Nome da Instituição
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula
Souza
CNPJ
62823257/0001-09
Data
08-06-2010
Número do Plano
128
Eixo Tecnológico
INFRAESTRUTURA
Plano de Curso para
01. Habilitação
MÓDULO V
Carga Horária
2500 horas-aula
Parte Prática
180 horas-aula
TCC
000 horas
02. Qualificação
MÓDULO I
Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO
DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO
BÁSICO
Carga Horária
500 horas-aula
Estágio
000 horas
03. Qualificação
MÓDULO II
04.
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES –
MÓDULO
BÁSICO,
CÉLULA,
GRUPO
MOTOPROPULSOR E AVIÔNICOS
Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO
DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - MÓDULO BÁSICO
+ MÓDULO CÉLULA
Carga Horária
1150 horas-aula
Parte Prática
60 horas-aula
Qualificação
MÓDULO III
Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO
DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO
BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR
Carga Horária
1150 horas-aula
Parte Prática
60 horas-aula
05. Qualificação
MÓDULO IV
Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO
DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO
BÁSICO + AVIÔNICOS
Carga Horária
1150 horas-aula
Parte Prática
60 horas-aula
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9 Presidente do Conselho Deliberativo
Yolanda Silvestre
9 Diretor Superintendente
Laura M. J. Laganá
9 Vice-diretor Superintendente
César Silva
9 Chefe de Gabinete
Elenice Belmonte R. de Castro
9 Coordenador de Ensino Médio e Técnico
Almério Melquíades de Araújo
Equipe Técnica
Coordenação:
Almério Melquíades de Araújo
Mestre em Educação
Organização:
Soely Faria Martins
Diretor de Departamento
Grupo de Formulação e Análises Curriculares
Colaboração:
Anderson Figueira Lopes
Graduado em Direito e Técnico em
Manutenção Aeronáutica
Etec Santos Dumont
Jorge André Silva de Paiva
Graduado em Matemática e Técnico em
Manutenção de Aeronaves
Etec Santos Dumont
Marcio Prata
Assistente Técnico
Ceeteps
Levy Motoomi Takano
Assistente Administrativo
Ceeteps
Ayrton Motoyama
Auxiliar Administrativo
Ceeteps
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SUMÁRIO
CAPÍTULO 1
Justificativas e Objetivos
004
CAPÍTULO 2
Requisitos de Acesso
008
CAPÍTULO 3
Perfil Profissional de Conclusão
009
CAPÍTULO 4
Organização Curricular
018
CAPÍTULO 5
Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências
Anteriores
200
CAPÍTULO 6
Critérios de Avaliação da Aprendizagem
200
CAPÍTULO 7
Instalações e Equipamentos
202
CAPÍTULO 8
Pessoal Docente e Técnico
208
CAPÍTULO 9
Certificados e Diplomas
208
PARECER TÉCNICO DO ESPECIALISTA
209
PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSÃO
DE SUPERVISORES
210
APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO
211
PORTARIA DO COORDENADOR, APROVANDO O PLANO DE
CURSO
212
ANEXO
Matriz Curricular
213
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CAPÍTULO 1
JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS
1.1. Justificativa
Universidades de Ciências Aeronáuticas americanas e européias têm estudado há anos o
comportamento humano e as falhas que conduzem a acidentes aeronáuticos. Conforme
Jensen (1995) todas as metodologias aplicadas para a redução dos acidentes, inclusive o
CRM (Crew Resource Management) foram implantados com sucesso, garantindo desta
forma melhorias no fator humano e na sua capacidade de julgamento, análise, tomada de
decisão, consciência situacional e julgamento. Depois de estudos efetuados por Goglia
(1999), novas metodologias foram aplicadas na conclusão da manutenção aeronáutica e
estudos profundos foram dedicados a resolução de problemas humanos nesta área.
Estima-se que a falha na manutenção aeronáutica é a segunda causa de acidentes, após
o CFIT (Controlled Flight Into Terrain) que mais causou fatalidade a bordo entre os anos
de 1982 e 1991 (DAVIS, 1993). Aeronaves se tornaram mais fortes e velozes, seus
motores mais sofisticados e os instrumentos, rádio e radar, mais eficientes. Da mesma
forma, o treinamento e os procedimentos operacionais ficaram mais avançados em todo o
mundo (BEAUTY, 1995).
No Brasil, o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica – RBHA 145 – é o
documento que estabelece requisitos necessários à emissão de Certificados de
Homologação de Empresas de Manutenção (CHE) de aeronaves, células, motores,
hélices, rotores, equipamentos e partes dos referidos conjuntos. Estabelece ainda regras
gerais de funcionamento para os detentores de tais certificados, definindo padrões,
classes, tipos de serviços e limitações para a emissão de cada CHE.
A manutenção é subdividida em etapas, como manutenção preventiva, modificações,
reparos ou inspeções. As empresas do ramo são classificadas em padrões e classes.
Seus certificados de homologação são limitados ainda à manutenção, modificações e
reparos em um (ou mais de um) particular modelo de aeronave, motor, hélice, rotor,
equipamento, acessório ou instrumento de um particular fabricante, ou de um (mais de
um) particular tipo de serviço especializado de manutenção. Para que isto seja
determinado, a empresa deve possuir dados suficientes sobre cada modelo referente ao
equipamento no qual pretende efetuar a manutenção.
Para que a manutenção ocorra com segurança, deve prover também locais adequados,
de modo que o trabalho sendo executado seja protegido dos elementos atmosféricos,
poeira e calor e os executantes estejam protegidos de condições físicas e ambientais.
Somente pessoas habilitadas e com vínculos empregatícios para executar, supervisionar
e inspecionar o trabalho podem efetuar os serviços para o qual a empresa é homologada.
Os responsáveis pela direção devem selecionar cuidadosamente seus empregados e
examinar sua capacidade para executar atividades de manutenção, tomando por base
testes práticos e experiências anteriores. Em qualquer situação, o pessoal responsável
por funções de direção e controle de qualidade deve estar habilitado pelo CONFEA/
CREA, o pessoal responsável por funções de supervisão e execução deve estar
credenciado e habilitado pelo DAC (Departamento de Aviação Civil). As organizações
devem ter um sistema de inspeção que possa produzir controle de qualidade satisfatório e
que atenda a diversos requisitos.
O pessoal de inspeção deve estar perfeitamente familiarizado com os métodos, técnicas e
equipamentos de inspeção a serem usados em sua especialidade para determinar a
qualidade ou aeronavegabilidade do produto sendo mantido, modificado ou reparado.
Deve-se manter proficiência no uso dos diversos auxílios de inspeção que pretendam
utilizar em seu trabalho, possuir e entender informações relativas a aeronavegabilidade e
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especificações correntes envolvendo tolerâncias, limitações e procedimentos de inspeção
estabelecidos pelo fabricante do produto sendo inspecionado e pela autoridade
aeronáutica.
Em casos em que dispositivos magnéticos, fluorescentes ou outras formas de dispositivos
mecânicos de inspeção sejam usados, ser proficientes na operação do dispositivo e ter
capacidade para interpretar adequadamente os defeitos indicados por ele. A empresa
deve prover métodos satisfatórios de inspeção em material recebido, de modo a
assegurar que antes dele ser colocado em estoque para uso em uma aeronave ou em
partes da mesma, ele esteja em bom estado de conservação e uso e livre de defeitos ou
falhas aparentes.
A fim de coibir o emprego de material não aeronáutico, ou seja, material não homologado
ou certificado para ser empregado em aeronaves, o DAC solicita que a empresa utilize
métodos de controle de qualidade no recebimento dos mesmos. A documentação
pertinente deve ser cautelosamente analisada. O material deve ter um ou mais de um dos
seguintes documentos:
•
especificação técnica e origens conhecidas, comprovando ser material aprovado
que satisfaz os padrões mínimos de segurança previstos nos RBHA;
•
registros de manutenção (histórico, última inspeção, revisões, reparos e/ou
alterações sofridas, conforme aplicável); e
•
atestado de boa condição de uso do material, emitido pelo fabricante, por empresa
homologada no Brasil, ou por empresa homologada em outro país segundo
requisitos equivalentes.
* Fonte: Departamento de Aviação Civil - Regulamento Brasileiro de Homologação
Aeronáutica nº. 145.
Organizações de manutenção devem prover um sistema de inspeção preliminar de todos
os artigos que mantêm, visando determinar o estado de preservação ou de defeitos nos
mesmos. O resultado de cada inspeção deve ser registrado em formulário adequado,
formulado pela empresa, e esse formulário deve ser mantido junto com o artigo, até o
mesmo ser liberado para serviço.
Um sistema de controle deve assegurar que, antes de iniciar trabalhos em uma célula,
motor ou partes que tenham sido envolvidas em acidentes, tais partes tenham sido
totalmente inspecionadas quanto a falhas ocultas, inclusive em áreas próximas a pontos
obviamente danificados coíbe o reaproveitamento de materiais danificados. Além disto, os
resultados de tais inspeções devem ser registrados em formulários também padronizados.
Toda empresa deve ter um manual contendo procedimentos de inspeção MPI e durante
suas atividades deve mantê-lo atualizado. O manual deve explicar o sistema de inspeções
adotado pela oficina de modo a facilitar a compreensão por parte dos colaboradores. Este
deve estabelecer, em detalhes os requisitos da oficina, incluindo a continuidade da
responsabilidade de inspeções, modelos de formulários e os métodos de execução dos
serviços.
O manual, sempre que necessário, deve referir-se aos padrões de inspeções do
fabricante na manutenção de um particular artigo. A oficina deve dar uma cópia desse
manual para cada um de seus supervisores e inspetores que irão cumprir suas
determinações. O Departamento de Aviação Civil, através dos Serviços Regionais de
Aviação Civil (SERACs) é quem aprova o referido manual, que é elaborado pelo Chefe de
Manutenção das empresas e se chama Manual de Procedimentos de Inspeção. Este
Manual é preciosa ferramenta em prol da Segurança de Voo.
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O estabelecimento de normas padronizadas tende a facilitar os registros de manutenção,
a rastreabilidade dos materiais e garante facilidade na identificação de tais registros. Tais
metodologias são utilizadas em todos os países membros da ICAO - International Civil
Aviation Organization, ou OACI - Organização de Aviação Civil Internacional.
As empresas de Manutenção Aeronáutica devem possuir os equipamentos, materiais,
ferramentas e testes necessários para desempenhar eficientemente as funções inerentes
aos trabalhos que se propõe executar. Deve assegurar-se de que todos os equipamentos
de inspeção e de teste são controlados e verificados em intervalos regulares para garantir
correta calibração para um padrão estabelecido pelo INMETRO ou um padrão
estabelecido pelo fabricante do equipamento. No caso de equipamento estrangeiro,
podem ser usados os padrões do país de origem do mesmo.
Além disto, um meio adequado de controle das calibrações dos equipamentos deve ser
implantado de modo a garantir que nenhum equipamento utilizado em manutenção esteja
com sua calibração vencida. Os equipamentos, materiais, ferramentas e testes requeridos
devem ser localizados nas instalações da oficina e sob total controle.
Um departamento de suma importância dentro de uma organização de manutenção é a
Biblioteca Técnica. A empresa homologada deve desempenhar suas atividades de
manutenção, modificação e reparo de acordo com os padrões do RBHA 43. Esta deve
possuir e manter atualizada a documentação técnica necessária, incluindo legislação
aeronáutica brasileira aplicável (RBHA e IAC), diretrizes de aeronavegabilidade, manuais
de serviço, catálogos de peças, boletins de serviço e de informação, instruções e cartas
dos fabricantes relacionados com os artigos que ela mantém, modifica ou repara.
Conforme Estatísticas de Acidentes Aeronáuticos publicados no "site" do Departamento
de Aviação Civil, cerca de 13% dos acidentes, no período de 1990 a 2000 tiveram como
fator contribuinte a deficiente manutenção. O DAC e os SERAC´s, juntamente com os
órgãos do Elo SIPAER (Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos)
têm efetuado verdadeiras maratonas de palestras, seminários, encontros e conferências
pelo Brasil, para disseminar as normas de segurança envolvidas com a manutenção de
aeronaves. Todas as metodologias requerem que estejam presentes um efetivo Sistema
de Garantia da Qualidade na manutenção, sob pena de haver elevada exposição ao risco
dentro destas organizações.
A garantia da qualidade é uma autoridade global de supervisão de padrões, permitindo
que os mesmos sejam fortalecidos. Desta forma, a empresa de manutenção aeronáutica
deve prover um departamento de execução e um departamento de supervisão, para que
possa garantir esta qualidade.
Verifica-se que um alto padrão de qualidade na manutenção de aeronaves depende mais
da competência de quem executa as tarefas, e assim sendo, nenhum sistema de
gerenciamento é completo sem um elemento de garantia dessa qualidade. Tal
departamento deve prover uma análise não tendenciosa do desempenho da empresa,
para verificar que as atividades e os resultados estão de acordo com o MPI e confirmam
que o MPI e os sistemas e procedimentos nele descritos permanecem efetivos e são
alcançados os objetivos.
Para que se possa garantir que o sistema está funcionando, dois elementos essenciais
são então introduzidos: as auditorias internas independentes e um programa de
acompanhamento.
Tais auditorias podem ser conduzidas de maneira contínua ou segmentadas, desde que
todo sistema da organização seja verificado dentro do intervalo aplicável. Conforme o
DAC, tais auditorias devem acontecer pelo menos a cada 12 meses.
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Um programa de acompanhamento deve conter os procedimentos para assegurar que os
resultados dessas auditorias sejam comunicados à pessoa responsável pelo sistema e
disponível para a alta administração. Ações imediatas e de longa duração devem ser
empregadas para corrigir as causas de cada não conformidade encontrada. Tais
programas devem ainda conter um sistema de arquivo, para assegurar que detalhes dos
resultados das auditorias, ações corretivas e inspeções de acompanhamento sejam
arquivados e mantidos por dois períodos completos de auditoria. (COSTA, Vivien
Aparecida Corazza, PC/ASV – Diretora da AVIEN Segurança & Assessoria Aeronáutica)
Os problemas de formação profissional, como a falta de treinamento, o insuficiente grau
de familiarização com as aeronaves ou o desestímulo para o exercício da profissão
também estão presentes no setor. Conforme Benof (2003), as escolas para mecânicos
não conseguem atrair muitos alunos. Conforme a revista Business & Commercial Aviation,
até mesmo nos Estados Unidos os mecânicos de automóveis podem ter salários maiores
que os mecânicos de manutenção aeronáutica. Isto implica em que em breve, se não
houver uma valorização da categoria, haverá carência de profissionais formados para a
Manutenção de Aeronaves.
Deve-se considerar ainda que muitos profissionais que se formam nas escolas
específicas encontram trabalho na indústria de máquinas ou em outro setor que os
remunera melhor, e que se perde os profissionais mais experientes por causa da sua
idade (BENOF, 2003).
No Brasil existem poucas escolas para a formação de Mecânicos de Manutenção
Aeronaves (MMA), considerando-se o tamanho e o crescimento previsto da frota. Ainda,
os índices de aprovação dos mesmos aos testes do DAC são baixos, conforme se pode
verificar no "site" do próprio DAC.
O curso de MMA é dividido em dois módulos, o Básico, e os Especializados (Célula,
Grupo Motopropulsor e Aviônicos).
A segurança de voo é, sem sombra de dúvidas, uma permanente preocupação das
empresas aéreas, à medida que a ocorrência de acidentes aéreos, ou até mesmo atrasos
nos voos por defeitos mecânicos reduzem a credibilidade da empresa e,
consequentemente, o número de passageiros. Isto sem contar também com as multas
que podem ser aplicadas pelas autoridades aeronáuticas.
A pontualidade nos voos, além de ser uma excelente referência para as empresas aéreas,
é também um atestado da alta qualidade dos serviços de manutenção das aeronaves. Por
isso mesmo, as empresas de aviação estão cada vez mais rigorosas na seleção para a
admissão de profissionais para a Manutenção de Aeronaves.
Uma análise mais profunda desse panorama aponta para a necessidade de investimento
na definição dos perfis dos trabalhadores na manutenção aeronáutica, o que justifica a
elaboração do Currículo de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES no Centro
Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.
1.2. Objetivos
O curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES tem como objetivo capacitar
o aluno para montar desmontar estruturas de aeronaves, montar e instalar sistemas
elétricos e eletrônicos, executar a manutenção preditiva e corretiva dos diversos sistemas,
assim como ler instruções técnicas.
Adicionalmente, pretende-se capacitar para:
•
trabalhar comprometido com a segurança de voo e das pessoas;
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•
implementar os serviços de manutenção e garantir a segurança do local de
trabalho;
•
provar o correto funcionamento dos componentes de aeronaves;
1.3. Organização do Curso
A necessidade e pertinência da elaboração de currículo adequado às demandas do
mercado de trabalho, à formação do aluno e aos princípios contido na L.D.B. e demais
legislações vigentes, levou o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, sob
a coordenação do Prof. Almério Melquíades de Araújo, Coordenador de Ensino Médio e
Técnico, a instituir o “Laboratório de Currículo”.
No Laboratório de Currículo foram reunidos profissionais da área, docentes, especialistas,
supervisão educacional para estudar o material produzido pela C.B.O. – Classificação
Brasileira de Ocupações e para análise dos manuais: MCA 58-13, MCA 58-14 e MCA 5815, assim como as necessidades do próprio mercado de trabalho. Uma sequência de
encontros de trabalho previamente planejados possibilitou uma reflexão maior e produziu
a construção de um currículo mais afinado com esse mercado.
O Laboratório de Currículo possibilitou, também, a construção de uma metodologia
adequada para o desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem e sistema de
avaliação que pretendem garantir a construção das competências propostas nos Planos
de Curso.
Fontes de Consulta
1. BRASIL
Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos.
Brasília: MEC: 2008. Eixo Tecnológico: “Infraestrutura” (site:
http://www.mec.gov.br/)
2. BRASIL
Ministério do Trabalho e do Emprego – Classificação Brasileira de
Ocupações – CBO 2002 – Síntese das ocupações profissionais (site:
http://www.mtecbo.gov.br/)
3. DEPARTA-
Títulos
MENTO DE
MCA 58-13 – MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA
AVIAÇÃO
CIVIL
MCA 58-14 – MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO
MOTOPROPULSOR
MCA 58-15 – MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - AVIÔNICOS
CAPÍTULO 2
REQUISITOS DE ACESSO
O ingresso ao Curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES dar-se-á por
meio de processo seletivo para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série
e estejam matriculados na segunda série do Ensino Médio ou equivalente.
O processo seletivo será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com
indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas
oferecidas.
As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do
Ensino Médio, nas três áreas do conhecimento:
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•
Linguagem, Códigos e suas Tecnologias;
•
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias;
•
Ciências Humanas e suas Tecnologias.
Por razões de ordem didática e/ ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados
procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por
ocasião de suas inscrições.
O acesso aos demais módulos ocorrerá por classificação, com aproveitamento do módulo
anterior, ou por reclassificação.
CAPÍTULO 3
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
MÓDULOS BÁSICO + CÉLULA + GRUPO MOTOPROPULSOR + AVIÔNICOS –
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE
AERONAVES
O TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AERONAVES é o profissional que concluiu o Módulo
Básico, o Modulo Célula,o Módulo Grupo Motopropulsor e o Módulo Aviônico.
O TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES é o profissional que atua na
manutenção de aeronaves e em seus equipamentos. Executa inspeções em motores de
aviões e helicópteros, sistemas de hélices, rotores de helicópteros, sistemas hidráulicos,
sistemas elétricos, sistemas de combustíveis, sistemas de pressurização, instrumentos de
aeronaves e estrutura das aeronaves, conforme especificações e normas técnicas.
Interpreta manuais técnicos das diferentes aeronaves e equipamentos.
MERCADO DE TRABALHO
™ Empresas aéreas e oficinas de manutenção aeronáuticas homologadas pela ANAC.
Aeroportos e navios com plataformas de voo. Parques e bases aéreas.
COMPETÊNCIAS GERAIS
O TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES deve ter alcançado, ao concluir o
curso, as seguintes competências gerais:
•
coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuam na instalação, na produção e
na manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa e de pessoas;
•
aplicar normas técnicas e especificações dos regulamentos previstos pela legislação
aeronáutica, tais como: catálogos, manuais, boletins, projetos, processos de
instalação, equipamentos de manutenção;
•
aplicar técnicas de medição e ensaios visando a melhoria da qualidade de produtos e
serviços;
•
atuar na manutenção preventiva e corretiva de instalações e de sistemas,
caracterizando e determinando aplicações de materiais, acessórios, dispositivos,
instrumentos e equipamentos;
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•
projetar melhorias cumprindo as determinações da legislação vigente, nos sistemas
convencionais, instalação e manutenção, propondo incorporação de novas
tecnologias.
PERFIS PROFISSIONAIS DAS QUALIFICAÇÕES
MÓDULO BÁSICO– SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
ÁREA DE ATIVIDADES
A – IMPLEMENTAR O TRABALHO DE MANUTENÇÃO DE AERONAVES
¾ Interpretar projetos / desenhos técnicos.
¾ Identificar materiais utilizados na confecção de peças metálicas.
¾ Identificar equipamentos de produção individual e coletiva.
B – GARANTIR SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
¾ Observar e zelar pela observância das normas de segurança do trabalho.
¾ Utilizar equipamentos de proteção individual.
¾ Utilizar equipamentos de proteção coletiva.
¾ Sinalizar áreas de risco.
¾ Zelar pela limpeza e pela organização do local de trabalho.
C – ORGANIZAR ROTINAS DE TRABALHO
¾ Executar ordens de serviço de manutenção, analisando as especificações.
¾ Providenciar liberação e preparar o local de trabalho.
¾ Organizar espaços para depósito de materiais e de ferramentas.
¾ Identificar e organizar ferramentas e máquinas.
D – REPARAR OBRAS
¾ Participar da avaliação da obra.
¾ Calcular custo-benefício do reparo.
¾ Planejar e auxiliar o reparo, a substituição e a recuperação de peças.
E – TRABALHAR COM SEGURANÇA
¾ Vestir equipamentos de proteção individual e de proteção coletiva.
¾ Operar equipamentos de extinção de incêndio.
¾ Sinalizar áreas de manutenção.
¾ Delimitar áreas de risco para preservar a integridade física das pessoas.
F – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
¾ Trabalhar em equipe.
¾ Participar de programas de treinamento promovidos pela empresa.
¾ Demonstrar acuidade auditiva.
¾ Demonstrar orientação espacial.
¾ Responsabilizar-se pelo serviço realizado.
¾ Demonstrar destreza digital.
¾ Trabalhar de forma organizada.
¾ Discriminar odores.
¾ Demonstrar acuidade visual.
¾ Sugerir melhorias nos projetos.
¾ Cumprir cronograma de trabalho.
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¾ Demonstrar perseverança.
¾ Demonstrar precisão e controle.
¾ Demonstrar atenção seletiva.
MÓDULO BÁSICO + CÉLULA – Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO
DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – CÉLULA
O Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Célula é o profissional que monta, desmonta e
executa manutenção em estruturas de aeronaves. Instala em aeronaves sistemas de
combustível, hidráulicos e pneumáticos, de trem de pouso, de proteção contra fogo, de
oxigênio, de ar condicionado e pressurização, elétricos e eletrônicos. Interpreta
documentação e instruções técnicas, em português e em inglês. Ensaia sistemas,
motores e componentes. Utiliza recursos de informática para controle de procedimentos e
de operações.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – INTERPRETAR PROCEDIMENTOS TÉCNICOS
¾ Interpretar desenhos de projeto.
¾ Interpretar procedimentos de fabricação e de montagem de peças.
¾ Interpretar ordens de serviço, de manutenção, montagem e fabricação de peças.
¾ Aplicar procedimentos conforme normas técnicas.
¾ Fornecer informações para revisão da documentação técnica.
¾ Interpretar esquemas elétricos de montagem.
B – MONTAR E REPARAR ESTRUTURAS DE AERONAVES
¾ Montar peças da cabine da aeronave.
¾ Montar seções da fuselagem.
¾ Instalar canopi.
¾ Realizar junções de estruturas.
¾ Montar superfícies de comando de voo.
¾ Instalar asas na fuselagem.
¾ Montar carenagem.
¾ Montar peças das portas.
¾ Montar portas na estrutura.
¾ Montar suportes de fixação dos sistemas de comando.
¾ Montar interior da aeronave.
¾ Preparar superfícies externas para instalação dos acessórios.
¾ Montar componentes da asa.
¾ Instalar suportes para equipamentos.
¾ Metalizar junções da estrutura, eliminando energia estática.
¾ Aplicar selagem e vedação na estrutura.
¾ Efetuar pesagem e balanceamento da superfície de comando.
¾ Estabelecer o centro de gravidade da aeronave.
C – INSTALAR SISTEMAS DE COMBUSTÍVEL
¾ Montar tanques.
¾ Selar tanque do sistema.
¾ Checar limpeza dos tanques.
¾ Montar bombas de combustível.
¾ Montar sistemas de respiro, ventilação e drenos.
¾ Montar indicadores de nível.
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¾ Montar filtros de combustível.
¾ Destanquear tanque de combustível.
D – INSTALAR SISTEMAS DE OXIGÊNIO
¾ Instalar reservatórios de pressão.
¾ Instalar mangueiras de ligação.
¾ Instalar manômetros e válvulas reguladoras.
¾ Instalar sensores de despressurização.
¾ Instalar máscaras de oxigênio.
¾ Efetuar limpeza do sistema.
¾ Reabastecer sistema de oxigênio.
E – ENSAIAR SISTEMAS DE AERONAVES
¾ Ensaiar sistemas de combustível.
¾ Ensaiar sistemas de ar condicionado.
¾ Ensaiar sistemas de oxigênio
¾ Ensaiar instrumentos pós-montagem.
¾ Ensaiar sistemas hidráulicos.
¾ Ensaiar o sistema pneumático e de pressurização.
¾ Ensaiar componentes do sistema eletrônico.
¾ Ensaiar componentes do sistema elétrico.
¾ Ensaiar componentes instalados no sistema motopropulsor.
¾ Ensaiar sistema de piloto automático.
¾ Ensaiar sistema de comando de voo.
¾ Ensaiar sistema de trem de pouso.
¾ Ensaiar vedação da aeronave.
¾ Ensaiar motor da aeronave.
F – REPARAR ESTRUTURAS DE AERONAVES
¾ Inspecionar estruturas quanto à presença de trincas, de torções, de corrosão e de
superfícies em atrito.
¾ Verificar fixação de rebites.
¾ Reparar chapeamento.
¾ Aplicar materiais compósitos.
¾ Tratar estruturas contra corrosão.
¾ Alinhar superfícies em relação à fuselagem.
¾ Balancear helicópteros e aviões.
¾ Pesar helicópteros e aviões.
¾ Entrelar estruturas e superfícies de manobra.
G – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE TREM DE POUSO
¾ Preencher fichas de inspeção.
¾ Remover rodas e pneus.
¾ Remover trens de pouso fixos e móveis.
¾ Remover amortecedores e atuadores.
¾ Remover sistema de freios.
¾ Revisar sistema de emergência do trem de pouso.
¾ Revisar sistema de freio automático.
¾ Calibrar pneus e amortecedores.
¾ Montar componentes do sistema de trem de pouso.
¾ Ajustar componentes do sistema de trem de pouso.
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¾ Lubrificar componentes mecânicos.
¾ Realizar testes operacionais em componentes do trem de pouso.
H – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMAS HIDRÁULICOS
¾ Testar sistemas hidráulicos.
¾ Identificar defeitos em sistemas hidráulicos.
¾ Substituir mangueiras e tubulações em sistemas hidráulicos.
¾ Remover componentes de sistemas hidráulicos.
¾ Eliminar defeitos (vazamentos, variação de pressão e nível de óleo) em sistemas
hidráulicos.
¾ Instalar componentes de sistemas hidráulicos.
¾ Monitorar nível de fluidos hidráulicos, lubrificantes e pressão do sistema.
¾ Revisar funcionamento dos componentes (bombas, atuadores, reservatórios, válvulas
e filtros).
¾ Ajustar componentes mecânicos do sistema hidráulico.
I – REPARAR SISTEMAS DE COMBUSTÍVEL
¾ Verificar condições de funcionamento quanto ao nível e pressão.
¾ Destanquear aeronaves.
¾ Remover componentes de sistemas de combustível.
¾ Reparar tanque de combustível.
¾ Descontaminar sistemas de combustível (retirada de água e impurezas que possam
causar defeitos).
¾ Instalar tanques de combustível.
¾ Substituir componentes do sistema.
¾ Realizar revisão geral de componentes.
¾ Abastecer tanques de combustíveis.
J – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE COMANDOS DE VOO
¾ Inspecionar funcionamento de componentes de sistemas de comando de voo.
¾ Remover comandos de voo.
¾ Balancear superfícies de comando de voo.
¾ Regular comandos de voo.
¾ Instalar comandos de voo.
K – REALIZAR MANUTENÇÃO DO SISTEMA INTERIOR DE AERONAVES
¾ Substituir componentes de poltronas.
¾ Revisar estado geral das poltronas e cintos de segurança.
¾ Reparar componentes do sistema da copa (galley).
¾ Consertar sistemas de som e vídeo, iluminação e comunicação.
¾ Substituir pisos e trilhos.
¾ Reparar componentes dos toaletes.
L – REALIZAR MANUTENÇÃO EM SISTEMAS DIVERSOS
¾ Preencher relatórios de avarias.
¾ Inspecionar sistemas de oxigênio, ar condicionado, água potável, equipamentos de
emergência , de degelo e antigelo.
¾ Substituir peças do sistema de oxigênio.
¾ Substituir peças do sistema de ar condicionado e pressurização.
¾ Substituir peças do sistema de água potável e detritos.
¾ Substituir equipamentos de emergência.
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¾ Substituir peças do sistema antichuva antigelo e de degelo.
¾ Substituir peças do sistema de detecção e extinção de fogo.
M – TRABALHAR COMPROMETIDO COM A SEGURANÇA DE VOO E DAS PESSOAS
¾ Obedecer a normas de segurança – realização de ensaios de radar e sinais de alta
frequência de rádio.
¾ Manter a integridade dos componentes durante seu manuseio e seu transporte.
¾ Assegurar a integridade dos conectores durante a fase de montagem.
¾ Proteger tubulações contra a entrada de corpos estranhos.
¾ Atender aos procedimentos de segurança no manuseio de inflamáveis.
¾ Cumprir instruções de segurança na área de movimentação de aeronaves,
contribuindo para evitar FOD.
¾ Atender a normas de limpeza no interior da aeronave.
¾ Consultar sistematicamente a documentação técnica durante o serviço.
¾ Cumprir normas de segurança em situações de testes operacionais.
¾ Identificar possíveis irregularidades nas peças.
¾ Comunicar discrepâncias nas características técnicas dos componentes.
¾ Prevenir contaminação dos diversos sistemas da aeronave.
¾ Lacrar componentes instalados.
¾ Participar nas ações definidas pela CIPA e comissão de segurança.
¾ Utilizar equipamentos adequados na limpeza dos ambientes.
¾ Utilizar ferramentas específicas para as operações de montagem.
¾ Prevenir explosões por meio de destanqueamento do sistema de combustível.
¾ Isolar área na execução de ensaios de sistemas pressurizados.
¾ Solicitar equipamentos de combate a incêndio nas áreas de trabalho.
¾ Operar equipamentos de combate a incêndios.
¾ Utilizar EPI e EPC especificados por área e por tipo de serviço.
¾ Promover a limpeza e organização da área de trabalho.
N – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
¾ Cumprir as normas de trabalho definidas pela empresa.
¾ Receber treinamento e habilitação para a função.
¾ Relacionar-se adequadamente com toda a equipe de trabalho.
¾ Buscar autodesenvolvimento.
¾ Participar de treinamentos de atualização profissional.
¾ Manter a ética profissional.
¾ Socializar conhecimentos.
¾ Atuar de maneira organizada.
¾ Zelar pela segurança de voo durante o processo de construção da aeronave.
¾ Agir com profissionalismo, com responsabilidade e com transparência.
¾ Liderar e ser liderado no trabalho em equipe.
¾ Seguir normas de trabalho estabelecidas.
¾ Trabalhar comprometido com a qualidade.
¾ Interpretar textos técnicos em idioma estrangeiro.
¾ Sugerir melhorias nos processos de manutenção, montagem e fabricação.
MÓDULO BÁSICO + GRUPO MOTOPROPULSOR – Qualificação Técnica de Nível
Médio
de
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO
MOTOPROPULSOR
O Mecânico de Manutenção Aeronáutica-Grupo Motopropulsor é o profissional que monta
e desmonta motores e hélices em aeronaves, interpretando manuais, documentação e
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instruções técnicas, em português e em inglês. Instala e executa manutenção preditiva e
corretiva em motopropulsores e unidades auxiliares de partida, em rotores e em
instrumentos de controle de aeronaves. Ensaia sistemas, motores e componentes. Utiliza
recursos de informática para controle de procedimentos e de operações.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – INTERPRETAR PROCEDIMENTOS TÉCNICOS
¾ Interpretar desenhos de projeto.
¾ Interpretar procedimentos de fabricação e de montagem de peças de motores.
¾ Interpretar ordens de serviço de montagem e de instalação de motores.
¾ Aplicar procedimentos conforme normas técnicas.
¾ Fornecer informações para revisão da documentação técnica.
¾ Interpretar esquemas elétricos de montagem de motopropulsores.
B – INSTALAR SISTEMAS MOTOPROPULSORES E UNIDADES AUXILIARES DE
PARTIDA
¾ Instalar berço de motores.
¾ Pré-equipar o motor das aeronaves.
¾ Instalar motores.
¾ Ligar comandos do motor.
¾ Conectar sistema de combustível.
¾ Conectar sistema de lubrificação.
¾ Instalar sistemas de arrefecimento.
¾ Conectar sistemas hidráulicos.
¾ Instalar sistema de detecção e extinção de fogo.
¾ Instalar sistemas de exaustão de gases de combustão.
C – INSTALAR SISTEMAS DE HÉLICE E ROTOR NA AERONAVE
¾ Montar hélices.
¾ Montar governador de hélices.
¾ Regular governador de hélices.
¾ Lubrificar mancais.
¾ Balancear hélices.
¾ Instalar spinners.
¾ Balancear spinners.
¾ Montar conjunto de transmissão principal.
¾ Montar conjunto do mastro.
¾ Montar cabeça do rotor principal.
¾ Montar pás do rotor principal.
¾ Montar árvores de transmissão.
¾ Montar transmissão traseira da aeronave.
¾ Montar pás do rotor de cauda.
D – REPARAR MOTORES CONVENCIONAIS E A REAÇÃO
¾ Interpretar ordens de serviço.
¾ Realizar inspeção visual.
¾ Remover motores.
¾ Corrigir defeitos de funcionamento de motores.
¾ Instalar acessórios em motores.
¾ Realizar ensaios não destrutivos.
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¾
¾
¾
¾
Realizar revisão geral de motores.
Balancear motores.
Instalar motores.
Coletar amostras de fluidos para análise laboratorial.
E – REPARAR SISTEMAS DE HÉLICES E ROTORES DE HELICÓPTEROS
¾ Interpretar manuais de sistemas de hélices e de rotores de helicópteros.
¾ Remover hélices e rotores de helicópteros.
¾ Substituir engrenagens da transmissão.
¾ Substituir selos mecânicos.
¾ Substituir rolamentos.
¾ Balancear hélices e rotores de helicópteros.
¾ Montar sistemas de hélices e rotores de helicópteros.
F – ENSAIAR SISTEMAS DE AERONAVES
¾ Ensaiar sistemas de combustível.
¾ Ensaiar instrumentos pós-montagem.
¾ Ensaiar o sistema pneumático e de pressurização.
¾ Ensaiar componentes instalados no sistema motopropulsor.
¾ Ensaiar motor da aeronave.
G – PROVAR O CORRETO FUNCIONAMENTO DOS COMPONENTES
AERONAVES
¾ Testar o funcionamento dos motores.
¾ Testar freio do rotor de helicópteros.
¾ Testar o funcionamento dos rotores.
¾ Testar o funcionamento das hélices.
¾ Testar sistemas de alimentação e geração de energia elétrica.
¾ Testar sistemas de antiderrapagem.
¾ Testar sistema antiderrapagem do trem de pouso.
DE
H – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
¾ Cumprir as normas de trabalho definidas pela empresa.
¾ Receber treinamento e habilitação para a função.
¾ Relacionar-se adequadamente com toda a equipe de trabalho.
¾ Buscar autodesenvolvimento.
¾ Participar de treinamentos de atualização profissional.
¾ Manter a ética profissional.
¾ Socializar conhecimentos.
¾ Atuar de maneira organizada.
¾ Zelar pela segurança de voo durante o processo de construção da aeronave.
¾ Agir com profissionalismo, com responsabilidade e com transparência.
¾ Liderar e ser liderado no trabalho em equipe.
¾ Seguir normas de trabalho estabelecidas.
¾ Trabalhar comprometido com a qualidade.
¾ Interpretar textos técnicos em idioma estrangeiro.
¾ Sugerir melhorias nos processos de montagem e fabricação.
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MÓDULO BÁSICO + AVIÔNICO – Qualificação Técnica de Nível Médio de
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – AVIÔNICO
O Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Aviônico é o profissional que monta e
desmonta estruturas de aeronaves; monta sistemas elétricos e equipamentos eletrônicos;
lê e interpreta documentação e instruções técnicas, em português e em inglês. Instala
sistemas elétricos e equipamentos eletrônicos. Ensaia sistemas eletroeletrônicos e seus
componentes. Utiliza recursos de informática para controle de procedimentos e de
operações.
ÁREA DE ATIVIDADES
A – INTERPRETAR PROCEDIMENTOS TÉCNICOS
¾ Interpretar desenhos de projeto.
¾ Interpretar procedimentos de fabricação e de montagem de peças.
¾ Interpretar ordens de serviço, manutenção, montagem e de fabricação de peças.
¾ Aplicar procedimentos conforme normas técnicas.
¾ Fornecer informações para revisão da documentação técnica.
¾ Interpretar esquemas elétricos de montagem.
B – ENSAIAR SISTEMAS ELETROELETRÔNICOS DE AERONAVES
¾ Ensaiar componentes do sistema eletrônico.
¾ Ensaiar componentes do sistema elétrico.
C – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMA ELÉTRICO E ELETRÔNICO
¾ Interpretar diagramas lógicos.
¾ Interpretar diagramas elétricos.
¾ Verificar acionamento elétrico dos diversos sistemas.
¾ Reparar componentes elétricos e eletrônicos.
¾ Instalar componentes elétricos e eletrônicos.
¾ Interpretar leitura de instrumentos.
¾ Calibrar equipamentos eletrônicos.
¾ Distinguir as características dos diversos circuitos de um microprocessador.
D – REALIZAR MANUTENÇÃO EM DIVERSOS SISTEMAS
¾ Preencher relatórios de avarias.
¾ Substituir equipamentos de emergência.
¾ Substituir peças do sistema antichuva e antigelo.
¾ Substituir peças do sistema de detecção e extinção de fogo.
E – TRABALHAR COMPROMETIDO COM A SEGURANÇA DE VOO E DAS PESSOAS
¾ Reconhecer as características dos sistemas elétricos de partida e de ignição para
motores convencionais e para os de reação.
¾ Identificar os procedimentos de inspeção e de manutenção dos sistemas de partida e
de ignição para motores convencionais e para os de reação.
¾ Reconhecer a operação dos sistemas elétricos de proteção contra os efeitos da chuva
e do gelo e contra o fogo.
¾ Reconhecer as condições operacionais dos componentes de aviônicos da aeronave.
¾ Reconhecer os procedimentos para a correção dos defeitos encontrados, utilizando as
informações do manual do fabricante dos equipamentos.
¾ Reconhecer os procedimentos de testes nos equipamentos elétricos e eletrônicos de
aeronaves.
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¾ Identificar os tipos de incêndio, os equipamentos e os procedimentos adequados de
extinção.
¾ Reconhecer as normas de segurança durante as operações de partida nos motores e
relativas aos trabalhos de manutenção.
F – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
¾ Cumprir as normas de trabalho definidas pela empresa.
¾ Receber treinamento e habilitação para a função.
¾ Relacionar-se adequadamente com toda a equipe de trabalho.
¾ Buscar autodesenvolvimento.
¾ Participar de treinamentos de atualização profissional.
¾ Manter a ética profissional.
¾ Socializar conhecimentos.
¾ Atuar de maneira organizada.
¾ Zelar pela segurança de voo durante o processo de construção da aeronave.
¾ Agir com profissionalismo, com responsabilidade e com transparência.
¾ Liderar e ser liderado no trabalho em equipe.
¾ Seguir normas de trabalho estabelecidas.
¾ Trabalhar comprometido com a qualidade.
¾ Interpretar textos técnicos em idioma estrangeiro.
¾ Sugerir melhorias nos processos de montagem e fabricação.
CAPÍTULO 4
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1. Estrutura Modular
O currículo foi organizado de modo a garantir o que determina Resolução CNE/CEB 04/99
atualizada pela Resolução CNE/CEB nº 01/2005, o Parecer CNE/CEB nº 11/2008, a
Resolução CNE/CEB nº 03/2008 a Deliberação CEE nº 79/2008 e as Indicações CEE nº
08/2000 e 80/2008, assim como as competências profissionais que foram identificadas
pelo CEETEPS, com a participação da comunidade escolar.
A organização curricular da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO
EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES está organizada de acordo com o Eixo Tecnológico
de Infraestrutura e estruturada em módulos.
Os módulos são organizações de conhecimentos e saberes provenientes de distintos
campos disciplinares e, por meio de atividades formativas, integram a formação teórica à
formação prática, em função das capacidades profissionais que se propõem desenvolver.
Os módulos, assim constituídos, representam importante instrumento de flexibilização e
abertura do currículo para o itinerário profissional, pois que, adaptando-se às distintas
realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a unidade e a
equivalência dos processos formativos.
A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos estabelece as condições básicas
para a organização dos tipos de itinerários formativos que, articulados, conduzem à
obtenção de certificações profissionais.
4.2. Itinerário Formativo
O curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES é composto por quatro
módulos.
O Módulo I (Módulo Básico) não oferece terminalidade e desenvolverá um conjunto de
experiências, objetivando a construção de competências e habilidades que constituirão a
base para os módulos subsequentes.
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O aluno que cursar o MÓDULO BÁSICO + MÓDULO CÉLULA concluirá a Qualificação
Técnica de Nível Médio de MECÂNICO EM MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA.
O aluno que cursar o MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR
concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO EM MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR.
O aluno que cursar o MÓDULO BÁSICO + MÓDULO AVIÔNICOS concluirá a Qualificação
Técnica de Nível Médio em MECÂNICO EM MANUTENÇÃO AERONÁUTICA –
AVIÔNICOS.
Ao completar os quatro Módulos, o aluno receberá o Diploma de TÉCNICO EM
MANUTENÇÃO DE AERONAVES, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio.
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MÓDULO I
MÓDULO BÁSICO
SEM CERTIFICAÇÃO
TÉCNICA
MÓDULO II
MÓDULO CÉLULA
Qualificação Técnica
de Nível Médio de
MECÂNICO DE
MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA –
MÓDULO BÁSICO +
MÓDULO CÉLULA
MÓDULO III
MÓDULO GRUPO
MOTOPROPULSOR
Qualificação Técnica
de Nível Médio de
MECÂNICO DE
MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA – MÓDULO
BÁSICO + MÓDULO
GRUPO
MOTOPROPULSOR
MÓDULO IV
MÓDULO
AVIÔNICOS
Qualificação Técnica
de Nível Médio de
MECÂNICO DE
MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA – MÓDULO
BÁSICO + MÓDULO
AVIÔNICOS
MÓDULOS I + II + III + IV
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES
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4.3. Matrizes Curriculares Propostas pelo Departamento de Aviação Civil (DAC)
Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA
CÉLULA
ÁREA
CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA (h/a)
DISCIPLINAS E ATIVIDADES
MÓDULO BÁSICO
Disciplinas
BÁSICA
SUBTOTAL
TOTAL
10
20
10
30
70
30
30
20
20
40
10
20
10
30
210
4
4
4
8
20
300
Disciplinas
Estruturas de Aeronaves e Sistemas de Controle de Voo
Entelagem e Pintura
Reparos Estruturais
Soldagem
Sistemas de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o Fogo
Sistemas Hidráulicos e de Trens de Pouso
Sistemas Pneumáticos, de Pressurização, de Ar Condicionado e de Oxigênio
Sistemas Elétricos
Sistemas de Comunicação e de Navegação
Instrumentos
Inspeção de Aeronaves
Procedimentos de Pista
TOTAL
50
40
100
40
40
80
80
60
20
80
30
30
650
Matemática
Desenho Técnico de Aeronaves
Física
Inglês Técnico
SUBTOTAL
TÉCNICA
Aerodinâmica
Materiais de Aviação e Processos
Tubulações e Conexões
Combustíveis e Sistemas de Combustível
Eletricidade
Peso e Balanceamento
Geradores e Motores Elétricos de Aviação
Ferramentas Manuais e de Medição
Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção
SUBTOTAL
COMPLEMENTAR
Regulamentação da Aviação Civil
Regulamentação da Profissão de Mecânico
Primeiros Socorros
Segurança de Voo
MÓDULO ESPECIALIZADO
TÉCNICA
PARTE PRÁTICA
TÉCNICA
Atividades
Prática de Oficina
Oficina de Montagem e Alinhamento
Oficina de Sistemas Hidráulicos
Oficina de Sistemas Pneumáticos
TOTAL
20
20
10
10
60
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Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA
MOTOPROPULSOR
ÁREA
CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
(h/a)
DISCIPLINAS E ATIVIDADES
MÓDULO BÁSICO
Disciplinas
BÁSICA
10
20
10
30
Matemática
Desenho Técnico de Aeronaves
Física
Inglês Técnico
SUBTOTAL
TÉCNICA
30
30
20
20
40
10
20
10
30
Aerodinâmica
Materiais de Aviação e Processos
Tubulações e Conexões
Combustíveis e Sistemas de Combustível
Eletricidade
Peso e Balanceamento
Geradores e Motores Elétricos de Aviação
Ferramentas Manuais e de Medição
Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção
SUBTOTAL
COMPLEMENTAR
70
210
4
4
4
8
Regulamentação da Aviação Civil
Regulamentação da Profissão de Mecânico
Primeiros Socorros
Segurança de Voo
SUBTOTAL
20
TOTAL
300
MÓDULO ESPECIALIZADO
Disciplinas
TÉCNICA
70
40
60
60
60
60
40
80
60
60
30
30
Teoria e Construção de Motores de Aeronaves
Sistemas de Admissão e de Escapamento
Sistema de Combustível do Motor
Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor
Sistemas de Partida do Motor
Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor
Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor
Hélices
Remoção e Instalação de Motores
Operação e Manutenção do Motor
Inspeção de Motores
Procedimentos de Pista
TOTAL
650
PARTE PRÁTICA
Atividades
TÉCNICA
20
15
15
10
Prática de Oficina
Oficina de Motores Convencionais
Oficina de Motores a Reação
Oficina de Hélices
TOTAL
60
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Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA
AVIÔNICOS
ÁREA
CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA (h/a)
DISCIPLINAS E ATIVIDADES
MÓDULO BÁSICO
Disciplinas
BÁSICA
Matemática
Desenho Técnico de Aeronaves
Física
Inglês Técnico
SUBTOTAL
TÉCNICA
Aerodinâmica
Materiais de Aviação e Processos
Tubulações e Conexões
Combustíveis e Sistemas de Combustível
Eletricidade
Peso e Balanceamento
Geradores e Motores Elétricos de Aviação
Ferramentas Manuais e de Medição
Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção
SUBTOTAL
COMPLEMENTAR
Regulamentação da Aviação Civil
Regulamentação da Profissão de Mecânico
Primeiros Socorros
Segurança de Voo
SUBTOTAL
TOTAL
10
20
10
30
70
30
30
20
20
40
10
20
10
30
210
4
4
4
8
20
300
MÓDULO ESPECIALIZADO
TÉCNICA
Disciplinas
Instrumentos
Sistemas Elétricos de Aeronaves
Sistemas Elétricos de Partida e de Ignição de Motores
Sistemas Elétricos de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e
contra o Fogo
Eletrônica I - Semicondutores
Eletrônica II – Técnicas Digitais
Sistemas de Comunicação e de Navegação
Inspeção de Aeronaves
Procedimentos de Pista
140
60
50
20
TOTAL
120
100
100
30
30
650
TOTAL
15
15
10
20
60
PARTE PRÁTICA
Atividades
TÉCNICA
Prática de Oficina I
Prática de Oficina II
Laboratório de Instrumentos
Laboratório de Eletrônica
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4.4. – Matrizes Curriculares organizadas de acordo com o Regimento Comum das
Escolas Técnicas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
De acordo com o Regimento Comum das Escolas Técnicas do Centro Estadual de
Educação Tecnológica Paula Souza, a Organização Curricular dos Cursos Técnicos é
organizada por módulos semestrais .
