empresarial e posterior proposta de soluções, será definida no início de cada
semestre letivo pelos professores supervisores em comum acordo com a Direção do curso
de Administração, e posteriormente atualizada no anexo 01 deste Regulamento.
ANEXO 01
ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS – 2014/1
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE APLICABILIDADE (4º período),
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I (7º período) e
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II (8º período)
Definição - É a aprendizagem realizada através das atividades correspondentes ao campo profissional
de habilitação pretendida (empresa) sob a orientação de um (a) professor (a) supervisor (a).
Propósito - Aperfeiçoar os conhecimentos teóricos estudados na Universidade e aplicá-los na prática
organizacional.
Objetivos - Propiciar ao aluno condições para:
a) atuar como estudante em treinamento profissional;
b) aplicar métodos e técnicas específicas;
c) despertar o espírito de criatividade e de iniciação a pesquisa;
d) obter uma visão global dos diversos aspectos da comunidade escolar, considerando as
influências recíprocas dos vários setores na ação educativa;
e) iniciar-se no trabalho com equipes interdisciplinares com vista à integração de atividades
afetas a área de sua opção; e
f) aprimorar os conhecimentos adquiridos durante o ensino, pela prática das teorias
vivenciadas na Escola- Empresa.
Atribuições do Aluno Estagiário
a) atualizar conhecimentos específicos dos instrumentos administrativos e organizacionais;
b) realizar sob a orientação do(a) professor(a) supervisor(a) o estágio curricular;
c) comparecer, obrigatoriamente, à supervisão a cada semana de estágio realizado na
empresa;
d) trazer na supervisão a ficha de Controle das Etapas do Estágio e da Frequência ALUNO, assinada pelo supervisor da empresa e carimbada com CNPJ da empresa
estagiada, devidamente preenchida, para rubrica do(a) professor(a) supervisor(a);
e) elaborar sob a orientação do(a) professor(a) supervisor(a), o RELATÓRIO FINAL do
estágio referente ao desenvolvimento do problema;
f) cumprir o cronograma estabelecido pelo(a) professor(a) supervisor(a).
1a Orientação: DOCUMENTAÇÃO
DOCUMENTAÇÃO PARA ENCAMINHAMENTO BUROCRÁTICO DO ESTÁGIO
- cópia do contrato social
- cópia do CNPJ
- cópia da carteira de trabalho quando já for colaborador da empresa
- cópia da carteira de identidade e do CPF
A documentação acima será necessária para cadastrar a empresa. O aluno deverá verificar se já
existe cadastro na secretaria de cursos da UNIUBE ou na secretaria do PROEST – Programa de
Estágio. Após o cadastro da empresa eletronicamente no link PROEST do site da UNIUBE, e
definição do campo de estágio (ADMINISTRATIVA), o aluno deverá preencher a folha de
tramitação do Termo de Compromisso de Estágio em letra de forma, legível e sem rasuras na
secretaria de curso e entregar juntamente com a relação de documentos acima relacionados. O
Termo de Compromisso de Estágio poderá ser orientado pelo professor (a) supervisor (a) ou pelas
secretarias de curso.
A secretária de curso confirmará o recebimento dos documentos via protocolo de entrega. O
protocolo deverá ser apresentado na primeira aula de atendimento individual para o professor (a)
supervisor (a). A partir desta entrega será validado o critério de assiduidade.
O(a) professor(a) supervisor(a) deverá anotar na ficha de Controle das Etapas do Estágio e da
Frequência – PROFESSOR o dia em que o aluno ficou em dia com o PROEST através da entrega
de documentos junto à secretaria de curso (protocolo).
Compete ao aluno retornar à secretaria do curso para assinar a documentação preparada pelo
PROEST firmando o contrato de credenciamento da empresa, e caso a empresa não seja
credenciada o Contrato de Estágio, posteriormente.
A pontuação do estágio (conforme os critérios de avaliação aprovados pelo Colegiado do Curso de
Administração) somente vigorará após a demonstração do protocolo de entrega de documentos ao
professor(a).
O desenvolvimento do estágio e do Relatório de Estágio deverá ser realizado conforme o
cronograma de atividades fornecido e acompanhado pelo(a) professor(a) supervisor(a).
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA COMPROVAÇÃO DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO
I.
II.
III.
IV.
Controle de frequências e atividades diárias – EMPRESA: durante todas as aulas de
supervisão o(a) aluno(a) deverá trazer as atividades escritas ou digitadas conforme a
solicitação do(a) professor(a) e com o controle de frequências assinado e carimbado pelo(a)
supervisor(a) da empresa. Este controle contribui para a marcação da pontuação do critério
de assiduidade.
Controle de frequência e atividades diárias – PROFESSOR: na presença do(a) aluno(a)
o(a) professor(a) marcará a frequência e descreverá as atividades desenvolvidas na empresa
que foram apresentadas. Este documento é assinado pelo(a) professor(a) supervisor(a) e
pelo(a) aluno(a) durante as orientações em sala de aula e contribui para a aprovação do
aluno quanto à frequência e quanto ao critério de assiduidade.
Relatório final: é o trabalho final da disciplina e deverá ser entregue na data estipulada
pelo(a) professor(a) tanto para correção prévia (caso seja solicitada) como na entrega final,
conforme as normas da ABNT.
Arquivo gravado um CD (PDF ou Word): deverá ser entregue na versão eletrônica além da
versão impressa o Relatório de Estágio.
