EE PROFº ALBINO MELO DE OLIVEIRA
PLANO
GESTÃO
QUADRIÊNIO 2011/2014
Jundiaí, dezembro 2011
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A alegria não chega apenas no encontro do achado,
mas faz parte do processo da busca. E ensinar e
aprender não pode dar-se fora da procura, fora da
boniteza e da alegria” Paulo Freire
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SUPERVISOR DE ENSINO
Dolores Taboada Munin
DIRETORA DE ESCOLA
Fátima Rosa da Silva
DOCENTES
Adelso Alves de Castra
Carla Cibele Marani
Carmen Cecília Brancalioni
Cássia Fernanda Bertolane
Cristiana C. Felice Rodrigues
Eliana Juliani Gonçalves
Elisabete P. Breternitz
Esdras Rosa
Fernanda L. M. Porto
Gilsa I. Ribeiro
José Victor Francisco
Josielle Silva de Oliveira
Marcia E. da CostaBerbare
Mariana Alice Alvarenga
Maria Filomena Silveira Prado
Lucas de Oliveira Teixeira
Lucia Helena Lacerda
Lucia Martin Dias
Maria Tereza Melo Freir
Moacir Donizete Gonfinete
Renata Paula Mean
Rosália Lo Mônaco
Sandra Fernandes Biscuola
Silmara Aparecida Moreira
Vivian Carvalho Colepícolo
Vivian Sampaio de Souza
Wilton da Silva Farias
FUNCIONÁRIOS
Claudia Maria Hang de Almeida
Edna Dalva dos Santos Souza
Elisabete Fátima de Souza Mombelli
Hilda Sueli Morisco de Lima
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Isabel Evanira Bortolo
Ivanete de Freitas Alves
Marilza da Costa Patrício
Josefa Pacheco Maia
Marina Aparecida Galvão Defanti
Vera Lucia Lima
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ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO
2. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
2.1 Dados Gerais
2.2 Organização da Escola
2.3 Equipe Gestão
3. CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
3.1 Apresentação da Escola
3.1.1. Histórico
3.1.2 Recursos Físicos e Pedagógicos
3.1.3 Recursos Humanos
3.2 Descrição Analítica dos principais processos de gestão, seus desafios e
relação entre estes e os resultados de aprendizagem dos alunos
3.2.1 Gestão de resultados educacionais
3.2.2. Gestão participativa
3.2.3 Gestão pedagógica
3.2. 4 Gestão de pessoas
3.2.5 Gestão de Serviços de apoio, recursos físicos e financeiros
4. BÁSICAS DO PROJETO PEDAGÓGICO
5. PLANOS DE CURSOS
5.1 Objetivos
5.2 Integração e sequência dos componentes curriculares
5.3 Carga horária mínima do curso e dos componentes curriculares
5.4 Plano de estágio profissional
6. PLANOS DE TRABALHO DOS DIFERENTES NÚCLEOS
6.1 Núcleo de direção
6.2 Técnico pedagógico
6.3 Técnico administrativo
6.4 Operacional
6.5 Núcleo docente
7. AVALIAÇÃO
7.1 Critérios para acompanhamento e controle
8. ANEXOS
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1. INTRODUÇÃO
O planejamento das atividades escolares é uma necessidade imperiosa,
tendo em vista atingir os resultados da ação educacional previstos na legislação
em vigor e especificamente, na LDB 9394/96. Dessa maneira, as atividades
escolares devem ser objeto de reflexão por parte do coletivo da escola, incluída
a comunidade e os próprios alunos. Desta reflexão surgirão os caminhos a
serem trilhados na ação educacional, materializados na forma de proposta
pedagógica, Currículo do Estado de São Paulo e o plano de gestão escolar,
sendo este elaborado para um período de consecução mais amplo, de quatro
anos, incluindo todos os dados e informações, diretrizes e normas de trabalho
pedagógico e administrativo.
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2. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
2.1 Dados Gerais:
 Nome da Unidade: E.E. PROFESSOR ALBINO MELO DE OLIVEIRA
 Endereço: Avenida Professor Pedro Clarismundo Fornari, s/n
Bairro Santo Antonio
CEP 13.214-660
Telefone: (11) 4582-8008
Tel/Fax: (11) 4582-2597
e-mail: [email protected]
Município: Jundiaí – SP
 Atos Legais: 04/12/1973: Instalação da U. A.
16/05/1979: Criação como EEEPG (Agrupada) do Bairro
Santo Antonio, conforme Decreto nº 13.529 (D.O.E. de
16/05/1979).
12/07/1980: Transformação em EEPG Profº Albino Melo
de Oliveira, conforme Lei nº 2.390.
12/05/1982: Criação da EEPG Profº Albino Melo de
Oliveira, conforme Decreto nº 18.857/82.
31/12/1998: Transformação em E.E. Profº Albino Melo
de Oliveira.
21/12/2000: Municipalização do Ciclo I: Decreto nº
18.095 (Imprensa Oficial do Município, de 03/01/2001).
20/08/2009: Organização do Ensino Médio (Res. SE 54,
de 10/08/2009, publicada DOE 20/08/2009, pg.21-22 –
suplemento)
 Códigos da Unidade Escolar: Código CIE:
Código FDE:
CNPJ:
Código U.A.:
039974
05.84.506
54.132.576/0001-31
56.535
 Jurisdição: DIRETORIA DE ENSINO – REGIÃO DE JUNDIAÍ
2.2 Organização da Escola:
 Modalidade de Ensino: Ensino Fundamental – ciclo II – 6º ao 9º ano
Ensino Médio - 1º ao 3º ano
 Horário de Funcionamento da Escola: das 07:00h às 18:00h
Período da manhã: das 07:00h às 12:20h
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Classes: 9º anos A, B, C; 1º ano A,B; 2º ano A,B; 3º Ano A
Período da tarde: das 12:40h às 18:00h
Classes: 6º ano A, B, C; 7º ano A, B; 8º ano A, B,C
 Horário de Atendimento ao Público: da 09:00h às 16:00h
2.3 Equipe de Gestão:
 Diretor de Escola: Fátima Rosa da Silva
 Vice- Diretor de Escola: Maria Filomena da Silveira Prado
 Professor-Coordenador do Ensino Fundamental e Ensino Médio: Vivian
de Carvalho Colepicolo
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3. CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
3.1 Apresentação da escola, revelando suas características principais:
3.1. Histórico
A EE Profº Albino Melo de Oliveira se originou quando as Escolas (isoladas) do
Bairro do Engordadouro e as Escolas (Isoladas) do Bairro Santo Antonio se agruparam.
Recebeu então, a denominação de EEPG (Agrupada) do Bairro Santo Antonio (Decreto
nº 12.529, de 15 de maio de 1979), funcionando no terreno da antiga escola Isolada do
bairro Santo Antonio, na Estrada Municipal, s/nº. Dada a constante procura de vagas
houve a necessidade de ampliar a escola com mais duas salas (DOE 07/08/1979).
