UNIVERSIDADE DE UBERABA PROJETO PEDAGÓGICO ADMINISTRAÇÃO MODALIDADE PRESENCIAL Uberlândia/MG 2015 Projeto Pedagógico do Curso Administração Modalidade Presencial REITOR PROF. MARCELO PALMÉRIO PRÓ-REITORA DE ENSINO SUPERIOR PROFª. INARA BARBOSA PENA ELIAS DIRETORA PROFª. MARLY TEIXEIRA DE MORAES NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE PROF. ESPEC. CASSIO REZENDE DE BRITO PROF. DR. JULIO CÉSAR OLIVEIRA PROFª. ESPEC. MARLY TEIXEIRA DE MORAES PROF. MS. STEFANO SCHWENCK BORGES VALE VITA PROF. MS. THIAGO FERNANDO FERREIRA SUMÁRIO APRESENTAÇÃO............................................................................................................................ 5 1 A INSTITUIÇÃO ........................................................................................................................... 7 1.1 IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................................................. 7 1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA ................................................................ 7 1.2.1 Histórico da Universidade de Uberaba – UNIUBE ............................................................. 7 1.2.2 Inserção Regional .............................................................................................................. 8 1.3 PRINCÍPIOS ORIENTADORES........................................................................................................ 13 1.3.1 Missão ............................................................................................................................. 13 1.3.2 Objetivos.......................................................................................................................... 13 1.3.3 Visão de Futuro ............................................................................................................... 14 1.4 REFERENCIAIS ÉTICO-POLÍTICOS ................................................................................................. 14 1.5 REFERENCIAIS EPISTEMOLÓGICOS, EDUCACIONAIS E TÉCNICOS ............................................... 15 1.6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ......................................................................................................... 16 1.6.1 Ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social .................................................... 17 1.6.2 Cursos da Educação Superior na UNIUBE........................................................................ 21 1.7 MODALIDADES DE ENSINO ......................................................................................................... 23 1.7.1 Presencial ........................................................................................................................ 23 1.7.2 A Distância ....................................................................................................................... 23 2 A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO E CURRÍCULO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM ........... 24 3 METODOLOGIA DO ENSINO...................................................................................................... 27 3.1 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO PROCESSO ENSINOAPRENDIZAGEM ............................................................................................................................. 28 3.2 MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E ESTUDANTES ............................................. 30 3.3 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL ......................................................................................... 32 4 O CURSO.................................................................................................................................. 34 4.1 IDENTIFICAÇÃO ........................................................................................................................... 34 4.2 BREVE HISTÓRICO E TRAJETÓRIA ................................................................................................ 34 4.3 JUSTIFICATIVA ............................................................................................................................. 36 4.4 OBJETIVOS ................................................................................................................................... 39 4.5 PERFIL DO EGRESSO .................................................................................................................... 40 4.6 O PROJETO DO CURSO E SUA IDENTIDADE COM AS Diretrizes curriculares nacionais .............. 40 5 PROPOSTA PEDAGÓGICA ......................................................................................................... 42 5.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR EIXOS TEMÁTICOS E UNIDADES TEMÁTICAS ........................ 43 5.1.1 Componentes da Formação ............................................................................................ 44 5.2 FLEXIBILIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE ................................................................................. 46 5.2.1 Componentes Optativos.................................................................................................. 46 5.2.2 Temas Transversais ......................................................................................................... 48 6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO-APRENDIZAGEM ........................................................ 51 6.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................................ 52 6.2 ESTÁGIO CURRICULAR ................................................................................................................. 55 6.3 EMPRESA JÚNIOR ........................................................................................................................ 57 6.4 PROJETO INTEGRADO.................................................................................................................. 57 6.5 PRÁTICAS ..................................................................................................................................... 57 7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .................................................................................................... 59 8 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ....................................................................................................... 62 9 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ....................................................................................................... 63 10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM....................................... 100 10.1 AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................ 100 10.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .......................................... 103 10.3 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .................................................................................................. 104 10.4 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL.................................................................................................... 104 11 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE ATENDIMENTO AO ALUNO ............................................... 107 11.1 PROGRAMAS DE ATENDIMENTO AO ALUNO .......................................................................... 107 11.1.1 Programa de Benefícios............................................................................................... 107 11.1.2 Acessibilidade .............................................................................................................. 108 11.1.3 Assistência Pedagógica ................................................................................................ 112 11.2 PROGRAMAS DE ENSINO ........................................................................................................ 112 11.2.1 Programa de Estágio – PROEST ................................................................................... 113 11.2.2 Programa Institucional de Atividades Complementares – PIAC ................................. 113 11.2.3 Programa Institucional de Monitoria de Ensino – PIME ............................................. 115 11.2.4 Programa Institucional de Iniciação Científica – PIBIC e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – PIBITI ....................................... 116 12 SISTEMA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CURSO......................................... 118 12.1 ÓRGAÕS COLEGIADOS ............................................................................................................ 118 12.1.1 Colegiado de Curso ...................................................................................................... 118 12.1.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE ........................................................................... 119 12.2 GESTOR DO CURSO ................................................................................................................. 119 12.3 SISTEMA DE GESTÃO ACADÊMICA .......................................................................................... 121 12.3.1 Diretoria de Serviços Acadêmicos – DSA..................................................................... 121 13 RECURSOS HUMANOS .......................................................................................................... 124 13.1 EQUIPE DOCENTE .................................................................................................................... 124 13.2 TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS ................................................................................................. 125 13.2.1 Assistente Pedagógico (a)............................................................................................ 125 13.2.2 Secretários (as) ............................................................................................................ 126 14 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO .............................................................. 128 14.1 POLÍTICAS PARA O CORPO DOCENTE ...................................................................................... 128 15 RECURSOS FÍSICOS E MATERIAIS........................................................................................... 131 15.1 ESPECÍFICOS DO CURSO .......................................................................................................... 132 15.2 DE USO COMUM DA INSTITUIÇÃO .......................................................................................... 133 15.2.1 Laboratórios ................................................................................................................ 133 15.2.2 Biblioteca e Acervo Bibliográfico ................................................................................. 135 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA..................................................................................................... 139 ANEXOS.................................................................................................................................... 140 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA APRESENTAÇÃO A Universidade de Uberaba, que se constitui em uma das maiores fontes geradoras de talentos para a cidade e região, é parte responsável pelo atendimento das demandas por profissionais conscientes de sua responsabilidade, que se insiram no exigente cenário da atualidade e sejam capazes de atender as demandas de uma realidade cada vez mais complexa e plural. A proposta, ora apresentada, de atualização do Projeto Pedagógico do Curso de Administração da UNIUBE – modalidade presencial - reitera o compromisso com a Educação, não apenas visando a reprodução do conhecimento, mas incentivando a produção de novos conhecimentos e sua aplicabilidade no âmbito das organizações e a utilização de novas tecnologias da comunicação e da informação. A estrutura curricular do curso de Graduação em Administração na modalidade presencial atende à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, aos objetivos, competências e habilidades previstas na Resolução nº 4 CES/CNE, de 13 de julho de 2005 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso. Atende ainda às legislações: a Resolução CNE/CP nº 1, de 17 de junho de 2004 e a Lei nº 11.645/2008 (que propõe a inclusão da temática História e Cultura Afro-brasileira e Indígena); a Lei nº 9795/1999 que trata da Política Nacional de Educação Ambiental e o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 que regulamenta a Lei nº 10.536/2002 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012 que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Esta proposta, coerente com o perfil do profissional de Administração preconizado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, propõe uma formação que vise a “capacitação e aptidão para compreender as questões científicas, técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu gerenciamento adequado, observados os níveis graduais do processo de tomada de decisão” (DCNs/ 2005). O administrador egresso da UNIUBE deverá ser capaz de 5 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA assimilar as novas informações e construir conhecimentos contextualizados para aplicá-los em situações diversas nos vários campos de atuação desse profissional. Para isso, a organização curricular do curso contempla: conteúdos de formação básica; conteúdos de formação profissional relacionados com as áreas específicas da formação do administrador; conteúdos de estudos quantitativos e suas tecnologias considerando as estratégias e procedimentos inerentes à atuação do administrador e conteúdos de formação complementar que, por suas características transversais e interdisciplinares, propiciam o enriquecimento do perfil do administrador que se pretende formar. O curso adota novas metodologias no processo de ensino-aprendizagem, orientando-se pela Portaria Ministerial n° 4059, de 10 de dezembro de 2004 que possibilita a oferta de disciplinas na modalidade semipresencial. Este projeto se concretizará pelo envolvimento da comunidade acadêmica em sua implementação, avaliação contínua e nos ajustes que se fizerem necessários durante o processo de sua execução. É, portanto, um projeto que supõe a participação do coletivo, de forma democrática, por meio do diálogo, da ação integrada, da visão interdisciplinar em todas as etapas de sua operacionalização e autoavaliação. Desta forma, propõe- se, em consonância com as propostas do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e com o apoio da política institucional, ações que envolvem a pesquisa, o ensino e a extensão como compromisso social da Universidade. 6 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 1 A INSTITUIÇÃO 1.1 IDENTIFICAÇÃO Mantenedora: Sociedade Educacional Uberabense – SEU CNPJ/CPF: 25.452.301/0001-87 Mantida: Universidade de Uberaba – UNIUBE Reitor: Marcelo Palmério Campus Uberaba: Endereço: Avenida Nenê Sabino nº 1801 – Bairro Universitário Uberaba – MG / CEP 38.055-500 Telefone: (34) 3319-8800 Fax: (34) 3314-8910 E-mail: [email protected] Campus Uberlândia: Unidade de Gestão e Direito Endereço: Av. Marcos de Freitas Costa, 1041 – Bairro Daniel Fonseca Uberlândia – MG / CEP 38.400-328 Telefone/Fax: (34) 3292-5600 E-mail: [email protected] 1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA 1.2.1 Histórico da Universidade de Uberaba – UNIUBE Seu fundador, Mário de Ascensão Palmério, iniciou sua prática pedagógica em 1936, como professor de Matemática. Além de reconhecido como visionário da Educação, Mário Palmério prestou significativa contribuição à política regional, nacional e internacional. Sua obra literária conduziu-o à Academia Brasileira de Letras, ocupando a vaga de João Guimarães Rosa. Com mais de cinquenta anos, a UNIUBE estabeleceu-se e consolidou-se como Instituição de ensino superior privado. A UNIUBE experimentou várias transformações: a) ciclo das faculdades isoladas: em 1947 é criada a Faculdade de Odontologia do Triângulo Mineiro. Em 1951 é criada a Faculdade de Direito do 7 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Triângulo Mineiro e, em 1956, a Escola de Engenharia do Triângulo Mineiro. As três, mantidas pela Sociedade de Educação do Triângulo Mineiro; b) ciclo da integração: em 1972 se dá a integração administrativa e didática das três faculdades. O Sistema Integrado recebe a denominação de Faculdades Integradas de Uberaba- FIUBE; c) ciclo da fusão: de 1981 a 1987, a Sociedade de Educação do Triângulo Mineiro promove a fusão com as Faculdades Integradas São Tomás de Aquino- FISTA. A Sociedade Educacional Uberabense assume a manutenção das Faculdades Integradas de Uberaba- FIUBE; d) ciclo da transformação: em 1988, a FIUBE se transforma em Universidade de Uberaba. O Estatuto da Universidade de Uberaba- 1990, concernente ao ciclo da transformação indica, no seu artigo primeiro, o reconhecimento da Universidade pela Portaria MEC nº 544, de 25 de outubro de 1988; e) ciclo da modernização e expansão: inicia-se em 1997, sob a égide da nova LDB. Concebe-se então uma nova estrutura organizacional; faz-se a reestruturação no desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão; cria-se um novo modelo didático-pedagógico; faz-se uma restauração da estrutura física com construção de mais salas, ampliação e modernização dos laboratórios, instalação de uma biblioteca totalmente informatizada, com uma estrutura física, acervo e serviços condizentes com necessidade do suporte necessário às atividades de ensino, pesquisa e extensão; criam-se novas modalidades de processo seletivo e contratamse professores titulados em praticamente todas as áreas do conhecimento. Em 2002, pela Portaria MEC nº 2.728, foi aprovada a criação do campus fora de sede, no município de Uberlândia. Em 2005, a UNIUBE foi credenciada para a oferta de cursos superiores a distância pela Portaria MEC nº 1.871, de 02/06/05. 1.2.2 Inserção Regional O município de Uberaba está localizado numa região que num raio de 500 km reúne cerca de 2100 municípios, incluindo Brasília-DF, São Paulo, Goiânia e Belo Horizonte, que juntos detêm mais de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Assim estrategicamente posicionada, Uberaba se insere num mercado potencial de consumidores que alcança 71 milhões de habitantes. Uberaba está interligada aos principais centros consumidores do País por meio de uma logística privilegiada (BR050, BR-262, BR-464, MG-190, LMG-798, MG-427 e MG-255), além dos terminais ferroviários e aeroporto. 8 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A infraestrutura do município, de alta qualidade, possibilita o acesso à educação, saúde, lazer e serviços básicos que garantem a qualidade de vida, resultando em altos índices de desenvolvimento humano (IDH). Uberaba está entre os dez municípios mais populosos de Minas Gerais e, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2014), possui uma população estimada em 318.813 pessoas, cuja maioria, vive na zona urbana. A economia do município é sustentada pelo segmento de serviços (58,03%), indústria (32,80%) e agropecuária (9,17%). O município detém cerca 13.000 microempresas, 974 empresas de pequeno porte e 4.500 empresas e entidades sem fins lucrativos. O setor que mais cresceu no município entre 1999 e 2006 foi o de produção e distribuição de eletricidade, gás e água (300%), seguido pela atividade de transporte, saúde e serviços sociais (99,32%) armazenagem e comunicações (82,5%) e por agricultura, pecuária, silvicultura e exploração florestal (49,34%). Em 2008 houve um aumento de 265,57% nos postos de trabalho com carteira assinada e 35% de trabalhadores informais (CAGED-MME,2010). Do total de arrecadação do ICMS, o comércio é responsável por 22%, a indústria por 33%, serviços por 44% e agropecuária por 0,18%. Uberaba conserva a 6ª posição na classificação dos 10 municípios que mais arrecadam tributos no Estado de Minas Gerais. Este resultado projetou uma renda per capta em torno de R$ 19.200,00 em 2008. Em 2010, Uberaba se lança como polo industrial, possuído quatro distritos industriais além de um Parque Empresarial, Parque Tecnológico, Polo de Agronegócio e Biotecnologia. Conforme dados do Cadastro Nacional de Empregos (CAGED) Uberaba teve 2.516 admissões nos sete primeiros meses de 2014, o que garantiu ao município a terceira posição na geração de empregos em Minas Gerais. O setor de maior empregabilidade foi o de serviço com 1.844, seguido do setor de construção civil com 1.580 e o comércio com 1.063 empregos gerados. Na educação, Uberaba possui 111.580 estudantes em todos os níveis de ensino distribuídos na rede federal (2.722), estadual (31.972), municipal (24.238) e particular (15.170). A rede municipal de ensino conta com 19 escolas de Educação 9 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Infantil, 22 Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEI’s), 33 creches conveniadas e 34 escolas de Ensino Fundamental. A taxa de alfabetização é 98,7% e a de evasão escolar é de 6%. A rede federal de educação conta com uma escola de Ensino Médio e duas de ensino superior. A rede estadual possui 34 escolas de ensino fundamental, 23 de ensino médio, 1 centro interescolar de línguas e 1 conservatório de música. A rede particular conta com 25 escolas de educação infantil, 30 de ensino fundamental, 16 de ensino médio, 09 de ensino técnico, 07 de ensino superior e 05 de educação especial. O ensino superior, segundo dados de 2009, possui 21.550 estudantes de graduação e de pós-graduação, matriculados em nove instituições de ensino superior. Pelo Censo Educacional 2013, a UNIUBE conta com 11.924 alunos matriculados nos cursos presenciais e 19.877 alunos matriculados nos cursos EAD, totalizando 31.801 alunos. Na Pós-graduação (especialização) a UNIUBE oferece 18 cursos presenciais e 06 na EAD. Conta com 03 mestrados: em Educação, em Odontologia e em Sanidade e Produção Animal nos Trópicos. O município de Uberlândia encontra-se localizado na Mesorregião do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Estado de Minas Gerais, Região Sudeste do Brasil. Localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca de 556 quilômetros. Sua população, segundo a estimativa de 2014, é de 654.681 habitantes sendo o município mais populoso da região do Triângulo Mineiro e o segundo mais populoso de Minas Gerais, depois da capital, Belo Horizonte, e o quarto município mais populoso do interior do Brasil. Ocupa uma área de 4.1 mil quilômetros quadrados, sendo que 135.3 quilômetros quadrados estão em perímetro urbano. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo dados de 2010, é de 0.789 , considerado "alto" pela ONU, sendo o terceiro município com melhor IDH do estado e o 71° do Brasil, estando, inclusive, acima tanto da média estadual quanto nacional, que foram calculadas no mesmo ano como de 0.731 e 0.699, respectivamente. A cidade está estrategicamente situada no entroncamento de várias rodovias e ferrovias, o que facilita sua estruturação logística e incentiva cada vez mais o turismo de negócios. No último ano, só o aeroporto da cidade recebeu 323 mil 10 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA embarques e desembarques. Além de cidade pólo de negócios agropecuários, é hoje, sede do maior centro atacadista-distribuidor da América Latina. A indústria atualmente é o segundo setor mais relevante para a economia uberlandense, sendo que 2 729 956 mil reais do PIB municipal bruto é originado da indústria (setor secundário). Uma importante parcela de participação do setor secundário municipal é oriunda do Distrito Industrial Guiomar de Freitas Costa, localizado na zona norte da cidade. Nele estão as principais indústrias da cidade, inclusive instalações de algumas das maiores empresas do Brasil e ainda multinacionais, como Cargill Agrícola, Casas Bahia, Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), Monsanto, Petrobras, Sadia, Souza Cruz e Coca-Cola. Para atender a essa demanda, floresce na cidade uma constelação de centenas de empresas atacadistas, responsáveis pela distribuição de uma gama de produtos, não apenas para a região circunvizinha, mas para mais de 200.000 pontos de venda em todos os Estados da Federação, alcançando mais de 10 mil diferentes localidades em 8.500.000 Km² do território nacional, figurando como a terceira em arrecadação de ICMS. O município é um dos centros de agribusiness do País, pois a agricultura presente possui elevados índices de produtividade e qualidade dos produtos, devido ao enorme potencial de áreas agricultáveis e à disponibilidade de recursos hídricos, além disso, dispõe da segunda maior capacidade de armazenamento do Brasil. Outro fator importante é o avançado centro de Biotecnologia presente no município, que se destaca como um diferencial aos demais municípios brasileiros, sediando grandes nomes no setor da biotecnologia, como Syngenta, Bayer Seeds, Cargill, Monsanto, entre outros. Uberlândia é ainda destacada pelo seu potencial tecnológico, tendo um Call Center consolidado como um dos melhores do País. Também destacamos a importância do porto seco do cerrado, que se encontra instalado no distrito industrial do município e a implementação do pólo moveleiro. O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do PIB uberlandense. De acordo com o IBGE a cidade possuía no ano de 2008 21.492 empresas e 339.922 11 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA trabalhadores, sendo 183.888 pessoal ocupado total e 156.034 ocupado assalariado. Salários juntamente com outras remunerações somavam R$ 2.358.463 reais e o salário médio mensal de todo município era de 2,9 salários mínimos. Uberlândia conta com alguns dos maiores shopping centers da região do Triângulo Mineiro, como o Pratic Shopping, o Griff Shopping e o Center Shopping Uberlândia, considerado como o maior shopping center do estado e o sétimo do país. Uberlândia conta com escolas em todas as localidades do município. Devido à intensa urbanização, os poucos habitantes da zona rural têm fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos. Uberlândia possui um vasto campo de bens históricos e naturais, contando com inúmeros 12 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A educação nas escolas municipais tem um nível inferior ao das escolas estaduais, mas a prefeitura está criando estudos para tornar a educação pública municipal ainda melhor, de modo a conseguir melhores resultados no IDEB. O município em 2008 contava com aproximadamente 18.493 matrículas, 1.149 docentes e 67 escolas nas redes públicas e particulares. A cidade também conta com várias faculdades e duas universidades, a UFU - Universidade Federal de Uberlândia e a UNIUBE – Universidade de Uberaba, totalizando uma população universitária de aproximadamente 32.000 estudantes, considerando alunos dos cursos presenciais e não-presenciais. A população acadêmica da UNIUBE-Uberlândia está distribuída na Unidade de Gestão e Direito (Administração, Ciências Contábeis e Direito) e na Unidade Rondon (Engenharias: Produção, Ambiental, Elétrica, Sistema da Informação e o Ensino a Distância). 1.3 PRINCÍPIOS ORIENTADORES 1.3.1 Missão “Promover o ensino e a geração do conhecimento formando o profissional compromissado com uma sociedade justa.” 1.3.2 Objetivos Objetivo geral Promover a educação e a cultura por meio das diversas modalidades de ensino, da pesquisa e da extensão, para o desenvolvimento pessoal e profissional do ser humano. Objetivos específicos • formar cidadãos nas diferentes áreas do conhecimento, inserindo-os em setores profissionais; • promover a formação contínua dos egressos e da comunidade; • incentivar a pesquisa e a investigação científica, para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e da difusão da cultura; 13 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA • promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos; • preservar, promover e difundir bens e valores culturais; • prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; • promover a extensão, aberta à participação de todos. 1.3.3 Visão de Futuro De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, a UNIUBE propõe como visão de futuro a consolidação da Universidade como referência na pesquisa, no ensino de qualidade e na extensão e ação comunitária da região, firmando-se como uma instituição com responsabilidade social. A consolidação da universidade nas áreas de ação comunitária, pesquisa e produção científica e ensino de qualidade se fará nos segmentos: a) extensão e ação comunitária – demonstrada pelo comprometimento institucional com a sociedade, através de seus programas e projetos de extensão, dos cursos de extensão abertos a todos, independentemente da formação ou nível de escolaridade; b) pesquisa – pela consolidação dos grupos de pesquisa e implantação de novos programas de pós-graduação lato e stricto sensu; c) ensino – pela diversificação da oferta das diversas modalidades de ensino, pela qualificação dos recursos humanos, pela adequação da estrutura, pela incorporação de novas tecnologias educacionais, pela adoção de práticas pedagógicas inovadoras e reforçadas por uma gestão profissionalizada e sistêmica. 1.4 REFERENCIAIS ÉTICO-POLÍTICOS A identidade da UNIUBE, como uma instituição de ensino superior, com responsabilidade social e socialmente responsável, visa uma atuação solidária com reflexos na formação profissional, agregando valores e atitudes que norteiam a comunidade acadêmica no contexto da sociedade. 14 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA O Projeto Pedagógico Institucional da UNIUBE visa uma formação humanista do indivíduo – o homem completo — individual e coletivamente, potencializado de valores, capaz de responder às demandas sociais e de ser um agente de transformação na sociedade, sem prescindir da ética nas práticas humanas. Como o processo formal de educação não pode ficar restrito apenas às ações realizadas em sala de aula, a Universidade busca a relação com a sociedade e com o mundo do trabalho, a fim de prover o desenvolvimento integral do estudante, enquanto homem e sujeito social. Os princípios ético-políticos estabelecidos pela Universidade de Uberaba estão alicerçados nos seguintes princípios: cidadania como patrimônio universal; autonomia universitária; ética na atividade humana e responsabilidade institucional e social. O processo pedagógico visa mais que o ensino, tendo em vista o envolvimento do estudante com a realidade do mundo contemporâneo relacionando sua formação ao universo das aspirações e das necessidades da sociedade. A formação profissional envolve a formação para a cidadania que significa a formação do homem todo, autônomo e, ao mesmo tempo, incompleto, que pode ser compreendido em sua complexidade de forma relacional e dialogal consigo mesmo, com os outros e com a natureza. 1.5 REFERENCIAIS EPISTEMOLÓGICOS, EDUCACIONAIS E TÉCNICOS A UNIUBE, acompanhando as mudanças dos cenários político, sociocultural, econômico, científico e educacional, está atenta aos novos paradigmas e neles procura as referências para a construção do seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI). Nesse sentido, a UNIUBE busca uma concepção contemporânea de ciência que se constrói sobre a procura da verdade, o contínuo questionamento das teorias, 15 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA métodos e processos de investigação. A ciência é concebida hoje como um processo altamente criativo e crítico e o conhecimento é visto como algo que está sendo continuamente revisto, reconstruído. Não há resultado pronto, acabado e verdades inquestionáveis. Epistemologicamente, a UNIUBE, ao adotar este paradigma científico, incorpora uma nova concepção de ciência que perpassa as ações de ensino, pesquisa e extensão. Essa concepção de ciência conduz os objetivos do ensino para a identificação de situações-problema com as quais o estudante deverá lidar, e utilizar os conhecimentos disponíveis e necessários para solucioná-las. Assim, como estabelecido em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) – fundem-se no ensino os processos científico e pedagógico – uma nova pedagogia que ultrapassa as práticas tradicionalmente adotadas, fundamentadas no processo científico que visa facilitar e criar condições para que o estudante aprenda a produzir conhecimento científico. A construção do conhecimento acadêmico é, sobretudo, constitutiva do desenvolvimento do profissional e do cidadão ao mesmo tempo. Para tanto, adota-se uma abordagem interdisciplinar que consiste na comunicação, no diálogo sobre e entre saberes e práticas para gerar novos saberes e novas práticas de forma a provocar a diminuição das fronteiras disciplinares. A flexibilidade curricular e a interdisciplinaridade norteiam a nova atitude acadêmica de ensinar, tendo em vista a ruptura da tradição do ensino fragmentário. A busca pela flexibilidade curricular das propostas de ensino, em todos os níveis, possibilitará ao estudante que ele exerça sua autonomia na busca de sentido para a sua vida acadêmica e profissional. 1.6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS A UNIUBE tem como principais políticas institucionais, conforme seu PDI: oferta do ensino em diferentes modalidades de interesse da comunidade, dentro dos padrões de qualidade; 16 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA consolidação e desenvolvimento de linhas de pesquisa relevantes, que resultem em suporte à qualidade do ensino, bem como responda às necessidades da sociedade para o seu desenvolvimento sócio-econômicocultural e político; manutenção dos serviços de atenção à saúde – preventivo e curativo – por meio de seus laboratórios e clínicas integradas, e de atendimento jurídico entre outros atendimentos, no processo de desenvolvimento profissional da sua comunidade acadêmica; qualificação contínua do seu quadro de recursos humanos, para responder aos desafios das constantes mudanças da sociedade contemporânea; extensão universitária, através de uma programação comprometida com os anseios da comunidade, aberta à participação de todos, independentemente da formação ou escolaridade, alicerçadas nos princípios de cidadania, ética na atividade humana e responsabilidade social; ampliação de sua infraestrutura tecnológica, mediante parcerias estratégicas que viabilizem uma proposta de desenvolvimento sustentável para a região. 1.6.1 Ensino, pesquisa, extensão e responsabilidade social ENSINO O Ensino, na UNIUBE está comprometido com a divulgação do conhecimento técnico-científico e com a preservação e difusão de valores e bens culturais, propondo-se a promover uma crescente melhoria na qualidade da formação profissional. Fundamentado nos princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Plano Nacional de Educação, propõe-se: implementar currículos flexíveis, que reflitam as necessidades da população e propiciem uma formação integral do profissional-cidadão; consolidar o processo de avaliação e acompanhamento do Ensino de Graduação, com a participação de todos os segmentos da comunidade interna e externa; 17 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA incentivar e viabilizar a formação docente no que se refere às práticas pedagógicas e às novas tecnologias e metodologias de ensino; adequar e diversificar os espaços de aprendizagem para os cursos de graduação; fortalecer a atuação do aluno nos papéis de representatividade junto aos órgãos colegiados, para o exercício da cidadania na vida acadêmica. PESQUISA A política de pesquisa da UNIUBE, fundamentada nos princípios da autonomia universitária e em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, se propõe a: consolidar gradualmente os grupos de pesquisa, buscando torná-los de excelência em nível nacional; manter na equipe um grupo de professores pesquisadores permanentes; concentrar as atividades de pesquisa em temas locais e regionais, preferencialmente. Para garantir a execução das políticas de pesquisa, faz-se necessário prover ações essenciais, como: a manutenção da instituição credenciada/cadastrada em órgão de fomento como CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, FAPEMIG – Fundação de Amparo a Pesquisa de Minas Gerais, e CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior; a criação de fundos institucionais de apoio à pesquisa; a participação de pesquisadores em eventos científicos e tecnológicos; a criação de programas de pós-graduação stricto sensu; a existência de grupos de pesquisa cadastrados no CNPq; a implantação/manutenção de programa de Iniciação Científica; 18 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA a atualização constante do Plano de Atendimento ao Art. 52, da Lei 9394/96, que estabelece: As universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que se caracterizam por: I – produção intelectual institucionalizada mediante o estudo sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e nacional; II – um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou doutorado; III – um terço do corpo docente em regime de tempo integral. a manutenção de um Comitê de Ética em Pesquisa registrado no CONEPConselho Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde; EXTENSÃO A política de Extensão da UNIUBE está alicerçada nos princípios de cidadania, autonomia universitária, ética na atividade humana, responsabilidade institucional e social, e desenvolvida em consonância com o Plano Nacional de Educação, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, com o Projeto Pedagógico Institucional, orientando-se pelos objetivos definidos institucionalmente e pelos objetivos estabelecidos no Plano Nacional de Extensão, transcritos a seguir: reafirmar a Extensão Universitária como processo acadêmico definido e efetivado em função das exigências da realidade na formação do aluno, na qualificação do professor e no intercâmbio com a sociedade, o que implica relações multi, inter ou transdisciplinares e interprofissionais; priorizar as práticas voltadas ao atendimento de necessidades sociais relacionadas com a área de educação, saúde e habitação, produção de alimentos, geração de emprego e ampliação da renda; enfatizar a utilização da tecnologia disponível para ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade da educação, aí incluindo a educação continuada a distância; estimular a inclusão da Educação Ambiental e do Desenvolvimento Sustentável como componentes da atividade extensionista; 19 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA valorizar os programas de extensão interinstitucionais sob a forma de consórcios, redes ou parcerias, e as atividades voltadas para o intercâmbio e para a solidariedade nacional e internacional; tornar permanente a avaliação institucional das atividades de extensão universitária como um dos parâmetros de avaliação da própria Universidade; possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimentos, apoiando a produção acadêmica; viabilizar a prestação de serviços como produto de interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do Ensino, Pesquisa e Extensão. A UNIUBE oferece cursos de extensão que são abertos a candidatos, independentemente do nível de formação, desde que atendam aos requisitos estabelecidos, em cada caso. Buscam, principalmente, oferecer à comunidade o acesso ao conhecimento. RESPONSABILIDADE SOCIAL A partir da flexibilização e de práticas didáticas inovadoras, pautadas na responsabilidade social, a UNIUBE tem assumido uma postura muito diferente da concepção tradicional, meramente assistencialista, que recaia na prática de ações esporádicas. A extensão universitária e responsabilidade social buscam um novo conceito de “sala de aula”, que deixa de ser o lugar privilegiado para o ato de aprender, para adquirir uma estrutura ágil e dinâmica, ocorrendo em qualquer espaço e momento, dentro e fora dos muros da Universidade. As ações de Extensão e de Responsabilidade Social buscam estabelecer a identidade institucional, firmada na missão de “Promover o ensino e a geração do conhecimento, formando o profissional compromissado com uma sociedade justa”. As ações de Extensão e Responsabilidade Social são realizadas por meio de programas, projetos, eventos, cursos de atualização e capacitação, cooperação interinstitucional, divulgação e publicação da produção acadêmica, prestação de serviços, e do apoio à comunidade universitária e à população em geral. 