Para adaptar a matriz curricular proposta pelo DAC, para módulos com 500 horas-aula
semestrais, foram reunidos os componentes curriculares por similaridade e foram também
incluídos os componentes curriculares que fazem parte dos currículos oferecidos por esta
instituição de ensino: Ética e Cidadania Organizacional, Gestão Ambiental, Aplicativos
Informatizados, Linguagem, Trabalho e Tecnologia e Gerenciamento da Qualidade.
O aluno poderá iniciar seu itinerário formativo pelo módulo básico e dar continuidade por
qualquer outro módulo, o Célula, o Motopropulsor ou Aviônicos desde que já tenha
concluído o Ensino Médio.
Para a matrícula no módulo básico e prosseguimento do itinerário formativo proposto pela
Unidade Escolar o aluno deverá apresentar os mesmos requisitos de entrada proposto
para qualquer Curso Técnico, como o previsto no Regimento Escolar.
O aluno que interromper o curso por período superior a seis meses, entre o do módulo
básico e o início do especializado, é recomendável que ele seja reavaliado pela escola.
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4.5. Proposta de Carga Horária por Componente Curricular
Módulo Básico
Teórica
Prática
Profissional
Total
Horas/ Aula
B.1 Matemática, Desenho Técnico de Aeronaves e Física
B.2 Inglês Técnico
B.3 Aerodinâmica, Peso e Balanceamento
B.4 Ferramentas Manuais e de Medição, Materiais de Aviação e Processos
B.5 Tubulações e Conexões, Combustíveis e Sistemas de Combustível
B.6 Eletricidade, Geradores e Motores Elétricos de Aviação
B.7 Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção,
Regulamentação da Aviação Civil, Regulamentação da Profissão de
Mecânico
B.8 Primeiros Socorros e Segurança de Voo
B.9 Ética e Cidadania Organizacional
B.10 Gestão Ambiental
B.11 Aplicativos Informatizados em Aviação
B.12 Linguagem, Trabalho e Tecnologia
40
40
60
20
40
20
0
0
0
20
0
40
40
40
60
40
40
60
40
0
40
20
40
40
00
40
0
0
0
40
0
20
40
40
40
40
TOTAL
400
100
500
COMPONENTES CURRICULARES
Módulo Célula
TOTAL
Total
C.1 Entelagem e Pintura
C.2 Reparos Estruturais
C.3 Soldagem
C.4 Sistemas de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o
Fogo
C.5 Sistemas Hidráulicos e de Trens de Pouso
C.6 Sistemas Pneumáticos, de Pressurização, de Ar Condicionado e de
Oxigênio
C.7 Sistemas Elétricos
C.8 Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista
Prática
Profissional
COMPONENTES CURRICULARES
Teórica
Horas/ Aula
40
60
40
0
40
0
40
100
40
40
0
40
40
40
80
40
40
80
20
60
40
0
60
60
340
160
500
CNPJ: 62823257/0001-09 128
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Módulo Célula - Oficinas
Teórica
Prática
Profissional
Total
Horas/ Aula
Prática de Oficina
Oficina de Montagem e Alinhamento
Oficina de Sistemas Hidráulicos
Oficina de Sistemas Pneumáticos
0
0
0
0
20
20
10
10
20
20
10
10
TOTAL
0
60
60
PARTE PRÁTICA DO CÉLULA
Obs: As aulas são realizadas aos sábados
Continuação do Módulo Célula e início do Módulo Grupo Motopropulsor I – Motor
Convencional
Teórica
Prática
Profissional
Total
Horas/ Aula
C.9 Estruturas de Aeronaves e Sistemas de Controle de Voo
C.10 Sistemas de Comunicação, Navegação e Instrumentos
M.1 Teoria e Construção de Motores de Aeronaves I
M.2 Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de
Refrigeração do Motor I
M.3 Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor
I
M.4 Remoção e Instalação de Motores, Operação e Manutenção do Motor I
M.5 Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista I
M.6 Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra
Fogo no Motor I
M.7 Hélices para Aeronaves I
20
60
40
40
40
0
60
100
40
60
0
60
60
0
60
20
40
40
0
60
40
40
0
40
00
40
40
TOTAL
340
160
500
COMPONENTES CURRICULARES
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Continuação do Módulo Grupo Motopropulsor II – Motor a Reação e início do
Módulo Aviônicos
TOTAL
Total
M.1 Teoria e Construção de Motores de Aeronaves II
M.2 Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de
Refrigeração do Motor II
M.3 Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor
II
M.4 Remoção e Instalação de Motores, Operação e Montagem do Motor II
M.5 Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista II
M.6 Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra
Fogo no Motor II
M.7 Hélices para Aeronaves II
A.1 Sistemas Elétricos de Aeronaves
A.2 Eletrônica I – Semicondutores
Prática
Profissional
COMPONENTES CURRICULARES
Teórica
Horas/ Aula
40
0
40
60
0
60
60
0
60
20
20
40
0
60
20
40
0
40
00
20
80
40
40
40
40
60
120
340
160
500
Módulo Grupo Motopropulsor - Oficinas
Teórica
Prática
Profissional
Total
Horas/ Aula
Prática de Oficina
Oficina de Motores Convencionais
Oficina de Motores a Reação
Oficina de Hélices
0
0
0
0
20
15
15
10
20
15
15
10
TOTAL
0
60
60
PARTE PRÁTICA DO GRUPO
MOTOPROPULSOR
Obs: As aulas são realizadas aos sábados
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Continuação do Módulo Aviônicos
Teórica
Prática
Profissional
Total
Horas/ Aula
A.3 Instrumentos
A.4 Sistemas Elétricos de Partida e Ignição de Motores
A.5 Sistemas Elétricos de Proteção Contra os Efeitos da Chuva e do Gelo
e Contra o Fogo
A.6 Eletrônica II – Técnicas Digitais
A.7 Sistemas de Comunicação e de Navegação
A.8 Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista
A.9 Gerenciamento de Qualidade
100
20
40
40
140
60
20
0
20
60
60
60
20
40
40
0
0
100
100
60
20
TOTAL
340
160
500
COMPONENTES CURRICULARES
Obs: Conclusão do Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Aviônicos
Módulo Aviônicos - Oficinas
Teórica
Prática
Profissional
Total
Horas/ Aula
Prática de Oficina I
Prática de Oficina II
Laboratório de Instrumentos
Laboratório de Eletrônica
0
0
0
0
15
15
10
20
15
15
10
20
TOTAL
0
60
60
PARTE PRÁTICA DO AVIÔNICOS
Obs: As aulas são realizadas aos sábados
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4.6. Competências, Habilidades e Bases Tecnológicas por Componente Curricular
MÓDULO BÁSICO – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA
B.1 – MATEMÁTICA, DESENHO TÉCNICO DE AERONAVES E FÍSICA
Função: Estudo e Pesquisas
COMPETÊNCIAS
1.
Efetuar
operações
fundamentais.
HABILIDADES
1.
Efetuar
operações
no
conjunto de números inteiros,
positivos e negativos.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Números Inteiros, positivos e
negativos
2. Apresentar soluções para
problemas
com
frações,
números
decimais,
porcentagem, razão, proporção,
área e volume.
2.1 Resolver as maneiras de
representar as frações.
2.2 Efetuar operações com
frações e decimais.
2.3 Representar decimais e
frações
em
forma
de
percentagem.
2.4 Aplicar as fórmulas para
calcular a área e volume de
figuras geométricas.
2. Frações
3. Aplicar razão e proporção
para resolver problemas de
avião.
3. Reconhecer uma proporção
como igualdade de duas razões.
3. Percentagem
4. Caracterizar
raízes.
4.1 Calcular potências e raiz
quadrada.
4.2 Efetuar operações com
potências de mesma base.
4. Áreas do retângulo, quadrado,
triângulo, circunferência, círculo,
trapézio (área da asa – área
alar)
5. Interpretar gráficos e tabelas.
5. Traçar gráficos e tabelas.
5.
Volume
cilindro
6. Efetuar medições usando
sistema métrico e inglês.
6. Converter o sistema métrico
em medidas do sistema inglês e
vice-versa.
6. Potências e Raízes
7.
Interpretar
diagramas
e
utilizados
na
aeronáutica.
desenhos,
esquemas
manutenção
7. Identificar os instrumentos e
técnicas usados na confecção
de plantas.
7. Gráficos e tabelas
8. Interpretar desenhos relativos
à aeronaves.
8. Relacionar as informações
contidas no bloco de títulos.
8. Sistemas de medidas:
• Métrico;
• Inglês
9. Interpretar diagramas ou
esquemas de instalações de
aeronaves.
9.
Elaborar
diagramas
e
desenhos
técnicos
da
manutenção segundo normas da
ABNT.
9. Plantas:
• Instrumentos e Técnicas
10. Reconhecer os princípios da
Física aplicáveis às aeronaves e
seus sistemas.
10. Identificar as propriedades
da matéria.
10. Desenhos
manutenção
11. Identificar as leis da Física
aplicáveis à aviação.
11. Identificar as diferentes leis
sobre gases e sua aplicação.
11. Identificação de desenhos e
plantas – informações que
compõem – bloco de títulos
potências
e
paralelepípedo,
usados
na
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12. Enunciar o princípio de
Bernoulli.
13. Reconhecer as diferentes
escalas de temperatura.
14. Caracterizar a pressão
atmosférica e pressão absoluta.
12. Numeração de desenho e
plantas – Sistema universal de
numeração
13. Números da estação –
Localização
da
peça
na
aeronave
14. Desenho de aeronaves
15. Identificar as camadas de
atmosfera.
15. Diagramas de instalações de
aeronaves
16. Citar os princípios físicos
que incidem sobre a atmosfera.
16. Características da matéria:
• Volume, massa, atração, peso,
densidade,
inércia,
porosidade, impermeabilidade
17. Fluídos, líquidos e gases
17. Citar as condições de um dia
padrão.
18. Descrever as reações do
fluxo de ar sobre um aerofólio.
18. Leis dos gases
19. Reconhecer as unidades de
calor.
19. Sistema de Forças dos
gases
20. Caracterizar os métodos de
transferência de calor.
20. Força e pressão
21. Definir calor específico.
21. Escalas de temperatura
22. Indicar as características da
dilatação dos sólidos.
22. Medidas de pressão
23. Reconhecer os coeficientes
de expansão de materiais.
23. Importância da atmosfera
para Aviação
24. Descrever o uso de
máquinas na multiplicação de
forças.
24. Leis físicas
atmosfera
25.
Caracterizar
simples.
25. Equação de estado:
PV = RT
máquinas
relativas
à
26. Reconhecer a vantagem
mecânica do plano inclinado e
das polias.
26. Dia Padrão
27. Indicar as unidades
medida de trabalho e
potência.
de
de
27. Reação das asas de uma
aeronave à atmosfera
28. Reconhecer a importância
do atrito.
28.
Formas
de
energia
convertidas em calor – Unidades
29. Identificar as formas de
energia.
29. Equivalência mecânica do
calor
30. Definir movimento uniforme.
30. Métodos de transferência de
calor: condução, convecção e
radiação
31. Caracterizar as grandezas
velocidade e aceleração.
31. Calor específico
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32. Identificar a lei de Newton
para movimento.
32. Expansão térmica
33. Reconhecer os diferentes
tipos de movimento.
33. Coeficientes de expansão de
materiais
34. Caracterizar momento, em
física.
34. Transferência de energia.
Multiplicação de força e de
velocidade
35.
Citar
os
elementos
necessários para recepção e
transmissão do som.
35. Tipos de máquinas simples
36. Caracterizar ondas sonoras.
36. O plano inclinado
Vantagem mecânica
37. Definir número Mach.
37. Forças paralela e não
paralela ao deslocamento de um
corpo
38. Identificar as unidades de
medida de som.
38. Atrito estático, deslizante e
de rolamento
–
39. Potência
40. Energia
41. Movimento uniforme
42. Velocidade e aceleração
43. Aplicação da Lei de Newton
para movimento
44. Movimento circular
45. Movimento de rotação
46. Elementos necessários para
recepção e transmissão
47. Movimento da onda de som
48. Reflexão das ondas sonoras
49. Velocidade
Número Mach
do
som
–
som
-
50. Frequência do som
51. Intensidade
Medição
do
Carga Horária (horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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B.2 – INGLÊS TÉCNICO
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
1. Identificar a língua inglesa
como instrumento de acesso a
informações, a outras culturas e
grupos sociais.
2. Identificar a língua inglesa
ligada ao mundo dos negócios.
3. Identificar estruturas básicas
da língua inglesa.
4.
Distinguir
as
variantes
linguísticas da língua inglesa.
5.
Selecionar
estruturas
linguísticas
adequadas
à
comunicação técnica.
6. Interpretar textos técnicos em
inglês básico: manuais, tabelas,
catálogos.
7. Traduzir os termos do
vocabulário específico usados
em textos sobre manutenção
aeronáutica.
HABILIDADES
1. Interpretar textos técnicos em
língua inglesa.
2. Utilizar expressões simples
em apresentações, em ligações
telefônicas, e em informações.
3. Escolher o registro adequado
à situação na qual se processa a
comunicação e o vocábulo que
melhor represente a ideia
pretendida.
4.
Utilizar
as
variantes
linguísticas da língua inglesa.
5. Utilizar expressões cotidianas
relativas à área manutenção de
aeronaves.
6.
Expressar-se
com
simplicidade e clareza em sua
área de atuação.
7. Recorrer às tecnologias de
apoio
como
dicionários,
manuais,
gramáticas,
informatizados ou não.
BASES TECNOLÓGICAS
1.1 Fasteners and safeting
devices: bolts, nuts, washers,
cotter pins, safety wire, rivets,
screws
1.2 Hoses, tubing, fitting and
hand tools: hoses, tubing,
fittings, screwdrivers, pliers,
hammers,
wrenches,
metal
cutting tools
1.3 Power tools and hand tools:
electric drills, drill bits, grinders,
grinder stones, chisels, punches,
files
1.4
Measuring
instruments:
steels
rules,
steel
tapes,
calipers, micrometers, dividers,
scribers,
thickness
gages,
screw-pitch gages
1.5 Simple machines: lever,
pulley, wheel and axle, inclined
plane, wedge, screw
1.6 Ground safety: jet intake duct
areas, jet exhaust blast areas,
area around propeller, power
tools, flammable material, noise
1.7 Aircraft parts: fuselage,
wings, empennage – vertical
stabilizer and rudder – landing
gear – conventional gear, tricycle
gear and bicycle gear
1.8
Main
components
of
reciprocating engines: cylinder,
piston assembly – piston rings –
connecting rod, crankshaft
1.9 Fuel system units: tanks,
booster pumps, engine-driven
pump, lines, valves, pressure
gage
1.10 Ignition system: magnets,
generators
and
batteries,
distributors, wiring, booster coils,
spark plugs, switches
1.11 Main turbojet engine
components:
the
accessory
section, compressor section, the
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combustion section, the turbine
section, the afterburner
1.12 Identifying engines parts:
the carburetor, the intake
manifold, the exhaust manifold,
the cylinder head, the crankcase,
the camshaft, the starter
1.13 Lubrification system: the oil
pan, the pump, oil filters, the oil
tank, pressure pumps and
scavenge pumps, the sumps,
coolers
1.14 Hydraulic system: the
reservoir, the pumps, the
actuating cylinder, filters, lines
(manifolds). Valves: the selector
valve, the check valve. Pressure
gage,
automobile
hydraulic
brakes
1.15 Engine instruments: the
manifold pressure gage, the
tachometer, the cylinder head
temperature gage, the oil
pressure
gage,
the
oil
temperature gage, the fuel
pressure gage, the carburetor air
temperature gage
1.16
Aerospace
ground
equipment: maintenance stand,
CO2 portable fire extinguisher,
portable generator sets, the MC1A portable air compressor,
portable ground heaters
1.17 Inspection of fuel and
cooling system components:
inspecting fuel lines, checking
hoses,
checking
vents,
inspecting the strainer
1.18 Failure of engine to start,
using the dash 2 Technical
Order
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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B.3 – AERODINÂMICA, PESO E BALANCEAMENTO
Função: Estudos e Projetos
COMPETÊNCIAS
1. Identificar as forças atuantes
sobre uma aeronave em voo.
HABILIDADES
1. Identificar a composição da
atmosfera.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Composição da atmosfera
2. Descrever a atuação das
superfícies de comando no
direcionamento das aeronaves.
2.
Descrever
as
forças
atmosféricas que atuam sobre a
aeronave.
2. Aerodinâmica
3. Interpretar e aplicar os
princípios
básicos
da
aerodinâmica durante os voos
de
diferentes
tipos
de
aeronaves.
3. Enunciar a lei de movimento
de Newton.
3. Movimento:
• velocidade e aceleração;
• lei do movimento, de Newton
4. Descrever as características
da asa de uma aeronave.
4. Aerofólios:
• perfil de uma asa;
• ângulo de ataque e
incidência;
• área da asa;
• forma de um aerofólio;
• eficiência de uma asa
de
5. Citar os efeitos das variáveis
dos ângulos de ataque e de
incidência.
5. Centro de Gravidade
6. Identificar a finalidade do
centro de gravidade (CG) de
uma aeronave.
6. Empuxo e arrasto
7. Descrever o deslocamento da
aeronave em torno de cada eixo.
7. Eixos
8. Descrever os efeitos e
reações dos comandos em torno
dos eixos da aeronave.
8. Estabilidade e Controle
9. Identificar a finalidade dos
grupos de superfície e controle
de voo.
9. Grupos de
controle de voo
10. Identificar a atuação dos
compensadores durante o voo.
10. Compensadores ajustáveis
11. Identificar a função dos
dispositivos
de
hipersustentação.
11.
Dispositivos
de
hipersustentação:
• eslotes, flapes;
• dispositivos de controle da
camada limite
12. Caracterizar a atuação nas
diferentes fases do voo do
helicóptero.
superfície
de
12. Forças que atuam sobre um
helicóptero em voo:
• fases de voo;
• voos: horizontal, vertical, para
frente;
• torque;
• assimetria de sustentação;
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• ângulo de abatimento;
• formação de cores;
• autorrotação
4. Reconhecer a pesagem da
aeronave como procedimento de
segurança de voo.
13. Enunciar a diferença entre o
fluxo subsônico e o supersônico.
13. Voo supersônico:
• diferença entre os fluxos
subsônicos e supersônicos;
• fluxo supersônico, onda de
choque normal, onda de
expansão
5. Verificar a
peso para a
equilíbrio de
respeitando
pertinentes.
14. Identificar a finalidade da
pesagem e repesagem das
aeronaves.
14. Pesagem e repesagem:
15. Reconhecer a importância
do balanceamento na instalação
de novos equipamentos na
aeronave.
15.
Teoria
do
balanceamento:
• limites do CG;
• instalação
de
equipamentos
16. Definir os termos relativos a
pesagem e ao balanceamento
de aeronave.
16.
Dados
de
peso
balanceamento:
• perda
de
registros
repesagem;
• terminologia específica
distribuição do
manutenção do
uma aeronave,
as
normas
17. Listar a sequência de itens
da Ficha de Especificações da
Aeronave
(registrando
os
dados).
peso
e
novos
e
–
17. Procedimentos de pesagem
de aeronave:
• informações
sobre
nivelamento;
• ficha de especificação, ficha
de pesagem;
• cômputo do balanceamento;
• peso vazio;
• centro de gravidade do peso
vazio;
• condições extremas de peso e
balanceamento
lastro
lastro
18.
Instalação
de
lastro
permanente e temporário:
• controle da posição do CG
com lastro;
• verificação do CG mais
dianteiro;
• condições de carregamento
máximo
19. Definir os limites do CGO
pela carta de carregamento e
pelo envelope do CG.
19. Carta de carregamento e
envelope do CG
20. Descrever os procedimentos
de pesagem com a balança
eletrônica.
20. Equipamento eletrônico de
pesagem
21. Indicar os limites do CG no
balanceamento
de
um
helicóptero.
21. Peso e balanceamento de
helicópteros:
• Limites do CG de um
18.
Distinguir
permanente
e
temporário.
o
o
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helicóptero
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
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B.4 – FERRAMENTAS MANUAIS E DE MEDIÇÃO, MATERIAIS DE AVIAÇÃO E
PROCESSOS
Função: Estudo e Projetos e Sistemas Industriais
COMPETÊNCIAS
1. Descrever os processos
básicos de utilização das
ferramentas.
HABILIDADES
1. Identificar as ferramentas
básicas das oficinas e as
normas de segurança no
trabalho.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Ferramentas de uso geral:
2. Observar as normas de
segurança do trabalho nas
oficinas.
2. Descrever os processos de
cortar metais, as ferramentas
adequadas e métodos para afiálas.
2. Ferramentas para cortar metal
3. Citar as preocupações para
abertura de roscas internas e
externas.
3. Ferramentas para abrir roscas
4. Distinguir os cuidados de
manuseio e de armazenagem do
equipamento.
4. Ferramentas e processos de
medição
5. Identificar à aplicação dos
prendedores rosqueados.
5. Prendedores
6. Reconhecer as marcas de
identificação dos parafusos de
aviação.
6. Parafusos de aviação (bolts)
7. Descrever as características
das porcas de aviação.
7. Porcas de aeronaves
8. Descrever as características
das arruelas de aviação.
8. Arruelas de aviação
9.
Identificar
as
perfeitas
condições de instalação de
parafusos e porcas.
9. Instalação de parafusos e
porcas
10. Interpretar as tabelas de
torque.
10. Torque torquímetro
11. Descrever as diferentes
utilizações dos parafusos tipo
screw.
11. Parafusos (screws)
12. Identificar o tipo de brecha e
as normas de instalação.
12. Reparos em roscas internas
13. Descrever os processos de
instalação e de remoção das
luvas.
13. Reparos com luvas acres
14. Descrever a instalação dos
prendedores.
14. Prendedores de abertura
rápida
15. Descrever os processos de
cravação dos rebites e o tipo de
15. Rebites
3. Distinguir as características e
a forma de utilização dos
materiais
empregados
na
fabricação de aeronaves.
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ferramenta utilizada.
4. Descrever os processos de
controle da corrosão.
16. Identificar os tipos e medidas
e os meios de interligação dos
cabos.
16. Cabos de comando
17. Descrever os tipos de hastes
utilizados em aviação.
17. Conexões rígidas de controle
18. Descrever os diferentes
pinos e sua utilização.
18. Pinos
19. Descrever os processos de
frenagem de porcas e parafusos
e com contrapino e anel.
19. Métodos de segurança
20. Identificar os cuidados no
manuseio
e
limpeza
de
plásticos.
20. Plásticos
21. Descrever as condições de
uso da borracha natural e
sintética.
21. Borracha
22. Reconhecer o código de
identificação dos amortecedores.
22. Amortecedor de elástico
23.1 Identificar as diferentes
aplicações de gaxetas.
23.2 Distinguir os códigos de
identificação dos vedadores.
23.3 Descrever os processos de
inspeção para vedadores.
23. Vedadores:
• gaxetas (packings) (0-rings);
• anéis (backup rings);
• anéis de vedação com seção
em V, com seção em U
• juntas de vedação (gaskets)
24. Identificar a finalidade e os
tipos de instalação dos anéis
limpadores.
24. Anéis limpadores (wipers)
25. Identificar os tipos
aplicações dos selantes.
25. Selantes:
• selantes simples (one-part);
• selantes
compostos
(twoparts)
e
26.1 Identificar as formas, a
gravidade e os danos causados
pela corrosão.
26.2 Descrever as formas de
ataque químico.
26.3 Citar os fatores que podem
ser controlados nos metais
afetados pela corrosão.
26.1 Tipos
corrosão
27. Identificar os itens de
manutenção preventiva para o
controle da corrosão.
27. Manutenção preventiva
28.1 Indicar produtos de limpeza
e processos de proteção contra
a corrosão.
28.2 Descrever os processos
mecânicos e químicos para a
28. Remoção da corrosão:
• remoção da pintura e limpeza
da aeronave;
• corrosão de metais ferrosos;
e
controle
da
26.2 Formas de corrosão
26.3 Fatores
corrosão
que
afetam
a
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remoção da ferrugem.
• corrosão do alumínio e de
duas ligas;
• corrosão
das
ligas
de
magnésio;
• tratamento anticorrosivo do
titânio e de suas ligas
29. Citar os tipos de prevenção e
limites da corrosão.
29. Corrosão do contato entre
metais diferentes:
• contatos que envolvem e que
não envolvem magnésio –
prevenção;
• limites da corrosão
30.1 Descrever os processos de
decapagem e limpeza no
controle da corrosão.
30.2 Caracterizar as operações
de tratamento químico.
30.3 Descrever os cuidados
contra o perigo de incêndio.
30. Material e processos usados
no controle da corrosão:
• retirada do acabamento da
superfície;
• preparação da superfície;
• eletrodeposição
(galvanoplastia);
• metalização por pulverização;
• tratamentos químicos;
• inibidores;
31.
Citar
acabamento.
os
tipos
de
32.1 Identificar as áreas da
aeronave que necessitam de
limpeza periódica.
32.2 Descrever as propriedades
de produtos de limpeza e
procedimentos de segurança no
uso.
32.3 Indicar os procedimentos
de manutenção após a lavagem
5. Identificar os processos de
tratamento
térmico
e
os
diferentes tipos de testes de
dureza dos metais.
31. Acabamento
protetoras
com
tintas
32. Limpeza de aeronave:
• limpeza exterior;
• limpeza no interior;
• precauções para prevenção do
fogo
33.1 Identificar os produtos de
limpeza de aeronaves.
33.2 Descrever os efeitos
danosos pelo uso inadequado
dos produtos de limpeza.
33.
Limpeza
de
motores:
Produtos de Limpeza:
• solventes;
• sabões e detergentes;
• produtos
para
limpeza
mecânica;
• produtos
químicos
para
limpeza;
• efeitos danosos pelo uso
inadequado
34. Descrever as características
das ligas de aço, de alumínio, do
cobre e do magnésio.
34. Metais usados na indústria
aeronáutica:
• metais ferrosos;
• metais não-ferrosos;
• dureza das ligas;
• tratamento térmico;
• alumínio cladeado (cladding);
• titânio e suas ligas;
• cobre e suas ligas;
• Monel, K-monel;
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• magnésio
35. Identificar os requisitos dos
metais para reposição.
35. Requisitos de metais para
reposição
36.1 Descrever os diferentes
tipos de tratamento térmico em
metais ferrosos, não-ferrosos.
36.2 Descrever as formas de
tratamento térmico: solução e
precipitação a quente.
36.3 Citar os cuidados no
manuseio de rebites tratados
termicamente.
36.4 Citar a sequência de
operações de tratamento térmico
das ligas de titânio.
36. Tratamento térmico:
• equipamentos para tratamento
térmico;
• tratamento térmico de metais
ferrosos;
• cementação;
• tratamento térmico de metais
não-ferrosos;
• tratamento de solução a
quente;
• tratamento por precipitação a
quente;
• recozimento das ligas de
alumínio (procedimentos);
• tratamento térmico dos rebites
de liga de alumínio;
• tratamento térmico do titânio
37. Identificar os processos de
medir a dureza dos metais.
37. Testes de dureza dos
metais:
• medidor Brinell, Rockwell,
Borcol;
• processos para medir à dureza
dos metais
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
20
Total
40 Horas-aula
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B.5 – TUBULAÇÕES E CONEXÕES, COMBUSTÍVEIS E SISTEMAS DE
COMBUSTÍVEL
Função: Estudo e Programações
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os diferentes tipos e
tubos, mangueiras e conexões
utilizados nos sistemas das
aeronaves.
HABILIDADES
1.1 Distinguir os materiais e
tipos de tubulações.
1.2 Reconhecer os códigos de
identificação dos sistemas da
aeronave.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Tubulações:
• materiais de fabricação das
tubulações;
• tubulações flexíveis;
• linhas de fluído dos diferentes
sistemas
2. Identificar os tipos de reparos
aplicáveis
aos
tubos,
mangueiras e conexões.
2. Reconhecer os tipos de
conexões
adequados
aos
sistemas das aeronaves.
2. Conexões:
• conexões
de
tubulações,
flangeadas, sem flange;
• acoplamento de desconexão
rápida;
• conectores flexíveis
3. Reconhecer os cuidados no
corte,
na
dobragem,
no
flangeamento e no frisamento
dos tubos.
3. Formação das tubulações:
• processos de formação das
linhas dos sistemas;
• corte,
dobragem,
flangeamento e frisamento dos
tubos;
• conjunto de tubos sem flange
4. Descrever os efeitos que
requerem
substituição
dos
tubos.
5. Citar os limites de curvaturas
de tubos flexíveis.
3. Distinguir as características e
os processos de detecção da
contaminação dos diversos tipos
de combustíveis de aviação.
4. Descrever o funcionamento
dos diferentes tipos de unidades
dos sistemas de combustível
4. Reparos em tubos metálicos:
• reparos e reconstituição nas
linhas com tubos de metal;
5. Tubos flexíveis:
• limites de curvatura;
• montagem de terminais tipo
luva;
• teste após montagem;
• instalação de conjunto de
tubos flexíveis
6.1 Citar os valores do torque
para as conexões.
6.2 Descrever os tipos de falhas
mais comuns em tubos rígidos.
6. Tubos rígidos:
• instalação de tubos rígidos e
tubos sem flange;
• conexões dos tubos - valores
do torque;
• falhas mais comuns
7. Suporte de fixação.
7. Suportes
8. Citar as propriedades dos
diferentes sistemas.
8. Sistemas de combustíveis:
• propriedades
9.1 Indicar os tipos de linhas de
interconexão dos componentes.
9.2 Descrever os processos de
filtragem de combustível.
9.3 Identificar as bombas de
combustível.
9.4 Distinguir a função das
9. Componentes dos Sistemas
de Combustível:
• tanques de combustível;
• células de combustível;
• linhas de combustível e
acoplamento;
• filtros de combustível;
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das aeronaves.
válvulas.
• bombas de combustível;
• válvulas
10.1 Descrever o funcionamento
dos indicadores de pressão,
fluxo
e
quantidade
de
combustível.
10.2 Reconhecer o sistema de
aviso
de pressão e
de
temperatura do combustível.
10. Indicadores dos sistemas de
combustível:
• indicadores de qualidade de
combustível;
• medidores
de
fluxo
do
combustível;
• sinal de aviso da pressão;
• luzes indicadores de válvula
em trânsito
11. Distinguir os circuitos de
combustível em cada seleção
dos sistemas de operação.
11. Sistemas de combustível
para multimotores:
• sistemas
de
alimentação
cruzada, de distribuição de
alijamento de combustível
12. Descrever os procedimentos
de pesquisa de falhas do
sistema de combustível.
12. Análises e pesquisas de
falhas dos sistemas:
• localização de vazamentos e
defeitos;
• reposição de juntas, selos e
gaxetas
13. Identificar a extensão dos
vazamentos de tanques e as
normas de segurança nos
reparos.
13. Reparos nos tanques de
combustível:
• tanques de aço soldado, de
célula de borracha, integrais;
• classificação dos vazamentos;
• reparos e segurança
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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B.6 – ELETRICIDADE, GERADORES E MOTORES ELÉTRICOS DE AVIAÇÃO
Função: Estudos e Projetos
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os fundamentos
básicos da eletricidade e a
aplicação de leis aos circuitos
elétricos.
HABILIDADES
1.1 Definir a constituição da
matéria.
1.2 Identificar a variação de
carga dos elétrons.
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Matéria:
definição
e
constituição da matéria:
• o átomo – transferência de
elétrons
2. Identificar os diversos tipos de
componentes e medidores dos
sistemas elétricos.
2. Descrever os meios de
produção
de
eletricidade
estática.
2.
Eletricidade
Estática:
produção
de
eletricidade
estática:
• campo eletrostático
3. Descrever a formação de
corrente elétrica.
3.
Definição
de
eletromotriz:
• fluxo de corrente
4. Identificar os fatores que
afetam a resistência de um
condutor.
4. Definição de resistência:
• fatores
que
afetam
resistência
5.1 Identificar os
empregados
em
elétricos.
5. Componentes e símbolos:
• circuito elétrico;
• fonte de força de um circuito;
• condutores;
• resistores, código de cores,
sistema body-end-dot
símbolos
circuitos
5.2 Determinar os valores dos
resistores pelo código de cores.
6. Relacionar a aplicação da Lei
de Ohm aos circuitos simples.
7.1 Descrever a aplicação das
leis de Kirchoff.
7.2 Identificar os circuitos em
série, em paralelo e em sérieparalelo.
7.3 Determinar o fluxo da
corrente do circuito.
força
a
6. Lei de Ohm:
• potência elétrica
7. Tipos de circuitos elétricos:
• circuito de corrente contínua
em série;
• leis de Kirchhoff;
• circuito de corrente contínua
em paralelo;
• leis de Ohm e de Kirchoff;
• circuito em série-paralelo;
• circuito equivalente
8.
Determinar
voltagens
negativas e positivas em um
circuito.
8.
Voltagens
positivas
negativas
e
9.1 Distinguir reostato de
potenciômetro.
9.2 Identificar os prefixos usados
como valores de conversão.
9. Características dos reostatos
e dos potenciômetros:
• prefixos para unidades de
medidas elétricas
10.1 Reconhecer a necessidade
de proteção dos sistemas
elétricos
e
cuidados
na
substituição de fusíveis.
10.2 Identificar os diversos tipos
de chaves.
10. Dispositivos de proteção e
controle,
fusíveis,
quebracircuitos (circuit breakers):
• chaves
ou
interruptores,
chaves de seleção giratórias,
chaves-relés;
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• microinterruptores
(microswitches)
11.1 Identificar a classificação
dos efeitos de corrente elétrica.
11.2 Identificar as aplicações do
mecanismo D’Arsonval.
11.3 Descrever o funcionamento
dos medidores e os métodos de
estabilização dos ponteiros.
11.4 Determinar a voltagem de
um circuito.
11.5 Citar os meios de variar a
sensibilidade do voltímetro.
11.6 Distinguir ohmímetro e
megômetro.
12. Identificar o instrumento
adequado a cada caso de
pesquisa de panes.
13.
Distinguir
substâncias
magnéticas e não magnéticas e
os pólos de um ímã.
14.1 Citar os componentes de
baterias chumbo-ácido e níquelcádmio.
14.2 Descrever os processos de
carga de uma bateria.
14.3 Enunciar os cuidados na
manutenção e na estocagem
das baterias.
15.1 Distinguir CA e CC.
15.2 Descrever o princípio de
funcionamento dos geradores.
15.3 Citar os processos de
cálculo da indutância e das
reatâncias.
15.4 Identificar os indutores e
sua função nos circuitos.
15.5 Distinguir os valores de K
para os diversos materiais
usados nos capacitores.
15.6 Descrever a utilização dos
capacitores
nos
circuitos
elétricos.
16.1 Distinguir a aplicação da
Lei de Ohm nos circuitos de CA.
16.2 Determinar a potência em
circuito de CA.
11. Instrumentos de medição de
CC:
• efeitos da corrente;
• medidor D’ Arsonval;
• amperímetro;
• multímetro;
• voltímetro;
• ohmímetro;
• megômetro;
• precauções de uso
12. Instrumentos usados na
pesquisa de panes (exemplo de
panes)
13. Substâncias magnéticas e
não magnéticas:
• pólos dos imãs, tipos de imãs;
• eletromagnetismo-polaridade
14. Baterias e acumuladores:
• baterias de chumbo-ácido;
• métodos de teste e de carga
em baterias de chumbo-ácido;
• baterias de níquel-cádmio;
• funcionamento da célula de
níquel-cádmio;
• manutenção e estocagem das
baterias
15.
Corrente
alternada
e
voltagem:
• comparação CA com CC;
• princípios
gerais
dos
geradores;
• geradores
de
corrente
alternada;
• indutância – reatância indutiva;
• capacitância – aplicação nos
circuitos;
• tipos de capacitores – valores
da constante dielétrica (K);
• capacitores em paralelo e em
série
–
instalação
nos
circuitos;
• classificação de voltagem dos
capacitores;
• reatância capacitiva;
• fase de corrente e voltagem
em circuitos reativos
16. Circuitos de CA em série e
em paralelo:
• ressonância;
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17.1 Descrever o efeito das
variações do número de espiras
entre o circuito primário e
secundário.
17.2 Identificar os diversos tipos
de transformadores e suas
ligações nos circuitos.
17.3 Citar os processos e os
instrumentos de pesquisa de
panes em transformadores.
18. Identificar as características
de um amplificador magnético.
18. Amplificadores magnéticoscaracterísticas, funcionamento
19. Identificar a finalidade dos
diferentes tipos de válvulas
eletrônicas.
19. Válvulas – tipos, finalidades
20.1 Identificar as vantagens de
um transistor em relação à
válvula.
20.2 Distinguir transistor PNP de
NPN.
20. Teoria de operação
transistores:
• diodos – Diodo Zener;
• transistores PNP e NPN
21.1 Descrever o processo de
retificação.
21.2 Identificar a colocação de
retificadores
em
circuitos
elétricos.
21.3 Interpretar os códigos de
identificação
de
diodos
semicondutores.
21. Processo de retificação de
corrente:
• motogerador;
• retificadores a disco, de estado
sólido, funcionamento;
• circuito retificador, ponte de
diodos, filtragens;
• diodos semicondutores
22.1 Descrever o princípio de
funcionamento de cada tipo de
medidor e as normas de uso.
22.2 Interpretar a atuação dos
medidores
nos
circuitos
elétricos.
3. Enunciar o princípio de
funcionamento dos geradores de
corrente
contínua
e
dos
geradores de corrente alternada.
• potência em circuitos de CA;
17. Transformadores-efeito do
número de espiras:
• transformadores de correntest1;
• perda
e
potência
em
transformadores;
• ligação de transformadores em
circuitos de CA;
• panes em transformadores
de
22. Retificador CA – normas
para uso:
• movimento
do
medidor
eletrodinamômetro;
• ohmímetro eletrodinamômetro;
• medidor de aleta móvel de
ferro, aleta de ferro com
bobina inclinada, de par
termoelétrico, de variação, de
potência(watímetro)
de
frequência (vibrating-red)
23.1 Descrever os diferentes
tipos de geradores CC e seu
funcionamento.
23.2 Citar as funções dos
reguladores de voltagem.
23. Teoria de operação dos
geradores:
• características da construção
dos geradores CC;
• tipos de geradores CC;
• regulagem e voltagem dos
geradores
24. Localizar a instalação de
relés nos circuitos.
24. Operação dos relés:
• relés
de
controle
sobrevoltagem do campo;
25. Localizar as ligações dos
geradores nos circuitos.
25. Paralelismo com ligação
negativa e com ligação positiva
4. Identificar os princípios
básicos de funcionamento dos
motores elétricos de aeronaves.
de
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26. Interpretar as condições de
operação do gerador.
26. Operação e inspeção do
gerador:
• condições das escovas do
gerador
27. Citar a sequência dos
procedimentos na ajustagem de
reguladores.
27.
Procedimentos
ajustagem, panes
28. Descrever os diferentes tipos
de alternadores.
28.
Alternador
bifásico, trifásico
29.1 Descrever o princípio de
funcionamento dos alternadores
sem escovas.
29.2 Distinguir os diferentes
reguladores de voltagem de
alternadores.
29.3 Identificar os componentes
do sistema diferencial mecânico.
29.4 Citar as unidades do
sistema hidráulico do diferencial
mecânico.
29.5 Reconhecer a sequência da
sincronização de alternadores.
29.6 Citar as instruções técnicas
do fabricante a serem seguidas
na inspeção e na manutenção
dos alternadores.
29. Alternadores dos aviões
Boeing 737, 727 e 707:
• regulagem da voltagem dos
alternadores;
• diferencial
mecânico
e
unidades hidráulicas;
• sistema
hidráulico
ou
diferencial mecânico;
• sincronismo dos alternadores;
• manutenção dos alternadores;
• panes
30. Descrever os princípios de
funcionamento dos inversores.
30. Finalidade:
• princípios de funcionamento
de inversores
31.1 Descrever a transformação
da
corrente
elétrica
em
movimento mecânico.
31.2 Distinguir os vários tipos de
motores CC, a sua operação e
manutenção.
32. Identificar os princípios
básicos de funcionamento dos
motores elétricos de CA.
33. Citar os procedimentos de
pesquisa de panes.
de
monofásico,
31. Motores de CC:
• construção do motor CC;
• tipos de motores de CC e de
operação;
• inspeção e manutenção de
motores CC
32. Motores elétricos CA:
• motores de indução;
• motores síncronos;
• motores em série CA
33. Panes
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
40
Total
60 Horas-aula
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B.7 – PRINCÍPIOS DA INSPEÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DA MANUTENÇÃO,
REGULAMENTAÇÃO DA AVIAÇÃO CIVIL, REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO
DE MECÂNICO
Função: Estudos e Pesquisas
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os critérios que
determinam
as
inspeções
obrigatórias e as especiais.
HABILIDADES
1. Descrever os critérios que
determinam as inspeções.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Inspeções:
• técnicas de inspeção;
• fichas de inspeção;
• inspeções especiais;
o após pouso com impacto
ou excesso de peso;
o após turbulência severa
2. Reconhecer o padrão de
dados
técnicos
das
especificações A.T.A. 100.
2.1 Identificar o livro de bordo.
2.2 Distinguir as publicações
oficiais para cada tipo de
aeronave.
2.3 Identificar documentações
que impedem a disponibilidade.
2.4 Enunciar o padrão de dados
da especificação A.T.A. 100.
2. Documentação da aeronave:
• publicações técnicas;
• manual de manutenção e
revisão;
• regulamentos federais para
aviação (FAR);
• diretrizes
de
aeronavegabilidade;
• especificações A.T.A. - 100
3. Identificar os processos de
inspeção para a detecção de
falhas nas peças de aeronaves.
3.1 Identificar o processo de
inspeção
por
partículas
magnéticas.
3.2 Distinguir os efeitos da
inspeção na detecção de falhas
nas peças de aeronaves.
3.3 Definir as diversas causas
de rachaduras pela análise do
teste.
3.4
Citar
os
tipos
de
equipamentos de magnetização
de peças.
3.5 Identificar os métodos de
desmagnetização.
3.6. Descrever os princípios
básicos de inspeção por líquidos
penetrantes.
3.7 Caracterizar o processo de
inspeção por raios x.
3.8 Descrever o perigo de
irradiação e forma de evitá-la.
3.9. Identificar os métodos de
análise eletromagnética.
4. Definir a perfeita conformação
de uma solda.
4.1.
Identificar
a
perfeita
conformação de uma solda.
4. Processo de inspeção por
líquidos penetrantes:
• interpretação de resultados
5. Identificar as atribuições dos
Órgãos
do
Comando
da
Aeronáutica no que se refere às
atividades da Aviação Civil.
5.1.Reconhecer a OACI como
órgão internacional do qual
emanam
as
normas
e
recomendações pertinentes à
Aviação Civil.
5. Processo de raio x
descrição:
• preparação e exposição;
• revelação do filme;
• interpretação radiográfica;
• perigos da radiação
5.2. Identificar, genericamente,
3. Processo de inspeção por
partículas magnéticas:
• desenvolvimento
das
indicações;
• preparação das peças para
teste;
• efeito da densidade do fluxo;
• método de magnetização;
• identificação das indicações;
• inspeção Magnaglo;
• equipamento
para
magnetização;
• desmagnetização
–
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as atribuições do Comando da
Aeronáutica no que se refere à
Aviação Civil.
6 Descrever a função e a
abrangência do CBAer.
6.1. Reconhecer a importância
do CBAer no registro, no
controle e na fiscalização da
documentação de aeronaves.
6.2. Caracterizar empresas de
transporte aéreo.
6. Teste ultrassônico:
• equipamento;
• eco-pulso;
• sistema de ressonância;
• teste de Eddy Current;
• princípios básicos do teste;
7.Identificar a licença e os CHT
de Mecânico de Manutenção
Aeronáutica.
7.1. Identificar os requisitos e as
normas
vigentes
para
concentração de licenças e dos
CHT
do
Mecânico
de
Manutenção Aeronáutica.
7. Inspeção de soldas:
• inspeção visual;
• solda perfeita
8.Reconhecer a necessidade de
atualização dos conhecimentos
das normas vigentes.
8.1. Reconhecer a necessidade
de atualização da legislação.
8. Convenção de Chicago (1944)
• objetivos e atribuições;
• brasil como Estado membro;
• publicações
9 Identificar os direitos e deveres
da profissão perante as Leis do
Trabalho.
9.1 Identificar os direitos e
deveres
do
Mecânico
de
Manutenção
Aeronáutica
perante Leis do Trabalho.
9.2. Enunciar a legislação
relativa
ao
trabalho
do
mecânico.
9.3.Reconhecer a importância
das relações empregado empregador.
9. A Aviação Civil no Brasi:
• sistema de aviação civil (SAC);
• departamento de Aviação Civil
(DAC);
• instituto de Aviação Civil (IAC)
10. Reconhecer a parcela de
responsabilidade do mecânico
no que diz respeito a acidentes.
10.1 Reconhecer e aplicar
normas de segurança.
10.2. Identificar o quadro
previdenciário incidente sobre a
profissão de mecânico.
10.
Código
Brasileiro
de
Aeronáutica:
• visão geral;
• aeronaves, classificação, bem
móvel registrável;
• registro Aeronáutico Brasileiro
RAB;
• infrações:
aeronautas,
aeroviários e operadores
11.
Transporte
aéreo:
doméstico,
internacional,
regular, não-regular:
• organização, finalidades
12. Requisitos para a concessão
da licença:
• prerrogativas do titular da
licença de Mecânico de
Manutenção Aeronáutica;
• tipos de habilitação;
• certificado
de
Habilitação
Técnica (CHT)
13. Legislação: atualização
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14. Direito do Trabalho:
• regulamentação;
• consolidação das Leis do
Trabalho (CLT);
• direitos e deveres do mecânico
de manutenção aeronáutica
15. Contrato de Trabalho
16. Empregado, Empregador:
• requisitos da prestação de
trabalho: menor, mulher;
• poder disciplinar: empregado,
empregador
17. Higiene e Segurança no
Trabalho:
• normas básicas;
• insalubridade e periculosidade;
• acidentes de trabalho;
• responsabilidade
18. Previdência Social:
• assistência social;
• beneficiários;
• salário-família
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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B.8 – PRIMEIROS SOCORROS E SEGURANÇA DE VOO
Função: Prevenção de Saúde e Segurança no Trabalho
COMPETÊNCIAS
1.1.Analisar os procedimentos
de primeiros socorros a serem
adotados no local de trabalho.