A Lei nº 2.390 de 11/07/1980, dá a nova denominação de “Profº Albino Melo
de Oliveira” à escola. No ano de 1982, é publicada a criação da EEPG Profº Albino Melo
de Oliveira (DOE 12/05/1982). Também neste ano começou a funcionar a 5ª série do
1º grau. Em 1989, transformou-se em EE Profº Albino Melo de Oliveira e, através do
Decreto nº 18.095 (Imprensa Oficial do Município, de 03/01/2001), é municipalizado o
Ciclo I do Ensino Fundamental. Desde então, a escola tornou-se híbrida, abrigando
tanto a EMEB Profº Albino Melo de Oliveira, como a EE Profº Albino Melo de Oliveira
(Ciclo II), ambas do Ensino Fundamental. Em 2009, formou-se a primeira turma de
Ensino Médio, de modo que a partir deste ano a EE Profº Albino Melo de Oliveira,
passa o oferecer à comunidade local o Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) e o Ensino
Médio, cujas turmas formaram-se gradativamente.
PATRONO
O patrono, Profº Albino Melo de Oliveira, nasceu no ex-município de Espírito
Santo do Turvo, Comarca de Santa Cruz do Rio Pardo, no dia 03 de agosto de 1910.
Filho de Augusto de Oliveira Campos e Isalina de Melo Campos, iniciou sua carreira no
magistério público aos 20 anos como substituto efetivo do Grupo Escolar de Santa Cruz
do Rio Pardo, lecionando aulas de ginástica. Com sua remoção de titular, passou a
professor de psicologia e pedagogia. A seguir, foi diretor do Colégio Estadual e Escola
Normal Oficial de Santa Cruz do rio Pardo, que se transformou mais tarde no Instituto
de Educação “Leônidas Amaral Vieira”.
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Em 1932, integrou como voluntário o Batalhão Santa-Cruzense que atuou nos
setores de Xavantes e Ipauçu, na Revolução Constitucionalista de 32, tendo alcançado
o posto de 2º Tenente. Casou-se neste mesmo ano com Eunice Melo Lacerda. Em 1934
tornou-se titular efetivo com o cargo de catedrático. Em 1935 nasce o seu filho
Augusto José Melo de Oliveira, que terminou seus estudos secundários em Jundiaí.
Antes de aposentar-se foi colocado à disposição da Assembléia Legislativa como
secretário da bancada, de julho de 1952 a abril de 1963, integrando nesse período a
Banca Examinadora de candidatos a provimento efetivo de cargos vagos no magistério
secundário oficial do Estado. Exerceu também as funções de oficial de Gabinete da
Secretaria da Educação durante a gestão do Dr. José Romeiro Pereira.
Na Assembléia foi assessor dos deputados Leônidas Camarinha, Cruz Secol e
Pinheiro Júnior que o designou para as funções de chefe do Departamento da Casa
Própria da Associação Assistencial do Servidor Público.
LOCALIZAÇÃO
A EE Profº Albino Melo de Oliveira, cuja localização dista cerca de 10 KM do
centro de Jundiaí, situa-se no Bairro Santo Antonio, mais conhecido como
Engordadouro, localizado na Região Noroeste do Município, avizinha-se dos Bairros
Água Doce, Traviú, Jardim Adélia, Jardim das Tulipas, Vila Marlene e Morada das
Vinhas I e II e o bairro Mirante de Jundiaí.
Segundo Seabra Inglês de Souza, o bairro do Engordadouro, antes do início da
colonização da cidade, abrigou um dos maiores conglomerados indígenas da região.
O bairro é entrecortado por estradas vicinais, algumas de terra e
asfaltadas, além das principais rodovias: Anhanguera e a Bandeirantes,
facilitando o acesso às cidades vizinhas como São Paulo, Louveira, Vinhedo,
como aos bairros vizinhos mais distantes e também aos grandes centros e a
regiões do Estado e do país.
outras
todas
assim
outras
A boa rede de estradas do Bairro garante o funcionamento, mesmo em época
de chuvas, das diversas linhas de ônibus as quais realizam o transporte coletivo a
outros bairros e para o centro da cidade e do transporte de carga e mercadorias.
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Além dos ônibus os alunos utilizam serviço de transporte privado através de
“vans” ou “peruas escolares”, e também de carros próprios, ao passo que outros se
deslocam a pé, devido à distribuição dispersa das suas residências
CLIENTELA
Fazendo parte da comunidade, é fundamental que a Escola conheça o contexto
social de sua vizinhança e da clientela a que serve. Conhecer a comunidade em que
está inserida, suas necessidades, potencialidades e expectativas, adequando o
trabalho de atendimento educacional, é a única forma possível para a Escola atender
às suas finalidades – formar cidadãos conscientes e capazes, fornecendo, ainda, os
conteúdos e habilidades necessários à sua melhor inserção no ambiente social.
A clientela da EE Profº Albino Melo de Oliveira é composta por alunos
provindos de famílias humildes, de baixa renda e pouca formação escolar e por alguns
que são filhos de ex-alunos, cuja formação escolar mínima é o Ensino Fundamental.
A inquietude, traço marcante dos alunos do Ensino Fundamental e Médio (faixa
etária 11 a 17 anos) é característica acentuada entre eles, fato que dificulta muitas
vezes a organização ou execução das atividades escolares, mas raramente há alguma
manifestação de violência física ou infração grave entre o grupo.
O grau de participação dos alunos em atividades extra-classe tem se mostrado
satisfatório, principalmente nas atividades que envolvem valores como da cooperação
e solidariedade. Observamos porém que há alguns casos onde a família demonstra-se
omissa, delegando seu papel à escola, de modo que as intervenções se mostram
pouco eficientes.
CARACTERÍSTICA DA COMUNIDADE LOCAL
A comunidade local desenvolve principalmente atividades agrícolas e
industriais, e em menor escala, comerciais. No entrono da escola, há muitas indústrias
– de pequeno e grande porte; pequenas e grandes propriedades agrícolas; modestos
sitiantes; caseiros e trabalhadores rurais. Há também dois grandes conjuntos
habitacionais: o Morada das Vinhas e o Cecap, o que torna a comunidade bastante
heterogênea.
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A vocação agrícola volta-se para o cultivo das frutas, principalmente uva e
morango e também hortaliças em geral. Nota-se, entretanto uma diminuição das
pequenas propriedades agrícolas, em função da especulação imobiliária, o que
significa a perda da identidade dos bairros cujos nomes derivam das famílias
tradicionais que neles se estabeleceram há muitas décadas, para exploração agrícola,
haja vista a construção de um bairro novo – o Mirante de Jundiaí e os condomínios
residenciais próximos à escola – Terras de Gênova, Jatobás e Reservatto, onde os
moradores são provenientes de outras cidades, em sua maioria.
Inúmeras indústrias, postos de combustíveis com restaurantes e serviços afins
que margeiam a Rodovia Anhanguera e pequenos comércios locais, representam no
conjunto, importante segmento de atividade, gerando renda e empregando a centenas
de trabalhadores.