20 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A UNIUBE concebe Responsabilidade Social como as atividades desenvolvidas pela Universidade sem um vínculo direto com os programas de ensino e de pesquisa. Abre-se, assim, um espaço para a realização de ações junto à comunidade interna e externa. Essas atividades potencializam: apoio ao estudante em sua trajetória no ensino superior, com relação a aspectos culturais, de ensino, pesquisa, extensão, profissão e de cidadania; ações que promovam a qualidade de vida dos funcionários da UNIUBE, para atendimento do desenvolvimento pessoal e profissional; ações culturais, desportivas e de manifestações artísticas; ações integradas com os setores públicos e privados — em suas várias instâncias — e com as entidades da sociedade civil, abrangendo programas, projetos, eventos, cooperação interinstitucional e a prestação de serviços. A realização das atividades relativas à extensão e responsabilidade social exige: o estabelecimento de relações operacionais pautadas em duas premissas: o cumprimento do estabelecido nas peças regimentais da Universidade e a agilidade dos procedimentos; a disponibilização, no orçamento da Universidade, de recursos físicos, materiais e humanos, destinados ao seu desenvolvimento; a existência de um espaço específico na estrutura organizacional, para abrigar a gestão dessas políticas; a instalação de uma cultura permanente de avaliação, buscando estabelecer retroalimentação além da prospecção de novos cenários. 1.6.2 Cursos da Educação Superior na UNIUBE A UNIUBE oferece os seguintes cursos: de graduação acadêmica, de graduação tecnológica, de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, segundo as necessidades e anseios da sociedade, adotando um modelo includente que implica não atuar, apenas, para um único segmento social. 21 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Graduação Acadêmica Os cursos de graduação são cursos tradicionais e conferem diploma com o grau de Bacharel, Licenciado, Tecnólogo ou título específico referente à profissão. O grau de Bacharel ou o título específico referente à profissão habilitam o portador a exercer uma profissão de nível superior; o de Licenciado habilita o portador para o magistério no ensino fundamental e médio. É possível obter o diploma de bacharel e de licenciado cumprindo os currículos específicos de cada uma dessas modalidades. Além das disciplinas de conteúdo da área de formação, a Licenciatura requer também disciplinas pedagógicas e horas de prática de ensino, conforme a legislação vigente. Graduação Tecnológica Trata-se de curso de graduação com características especiais, aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e que é estruturado para atender aos diversos setores da economia, abrangendo áreas especializadas. Confere diploma de Tecnólogo. Foi criado pela Lei nº 5.692/71 (artigo 23, § 2º), ratificado pelas Leis nº 9.131/95 e 9.394/96 e pelo Decreto nº 2.406, de 27/11/97, e foi regulamentado pela Portaria Ministerial MEC nº 1.647, de 25/11/99. A publicação do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia em dezembro de 2006, em cumprimento ao Decreto 5773/06, aprimora e fortalece esses cursos estabelecendo os eixos da formação tecnológica, constituindo-se como um guia de referência para estudantes, educadores, instituições ofertantes, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, empregadores e público em geral. Pós-Graduação Os programas de pós-graduação da UNIUBE compreendem a pós-graduação lato sensu (cursos de especialização, MBA ou equivalentes) e programas de pósgraduação stricto sensu. A pesquisa constitui, juntamente com a pós-graduação, instrumentos para o desenvolvimento científico e tecnológico. Por ser estratégica ao desenvolvimento regional e nacional, a gestão da pesquisa exige, além de competência e habilidades, conhecimento da política nacional e dos diferentes órgãos de fomento. (PDI) 22 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A UNIUBE insere na sua missão a promoção da geração do conhecimento para proporcionar a melhoria da qualidade de vida das pessoas. 1.7 MODALIDADES DE ENSINO O ensino, na UNIUBE, pode ser ministrado nas seguintes modalidades: presencial e a distância. 1.7.1 Presencial Esta modalidade exige a presença do aluno em 75% das aulas e em todas as avaliações, conforme estabelecido no Regimento Geral. A partir de 2003, a Universidade de Uberaba passou a oferecer, nos currículos dos cursos de graduação, componentes curriculares não-presenciais e semipresenciais, sob a orientação do Programa de Educação a Distância, que se consolidou a partir de 2005 pela Portaria MEC nº 1.871, de 02/06/05 que credencia a Universidade de Uberaba vagas para a oferta de cursos superiores a distância, por meio da oferta dos cursos de graduação na modalidade a distância. 1.7.2 A Distância Modalidade de organização do processo educativo que amplia a dimensão do tempo-espaço escolar, em que aluno e professor se encontram em espaços físicos diferentes e a interlocução se faz mediada por atores e recursos didáticos, sistematicamente organizados, nos quais se ressalta o paradigma da interação como suporte do processo ensino-aprendizagem. 23 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 2 A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO E CURRÍCULO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM As transformações ocorridas na concepção de homem e mundo e as consequentes mudanças de paradigmas no seio da comunidade científica provocaram o surgimento de novas exigências orientadas à busca de alternativas de enfrentamento das questões postas, capazes de contemplar as necessidades individuais e coletivas, norteadas por uma nova ética e estética de vida e de relação. Os princípios de diversidade, pluralidade e os conceitos de interdisciplinaridade passam a fazer parte do cenário científico desafiando a contínua constituição de novos olhares e novas leituras dos fenômenos humanos. Esse universo solicita a modificação das relações do homem com seu mundo, e com os distintos processos de trabalho que possibilitem, aos diferentes profissionais, atuarem como sujeitos de sua própria ação e campo de conhecimento de forma engendrada com a cultura, com as questões sociais e com seus atores. A elaboração do presente projeto sustenta-se, pois, em uma concepção humanista de Educação e em uma perspectiva multiculturalista crítica, visando à formação de profissionais comprometidos com o pleno desenvolvimento humano e com capacidade crítica para compreender de forma contextualizada os elementos que caracterizam a realidade hoje. Busca-se oportunizar ao estudante uma aprendizagem mais significativa em que ele seja corresponsável pela construção do seu próprio conhecimento, bem como o compartilhamento de suas experiências. A proposta pedagógica adotada volta sua atenção para os papéis dos alunos em atividades colaborativas, favorecendo a interação aluno-professor e aluno-aluno, viabilizando a construção do conhecimento individual e coletivo. A abordagem andragógica1 exige a criação de ambientes A Andragogia significa (...) “ensino para adultos”. Um caminho educacional que busca compreender o adulto desde todos os componentes humanos, e decidir como um ente psicológico, biológico e social. Goecks, 2003. 1 24 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA seguros para participação do aluno e o apoio ao desenvolvimento de identidades. A postura facilitadora de diálogos possibilita a autenticidade no estabelecimento de relações interpessoais e consolidação de valores, crenças e competências que vão sendo desenvolvidos durante o curso, o que facilita as aprendizagens autênticas. Na educação de alunos jovens e adultos, é preciso levar em conta que eles são motivados a aprender na medida em que experimentam a satisfação de suas necessidades e interesses o que influi na organização das atividades de ensino e aprendizagem pelo professor. Essa orientação da aprendizagem deve estar centrada na vida. Desta forma, os componentes curriculares precisam estabelecer os programas de aprendizagem a partir de situações de vida, pois a experiência é a fonte mais rica para o adulto aprender. Nessa perspectiva, a interdisciplinaridade está presente na proposta pedagógica. Adotar uma perspectiva interdisciplinar não significa diluir as teorias, os métodos e as técnicas dos diferentes campos do saber em um todo amorfo e eclético; mas, sim, valer-se dos saberes específicos das diversas áreas do conhecimento na organização dos componentes curriculares e na integração entre os componentes de uma etapa e entre as etapas no curso. No Brasil, durante as últimas décadas do século XX, as manifestações das tendências pedagógicas e dos seus pressupostos de aprendizagem na prática escolar oscilaram entre as tendências liberais e as progressistas, que fundamentaram as políticas públicas para a educação ora com ênfase na neutralidade – conforme José Carlos Libâneo – sem assumir o compromisso com as necessárias transformações sociais; ora concebendo que a educação escolar consiste na preparação do aluno para o mundo e suas contradições e, por isso, deve ter o propósito de fornecer-lhe um instrumental, por meio da aquisição de conteúdos e da socialização, estimulando-o à participação ativa e cidadã para a atual reconstrução da ordem social democrática do país. 25 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Essa é a concepção de educação que fundamenta a presente proposta pedagógica para os cursos de graduação da UNIUBE. A atual LDBN permite o exercício desta prática educativa em todos os níveis de ensino, no momento em que estimula a autonomia institucional para a composição curricular. No ensino superior, esta autonomia se reforça no estabelecimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação, com o objetivo de servir de referência para a organização de programas de formação com a ênfase na flexibilidade, consoante à “heterogeneidade da formação prévia e das expectativas e dos interesses dos alunos”, uma vez que a graduação deve constituir-se em uma etapa da formação pessoal e profissional, que se prolonga tanto no exercício da profissão quanto nos cursos de aperfeiçoamento profissional e de pós-graduação lato e strito sensu. O conhecimento é aqui concebido como uma construção dinâmica, contínua e progressiva da prática social, como um meio de promover o desenvolvimento humano em todas as suas dimensões, e como recurso a ser mobilizado para desenvolver saberes que permitam interferir na realidade física e social, identificando os desafios e problemas colocados pela vida em sociedade, buscando soluções que possam garantir a inclusão da diversidade humana e o comprometimento com valores humanos e éticos que promovam o ser. 26 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 3 METODOLOGIA DO ENSINO Da perspectiva em educação proposta, decorre a compreensão do processo ensinoaprendizagem: ele se constitui pela relação entre sujeitos concretos, alunoprofessor, que compartilham práticas sociais de sua cultura, contribuem com suas subjetividades e compartilham os sentidos que dão ao mundo, promovendo a reflexão e a crítica da realidade. O curso busca aliar à formação do profissional, a construção de saberes científicos e humanísticos, por meio de uma proposta pedagógica alicerçada na flexibilidade, interdisciplinaridade, contextualização e atualização permanente. Assim, garante ao aluno o desenvolvimento processual de suas aptidões e potencialidades, visando à formação de um profissional comprometido com a realidade produtiva e social, capaz de, no exercício da profissão, integrar educação e mundo do trabalho a serviço de uma sociedade sustentável e cidadã. A metodologia adotada tem como sustentação uma concepção humanista de Educação e considera que o indivíduo constrói seu próprio conhecimento principalmente por meio de suas estruturas mentais. O aluno compõe o seu conhecimento na medida em que lê, vê, ouve e experimenta e é testado em relação ao conhecimento anterior que, se for viável, forma um novo conhecimento. Nessa proposta metodológica, o aluno é ativo e adquire autonomia na construção de seu conhecimento por meio da interação com o meio e com os demais sujeitos. O papel do professor, enquanto agente condutor e mediador do processo de aprendizagem é o de desafiar, motivar o aluno para a exploração, a reflexão e a construção de novos conhecimentos. A sala de aula passa a ser um espaço que favorece uma atividade exploratória e comprometida. A criatividade e a sensibilidade do professor, o compromisso com a proposta do curso, as atitudes, a vontade e a coragem de mudar metodologias e propor novas 27 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA experiências didáticas é que garantirão o sucesso da execução do projeto pedagógico. Desenvolvido em uma modalidade de ensino que conjuga componentes presenciais e componentes semipresenciais, o curso possui uma carga horária total de 3613 horas/aula, distribuídas em oito semestres letivos. Por se tratar de pessoas jovens e ou adultas, a metodologia mais adequada é aquela que utiliza as experiências do aluno e o papel do professor é engajar-se no processo de investigação junto com eles e não apenas transmitir conhecimentos e depois avaliar. A educação voltada para adultos deve considerar as diferenças de ritmo de aprendizagem e o estilo que o aluno já construiu pela experiência de vida. 3.1 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM O curso de Administração acompanha o aluno, em seu desenvolvimento pessoal e processo formativo, por meio da utilização de recursos das tecnologias de informação e comunicação que facilitam a mediação e promovem a interatividade entre alunos, docentes e gestão do curso. O curso utiliza-se dos mecanismos de interação e conta com o suporte tecnológico disponível descrito a seguir: o AVA UNIUBE ON-LINE é uma ferramenta desenvolvida por uma equipe multidisciplinar atendendo aos cursos de graduação, de extensão e de pós-graduação da UNIUBE, seja na modalidade presencial, seja na EAD. Empregando diversas e atuais tecnologias, o objetivo do AVA é o de desenvolver o conhecimento de forma coletiva e colaborativa. Além dos objetivos pedagógicos, favorece o monitoramento acadêmico e outras ferramentas que possibilitam seu uso para vários perfis. Seu conceito tecnológico está amparado num modelo de três camadas: a) Gestão Acadêmica – área onde os alunos têm acesso a informações gerais sobre sua vida acadêmica, tais como: currículos, frequência, pontuação, horários (de aulas, de exames suplementares e de atendimento do gestor), acompanhamento 28 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA virtual do Programa Institucional de Atividades Complementares (PIAC), acompanhamento virtual do PIME (Programa Institucional de Monitoria de Ensino), Aplicativos liberados por convênio de acordo com o curso (Microsoft, Autodesk, dentre outros), acerto digital, agendas, calendários, acompanhamento virtual de Projetos de Iniciação Científica, módulo de gabarito e de solicitação de revisão de nota para exame suplementar, ferramentas para interatividade, dentre outras. O gestor e os professores possuem ferramentas para acompanhamento e auxílio ao aluno. No caso do professor, todo o processo de planejamento e consolidação do seu componente é facilitado pelo ambiente, que também propicia o lançamento da frequência e pontuação de forma virtual. b) Gestão Administrativa e Financeira – é a secretaria virtual que possibilita ao aluno gerenciar seus dados junto à instituição. A área contempla ferramentas tais como: alteração de endereços, alteração de dados de contato (celular, facebook, twitter, dentre outras redes sociais que estão em fase de implementação), documentos pendentes, documentos autenticados (declarações, certidões, histórico, dentre outros), acompanhamento de eventos diversos, ficha financeira, acompanhamento e emissão de mensalidades, acompanhamento de boletim, gestão da pré-matrícula, abertura e acompanhamento de protocolos, gestão de temas, gestão de segurança, tutoriais, sugestões, dentre outras. c) Sala de Aula Virtual – é o ambiente de aprendizagem onde se destacam as ferramentas plano de ensino, agendas, diário de bordo, disco virtual, fórum, faq e, em breve, o professor também poderá disponibilizar orientações de estudos, avaliações on-line, vídeos, imagens e sons que possam enriquecer a construção do aprendizado do aluno. Além disso, existe um ambiente especial da Sala de Aula que propicia aos alunos que cursam TCC, bem como para os professores supervisores e professores orientadores, uma gestão de acompanhamento de ações e de resultados. O AVA UNIUBE ON-LINE é um ambiente dotado de ferramentas que possibilitam a organização, o desenvolvimento e dão suporte ao processo de aprendizagem. É simples, interativo, participativo e que o possibilita a distância transacional, mesmo no presencial, contribuindo para que haja maior integração entre alunos e professores. Seu projeto teve como base os conceitos da web 2.0 e os atributos das Redes Sociais Acadêmicas. 29 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Está sendo implementado um processo de publicação de recados e orientações para alunos integrado com o Facebook, com as plataformas de e-mail e com o uso de SMS para alguns casos (lembretes da biblioteca, aniversários, falta do docente, aviso de prova, aviso de eventos, aviso de publicação em disco virtual, videoaulas, dentre outras – já em fase de produção). Acesso dos alunos a equipamentos de informática O Laboratório de Informática Aplicado à Educação – LIAE, funciona na sala climatizada LB 001, com microcomputadores instalados. É disponibilizado para todos os alunos e professores da Unidade de Gestão e Direito. Essa estrutura possibilita o desenvolvimento de uma proposta pedagógica centrada no domínio da técnica com vistas à produção do conhecimento, denominado ensino pelo computador. O ensino pelo computador implica que o aluno, através da máquina, possa adquirir conceitos sobre praticamente qualquer domínio e, ainda, transformar tais conceitos em conhecimento. Desta forma o computador deverá atuar como uma ferramenta que permita ao aprendiz resolver problemas, desenvolver o espírito científico através de pesquisas e realizar tarefas do dia-a-dia. A proposta pedagógica sugerida é a que permite ao aluno: obter conhecimento técnico suficiente e decidir qual ferramenta utilizar nas diversas situações e em qual ferramenta pretendem se aprofundar; aprender de forma contextualizada para a aplicação de conhecimentos adquiridos no curso; desenvolver projetos utilizando a informática como recurso para pesquisa e troca de experiências; testar hipóteses através de simulações. 3.2 MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E ESTUDANTES O curso de Administração, assim como os demais cursos presenciais da UNIUBE utiliza as seguintes ferramentas como mecanismo de interação entre docentes e estudantes: 30 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA - Agenda: foi elaborada para auxiliar o aluno com as atividades agendadas pelo professor, permitindo organizar as atividades que o aluno deverá realizar. As orientações são fornecidas com o intuito de nortear o aluno no desenvolvimento de seus estudos, bem como indicar as ferramentas para o acompanhamento destas atividades. A ferramenta possibilita a visualização, de forma resumida, dos compromissos semanais do aluno, além de permitir que o aluno marque os apontamentos que já foram realizados, facilitando também o acompanhamento pelo professor. - Central de mensagens: o aluno, no decorrer de seus estudos, pode sentir a necessidade de contatar eletronicamente seus professores ou seus colegas ou ainda o gestor de seu curso, para dirimir dúvida, compartilhar conhecimento ou até mesmo trocar informações a respeito do componente ou do curso. Desta forma, a central de mensagens transcende as barreiras do espaço geográfico e proporciona o contato, de forma assíncrona, entre a equipe pedagógica e o aluno. - Fórum: trata-se de uma ferramenta que proporciona o debate assíncrono, onde as informações ficam dispostas de forma linear, temporal e com uma linha de raciocínio sobre determinados assuntos entre os alunos, que são mediados pelo professor. Esta mediação deve conduzir o aluno à reflexão. O professor deve participar do fórum, sempre numa perspectiva que incentive e proporcione novas discussões e descobertas, e transforme o fórum num processo colaborativo de ensino e de aprendizagem. A intervenção do professor deve acontecer de forma condutiva, motivadora ou esclarecedora, e sempre incentivando a participação de todos os alunos. - Disco Virtual: todo bom estudo é resultado também de um bom material pedagógico; o Disco Virtual é um espaço de armazenamento de mídias, podendo conter: textos digitalizados, vídeos ou endereços eletrônicos. Essas mídias estão organizadas em componentes curriculares que apresentam referenciais obrigatórios e/ou complementares. - Diário de Bordo: permite que o aluno insira seus textos de reflexão ou síntese de aprendizagem, com a orientação e o acompanhamento do professor. O instrumento apresenta-se de forma individual e não deve ser publicado para o grupo de colegas sem a liberação do professor. Após a correção e os ajustes necessários, o aluno 31 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA disponibiliza sua publicação para a socialização entre seus colegas, que também têm a possibilidade de comentá-las. - Perfil: é uma ferramenta de apresentação dos atores do Ambiente Virtual. Possibilita o cadastramento de informações pessoais e a troca de mensagens. 3.3 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL O material didático institucional da Universidade de Uberaba, utilizado nos componentes semipresenciais dos cursos presenciais, é um recurso usado na mediação do processo de ensino-aprendizagem, que observa um modelo de conversação didática compatível com a concepção de educação adotada em um determinado curso. Ele passa por um tratamento didático-pedagógico, processo que visa tornar esse recurso, destinado à comunicação de uma mensagem, apropriado também à facilitação da aprendizagem. O tratamento didático-pedagógico inclui cuidados especiais quanto à linguagem utilizada, à organização, sequenciação e dosagem do conteúdo. Esse material constitui-se de Roteiros de Estudo, material didático institucional, auto instrucional, cujo conteúdo, pedagogicamente tratado, se compõe de: identificação dos objetivos e das habilidades a serem desenvolvidas a partir do estudo realizado; texto introdutório ao assunto do Roteiro; indicações de leituras obrigatórias e de complementares (vídeos, CD-ROMs, sites e outros), acompanhadas de breve comentário; atividades de compreensão, fixação e avaliação – acompanhadas de referencial de respostas – relacionadas às habilidades e objetivos determinados; indicação de fontes para pesquisa sobre o assunto abordado de forma a permitir que o aluno adquira mais informações e amplie os seus conhecimentos. O Roteiro de Estudo, caracteriza-se por ser uma unidade didático-pedagógica equivalente a 15(quinze) horas de estudo, cuja produção segue as seguintes exigências estabelecidas por Contrato de Cessão de Direitos Autorais: será produzido em quatro versões, sendo a primeira a versão original a ser analisada pela coordenação do curso e pela equipe de produção de materiais; a segunda versão do roteiro é feita levando em consideração as observações da coordenação do curso e da equipe de produção de materiais. Essa versão será submetida a 32 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA parecer técnico de outros especialistas da área, uma apreciação crítica do material, que é apresentado por escrito ao autor. A partir daí o autor elaborará a terceira versão do roteiro, que incluirá as sugestões dos pareceristas – ou a justificativa da sua não-aceitação. Essa versão será submetida à revisão textual e tratamento didático-pedagógico. A quarta é a versão final, aprovada pelo autor após o tratamento didático-pedagógico. No caso desse material impresso, os cuidados contemplam, ainda, a relação entre texto e ilustrações, o layout da página, o tipo de letra, o formato, entre outros. Esse processo implica, também, a inclusão de elementos textuais para a adequação de enunciados, de objetivos, de exemplos e contraexemplos, de exercícios para compreensão, fixação e avaliação da aprendizagem. 33 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 4 O CURSO 4.1 IDENTIFICAÇÃO Nome do curso: Graduação em Administração Vagas ofertadas: 50 alunos por turma/semestre Regime escolar: semestral Duração: Duração mínima de 8 semestres Carga horária total: 3.613 horas/aula A quem se destina (público-alvo): Concluintes do Ensino Médio com afinidade e/ou interesse no conteúdo do curso; Graduado técnicos, motivados na geração de de outras áreas conhecimentos específicos e/ou que contribuam na área da Gestão; Profissionais que atuam na área da Gestão e que não tenham formação específica. Situação legal: Reconhecido – Portaria MEC 487/2011 – DOU 22/12/2011. Campus: Uberlândia Endereço: Av. Marcos de Freitas Costa, 1041 – Bairro Daniel Fonseca Uberlândia – MG / CEP: 38.400-080 Telefone/fax: (34) 3238-5884 / 3292-5640 E-mail: [email protected] 4.2 BREVE HISTÓRICO E TRAJETÓRIA Criado em 1989 na cidade de Uberaba, no atual campus Aeroporto, reconhecido pela Portaria MEC 1.758, de 09/12/1993, publicado no DOU 13/12/1993 e atualmente em processo de renovação de reconhecimento, o curso de Administração na Universidade de Uberaba –UNIUBE- completa 26 anos de existência em 2015. Neste período sofreu reformulações pedagógicas em função de alterações na legislação nacional, e também em função de alterações no âmbito da UNIUBE. 34 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Sob a orientação dessas diretrizes do MEC o projeto do curso passou a ofertar uma organização pedagógica de formação generalista, sem habilitações ou ênfases; Em 1993 o Conselho Federal de Educação expediu a Resolução nº 2, de 04/10/93, instituindo o currículo pleno dos cursos de graduação em Administração. De acordo com a resolução, as instituições poderiam criar habilitações específicas, mediante intensificação de estudos das matérias fixadas por essa Resolução, além de outras que poderiam ser indicadas pelas IES para compor o currículo pleno. Em meados da década de 90, implementou, na organização curricular, duas ênfases: em Gestão Estratégica e Gestão em Agronegócio, em que o aluno, a partir do 5º período faria sua opção. Esta organização curricular vigorou até 2000. A partir de 2001, a organização curricular retoma a formação generalista assim permanecendo até os dias atuais. É de se ressaltar que ocorreram alterações na organização curricular, carga horária e período de oferta (matutino e noturno) do curso no período 2001-2010, porém mantendo-se a formação generalista. No período que compreende do 1º semestre de 2003 até o 1º semestre de 2004 a UNIUBE, como outras IES pelo Brasil, fez parceria pedagógica com o Ibmec-TE, (Ibmec-Tecnologia Educacional) do Rio de Janeiro para os cursos de Administração e Ciências Contábeis. Em 21 de Julho de 2003, na cidade de Uberlândia, foi autorizada pelo Conselho Universitário, realizado no dia 18 de março de 2003, por meio da Resolução 01/03, a criação do Curso de Administração em Uberlândia. Nessa época foram abertos o 1º e 2º períodos do curso, nos moldes do convênio firmado entre a UNIUBE e o IbmecTE. A organização curricular era formatada pelo Ibmec-TE, tendo as IES pouca mobilidade para alterações e ou inclusões de disciplinas e atividades. No final do 1º Semestre de 2004, de forma unilateral, o Ibmec-TE, rescindiu a parceria. No 2º semestre de 2004 nova organização curricular foi implementada, seguindo as novas Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN (Resolução CNE/CES nº 1 de 2 de fevereiro de 2004), revogada em 2005 pela Resolução CNE/CES nº 4 de 13 de julho de 2005, que dá uma nova redação aos incisos VII a XII da Diretriz Curricular 35 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA anterior. Até a data atual o “core” desta organização é seguido, passando por alterações em sua operacionalização (oferta, carga horária, atividades complementares, etc). Assim, no 1º semestre de 2008, a organização curricular do curso sofreu alterações por força de legislação: Resolução nº 3, de 2007 que “dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula”, estabelecendo, em horas relógio a carga horária total dos cursos de graduação. E, em 2009, por determinação institucional, as organizações curriculares se adaptaram ao módulo-aula de 60 minutos o que acarretou alterações na carga horária dos conteúdos a partir do 1º semestre de 2009. Também nesse semestre o curso passa a ofertar disciplinas semipresenciais, com base na Portaria nº 4058 de dezembro de 2004. Ao final de 2011, foram encaminhadas pelo NDE e aprovadas pelo Colegiado do Curso, propostas de alterações curriculares motivadas pela opção institucional de organizar a oferta de todos os seus cursos em módulos de horas-aulas e não mais em módulos de horas-relógio. Assim, a partir de 2012, o curso passou a ser ofertado com um total de 3613 horas/aula. (anexo A). Atualmente o curso contempla em seu currículo conteúdos presenciais e semipresenciais, componentes curriculares teóricos e práticos, e atividades que complementam a formação do perfil do egresso, aproximando os alunos das vivências práticas da profissão. O curso tem se consolidado em Uberlândia e região, como uma das referências no ensino de Administração. 4.3 JUSTIFICATIVA A dinâmica da economia brasileira após a implementação do Plano Real em 1994 mudou radicalmente, se comparada à estagnação dos anos 80. Esta alteração no ritmo e velocidade se deve, primordialmente, à estabilidade inflacionária e, mais recentemente, à relativa estabilidade econômica (inflação, política fiscal, política monetária, câmbio e nível de emprego). 36 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A atribuição do grau de investimento ao país pelas agências de risco, como a Moody´s, demonstra como a percepção da economia nacional pelos agentes econômicos externos mudou, e para melhor. Este ambiente macroeconômico é uma espécie de pano de fundo para os agentes da microeconomia, que são as empresas e seus clientes (consumidores).Sem estabilidade macroeconômica é muito difícil para as organizações planejarem orçamentos, preços de venda, fluxos de caixa, investimentos e planos estratégicos, variáveis que no médio e longo prazo sustentam, em um ciclo virtuoso, o crescimento do emprego e renda. Operacionalizar de forma eficiente as ferramentas, técnicas e conceitos da gestão empresarial demandam, além das inovações em tecnologias da informação e da produção, pessoas capacitadas a tomar decisões otimizadoras de resultados que deverão atuar em meio às incertezas do mercado, que deverão gerir motivar e liderar equipes e que, acima de tudo, vislumbrem oportunidades e saibam minimizar as ameaças à competitividade das organizações. As instituições de ensino superior, e de um modo específico o curso de graduação em Administração, é uma das principais fontes de formação dos futuros gestores, aqui conceituados como sendo “a pessoa a quem a administração de uma empresa delega autoridade para tomar decisões otimizadoras de resultados. Decidir é a principal função do gestor.” (Peleias, 2002) Em várias reportagens da Revista Brasileira de Administração –RBA – é reforçada a necessidade de aprimorar a habilidade de tomar decisões, nos Administradores brasileiros. No atual ambiente de negócios onde as estratégias de fusões e aquisições criam conglomerados nacionais fortes o suficiente para competirem na Europa e nos Estados Unidos, em que países como China – que se tornou recentemente um dos principais destinos das exportações brasileiras – planejam investir fortemente no Brasil (principalmente no mercado de commodities e de infraestrutura). Fundos de pensão internacionais, aqui aportam para investimentos diretos e no mercado financeiro. A ascensão econômica da classe C cria um sustentável mercado de consumo, assim propiciar a formação de futuros Administradores (as) é vital na 37 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA manutenção do ciclo de crescimento sustentável, que obrigatoriamente passa pela melhoria gerencial das micro e pequenas empresas, fonte de grande parte do emprego e renda. Assim, o curso de Administração é um dos mais demandados pelo mercado de trabalho em função de sua ampla área de atuação que abrange uma infinidade de segmentos. A empresa de recrutamento e seleção Michael Page elaborou uma pesquisa de mercado para descobrir quais serão os cargos mais demandados pelas companhias em 2015, apontando 10 profissões mais promissoras para 2015, dentre estas 09 podem ser ocupadas por administradores: Gerente de Logística, Gerente de Planejamento e Demanda, Diretor Comercial, Gerente de Processos, Gerente de Controladoria, Gerente de Tesouraria, Gerente de Desenvolvimento Organizacional, Diretor de Compliance e Gerente Comercial. Esta pesquisa vem ratificar que o mercado de trabalho para o curso de Administração está em plena expansão. Em Uberlândia, de acordo com a Rais de 2013, último ano disponível, dentre as 37.736 empresas da cidade, no setor do comércio estão 14.859 e no setor de serviços 15.960, o que demanda administradores para a gestão destas organizações bem como de funcionários que estão ainda realizando o curso de Administração para realizarem funções administrativas. Ainda de acordo com a Rais de 2013, dentre os 214.307 empregos ativos de Uberlândia, no setor do comércio estão 50.810 e no setor de serviços estão 95.603, ou seja, 68% dos empregos estão em setores afins da administração. A título de informação de mercado, em Uberlândia, concluem o 3º ano do ensino médio, historicamente, segundo a Superintendente Regional de Educação, cerca de 3.500 alunos. Nesse contexto, a Universidade de Uberaba se destaca por preocupar em formar profissionais com visão globalizante, com capacidade de raciocínio lógico e analítico, com habilidades empreendedoras e apto a tomar decisões estratégicas, que contribuirão, independente da região em que atue, para a melhoria das condições sociais e econômicas. Os indicadores desta pesquisa resultam no reconhecimento da UNIUBE como instituição comprometida com um ensino de qualidade. Esta pesquisa juntamente 38 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA com a realizada semestralmente pela CPA demonstra o reconhecimento da qualidade acadêmica do curso de Administração e a satisfação do egresso e discentes do curso. 4.4 OBJETIVOS Objetivo Geral do Curso Habilitar profissionais com sólido embasamento em Administração, capazes de atuar e influir, de forma eficiente e eficaz, no enfrentamento ético e consciente dos níveis de competitividade presentes nas organizações. E ainda, incentivar a construção de (I) forte base lógica para tomada de decisões, do (II) desenvolvimento do comportamento ético-humanístico, (III) da capacidade de comunicação, (IV) da interação teórico-prática em administração financeira-econômico-estratégica e do (V) desenvolvimento da atitude empreendedora considerando a proteção ao meio ambiente e valorização da diversidade cultural. Objetivos Específicos do Curso Formar Administradores que sejam capazes de: pensar estratégica e sistematicamente, de forma a compreender a complexidade das organizações; trabalhar com as pessoas para se atingir resultados otimizadores; construir uma consistente base teórico-prática e econômico-financeira que o capacite a tomar decisões nas organizações; estimular o exercício de atitudes empreendedoras; estimular a criação, manutenção e crescimento de novos negócios; formar consciência da qualidade e implicações éticas do trabalho; incentivar o conhecimento histórico do padrão instituído pelo modo de produção que norteia a vida em coletividade; incentivar a percepção da pluralidade da qual se constitui a sociedade consumidora; promover os conceitos de inovação e sustentabilidade na análise de situações cotidianas do mercado. 