2a Orientação: CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Conforme o Regulamento dos Estágios Curriculares Obrigatórios Supervisionados do Curso
de Administração a avaliação do trabalho final da Supervisão de Estágio de Aplicabilidade,
Estágio Supervisionado I, e Estágio Supervisionado II serão feita pelo Professor(a) Supervisor(a)
de Estágio que acompanhou o graduando e de acordo com os critérios abaixo definidos e
reconhecidos pelo Colegiado do Curso de Administração.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO
Critério
Descrição
1
2
3
Diagnóstico Empresarial
Fundamentação Teórica; Atividade de pesquisa
Pontualidade; Assiduidade
Painel de Indicadores; Viabilidade das Propostas e Sugestões
de Melhoria; Elaboração de Plano de Ação
Apresentação; Qualidade da Redação; Formatação
Objetividade do Trabalho
Soma do número de pontos
4
5
6



Nº máximo
de pontos
20
15
15
30
10
10
100
Obs.: a nota mínima de 6,0 pontos é obtida através da somatória das notas parciais dividida
por 10.
A aprovação do(a) aluno(a) consiste no Conceito “H” de Habilitado (frequência, supervisão e
nota).
O aluno com o Conceito “I” de Inabilitado, não atingiu a nota mínima e/ou não obteve a
totalidade de horas no campo de estágio, e ou não frequentou no mínimo 75% das aulas de
supervisão.
A seguir, são detalhados os critérios de avaliação do relatório final de estágio:
 Diagnóstico Empresarial – (até 20,00 pontos) – coletar a percepção de membros da
organização sobre os conceitos estratégicos e dos fatores de análise empresarial. Essa coleta e
análise detalhada de informações que dão base à identificação dos problemas, soluções na
realidade empresarial estudada, identificação dos indicadores de desempenho, e
acompanhamento das ações elaboradas.
 Fundamentação Teórica; Atividade de Pesquisa – (até 15,00 pontos) - capacidade de colher,
sintetizar e registrar informações contidas em livros, publicações e documentos, bem como as
adquiridas no campo de estágio. Habilidade de resolver os problemas com base nos
conhecimentos teóricos adquiridos e aplicação dos mesmos na prática.
 Pontualidade; Assiduidade – (até 15,00 pontos) - comprometimento com os horários
previamente determinados e frequência à supervisão com a devida atividade desenvolvida no
campo de estágio conforme cronograma exposto pelo(a) professor(a) supervisor(a), obedecendo
à ponderação dos pesos a seguir sendo ao final convertida em nota por regra de três.

Peso 2: Apresentação ao professor(a) supervisor(a) do Controle das Etapas do Estágio
e da Frequência - EMPRESA devidamente assinado pelo supervisor da empresa em


folha carimbada com o CNPJ, e com apresentação da atividade desenvolvida no campo
de estágio.
Peso 1: O aluno demonstra atividade desenvolvida no campo de estágio, mas sem
registro no Controle de Etapas e Frequência – Empresa, assinado e reconhecido pelo
Supervisor da Organização.
Peso 0: O aluno comparece à supervisão sem material desenvolvido, independente se
tem a folha de Controle das Etapas do Estágio e da Frequência – EMPRESA assinada,
obterá somente a frequência.
 Painel de Indicadores; Viabilidade das Propostas e Sugestões de Melhoria; Elaboração de
Plano de Ação – (até 30,00 pontos) – Habilidade em mapear os problemas e a partir dessa
identificação criar os indicadores de desempenho para um melhor cumprimento das atividades
empresariais conforme seus conceitos direcionadores. Também será avaliada a capacidade de o
estagiário analisar a viabilidade das propostas sugeridas e por meio de ferramentas técnicas
adaptadas à realidade da empresa para análise dos propósitos empresariais: sanar o problema
identificado e melhorar o desempenho das atividades. Para obter uma pontuação ideal neste
critério, não basta ter criatividade e inovação, será verificada a melhora conseguida do
desempenho e a capacidade de retomada e envolvimento dos colaboradores rumo aos objetivos,
caso a empresa implemente as propostas sugeridas.
 Apresentação; Qualidade da Redação; Formatação – (até 10,00 pontos) – Concisão, clareza e
propriedade. Verificar a precisão na construção das frases inteligíveis, gráficos e tabelas nítidas, o
emprego apropriado da linguagem, explicação clara das ideias, bem como a limpeza, a estética e a
organização do texto ao explicar a realidade organizacional e o adequado uso das normas ABNT.
OBSERVAÇÃO: esta orientação é válida para a correção de todo e qualquer material
entregue ao professor durante o semestre.
 Objetividade do Trabalho – (até 10,00 pontos) – Profundidade na aplicação de métodos e
técnicas. Capacidade de selecionar os métodos e técnicas adequadas para realizar com lógica e
de forma organizada as diversas atividades. Principalmente em relação à capacidade de
investigação e análise do Painel de Indicadores sem dispersão entre os resultados pretendidos e
o conteúdo descrito.
IMPORTANTE: o (a) professor (a) supervisor (a) poderá a qualquer momento, que
acreditar necessário, arguir oralmente o aluno sobre o desenvolvimento do estágio ou
através do Colegiado de Curso designar uma banca avaliativa de professores para que o
estagiário defenda seu trabalho. Caso o aluno não responda adequadamente as
indagações poderá ter sua nota reduzida em até 50%.
3ª Orientação: DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL
O estagiário deverá tomar ciência das ações e pretensões da empresa em que realizará sua
atividade de estágio. No diagnóstico empresarial será realizada uma descrição geral das áreas
que compõem a empresa, bem como os problemas percebidos em cada uma delas.