No aspecto saúde, o bairro carece de um Posto de Atendimento Médico sendo
que este é feito pelos Postos de Saúde dos bairros vizinhos: Traviú, Hortolândia, Jardim
das Tulipas e Morada das Vinhas.
Em relação ao saneamento básico, o bairro conta com rede de água e esgoto.
Completam a estrutura de serviços de concessão pública, as redes de energia elétrica e
de telefone.
Quanto às atividades de lazer, esportivas, culturais, de recreação e religiosas, os
moradores contam com clube social com quadra esportiva, piscina, quadras, salão de
festas, na SABE (Sociedade Amigos do Bairro do Engordadouro), igrejas e o Parque da
Cidade e Jardim Botânico distantes em 9,2 Km e 4,6 km, respectivamente, além da
própria escola como elemento central.
A religião predominante na comunidade é a Católica Apostólica romana, sendo
a Igreja de Santo Antonio, localizada ao lado da escola, onde promove liturgias,
catequese, eventos religiosos e de lazer.
COMUNIDADE E ESCOLA
A escola tem buscado, na medida do possível, se inserir e atender aos anseios
da comunidade, na sua área de atuação.
Esse relacionamento se dá nas reuniões que ocorrem ao longo do ano letivo:
Conselho de Classe e Série Participativo; Reunião Associação de Pais e Mestres e
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Conselho de Escola; nos projetos pedagógicos e eventos quando a mesma é convidada
a participar e a apresentar suas críticas, impressões, aprovações e sugestões, as quais
estudadas e avaliadas para direcionar a mudança de ações das atividades escolares.
Na relação escola-comunidade apesar dos avanços alcançados, estamos aquém
do desejado – fato explicado pelo grande número de mães que trabalham fora,
impedindo-as muitas vezes de participarem das atividades escolares, que ocorrem
durante o horário de aulas.
Será necessário um trabalho incansável para o estreitamento dos laços, apesar
das famílias exigirem uma prestação de serviços com qualidade, por parte da escola.
A necessidade da mulher colaborar no sustento da família ou mesmo assumir a
responsabilidade pó ele, significa ausência prolongada do convívio com os filhos, ou
ainda o baixo nível de instrução dificultam o apoio necessário para a formação cultural
e social dos alunos e o acompanhamento no processos de aprendizado dos mesmos.
Neste contexto, a escola busca cumprir suas diferentes funções, tanto no
campo educativo quanto no social, proporcionando por meio de projetos e parcerias,
ações necessárias para promover, concomitantemente, a aprendizagem dos alunos, o
contato e a interação constante entre a comunidade escolar e os diferentes segmentos
da sociedade.
PARCERIAS
 Igreja Santo Antonio;
 Pastoral do menor;
 Prefeitura Municipal;
 Museu Histórico e Cultural;
 Faculdade de Medicina;
 EMEB Profº Albino Melo de Oliveira;
 Empresas e agricultores vizinhos.
3.1.2. RECURSOS FÍSICOS E PEDAGÓGICOS
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PRÉDIO ESCOLAR – Diagnóstico:
Apesar da reforma das instalações ocorridas em 2001, o compartilhamento das
dependências da escola com a prefeitura tornam os espaços insuficientes,
principalmente após a implantação do Ensino Médio.
A escola necessita de sala para acomodação do Diretor, do Coordenador, dos
Professores, assim como de Artes, Sala de Informática, de Leitura para atendimento
aos alunos com Necessidade Educacional Especializada e Multimeios. Os espaços
improvisados dificultam o trabalho e seria necessária a construção destes espaços.
É necessário revisão da acessibilidade da escola, visto que o terreno é irregular,
com rampas íngremes e degraus, que dificultam a locomoção dos deficientes físicos e
visuais.
Foi solicitado, em 2011, à FDE – fundação para o desenvolvimento da
educação – órgão responsável por reformas no prédio algumas medidas emergenciais
como revisão da parte hidráulica e elétrica; reforma das rampas; sala de leitura;
revisão no telhado; colocação de alambrados; construção de muros, etc. e aguardamos
o atendimento do pedido.
A estruturação dos espaços, dentro do possível, consegue atender a proposta
pedagógica, porém encontramos dificuldades no dia a dia por falta de infraestrutura
de modo que algumas atividades ficam prejudicadas. Hoje, a escola possui todo um
aparato de material tecnológico, porém o espaço físico impede a boa utilização.
Constantemente há uma reorganização dos espaços para atender às demandas
pedagógicas, porém ainda nos deparamos com a conscientização do aluno quanto à
preservação e o respeito em relação ao patrimônio público, seja ele interno ou externo
aos muros escolares.
Em 2010 e 2011, a secretaria da escola dividia o espaço com o Coordenadora
Pedagógica, pois a Unidade passou a comportar um Vice-diretor de escola, assim como
uma sala de aula foi dividida entre Sala de Professores, Sala de HTPC e Sala de
informática. Esta mistura de espaço dificulta o bom andamento do trabalho
pedagógico e administrativo.
INSTALAÇOES FÍSICAS
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 08 sala de aula – sendo uma adaptada para sala dos professores,
informática e HTPC;
 01 sala de Diretoria e banheiro – ocupada pela Diretora da EMEB
 01 sala fora do prédio – utilizada como sala de aula pela EMEB;
 01 sala de informática – utilizada como sala de aula pela EMEB;
 01 sala de professores – utilizada pela Secretaria da EMEB;
 01 sala improvisada como Sala de Leitura;
 01 sala de secretaria – utilizada em conjunto com a coordenação;
 01 depósito de materiais – externo;
 01 cozinha;
 01 dispensa
 01 salão para merenda;
 02 banheiros para professores – masculino e feminino;
 01 banheiro para funcionários – utilizado pelos alunos da EMEB;
 02 banheiros para alunos;
 01 quadra poliesportiva coberta;
 02 bebedouros azulejados;
 01 casa de zeladoria;
 Área livre ao redor dos prédios.
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PEDAGÓGICOS
Os equipamentos e materiais pedagógicos atendem bem a toda a
equipe escolar e aos alunos, são acessíveis a todos e extensivos à comunidade,
desde que atendidas as regras de responsabilidade e cronograma de uso.
Materiais de apoio didático-pedagógicos e desportivos:
 04 TVs (20”, 20” e 29” e 32”LCD)
 02 aparelhos de DVD
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 01 retro-projetor
 03 rádios gravadores
 01 mimeógrafo
 01 microscópio
 01 câmera fotográfica comum
 01 câmera fotográfica digital
 01 episcópio
 01 mesa de som
 02 caixas acústicas
 01 amplificador de som
 05 computadores em rede (Positivo)
 01 computador do kit do professor
 01 impressora do kit do professor
 01 Scanner – HP
 01 antena parabólica
 01 antena analógica
 02 notebooks
 01 telão e tripé para projeção
 02 impressoras com fax HP
 01 impressora multifuncional HP
 CD roms; acervo biblioteca do professor e do aluno
 01 Mesa de pingue pongue
 Jogos diversificados: dama, xadrez; ludo; tabuleiro diversos
 Bolas, redes, coletes
3.1.3 RECURSOS HUMANOS
Alguns professores permaneceram na Unidade Escolar desde 2007, o que
favorece o trabalho, pois diminui a rotatividade docente, criando uma identidade
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docente. A rotatividade da equipe gestora, dificulta a tomada de decisões e o
monitoramento do trabalho e da aprendizagem.