39 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 4.5 PERFIL DO EGRESSO Perfil Final (ao final do 8º período) O egresso é um Administrador profissional, com perfil empreendedor com visão humanística, com iniciativa, criatividade e capacidade de gerenciamento, de forma a conduzir a organização a decisões estratégicas. Possuirá competências para: utilizar adequadamente ferramentas gerenciais; tomar decisões e avaliar o impacto das mesmas no contexto em que estão inseridas; implementar mudanças no âmbito das organizações; trabalhar em equipe e motivá-la; conhecer os impactos da realidade externa nas organizações e disponibilizar seus conhecimentos à sociedade. Perfil Intermediário (ao final do 4º período) O graduando de Administração, nesta fase do curso, trabalha com informações gerenciais e propõe alternativas de cursos de ações diante de uma situação dada, comunicando-as adequadamente. Nessa fase, deverá possuir competências para: buscar informações; organizar informações; analisar dados gerenciais básicos; aprimorar o raciocínio lógico-dedutivo e desenvolver a comunicação e expressão compatíveis com o exercício profissional; desenvolver senso crítico na tomada de decisões. 4.6 O PROJETO DO CURSO E SUA IDENTIDADE COM AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O Projeto do Curso atende as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e a esta procura 40 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA se adequar sempre que mudanças são realizadas, tendo constante feedback com a PróReitoria de Graduação de Ensino Superior e áreas correlatas ao assunto. Desta forma, contempla na sua organização curricular os seguintes campos de formação: conteúdos de formação básica “relacionados com estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com a tecnologia da comunicação e da informação e das ciências jurídicas” (Art.5º.); conteúdos de Formação Profissional que estão relacionados às áreas específicas, “envolvendo teorias da administração e das organizações e a administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção e logística, financeira e orçamentária, sistemas de informações, planejamento estratégico e serviços” (Art.5º.); conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias que abrange “pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração” (Art.5º.); conteúdos de Formação Complementar que são “estudos opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando.” O curso de Administração optou por incluir no seu currículo o Estágio Curricular que é realizado nas etapas 4, 7 e 8 do curso, conforme § 3º do Art. 7º das Diretrizes Curriculares. 41 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 5 PROPOSTA PEDAGÓGICA A proposta pedagógica do curso de Administração da UNIUBE tem em vista a formação de profissionais capacitados para atuar com base em fundamentos científicos e técnicos, comprometidos com as questões sociais e econômicas que se insiram no cenário atual, com competência e criatividade. O Administrador pode ser caracterizado como um “profissional empreendedor com capacidade de gerir negócios”. O empreendedor não pode ser visto simplesmente como aquele que possui iniciativa e o insight da ideia, mas como aquele que inova, cria e possui a capacidade de implantar, gerenciar e fazer crescer o empreendimento ao longo do tempo, característica extremamente necessária à sobrevivência das micro, pequenas e médias empresas, que respondem por grande parte do emprego, renda e produção nacional. O Brasil, desde junho de 1994, vive uma nova dinâmica econômico-social, sem paralelo em sua história. São características desta fase da história brasileira um maior intercâmbio do país com o exterior, estabilidade do nível geral de preços por um longo período, aumento da competitividade e a inserção do país nos blocos econômicos, características essas que exigem organizações mais dinâmicas e flexíveis e a formação de um profissional mais cosmopolita. Os consumidores tornaram-se mais cientes de seus direitos, as organizações passaram a ter maior responsabilidade social e acelerou-se o emprego e uso das novas tecnologias de gestão e produção. Ao mesmo tempo em que se assiste a profundas modificações no âmbito das organizações, verifica-se uma assimetria educacional no país. Segundo informação publicada no jornal O Estado de São Paulo (OESP), página E4, de 28/04/13, apenas 10% dos jovens com idade entre 18 e 24 anos cursam o ensino superior, em contraposição ao crescente número de alunos egressos do Ensino Médio. 42 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Segundo Kanitz 2, a principal carência na formação do administrador brasileiro é a do “Administrador-Fazedor ou Acabativo”- aquele que tem a ideia e a capacidade de concretizá-la. A característica do “Administrador-Acabativo”, com visão estratégica, é a que permeia a elaboração da proposta curricular do curso de Administração. Assim, preveem-se, durante o curso, certos momentos, exemplificados nos Estágios Não Obrigatórios, Atividades Complementares, Projetos, Workshops e demais atividades durante a vida acadêmica, que propiciam a oportunidade para desenvolvimento do “Administrador-Acabativo”. 5.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR EIXOS TEMÁTICOS E UNIDADES TEMÁTICAS Conforme Regimento Geral da UNIUBE, Art. 3º, incisos I e II, apresenta-se a seguir a definição de eixos temáticos: I - eixos temáticos são temas em torno dos quais se articulam as unidades temáticas. São definidos de acordo com as especificidades de cada curso; II - unidades temáticas são o conjunto de conteúdos compreendidos nas suas dimensões conceitual, procedimental e atitudinal, como meios para o desenvolvimento humano, entre si relacionados, que emanam dos eixos temáticos e são constitutivos de um todo harmonioso e contextualizado. Portanto, para evitar a fragmentação do currículo em unidades estanques, os currículos foram organizados em unidades maiores, em recortes mais amplos de um campo do saber que são: os eixos temáticos e, dentro deles estão especificadas as unidades temáticas. O curso está organizado em 3613 horas-aula de estudos, organizadas em oito etapas de seis meses consecutivas. A integralização curricular está prevista para um período de, no mínimo, quatro anos. Os conteúdos que compõem cada uma das etapas são trabalhados de forma integrada, para que os objetivos do curso se concretizem. O trabalho é, portanto, interdisciplinar, condição para se garantir a formação de competências e habilidades 2 Stephen Kanitz, Iniciativa e Acabativa. Disponível em: http//www.kanitz.com.br/veja/acabativa.htm 43 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA requeridas desse profissional. Ressalta-se que o sentido humanístico está presente em todas as áreas, seja explicitamente como conteúdo de formação, seja como princípios e valores a serem construídos conjuntamente com os propósitos técnicos e científicos de cada área. 5.1.1 Componentes da Formação Na proposta curricular são contemplados quatro eixos de formação estabelecidos no Art. 5º da Resolução nº 4/2005 que institui as Diretrizes Curriculares do Curso: Conteúdos de Formação Básica; Conteúdos de Formação Profissional; Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias e Conteúdos de formação Complementar. Com base nas diretrizes curriculares, procurou-se organizar o curso levando em consideração o perfil do egresso, as competências e habilidades a serem constituídas. Conteúdos de Formação Básica Compreende-se por conteúdos de formação básica aqueles nos quais são abordados os princípios básicos relacionados com outras áreas do conhecimento. O trabalho desenvolvido com esses conteúdos tem como finalidade a formação de um referencial teórico e a incorporação da metodologia científica e tecnologias da comunicação e da informação bem como das ciências jurídicas, que permitam ao profissional ter bom trânsito no estudo e domínio com outras áreas do conhecimento, do fluxo da história e das diferentes culturas no mundo atual. Integram essa área de formação os seguintes conteúdos: Componente Leitura e Produção de Textos Acadêmicos Contabilidade Básica Comportamento Empreendedor Sociologia das Organizações Instituições do Direito Análise das Demonstrações Contábeis Informática Aplicada Contabilidade Gerencial e Análise de Custos Economia de Empresas Macroeconomia e Políticas de Intervenção Fundamentos do Comércio Exterior Ética Empresarial ETAPA 1 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 6 44 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Conteúdos de Formação Profissional Podem também ser chamados de formação aplicada, já que pressupõem a aplicação dos conhecimentos básicos à administração incluindo os conteúdos listados a seguir: Componente Etapa Teorias da Administração Teoria das Organizações Organização, Sistemas e Métodos Gestão de Materiais Matemática Financeira Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade Administração dos Recursos Humanos Marketing Básico Projeto Integrado Gestão da Produção Equipe e Liderança dos Recursos Humanos Estratégias de Marketing e Pesquisa de Mercado Gestão Financeira Gestão da Logística Gestão Estratégica Elaboração e Análise Orçamentária Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Estágio Supervisionado I Avaliação de Empresas Mercado de Capitais e Derivativos Técnicas de Consultoria e Assessoria Elaboração e Análise de Projetos Estágio Supervisionado II Jogos de Empresa 1 2 3 4 4 4 5 5 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 7 7 8 8 8 8 8 Conteúdos de Estudos Quantitativos e Suas Tecnologias O trabalho desenvolvido nessa área abrange conteúdos que levem o estudante à utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração tais como: Pesquisa Operacional. Teorias dos Jogos, modelos matemáticos e estatísticos bem como a aplicação de tecnologias. Integram essa área os seguintes conteúdos: Componente Matemática Básica Matemática para Decisões Administrativas I Matemática para Decisões Administrativas II Estatística Básica Estatística Inferencial Métodos Quantitativos Etapa 1 2 3 3 4 5 45 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Conteúdos de Formação Complementar Abrangem os estudos de caráter transversal que visam o enriquecimento do perfil do graduando como cidadão sensível às questões do desenvolvimento sustentável e às diferenças raciais e sociais bem como a educação em Direitos Humanos: Componente Atividades Complementares Tópicos Especiais em Administração I Tópicos Especiais em Administração II Componentes Optativos Cidadania, diversidade e heterogeneidade. Etapa 3–5-6 4 8 A definir pelo aluno 1 5.2 FLEXIBILIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE 5.2.1 Componentes Optativos No curso de Administração, são ofertados sete (07) componentes optativos para que o aluno escolha e curse durante o seu período de formação. Relação de Componentes Optativos: Direito Internacional Direito Financeiro Processos Interativos com a Pessoa Surda – LIBRAS Legislação Social e Previdenciária Legislação Tributária Contabilidade Avançada Planejamento Tributário O componente optativo Direito Internacional, ofertado na Organização Curricular do curso de Direito, objetiva fazer com que o aluno conheça as diversas normas reguladoras do moderno direito internacional, sua importância e repercussões dos problemas internacionais tanto na vida macro como microeconômica de cada país em um momento em que a globalização econômico-financeira é uma realidade. O objetivo deste componente é fazer com que o aluno conheça os princípios gerais, analise criticamente os acontecimentos na sociedade internacional e seus diversos 46 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA reflexos na ordem interna do país e possa correlacioná-los com a dinâmica dos negócios. O componente optativo Direito Financeiro ofertado na Organização Curricular do curso de Direito, objetiva capacitar o aluno para que o mesmo possa analisar, avaliar e interpretar situações relacionadas à Ordem Econômica, ligada que está ao orçamento e às relações de consumo. O discente deve estar apto a fundamentar suas análises no conhecimento técnico, bem como poder aplicar o saber jurídico de forma articulada, integrada, interdisciplinar e científica aos temas políticos, econômicos e sociais atuais. O componente optativo – Processos Interativos com a Pessoa Surda – LIBRAS é ofertado em atendimento à Lei nº 10.436/2002, regulamentada pelo Dec. Nº 5.626/2005 e aborda a singularidade e os fundamentos linguísticos dessa língua; o desenvolvimento psicossocial da pessoa surda; a história e a identidade do surdo e as políticas sociais e educacionais voltadas à surdez, numa abordagem sócio antropológica. Os estudos propostos objetivam compreender os modos de interação do surdo na sociedade e oferecer formação teórico-prática para a comunicação com pessoas surdas contribuindo para o atendimento das suas especificidades numa abordagem que traz de forma sucinta um estudo de práticas educacionais voltadas para a inclusão dessas pessoas. O componente optativo Legislação Social e Previdenciária, ofertado na Organização Curricular do curso de Ciências Contábeis, objetiva proporcionar maior percepção das relações jurídicas vivenciadas no dia a dia dos negócios, e ao mesmo tempo possibilitar a interpretação dos atos e fatos jurídicos dando enfoque aos principais institutos jurídicos no âmbito do Direito Público e Privado, bem como aos interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos, enfatizando a relação desses ramos do Direito com a Constituição Federal e suas implicações na gestão econômicofinanceira dos negócios. O componente optativo Legislação Tributária, ofertado na Organização Curricular do curso de Ciências Contábeis, propiciará ao aluno ser capaz de criticar e analisar as espécies e as formas pelas quais o Estado arrecada, culminando com estudos específicos relativos aos tributos, o trâmite legal pelo qual deve percorrer o Estado para efetivar o recolhimento do produto da arrecadação e as maneiras pelas quais 47 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA coercitivamente compele o contribuinte ao pagamento, enfim perceber o Direito Tributário como parte do ambiente organizacional e, portanto, base diretora dos negócios e do relacionamento empresa e estado. O componente optativo Contabilidade Avançada, ofertado na Organização Curricular do curso de Ciências Contábeis, propiciará ao aluno de Administração condições de elaborar, analisar e implementar atividades de assuntos contábeis avançados, com ênfase em demonstrações contábeis e os impactos da Equivalência Patrimonial, Compensação de Prejuízos, Ganhos e Perdas de Capital, Reavaliação de Bens, Concentração e Extinção de Sociedades e Demonstrações Financeiras Consolidadas, permitindo assim ao aluno aplicar, em níveis mais estratégicos, os conceitos da Contabilidade. O componente optativo Planejamento Tributário, ofertado na Organização Curricular do curso de Ciências Contábeis, propiciará ao aluno de Administração condições de elaborar, analisar e implementar ações gerenciais que otimizem, dentro da lei e da ética, uma gestão eficiente do recolhimento de tributos que melhorará a competitividade dos negócios no mercado em que estiver inserida. 5.2.2 Temas Transversais Os temas transversais, a serem trabalhados em todas as etapas do curso, visam à reconstrução do saber, à construção de novas modalidades de interpretação do real e à integração horizontal e vertical do currículo pela via da interdisciplinaridade. O curso inclui temas que promovem a transversalidade do currículo e, os trabalhos interdisciplinares orientados e acompanhados por professores possibilitam ao aluno a visão de um mesmo problema ou fenômeno sob diferentes ângulos promovendo o desenvolvimento dos alunos na convergência entre o ensino, a pesquisa e a extensão. A UNIUBE, ciente dos desafios que a atual realidade brasileira apresenta, especialmente no tocante às desigualdades sociais, explicita, em seus Projetos Pedagógicos, uma posição favorável à formação de valores e posturas relacionadas às questões do multiculturalismo, das relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira e o compromisso educativo com o fortalecimento do processo histórico de 48 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA construção de um país socialmente mais humano e mais justo – conforme preconizam a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), a Constituição Federal (1988), o Estatuto dos Direitos da Criança e do Adolescente (1990). Visa desta forma, à formação de profissionais comprometidos com o pleno desenvolvimento humano e com capacidade crítica para compreender de forma contextualizada os elementos que caracterizam a realidade hoje. Assim, as propostas curriculares dos cursos da UNIUBE abordam tais temáticas propostas pela Lei nº 11.645/2008, que trata da história e cultura afro-brasileira e indígena e da Lei nº 9.795/1999, que no seu Art. 11, considera a importância dos estudos e discussões sobre a dimensão ambiental na formação dos estudantes com a finalidade de promover a educação para mudança e a transformação social. As questões relacionadas à diversidade cultural, às desigualdades sociais e à cidadania no Brasil são abordadas na perspectiva das Ciências Sociais, com ênfase nas dimensões históricas e condições contemporâneas. Abordam-se as relações entre grupos sociais na perspectiva da construção de identidades, espaços culturais e territoriais. Analisam-se a diversidade dos sujeitos sociais, as relações entre o Estado e a Sociedade Civil, destacando-se a necessidade de construção de políticas sociais com a participação popular. A exclusão social hoje se dá simultaneamente pelas vias do trabalho, da cultura, da etnia, da idade, do gênero, e, assim sendo, torna-se difícil atribuí-la apenas um aspecto desse fenômeno, tendo em vista que se constitui de vários elementos. Deste modo, dificilmente poder-se-á compreender a situação sem antes conhecer o fenômeno da exclusão e suas formas de manifestação que são, muitas vezes, degradantes e tão presentes na sociedade contemporânea. Ao concebermos esta realidade, ganham importância as discussões sobre os tempos atuais: a sociedade globalizada neoliberal, a consequente necessidade da humanização do processo global, e os desafios impostos à educação frente às demandas e aos desafios do século XXI. Importa ressaltar que, nesse cenário, a educação precisa evidenciar seu potencial criativo, instigante e produtivo, em resposta às expressões da questão social, na consolidação da democracia e nos 49 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA direitos à cidadania, tornando-se um dos desafios emergentes. Há um fenômeno mundial, chamado exclusão social exigindo ações propositivas que visem à emancipação e garantia de direitos. A temática relacionada ao meio ambiente é desenvolvida de modo a contribuir para o entendimento do caráter interdisciplinar e transversal da educação ambiental, que ocorrerá por meio de um diálogo direto com os estudantes discutindo os programas educativos, dirimindo suas dúvidas, questionamentos, focalizando os temas de interesse e as experiências práticas que estão tendo êxito. São discutidos os conceitos fundamentais de ecologia, a crise ambiental, a saúde ambiental, a poluição ambiental, a avaliação ambiental e noções sobre desenvolvimento sustentável e legislação ambiental. O enfoque dado, de caráter humanístico, considera que o tema meio ambiente está intimamente ligado às questões socioeconômicas e culturais e que deve ser tratado de forma ética e responsável por todos. Tais temas revelam-se de forma transversal por meio de trabalhos de alunos, em sala de aula, eventos e atividades desenvolvidas pelo curso (palestras, debates, mesas redondas, seminários) o que concorre para a formação geral dos alunos desta universidade. O curso busca a eliminação de barreiras e a construção de uma sociedade inclusiva e a preocupação com a educação no campo. O atendimento aos princípios que orientam a educação brasileira nos remete ao respeito, às diferenças e à política de igualdade, tratando a qualidade da educação escolar na perspectiva da inclusão. Além de serem tratados de forma transversal, esses temas também ocupam o seu lugar nos currículos. No curso de Administração, tais temáticas estão presentes nos seguintes componentes curriculares: Cidadania: Heterogeneidade e Diversidade Sociologia das Organizações Tópicos Especiais em Administração I Ética Empresarial Tópicos Especiais em Administração II 50 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO-APRENDIZAGEM As atividades de ensino-aprendizagem estão organizadas de forma a permitir a integração de conteúdos e metodologias com o objetivo de se realizar uma abordagem interdisciplinar, favorecer a relação teoria/prática e integrar a pesquisa e a extensão ao processo de ensino-aprendizagem, durante todas as etapas do curso. Nesse sentido, são considerados componentes curriculares que dão flexibilidade ao currículo e possibilitam o aproveitamento do potencial científico. O curso possibilita a integração entre teoria e prática por meio da: Abordagem teórica dos temas, com fixação de aprendizagem, pelo uso intensivo dos estudos de casos. Aplicação prática para o desenvolvimento de habilidades intelectuais e sociais, por meio de Visitas-Técnicas de Estudo, Estágios Curriculares Obrigatórios e Estágios Não Obrigatórios, Atividades Complementares, palestras com profissionais do mercado e participação em projetos sociais e da IES, dentre outras atividades. Elaboração de Produtos/Serviços com características inovadoras. A interdisciplinaridade ocorre por meio de: Práticas no Laboratório de Informática. Realização do Projeto Integrado na 5ª etapa. Desenvolvimento de Plano de Negócios. Desenvolvimento de ações administrativas nos Estágios Curriculares Não Obrigatórios. Possibilidade de cursar a disciplina de Tópicos Especiais (I e II) em outros cursos da IES. Desenvolvimento de Produtos. 51 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA O incentivo à pesquisa, como forma de estabelecer a necessária integração entre ensino e pesquisa pode ser concretizado pela: Participação no Programa de Iniciação Científica (PIC). Participação em projetos de pesquisa da IES ou do curso. Apresentação de trabalhos em Seminários e eventos acadêmicos. Elaboração de trabalhos nas Atividades Complementares. Elaboração de trabalhos em conjunto com professor da disciplina (artigos, resenhas, trabalhos a serem publicados). A Gestão do curso, em constante contato com o mercado (empresas, instituições e ex-alunos) fomenta a prática do Estágio Não Obrigatório, o que faz do mesmo um dos que mais ofertam oportunidades de estágio e emprego efetivo aos discentes e egressos. Executivos e representantes de empresas são convidados para ministrar palestras, bem como, receber alunos para trabalhos práticos. 6.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares constituem-se em componente curricular aberto e flexível que estimula a prática de estudos independentes, visando a crescente autonomia profissional e intelectual dos alunos. Estão vinculadas aos perfis dos cursos, com a função de contribuir para a flexibilização do currículo, servindo de instrumento para que alunos e Instituição possam definir orientar e reorientar ações. São realizadas de forma autônoma pelos alunos, fora do horário regular de aula, sob supervisão do professor-orientador, a partir do elenco de sugestões do PIAC. São registradas no Histórico Escolar dos alunos. As Atividades Complementares, recomendadas pela LDB de Educação Nacional, Lei nº 9394/96, e regulamentadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais foram institucionalizadas e incorporadas aos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Universidade de Uberaba através das diretrizes institucionais fixadas pela Resolução 01/2003, como componente curricular aberto e flexível, “que tem como objetivo estimular a prática de estudos independentes, visando uma crescente 52 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA autonomia profissional e intelectual dos alunos.” (Artigo 2º) 01/2003. Até então essas atividades eram desenvolvidas separadamente em cada curso de graduação. A partir de 2005, conforme a Resolução 050/05 da IES, as Atividades Complementares passaram a ser coordenadas e organizadas pelo Programa Institucional de Atividades Complementares (PIAC). O Programa Institucional de Atividades Complementares – PIAC – tem como linha de ação a “EDUCAÇÃO PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA” e “EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE” sendo o eixo articulador, propositor, organizador e divulgador das diferentes propostas geradas para Atividades Complementares, integrando alunos e professores de todos os cursos, tornando mais visíveis as formas pelas quais a UNIUBE assume seu compromisso e responsabilidade social, estimulando o contato discente com a realidade social, econômica e cultural, para o exercício da cidadania. O Programa Institucional de Atividades Complementares é constituído por um Núcleo de Orientação e Coordenação, composto por professores de tempo contínuo da Universidade de Uberaba, indicados pelos diretores de curso e aprovados pelo Reitor, que têm por função orientar e acompanhar os alunos quanto à realização de propostas diversificadas de atividades complementares; aprovar e validar, em créditos, a participação dos alunos em atividades complementares à sua formação acadêmica, dentro ou fora da Instituição. Além desse Núcleo, é composto também por uma Secretaria, encarregada de fazer o atendimento aos alunos, receber e registrar os créditos correspondentes às Atividades Complementares validadas pelo Núcleo de Orientação e Coordenação. Objetivos do PIAC contribuir para a obtenção do perfil desejado, possibilitando que o aluno desenvolva as habilidades e competências estabelecidas em cada etapa do curso de origem; promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão; contribuir para a autonomia intelectual do aluno, colocando-o como corresponsável pela condução, conclusão e apresentação de conhecimentos obtidos, de forma continuada; 53 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA oportunizar ao aluno a realização de atividades de seu interesse, trabalhando sua vocação, desenvolvendo suas aptidões, sua postura e potencial empreendedor que o auxiliarão a decidir sobre os rumos de sua carreira profissional; promover a integração das Atividades Complementares como um Componente Curricular que transcende os limites dos cursos, estimula a vivência universitária e promove a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade; dar visibilidade às Atividades Complementares promovidas no âmbito dos diferentes cursos para toda a comunidade acadêmica; possibilitar inserção de atividades em equipe, favorecendo o desenvolvimento das habilidades de comunicação, relacionamento, cooperação e liderança; elaborar programas que acolham os alunos em projetos de significado social para a comunidade; inserir alunos em ações comunitárias, estimulando o contato com a realidade social, econômica e cultural, para o exercício da cidadania; incentivar e ampliar a participação dos alunos em eventos científicos, artísticos e culturais no âmbito da UNIUBE e da sociedade; inserir alunos no contato com o mercado de trabalho. Para efeito de validação e registro, as Atividades Complementares da Universidade de Uberaba traduzem-se em créditos. Em cada semestre, há ofertas de Atividades Complementares, quando o aluno deverá cumprir 30 créditos que correspondem a 60 horas na organização curricular do curso. No curso de Administração as Atividades Complementares acontecem em três (03) períodos, conforme descrito no Quadro 01. Somente serão reconhecidas e validadas as Atividades Complementares aprovadas e registradas pelo Programa Institucional de Atividades Complementares. Os créditos serão registrados e encaminhados à Diretoria de Serviços Acadêmicos (DSA) pela Secretaria do Programa Institucional de Atividades Complementares. Todas as informações sobre os eventos e créditos correspondentes à cada Atividade Complementar e aos comprovantes a serem apresentados para creditação junto ao PIAC, estão disponibilizados na página do aluno. 54 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Quadro 01: Etapas onde são desenvolvidas as Atividades Complementares no curso de Administração Etapa Carga-Horária 3ª 60 h/a 5ª 60 h/a 6ª 60 h/a 6.2 ESTÁGIO CURRICULAR De acordo com a lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, no seu art. 1º, “Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos” (...). Deve fazer parte do Projeto Pedagógico do Curso integrando o processo formativo do aluno tendo em vista o aprendizado de competências relacionadas à atividade profissional que ele irá exercer. O Estágio Supervisionado competências e habilidades possibilitará ao necessárias estagiário ao pleno a consolidação exercício das profissional, proporcionará a vivência de situações reais nas diversas áreas da atuação do administrador. O Estágio Supervisionado tem como objetivo aperfeiçoar os conhecimentos adquiridos no curso de Administração e aplicá-los na prática organizacional. Os objetivos e metas de estágio, presentes no planejamento das atividades, são adequadas às áreas de conhecimentos alcançados até a etapa em que o aluno está matriculado. A metodologia adotada consiste na orientação individual do aluno que realiza, sob a orientação do professor, o levantamento, a análise e as soluções condizentes com a complexidade organizacional. O acompanhamento do aluno ocorre uma vez por semana quando o estagiário demonstra seu desenvolvimento no campo de estágio (formulário disponibilizado em modelo próprio, carimbado e assinado). O estagiário elabora o Relatório Final do estágio referente ao assunto de maior relevância identificado no diagnóstico. Essas etapas estão presentes no cronograma estabelecido pelo professor e disponibilizadas nas aulas iniciais de orientação das atividades de estágio. É 55 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA obrigatório ter no mínimo 75% das frequências individuais com o professor supervisor. O Estágio Curricular Obrigatório do curso de Administração da Universidade de Uberaba é desenvolvido, resumidamente, conforme o quadro descritivo abaixo. Quadro 02: Distribuição dos Estágios Curriculares Supervisionados Período Atividade Objetivo Horas-aula de Supervisão Hora-Atividade Extraclasse 4º Estágio e Supervisão do Estágio Curricular de Aplicabilidade Verificar a aplicabilidade dos métodos e técnicas da Administração junto a realidade organizacional por meio de Linhas de Pesquisa. 40 h/aula 90 h/atividade Estágio e Supervisão de Estágio Curricular Obrigatório I Estágio e Supervisão do Estágio Curricular Obrigatório II 7º 8º Realizar análise global da organização. Intervir na realidade com a intenção de propor mudanças para os fenômenos observados. 40 h/aula 40 h/aula 90 h/atividade 100 h/atividade Os Estágios Curriculares, Obrigatórios ou Não Obrigatórios, possibilitam ao acadêmico uma série de vantagens importantes para a sua formação: aproximação com o mercado de trabalho, propiciando oportunidade de atuação em sua atividade específica; desenvolvimento de atividades práticas, conciliando-as com a teoria; busca de aprofundamento em área de interesse específico; conhecimento sobre a avaliação do mercado; oportunidade de testar habilidades adquiridas; contribuição para a formação dos perfis. A aprovação do aluno consiste no Conceito “H” de Habilitado quando obtida a frequência de 75% na Supervisão, 100% da carga horária no campo de estágio e nota mínima de 60,0 pontos. Caso o aluno não atenda algum dos três critérios terá o conceito “I” de Inabilitado. 56 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA O “Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado” do curso de Administração normatiza o funcionamento e operacionalização dos estágios e se encontra no Anexo B deste Projeto Pedagógico. 6.3 EMPRESA JÚNIOR A Multi Júnior, empresa júnior do curso de Administração do campus Uberlândia, criada em outubro de 2007, é uma empresa formada e gerida por estudantes da graduação, com o objetivo de prestar serviços de consultorias a micro e pequenas empresas ou instituições de caráter público, a baixo custo. Simultaneamente proporciona aos discentes a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho, além de estimular o aluno a aprofundar os estudos em busca de soluções para as falhas diagnosticadas nas organizações clientes. A Multi Júnior segue suas atividades sempre amparada pelo corpo docente e gestores da instituição, que demonstram a todo momento o apoio aos envolvidos. Negócio: consultoria e assessoria em vários segmentos de mercado. Missão: fornecer soluções empresariais através do conhecimento acadêmico multidisciplinar, integrando universidade e empresários em benefício da sociedade. Visão: ser referência no mercado através de inovações multidisciplinares. 6.4 PROJETO INTEGRADO Na 5ª etapa o aluno realiza o Projeto Integrado que proporciona ao aluno o interrelacionamento dos conhecimentos do 5º período em uma empresa real, com a finalidade de desenvolver uma visão integrada da Administração. Em equipe, após o Diagnóstico Empresarial, os alunos identificam um problema prioritário promovendo soluções por meio dos métodos e técnicas estudadas nos componentes curriculares cursados até a 5ª etapa do curso. 6.5 PRÁTICAS 57 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A Instituição incentiva e promove ações que auxiliam seus docentes a construir práticas pedagógicas inovadoras, o que contribui para o enriquecimento da proposta do curso. No curso de Administração tais práticas são realizadas por meio dos estágios curriculares obrigatórios (4ª. 7ª. e 8ª. Etapas), pelo Empreendedorismo Social (na 1ª. Etapa com a “Campanha Páscoa solidária” e no trabalho social ao final da disciplina Comportamento Empreendedor), Projeto Integrado (5ª. Etapa, com o projeto “Laboratório de novos produtos” onde um grupo de alunos identifica em determinada organização demanda(s) não atendida(s) e propõe produtos e/ou serviços inovadores, utilizando os conceitos/ferramentas/técnicas aprendidas nas disciplinas da etapa), Desenvolvimento de Novos Produto/Serviços (7ª. Etapa, na disciplina de Empreendedorismo de Novos Negócios, vinculado à criação de uma empresa fictícia), Elaboração de Planilhas Orçamentárias de Longo Prazo (para a empresa fictícia criada na disciplina de Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Negócios) e os trabalhos práticos de Consultoria e Assessoria desenvolvidos na etapa 8 (disciplina de Técnicas de Consultoria e Assessoria). 58 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Componentes Curriculares por Etapa Etapa 1 1 1 1 1 1 Etapa 2 2 2 2 2 Etapa 3 3 3 3 3 Componente Curricular Modalidade Teorias da Administração Semipresencial Matemática Básica Semipresencial Contabilidade Básica Semipresencial Comportamento Semipresencial Empreendedor Cidadania: Heterogeneidade Semipresencial e Diversidade Leitura e Produção de Textos Semipresencial Acadêmicos Total da carga horária: Total da carga horária da etapa Componente Curricular Modalidade Análise das Demonstrações Semipresencial Contábeis Sociologia das Organizações Semipresencial Teoria das Organizações Semipresencial Matemática para Decisões Semipresencial Administrativas I Instituições do Direito Semipresencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente Curricular Estatística Básica Contabilidade Gerencial e Análise de Custos Matemática para Decisões Administrativas II Organização, Sistemas e Métodos Modalidade Presencial Teórica Pres. NP 72,0 15,0 72,0 15,0 72,0 15,0 36,0 15,0 36,0 20,0 36,0 44,0 324,0 124,0 AT 448,0 Teórica Pres. NP 80,0 15,0 40,0 40,0 15,0 15,0 80,0 15,0 80,0 320,0 15,0 75,0 Prática Pres. NP AT 395,0 Teórica Pres. NP 80,0 Semipresencial 80,0 Presencial 80,0 Semipresencial 40,0 Informática Aplicada Semipresencial Atividades Complementares Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Prática Pres. NP 15,0 AT 10,0 15,0 15,0 280,0 Prática Pres. NP 45,0 40,0 40,0 435,0 60,0 70,0 59 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Etapa 4 4 4 4 4 4 Componente Curricular Economia de Empresas Estatística Inferencial Matemática Financeira Gestão de Materiais Tópicos Especiais em Administração I Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade Modalidade Semipresencial Presencial Semipresencial Semipresencial Presencial 5 5 5 5 5 5 5 Etapa 6 6 6 6 6 6 6 Componente Curricular Modalidade Administração dos Recursos Semipresencial Humanos Gestão da Produção Presencial Marketing Básico Presencial Macroeconomia e Políticas de Semipresencial Intervenção Métodos Quantitativos Presencial Projeto Integrado Presencial Atividades Complementares Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente Curricular Modalidade Gestão Financeira Presencial Gestão da Logística Semipresencial Estratégia de Marketing e Presencial Pesquisa de Mercado Fundamentos do Comércio Presencial Exterior Ética Empresarial Presencial Equipe e Liderança dos Semipresencial Recursos Humanos Atividades Complementares Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Prática Pres. NP AT 40,0 Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Etapa Teórica Pres. NP 80,0 15,0 40,0 80,0 15,0 40,0 15,0 280,0 45,0 Teórica Pres. NP 80,0 40,0 90,0 40,0 455,0 90,0 Prática Pres. NP 15,0 80,0 80,0 80,0 10,0 15,0 40,0 360,0 AT 40,0 30,0 Teórica Pres. NP 80,0 40,0 15,0 40,0 520,0 Prática Pres. NP 80,0 20,0 60,0 90,0 AT 30,0 40,0 40,0 40,0 15,0 320,0 30,0 60,0 90,0 440,0 60 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Etapa 7 7 7 7 7 7 Etapa 8 8 8 8 8 8 Componente Curricular Modalidade Gestão Estratégica Semipresencial Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Semipresencial Negócios Elaboração e Análise Semipresencial Orçamentária Sistemas de Informações Semipresencial Gerenciais Avaliação de Empresas Presencial Estágio Curricular Presencial Supervisionado I Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente Curricular Modalidade Teórica Pres. NP 80,0 15,0 40,0 15,0 80,0 15,0 40,0 15,0 Modalidade Direito Internacional Presencial Direito Financeiro Presencial Processos Interativos com a Semipresencial Pessoa Surda – LIBRAS Legislação Social e Presencial Previdenciária Legislação Tributária Presencial Contabilidade Avançada Presencial Planejamento Tributário Presencial Total da carga horária: Total: AT 40,0 280,0 60,0 Teórica Pres. NP Mercado de Capitais e Semipresencial 80,0 Derivativos Elaboração e Análise de Semipresencial 80,0 Projetos Jogos de Empresa Presencial 40,0 Técnicas de Consultoria e Presencial 40,0 Assessoria Tópicos Especiais em Presencial 40,0 Administração II Estágio Curricular Presencial Supervisionado II Total da carga horária: 280,0 Total da carga horária da etapa: Total da carga horária: 2448,0 Total da carga horária Geral: Componente Curricular Prática Pres. NP 40,0 90,0 40,0 470,0 90,0 Prática Pres. NP AT 15,0 15,0 40,0 100,0 40,0 450,0 439,0 200,0 3613,0 100,0 30,0 Teórica Pres. NP 80,0 40,0 40,0 60,0 6,0 66,0 4,0 4,0 4,0 178,0 68,0 60,0 60,0 314,0 Prática Pres. NP 530,0 AT 492,0 61 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 8 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 62 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 9 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA 1ª ETAPA TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO EMENTA Estudos sobre a visão de administração e da relação entre as organizações e a administração; a evolução do pensamento administrativo; as diferentes abordagens: clássica, humanística, comportamental, burocrática, neo-clássica, contingencial e sistêmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Campus, 2003-2005. 