HABILIDADES
1. Reconhecer a necessidade de
conhecimentos
básicos
de
primeiros socorros.
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Primeiros
socorros
–
atendimento médico posterior
2. Reconhecer a importância dos
conhecimentos
sobre
atendimento e emergência a
feridos.
2.1 Descreva os procedimentos
corretos a serem adotados para
os casos mais simples de
atendimento a feridos.
2.2 Identificar as providências a
serem tomadas para os casos
graves.
2.3 Reconhecer a necessidade
da prudência e da rapidez, sem
precipitação, no atendimento a
acidentados.
2.4. Reconhecer a importância
do
auxílio,
sempre
que
necessário, às equipes de
socorro dos aeroportos.
2. Atendimento básico na
oficina:
• contusões – Diferentes tipos.
Procedimentos indicados;
• hipertermia – Caracterização.
Procedimentos.
Uso
do
termômetro. Tomada de pulso.
Observação da respiração;
• queimaduras
–
Agentes
causadores. Tipos e graus.
Procedimentos indicados para
o socorro
• hemorragias – Classificação.
Técnicas
de
hemostasia:
compressão, garroteamento,
torniquete. Hemorragia nasal.
Otorragia
• comoções,
fraturas,
deslocamentos, traumatismos
e lesões de articulações e
membros – Classificação.
Técnicas de imobilização
• ferimentos – Hemorragias
arterial
e
venosa.
Estancamento e bandagem
• intoxicação por inalação de
gases tóxicos – Procedimentos
indicados
• traumatismo do globo ocular –
Presença de corpo estranho
no olho (incrustado e não
incrustado).
Remoção.
Irritação dos olhos
• alterações
alérgicas
–
Procedimentos indicados para
atendimento
• choques
elétricos
–
Procedimentos indicados para
atendimento
3. Identificar os princípios
básicos da filosofia SIPAER.
3.1.Identificar
os
princípios
básicos
e
os
objetivos
essenciais do SIPAER.
3.2 Identificar as normas do
SIPAER.
3. Atendimentos nas pistas dos
aeroportos:
• acidentes mais comuns;
• transporte de feridos
4. Analisar o papel do pessoal
da manutenção na investigação
de acidentes e incidentes
aeronáuticos.
4.1 Indicar o papel do pessoal
de terra na investigação de
acidentes
e
incidentes
aeronáuticos.
4.2. Descrever os fatores
4. O Sistema de Investigação e
Prevenção
de
Acidentes
Aeronáuticos (SIPAER):
• estrutura e atribuições – Visão
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contribuintes de acidentes e
incidentes aeronáuticos.
4.3. Identificar os princípios
básicos da manutenção na
conservação dos materiais.
4.4. Reconhecer a importância
da manutenção na prevenção de
acidentes.
4.5. Apontar as medidas de
segurança
pertinentes
à
estocagem, ao manuseio e ao
transporte de gasolina de
aviação
e
de
outros
combustíveis e lubrificantes.
4.6. Explicar a responsabilidade
do mecânico na prevenção de
acidentes.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
geral.
O
Centro
de
Investigação e Prevenção de
Acidentes (CENIPA). Elos do
SIPAER;
filosofia SIPAER – princípios
básicos;
objetivos
essenciais:
prevenção e segurança;
possibilidade
de
não
ocorrência
de
acidentes
aéreos;
fatores contribuintes;
riscos
efetivos
e
riscos
potenciais nas atividades de
manutenção;
medidas de segurança e
pessoal responsável;
conscientização geral dos
profissionais
atuantes
na
Aviação Civil;
importância do intercâmbio
internacional de experiências e
ensinamentos;
objetivos da investigação:
busca de maior segurança de
voo
5. Normas do SIPAER:
• o Programa de Prevenção de
Acidentes Aeronáuticos nas
organizações civis envolvidas
com a atividade aérea –
Objetivos;
conteúdo
e
abrangência
• responsabilidade das escolas
de aviação civil;
• procedimentos em casos de
acidentes
ou
incidentes
aeronáuticos;
• comunicação à autoridade
competente;
• preservação de indícios e
evidências úteis;
• resguardo à propriedade e
guarda dos bens envolvidos;
• primeiros socorros às vítimas.
Remoção da aeronave ou de
seus destroço;
• prestação de informações às
autoridades responsáveis pela
investigação;
• demais normas em vigor;
• a investigação de acidentes e
incidentes aeronáuticos;
• visão geral;
• histórico e análise;
• contribuição do pessoal de
terra:
a
prestação
de
informações
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6. Acidentes e incidentes
aeronáuticos:
• fatores contribuintes;
• fatores humanos: visão geral;
• previsão de falha humana;
• política de prevenção;
• fatores materiais;
• prevenção desde a fase de
projeto da aeronave, na
fabricação, na montagem, na
inspeção e na manutenção;
• controle de qualidade;
• fatores
operacionais:
abrangência; erros do piloto,
da
manutenção
e
da
supervisão
7.
A
manutenção
como
prevenção de acidentes:
• princípios
básicos
da
manutenção;
• conservação
das
especificações iniciais;
• luta contra a deterioração do
material: desgaste, fadiga,
corrosão;
• tempo de atividade e tempo de
inatividade;
• manutenção preventiva;
• redundância dos sistemas;
• correção
da
tolerância
ultrapassada e manutenção
corretiva
8. Medidas de segurança
relativas a combustíveis e
lubrificantes;
• gasolina de aviação, outros
combustíveis e lubrificantes
como fatores contribuintes de
acidentes reais;
• características;
• medidas
preventivas
de
estocagem, no manuseio e no
transporte;
• controle de qualidade;
• medidas de segurança contra
o perigo de fogo;
• prevenção contra a formação
de vapores;
• fontes de ignição
9.O Mecânico e a prevenção de
acidentes aeronáuticos:
• responsabilidade do mecânico;
• certificado
de
Aeronavegabilidade
e
certificado de disponibilidade
para o voo
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Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
00
Total
20 Horas-aula
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B.9 – ÉTICA E CIDADANIA ORGANIZACIONAL
Função: Gestão da Qualidade e da Produtividade
COMPETÊNCIAS
1. Analisar o Código de Defesa
do Consumidor e a Legislação
Trabalhista.
HABILIDADES
1. Aplicar a legislação trabalhista
e o Código de Defesa do
Consumidor
nas
relações
empregador/
empregado
e
consumidor/ fornecedor.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Código de Defesa
Consumidor
2. Atualizar conhecimentos,
desenvolver e/ ou aprimorar
habilidades, introduzir inovações
tendo em vista melhorar o
desempenho
pessoal
e
organizacional.
2. Estabelecer relações de
respeito mútuo entre fornecedor/
produtor/
empregador/
empregado/
parceiro/
colaborador/ concorrente.
2. Legislação Trabalhista
3. Interpretar o Código de Ética
do Profissional que atua no setor
aeronáutico.
3. Incorporar a sua prática
cotidiana
conhecimentos,
técnicas e atitudes propícias ao
seu
desenvolvimento
profissional e relacional.
3. ANAC – Agência Nacional de
Aviação Civil:
o cadastramento
4. Promover a imagem da
organização,
percebendo
ameaças e oportunidades que
possam
afetá-la
e
os
procedimentos de controles
adequados a cada situação.
4. Promover
organização.
da
4. Ética profissional, regras e
regulamentos organizacionais
5. Atuar com autonomia no
gerenciamento de seu trabalho.
5. Participar e/ ou coordenar
equipes de trabalho.
5. A Ética como princípio na
construção
de
estruturas
econômicas, políticas e sociais
6.
Apresentar-se
com
competência sociocomunicativa
e liderança.
6. Trabalhar em equipe e
cooperativamente valorizando e
encorajando a autonomia e a
contribuição de cada um.
6. Trabalho e responsabilidade
social
7. Identificar a cultura e os
objetivos de organização.
7. Selecionar procedimentos/
técnicas de trabalho.
7. Conceitos de trabalho em
equipe, cooperação e autonomia
pessoal
8.
Reconhecer
e
prever
situações
de
risco
ou
desrespeito à saúde pessoal,
social e ambiental.
8. Cumprir criticamente as
regras,
regulamentos
e
procedimentos organizacionais.
8. Critérios de imagem pessoal e
organizacional
9. Interpretar legislação vigente
sobre o trabalho voluntário.
9. Cumprir o Código de Ética
Profissional nas suas atividades.
10. Reconhecer a importância
do
trabalho
voluntário
na
formação profissional, ética do
cidadão.
10.
Incorporar
à
prática
profissional o trabalho voluntário.
9. Trabalho Voluntário:
o Lei Federal n.º 9.608/98 e
Lei n.º 10.748/03 alteradas
pela Lei n.º 10.940 de 2708-2004;
o Lei Estadual n.º 10.335 de
30-06-1999;
o Deliberação Ceeteps n.º 1
de 08-03-2004.
a
imagem
11. Participar de programas e
atividades
voluntárias
na
empresa e na comunidade.
do
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Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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B.10 – GESTÃO AMBIENTAL
Função: Controle e Avaliação dos Ciclos de Gestão
COMPETÊNCIAS
1. Identificar materiais e técnicas
que causam agressão ao meio
ambiente.
HABILIDADES
1. Aplicar normas relacionadas
ISO 14.000.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Adoção de gestão de
qualidade ambiental: Série ISO
14.000, métodos de avaliação
ambiental
2. Interpretar legislação
proteção ao meio ambiente.
2. Calcular custos ambientais.
2. Legislação de proteção ao
meio ambiente
de
3. Confrontar sistemas já
instalados com as exigências
legais de proteção ao meio
ambiente.
3. Agir na preservação
ecossistemas.
de
4. Avaliar impactos nos custos
decorrentes da necessidade de
se obedecer às exigências
legais de proteção ao meio
ambiente.
4. Atuar em conformidade com
as Boas Práticas e com projetos
de
preservação
do
meio
ambiente.
3. Sistema de custos aplicáveis
a atividades que envolvem o
meio ambiente
4.
Fundamentos
ecossistemas
de
5. Pesquisar legislação de
proteção ao meio ambiente
identificando
aspectos
relacionados às atividades da
organização, ao sistema de
custos e seus componentes
diretos,
avaliando
seus
impactos.
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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B.11 – APLICATIVOS INFORMATIZADOS EM AVIAÇÃO
Função: Uso e Gestão de Computadores e Sistemas Operacionais
COMPETÊNCIAS
1. Selecionar programas de
aplicação a partir do projeto a
ser executado.
HABILIDADES
1.
Identificar
o
correto
funcionamento
dos
equipamentos e dos softwares
do sistema de informação,
interpretando orientações dos
manuais.
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Arquitetura
geral
computadores
2. Analisar os serviços e funções
dos
sistemas
operacionais,
utilizando suas ferramentas e
recursos em atividades de
configuração, manipulação de
arquivos, segurança e outras.
2. Organizar atividades de
entrada e saída de dados de
sistemas de informação.
2.
Funções
operacional
3.
Selecionar
o
sistema
operacional de acordo com as
necessidades do usuário.
3. Utilizar adequadamente os
recursos de hardware dos
computadores.
3. Operação e configuração de
programas
de
computador
(planilhas, gerenciadores de
banco de dados, processadores
gráficos e de texto)
4. Distinguir arquiteturas de
sistemas operacionais e seus
níveis de privilégio, analisando
desempenho e limitações de
cada opção.
4. Efetuar configurações nos
softwares aplicativos.
4. Técnicas e programas para
análise de desempenho
5.
Identificar
e
utilizar
adequadamente os principais
softwares
aplicativos
na
resolução
de
problemas
analisando seu funcionamento.
5.
Serviços
operacional
do
do
de
sistema
sistema
6. Gerenciamento de arquivos
7. Gerenciamento de memória
8. Gerenciamento dos recursos
do sistema operacional
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
40
Total
40 Horas-aula
Prática em
Laboratório
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B.12 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA
Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos
COMPETÊNCIAS
1. Analisar textos técnicos/
comerciais
da
área
de
Manutenção de Aeronaves, por
meio de indicadores linguísticos
e
de
indicadores
extralinguísticos.
HABILIDADES
1. Utilizar recursos linguísticos
de coerência e de coesão,
visando atingir objetivos da
comunicação comercial relativos
à área de Manutenção de
Aeronaves.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Estudos de textos técnicos/
comerciais aplicados à área de
Manutenção de Aeronaves, por
meio de:
• indicadores linguísticos:
o vocabulário;
o morfologia;
o sintaxe;
o semântica;
o grafia;
o pontuação;
o acentuação, etc
• indicadores extralinguísticos:
o efeito
de
sentido
e
contextos sócio-culturais;
o modelos preestabelecidos
de produção de texto
2. Desenvolver textos técnicos
aplicados à área de Manutenção
de Aeronaves de acordo com
normas
e
convenções
específicas.
2.1 Utilizar instrumentos da
leitura e da redação técnica,
direcionadas
à
área
de
Manutenção de Aeronaves.
2.2
Identificar
e
aplicar
elementos de coerência e de
coesão em artigos e em
documentação
técnicoadministrativa relacionados à
área
de
Manutenção
de
Aeronaves.
2.3
Aplicar
modelos
de
correspondência comercial à
área
de
Manutenção
de
Aeronaves.
2. Conceitos de coerência e de
coesão aplicadas à análise e a
produção de textos técnicos
específicos
da
área
de
Manutenção de Aeronaves:
• ofícios;
• memorandos;
• comunicados;
• cartas;
• avisos;
• declarações;
• recibos;
• carta-currículo;
• curriculum vitae;
• relatório técnico;
• contrato;
• memorial descritivo;
• memorial de critérios;
• técnicas de redação
3.
Pesquisar
e
analisar
informações
da
área
de
Manutenção de Aeronaves em
diversas fontes convencionais e
eletrônicas.
3.1 Selecionar e utilizar fontes
de pesquisa convencionais e
eletrônicas.
3.2 Aplicar conhecimentos e
regras linguísticas na execução
de pesquisas específicas da
área
de
Manutenção
de
Aeronaves.
3. Parâmetros de níveis de
formalidade e de adequação de
textos a diversas circunstâncias
de comunicação
4.
Definir
procedimentos
linguísticos
que
levem
à
qualidade
nas
atividades
relacionadas com o público
consumidor.
4.1
Comunicar-se
com
diferentes públicos.
4.2
Utilizar
critérios
que
possibilitem o exercício da
criatividade
e
constante
atualização da área.
4.3 Utilizar a língua portuguesa
4. Princípios de terminologia
aplicados à área de Manutenção
de Aeronaves:
• glossário com nomes e origens
dos termos utilizados pela
Manutenção de Aeronaves;
• apresentação de trabalhos de
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como linguagem geradora de
significações,
que
permita
produzir textos a partir de
diferentes ideias, relações e
necessidades profissionais.
pesquisas;
• orientações
e
normas
linguísticas para a elaboração
do trabalho para conclusão de
curso;
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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MÓDULO CÉLULA – Qualificação Técnica de Nível Médio de Mecânico de
Manutenção Aeronáutica - Célula
C.1 – ENTELAGEM E PINTURA
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Identificar o tipo de material e
os
procedimentos
de
revestimentos e de reparos de
aeronaves com tecido.
HABILIDADES
1.1. Identificar os tipos de
tecidos
utilizados
em
revestimento de aeronaves.
1.2. Relacionar o material
adequado a cada tipo de
revestimento de aeronaves.
1.3. Caracterizar os processos
de emendas de acordo com o
local a ser revestido.
1.4. Identificar as normas a
serem aplicadas relativas a cada
tipo de reparo.
1.5. Identificar o tipo de material
a ser usado com a fibra de vidro
no revestimento de aeronaves.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Tecidos para Aeronaves:
• tecidos de algodão;
• tecidos de linho;
• tecidos de Dacron;
• tecidos de fibra de vidro
1b. Miscelânea de
têxteis:
• fita de superfície;
• fita de reforço
materiais
1c. Emendas:
• características das emendas;
• emendas costuradas;
• emendas impermeabilizadas
com dope
1d. Reparos na cobertura de
tecido:
• reparos em geral;
• reparo de rasgos;
• reparo
com
remendo
costurado;
• reparo com painel costurado
internamente;
• reparo sem costura em tecido
com dope;
• reparo com aplicação interna
de dope;
• substituição de painéis com
coberturas de asas
1e. Revestimento de superfícies
com fibra de vidro:
• revestimento de aeronaves
com fibra de vidro:
o características do material
2. Identificar os materiais e
processos
de
proteção
e
impermeabilização
dos
revestimentos de tecido.
2.1. Identificar as operações de
revestimento de aeronaves com
tecido.
2.2. Identificar a necessidade de
proteção
das
superfícies
cortantes e dos pontos de atrito
antes
da
aplicação
do
revestimento.
2.3. Caracterizar os processos
de
revestimento
mais
adequados à área da asa a ser
coberta.
2.4. Identificar o método mais
2a. Revestimento:
• aplicação do revestimento:
o preparação da estrutura
para o revestimento;
o impermeabilização
com
dope (induto);
o pontos de atrito;
o fixação entre nervuras;
o preparação da superfície
de compensado para o
revestimento;
o prática de entelagem;
o colocação de fitas
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prático
de
aplicação
do
revestimento
ao
tipo
de
fuselagem.
2.5. Identificar os processos de
reforço
das
aberturas
no
revestimento.
• revestimento de asas:
o métodos de revestimento;
o tiras anti-rasgo;
o lardagem de uma volta;
o lardagem de volta dupla;
o nós tié-off
• revestimento de fuselagens:
o métodos de revestimento;
o amarração na fuselagem
2b. Aberturas no revestimento:
• aberturas na janelas de
inspeção, pontos de drenagem
e de ventilação:
o processos
3. Selecionar o material e os
procedimentos de acabamento e
de restauração de aeronaves.
3.1. Distinguir as condições
favoráveis à não deterioração
dos tecidos.
3.2. Identificar o teste adequado
a ser aplicado para o tecido com
dope.
3.3. Identificar os valores
aceitáveis
quando
testando
tecidos sem dope.
3.4. Distinguir as condições e
normas para aplicação de dope.
3.5. Caracterizar os vários tipos
de dope e seus diluentes.
3.6. Identificar os processos de
preparação e aplicação do dope.
3.7. Distinguir as normas de
manuseio e armazenagem do
dope.
3.8. Identificar os defeitos mais
comuns durante a aplicação de
dope no revestimento.
3.9. Enunciar os materiais
adequados para a aplicação de
dope.
3.10. Identificar a técnica a ser
seguida no acabamento do
revestimento com dope.
3.11. Identificar os materiais
utilizados
na
pintura
das
superfícies de aeronaves.
3.12. Identificar as normas de
segurança a serem aplicadas no
manuseio e na armazenagem
dos materiais de pintura.
3.13. Citar os cuidados relativos
aos materiais de mistura com a
laca de nitrocelulose.
3.14. Identificar os tipos de
cromatos de zinco e suas
aplicações.
3.15. Listar os diversos produtos
utilizados no acabamento final
de aeronaves.
3.16. Identificar o material de
mascaramento
utilizado
em
3a. Causas da deterioração de
tecidos:
• causas da deterioração:
o mofo;
o dopes e thinners ácidos;
o camada insuficiente de
dope
• condições de estocagem
3b. Teste de tecido de
revestimento:
• tecido com dope:
o processos
• teste de tensão de tecido sem
dope;
• critérios de resistência para
tecidos
utilizados
em
aeronaves
3c. Dopes e aplicação de dope:
• aplicação de dope:
o precauções
• constituição do dope:
o dope nitrato de celulose;
o dope acetato butirato de
celulose
• dopes
de
alumínio
pigmentado:
o finalidade
• efeitos da temperatura e da
umidade no dope:
o precauções;
o efeitos do frio no dope
• problemas
comuns
na
aplicação de dope:
o bolhas e gotas (blisters);
o painéis frouxos;
o coloração inconsistente;
o furos minúsculos;
o enbranquecimento;
o fragilidade;
o descamação;
o escorrimento
• técnicas de aplicação de dope:
o aplicação de fitas de
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pintura.
3.17. Enunciar os procedimentos
de limpeza e de retoque de
pintura.
3.18.
Descrever
os
procedimentos
de
proteção
pessoal e material na remoção
de pinturas.
3.19. Relacionar o material
adequado a cada tipo de
restauração.
3.20. Indicar os tempos de cura
entre cada aplicação de pintura.
3.21.
Identificar
os
procedimentos de segurança
durante a aplicação do epoxi.
3.22. Citar os cuidados a serem
observados na aplicação dos
acabamentos
fluorescentes
devido à dificuldade de retoques.
3.23. Indicar as alternativas na
falta do esmalte.
3.24. Identificar as regras para a
compatibilidade dos sistemas de
pintura.
3.25.
Enunciar
tipos
de
aplicação de acabamentos.
3.26. Identificar as incorreções
oriundas de má aplicação ou má
qualidade da tinta.
3.27. Enunciar os regulamentos
de identificação de aeronaves.
3.28. Indicar a técnica adequada
de aplicação de decalques de
acordo com o tipo de material.
superfície e remendos de
reforço;
o instalação de reforços nos
furos dreno;
o uso de dopes fungicidas
• número
de
camadas
requeridas:
o guia para acabamento
3d. Pintura de aeronaves:
• materiais para pintura:
o acetona;
o álcool;
o benzeno;
o diluidores em geral;
o diluidor
para
laca
nitrocelulose acrílica;
o diluidor para laca e dope
nitrato de celulose;
o essência mineral volátil;
o tolueno;
o terebintina;
o dope
• laca de nitrocelulose:
o aplicação;
o laca
de
nitrocelulose
acrílica;
o secante;
o óleo de linhaça
• base de cromato de zinco:
o tipos. aplicação;
o aguada base padrão (Wash
primer);
o Base moderada de nitrato
de celulose acrílico
3e. Acabamento:
• materiais de acabamento:
o esmalte;
o verniz;
o tinta a óleo;
o corantes;
o tinta;
o removedor: de tinta, de
epóxi
e
de
tinta
fluorescente;
o material de mascaramento;
o estocagem de material de
acabamento
• retoque de pintura:
o procedimentos;
o identificação
de
acabamentos de pintura
• remoção de pintura:
o decapagem;
• restauração de acabamentos:
o objetivos;
o acabamentos com laca de
nitrocelulose;
o substituição da pintura
existente;
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o acabamentos com laca de
nitrocelulose acrílica;
o substituição da pintura
existente em laca de
nitrocelulose acrílica;
o retoque em nitrocelulose
acrílica
• acabamento em epóxi:
o procedimentos;
o retoques com acabamentos
epoxi
• acabamentos fluorescentes:
o procedimentos;
o substituição
do
acabamento existente;
o retoques em acabamentos
fluorescentes
• acabamentos com esmalte:
o procedimentos
3f. Compatibilidade dos sistemas
de pintura:
• sistemas de pintura:
o regras
gerais
de
compatibilidade
3g. Métodos de aplicação de
acabamentos:
• tipos
de
aplicação
de
acabamentos:
o imersão;
o pincelagem;
o pulverização a pistola;
o preparação da tinta
3h. Problemas comuns com
tintas:
• incorreções na pintura –
origem:
o aderência fraca;
o salpicos (spray dust);
o ondulações
e
escorrimentos;
o aspereza;
o manchas
3i. Pintura de adornos e
números de identificação:
• pintura de identificação de
aeronaves:
o regulamentos;
o procedimentos
3j. Decalcomanias (decalques):
• técnica de aplicação de
decalques:
o observações;
o decalques em papel;
o decalques metálicos com
suporte em celofane
• decalques
metálicos
com
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suporte de papel;
• decalques
metálicos
sem
adesivo;
• decalques de película de vinil;
• remoção de decalques
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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C.2 – REPAROS ESTRUTURAIS
Função: Manutenção
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os tipos de danos
em aeronaves possíveis de
serem reparadas, o material e os
processos de recuperação.
HABILIDADES
1.1. Enunciar os requisitos do
material de reparo da estrutura
original da aeronave.
1.2. Reconhecer a necessidade
de manutenção da integridade
estrutural
e
da
forma
aerodinâmica da aeronave.
1.3. Identificar os diversos tipos
de danos possíveis em uma
aeronave.
1.4. Classificar a extensão do
dano para a realização do
reparo.
1.5. Identificar os tipos de
esforço sofridos
por
uma
aeronave em voo e seus efeitos
na estrutura.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Reparos de chapas de
metal:
• princípios básicos de reparos:
o mantendo a resistência
original;
o mantendo
o
contorno
original;
o mantendo o peso mínimo
• reparos gerais de estruturas:
o objetivos
1b. Inspeção de danos:
• definições dos defeitos:
• classificação dos danos:
o danos desprezíveis;
o danos
reparáveis
por
remendo;
o danos
reparáveis
por
inserção;
o danos que necessitam da
substituição de partes
1c. Estresses em
estruturais:
• tipos de estresses:
o tensão;
o compressão;
o cisalhamento;
o flexão;
o torção
2. Interpretar a operação de
máquinas
destinadas
a
moldagem de chapas e perfis
para reparo de aeronaves.
2.1. Identificar as ferramentas
adequadas aos serviços de
desamassamento e moldagem.
2.2. Identificar as máquinas
disponíveis em oficinas para os
trabalhos de corte, furação e
remoção de excessos de
material.
2.3. Identificar as ferramentas e
os processos de moldagem de
chapas de metal.
2.4. Descrever os efeitos da
moldagem na estrutura interna
do metal.
2.5. Identificar a relação entre o
raio da dobra e a espessura,
condição
de
têmpera
e
composição da liga da chapa a
ser dobrada.
2.6.
Identificar
os
termos
relacionados às tolerâncias de
dobras.
2.7. Reconhecer os pontos
membros
2a. Ferramentas e dispositivos
especiais
para
chapas
metálicas:
• placas de apoio e bigornas;
• blocos em “V”;
• modelo de madeira dura;
• bloco de contração;
• sacos de areia;
• dispositivos de suporte:
o máquinas para trabalhos
em metais;
o ferramentas manuais tipo
alavanca para corte de
metais;
o ferramentas
motorizadas
para corte de metais;
o recortadores;
o furadeiras portáteis;
o furadeira de coluna;
o esmeril. rodas de esmeril
• máquinas para modelagem:
o dobrador de barra;
o viradeira;
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importantes
a
serem
considerados antes de efetuar a
dobra.
2.8. Distinguir furos de alívio e
furos para redução de peso.
2.9. Indicar as ferramentas
necessárias para a moldagem à
mão de uma peça, de acordo
com as suas características.
2.10. Identificar os processos de
moldagem a serem utilizadas em
gabaritos ou formas.
o laminador
2b. Processos de moldagem:
• termos e operações de
moldagem:
o golpeamento;
o amolgamento;
o estreitamento;
o contração;
o dobragem
2c. Confecção de dobras em
linha reta:
• tolerância de dobragem;
• método # 1, fórmula # 1;
• método # 2, fórmula # 2;
• método # 3, uso da tabela para
dobras em 90º;
• método # 4, uso da tabela para
dobras diferentes de 90º;
• recuo (Setback);
• cálculo do recuo, fórmula # 1;
• cálculo do recuo, fórmula # 2;
• linha de visada;
• termos
relacionados
à
tolerância da dobra;
• confecção de desenhos;
• desenho plano;
• padrão duplicado;
• furos de alívio;
• furos para redução de peso
2d. Moldagem à mão:
• dobras em linha reta;
• ângulos
moldados
ou
extrudados;
• ângulos flangeados;
• moldagem por alongamento;
• peças flangeadas curvas;
• golpeamento;
• embutimento;
• operações com aço inoxidável;
• operações com magnésio
3. Identificar os tipos de rebites
usados
em
aviação,
as
ferramentas utilizadas e os
procedimentos adequados cada
tipo de reparo em aeronaves.
3.1.
Indicar
os
dados
necessários a um reparo com
relação aos rebites e à
espessura das chapas a serem
unidas.
3.2. Identificar as ferramentas
usadas
em rebitagem de
chapas.
3.3. Explicar a utilização de
martelos
pneumáticos
para
instalação de rebites.
3.4. Indicar o tamanho do furo
pelas condições de espessura e
resistência das chapas.
3.5. Identificar os processos de
rebitagem manual e a utilização
3a. Rebitagem:
• determinação do número de
rebites;
• tamanho e tipo de rebite;
• material, têmpera e resistência
do rebite;
• tamanho dos furos;
• distância entre os furos e as
bordas de um reparo;
• espaçamento entre os rebites
sobre o reparo;
• instalação de rebites:
o duplicadores;
o cortadores;
o barras de apoio;
o aparelhos para rebitagem
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adequada das ferramentas de
apoio.
3.6. Selecionar o tamanho
correto do martelete antes da
rebitagem.
3.7. Citar as falhas que podem
ocorrer nos rebites durante as
operações da aeronave.
3.8. Enunciar os procedimentos
corretos de remoção de rebites.
3.9. Caracterizar os itens a
serem seguidos na instalação e
na
remoção
de
rebites
autotravantes.
3.10. Indicar as ferramentas
especiais de instalação de
rebites Huck e Cherrylock.
3.11. Identificar as precauções a
serem observadas durante a
instalação e a remoção destes
rebites.
3.12. Identificar os processos de
insta-lação e de remoção de
cada tipo de rebite especial.
3.13. Identificar os processos
especiais de instalação e de
remoção.
3.14. Distinguir o rebite Hi-Shear
dos demais tipos de rebites.
•
•
•
•
manual
e
puxadores
manuais;
o escareadores;
o punções de rebaixamento;
o martelos pneumáticos
preparação dos furos para
rebitagem:
o furação;
o escareamento
e
rebaixamento;
o rebaixamento térmico
a colocação de um rebite:
o calço de apoio;
o colocação manual;
o colocação pneumática;
o rebitagem por pressão;
o microrraspador
falhas de rebites:
o cisalhamento;
o falha de apoio;
o falha de cabeça;
o inspeção de rebites
remoção de rebites:
o procedimentos
3b. Rebites especiais:
• ferramentas para instalação;
• rebites autotravantes (trava
por fricção):
o instalação;
o inspeção;
o remoção
• rebites autotravantes (trava
mecânica):
o rebite huck;
o rebites
cherrylock
ferramentas mecânicas e
hidráulicas para cherrylock;
o procedimentos
de
instalação;
o inspeção;
o procedimentos de remoção
• rebites pull- thru:
o características
• rebites rivnut:
o ferramenta de instalação;
o procedimentos
de
instalação
• dill lok-skrus e lok-rivets;
• características;
• rebites deutsch:
o características
de
instalação e de remoção
• rebites hi-shear:
o características
de
instalação;
o ferramentas
para
instalação;
o processos de instalação e
de remoção
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4. Identificar os tipo específicos
de reparos.
4.1. Indicar o tipo de reparo a
ser executado com base em
consulta ao manual de reparos
do fabricante.
4.2. Identificar o formato mais
adequado ao remendo a ser
utilizado.
4.3. Enunciar o número de
rebites a serem usados em
qualquer tipo de remendo.
4.4. Identificar as características
de construção da colméia
metálica.
4.5. Identificar no teste de som a
localização de defeitos em
colméias.
4.6. Indicar o tipo de reparo a
ser efetuado nos danos em
colméias.
4.7. Identificar as ferramentas e
sua utilização no reparo de
defeitos.
4.8. Descrever os procedimentos
a serem seguidos na remoção
de áreas danificadas de colméia.
4.9. Identificar os equipamentos
e ferramentas usados no reparo
de colméias.
4.10. Identificar os tipos de
adesivos utilizados nos reparos
de colméias.
4.11. Distinguir os processos de
proteção contra erosão e
corrosão em colméias.
4.12. Identificar as técnicas de
reparo com Potting e os
processos de acabamento.
4.13. Identificar os métodos de
reparo com aplicação de tecido
de vidro laminado.
4.14. Identificar os métodos de
reparo do revestimento e do
miolo no manual de reparos do
fabricante.
4.15. Descrever o processo de
preparação do Potting.
4.16. Enumerar os itens a serem
seguidos no reparo de áreas de
transição.
4a. Tipos específicos de reparos
em estruturas:
• reparo de superfícies lisas;
• remendo octogonal alongado;
• remendo redondo;
• reparo de painéis;
• reparo de vigas de reforço;
• reparo de falsas nervuras ou
de cavernas;
• reparo de longarinas de
fuselagem;
• reparos de longarinas de asa;
• reparo
de
nervuras
e
armações;
• reparo de bordo de ataque;
• reparo de bordo de fuga;
• selagem estrutural:
o defeitos e reparos em
estruturas seladas
4b. Colméia metálica colada:
• características de construção;
• danos em colméias:
o causas de danos;
o inspeção de danos;
o avaliação de danos
• reparos:
o ferramentas
e
equipamentos;
o fresadora
• remoção de áreas danificadas;
• moldes de pressão;
• lâmpadas de infravermelho
para aquecimento;
• precauções contra incêndio;
• ferramentas
manuais
e
equipamentos;
• materiais de reparo:
o solventes de limpeza;
o bases (primers);
o adesivos e resinas;
o material do miolo;
o fibras de vidro;
o proteções contra erosão e
corrosão
• reparos com potting:
o remoção de danos;
o técnicas de reparos
• reparos com sobreposição de
tecido de vidro:
o limpeza;
o remoção de danos;
o adesivos;
o miolo de colméia (plugue);
o sobreposição de tecido de
vidro laminado
• procedimentos de reparo do
revestimento e do miolo:
o remoção
da
área
danificada;
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o preparo de substituição do
miolo;
o potting
o introdução
do
miolo
(Plugue);
o aplicação de laminados de
tecido de vidro;
o reparo
em
áreas
de
transição;
o procedimentos de reparo
5. Identificar os procedimentos
de utilização de plásticos e de
fibra de vidro em aeronaves.
6. Citar os tipos de madeira
empregados em reparos e em
estruturas e revestimentos de
aeronaves.
5.1. Identificar os grupos de
plásticos de acordo com sua
origem química.
5.2. Identificar os tipos de
plásticos utilizados em capotas,
janelas
e
coberturas
transparentes.
5.3. Descrever os procedimentos
a serem seguidos no manuseio
de plásticos.
5.4. Identificar os processos de
moldagem de plásticos.
5.5. Identificar os materiais
nocivos aos plásticos.
5.6. Distinguir os procedimentos
de fixação e manuseio de
plásticos.
5.7. Indicar os tipos de solventes
e colas para o plástico à base de
acetato de celulose.
5.8. Identificar os processos de
reparo nos componentes de fibra
de vidro, com base no manual
de
reparo
estrutural
da
aeronave.
5.9. Descrever os cuidados no
manuseio do radome, desde o
desempacotamento
até
a
instalação.
5.10. Descrever as condições do
radome quanto a contaminação
e danos.
5.11. Identificar os tipos de
testes
de
transmissividade,
reflexão por incidência e de
deflexão após os reparos.
5a. Plásticos:
• classificação de plásticos;
• plásticos transparentes:
o considerações óticas;
o identificação;
o armazenagem e proteção;
o moldagem de plásticos;
o processos de fabricação;
o corte;
o furação;
o colagem;
o cuidados e manutenção
• procedimentos de instalação:
o métodos de instalação;
o montagem com parafusos e
rebites;
o fixação das bordas por fibra
sintética
• plásticos laminados:
o plásticos à base de acetato
de celulose
6.1. Identificar as condições do
ambiente onde será feita a
inspeção
da
estrutura de
madeira.
6.2. Reconhecer o tipo de
madeira a ser utilizada nos
reparos da estrutura.
6.3. Descrever as condições
operacionais de estrutura com
juntas coladas.
6.4. Identificar os processos de
reparos de superfícies de
compensado.
6a. Estruturas de madeira para
aeronaves:
• inspeção de estruturas de
madeira:
o inspeção de juntas coladas
• a condição da madeira;
• manutenção e reparo de
estruturas de madeira:
o materiais;
o defeitos permissíveis;
o defeitos não permissíveis;
o colas;
o colagem;
5b. Componentes de fibra de
vidro:
• componentes de fibra de vidro:
o peças de manta moldada;
o procedimentos de reparo
5c. Plásticos químicos:
• manuseio,
instalação
e
armazenagem;
• detecção e remoção de óleo e
umidade;
• inspeção quanto a danos;
• reparos em radomes;
• testes após os reparos
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6.5. Descrever os procedimentos
para execução de remendos de
tela em revestimentos de
madeira.
6.6. Indicar, pelas condições de
defeito, os procedimentos a
serem adotados no reparo de
longarinas ou de nervuras de
madeira.
o teste de juntas coladas;
o emenda de juntas
• reparos em revestimento de
compensado:
o remendos embutidos;
o remendos de encaixe;
o reparo inclinado;
o reparo chanfrado
• remendo de tela em madeira:
o procedimentos
• reparo de longarinas e de
nervuras de madeira:
o procedimentos;
o furo para parafusos e
buchas;
o reparos em nervura
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
40
Total
100 Horas-aula
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C.3 – SOLDAGEM
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Discriminar os diversos tipos
de equipamentos de soldagem,
os cuidados no seu manuseio e
as técnicas de emprego em
partes de aeronave.
HABILIDADES
1.1. Caracterizar os tipos de
soldagens
usados
em
aeronaves.
1.2. Indicar os equipamentos
para a soldagem a gás de
acetileno.
1.3. Identificar os cuidados a
serem tomados no manuseio
dos cilindros de acetileno e de
oxigênio.
1.4. Descrever os procedimentos
de operação, com segurança,
dos reguladores de pressão.
1.5. Identificar os processos de
ajuste de chama de oxiacetileno.
1.6. Distinguir os tipos de
chama.
1.7. Caracterizar as técnicas
fundamentais de soldagem.
1.8. Identificar o tipo de posição
de soldagem mais adequado ao
tipo de trabalho a ser realizado.
1.9. Descrever cada tipo de junta
e sua utilização prática na
aeronave.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Soldagem:
• soldagem a gás;
• soldagem por arco voltaico;
• soldagem
por
resistência
elétrica;
• equipamento para soldagem a
oxiacetileno:
o gás acetileno;
o cilindros de acetileno;
o cilindros de oxigênio;
o reguladores de pressão;
o maçarico para soldagem.
bicos de maçarico;
o óculos;
o varetas de enchimento para
soldagem;
o ajuste do equipamento de
soldagem de acetileno;
o ajuste
de
chama
de
oxiacetileno
• processo de soldagem com
oxiacetileno:
o métodos de soldagem;
o como apagar o maçarico;
o técnicas fundamentais para
soldagem a oxiacetileno
• posições de soldagem:
o chata ou plana;
o horizontal;
o vertical;
o sobre-cabeça
• juntas soldadas:
o juntas de topo;
o rachaduras;
o juntas de ângulo em “T”;
o juntas de aresta;
o juntas de ângulo em
“quina”;
o juntas sobrepostas
2. Identificar as características
de uma solda perfeitas e as de
soldas defeituosas, tanto em
metais ferrosos como em não
ferrosos.
2.1. Descrever os efeitos da
expansão e da contração nas
soldas.
2.2. Distinguir a solda bem
formada
de
uma
solda
defeituosa.
2.3. Identificar as operações de
soldagem de metais ferrosos.
2.4. Descrever os cuidados
necessários na soldagem de
metais não ferrosos.
2.5. Identificar o equipamento
utilizado no corte de metais.
2.6. Descrever as características
do processo de brasagem de
2a. Expansão e contração de
metais:
• características da contração e
da expansão dos metais em
uma solda
2b. Formação de solda:
• características de uma boa
solda;
• soldagem com oxiacetileno de
metais ferrosos:
o cromo molibidênio;
o aço inoxidável
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metais.
2.7. Identificar o processo de
aplicação da soldagem macia
em aeronaves.
2.8. Indicar as vantagens da
soldagem por arco voltaico.
2.9. Identificar os diversos tipos
de soldagem por arco.
2.10.
Definir
o
tipo
de
equipamento a ser utilizado na
soldagem.
2.11. Caracterizar os tipos de
soldagem com passe múltiplo.
2.12.
Enumerar
as
características de uma solda de
rebordo de boa qualidade.
2.13. Identificar o número de
passos a serem efetuados na
soldagem
de
diferentes
materiais.
2.14. Indicar as partes de aço
que não podem ser soldadas.
2.15. Descrever os processos de
soldagem de peças tubulares.
2.16. Identificar os processos de
soldagem em emendas de
tubulações através de luvas.
2.17. Citar os novos processos
de soldagem e suas vantagens.
2c. Soldagem de metais não
ferrosos:
• soldagem em alumínio;
• soldagem de magnésio;
• soldagem de titânio:
o equipamento de soldagem
2e. Corte de metais:
• características
2f. Método de brasagem:
• brasagem de metais:
o características;
o solda de prata
2g. Soldagem macia:
• soldagem macia:
o características;
o equipamentos;
o aplicação
2h. Soldagem por arco voltaico:
• soldagem por arco metálico;
• vantagens;
• soldagem de tungstênio a gás
inerte (TIG);
• soldagem a arco metálico com
gás inerte (MIG);
• soldagem a arco de plasma;
• técnicas e procedimentos de
soldagem a arco voltaico:
o equipamentos;
o métodos de formação do
arco
2i.
Soldagem
com
passe
múltiplo:
• técnicas de posicionamento de
soldagem;
• soldagem na posição chata ou
plana;
• solda de rebordo – Posição
plana;
• solda de ranhura (junta de
topo) – posição plana;
• soldas em filete – posição
plana;
• soldagem na posição sobrecabeça;
• soldas de rebordo – posição
vertical;
• soldas de ranhura (juntas de
topo) – posição sobre-cabeça;
• soldas de filete – posição
sobre-cabeça;
• soldagem na posição vertical;
• soldas de rebordo – posição
sobre-cabeça;
• soldas em ranhura (juntas de
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topo) – posição vertical;
• soldas em filete – posição
vertical;
2j. Soldagem de estruturas de
aço:
• partes de aço que não podem
ser soldadas;
• reparo de membros tubulares;
• reparo
através
de
luva
soldada;
• reparo por remendo soldado;
• reparo por luva parafusada;
• emenda de tubulações através
de luva interna;
• reparos em berços de motor;
• reparo de encaixes embutidos
na fuselagem;
• reparo de trem de pouso;
• reparos em tubos de asa ou
longarina da superfície de
cauda;
• montantes das asas e cauda
2k.
Novos
processos
de
soldagem:
• soldagem por ultra-som;
• soldagem por fricção;
• soldagem
por
bombardeamento
eletrônico
(electron beam);
• soldagem por laser
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C.4 – SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA OS EFEITOS DA CHUVA E DO GELO
E CONTRA O FOGO
Função: Planejamento e Controle
COMPETÊNCIAS
1. Analisar o desempenho de
cada componente dos sistemas
de eliminação do gelo das
aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Relatar os problemas
causados pela formação de gelo
em uma aeronave.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Sistemas de proteção contra
gelo:
• efeitos
do
gelo
no
desempenho da aeronave;
• prevenção contra a formação
de gelo
2. Identificar os componentes
dos
sistemas
elétricos,
hidráulicos
e
pneumáticos
limpadores de parabrisas.
2.1. Identificar o funcionamento
do degelador de operação
pneumática.
2.2. Identificar os componentes
de um sistema pneumático de
degelo.
2.3. Descrever o desempenho
de cada unidade do sistema.
2.4. Caracterizar os processos
de manutenção dos sistemas
pneumáticos de degelo.
2.5. Identificar os diferentes
processos térmicos de antigelo.
2.6. Identificar o tipo de
manutenção aplicada aos dutos
do sistema.
2.7. Descrever os cuidados para
a remoção de geada ou gelo do
avião.
2.8. Identificar as características
dos
sistemas
de
descongelamento do parabrisas.
2.9. Identificar os processos de
manutenção dos sistemas.
2.10. Reconhecer a importância
dos aquecedores de drenos em
voo.
2.11. Caracterizar a operação
dos sistemas limpadores dos
pára-brisas.
2.12. Identificar as operações de
ajuste de um sistema limpador
de parabrisas.
2.13. Identificar os trabalhos de
manutenção
dos
sistemas
pneumáticos de eliminação dos
efeitos da chuva.
2a. Sistemas pneumáticos de
degelo:
• construção
das
polainas
degeladoras;
• operação
do
sistema
pneumático de degelo;
• componentes do sistema de
degelo:
o bomba do ar girada pelo
motor;
o válvulas de segurança;
o separador de óleo;
o combinação de regulador,
válvula descarregadora e
separador de óleo;
o válvula de regulagem da
sucção;
o válvula
seletora
a
solenóide;
o controle
eletrônico
de
tempo
• manutenção
do
sistema
pneumático de degelo:
o checagens operacionais;
o ajustes;
o pesquisa de panes;
o inspeção;
o manutenção das polainas
de degelo
2b. Sistemas térmicos de
antigelo:
• características dos sistemas
térmicos de antigelo;
• antigelo usando aquecedores
a combustão;
• antigelo usando aquecedores
a gás de exaustão;
• antigelo usando ar de sangria
do motor
2c.
Dutos
do
sistema
pneumático:
• dutos do sistema pneumático:
o finalidade;
o tipo de manutenção
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2d. Degelo da aeronave no solo:
• remoção de geada;
• remoção de depósitos de neve
e gelo
2e. Sistemas de controle do gelo
do pára-brisas:
• sistema de descongelamento
de pára-brisas:
o funcionamento;
o manutenção;
o sistema
de
descongelamento
das
janelas;
o sistemas de degelo a álcool
nos para-brisas e no
carburador;
o antigelo do tubo de pitot
2f. Aquecedores de drenos:
• aquecedores de drenos:
o finalidade
2g. Sistemas de eliminação dos
efeitos da chuva:
• sistemas elétricos limpadores
de para-brisas;
• sistemas
hidráulicos
limpadores de para-brisas;
• sistema
pneumático
de
remoção de chuva;
• repelente de chuva do párabrisas;
• manutenção dos sistemas de
eliminação dos efeitos da
chuva:
o sistemas limpadores de
para-brisas;
o sistemas pneumáticos de
eliminação dos efeitos da
chuva
3. Distinguir os componentes
dos sistemas de detecção e de
extinção de fogo bem como os
tipos de agentes extintores.
3.1. Identificar os diversos
equipamentos
de
proteção
contra fogo.
3.2. Caracterizar cada um dos
sistemas detectores.
3.3. Enumerar os cuidados no
manuseio
durante
a
manutenção.
3.4. Distinguir o sistema de aviso
de
superaquecimento
do
sistema detector de fogo.
3.5. Identificar as três classes de
fogo.
3.6. Indicar as vantagens e
desvantagens de cada tipo de
agente extintor de fogo.
3.7. Identificar os componentes
dos sistemas de extinção de
fogo de motores de aeronaves.
3.8. Enumerar os cuidados a
3a. Sistemas de proteção contra
fogo:
• características dos sistemas
de proteção contra fogo;
• métodos de detecção de fogo:
o exigências de um sistema
de detecção de fogo
• sistemas de detecção de fogo:
o sistema
de
interruptor
térmico – detectores fenwal
spot;
o sistemas de par térmico;
o sistema detector de circuito
contínuo;
o sistemas de elementos
contínuos
• sistemas
de
aviso
de
superaquecimento:
o características
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serem
tomados
com
os
elementos sensores.
3.9. Descrever os procedimentos
de pesquisa de panes do
sistema detector de fogo.