A Unidade conta com 26 (vinte e seis??) professores, sendo 17(dezessete)
professores titulares de cargo e 17(dezessete) professores Ocupantes de Função
Atividade – OFA categoria F e/ou contratados, categoria O, I.
Todos os profissionais habilitados na respectiva disciplina, que ministram e já
lecionam algum tempo na rede estadual. São comprometidos com a Escola e com a
aprendizagem dos alunos. São assíduos às aulas e às reuniões de HTPC.
O trabalho desenvolvido em equipe e a colaboração prestada pelos docentes
com os assuntos técnico-administrativos, facilitam as ações administrativas e
pedagógicas.
Com o aumento do módulo, a unidade passou a contar com o Professor
Coordenador em 2008, fato que somou à gestão escolar, podendo assim dedicar-se às
questões administrativas. Em 2010, juntou-se à equipe um vice-diretor, trazendo
novos ânimos à equipe.
Com a professora coordenadora, as reuniões de HTPC que já eram proveitosas,
ficaram muito melhores, de modo que o trabalho pode ser acompanhado e avaliado
de modo que as intervenções feitas foram pontuais.
Em 2011, com a alteração do módulo das escolas estaduais, a Unidade passou a
contar com dois agentes de serviços escolares, quatro agentes de organização escolar
e um gerente de escola.
Os funcionários em geral, dentro das limitações que seus afazeres impões, têm
colaborado satisfatoriamente com o projeto pedagógico da escola.
Enfim, de um modo ou de outro, todos os profissionais procuram se aprimorar
e contribuir com suas habilidades para o objetivo comum.
Todavia, ainda é necessário investir no aprimoramento e valorização, em
especial dos funcionários de apoio, a fim de estreitar o seu comprometimento com o
trabalho, conscientizando-os de que são responsáveis pela formação dos educandos e
essenciais para que o ambiente escolar.
A escola conta também com a Associação de Pais e Mestres (APM) e o Conselho
de Escola. A APM, conforme previsto na legislação, deverá colaborar no processo
educacional, na assistência ao aluno e na integração família-escola-comunidade,
possibilitando aos pais acompanhar e participar da vida escolar de seus filhos.
Por sua vez, o Conselho de Escola, órgão de natureza consultiva, deverá operar
articulado com a APM, dentro das seguintes atribuições;
 Assessorar a direção e contribuir para o desenvolvimento das diferentes
situações contextuais da coletividade escolar;
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 Contribuir com soluções para problemas de natureza administrativa e
pedagógica;
 Sugerir projetos que possam contemplar diferentes demandas da unidade;
 Colaborar na relação escola-comunidade.
Uma vez que essa participação tem sido pouco significativa, ocorrendo mais em
relação a cobranças do que na busca da solução para os problemas que se
apresentam, pretendendo-se alcançar uma integração mais efetiva da mesma,
garantindo que todos sejam ouvidos e tomem parte nas deliberações.
O Grêmio Estudantil, demonstra ser atuante fazendo um bom trabalho
assessorado pela professora de português Lucia Helena Lacerda.
QUADRO DO NÚCLEO DE DIREÇÃO
Situação
Funcional/categoria
Diretor de Escola –
Vice-Diretor
escola
Nome
R.G.
Escolaridade
Licenciatura em L.P e Pedagogia
/ Bacharel em Direito
de Maria Filomena da 19.579.765 Licenciatura em História e
Silveira Prado
Pedagogia
Fátima Rosa da Silva
5.364.96-5
QUADRO DO NÚCLEO TÉCNICO PEDAGÓGICO
Situação
Funcional/categoria
Professor Coordenador EF
Nome
R.G.
Escolaridade
Vivian de
Carvalho
Colepicolo
25.579.204
Licenciatura Plena em
pedagogia Matemática
QUADRO DO NÚCLEO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
Situação
Funcional/categoria
Nome
Agente de Organização
Escolar/Titular de Cargo SEE
Elisabete Fátima de
Souza Mombelli
(Gerente de Escola)
R.G.
Escolaridade
12.427.339
2º grau completo
– curso superior
incompleto
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QUADRO DO NÚCLEO OPERACIONAL
Situação
Funcional/categoria
Nome
R.G.
Escolaridade
Agente de Organização
Escolar/Titular de Cargo SEE
Marilza Cristina da
Costa Patrício
20.894.222-1
2º grau completo
Agente de Organização Escolar
FabianaFranciscato
Marinasso
28.712.326-1
2º grau
completo/Curso
superior
incompleto
14.114.458
2º Grau completo
16.505.075
2º Grau completo
14.143.641
2º grau
completo/Curso
superior
incompleto
8.285.076
1º grau completo
13.603.802
1º grau completo
Agente de Organização Escolar
Claudia Maria Hang
de Almeida
Agente de Organização Escolar
Eva da Penha
Gomes
Agente de Organização Escolar
Elisabete Fátima de
Souza Mombelli
Agente de Serviço
Escolar/titular de cargo SEE
Merendeira Estatutária da
Prefeitura Municipal
Merendeira Estatutária da
Prefeitura Municipal
Merendeira Estatutária da
Prefeitura Municipal
Isabel Evanira
Bortolo
Josefa Pacheco
Maia
Marina Aparecida
Galvão Defanti
Vera Lúcia de Lima
TABELA DOS PROFESSORES QUE MINISTRAM AULAS NESTA UNIDADE DE ENSINO
SITUAÇÃO FUNCIONAL E FORMAÇÃO
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3.2 DESCRIÇÃO ANALÍTICA DOS PRINCIPAIS PROCESSSOS DE GESTÃO, SEUS DESAFIOS
E RELAÇÃO ENTRE ESTES E OS RESULTADOS DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS
3.2.1. Gestão dos Resultados Educacionais
 Avaliação do trabalho desenvolvido pela escola
Devido à alteração do número de classes, ampliando-o e posteriormente com a
implantação do Ensino Médio, o núcleo Técnico Pedagógico passou a contar com um
Professor Coordenador Pedagógico. de modo que vem sofrendo um processo de
adaptação e estruturação das formas de organização com relação a articulação e
implementação de ações necessárias para sua melhoria, considerando todos os
aspectos pedagógicos e estruturais.
A implementação do Currículo do Estado de São Paulo – currículo único a ser
utilizado por todas as escolas da rede- veio a acrescentar no trabalho desenvolvido
pela escola, de modo que passou a ter um mínimo de conteúdo a ser trabalhado pelos
professores, o que direciona e procura sanar defasagens de aprendizagem.