Após a demonstração da ferramenta administrativa (organograma para o 4º período, e
funcionograma para o 7º e 8º período) o(a) aluno(a) poderá descrever e analisar os seguintes
aspectos e condução empresarial: perfil dos dirigentes principais, cultura organizacional, equilíbrio
cultural, atividades principais e secundárias, produtos e serviços, satisfação do consumidor e dos
colaboradores, como é processada a motivação (intrínseca e extrínseca) estratégias
implementadas ao longo do tempo, modelo de gestão e de organização, estrutura de tomada de
decisão e de poder, sistema de planejamento, políticas gerais de gestão, sistemas de informações
gerenciais, sistemas de controle, sistema de avaliação da performance em termos de eficiência,
eficácia e de efetividade, normas e procedimentos operacionais, nível de inovação e de mudança,
capacitação e habilidade dos empregados, domínio do mercado consumidor, títulos conquistado na
trajetória empresarial, clima organizacional, equipamentos e instalações, sistema de planejamento
e controle financeiro e do sistema de registro e de análise contábil, sistema de distribuição e de
comercialização, linha de produtos, processo produtivo, como é o processo de recrutamento,
seleção e admissão de funcionários e de treinamento e promoção. Todos esses tópicos deverão
ser apresentados ao professor na leitura empresarial, podendo o professor fazer novas
solicitações.
Na elaboração do diagnóstico empresarial o(a) aluno(a) tem liberdade para buscar informações
com distintos métodos, como por exemplo: observação, entrevistas, questionários, pesquisa de
dados secundários e primários, podendo inclusive utilizar mais de um método. O importante é que
essa busca seja dentro dos padrões da ética empresarial e que seja anexado o modelo
utilizado.
Após essa descrição imparcial, o aluno deverá listar ao final as fraquezas e forças empresariais
na intenção de concluir o diagnóstico empresarial (análise interna), e em seguida relacionar os
problemas mais evidentes e possíveis de serem trabalhados pelo aluno estagiário. O texto do
diagnóstico termina com a apresentação da folha de autorização carimbada e assinada pelo
supervisor da empresa (modelo ao final) contendo a definição do objetivo de estágio.
4ª Orientação: FOLHA DE AUTORIZAÇÃO
Ao final do texto do Diagnóstico Empresarial e seus respectivos problemas, o estagiário escolherá,
com o aval do gestor da empresa, o que irá solucionar e posteriormente elaborar os indicadores de
desempenho com as ações correspondentes. A autorização deverá ser apresentada por um
documento formal, no qual o supervisor no campo de estágio declara estar ciente e em plena
concordância com a atuação do estagiário ao resolver o problema definido prioritariamente.
5ª Orientação: DEFINIÇÃO DA MISSÃO, VISÃO, VALORES, OBJETIVO EMPRESARIAL E
OBJETIVO DE ESTÁGIO COM UMA OU MAIS METAS
Os conceitos estratégicos irão identificar as relações empresariais internas com o mercado. Será a
orientação dos colaboradores para unificar as prioridades empresariais. Se a empresa for de
grande complexidade os objetivos e metas poderão ser definidos por setores ou departamentos,
desde que seja verificada a ação de cada um deles para a contribuição do objetivo empresarial
final. Ou seja: um objetivo empresarial definido pelo empresário, um objetivo de estágio
(colaboração do estagiário) e uma ou mais metas.
 Visão: reflete as aspirações e as crenças da empresa e direciona as ações do presente para o
futuro, ou seja, projeta ambições futuras. As premissas para a elaboração de uma visão
consistem na aderência aos fatos reais, deve ter uma descrição concisa, porém poderosa, e
deverá promover o equilíbrio para todos os grupos de interesse. Quando estudamos melhor esse
assunto, percebemos que existem duas correntes de pesquisadores para definir a visão
empresarial: uma diz que ela deverá ser expressa com fins quantitativos (“o que”, “quando”...)
sendo totalmente possível de ser realizável, e outro grupo de pesquisadores da administração
que dizer ser de ordem apenas qualitativa e não realizável.
 Missão: é a razão de ser da organização na sociedade em que atua, e demonstra o valor que os
gestores construirão para seus públicos de interesse. A definição da missão normalmente
engloba a finalidade da organização com seus clientes, produtos/serviços, mercados, filosofias e
tecnologia, tudo isso de forma clara e entendível em todos os níveis organizacionais.
 Valores: é a forma como a empresa trabalha a favor da preservação do meio ambiente,
segurança, políticas em relação aos funcionários, relacionamento com a comunidade, qualidade,
competitividade de preços, ética, cuidados com os clientes e fornecedores, inovação. A definição
dos valores e princípios orienta o desenvolvimento das atividades da empresa e reforçam a
imagem e o prestígio da empresa junto ao meio. Inclusive contribuem para a execução das
atividades rotineiras em atendimento à missão empresarial.
 Objetivos: de acordo com Pagnoncelli (1992) os objetivos são resultados quantitativos e/ou
qualitativos que a empresa define alcançar, em prazo determinado, no contexto do seu ambiente,
para cumprir sua missão. Entenda que os objetivos devem ser de acordo com a realidade da
empresa e do mercado em que atua, ou seja, não deve ser uma utopia. Os objetivos servem
como um guia de orientação para o desenvolvimento dos planos estratégicos e dos
departamentos, assim como para consolidar os conceitos de negócio, missão, visão e valores
que ajudam a balizar todo o processo de gerenciamento empresarial.
OBS.: considere o OBJETIVO como o resultado mais importante a ser alcançado por essa
empresa que irá estagiar e a META como objetivo quantificado que identifica as
estratégias para alcançar o objetivo pretendido.
 Metas: há inúmeras formas de se estabelecer metas, porém é bastante importante que elas
possuam algumas características em comum, como o detalhamento claro, uma data específica
para a consecução, planejamento dos passos, métodos ou indicadores para medir o progresso
das etapas que realizarão o objetivo empresarial.