710 p. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2004. 434 p. SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson, 2001. 523 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDES, Cyro. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2006. 268 p. DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução a administração. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1998. 714 p. MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração: uma introdução. 22. ed. ampl. São Paulo: Pioneira, c1998. 230 p. MATEMÁTICA BÁSICA EMENTA Compreensão dos conceitos fundamentais da matemática por meio dos estudos sobre a teoria dos conjuntos e números; potenciação; expressões numéricas; expressões algébricas e equação de primeiro e segundo grau e coordenadas no plano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, Fernando César Marra e. Matemática básica para decisões administrativas. São Paulo: Atlas, 2007. 171 p. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2006. 227 p. UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Harbra, 2001. 674 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar. São Paulo: Atual, 1993. 1 v. GOLDSTEIN, Larry Joe. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000-2006. 484 p. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os cursos de economia, administração, ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1987-2014. 1 v. CONTABILIDADE BÁSICA EMENTA Compreensão dos princípios fundamentais da Contabilidade. Livros contábeis; método das partidas dobradas; razonetes; balanço patrimonial; demonstrativo de resultado do exercício; introdução ao balanço social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 1998-2010. 293 p. LEITE, Helio de Paula. Contabilidade para administradores. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. 518 p. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: a contabilidade como instrumento de análise, gerência e decisão, as demonstrações contábeis: origens e finalidades, os aspectos fiscais e contábeis das leis em vigor. 10. ed. rev. atual. e moder. São Paulo: Atlas, 2003. 502 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 7. ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2007. 646 p. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Curso de contabilidade para não contadores: para as áreas de administração, economia, direito, engenharia. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 282 p. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Introdução à teoria da contabilidade: para o nível de graduação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 288 p. 64 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR EMENTA Introdução aos estudos sobre o comportamento humano nas Organizações; análise das características do Comportamento Empreendedor; estudos sobre Grupos e Equipes, Comunicação, Criatividade, Inovação, Liderança, Cultura Organizacional e Identificação de Oportunidades de Negócios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações. São Paulo: Atlas, 2004-2007. 515 p. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999-2006. 312 p. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, c2005. 293 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2001. 307 p. ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007. 536 p. WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p. CIDADANIA: HETEROGENEIDADE E DIVERSIDADE EMENTA Reflexão sobre o exercício da cidadania, os direitos humanos e o meio-ambiente; compreensão da inter-relação entre esses conceitos e a desigualdade social oriunda da diversidade cultural brasileira que possibilita práticas e ações nas relações entre grupos sociais. BIIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 17. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013. 236 p. HEERDT, Mauri Luiz. Construindo ética e cidadania todos os dias: reflexões sobre temas filosóficos, sociais, políticos, econômicos e históricos. Florianópolis: Sophos, 2005. 223 p. SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves e. Aprender, ensinar e relações étnico-raciais no Brasil. Revistas Eletrônicas PUC5, Porto Alegre, v. 30, n. 3, p. 489-506, set./dez. 65 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 2007. Disponível em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/2745/2092>. Acesso em: 26 nov. 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Direitos humanos fundamentais. São Paulo: Saraiva, 2005-2007. 197 p. OLIVEIRA, Ângela M. A. de; CANEN, Ana. Multiculturalismo e currículo em ação: um estudo de caso. ANPED - Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, n. 21, p. 61-74, set./dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n21/n21a05.pdf>. Acesso em: 26 nov. 2014. SELLA, Adriano. Globalização neoliberal e exclusão social: alternativas...? São possíveis!. São Paulo: Paulus, 2002. 148 p. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS EMENTA Estudos de metodologia do trabalho científico, fundamentados na leitura analítica, crítica, comparativa e interdisciplinar dos tipos e gêneros textuais e de suas formas de organização sintática, semântica e discursiva, aplicadas à produção, em Língua Portuguesa, de textos acadêmicos, com ênfase na relação entre conhecimento, ciência e cultura, na comunicação contextualizada, nos suportes textuais, e na divulgação do conhecimento acadêmico e científico em conformidade com as atuais normas de apresentação estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Ivanilda; FREITAS, Faraídes Maria Sisconeto de. Comunicação e linguagens: leitura e produção de textos na graduação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 150 p. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coesão textual. 19. ed. São Paulo: Contexto, 2004-2005. 84 p. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 16. ed. São Paulo: Contexto, 2004. 118 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 21. ed. São Paulo: Ática, 2006. 102 p. CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 17. ed. Campinas: Papirus, 2006. 175 p. 66 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA FIGUEIREDO, Antônio Macena de; SOUZA, Soraia Riva Goudinho de. Como elaborar projetos, monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação do texto final. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2011. 284 p. ETAPA 2 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EMENTA Compreensão da estrutura das demonstrações contábeis. Introdução ao estudo das demonstrações contábeis em moeda constante; quocientes de liquidez, rentabilidade e atividade; alavancagem operacional e financeira e medição do lucro por ação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômicofinanceiro, comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. São Paulo: Atlas, 2006-2010. 371 p. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços: a análise de liquidez e do endividamento, a análise do giro, a análise da rentabilidade; a análise da alavancagem financeira. São Paulo: Atlas, 1998-2007. 225 p. MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial: como avaliar empresas, análise da gestão de caixa, análise da gestão de lucro, desempenho da diretoria. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 459 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial: a contabilidade como instrumento de análise, gerência e decisão, as demonstrações contábeis: origens e finalidades, os aspectos fiscais e contábeis das leis em vigor. 10. ed. rev. atual. e moder. São Paulo: Atlas, 2003. 502 p. MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 289 p. SILVA, Alexandre Alcantara da. Estrutura, análise e interpretação das demonstrações contábeis. 2 . ed. Ampliada e atualizada conforme Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. 229 p. SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES EMENTA Introdução ao estudo das Ciências Sociais aplicadas à Administração. As Ciências 67 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Sociais clássicas. Aspectos culturais brasileiros e cultura organizacional. Controle social e organizacional. Globalização. Responsabilidade social. Relações de trabalho e flexibilização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada a administração. 7. ed. rev. São Paulo: Saraiva, c2009. 144 p. CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia aplicada à administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 225 p. DE MASI, Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-industrial. 4. ed. Rio de Janeiro: Ed. UnB, 2000- [2006]. 354 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOTTA, Fernando C. Prestes; CALDAS, Miguel P. Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas, 1997. 325 p. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações: uma análise do homem e das empresas no ambiente competitivo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c1999. 337 p. SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações: o desafio das formas de gestão. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 399 p. TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES EMENTA Estudos sobre as funções organizacionais de planejamento, organização, direção e controle. Estudos sobre os processos organizacionais; desempenho organizacional; gestão organizacional; compreensão das relações interorganizacionais e ambiente. Estudo das tendências atuais da Administração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Campus, 2003-2005. 710 p. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 6. ed, rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2004. 434 p. SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson, 2001. 523 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDES, Cyro. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2006. 268 p. 68 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução a administração. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1998. 714 p. MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração: uma introdução. 22. ed. ampl. São Paulo: Pioneira, c1998. 230 p. MATEMÁTICA PARA DECISÕES ADMINISTRATIVAS I EMENTA Estudos sobre a função linear; função quadrática; função exponencial; função logarítmica; inequações de 1º e 2º grau; álgebra matricial; sistemas lineares; continuidade e descontinuidade de função de uma variável. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, Fernando César Marra e. Matemática básica para decisões administrativas. São Paulo: Atlas, 2007. 171 p. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia, administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 1v. WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Harbra, 2001. 674 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOLDSTEIN, Larry Joe. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000-2006. 484 p. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia, administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 2 v. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada a economia: síntese da teoria, mais de 300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 247 p. INSTITUIÇÕES DO DIREITO EMENTA Introdução ao estudo do Direito. Abordagem de conhecimentos básicos sobre Direito constitucional; Direito administrativo; Direito tributário; Direito penal. Direito civil; Direito do consumidor; Direito comercial; Direito do trabalho e Responsabilidade civil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO, Fábio Ulhôa. Manual de direito comercial: direito de empresa. 19. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2007. 69 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 440 p. MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005-2013. 403 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de direito público e de direito privado. 12. ed. rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2003-2006. 305 p. MACHADO, Hugo de Brito. Introdução ao estudo do direito. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 244 p. VENOSA, Sílvio de Salvo. Introdução ao estudo do direito: primeiras linhas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 317 p. ETAPA 3 ESTATÍSTICA BÁSICA EMENTA Estudos sobre: medidas de tendência central; medidas de variabilidade e dispersão; probabilidades e distribuição de probabilidades (normal, binomial, poisson). Introdução à elaboração de amostragem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo: Pioneira, 2002. 642 p. BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com Excel: para cursos de administração e economia. Rio de Janeiro: Campus, c2001. 250 p. MORETTIN, Pedro Alberto, 1942. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 2003-2006 526 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOWNING, Douglas. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 351 p. FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. 404 p. SILVER, Mick S. Estatística para administração. São Paulo: Atlas, 2000. 458 p. 70 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA CONTABILIDADE GERENCIAL E ANÁLISE DE CUSTOS EMENTA Introdução aos estudos sobre a natureza e conceitos básicos da contabilidade gerencial. Compreensão do conceito e comportamento dos custos. O custeio por absorção; custeio ABC; custo padrão; custeio variável. Compreensão da relação custo x volume x lucro. Formação do preço de venda. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos: uma abordagem gerencial. 11. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 1 v. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2003-2006. 370 p. WELSCH, Glenn A. Orçamento empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1983. 397 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, Adriano Leal. A análise contábil e financeira. São Paulo: Atlas, 2010. 329 p. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2013. 332 p. PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 641 p. MATEMÁTICA PARA DECISÕES ADMINISTRATIVAS II EMENTA Estudos sobre limites polinomiais e exponenciais. Compreensão dos Modelos matemáticos e das regras e aplicações de derivadas. Estudos sobre integrais definidas e indefinidas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia, administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 1 v. TAN, Soo Tang. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo: Pioneira Thompson Learnig, 2001. 638 p. WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Harbra, 2001. 674 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOLDSTEIN, Larry Joe. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000-2006. 484 p. 71 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para cursos de economia, administração, ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 2 v. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada a economia: síntese da teoria, mais de 300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 247 p. ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS EMENTA Estudo dos fundamentos da organização. Compreensão da natureza da organização, sistemas e métodos. Elaboração de gráficos de organização e controle. Estudos sobre departamentalização; estruturas organizacionais. Análise funcional e estrutural. Análise e distribuição do espaço. Análise e distribuição do trabalho. Elaboração de formulários, manuais e regulamentos. Fluxo de informações; técnicas de levantamento. Introdução ao PERT/CPM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHINELATO FILHO, João. O & M integrado à informática. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. 16. ed. reest. e atual. São Paulo: Atlas, 2006. 468 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASAROTTO FILHO, Nelson; FÁVERO, José Severino; CASTRO, João Ernesto Escosteguy. Gerência de projetos / engenharia simultânea: organização, planejamento, programação, PERT/CPM, PERT/custo, controle, direção. São Paulo: Atlas, 2006. 173 p. CERQUEIRA, Jorge Pedreira de. Sistemas de gestão integrados: ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, SA 8000, NBR 16001: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro: Qualitymark, c2006. 499 p. MELLO, Carlos Henrique Pereira. ISO 9001:2000: sistema de gestão da qualidade para operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2007. 224 p. INFORMÁTICA APLICADA EMENTA Estudos sobre o sistema Windows; programa Excel; programa Word; programa Power Point, visando sua aplicação em situações relacionadas às necessidades das organizações. 72 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com Excel: para cursos de administração e economia. Rio de Janeiro: Campus, c2001. 250 p. MANZANO, José Augusto N. G.; MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de Microsoft Excel 2013 avançado. São Paulo: Livros Érica, 2013. 284 p. NEUFELD, John L. Estatística aplicada à administração usando Excel. São Paulo: Prentice Hall, 2003. 434 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORNACHIONE JUNIOR, Edgard Bruno. Informática aplicada às áreas de contabilidade, administração e economia. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 306 p. LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. São Paulo: Lapponi Treinamento e Editora, 2000. 450 p. REHDER, Wellington da Silva. Guia prático Microsoft Office PowerPoint 2003. Santa Cruz do Rio Pardo: Viena, 2005. 133 p. ETAPA 4 ECONOMIA DE EMPRESAS EMENTA Estudo sobre o funcionamento do sistema econômico. Compreensão e análise da teoria do consumidor; teoria do funcionamento do mercado: demanda, oferta e equilíbrio do mercado. Estudo das elasticidades e da teoria da produção. Compreensão das estruturas do mercado (monopólio, monopsônio, concorrência, oligopólio). BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALL, Robert E. Microeconomia: princípios e aplicações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c2003. 603 p. MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2004. 309 p. PINDYCK, Robert S. Microeconomia. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 711 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Luís Carlos P. Microeconomia introdutória: para cursos de administração e contabilidade. São Paulo: Atlas, 1996-2000. 180 p. 73 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA VARIAN, Hal R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Campus, 2012. 821 p. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: micro e macro: teoria e exercícios, glossário com os 260 principais conceitos econômicos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 439 p. ESTATÍSTICA INFERENCIAL EMENTA Estudos sobre: intervalo de confiança; testes de hipóteses; teste do qui-quadrado; regressão linear simples; regressão linear múltipla. Análise de correlação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. São Paulo: Pioneira, 2002. 642 p. FONSECA, Jairo Simon da. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 267 p. FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. 404 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOWNING, Douglas. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 351 p. MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 2003-2006 526 p. SILVER, Mick S. Estatística para administração. São Paulo: Atlas, 2000. 458 p. MATEMÁTICA FINANCEIRA EMENTA Introdução ao estudo da Matemática Financeira. Compreensão da utilização de operações como: juros simples; juros compostos; anuidades e empréstimos; sistemas de amortização; fluxo de caixa; descontos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9. ed. atual. conforme as Leis 11.638/07 e 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. 583 p. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2004-2006. 410 p. 74 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira: uso de calculadoras financeiras, aplicações ao mercado financeiro, introdução a engenharia econômica, 300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 260 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 448 p. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2010. 286 p. ZENTGRAF, Roberto. Matemática financeira objetiva. 3. ed. Rio de Janeiro: Editoração: ZTG, 2002. 370 p. GESTÃO DE MATERIAIS EMENTA Elaboração do dimensionamento e controle de estoques. Abordagem J.I.T. Introdução aos estudos sobre armazenamento de materiais; movimentação de materiais; administração de compras; distribuição e transporte. Administração patrimonial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARNOLD, J. T. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas, 2006. 521 p. BAILY, Peter J. H. Compras: princípios e administração. São Paulo: Atlas, 2000. 471 p. MARTINS, Petrônio G. Administração de materiais e recursos patrimoniais. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 441 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1993. 399 p. GURGEL, Floriano do Amaral. Logística industrial. São Paulo: Atlas, 2000. 484 p. SLACK, Nigel. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 747 p. TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I EMENTA Contemplar-se-á nesta disciplina um elenco de temas e ou atividades que vise principalmente o acompanhamento das constantes mudanças ambientais, de gestão e inovações tecnológicas e seus impactos regionais, nacionais e internacionais. A 75 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA programação envolverá professores, executivos e profissionais com destacada posição no meio acadêmico, empresarial e em instituições públicas e privadas e será conduzida pelo emprego de estratégias educacionais como filmes, palestras, seminários, estudos de caso e visitas técnicas de estudo.3 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALIGLERI, Lilian; ALIGLERI, Luiz Antonio; KRUGLIANSKAS, Isak. Gestão socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade do negócio. São Paulo: Atlas, 2009. 245 p. PINSKY, Jaime; CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Práticas de cidadania. São Paulo: Contexto, 2004. 283 p. TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 7. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2011. 395 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AWKEN, Paul. Capitalismo natural: criando a próxima revolução industrial. 6. ed. São Paulo: Cultrix, 2007. 358 p. DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 169 p. GARCIA, Joana. O negócio do social. Rio de Janeiro: J. Zahar, c2004. 61 p. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE APLICABILIDADE EMENTA Componente curricular, parte da formação profissional do aluno, que objetiva aprofundar os estudos acerca dos fenômenos administrativos e organizacionais, e suas inter-relações com a realidade social na sua totalidade; aprofundamento dos estudos relacionados à aplicabilidade dos métodos e técnicas da administração junto a uma realidade organizacional e social, propondo alternativas de ações diante de uma dada situação. 3 Ementa em vigor (2015) Conjuntura Econômica: Política Fiscal, Cambial e Comercial. Política Fiscal: Definição e Compreensão do papel do governo na economia, seja arrecadando receitas ou gastando afim de financiar os seus gastos. Política Cambial: Definição e mostrar o impacto que a taxa de câmbio tem para as exportações e importações. Política Comercial: Identificar a importância do comércio exterior para a geração de renda e emprego no país. Discussão de Conjuntura Econômica num mundo contemporâneo. 76 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Normalização da Documentação no Brasil. Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação. Rio de Janeiro. COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p. SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 228 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, Claudia Rosa. Monografia no curso de administração: guia completo de conteúdo e forma. 3. ed. rev. São Paulo: Atlas, 2010. 192 p. BARREIRO, Carlos Henrique. Estágio curricular supervisionado: engenharias. Uberaba: Universidade de Uberaba, 2013. 48 p. PARONETO, Glaura Morais. Estágio curricular supervisionado: licenciaturas. Uberaba: Universidade de Uberaba, 2010. 46 p. ETAPA 5 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS EMENTA Estudos sobre a função estratégica do RH. Compreensão das políticas de recursos humanos. Análise de cargos e salários; recrutamento e seleção; avaliação de desempenho; treinamento e desenvolvimento. Caracterização das tendências atuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOHLANDER, George. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c2003. 547 p. CARVALHO, Antonio Vieira de; SERAFIM, Oziléa Clen Gomes; NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Administração de recursos humanos. São Paulo: Cengage Learning, c1993-c1995. 2 v. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações. São Paulo: Atlas, 2004-2007. 515 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa. 3. ed. São Paulo: Makron Books, c1997. 257 p. 77 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007. 536 p. WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p. GESTÃO DA PRODUÇÃO EMENTA Fundamentação sobre a importância estratégica da administração da produção. Elaboração de Projeto de processo e do produto e serviço; do Projeto de arranjo físico e balanceamento. Estudos sobre planejamento e controle da produção; JIT e operações enxutas; controle estatístico de processo. Introdução ao “seis sigma”. Caracterização da Manutenção. Qualidade Total: conceitos, técnicas e ferramentas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GURGEL, Floriano do Amaral. Administração do produto. São Paulo: Atlas, 20012008. 537 p. MARTINS, Petrônio G. Administração da produção. 2. ed. rev. aum. e atual. São Paulo: Saraiva, 2005-2006. 562 p. SLACK, Nigel. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 747 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 8. ed. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. 266 p. MATTAR, Fauze Najib. Gestão de produtos, serviços, marcas e mercados: estratégias e ações para alcançar e manter-se "Top of market". São Paulo: Atlas, 2009. 442 p. WERKEMA, Maria Cristina Catarino. Criando a cultura Seis Sigma. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. 253 p. MARKETING BÁSICO EMENTA Estudos dos conceitos e fundamentos de marketing. Caracterização dos sistemas, funções e atividades e ambiente de marketing. Análise dos componentes de mercado; da segmentação de mercado. Análise concorrencial. Análise da demanda. Estudos sobre: planejamento de marketing; comportamento do consumidor. diferenciação e posicionamento; vendas; composto marketing mix. Análise das tendências do marketing contemporâneo. 78 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHURCHILL, Gilbert A. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, c2000-2013. 626 p. COBRA, Marcos. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 552 p. KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2000-2005. 764 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FITZSIMMONS, James A; FITZSIMMONS, Mona J. Administração de serviços: operações, estratégia e tecnologia de informação. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 583 p. MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 720 p. SCHIFFMAN, Leon G. Comportamento do consumidor. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2000. 475 p. Fita de Vídeo: BARRETO, Patrícia; CARVALHO, Paulo Monteiro de; GALDINO, Sérgio. Pesquisa de Marketing. Belo Horizonte: Gestão & Negócios, [200-]. 1 fita de vídeo (25 min), VHS/NTSC/HI-FI, son., color. MACROECONOMIA E POLÍTICAS DE INTERVENÇÃO EMENTA Estudos sobre agregados macroeconômicos. Compreensão da atuação do Setor público nas políticas de intervenção; política fiscal; política monetária. Análise do mercado monetário; inflação; mercado de divisas; balanço de pagamentos. Recentes planos de estabilização econômica. Abertura, inserção econômica e competitividade sistêmica. Globalização econômica. Recentes crises econômicas mundiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. São Paulo: Pearson Education: Prentice Hall, 2004-2007. 620 p. FROYEN, Richard T. Macroeconomia. São Paulo: Saraiva, 2006. 635 p. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GREMAUD, Amaury Patrick. Manual de macroeconomia: nível básico e nível intermediário. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 388 p. 79 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LIMA, Adriano Dawison de. Macroeconomia e políticas de intervenção: métodos quantitativos. São Paulo: Pearson Addison Wesley, c2011. 228 p. MANKIW, N. Gregory. Macroeconomia. São Paulo: Makron Books, 1995-c2001. 356 p. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Fundamentos de economia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. 246 p. MÉTODOS QUANTITATIVOS EMENTA Estudos sobre programação linear; programação não linear. Elaboração de Simulações. Utilização de Métodos do caminho crítico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORRAR, Luiz João; THEÓPHILO, Carlos Renato. Pesquisa operacional para decisão em contabilidade e administração: contabilometria. São Paulo: Atlas, 2007. 490 p. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões: modelagem em Excel. 2. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 384 p. SILVA, Ermes Medeiros da. Pesquisa operacional: programação linear, simulação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1998-2007. 184 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ENDER, Barry; STAIR, Ralph M.; HANNA, Michael E. Análise quantitativa para administração. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 776 p. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, c2007. 213 p. RAGSDALE, Cliff T. Modelagem e análise de decisão. São Paulo: Cengage Learning, c2010. 590 p. PROJETO INTEGRADO EMENTA Realização de um trabalho em equipe, visando à tomada de decisões e a identificação das áreas do estudo acadêmico na prática empresarial. Analise de situações presentes em uma empresa real escolhida, a partir da integração e da inter-relação do conhecimento de todos os componentes da etapa, para a proposição e ou implementação de melhorias gerenciais. 80 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicação e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2007-2009. 225 p. SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 228 p. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007. 304 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158 p. AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2006. 205 p. BARBOSA, Ivanilda; FREITAS, Faraídes Maria Sisconeto de. Comunicação e linguagens: leitura e produção de textos na graduação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 150 p. ETAPA 6 GESTÃO FINANCEIRA EMENTA Estudo sobre finanças e administração; alavancagem financeira; administração de gastos e custos. Compreensão do processo de fluxo de caixa. Análise de decisões de investimento e financiamentos. Estudo sobre fontes de financiamento, projeções e análise das demonstrações financeiras (curto e longo prazo). BIBLIOGRAFIA BÁSICA GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 1997-[2007]. 745 p. MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 289 p. ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 776 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 448 p. 81 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 716 p. LEITE, Hélio de Paula. Introdução à administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1994. 470 p. GESTÃO DA LOGÍSTICA EMENTA Estudos sobre a logística no Brasil; integração logística; gerenciamento de alianças e desafios logísticos. Compreensão do conceito de posicionamento logístico e gerenciamento de cadeia de suprimentos. Análise da logística no varejo virtual. Caracterização do transporte e comércio local e mundial. Avaliação dos custos logísticos. Mensuração do desempenho logístico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Sérgio Querino; BORGES, Laércio Alaim; AZZOLINI JÚNIOR, Walther. Gestão de produção. Gestão de logística. São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2012. 134 p. BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. 388 p. BOWERSOX, Donald J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2004. 594 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística: e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, c2003. 509 p. FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter; FIGUEIREDO, Kleber Fossati; RODRIGUES, Alexandre. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2000. 372 p. NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. 3. ed. rev. atual. ampl. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier, c2007. 400 p. ESTRATÉGIAS DE MARKETING E PESQUISA DE MERCADO EMENTA Estudos sobre o planejamento e elaboração de pesquisa de mercado e ciclo de vida de um produto. Confecção de matriz de análise de portfólio (BCG). Estudo relacionado às estratégias de crescimento, desenvolvimento de produtos e conceitos e decisão estratégica de marca; Briefing; lançamento de produtos. Análise das tendências do 82 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA marketing contemporâneo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOONE, Louis E. Marketing contemporâneo. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 776 p. KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2000-2005. 764 p. MATTAR, Fauze Najeb. Pesquisa de marketing. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005-2006. 2 v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERRELL, O. C.; HARTLINE, Michael D. Estratégia de marketing. São Paulo: Cengage Learning, c2010. 641 p. GURGEL, Floriano do Amaral. Administração do produto. São Paulo: Atlas, 20012008. 537 p. MATTAR, Fauze Najib. Gestão de produtos, serviços, marcas e mercados: estratégias e ações para alcançar e manter-se "Top of market". São Paulo: Atlas, 2009. 442 p. FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR EMENTA Compreensão da política brasileira de comércio exterior. Estudos sobre sistema administrativo (SISCOMEX); sistema fiscal; regimes aduaneiros; acordos internacionais; logística internacional; incentivos fiscais e financeiros; custos de importação e exportação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar; BORTOTO, Artur César. Comércio exterior: teoria e gestão. São Paulo: Atlas, 2004. 404 p. MINERVINI, Nicola. O exportador: ferramentas para atuar com sucesso nos mercados internacionais. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2005. 250 p. VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 347 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCIA, Luiz Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de preços. 6. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2005-1997. 217 p. 83 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 443 p. VIEIRA, Guilherme Bergmann Borges; SANTOS, Carlos Honorato Schuch. Logística e distribuição física internacional: teoria e pesquisas. São Paulo: Lex :Aduaneiras, 2006. 232 p. ÉTICA EMPRESARIAL EMENTA Aprofundamento dos conhecimentos teórico-conceituais relacionados à Filosofia e à Ética. Análise de padrão ético e códigos éticos. Ref lexões e estabelecimento de relações entre ética pessoal e ética nos negócios. Discussão sobre o significado de responsabilidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PINSKY, Jaime; CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Práticas de cidadania. São Paulo: Contexto, 2004. 283 p. SÁNCHEZ VÁSQUEZ, Adolfo. Ética. 35. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013. 302 p. SANTOS, Savio Gonçalves dos. Políticas sociais e ética nas organizações. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2011. 238 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASHLEY, Patrícia Almeida; QUEIROZ, Adele. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 240 p. MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, c2010. 374 p. SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações: o desafio das formas de gestão. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 399 p. EQUIPE E LIDERANÇA DOS RECURSOS HUMANOS EMENTA Compreensão dos conceitos de equipe e liderança. Estudos sobre motivação; gestão participativa; liderança. Conhecimento sobre técnicas de negociação. Vivência de metodologias para aprimoramento das relações interpessoais nas organizações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERGAMINI, Cecília Whitaker. Liderança: administração do sentido. São Paulo: Atlas, 1994. 234 p. 84 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BERGAMINI, Cecília Whitaker. Motivação nas organizações. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2013. 182 p. WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa. 3. ed. São Paulo: Makron Books, c1997. 257 p. FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2003-2006. 284 p. JOHNSON, Spencer. Quem mexeu no meu queijo?. Rio de Janeiro: Record, 20042006. 