Diante destas alterações, a escola tem buscado solucionar ou amenizar suas
dificuldades através do trabalho em equipe liderado pela Professora Coordenadora,
apoiado pela equipe gestora na busca de novas ações e estratégias para melhorar a
qualidade da aprendizagem dos alunos.
Durante as reuniões de HTPC, a equipe procura levantar casos relevantes,
discutindo e refletindo sobre os mesmos a fim de propor ações pontuais com o
objetivo de sanar problemas e incentivar a aprendizagem. O grupo tem se mostrado
interessado e coeso na realização das ações.
Através dos Conselhos Participativos, adotados a partir de 2007, foram
socializados os objetivos e metas do Projeto Pedagógico visando a melhoria do ensino
oferecido pela escola, buscando a parceria dos pais, embora a participação seja maior
no Ensino Fundamental.
Considerando a dificuldade que a maioria dos pais tem em faltar do trabalho
para participar das reuniões escolares, procuramos efetivar a comunicação entre a
escola e os mesmo através de informativos verbais ou escritos e a adoção de agenda,
no Ensino Fundamental, além de sempre que possível, realizar uma reunião extra de
pais, em horário após o período de aulas. Uma das maneira encontradas pela equipe
no que se refere à evasão, foi convocar os responsáveis dando-lhes ciência das
ausências dos filhos e oferecer trabalhos para compensação de ausência. Esta ação
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reduz, mesmo que minimamente, o número de alunos evadidos ou reprovados por
falta.
 Análise sistemática dos resultados das avaliações dos alunos
A escola, nos últimos três anos, tem registrados seus resultados educacionais
de diferentes formas: diários de Classe, papeletas (para secretaria), ficha individual
(contendo conceitos, observações e orientações aos pais) e atas de Conselho de Classe
e Série/Conselho Final. A partir de 2010, a escola adotou uma ação para incentivar o
desempenho dos alunos, oferecendo-lhes “Certificado” de Aluno Destaque do
bimestre, de modo que farão jus ao mesmo aquele que obtiver notas iguais ou
superiores a oito (8,0).
Além dos documentos citados, após cada bimestre são elaborados os gráficos
sobre os rendimentos dos alunos de cada classe, por disciplina, para que sejam
analisados e posteriormente elaboradas ações de intervenções, a fim de melhorar o
desempenho dos alunos, como um todo.
O Saresp – Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo
– aplica anualmente provas aos alunos da Educação Básica da Rede Estadual. Os
resultados apresentados neste Boletim permitem à escola analisar seu desempenho e,
com o apoio da Secretaria da Educação, melhorar a qualidade da aprendizagem dos
seus alunos e da gestão escolar.
Quanto aos resultados do Saresp é possível perceber, que como toda a rede, a
escola possui índices baixos em Matemática e Português o que precisa ser trabalhado
ao longo de cada ano letivo, visando elevar os mesmos. Analisando os resultados do
Saresp no período compreendido entre 2007 a 2010, percebem-se que os alunos
melhoraram, de acordo com a média e o percentual em relação ao nível de
proficiência, se comparados a si mesmos (avaliados em 2007 e 2009; avaliados em
2008 e 2010). Porém, não houve avanço no nível de proficiência – os alunos mantémse no nível Básico. É preciso investir na formação básica do aluno atuando com novas
estratégias, contextualizando o ensino na busca efetiva da aprendizagem.
Vale lembrar que a escala de proficiência segue a mesma métrica da Prova
Brasil e Saeb.
O resultado obtido no Saresp associado ao fluxo escolar compõem o Idesp –
Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo , com início em 2007–
é o indicador que avalia a qualidade das escolas estaduais paulistas em cada ciclo
escolar e permite fixar metas anuais para o aprimoramento da qualidade da educação
no Estado de São Paulo. Assim, o Idesp e as metas norteiam o trabalho da equipe da
escola na direção da melhoria da qualidade do ensino e da gestão escolar, com o apoio
da Secretaria de Estado da Educação. As metas por escola se constituem num
instrumento de melhoria da qualidade do ensino nas séries iniciais e finais do Ensino
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fundamental e do ensino Médio. As metas por escola, estabelecidas a partir de
critérios e objetivos e transparentes, servem como um guia para que os professores,
gestores escolares, pais de alunos e a comunidade acompanhem a evolução das
escolas no aprimoramento da qualidade de ensino. O Idesp tem o papel de dialogar
com a escola, fornecendo um diagnóstico de sua qualidade, apontando os pontos em
que precisa melhorar e sinalizando sua evolução ano a ano. A meta final datada para
2030, indica que a escola deverá chegar ao índice 6,0 (seis).
Em 2007, a escola obteve boa média Idesp, porém em 2008 a meta estipulada
para a escola não foi atingida. Em 2009, foi cumprido 120% da meta, o que não
significa grande avanço, já que em 2008 a média ficara bem abaixo da anterior. O
recálculo da meta, fora então realizado com base na nota de 2008, logo se tratava de
uma meta menor que a anterior. A nota em 2009 fora a mesma de 2007, agora resta à
Unidade Escolar trabalhar para que as metas sejam atingidas gradativamente.
As notas do Saresp e índices do Idesp referem-se ao Ensino Fundamental, visto
que a primeira turma de Ensino Médio, concluirá em 2011.
Seguem os quadros comparativos dos percentuais de proficiência do período,
assim como da média da escola do Saresp e a seguir os dados do Idesp.
Tabela 3.2.1.1: Distribuição percentual dos alunos nos níveis de proficiência – Português
Abaixo Básico
Básico
Adequado
Avançado
2007
20,5
33,3
42,3
3,8
2008
21,4
40
35,7
2,9
6°serie
2009
3
30,3
54,5
12,1
2010
20,3
35,1
40,5
4,1
8° serie
2007
2008
2009
2010
17,3
38
27,7
19,1
40
45,1
49,2
60,3
33,3
15,5
20
19,1
9,3
1,4
3,1
1,5
Gráfico 3.2.1.1: Distribuição percentual dos alunos nos níveis de proficiência 6ª e 8ª séries,
respectivamente - Português
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Tabela 3.2.1 2: Distribuição percentual dos alunos nos níveis de proficiência – Matemática
Abaixo Básico
Básico
Adequado
Avançado
2007
44,9
23,1
30,8
1,3
2008
45,7
38,6
15,7
6° serie
2009
16,9
52,3
27,7
3,1
2010
25,7
43,2
29,7
1,4
8° serie
2007
2008
2009
2010
20,5
38
27,7
19,1
33,3
45,1
49,2
60,3
42,3
15,5
20
19,1
3,8
1,4
3,1
1,5
Gráfico 3.2.1.2: Distribuição percentual dos alunos nos níveis de proficiência Matemática – 6ª e
8ª séries, respectivamente
Tabela 3.2.1.3: Média dos alunos da escola no Saresp
Matematica
2007
6° serie
2008
2009
2010
8° serie
2007
2008
2009
2010
AB
44,9
45,7
16,9
25,7
B
23,1
38,6
52,3
43,2
Ad
30,8
15,7
27,7
29,7
Av
1,3
3,1
1,4
43,2
31
20
26,5
52,7
59,2
64,6
58,8
4,1
9,9
13,8
13,2
1,5
1,5
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Gráfico 3.2.1.3: Média dos alunos da escola no Saresp
Tabela 3.2.1.4: Quadro IDESP com Indicadores da Unidade Escolar
Indicadores da U.E. Idesp
2007
8° serie EF 2008
2009
2010
Índice
Indicador
Desempenho Desemp. Índice Fluxo
LPort
Mat
4,49
2,03
0,98
2,67
2,62
2,65
0,993
3,2823 3,2302
3,26
0,9771
3,4313 2,9903
3,21
0,9636
IDESP Metas ano
3,18
2,263
3,18
3,09
3,28
2,76
3,18
Metas para o
próximo ano
3,28
2,76
3,3
3,27
Gráfico 3.2.1.4: Idesp – Indicadores da Unidade Escolar
A seguir, segue o rendimento dos alunos , por disciplina de acordo com os resultados
apresentados ao final de cada ano letivo. O objetivo desta análise é identificar os pontos
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frágeis, verificando se foram sanados ao longo do tempo, a fim de propor metas para o
próximo quadriênio.