ATENÇÃO: a principal razão de se escrever as metas e objetivos do negócio é procurar
adequar e orientar o caminho a ser seguido para que a empresa esteja cumprindo sua
missão em direção à sua visão.
6ª Orientação – PAINEL DE INDICADORES
Para realizar a meta deve-se formular sempre que necessário indicadores de desempenho que
identifiquem os padrões mínimos de qualidade, vendas, produtividade e dentre outros propósitos
(dimensão qualitativa e quantitativa). Com isso, será necessário buscar por dados históricos na
própria empresa ou setor de atuação do estágio sobre os indicadores a serem monitorados.
Demonstre a inconformidade deles com a meta traçada. Os Indicadores acompanham o
movimento da vida organizacional. Por exemplo: se o número de clientes que reclamou das
entregas subiu/aumentou, houve algum problema que precisa ser resolvido imediatamente, ou a
empresa vai sentir os reflexos logo adiante, com a redução de vendas.
O ideal dos indicadores é serem demonstrados através de números, são dados concretos, mas
o(a) estagiário(a) deve ter o cuidado de não mostrar dados falsos ou fantasiosos. Os indicadores
mostram resultados (bons ou maus) que são a base de uma gestão sólida. Para montar um
Painel de Indicadores pode-se utilizar uma planilha do Excel ou um sistema de alimentação de
dados ERP (Enterprise Resource Planning) que são software de Sistemas de Informações
Gerencias, ou mesmo outra ferramenta que registre dados que poderão ser transformados
em informações para a tomada de decisão e posteriormente serem modificados para
conhecimento de gestão. Essa demonstração poderá ser gráfica, quadros, simuladores,
tabelas, dentre outros métodos que facilite a expressão da ação empresarial desejada nos
conceitos estratégicos e objetivos. Veja um modelo em forma de quadros demonstrada a seguir.
Tenha sempre que os indicadores de desempenho nos permitem manter, mudar ou eliminar o
rumo das ações, de processos empresarias, de atividades, etc. São ferramentas de gestão
ligadas ao monitoramento e auxiliam no desenvolvimento de qualquer tipo de empresa. Ou seja:
o alto desempenho atrai o sucesso, enquanto o baixo desempenho leva para a direção oposta. O
Painel
de
Indicadores
será
composto
por
um
conjunto
de
índices
de
monitoramento/acompanhamento de algo que pode ser mensurável. Os indicadores escolhidos
deverão ser explicados textualmente na realidade da empresa e ainda definidos numa
periodicidade escolhida para melhor se fazer essa mensuração.
No quadro a seguir tem-se um exemplo simplificado de indicadores de satisfação do cliente em
um estabelecimento comercial qualquer.
FATOR
5
4
Excelente Muito bom
3
Bom
2
Regular
1
Péssimo
1. Atendimento Comercial (agilidade,
orçamento, comunicação)
2. Parceria no desenvolvimento de
novos produtos e processos
3. Tempo de resposta para
chamadas de emergência
4. Qualidade dos produtos
5. Pontualidade na entrega
6. Embalagem
7. Preço (em relação à concorrência)
ATENÇÃO: após a descrição textual de cada um dos indicadores definidos, o(a) aluno(a) deverá pontuar em 5 e
4 os indicadores que estão bem elaborados e implantados na empresa, 3, 2 e 1 para os indicadores de
necessitam de correções e melhorias.
7ª Orientação – VIABILIDADE DAS PROPOSTAS E SUGESTÕES DE MELHORIA
Nesta fase do estágio, deverão ser elaboradas propostas de intervenção e sugestões de melhoria em
relação ao ponto falho identificado na organização. O aluno deverá demonstrar para a organização a
viabilidade financeira da implementação das propostas sugeridas em uma ou mais áreas, apontando
os benefícios advindos desta reestruturação dos setores nos quais foram realizados os diagnósticos.
8ª Orientação – ELABORAÇÃO DE PLANO DE AÇÃO
Agora, é o momento de “fazer acontecer” a melhora no desempenho dos indicadores demonstrados
no Painel dos Indicadores. Para isso sugerimos o seguinte passo a passo:
I.
II.
III.
IV.
V.
Planejamento das ações individuais e grupais.
Proposição da implantação das medidas corretivas apontadas usando ferramentas
administrativas (plano de ação 5W2H) que já aprendeu nos períodos cursados
anteriormente.
Definir como será o processo de orientação, treinamento e exigência da melhora do
desempenho.
Havendo a implantação das propostas apresentas, acompanhar o desempenho revendo se
os objetivos, as metas e ações estão conforme os conceitos estratégicos.
Analisar e descrever os resultados obtidos ou relacionar os motivos que impediram a
concretização dos objetivos e metas traçados.
9ª Orientação: RELATÓRIO FINAL
Ao longo do semestre o(a) professor(a) supervisor(a) orientará a elaboração do relatório final de estágio
seguindo as normas da ABNT vigentes e disponibilizada no site institucional da UNIUBE, e caberá ao
estagiário(a) seguir as orientação de seu(sua) professor(a) supervisor(a).
Sequência do Relatório de Estágio:
-
Capa
Folha de rosto
Identificação (Universidade, Empresa, Estagiário – 1 folha)
Agradecimentos (opcional)
Resumo com as palavras-chave (em média 2/3 da folha apenas)
Lista de figuras
Lista de quadros
Lista de tabelas
Sumário
Introdução
Histórico da Empresa
Diagnóstico Empresarial (e a folha de concordância carimbada e assinada, caso a proposta
seja implementada pela organização)
Conceitos estratégicos, objetivo e metas (análise e elaboração)
Painel de Indicadores (descrição qualitativa e quantitativa) Viabilidade das propostas e
sugestões de melhoria
Implantação da ação (Para cada item sugerido dentro de cada área deverá ser apresentado
no mínimo uma ação corretiva).