107 p. ETAPA 7 GESTÃO ESTRATÉGICA EMENTA Estudo sobre as teorias na Administração. Conceituação de mudança, sobrevivência e competitividade nas organizações. Caracterização de administração estratégica. Reflexão sobre o conceito de visão e missão nas organizações e sobre a elaboração de objetivos gerais. Estudos sobre análise ambiental; cenários; segmentação estratégica. Formulação de estratégias gerais e estratégias de negócios. Escolha e implementação da estratégia. Controle estratégico. Falhas Estratégicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação da estratégia. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2005. 304 p. GHEMAWAT, Pankaj; CUNHA, Patrícia Lessa Flores da. A estratégia e o cenário dos negócios. Porto Alegre: Bookman, 2000-2007. 176 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 331 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Bruno Henrique Rocha. Administração estratégica: da competência empreendedora à avaliação de desempenho. São Paulo: Saraiva, 2006. 264 p. HITT, Michael A. Administração estratégica: competitividade e globalização. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, c2008. 415 p. 85 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Campus, c1997. 344 p. EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS NEGÓCIOS EMENTA Estudos sobre a evolução do conceito de empreendedorismo e do perfil do empreendedor. Análise dos processos para abertura de negócios e riscos. Identificação de oportunidades. Criatividade e Execução. Elaboração de Plano de Negócio. Análise de viabilidade econômico-financeira do negócio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2004-2005 368 p. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999-2006. 312 p. DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship: prática e princípios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c1986. 378 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRITTO, Francisco. Empreendedores brasileiros: vivendo a aprendendo com grandes nomes. 6. ed. Rio de Janeiro: Negócio, 2003. 246 p. LONGENECKER, Justin G. Administração de pequenas empresas. São Paulo: Cengage Learning, c2007. 498 p. SALIM, Cesar Simões. Administração empreendedora: teoria e prática usando estudos de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 226 p. ELABORAÇÃO E ANÁLISE ORÇAMENTÁRIA EMENTA Estudos sobre orçamento e planejamento orçamentário. Exame de questões relacionadas à previsão de vendas e produção; previsão de materiais. Estudo sobre orçamento de operação, custos, despesas estoque. Orçamento de investimentos e imobilizado. Elaboração de demonstrativos financeiros. Estudo sobre avaliação orçamentária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. 4. ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2007. 225 p. 86 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 776 p. SANVICENTE, Antonio Zoratto. Orçamento na administração de empresas: planejamento e controle. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 1995. 219 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9. ed. atual. conforme as Leis 11.638/07 e 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. 583 p. LUNKES, Rogério João. Manual de orçamento. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 176 p. MOREIRA, José Carlos Teixeira. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 205 p. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS EMENTA Análise dos conceitos de sistemas e subsistemas. Compreensão do processo de gestão e tecnologia de informação. Fundamentação sobre instrumentos de gestão. ERP. Estudos sobre relacionamento usuário e informação; sistema de informações estratégicas e comércio eletrônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA O'BRIEN, James A. Sistemas de informação: e as decisões gerenciais na era da internet. São Paulo: Saraiva, c2004. 436 p. REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2006. 327 p. STAIR, Ralph M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. São Paulo: Cengage Learning, c2006. 646 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUDY, Jorge Luís Nicolas. Sistemas de informação: planejamento e alinhamento estratégico nas organizações. Porto Alegre: Bookman, c2003. 160 p. GORDON, Steven R. Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2006. 377 p. SÊMOLA, Marcos. Gestão da segurança da informação: uma visão executiva. Rio de Janeiro: Elsevier, c2003. 156 p. 87 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS EMENTA Compreensão dos processos de avaliação dos ativos tangíveis e intangíveis; valores de entrada e saída. Estudos sobre métodos usuais de avaliação de empresas: patrimonial contábil, patrimonial pelo mercado; P/L de ações similares; capitalização dos lucros, múltiplos de faturamento e fluxo de caixa; método EVA e método MVA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINSON, Anthony A. et al. Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas, 2001. COPELAND, Thomas E. Avaliação de empresas: valuation: calculando e gerenciando o valor das empresas. 3. ed. São Paulo: Pearson: Makron Books, c2002. 499 p. Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras; MARTINS, Eliseu. Avaliação de empresas: da mensuração contábil à econômica. São Paulo: Atlas, 2001-2006. 414 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAMODARAN, Aswath. Avaliação de empresas. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2007. 464 p. MARTELANC, Roy; PASIN, Rodrigo; PEREIRA, Fernando. Avaliação de empresas: um guia para fusões & aquisições e private aquity. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2010. 302 p. SANTOS, José Odálio dos. Avaliação de empresas: cálculo e interpretação do valor das empresas: um guia prático. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, c2008. 263 p. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I EMENTA Aprofundamento dos conhecimentos adquiridos visando o domínio do instrumental necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial, operacional e ambiental de uma organização. Levantamento e análise da situação organizacional e do contexto da organização, objeto de estudo. Proposição de intervenção na realidade com a intenção de provocar mudanças para os fenômenos observados. Desenvolvimento de uma análise global da organização, identificando a área de atuação específica. Desenvolvendo do plano de estágio para o próximo período. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de 88 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 277 p. OLIVEIRA NETTO, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 2. ed. rev. e atual. Florianópolis: VisualBooks, 2006. 174 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158 p. AZEVEDO, Claudia Rosa. Monografia no curso de administração: guia completo de conteúdo e forma. 3. ed. rev. São Paulo: Atlas, 2010. 192 p. SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 228 p. ETAPA 8 MERCADO DE CAPITAIS E DERIVATIVOS EMENTA Aprofundamento dos estudos sobre o sistema financeiro nacional; produtos financeiros; avaliação de aplicações com risco; carteira de aplicações; mercado de ações a vista; mercado de opções; derivativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 716 p. PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de capitais: fundamentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 349 p. ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 776 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVALCANTE, Francisco. Mercado de capitais: o que é, como funciona. 6. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: CNB: Campus, c2005. 371 p. FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. 16. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 812 p. 89 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, c2005. 547 p. ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS EMENTA Elaboração e planejamento de projeto. Compreensão das técnicas de capitalização e desconto. Análise do fluxo de caixa. Estudos sobre custo do capital. Demonstração do resultado projetado. Análise de viabilidade econômica e financeira. Análise de custo x benefício. Gerenciamento de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUARQUE, Cristovam; JAVIER OCHOA, Hugo. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Elsevier, c1994. 266 p. DINSMORE, Paul Campbell; SILVEIRA NETO, Fernando Henrique da. Gerenciamento de projetos: como gerenciar seu projeto com qualidade, dentro do prazo e custos previstos. Rio de Janeiro: Qualitymark, c2004. 150 p. KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 821 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 1997-[2007]. 745 p. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: fundamentos. Rio de Janeiro: Elsevier, c2005. 319 p. ROSS, Stephen A. Administração financeira: corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 776 p. JOGOS DE EMPRESA EMENTA Estudo sobre a teoria dos jogos e suas características. Conhecimento de estratégias em jogos empresariais; simulações de jogos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação da estratégia. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2005. 304 p. 90 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007. 180 p. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa e técnicas vivenciais. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil: Prentice Hall, c2007. 142 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MILITÃO, Albigenor; MILITÃO, Rose. Jogos, dinâmicas e vivências grupais: como desenvolver sua melhor "técnica" em atividades grupais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000. 230 p. MILITÃO, Albigenor. S.O.S.: dinâmica de grupo. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. 176 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 331 p. TÉCNICAS DE CONSULTORIA E ASSESSORIA EMENTA Estudo dos fundamentos do comportamento organizacional, mudanças e negociação. Compreensão do papel do consultor e dos tipos de consultoria. Caracterização das habilidades do consultor. Intervenção eficaz e ineficaz. Análise do mercado: como diagnosticar e atuar. Compreensão da consultoria como atividade profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2006-2010. 421 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria empresarial: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 2010-2012. 213 p. RODRIGUES, Sérgio Bernardo. Consultoria empresarial: uma abordagem educacional e profissional. Rio de Janeiro: WalPrint, 2005. 82 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CROCCO, Luciano. Consultoria empresarial. São Paulo: Saraiva, 2005-2010. 134 p. SUCESSO, Edina Bom. Competências em consultoria: a teoria, na prática. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 226 p. WAGNER III, John A.; MOREIRA, Cid Knipel. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva, c1999-2006. 496 p. 91 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II EMENTA Contemplar-se-á nesta disciplina um elenco de temas e ou atividades que vise principalmente o acompanhamento das constantes mudanças ambientais, de gestão e inovações tecnológicas e seus impactos regionais, nacionais e internacionais. A programação envolverá professores, executivos e profissionais com destacada posição no meio acadêmico, empresarial e em instituições públicas e privadas e será conduzida pelo emprego de estratégias educacionais como filmes, palestras, seminários, estudos de caso e visitas técnicas de estudo.4 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENTES, Amaury. TI Update: a tecnologia da informação nas grandes empresas. Rio de Janeiro: Brasport, c2008. 242 p. MATTOS, João Roberto Loureiro de. Gestão da tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2005. 278 p. NELSON, Richard R. Tecnologia, aprendizado e inovação: as experiências das economias de industrialização recente. Campinas: Ed. UNICAMP, c2005. 503 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Revista de Administração de Empresas (RAE) Revista Exame Revista HSM Management ZACCARELLI, Sérgio B. Estratégia e sucesso nas empresas. São Paulo: Saraiva, 2004. 244 p. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II EMENTA Aprofundamento dos conhecimentos relacionados ao domínio do instrumental necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial, operacional e ambiental de uma organização. Levantamento e análise da situação organizacional e do contexto onde se encontra localizada a organização, objeto de estudo. Intervenção na realidade 4 Ementa em vigor (2015) Conjuntura Econômica: Política Fiscal, Cambial e Comercial. Política Fiscal: Definição e Compreensão do papel do governo na economia, seja arrecadando receitas ou gastando afim de financiar os seus gastos. Política Cambial: Definição e mostrar o impacto que a taxa de câmbio tem para as exportações e importações. Política Comercial: Identificar a importância do comércio exterior para a geração de renda e emprego no país. Discussão de Conjuntura Econômica num mundo contemporâneo. 92 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA para propor mudanças de acordo com os fenômenos observados. Implementação e/ou proposição de melhorias no processo empresarial, identificado no período anterior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COLENGHI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: uma integração perfeita. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 275 p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 277 p. OLIVEIRA NETTO, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. 2. ed. rev. e atual. Florianópolis: VisualBooks, 2006. 174 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158 p. AZEVEDO, Claudia Rosa. Monografia no curso de administração: guia completo de conteúdo e forma. 3. ed. rev. São Paulo: Atlas, 2010. 192 p. SANTOS, Fábio Rocha. Metodologia da pesquisa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 228 p. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (3ª, 5ª e 6ª etapas) EMENTA Estudos e práticas independentes que visam enriquecer o processo ensinoaprendizagem, ampliando os horizontes do conhecimento bem como de sua prática para além da sala de aula, abrindo perspectivas nas linhas de ação em “Educação e Saúde” e “Educação e Cidadania” em diferentes contextos intra ou extra institucionais ampliando o conhecimento teórico/prático com atividades extra- classe. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. RESOLUÇÃO Institucional sobre as Atividades Complementares nº 050/2005. Uberaba: CONSU. Universidade de Uberaba, 2005. 93 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Ivanilda; FREITAS, Faraídes Maria Sisconeto de. Comunicação e linguagens: leitura e produção de textos na graduação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares nacionais para os cursos de graduação em Administração. Resolução CNE/CES 04, de 13 de julho de 2005. Brasília: 2005. BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional Diário Oficial da União, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 10 abr. 2014. COMPONENTES OPTATIVOS DIREITO INTERNACIONAL EMENTA Estudo das relações e dos sujeitos de Direito Internacional público, nacionais, regionais e globais, das questões atinentes ao espaço aéreo, ao subsolo e às águas internacionais, bem dos temas correntes da agenda internacional, como a guerra, o terrorismo, o direito ao desenvolvimento em equilíbrio com a defesa do meio ambiente e dos direitos humanos, a segurança alimentar e a democratização do cenário decisório mundial, além do estudo das normas internas regentes de situações privadas que contam com elementos que ultrapassam a territorialidade brasileira, instando a análise da Lei de Introdução às Normas Brasileiras, de parte da Constituição de 1988, do Estatuto do Estrangeiro e das normas atinentes ao comércio internacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEL'OLMO, Florisbal de Souza. Curso de direito internacional público. Rio de Janeiro: Forense, [2008]-2009. 342 p. PEREIRA, Bruno Yepes. Curso de direito internacional público. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2007. 244 p. REZEK, José Francisco. Direito internacional público: curso elementar. 12. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 429 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ACCIOLY, Hildebrando. Manual de direito internacional público. São Paulo: Saraiva, 1982-2011. 916 p. 94 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BARROSO, Darlan. Direito internacional. 5. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: R. dos Tribunais, 2013. 174 p. SILVA, Roberto Luiz. Direito internacional público. 3. ed. rev. atual. e ampl. Belo Horizonte: Del Rey, 2008. 463 p. DIREITO FINANCEIRO EMENTA Estudo da receita, da despesa e da dívida pública, desaguando no orçamento, na sua fiscalização e na Lei de Responsabilidade Fiscal, passando pelos fundamentos, princípios e objetivos da Ordem Econômica, com o estudo da atuação direta e indireta do Estado na atividade econômica, analisando as empresas estatais, a regulação e a defesa da concorrência, como meios de garantir, inclusive, a defesa da coletividade consumidora, por meio do Código de Proteção e Defesa do Consumidor e de leis e portarias atinentes às agências reguladoras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Alexandre Walmott. A ordem econômica e financeira da constituição e os monopólios: análise das alterações com as reformas de 1995 a 1999. Curitiba: Juruá, 2000. 155 p. BRASIL. Lei de responsabilidade fiscal: lei complementar nº 101, de 04 de maio de 2000. Disponível em: <http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/70313/738485.pdf?sequence=2>. Acesso em: 25 jan. 2015. NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Curso de direito do consumidor: com exercícios. 3. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2008. 844 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Constituição federal. Constituição de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 10 dez. 2014. FILELLI, Alfredo. Economia do setor público. São Paulo: Atlas, 1994. 202 p. GRINOVER, Ada Pellegrini. Código brasileiro de defesa do consumidor. 9. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. 1217 p. PROCESSOS INTERATIVOS COM A PESSOA SURDA – LIBRAS EMENTA Estudo da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS; da singularidade e dos fundamentos linguísticos dessa língua; do desenvolvimento psicossocial da pessoa surda; da 95 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA história e da identidade do surdo e das políticas sociais e educacionais voltadas à surdez, numa abordagem socioantropológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para assuntos Jurídicos. Lei nº 10.436/2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei10436.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2014. BRASIL. Lei nº 10.845 de 05 de março de 2004. Institui o Programa de Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 08 mar. 2004. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.845.htm>. Acesso em: 12 jun. 2014. KIKUICHI, Vivian Zerbinatti da Fonseca. Processos Interativos com a pessoa surda. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para assuntos Jurídicos. Decreto nº 5.626/2005. Regulamenta a Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20042006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 12 jun. 2014. FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. 2. ed. Curitiba: Ibpex, 2011. GOLDEFELD, Marcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. LEGISLAÇÃO SOCIAL E PREVIDENCIÁRIA EMENTA Teoria Geral da Legislação Social. Legislação Trabalhista. Legislação Previdenciária. Impactos econômico-financeiros para as organizações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IBRAHIM, Fábio Zambitte. Curso de direito previdenciário. 18. ed. rev. ampl. e atual. Niterói: Impetus, 2013. 942 p. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da seguridade social: custeio da seguridade social, benefícios, acidente do trabalho, assistência social, saúde. São Paulo: Atlas, 2008-2013. 531 p. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho, relações individuais e coletivas do trabalho. 25. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 1461 p. 96 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais; PINTO, Antonio Luiz de Toledo; WINDT, Márcia Cristina Vaz dos; CÉSPEDES, Lívia. CLT Saraiva e Constituição Federal. 33. ed. atual. e aum. São Paulo: Saraiva, 2006. 632 p. DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. São Paulo: LTr, [2009]2010. 1344 p. SARAIVA, Renato. Direito do trabalho. 16. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Método, c2014. 540 p. LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA EMENTA Estudos sobre a Tributária e suas implicações na gestão empresarial; Atividade Financeira do Estado; Despesa/Receita e Orçamentos Públicos; Direito Tributário; Direito Processual Tributário; Legislação dos impostos Federais, Estaduais e Municipais; Lei Complementar 104/2001. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALEXANDRE, Ricardo. Direito tributário esquematizado: caderno de questões: questões de concursos públicos. 8. ed. rev. atual e ampl. São Paulo: Método, 2014. 327 p. BRASIL. Código Tributário Nacional. Lei Nº 5.172, de 25 de outubro de 1966. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm>. Acesso em: 28 jun. 2014. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2008 2010. 543 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Constituição federal. Constituição de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 20 jun. 2014. ICHIHARA, Yoshiaki. Direito tributário: atualizado de acordo com as Emendas Constitucionais nº 3, de 17/3/93, 10, de 4/3/96, 12, de 15/8/96, 17, de 22/11/97, 21, de 18/3/99, 29, de 13/9/00, 31, de 18/12/00, 32, de 11/9/01, 33, de 11/12/01, 37, de 12/6/02, 39, de 19/12/02, 40, de 29/5/03, 4. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 348 p. OLIVEIRA, Luís Martins de. Manual de contabilidade tributária: textos e testes com as respostas. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 531 p. 97 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA CONTABILIDADE AVANÇADA EMENTA Investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial; Incorporação, fusão e cisão de empresas; Dissolução, liquidação e extinção de empresas; Contabilização de derivativos; Correção monetária das demonstrações contábeis; Demonstrações das origens e aplicações de recursos; Demonstração do fluxo de caixa; Demonstração do valor adicionado; Provisões; Amortização e Depreciação Acumulada; Compensação de prejuízos; Contas de Compensação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUARQUE, Cristovam; JAVIER OCHOA, Hugo. Avaliação econômica projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro: Elsevier, c1994. 266 p. de FUNDAÇÃO Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 7. ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2007. 646 p. SANTOS, José Odálio dos. Avaliação de empresas: cálculo e interpretação do valor das empresas: um guia prático. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, c2008. 263 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOLSA DE VALORES DO ESTADO DE SÃO PAULO. Novo mercado. Disponível em: <http://www.bmfbovespa.com.br/home.aspx?idioma=pt-br>. Acesso em: 25 fev. 2014. BRASIL. Lei nº 6.404/76. Lei das sociedades por ações. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6404consol.htm>. Acesso em: 02 jan. 2014. BRASIL. Lei nº 11.638/07. Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11638.htm>. Acesso em: 25 fev. 2014. COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. Disponível em: <http://www.cpc.org.br/CPC>. Acesso em: 02 jan. 2014. CPC 15 – Combinação de Negócios. Disponível em: <http://www.cpc.org.br/pdf/CPC15_R1.pdf>. Acesso em: 02 jan. 2014. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO EMENTA Sistema Tributário Nacional. O Estatuto de Defesa do Contribuinte. Exame dos Principais Impostos. O Sistema Tributário e a Empresa. O Planejamento Tributário, simulações e impactos econômico-financeiros para as organizações. 98 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALEXANDRE, Ricardo. Direito tributário esquematizado: caderno de questões: questões de concursos públicos. 8. ed. rev. atual e ampl. São Paulo: Método, 2014. 327 p. CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo: Malheiros, 2008- 2010. 1152 p. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2008 2010. 543 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Presidência da República. Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966: Código Tributário Nacional. Dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e Municípios. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm>. Acesso em: 28 abr. 2014. BRASIL. Constituição federal. Constituição de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 28 abr. 2014. BRASIL. Lei complementar nº 104, de 10 de janeiro de 2001. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp104.htm>. Acesso em: 10 abr. 2012. 99 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 10 SISTEMA DE APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E 10.1 AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM Os princípios da avaliação coincidem com os da aprendizagem. Os docentes são orientados para que formulem as avaliações contemplando não apenas a aquisição do conhecimento, mas também o pensamento crítico e reflexivo, a criatividade e o espírito científico considerando que a mesma deve ser: contínua (não se restringir ao movimento isolado); gradual (realizar-se em etapas); cumulativa (cada avaliação deve fornecer elementos para outra); coerente (ter ligação recíproca com o processo ensinoaprendizagem); ampla (vários aspectos devem ser considerados); de acompanhamento (e não apenas classificatória); transparente (conteúdos, critérios e bibliografia definidos antes da avaliação); prazerosa (desenvolver-se num clima de tranquilidade e confiança); capaz de promover a reflexão e o pensamento crítico. Os docentes são orientados para que ao longo do processo de avaliação empreendam uma análise mais pormenorizada do aluno que leve em conta, sistematicamente: domínio de conhecimento científico; postura ética, frequência e pontualidade; cumprimento das normas estabelecidas nos trabalhos das disciplinas; conduta (iniciativa, atenção, capacidade de síntese, argumentação, habilidade, criatividade, comprometimento, desempenho); responsabilidade frente aos trabalhos exigidos. Ao longo de todo o curso, os docentes são também orientados para, sempre que possível, formular as avaliações de forma a estimular os alunos para gerar reflexões e apontar soluções, adotando o enfoque “resolvendo através de problemas”, além de estimular dinâmicas de trabalho em grupo, favorecendo as discussões coletivas e as relações interpessoais. Os demais pontos relativos à avaliação são de natureza institucional e estão regulamentados pelo Regimento Geral da Universidade de Uberaba. 100 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Conforme disposto na Resolução Nº082/09, a avaliação é parte integrante do processo ensino-aprendizagem, segundo os perfis definidos no Projeto Pedagógico do Curso de Administração. A avaliação da aprendizagem abrange os aspectos de frequência (mínima 75%) e aproveitamento, eliminatórios por si mesmos. Ao longo do semestre letivo, realiza-se a “Avaliação Continuada” e, após o final do semestre letivo, ocorre o “Exame Suplementar”, para os alunos que não obtiveram pontuação suficiente para aprovação, como descrito a seguir. As atividades que compõem a “Avaliação Continuada” totalizam 100 (cem) pontos, agrupados em dois momentos: Nota 1 = 50,0 (cinquenta) pontos e Nota 2 = 50,0 (cinquenta) pontos, cada uma representando a somatória de várias atividades avaliativas realizadas no decorrer do período letivo. No curso de Administração grande parte das disciplinas atribuem 30,00 pontos no semestre para trabalhos e demais atividades avaliativas e 70,00 pontos para provas que podem ser em até quatro (04) momentos. Outras disciplinas e atividades (como os Estágios Curriculares) por decisão do Colegiado de Curso realizam outra forma de atribuição dos 100,00 pontos no semestre. O resultado dos pontos obtidos pelo aluno é apurado da seguinte forma: - O aluno que obtiver nota igual ou maior que 70,0 (setenta) na Avaliação Continuada estará aprovado, sendo dispensado do Exame Suplementar do componente curricular. - O aluno que obtiver nota inferior a 40,0 (quarenta) na Avaliação Continuada estará reprovado no componente curricular e, portanto, não realizará o exame Suplementar. - O aluno que obtiver nota igual a 40,0 (quarenta) e inferior a 70,0 (setenta) na Avaliação Continuada estará obrigado a realizar o Exame Suplementar do componente curricular. Neste caso, a média final será calculada da seguinte forma: a) os pontos obtidos na Avaliação Continuada multiplicados por 3 (três), serão somados aos obtidos no Exame Suplementar multiplicados por 2 (dois), e o resultado da soma será dividido por 5 (cinco). (Av. Continuada x 3) + (Av. suplementar x 2) : média = ou > 60 (APROVADO) 101 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 5 b) Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a 60,0 (sessenta). Em qualquer das situações acima, o resultado obtido pelo aluno será dividido por 10 (dez) e assim expresso o aproveitamento final. Estratégias de recuperação de aprendizagem para alunos com dificuldade de progressão curricular são desenvolvidas, quando pertinentes, a partir do momento em que a dificuldade é detectada pelo aluno ou pelo professor. São propostas e desenvolvidas conjuntamente pelo Colegiado de Curso, Assistência Pedagógica e os professores envolvidos. Podem ser de natureza diversa prevendo, desde o acompanhamento individual do aluno ou formação de grupos orientados de estudo ou ainda incluir, quando pertinente, o encaminhamento do aluno aos programas institucionais de apoio ao estudante. Usualmente, sugere-se que o professor elabore estratégias utilizando recursos que visem auxiliar o aluno a identificar os conteúdos onde as maiores dificuldades são manifestadas e elaborar um planejamento de estudos, supervisionado pelo professor, que contribua para sanar o problema detectado. Cabe a cada professor estabelecer as estratégias e os instrumentos avaliativos apropriados às especificidades da disciplina sob sua responsabilidade. Entre as atividades avaliativas, no curso de Administração poderão ser realizadas: Provas escritas; Grupos de discussão, motivados por temas atuais e em destaque na mídia; Resenhas, fichamentos e atividades similares; Elaboração de material audiovisual (pôster, painel, modelos, animação); Relatórios de estágios de observação nos campos de atuação profissional; Desenvolvimento de novos produtos; Relatórios de visitas técnicas; Apresentação de práticas de ensino; 102 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Outras atividades, pertinentes ao conteúdo específico da disciplina. 10.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO O Projeto Pedagógico do Curso, parte integrante do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade de Uberaba, é elaborado, revisto e avaliado de forma processual, para atender à dinâmica das transformações sociais e das exigências da formação do profissional que se pretende. Partindo da Missão da Universidade de Uberaba que visa “Promover o ensino e a geração do conhecimento, formando o profissional compromissado com uma sociedade justa” o projeto pedagógico do curso toma por base referenciais epistemológicos, educacionais e técnicos na sua elaboração e contém: descrição dos perfis de formação, competências, objetivos, estrutura curricular do curso, atividades complementares, estágios curriculares, recursos humanos e da infra estrutura física, laboratórios e equipamentos necessários à formação desse profissional; normas e regulamentos dos estágios e atividades complementares, ementas e bibliografias. O Curso de graduação em Administração tem buscado construir o seu Projeto Pedagógico de forma coletiva, envolvendo todos os participantes do processo de formação deste profissional, considerando o aluno como sujeito da aprendizagem e o professor como mediador desse processo. Desta forma, busca possibilitar a formação integral do educando por meio da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. O Colegiado de Curso prevê a realização de avaliações periódicas de vários aspectos relacionados ao Projeto Pedagógico, envolvendo alunos, docentes e técnicos administrativos vinculados ao curso. Neste processo de auto-avaliação são abordados temas como: a situação do corpo docente, evolução e eficiência da estruturação curricular na formação do perfil do ingressante, do perfil intermediário e do perfil do egresso e o nível de satisfação do aluno em formação e graduado. Os resultados 103 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA destas avaliações subsidiam os ajustes necessários para o aperfeiçoamento do Projeto Pedagógico e prevê-se que este processo seja dinâmico e participativo. Com a criação do Núcleo Docente Estruturante (NDE), mais um fórum para a discussão do curso foi estabelecido, com a função geral de formular e discutir o Projeto Pedagógico do Curso. Especificamente, o NDE analisa os planos de ensino, discute a reformulação de disciplinas visando ajustá-las às necessidades de um mercado de trabalho em constante mutação e atualização, criando, enfim, uma identidade para o curso. 10.3 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO O curso de Administração possui uma série de Indicadores de Desempenho que permitem avaliar o desenvolvimento e a efetividade de ações, bem como, se necessário, efetuar medidas corretivas. As pesquisas de satisfação do discente feitas pela CPA, a análise do perfil do Ingressante, os resultados históricos dos índices de reprovação, resultados do ENADE e outras são tabuladas, analisadas e em reuniões gerais ou individuais, elaboram-se ações e gerencia-se a implementação das mesmas. 10.4 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A UNIUBE realiza a Avaliação Institucional por meio da Comissão Própria de Avaliação CPA, como um processo contínuo que incorpora, além dos instrumentos de avaliação, as auto avaliações realizadas pelos cursos sobre as dimensões avaliadas pela CPA e que correspondem àquelas do SINAES: Organização Didático-Pedagógica Esta dimensão contempla os aspectos relacionados com: a aprendizagem dos estudantes; as práticas pedagógicas dos professores; o material didático utilizado, considerando além de seus aspectos científico, cultural, ético, estético, didático104 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA pedagógico e motivacional, sua adequação ao cotidiano dos estudantes e às tecnologias de informação disponíveis e sua capacidade de comunicação; o atendimento aos estudantes em momentos à distância e presenciais; a orientação aos estudantes; a avaliação do desempenho e a relação com a evasão e retenção; a avaliação de desempenho dos professores e tutores; a qualidade do material didáticopedagógico, entre outros aspectos. De acordo com o Projeto de Avaliação Institucional, são avaliados os projetos pedagógicos dos cursos no que se refere à sua identidade com as diretrizes curriculares nacionais, objetivos, perfis e adequação quanto à estrutura, organização, encadeamento lógico das etapas, relevância, contextualização, período de integralização, dentre outros aspectos, de acordo com solicitações do curso, dos professores, dos alunos. Corpo Social Ainda de acordo com o Projeto de Avaliação Institucional, são avaliados, de maneira processual e contínua, os seguintes aspectos relacionados ao corpo social: corpo docente com titulação, formação e experiência tanto profissional quanto no magistério superior, produtividade científica, acadêmica e intelectual compatível com as necessidades dos cursos; composição e atuação do colegiado de curso e do núcleo docente estruturante; corpo técnico-administrativo integrado ao curso e que presta suporte adequado, apoio à participação dos estudantes nas atividades pertinentes ao curso, bem como em eventos externos e internos. Instalações Físicas Com relação às instalações físicas gerais e específicas a CPA avalia a infraestrutura material que dá suporte tecnológico, científico e instrumental ao curso; a infraestrutura da biblioteca; o acervo adequado para possibilitar acesso dos estudantes à bibliografia, além do material didático utilizado no curso, o sistema de empréstimo de livros e periódicos. A acessibilidade, conforto, adequação da iluminação, ventilação, acústica e segurança dos espaços também serão aspectos avaliados pela CPA. 105 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 106 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 11 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE ATENDIMENTO AO ALUNO 11.1 PROGRAMAS DE ATENDIMENTO AO ALUNO 11.1.1 Programa de Benefícios Programa de Bolsa para alunos do Ensino Médio em Escola Pública - PROEM concede desconto para os alunos ingressantes que cursaram os três anos completos do ensino médio em escola pública, sem diploma de curso superior, com renda per capita familiar que não exceda a três salários mínimos, conforme tabela de preço específica e outros critérios estabelecidos no regulamento. Programa de Bolsa para alunos maiores de 50 Anos - concede desconto aos alunos maiores de 50 anos ingressantes no segundo semestre de 2011, conforme tabela de preço específica e outros critérios estabelecidos no regulamento. Programa de Gratuidade a ingressante pelo vestibular - concede 50% de desconto ao aluno 1º colocado do vestibular, com nota mínima de 60 pontos, ingressante no segundo semestre de 2011, dentre outros critérios estabelecidos no regulamento. Desconto para irmãos - Concede 5% (cinco por cento) de desconto sobre o valor da mensalidade escolar, para pagamento pontual, a alunos com parentesco em segundo grau na linha colateral (irmãos), dentre outros critérios estabelecidos na resolução. Convênio empresarial – A UNIUBE, através de convênios com diversas empresas, concede benefícios de descontos aos funcionários e seus dependentes legais, nos cursos de graduação na modalidade presencial, para alunos matriculados nos Campus de Uberlândia. Programa de bolsa para agentes de segurança pública da ativa – concede 25% de desconto ao policial militar, municipal, federal, civil e corpo de bombeiros, em efetivo exercício. 