Quadro 3.2.1.5: Rendimento final 2008 – Percentual de alunos Abaixo do Básico
Série
5ª A
5ª B
6ª A
6ª B
7ª A
7ª B
8ª A
L .Portuguesa 25,0%
36,0%
13,0%
12,0%
10,0%
18,0%
2,5%
Matemática 12,5%
15,5%
18,5%
36,0%
31,0%
13,0%
2,5%
Ciências
2,5%
18,5%
9,0%
13,0%
10,0%
História
10,0%
10,5%
15,0%
10,0%
10,0%
3,5%
Geografia
5,0%
20,0%
47,5%
38,0%
20,0%
13,0%
2,5%
Inglês
35,0%
28,0%
39,5%
53,0%
20,0%
26,0%
2,5%
E. Artística
20,0%
15,5%
18,5%
20,5%
13,0%
2,5%
Ed. Física
8ª B
3,0%
3,0%
3,0%
3,0%
3,0%
3,0%
Gráfico 3.2.1.5: Rendimento final 2008 (por disciplina) – Percentual de alunos Abaixo do Básico
Tabela 3.2.1.6: Rendimento final 2008 – Percentual de alunos Básico/Acima do Básico
Série
5ª A
5ª B
6ª A
6ª B
7ª A
7ª B
8ª A
L .Portuguesa
75,0%
64,0%
87,0%
88,0%
90,0%
82,0%
97,5%
Matemática
87,5%
84,5%
81,5%
64,0%
69,0%
87,0%
97,5%
Ciências
100,0% 97,5%
81,5%
91,0%
87,0%
90,0% 100,0%
História
90,0% 100,0% 89,5%
85,0%
90,0%
90,0%
97,5%
Geografia
95,0%
80,0%
52,5%
62,0%
80,0%
87,0%
97,5%
Inglês
65,0%
72,0%
60,5%
47,0%
80,0%
74,0%
97,5%
E. Artística
80,0%
84,5%
81,5%
79,5% 100,0% 87,0%
97,5%
Ed. Física
100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%
Gráfico 3.2.1.6: Rendimento final 2008 – Percentual de alunos Básico/Acima do Básico
8ª B
97,0%
97,0%
97,0%
97,0%
97,0%
97,0%
97,0%
100,0%
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PLANO DE GESTÃO – QUADRIÊNIO 2011 A 2014
Nestes gráficos percebemos que os alunos da 6ª e 7ª séries tiveram dificuldades
em geografia e Inglês, sendo que na primeira disciplina a professora é efetiva e comprometida
com o trabalho e na segunda, a professora não é efetiva. É preciso rever a adequação do
conteúdo trabalhado e as estratégias, pois fica evidente que o problema não está na turma,
visto que nas demais disciplina o aproveitamento supera o percentual de 60%.
Tabela 3.2.1.7: Comparativo do Rendimento Escolar
APROVADO
2007
2008
2009
2010
RETIDO
APROVADO
RETIDO
APROVADO
RETIDO
APROVADO
RETIDO
5ª S
60
6ª S
78
7ª S
71
8ª S
68
78
7
72
54
14
78
5
79
71
77
1
79
72
2
71
80
1
1
67
1
5
77
5
1
78
Gráfico 3.2.1.7: Comparativo do Rendimento Escolar
1º S
2º S
41
1
3º S
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De acordo com o rendimento escolar, percebe-se que embora os alunos tenham
aumentado em número e acrescido o Ensino Médio, o fluxo escolar variou de 94% a 99%, um
índice bom, que poderá ficar comprometido com o índice de rendimento – o que faz com que
não se alcance a meta Idesp. Este fato nos faz refletir sobre a necessidade de investimento na
aprendizagem dos alunos, tanto do Ensino Fundamental como no Ensino Médio, chamando à
atenção que no Ensino Médio há um índice de abandono elevado entre os jovens, o que
merece um cuidado especial pela equipe gestora e docentes da Unidade Escolar, assim como
uma atenção especial dos pais ou responsáveis. É preciso que ações sejam elaboradas a fim de
que a mãe participe mais de perto da vida escolar dos jovens, pois segundo estatística, são elas
quem mais influencia para a conclusão de curso dos filhos.
Percebe-se que as ações de acompanhamento e monitoramento da aprendizagem
surtiram bons resultados no decorrer do período, mesmo que as metas não tenham sido
alcançadas em alguns anos. Vale lembrar que o índice Idesp da escola é superior ao do Estado
e da Coordenadoria, estando bem próximo do índice da Diretoria.
3.2.2 Gestão Participativa
 Análise da participação dos pais e da comunidade escolar na elaboração da Proposta
Pedagógica da Escola
A- Levantamento das expectativas dos pais e alunos em relação à escola:
As expectativas dos pais e alunos em relação à escola foram bem definidas durante a
realização das reuniões de pais e das pesquisas feitas na Avaliação Institucional. Tratam
principalmente de melhorias dos recursos físicos e pedagógicos existentes na escola,
destacando-se entre elas a questão da sala de informática e da biblioteca, pois além de não
estarem devidamente instaladas, a utilização dos materiais e equipamentos é precário. A
escola também não possui laboratórios e até a presente data não dispõe de espaço físico para
atendimento aos alunos com Necessidades Especiais Educacionais, tendo estes que ser
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atendidos em outra Unidade Escolar. A sala de vídeo e espaço para as aulas de recuperação
paralela constitui um anseio da comunidade escolar.
Das necessidades apontadas no Plano Gestão anterior, a cobertura da quadra foi
efetuada, de modo que os alunos gostam e utilizam bem este espaço.