Conclusão (em conformidade com a introdução)
Referências (livros, sites, periódicos utilizados para a realização do relatório, conforme regras
presentes nas normas da ABNT – site UNIUBE)
- Anexos: documentos que foram utilizados no desenvolvimento do estágio elaborados e
adquiridos por outra fonte que não seja o próprio estagiário.
- Apêndices: documentos, formulários, regulamentos, normas, dentre outros modelos criados
pelo próprio estagiário.
IMPORTANTE: o relatório final deverá ser entregue em três vias: 01 para a empresa, 01 para o(a)
professor(a) supervisor(a) e 01 para o estagiário, sendo que para o professor(a) supervisor(a) ainda
deverá ser entregue em uma mídia de CD salvo em arquivo PDF e em Word.
-
MODELO DE RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO
Capa
Folha de rosto
Universidade de Uberaba
Aluno (a)
Aluno (a)
Curso de Administração
Natureza do
trabalho
Relatório de Estágio
Empresa
Para compor o relatório final (formatação)
 espaçamento 1,5 entre linhas;
 tamanho de letra para título 14 (Arial) em negrito sem sublinhado ou 15 (Times New
Roman);
 tamanho de letra para o texto 11 (Arial) ou 12 (Times New Roman) sem negrito;
 margem 3,5 esquerda (0,5 cm para encadernação) – 3,0 superior – 2,0 direita – 2,0
inferior;
Uberaba/MG
 os títulosUberaba/MG
antes do sumário, e inclusive este, são centralizados (parte pré-textual);
 os títulos 2013
após o sumário são colocados à margem
2013 esquerda (parte textual) e
numerados;
 após cada título (seção primária) o texto deverá ser iniciado sequente a um
espaçamento (um enter);
 os parágrafos deverão ser padronizados em um tab (1,25cm);
 títulos pós-textuais (Referências, Anexos e Apêndice, e Folha de Aprovação do
Relatório) são centralizados.
Modelo de concordância solicitado, com referência na área em que o estagiário
desenvolverá seu trabalho acadêmico, devendo ser digitado em papel timbrado da própria
empresa
AUTORIZAÇÃO
Eu, (digitar nome do supervisor no campo de estágio) gestor (ou outra definição de
função), da empresa (digitar o nome da empresa), CNPJ (digitar o número) autorizo, para
os devidos fins acadêmicos, que concordo com a realização do estágio na área
administrativa pelo aluno (digitar o nome do estagiário), cuja contribuição será promover
ações para (digitar o objetivo pretendido).
Por ser verdade, firmo a presente declaração.
Uberlândia, (data)
______________________________________________
(Digitar o nome, função do supervisor digitado e carimbar ao lado com o CNPJ da empresa)
ANEXO 02
CONTROLE DAS ETAPAS E DA FREQUÊNCIA - EMPRESA
ANEXO 03
CONTROLE DAS ETAPAS E DA FREQUÊNCIA - PROFESSOR
ANEXO 4
QUESTIONÁRIOS PARA IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA DE INTERVENÇÃO
PESQUISA DE MERCADO E MARKETING
1) A empresa sente necessidade de conhecer melhor o comportamento do consumidor ou o
perfil de seu cliente, para que você implemente uma pesquisa descritiva? (Barganha do
cliente)
2) A empresa sente necessidade de aprender por que em determinados aspectos seu
concorrente é melhor, para que você implemente uma pesquisa exploratória-causal?
(Barganha do Concorrente)
3) A empresa deseja estudar a possibilidade de investir em outro segmento, mas não
conhece o mercado-alvo suficientemente para tomar uma decisão, para que você
implemente uma pesquisa exploratória?
4) Você identifica dados secundários que auxiliariam a empresa de alguma forma?
5) Você identifica necessidade de a empresa re-segmentar o mercado, para então selecionar
um mercado-alvo mais rentável?
6) Você identifica a necessidade de a empresa procurar novos fornecedores, afim de reduzir
custos e prazos ou até aumentar qualidade? (Barganha dos Fornecedores)
7) Você identifica a necessidade de a empresa se reposicionar no mercado?
8) Você identifica a necessidade de a empresa reformular sua logomarca?
9) Você identifica a necessidade de a empresa treinar novamente sua equipe de vendas?
10) Considerando o Ciclo de Vida do produto da empresa, você identifica a necessidade de a
empresa melhorar seu Produto ou criar um novo?Ansoff: penetração no mercado?
Desenvolvimento de mercado? Desenvolvimento de produto? Diversificação.
11) Você identifica a necessidade de a empresa ampliar sua Praça?
12) Você identifica a necessidade de a empresa reformular seu Preço?
13) Você identifica a necessidade de a empresa investir em Promoção?
14) Considerando a relação Market Share com Taxa de Crescimento de Mercado (BCG), você
recomendaria ações estratégicas para migrar para um novo quadrante da Matriz?
15) Após ouvir os principais problemas da empresa, você apresentaria uma Matriz GUT para a
gerencia poder ter mais controle sobre as Gravidades, Urgências e Tendências durante as
decisões diárias?
16) Considerando as novas tendências de marketing e que os consumidores estão cada vez
mais antenados a elas, a empresa apresenta práticas sustentáveis?
17) Se caso a empresa fosse deficiente na maioria dos aspectos citados em todas as
perguntas anteriores, você elaboraria um Plano de Marketing bem detalhado, complexo e
didático, que vai ajudar a empresa em todos os aspectos dessa disciplina?