107 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Programa bolsa turno – Concede 40% de desconto no ato da matrícula, aos ingressantes da primeira etapa do curso matutino, aprovados nos processos seletivos do PIAS, VESTIBULAR, VESTIBULAR AGENDADO ou PROCESSO DE TRANSFERÊNCIA sem aproveitamentos. 11.1.2 Acessibilidade A acessibilidade, em seu sentido amplo, inclui, além da adequação dos aspectos arquitetônicos, práticas educacionais que viabilizem uma proposta de formação universitária que reduza as desigualdades historicamente acumuladas e garantam a igualdade de oportunidades para minorias até então discriminadas. Visa, assim, garantir a todos os estudantes o acesso e permanência no ensino superior. Acessibilidade arquitetônica: para os alunos com deficiência física, a Universidade apresenta as seguintes condições de acessibilidade: livre circulação dos estudantes nos espaços coletivos (eliminação de barreiras arquitetônicas); vagas reservadas no estacionamento; rampas com corrimãos, facilitando a circulação de cadeira de rodas; portas e banheiros adaptados com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; e barras de apoio nas paredes dos banheiros. Além da vaga no estacionamento, com ampla sinalização, próxima a entrada principal, também é liberado o acesso de veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência física ou visual. Com relação às instalações físicas gerais e específicas para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, a CPA tem avaliado permanentemente a infraestrutura material que dá suporte tecnológico, científico e instrumental ao curso, na modalidade presencial e EAD. Para o ambiente virtual de aprendizagem, AVA UNIUBE ONLINE, estão sendo desenvolvidas ferramentas para adaptar softwares específicos para atendimento aos 108 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA alunos. Assim, para os alunos cegos é utilizado o Daizy – Digital Accessible Information System, que é utilizado pelo Ministério da Educação em sua página. A acessibilidade, conforto, adequação da iluminação, ventilação, acústica e segurança dos espaços também são aspectos avaliados pela CPA que, após os ciclos de avaliação encaminha os resultados e sugere as mudanças e/ou adequações que considera relevantes e necessárias. Plano de Atenção ao Estudante - PAE Vinculado à Pró-Reitoria de Ensino Superior, o PAE é um programa institucional que apoia, ampara e estimula as atividades dos alunos da Universidade de Uberaba, buscando o atendimento de seus interesses, desejos e necessidades de vivência e convivência universitária. Além de propostas específicas ligadas aos cursos da universidade, o PAE está presente para atender ocorrências isoladas emergenciais, que requerem a interferência e atenção da Universidade. O PAE é uma unidade que acolhe, encaminha ou resolve as dificuldades dos acadêmicos. Núcleo de Atendimento Especializado - NAE É um programa institucional, vinculado à Pró-Reitoria de Ensino Superior, que tem como objetivo apoiar os alunos em suas necessidades educacionais especiais, visando o seu acesso e permanência no meio acadêmico, tornando efetiva a educação inclusiva e a função social da universidade. A proposta de atendimento desse programa é oferecer apoio pedagógico especializado aos alunos, por meio de serviços diversificados em resposta às necessidades educacionais especiais existentes nas turmas regulares do curso. Esses serviços são traduzidos em: complementação ou suplementação curricular; utilização de equipamentos e materiais específicos; apoio necessário à aprendizagem, à locomoção 109 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA e à comunicação e acesso a especialistas em interpretação das línguas e códigos aplicáveis. É importante enfatizar sempre o objetivo deste trabalho: fornecer suporte aos estudantes da Universidade de Uberaba, afim de que possam envolver-se no processo educacional, atuando, com independência nos seus respectivos cursos, interagindo com professores e colegas em sintonia com as transformações do mundo moderno, exercendo seus direitos e deveres de cidadãos. Os estudantes surdos e cegos necessitam de suporte para transitarem nos diversos espaços físicos da universidade, e para a realização de suas tarefas acadêmicas e consequente independência para atuarem com sucesso nos cursos que escolheram. No NAE, o atendimento aos universitários na área da surdez é realizado por profissionais que atuam, tanto no NAE como nas salas de aula, interpretando em Libras os conteúdos ministrados pelos professores. O atendimento oferecido a todos os alunos surdos consiste na interpretação de textos, trabalhos em Língua Portuguesa na modalidade escrita como segunda língua para surdos; orientação de professores na compreensão da escrita surda; aplicação de provas, oferta de cursos de LIBRAS aos alunos interessados, por meio do Programa Institucional de Atividades Complementares (PIAC); elaboração de relatórios sugerindo ações relativas aos atendimentos realizados, visando promover o acesso, permanência e participação dos alunos, conforme as diretrizes da “Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” (MEC – SEESP/2007). Os alunos cegos recebem atendimento especializado para o desenvolvimento dos trabalhos na universidade, tais como: treinamento de Orientação e Mobilidade no Campus Aeroporto, Campus Centro e Hospital Universitário; transcrição para o Braille de textos, tabelas, desenhos, entre outros; transcrição das avaliações para o Braille, a fim de que os alunos possam executá-las com segurança, e do Braille para caracteres comuns, a fim de que os professores possam realizar a correção dos referidos 110 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA trabalhos; orientação aos alunos cegos e com baixa visão na ortografia da língua portuguesa e outras atividades, com intuito de promover o acesso e compreensão dos conteúdos curriculares; apoio e orientação para complementação pedagógica dos docentes interessados; adaptação de materiais: ampliações dos materiais para alunos com baixa visão; apoio em Trabalho de Conclusão de Curso; auxilio às pesquisas dos alunos; leituras de conteúdos curriculares, gravação de textos em MP3, MP4, CDs, etc.; encaminhamento de alunos com baixa visão para atendimentos em Avaliação Funcional da Visão e Estimulação Visual, com a finalidade de adequação dos materiais pedagógicos: ampliações, tamanho e forma de fonte, espaçamento, contraste, iluminação, entre outros; orientações quanto à nova grafia Braille, ensino da técnica de Soroban, Orientação e Mobilidade, atividades da Vida Diária. O NAE conta com duas colaboradoras para o setor administrativo. Essas funcionárias, além de cuidar dos arquivos da secretaria e da biblioteca do NAE, auxiliam nas leituras para os alunos, nas gravações e transcrições de provas; organização e acompanhamento das atividades realizadas pelos estudantes voluntários do projeto PIAC. Desta forma o NAE atende alunos, nas suas necessidades permanentes e ou transitórias, abrindo caminhos para a criação de uma nova cultura com relação ao atendimento especializado visando o acesso e permanência desses acadêmicos evitando o desânimo e a evasão, oferecendo oportunidades e acolhendo-os de forma a garantir que sua formação ocorra com qualidade. Visando a formação continuada, incentiva a participação dos docentes em cursos de LIBRAS que são ofertados para todos os interessados a cada semestre letivo. Esse programa tem em vista o cumprimento da missão desta instituição de ensino que é a de “Promover o ensino e a geração de conhecimento, formando o profissional comprometido com uma sociedade justa”. 111 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 11.1.3 Assistência Pedagógica É realizada pela assistente pedagógica (ASSPED) que planeja, orienta, coordena, realiza e avalia atividades didático-pedagógicas desenvolvidas no curso, com o objetivo de proporcionar o necessário suporte aos discentes e docentes na efetivação do processo ensino-aprendizagem. Compete à ASSPED acompanhar e avaliar sistematicamente os resultados do rendimento dos alunos (aproveitamento e frequência), promovendo diagnósticos, propondo alternativas e efetivando medidas que possam sanar ou minimizar dificuldades de aprendizagem evidenciadas, junto aos docentes, discentes e responsáveis, quando for o caso. 11.2 PROGRAMAS DE ENSINO A preocupação com a melhoria da qualidade do ensino vem motivando ações importantes no meio acadêmico, sobretudo incentivando o desenvolvimento de programas institucionais com a finalidade de valorizar os aspectos didático-pedagógicos nas relações ensino e aprendizagem. As Diretrizes Curriculares Nacionais demonstram claramente essa preocupação ao explicitarem o perfil do egresso, as habilidades e competências a serem desenvolvidas, os eixos de formação que conduzirão à estruturação da proposta curricular, os objetivos e os aspectos didático-pedagógicos que deverão ser observados no processo de formação do profissional. A nova concepção de educação exige uma mudança drástica na postura epistemológica do professor, onde o foco no desenvolvimento de competências, de habilidades, a demonstração de aptidões e atitudes exige ações docentes capazes de levar o aluno conquistar uma autonomia intelectual que o estimule, em uma visão ética e humanística, a atender as demandas da sociedade de forma crítica e reflexiva, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais. 112 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Considerando essa nova postura e visando a qualidade do ensino, a Universidade de Uberaba mantém os seguintes programas de ensino: 11.2.1 Programa de Estágio – PROEST É um programa que tem como objetivo sistematizar e monitorar o processo de Estágio Curricular Obrigatório e Não Obrigatório, no âmbito dos Cursos de Graduação e Tecnológicos, nas modalidades presencial e EAD, atendendo às políticas da instituição e à legislação nacional de estágio - Lei de Estágio nº 11 788, de 25 de setembro de 2008. É vinculado à Pró-reitora de Ensino Superior da Universidade de Uberaba. O PROEST disponibiliza um banco de dados com oportunidades de estágio que são divulgadas no mural da unidade educacional, além de encaminhar os discentes para órgãos terceirizados, parceiros da instituição colocando-os em empresas para a realização de estágio. Ao PROEST compete: receber e orientar os alunos com relação aos estágios e campos de estágio; firmar convênios com as organizações interessadas em ofertar estágios aos alunos da Universidade; receber os documentos pertinentes aos estágios e encaminhá-los, em tempo hábil, para a tramitação legal. 11.2.2 Programa Institucional de Atividades Complementares – PIAC Criado pela Resolução nº 50/05 (CONSU), constitui-se como núcleo articulador, organizador, propositor e divulgador das diferentes propostas de atividades complementares geradas no interior dos cursos, integrando alunos e professores de todos os cursos, dando maior ênfase às ações extensionistas e tornando mais visível as 113 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA formas pelas quais a Universidade de Uberaba assume o seu compromisso e responsabilidade social. Compete ao Núcleo de Orientação do PIAC: Promover, junto às Direções, Coordenações, Colegiados e professores dos diferentes cursos que compõem as áreas de conhecimento, discussões geradoras de projetos tendo em vista o perfil do profissional/cidadão que se quer formar; promover a consolidação das Atividades Complementares como um Componente Curricular que transcende os limites dos cursos, estimula a vivência universitária e promove a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade; viabilizar, em consonância com as propostas da Instituição, por meio de palestras, vídeos, filmes, seminários, o atendimento à Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e divulgação da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana; dar visibilidade às Atividades Complementares promovidas no âmbito dos diferentes cursos para toda a comunidade acadêmica; elaborar projetos de Atividades Complementares, a partir das propostas encaminhadas pela comunidade acadêmica, de acordo com as duas grandes linhas de ação: Educação para a Cidadania e Educação para a Saúde; colaborar para a viabilização dos projetos, buscando parcerias com a comunidade; divulgar, junto aos cursos e à Instituição, os horários de plantões de atendimento aos alunos; fornecer informações aos alunos sobre os Projetos, forma de inscrição, número de vagas e responsabilidades a serem assumidas; acompanhar, ao longo do semestre, a realização dos projetos sob sua coordenação; 114 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA aprovar e validar a participação do aluno nas Atividades Complementares e encaminhar documentação para a Secretaria do PIAC; avaliar o andamento dos Projetos por meio de reuniões semanais; apresentar relatórios ao final de cada semestre letivo. À secretaria do PIAC compete: - fazer o atendimento aos alunos; - receber os comprovantes de participação nas diferentes propostas de Atividades Complementares, dentro e fora da Instituição; - cadastrar as Atividades Complementares realizadas e validadas pelo Núcleo de Professores Orientadores; 11.2.3 Programa Institucional de Monitoria de Ensino – PIME O Programa Institucional de Monitoria de Ensino (PIME-UNIUBE) contribui para a formação de recursos humanos para o ensino superior, propiciando ao aluno oportunidade de desenvolver habilidades relativas à carreira docente e assegura a cooperação didática ao corpo docente e discente, nas atividades de ensino, promovendo maior integração entre professores e alunos. O PIME possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didáticas, no âmbito de determinado componente curricular, sobretudo nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Pró-Reitoria de Ensino Superior- PROES. A inscrição dos candidatos é feita a partir de um edital de chamada, publicado semestralmente para os cursos semestrais e anualmente para os cursos anuais. Podem candidatar-se os alunos dos cursos de graduação que já tenham cursado as disciplinas contempladas com monitoria de ensino constantes do edital. Os alunos deverão também comprovar desempenho acadêmico pelo histórico escolar, não apresentando nenhuma reprovação nos dois últimos semestres cursados. Além disso, 115 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA exige-se nota final de aproveitamento igual ou superior a 7 (sete) na disciplina de interesse e bom desempenho nos 2 (dois) últimos semestres cursados. Os alunos monitores que concluírem sua participação no Programa, de acordo com o período previsto no Edital, receberem certificados de Monitores de Ensino. 11.2.4 Programa Institucional de Iniciação Científica – PIBIC e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – PIBITI A UNIUBE tem como uma das principais políticas institucionais, a consolidação e desenvolvimento de linhas de pesquisa relevantes, que resultem em suporte à qualidade do ensino, bem como responda às necessidades da sociedade para o seu desenvolvimento sócio-econômico-cultural e político. O PIBIC UNIUBE - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade de Uberaba - implantado em março de 1999, está fundamentado na resolução nº15/2004 - PIBIC/CNPq e é voltado para a iniciação à pesquisa de alunos de graduação universitária, em todas as áreas do conhecimento. O programa permite a participação de alunos em projetos de pesquisa elaborados e coordenados por docentes da instituição e, concede uma bolsa de iniciação científica durante o período de um ano, tempo necessário para a execução do Plano de Trabalho pelo aluno, elaboração de relatórios e apresentação do trabalho no Seminário de Iniciação Científica da UNIUBE. Dessa forma, a Iniciação Científica é definida, também, como um instrumento de formação para o aluno. O PIBITI - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - busca despertar entre os graduandos a vocação científica/tecnológica incentivando talentos potenciais entre estudantes de graduação. Desta forma proporciona a aprendizagem de técnicas e métodos científicos e tecnológicos com a orientação de um pesquisador qualificado o que desperta no estudante uma nova mentalidade em relação ao estudo aprofundado e à pesquisa 116 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA tecnológica. Os estudantes são preparados, motivados e capacitados para solucionar problemas das empresas bem como a ingressar em programas de pós-graduação voltados para a área tecnológica. Anualmente, é realizado o Seminário de Iniciação Científica, como parte do processo de consolidação da pesquisa institucional. Recebendo alunos de Iniciação Científica de todo o Brasil, tem como objetivos divulgar as atividades de pesquisa a partir dos trabalhos realizados por alunos dos cursos de graduação da UNIUBE e de outras IES da região e do país; avaliar o PIBIC e os alunos vinculados a ele; e promover o intercâmbio e a integração ensino/pesquisa entre o corpo discente e docente das diversas áreas das instituições participantes. 117 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 12 SISTEMA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO CURSO 12.1 ÓRGAÕS COLEGIADOS 12.1.1 Colegiado de Curso As funções de orientação e decisão da política didático-pedagógica do curso ficam a cargo do Colegiado constituído: pelo Coordenador do curso, que é o presidente; por cinco professores, que ministrem disciplinas constitutivas das matérias da matriz curricular do curso, eleitos por seus pares, e por um aluno regular do curso, indicado pelo respectivo Diretório Acadêmico. As atribuições do Colegiado de Curso são: Elaborar, acompanhar, executar e avaliar a implementação do Projeto Pedagógico, a cada período letivo, juntamente com os demais integrantes da equipe gestora; acompanhar o desenvolvimento do perfil do profissional formado pelo curso; orientar a implantação do Projeto Pedagógico, bem como realizar as reformulações necessárias; aprovar os Planos de Ensino das disciplinas do currículo pleno do curso; decidir sobre reexames de avaliação de resultados escolares, adaptações, aproveitamento de estudos e de disciplinas, mediante requerimento dos interessados; aprovar Planos de Estágio e Projeto de Graduação; avaliar os procedimentos adotados nos estágios para a consecução de perfis; funcionar como sede de recursos das decisões do Coordenador de Curso. As decisões do Colegiado de Curso são submetidas, ex ofício, à Câmara de Ensino que poderá referendá-las, modificá-las ou vetá-las de acordo com o interesse da instituição. 118 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 12.1.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE Trata-se de um grupo de professores, além do diretor do Curso, constituído conforme critérios de titulação e de regime de contrato de trabalho estipulados pelo MEC, indicados por seus pares e nomeados pelo Reitor. Realizam reuniões mensais e extraordinárias de conforme as necessidades, de acordo com suas atribuições. Conforme a Resolução nº 01, de 17 de junho de 2010, que Normatiza o Núcleo Docente Estruturante - NDE é formado por professores de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais diretamente pela criação, implantação, consolidação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso. No curso de Administração o NDE desenvolve ações que contribuem para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; zelam pela integração entre as diferentes atividades de ensino constantes do currículo, de forma a promover a interdisciplinaridade; incentivam o desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão em consonância com as necessidades do curso e as exigências do mercado de trabalho. Dessa forma, são atribuições do NDE: contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação. 12.2 GESTOR DO CURSO 119 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA O cargo de gestor do curso é exercido por um professor com experiência profissional no magistério superior e gestão acadêmica, com titulação mínima de especialista, com regime de trabalho de tempo integral ou parcial, que exercerá as seguintes atribuições: representar o curso; executar, na íntegra, a proposta pedagógica do curso de graduação; presidir reuniões do Colegiado de Curso; responsabilizar-se pelo controle de qualidade do curso; elaborar, acompanhar, executar e avaliar a implementação do Projeto Pedagógico, a cada período letivo, juntamente com os demais integrantes da equipe gestora; buscar subsídios para manter atualizado o Projeto Pedagógico do curso; assegurar uma dinâmica no curso que, explicitamente, canalize esforços e recursos para a concretização dos perfis profissionais estabelecidos; garantir meios e condições para a realização de um trabalho pedagógico eficaz e efetivo; avaliar o desempenho docente; propor a contratação de professores e sua substituição; atuar junto ao meio externo para viabilizar contratos, parcerias e convênios que possibilitem a consecução de Atividades Complementares e estágios; elaborar, discutir, avaliar os programas de estágios e de Atividades Complementares em conjunto com as empresas conveniadas; responsabilizar-se pela elaboração de relatórios de acompanhamento do curso; avaliar a execução dos programas institucionais e seus impactos sobre o curso; propor e viabilizar atividades de formação, dentro do programa de capacitação descrito neste projeto, a professores e assistência pedagógica em prol da melhoria na execução do Projeto Pedagógico; administrar as atividades docentes e assistência pedagógica, adequando-as ao Projeto Pedagógico do curso e às exigências de um ensino de qualidade; propor medidas para melhor atendimento dos alunos pelos professores; 120 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA As atribuições e responsabilidades do coordenador são definidas no ato da nomeação e encontram-se estabelecidas no artigo 16, do regimento geral da UNIUBE. 12.3 SISTEMA DE GESTÃO ACADÊMICA O SGA é o ambiente de gestão acadêmica dos cursos e do acompanhamento de seus alunos. É um sistema que possui um banco de dados estruturado de forma a manter uma ficha pessoal de cada aluno da instituição, desde sua entrada no processo seletivo até o momento de sua formatura. Resumidamente, o SGA contém: informações sobre o curso inscrição para processos seletivos matrícula informações administrativas do aluno registro e acompanhamento de notas e frequência registro e acompanhamento de protocolos gestão da vida acadêmica do aluno – cadastro, matrícula, trancamento, transferência, aproveitamento de disciplina, transferência externa, histórico escolar, atestados diversos, declarações diversas e outros. 12.3.1 Diretoria de Serviços Acadêmicos – DSA A Universidade de Uberaba atribui à Diretoria de Serviços Acadêmicos - DSA a responsabilidade de administrar o funcionamento dos seus diversos setores, apoiado pelas gerências específicas em cada campus, sendo responsável pelo registro e acompanhamento da vida acadêmica dos alunos, desde sua admissão até a conclusão do curso. Para propiciar aos usuários um bom atendimento e um serviço de qualidade, a Diretoria de Serviços Acadêmicos em conjunto com a Diretoria de Tecnologia da Informação - DTI desenvolveu e mantém sistema informatizado específico para suporte a todas as atividades inerentes à vida acadêmica do aluno. 121 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Podemos destacar os seguintes nichos de atendimento: Setor de Multiatendimento e Protocolo, onde o aluno dá entrada às suas solicitações diretamente ao sistema informatizado, cujo andamento do processo é acompanhado até a sua conclusão. Setor de Matrícula, responsável pela recepção do aluno ingressante e pela continuidade do aluno veterano. O setor de Documentação e Arquivo é informatizado pelo mesmo sistema integrado de controle acadêmico e é responsável pela recepção, análise e guarda da documentação dos alunos dos cursos presencial e a distância, realizando diligências quando necessário, para a regularização de pendências documentais. A Diretoria de Serviços Acadêmicos, dentro dos preceitos regimentais, legais e normativos harmoniza e integra os setores ligados direta ou indiretamente a ela, sempre com o apoio e suporte do sistema informatizado, permanentemente, disponível. Esse trabalho conta ainda com uma Assessoria Jurídica e uma Assessoria Acadêmica, que orientam não somente professores e alunos como todos os demais envolvidos. O setor de Registro e Acompanhamento é responsável por manter atualizados os currículos dentro do sistema informatizado. Integrado aos demais setores é responsável também, pela emissão de documentos para colação de grau, certidões, atestados, declarações e históricos escolares solicitados pelos alunos dos cursos presenciais e a distância. O setor atua, ainda, no registro dos processos de aproveitamento de estudos. Executa a inserção e inscrição no sistema disponibilizado pelo INEP, dos alunos em condições de participar do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes-ENADE. A DSA dispõe, ainda, de um setor especializado no acompanhamento da vida acadêmica dos alunos dos cursos ofertados na modalidade a distância e estende esse atendimento aos Polos (EAD), que se valem da mesma forma do sistema informatizado. 122 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Para proporcionar um maior nível de informação aos docentes e discentes o sistema disponibiliza as funções denominadas “Página do aluno” e “Página do Professor” garantindo conforto e qualidade nas informações. 123 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 13 RECURSOS HUMANOS 13.1 EQUIPE DOCENTE O corpo docente possui titulação compatível com as exigências do MEC e é compromissado com a especificidade do curso que exige profissionais com experiência acadêmica, profissional e atualizado às demandas do mercado. A execução da proposta pedagógica, no que se refere às atividades docentes, é de responsabilidade dos professores do curso, que irão atuar, segundo o Regimento Geral da UNIUBE, com os seguintes compromissos: Art. 57. Aos membros do corpo docente incumbem, além dos demais deveres e obrigações contidos em seus contratos de trabalho: a) assumir encargos de ensino, pesquisa, extensão e administração acadêmica; b) assumir, superintender e fiscalizar, por designação superior, o processo da docência, da pesquisa e da administração acadêmica; c) observar e fazer observar, em sua área de ação, as normas estabelecidas e a orientação dos órgãos administrativos e acadêmicos, especialmente no que se refere ao cumprimento das cargas horárias previstas nos projetos pedagógicos, às normas baixadas pelo Conselho Universitário e à execução dos planos de ensino; d) elaborar, no prazo fixado pela Instituição, o plano das atividades a seu cargo, para o próximo ano ou semestre letivo; e) registrar no diário-de-classe a frequência dos alunos às aulas, atividades escolares programadas e outros dados referentes às disciplinas, unidades temáticas, atividades e turmas de alunos sob sua responsabilidade; f) encaminhar ao órgão de registro e controle acadêmico, na forma estabelecida e nos prazos fixados, os resultados de trabalho escolar de cada um dos seus alunos em termos de frequência e aproveitamento; g) elaborar, no final de cada ano ou semestre letivo, relatório circunstanciado das atribuições ou atividades por que estiveram responsabilizados; h) participar das reuniões a que forem convocados, ou do colegiado a que pertencerem, na forma regimental; i) satisfazer aos encargos e comissões que lhes forem cometidos pelos órgãos administrativos ou para os quais forem indicados por seus pares, no interesse do ensino, da pesquisa, da extensão e da administração acadêmica; e 124 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA j) assinar o registro de suas atividades didáticas, constantes dos diáriosde-classe, e dar ciência aos alunos de outros documentos e avisos que lhes forem encaminhados, para esse fim. É importante, portanto, que o professor conheça o projeto pedagógico e os objetivos do curso buscando a integração e a consolidação dos conhecimentos; que ele se comprometa com a Instituição e os programas institucionais; que atue em concordância com as decisões colegiadas; esteja atento a fatores internos e externos que contribuam para mudanças nas estratégias, metodologias e conteúdo das disciplinas; atue com ética e postura crítica, empreendedora e proativa demonstrando compromisso com os valores humanos em sua atuação. É necessário que o professor invista continuamente em sua formação acadêmica e profissional e demonstre compromisso com a questão da responsabilidade social e ambiental. 13.2 TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS 13.2.1 Assistente Pedagógico (a) O curso conta com um profissional com formação em nível superior para exercer as atribuições de planejar, orientar, coordenar, realizar e avaliar atividades didáticopedagógicas desenvolvidas no curso, com vistas a proporcionar o necessário suporte aos docentes e discentes na efetivação do processo ensino-aprendizagem, desenvolvendo as seguintes tarefas: planejamento, execução e avaliação das ações de supervisão pedagógica; acompanhamento da evolução das metodologias de ensino propostas nos planos de ensino; orientação ao aluno visando a sua integração à vida acadêmica; participação na elaboração, acompanhamento, execução e avaliação contínua da implementação do projeto pedagógico, juntamente com os demais integrantes da equipe gestora; coordenação da elaboração, acompanhamento e avaliação do desenvolvimento dos planos de ensino; 125 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA planejamento e desenvolvimento das atividades de atualização e aperfeiçoamento pedagógico para docentes junto com a gestão do curso; análise de instrumentos de avaliação da aprendizagem propostos pelos docentes, orientando-os sobre a sua adequação e organização; promoção da integração, adaptação e preparação do novo professor às suas funções dentro das diretrizes estabelecidas pela instituição; acompanhamento do desempenho dos professores sob o ponto de vista pedagógico; acompanhamento e avaliação sistemática dos resultados do rendimento de alunos (aproveitamento e frequência), elaborando diagnósticos, propondo alternativas e efetivando medidas que possam sanar ou minimizar dificuldades de aprendizagem evidenciadas, junto a docentes, discentes e responsáveis, quando for o caso; participação na execução de programas institucionais; acompanhamento e controle da avaliação pedagógica na execução dos programas de monitoria, iniciação científica e atividades complementares; proposição, acompanhamento e avaliação da utilização de recursos instrucionais alternativos. 13.2.2 Secretários (as) As atividades de organização dos procedimentos administrativos ficam a cargo dos (as) Secretários (as) do curso, que exercerão as seguintes atribuições: programar e agendar compromissos e atividades específicas do curso; organizar e dar fluxo à documentação do curso; encaminhar aos setores competentes documentos administrativos e pedagógicos; organizar procedimentos técnico-administrativos; orientar procedimentos discentes e docentes; atender, em primeira instância, as solicitações dos alunos à gestão de curso ou à assistência pedagógica; 126 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA preencher, encaminhar e acompanhar os termos de estágio. 127 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 14 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO 14.1 POLÍTICAS PARA O CORPO DOCENTE O Plano de Carreira Docente regula as condições de admissão, promoção e direitos na UNIUBE. O Plano de Carreira Docente da UNIUBE tem por objetivos possibilitar o desenvolvimento profissional e humano do docente levando em conta o seu comprometimento com a missão e os objetivos da Universidade. Visa também incentivar o docente para a busca contínua de padrões elevados de qualidade, produtividade, eficiência e inovação e estimulá-lo para o desenvolvimento da pesquisa, da produção cultural e artística, no âmbito das atividades universitárias. A concretização deste Plano se constituirá como elemento motivador e apoiador do corpo docente na busca da integração com a comunidade externa, sensibilizando-o para a prestação de serviços e a promoção de ações sociais de resgate da cidadania e da melhoria da qualidade de vida, valorizando e reconhecendo o colaborador dentro do seu contexto de trabalho. A UNIUBE possibilita aos docentes abertura para iniciativas que contribuam para enriquecer os conteúdos curriculares como realização de eventos temáticos, integração de práticas entre conteúdos, atividades extraclasse entre outras. Como contribuinte participativa no processo de capacitação docente, a Comissão Própria de Avaliação – CPA avalia sistematicamente os cursos nas seguintes dimensões: organização didático-pedagógica, corpo docente e instalações físicas, reorientando a tomada de decisões por meio da abertura para expressão direta de críticas e sugestões sobre a condução da direção em relação à essas três dimensões que podem afetar o cotidiano do processo ensino-aprendizagem sob o ponto de vista dos docentes. Em relação à formação continuada dos docentes, é clara a necessidade de constituir e manter um corpo docente com perfil adequado para implementação da proposta pedagógica do curso. A titulação acadêmica e a experiência profissional do professor 128 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA são atributos necessários para sua atuação, porém não suficientes para garantir o sucesso de seu trabalho. A formação pedagógica contínua dos docentes é que possibilitará a melhoria da sua prática pedagógica para torná-la mais eficiente com relação ao processo de ensino-aprendizagem. Ressalta-se, neste sentido o trabalho do (a) assistente pedagógico (a) que visa o contínuo acompanhamento do professor, trazendo-lhe os subsídios e as orientações necessárias à condução de suas atividades no cotidiano das salas de aula. É parte integrante desta proposta a criação e a manutenção das seguintes propostas de formação e capacitação de professores para atuar no curso: formação para integração de novos docentes: cada novo docente contratado passa por uma formação introdutória nos cursos sob acompanhamento do coordenador e da assistência pedagógica. Esta formação tem a finalidade de sintonizar o novo docente com os objetivos do projeto pedagógico do curso, evitando algum descompasso na forma de atuar, comprometendo a consecução dos objetivos do curso; atualização didático-pedagógica: esta proposta tem a finalidade de manter os docentes atualizados em relação à prática pedagógica, de forma a garantir a excelência no desempenho das atividades de ensino. O docente é incentivado a participar de oficinas de formação, durante a semana de planejamento semestral, organizadas pelos cursos e pela Pró-Reitoria de Ensino Superior; capacitação técnica e tecnológica: este programa tem a finalidade de propiciar a atualização técnica e tecnológica dos docentes, para melhor qualificá-los para o exercício do magistério. Neste programa estão incluídos os cursos de especialização, mestrado, doutorado, além de treinamentos de curta duração oferecidos por empresas de elevada tecnologia em processos de produção de bens e/ou serviços, bem como em outros setores de interesse do curso. Na Semana Institucional de Planejamento em cada semestre letivo, sob a coordenação da Pró-Reitoria de Ensino Superior, os docentes têm a oportunidade de participarem ativamente das decisões, com sugestões de medidas para a melhoria da qualidade de 129 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA seu trabalho e do curso e participação nas discussões e reflexões temáticas relacionadas à prática pedagógica e seus fundamentos. 130 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 15 RECURSOS FÍSICOS E MATERIAIS Infraestrutura física da UNIUBE A principal estrutura para o ensino de graduação e pós-graduação está concentrada na Avenida Nenê Sabino, nº 1801. São 350 mil metros quadrados onde existem 23 blocos, reservados ao funcionamento de salas de aula e laboratórios, o núcleo de informática, a gráfica universitária, livraria, além do prédio ocupado pela Biblioteca Central. Na unidade estão instaladas também a Reitoria, Pró-Reitorias, diretorias de institutos, cursos e a Divisão de Serviços Acadêmicos – DSA, a prefeitura universitária, almoxarifados, nove anfiteatros. Fazem parte ainda do complexo, a agência bancária, as quadras de esporte (duas cobertas e duas sem cobertura), o campo de futebol, duas piscinas, livraria, agências bancárias e praça de alimentação. A Unidade de Gestão e Direito-UGD, que abriga o curso de Administração em Uberlândia, está localizada na avenida Marcos de Freitas Costa, nº 1041. Conta com espaço físico total de 2066,2 m², que comporta 18 salas de aula, 1 laboratório de informática, 1 biblioteca, 1 setor de reprografia e impressão, 1 multiatendimento administrativo/financeiro, salas de gestores e assistentes pedagógicas, sala de professores, sala de professores de tempo, sala de orientação e supervisão de TCC, secretaria de cursos, secretaria dos programas institucionais, sala de recursos instrucionais, além de baias de atendimento aos alunos, 1 mezanino de atividades acadêmicas, 1 cantina e 4 banheiros adaptados para atender portadores de necessidades especiais. Abriga, ainda, o Núcleo do Práticas Jurídicas que atende ao curso de Direito. 131 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 15.1 ESPECÍFICOS DO CURSO O curso faz uso comum da infraestrutura da IES para o desenvolvimento de suas atividades didático-pedagógicas. No que diz respeito aos recursos físicos, para o funcionamento do curso de Administração, a Instituição conta com: Salas de Aula As salas destinadas às aulas teóricas são amplas, com boa iluminação e climatizadas. Dispõem de quadro branco, carteiras estofadas, mesa e cadeira para o professor, e apresentam capacidades que vão de 42 (quarenta de dois) a 70 (setenta) alunos cada. Salas de Gestores de Curso e Serviços Acadêmicos Para os serviços de gestão e secretaria do curso existem: a sala da direção do curso, a sala da assistente pedagógica, a sala de professores e a secretaria dos cursos. São espaços adequados, climatizados, com disponibilidade de armários, mesas, cadeiras estofadas e computadores, possibilitando a coordenação e atendimento de alunos e professores. Para a realização de reuniões com professores e alunos para tratamento das questões acadêmicas podem ser utilizadas pelos gestores a sala de professores e o mezanino da unidade de Gestão e Direito, ou o anfiteatro localizado na unidade Rondon. Sala de Professores e Atendimento A sala dos professores é um ambiente amplo que conta com mesa de reuniões, mesa de apoio para café e cadeiras estofadas. É destinada a realização de reuniões dos docentes, atendimento a alunos e comunidade externa, bem como para o descanso no intervalo entre as aulas. 