3.10. Indicar os procedimentos
de
manutenção
a
serem
seguidos, de acordo com o
fabricante da aeronave.
3.11. Identificar os materiais
perigosos propensos a fontes de
incêndio.
3.12. Indicar os procedimentos a
serem adotados na proteção e
na prevenção de incêndios.
3.13. Identificar os componentes
dos sistemas detectores de
fumaça.
3.14.
Relatar
os
perigos
representados pela excessiva
concentração de fumaça.
• tipos de fogo:
o classificação das zonas de
fogo
• características dos agentes
extintores:
o agentes de hidrocarbono
halogenado;
o agentes de gás frio inerte
3b. Sistemas de extinção de
fogo:
• sistemas extintores de fogo, de
co2,
dos
motores
convencionais;
• sistema de proteção de fogo
de turbojato;
• sistema de extinção de fogo de
motores a turbina;
• proteção de fogo no solo dos
motores a turbina;
• práticas de manutenção dos
sistemas de detecção de fogo:
o inspeção dos elementos
sensores;
o teste
do
sistema
de
detecção de fogo
• pesquisa de panes do sistema
de detecção de fogo:
o procedimentos
• práticas de manutenção do
sistema extintor de fogo:
o checagem de pressão das
garrafas;
o cartuchos de descarga do
freon;
o reservatórios de freon;
o garrafas de dióxido de
carbono
3c. Proteção e prevenção contra
incêndios:
• procedimentos de proteção e
prevenção contra incêndio;
• interiores da cabine;
• tipos de extintores:
o extintores impróprios para a
cabine
3d. Sistemas detectores de
fumaça:
• características dos sistemas
detectores de fumaça:
o detectores de monóxido de
carbono;
o detectores fotoelétricos de
fumaça;
o detectores
visuais
de
fumaça
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C.5 – SISTEMAS HIDRÁULICOS E DE TRENS DE POUSO
Função: Estudos e Projetos de Sistemas
COMPETÊNCIAS
1. Identificar o tipo de óleo
adequado ao sistema hidráulico
da aeronave.
HABILIDADES
1.1. Descrever as características
de um fluido hidráulico.
1.2. Distinguir os tipos de fluido
hidráulico para aeronave.
1.3. Indicar os perigos que a
contaminação
do
fluido
hidráulico causa ao sistema.
1.4. Identificar as características
dos
filtros
dos
sistemas
hidráulicos.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Características do fluido
hidráulico:
• características
do
fluido
hidráulico:
o viscosidade;
o estabilidade química;
o ponto de ignição;
o ponto de fogo
1b. Tipos de fluidos hidráulicos:
• fluido hidráulico à base de
vegetal;
• fluido hidráulico à base de
mineral;
• fluido à base de éster fosfato;
• mistura de fluidos;
• compatibilidade
com
os
materiais da aeronave;
• efeitos na saúde causados
pelo manuseio do fluido
hidráulico;
• contaminação
do
fluido
hidráulico;
• verificação de contaminação;
• controle da contaminação
1c. Filtros:
• características dos filtros do
sistema hidráulico;
• filtros do tipo micrônico;
• manutenção dos filtros
2. Enunciar as características de
um sistema hidráulico e o
princípio de funcionamento dos
seus componentes.
2.1. Identificar os princípios de
funcionamento de um sistema
básico.
2.2.
Caracterizar
as
peculiaridades
de
um
reservatório
de
sistema
hidráulico.
2.3. Citar a finalidade das
bombas manuais de dupla ação.
2.4. Caracterizar os diferentes
tipos de bombas mecânicas do
sistema hidráulico.
2.5. Identificar o tipo de
operação de cada tipo de bomba
mecânica.
2.6. Relatar a finalidade da
seção fusível do dispositivo de
acoplamento
da
bomba
mecânica.
2.7. Descrever os tipos de
válvulas de regulagem da
pressão do sistema hidráulico e
2a. O sistema hidráulico básico:
• sistema operado por bomba
manual;
• sistema operado por bomba
mecânica (acionada por motor)
2b. Componentes de um sistema
hidráulico:
• reservatórios
de
sistema
hidráulico:
o características;
o componentes
do
reservatório
• bomba manual de dupla ação:
o operação
• bombas acionadas pelo motor:
o bomba de fluxo constante;
o bomba de fluxo variável –
mecanismo
de
bombeamento;
o bomba
do
tipo
engrenagem;
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o seu funcionamento.
2.8. Identificar a finalidade do
acumulador de pressão no
sistema.
2.9. Reconhecer o perigo
representado pela desmontagem
do acumulador de pressão.
2.10. Identificar a função da
válvula unidirecional no sistema.
2.11. Relatar a finalidade da
válvula de desconexão rápida.
2.12. Identificar a correta
instalação de uma válvula
seletora.
2.13. Indicar a diferença de
função dos tipos de cilindros de
atuação.
•
•
•
•
3. Descrever os procedimentos
de manutenção dos sistemas
hidráulicos e dos trens de pouso
das aeronaves.
3.1. Identificar as diferentes
disposições dos trens de pouso.
3.2. Identificar as operações de
abastecimento e sangria de
amortecedores.
3.3. Descrever os procedimentos
de alinhamento do mecanismo
de fixação e retração do trem.
3.4. Identificar as operações dos
sistemas de retração do trem de
pouso.
3.5. Caracterizar as operações
de extensão do trem em
emergência.
3.6. Identificar os componentes
dos sistemas de indicação e de
segurança do trem de pouso.
3.7. Identificar a operação do
sistema de direção da roda do
nariz.
3.8. Identificar os diversos tipos
de amortecedores de vibração.
3.9. Identificar os itens de
inspeção, serviços e ações de
manutenção.
3.10. Indicar as operações de
ajustagem e alinhamento das
travas do trem de pouso.
o bomba tipo rotor;
o bomba do tipo palheta;
o bomba do tipo pistão: tipo
angular; tipo ressalto
regulagem da pressão:
o válvulas de alívio de
pressão;
o reguladores de pressão;
o medidores de pressão
acumuladores:
o finalidade;
o acumuladores
do
tipo
diafragma;
o acumuladores
do
tipo
balão;
o acumuladores
do
tipo
pistão;
o manutenção
de
acumuladores
válvulas:
o válvulas unidirecionais: em
linha; tipo orifício;
o válvula para desconexão
rápida ou desconexão de
linha;
o válvulas seletoras
características;
o tipos: fechamento central e
carretel
cilindros
atuadores
–
características:
o tipos: ação única; ação
dupla
3a. Caracterização dos sistemas
de trens de pouso:
• disposição dos trens de pouso
• amortecedores:
o reabastecimento - sangria
de amortecedores
• alinhamento,
fixação
e
retração do trem:
o alinhamento;
o suporte;
o sistema
elétrico
de
retração;
o sistema
hidráulico
de
retração;
o operação do trem de pouso
das asas
• sistemas de extensão em
emergência:
o operação
• dispositivos de segurança do
trem de pouso:
o interruptores de segurança;
o travas de solo;
o indicadores do trem de
pouso;
o centralização da roda do
nariz
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• sistemas de direção da roda
do nariz:
o aeronaves leves;
o aeronaves pesadas;
o operação da direção da
roda do nariz;
o hastes de neutralização
(follow up);
• amortecedores de vibração:
o tipos: pistão e palheta;
o amortecedores de direção
3b. Manutenção dos sistemas de
trem de pouso:
• inspeção,
serviços
e
manutenção dos sistemas de
trem de pouso;
• ajustagem e alinhamento do
trem de pouso;
• folgas das portas do trem de
pouso;
• ajustes dos braços de arrasto
e dos braços laterais do trem
de pouso;
• checagem da retração do trem
de pouso
4. Descrever os procedimentos
de manutenção de conjunto de
freios, rodas, pneus e câmaras
de ar para aeronaves.
4.1. Identificar os diversos
componentes dos sistemas de
freio de aeronaves.
4.2. Caracterizar os vários tipos
de conjuntos de freio.
4.3. Descrever os procedimentos
de
sangria
durante
a
manutenção dos sistemas de
freio.
4.4. Identificar os tipos de rodas
utilizadas em aeronaves.
4.5. Descrever as características
de construção dos pneus de
aeronaves.
4.6. Identificar as operações de
manutenção de pneus.
4.7. Caracterizar os pontos
críticos de um pneu montado na
roda.
4.8. Identificar os locais de
possíveis danos em pneus antes
da montagem na roda.
4.9. Identificar as condições
operacionais de uma câmara de
ar.
4.10. Identificar os cuidados
necessários
durante
a
montagem de pneus com ou
sem câmara.
4.11. Caracterizar os processos
de
desmontagem
e
de
montagem de pneus com ou
sem câmaras.
4.12.
Distinguir
as
áreas
propensas
a
permitir
4a. Sistemas de freio:
• apresentação dos sistemas de
freio;
• sistemas
de
freio
independentes;
• sistemas de controle de freio
de força;
• válvula de controle de freio tipo
esfera;
• válvula de controle de freio tipo
carretel deslizante;
• cilindros redutores;
• sistemas
de
freio
com
aumento de força;
• freios de roda do nariz;
• conjuntos de freio:
o freios monodisco;
o freios de duplo disco;
o freios de múltiplos discos;
o freios de rotor segmentado;
o freios de câmara de
expansão
• inspeção e manutenção dos
sistemas
de
freio
–
apresentação:
o sangria dos freios por
gravidade;
o sangria dos freios por
pressão
4b.
Rodas
e
pneus
de
aeronaves:
• tipos de rodas: bipartidas, de
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vazamentos de ar em pneus
sem câmaras.
4.13. Indicar as condições que
contribuem para a perda de
pressão do ar na área do talão
do pneu.
4.14. Identificar os defeitos em
rodas de aeronaves.
4.15. Caracterizar as condições
ideais para a estocagem de
pneus e de câmaras de ar.
4.16. Identificar os tipos de
recauchutagem de pneus de
aeronaves.
4.17. Caracterizar os tipos de
reparos parciais permitidos.
4.18. Enunciar os cuidados
necessários na utilização e na
conservação de pneus.
4.19. Citar os defeitos na
câmara de ar que podem ser
reparados.
4.20. Descrever o processo de
inflação lateral de pneus.
4.21. Identificar os danos de um
pneu.
4.22. Identificar as funções
executadas pelo sistema de
antiderrapagem.
4.23. Citar a função dos
componentes do sistema.
•
•
•
•
•
•
•
•
flange removível e de flange
fixo;
rolamentos das rodas;
pneus de aeronaves:
o construção do pneu de
aeronaves;
o cuidados com os pneus de
aeronaves;
o montagens de conjuntos
duplos
manutenção de pneus de
aeronaves:
o pressão apropriada;
o nova montagem de pneu;
o esticamento do nylon;
o perda do ar por difusão nos
pneus sem câmara;
o fontes
de
dados
de
pressões;
o efeitos de baixa inflação;
o recomendações
sobre
carga;
o marcas de achatamento
nos pneus de nylon
inspeção do pneu montado na
roda:
o vazamentos ou danos na
válvula;
o banda
de
rodagem
danificada;
o danos nas laterais;
o quando
remover
para
recauchutagem
uso desigual:
o danos na roda
inspeção
do
pneu
desmontado:
o desmontagem periódica;
o investigando e reparando
os danos;
o condições laterais;
o danos no talão;
o saliências
–
cordonéis
quebrados;
o pneus sem câmara – área
do talão;
o bolhas no forro (liner);
o fusível térmico
inspeção da câmara de ar:
o tamanho adequado;
o haste da válvula;
o rugas;
o desgaste por atrito;
o afinamento;
o câmara de ar a base de
tecidos
montagem e desmontagem de
pneus:
o inspeção e instalação de
câmaras de ar;
o lubrificação;
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o balanceamento;
o segurança na calibragem;
o assentamento da câmara
no pneu
• segurança na desmontagem:
o cuidados no manuseio do
talão e das rodas;
o pneus sem câmara – rodas
bipartidas;
o pneus com câmara – rodas
com depressão central e
flange removível;
o pneus de roda de bequilha
de contorno liso;
o rodas
inteiriças
com
depressão central;
o rodas de base plana, flange
removível e com anel de
travamento
• causas da perda da pressão
do ar em pneus sem câmara:
o métodos de inspeção;
o temperatura do ar;
o ventilação dos pneus sem
câmara;
o período inicial de dilatação
• a roda:
o condições de roda porosa;
o vedação das superfícies;
o instalação incorreta de
vedadores (o rings);
o parafusos de união;
o orifícios na roda para a
válvula de pneus sem
câmara;
o instalação
do
fusível
térmico;
o prática para uma boa
indicação de pressão
4c. Estocagem e reparos de
pneus e câmaras de ar para
aeronaves:
• condições para estocagem de
pneus e câmaras de ar:
o localização;
o proteção contra a umidade
e ozônio;
o perigos dos combustíveis e
solventes;
o estocagem no escuro;
o suportes sugeridos para
pneus;
o estocagem de segurança
de câmaras de ar
• reparos de pneus e câmaras
de ar:
o recauchutagens de pneus
de aeronaves;
o pneus que podem ser
recauchutados. pneus não
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recauchutáveis;
o pneus reparáveis.
não reparáveis;
o reparos parciais
pneus
4d. Manuseio e operações com
pneus:
• cuidados na utilização e
conservação de pneus:
o taxiando,
freiando
e
girando;
o decolagem e pouso;
o condições da pista;
o hidroplanagem
4e. Reparos de câmaras de ar:
• reparos na câmara de ar:
o condições para reparos;
o tipos de válvulas
4f. Pneus com inflação lateral:
• inflação lateral dos pneus:
o instruções gerais
4g. Inspeção de pneu:
• inspeção de pneus:
o tipos de danos
4h. Sistema de antiderrapagem:
• controle
de
derrapagem
normal;
• gerador
do
controle
de
derrapagem;
• caixa
de
controle
de
derrapagem;
• válvulas de controle de
derrapagem;
• controle do piloto;
• controle de derrapagem de
roda travada;
• proteção no toque com a pista;
• proteção contra falhas
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Teórica
40
Prática
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C.6 – SISTEMAS PNEUMÁTICOS, DE PRESSURIZAÇÃO, DE AR CONDICIONADO
E DE OXIGÊNIO
Função: Estudos e Projetos de Sistemas
COMPETÊNCIAS
1. Expressar as características
dos sistemas pneumáticos, de
pressurização
e
de
ar
condicionado, bem como o
princípio de funcionamento de
seus componentes.
HABILIDADES
1.1. Distinguir os tipos de
sistemas pneumáticos utilizados
em aeronaves.
1.2. Identificar a função dos
componentes
do
sistema
pneumático.
1.3. Enunciar as características
de um sistema pneumático
típico.
1.4. Identificar os procedimentos
indicados pelo fabricante que
devem
ser
seguidos
na
manutenção
do
sistema
pneumático.
1.5. Descrever a composição da
atmosfera e os efeitos das
variações
da
pressão
e
temperatura.
1.6. Descrever a finalidade do
sistema de pressurização.
1.7. Identificar as funções do
sistema de pressurização.
1.8. Definir os termos usados na
operação
do
sistema
de
pressurização.
1.9. Identificar as fontes de
pressão de ar para a cabine de
uma aeronave equipada com
motor convencional.
1.10. Descrever o princípio de
funcionamento das válvulas de
controle da pressurização.
1.11. Identificar as unidades
controladoras
da
pressão
diferencial da cabine.
1.12. Identificar os vários tipos
de sistemas de aquecimento de
cabine.
1.13. Descrever o princípio de
funcionamento dos aquecedores
de cabine.
1.14. Identificar as operações de
manutenção dos sistemas de
aquecimento.
1.15. Descrever a operação dos
sistemas do tipo ciclo de ar de
refrigeração da cabine.
1.16. Identificar a operação dos
componentes dos sistemas de
refrigeração da cabine.
1.17. Identificar as unidades do
sistema eletrônico de controle da
temperatura da cabine.
1.18. Identificar as vantagens do
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Características dos sistemas
pneumáticos de aeronaves:
• sistema de alta pressão;
• sistema de média pressão;
• sistema de baixa pressão;
• componentes
do
sistema
pneumático:
o válvulas de alívio;
o válvula de corte;
o válvulas unidirecionais;
o restritores
–
restritor
variável;
o filtros;
o garrafa de ar;
o válvula de corte de freio;
o linhas ou tubulações
• sistema pneumático típico:
o componentes
• manutenção
do
sistema
pneumático:
o procedimentos
1b. Características dos sistemas
de pressurização:
• composição da atmosfera:
o pressão da atmosfera;
o temperatura e altitude
• pressurização:
o problemas
de
pressurização
• termos e definições;
• requisitos básicos;
• fontes de pressão de ar para a
cabine:
o compressor de cabine do
tipo deslocamento positivo;
o compressores centrífugos
de cabine;
o controle
de
supercarregador;
o instrumentos
do
supercarregador
• válvulas de pressurização:
o válvula de saída de fluxo;
o válvula
de
alívio
da
pressão;
o controle de pressurização
• sistema
de
controle
da
pressão da cabine:
o regulador da pressão da
cabine;
o válvula de segurança da
pressão de ar de cabine;
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sistema a Freon em relação aos
outros sistemas de refrigeração.
1.19. Identificar o tipo de Freon a
ser utilizado e seguir as
instruções do fabricante da
aeronave.
1.20. Identificar os principais
componentes de um sistema
típico a ciclo de vapor e sua
operação.
o distribuição de ar;
o dutos de ar;
o filtros
1c. Características dos sistemas
de ar condicionado:
• ventilação;
• sistema de aquecimento:
o aquecedor a combustão;
o painéis radiantes;
o aquecedores: elétricos e a
gás da exaustão
• sistemas de combustível do
aquecedor;
• sistema de ignição;
• sistemas de ar para a
combustão
e
para
a
ventilação;
• manutenção dos sistemas do
aquecedor a combustão:
o inspeção no sistema de
aquecimento;
o manutenção
dos
componentes
• sistemas de refrigeração:
o sistema de refrigeração do
tipo ciclo de ar;
o operação do sistema
• operação dos componentes do
sistema de ciclo de ar:
o trocador primário de calor;
o válvula de desvio do
trocador primário de calor;
o válvula de corte;
o válvula de desvio para
refrigeração;
o trocador secundário de
calor;
o unidade de refrigeração;
o separadores de água;
o válvula de ar de impacto
• sistema eletrônico de controle
da temperatura da cabine:
o unidade
sensora
de
temperatura da cabine;
o seletor de temperatura do
ar da cabine;
o regulador do controle de
temperatura do ar da
cabine;
o operação de um sistema
típico
1d. Sistema de ciclo de vapor a
Freon:
• características do sistema de
ciclo de vapor a freon;
• ciclo de refrigeração;
• componentes de um sistema a
freon:
o compressor;
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o condensador;
o reservatório;
o refriador secundário;
o filtro/secador;
o visor;
o válvula de expansão;
o evaporador
• descrição de um típico sistema
a ciclo de vapor:
o compressor da turbina de
ar;
o trocadores primários de
calor;
o unidades de refrigeração;
o aquecedores elétricos;
o válvulas de regulagem do
fluxo de ar
2. Indicar os procedimentos de
manutenção
dos
sistemas
pneumáticos, de pressurização e
de ar condicionado.
2.1. Indicar a sequência dos
itens de manutenção a ser
seguida, de acordo com as
instruções do fabricante.
2.2. Citar os cuidados durante o
reabastecimento
e
o
esvaziamento do sistema de
Freon.
2.3. Descrever as precauções
durante o teste de pressurização
da cabine.
2.4. Identificar os itens da
pesquisa
de
panes
de
pressurização.
2a. Manutenção dos sistemas de
pressurização e ar condicionado:
• sistema de pressurização e ar
condicionado:
o inspeções;
o reabastecimento;
o freon 12;
o conjunto de distribuição;
o limpando o sistema;
o esvaziamento do sistema;
o recarga;
o verificação do óleo do
compressor;
o verificações operacionais
da
pressurização
da
cabine;
o teste de pressão dinâmica
da cabine;
o pesquisa de panes na
pressurização da cabine;
o procedimentos
3. Indicar as características de
um sistema de oxigênio e os
procedimentos de manutenção
dos seus componentes.
3.1. Identificar as características
de um sistema de oxigênio.
3.2. Descrever os procedimentos
de utilização do equipamento
portátil.
3.3. Indicar as vantagens da
utilização do oxigênio em estado
sólido.
3.4. Citar os cuidados no
manuseio das tubulações e
conexões
no
sistema
de
oxigênio.
3.5. Identificar os tipos de
válvulas utilizadas em sistemas
de oxigênio e sua operação.
3.6. Identificar a função dos
reguladores da pressão do
oxigênio.
3.7. Identificar a operação dos
indicadores do sistema de
oxigênio.
3.8. Descrever os cuidados a
3a. Características dos sistemas
de oxigênio:
• características dos sistemas
de oxigênio;
• sistema de pressão por
demanda;
• equipamento
portátil
de
oxigênio;
• equipamento
de
proteção
contra fumaça;
• cilindros de oxigênio;
• sistema de oxigênio em estado
sólido:
o características do gerador
de oxigênio;
o oxigênio em estado sólido
contra estado gasoso sob
alta pressão
• tubulações do sistema de
oxigênio:
o identificação;
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as
o conexões do sistema de
oxigênio;
o linhas de reposição
• válvulas
do
sistema
de
oxigênio:
o válvula de abastecimento;
o válvulas unidirecionais;
o válvulas de corte;
o válvulas de alívio da
pressão
• reguladores:
o reguladores diluidores de
demanda;
o reguladores
de
fluxo
contínuo;
o indicadores do sistema de
oxigênio;
o indicadores de fluxo;
o indicadores de pressão;
o máscaras de oxigênio;
o características
de
fabricação e cuidados no
manuseio das máscaras
4.1. Identificar os procedimentos
de
segurança
durante
o
abastecimento do sistema de
oxigênio.
4.2. Descrever os processos de
limpeza e de purificação do
sistema.
4.3. Indicar as precauções
contra fogo a serem observadas
antes de qualquer trabalho no
sistema de oxigênio.
4.4. Identificar as normas de
segurança e instruções do
fabricante a serem seguidas
durante
os
serviços
de
manutenção dos sistemas de
oxigênio.
4a.
Abastecimento
e
manutenção do sistema de
oxigênio gasoso:
• procedimentos
de
abastecimento;
• segurança com o sistema de
oxigênio;
• transporte do oxigênio gasoso:
• teste de vazamento do sistema
de oxigênio gasoso:
• drenagem do sistema de
oxigênio:
• limpeza
do
sistema
de
oxigênio:
o produtos de limpeza para o
sistema de oxigênio
• purificação do sistema de
oxigênio:
• prevenção contra fogo e
explosão do oxigênio:
o procedimentos
• manutenção e inspeção do
sistema de oxigênio:
o procedimentos de acordo
com as instruções do
fabricante;
o medidas de precaução
serem
tomados
com
máscaras de oxigênio.
4. Identificar os equipamentos
portáteis de oxigênio e sua
utilização.
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
40
Total
80 Horas-aula
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C.7 – SISTEMAS ELÉTRICOS
Função: Estudos e Projetos de Sistemas
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os fatores que
influenciam na escolha do
material e da bitola de fios para
uma instalação elétrica de
aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Indicar os fatores que
influenciam na escolha da bitola
de um fio.
1.2. Identificar o tipo de material
a ser usado no fio condutor de
um determinado circuito elétrico.
1.3. Descrever os processos de
identificação de fios e cabos
condutores.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Fios e cabos condutores:
• fios condutores:
o bitola de fio;
o fatores que afetam a
seleção da bitola do fio;
o fatores que influenciam na
seleção
do
material
condutor;
o queda de voltagem nos fios
e nos cabos de uma
aeronave;
o instruções para usar o
gráfico de fios elétricos;
o isolamento do condutor;
o identificação de fios e
cabos
• instalação da fiação elétrica:
o grupos de fios e chicotes;
o fios trançados;
o emendas nos chicotes;
o frouxidão nos chicotes;
o raio de curvatura;
o instalação
e
encaminhamento;
o proteção contra fricção;
o proteção
contra
alta
temperatura;
o proteção contra solventes e
fluidos;
o proteção dos fios na área
do alojamento das rodas;
o precauções na instalação;
o instalação das braçadeiras
de cabos
• amarração e enlace de
chicotes:
o amarração com cordão
inteiriço;
o amarração com cordão
duplo;
o amarração de ramificações;
o enlace
• corte de fios e de cabos:
o procedimentos
• desencapamento de fios e
cabos:
o terminais e emendas sem
solda;
o terminais de fios de cobre;
o ferramentas
de
estampagem;
o terminais
de
fios
de
alumínio;
o emendas de fios de cobre
usando
emendas
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isoladas
• emendas de emergência:
o emenda com solda e
composto
condutor
antioxidante
• conexão de terminais a blocos
terminais:
o procedimentos
2. Interpretar os procedimentos
de manutenção dos sistemas de
iluminação de aeronaves.
3. Identificar os valores previstos
pelo fabricante da aeronave nas
substituições de dispositivos de
proteção de circuitos elétricos.
2.1. Indicar as condições
adequadas para instalação e
encaminhamento da fiação.
2.2. Identificar as medidas de
precaução a serem adotadas em
uma instalação elétrica de
aeronave.
2.3. Definir os termos utilizados
na instalação elétrica de uma
aeronave.
2.4. Identificar os procedimentos
corretos de corte de fios e
cabos.
2.5. Descrever as precauções a
serem
seguidas
no
desencapamento de fios e
cabos.
2.6. Expressar os procedimentos
de emendas em emergência.
2.7. Reconhecer a necessidade
da correta fixação dos terminais
de fios aos blocos terminais.
2.8. Enunciar os procedimentos
para uma perfeita ligação à
massa de todas as unidades.
2.9. Identificar as diferentes
classes de conectores usados
em sistemas elétricos.
2.10. Identificar os cuidados na
instalação de conduites.
2.11.
Reconhecer
os
procedimentos de manutenção
dos sistemas de iluminação de
aeronaves.
3.1. Relatar os limites de carga
elétrica suportada por um
circuito.
3.2.
Indicar
os
valores
especificados pelo fabricante na
utilização dos dispositivos de
proteção.
3.3. Identificar os circuitos
elétricos
do
sistema
de
iluminação.
3.4. Reconhecer a necessidade
da certificação dos valores das
lâmpadas a serem substituídas.
2a. Ligação à massa:
• ligação à massa:
o finalidade;
o procedimentos gerais para
ligação à massa;
o teste de ligações à massa
2b. Conectores:
• tipos de conectores;
• identificação de conectores;
• instalação de conectores
2c. Conduíte:
• finalidade dos conduites;
• fixação, furos de drenagem
2d. Inspeção e manutenção dos
sistemas de iluminação:
• procedimentos de inspeção e
manutenção
3a. Instalação de equipamento
elétrico:
• limites de carga elétrica;
• controle ou monitoramento de
carga elétrica
3b. Dispositivos de proteção de
circuitos:
• dispositivos de proteção:
o disjuntores ou fusíveis
• interruptores;
• relés
3c. Sistema de iluminação de
aeronaves:
• luzes externas:
o luzes de posição;
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o luzes de anticolisão
• luzes de pouso;
• luzes de táxi:
o luzes de inspeção das asas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
40
Total
60 Horas-aula
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C.8 – INSPEÇÃO DE AERONAVES E PROCEDIMENTOS DE PISTA
Função: Planejamento e Controle
COMPETÊNCIAS
1.
Analisar
as
condições
operacionais dos componentes
da aeronave e seus sistemas.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
da fuselagem e de seus
sistemas.
1.2. Descrever as condições
operacionais dos equipamentos
e acessórios das cabines.
1.3. Descrever as operações de
carga de baterias.
1.4.
Identificar
os
limites
permissíveis das rachaduras e
cortes nas rodas e pneus.
1.5. Descrever as operações de
regulagem dos conjuntos de
freios.
1.6. Reconhecer as condições
operacionais dos revestimentos
metálicos e de tela quanto a
defeitos, folgas ou deterioração.
1.7. Descrever as operações de
manutenção
preventiva
e
corretiva nos mecanismos de
comando das superfícies de
controle.
1.8. Reconhecer as condições
operacionais satisfatórias das
superfícies fixas e das móveis
de controle da aeronave.
1.9. Descrever os limites de
rachaduras
e
mossas
no
revestimento do motor e pás da
hélice.
1.10. Descrever os métodos de
detecção de defeitos em cabos,
fios metálicos e ligações.
1.11. Reconhecer os processos
de inspeção de cablagens e
conexões quanto ao estado,
fixação e defeitos evidentes.
1.12. Reconhecer as condições
de uso e o tempo de validade
dos
equipamentos
de
sobrevivência e de emergência.
1.13.
Citar
o
teste
de
funcionamento do sistema de
piloto automático.
1.14.
Descrever
o
preenchimento
da
documentação de manutenção
referente a aeronave com os
dados da inspeção efetuada.
1.15.
Reconhecer
os
procedimentos
corretos
no
preenchimento de etiquetas.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Inspeção na fuselagem:
• revestimentos,
quanto
a
deterioração, empenos, outras
evidências de falhas, bem
como fixações inseguras ou
defeituosas;
• componentes dos sistemas,
quanto à correta instalação, a
defeitos aparentes e operação
satisfatória;
• tanques de combustível e
acessórios, quanto ao estado
geral e quanto a vazamentos
1b. Inspeção nas cabines de
comando e de passageiros:
• cabines, quanto à limpeza, ao
estado geral e à fixação dos
equipamentos e acessórios:
o poltronas e cintos de
segurança,
quanto
à
validade dos testes de
resistência,
ao
esgarçamento
e
à
operação das ferragens;
o janelas
e
pára-brisas,
quanto a deterioração e
rachaduras;
o instrumentos, quanto às
marcações de limites e à
operação;
o controles de voo e dos
motores,
quanto
à
eficiência de operação;
o baterias,
quanto
à
instalação e à carga;
o sistemas da aeronave,
quanto a defeitos aparentes
e à correta instalação
1c. Inspeção no setor de trem de
pouso:
• componentes do trem de
pouso, quanto ao estado e à
segurança de fixação;
• amortecedores,
quanto
a
vazamentos, nível de óleo e
pressão;
• hastes,
articulações
e
suportes, quanto ao desgaste
excessivo, à fadiga do material
e a deformações;
• mecanismo de retração e de
distensão, quanto à operação
correta;
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• unidades e tubulações do
sistema hidráulico, quanto a
vazamentos;
• unidades do sistema elétrico,
quanto ao desgaste e à
operação
correta
dos
interruptores;
• rodas e pneus, quanto a
rachaduras nas rodas e estado
dos rolamentos; quanto a
cortes e desgastes dos pneus;
quanto ao ajuste correto e à
operação de freios
1d. Inspeção no setor das asas
e na seção central:
• componentes do setor, quanto
ao estado e à segurança de
fixação;
• revestimento
(tela
ou
metálico),
quanto
à
deterioração, a empenos, a
outras evidências de falhas,
bem
como
a
fixações
inseguras ou defeituosas;
• estrutura interna (longarinas,
nervuras e outros elementos),
quanto a rachaduras, empenos
e fixação;
• superfícies móveis, quanto a
avarias ou defeitos evidentes,
fixação
imperfeita
dos
revestimentos e amplitude
correta:
o mecanismo de controle,
quanto a liberdade de
movimento, alinhamento e
fixação;
o cabos de comando, quanto
a esgarçamento, desgaste,
passagem adequada pelas
guias e polias e quanto à
tensão correta
1e. Inspeção no setor da
empenagem:
• superfícies fixas, quanto a
avarias e defeitos evidentes e
fixação adequada;
• superfícies móveis de controle,
quanto a avarias ou defeitos
evidentes, fixação adequada,
entelagem frouxa ou chapa de
revestimento empenado;
• revestimento da empenagem,
quanto a desgastes, rasgos,
deterioração ou deformação
1f. Inspeção no setor do motor e
da hélice:
• seção do motor, quanto a
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evidência de vazamento de
óleo, combustível ou fluido
hidráulico e o motivo de tais
vazamentos;
• escapamento do motor, quanto
a rachaduras, defeitos e
correta fixação:
o carenagens
do
motor,
quanto
a
rachaduras,
defeitos
e
correta
instalação;
o setor da hélice, quanto a
rachaduras,
mossas,
empenos e vazamento e
óleo
1g. Inspeção no setor de
comunicação e navegação:
• equipamentos
rádio
e
eletrônico, quanto a instalação
correta e fixação adequada:
o fiação e cablagens, quanto
a
disposição
correta,
fixação
adequada
e
defeitos evidentes;
o ligação à mossa e à
blindagem
quanto
a
condições e instalação
correta;
o antenas, quanto ao estado,
fixação
adequada
e
ligações corretas
1h. Inspeção nos equipamentos
diversos:
• equipamentos de emergência
e primeiros socorros, quanto
ao
estado
geral
e
à
armazenagem correta;
• pára-quedas, salva-vidas e
dispositivos de sinalização,
quanto ao estado geral, ao
tempo de validade e à
armazenagem de acordo com
as
recomendações
dos
fabricantes
1i. Inspeção no sistema de piloto
automático:
• unidades do sistema piloto
automático, quanto ao estado
geral, à fixação adequada e ao
funcionamento correto
1j. Documentação da aeronave:
• preenchimento da ficha de
inspeção;
• lançamento da execução da
inspeção no histórico (log
book, cadernetas e fichas) da
aeronave:
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o lançamento,
quando
aplicável, das substituições
efetuadas, anotando os
números de série e as
horas de funcionamento
dos equipamentos;
o colocação das etiquetas
adequadas
nos
equipamentos
retirados,
anotando o número de
série
e
horas
de
funcionamento, bem como
o motivo da retirada
2. Descrever os procedimentos
de inspeção em peças de
aeronave pelos processos de
partículas
magnéticas,
por
líquidos
penetrantes,
por
radiografia, por ultra-som e pelo
teste de Eddy Current.
2.1. Citar os procedimentos de
inspeção utilizando os processos
por
partículas
magnética,
líquidos penetrantes, radiografia,
ultra-som e Eddy Current.
2. Inspeção das partes da
aeronave quanto a rachaduras,
trincas etc:
• inspeção
por
partículas
magnéticas:
o inspeção
por
líquidos
penetrantes;
o inspeção por radiografia;
o inspeção por ultrassom;
o inspeção pelo processo
eddy current
3. Analisar os procedimentos de
partida
de
motores
convencionais e a reação.
3.1.
Reconhecer
os
procedimentos de partida de
motores convencionais e a
reação.
3.2. Citar as medidas de
segurança contra fogo.
3.3. Descrever os procedimentos
de inspeção de pré-voo.
3.4. Citar o equipamento de
apoio adequado a cada tipo de
operação.
3a. Manuseios de solo:
• procedimentos;
• partida
nos
motores
convencionais:
o partida manual;
o extinção de fogo no motor
• partida nos motores turboélice:
o procedimentos anteriores à
partida;
o procedimentos de partida
• partida nos motores turbojato:
o operação de pré-voo;
o procedimentos de partida
3b. Equipamentos de apoio:
• unidades de força elétrica;
• unidades de força hidráulica;
• unidades de ar condicionado e
de aquecimento;
• equipamento
de
prélubrificação
4. Citar os procedimentos de
abastecimento e ancoragem de
aeronaves.
4.1. Reconhecer os tipos de
incêndios e os meios de
extinção.
4.2. Descrever os agentes
extintores aplicáveis de acordo
com a tabela de toxidade.
4.3. Indicar as marcas de
adequabilidade do extintor para
cada classe de fogo.
4.4. Descrever os procedimentos
anteriores ao levantamento da
aeronave.
4.5. Citar os procedimentos
4a. Equipamentos contra fogo:
• tipos de incêndio;
• extinção de incêndio;
• tipos de extintor versus agente
extintor;
• verificação
periódica
dos
extintores de incêndio;
• agentes extintores;
• marcas recomendadas para
indicar a aplicabilidade do
extintor;
• extintores para aeronaves:
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indicados para o levantamento e
o abaixamento da aeronave.
4.6. Descrever os procedimentos
de segurança durante os
reabastecimentos
de
combustível.
4.7. Descrever os procedimentos
de precaução exigidos durante o
reabastecimento de óleo.
4.8. Descrever os procedimentos
de
precaução
durante
o
reabastecimento do sistema de
oxigênio.
o extintores portáteis;
o extintores de solo do tipo
manual
4b.
Levantamento
e
abaixamento da aeronave pelos
macacos:
• procedimentos anteriores;
• levantamento da aeronave
completa;
• levantamento apenas de uma
das rodas da aeronave;
• abaixamento
4c.
Abastecimento
de
combustível nas aeronaves:
• procedimentos
de
abastecimento de combustível;
• deveres da equipe durante o
reabastecimento
• operações
de
reabastecimento:
o reabastecimento
por
pressão
4d. Abastecimento de óleo nas
aeronaves:
• procedimentos
de
abastecimento de óleo;
• operações de reabastecimento
4e. Abastecimento de sistemas
de oxigênio:
• procedimentos
de
abastecimento do sistema de
oxigênio;
• os perigos do oxigênio –
precauções
5. Descrever a sinalização
padronizada
durante
as
operações de táxi de aeronaves.
5.1.
Reconhecer
os
procedimentos de ancoragem
com equipamento adequado à
aeronave.
5.2. Descrever as normas de
segurança de com helicópteros.
5.3. Citar as normas de
segurança referentes a reboque
de aeronaves.
5a. Ancoragem de aeronaves:
• procedimento
normal
de
ancoragem;
• pontos para amarração;
• cabo de ancoragem;
• cordas de amarração;
• correntes de amarração;
• ancoragem
de
aeronaves
leves;
• segurança
de
aeronaves
pesadas;
• ancoragem de aeronaves em
condições de tempestade;
• segurança
de
aeronaves
multimotoras;
• segurança de helicópteros;
• segurança de hidroavião e de
aeronaves com esqui
5b. Movimentação da aeronave:
• reboque de aeronaves;
• sinais de táxi;
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• taxiando a aeronave
6. Analisar as normas de
segurança
relativas
aos
trabalhos de manutenção.
6.1. Reconhecer os limites de
circulação em pistas e hangares.
6.2. Citar os procedimentos de
segurança
relativos
aos
trabalhos de manutenção.
6.3. Reconhecer as operações
de retirada de neve e de gelo de
uma aeronave.
6a. Segurança na manutenção:
• faixas de segurança;
• fios de força;
• sistema de ar comprimido;
• poças de óleo ou de graxa;
• montagem de pneus de
aeronaves;
• soldagem
6b. Operações em condições de
neve ou gelo:
• procedimento de retirada de
neve ou de gelo de uma
aeronave
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
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Continuação do Módulo Célula e início do Módulo Grupo Motopropulsor I – Motor
Convencional
C.9 – ESTRUTURAS DE AERONAVES E SISTEMAS DE CONTROLE DE VOO
Função: Planejamento e Controle
COMPETÊNCIAS
1. Definir os tipos de construção
da estrutura das aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Descrever os esforços
estruturais sofridos pelo avião
em voo.
1.2. Identificar os tipos de
construção de fuselagens.
1.3. Identificar o sistema de
numeração das estações da
fuselagem.
1.4. Indicar os tipos de asas e
sua estrutura.
1.5. Citar a finalidade dos
componentes dos casulos.
1.6. Identificar cada componente
da empenagem e suas funções.
1.7. Caracterizar as diferenças
estruturais dos helicópteros em
relação ao avião.
1.8. Identificar o revestimento
como composição da estrutura.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Estruturas de avião:
• aeronave de asa fixa –
principais estresses estruturais
• fuselagem:
o tipo treliça;
o tipo monocoque;
o tipo semi-monocoque;
o sistema de numeração da
localização das estações
da fuselagem
• asas:
o configuração de asas;
o longarinas de asa;
o nervuras de asa
• naceles ou casulos:
o componentes;
o carenagens
• empenagem:
o componentes
1b. Estruturas de helicópteros:
• componentes de helicópteros:
o características
1c. Revestimento e carenagens:
• características:
o portas e janelas de acesso
e inspeção
2.
Identificar
os
esforços
estruturais
sofridos
pelas
aeronaves em voo.
2.1. Descrever os efeitos das
superfícies de controle de voo
no deslocamento do avião.
2.2. Identificar os tipos de trem
de pouso.
2a. Superfícies de controle de
voo:
• superfícies primárias:
o ailerons
• superfícies auxiliares:
o das asas;
o compensadores
2b. Trem de pouso:
• tipos de trem de pouso;
• características
3. Identificar a função e o
mecanismo de acionamento das
superfícies de comando.
3.1. Identificar os mecanismos
transmissores de movimento às
superfícies de comando.
3.2. Indicar a vantagem da
operação
hidráulica
dos
comandos.
3. Componentes dos sistemas:
• ferragem do sistema de
controle de voo e mecanismos
de comando:
o conjunto de cabos;
o esticadores;
o conectores de cabos
• sistemas de controle operados
hidraulicamente:
o operação;
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o controle manual;
o trava de comandos
4. Distinguir os equipamentos e
os procedimentos de ajuste de
aeronaves.
4.1. Identificar os cuidados a
serem tomados com os pontos
de ligação e articulação dos
comandos mecânicos.
4.2. Descrever os processos de
amortecimento e de travamento
dos comandos.
4.3.
Caracterizar
os
instrumentos de medição da
tensão dos cabos e os de
medição de amplitude das
superfícies de comando.
4.4. Indicar os limites dos
ângulos
e
das
distâncias
permitidos pelos manuais dos
fabricantes.
4.5. Enunciar a sequência das
operações de ajuste e das
verificações posteriores.
4.6. Interpretar as anotações de
verificação da trajetória das pás.
4a. Sistemas de comandos
mecânicos:
• guias dos cabos;
• ligações mecânicas;
• tubos de torque;
• batentes
4b. Amortecedores de superfície
de controle e de travamento:
• equipamento para travamento
interno;
• amortecedores de superfície
de controle;
• travas externas das superfícies
de controle;
• reguladores de controle
4c. Ajustes de um avião:
• procedimentos de ajuste:
o medição da tensão de
cabos de comando;
o medição da amplitude das
superfícies de comando;
o gabaritos e moldes;
o réguas
• verificação do ajuste:
o alinhamento estrutural;
o inspeção do ângulo de
diedro;
o inspeção do ângulo de
incidência;
o inspeção da superfície
vertical;
o inspeção do alinhamento
dos motores;
o inspeção da simetria da
aeronave
• ajuste das superfícies de
comando:
o sequência de operações
4d. Ajustes de um helicóptero:
• sequência de operações;
• trajetória da pá
5. Identificar os processos de
balanceamento das superfícies
de comando de voo.
5.1. Reconhecer a necessidade
do
balanceamento
das
superfícies de controle.
5.2. Identificar os métodos de
balanceamento
ou
de
rebalanceamento após reparos
nas superfícies de comando.
5. Princípios de balanceamento
ou de rebalanceamento:
• condições de equilíbrio;
• rebalanceamento
de
superfícies móveis;
• balanceamento estático;
• balanceamento dinâmico;
• procedimentos
para
rebalanceamento após reparos
nas superfícies:
o requisitos;
o métodos
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Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
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C.10 – SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO, NAVEGAÇÃO E INSTRUMENTOS
Função: Estudos dos Sistemas de Comunicação e Navegação
COMPETÊNCIAS
1. Identificar a função dos
componentes dos sistemas de
comunicação e navegação e sua
localização na aeronave.
HABILIDADES
1.1. Identificar a função do
equipamento de recepção e de
transmissão.
1.2. Identificar os componentes
de um sistema de comunicação.
1.3. Identificar os equipamentos
de comunicação de aeronaves.
1.4. Identificar os equipamentos
de navegação e sua localização
na aeronave.
1.5. Reconhecer a finalidade de
cada equipamento.
1.6. Reconhecer a importância
do ELT e da sua localização na
aeronave.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Princípios básicos do rádio:
• equipamento de recepção e
transmissão:
o princípios
de
funcionamento;
o faixas de frequência
1b. Componentes básicos dos
equipamentos de rádio:
• sistema de comunicação:
o transmissores;
o receptores;
o antenas;
o microfones;
o fontes de alimentação
1c. Sistemas de comunicação:
• equipamentos
de
comunicação:
o comunicações vhf;
o comunicações hf
1d. Equipamentos de navegação
de bordo:
• sistema de navegação vhf
(vor);
• sistema
de
pouso
por
instrumentos (ils):
o feixes balizadores (marker
beacon)
• equipamento de detecção da
distância (dme);
• detector automático da direção
(adf);
• sistema atc (air traffic control);
• sistema
de
navegação
Doppler;
• sistema de navegação inercial;
• sistema
de
radar
meteorológico;
• sistema rádio-altímetro
1e.
Transmissor
localizador
(ELT):
• operação
do
transmissor
localizador;
• localização na aeronave
2. Descrever as condições de
instalação dos equipamentos e
os
procedimentos
de
manutenção
previstos
pelo
fabricante da aeronave.
2.1. Identificar as condições de
instalação dos equipamentos
quanto à segurança.
2.2. Interpretar as instruções de
manutenção dos manuais dos
fabricantes.
2a. Instalação de equipamentos
de
comunicação
e
de
navegação:
• características;
• arrefecimento e umidade;
• isolamento da vibração;
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• redução da radiointerferência;
• descarregadores de estática;
• instalação de antenas na
aeronave:
o linhas de transmissão
2b. Rotina de manutenção do
equipamento rádio:
• procedimentos de manutenção
3. Indicar as condições de
instalação dos instrumentos, a
fonte de alimentação de cada
um, sua finalidade na aeronave,
os princípios de funcionamento e
os
procedimentos
de
manutenção.
3.1 Identificar os tipos de
instrumentos de uma aeronave.
3.2. Identificar os componentes
básicos de um instrumento.
3.3. Descrever o sistema de
fixação dos instrumentos no
painel.
3.4. Identificar os serviços que
devem ser executados pelos
mecânicos.
3.5. Descrever o princípio de
funcionamento dos manômetros.
3.6. Identificar o funcionamento
dos instrumentos indicadores
das condições de operação do
motor.
3.7. Enunciar os componentes
de um sistema Pitot.
3.8. Identificar o princípio de
funcionamento dos instrumentos
ligados ao sistema Pitot.
3.9. Descrever os procedimentos
de manutenção de um sistema
Pitot.
3.10. Identificar o princípio de
funcionamento dos indicadores
de curva e inclinação.
3.11. Caracterizar os tipos de
sistemas de indicação “Sincro”.
3.12. Identificar os componentes
de um sistema indicador do tipo
capacitor e sua operação.
3.13. Identificar o princípio de
operação do indicador de ângulo
de ataque.
3.14. Reconhecer os sistemas
de indicação da rotação do
motor.
3.15. Descrever o princípio de
funcionamento
de
um
sincroscópio.
3.16. Distinguir os diversos tipos
de sistemas de indicação de
temperatura.
3.17. Indicar as características
de um sistema indicador de
fluxo.
3.18. Identificar as fontes de
força utilizadas na operação de
instrumentos giroscópicos.
3.19. Caracterizar os tipos de
sistemas de sucção para
3a.