ÁREA DE FINANÇAS
1) Qual o entendimento que o Sr.(a) possui a respeito do departamento financeiro?
2) A empresa possui sistema e/ou dados históricos referentes ao departamento financeiro?
Quais?
3) Qual a maior dificuldade e/ou deficiência encontrada hoje no departamento financeiro da
empresa?
4) A empresa possui problemas com endividamento? Quais?
5) Qual a metodologia usada para controlar o fluxo financeiro da sua organização?
6) Existe implantado na empresa, algum método de controle financeiro? Caso exista, qual ou
quais?
7) Os demonstrativos contábeis da organização são confeccionados e analisados
periodicamente pelo responsável de finanças?
8) Após a explicação sobre indicadores financeiros, o Sr(a), visualiza uma evolução na
gestão após a confecção de um painel de indicadores?
9) Quais os pontos fortes e fracos que o Sr(a), percebe do processo financeiro da sua
empresa? Levanto em consideração ao ambiente ao qual a empresa está inserida e o
departamento financeiro, quais ameaças e oportunidades são de fácil identificação?
10) Relate um parecer sobre a necessidade da consultoria financeira dentro da sua
organização, e comente a respeito da acessibilidade dos dados pelo consultor.
ÁREA DE PRODUÇÃO
1) É necessário um estudo para estabelecer a necessidade de melhoria dos Inputs? Um novo
fornecedor traria benefícios relativos a algum objetivo de produção?
2) Caso haja recursos, a empresa deve investir em volume, variedade ou variação da
produção?
3) Considerando a evolução da função produção: Neutralidade Interna, Neutralidade Externa,
Apoio Interno e Apoio Externo, em qual etapa a empresa se encontra e quais ações são
recomendadas para atingir uma próxima?
4) Considerando os objetivos de produção: qualidade, flexibilidade, rapidez, confiabilidade,
custos, a qual deles a empresa dá ênfase? É preciso melhorá-lo? Ou é preciso investir em
outro?
5) Considerando as Estratégias de Produção: BottomUp, Top Down, Recursos de Produção e
Requisitos de Mercado, qual delas é mais usada na empresa? Há necessidade de
mudança?
6) O PCP da empresa necessita de melhoria?
7) Rede de Operações de produção precisa ser otimizada?
8) O layout do Arranjo Físico pode ser melhorado?
9) A Organização do Trabalho é satisfatória para os empregados?
10) É possível a implantação do Just In Time? E do Kanban?
11) Seria interessante para a empresa obter a certificação ISO? Qual?
ÁREA DE LOGISTICA
1)
2)
3)
4)
É considerável a quantidade de produtos errados entregues?
É considerável a quantidade de produtos entregues em locais errados?
É considerável a quantidade de produtos entregues em quantidade errada?
Existem oportunidades de melhoria na relação com os demais membros da Cadeia de
Suprimentos da qual a empresa faz parte?
5) Seria recomendável a empresa procurar outros parceiros da sua Cadeia de Suprimento,
ou seja, novos Canais de Distribuição?
6) Considerando as atividades-chave da Logística: Transportes, Manutenção de estoques,
Processamento de pedidos, a empresa apresenta oportunidades de melhoria em algum
desses segmentos?
7) Considerando as atividades-chave da Logística: Manutenção de estoques e
Processamento de pedidos, a empresa apresenta oportunidades de melhoria em algum
desses segmentos?
8) Considerando a atividades-chave da Logística: Transporte, a empresa apresenta
oportunidades de melhoria na seleção do modal? Na roteirização dos embarques? Na rota
dos veículos? Na consolidação dos fretes?
9) Considerando as atividades-de apoio da Logística: Armazenagem, embalagem e
manutenção da informação logística, a empresa apresenta oportunidades de melhoria
nesses segmentos?
10) Seria recomendável a utilização de paletes para a unitização de carga?
ÁREA DE GESTÃO DE MATERIAIS
1-Existe uma política para materiais? Descreva- a.
2- Como está sendo determinado o estoque de segurança, ponto de pedido, tempo de
reposição, lote de compra e o estoque máximo?
3-Como são determinadas as quantidades nos lotes de reposição?
4- Existem indicadores e metas de desempenho? Quais?
5- Existe um processo de comunicação entre os envolvidos?
6-A administração está aplicando o conceito da classificação ABC? Detalhe.
7- Como é ativada a reposição de materiais: projeção, ponto de pedido ou sob demanda?
8- Ocorrem frequentes faltas de materiais necessários? Tem isso quantificado? Os tempos
de atendimento chegam a comprometer o prazo de entrega ao cliente?
9- Qual o método utilizado para previsão de estoques?
10-Da forma como está, a gestão de materiais atende e satisfaz os objetivos da
organização?
ANEXO C
REGULAMENTO DO PROJETO
INTEGRADO
Uberlândia – MG
JANEIRO 2014
UNIVERSIDADE DE UBERABA
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
PROJETO INTEGRADO
1º SEMESTRE/2014
5º PERÍODO
“O universitário precisa levantar problemas de empresas e tentar resolvê-los.”
(Enio Pinto – Diretor da Babson College – maior escola de empreendedorismo do mundo)
1 - Definição: trata-se de um trabalho em equipe que consiste no desenvolvimento do aluno como
um mediador ou articulador de interesses entre empresas (beneficiado e beneficiador) analisando
situações de interesse comum entre as empresas escolhidas. Após a realização do diagnóstico da
organização, os alunos deverão elaborar projeto que torne a empresa mais competitiva ou auxilie na
manutenção de suas atividades. A identificação e resolução do problema prioritário ocorrerão a partir
da integração dos conhecimentos de gestão, das disciplinas cursadas até o 5º período do curso de
Administração.