132 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Gabinetes de trabalho para professores de tempo Especificamente para os professores de tempo contínuo existe uma sala fechada no mezanino superior da Unidade de Gestão e Direito onde estão disponíveis 4 baias para atendimentos, computadores e armário. Este espaço atende de forma satisfatória às necessidades dos docentes do curso. Ainda para atendimento de alunos, o curso conta com 4 baias externas à sala de professores de tempo que estão à disposição da comunidade acadêmica. Banco de Livros O curso conta com um “Banco de Livros” que são entregues ao aluno no começo do semestre, em algumas disciplinas dentre as oito (08) etapas; o aluno fica com os livros durante todo o semestre, devolvendo-o ao final do mesmo. Além disto, o aluno tem à sua disposição o acervo da Biblioteca da Unidade de Gestão e Direito e demais livros da Unidade Rondon. 15.2 DE USO COMUM DA INSTITUIÇÃO 15.2.1 Laboratórios Laboratório de gestão O Laboratório de Gestão, localizado na sala LB001 é uma unidade de serviço de apoio que tem como finalidade oportunizar aos estudantes do curso de Administração, Ciências Contábeis e demais cursos da Universidade o contato profissional com a prática, desenvolvendo o conhecimento teórico adquirido em sala de aula. O Laboratório de gestão tem como atribuições e finalidades: proporcionar aplicação prática dos conhecimentos teóricos; desenvolver o espírito crítico, analítico e 133 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA empreendedor; facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado; valorizar a Instituição de ensino; evolução tecnológica; acesso à rede da internet. Laboratório de Informática O laboratório possui uma importância destacada por se tratar de um dos primeiros espaços onde pode ser realizada a articulação entre a teoria e a prática, tão essencial ao curso proposto. Para o funcionamento adequado do Curso de Administração, a Instituição conta com laboratório composto por equipamentos modernos, interligados em rede e com acesso à internet. Além disso, existe uma política de constante atualização dos equipamentos e dos títulos de software, que devem ser adequados às disciplinas do Curso e ao desenvolvimento da pesquisa. O laboratório fornece aos usuários condições de utilização, tais como mobiliário, climatização e acústica adequados. Outro ponto de grande importância é que o número de equipamentos é suficiente para atender às necessidades do curso. Relação alunos por máquina – máximo de 2 alunos por máquina (15 máquinas) máximo de 30 alunos por aula de laboratório. Tecnologias computacionais (hardware, software e suporte técnico) atualizadas – ciclo de reposição constante, em alguns casos, anual. Recursos multimídia. Essas máquinas do laboratório estão organizadas da seguinte forma: Laboratório de Informática Aplicada: as máquinas reservadas para alunos do curso de Administração têm por objetivo atender às disciplinas de formação básica e complementar. As seguintes ferramentas estão disponíveis nestes laboratórios: Word, Excel, Power Point, Access e acesso à Internet. 134 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA O laboratório poderá ser utilizado para desenvolvimento de atividades extra-classe, em horários nos quais não houver aulas alocadas a ele. 15.2.2 Biblioteca e Acervo Bibliográfico Dados históricos A Biblioteca Setorial Uberlândia, iniciou suas atividades em 2003 no Campus Fundinho, localizado na Rua Coronel Severiano, 251 – Bairro Tabajaras. Em março de 2007, foi inaugurada a Biblioteca Setorial Campus Rondon, como consequência da criação do Campus no mesmo ano, localizada na Av. Governador Rondon Pacheco, 2000 – Bairro Lídice. No ano de 2009 houve a fusão dos Campus Fundinho e Rondon e das Bibliotecas. Essa união fez com que as atividades ficassem concentradas no Campus Rondon. Em fevereiro de 2013, a Biblioteca Unidade Gestão e Direito iniciou suas atividades para atender os alunos dos Cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito. Missão Oferecer serviço de informação eficiente e de qualidade à comunidade acadêmica, atuar como mediadora na capacitação de todos os envolvidos no processo de ensino, pesquisa e extensão e possibilitar para os alunos, autonomia diante das necessidades informacionais em todas as áreas do conhecimento. A quem se destina A Biblioteca está aberta a toda a comunidade, porém o empréstimo domiciliar é concedido somente ao corpo discente, docente e administrativo da UNIUBE. Área Física 135 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA A Biblioteca Unidade Gestão e Direito ocupa área de 128m² distribuída da seguinte forma: 12,80 m² - Coordenação e Setor de Empréstimo 115,20 m² - Acervo, Área para estudo A Biblioteca é toda climatizada e possui livre acesso para portadores de necessidades especiais. Áreas destinadas para leitura e estudos (móveis e equipamentos): Descrição Estudo em grupos (acervo geral), mesas Estudo individual (mesas de 01 lugar) Microcomputadores p/ pesquisa ao acervo local Microcomputadores de trabalho (02 Empréstimo) Cadeiras para usuários Quantidade 10 03 01 06 39 Acervo Possui um acervo que abrange todas as áreas do conhecimento e permite o livre acesso às estantes. É constituído de: Monografias (livros, folhetos, eventos, teses, dissertações, etc.) Periódicos (jornais, revistas, boletins, anuários, etc.) Obras de Referência (dicionários, enciclopédias, etc.) Multimeios (CD-ROM, DVD, disquetes, fitas de vídeos, etc.) O acervo é todo informatizado e pode ser consultado na rede local ou via internet. Acervo Geral Material Livros, eventos, folhetos e apostilas Periódicos (nacionais e estrangeiros) CD-ROM (documentários, palestras, etc.) DVD Obras de Referência Número de exemplares 6.479 2.121 86 02 39 136 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA 8.727 TOTAL Acervo dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis Material Livros, eventos, folhetos e apostilas Periódicos (nacionais e estrangeiros) CD-ROM (documentários, palestras, etc.) DVD TOTAL Número de exemplares 1.839 1.138 38 01 3.016 Pesquisa ao Acervo É disponibilizado 01 terminal de computador para pesquisa do acervo, que também pode ser consultado via internet no endereço: http://sophia.uniube.br/sophia/index.html Empréstimo, Renovação e Reserva Os serviços de renovações e reservas estão disponíveis também via web, no endereço: http://sophia.uniube.br/sophia/index.html Serviços Oferecidos Vários são os serviços prestados aos leitores e usuários em geral, destacando-se: consulta empréstimo; atendimento e orientação ao usuário feita de forma rápida e eficiente através de recursos avançados de busca; prestação de serviços de catalogação na fonte; orientação para elaboração de trabalhos técnicos e científicos de acordo com as normas de documentação da ABNT, links para bibliotecas virtuais; acesso a bases de dados nacionais e estrangeiras por meio de comutação bibliográfica através do Programa de Comutação Bibliográfica (COMUT), mantido pelo IBICT. 137 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA Além de possuir um acervo de qualidade, a Biblioteca mantém uma política para sua constante expansão e atualização. Possui a infraestrutura necessária para a adequada prestação de serviços aos usuários. 138 UNIVERSIDADE DE UBERABA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – UBERLÂNDIA BIBLIOGRAFIA CONSULTADA BRASIL, Anuário Uberaba em Dados, 2009. Prefeitura Municipal de Uberaba. Disponível em: <http://www.uberaba.mg.gov.br>. Acesso em: 27 maio. 2011. BRASIL. Ministério da Educação. LEI n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 23 dez. 1996. Seção 1. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares nacionais para os cursos de graduação em Administração. Resolução CNE/CP nº 4, de 13 de julho de 2005. Publicação no DOU nº 137, de 19 de julho de 2005, seção 1, pág. 26/27. EDUDATA Brasil – Base 2006 – MEC/INEP. Disponível em: <http://www.edudatabrasil.inep.gov.br/>. Acesso em: 08 mar. 2010. INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. PELEIAS, Ivan Ricardo. Controladoria: gestão eficaz utilizando padrões. São Paulo: Saraiva, 2002. Revista Brasileira de Administração – RBA. Conselho Federal de Administração. UNIUBE. Universidade de Uberaba. Censo 2010. Uberaba, 2010. 139 ANEXOS ANEXO A ALTERAÇÕES CURRICULARES A PARTIR DE 2012 Uberlândia – MG 141 Justificativa Ao final de 2011, propostas de alterações curriculares foram encaminhadas pelo NDE e aprovadas pelo Colegiado do Curso, motivadas pela opção institucional de organizar a oferta de todos os seus cursos em módulos de horas-aulas e não mais em módulos de horas-relógio. Vale ressaltar que, nesta versão atualizada, embora organizada em horas-aulas, a carga horária total, se contabilizada em horas-relógio, ultrapassa o mínimo definido pela Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007 que dispõe sobre a carga horária mínima e integralização dos cursos de graduação e bacharelados. Nomes e carga horária de alguns componentes também sofreram alterações. Em decorrência, foi realizada a atualização do ementário e da bibliografia básica e complementar. 142 NOVA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR - 2012 Componentes Curriculares por Etapa Etapa 1 1 1 1 1 1 Etapa 2 2 2 2 2 Etapa 3 3 3 Componente curricular Teorias da Administração Matemática Básica Contabilidade Básica Comportamento Empreendedor Leitura e Produção de Textos Acadêmicos Atividades Complementares Modalidade Semipresencial Semipresencial Semipresencial Semipresencial Semipresencial Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa Componente curricular Modalidade Análise das Demonstrações Contábeis Semipresencial Sociologia das Organizações Semipresencial Teoria das Organizações Semipresencial Matemática para Decisões Semipresencial Administrativas I Instituições do Direito Semipresencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente curricular Estatística Básica Contabilidade Gerencial e Análise de Custos Matemática para Decisões Administrativas II 3 Organização, Sistemas e Métodos 3 Informática Aplicada Atividades Complementares Modalidade Presencial Teórica Pres. NP 72,0 15,0 72,0 15,0 72,0 15,0 36,00 15,00 36,0 44,0 288,0 104,0 AT 60,0 60,0 452,0 Teórica Pres. NP 80,0 15,0 40,0 15,0 40,0 15,0 80,0 15,0 80,0 320,0 15,0 75,0 Prática Pres. NP AT 395,0 Teórica Pres. NP 80,0 Semipresencial 80,0 Presencial 80,0 Semipresencial 40,0 Semipresencial Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Prática Pres. NP 15,0 AT 10,0 15,0 15,0 280,0 Prática Pres. NP 45,0 40,0 40,0 435,0 60,0 70,0 143 Etapa 4 4 4 4 4 4 Etapa 5 5 5 5 5 5 5 Etapa 6 6 6 6 6 6 6 Componente curricular Modalidade Economia de Empresas Semipresencial Estatística Inferencial Presencial Matemática Financeira Semipresencial Gestão de Materiais Semipresencial Tópicos Especiais em Administração I Presencial Estágio Curricular Supervisionado de Presencial Aplicabilidade Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente curricular Modalidade Administração dos Recursos Humanos Semipresencial Gestão da Produção Presencial Marketing Básico Presencial Macroeconomia e Políticas de Semipresencial Intervenção Métodos Quantitativos Presencial Projeto Integrado Presencial Atividades Complementares Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente curricular Modalidade Gestão Financeira Presencial Gestão da Logística Semipresencial Estratégia de Marketing e Pesquisa de Presencial Mercado Fundamentos do Comércio Exterior Presencial Ética Empresarial Presencial Equipe e Liderança dos Recursos Semipresencial Humanos Atividades Complementares Presencial Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Teórica Pres. NP 80,0 15,0 40,0 80,0 15,0 40,0 15,0 40,0 280,0 45,0 Teórica Pres. NP 80,0 15,0 80,0 80,0 80,0 AT 40,0 90,0 40,0 455,0 90,0 Prática Pres. NP AT 10,0 15,0 40,0 360,0 Prática Pres. NP 40,0 30,0 Teórica Pres. NP 80,0 40,0 15,0 40,0 520,0 Prática Pres. NP 80,0 20,0 60,0 90,0 AT 30,0 40,0 40,0 40,0 320,0 15,0 60,0 90,0 30,0 440,0 144 Etapa 7 7 7 7 7 7 Etapa 8 8 8 8 8 8 Componente curricular Modalidade Semipresencial Gestão Estratégica Empreendedorismo e Semipresencial Desenvolvimento de Novos Negócios Semipresencial Elaboração e Análise Orçamentária Sistemas de Informações Gerenciais Semipresencial Avaliação de Empresas Presencial Presencial Estágio Curricular Supervisionado I Total da carga horária: Total da carga horária da etapa: Componente curricular Modalidade Teórica Pres. NP 80,0 15,0 40,0 15,0 80,0 40,0 40,0 15,0 15,0 280,0 Componente curricular Processos Interativos com a Pessoa Surda - LIBRAS Cidadania, Heterogeneidade e Diversidade Total da carga horária: Total da carga horária: Modalidade 40,0 60,0 40,0 470,0 Teórica Pres. NP 80,0 15,0 80,0 15,0 40,0 40,0 40,0 Mercado de Capitais e Derivativos Semipresencial Elaboração e Análise de Projetos Semipresencial Jogos de Empresa Presencial Técnicas de Consultoria e Assessoria Presencial Tópicos Especiais em Administração II Presencial Estágio Curricular Supervisionado II Presencial Total da carga horária: 280,0 Total da carga horária da etapa: Total da carga horária: 2448,0 Total da carga horária Geral: Prática Pres. NP 40,0 30,0 40,0 450,0 439,0 200,0 3617,0 Teórica Pres. NP Semipresencial 40,0 60,0 Semipresencial 36,0 20,0 76,0 Prática Pres. NP Prática Pres. NP AT 90,0 90,0 AT 100,0 100,0 530,0 AT 80,0 156,0 145 ANEXO B REGULAMENTO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Uberlândia – MG 146 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS SUPERVISIONADOS Janeiro/2014 147 REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA TÍTULO I DOS CONCEITOS E DAS MODALIDADES DE ESTÁGIO Art. 1º - Para fins do disposto neste Regulamento, considera-se estágio a atividade pedagógica do processo educacional que possibilita ao aluno complementar sua formação profissional, por meio do desenvolvimento de habilidades e da aplicação de conceitos teóricos em situação de realidade. Art. 2º - Modalidades de Estágio: No curso de Administração há duas modalidades de estágio: OBRIGATÓRIO e NÃO OBRIGATÓRIO. § 1º Entende-se por estágio OBRIGATÓRIO, àquele que integra a organização curricular do curso; é deste que trata o presente Regulamento. § 2º Considera-se estágio NÃO OBRIGATÓRIO, aquele que difere do Obrigatório tão somente por ser desenvolvido espontaneamente pelo aluno e por não estar previsto na organização curricular do curso. Art. 3º - Conceito de Organização: Entende-se por Organização, neste Regulamento, a pessoa jurídica, de direito público ou privado, com ou sem fins lucrativos, concedente de estágio para os alunos regularmente matriculados no curso de Administração da Universidade de Uberaba. Art. 4º - Conceito de Campo de Estágio: Compreende-se Campo de Estágio como o setor ou os setores específicos da Organização, que constituirão local para o desenvolvimento do estágio e possibilitem ao aluno as condições para: a) planejar e desenvolver o conjunto das atividades do Estágio; b) aprofundar os conhecimentos teórico-práticos do aluno, na respectiva área profissional; c) vivenciar situações reais de vida e de trabalho próprias da profissão. TÍTULO II DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO Art. 5º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de Administração da Universidade de Uberaba compõe-se de três atividades: (i) Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade (4ª etapa), (ii) Estágio Curricular Supervisionado I (7ª etapa) e (iii) Estágio Curricular Supervisionado II (8ª etapa). CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. 6º - O Estágio Curricular Supervisionado tem como objetivo proporcionar ao aluno a oportunidade de integrar-se com a comunidade, por meio do desenvolvimento de atividades práticas vinculadas à sua área de formação acadêmico-profissional. Parágrafo único. Para a consecução dos objetivos previstos no caput deste artigo, o Estágio Curricular Supervisionado deve: I. II. III. IV. V. VI. proporcionar ao aluno a vivência de situações reais de vida e de trabalho, que lhe viabilize a integração dos conhecimentos teórico-práticos à experiência profissional; contribuir na busca de alternativas para solução de problemas que se configurem na prática em cada área específica do Estágio Curricular Supervisionado; tornar viável a articulação e integração entre Universidade, Organização e Comunidade; proporcionar ao aluno a afirmação profissional, por meio da identificação profissional em cada área de atuação do Administrador; possibilitar a atualização e a “realimentação” do ensino por meio da aplicação e da avaliação de conceitos teóricos inseridos na prática, em um contexto social específico; contribuir na formação dos Perfis Intermediário e Final do graduando. CAPÍTULO III DA DURAÇÃO E EXIGÊNCIAS Art. 7º - A carga horária extraclasse total dos Estágios Supervisionados Curriculares Obrigatórios do Curso de Administração, definida na organização curricular, é de 280 (duzentas e oitenta) horas, distribuídas diferentemente nas três atividades de estágio, atendendo às exigências de cada etapa. Parágrafo único. O total de horas e as exigências de cumprimento estabelecidas no caput deste artigo estão assim distribuídos: a) Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade (Currículos 10505 e 10605) Desenvolvido com, no mínimo, 90 (noventa) horas na organização e 40 (quarenta) horas-aula de supervisão. Este estágio acontece na 4ª (quarta) etapa do curso. Seu objetivo é aprofundar os estudos acerca dos fenômenos administrativos e organizacionais, assim como suas inter-relações com a realidade social na sua totalidade, como forma de dispor de maiores condições para o acadêmico verificar a aplicação dos métodos e técnicas da Administração na realidade organizacional e social. Neste estágio o aluno deverá aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas da 1ª a 4ª etapa. O Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade compõe-se de atividades práticas no campo de estágio, que envolvem também coletas de dados primários e secundários, análise dos dados, bem como projetos na Empresa Júnior. Concomitantemente às atividades, o aluno elaborará um relatório, conforme normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - e os conhecimentos adquiridos para elaboração de trabalhos científicos e estabelecerá uma análise comparativa entre a linha teórica aprendida e a praxis administrativa. O relatório conterá: I. II. III. IV. Descrição detalhada da empresa e seu histórico. Definição da missão, visão, valores, negócio, estrutura organizacional, organograma, clientes, fornecedores, concorrentes. Identificação dos pontos fortes e fracos do ambiente interno e das oportunidades e ameaças do ambiente externo da organização. Demais itens que compõem um trabalho acadêmico no modelo relatório de estágio, a saber: capa, folha de rosto, identificação, resumo com palavras chave, sumário, introdução, conclusão, referências, anexos e/ou apêndices. Observação: o relatório deverá seguir, rigorosamente, as orientações da ABNT, para trabalhos acadêmicos. b) Estágio Curricular Supervisionado I Nesta atividade o aluno realizará 90 (noventa) horas de atividades na organização concedente e terá 40 (quarenta) horas-aula de supervisão. Este estágio ocorre no 7º período do curso e objetiva capacitar o aluno a dominar todo o instrumental necessário para intervir na dinâmica organizacional e ambiental por meio do aprofundamento dos conhecimentos adquiridos. As horas-aula de supervisão visam orientar a elaboração do Relatório Final de Estágio, doravante denominado simplesmente de relatório, supervisionar e orientar os planos e atividades do estágio e viabilizar visitas ao campo de estágio. As 90 horas de atividades do aluno na organização são realizadas em forma de rodízio nas grandes áreas de atuação do Administrador, condicionadas ao organograma da organização. Espera-se que durante sua permanência na organização, o estagiário desenvolva uma análise sistêmica da organização e identifique a área específica de atuação para o desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado II, a ser realizado no período seguinte. A escolha da área de atuação deverá considerar o levantamento realizado na organização concedente, por meio de um questionário padrão feito pelos docentes e anexado ao relatório final, das áreas que mais necessitam intervenção. Será escolhida a área mais carente. Ao final do estágio, o aluno deverá apresentar um relatório, elaborado conforme as normas da ABNT e os conhecimentos adquiridos no curso de Administração para elaboração de trabalhos científicos. Este relatório conterá: I. II. III. IV. Descrição detalhada da empresa. Diagnóstico prévio, onde serão identificados e apresentados os principais problemas em áreas distintas de atuação do estagiário. Folha de concordância, onde o supervisor referenda a área de atuação do estagiário. Demais itens que compõem um trabalho acadêmico no modelo relatório de estágio, a saber: capa, folha de rosto, identificação, resumo com palavras chave, sumário, introdução, conclusão, referências, anexos e/ou apêndices. c) Estágio Curricular Supervisionado II (Currículos 10505 e 10605) Esta atividade tem por objetivo completar o desenvolvimento da integração Organização / Aluno / Universidade, possibilitando a intervenção na realidade e o enriquecimento da formação profissional do estagiário. Realiza–se na 8ª (oitava) etapa do curso e compreende, no mínimo, 100 (cem) horas de atividades cumpridas na organização, com 40 (quarenta) horas-aula de supervisão acadêmica do professor da atividade. As horas de supervisão serão divididas entre ações descritas no cronograma, orientação junto ao aluno, visitas e outras atividades. Este estágio colaborará para que o Perfil Final do egresso, o AdministradorEmpreendedor – um profissional que formula e toma decisões estratégicas -, possa ser construído, por meio da proposição e ou implementação de ações de melhoria na organização concedente do estágio. Deste modo, o futuro Administrador terá condições de intervir na realidade, resolverá de forma metodológica os problemas identificados, proporá mudanças nos fenômenos observados e contribuirá assim, para o crescimento da organização. O relatório final de Estágio Curricular Supervisionado II, devidamente estruturado, conterá: I. II. III. Todos os dados do relatório do Estágio Curricular Supervisionado I, adaptado ao novo trabalho. Ao menos uma proposição de ação viável, exequível, criativa e embasada bibliograficamente. Demais itens que compõem um trabalho acadêmico no modelo relatório de estágio, a saber: capa, folha de rosto, identificação, resumo com palavras chave, sumário, introdução, conclusão, referências, anexos e/ou apêndices. O aluno deverá, obrigatoriamente, apresentar o resultado final do seu trabalho para uma banca de docentes designada pelo(s) professor(a) supervisor(a) do estágio ou pela coordenação do curso. Art. 8º - Para cursar a atividade Estágio Curricular Supervisionado II, o aluno deverá estar habilitado (aprovado) no Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade. Capítulo IV DOS INSTRUMENTOS LEGAIS Art. 9º - A regulamentação dos estágios curriculares encontra-se no Decreto nº 87.497, de 18/08/82, que regulamenta a lei n.º 6494 de 07/12/77 e em caso específico com a Lei 11.788/2008. Capítulo V DA SUPERVISÃO DE ESTÁGIO Art. 10 - Entende-se por Supervisão de Estágio a orientação e o acompanhamento obrigatório das diferentes atividades de estágio, com o objetivo de favorecer o desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos e a vivência profissional dos estagiários. Art. 11 - O Estágio Curricular Supervisionado terá professores responsáveis indicados pela Diretoria de Curso, os quais serão denominados Supervisores de Estágio. Art. 12 - A forma de supervisão de cada atividade que compõe o Estágio Curricular Supervisionado será determinada pelo Supervisor de Estágio, de acordo com as necessidades e especificidades das áreas do Estágio. Parágrafo único. A supervisão inclui necessariamente a orientação ao aluno de acordo com cronograma estabelecido, possíveis visitas ao campo de estágio e demais atividades de acompanhamento. Art. 13 - São atribuições dos Supervisores de Estágios: I. entrar em contato, quando necessário, com as Instituições concedentes, em trabalho conjunto com o Programa de Estágio da Universidade e aluno, para análise das condições dos campos de estágio, tendo em vista a celebração de convênios; II. planejar, executar e avaliar as atividades teóricas e práticas pertinentes do estágio do aluno, em conjunto com o Supervisor do campo de estágio e Diretor do curso de Administração; III. cumprir as normas ou critérios específicos para a realização das atividades de instrumentalização prática, com base no presente Regulamento; IV. organizar, semestralmente, o encaminhamento de estagiários para o Programa de Estágio da Universidade – PROEST, em conjunto com a Assistente Pedagógica e Secretaria do Curso, com as informações corretas e em tempo hábil para celebração de convênios; V. criar mecanismos operacionais que facilitem a condução de cada atividade que compõe o Estágio Curricular Supervisionado; VI. organizar e manter atualizados a documentação referente a Instrumentos de Convênio, Termos de Compromisso de Estagiários, cadastro das organizações conveniadas, bem como o número de estagiários matriculados no semestre. VII. divulgar semestralmente o resultado da avaliação do trabalho do aluno no Estágio Curricular Supervisionado; VIII. coordenar a realização da apresentação de trabalhos finais de Estágio; IX. coordenar avaliação do plano de estágio, do trabalho de conclusão e das demais atividades do aluno no Estágio; X. aprovar ou não os trabalhos, mediante critérios pré-estabelecidos, atribuindo-lhes Conceito Final; XI. preencher corretamente e analisar as planilhas de controle das atividades do aluno no Estágio, tomando ações corretivas sobre os desvios verificados; XII. acompanhar e controlar os resultados das atividades de estágio através de visitas ao campo de estágio, reuniões com orientandos e análise de relatórios; XIII. analisar periodicamente, preferencialmente a cada semana, o Relatório de Atividades, verificando a carga horária, descrição analítica das atividades desenvolvidas no período e as assinaturas e vistos, tanto do aluno como do responsável no Campo de Estágio (esta última com carimbo da Organização); XIV. comprovar o cumprimento da carga horária no campo de estágio. Capítulo VI DO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 14 - O planejamento dos Estágios deverá abarcar, dentre outros aspectos, a definição dos objetivos, as atividades básicas e a sistemática de acompanhamento e avaliação. Art. 15 - A programação das atividades que compõem os Estágios será elaborada pelos Supervisores de Estágio: Parágrafo Único. Constarão da programação dos Estágios os seguintes elementos: I. número máximo de alunos por Professor Supervisor: 20 (vinte) a cada 40 h/aula de supervisão. Acima deste número caberá ao Diretor do Curso analisar a situação e propor ações; II. período de realização de cada estágio de acordo com os termos do convênio assinado com a instituição concedente; III. local onde cada estágio será realizado de acordo com o convênio firmado; IV. exigências regulamentares (carga horária, jornada diária, plantões, trabalhos, relatórios e outros pertinentes ao cumprimento dos objetivos fixados), em conformidade com o convênio estabelecido; V. formas de controle e avaliação. Capítulo VII DA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO NA ORGANIZAÇÃO Art. 16 - Entende-se por Orientação de Estágio na Organização o acompanhamento diário e rotineiro das atividades do estagiário feito no âmbito da instituição concedente. Art. 17 - A orientação de Estágio na Organização deverá ficar a cargo de profissional da instituição concedente do estágio: § 1º A instituição concedente deverá indicar um profissional que seja conhecedor dos assuntos e das áreas onde serão realizados os Estágios. § 2º O profissional da Instituição concedente, que será o responsável pela Orientação de Estágio, será denominado Orientador de Estágio na Organização. Art. 18 - É obrigação do aluno estagiário entregar ao Supervisor de Estágio, nas datas por este determinadas, planilha das atividades desenvolvidas devidamente assinada pelo Orientador de Estágio na Organização. Capítulo VIII DA AVALIAÇÃO Art. 19 - A avaliação do desempenho do aluno estagiário será realizada de forma contínua e sistemática durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos aspectos atitudinais e técnico-profissionais. O detalhamento dos critérios de avaliação, bem como os seus respectivos pesos, é feito no Anexo 01 deste Regulamento, denominado ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS. Art. 20 - Em cada estágio, a avaliação final do estagiário será feita mediante o exame do Relatório Final e da observância da frequência do estagiário às orientações e ao campo de estágio. § 1º A avaliação do Relatório Final referente ao Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade, Estágio Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular Supervisionado II será feita pelo Supervisor de Estágio. § 2º É obrigatória a frequência mínima de 75% das horas previstas para orientação individual na Universidade, sendo que, para validação e análise da frequência à supervisão, valerá a planilha de acompanhamento do professor supervisor. § 3º É obrigatório o cumprimento, na organização concedente, de 100% da carga horária de cada uma das atividades de estágio. Art. 21 - Somente será considerado aprovado no Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade, Estágio Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular Supervisionado II o aluno que obtiver, no conjunto das atividades desenvolvidas que formam o Relatório Final de Estágio, nota final igual ou superior a 6,0 (seis), frequência mínima de 75% às atividades de supervisão e tiver cumprido integralmente as cargas horárias mínimas no campo de estágio, definidas neste regulamento: § 1º O Relatório Final do Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade somente será avaliado após a comprovação, pelo aluno, do cumprimento da carga horária mínima definida no Art. 7º deste regulamento e da comprovação de frequência mínima de 75% das atividades de supervisão na universidade; § 2º Reprovado em qualquer um dos estágios supervisionados obrigatórios, o aluno deverá matricular-se na atividade reprovada, não podendo cursar concomitantemente mais que duas atividade de Estágio (Aplicabilidade - 4ª. etapa-, Estágio I - 7ª.etapa- e Estágio II -8ª.etapa) no mesmo semestre letivo. Art. 22 - Nas atividades do Estágio Curricular Supervisionado de Aplicabilidade, Estágio Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular Supervisionado II não serão aplicadas Avaliações acumulativas nem o Exame Suplementar. § 1º O aluno, em todas as atividades supramencionadas neste artigo poderá, a critério do professor supervisor, ser submetido à arguição oral, sempre que necessário for, para a verificação do conteúdo aprendido durante o desenvolvimento do estágio. Caso o arguido não apresente nas respostas domínio mínimo do que lhe foi questionado, haverá redução de até 50% do total da nota atribuída ao Relatório Final. § 2º A arguição de que trata o parágrafo anterior poderá ser realizada no momento da orientação, pelo próprio professor, ou por uma banca designada pela Direção ou pelo Colegiado do curso. Art. 23 - É obrigatório o cumprimento integral da carga horária do estágio na organização concedente não sendo permitido abono de faltas da mesma. Capítulo IX DOS ALUNOS Art. 24 - Cabe aos alunos matriculados nos estágios curriculares supervisionados cumprir o presente Regulamento. Art. 25 - É dever dos alunos estagiários comparecer na data, local e horário definido pelo Supervisor de Estágio, seja no campo de estágio, seja nas atividades de supervisão programadas. Art. 26 - Os alunos estagiários devem apresentar sempre comportamento pautado nas regras de boa convivência, respeito e ética profissional, zelando assim pela reputação da Universidade de Uberaba junto às Instituições concedentes de estágio. Art. 27 - É dever dos alunos estagiários cumprir integralmente o Plano de Estágio, respeitando o cronograma de atividades e as datas estabelecidas pelo professor supervisor. Art. 28 - É dever dos alunos estagiários apresentar ao professor supervisor, obrigatoriamente a cada encontro, o controle de frequência no campo de estágio e de atividades desenvolvidas, devidamente assinado e carimbado pelo orientador. CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 29 - Os casos omissos no presente título deste regulamento serão deliberados pelo Colegiado de Curso de Administração na forma do Regimento Geral da Universidade. Art. 30 - Contra atos das autoridades acadêmicas relativos aos estágios curriculares obrigatórios poderá o aluno recorrer na forma do Regimento Geral da Universidade. Art. 31 - A metodologia usada para a realização do Relatório de Estágio, isto é, para o diagnóstico empresarial e posterior proposta de soluções, será definida no início de cada semestre letivo pelos professores supervisores em comum acordo com a Direção do curso de Administração, e posteriormente atualizada no anexo 01 deste Regulamento. ANEXO 01 ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS – 2014/1 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE APLICABILIDADE (4º período), ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I (7º período) e ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II (8º período) Definição - É a aprendizagem realizada através das atividades correspondentes ao campo profissional de habilitação pretendida (empresa) sob a orientação de um (a) professor (a) supervisor (a). Propósito - Aperfeiçoar os conhecimentos teóricos estudados na Universidade e aplicá-los na prática organizacional. Objetivos - Propiciar ao aluno condições para: a) atuar como estudante em treinamento profissional; b) aplicar métodos e técnicas específicas; c) despertar o espírito de criatividade e de iniciação a pesquisa; d) obter uma visão global dos diversos aspectos da comunidade escolar, considerando as influências recíprocas dos vários setores na ação educativa; e) iniciar-se no trabalho com equipes interdisciplinares com vista à integração de atividades afetas a área de sua opção; e f) aprimorar os conhecimentos adquiridos durante o ensino, pela prática das teorias vivenciadas na Escola- Empresa. Atribuições do Aluno Estagiário a) atualizar conhecimentos específicos dos instrumentos administrativos e organizacionais; b) realizar sob a orientação do(a) professor(a) supervisor(a) o estágio curricular; c) comparecer, obrigatoriamente, à supervisão a cada semana de estágio realizado na empresa; d) trazer na supervisão a ficha de Controle das Etapas do Estágio e da Frequência ALUNO, assinada pelo supervisor da empresa e carimbada com CNPJ da empresa estagiada, devidamente preenchida, para rubrica do(a) professor(a) supervisor(a); e) elaborar sob a orientação do(a) professor(a) supervisor(a), o RELATÓRIO FINAL do estágio referente ao desenvolvimento do problema; f) cumprir o cronograma estabelecido pelo(a) professor(a) supervisor(a). 1a Orientação: DOCUMENTAÇÃO DOCUMENTAÇÃO PARA ENCAMINHAMENTO BUROCRÁTICO DO ESTÁGIO - cópia do contrato social - cópia do CNPJ - cópia da carteira de trabalho quando já for colaborador da empresa - cópia da carteira de identidade e do CPF A documentação acima será necessária para cadastrar a empresa. O aluno deverá verificar se já existe cadastro na secretaria de cursos da UNIUBE ou na secretaria do PROEST – Programa de Estágio. Após o cadastro da empresa eletronicamente no link PROEST do site da UNIUBE, e definição do campo de estágio (ADMINISTRATIVA), o aluno deverá preencher a folha de tramitação do Termo de Compromisso de Estágio em letra de forma, legível e sem rasuras na secretaria de curso e entregar juntamente com a relação de documentos acima relacionados. O Termo de Compromisso de Estágio poderá ser orientado pelo professor (a) supervisor (a) ou pelas secretarias de curso. A secretária de curso confirmará o recebimento dos documentos via protocolo de entrega. O protocolo deverá ser apresentado na primeira aula de atendimento individual para o professor (a) supervisor (a). A partir desta entrega será validado o critério de assiduidade. O(a) professor(a) supervisor(a) deverá anotar na ficha de Controle das Etapas do Estágio e da Frequência – PROFESSOR o dia em que o aluno ficou em dia com o PROEST através da entrega de documentos junto à secretaria de curso (protocolo). Compete ao aluno retornar à secretaria do curso para assinar a documentação preparada pelo PROEST firmando o contrato de credenciamento da empresa, e caso a empresa não seja credenciada o Contrato de Estágio, posteriormente. A pontuação do estágio (conforme os critérios de avaliação aprovados pelo Colegiado do Curso de Administração) somente vigorará após a demonstração do protocolo de entrega de documentos ao professor(a). O desenvolvimento do estágio e do Relatório de Estágio deverá ser realizado conforme o cronograma de atividades fornecido e acompanhado pelo(a) professor(a) supervisor(a). DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA COMPROVAÇÃO DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO I. II. III. IV. Controle de frequências e atividades diárias – EMPRESA: durante todas as aulas de supervisão o(a) aluno(a) deverá trazer as atividades escritas ou digitadas conforme a solicitação do(a) professor(a) e com o controle de frequências assinado e carimbado pelo(a) supervisor(a) da empresa. Este controle contribui para a marcação da pontuação do critério de assiduidade. Controle de frequência e atividades diárias – PROFESSOR: na presença do(a) aluno(a) o(a) professor(a) marcará a frequência e descreverá as atividades desenvolvidas na empresa que foram apresentadas. Este documento é assinado pelo(a) professor(a) supervisor(a) e pelo(a) aluno(a) durante as orientações em sala de aula e contribui para a aprovação do aluno quanto à frequência e quanto ao critério de assiduidade. Relatório final: é o trabalho final da disciplina e deverá ser entregue na data estipulada pelo(a) professor(a) tanto para correção prévia (caso seja solicitada) como na entrega final, conforme as normas da ABNT. Arquivo gravado um CD (PDF ou Word): deverá ser entregue na versão eletrônica além da versão impressa o Relatório de Estágio. 