Características
instrumentos:
• princípios
básicos
instrumentos;
• caixas de instrumento;
• mostradores;
• marcações de limites;
• painéis de instrumentos;
• características;
• reparo dos instrumentos:
o procedimentos
dos
dos
3b. Indicadores de pressão:
• manômetros;
• instrumentos dos motores;
• indicadores
de
pressão
hidráulica;
• indicadores de pressão do
sistema de degelo;
• indicadores de pressão do tipo
diafragma;
• indicadores de sucção;
• indicadores da pressão de
admissão
3c. Sistema pitot:
• funcionamento do sistema
pitot
• altímetros:
o erros de altímetros
• indicadores de razão de
subida (climb);
• indicador
de
velocidade
aerodinâmica;
• indicador de número mach;
• indicadores combinados de
velocímetro/ maquímetro;
• manutenção do sistema pitot:
o procedimentos;
o teste quanto a vazamentos
no sistema pitot
3d. Indicadores de curva e
inclinação:
• indicadores
de
curva
e
inclinação:
o características. operação;
o práticas de manutenção
para os indicadores de
curva
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operação de giroscópios.
3.20.
Identificar
os
procedimentos de manutenção
dos sistemas de sucção.
3.21. Descrever o princípio de
funcionamento do indicador
elétrico de atitude.
3.22. Identificar o processo de
funcionamento de uma bússola.
3.23.
Identificar
os
procedimentos de compensação
de bússolas.
3.24. Descrever a operação dos
componentes básicos de um
sistema de piloto automático.
3.25.
Identificar
os
procedimentos de manutenção
do sistema de piloto automático.
3.26.
Identificar
as
características
do
sistema
anunciador de alarme.
3.27. Identificar as condições
típicas de funcionamento do
sistema de alerta auditivo.
3e. Sistema de indicação remota
tipo “Sincro”:
• características do sistema de
indicação;
• sistema selsyn de c.c.;
• sistema magnesyn;
• indicações remotas de pressão
de óleo e de combustível
3f.
Sistema
indicador
de
quantidade de combustível tipo
capacitor:
• características do sistema de
indicação a capacitor;
• operação
3g. Sistemas de indicação do
ângulo de ataque:
• características do indicador de
ângulo de ataque;
• operação
3h.
Indicador
de
RPM
(tacômetro):
• indicador de RPM:
o sistema
indicador
mecânico;
o sistema indicador elétrico;
o manutenção
dos
tacômetros
3i. Sincroscópio:
• características
sincroscópio;
• operação
do
3j. Indicadores de temperatura:
• indicadores de temperatura:
o termômetro de resistência
elétrica;
o indicadores de temperatura
do tipo bimetálico;
o sistemas de indicação de
temperatura dos gases;
o termômetro de resistência
de razão elétrica
3k. Sistema medidor de fluxo de
combustível:
• característica
do
sistema
indicador de fluxo;
• operação
3l. Instrumentos giroscópicos:
• características
dos
instrumentos giroscópicos;
• fontes de força para operação
do giroscópio:
o sistema de vácuo;
o sistema de tubo venturi
• bomba de vácuo movida pelo
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motor;
• sistema típico de sucção
produzida por bomba;
• sucção:
o operação de um sistema
típico de sucção
• giroscópios
operados
por
pressão;
• práticas de manutenção de um
sistema de sucção
3m. Indicador elétrico de atitude:
• características do indicador
elétrico de atitude;
• operação
3n.
Compasso
magnético
(bússola):
• características do compasso
magnético;
• operação
3o.
Sistema
de
piloto
automático:
• características do sistema de
piloto automático;
• princípio de operação
• componentes básicos de um
piloto automático:
o elementos de comando;
o elementos sensíveis;
o elementos de informação;
o elementos de atuação
• sistema diretor de voo;
• manutenção do sistema de
piloto automático
3p. Sistema anunciador de
alarme:
• características do sistema
anunciador de alarme
3q. Sistema de alerta auditivo:
• características do sistema de
alerta auditivo
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
40
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100 Horas-aula
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MÓDULO CÉLULA – Oficinas
PRÁTICA DE OFICINA
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Adotar, durante os trabalhos
na oficina, as normas de
segurança e os procedimentos
adequados
em
caso
de
acidentes.
HABILIDADES
1.1. Descrever as normas de
segurança
adotadas
nas
oficinas.
1.2. Relacionar os tipos de
incêndio aos agentes extintores.
1.3.
Reconhecer
os
procedimentos
a
serem
adotados no caso de incêndios e
de acidentes.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Normas e procedimentos:
• normas de segurança em
relação
a
ferramentas
manuais,
máquinas,
equipamentos
elétricos
e
pneumáticos em torno da
aeronave:
o relativas à eletricidade, alta
voltagem,
circuitos
energizados,
baterias,
retificadores e manuseio da
fiação
• segurança contra fogo:
o identificação dos extintores;
o classificação dos incêndios;
o operação dos extintores
• segurança pessoal e primeiros
socorros:
o proteção dos olhos;
o elementos
químicos
perigosos;
o efeitos
dos
choques,
intensidade, tratamento;
o respiração artificial;
o tratamento de queimaduras
e feridas
2. Utilizar, com correção, as
ferramentas manuais comuns,
as de corte e as de medição.
2.1.
Efetuar
tarefas
com
ferramentas manuais comuns e
de corte.
2.2. Efetuar medições com
instrumentos comuns e de
precisão.
2. Ajustagem de peças na
bancada:
• tarefas de ajustagem com
ferramentas manuais:
o corte e trabalho de lima exercícios de corte com
serra de mão. Limagem,
Furação.
Afiação
de
brocas. Corte de roscas
com tarraxa e cossinetes.
Raspagem
• medição com instrumentos
comuns e de precisão:
o uso de régua metálica e
compasso de ponta-seca.
Paquímetro.
Calibres.
Micrômetros.
Mesa
de
nivelar
3. Realizar curvaturas, flanges e
frisos em tubos rígidos e fixar
conexões em tubos flexíveis.
3.1. Identificar os processos de
fixação de terminais em cabos
de comando e de detecção de
defeitos.
3.2. Executar frenagens com
arames.
3. Arames e cabos metálicos:
• inspeção de arames e cabos
usados em aviação, quanto a
defeitos;
• efetuar diversos tipos de
frenagens com arames;
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4. Reconhecer os tipos de
corrosão e os procedimentos
para sua remoção e sua
prevenção.
3.3. Descrever os procedimentos
de curvatura, flageamento e
frisamento de tubos.
3.4. Identificar os processos de
instalação de conexões em
tubos rígidos e em flexíveis.
• curvatura de tubos com e sem
tratamento
térmico,
tubos
flangeados, tubos frisados e
conexões
e
uniões
em
tubulação dos sistemas de
combustível, lubrificante e
hidráulico
4.1. Caracterizar corrosão e os
métodos de remoção e de
preservação
durante
a
manutenção das aeronaves.
4. Corrosão:
• natureza
e
causas
da
corrosão, tipos, remoção, tipos
de proteção, métodos de
aplicação
do
elemento
protetor. Proteção contra a
corrosão durante a construção
e
a
manutenção
das
aeronaves
e
de
seus
componentes
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
20
Total
20 Horas-aula
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OFICINA DE MONTAGEM E ALINHAMENTO
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Adotar os procedimentos de
inspeção e reparo de aeronaves
com revestimento metálico e de
tecido.
HABILIDADES
1.1. Efetuar os procedimentos
de reparos em estruturas e
revestimentos
metálicos
de
aviões pressurizados ou não.
1.2. Remover corrosão de
componentes de aviões.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Reparo dos componentes:
• reparos em estruturas e
revestimentos
metálicos;
reparos em revestimentos
selados
de
aviões
pressurizados;
• remoção de corrosão dos
componentes do avião e
tratamento de prevenção da
corrosão;
• reparos em superfícies de
comando com revestimento
metálico e de tecido
2. Identificar os equipamentos e
os procedimentos de verificação
do alinhamento estrutural e da
simetria de aeronave.
2.1. Identificar os procedimentos
de verificação do alinhamento
estrutural e a simetria de aviões.
2. Alinhamento:
• verificação do alinhamento do
avião de acordo com o manual
do fabricante:
o alinhamento
estrutural:
ângulos de diedro e de
incidência, estabilizadores,
motores e simetria do avião
3. Adotar os procedimentos de
reparos, remoção de corrosão e
tratamento de prevenção da
corrosão.
3.1. Efetuar a limpeza da
aeronave utilizando os produtos
recomendados pelo fabricante.
3.2. Descrever as operações de
pintura e acabamento em
aeronaves.
3.3. Inspecionar, quanto a danos
e desgaste, os componentes do
conjunto
motor-transmissãorotor e demais componentes da
fuselagem, efetuando os reparos
necessários.
3.4. Utilizar os processos de
remoção da corrosão.
3a. Acabamento e pintura de
aviões e helicópteros:
• limpeza da aeronave;
• mascaramento e pintura de
partes da aeronave;
• polimento de plásticos e
pequenos
reparos
em
superfícies transparentes
3b.
Desmontagem
de
helicópteros:
• remoção dos componentes da
fuselagem: motor, cone de
cauda, portas, estabilizadores,
trem de pouso, rotores e
conjunto
motor-transmissorrotor:
o inspeção dos componentes
da fuselagem quanto a
deformação, corrosão e
desgaste
3c. Reparos:
• reparos
em
estruturas,
revestimentos e superfícies de
acrílico:
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o remoção de corrosão dos
componentes e tratamento
de prevenção da corrosão
4. Descrever os procedimentos
de pesagem de aeronaves e de
balanceamento com remoção ou
instalação de lastros.
4.1. Identificar as condições de
operação dos componentes.
4.2. Executar os procedimentos
de ajustagem dos comandos das
superfícies de voo.
4.3. Descrever os processos de
pesagem e do balanceamento
de aviões.
4.4. Inspecionar os comandos
de voo quanto ao sincronismo.
4.5. Efetuar teste de motor,
ajustagem e pesquisa de panes.
4.6.
Efetuar
pesagem
e
balanceamento do helicóptero.
4a. Comandos de voo:
• verificação das condições de
operação de roldanas, guias e
conectores
de
cabos,
esticadores,
ligações
e
articulações
mecânicas,
batentes;
• travamento dos comandos e
das superfícies de comando
na posição neutra; ajuste de
tensão dos cabos; regulagem
das
hastes
e
batentes;
verificação da amplitude e da
sincronização de movimentos
das superfícies de comando;
• rebalanceamento
das
superfícies
que
sofreram
reparos
4b. Pesagem e balanceamento:
• pesagem e balanceamento do
avião:
o colocação ou remoção de
lastro
4c. Comandos de voo:
• comandos de voo: inspeção e
manutenção e sincronismo dos
comandos
4d. Testagem:
• partida do motor, testes e
ajustagens:
o pesquisas de panes de
motor e sistemas
4e. Pesagem e balanceamento:
• pesagem e balanceamento e
colocação e remoção de
lastros
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
20
Total
20 Horas-aula
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OFICINA DE SISTEMAS HIDRÁULICOS
Função:Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Remover componentes do
sistema hidráulico de aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Identificar os tipos e as
características
dos
fluidos
hidráulicos.
1.2. Identificar os tipos de
sistemas hidráulicos e os
equipamentos de teste.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Fluidos hidráulicos:
• fluidos hidráulicos:
o problemas
armazenagem
e
contaminação;
o cuidados no manuseio
de
de
1b. Circuitos hidráulicos básicos:
• tipos de sistemas e operação;
• equipamentos de teste, tipo de
bancada ou tipo portátil e
fontes de acionamento
2. Descrever as operações de
desmontagem,
revisão,
montagem e instalação, de
acordo com as determinações
dos
fabricantes
dos
componentes e da aeronave.
2.1. Descrever os procedimentos
previstos pelos fabricantes para
a remoção e a manutenção das
unidades
dos
sistemas
hidráulicos.
2.2. Descrever os procedimentos
previstos pelos fabricantes para
instalação e inspeção das
unidades
dos
sistemas
hidráulicos.
2. Manutenção das unidades de
sistemas hidráulicos:
• remoção,
desmontagem,
revisão e montagem das
unidades do sistema hidráulico
seguindo as determinações
dos fabricantes:
o reservatórios; bombas de
força; bombas manuais;
filtros; válvulas de corte,
desconectoras,
unidirecionais, de alívio,
seletoras,
lançadeiras;
restritores;
manômetros;
acumuladores
e
reguladores de pressão;
cilindros
atuadores;
motores
hidráulicos;
fusíveis
hidráulicos;
interruptores de pressão;
tubulações e conexões;
o pernas
de
força;
amortecedores; mecanismo
de recolhimento e de
extensão normal e em
emergência; sistema da
roda do nariz ou bequilha;
o rodas: rolamentos, pneus e
câmaras de ar;
o conjuntos
de
freio
e
unidades hidráulicas do
sistema antiderrapante;
o sistema de direção da roda
do nariz;
o sistemas de flapes e de
spoilers;
o sistemas hidráulicos de
acionamento
das
superfícies de comando:
ailerons, profundores e
leme de direção;
o sistema hidráulico limpador
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de parabrisas;
o sistema
de
piloto
automático
• instalação e inspeção das
unidades
seguindo
as
determinações
dos
fabricantes:
o verificação
de
folgas;
alinhamentos; regulagens;
sangrias e pressões;
o teste de recolhimento e de
extensão do trem de pouso;
o pesquisa e eliminação de
panes
do
sistema
hidráulico;
o preenchimentos de fichas,
relatórios e etiquetas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
10
Total
10 Horas-aula
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OFICINA DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Remover componentes do
sistema
pneumático
de
aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Explicar os procedimentos
previstos pelos fabricantes para
remoção e manutenção das
unidades
dos
sistemas
pneumáticos.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Componentes do sistema
pneumático:
• remoção,
desmontagem,
revisão e montagem dos
componentes dos sistemas
pneumáticos:
o sistema pneumático em
geral:
compressores,
bombas,
válvulas,
restritores, filtros, garrafas
de
ar,
tubulações
e
conexões;
o sistema de pressurização:
compressores, válvulas de
saída de fluxo, dutos de ar
e conexões;
o sistema
de
ar
condicionado:
aquecedores,
trocadores
de calor, válvulas, unidades
do sistema de refrigeração
2. Descrever as operações de
desmontagem,
revisão,
montagem e instalação de
acordo com as determinações
dos
fabricantes
dos
componentes e da aeronave.
2.1. Descrever as operações de
manutenção e testes nos
sistemas após a instalação dos
componentes.
2.2. Efetuar os procedimentos
de
manutenção
dos
componentes de sistemas de
oxigênio.
2a. Manutenção do sistema
pneumático e subsistemas:
• verificação do nível de óleo no
compressor;
• limpeza do sistema para
remoção de óleo e impurezas;
• teste
de
operação
do
condicionamento de ar;
• operações de manutenção do
sistema de refrigeração a
freon, de acordo com as
determinações do fabricante
2b. Sistemas de oxigênio:
• manutenção dos componentes
dos sistemas de oxigênio nos
estados gasoso, líquido e
sólido:
o tubulações e conexões,
válvulas, reguladores de
pressão, indicadores de
pressão
e
de
fluxo,
máscaras,
conversores,
geradores
de
oxigênio
(velas) e reservatórios;
o abastecimento do sistema
de oxigênio; procedimentos
de segurança e transporte
de oxigênio;
o testes de vazamento no
sistema de oxigênio;
o prevenção contra fogo e
explosão do oxigênio
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Teórica
00
Prática
10
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MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR I – Qualificação Técnica de Nível Médio de
Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Motopropulsor
M.1 – TEORIA E CONSTRUÇÃO DE MOTORES DE AERONAVES I
Função: Estudos e Projetos
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os principais fatores
e as exigências a serem
consideradas na construção de
motores de aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Descrever as características
de construção dos motores de
aeronaves.
1.2. Citar as exigências gerais a
serem cumpridas na construção
de motores de aeronaves.
1.3. Identificar os diversos tipos
de motores alternativos.
1.4. Distinguir a classificação de
cada tipo de motor.
1.5. Identificar as características
das seções em que se divide um
cárter de motor alternativo.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Teoria do motor:
• comparação dos motores de
aeronaves;
• exigências gerais;
• potência e peso;
• economia de combustível;
• durabilidade e confiabilidade;
• flexibilidade de operação;
• compactação;
• seleção do motor
1b.
Tipos
de
motores
alternativos:
• motores em linha;
• motores opostos ou tipo “o”;
• motores em “v”;
• motores radiais;
• projeto e construção de
motores alternativos
1c. Seções do cárter:
• motores radiais:
o seção de nariz;
o seção de potência;
o seção difusora;
o seção de acessórios;
o trens de engrenagens dos
acessórios
• tipos em linha ou opostos
2. Identificar a função de cada
componente
dos
motores
convencionais.
2.1. Descrever as funções do
eixo de manivelas de um motor.
2.2. Identificar os tipos de biela
utilizadas em motores de
aeronaves.
2.3. Caracterizar as funções dos
pistões e de seus componentes.
2.4. Distinguir a função de cada
tipo de anel de segmento no
desempenho do motor.
2.5.
Identificar
os
fatores
principais a serem considerados
no projeto e na construção de
um conjunto de cilindro.
2.6. Identificar os processos de
cálculo da ordem de fogo dos
diversos tipos de motor.
2.7. Identificar os diversos tipos
de válvulas de admissão e de
escapamento.
2a. Eixos de manivelas:
• balanceamento do eixo de
manivelas;
• amortecedores dinâmicos
2b. Bielas:
• conjunto de biela mestra e
articulada;
• pinos de articulação;
• biela plana;
• biela tipo forquilha e pá
2c. Pistões:
• fabricação do pistão;
• pino do pistão
• anéis
de
segmento.
fabricação:
o anéis de compressão;
o anéis de controle do óleo;
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2.8.
Caracterizar
o
funcionamento do mecanismo
de operação das válvulas.
2.9. Identificar os três tipos de
mancais utilizados em motores.
2.10. Identificar o princípio de
funcionamento dos diferentes
tipos de redutores da rotação da
hélice.
2.11.
Identificar
as
características dos eixos da
hélice.
2.12. Caracterizar o princípio de
funcionamento dos motores
alternativos.
2.13. Identificar a operação dos
quatro tempos de um motor
alternativo.
o anel raspador de óleo
2d. Cilindros:
• construção;
• cabeças de cilindro;
• corpo do cilindro;
• numeração dos cilindros
2e. Ordem de fogo:
• finalidade;
• motores radiais de fileira única;
• motores radiais de duas
carreiras de cilindros
2f. Válvulas:
• construção das válvulas
• mecanismo de operação das
válvulas:
o anel de ressaltos;
o eixo de ressaltos;
o conjunto de tuchos;
o tuchos hidráulicos;
o haste impulsora;
o balancim;
o molas das válvulas;
o levantador hidráulico de
válvulas
2g. Mancais:
• mancais lisos;
• mancais de esferas;
• mancais de roletes
2h. Engrenagens de redução da
hélice:
• características. funcionamento
das engrenagens de redução
da hélice
2i. Eixos de hélice:
• características dos eixos da
hélice
2j. Motores alternativos –
princípio de funcionamento:
• operação do motor
• ciclos de operação:
o ciclo de quatro tempos:
o
tempo de admissão;
o
tempo de compressão;
o
tempo de potência;
tempo de escapamento
o
3. Distinguir os processos
utilizados na execução de
cálculos para a determinação da
potência, do rendimento e do
empuxo dos vários tipos de
aeronave.
3.1. Identificar os processos de
cálculo para determinação da
potência
de
um
motor
alternativo.
3.2. Identificar os tipos de
rendimentos produzidos pelos
motores de aeronaves.
3a. Potência e eficiência dos
motores alternativos:
• trabalho:
o cavalo-vapor (hp)
• deslocamento do êmbolo:
o área de um círculo
• taxa de compressão;
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•
•
•
•
potência indicada;
potência ao freio;
potência de atrito;
pressões efetivas médias de
freio e de atrito;
• potência de empuxo
3b. Rendimento dos motores:
• rendimento térmico;
• rendimento volumétrico;
• rendimento mecânico;
• rendimento propulsivo
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
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Prática
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M.2 – SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR, SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO E
DE REFRIGERAÇÃO DO MOTOR I
Função:Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Identificar as características
de
funcionamento
dos
componentes do sistema de
combustível dos motores de
aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Identificar as características
dos sistemas de combustível do
motor.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Sistemas de combustível do
motor:
• características dos sistemas
de combustível do motor;
• bolha de vapor;
• sistema
básico
de
combustível;
• dispositivos de medição de
combustível para motores
alternativos;
• misturas combustível/ar
2. Descrever a operação e os
procedimentos de manutenção
de carburadores dos motores
convencionais.
2.1. Identificar a aplicação do
tubo de Venturi no carburador.
2.2. Identificar as características
de um carburador.
2.3. Explicar o funcionamento
dos sistemas de um carburador
do tipo bóia.
2.4. Identificar as unidades de
um carburador de injeção de
pressão.
2.5. Explicar o funcionamento
dos sistemas de um carburador
do tipo de injeção de pressão.
2.6. Citar as características de
um carburador PS Stromberg.
2. Princípios da carburação:
• princípios do venturi:
o aplicação do princípio de
venturi no carburador
• medição e descarga de
combustível
• carburadores:
o sistemas do carburador;
o tipos de carburador;
o congelamento
do
carburador
• carburador tipo bóia:
o mecanismo da bóia;
o sistema
principal
de
medição;
o sistema de marcha lenta;
o sistema de aceleração;
o sistema economizador
• carburadores de injeção de
pressão:
o características;
o corpo do acelerador;
o unidade reguladora;
o unidade de controle de
combustível;
o controle automático de
mistura;
o unidade adaptadora
• sistemas do carburador de
injeção de pressão:
o sistema
principal
de
medição;
o sistema de marcha lenta;
o sistema de aceleração;
o sistema de controle de
mistura;
o sistema de corte de marcha
lenta
• carburadores
séries
ps
stromberg:
o características;
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o bomba de aceleração;
o controle manual de mistura
3. Identificar os princípios de
operação do sistema indicador
de quantidade de combustível.
3.1. Identificar os procedimentos
de
manutenção
de
carburadores.
3.2. Identificar os procedimentos
de manutenção do sistema de
combustível da aeronave.
3.3. Explicar as condições de
aeronavegabilidade
dos
componentes
do
sistema
completo de combustível.
3.4. Identificar a utilização do
sistema de injeção de água e
sua aplicação.
3a.
Procedimentos
de
manutenção:
• manutenção de carburadores:
o instalação do carburador;
o regulagem dos controles do
carburador;
o ajuste das misturas de
marcha lenta;
o ajuste de velocidade de
marcha lenta
• inspeção e manutenção do
sistema de combustível:
o sistema completo;
o tanques de combustível;
o linhas e fixadores;
o válvula seletora;
o bombas;
o filtros das linhas principais;
o indicadores de quantidade
de combustível;
o indicador de pressão de
combustível;
o sinal de aviso de pressão
3b. Sistemas de injeção de
água:
• sistema de injeção de água:
o funcionamento
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M.3 – SISTEMAS DE IGNIÇÃO E ELÉTRICO DO MOTOR, SISTEMAS DE PARTIDA
DO MOTOR I
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer o funcionamento
dos componentes de um sistema
de
ignição
de
motores
alternativos.
2. Identificar os procedimentos
de inspeção e manutenção dos
sistemas de ignição e elétrico
dos motores de aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Identificar as classes do
sistema de ignição dos motores
alternativos.
1.2.
Reconhecer
os
componentes de um sistema de
ignição por magneto de alta
tensão.
1.3. Identificar o princípio de
funcionamento
dos
componentes do sistema.
2.1.
Reconhecer
os
procedimentos de inspeção e de
manutenção dos sistemas de
ignição.
2.2. Distinguir os procedimentos
de sincronia e regulagem de
magnetos.
2.3. Identificar os procedimentos
de ajuste dos magnetos de baixa
tensão.
2.4. Identificar as operações de
teste do sistema de ignição de
um motor alternativo.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Sistema de ignição do motor
alternativo:
• sistema de ignição do motor
alternativo:
o sistema por bateria;
o sistema por magneto
1b. Sistema de magneto:
• sistema de magneto de alta
tensão:
o conjunto
de
contatos
platinados;
o conjunto de bobina;
o distribuidor;
o ventilação do magneto e
distribuidor;
o cabos de ignição;
o interruptores de ignição;
o magnetos com sistemas
simples e duplo de alta
tensão;
o sistemas de montagem do
magneto
• sistema de magneto de baixa
tensão:
o características;
o operação do sistema de
ignição de baixa tensão;
o distribuidor do sistema de
baixa tensão
• unidades auxiliares de ignição:
o dínamo;
o vibrador de indução;
o acoplamento de impulso ;
o vibrador
indução
de
interruptor de retardo de
alta tensão;
o vibrador
interruptor
de
retardo de baixa tensão;
o velas de ignição
2a. Inspeção e manutenção do
sistema de ignição de motores
convencionais:
• dispositivos de regulagem do
magneto de ignição:
o marcas de referência para
a regulagem no próprio
motor;
o disco de sincronização;
o indicador de posição do
pistão;
o luzes de sincronia
• checando a sincronização
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2.5. Distinguir os procedimentos
de inspeção e de manutenção
das velas de ignição.
2.6. Distinguir os procedimentos
de instalação de velas e de
cabos.
2.7. Identificar as operações de
inspeção
dos
contatos
platinados e sua recuperação.
2.8. Identificar os procedimentos
de manutenção das cablagens
de ignição.
2.9.
Reconhecer
os
procedimentos
seguidos
na
aplicação
dos
testes
das
cablagens.
2.10.
Identificar
os
procedimentos de utilização dos
equipamentos
portátil
e
permanente de analisador de
motores.
interna do magneto;
• sincronia do magneto de alta
tensão em bancada;
• sincronizando o magneto de
alta tensão com o motor;
• regulagem do magneto usando
o dispositivo de catraca;
• ajuste
do
magneto
de
montagem
fixa
sem
ferramentas especiais
• ajuste da palheta de contato
do distribuidor:
o procedimento de ajuste do
sistema de magneto de
baixa tensão;
o instalação do distribuidor
do sistema de baixa
tensão;
o efetuando um teste no
sistema de ignição;
o verificação
da
chave
seletora de ignição;
o substituição dos cabos de
ignição;
o substituição de cablagem;
o teste do sistema de bobina
de alta tensão de ignição
• inspeção e manutenção das
velas de ignição:
o carbonização de velas pelo
chumbo;
o oxidação de velas pelo
chumbo;
o formação de grafite nas
velas;
o folga por erosão das velas;
o remoção de velas;
o inspeção e manutenção
antes da instalação;
o instalação da vela;
o instalação do cabo de vela
• inspeção do platinado:
o procedimentos;
o recondicionamento
dos
contatos do platinado;
o inspeção dielétrica
• manutenção dos cabos de
ignição:
o procedimentos;
o falhas das cablagens de
ignição de alta tensão;
o teste de cablagem;
o teste de cablagem de
ignição de alta voltagem;
o teste de isolamento de
corrente contínua
2b. Analisador de motores:
• analisador portátil;
• analisador permanente
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3. Reconhecer as medidas de
precaução e os procedimentos
corretos para a instalação dos
componentes dos sistemas de
ignição
e
elétrico
e
do
encaminhamento da fiação em
motores de aeronaves.
3.1. Indicar os fatores que
influem na escolha da bitola de
fios.
3.2. Identificar o tipo de material
a ser usado no fio condutor de
um determinado circuito elétrico.
3.3. Descrever os processos de
identificação de fios e cabos
condutores.
3.4. Identificar as condições
adequadas para instalação e
encaminhamento
da
fiação
elétrica.
3.5. Indicar as medidas de
precaução a serem adotadas em
uma instalação elétrica de
aeronave.
3.6. Justificar a necessidade da
perfeita fixação das braçadeiras
de fios e cabos.
3.7. Definir os termos utilizados
na instalação elétrica de uma
aeronave.
3.8. Identificar os procedimentos
corretos de corte de fios e
cabos.
3.9. Indicar as precauções a
serem
seguidas
no
desencapamento de fios e de
cabos.
3.10.
Descrever
os
procedimentos de emendas em
emergência.
3.11. Enunciar os procedimentos
para uma perfeita fixação dos
terminais de fios a blocos
terminais.
3.12. Justificar a necessidade da
perfeita ligação à massa de
todas as unidades.
3.13. Identificar as diferentes
classes de conectores usados
em sistemas elétricos.
3.14. Reconhecer os limites de
carga elétrica suportada por um
circuito.
3.15. Utilizar os dispositivos de
proteção cujos valores sejam
especificados pelo fabricante.
3a. Sistemas elétricos do motor:
• bitola de fio;
• fatores que afetam a seleção
da bitola do fio;
• fatores que influenciam na
seleção do material condutor;
• queda de voltagem nos fios e
nos cabos de uma aeronave;
• instruções para usar o gráfico
de fios elétricos;
• isolamento do condutor;
• identificação de fios e cabos
• instalação da fiação elétrica:
o grupos de fios e chicotes;
o fios trançados;
o emendas nos chicotes;
o frouxidão nos chicotes e
raio de curvatura;
o instalação
e
encaminhamento;
o proteção contra fricção e
alta temperatura;
o proteção contra solventes e
fluidos;
o precauções na instalação;
o instalação das braçadeiras
de cabos
• amarração e enlace de
chicotes:
o amarração com cordão
inteiriço;
o amarração com cordão
duplo;
o amarração de ramificações;
o enlace
3b. Fios e cabos:
• corte de fios e cabos:
o procedimentos
• desencapamento de fios e
cabos:
o terminais e emendas sem
solda;
o terminais de fios de cobre;
o ferramentas
de
estampagem;
o terminais
de
fios
de
alumínio;
o emendas de fios de cobre
usando
emendas
préisoladas
• emendas de emergência:
o emenda com solda e
composto
condutor
antioxidante
• conexão de terminais de fios a
blocos terminais:
o procedimentos
3c. Ligação à massa:
• ligação à massa:
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o finalidade;
o procedimentos gerais;
o teste de ligações à massa
3d. Conectores:
• tipos de conectores;
• identificação de conectores;
• instalação de conectores
3e. Instalação de equipamento
elétrico:
• instalação de equipamento
elétrico:
o conduite;
o limites de carga elétrica;
o controle ou monitoramento
da carga elétrica
3f. Dispositivos de proteção de
circuitos:
• dispositivos de proteção de
circuitos:
o disjuntores ou fusíveis;
o interruptores;
o relés
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Teórica
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M.4 – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE MOTORES, OPERAÇÃO E MONTAGEM DO
MOTOR I
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer os motivos que
determinam a remoção de
motores de aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer os motivos que
obrigam a uma remoção de
motor convencional.
BASES TECNOLÓGICAS
1.
Remoção
de
motores
alternativos:
• remoção
de
motores
alternativos:
o extensão excedida da vida
do motor;
o parada brusca;
o súbita
redução
na
velocidade de rotação;
o partículas metálicas no
óleo;
o operação instável do motor
2. Reconhecer os preparativos,
procedimentos de remoção e
instalação
e
os
testes
posteriores de motores de
aeronaves.
2.1. Identificar os procedimentos
que antecedem a instalação de
um motor convencional.
2.2. Reconhecer as condições
da nacele onde serão instalados
o motor e os acessórios
correlatos.
2.3. Descrever os procedimentos
que antecedem a remoção do
motor.
2.4.
Identificar
as
linhas,
controles e conexões elétricas a
serem desligados antes da
remoção.
2.5. Identificar os perigos em
uma remoção do motor.
2.6. Reconhecer os cuidados
necessários na remoção do
motor.
2.7.
Reconhecer
os
procedimentos e as medidas de
segurança
em
todas
as
operações de içamento e ajuste
do motor para instalação.
2.8. Identificar os procedimentos
anteriores e posteriores aos
testes de motores no solo e em
voo.
2.9. Reconhecer as informações
fornecidas pelo fabricante para
instalação e remoção do motor.
2.10. Identificar os métodos de
remoção
e
instalação
de
motores a reação.
2.11. Descrever as operações
de remoção e instalação de
motor turboélice.
2.12. Descrever as operações
de remoção e instalação de
motores de helicópteros.
2.13. Identificar os vários
2a. Preparação dos motores
alternativos para instalação:
• motores alternativos:
o procedimentos
que
antecedem a instalação
• método QECA de montagem
de motores radiais;
• desestocagem de um motor;
• inspeção e desestocagem de
acessórios
• inspeção e substituição das
unidades e sistemas externos
ao motor:
o procedimentos
2b. Preparação do motor para
remoção:
• preparação do motor para
remoção:
o drenagem dos fluidos do
motor;
o desligamento das conexões
elétricas;
o desconexão dos controles
do motor;
o desconexão das linhas de
combustível e de óleo;
o outras desconexões
• remoção do motor:
o procedimentos;
o içamento do motor;
o apoio no suporte
2c. Içamento e ajuste do motor
para a instalação:
• içamento e ajuste do motor
para instalação:
o procedimentos;
o conexões e ajustes
2d. Preparação do motor para
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alinhamentos e ajustes de um
motor de helicóptero após a
instalação.
teste no solo e em voo:
• teste de motores no solo e em
voo:
o pré-lubrificação;
o sangria do sistema de
combustível;
o inspeção da hélice;
o verificações e ajustes após
o motor ter sido girado e
operado
2e. Remoção e instalação de
motores de cilindros opostos:
• remoção e instalação de
motores:
o informações gerais;
o remoção do motor de
cilindros opostos;
o instalação do motor
2f. Remoção e instalação de
motores de helicópteros:
• remoção de um QECA de
helicóptero:
• instalação de um QECA de
helicóptero
2g. Alinhamento e ajustes de
QECA de helicóptero:
• alinhamento e ajuste de motor
de helicóptero:
o manete de borboleta do
carburador;
o controle da mistura do
carburador;
o controle de temperatura do
ar do carburador;
o teste de instalação do
motor
3. Identificar os materiais
utilizados e os procedimentos de
estocagem e preservação de
motores de aeronaves.
3.1. Identificar as condições de
operação dos berços para
motores.
3.2. Identificar os materiais e
compostos de estocagem e
preservação de motores.
3.3. Descrever os tratamentos
de prevenção da corrosão em
motores.
3.4. Identificar os processos de
embalagem de motores para
transporte.
3.5. Descrever os procedimentos
de
inspeção
de
motores
estocados.
3a. Berço do motor:
• berços para motores radiais;
• berços para motores turbojato
3b. Preservação e estocagem de
motores:
• preservação e estocagem de
motores:
o materiais
de
proteção
preventiva
contra
a
corrosão;
o compostos de proteção
preventiva
contra
a
corrosão;
o agentes desidratantes;
o tratamento de prevenção
da corrosão em motores;
o procedimentos;
o embalagens
para
transporte de motores;
o inspeção
de
motores
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estocados;
o procedimentos
4. Reconhecer os procedimentos
de
inspeção
e
recondicionamento
dos
componentes de motores de
aeronaves.
5. Reconhecer as condições de
desempenho
dos
motores,
através de testes efetuados
durante a operação dos seus
sistemas.
4.1. Definir os períodos para as
revisões
dos
motores
convencionais.
4.2 Reconhecer a necessidade
da observância às instruções
dos fabricantes dos motores nas
desmontagens, nas inspeções e
nos reparos de motores.
4.3. Identificar os procedimentos
de
inspeção
e
recondicionamento de cilindros.
4.4. Descrever os processos de
recondicionamento de válvulas e
suas sedes.
4.5. Descrever os processos de
reparo de pistões e cilindros.
4.6. Identificar os métodos de
inspeção
dos
eixos
de
manivelas.
4.7. Identificar os procedimentos
de inspeção de bielas.
5.1. Enunciar a finalidade do
teste do motor no banco de
provas.
5.2. Identificar os procedimentos
de teste efetuados no banco de
provas móvel.
5.3. Destacar nas leituras dos
instrumentos a avaliação de um
bom desempenho do motor.
5.4. Enunciar os procedimentos
de
operação
de
motores
convencionais.
5.5. Descrever o desempenho
do motor através dos testes
operacionais.
5.6. Identificar os procedimentos
específicos para o corte (parada)
do motor.
5.7. Descrever os princípios
básicos da operação de um
motor.
5.8. Identificar os defeitos que
podem afetar a correta operação
de um motor convencional.
4a. Revisão dos motores
alternativos:
• revisão parcial dos motores
• revisão maior:
o desmontagem;
o inspeção;
o limpeza;
o reparo e substituições
4b. Recondicionamento dos
componentes do motor:
• inspeção e recondicionamento
do conjunto do cilindro:
o cabeça do cilindro;
o cilindros;
o válvulas e molas das
válvulas;
o balancins e eixos;
o pistão e pinos dos pistões;
o retífica das sedes das
válvulas;
o recondicionamento
da
válvula;
o lapidação de válvulas e
teste de vazamento;
o reparo dos pistões;
o reparo e brunimento do
cilindro
• inspeção
do
eixo
de
manivelas:
o procedimentos
• inspeção e reparos de bielas:
o inspeção visual;
o verificação do alinhamento
5a. Testes para motores:
• teste do motor no banco de
provas:
o propósito do teste;
o requisitos do teste
• teste móvel para motores
alternativos:
o instrumentos
do
equipamento de teste;
o indicador de temperatura
do ar do carburador;
o indicador da pressão do
combustível;
o medidor do fluxo de
combustível;
o indicador da pressão de
admissão;
o indicador da temperatura
do óleo;
o indicador da pressão de
admissão;
o indicador
de
r.p.m.
(tacômetro ou contagiros);
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5.9. Descrever o relacionamento
das fases de operação de um
motor e seus efeitos.
5.10. Identificar as falhas de
operação do motor e como
solucioná-las.
5.11.
Identificar
os
procedimentos de manutenção
dos
cilindros
de
motores
convencionais.
5.12. Distinguir os métodos de
remoção e de instalação de
cilindros.
5.13.
Descrever
as
características das válvulas de
admissão e de escapamento.
5.14. Identificar as operações de
ajuste das válvulas e da
substituição das molas.
o indicador da temperatura
na cabeça do cilindro;
o torquímetro;
o indicador de sucção;
o sistema de quantidade de
óleo;
o manômetro de medição
diferencial;
o instrumentação geral
5b.
Operação
do
motor
convencional:
• partida do motor convencional:
o controles;
o instrumentos
• aquecimento do motor
• testes de solo:
o teste do passo da hélice;
o teste de potência;
o teste
operacional
do
sistema de ignição;
o teste
da
mistura
de
cruzeiro;
o testes de velocidade e de
mistura de marcha lenta;
o teste de superalimentador
de duas velocidades;
o teste de aceleração e
desaceleração
• parada do motor
• princípios básicos da operação
de um motor:
o processo de combustão;
o retorno de chama;
o queima atrasada
• fatores que afetam a operação
do motor:
o compressão;
o medição de combustível;
o mistura de marcha lenta;
o a tubulação de admissão;
o efeito operacional da folga
das válvulas;
o sistema de ignição;
o governador da hélice
• superposição das fases de
operação de um motor:
o características
5c. Pesquisa de panes em
motores:
• procedimentos de pesquisa de
panes em motores:
o falhas de operação do
motor;
o formas de solucioná-las
5d.
Manutenção
dos
componentes do motor:
• manutenção do cilindro de
motores convencionais:
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o procedimentos;
o calço hidráulico;
o ventilação da válvula (blowby);
o teste de compressão do
cilindro;
o testador de compressão
direta;
o testador
de
pressão
diferencial;
o substituição do cilindro;
o remoção e instalação do
cilindro
• manutenção das válvulas e do
mecanismo de operação das
válvulas:
o folga das válvulas;
o ajuste das válvulas dos
motores r-2800 e r-1830;
o ajuste das válvulas dos
motores
de
cilindros
opostos;
o substituição de mola das
válvulas;
o teste de cilindro frio
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
40
Total
60 Horas-aula
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M.5 – INSPEÇÃO DE MOTORES E PROCEDIMENTOS DE PISTA I
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
do motor e de seus sistemas.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
do motor, da nacele e de seus
sistemas.
1.2.
Reconhecer
os
procedimentos de inspeção em
partes do motor e de seus
controles.
1.3. Reconhecer os métodos de
preenchimento
da
documentação de manutenção
referentes à aeronave com os
dados
de
uma
inspeção
efetuada.
1.4.
Reconhecer
os
procedimentos de inspeção que
utilizam o processo de partículas
magnéticas nas partes do motor.
1.5. Reconhecer os processos
de inspeção de danos nas
partes do motor pelo sistema de
inspeção
por
líquidos
penetrantes.
1.6. Identificar os casos de
utilização de radiografias para
inspeção de partes do motor.
1.7. Reconhecer os tipos de
testes por ultra-som na inspeção
de partes de motor.
1.8. Identificar os processos de
inspeção do tipo Eddy Current.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Inspeção no setor do motor e
da nacele:
• seção do motor – evidência de
vazamentos
de
óleo,
combustível
ou
fluido
hidráulico e o motivo de tais
vazamentos;
• prisioneiros e porcas – aperto
correto e defeitos evidentes;
• interior do motor – compressão
dos cilindros e existência de
partículas metálicas ou de
origem estranha nas telas e
nos bujões dos reservatórios
de drenagem. irregularidade
nas condições e tolerâncias
internas,
em
caso
de
compressão fraca do cilindro;
• berço do motor – rachaduras,
folgas nos montantes de
fixação ou entre o motor e
seus montantes;
• amortecedores de vibração –
quanto ao estado e à
deterioração;
• controles do motor – defeitos
inerentes aos comandos e à
correta frenagem;
• tubulações, mangueiras e
braçadeiras – vazamentos,
estado geral e aperto;
• escapamento do motor –
rachaduras, defeitos e correta
fixação;
• acessórios
–
defeitos
aparentes na segurança da
fixação;
• todos os sistemas – instalação
correta, defeitos nas condições
gerais e fixação adequada;
• carenagens – rachaduras e
defeitos
1b. Documentação da aeronave:
• preenchimento da ficha de
inspeção
• lançamento da execução da
inspeção no histórico (log
book, cadernetas e fichas) da
aeronave, motor e hélice:
o lançamento,
quando
aplicável, das substituições
efetuadas
anotando
o
número de série e de horas
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de
funcionamento
do
equipamento retirado e do
instalado;
o colocação de etiqueta no
equipamento contendo o
número de horas de
funcionamento e o de série
e o motivo da retirada
1c. Inspeção por partículas
magnéticas nas partes do motor:
• inspeção
por
partículas
magnéticas:
o indicações.
descontinuidade. direção e
densidade
do
fluxo.
métodos de magnetização.
identificação
das
indicações
• inspeção magnaglo
• equipamentos
para
magnetização – fixo e portátil:
o materiais
utilizados
na
inspeção
• desmagnetização – método
padrão
1d. Inspeção por líquidos
penetrantes:
• características da inspeção por
líquidos penetrantes;
• preparação e exposição;
• revelação
do
filme.
interpretação radiográfica;
• perigos da radiação
1e. Inspeção por radiografia:
• características da inspeção por
radiografia;
• preparação e exposição;
• revelação
do
filme.
interpretação radiográfica;
• perigos da radiação
1f. Teste ultra-sônico:
• tipos de teste ultra-sônico;
• pulsante e de ressonância
1g. Teste de Eddy Current:
• princípios básicos do teste de
eddy current;
• inspeção visual
2. Reconhecer os procedimentos
de inspeção e de manutenção
das hélices fornecidos pelos
respectivos fabricantes.
2.1. Identificar defeitos no setor
da hélice.
2. Inspeção no setor da hélice:
• conjunto
da
hélice
–
rachaduras, mossas, empenos
e vazamento de óleo;
• parafusos – aperto correto e
frenagem;
• dispositivos contra formação
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de gelo – operação correta e
defeitos evidentes
3. Reconhecer os procedimentos
de
partida
de
motores
convencionais e a reação.
3.1.
Reconhecer
os
procedimentos de partida de
motores convencionais e a
reação.
3.2. Identificar as medidas de
segurança contra fogo.
3. Manuseios de solo:
• procedimentos de partida:
o motores convencionais;
o motores turboélice
• procedimentos anteriores à
partida:
o partida manual nos motores
convencionais;
o extinção de fogo no motor
4. Reconhecer os procedimentos
de
reabastecimento
e de
ancoragem de aeronaves.
4.1. Identificar o equipamento de
apoio adequado a cada tipo de
operação.
4.2. Identificar os procedimentos
de segurança durante os
abastecimentos de combustível.
4.3. Reconhecer as precauções
exigidas
durante
os
abastecimentos de óleo.
4.4. Reconhecer os perigos
durante o abastecimento do
sistema de oxigênio.
4.5.
Reconhecer
os
procedimentos de ancoragem e
o equipamento adequado à
aeronave.
4.6. Identificar os pontos de
amarração das aeronaves.
4a. Equipamentos de apoio:
• utilização do equipamento de
solo:
o unidade de força elétrica;
o unidades
de
força
hidráulica;
o unidade de ar condicionado
e de aquecimento;
o equipamentos
de
prélubrificação
4b.
Abastecimento
de
combustível nas aeronaves:
• procedimentos
de
abastecimento de combustível:
o procedimentos
de
segurança
• deveres da tripulação durante
o abastecimento;
• operações
de
reabastecimento;
• reabastecimento por pressão
4c. Abastecimento de óleo nas
aeronaves:
• procedimentos
de
abastecimento de óleo:
o precauções
a
serem
observadas
4d. Abastecimento de sistemas
de oxigênio:
• procedimentos
de
abastecimento do sistema de
oxigênio:
o precauções
com
a
utilização do oxigênio
4e. Ancoragem de aeronaves:
• procedimento normal;
• pontos para amarração;
• cabo de ancoragem;
• cordas de amarração;
• correntes de amarração;
• ancoragem
de
aeronaves
leves;
• segurança
de
aeronaves
pesadas;
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• ancoragem de aeronaves em
condições de tempestade;
• segurança
de
aeronaves
multimotoras;
• segurança de helicópteros;
• segurança de hidroavião e de
aeronaves com esqui
5. Identificar os tipos de incêndio
e
os
equipamentos
e
procedimentos de extinção.
5.1. Reconhecer os tipos de
incêndios e os meios de
extinção.
5.2. Identificar os agentes
extintores aplicáveis de acordo
com a tabela de toxidade.
5.3. Identificar as marcas de
adequabilidade do extintor para
cada classe de fogo.
5. Equipamentos contra fogo:
• tipos de incêndio:
o equipamentos de extinção
de incêndio
• tipos de incêndio versus
agente extintor;
• verificação
periódica
dos
extintores de incêndio;
• identificação
dos
agentes
extintores;
• marcas recomendadas para
indicar a aplicabilidade do
extintor
• extintores para aeronaves:
o extintores portáteis;
o extintores de solo do tipo
manual;
o métodos de operação de
extintores
• fatores de segurança
6. Reconhecer as normas de
segurança durante as operações
de reboque e levantamento da
aeronave nos macacos.
6.1.
Reconhecer
os
procedimentos anteriores ao
levantamento da aeronave.
6.2.
Reconhecer
os
procedimentos de segurança
durante o levantamento e o
abaixamento da aeronave.
6. Levantamento e abaixamento
da aeronave pelos macacos:
• procedimentos anteriores de
levantamento e abaixamento
da aeronave;
• levantamento e abaixamento
da aeronave completa pelos
macacos;
• levantamento e abaixamento
de apenas uma das rodas da
aeronave
7. Identificar a sinalização
padronizada
durante
as
operações de táxi de aeronaves.
7.1. Identificar as normas de
segurança referentes a reboque
de aeronaves.
7. Movimentação da aeronave:
• reboque de aeronaves;
• sinais de táxi;
• taxiando a aeronave
8. Reconhecer as normas de
segurança
relativas
aos
trabalhos de manutenção.
8.1. Reconhecer os limites de
circulação em pistas e hangares.
8.2. Identificar os procedimentos
de segurança relativos aos
trabalhos de manutenção.
8.3. Descrever os procedimentos
a
serem
observados
nas
operações de retirada de neve e
gelo de uma aeronave.