Embora muitas das expectativas dos pais e alunos fujam ao alcance da escola para sua
realização, temos buscado alternativas para minimizar algumas questões. Quanto à biblioteca,
houve uma melhor organização do espaço, das estantes e dos livros, de modo que
acompanhados pela Agente de Organização Escolar ou por qualquer um dos professores, os
alunos têm livre acesso para utilizar e emprestar livros, no horário que for necessário. Quanto
à não utilização dos equipamentos de informática, os mesmos foram disponibilizados aos
alunos através da divisão de uma das salas de aula (devido à diminuição de classes utilizadas
pela Prefeitura) em sala de professor e sala de informática, com divisória separando os
ambientes. No início, o improviso surtiu resultados, mas com o passar do tempo, a rede
elétrica não suportou os equipamentos em rede, porém sempre que necessário o notebook é
disponibilizado aos professores para utilização de apresentação de trabalhos pelos alunos,
assim como o datashow e a tela de projeção. Quando se faz necessária impressão de
atividades ou algum trabalho de aluno, o kit do professor é disponibilizado, também. Para o
ano de 2012, a sala de informática será montada com as instalações devidas, pois o prédio
escolar passará a ser utilizado somente pela escola estadual.
Esta escola, mesmo diante das limitações e dificuldades relacionadas aos seus recursos
físicos e pedagógicos, tem contado constantemente com a compreensão e credibilidade de sua
comunidade escolar em relação às iniciativas e ações desenvolvidas.
B- Participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar em seus órgãos colegiados e
processos decisórios da escola
A participação dos diferentes segmentos da comunidade em seus órgãos e colegiados
e processos decisórios da escola, têm ocorrido de forma participativa, responsável e
satisfatória. Quanto aos pais, observamos que o comparecimento melhorou com a adoção do
Conselho Participativo, sendo maior no Ensino Fundamental, porém ainda o foco está no
rendimento escolar do filho, não implicando no processo, mas apenas no resultado. Poucos
pais se dispõem a participar dos órgãos colegiados da escola. Em relação aos alunos, o retorno
tem sido satisfatório tanto na questão da participação quanto no envolvimento em ações
propostas.
A participação dos pais é reduzida devido a maioria trabalhar fora e não conseguir
dispensa do serviço para comparecer às reuniões na escola; outro fator que incide sobre este
fato é que na visão de muitos pais cabe à escola prover tanto as melhorias necessárias em seus
aspectos físicos e pedagógicos, como a qualidade do ensino, nela ministrada, porquanto não
se sentem aptos para intervirem em áreas que não tem conhecimento teórico ou prático.
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Partindo desta realidade, temos procurado formas alternativas de realização de
reuniões, tanto dos colegiados quanto a de pais: horários diferenciados e aos sábados, quando
possível. Temos também aproveitado os momentos em que ocorrem as reuniões que tratam
do rendimento escolar, os conselhos participativos e eventos da escola para conscientizar e
sensibilizar aos pais da importância de sua participação na escola, tendo em vista que a
educação dos alunos assim como as condições em que ela ocorre são de responsabilidade e
interesse das duas partes, partindo da idéia que os objetivos são os mesmos.
Nos últimos anos, a falta de professores em determinadas disciplinas, tem se
constituído preocupação da comunidade escolar. Para minimizar tal problema, a escola
procura manter um professor eventual exclusivo, a fim de que as aulas vagas sejam reduzidas.
Outra ação realizada é a conscientização dos professores quanto ao envio de atividades, via
email ou antecipadamente em caso de falta programada, de modo que as mesmas sejam
aplicadas aos alunos por um membro da equipe gestora, sob a supervisão das agentes de
organização escolar.
C- Divulgação do Regimento Escolar, das normas de convivência, que orientam os direitos e
deveres dos professores, funcionários, pais e alunos
A divulgação do Regimento Escolar e das normas de convivência ocorre no início do
ano letivo, durante o planejamento, nas primeiras reuniões de pais e colegiados , nas salas de
aula, com os alunos.
Como muitos pais, por diferentes motivos, acabam não participando das primeiras
reuniões e muitos alunos chegam por transferência na escola, assim como alguns professores
são admitidos durante o ano letivo, percebemos que o conhecimento desses documentos fica
prejudicado.
Para melhorar o nível de conhecimento desses documentos, estaremos retomando
semestralmente a divulgação dos mesmos junto aos alunos através de leituras em sala de aula,
exposição no mural e mantendo uma cópia na pasta de controle de freqüência dos alunos,
mantendo os responsáveis informados sobre estas ações em todas as reuniões de pais, assim
como em atendimentos esporádicos.
D- Socialização das informações recebidas nas reuniões/orientações técnicas, bem como
ocorrências dos diferentes períodos, com a finalidade de redirecionar os rumos do cotidiano
escolar
A socialização das ações pertinentes à escola ocorre sistematicamente nos horários
destinados ao HTPC, reuniões para planejamento e replanejamento. Toda comunicação de
cunho pedagógico será efetuada pelo Professor Coordenador. Questões sobre vida funcional,
remoção, atribuição de aulas e outras será realizada pelo gestor, com a presença do Secretário
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de Escola, sempre que necessário. Ocorrências com alunos – doença, afastamentos, etc.
poderão ser comunicadas através de cartazes, atestados médicos ou verbalmente, de acordo
com o caso. Casos mais graves serão levados ao Conselho de Escola.
A equipe docente tem colaborado de forma pontual durante a socialização,
mostrando-se sempre dispostos a colaborar independente do horário que estas são feitas.
3.2.3 Gestão Pedagógica
A- Avaliação das competências desenvolvidas pelas áreas d currículo tendo como referência o
Currículo do Estado de São Paulo
A1 – identificação das formas de registro e dos critérios de avaliação:
As avaliações são feitas bimestralmente, de modo que o processo de ensinoaprendizagem seja avaliado continua, sistemática e cumulativamente através de diferentes
instrumentos: provas escritas, trabalhos, pesquisas, observação direta e atitudes, sendo que os
aspectos qualitativos prevalecem sobre os quantitativos. O número dos instrumentos de
avaliação deve ser superior a dois, sendo de preferência pelo menos, uma prova escrita,
sempre visando a aquisição de habilidades e competências requeridas para a série.
Os resultados das avaliações são registrados, para cada componente curricular, por
meio de sínteses bimestrais e finais, sendo expressos, a partir de 2007, em escala numérica de
notas em números inteiros de 0 (zero) a 10 (dez) e é considerado como patamar indicativo de
desempenho escolar satisfatório a nota igual ou superior a cinco.
O resultado das avaliações dos alunos é registrado no diários de Classe, papeletas para
arquivamento na secretaria da escola, nas fichas individuais dos alunos e no sistema Gdae,
onde o responsável pode acessar através da internet, a qualquer momento e acompanhar o
rendimento escolar do filho.