2a Orientação: CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Conforme o Regulamento dos Estágios Curriculares Obrigatórios Supervisionados do Curso de Administração a avaliação do trabalho final da Supervisão de Estágio de Aplicabilidade, Estágio Supervisionado I, e Estágio Supervisionado II serão feita pelo Professor(a) Supervisor(a) de Estágio que acompanhou o graduando e de acordo com os critérios abaixo definidos e reconhecidos pelo Colegiado do Curso de Administração. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO Critério Descrição 1 2 3 Diagnóstico Empresarial Fundamentação Teórica; Atividade de pesquisa Pontualidade; Assiduidade Painel de Indicadores; Viabilidade das Propostas e Sugestões de Melhoria; Elaboração de Plano de Ação Apresentação; Qualidade da Redação; Formatação Objetividade do Trabalho Soma do número de pontos 4 5 6 Nº máximo de pontos 20 15 15 30 10 10 100 Obs.: a nota mínima de 6,0 pontos é obtida através da somatória das notas parciais dividida por 10. A aprovação do(a) aluno(a) consiste no Conceito “H” de Habilitado (frequência, supervisão e nota). O aluno com o Conceito “I” de Inabilitado, não atingiu a nota mínima e/ou não obteve a totalidade de horas no campo de estágio, e ou não frequentou no mínimo 75% das aulas de supervisão. A seguir, são detalhados os critérios de avaliação do relatório final de estágio: Diagnóstico Empresarial – (até 20,00 pontos) – coletar a percepção de membros da organização sobre os conceitos estratégicos e dos fatores de análise empresarial. Essa coleta e análise detalhada de informações que dão base à identificação dos problemas, soluções na realidade empresarial estudada, identificação dos indicadores de desempenho, e acompanhamento das ações elaboradas. Fundamentação Teórica; Atividade de Pesquisa – (até 15,00 pontos) - capacidade de colher, sintetizar e registrar informações contidas em livros, publicações e documentos, bem como as adquiridas no campo de estágio. Habilidade de resolver os problemas com base nos conhecimentos teóricos adquiridos e aplicação dos mesmos na prática. Pontualidade; Assiduidade – (até 15,00 pontos) - comprometimento com os horários previamente determinados e frequência à supervisão com a devida atividade desenvolvida no campo de estágio conforme cronograma exposto pelo(a) professor(a) supervisor(a), obedecendo à ponderação dos pesos a seguir sendo ao final convertida em nota por regra de três. Peso 2: Apresentação ao professor(a) supervisor(a) do Controle das Etapas do Estágio e da Frequência - EMPRESA devidamente assinado pelo supervisor da empresa em folha carimbada com o CNPJ, e com apresentação da atividade desenvolvida no campo de estágio. Peso 1: O aluno demonstra atividade desenvolvida no campo de estágio, mas sem registro no Controle de Etapas e Frequência – Empresa, assinado e reconhecido pelo Supervisor da Organização. Peso 0: O aluno comparece à supervisão sem material desenvolvido, independente se tem a folha de Controle das Etapas do Estágio e da Frequência – EMPRESA assinada, obterá somente a frequência. Painel de Indicadores; Viabilidade das Propostas e Sugestões de Melhoria; Elaboração de Plano de Ação – (até 30,00 pontos) – Habilidade em mapear os problemas e a partir dessa identificação criar os indicadores de desempenho para um melhor cumprimento das atividades empresariais conforme seus conceitos direcionadores. Também será avaliada a capacidade de o estagiário analisar a viabilidade das propostas sugeridas e por meio de ferramentas técnicas adaptadas à realidade da empresa para análise dos propósitos empresariais: sanar o problema identificado e melhorar o desempenho das atividades. Para obter uma pontuação ideal neste critério, não basta ter criatividade e inovação, será verificada a melhora conseguida do desempenho e a capacidade de retomada e envolvimento dos colaboradores rumo aos objetivos, caso a empresa implemente as propostas sugeridas. Apresentação; Qualidade da Redação; Formatação – (até 10,00 pontos) – Concisão, clareza e propriedade. Verificar a precisão na construção das frases inteligíveis, gráficos e tabelas nítidas, o emprego apropriado da linguagem, explicação clara das ideias, bem como a limpeza, a estética e a organização do texto ao explicar a realidade organizacional e o adequado uso das normas ABNT. OBSERVAÇÃO: esta orientação é válida para a correção de todo e qualquer material entregue ao professor durante o semestre. Objetividade do Trabalho – (até 10,00 pontos) – Profundidade na aplicação de métodos e técnicas. Capacidade de selecionar os métodos e técnicas adequadas para realizar com lógica e de forma organizada as diversas atividades. Principalmente em relação à capacidade de investigação e análise do Painel de Indicadores sem dispersão entre os resultados pretendidos e o conteúdo descrito. IMPORTANTE: o (a) professor (a) supervisor (a) poderá a qualquer momento, que acreditar necessário, arguir oralmente o aluno sobre o desenvolvimento do estágio ou através do Colegiado de Curso designar uma banca avaliativa de professores para que o estagiário defenda seu trabalho. Caso o aluno não responda adequadamente as indagações poderá ter sua nota reduzida em até 50%. 3ª Orientação: DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL O estagiário deverá tomar ciência das ações e pretensões da empresa em que realizará sua atividade de estágio. No diagnóstico empresarial será realizada uma descrição geral das áreas que compõem a empresa, bem como os problemas percebidos em cada uma delas. Após a demonstração da ferramenta administrativa (organograma para o 4º período, e funcionograma para o 7º e 8º período) o(a) aluno(a) poderá descrever e analisar os seguintes aspectos e condução empresarial: perfil dos dirigentes principais, cultura organizacional, equilíbrio cultural, atividades principais e secundárias, produtos e serviços, satisfação do consumidor e dos colaboradores, como é processada a motivação (intrínseca e extrínseca) estratégias implementadas ao longo do tempo, modelo de gestão e de organização, estrutura de tomada de decisão e de poder, sistema de planejamento, políticas gerais de gestão, sistemas de informações gerenciais, sistemas de controle, sistema de avaliação da performance em termos de eficiência, eficácia e de efetividade, normas e procedimentos operacionais, nível de inovação e de mudança, capacitação e habilidade dos empregados, domínio do mercado consumidor, títulos conquistado na trajetória empresarial, clima organizacional, equipamentos e instalações, sistema de planejamento e controle financeiro e do sistema de registro e de análise contábil, sistema de distribuição e de comercialização, linha de produtos, processo produtivo, como é o processo de recrutamento, seleção e admissão de funcionários e de treinamento e promoção. Todos esses tópicos deverão ser apresentados ao professor na leitura empresarial, podendo o professor fazer novas solicitações. Na elaboração do diagnóstico empresarial o(a) aluno(a) tem liberdade para buscar informações com distintos métodos, como por exemplo: observação, entrevistas, questionários, pesquisa de dados secundários e primários, podendo inclusive utilizar mais de um método. O importante é que essa busca seja dentro dos padrões da ética empresarial e que seja anexado o modelo utilizado. Após essa descrição imparcial, o aluno deverá listar ao final as fraquezas e forças empresariais na intenção de concluir o diagnóstico empresarial (análise interna), e em seguida relacionar os problemas mais evidentes e possíveis de serem trabalhados pelo aluno estagiário. O texto do diagnóstico termina com a apresentação da folha de autorização carimbada e assinada pelo supervisor da empresa (modelo ao final) contendo a definição do objetivo de estágio. 4ª Orientação: FOLHA DE AUTORIZAÇÃO Ao final do texto do Diagnóstico Empresarial e seus respectivos problemas, o estagiário escolherá, com o aval do gestor da empresa, o que irá solucionar e posteriormente elaborar os indicadores de desempenho com as ações correspondentes. A autorização deverá ser apresentada por um documento formal, no qual o supervisor no campo de estágio declara estar ciente e em plena concordância com a atuação do estagiário ao resolver o problema definido prioritariamente. 5ª Orientação: DEFINIÇÃO DA MISSÃO, VISÃO, VALORES, OBJETIVO EMPRESARIAL E OBJETIVO DE ESTÁGIO COM UMA OU MAIS METAS Os conceitos estratégicos irão identificar as relações empresariais internas com o mercado. Será a orientação dos colaboradores para unificar as prioridades empresariais. Se a empresa for de grande complexidade os objetivos e metas poderão ser definidos por setores ou departamentos, desde que seja verificada a ação de cada um deles para a contribuição do objetivo empresarial final. Ou seja: um objetivo empresarial definido pelo empresário, um objetivo de estágio (colaboração do estagiário) e uma ou mais metas. Visão: reflete as aspirações e as crenças da empresa e direciona as ações do presente para o futuro, ou seja, projeta ambições futuras. As premissas para a elaboração de uma visão consistem na aderência aos fatos reais, deve ter uma descrição concisa, porém poderosa, e deverá promover o equilíbrio para todos os grupos de interesse. Quando estudamos melhor esse assunto, percebemos que existem duas correntes de pesquisadores para definir a visão empresarial: uma diz que ela deverá ser expressa com fins quantitativos (“o que”, “quando”...) sendo totalmente possível de ser realizável, e outro grupo de pesquisadores da administração que dizer ser de ordem apenas qualitativa e não realizável. Missão: é a razão de ser da organização na sociedade em que atua, e demonstra o valor que os gestores construirão para seus públicos de interesse. A definição da missão normalmente engloba a finalidade da organização com seus clientes, produtos/serviços, mercados, filosofias e tecnologia, tudo isso de forma clara e entendível em todos os níveis organizacionais. Valores: é a forma como a empresa trabalha a favor da preservação do meio ambiente, segurança, políticas em relação aos funcionários, relacionamento com a comunidade, qualidade, competitividade de preços, ética, cuidados com os clientes e fornecedores, inovação. A definição dos valores e princípios orienta o desenvolvimento das atividades da empresa e reforçam a imagem e o prestígio da empresa junto ao meio. Inclusive contribuem para a execução das atividades rotineiras em atendimento à missão empresarial. Objetivos: de acordo com Pagnoncelli (1992) os objetivos são resultados quantitativos e/ou qualitativos que a empresa define alcançar, em prazo determinado, no contexto do seu ambiente, para cumprir sua missão. Entenda que os objetivos devem ser de acordo com a realidade da empresa e do mercado em que atua, ou seja, não deve ser uma utopia. Os objetivos servem como um guia de orientação para o desenvolvimento dos planos estratégicos e dos departamentos, assim como para consolidar os conceitos de negócio, missão, visão e valores que ajudam a balizar todo o processo de gerenciamento empresarial. OBS.: considere o OBJETIVO como o resultado mais importante a ser alcançado por essa empresa que irá estagiar e a META como objetivo quantificado que identifica as estratégias para alcançar o objetivo pretendido. Metas: há inúmeras formas de se estabelecer metas, porém é bastante importante que elas possuam algumas características em comum, como o detalhamento claro, uma data específica para a consecução, planejamento dos passos, métodos ou indicadores para medir o progresso das etapas que realizarão o objetivo empresarial. ATENÇÃO: a principal razão de se escrever as metas e objetivos do negócio é procurar adequar e orientar o caminho a ser seguido para que a empresa esteja cumprindo sua missão em direção à sua visão. 6ª Orientação – PAINEL DE INDICADORES Para realizar a meta deve-se formular sempre que necessário indicadores de desempenho que identifiquem os padrões mínimos de qualidade, vendas, produtividade e dentre outros propósitos (dimensão qualitativa e quantitativa). Com isso, será necessário buscar por dados históricos na própria empresa ou setor de atuação do estágio sobre os indicadores a serem monitorados. Demonstre a inconformidade deles com a meta traçada. Os Indicadores acompanham o movimento da vida organizacional. Por exemplo: se o número de clientes que reclamou das entregas subiu/aumentou, houve algum problema que precisa ser resolvido imediatamente, ou a empresa vai sentir os reflexos logo adiante, com a redução de vendas. O ideal dos indicadores é serem demonstrados através de números, são dados concretos, mas o(a) estagiário(a) deve ter o cuidado de não mostrar dados falsos ou fantasiosos. Os indicadores mostram resultados (bons ou maus) que são a base de uma gestão sólida. Para montar um Painel de Indicadores pode-se utilizar uma planilha do Excel ou um sistema de alimentação de dados ERP (Enterprise Resource Planning) que são software de Sistemas de Informações Gerencias, ou mesmo outra ferramenta que registre dados que poderão ser transformados em informações para a tomada de decisão e posteriormente serem modificados para conhecimento de gestão. Essa demonstração poderá ser gráfica, quadros, simuladores, tabelas, dentre outros métodos que facilite a expressão da ação empresarial desejada nos conceitos estratégicos e objetivos. Veja um modelo em forma de quadros demonstrada a seguir. Tenha sempre que os indicadores de desempenho nos permitem manter, mudar ou eliminar o rumo das ações, de processos empresarias, de atividades, etc. São ferramentas de gestão ligadas ao monitoramento e auxiliam no desenvolvimento de qualquer tipo de empresa. Ou seja: o alto desempenho atrai o sucesso, enquanto o baixo desempenho leva para a direção oposta. O Painel de Indicadores será composto por um conjunto de índices de monitoramento/acompanhamento de algo que pode ser mensurável. Os indicadores escolhidos deverão ser explicados textualmente na realidade da empresa e ainda definidos numa periodicidade escolhida para melhor se fazer essa mensuração. No quadro a seguir tem-se um exemplo simplificado de indicadores de satisfação do cliente em um estabelecimento comercial qualquer. FATOR 5 4 Excelente Muito bom 3 Bom 2 Regular 1 Péssimo 1. Atendimento Comercial (agilidade, orçamento, comunicação) 2. Parceria no desenvolvimento de novos produtos e processos 3. Tempo de resposta para chamadas de emergência 4. Qualidade dos produtos 5. Pontualidade na entrega 6. Embalagem 7. Preço (em relação à concorrência) ATENÇÃO: após a descrição textual de cada um dos indicadores definidos, o(a) aluno(a) deverá pontuar em 5 e 4 os indicadores que estão bem elaborados e implantados na empresa, 3, 2 e 1 para os indicadores de necessitam de correções e melhorias. 7ª Orientação – VIABILIDADE DAS PROPOSTAS E SUGESTÕES DE MELHORIA Nesta fase do estágio, deverão ser elaboradas propostas de intervenção e sugestões de melhoria em relação ao ponto falho identificado na organização. O aluno deverá demonstrar para a organização a viabilidade financeira da implementação das propostas sugeridas em uma ou mais áreas, apontando os benefícios advindos desta reestruturação dos setores nos quais foram realizados os diagnósticos. 8ª Orientação – ELABORAÇÃO DE PLANO DE AÇÃO Agora, é o momento de “fazer acontecer” a melhora no desempenho dos indicadores demonstrados no Painel dos Indicadores. Para isso sugerimos o seguinte passo a passo: I. II. III. IV. V. Planejamento das ações individuais e grupais. Proposição da implantação das medidas corretivas apontadas usando ferramentas administrativas (plano de ação 5W2H) que já aprendeu nos períodos cursados anteriormente. Definir como será o processo de orientação, treinamento e exigência da melhora do desempenho. Havendo a implantação das propostas apresentas, acompanhar o desempenho revendo se os objetivos, as metas e ações estão conforme os conceitos estratégicos. Analisar e descrever os resultados obtidos ou relacionar os motivos que impediram a concretização dos objetivos e metas traçados. 9ª Orientação: RELATÓRIO FINAL Ao longo do semestre o(a) professor(a) supervisor(a) orientará a elaboração do relatório final de estágio seguindo as normas da ABNT vigentes e disponibilizada no site institucional da UNIUBE, e caberá ao estagiário(a) seguir as orientação de seu(sua) professor(a) supervisor(a). Sequência do Relatório de Estágio: - Capa Folha de rosto Identificação (Universidade, Empresa, Estagiário – 1 folha) Agradecimentos (opcional) Resumo com as palavras-chave (em média 2/3 da folha apenas) Lista de figuras Lista de quadros Lista de tabelas Sumário Introdução Histórico da Empresa Diagnóstico Empresarial (e a folha de concordância carimbada e assinada, caso a proposta seja implementada pela organização) Conceitos estratégicos, objetivo e metas (análise e elaboração) Painel de Indicadores (descrição qualitativa e quantitativa) Viabilidade das propostas e sugestões de melhoria Implantação da ação (Para cada item sugerido dentro de cada área deverá ser apresentado no mínimo uma ação corretiva). Conclusão (em conformidade com a introdução) Referências (livros, sites, periódicos utilizados para a realização do relatório, conforme regras presentes nas normas da ABNT – site UNIUBE) - Anexos: documentos que foram utilizados no desenvolvimento do estágio elaborados e adquiridos por outra fonte que não seja o próprio estagiário. - Apêndices: documentos, formulários, regulamentos, normas, dentre outros modelos criados pelo próprio estagiário. IMPORTANTE: o relatório final deverá ser entregue em três vias: 01 para a empresa, 01 para o(a) professor(a) supervisor(a) e 01 para o estagiário, sendo que para o professor(a) supervisor(a) ainda deverá ser entregue em uma mídia de CD salvo em arquivo PDF e em Word. - MODELO DE RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO Capa Folha de rosto Universidade de Uberaba Aluno (a) Aluno (a) Curso de Administração Natureza do trabalho Relatório de Estágio Empresa Para compor o relatório final (formatação) espaçamento 1,5 entre linhas; tamanho de letra para título 14 (Arial) em negrito sem sublinhado ou 15 (Times New Roman); tamanho de letra para o texto 11 (Arial) ou 12 (Times New Roman) sem negrito; margem 3,5 esquerda (0,5 cm para encadernação) – 3,0 superior – 2,0 direita – 2,0 inferior; Uberaba/MG os títulosUberaba/MG antes do sumário, e inclusive este, são centralizados (parte pré-textual); os títulos 2013 após o sumário são colocados à margem 2013 esquerda (parte textual) e numerados; após cada título (seção primária) o texto deverá ser iniciado sequente a um espaçamento (um enter); os parágrafos deverão ser padronizados em um tab (1,25cm); títulos pós-textuais (Referências, Anexos e Apêndice, e Folha de Aprovação do Relatório) são centralizados. Modelo de concordância solicitado, com referência na área em que o estagiário desenvolverá seu trabalho acadêmico, devendo ser digitado em papel timbrado da própria empresa AUTORIZAÇÃO Eu, (digitar nome do supervisor no campo de estágio) gestor (ou outra definição de função), da empresa (digitar o nome da empresa), CNPJ (digitar o número) autorizo, para os devidos fins acadêmicos, que concordo com a realização do estágio na área administrativa pelo aluno (digitar o nome do estagiário), cuja contribuição será promover ações para (digitar o objetivo pretendido). Por ser verdade, firmo a presente declaração. Uberlândia, (data) ______________________________________________ (Digitar o nome, função do supervisor digitado e carimbar ao lado com o CNPJ da empresa) ANEXO 02 CONTROLE DAS ETAPAS E DA FREQUÊNCIA - EMPRESA ANEXO 03 CONTROLE DAS ETAPAS E DA FREQUÊNCIA - PROFESSOR ANEXO 4 QUESTIONÁRIOS PARA IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA DE INTERVENÇÃO PESQUISA DE MERCADO E MARKETING 1) A empresa sente necessidade de conhecer melhor o comportamento do consumidor ou o perfil de seu cliente, para que você implemente uma pesquisa descritiva? (Barganha do cliente) 2) A empresa sente necessidade de aprender por que em determinados aspectos seu concorrente é melhor, para que você implemente uma pesquisa exploratória-causal? (Barganha do Concorrente) 3) A empresa deseja estudar a possibilidade de investir em outro segmento, mas não conhece o mercado-alvo suficientemente para tomar uma decisão, para que você implemente uma pesquisa exploratória? 4) Você identifica dados secundários que auxiliariam a empresa de alguma forma? 5) Você identifica necessidade de a empresa re-segmentar o mercado, para então selecionar um mercado-alvo mais rentável? 6) Você identifica a necessidade de a empresa procurar novos fornecedores, afim de reduzir custos e prazos ou até aumentar qualidade? (Barganha dos Fornecedores) 7) Você identifica a necessidade de a empresa se reposicionar no mercado? 8) Você identifica a necessidade de a empresa reformular sua logomarca? 9) Você identifica a necessidade de a empresa treinar novamente sua equipe de vendas? 10) Considerando o Ciclo de Vida do produto da empresa, você identifica a necessidade de a empresa melhorar seu Produto ou criar um novo?Ansoff: penetração no mercado? Desenvolvimento de mercado? Desenvolvimento de produto? Diversificação. 11) Você identifica a necessidade de a empresa ampliar sua Praça? 12) Você identifica a necessidade de a empresa reformular seu Preço? 13) Você identifica a necessidade de a empresa investir em Promoção? 14) Considerando a relação Market Share com Taxa de Crescimento de Mercado (BCG), você recomendaria ações estratégicas para migrar para um novo quadrante da Matriz? 15) Após ouvir os principais problemas da empresa, você apresentaria uma Matriz GUT para a gerencia poder ter mais controle sobre as Gravidades, Urgências e Tendências durante as decisões diárias? 16) Considerando as novas tendências de marketing e que os consumidores estão cada vez mais antenados a elas, a empresa apresenta práticas sustentáveis? 17) Se caso a empresa fosse deficiente na maioria dos aspectos citados em todas as perguntas anteriores, você elaboraria um Plano de Marketing bem detalhado, complexo e didático, que vai ajudar a empresa em todos os aspectos dessa disciplina? ÁREA DE FINANÇAS 1) Qual o entendimento que o Sr.(a) possui a respeito do departamento financeiro? 2) A empresa possui sistema e/ou dados históricos referentes ao departamento financeiro? Quais? 3) Qual a maior dificuldade e/ou deficiência encontrada hoje no departamento financeiro da empresa? 4) A empresa possui problemas com endividamento? Quais? 5) Qual a metodologia usada para controlar o fluxo financeiro da sua organização? 6) Existe implantado na empresa, algum método de controle financeiro? Caso exista, qual ou quais? 7) Os demonstrativos contábeis da organização são confeccionados e analisados periodicamente pelo responsável de finanças? 8) Após a explicação sobre indicadores financeiros, o Sr(a), visualiza uma evolução na gestão após a confecção de um painel de indicadores? 9) Quais os pontos fortes e fracos que o Sr(a), percebe do processo financeiro da sua empresa? Levanto em consideração ao ambiente ao qual a empresa está inserida e o departamento financeiro, quais ameaças e oportunidades são de fácil identificação? 10) Relate um parecer sobre a necessidade da consultoria financeira dentro da sua organização, e comente a respeito da acessibilidade dos dados pelo consultor. ÁREA DE PRODUÇÃO 1) É necessário um estudo para estabelecer a necessidade de melhoria dos Inputs? Um novo fornecedor traria benefícios relativos a algum objetivo de produção? 2) Caso haja recursos, a empresa deve investir em volume, variedade ou variação da produção? 3) Considerando a evolução da função produção: Neutralidade Interna, Neutralidade Externa, Apoio Interno e Apoio Externo, em qual etapa a empresa se encontra e quais ações são recomendadas para atingir uma próxima? 4) Considerando os objetivos de produção: qualidade, flexibilidade, rapidez, confiabilidade, custos, a qual deles a empresa dá ênfase? É preciso melhorá-lo? Ou é preciso investir em outro? 5) Considerando as Estratégias de Produção: BottomUp, Top Down, Recursos de Produção e Requisitos de Mercado, qual delas é mais usada na empresa? Há necessidade de mudança? 6) O PCP da empresa necessita de melhoria? 7) Rede de Operações de produção precisa ser otimizada? 8) O layout do Arranjo Físico pode ser melhorado? 9) A Organização do Trabalho é satisfatória para os empregados? 10) É possível a implantação do Just In Time? E do Kanban? 11) Seria interessante para a empresa obter a certificação ISO? Qual? ÁREA DE LOGISTICA 1) 2) 3) 4) É considerável a quantidade de produtos errados entregues? É considerável a quantidade de produtos entregues em locais errados? É considerável a quantidade de produtos entregues em quantidade errada? Existem oportunidades de melhoria na relação com os demais membros da Cadeia de Suprimentos da qual a empresa faz parte? 5) Seria recomendável a empresa procurar outros parceiros da sua Cadeia de Suprimento, ou seja, novos Canais de Distribuição? 6) Considerando as atividades-chave da Logística: Transportes, Manutenção de estoques, Processamento de pedidos, a empresa apresenta oportunidades de melhoria em algum desses segmentos? 7) Considerando as atividades-chave da Logística: Manutenção de estoques e Processamento de pedidos, a empresa apresenta oportunidades de melhoria em algum desses segmentos? 8) Considerando a atividades-chave da Logística: Transporte, a empresa apresenta oportunidades de melhoria na seleção do modal? Na roteirização dos embarques? Na rota dos veículos? Na consolidação dos fretes? 9) Considerando as atividades-de apoio da Logística: Armazenagem, embalagem e manutenção da informação logística, a empresa apresenta oportunidades de melhoria nesses segmentos? 10) Seria recomendável a utilização de paletes para a unitização de carga? ÁREA DE GESTÃO DE MATERIAIS 1-Existe uma política para materiais? Descreva- a. 2- Como está sendo determinado o estoque de segurança, ponto de pedido, tempo de reposição, lote de compra e o estoque máximo? 3-Como são determinadas as quantidades nos lotes de reposição? 4- Existem indicadores e metas de desempenho? Quais? 5- Existe um processo de comunicação entre os envolvidos? 6-A administração está aplicando o conceito da classificação ABC? Detalhe. 7- Como é ativada a reposição de materiais: projeção, ponto de pedido ou sob demanda? 8- Ocorrem frequentes faltas de materiais necessários? Tem isso quantificado? Os tempos de atendimento chegam a comprometer o prazo de entrega ao cliente? 9- Qual o método utilizado para previsão de estoques? 10-Da forma como está, a gestão de materiais atende e satisfaz os objetivos da organização? ANEXO C REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADO Uberlândia – MG JANEIRO 2014 UNIVERSIDADE DE UBERABA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PROJETO INTEGRADO 1º SEMESTRE/2014 5º PERÍODO “O universitário precisa levantar problemas de empresas e tentar resolvê-los.” (Enio Pinto – Diretor da Babson College – maior escola de empreendedorismo do mundo) 1 - Definição: trata-se de um trabalho em equipe que consiste no desenvolvimento do aluno como um mediador ou articulador de interesses entre empresas (beneficiado e beneficiador) analisando situações de interesse comum entre as empresas escolhidas. Após a realização do diagnóstico da organização, os alunos deverão elaborar projeto que torne a empresa mais competitiva ou auxilie na manutenção de suas atividades. A identificação e resolução do problema prioritário ocorrerão a partir da integração dos conhecimentos de gestão, das disciplinas cursadas até o 5º período do curso de Administração. 2 - Propósito: fazer com que o aluno inter-relacione todos os setores de aprendizado do curso até o 5º período de Administração, em uma organização real, e compreenda a importância da visão integrada da gestão para melhorias gerenciais. Isto contribui fortemente para a formação do Perfil Final do aluno. 3 - Método: para o desenvolvimento do trabalho será utilizada a abordagem de relatórios, conforme anexo onde os mesmos são autoexplicativos. Como identificar um problema prioritário? De acordo com Vicente Falconi Campos (1996) problema é o resultado (efeito) indesejável de um processo. No Projeto Integrado o processo é a empresa como um todo, ou seja, o conjunto de "causas" que a compõe área Administrativa, Financeira, Produção, Materiais, Logística, Comercial/Marketing e de Recursos Humanos e que gera efeitos que interferem em sua sustentabilidade, como por exemplo, "aumento de custos/despesas, queda de marketshare, queda do volume de vendas, queda da lucratividade (medida pela margem de contribuição e margem líquida), queda do faturamento." É do diagnóstico que sairá o problema prioritário. Atenção: a empresa pode não ter uma "queda" nos indicadores acima, mas um baixo aproveitamento do potencial de faturamento, de vendas, de produção, de mercado, incompatibilidade ao tentar atingir metas, ou ainda querer entrar em um novo mercado, isso também configura em um problema! Sustentabilidade consiste na capacidade dos gestores e empresários elaborarem e programarem estratégias que permitam manter, e ou melhorar, o posicionamento do negócio no mercado. 4 - Conceito: o aluno que estiver matriculado na atividade Projeto Integrado receberá o conceito “H” de Habilitado ou “I” de Inabilitado. Para que o aluno seja considerado “habilitado” deverá atender os pré-requisitos estabelecidos pelo professor conforme descrito no item 10 deste regulamento. 5 - Formatação: preenchimento dos relatórios 1º, 2º, 3º e 4º conforme modelo anexo respeitando o cronograma proposto. Utilize fonte Arial 11 com espaçamento entrelinhas de 1,0cm. 6 - Informações Importantes: 6.1 - Orientação 6.1.1 – É responsabilidade dos alunos buscar orientações específicas das disciplinas com os respectivos professores, de acordo com da disponibilidade horária dos mesmos. 6.1.2 – Para orientação referente a normas do Projeto Integrado, elaboração e formatação do trabalho o aluno deverá agendar através da Central de Mensagens (página do Aluno) ou e-mail institucional horário para orientação com o coordenador pedagógico do projeto. 6.1.2.1 – O agendamento deverá ser feito com antecedência mínima de 48 horas e contar com a presença de, no mínimo, 3 (três) integrantes durante a orientação do coordenador. 6.1.2.2 – Local e horário disponível serão acordados através da Central de Mensagens e/ou e-mail. 6.2 - Composição do Grupo e Participação do aluno: 6.2.1. Aluno que estiver matriculado na Atividade Projeto Integrado deverá integrar-se a um grupo de no mínimo três (03) e no máximo de sete (07) integrantes. 6.2.1.1. Os grupos com menos de sete (07) componentes poderão serão completados com alunos indicados pelo Coordenador Pedagógico do Projeto Integrado. Esses grupos deverão acolher o aluno indicado. 6.2.2. - Caso o aluno não realize nenhuma disciplina do 5o período e tenha matrícula na Atividade Projeto Integrado será obrigado participar de um grupo constituído de Projeto Integrado para conquistar o conceito “H” Habilitado. 6.3 – Coordenador Pedagógico Caberá ao Coordenador Pedagógico do Projeto Integrado, sanar dúvidas quanto ao formato, método e apresentação do trabalho, bem como, do regulamento do Projeto Integrado. Os alunos poderão fazer os agendamentos com o Coordenador Pedagógico, mediante a disponibilidade do mesmo, através da Página do Aluno ou e-mail institucional, conforme descrito no item 6.1.2. Compete ao professor da disciplina a orientação do conteúdo específico da mesma, conforme descrito no item 6.1.1. 7 – Atribuições e tempo correspondente: Compete ao grupo: a) Buscar informações (em atividades extraclasses, pesquisas acadêmicas etc.) e manter atualizados conhecimentos acadêmicos adquiridos, no contexto da empresa escolhida. (6 horas). b) Redigir o Projeto Integrado relacionando os conteúdos aprendidos em sala de aula com a aplicação na empresa. (12 horas). c) Trazer soluções criativas, exequíveis, sustentáveis e de baixo custo para a empresa estudada, e obrigatoriamente demonstrar os resultados. (2 horas). d) Entregar um Projeto Integrado completo e impresso ao coordenador pedagógico na data definida. 8- Cronograma de Atividades CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIUBE Entrega dos nomes da equipe aos professores das disciplinas Entrega da Autorização ao coordenador pedagógico Entrega do Relatório 1º - Identificação Entrega do Relatório 2º - Leitura Funcional Entrega do Relatório 3º - Soluções Funcionais Entrega do Relatório 4º - Integração das Áreas Funcionais Entrega final do Projeto Integrado 9 - Informações Gerais: CRONOGRAMA PROJETO INTEGRADO A definir A definir A definir A definir A definir A definir A definir PROJETO INTEGRADO: a equipe deverá entregar ao coordenador pedagógico uma cópia impressa do Projeto Integrado (etapa final) na data estipulada. (Capa; Folha de rosto; Introdução; relatório 1º; os relatórios 2º e 3º de cada área funcional trabalhada; e o 4º Relatório; Esquema das soluções de forma integrada em resolução ao problema prioritário; Conclusão; Referências; Apêndices (demonstração das ferramentas administrativas elaboradas para a solução dos problemas detectados). ATENÇÃO: a entrega dos relatórios 1º, 2º, 3º e 4º deverá ocorrer via CENTRAL DE MENSAGENS ou E-MAIL INSTITUCIONAL ao coordenador pedagógico. AUTORIZAÇÃO: antes de iniciar as suas atividades, cada equipe deverá providenciar na empresa, a autorização junto ao seu representante. A autorização, cujo modelo segue anexado a este regulamento, deverá ser entregue impressa, carimbada e assinada ao coordenador pedagógico conforme cronograma expresso no item 8. 11- Critérios de Avaliação: PROJETO INTEGRADO – Critérios de avaliação dos Relatórios do 1º ao 4º CRITÉRIO 01 03 04 05 06 07 DESCRIÇÃO O cuidado com a utilização dos fatos e conhecimento geral sobre a empresa. Habilidade para expor com clareza o problema prioritário. Argumento com lógica sólida e fundamentação. Consistência entre a análise e as recomendações propostas. Capacidade para formular recomendações de ações gerenciais pertinentes e factíveis (aplicabilidade). Perspectivas dos resultados e impactos das propostas para a organização (relação custo-benefício). Anexo 5 Modelos de Relatórios RELATÓRIO 1º - IDENTIFICAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO INTEGRADO UNIUBE ALUNOS INTEGRANTES: _________________________________________________________________ RA: _________ _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ EMPRESA: CNPJ: ENDEREÇO: TEMPO DE ATUAÇÃO: SEGMENTO DE ATUAÇÃO: RESPONSÁVEL: BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA: Ciente do histórico feito na Empresa [ _________________ ]. ___/___/___ _____________________________________ Assinatura do Responsável (DIGITAR O NOME) (DIGITAR FUNÇÃO) CARIMBO CNPJ RELATÓRIO 2º - LEITURA FUNCIONAL FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIUBE INTEGRADO ALUNOS INTEGRANTES QUE FIZERAM A ATIVIDADE NA EMPRESA ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ OBJETIVO DO PROJETO - LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES E SUA HISTORICIDADE - - - - - - - Ciente da descrição feita na Empresa [ _________________ ]. ___/___/___ _____________________________________ Assinatura do Responsável (DIGITAR O NOME) (Digitar FUNÇÃO) CARIMBO CNPJ RELATÓRIO 3º - SOLUÇÕES FUNCIONAIS FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIUBE INTEGRADO ALUNOS INTEGRANTES QUE FIZERAM A ATIVIDADE NA EMPRESA ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ ___________________________________________________________________ RA: ________________ IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS SETORIAIS - - - OBJETIVO DA VISITA - SOLUÇÕES EM TÓPICOS PARA OS PROBLEMAS ABORDADOS ANTERIORMENTE - - - - - - Recebi as sugestões dos alunos em respostas aos problemas identificados na área de [__________________]. ___/___/___ _____________________________________ Assinatura do Responsável (DIGITAR O NOME) (Digitar FUNÇÃO) CARIMBO CNPJ RELATÓRIO 4º - INTEGRAÇÃO DAS ÁREAS FUNCIONAIS FORMULÁRIO DE VISITA À EMPRESA DO PROJETO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIUBE INTEGRADO ALUNOS INTEGRANTES QUE FIZERAM A ATIVIDADE NA EMPRESA __________________________________________________________________ RA: _________ __________________________________________________________________ RA: _________ __________________________________________________________________ RA: _________ __________________________________________________________________ RA: _________ __________________________________________________________________ RA: _________ PROBLEMA PRIORITÁRIO (EMPRESARIAL) QUE NECESSITA DA CONTRIBUIÇÃO DE TODAS AS ÁREAS PARA SER SANADO OU MINIMIZADO. - OBJETIVO ESTRATÉGICO (EMPRESARIAL) - ESQUEMATIZAR (ESBOÇAR) AS SOLUÇÕES DE FORMA INTEGRADA EM RESOLUÇÃO AO PROBLEMA PRIORITÁRIO Recebi a atividade dos alunos em resposta aos problemas identificados. ___/___/___ _____________________________________ Assinatura do Responsável (DIGITAR O NOME) (Digitar FUNÇÃO) CARIMBO CNPJ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO AUTORIZAÇÃO UNIUBE ALUNOS INTEGRANTES: _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ _________________________________________________________________ RA: __________ EMPRESA: CNPJ: ENDEREÇO: TEMPO DE ATUAÇÃO: SEGMENTO DE ATUAÇÃO: RESPONSÁVEL: Eu,_______________________________________________________________, representante da empresa ______________________________________________________, autorizo que os alunos acima descritos realizem as suas atividades referentes ao Projeto Integrado nesta organização. ___/___/___ ___________________________________________ Carimbo da empresa e Assinatura do Responsável (DIGITAR O NOME) (DIGITAR FUNÇÃO) ANEXO D RESOLUÇÃO 082/09 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Uberlândia – MG ANEXO E LEGISLAÇÃO INTERNA SOBRE AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES RESOLUÇÃO 050/2005 Uberlândia - MG