8a. Segurança na manutenção:
• faixas de segurança;
• fios de força;
• sistema de ar comprimido;
• poças de óleo ou de graxa;
• montagem de pneus de
aeronaves;
• soldagem
8b. Operações em condições de
neve ou gelo:
• operações de retirada de neve
e gelo:
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o procedimentos
adotados
a
serem
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
Total
40 Horas-aula
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M.6 – SISTEMAS DE ADMISSÃO DE ESCAPAMENTO, SISTEMAS DE PROTEÇÃO
CONTRA FOGO NO MOTOR I
Função: Manutenção dos Sistemas Industriais
COMPETÊNCIAS
1. Identificar as características e
os
procedimentos
de
manutenção dos sistemas de
admissão e de escapamento dos
motores de aviação.
HABILIDADES
1.1. Citar as características dos
sistemas de admissão de
motores convencionais.
1.2. Identificar os procedimentos
de manutenção do sistema de
indução.
1.3. Distinguir os diferentes
processos de superalimentação
de motores convencionais.
1.4. Identificar os problemas do
sistema turboalimentador e suas
possíveis soluções.
1.5. Identificar as características
dos sistemas de escapamento
dos motores convencionais.
1.6. Descrever os procedimentos
de manutenção do sistema de
escapamento
de
motores
convencionais.
1.7. Identificar os locais de maior
incidência de danos.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Sistemas de admissão dos
motores convencionais:
• sistemas de admissão de
motores não superalimentados
• unidades
adicionais
do
sistema de admissão:
o formação de gelo no
sistema de admissão
• inspeção e manutenção do
sistema de indução:
o procedimentos
• sistema
de
admissão
superalimentado:
o turboalimentadores;
acionados internamente
o sistemas turboalimentados
de estágio único;
o sistemas
superalimentadores
de
estágio único e duas
velocidades;
o carcaça
intermediária
traseira
• superalimentadores acionados
externamente:
o sistema
de
turbosuperalimentador para
grandes
motores
convencionais
• turboalimentador
para
aeronaves leves:
o sistema de admissão de ar;
o controladores e atuador da
válvula de desvio
• sistema
turboalimentador
reforçado ao nível do mar
1b. Pesquisa de panes do
sistema turboalimentador:
• panes
do
sistema
turboalimentador:
o sequência de itens a serem
pesquisados;
o solução dos problemas
1c. Sistemas de escapamento
de motores convencionais:
• sistemas de escapamento de
motores convencionais:
o características;
o sistema de coletor anular
de
escapamento
de
motores radiais;
o conjunto de tubulação de
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escapamento
e
intensificador;
o práticas de manutenção do
sistema de escapamento
do motor convencional
• inspeção do sistema de
escapamento
do
motor
convencional:
o pane de silenciador e de
trocador de calor;
o panes da tubulação de
escapamento curta (stack);
o panes
de
silenciador
interno;
o sistemas de escapamento
com turboalimentador;
o sistema com intensificador
de escapamento;
o reparos no sistema de
escapamento
2. Distinguir as características
dos sistemas reversores de
empuxo e dos supressores de
ruído das aeronaves.
2.1. Identificar as finalidades dos
reversores de empuxo.
2.2. Identificar a finalidade do
sistema supressor de ruído.
2.3. Identificar a finalidade do
sistema dissipador de vortex da
entrada de ar do motor.
2a. Reversores de empuxo:
• reversores de empuxo:
o características;
o funcionamento
2b. Supressores de ruído do
motor:
• sistema supressor de ruído:
o características;
o funcionamento
2c. Dissipador de vortex da
entrada de ar no motor:
• dissipador de vortex:
o características;
o funcionamento
3. Reconhecer os processos de
detecção e de extinção de fogo
para os motores convencionais.
3.1. Distinguir os processos de
detecção e de extinção de fogo
de motores convencionais.
3.2. Identificar as zonas de fogo
de um motor convencional.
3. Sistema de proteção de
motores convencionais:
• sistema de proteção de
motores convencionais:
o características ;
o sistema
de
interruptor
térmico;
o sistema de par térmico;
o sistema detector de circuito
contínuo;
o sistema detector do tipo
spot
• zonas de fogo:
o identificação
4.
Identificar
os
agentes
extintores
utilizados
nos
sistemas de proteção contra
fogo dos motores de aeronaves.
4.1. Identificar as características
dos diversos tipos de agentes
extintores de fogo de motores
convencionais e de reação.
4. Agentes de extinção de fogo:
• agentes de extinção de fogo:
o dióxido de carbono;
o hidrocarbonetos
halogenados;
o clorobromometano;
o tetracloreto de carbono;
o dibromodifluorometano;
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o bromoclorodifluorometano;
o bromotrifluorometano
5. Reconhecer os procedimentos
de manutenção dos sistemas de
detecção e de extinção de fogo
dos motores de aeronaves.
5.1. Caracterizar um sistema
extintor de fogo para motores
convencionais.
5. Sistemas de extinção para
motores convencionais:
• sistemas extintores:
o características;
o sistemas de alarme;
o operação
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Prática
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M.7 – HÉLICES PARA MOTORES DE AERONAVES I
Função: Manutenção dos Sistemas Industriais
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer as características
de construção e de operação
dos diversos tipos de hélices.
HABILIDADES
1.1. Identificar o princípio
funcionamento das hélices
aeronaves.
1.2. Definir os diversos tipos
hélices e seus princípios
operação.
de
de
de
de
2. Reconhecer as características
de construção e de operação
dos diversos tipos de hélices.
2.1. Descrever as características
dos diversos tipos de hélices
utilizadas em aeronaves leves.
2.2. Identificar os processos de
construção
e
o
material
empregado na fabricação de
cada tipo de hélice.
3. Reconhecer as características
de construção e de operação
dos diversos tipos de hélices.
3.1. Identificar as características
de cons-trução e o princípio de
funcionamen-to
das
hélices
Hartzell.
4. Reconhecer as características
de construção e de operação
dos diversos tipos de hélices.
4.1. Identificar as características
de construção e o princípio de
funcionamento
das
hélices
hidromáticas Hamilton Standard
de velocidade constante.
5. Reconhecer as características
5.1.
Identificar a
função
do
BASES TECNOLÓGICAS
1. Hélices:
• princípios básicos das hélices;
• fatores aerodinâmicos;
• operação da hélice;
• tipos de hélice:
o hélices de passo fixo;
o hélices ajustáveis no solo;
o hélices
de
passo
controlável;
o hélices automáticas;
o hélices reversíveis;
o hélices embandeiráveis
• classificação das hélices:
o hélices tratoras;
o hélices propulsoras
2. Hélices usadas em aeronaves
leves:
• hélices de passo fixo, de
madeira;
• hélices de passo fixo, de
metal;
• hélices
de
velocidade
constante:
o hélices
de
velocidade
constante para aeronaves
leves;
o hélices
de
velocidade
constante
não
embandeiráveis;
o hélices
de
velocidade
constante embandeiráveis;
o embandeiramento;
o desembandeiramento
3. Hélices Hartzell compactas:
• hélices hartzell:
o características;
o funcionamento
4. Hélices hidromáticas Hamilton
Standard:
• características;
• princípios de operação:
o condição
de
baixa
velocidade;
o condição
de
alta
velocidade;
o operação
de
embandeiramento;
o operação
de
desembandeiramento
5. Componentes dos sistemas
de hélices:
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de construção e de operação
dos
diversos
tipos
de
componentes dos sistemas de
hélices.
governador no desempenho da
hélice.
5.2. Caracterizar o sistema de
sincronismo das hélices e seus
componentes.
5.3. Distinguir o funcionamento
dos componentes de um sistema
de controle de gelo da hélice.
• governadores hidráulicos:
o características;
o mecanismo do governador;
o regulando o governador da
hélice
• sincronização da hélice:
o características;
o motor mestre sincronizador;
o sistema do motor mestre
• sistema de controle do gelo na
hélice:
o efeitos do gelo na hélice;
o sistema de fluídos;
o sistemas
elétricos
de
degelo
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00
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MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR II – Qualificação Técnica de Nível Médio de
Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Motopropulsor
M.1 – TEORIA E CONSTRUÇÃO DE MOTORES DE AERONAVES II
Função: Estudos e Projetos
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os principais fatores
e as exigências a serem
consideradas na construção de
motores de aeronaves.
HABILIDADES
1.1 Identificar as características
de construção de motores a
turbina.
1.2. Citar as seções em que são
divididos os motores e seus
componentes.
1.3. Apontar as vantagens e as
desvantagens dos tipos de
compressor.
1.4. Identificar a função dos
componentes de um motor a
turbina.
2. Identificar a função de cada
componente dos motores a
reação.
2.1. Caracterizar o princípio de
funcionamento
dos
componentes de um motor a
turbina.
3. Distinguir os processos
utilizados na execução de
cálculos para a determinação da
potência, do rendimento e do
empuxo dos vários tipos de
aeronave.
3. Identificar os processos de
cálculo do empuxo de um motor
a reação.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Motor a turbina:
• características da construção
do motor a turbina;
• entrada de ar;
• seção de acessórios;
• seção do compressor
• tipos de compressor:
o compressor
de
fluxo
centrífugo;
o compressor de fluxo axial
• seção de combustão;
• seção da turbina;
• seção de escapamento;
• subconjuntos maiores:
o difusor;
o adaptadores de ar;
o rotor do motor;
o mancais principais
2. Outros tipos de motores a
reação:
• motor turboélice;
• motores de turbina a gás;
• motor turbofan
3. Princípios de operação do
motor a turbina:
• características de operação do
motor a turbina;
• empuxo;
• desempenho;
• impacto
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M.2 – SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR, SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO E
DE REFRIGERAÇÃO DO MOTOR II
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Identificar as características
de
funcionamento
dos
componentes do sistema de
combustível dos motores de
aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Identificar as características
dos sistemas de combustível do
motor.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Sistemas de combustível do
motor:
• características dos sistemas
de combustível do motor;
• bolha de vapor;
• sistema
básico
de
combustível;
• dispositivos de medição de
combustível para motores
alternativos;
• misturas combustível/ ar
2. Descrever a operação e os
procedimentos de manutenção
dos
controladores
de
combustível dos motores a
reação.
2.1. Explicar o funcionamento do
sistema de injeção direta de
combustível para motores de
aviões.
2.2. Explicar o funcionamento do
sistema de injeção direta de
combustível do tipo Continental.
2. Sistemas de injeção direta
combustível:
• sistema
de
injeção
combustível bendix:
o injetor de combustível;
o seção de fluxo de ar;
o seção reguladora;
o seção de medição
combustível;
o divisor de fluxo;
o injetores de descarga
combustível
• sistema
de
injeção
combustível Continental:
o bomba de injeção
combustível;
o unidade de controle
mistura combustível/ ar;
o conjunto de controle
combustível;
o válvula do duto principal
combustível;
o injetores de descarga
combustível
3. Identificar os princípios de
operação do sistema indicador
de quantidade de combustível.
3.1. Descrever o sistema de
controle de combustível para
motores a turbina.
3.2.
Caracterizar
o
funcionamento da válvula T.D.
no sistema de combustível de
um motor a turbina.
3.3. Reconhecer a função dos
coordenadores no sistema de
combustível.
3.4. Reconhecer as funções
executadas pelo controlador de
combustível.
3.5. Identificar as características
de operação do controlador
hidromecânico de combustível.
de
de
de
de
de
de
da
de
de
de
3a. Sistema de combustível para
motor de turbina:
• sistema de combustível para
motor de turbina:
o requisitos gerais
• controle de combustível dos
jatos:
o controle hidromecânico;
o controle eletrônico
• válvula de controle de dados:
o características da válvula
de controle de dados (t.d.
valve);
o venturi e vávula reguladora;
o válvula medidora;
o operação do motor;
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3.6. Descrever as operações de
regulagem do governador de
velocidade.
3.7. Identificar o funcionamento
do governador durante a partida,
a aceleração e a desaceleração
do motor.
3.8. Caracterizar as operações
do sistema de reajustagem com
injeção de água.
3.9.
Reconhecer
os
procedimentos de manutenção
do controle de combustível dos
motores a turbina.
3.10. Identificar os tipos de
bombas
de
combustível
utilizadas nos motores a reação.
3.11. Reconhecer as demais
unidades
do
sistema
de
combustível do motor.
3.12. Reconhecer os princípios
de operação das unidades
componentes.
3.13. Identificar o sistema
indicador de quantidade de
combustível.
3.14. Reconhecer a finalidade e
a operação do sistema de
injeção de água no desempenho
do motor.
•
•
•
•
o operação do motor gerador;
o freio do motor
coordenador:
o características
controlador de combustível:
o funcionamento;
o controle
sensitivo
de
velocidade;
o válvula dreno da linha de
combustível principal;
o operação do sistema
controle hidromecânico de
combustível:
o características;
o descrição do controle de
combustível;
o operação do sistema de
medição;
o válvula
reguladora
de
pressão;
o válvula aceleradora;
o válvula de pressão mínima
de corte;
o válvula piloto e operação
da válvula aceleradora;
o operação do sistema de
computação;
o conjunto servo de pressão
de queima
sistema de programação de
combustível:
o regulagem do governador
de velocidade;
o partida;
o válvula
de
limite
de
temperatura e de surge;
o ressalto tridimensional e
unidade de translação;
o proteção do motor contra
disparo (overspeed);
o aceleração do motor;
o desaceleração do motor
3b. Sistema de reajustagem com
injeção de água:
• sistema de reajustagem com
injeção de água:
o características
das
operações
3c. Manutenção do controle do
combustível dos jatos:
• controle de combustível dos
motores a turbina:
o procedimentos
de
manutenção
3d. Componentes do sistema de
combustível do motor:
• tipos de bombas utilizadas nos
motores a reação:
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•
•
•
•
•
•
•
o bombas
principais
de
combustível;
o bomba
de
descarga
constante;
o bomba
de
descarga
variável
aquecedor de combustível;
filtros de combustível;
injetores e duto principal de
combustível:
o injetor simples;
o injetor duplo
divisor de fluxo;
válvulas pressurizadora e de
drenagem;
válvulas dreno;
princípios de operação das
unidades componentes do
sistema de combustível do
motor
3e. Unidade indicadora da
quantidade de combustível:
• sistema
indicador
de
quantidade de combustível:
o tipos. características
3f. Injeção de água ou
refrigerante:
• sistema de injeção de água:
o finalidade;
o operação
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M.3 – SISTEMAS DE IGNIÇÃO E ELÉTRICO DO MOTOR, SISTEMAS DE PARTIDA
DO MOTOR II
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer o funcionamento
dos componentes de um sistema
de ignição de motores a reação.
HABILIDADES
1.1.
Reconhecer
componentes do sistema
ignição e sua operação.
2. Identificar os procedimentos
de inspeção e manutenção dos
sistemas de ignição e elétrico
dos motores de aeronaves.
2.1. Identificar os procedimentos
de inspeção e de manutenção
do sistema de ignição de
motores a reação.
2. Inspeção e manutenção do
sistema de ignição de motores a
reação:
• sistema de ignição de motores
a reação:
o inspeção;
o remoção, manutenção e
instalação
dos
componentes do sistema
de ignição de motores a
turbina;
o cabos do sistema de
ignição
3. Reconhecer as medidas de
precaução e os procedimentos
corretos para a instalação dos
componentes dos sistemas de
ignição
e
elétrico
e
do
encaminhamento da fiação em
motores de aeronaves.
3.1. Indicar os fatores que
influem na escolha da bitola de
fios.
3.2. Identificar o tipo de material
a ser usado no fio condutor de
um determinado circuito elétrico.
3.3. Descrever os processos de
identificação de fios e cabos
condutores.
3.4. Identificar as condições
adequadas para instalação e
encaminhamento
da
fiação
elétrica.
3.5. Indicar as medidas de
precaução a serem adotadas em
uma instalação elétrica de
aeronave.
3.6. Justificar a necessidade da
perfeita fixação das braçadeiras
de fios e cabos.
3.7. Definir os termos utilizados
na instalação elétrica de uma
aeronave.
3.8. Identificar os procedimentos
corretos de corte de fios e
cabos.
3.9. Indicar as precauções a
serem
seguidas
no
desencapamento de fios e de
cabos.
3.10.
Descrever
os
procedimentos de emendas em
3a. Sistemas elétricos do motor:
• bitola de fio;
• fatores que afetam a seleção
da bitola do fio;
• fatores que influenciam na
seleção do material condutor;
• queda de voltagem nos fios e
nos cabos de uma aeronave;
• instruções para usar o gráfico
de fios elétricos;
• isolamento do condutor;
• identificação de fios e cabos
• instalação da fiação elétrica:
o grupos de fios e chicotes;
o fios trançados;
o emendas nos chicotes;
o frouxidão nos chicotes e
raio de curvatura;
o instalação
e
encaminhamento;
o proteção contra fricção e
alta temperatura;
o proteção contra solventes e
fluidos;
o precauções na instalação;
o instalação das braçadeiras
de cabos
• amarração e enlace de
chicotes:
o amarração com cordão
inteiriço;
os
de
BASES TECNOLÓGICAS
1. Sistema de ignição em
motores a turbina:
• sistema de ignição de motores
turbojato:
o sistema
eletrônico
de
ignição;
o velas de ignição de turbina
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emergência.
3.11. Enunciar os procedimentos
para uma perfeita fixação dos
terminais de fios a blocos
terminais.
3.12. Justificar a necessidade da
perfeita ligação à massa de
todas as unidades.
3.13. Identificar as diferentes
classes de conectores usados
em sistemas elétricos.
3.14. Reconhecer os limites de
carga elétrica suportada por um
circuito.
3.15. Utilizar os dispositivos de
proteção cujos valores sejam
especificados pelo fabricante.
o amarração com cordão
duplo;
o amarração de ramificações;
o enlace
3b. Fios e cabos:
• corte de fios e cabos:
o procedimentos
• desencapamento de fios e
cabos:
o terminais e emendas sem
solda;
o terminais de fios de cobre;
o ferramentas
de
estampagem;
o terminais
de
fios
de
alumínio;
o emendas de fios de cobre
usando
emendas
préisoladas
• emendas de emergência:
o emenda com solda e
composto
condutor
antioxidante
• conexão de terminais de fios a
blocos terminais:
o procedimentos
3c. Ligação à massa:
• ligação à massa:
o finalidade;
o procedimentos gerais;
o teste de ligações à massa
3d. Conectores:
• tipos de conectores;
• identificação de conectores;
• instalação de conectores
3e. Instalação de equipamento
elétrico:
• instalação de equipamento
elétrico:
o conduite;
o limites de carga elétrica;
o controle ou monitoramento
da carga elétrica
3f. Dispositivos de proteção de
circuitos:
• dispositivos de proteção de
circuitos:
o disjuntores ou fusíveis;
o interruptores;
o relés
4. Reconhecer as características
dos sistemas de partida para os
de reação.
4.1. Identificar os sistemas de
partida para motores a reação.
4.2. Identificar o processo de
operação do sistema de partida
do tipo arranque gerador.
4. Partida dos motores de
turbina a gás I:
• características;
• sistemas elétricos de partida;
• motores
de
partida
de
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5. Identificar os procedimentos
de inspeção e manutenção dos
sistemas
de
partida
para
motores a reação.
4.3. Descrever as características
de funcionamento do arranque
de turbina a ar.
acionamento
direto
nos
motores de turbina a gás
• sistema de partida arranquegerador:
o características;
o pesquisa de panes do
sistema de partida do tipo
arranque-gerador;
o motor de partida de turbina
a ar;
o características;
o guia de pesquisa de panes
do arranque de turbina a ar
5.1. Identificar as características
dos sistemas de partida a
cartucho e a combustão.
5. Partida dos motores de
turbina a gás I:
• arranques de cartucho para
motores a turbina:
o características;
o motor
de
partida
pneumático/ cartucho para
motor a turbina
• motor de partida a combustão:
o características.
funcionamento
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M.4 – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE MOTORES, OPERAÇÃO E MONTAGEM DO
MOTOR II
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer os motivos que
determinam a remoção de
motores de aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Identificar os métodos de
remoção
e
instalação
de
motores a reação.
1.2. Descrever as operações de
remoção e instalação de motor
turboélice.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Remoção e instalação de
motores a reação:
• remoção tipo QECA de motor
turbojato;
• remoção
QECA
dos
acessórios;
• remoção e instalação de
motores turboélice:
o procedimentos
2. Reconhecer os preparativos,
procedimentos de remoção e
instalação
e
os
testes
posteriores de motores de
aeronaves.
2.1. Distinguir os diversos
procedimentos de instalação de
motores turbojato.
2.2. Identificar os procedimentos
de alinhamentos, inspeções e
de ajuste de motores após
instalação.
2.3. Descrever as operações de
remoção
e
instalação
de
motores de helicópteros.
2.4.
Identificar
os
vários
alinhamentos e ajustes de um
motor de helicóptero após a
instalação.
2a. Instalação de motores
turbojato:
• instalação com plataforma
levadiça;
• instalação com guincho;
• instalação com guincho de
cabo duplo;
• completando a instalação
2b. Alinhamentos, inspeções e
ajustes de motores:
• alinhamento dos controles de
potência;
• ajuste do controlador de
combustível
2c. Remoção e instalação de
motores de helicópteros:
• remoção de um QECA de
helicóptero;
• instalação de um QECA de
helicóptero
2d. Alinhamento e ajustes de
QECA de helicóptero:
• alinhamento e ajuste de motor
de helicóptero:
o manete de borboleta do
carburador;
o controle da mistura do
carburador;
o controle de temperatura do
ar do carburador;
o teste de instalação do
motor
3. Identificar os materiais
utilizados e os procedimentos de
estocagem e preservação de
motores de aeronaves.
3.1. Identificar as condições de
operação dos berços para
motores.
3.2. Identificar os materiais e
compostos de estocagem e
preservação de motores.
3.3. Descrever os tratamentos
3a. Berço do motor:
• berços para motores radiais;
• berços para motores turbojato
3b. Preservação e estocagem de
motores:
• preservação e estocagem de
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de prevenção da corrosão em
motores.
3.4. Identificar os processos de
embalagem de motores para
transporte.
3.5. Descrever os procedimentos
de
inspeção
de
motores
estocados.
3.6. Descrever os procedimentos
de preservação e preparação do
motor previstos pelo fabricante.
motores:
o materiais
de
proteção
preventiva
contra
a
corrosão;
o compostos de proteção
preventiva
contra
a
corrosão;
o agentes desidratantes;
o tratamento de prevenção
da corrosão em motores;
o procedimentos;
o embalagens
para
transporte de motores;
o inspeção
de
motores
estocados;
o procedimentos
3c. Preservação e preparação
para utilização de motor a
turbina:
• preparação e preservação do
motor a turbina:
o procedimentos
de
preservação;
o preparação para utilização
de motor a turbina
4. Reconhecer os procedimentos
de
inspeção
e
recondicionamento
dos
componentes de motores de
aeronaves.
4.1. Descrever os procedimentos
de manutenção dos motores a
turbina
recomendados
pelo
fabricante.
4.2. Identificar as condições
operacionais dos componentes
da seção de combustão.
4.3. Citar os padrões de
aceitação das partes sujeitas a
alta temperatura.
4.4. Identificar os procedimentos
de inspeção do disco e das
palhetas da turbina quanto a
rachaduras.
4.5. Descrever os procedimentos
de substituição das palhetas da
turbina.
4.6. Reconhecer os termos
usados nas curvas de operação
do motor.
4a. Manutenção de motores a
turbina:
• procedimentos de manutenção
na seção do compressor:
o inspeção e limpeza;
o causas de danos em
palhetas;
o acabamento e substituição
de aletas
• procedimentos de manutenção
da seção de combustão:
o materiais para identificação
de partes da seção de
combustão;
o inspeção da seção de
combustão;
o inspeção e reparo das
câmaras de combustão e
coberturas;
o padrões de aceitação para
as camisas da câmara de
combustão;
o rachaduras na câmara de
combustão;
o áreas
queimadas
ou
empenadas;
o bico injetor de combustível
e conjunto de suporte
• inspeção e reparo do disco e
das palhetas da turbina:
o inspeção de disco da
turbina;
o inspeção da palheta da
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turbina;
o procedimento
de
substituição da palheta da
turbina;
o inspeção de aleta injetora
da turbina;
o folgas
• procedimentos de manutenção
da seção de escapamento
4b. Classificações comerciais:
• classificações definidas pela
Society
of
Automotive
Engineers – SAE:
o termos usados na curva de
operação
5. Reconhecer as condições de
desempenho
dos
motores,
através de testes efetuados
durante a operação dos seus
sistemas.
5.1. Interpretar as indicações
dos instrumentos do motor
quanto aos seus limites.
5.2. Identificar a finalidade de
cada instrumento na operação
do motor.
5.3. Descrever os procedimentos
de operação de um motor a
reação.
5.4. Identificar as verificações a
serem feitas durante a operação
do motor.
5.5. Identificar os procedimentos
de desligamento do motor.
5.6. Descrever a sequência dos
procedimentos de pesquisa de
panes em motores a reação.
5.7. Identificar os procedimentos
de operação de turboélices.
5.8. Descrever as características
da unidade de teste JETCAL e
sua operação.
5.9. Identificar as checagens
previstas
no
Manual
de
Manutenção do motor da
aeronave.
5.10. Descrever a sequência dos
itens de pesquisa de panes do
sistema
de
indicação
de
temperatura da saída dos gases
no escapamento.
5.11. Identificar a forma de
utilização do programa de
análise de óleo do motor usando
o equipamento espectrômetro.
5a. Instrumentação de motor:
• instrumentos do motor –
limites e finalidade:
o indicador de pressão de
descarga da turbina;
o indicador de razão de
pressão do motor;
o torquímetro
(motores
turboélice);
o tacômetro;
o indicador da temperatura
dos
gases
de
escapamento;
o indicador do fluxo do
combustível;
o indicador da pressão do
óleo do motor;
o indicador da temperatura
do óleo do motor
5b. Operação do motor a
reação:
• motor a reação:
o procedimentos de operação
• operação no solo:
o fogo no motor durante a
partida;
o verificações do motor;
o verificações em marcha
lenta;
o verificação da potência de
decolagem;
o condição ambiente;
o desligamento do motor
5c. Pesquisa de panes em
motores a reação:
• procedimentos de pesquisa de
panes em motores a reação:
o sequência
dos
procedimentos
5d. Operação de turboélice:
• procedimentos de operação de
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turboélice;
• pesquisa
de
panes
motores turboélice
em
5e. Unidade de teste JETCAL:
• características da unidade de
teste JETCAL;
• uso do analisador JETCAL;
• instruções de operação da
unidade de teste;
• cuidados quanto a segurança;
• checagem de continuidade do
circuito de temperatura de
saída dos gases (EGT) pelo
escapamento;
• checagem operacional do
circuito de temperatura de
saída dos gases (EGT);
• teste funcional das chaves
térmicas;
• checagem do indicador de
temperatura de saída dos
gases (EGT);
• checagem da resistência e da
isolação;
• checagem
do
indicador
tacômetro
• pesquisa de panes do sistema
de temperatura de saída dos
gases (EGT):
o um ou mais termopares
inoperantes em cablagem
paralela do motor;
o termopar do motor fora da
calibragem;
o erro
do
circuito
de
temperatura de saída dos
gases (EGT);
o resistência do circuito fora
da tolerância;
o curto à massa e curto entre
terminais
• pesquisa de panes no sistema
do tacômetro da aeronave
5f. Análise do óleo com
espectômetro:
• procedimento de análise:
o amostras de óleo;
o medição
dos
metais
contidos no óleo;
o vantagens da análise
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
40
Total
60 Horas-aula
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M.5 – INSPEÇÃO DE MOTORES E PROCEDIMENTOS DE PISTA II
Função: Planejamento e Execução Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
do motor e de seus sistemas.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
do motor, da nacele e de seus
sistemas.
1.2.
Reconhecer
os
procedimentos de inspeção em
partes do motor e de seus
controles.
1.3. Reconhecer os métodos de
preenchimento
da
documentação de manutenção
referentes à aeronave com os
dados
de
uma
inspeção
efetuada.
1.4.
Reconhecer
os
procedimentos de inspeção que
utilizam o processo de partículas
magnéticas nas partes do motor.
1.5. Reconhecer os processos
de inspeção de danos nas
partes do motor pelo sistema de
inspeção
por
líquidos
penetrantes.
1.6. Identificar os casos de
utilização de radiografias para
inspeção de partes do motor.
1.7. Reconhecer os tipos de
testes por ultra-som na inspeção
de partes de motor.
1.8. Identificar os processos de
inspeção do tipo Eddy Current.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Inspeção no setor do motor e
da nacele:
• seção do motor – evidência de
vazamentos
de
óleo,
combustível
ou
fluido
hidráulico e o motivo de tais
vazamentos;
• prisioneiros e porcas – aperto
correto e defeitos evidentes;
• interior do motor – compressão
dos cilindros e existência de
partículas metálicas ou de
origem estranha nas telas e
nos bujões dos reservatórios
de drenagem. irregularidade
nas condições e tolerâncias
internas,
em
caso
de
compressão fraca do cilindro;
• berço do motor – rachaduras,
folgas nos montantes de
fixação ou entre o motor e
seus montantes;
• amortecedores de vibração –
quanto ao estado e à
deterioração;
• controles do motor – defeitos
inerentes aos comandos e à
correta frenagem;
• tubulações, mangueiras e
braçadeiras – vazamentos,
estado geral e aperto;
• escapamento do motor –
rachaduras, defeitos e correta
fixação;
• acessórios
–
defeitos
aparentes na segurança da
fixação;
• todos os sistemas – instalação
correta, defeitos nas condições
gerais e fixação adequada;
• carenagens – rachaduras e
defeitos
1b. Documentação da aeronave:
• preenchimento da ficha de
inspeção
• lançamento da execução da
inspeção no histórico (log
book, cadernetas e fichas) da
aeronave, motor e hélice:
o lançamento,
quando
aplicável, das substituições
efetuadas
anotando
o
número de série e de horas
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de
funcionamento
do
equipamento retirado e do
instalado;
o colocação de etiqueta no
equipamento contendo o
número de horas de
funcionamento e o de série
e o motivo da retirada
1c. Inspeção por partículas
magnéticas nas partes do motor:
• inspeção
por
partículas
magnéticas:
o indicações.
descontinuidade. direção e
densidade
do
fluxo.
métodos de magnetização.
identificação
das
indicações
• inspeção magnaglo
• equipamentos
para
magnetização – fixo e portátil:
o materiais
utilizados
na
inspeção
• desmagnetização – método
padrão
1d. Inspeção por líquidos
penetrantes:
• características da inspeção por
líquidos penetrantes;
• preparação e exposição;
• revelação
do
filme.
interpretação radiográfica;
• perigos da radiação
1e. Inspeção por radiografia:
• características da inspeção por
radiografia;
• preparação e exposição;
• revelação
do
filme.
interpretação radiográfica;
• perigos da radiação
1f. Teste ultra-sônico:
• tipos de teste ultra-sônico;
• pulsante e de ressonância
1g. Teste de Eddy Current:
• princípios básicos do teste de
eddy current;
• inspeção visual
2. Reconhecer os procedimentos
de inspeção e de manutenção
das hélices fornecidos pelos
respectivos fabricantes.
2.1. Identificar defeitos no setor
da hélice.
2. Inspeção no setor da hélice:
• conjunto
da
hélice
–
rachaduras, mossas, empenos
e vazamento de óleo;
• parafusos – aperto correto e
frenagem;
• dispositivos contra formação
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de gelo – operação correta e
defeitos evidentes
3. Reconhecer os procedimentos
de
partida
de
motores
convencionais e a reação.
3.1.
Reconhecer
os
procedimentos de partida de
motores convencionais e a
reação.
3.2. Identificar as medidas de
segurança contra fogo.
3. Manuseios de solo:
• procedimentos de partida:
o motores convencionais;
o motores turboélice;
o motores turbojato
• procedimentos anteriores à
partida:
o partida manual nos motores
convencionais;
o extinção de fogo no motor
4. Reconhecer os procedimentos
de
reabastecimento
e de
ancoragem de aeronaves.
4.1. Identificar o equipamento de
apoio adequado a cada tipo de
operação.
4.2. Identificar os procedimentos
de segurança durante os
abastecimentos de combustível.
4.3. Reconhecer as precauções
exigidas
durante
os
abastecimentos de óleo.
4.4. Reconhecer os perigos
durante o abastecimento do
sistema de oxigênio.
4.5.
Reconhecer
os
procedimentos de ancoragem e
o equipamento adequado à
aeronave.
4.6. Identificar os pontos de
amarração das aeronaves.
4a. Equipamentos de apoio:
• utilização do equipamento de
solo:
o unidade de força elétrica;
o unidades
de
força
hidráulica;
o unidade de ar condicionado
e de aquecimento;
o equipamentos
de
prélubrificação
4b.
Abastecimento
de
combustível nas aeronaves:
• procedimentos
de
abastecimento de combustível:
o procedimentos
de
segurança
• deveres da tripulação durante
o abastecimento;
• operações
de
reabastecimento;
• reabastecimento por pressão
4c. Abastecimento de óleo nas
aeronaves:
• procedimentos
de
abastecimento de óleo:
o precauções
a
serem
observadas
4d. Abastecimento de sistemas
de oxigênio
• procedimentos
de
abastecimento do sistema de
oxigênio:
o precauções
com
a
utilização do oxigênio
4e. Ancoragem de aeronaves:
• procedimento normal;
• pontos para amarração;
• cabo de ancoragem;
• cordas de amarração;
• correntes de amarração;
• ancoragem
de
aeronaves
leves;
• segurança
de
aeronaves
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pesadas;
• ancoragem de aeronaves em
condições de tempestade;
• segurança
de
aeronaves
multimotoras;
• segurança de helicópteros;
• segurança de hidroavião e de
aeronaves com esqui
5. Identificar os tipos de incêndio
e
os
equipamentos
e
procedimentos de extinção.
5.1. Reconhecer os tipos de
incêndios e os meios de
extinção.
5.2. Identificar os agentes
extintores aplicáveis de acordo
com a tabela de toxidade.
5.3. Identificar as marcas de
adequabilidade do extintor para
cada classe de fogo.
5. Equipamentos contra fogo:
• tipos de incêndio:
o equipamentos de extinção
de incêndio
• tipos de incêndio versus
agente extintor;
• verificação
periódica
dos
extintores de incêndio;
• identificação
dos
agentes
extintores;
• marcas recomendadas para
indicar a aplicabilidade do
extintor
• extintores para aeronaves:
o extintores portáteis;
o extintores de solo do tipo
manual;
o métodos de operação de
extintores
• fatores de segurança
6. Reconhecer as normas de
segurança durante as operações
de reboque e levantamento da
aeronave nos macacos.
6.1.
Reconhecer
os
procedimentos anteriores ao
levantamento da aeronave.
6.2.
Reconhecer
os
procedimentos de segurança
durante o levantamento e o
abaixamento da aeronave.
6a.
Levantamento
e
abaixamento da aeronave pelos
macacos:
• procedimentos anteriores de
levantamento e abaixamento
da aeronave;
• levantamento e abaixamento
da aeronave completa pelos
macacos;
• levantamento e abaixamento
de apenas uma das rodas da
aeronave
7. Identificar a sinalização
padronizada
durante
as
operações de táxi de aeronaves.
7.1. Identificar as normas de
segurança referentes a reboque
de aeronaves.
7. Movimentação da aeronave:
• reboque de aeronaves;
• sinais de táxi;
• taxiando a aeronave
8. Reconhecer as normas de
segurança
relativas
aos
trabalhos de manutenção.
8.1. Reconhecer os limites de
circulação em pistas e hangares.
8.2. Identificar os procedimentos
de segurança relativos aos
trabalhos de manutenção.
8.3. Descrever os procedimentos
a
serem
observados
nas
operações de retirada de neve e
gelo de uma aeronave.
8a. Segurança na manutenção:
• faixas de segurança;
• fios de força;
• sistema de ar comprimido;
• poças de óleo ou de graxa;
• montagem de pneus de
aeronaves;
• soldagem
8b. Operações em condições de
neve ou gelo:
• operações de retirada de neve
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e gelo:
o procedimentos
adotados
a
serem
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Teórica
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Prática
00
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M.6 – SISTEMAS DE ADMISSÃO DE ESCAPAMENTOS, SISTEMAS DE
PROTEÇÃO CONTRA FOGO NO MOTOR II
Função: Manutenção dos Sistemas Industriais
COMPETÊNCIAS
1. Identificar as características e
os
procedimentos
de
manutenção dos sistemas de
admissão e de escapamento dos
motores de aviação.
HABILIDADES
1.1. Caracterizar o sistema de
admissão de motor turbojato.
1.2. Reconhecer a necessidade
de construção de dutos de
diferentes formatos.
1.3.
Caracterizar
o
funcionamento de um motor
turbofan.
1.4. Identificar as características
do sistema de escapamento de
motores a turbina.
1.5. Identificar as características
do sistema de escapamento de
motores turboélice.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Sistemas de admissão dos
motores a reação:
• sistema de admissão de motor
turbojato:
o características;
o duto de entrada única;
o duto de entrada dividida;
o duto de geometria variável;
o entrada do compressor tipo
boca de sino
• entradas de ar do compressor
em motores turboélice:
o características;
o telas
de
entrada
do
compressor
1b. Seções do fan dos motores
turbofan:
• motor turbofan:
o características
de
funcionamento
1c. Dutos de escapamento do
motor a turbina:
• características do sistema de
escapamento do motor a
turbina;
• bocal
de
escapamento
convergente convencional;
• bocais
de
escapamento
convergente/ divergente
1d. Sistema de escapamento de
turboélice:
• características do sistema de
escapamento
de
motores
turboélice
2. Distinguir as características
dos sistemas reversores de
empuxo e dos supressores de
ruído das aeronaves.
2.1. Identificar as finalidades dos
reversores de empuxo.
2.2. Identificar a finalidade do
sistema supressor de ruído.
2.3. Identificar a finalidade do
sistema dissipador de vortex da
entrada de ar do motor.
2a. Reversores de empuxo:
• reversores de empuxo:
o características;
o funcionamento
2b. Supressores de ruído do
motor:
• sistema supressor de ruído:
o características;
o funcionamento
2c. Dissipador de vortex da
entrada de ar no motor:
• dissipador de vortex:
o características;
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3. Reconhecer os processos de
detecção e de extinção de fogo
para os motores a reação.
3.1. Reconhecer os sistemas de
proteção de motores a turbina.
3.2. Identificar os procedimentos
de proteção no solo.
3.3. Descrever as características
de um sistema de proteção de
fogo de multimotores.
4.
Identificar
os
agentes
extintores
utilizados
nos
sistemas de proteção contra
fogo dos motores de aeronaves.
4.1. Identificar os procedimentos
de manutenção dos sistemas de
detecção de fogo.
4.2. Identificar os procedimentos
de manutenção dos sistemas de
extinção de fogo.
5. Reconhecer os procedimentos
de manutenção dos sistemas de
detecção e de extinção de fogo
dos motores de aeronaves.
5.1. Identificar um sistema de
extinção de fogo de alta razão
de descarga.
o funcionamento
3. Sistema de proteção de
motores a turbina:
• sistema de proteção de
motores a turbina:
o zonas de fogo ;
o agentes de extinção ;
o tipos de detectores de fogo
ou superaquecimento;
o proteção no solo dos
motores a turbina
• sistema típico de proteção de
multimotores:
o sistemas detectores;
o sistemas de aviso;
o sistema de extinção de
fogo de motores a turbina
4.
Procedimentos
de
manutenção dos sistemas de
detecção:
• procedimentos de inspeção do
sistema de detecção de fogo;
• pesquisa de panes no sistema
de detecção de fogo;
• manutenção
do
sistema
extintor de fogo:
o recarregamento
das
garrafas;
o remoção e reinstalação dos
cartuchos e válvulas de
descarga
5. Sistema de proteção contra
fogo do turbojato saberliner:
• sistema de proteção contra
fogo de alta razão de
descarga:
o operação do sistema;
o interruptor de seleção;
o válvula unidirecional;
o reservatórios do agente
extintor;
o indicadores
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
40
Prática
00
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40 Horas-aula
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M.7 – HÉLICES PARA MOTORES DE AERONAVES II
Função: Manutenção dos Sistemas Industriais
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer os procedimentos
de inspeção e manutenção das
hélices,
fornecidos
pelos
fabricantes.
HABILIDADES
1.1. Descrever os procedimentos
de manutenção fornecidos pelos
fabricantes das hélices.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Inspeção e manutenção de
hélice:
• inspeção da hélice;
• vibração da hélice;
• centralização das pás;
• checando e ajustando os
ângulos das pás
2. Reconhecer os procedimentos
de balanceamento das hélices.
2.1. Identificar as normas de
balanceamento
das
hélices
ditadas pelo fabricante.
2. Balanceamento da hélice:
• balanceamento estático
3. Reconhecer os procedimentos
de inspeção e manutenção das
hélices,
fornecidos
pelos
fabricantes.
3.1. Descrever os procedimentos
de limpeza e de lubrificação das
hélices.
3. Serviços nas hélices:
• limpeza das pás;
• lubrificação da hélice
4. Reconhecer as características
de construção e de operação
dos
diversos
tipos
de
componentes dos sistemas de
hélices.
4.1. Identificar as características
de um grupo motopropulsor
turboélice.
4.2. Identificar a finalidade das
bainhas das pás das hélices.
4.
Características
e
funcionamento de turboélice:
• conjunto de engrenagens de
redução;
• conjunto de turboélice;
• controles
• bainha das pás:
o características e finalidade
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
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40 Horas-aula
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MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR – Oficinas
PRÁTICA DE OFICINA
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Adotar as normas de
segurança durante os trabalhos
na oficina e os procedimentos
adequados
em
caso
de
acidentes.
HABILIDADES
1.1. Identificar os tipos de
tecidos
utilizados
em
revestimento de aeronaves.
1.2. Identificar os tipos de
incêndio e os agentes extintores.
1.3.
Reconhecer
os
procedimentos
a
serem
adotados no caso de incêndios e
de acidentes.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Normas e procedimentos:
• normas de segurança em
relação
a
ferramentas
manuais,
máquinas,
equipamentos
elétricos
e
pneumáticos e em torno da
aeronave:
o relativas a eletricidade, alta
voltagem,
circuitos
energizados,
baterias,
retificadores, manuseio da
fiação
• segurança contra fogo:
o identificação dos extintores;
o classificação dos incêndios;
o operação dos extintores
• segurança pessoal e primeiros
socorros:
o proteção dos olhos;
o elementos
químicos
perigosos;
o efeitos
dos
choques,
intensidade, tratamento;
o respiração artificial;
o tratamento de queimaduras
e feridas
2. Utilizar, com correção, as
ferramentas manuais comuns,
as de corte e as de medição.
2.1.
Efetuar
tarefas
com
ferramentas manuais comuns e
de corte.
2.2. Efetuar medições com
instrumentos comuns e de
precisão.
2. Ajustagem de peças na
bancada:
• tarefas de ajustagem com
ferramentas manuais:
o corte e trabalho de lima,
exercícios de corte com
serra de mão. limagem.
furação. afiação de brocas.
corte de roscas com
tarracha
e
cossinetes.
raspagem
• medição com instrumentos
comuns e de precisão:
o uso de régua metálica e
compasso de ponta-seca.
paquímetro.
calibres,
micrômetros.
mesa
de
nivelar
3. Realizar curvaturas, flanges e
frisos em tubos rígidos e fixar
conexões em tubos flexíveis.
3.1. Identificar os processos de
fixação de terminais em cabos
de comando e de detecção de
defeitos.
3.2. Executar frenagens com
arames.
3. Tubulações:
• inspeção de arames e cabos
usados em aviação, quanto a
defeitos, e trabalhos de
emendas em cabos em aço;
• efetuar diversos tipos de
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4. Reconhecer os tipos de
corrosão e os procedimentos
para sua remoção e sua
prevenção.
3.3. Descrever os procedimentos
de curvatura, flangeamento e
frisamento de tubos.
3.4. Identificar os processos de
instalação de conexões em
tubos rígidos e em flexíveis.
frenagens;
• curvatura de tubos com e sem
tratamento
térmico,
tubos
flangeados, tubos frisados e
conexões
e
uniões
em
tubulação dos sistemas de
combustível, lubrificante e
hidráulico
4.1. Caracterizar corrosão e os
métodos de remoção e de
preservação
durante
a
manutenção das aeronaves.
4. Corrosão:
• natureza
e
causas
da
corrosão, tipos,
remoção,
tipos de proteção, métodos de
aplicação
do
elemento
protetor;
• proteção contra a corrosão
durante a construção e a
manutenção das aeronaves e
de seus componentes
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
20
Total
20 Horas-aula
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OFICINA DE MOTORES CONVENCIONAIS
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Descrever os procedimentos
indicados
para
remoção,
instalação,
desmontagem
e
montagem
de
motores
convencionais, bem como para o
recondicionamento
de seus
componentes.
HABILIDADES
1.1. Identificar as condições
operacionais de um motor pela
inspeção
externa
e
pelo
funcionamento adequado.
1.2. Descrever os procedimentos
para a remoção do motor de
acordo com os procedimentos
previstos pelo fabricante.
1.3. Explicar os procedimentos
de desmontagem do motor e de
seus
componentes
para
inspeção.
1.4. Identificar os procedimentos
de inspeção dimensional nos
componentes do motor.
1.5. Descrever o tipo de teste
magnético indicado para a
pesquisa de falhas das peças do
motor.
1.6. Explicar as operações de
desmontagem, montagem e de
testes
de
magnetos,
distribuidores e de continuidade
nas cablagens.
1.7. Citar os processos de
retificação, ajustagem e reparo
das peças do motor, tubulações
e engrenagens de acionamento
dos acessórios do motor.
1.8. Explicar os procedimentos
de montagem das peças do
motor e os cuidados na limpeza,
na tolerância de aperto, na
frenagem e na regulagem.
1.9. Descrever os procedimentos
para a instalação de motor e de
hélice previstos pelo fabricante.