2 - Propósito: fazer com que o aluno inter-relacione todos os setores de aprendizado do curso até o
5º período de Administração, em uma organização real, e compreenda a importância da visão
integrada da gestão para melhorias gerenciais. Isto contribui fortemente para a formação do Perfil
Final do aluno.
3 - Método: para o desenvolvimento do trabalho será utilizada a abordagem de relatórios, conforme
anexo onde os mesmos são autoexplicativos.
Como identificar um problema prioritário?
De acordo com Vicente Falconi Campos (1996) problema é o resultado (efeito) indesejável de um processo.
No Projeto Integrado o processo é a empresa como um todo, ou seja, o conjunto de "causas" que a compõe área Administrativa, Financeira, Produção, Materiais, Logística, Comercial/Marketing e de Recursos Humanos e que gera efeitos que interferem em sua sustentabilidade, como por exemplo, "aumento de custos/despesas,
queda de marketshare, queda do volume de vendas, queda da lucratividade (medida pela margem de
contribuição e margem líquida), queda do faturamento."
É do diagnóstico que sairá o problema prioritário.
Atenção: a empresa pode não ter uma "queda" nos indicadores acima, mas um baixo aproveitamento do
potencial de faturamento, de vendas, de produção, de mercado, incompatibilidade ao tentar atingir metas, ou
ainda querer entrar em um novo mercado, isso também configura em um problema!
Sustentabilidade consiste na capacidade dos gestores e empresários elaborarem e programarem estratégias que
permitam manter, e ou melhorar, o posicionamento do negócio no mercado.
4 - Conceito: o aluno que estiver matriculado na atividade Projeto Integrado receberá o conceito “H”
de Habilitado ou “I” de Inabilitado. Para que o aluno seja considerado “habilitado” deverá atender os
pré-requisitos estabelecidos pelo professor conforme descrito no item 10 deste regulamento.
5 - Formatação: preenchimento dos relatórios 1º, 2º, 3º e 4º conforme modelo anexo respeitando o
cronograma proposto. Utilize fonte Arial 11 com espaçamento entrelinhas de 1,0cm.
6 - Informações Importantes:
6.1 - Orientação
6.1.1 – É responsabilidade dos alunos buscar orientações específicas das disciplinas com
os respectivos professores, de acordo com da disponibilidade horária dos mesmos.
6.1.2 – Para orientação referente a normas do Projeto Integrado, elaboração e formatação
do trabalho o aluno deverá agendar através da Central de Mensagens (página do Aluno) ou
e-mail institucional horário para orientação com o coordenador pedagógico do projeto.
6.1.2.1 – O agendamento deverá ser feito com antecedência mínima de 48 horas e contar
com a presença de, no mínimo, 3 (três) integrantes durante a orientação do coordenador.
6.1.2.2 – Local e horário disponível serão acordados através da Central de Mensagens e/ou
e-mail.
6.2 - Composição do Grupo e Participação do aluno:
6.2.1. Aluno que estiver matriculado na Atividade Projeto Integrado deverá integrar-se a um grupo
de no mínimo três (03) e no máximo de sete (07) integrantes.
6.2.1.1. Os grupos com menos de sete (07) componentes poderão serão completados com alunos
indicados pelo Coordenador Pedagógico do Projeto Integrado. Esses grupos deverão acolher o aluno
indicado.
6.2.2. - Caso o aluno não realize nenhuma disciplina do 5o período e tenha matrícula na Atividade
Projeto Integrado será obrigado participar de um grupo constituído de Projeto Integrado para
conquistar o conceito “H” Habilitado.
6.3 – Coordenador Pedagógico
Caberá ao Coordenador Pedagógico do Projeto Integrado, sanar dúvidas quanto ao formato, método
e apresentação do trabalho, bem como, do regulamento do Projeto Integrado. Os alunos poderão
fazer os agendamentos com o Coordenador Pedagógico, mediante a disponibilidade do mesmo,
através da Página do Aluno ou e-mail institucional, conforme descrito no item 6.1.2. Compete ao
professor da disciplina a orientação do conteúdo específico da mesma, conforme descrito no item
6.1.1.
7 – Atribuições e tempo correspondente:
Compete ao grupo:
a) Buscar informações (em atividades extraclasses, pesquisas acadêmicas etc.) e manter
atualizados conhecimentos acadêmicos adquiridos, no contexto da empresa escolhida. (6
horas).
b) Redigir o Projeto Integrado relacionando os conteúdos aprendidos em sala de aula com a
aplicação na empresa. (12 horas).
c) Trazer soluções criativas, exequíveis, sustentáveis e de baixo custo para a empresa
estudada, e obrigatoriamente demonstrar os resultados. (2 horas).
d) Entregar um Projeto Integrado completo e impresso ao coordenador pedagógico na data
definida.
8- Cronograma de Atividades
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
UNIUBE
Entrega dos nomes da equipe aos professores das
disciplinas
Entrega da Autorização ao coordenador pedagógico
Entrega do Relatório 1º - Identificação
Entrega do Relatório 2º - Leitura Funcional
Entrega do Relatório 3º - Soluções Funcionais
Entrega do Relatório 4º - Integração das Áreas Funcionais
Entrega final do Projeto Integrado
9 - Informações Gerais:
CRONOGRAMA
PROJETO INTEGRADO
A definir
A definir
A definir
A definir
A definir
A definir
A definir
PROJETO INTEGRADO: a equipe deverá entregar ao coordenador pedagógico uma cópia
impressa do Projeto Integrado (etapa final) na data estipulada. (Capa; Folha de rosto; Introdução;
relatório 1º; os relatórios 2º e 3º de cada área funcional trabalhada; e o 4º Relatório; Esquema das
soluções de forma integrada em resolução ao problema prioritário; Conclusão; Referências;
Apêndices (demonstração das ferramentas administrativas elaboradas para a solução dos
problemas detectados).