Os critérios de avaliação têm como referência as orientações contidas nos PCNs, onde
a observação e a análise das habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos, previstos
nos objetivos de cada componente curricular e nos objetivos gerais de formação educacional
preconizados pela Escola, bem como os aspectos formativos: suas atitudes referentes à
presença em aulas, participação nas atividades pedagógicas e responsabilidade com que
assume o cumprimento de seu papel de cidadão em formação, devem servir como
norteadores para:
a. Diagnosticar e registrar os progressos e dificuldades de cada aluno;
b. Possibilitar que o aluno auto-avalie sua aprendizagem;
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PLANO DE GESTÃO – QUADRIÊNIO 2011 A 2014
c. Orientar o aluno quanto aso esforços necessários para superar as
dificuldades;
d. Fundamentar as decisões quanto à necessidade de encaminhamento
para reforço ou recuperação; avaliação especializada e reclassificação;
e. Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos
conteúdos curriculares.
A2. Análise do acompanhamento das atividades pedagógicas desenvolvidas pela equipe
docente, de modo a garantir a articulação das ações com a Proposta Pedagógica, identificando
a coerência entre as mesmas.
O trabalho desenvolvido pela escola tem se pautado na estruturação e valorização do
trabalhão em equipe dos diferentes segmentos pertencentes à escola, investimento nas
lideranças internas para organização de ações voltadas para a análise, socialização e
reestruturação de práticas pedagógicas e de promoção do aumento quantitativo e qualitativo
de toda comunidade escolar, visando a melhoria do ensino.
O trabalho em equipe, além de ser uma forma de trabalho comprovadamente mais
eficaz, tanto como estratégia para maior envolvimento do grupo como para viabilização e
agilização da elaboração e execução de muitas das ações necessárias para a escola, também se
constitui em estratégia de socialização de conhecimentos e informações.
Entre as ações desenvolvidas pela escola, podemos destacar as parcerias firmadas com
instituições e empresas da região destacando eventos internos e externos: participação na
Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas, Olimpíada de Matemática da Astra; eventos
em parceria com a Diretoria de Ensino e /ou Prefeitura Municipal de Jundiaí; visitas a museus,
faculdades, teatro, etc.; exposições, teatro, dança e festas organizados pela escola.
Todas as ações são articuladas e planejadas pela equipe docente utilizando-se também
dos horários de HTPC, onde o maior número de docente se reúne, de modo que contemple as
necessidades e objetivos contidos na Proposta Pedagógica.
Tais ações refletem positivamente junto aos alunos, motivando-os, envolvendo-os e
articulando-os de forma a elevar os laços de cooperação, parceria e solidariedade. Nestes
momentos, percebe-se que muitas habilidades estão escondidas e através disto é possível
melhorar os índices de aprendizagem, pois há elevação da auto-estima do aluno.
Este tipo de ação deve ser revisto e melhorado de modo que o aluno sinta prazer em
aprender; goste do ambiente escolar e portanto, melhore a aprendizagem. Para tal, a equipe
docente precisa rever freqüentemente a prática pedagógica, conteúdos e metodologias
colocando no centro do processo um ensino de qualidade.
A3. Avaliação das estratégias utilizadas para verificar o compromisso dos professores com o
ensino e articulação com a comunidade
A ação desenvolvida pela maioria dos docentes tem demonstrado preocupação e
compromisso com o ensino, principalmente com aqueles que apresentam maiores
dificuldades. As estratégias para adaptar o currículo tem sido o foco das ações, porém ainda há
muito que aprender sobre isto. Verifica-se que o caminho está correto, de modo que houve
avanço no índice de aprendizagem dos alunos, comparando-os consigo mesmos. Muitos
saíram de um nível abaixo do básico avançando para o básico (aprendizagem) e outros,
avançaram do básico para o adequado. Esta avaliação é demonstrada nos índices do Saresp.
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PLANO DE GESTÃO – QUADRIÊNIO 2011 A 2014
A implementação do Currículo do Estado de São Paulo favoreceu o desenvolvimento
tanto dos docentes como dos discentes, pois apresentou o conteúdo, muitas vezes
contextualizado, com seqüências didáticas prontas e estratégias que auxiliam o ensino e a
aprendizagem. É importante que este material continue a ser utilizado com responsabilidade
pelas partes, não deixando de lado todos os recursos pedagógicos oferecidos pela escola.
Apesar de tudo, ainda se faz necessária a formação docente, em serviço e para tal a
Coordenação precisa assumir seu papel de formador de formadores, juntamente com a
Direção da Unidade.
3.2.4 Gestão de Pessoas
A escola tem investido sistematicamente na organização e implantação de ações para
fortalecimento do vínculo entre todos os membros da comunidade escolar: alunos,
professores, pais, funcionários e comunidade local através de ações que trabalhem a
cooperação, a solidariedade e o clima escolar. Dentre essas ações, enfatizamos os passeios
culturais e solidários, onde os alunos percebem que há outros lugares de aprender. A parceria
com a Prefeitura tem sido essencial e deve ser mantida.
A troca de experiências entre os docentes, bem como a formação em serviço, favorece
a integração e a cooperação entre estes gerando melhoria no ensino. As ações para
intervenções pontuais devem ser discutidas e assumidas pela equipe, de modo que os alunos
compreendam que a postura assumida pela escola é a de ensinar e ensinar bem.
São momentos importantes para a equipe escolar:
Planejamento: deverá ocorrer sempre com a participação dos funcionários, e estes
também devem estabelecer metas para o ano, percebendo que fazem parte da equipe;
Replanejamento: momento para refletir, rever, reconduzir as ações;
HTPC: horário privilegiado de formação em serviço; troca de experiências; revisão do
contrato didático;
Discussão do Saresp: tempo para conhecer, analisar, comparar, discutir resultados e
propor metas para melhoria do trabalho em sala de aula;
Horário de intervalo: aulas vagas: destinados à socialização; pausa; decisões
agradáveis;
Eventos de confraternização: momento de alegria e sensação de missão cumprida.
É preciso que as ações voltadas para a Gestão de Pessoas sejam claras e que todos
estejam engajados, pois a mediação de conflitos é responsabilidade de todos os membros da
equipe escolar. A boa convivência é de responsabilidade de cada um.
Neste item, vale ressaltar a necessidade de reuniões sistemáticas, talvez bimestrais
entre os funcionários do apoio e da limpeza (AOE, ASE) e a equipe gestora, visto que o módulo
escolar aumentou, contando com quatro pessoas no apoio, duas na limpeza e uma Gerente de
Organização Escolar. Além destes, a equipe gestora é composta por três elementos, o que
favorece este tipo de ação.
É preciso investir no aprimoramento e valorização da equipe escolar, a fim de estreitar
o seu comprometimento com o trabalho, conscientizando-os de que todos são formadores e
devem participar das decisões tomadas para a melhoria da escola.
EE PROF. ALBINO MELO DE OLIVEIRA
PLANO DE GESTÃO – QUADRIÊNIO 2011 A 2014
3.2.5 Gestão de Serviços de Apoio, Recursos Físicos e Financeiros
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QUADRIÊNIO 2011/2014 - Diretoria de Ensino