1.10. Efetuar testes de motor
para pesquisa e solução de
panes e posterior proteção
contra a corrosão.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Inspeção preliminar do
motor:
• exame completo de um motor
para
identificar
as
características
externas
e
defeitos
visíveis.
funcionamento do motor no
solo (quando possível) e
registro do desempenho;
• familiarização
com
as
ferramentas da oficina de
motores
e
equipamento
correspondente e precauções
a
observar
para
evitar
acidentes
1b. Remoção do motor:
• preparação
do
motor,
drenagens,
desconexões,
remoção.
içamento
e
colocação no suporte;
• remoção
do
motor
da
aeronave
seguindo
as
instruções do fabricante
1c. Desmontagem do motor:
• desmontagem completa de
motores pequenos: remoção
de todos os acessórios,
limpeza e preparação das
peças para inspeção;
• desmontagem
parcial
de
motores grandes: remoção de
acessórios, redutor, cilindros,
pistões, sem desmontar o eixo
de manivelas e o cárter
principal
1d. Inspeção do motor:
• verificação dimensional em
eixos, mancais e bielas para
exames de ovalização, torção,
desgaste e deformação de
acordo com os procedimentos
indicados nos manuais dos
fabricantes;
• verificação
em
cilindros,
válvulas, pistões e molas de
segmentos,
seguindo
as
indicações
do
manual.
verificação dos ajustes e
tolerâncias,
aplicando
programas de reparos, se
necessário;
• pesquisa
de
rachaduras:
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exame no magnaflux dos eixos
de manivelas e eixo de
ressaltos;
• exame
com
produtos
fluorescente ou corantes, das
peças de ligas leves do motor
1e. Manutenção dos acessórios
do motor:
• desmontagem,
inspeção,
reparos e montagem dos
acessórios do motor:
o sistema
de
ignição:
magnetos e distribuidores,
substituição de cablagem
em um chicote; teste de
continuidade
e
de
isolamento; manutenção de
velas e recondicionamento
de platinados;
o sistema de combustível:
carburadores de bóia e de
injeção, bombas e válvulas.
testes
de
vazão,
de
pressão e outros previstos
pelo fabricante. inspeção e
manutenção
das
tubulações;
o sistema de lubrificação e de
refrigeração
do
motor:
reservatório,
bombas,
válvulas, radiador, filtros e
tubulações. manutenção de
deflectores de ar e aletas
de refrigeração;
o sistema de admissão e de
escapamento:
seção
difusora,
impulsor
e
mecanismo
de
acionamento do impulsor.
unidades do sistema de
escapamento
1f. Recondicionamento de peças
do motor:
• reparos por meio de usinagem,
retificação e ajustagem de
cilindros, pistões, balancins,
válvulas, bielas e eixo de
manivelas;
• tubulações e mangueiras:
inspeção,
testes
e
recondicionamento;
• teste
e
retificação
de
rachaduras, porosidades e de
corrosão;
• inspeção
e
reparo
no
mecanismo de acionamento
dos acessórios
1g. Montagem das peças do
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motor:
• montagem do motor após
inspeção e reparo das peças,
prestando particular atenção à
limpeza, ao aperto dentro dos
limites, à
frenagem, às
tolerâncias e à regulagem da
distribuição e da ignição;
• instalação dos acessórios do
motor
1h. Instalação do motor na
aeronave:
• içamento e alinhamento do
motor, fixação no berço,
conexão
e
ajustes
dos
comandos;
• instalação da hélice
1j. Funcionamento do motor e
correção de panes:
• partida,
funcionamento
e
testes de motor no solo;
• inspeção
de
grupo
motopropulsor instalado em
aeronave,
verificações
e
ajustes após a operação;
• pesquisa de panes e correção;
• proteção de motores contra
corrosão
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
15
Total
15 Horas-aula
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OFICINA DE MOTORES A REAÇÃO
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Descrever os procedimentos
indicados
para
remoção,
instalação,
desmontagem
e
montagem de motores a reação,
bem
como
para
o
recondicionamento
de seus
componentes.
HABILIDADES
1.1. Identificar as condições
operacionais de um motor pela
inspeção
externa
e
pelo
funcionamento adequado.
1.2. Descrever os procedimentos
para a remoção de motor
previstos pelo fabricante.
1.3. Explicar os procedimentos
de desmontagem do motor e de
seus
componentes
para
inspeção.
1.4. Identificar os procedimentos
de inspeção dimensional nos
componentes do motor.
1.5. Descrever o tipo de teste
magnético indicado para a
pesquisa de falhas das peças do
motor.
1.6. Explicar as operações de
desmontagem, montagem e de
testes das unidades do sistema
de ignição.
1.7. Citar os processos de
retificação, ajustagem e reparo
das peças do motor, tubulações
e engrenagens de acionamento
dos acessórios do motor e do
mecanismo de indicação de
torque.
1.8. Explicar os procedimentos
de montagem das peças do
motor e os cuidados na limpeza,
na tolerância de aperto, na
frenagem e na regulagem.
1.9. Descrever os procedimentos
para a instalação de motor e de
hélice previstos pelo fabricante.
1.10. Efetuar testes de motor
para pesquisa e solução de
panes e posterior proteção
contra a corrosão.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Inspeção preliminar do
motor:
• exame completo de um motor
para
identificar
as
características
externas
e
defeitos
visíveis.
funcionamento do motor no
solo (quando possível) e
registro do desempenho;
• familiarização
com
as
ferramentas da oficina de
motores
e
equipamento
correspondente. precauções a
observar para evitar acidentes
1b. Remoção do motor:
• preparação
do
motor.
drenagens.
desconexões.
remoção.
içamento
e
colocação no suporte;
• remoção
do
motor
da
aeronave
seguindo
as
instruções do fabricante
1c. Desmontagem do motor:
• desmontagem completa de
motores pequenos: remoção
de todos os acessórios,
limpeza e preparação das
peças para inspeção;
• desmontagem
parcial
de
motores grandes: remoção de
acessórios,
conjunto
de
escapamento dos gases e
câmara de combustão sem
desmontar o conjunto turbinacompressor
1d. Inspeção do motor:
• verificação dimensional em
eixos e mancais para exames
de
ovalização,
torção,
desgaste e deformação de
acordo com os procedimentos
indicados nos manuais do
fabricante. verificação dos
ajustes
e
tolerâncias,
aplicando
programas
de
reparos, se necessário;
• pesquisa de rachaduras e
deformações na seção de
escapamento e tubos de
chama das câmaras de
combustão;
• exame,
com
produtos
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fluorescente ou corantes, das
peças de ligas leves do motor;
• inspeção
dos
conjuntos
compressor-turbina
de
turborreatores. inspeção das
aletas quanto a deformação ou
deterioração
1e. Manutenção dos acessórios
do motor:
• desmontagem,
inspeção,
reparos e montagem dos
acessórios do motor:
o componentes do sistema
de
ignição:
inspeção
quanto a queima, rutura e
desgaste, limpeza e testes
previstos pelo fabricante.
teste de continuidade e de
isolamento, limpeza das
velas de ignição;
o componentes do sistema
de combustível: bombas,
unidades de comando de
pressão e de vazão,
dispositivos de dosagem,
válvulas,
queimadores.
desmontagem parcial para
estudo do mecanismo.
testes;
o componentes do sistema
de lubrificação do motor:
reservatório,
bombas,
válvulas, radiador, filtros e
tubulações
1f. Recondicionamento de peças
do motor:
• reparos por meio de usinagem,
retificação e ajustagem de
peças
para
dimensões
inferiores ou superiores ao
normal;
• tubulações e mangueiras –
inspeção,
testes
e
recondicionamento;
• teste
e
retificação
de
rachaduras, porosidades e de
corrosão;
• inspeção
e
reparo
no
mecanismo de acionamento
dos
acessórios
e
do
mecanismo de indicação do
torque
1g. Montagem das peças do
motor:
• montagem do motor após
inspeção e reparo das peças,
prestando particular atenção à
limpeza, ao aperto dentro dos
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limites,
à
frenagem,
as
tolerâncias e à regulagem do
sistema de ignição;
• instalação dos acessórios do
motor
1h. Instalação do motor na
aeronave:
• içamento e alinhamento do
motor. fixação no berço.
conexão
e
ajustes
dos
comandos;
• instalação da hélice em
aeronave turboélice
1j. Funcionamento do motor e
correção de panes:
• partida,
funcionamento
e
testes de motor no solo;
• inspeção
de
grupo
motopropulsor instalado em
aeronave.
verificações
e
ajustes após a operação;
• pesquisa de panes e correção;
• proteção de motores contra
corrosão
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
15
Total
15 Horas-aula
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OFICINA DE HÉLICES
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Descrever os procedimentos
indicados
para
remoção,
desmontagem, manutenção e
montagem
de
hélices
de
aeronaves.
HABILIDADES
1.1.
Descrever
os
testes
previstos
no
manual
do
fabricante da hélice.
1.2. Explicar as operações de
remoção e de instalação de
hélices previstas pelo fabricante.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Testes de hélices:
• torção das pás,alinhamento,
equilíbrio estático, medição de
ângulos
na
bancada,
verificação da pista de rotação
e trajetória das pás;
• princípios de funcionamento
do equipamento de testes,
verificação de vazamentos,
pesquisas de panes
1b. Instalação e remoção de
hélices:
• prática de instalação e de
remoção de hélices em
motores;
• regulagem dos comandos
2. Explicar os testes previstos
pelos fabricantes de hélices a
serem executados em oficinas e
na pista quando instaladas em
motores.
2.1. Efetuar os testes de
funcionamento
de
hélices
instaladas
em
motores
convencionais e a reação.
2. Teste da hélice na pista:
• teste de funcionamento da
hélice com o motor em
funcionamento;
• inspeção da hélice após a
parada do motor;
• preenchimento
dos
documentos e das fichas de
manutenção
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
10
Total
10 Horas-aula
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MÓDULO AVIÔNICOS – Qualificação Técnica de Nível Médio de Mecânico de
Manutenção Aeronáutica – Aviônicos
A.1 – SISTEMAS ELÉTRICOS DE AERONAVES
Função: Programação e Controle
COMPETÊNCIAS
1.
Identificar
os
diversos
materiais,
ferramentas
e
equipamentos
utilizados
na
manutenção
dos
sistemas
elétricos e eletrônicos da
aeronave.
HABILIDADES
1.1. Indicar os fatores que
influenciam na escolha da bitola
de um fio.
1.2. Identificar o tipo de material
a ser usado no fio condutor de
um determinado circuito elétrico.
1.3. Descrever os processos de
identificação de fios e cabos
condutores.
1.4. Indicar as condições
adequadas para instalação e
encaminhamento da fiação.
1.5. Identificar as medidas de
precaução a serem adotadas em
uma instalação elétrica de
aeronaves.
1.6. Definir os termos utilizados
na instalação elétrica de uma
aeronave.
1.7. Identificar as diferentes
classes de conectores usados
em sistemas elétricos.
1.8. Identificar os cuidados na
instalação de conduítes.
1.9.
Reconhecer
os
procedimentos de manutenção
do equipamento elétrico.
1.10.
Expressar
os
procedimentos de emendas em
emergência.
1.11. Reconhecer a necessidade
da correta fixação dos terminais
de fios aos blocos terminais.
1.12.
Reconhecer
os
procedimentos
corretos
na
decapagem de fios condutores.
1.13. Enumerar os cuidados a
serem adotados na metalização.
1.14. Reconhecer a finalidade da
proteção
contra
correntes
elétricas
nos
tanques
de
combustível.
1.15. Reconhecer as vantagens
do aterramento múltiplo.
1.16. Reconhecer os limites de
carga elétrica dos circuitos.
1.17. Identificar os valores dos
dispositivos de proteção de
circuitos.
1.18. Enumerar os circuitos de
iluminação
interna
de
aeronaves.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Fios e cabos condutores:
• bitola de fio;
• fatores que afetam a seleção
da bitola do fio;
• fatores que influenciam na
seleção do material condutor;
• queda de voltagem nos fios e
nos cabos de uma aeronave;
• instruções para usar o gráfico
de fios elétricos;
• identificação de condutores;
• isolamento do condutor;
• instalação da fiação elétrica:
o grupos de fios e chicotes;
o amarração da cablagem;
o cuidados na amarração;
o amarração com nó simples;
o amarração com nó de
laçada;
o fios trançados;
o emendas nos chicotes;
o frouxidão nos chicotes;
o raio de curvatura;
o encaminhamento;
o proteção contra fricção;
o proteção
contra
alta
temperatura;
o proteção contra solventes e
fluidos;
o proteção dos fios na área
do alojamento das rodas;
o precauções na instalação;
o instalação das braçadeiras
de cabos
• conectores. tipos. identificação
e instalação;
• conduítes. tipos. cuidados na
instalação
1b. Manutenção de cablagens:
• ferramentas para manutenção
elétrica
• estampagem de terminais:
o terminais de fio de alumínio
• emendas de fios de cobre;
• emendas de emergência;
• conexão de terminais a blocos
terminais;
• prensagem de pinos de
contato:
o inserindo o contato;
o extraindo o contato
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1.19. Enunciar os circuitos de
iluminação
externa
das
aeronaves.
1.20.
Expressar
os
procedimentos de inspeção e de
manutenção dos sistemas de
iluminação.
1.21. Enumerar as diferenças
entre as pilhas primárias e as
secundárias.
1.22. Enunciar os componentes
de uma bateria chumbo-ácido.
1.23.
Reconhecer
os
procedimentos de carga de
baterias chumbo-ácido.
1.24. Enunciar os componentes
de uma bateria alcalina.
1.25.
Reconhecer
os
procedimentos de carga de
baterias níquel-cádmio.
1.26. Enumerar os componentes
de uma bateria prata-zinco.
1.27. Reconhecer os símbolos
gráficos correspondentes aos
componentes
dos
circuitos
elétricos e eletrônicos.
• utilização
correta
de
ferramentas para manutenção
elétrica;
• decapagem de condutores
1c. Metalização:
• finalidades da metalização;
• cuidados na metalização;
• áreas sujeitas à explosão ou
fogo;
• proteção contra os efeitos de
raios:
o definições;
o classificação das zonas de
impacto em aeronaves;
o proteção dos suspiros dos
tanques de combustível;
o aterramento dos bujões de
tanque de combustível;
o proteção dos tanques de
combustível
contra
correntes elétricas
• módulo
de
aterramentofinalidade. características
1d. Cuidados na instalação de
equipamentos elétricos:
• limites de carga elétrica:
o controle ou monitoramento
de carga elétrica
1e. Dispositivos de proteção de
circuitos:
• fusíveis;
• disjuntores
• disjuntores de controle remoto
(RCCB):
o funcionamento do RCCB
como relé;
o funcionamento do RCCB
como disjuntor
• interruptores;
• relés
1f. Luzes internas:
• iluminação da cabine de
pilotagem;
• iluminação dos painéis e dos
instrumentos;
• protetores de mapas;
• iluminação da cabine de
passageiros;
• luzes
dos
sanitários
e
bagageiros;
• iluminação controlada pelos
passageiros;
• luzes de aviso;
• luzes da porta principal e de
emergência
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1g. Luzes externas:
• luzes
de
posição
ou
navegação;
• luzes de anticolisão;
• luzes de pouso;
• luzes de táxi;
• luzes de inspeção das asas
1h. Inspeção e manutenção dos
sistemas de iluminação:
• procedimentos de inspeção e
de manutenção dos sistemas
de iluminação
1i. Pilhas:
• pilhas primárias;
• pilhas secundárias
1j. Baterias chumbo-ácido:
• princípios de funcionamento;
• elementos de uma bateria
chumbo-ácido;
• verificação da densidade;
• preparação do eletrólito;
• preparação da bateria para
carga;
• autodescarga ;
• remoção da bateria
1k. Baterias alcalinas:
• princípios de funcionamento
das baterias de níquel-cádmio:
o capacidade da bateria;
o falhas da bateria, perda de
tensão;
o vantagens do uso da
bateria ni-cad;
o desvantagens do uso da
bateria ni-cad;
o para
carregar
baterias
alcalinas;
o monitoramento
de
temperatura da bateria
• baterias de prata-zinco
1l. Símbolos gráficos para
diagramas
elétricos
e
eletrônicos:
• identificação
de
símbolos
gráficos nos circuitos elétricos
e eletrônicos
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
40
Total
60 Horas-aula
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A.2 – ELETRÔNICA I - SEMICONDUTORES
Função: Programação e Controle
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os símbolos
utilizados
nos
circuitos
eletrônicos e analisar circuitos
que utilizam transistores, diodos
e circuitos integrados.
2. Determinar os fatores que
afetam a instabilidade dos
circuitos transistorizados.
HABILIDADES
1.1. Descrever a operação de
um osciloscópio.
1.2.
Identificar
fontes
de
correntes
e
de
tensões
constantes.
1.3. Reconhecer a finalidade do
divisor de tensão.
1.4. Relacionar as leis de
Kirchhoff, Thévenin e Norton da
superposição e da máxima
transferência de potência em
análises de circuitos.
1.5. Identificar os componentes
de uma fonte de força.
1.6. Descrever o funcionamento
dos retificadores de meia onda e
de onda completa.
1.7. Reconhecer os diferentes
tipos de fusíveis utilizados na
proteção dos circuitos.
1.8. Descrever os processos de
formação da função PN.
1.9. Analisar a curva de máxima
dissipação de potência.
1.10. Reconhecer as limitações
de corrente e de tensão dos
transistores.
1.11. Analisar os métodos de
polarização dos transistores.
1.12.
Reconhecer
as
características dos ampliadores
de áudio.
1.13. Identificar as frequências e
as classes de operação.
1.14.
Identificar
as
características dos vários tipos
de osciladores a transistor.
1.15. Citar as aplicações do
transistor de efeito de campo.
1.16. Descrever a importância
dos ampliadores operacionais
nos circuitos eletrônicos.
1.17.
Reconhecer
as
características e as aplicações
do diodo Zener.
1.18. Citar as características e
aplicações dos thyristores.
1.19.
Reconhecer
as
características e as aplicações
dos diodos emissores de luz.
1.20. Citar o emprego do decibel
na eletrônica.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Osciloscópio:
• tubo de raios catódicos,
canhão eletrônico, deflexão
vertical e horizontal;
• circuito gerador de base de
tempo;
• funções básicas dos controles
1b. Requisitos para análise de
circuitos:
• fontes de tensão e de corrente
constantes;
• elementos de circuitos;
• teoremas
das
estruturas
elétricas:
o leis de kirchhoff
• divisor de tensão e de
corrente;
• teorema da superposição;
• teorema de thévenin;
• teorema de norton;
• conversão do equivalente de
thévenin para norton e viceversa;
• teorema
da
máxima
transferência de energia
1c. Fonte de força eletrônica:
• tipos de fonte de força;
• circuitos retificadores:
o retificador de meia onda e
de onda completa;
o retificador em ponte
• filtros:
o fator de ripple;
o teoria de funcionamento do
filtro a capacitor
• proteção contra sobrecarga –
fusíveis, disjuntores
1d. Transistor de função:
• formação das funções PNP e
NPN
• ganhos e amplificação do
transistor:
o tipos de configuração;
o ganhos do transistor
• amplificador em configuração
emissor comum:
o curvas características do
amplificador em emissor
comum;
o ganhos do transmissor em
emissor comum;
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o características estáticas e
dinâmicas
de
um
amplificador em emissor
comum
• transistores de unifunção –
características
1e. Estabilização da polarização
de transistores:
• limitações dos transistores
bipolares;
• curva de máxima dissipação
de potência;
• instabilidade
térmica
dos
transistores;
• valores típicos de tensões de
junção para transistores;
• métodos de polarização para
estabilização
térmica
da
corrente do coletor
1f. Ampliadores transistorizados:
• classificação geral;
• frequências e classes de
operação;
• sistemas de acoplamento;
• amplificadores de áudio
1g. Osciladores eletrônicos a
transistor:
• princípios de oscilação mecânica. eletrônica;
• requisitos do circuito oscilador;
• circuitos osciladores básicos:
o osciladores
Armstrong,
Hartley e Colpitts;
o osciladores a cristal
• multivibrador astável
1h. Transistor de efeito de
campo:
• transistor de efeito de campo
(MOSFET)
o modo depleção e modo
intensificação
(enriquecido);
o polarização e aplicações do
tipo depleção;
o polarização e aplicações do
tipo intensificação
1i. Ampliadores operacionais:
• ampliador
operacional
Simbologia,
características
elétricas,
alimentação,
pinagem, aplicações
1j. Diodo Zener:
• diodo zener como regulador de
tensão
características,
limitações e aplicações
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1k. Diodos especiais:
• características e aplicação dos
thyristores,
triacs,
diacs,
quadracs, diodos Shockley e
Túnel
• diodos emissores de luz
(LED).
características
e
aplicações
1l. Decibéis:
• emprego do decibel (dB) como
unidade de medida em
eletrônica
2. Determinar os fatores que
afetam a instabilidade dos
circuitos transistorizados
2.1. Identificar as características
elétricas
dos
cristais
de
Germânio e de Silício.
2.2. Indicar os meios de
estabilização dos circuitos.
2.3. Enunciar as técnicas de
fabricação
de
circuitos
integrados.
2.4. Explicar o método de
numeração dos pinos dos CI.
2.5. Enunciar as características
dos diversos tipos de sensores.
2a. Introdução aos dispositivos
semicondutores:
• estrutura da matéria;
• ligação atômica;
• materiais semicondutores;
• formação da função PN;
• polarização da função PN;
• diodo semicondutor:
o diodo
retificador
–
aplicação
2b. Estabilização da polarização
de estágios de potência:
• circuitos de estabilização com
termistores e com diodos
2c. Circuitos integrados (CI):
• circuitos
integrados
monolíticos - técnica de
fabricação,
características,
aplicações;
• tipos de encapsulamento e
contagem de pinos
2d. Sensores:
• sensor de umidade, termistor características e aplicações
• dispositivos fotossensíveis características e aplicações:
o fotorresistores, fotodiodos,
fototransistores,
células
voltaicas
• varistores - Características e
aplicações
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
80
Prática
40
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120 Horas-aula
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A.3 – INSTRUMENTOS
Função: Planejamento e Execução da Manutenção
COMPETÊNCIAS
1. Executar a manutenção dos
sistemas de instrumentos de
uma aeronave e dos diferentes
componentes
básicos
dos
mesmos.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer a classificação
dos instrumentos.
1.2. Identificar as características
de construção e de instalação
dos instrumentos.
1.3. Utilizar-se dos manuais do
fabricante da aeronave para
efetuar as marcações de limites.
1.4.
Reconhecer
os
procedimentos de remoção e de
instalação dos instrumentos.
1.5. Reconhecer os cuidados a
serem observados com os
instrumentos.
1.6.
Reconhecer
os
componentes de um sistema de
Pitot.
1.7. Descrever a operação do
sistema de Pitot.
1.8. Reconhecer os diversos
tipos de velocímetros.
1.9. Descrever o funcionamento
dos velocímetros.
1.10. Explicar o princípio de
funcionamento dos altímetros.
1.11. Definir pressão e altitude.
1.12.
Descrever
o
funcionamento do indicador de
razão de subida.
1.13. Descrever o princípio de
funcionamento dos giroscópios.
1.14.
Reconhecer
os
componentes do giro direcional.
1.15.
Reconhecer
os
componentes do indicador de
atitude.
1.16.
Reconhecer
os
componentes do indicador de
curva e derrapagem.
1.17. Descrever o princípio de
funcionamento do acelerômetro.
1.18. Reconhecer a importância
da
indicação
do
número
“MACH”.
1.19. Descrever o princípio de
funcionamento do maquímetro.
1.20. Descrever os componentes
das bússolas magnéticas.
1.21. Identificar os componentes
do
sistema
pictorial
de
navegação.
1.22.
Reconhecer
o
desempenho
de
cada
componente do sistema.
1.23. Reconhecer o princípio de
BASES TECNOLÓGICAS
1a.
Classificação
dos
instrumentos:
• classificação:
o instrumentos de voo;
o instrumentos
de
navegação;
o instrumentos do motor;
o instrumentos diversos
1b.
Características
de
construção dos instrumentos:
• características de construção
dos instrumentos:
o temperatura
de
funcionamento;
o condições de vibração;
o tipos de vedação;
o posição de instalação;
o amortecimento;
o escalas de indicação;
o marcações de limites;
o dimensões;
o peso;
o caixa;
o iluminação;
o outras características
1c. Remoção e instalação dos
instrumentos:
• procedimentos de remoção e
instalação dos instrumentos:
o instrumentos com flange;
o instrumentos
com
braçadeira
• cuidados com os instrumentos:
o inspeção diária;
o inspeção periódica
1d. Sistema anemométrico:
• tubo de pitot com tomada
estática acoplada;
• tubo de pitot com tomadas
estáticas separadas;
• operação do sistema
1e. Velocímetro:
• definição de velocidades;
• finalidades do velocímetro;
• usos
específicos
do
velocímetro;
• tipos
de
velocímetros
utilizados;
• velocímetro do tipo manômetro
diferencial:
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funcionamento do sistema de
indicação do torque.
1.24. Explicar o funcionamento
do sistema de indicação da
temperatura do óleo do motor.
1.25.
Reconhecer
o
funcionamento do sistema de
indicação bimetálico.
1.26.
Reconhecer
o
funcionamento do sistema de
indicação da temperatura dos
gases de escapamento dos
motores a reação.
1.27.
Reconhecer
o
funcionamento do sistema de
indicação
da
temperatura
interturbinas.
1.28.
Reconhecer
o
funcionamento dos sistemas de
indicação da pressão do óleo do
motor.
1.29. Explicar o funcionamento
do sistema de indicação da
pressão
de
admissão
de
motores convencionais.
1.30. Reconhecer a operação
dos sistemas indicadores de
fluxo de combustível.
1.31. Reconhecer os diversos
tipos de tacômetros.
1.32.
Reconhecer
as
características
dos
voltamperímetros.
1.33. Descrever a operação do
relógio e o processo de
calibragem.
1.34. Descrever a operação do
medidor de fadiga.
1.35.
Reconhecer
o
funcionamento
do
sistema
indicador da temperatura do ar
externo.
1.36.
Reconhecer
as
características dos sistemas de
indicação de quantidade de
combustível.
1.37.
Reconhecer
o
funcionamento dos sistemas
indicadores de ângulo de
ataque.
1.38. Explicar a operação dos
sistemas indicadores de pressão
que utilizam o tubo de Bourdon e
os que utilizam diafragma.
1.39. Reconhecer a finalidade
dos sincroscópios.
o funcionamento;
o indicador de velocidade
verdadeira
1f. Altímetro:
• efeitos da temperatura
• pressão atmosférica:
o unidades
de
pressão
atmosférica;
o causas da variação da
pressão
• definições de pressão e de
altitude;
• correções do altímetro;
• cápsula ou diafragma;
• descrição do altímetro;
• ajuste do altímetro;
• altímetro codificador
1g. Indicador de razão de
subida:
• finalidade do indicador de
subida;
• funcionamento e componentes
1h. Instrumentos giroscópicos:
• princípios de funcionamento
dos giroscópios
• giro direcional:
o funcionamento
e
componentes
• indicador de atitude:
o tipos: indicador movido a ar
e indicador elétrico;
o sistema de detecção e
indicação de atitude;
o sistema de ereção natural
mecânico e elétrico;
o sistema de ereção rápida:
chave de ereção rápida e
método eletromagnético
• indicador
de
curva
e
derrapagem:
o princípio de funcionamento
do indicador;
o indicador de curva;
o indicador de derrapagem
1j. Acelerômetro:
• conceitos de aceleração;
• indicador de aceleração;
• mecanismo interno
1k. Maquímetro:
• finalidade do indicador de
número “MACH”;
• princípio de funcionamento
1l. Bússola magnética:
• características da
bússola
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magnética;
• descrição geral da bússola;
• instalação e compensação
1m.
Sistema
pictorial
de
navegação:
• características do sistema;
• componentes do sistema:
detetor de fluxo, unidade
acopladora e giro direcional;
• princípios do VOR;
• sistema
de
pouso
por
instrumentos;
• indicador de curso (HSI);
• indicador RMI;
• procedimentos operacionais;
• compensação do sistema
1n. Indicador de torque:
• sistema de indicação de
torque:
o mecanismo do torquímetro;
o transmissão do torque;
o instrumento de indicação;
o operação do sistema
1o. Indicadores de temperatura:
• sistema de indicação de
temperatura do óleo do motor:
o elemento sensível (bulbo);
o circuito
ponte
de
wheatstone;
o funcionamento
do
termômetro
• indicadores de temperatura
bimetálicos (termopares):
o princípio de funcionamento
do termopar;
o componentes do sistema –
operação
• sistema de indicação da
temperatura dos gases da
turbina:
o sondas de medição da
temperatura;
o componentes do sistema –
operação
• sistema de indicação da
temperatura interturbinas –
descrição geral:
o manutenção,
testes
e
calibração do sistema
1p. Indicadores de pressão do
motor:
• sistema de indicação de
pressão utilizando tubo de
bourdon:
o indicador conjugado para
pressão de óleo e de
combustível e temperatura
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do óleo
• sistema de indicação da
pressão de admissão de
motores convencionais:
o manutenção e testes do
sistema
• sistema de indicação de
pressão de óleo do tipo
síncrono:
o constituição
do
sincrogerador
e
do
sincromotor;
o princípio de funcionamento
do indicador;
o transmissor de pressão de
óleo
• sistema de indicação do fluxo
de combustível de motor
convencional:
o componentes
de
um
sistema indicador de fluxo
de combustível de motores
a turbina
1q. Indicador de rotação:
• indicador
de
rotação
tacômetro:
o tacômetro mecânico;
o tacômetro elétrico;
o tacômetro eletrônico
–
1r. Voltamperímetro:
• mecanismo de D’Arsonval.
características:
o amperímetros – princípios
de funcionamento;
o voltímetros – princípios de
funcionamento
1s. Relógio:
• descrição geral dos diferentes
tipos de relógios. mecanismos.
graduação. calibragem
1t. Medidor de fadiga:
• medidor
de
fadiga
–
características.
operação.
cuidados
1u. Indicador de temperatura do
ar externo:
• sistema
indicador
da
temperatura do ar externo:
o elemento sensível (bulbo);
o ponte de Wheatstone –
funcionamento. operação
1v. Indicador de quantidade de
combustível:
• sistema tipo bóia;
• sistema tipo capacitor
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1x. Indicador do ângulo de
ataque:
• sistemas
indicadores
de
ângulo de ataque:
o tipos, funcionamento e
manutenção dos sistemas
1y. Indicadores de pressão de
diversos sistemas:
• sistemas
indicadores
de
pressão do tipo tubo de
Bourdon
–
operação,
mecanismos, manutenção;
• sistemas indicadores do tipo
diafragma
–
operação
mecanismos, manutenção;
• indicadores
de
sucção.
finalidade. tipos
1z. Sincroscópio:
• sincroscópio. finalidade. tipos
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Teórica
100
Prática
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A.4 – SISTEMAS ELÉTRICOS DE PARTIDA E IGNIÇÃO DE MOTORES
Função: Planejamento e Controle da Manutenção
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer as características
dos sistemas elétricos de partida
e de ignição para motores
convencionais e para os de
reação.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer os sistemas de
partida
desenvolvidos
para
motores convencionais.
1.2. Reconhecer os sistemas de
partida para motores a reação.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Sistema de partida de
motores convencionais:
• motores de partida de inércia;
• motor de partida elétrico de
engrazamento direto;
• sistema de partida usando
motor de inércia combinado;
• sistema de partida elétrico de
engrazamento direto para
grandes
motores
convencionais;
• sistema de partida elétrico de
engrazamento direto para
pequenas aeronaves
1b. Sistemas de partida dos
motores de turbina a gás:
• características dos sistemas
de partida;
• sistemas elétricos de partida
de motores a reação;
• motores
de
partida
de
acionamento
direto
nos
motores de turbina a gás
2. Identificar os procedimentos
de inspeção e de manutenção
dos sistemas de partida e
ignição
para
motores
convencionais e para os de
reação.
2.1. Identificar o processo de
operação do sistema de partida
do tipo arranque-gerador.
2.2. Identificar as classes do
sistema
de
ignição
dos
alternativos.
2.3.
Reconhecer
os
componentes de um sistema de
ignição por magneto de alta
tensão.
2.4. Identificar o princípio de
funcionamento
dos
componentes do sistema de
ignição por magneto.
2.5.
Reconhecer
as
características de operação de
um sistema de ignição por
magneto de baixa tensão.
2.6. Reconhecer as unidades
auxiliares do sistema de ignição
por magneto.
2.7.
Reconhecer
os
componentes do sistema e sua
operação.
2a.
Sistemas
de
partida
arranque-gerador:
• características do sistema de
partida arranque-gerador;
• pesquisa de panes do sistema
de partida do tipo arranquegerador
2b. Sistema de ignição do motor
alternativo:
• sistema de ignição:
o sistema por bateria;
o sistema por magneto
2c. Sistema de ignição por
magneto:
• sistema
de
ignição
por
magneto de alta tensão:
o conjunto
de
contatos
platinados;
o conjunto de bobina;
o distribuidor;
o ventilação do magneto e
distribuidor;
o cabo de ignição;
o interruptores de ignição;
o magnetos com sistema
simples e com sistema
duplo de alta tensão;
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•
•
•
•
•
•
o sistema de montagem do
magneto
sistema
de
ignição
por
magneto de baixa tensão;
operação do sistema de
ignição por magneto de baixa
tensão;
distribuidor do sistema de
baixa tensão;
unidades auxiliares de ignição;
dínamo:
o vibrador de indução;
o acoplamento de impulso;
o vibrador
interruptor
de
retardo de alta tensão;
o vibrador
interruptor
de
retardo de baixa tensão;
o velas de ignição
sistema de ignição de motores
turbojato:
o sistema
eletrônico
de
ignição;
o velas de ignição de turbina
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
40
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A.5 – SISTEMAS ELÉTRICOS DE PROTEÇÃO CONTRA OS EFEITOS DA CHUVA
E DO GELO E CONTRA O FOGO
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer a operação dos
sistemas elétricos de proteção
contra os efeitos da chuva e do
gelo e contra o fogo
HABILIDADES
1.1. Caracterizar a operação dos
sistemas elétricos limpadores
dos pára-brisas.
1.2. Relatar os problemas
causados pela formação de gelo
em uma aeronave.
1.3. Descrever os processos
empregados na eliminação do
gelo nas aeronaves.
1.4. Distinguir o sistema detetor
de fogo do sistema de aviso de
superaquecimento.
1.5. Identificar os diferentes tipos
de sistemas detetores de fogo.
1.6. Identificar as três classes de
fogo.
1.7. Reconhecer os diferentes
métodos
de
detecção
de
fumaça.
1.8. Reconhecer os agentes
extintores de fogo de motores a
turbina.
1.9. Identificar os componentes
dos sistemas extintores de fogo
dos motores de aeronaves.
BASES TECNOLÓGICAS
1a.
Sistemas
elétricos
limpadores de pára-brisas:
• operação do limpador de párabrisas;
• circuito elétrico do sistema
limpador;
• sistema limpador de párabrisas de helicóptero
1b. Efeitos do gelo nas
aeronaves:
• efeitos
do
gelo
nas
características da aeronave;
• prevenção contra a formação
de gelo;
• controle do gelo do párabrisas;
• circuito elétrico do sistema de
degelo do carburador e párabrisas;
• antigelo do tubo de pitot;
• aquecedores de drenos
1c. Sistemas de detecção de
fogo:
• exigências de um sistema de
detecção
• sistemas de detecção de fogo:
o sistema
de
interruptor
térmico;
o sistema de par térmico;
o detectores fenwal spot;
o sistema detector de circuito
contínuo;
o sistemas de elementos
contínuos;
o sistemas de aviso de
superaquecimento
1d. Tipos de fogo:
• classificação dos tipos de fogo:
o classe A;
o classe B;
o classe C
1e. Sistemas detectores
fumaça:
• classificação dos métodos
detecção de fumaça:
o detectores de monóxido
carbono;
o detectores fotoelétricos
fumaça;
de
de
de
de
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o detectores
fumaça
visuais
de
1f. Sistemas de proteção de fogo
de aeronaves com motor a
turbina:
• zonas de fogo;
• agentes de extinção de fogo
de motores a turbina;
• tipos de detectores de fogo e
de superaquecimento;
• sistema de proteção de fogo
1g. Sistemas extintores de fogo:
• sistemas extintores de fogo
dos motores convencionais;
• sistemas de extinção de fogo
dos motores a turbina
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
00
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20 Horas-aula
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A.6 – ELETRÔNICA II – TÉCNICAS DIGITAIS
Função: Programação e Controle
COMPETÊNCIAS
1. Caracterizar os sistemas de
numeração.
HABILIDADES
1.1. Citar os sistemas de base
usados em computadores.
1.2. Efetuar conversão de bases
dos sistemas de numeração.
1.3. Efetuar as operações de
aritmética binária.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Introdução aos sistemas de
numeração:
• sistemas
de
numeração:
decimal,
binário,
octal,
hexadecimal – caracterização;
• contagem nas diversas bases;
• complemento de um número;
• conversão de bases:
o conversão
para
base
decimal;
o conversão
do
sistema
decimal para outras bases
• códigos – características e
aplicações
1b. Álgebra booleana:
• aritmética binária: adição,
subtração, multiplicação e
divisão – procedimentos;
• simplificação de funções E e
OU, NÃO e NÃO É, XOR ou
XNOR;
• formas canônicas:
o forma canônica disjuntiva;
o circuitos
geradores
de
produtos canônicos
2. Distinguir as características
dos diversos circuitos de um
microprocessador.
2.1.
Reconhecer
as
características dos circuitos de
comutação.
2.2. Distinguir as características
dos
diferentes
tipos
de
encapsulamento dos circuitos
integrados.
2.3. Reconhecer a necessidade
dos circuitos combinacionais.
2.4. Descrever a função dos
circuitos
multiplexadores
e
demultiplexadores.
2.5. Identificar os diversos tipos
de Flip-flop.
2.6. Reconhecer as diversas
classificações da memória.
2.7. Analisar o funcionamento de
conversores digital-analógico e
analógico-digital.
2.8. Descrever o princípio de
funcionamento da CPU.
2.9. Reconhecer os símbolos
usados nas representações
gráficas de um fluxograma.
2a. Circuitos de Comutação:
• características dos circuitos de
comutação: nível lógico, tempo
de
propagação,
potência
dissipada, imunidade a ruídos,
fan-out
2b. Famílias de circuitos lógicos:
• tecnologia MOS;
• comparação entre as famílias:
RTL, DTL, HTL, TTL, ECL,
CMOS – características;
• métodos
de
fabricação:
monolítico, de película fina ou
expessa, híbrido;
• classificação dos circuitos
integrados digitais: SSI, MSI e
LSI;
• encapsulamento
de
integrados: TDS, chato (Flat
Pack) e DIP (Dual In-Line
Package)
2c. Circuitos combinacionais:
• elementos lógicos: circuitos
lógicos, básicos, universais e
comparadores;
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• circuitos
codificadores
decodificadores;
• circuitos
somadores
subtratores;
• circuitos multiplexadores
demultiplexadores
e
e
e
2d. Circuitos sequenciais:
• fip-flop
–
Tipos.
Implementação;
• contadores:
de
pulso
e
decrescentes;
• registradores (Shift Registers)
2e. Memórias:
• classificação
da
memória
quanto a: acesso, volatilidade,
possibilidade de regravação,
retenção;
• endereçamento – Palavra de
memória, byte, aplicação
2f. Conversão de sinais:
• sistemas analógicos e digitais:
o amplificadores operacionais
• conversor digital-analógico;
• conversor analógico-digital
2g. Microprocessador:
• aplicações,
termos
e
convenções, memória, entrada
e
saída,
palavras
do
computador;
• princípios de funcionamento.
execução do programa;
• unidade
central
de
processamento (CPU):
o modo de funcionamento da
CPU
• fluxograma – conceituação,
exemplos;
• linguagem do computador
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Teórica
60
Prática
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A.7 – SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO E DE NAVEGAÇÃO
Função: Programação e Controle
COMPETÊNCIAS
1. Enunciar os princípios de
propagação e utilização das
ondas eletromagnéticas nos
sistemas de comunicação.
HABILIDADES
1.1. Enunciar os princípios
básicos da propagação das
ondas eletromagnéticas.
1.2. Definir ciclo e frequência.
1.3.
Reconhecer
as
propriedades
das
ondas
sonoras.
1.4. Distinguir a natureza das
ondas sonoras das ondas
eletromagnéticas.
1.5.
Distinguir
as
ondas
eletromagnéticas
por
suas
frequências e comprimento de
onda.
1.6. Citar as características dos
sistemas de radiocomunicação.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Princípios da comunicação:
• o descobrimento das ondas
eletromagnéticas;
• a primeira comunicação por
rádio;
• a válvula audion;
• ondas ou vibrações produzidas
ao se agitar a água;
• ondas de rádio amortecidas e
contínuas;
• ciclo. frequência – definição;
• relação entre frequência e
comprimento de onda;
• propriedades
das
ondas
sonoras;
• representação gráfica das
ondas sonoras;
• frequências
que o ouvido
humano pode perceber;
• meios em que se propagam as
ondas de rádio;
• intensidade do som;
• velocidade e frequência das
ondas de rádio
1b. Características das ondas
eletromagnéticas:
• ondas de rádio;
• ondas
infravermelhas
ou
caloríficas;
• ondas luminosas (a luz);
• raios ultravioleta;
• raios x;
• raios gama e raios cósmicos;
• classificação das ondas de
rádio
1c. Principais sistemas de
radiocomunicação:
• transmissor básico de CW;
• modulação
em
amplitude
(AM);
• modulação em SSB;
• modulação em frequência
(FM)
2. Descrever a localização e a
operação dos componentes dos
sistemas de comunicação e de
navegação de aeronaves.
2.1. Descrever a finalidade e o
funcionamento das antenas.
2.2.
Reconhecer
a
representação
gráfica
dos
diagramas polares de antenas.
2.3. Listar os componentes e
sua operação em um sistema de
intercomunicação.
2a. Propagação das ondas
eletromagnéticas:
• ondas ionosféricas, espaciais
e terrestres;
• ondas
diretas
e
desvanecimento (fading);
• antenas
–
finalidade,
funcionamento:
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2.4. Descrever o princípio de
funcionamento do sistema de
alarme.
2.5. Descrever o princípio de
funcionamento
do
sistema
gravador de voz.
2.6. Descrever o funcionamento
dos sistemas de comunicação
VHF e HF-230.
2.7. Descrever o funcionamento
dos sistemas ELT.
2.8. Descrever o funcionamento
do sistema SELCAL.
2.9. Descrever a operação do
sistema anemométrico.
2.10. Enunciar os componentes
de uma bússola.
2.11. Descrever os componentes
de um sistema de bússola
giromagnética.
2.12. Descrever as funções do
sistema automático de direção.
2.13. Citar os componentes do
sistema VOR/LOC.
2.14. Explicar a operação do
equipamento
medidor
de
distância.
2.15. Citar os modos de
operação
do
sistema
Transponder.
2.16. Descrever o princípio de
funcionamento
do
radar
meteorológico.
2.17. Descrever a função dos
componentes do sistema de
piloto automático.
o antenas básicas;
o resistência de irradiação;
o impedância e sintonia da
antena;
o diagramas de irradiação e
polares
2b.
Sistemas
de
intercomunicação:
• sistema integrado de áudio –
localização dos componentes
e sua operação;
• interfone – operação do
sistema;
• sistema de endereçamento
aos passageiros
2c. Sistema de alarme:
• descrição e localização dos
componentes do sistema de
alarme:
o alarme sonoro – Operação
do sistema
2d. Sistema gravador de voz:
• descrição e localização dos
componentes
do
sistema
gravador de voz
2e. Sistemas VHF e HF:
• descrição,
localização
e
funcionamento
dos
componentes dos sistemas
VHF e HF-230
2f. Transmissor localizador de
emergência(ELT):
• descrição,
localização
e
funcionamento
dos
componentes
do
sistema
transmissor localizador de
emergência (ELT)
2g. Sistema de chamada
seletiva (SELCAL):
• descrição do funcionamento e
localização dos componentes
dos sistemas de chamada
seletiva (SELCAL)
2h. Sistema anemométrico:
• tubo pitot – pressão dinâmica
e pressão estática;
• velocímetro – indicador de
velocidade vertical;
• altímetros – sistema de altitude
de alerta. altímetro servo
codificador. altímetro sensitivo;
2i. Instrumentos de navegação:
• indicador de atitude reserva:
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o indicações fornecidas;
o operação do sistema
• bússolas:
o bússola
magnética
–
operação;
o indicador radiomagnético –
operação
com
VOR.
operação como ADF;
o bússola giromagnética –
descrição. Operação
2j. Sistema automático de
direção:
• descrição e localização dos
componentes do ADF;
• sistema VOR/LOC – GS – MB
– Descrição, localização e
operação dos componentes;
• equipamento
medidor
de
distância (DME) – Descrição,
localização e operação dos
componentes;
• transponder
–
Descrição,
localização e operação dos
componentes;
• rádio altímetro – Descrição,
localização e operação dos
componentes;
• radar
meteorológico
–
Descrição,
localização
e
operação dos componentes
2k. Piloto automático:
• piloto automático – Descrição,
localização e operação dos
componentes
• sistema de instrumentação de
voo
(FIS)
–
Descrição,
localização e operação dos
componentes:
o indicador diretor de voo;
o painel de controle;
o unidade processadora
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
40
Total
100 Horas-aula
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A.8 – INSPEÇÃO DE AERONAVES E PROCEDIMENTOS DE PISTA
Função: Programação e Controle
COMPETÊNCIAS
1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
de aviônicos da aeronave.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer as condições
operacionais dos componentes
elétricos e eletrônicos na
fuselagem.
1.2. Reconhecer defeitos nos
componentes
elétricos
e
eletrônicos das cabines.
1.3. Reconhecer os defeitos que
possam afetar os componentes
elétricos e eletrônicos do setor
do trem de pouso.
1.4. Citar o princípio de
funcionamento
dos
componentes
elétricos
e
eletrônicos do setor das asas e
seção central.
1.5. Reconhecer defeitos nas
antenas e nas luzes da
empenagem.
1.6. Reconhecer os defeitos do
setor do motor e da hélice.
1.7. Reconhecer os defeitos dos
equipamentos
elétricos
e
eletrônicos
do
setor
de
comunicação e de navegação.
1.8. Reconhecer os defeitos das
unidades do sistema de piloto
automático.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Inspeção na fuselagem:
• componentes dos sistemas –
Quanto à correta instalação,
defeitos aparentes e operação
satisfatória
1b. Inspeção nas cabines de
comando e de passageiros:
• cabines – quanto à limpeza,
estado geral e fixação dos
equipamentos e acessórios
elétricos e eletrônicos;
• instrumentos – quanto às
marcações de limites e
operação;
• comandos dos equipamentos
elétricos e eletrônicos;
• baterias – quanto à instalação
e carga;
• sistemas
elétricos
e
eletrônicos da aeronave –
quanto a defeitos aparentes e
correta instalação
1c. Inspeção no setor do trem de
pouso:
• todos
os
componentes
elétricos e eletrônicos do trem
de pouso – Quanto ao estado,
segurança de fixação e
operação;
• unidades do sistema elétrico –
Quanto
ao
desgaste
e
operação
correta
dos
interruptores
1d. Inspeção no setor das asas
e seção central:
• luzes, fiação e todos os
componentes
elétricos
e
eletrônicos do setor – Quanto
ao estado e segurança de
fixação
1e. Inspeção no setor da
empenagem:
• superfícies fixas – Quanto a
avarias ou defeitos evidentes e
fixação adequada das luzes e
antenas
1f. Inspeção no setor do motor e
da hélice:
• sistemas
contra
fogo
e
superaquecimento – Quanto a
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defeitos e avarias;
• unidades elétricas e fiação.
Quanto a defeitos e avarias
1g. Inspeção no setor de
comunicação e navegação:
• equipamentos
rádio
e
eletrônico
–
quanto
à
instalação correta e fixação
adequada:
o fiação e cablagens –
quanto
à
disposição
correta, fixação adequada e
defeitos evidentes;
o ligação
à
massa
e
blindagem – quanto às
condições e instalação
correta;
o antenas – quanto ao
estado, fixação adequada e
ligações corretas
1h. Inspeção no sistema de
piloto automático:
• unidades
elétricas
ou
eletrônicas do sistema piloto
automático – Quanto ao
estado
geral,
fixação
adequada e funcionamento
correto
2. Reconhecer os procedimentos
para correção dos defeitos
encontrados,
utilizando
as
informações do manual do
fabricante dos equipamentos.
2.1.
Reconhecer
os
procedimentos
para
o
preenchimento
da
documentação da aeronave e
dos equipamentos.
2.2. Reconhecer as finalidades
das inspeções especiais.