ATENÇÃO: a entrega dos relatórios 1º, 2º, 3º e 4º deverá ocorrer via CENTRAL DE
MENSAGENS ou E-MAIL INSTITUCIONAL ao coordenador pedagógico.
AUTORIZAÇÃO: antes de iniciar as suas atividades, cada equipe deverá providenciar na empresa,
a autorização junto ao seu representante. A autorização, cujo modelo segue anexado a este
regulamento, deverá ser entregue impressa, carimbada e assinada ao coordenador pedagógico
conforme cronograma expresso no item 8.
11- Critérios de Avaliação:
PROJETO INTEGRADO – Critérios de avaliação dos Relatórios do 1º ao 4º
CRITÉRIO
01
03
04
05
06
07
DESCRIÇÃO
O cuidado com a utilização dos fatos e conhecimento geral
sobre a empresa.
Habilidade para expor com clareza o problema prioritário.
Argumento com lógica sólida e fundamentação.
Consistência entre a análise e as recomendações propostas.
Capacidade para formular recomendações de ações
gerenciais pertinentes e factíveis (aplicabilidade).
Perspectivas dos resultados e impactos das propostas para
a organização (relação custo-benefício).
Anexo 5
Modelos de Relatórios
RELATÓRIO 1º - IDENTIFICAÇÃO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO
INTEGRADO
UNIUBE
ALUNOS INTEGRANTES:
_________________________________________________________________ RA: _________
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
EMPRESA:
CNPJ:
ENDEREÇO:
TEMPO DE ATUAÇÃO:
SEGMENTO DE ATUAÇÃO:
RESPONSÁVEL:
BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA:
Ciente do histórico feito na Empresa [ _________________ ].
___/___/___
_____________________________________
Assinatura do Responsável
(DIGITAR O NOME)
(DIGITAR FUNÇÃO)
CARIMBO
CNPJ
RELATÓRIO 2º - LEITURA FUNCIONAL
FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
UNIUBE
INTEGRADO
ALUNOS INTEGRANTES QUE FIZERAM A ATIVIDADE NA EMPRESA
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
OBJETIVO DO PROJETO
-
LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES E SUA HISTORICIDADE
-
-
-
-
-
-
-
Ciente da descrição feita na Empresa [ _________________ ].
___/___/___
_____________________________________
Assinatura do Responsável
(DIGITAR O NOME)
(Digitar FUNÇÃO)
CARIMBO CNPJ
RELATÓRIO 3º - SOLUÇÕES FUNCIONAIS
FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
UNIUBE
INTEGRADO
ALUNOS INTEGRANTES QUE FIZERAM A ATIVIDADE NA EMPRESA
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
___________________________________________________________________ RA: ________________
IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS SETORIAIS
-
-
-
OBJETIVO DA VISITA
-
SOLUÇÕES EM TÓPICOS PARA OS PROBLEMAS ABORDADOS ANTERIORMENTE
-
-
-
-
-
-
Recebi as sugestões dos alunos em respostas aos problemas identificados na área de
[__________________].
___/___/___
_____________________________________
Assinatura do Responsável
(DIGITAR O NOME)
(Digitar FUNÇÃO)
CARIMBO CNPJ
RELATÓRIO 4º - INTEGRAÇÃO DAS ÁREAS FUNCIONAIS
FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
UNIUBE
INTEGRADO
ALUNOS INTEGRANTES QUE FIZERAM A ATIVIDADE NA EMPRESA
__________________________________________________________________ RA: _________
__________________________________________________________________ RA: _________
__________________________________________________________________ RA: _________
__________________________________________________________________ RA: _________
__________________________________________________________________ RA: _________
PROBLEMA PRIORITÁRIO (EMPRESARIAL) QUE NECESSITA DA CONTRIBUIÇÃO DE TODAS AS ÁREAS PARA
SER SANADO OU MINIMIZADO.
-
OBJETIVO ESTRATÉGICO (EMPRESARIAL)
-
ESQUEMATIZAR (ESBOÇAR) AS SOLUÇÕES DE FORMA INTEGRADA EM RESOLUÇÃO AO PROBLEMA
PRIORITÁRIO
Recebi a atividade dos alunos em resposta aos problemas identificados.
___/___/___
_____________________________________
Assinatura do Responsável
(DIGITAR O NOME)
(Digitar FUNÇÃO)
CARIMBO CNPJ
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
AUTORIZAÇÃO
UNIUBE
ALUNOS INTEGRANTES:
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
_________________________________________________________________ RA: __________
EMPRESA:
CNPJ:
ENDEREÇO:
TEMPO DE ATUAÇÃO:
SEGMENTO DE ATUAÇÃO:
RESPONSÁVEL:
Eu,_______________________________________________________________,
representante
da
empresa ______________________________________________________, autorizo que os alunos
acima descritos realizem as suas atividades referentes ao Projeto Integrado nesta organização.
___/___/___
___________________________________________
Carimbo da empresa e Assinatura do Responsável
(DIGITAR O NOME)
(DIGITAR FUNÇÃO)
ANEXO D
RESOLUÇÃO 082/09
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Uberlândia – MG
ANEXO E
LEGISLAÇÃO INTERNA SOBRE AS
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
RESOLUÇÃO 050/2005
Uberlândia - MG
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