2a. Documentação da aeronave:
• preenchimento da ficha de
inspeção;
• lançamento da execução da
inspeção no histórico (log
book, cadernetas e fichas) da
aeronave:
o lançar, quando aplicável, as
substituições
efetuadas,
anotando os números de
série e as horas de
funcionamento
dos
equipamentos;
o colocar
as
etiquetas
adequadas
nos
equipamentos
retirados,
anotando o número de
série
e
horas
de
funcionamento, bem como
o motivo da retirada
2b. Inspeções especiais:
• inspecionar
partes
da
aeronave
quanto
à
rachaduras, trincas, etc:
o inspeção por partículas
magnéticas;
o inspeção
por
líquidos
penetrantes;
o inspeção por radiografia;
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o inspeção por ultra-som;
o inspeção pelo processo
Eddy Current
3. Reconhecer os procedimentos
de testes nos equipamentos
elétricos e eletrônicos de
aeronaves.
3.1.
Reconhecer
os
procedimentos de testes nos
equipamentos
elétricos
e
eletrônicos após a partida dos
motores.
3.2. Citar os equipamentos de
apoio adequados a cada tipo de
operação.
3a. Manuseios de solo:
• procedimentos de testes após
a partida dos motores:
o nos instrumentos;
o nos
equipamentos
elétricos;
o nos
equipamentos
eletrônicos
3b. Equipamentos de apoio:
• unidades de força elétrica;
• unidade de força hidráulica e
de aquecimento
4. Identificar os tipos de
incêndio, os equipamentos e os
procedimentos adequados de
extinção.
4.1. Explicar os procedimentos
de segurança durante os
reabastecimentos.
4.2. Reconhecer os tipos de
incêndios e os meios de
extinção.
4a.
Abastecimento
de
aeronaves:
• procedimentos de segurança;
• deveres dos componentes da
equipe de manutenção
4b. Equipamentos contra fogo:
• tipos de incêndios
• extintores de incêndio:
o adequação do extintor ao
tipo de fogo;
o operação dos extintores –
portáteis, manuais e de
grande porte;
o controle de validade e de
carga;
o precauções de segurança
5. Reconhecer as normas de
segurança durante as operações
de partida nos motores e
relativas aos trabalhos de
manutenção.
5.1. Reconhecer os limites de
circulação em pistas e hangares.
5.2. Descrever os procedimentos
de segurança relativos aos
trabalhos de manutenção.
5.3. Reconhecer os perigos
durante o reabastecimento de
oxigênio.
5.4. Reconhecer as normas de
segurança referentes a reboque
de aeronaves.
5.5.
Reconhecer
os
procedimentos de segurança
nas operações de levantamento
de aeronaves nos macacos.
5.6. Reconhecer as operações
de retirada de neve ou gelo de
uma aeronave.
5a. Segurança na manutenção:
• faixas de segurança;
• procedimentos de segurança
em relação a fios de força,
sistema de ar comprimido,
poças de óleo ou graxa,
montagem de pneus
5b. Abastecimento de sistemas
de oxigênio:
• precauções de segurança
durante o reabastecimento do
sistema de oxigênio
5c. Movimentação da aeronave
no solo:
• precauções de segurança
referentes
à
equipe
de
manutenção
durante
o
reboque de aeronaves
5d. Levantamento da aeronave
nos macacos:
• procedimentos da equipe de
manutenção, antes, durante e
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após o levantamento
aeronave
relativos
segurança
da
à
5e. Sugestões sobre tempo frio:
• procedimentos de remoção de
neve ou gelo de uma aeronave
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
60
Prática
00
Total
60 Horas-aula
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A.9 – GERENCIAMENTO DE QUALIDADE
Função: Controle e Avaliação dos Ciclos de Gestão
COMPETÊNCIAS
1. Interpretar o processo de
implantação da gestão pela
qualidade total.
HABILIDADES
1.1. Entender os fundamentos
de uma nacionalização de
material aeronáutico.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Regulamento aeronáutica
aplicável
2. Interpretar os fundamentos
básicos de uma certificação.
2.1. Aplicar os princípios do
controle de qualidade.
2.
Requisito
aeronavegabilidade
de
3. Analisar um bogus parts.
3.1. Identificar os fundamentos e
comunicação na auditoria.
3. Auditoria
qualidade
da
4.1. Identificar um bogus parts.
4. Processos
manutenção
4. Avaliar o processo de
implantação de uma auditoria
sob o enfoque da manutenção.
5.1. Identificar o conteúdo de um
sistema decisório.
da
garantia
primários
de
5. Manual geral de manutenção
6. Bogus part
7. Condições ambientais e riscos
8. Referencial normativo
9. Introdução ao sistema da
qualidade
10. Evolução da qualidade
11. Garantia da qualidade
12. Controle total da qualidade
13. Perfil do auditor
14.
Fundamentos
comunicação na auditoria
15.
Objetivos
responsabilidades do
decisório
e
e
sistema
16. Coleta e conteúdo
sistema decisório
do
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
20
Prática
00
Total
20 Horas-aula
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MÓDULO AVIÔNICOS – Oficinas
PRÁTICA DE OFICINA I
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Adotar as normas de
segurança durante os trabalhos
na oficina e os procedimentos
adequados
em
caso
de
acidentes.
HABILIDADES
1.1. Descrever as normas de
segurança
adotadas
nas
oficinas.
1.2. Identificar os tipos de
incêndio e os agentes extintores.
1.3.
Reconhecer
os
procedimentos
a
serem
adotados no caso de incêndios e
de acidentes.
BASES TECNOLÓGICAS
1. Normas e procedimentos:
• normas de segurança:
o em relação a ferramentas
manuais,
máquinas,
equipamentos elétricos e
pneumáticos
o em torno da aeronave;
o relativas a eletricidade, alta
voltagem,
circuitos
energizados,
baterias,
retificadores, manuseio da
fiação
• segurança contra fogo:
o identificação dos extintores;
o classificação dos incêndios;
o operação dos extintores
• segurança pessoal e primeiros
socorros:
o proteção dos olhos;
o elementos
químicos
perigosos;
o efeitos
dos
choques,
intensidade, tratamento;
o respiração artificial;
o tratamento de queimaduras
e feridas
2. Utilizar, com correção, as
ferramentas manuais comuns,
as de corte e as de medição.
2.1.
Efetuar
tarefas
com
ferramentas manuais comuns e
de corte.
2.2. Efetuar medições com
instrumentos comuns e de
precisão.
2.3.
Reconhecer
os
procedimentos de tratamento
térmico de metais e dos
diferentes tipos de soldagens.
2.4. Identificar as características
de uma solda perfeita.
2.5. Identificar os processos de
conformação de metais.
2.6. Executar a abertura de
roscas e afiação de ferramentas
de corte.
2.7. Identificar os processos de
fixação de terminais em cabos
de comando e de detecção de
defeitos.
2.8. Executar frenagens com
arames.
2.9.
Reconhecer
os
procedimentos de curvatura,
2a. Ajustagem de peças na
bancada:
• tarefas de ajustagem com
ferramentas manuais:
o corte e trabalho de lima,
exercícios de corte com
serra de mão, limagem,
furação, afiação de brocas,
corte de roscas com
tarracha
e
cossinetes,
raspagem
• medição com instrumentos
comuns e de precisão:
o uso de régua metálica e
compasso de ponta-seca,
paquímetro,
calibres,
micrômetros,
mesa
de
nivelar
2b. Tratamento térmico e
soldagem:
• tratamento térmico de peças
elementares;
• têmpera e endurecimento do
aço
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flangeamento e frisamento de
tubos.
2.10. Identificar os processos de
instalação de conexões em
tubos rígidos e em flexíveis.
• soldagem:
o solda
de
estanho.
decapagem. uso do fluido
adequado;
o soldagem a prata;
o solda autógena: soldagem
com maçarico e solda
elétrica
em
metais
diferentes;
o inspeção de soldagem para
detectar defeitos
2c. Máquinas – ferramentas:
• operação
de
máquinasferramentas:
o furação: usinagem de furos
de precisão em diversos
metais usando a furadeira
de bancada;
o alargamento de precisão de
furos;
o torneamento:
trabalhos
práticos de torno em aço,
ligas leves, corte de roscas
internas externas;
o uso de esmeril para afiar
ferramentas
2d. Arames e cabos metálicos:
• inspeção de arames e cabos
usados em aviação, quanto a
defeitos
e
trabalhos
de
emendas em cabos de aço;
• estampagem:
fixação
de
conexões em cabos de
comando
e
testes
de
resistência;
• efetuar diversos tipos de
frenagens com arames
2e. Tubulações:
• curvatura de tubos com e sem
tratamento
térmico,
tubos
flangeados, tubos frisados,
conexões
e
uniões
em
tubulação dos sistemas de
combustível, lubrificante e
hidráulico;
• inspeção e teste de tubos e
mangueiras
3. Reconhecer os tipos de
corrosão e os procedimentos
para sua remoção e sua
prevenção.
3.1. Aplicar os métodos de
remoção e de prevenção da
corrosão durante a manutenção.
3. Corrosão:
• natureza
e
causas
da
corrosão, tipos, remoção, tipos
de proteção, métodos de
aplicação do elemento protetor
e proteção contra a corrosão
durante a construção e a
manutenção das aeronaves e
seus componentes
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Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
15
Total
15 Horas-aula
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PRÁTICA DE OFICINA II
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1.
Utilizar
o
material
–
ferramentas
básicas,
equipamentos,
instrumentos,
componentes – empregado em
oficinas de manutenção dos
sistemas aviônicos.
HABILIDADES
1.1.
Consultar
normas
e
diagramas
elétricos
para
identificação de condutores.
1.2. Aplicar os procedimentos
adequados
na
decapagem,
estanhagem e soldagem de
condutores.
1.3. Executar a amarração de
condutores seguindo técnicas
padronizadas.
1.4. Efetuar substituição e
manutenção
de
conectores
elétricos.
1.5. Reconhecer os requisitos
necessários para utilização de
cabos de alumínio.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Identificação de condutores:
• identificação de pedaços de
condutores pelo tipo;
• manuseio
de
diagramas
elétricos e de normas para
identificação de condutores
1b. Decapagem, estanhagem e
soldagem:
• aplicação dos procedimentos
corretos para decapagem,
estanhagem e soldagem de
fios e cabos elétricos;
• soldagem de conectores de
acordo com as técnicas
adequadas
1c. Cablagem:
• execução de amarrações de
cablagens de acordo com as
técnicas estudadas;
• confecção de cablagem com
conduites para proteção de
fogo de acordo com as
técnicas
e
ferramentas
adequadas
1d. Conectores elétricos:
• indicação dos vários tipos de
conectores elétricos usados
em aeronaves
1e. Cabos de alumínio:
• consulta às normas técnicas
para
observação
das
propriedades dos cabos de
alumínio e requisitos para
utilização em aeronaves;
• fixação de terminais em cabos
de alumínio
2. Executar manutenção elétrica
respeitando as normas para
conservação e guarda de
material.
2.1. Utilizar as ferramentas em
material elétrico seguindo as
normas de segurança.
2.2.
Proceder
remoção
e
instalação
de
células
em
baterias.
2.3. Efetuar a manutenção de
baterias ácidas e de alcalinas.
2.4. Proceder à manutenção de
geradores de diversos tipos.
2.5.
Reconhecer
os
componentes internos de um
RCCB.
2.6. Identificar os métodos de
2a. Normas de segurança para
manutenção elétrica:
• cuidados na utilização, na
inspeção e na conservação
das ferramentas;
• seleção do tipo de ferro de
soldar
2b. Baterias:
• indicação dos requisitos e
procedimentos
para
carregamento e conservação
das baterias ácidas;
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metalização
como
proteção
contra cargas, choques elétricos
e efeitos de raios.
2.7. Efetuar substituição de
pinos
de
módulos
de
aterramento.
• remoção e instalação das
células
de
uma
bateria
alcalina;
• execução de teste de baterias
quanto à capacidade de carga
e corrente de fuga, com
indicação do procedimento
para o carregamento das
mesmas;
• verificação e complementação
do nível da solução das
células
das
baterias
e
procedimento de limpeza das
mesmas
2c. Geradores:
• observação dos princípios de
operação de um gerador;
• verificação do desgaste das
escovas do arranque-gerador
2d. Disjuntores de Controle
Remoto (RCCB):
• indicação dos componentes
internos do disjuntor de
controle remoto (RCCB);
• operação do RCCB como relé
e como disjuntor
2e. Metalização:
• observação dos métodos e
procedimentos
para
a
metalização
elétrica
de
aeronaves, a fim de criar
proteção
contra
cargas
estáticas, choques elétricos,
potenciais de RF, descargas
atmosféricas
e
meios
adequados para a operação
de equipamentos elétricos/
eletrônicos;
• observação dos métodos e
procedimentos para proteção
das aeronaves contra os
efeitos de raios diretos ou
indiretos
2f. Módulo de aterramento:
• extração e inserção de pinos
de conexão utilizando as
ferramentas adequadas
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
15
Total
15 Horas-aula
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LABORATÓRIO DE INSTRUMENTOS
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1.
Desmontar,
inspecionar,
montar
e
calibrar
os
instrumentos de aeronaves.
HABILIDADES
1.1. Efetuar procedimentos de
remoção e de instalação dos
instrumentos.
1.2. Identificar defeitos no
funcionamento dos instrumentos
de voo.
1.3. Efetuar testes de calibragem
nos instrumentos de voo.
1.4. Reconhecer as condições
de balanceamento do rotor de
instrumentos giroscópico.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Remoção e instalação de
equipamentos:
• procedimentos de remoção e
instalação dos instrumentos:
o instrumentos com flange;
o instrumentos
com
braçadeiras
• cuidados com os instrumentos:
o procedimentos na inspeção
diária e na periódica
1b. Instrumentos de voo:
• sistema pitot: limpeza e
desobstrução das tomadas e
linhas de pressão estática e
dinâmica e dos drenos;
• desmontagem, inspeção e
montagem de: velocímetro,
altímetro, indicador de razão
de subida e descida;
• desmontagem, inspeção e
montagem de instrumentos
giroscópicos: giro direcional,
indicador de atitude, indicador
de curva e derrapagem,
acelerômetro e maquímetro
2. Efetuar inspeção, manutenção
e testes de instrumentos e
compensação de bússolas.
2.1. Detectar defeitos nos
instrumentos de navegação.
2.2.
Reconhecer
os
procedimentos de compensação
de bússola.
2.3. Descrever os procedimentos
de
manutenção
dos
instrumentos de navegação.
2.4. Descrever os procedimentos
de manutenção no sistema
indicador de torque do motor.
2.5. Reconhecer os processos
de inspeção nos sistemas
indicadores de temperatura dos
motores.
2.6. Descrever os indicadores de
pressão.
2.7. Efetuar os procedimentos
de inspeção nos sistemas de
indicação da rotação do motor.
2.8. Detectar defeitos nos
instrumentos
diversos
de
aeronaves.
2a. Instrumentos de navegação:
• bússolas
magnéticas
–
inspeção, teste de fricção e de
amortecimento:
o teste de compensação em
plataforma e em aeronave.
preenchimento do cartão
de correção
• indicador de curso (HSI) –
Inspeção e manutenção
• indicador rádio magnético
(RMI)
–
Inspeção
e
manutenção:
o compensação do sistema
de navegação
2b. Instrumentos do motor:
• indicador de torque – inspeção
e testes no sistema de
indicação;
• remoção,
desmontagem,
inspeção,
montagem
e
instalação
dos
sistemas
indicadores de temperatura: do
óleo, da cabeça dos cilindros
(bimetálicos), dos gases da
turbina e interturbinas;
• remoção,
desmontagem,
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inspeção,
montagem
e
instalação
dos
sistemas
indicadores de pressão dos
tipos; tubo de Bourdon,
cápsula, diafragma e síncrono
• remoção,
desmontagem,
inspeção,
montagem
e
instalação
dos
sistemas
indicadores de fluxo do
combustível;
• remoção
desmontagem,
inspeção,
montagem
e
instalação
dos
sistemas
indicadores
de
rotação
(tacômetros)
mecânicos,
elétricos e eletrônicos
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
10
Total
10 Horas-aula
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LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
Função: Planejamento e Execução
COMPETÊNCIAS
1. Identificar os princípios
básicos
de
conduta
no
laboratório e as regras de
segurança e de conservação
dos equipamentos.
HABILIDADES
1.1. Reconhecer as normas de
segurança e de conservação do
laboratório.
1.2. Operar componentes de
indicação
de
funções
eletrônicas.
1.3. Operar equipamentos de
teste de diodos em circuitos.
1.4. Reconhecer o princípio de
funcionamento
das
fontes
eletrônicas.
1.5. Analisar esquemas e
circuitos com transistores.
1.6. Reconhecer as vantagens e
a utilização dos CI nos circuitos
eletrônicos.
1.7. Identificar a função dos
sensores
nos
circuitos
eletrônicos.
1.8. Reconhecer a função do
diodo zener em reguladores de
tensão.
1.9.
Reconhecer
as
características do diodo túnel em
circuitos eletrônicos.
1.10. Analisar o emprego e o
funcionamento dos Thyristores.
1.11. Identificar a função dos
transistores de unijunção.
1.12.
Reconhecer
o
funcionamento dos circuitos de
multivibradores.
1.13. Reconhecer o princípio de
funcionamento dos ampliadores
operacionais.
1.14. Analisar esquemas dos
diversos
circuitos
dos
equipamentos.
BASES TECNOLÓGICAS
1a. Familiarização com o
laboratório de eletrônica:
• procedimentos:
o normas de conservação;
o regras de segurança
1b. Instrumentos e componentes
eletrônicos:
• apresentação e utilização dos
componentes:
multímetro,
fonte de força, geradores de
AF e de RF, osciloscópio e
outros
1c. Diodos semicondutores:
• atividades com a curva
característica, ponto por ponto;
• testes
1d. Fontes eletrônicas:
• retificador de meia onda e de
onda completa;
• multiplicadores de tensão;
• filtros LC e RC
1e. Transistores:
• identificação;
• testes;
• estabilização;
• atividades
envolvendo:
ampliadores transistorizados,
acoplamento RC, acoplamento
e transformador, amplificador
de áudio, divisor e inversor de
fase, amplificador de potência;
• atividades com: osciladores
Hartley, Colpitts e de áudio;
• atividades
envolvendo
transistor de efeito de campo
1f. Circuitos integrados:
• atividades envolvendo circuitos
integrados (CI)
1g. Sensores:
• atividades
com
controles
fotoelétricos e com termistores
1h. Reguladores de tensão:
• características do diodo zener
em reguladores de tensão;
• atividades com o regulador de
tensão em série com saída
variável
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1i. Diodos especiais:
• atividades com o diodo túnel
1j. Thyristores:
• atividades com o RCS;
• atividades envolvendo controle
de potência e tempo com RCS
1k. Transistor de unijunção:
• atividades
envolvendo
transistores de unijunção
1l. Técnica de pulso:
• atividades com: multivibrador
astável;
monoastável
e
biastável; geração de pulsos;
divisão de frequência de pulso
e técnicas não lineares de
conformação de ondas
1m. Ampliadores operacionais:
• observação do funcionamento
e atividades envolvendo os
ampliadores
1n. Análise dos circuitos:
• análise
através
de
capacitância,
reatância
capacitiva,
indutância,
reatância indutiva, L, C e R;
• características dos circuitos
ressonantes, em série e em
paralelo
2. Executar os procedimentos
práticos de manutenção nos
componentes
dos
sistemas
eletrônicos de aeronaves.
2.1. Pesquisar, identificar e
remover
defeitos
dos
equipamentos.
2.2. Identificar os procedimentos
de
manutenção
dos
equipamentos.
2.3. Remover e instalar os
equipamentos na aeronave.
2. Equipamentos eletrônicos:
• medições e experiências com
unidades de demonstração
que simulem os seguintes
elementos
da
instalação:
receptor TRF, amplificador de
média frequência, conversor
de frequência, alinhamento de
um
super-heteródino,
amplificador
separadorduplicador, amplificador RF,
modulação,
linhas
de
transmissão, moduladores a
válvula
de
reatância,
interferência,
filtragem
e
blindagem;
• pesquisa e remoção de panes;
• manutenção, instalação e
revisão de um equipamento
típico de rádio e de radar de
bordo,
seguindo
os
procedimentos indicados nos
manuais
aprovados
do
fabricante;
• remoção e substituição de
equipamento no local da
instalação;
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• verificação da alimentação e
dos controles remotos;
• inspeção
de
rotina
do
equipamento instalado;
• verificação operacional
3.
Efetuar
equipamentos
aeronaves.
testes
nos
eletrônicos de
3.1. Efetuar testes de bancada.
3.2.
Realizar
inspeção
e
manutenção nas antenas
3a. Equipamento de bordo:
• testes de bancada;
• medição das características de
desempenho,
sintonia,
regulagem;
• localização de panes;
• alinhamento e reparo
3b. Antenas:
• mastros de antena em fibra de
vidro e resinas laminadas –
manutenção e reparo;
• antenas externas tipos sabre e
vareta
–
remoção,
manutenção,
reparo,
e
substituição;
• antenas embutidas – cuidados.
manutenção. manutenção e
reparo
das
carenagens
dielétricas;
• quadros de radiogoniômetro –
inspeção, serviço, calibração
em terra, confecção da tabela
de compensação;
• refletores
e
diretores
–
cuidados. manutenção
Carga Horária (Horas-aula)
Teórica
00
Prática
20
Total
20 Horas-aula
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4.7 Enfoque Pedagógico
Constituindo-se em meio para guiar a prática pedagógica, o currículo organizado por meio
de competências será direcionado para a construção da aprendizagem do aluno,
enquanto sujeito do seu próprio desenvolvimento. Para tanto, a organização do processo
de aprendizagem privilegiará a definição de projetos, problemas e/ ou questões geradoras
que orientam e estimulam a investigação, o pensamento e as ações, assim como a
solução de problemas.
Dessa forma, a problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes
de formação se constituem em ferramentas básicas para a construção das habilidades,
atitudes e informações relacionadas que estruturam as competências requeridas.
4.8 Prática Profissional
A Prática Profissional será desenvolvida em empresas e nos laboratórios e oficinas da
Unidade Escolar.
A prática será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e não está
desvinculada da teoria; constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao longo do
curso por meio de atividades como estudos de caso, visitas técnicas, conhecimento de
mercado e das empresas, pesquisas, trabalhos em grupo, individual e relatórios.
O tempo necessário e a forma para o desenvolvimento da Prática Profissional realizada
na escola e nas empresas serão explicitados na proposta pedagógica da Unidade Escolar
e no plano de trabalho dos docentes.
4.9 Estágio Supervisionado
A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE
AERONAVES não exige o cumprimento de estágio supervisionado em sua organização
curricular, contando com aproximadamente 920 horas-aula de práticas profissionais, que
poderão ser desenvolvidas integralmente na escola ou em empresas da região, por meio
de simulações, experiências, ensaios e demais técnicas de ensino que permitam a
vivência dos alunos em situações próximas da realidade do setor produtivo. O
desenvolvimento de projetos, estudos de casos, realização de visitas técnicas
monitoradas, pesquisas de campo e aulas práticas desenvolvidas em laboratórios,
oficinas e salas-ambiente garantirão o desenvolvimento de competências específicas da
área de formação.
O aluno, a seu critério, poderá realizar estágio supervisionado, não sendo, no entanto,
condição para a conclusão do curso. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas
deverão constar do Histórico Escolar do aluno. A escola acompanhará as atividades de
estágio, cuja sistemática será definida através de um Plano de Estágio Supervisionado
devidamente incorporado ao Projeto Pedagógico da Unidade Escolar. O Plano de Estágio
Supervisionado deverá prever os seguintes registros:
•
sistemática de acompanhamento, controle e avaliação;
•
justificativa;
•
metodologias;
•
objetivos;
•
identificação do responsável pela Orientação de Estágio;
•
definição de possíveis campos/ áreas para realização de estágios.
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O estágio somente poderá ser realizado de maneira concomitante com o curso, ou seja,
ao aluno será permitido realizar estágio apenas enquanto estiver regularmente
matriculado. Após a conclusão de todos os componentes curriculares será vedada a
realização de estágio supervisionado.
4.10
Novas Organizações Curriculares
O Plano de Curso propõe a organização curricular estruturada em cinco módulos, com um
total de 2500 horas-aula e 180 horas-aula de prática de oficina.
A Unidade Escolar, para dar atendimento às demandas individuais, sociais e do setor
produtivo, poderá propor nova organização curricular, alterando o número de módulos,
distribuição das aulas e dos componentes curriculares. A organização curricular proposta
levará em conta, contudo, o perfil de conclusão da habilitação, da qualificação e a carga
horária prevista para a habilitação e as determinações do Departamento de Aviação Civil.
A nova organização curricular proposta entrará em vigor após a homologação pelo Órgão
de Supervisão Educacional do Ceeteps.
CAPÍTULO 5
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
O aproveitamento de conhecimentos e experiências adquiridas anteriormente pelos
alunos, diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva
habilitação profissional, poderá ocorrer por meio de:
9 disciplinas de caráter profissionalizante cursadas no Ensino Médio;
9 qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros
cursos;
9 cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, mediante
avaliação do aluno;
9 experiências adquiridas no trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação
do aluno;
9 avaliação de competências reconhecidas em processos formais de certificação
profissional.
O aproveitamento de competências, anteriormente adquiridas pelo aluno, por meio da
educação formal/ informal ou do trabalho, para fins de prosseguimento de estudos, será
feito mediante avaliação a ser realizada por comissão de professores, designada pela
Direção da Escola, atendendo os referenciais constantes de sua proposta pedagógica.
Quando o aproveitamento tiver como objetivo a certificação de competências, para
conclusão de estudos, seguir-se-ão as diretrizes a serem definidas e indicadas pelo
Ministério da Educação. E as diretrizes do Departamento de Aviação Civil.
CAPÍTULO 6
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
A avaliação, elemento fundamental para acompanhamento e redirecionamento do
processo de desenvolvimento de competências estará voltado para a construção dos
perfis de conclusão estabelecidos para as diferentes habilitações profissionais e as
respectivas qualificações previstas.
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Constitui-se num processo contínuo e permanente com a utilização de instrumentos
diversificados – textos, provas, relatórios, autoavaliação, roteiros, pesquisas, portfólio,
projetos etc. – que permitam analisar de forma ampla o desenvolvimento de competências
em diferentes indivíduos e em diferentes situações de aprendizagem.
O caráter diagnóstico dessa avaliação permite subsidiar as decisões dos Conselhos de
Classe e das Comissões de Professores acerca dos processos regimentalmente previstos
de:
•
classificação;
•
reclassificação;
•
aproveitamento de estudos.
E permite orientar/ reorientar os processos de:
•
recuperação contínua;
•
recuperação paralela;
•
progressão parcial.
Estes três últimos, destinados a alunos com aproveitamento insatisfatório, constituir-se-ão
de atividades, recursos e metodologias diferenciadas e individualizadas com a finalidade
de eliminar/ reduzir dificuldades que inviabilizam o desenvolvimento das competências
visadas.
Acresce-se ainda que, o instituto da Progressão Parcial cria condições para que os alunos
com menção insatisfatória em até três componentes curriculares possam,
concomitantemente, cursar o módulo seguinte, ouvido o Conselho de Classe.
Por outro lado, o instituto da Reclassificação permite ao aluno a matricula em módulo
diverso daquele que está classificado, expressa em parecer elaborado por Comissão de
Professores, fundamentada nos resultados de diferentes avaliações realizadas.
Também através de avaliação do instituto de Aproveitamento de Estudos permite
reconhecer como válidas as competências desenvolvidas em outros cursos – dentro do
sistema formal ou informal de ensino, dentro da formação inicial e continuada de
trabalhadores, etapas ou módulos das habilitações profissionais de nível técnico, ou do
Ensino Médio ou as adquiridas no trabalho.
Ao final de cada módulo, após análise com o aluno, os resultados serão expressos por
uma das menções abaixo conforme estão conceituadas e operacionalmente definidas:
Menção
Conceito
Definição Operacional
MB
Muito Bom
B
Bom
O aluno obteve bom desempenho no desenvolvimento das competências do
componente curricular no período.
R
Regular
O aluno obteve desempenho regular no desenvolvimento das competências
do componente curricular no período.
I
Insatisfatório
O aluno obteve desempenho insatisfatório no desenvolvimento das
competências do componente curricular no período.
O aluno obteve excelente desempenho no
competências do componente curricular no período.
desenvolvimento
das
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Será considerado concluinte do curso ou classificado para o módulo seguinte o aluno que
tenha obtido aproveitamento suficiente para promoção – MB, B ou R – e a frequência
mínima estabelecida.
A frequência mínima exigida será de 75% (setenta e cinco) do total das horas
efetivamente trabalhadas pela escola, calculada sobre a totalidade dos componentes
curriculares de cada módulo e terá apuração independente do aproveitamento.
A emissão de Menção Final e demais decisões, acerca da promoção ou retenção do
aluno, refletirão a análise do seu desempenho feita pelos docentes nos Conselhos de
Classe e/ ou nas Comissões Especiais, avaliando a aquisição de competências previstas
para os módulos correspondentes.
CAPÍTULO 7
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
De acordo com as Bases Tecnológicas, é necessário a existência de laboratórios para se
atingir as competências e habilidades da área:
•
Oficina de Treinamento Básico - A oficina, para o início da fase de formação
prática, destinada a desenvolver no aluno a perícia manual e a familiarização com
máquinas, ferramentas manuais e instrumentos de medida de precisão.
•
Oficina de Trabalhos em Chapas Metálicas - Exigindo maior habilidade do aluno
do que a exigida na oficina anteriormente citada, esta oficina deverá dispor de
equipamentos / acessórios em quantidade suficiente para o número de alunos.
•
Oficina de Montagem e de Alinhamento – Com o objetivo de preparar o aluno
para montar e desmontar partes das aeronaves, é necessário, de preferência, um
hangar para abrigar fuselagens, peças de reposição e, se possível, aeronave
completa. Para abrigar as seções de entelagem e pintura, rodas e pneus,
montagem de cabos e de sistemas há necessidade de pequenas áreas contíguas..
•
Oficina de Sistemas Hidráulicos – Destinada a capacitar o aluno a realizar a
manutenção dos equipamentos destes sistemas, esta oficina deverá dispor de
bancadas com tampo de metal ou fórmica, com morsas instaladas, prateleiras para
guardar peças e equipamentos.
•
Oficina de Sistemas Pneumáticos – Podendo ser combinada com a oficina de
sistemas hidráulicos, esta oficina, destina-se a capacitar o aluno a realizar a
manutenção dos equipamentos dos sistemas pneumáticos e deverá dispor de
bancadas com tampo de metal ou de fórmica, com morsas instaladas, prateleiras
para guardar peças e equipamentos.
•
Oficina de Motores – Com o objetivo de tornar o aluno capaz de desmontar e
montar completamente pelo menos um tipo de motor de aeronave e de prepará-lo
para a manutenção de acessórios do motor.
•
Oficina de Hélices - Com o objetivo de tornar o aluno capaz de desmontar e
montar completamente pelo menos um tipo de hélice.
7.1
Oficina básica para trabalhos em metal
1. Equipamentos
• 6 bancadas metálicas com tampo de madeira.
• Tornos de bancada.
• Esmeril.
• Furadeira de coluna.
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•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Furadeira elétrica portátil.
Compressor de ar.
Guilhotina para chapas.
Dobradeira de chapas.
Calandra para chapas.
Encolhedeira.
Tesoura de chapas (mão direita e mão esquerda).
Tesoura de chapas reta.
Marteletes pneumáticos.
Furadeiras pneumáticas retas.
Furadeira pneumática angular.
Serra tico-tico para chapas.
Jogo de encontradores.
Vários jogos de brocas 3/32, 1/8, 5/32, 3,16.
Jogo de brocas completo.
Vários retalhos de chapas de espessuras variadas.
Kit de reparos para material composto.
Aparelho de soldagem oxiacetilênica.
Aparelho de soldagem elétrica.
Rebites sólidos e cegos – especificações variadas.
3 de cada martelos bola, pena, lanterneiro e macete.
Alicate para instalação de rebites cegos (especiais).
Alicates para freno.
Jogo de mameadores.
Escariador com regulagem micrométrica.
Punção de centro.
Toca /saca/ pinos.
Escala para rebites.
Vários conjuntos de “glecos”.
Alicate para “glecos”.
4 de cada: jogos de limas para metal.
Escova de aço para limpeza de limas.
Lima dura com cabo flexível.
7.2
Oficina de Sistemas Hidráulicos
• Vários componentes de sistemas hidráulicos e pneumáticos (bombas, cilindros,
atuadores, filtros etc..
• Vários componentes de trem de pouso, freios, rodas e pneus.
• Vários conjuntos de polias, cabos de comando, servo- comandos etc..
• Ar comprimido distribuído na oficina.
• Vários conjuntos de conexões, porcas etc..
• Dobradeira de tubos.
• Ferramenta de corte para tubos.
• Flangeador.
• Conjuntos de tubulações rígidas.
7.3
Oficinas de Instrumentos
• Vários exemplares de altímetros, velocímetros, manômetros,
variômetros, horizonte artificial, acelerômetros, indicadores de posição.
termômetros,
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•
•
•
Fonte para geração de vácuo.
Vários instrumentos em corte.
Conjunto de ferramentas de relojoeiro.
7.4
Oficina de Montagem
• Aeronave mono ou bimotor e helicóptero para desmontagem, inspeção e montagem.
• 6 conjuntos material para entelagem e pintura (módulos de madeira para treinamento
de entelagem, tecidos, linhas, tesoura de picotar, dope etc.).
• 3 macacos hidráulicos e cavaletes para suspensão da aeronave.
• Vários andaimes, bancadas móveis e escadas.
• 1 escrivaninha para apoio de manuais, boletins, fichas de inspeção etc..
• 1 carrinho para transporte de ferramentas.
• 4 extensões elétricas com lâmpada fria.
• Barra de reboque e calços para aeronaves.
• 3 bandejas para limpeza de peças.
7.5
Oficina de Sistemas Diversos
• Vários componentes de sistemas de pressurização e ar condicionado.
• Vários componentes de sistemas de oxigênio.
• Vários componentes de sistemas contra formação de gelo.
7.6
Oficinas para prática da disciplina do Grupo Motopropulsor
1. Oficina de Motores
• 1 motor convencional, em linha, em condições de ser desmontado, com acessórios
(completo ou parcial).
• 1 motor convencional em corte montado em suporte articulável.
• 1 motor a reação, em condições de ser desmontado, com acessórios (completo ou
parcial).
• 1 talha para suspensão de motores.
• 2 correias de suspensão, lingas.
• Várias peças de motores como cilindros, válvulas, êmbolos, molas de segmento,
turbinas, compressores.
• 4 almotolias para lubrificação.
• 2 bandejas para limpeza de peças.
• Várias ferramentas especiais de acordo com os fabricantes dos motores.
• 6 conjuntos ferramentas comuns (listagem anexa).
2. Oficina de Hélices e Rotores
• 1 hélice de passo variável desmontável.
• 1 suporte para desmontagem de hélices e rotores.
• 1 kit de ferramentas para desmontagem de hélices e rotores.
• Vários outros tipos de rotores.
3. Oficina para prática do Módulo de Aviônicos
7.7
•
Laboratório de Eletricidade
6 kits compostos de: multímetro, chaves de relojoeiro, alicates decapantes; ferro de
soldagem; sugador de solda; chave de fenda; chave philips; estilete; alicate de ponta e
de corte; escova de limpeza e caixa metálica.
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•
•
•
6 bancadas em fórmica com tomadas para teste.
20 a 25 banquetas.
Vários kits de componentes para montagem e reparos de circuitos elétricos (resistores,
capacitores, relés, cablagens, motores e geradores elétricos, lâmpadas, baterias).
7.8
Laboratório de Eletrônica
• 5 osciloscópios digitais modelo TDS 1012 – Tektronix.
• 5 multímetro digital – modelo Fluke.
• 5 multímetro analógico – modelo SK20A – Haltec.
• 3 treinador de eletrônica analógica – modelo EA1500 – BIT9.
• 3 treinador de eletrônica digital – modelo TD8012 – BIT9.
• Vários componentes eletrônicos (resistores, capacitores, transistores, chaves, CI com
portas lógicas básicas etc..
7.9
Outros Equipamentos
• 20 a 25 equipamentos de proteção individual (EPI).
• 1 kit de primeiros socorros.
• 1 material para testes não-destrutivos (NDT – líquido penetrante).
• Vários materiais de consumo (arame para frenagem, graxas, óleos etc.).
• 4 extintores de incêndio (um para cada classe de incêndio).
7.10 Equipamentos Especiais
• 2 paquímetros mm e polegadas.
• 20 a 25 paquímetros plásticos para treinamento.
• 2 micrômetros.
• 6 escalas de aço de 30cm.
• 4 transferidores.
• 1 goniômetro.
• 4 alicates para cravação de rebites cego.
• 2 alicates para frenagem.
• 1 acúmetro.
• 1 densímetro.
• 1 manômetro para teste de compressão.
• 1 calibrador de pneus.
• 1 lente de aumento (10x).
• 3 torquímetros (tipos diferentes).
• 1 calibrador de lâminas.
• 1 calibrador de vel.
7.11 Ferramentas
(recomenda-se a quantidade mínima de uma unidade para cada 5 alunos)
• Adaptador redutor para soquete 3/8” x ¼”.
• Alicate corte diagonal 5”.
• Alicate bico meia cana reto 190mm.
• Alicate bico redondo ref. 22050 – Belzer 165mm.
• Alicate bico papagaio 24mm.
• Alicate universal 8”.
• Cadeado 35mm com daus chaves.
• Caixa porta ferramentas ref. 100B.
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•
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•
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•
Cabo com catraca reversível enc. ½” x 260mm.
Cabo com catraca reversível enc. 3/8” x 200mm.
Cabo manivela para soquete enc. 3/8” x 315mm.
Cabo manivela para soquete enc. 3/8” x 380mm.
Chave ajustável 6”.
Chave ajustável 12”.
Chave combinada ¼”.
Chave combinada 5/16”.
Chave combinada 3/8”.
Chave combinada 7/16”.
Chave combinada ½”.
Chave combinada 9/16”.
Chave combinada 5/8”.
Chave combinada 11/16”.
Chave combinada ¾”.
Chave combinada 13/16”.
Chave combinada 7/8”.
Chave combinada 15/16”.
Chave combinada 1”.
Chave de boca nº 15º ¼” x 5/16”.
Chave de boca nº 15º 3/8 x 7/16”.
Chave de boca nº 15º 19/32” x 5/8”.
Chave de boca nº 15º ¼” x 9/16”.
Chave de boca nº 15º ½” x 9/16”.
Chave de boca nº 15º 5/8 x 11/16”.
Chave de boca nº 15º 3/4” x 13/16”.
Chave de boca nº 15º 7/8” x 15/16”.
Chave de boca nº 1 x 1.15/16” 15º.
Chave estria ¼” x 5/16”.
Chave estria 7/16” x ½”.
Chave estria 1/2” x 9/16”.
Chave estria 5/8” x 11/16”.
Chave estria 3/4” x 13/16”.
Chave estria 7/8 x 15/16”.
Chave estria 1” x 1.1/16”.
Soquete enc. ¼”6PT x 3/16” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 7/32” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x ¼” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 9/32” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 5/16” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 11/32” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 3/8” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 7/16” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x ½” curto.
Soquete enc. 3/8”6PT x ¼” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 5/16” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 3/8” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 7/16” curto.
Soquete enc. ¼”12PT x ½” curto.
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Soquete enc. 3/8 12PT x 9/16” curto.
Soquete enc. ¼”6PT x 19/32” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 5/8” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 11/16” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x ¾” curto.
Soquete enc. ¼”12PT x 25/32” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 13/16” curto.
Soquete enc. 3/8”12PT x 7/8” curto.
Cabo T para soquete enc. 3/8” x 165mm.
Cabo articulado para soquete enc. 3/8” x 240mm.
Extensão rígida enc. 3/8” x 120mm.
Extensão rígida enc. 3/8” x 250mm.
Junta universal para soquete enc. 3/8”.
Dedo mecânico flexível ref. 826-1 Facon.
Lanterna 2 pilhas sem ímã com refletor pequeno.
Chave de fenda 3 x 100mm.
Chave de fenda 4,5 x 100mm.
Chave de fenda 4,0 x 150mm.
Chave de fenda 6 x 100mm.
Chave de fenda 6 x 150mm.
Chave de fenda 8 x 150mm.
Chave de fenda comum em Z haste redonda 6,5 x 150mm.
Chave de fenda comum haste curta 5,5 x 40mm.
Chave philips nº 1 x 75mm.
Chave philips nº 1 x 125mm.
Chave philips em Z nº 0 x 100mm.
Espelho orientável GA-51A – SNAP-ON.
Martelo bola 300 gramas.
Chave hexagonal 1/16”.
Chave hexagonal 5/64”.
Chave hexagonal 3/32”.
Chave hexagonal 1/8”.
Chave hexagonal 5/32”.
Chave hexagonal 3/16”.
Chave hexagonal 7/32”.
Chave hexagonal ¼”.
Chave hexagonal 5/16”.
Chave hexagonal 3/8”.
7.12 Biblioteca
• Mesas e cadeiras.
• Conjuntos de manuais utilizados no curso (originais e traduzidos).
• Manuais técnicos dos fabricantes de aeronaves, equipamentos e acessórios.
• Revistas técnicas e periódicas.
• Dicionários técnicos bilíngues: português-inglês e vice-versa.
• Legislação relativa às atividades da manutenção e dos técnicos em manutenção.
• Manuais do Curso: MCA 58-13; MCA 58-14; MCA 58-15
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7.13 Salas de Aula
• 1 Quadro branco e pincéis.
• 20 a 25 Cadeiras universitárias ou mesas.
• 1 Mesa e cadeira para o professor.
• 1 Retroprojetor.
• 1 Tela de projeção.
• 1 televisão com video.
7.14 Sala dos Professores
• 1 mesa e cadeira para 6 pessoas.
• Armários para materiais.
• 1 quadro branco e pincéis.
CAPÍTULO 8
PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
A contratação dos docentes , que irão atuar no Curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO
DE AERONAVES, será feita por meio de Concurso Público como determinam as normas
próprias do Ceeteps, obedecendo à ordem abaixo discriminada:
9 Licenciados na Área Profissional relativa à disciplina;
9 Graduados na Área da disciplina;
O Ceeteps proporcionará cursos de capacitação para docentes voltados para o
desenvolvimento de competências diretamente ligadas ao exercício do magistério, além
do conhecimento da filosofia e das políticas da educação profissional.
CAPÍTULO 9
CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Ao aluno concluinte do curso será conferido e expedido o diploma de TÉCNICO EM
MANUTENÇÃO DE AERONAVES, satisfeitas as exigências relativas:
9 ao cumprimento do currículo previsto para habilitação;
9 à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
Ao término – MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO CÉLULA., o aluno fará jus ao
Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA - CÉLULA.
Ao término MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR o aluno fará jus
ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR.
Ao término MÓDULO BÁSICO + MÓDULO AVIÔNICOS o aluno fará jus ao Certificado de
Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA
– AVIÔNICOS
Ao término dos quatro módulos, o aluno que apresentar comprovante de conclusão do
Ensino Médio fará jus ao diploma de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES.
O certificado e o diploma terão validade nacional.
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PARECER TÉCNICO
Atendendo ao disposto no item 14.3 da Indicação CEE 8/2000, expede parecer técnico
relativo ao Plano de Curso da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de
TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES.
O perfil profissional de conclusão das Qualificações Técnicas de Nível Médio e da
Habilitação Profissional atendem às demandas do mercado de trabalho e às diretrizes
emanadas do Eixo Tecnológico de “INFRAESTRUTURA”.
A organização curricular está coerente com as competências requeridas pelos perfis de
conclusão propostos e com as determinações emanadas da Lei n.º 9394/96, do Decreto
Federal n.º 5154/2004, da Resolução CNE/CEB n.º 04/99 atualizada pela Resolução
CNE/CEB n.º 01/2005, do Parecer CNB/CEB n.º 11/2008, Resolução CNE/CEB n.º
03/2008, da Deliberação CEE 79/2008, das Indicações CEE 08/2000 e 80/2008.
As instalações e equipamentos e a habilitação do corpo docente são adequados ao
desenvolvimento da proposta curricular.
Anderson Figueira Lopes
Graduado em Direito e Técnico em Manutenção
Aeronáutica
Etec Santos Dumont
CNPJ: 62823257/0001-09 128
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PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE 08-06-2010
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Estadual de Educação Tecnológica
Paula Souza designa Laura Teresa Mazzei, R.G. 2.862.171, Ivone Marchi Lainetti
Ramos, R.G. 12.308.925-6 e Sonia Regina Correa Fernandes, R.G. 9.630.740-7, para
procederem à análise e emitirem parecer técnico do Plano de Curso da Habilitação
Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AERONAVES,
incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA - CÉLULA, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO
MOTOPROPULSOR,
e
de
MECÂNICO
DE
MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA
-
AVIÔNICOS, a ser implantada na rede de escolas do Centro Estadual de Educação
Tecnológica Paula Souza – Ceeteps.
São Paulo, 08 de junho de 2010.
ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO
Coordenador de Ensino Médio e Técnico
CNPJ: 62823257/0001-09 128
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APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO
A Supervisão Educacional, supervisão delegada pela Resolução SE n.º 78, de
07/11/2008, com fundamento no item 14.5 da Indicação CEE 08/2000, aprova o Plano de
Curso do Eixo Tecnológico de “INFRAESTRUTURA”, referente à Habilitação Profissional
Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AERONAVES ,
incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA - CÉLULA, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO
MOTOPROPULSOR,
e
de
MECÂNICO
DE
MANUTENÇÃO
AERONÁUTICA
-
AVIÔNICOS a ser implantada na rede de escolas do Centro Estadual de Educação
Tecnológica Paula Souza, a partir de 01-07-2010.
São Paulo, 01 de julho de 2010.
Laura Teresa Mazzei
Ivone Marchi Lainetti
Ramos
Sonia Regina C. Fernandes
R.G. 2.862.171
R.G. 12.308.925-6
R.G. 9.630.740-7
Supervisor Educacional
Supervisor Educacional
Diretor de Departamento
Supervisor Educacional
CNPJ: 62823257/0001-09 128
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PORTARIA CETEC N.º 66, DE 01-07-2010
publicada no D.O.E. de 08-10-2010, seção I, página 52.
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico, no uso de suas atribuições, com fundamento
na Resolução SE n.º 78, de 07/11/2008, e nos termos da Lei Federal 9394/96, Decreto
Federal n.º 5154/04, Resolução CNE/CEB 4/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB
1/2005, Parecer CNE/CEB n.º 11, de 12-6-2008, Resolução CNE/CEB n.º 03, de 9-72008, Deliberação CEE 79/2008, das Indicações CEE 08/2000 e 80/2008 e, à vista do
Parecer da Supervisão Educacional, expede a presente Portaria:
Artigo 1º - Fica aprovado, nos termos do item 14.5 da Indicação CEE 8/2000 e artigo 5º da
Deliberação CEE n.º 79/2008, o Plano de Curso do Eixo Tecnológico “Infraestrutura”, da
seguinte Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio:
a) Técnico em Manutenção de Aeronaves, incluindo as Qualificações Técnicas de
Nível Médio de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Célula, de Mecânico de
Manutenção Aeronáutica – Grupo Motopropulsor e de Mecânico de Manutenção
Aeronáutica – Aviônicos.
Artigo 2º - O curso referido no artigo anterior está autorizado a ser implantado na Rede de
Escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a partir de 1-7-2010.
Artigo 3º - Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus
efeitos a 1-7-2010.
São Paulo, 01 de julho de 2010.
ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO
Coordenador de Ensino Médio e Técnico
CNPJ: 62823257/0001-09 128
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Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
Governo do Estado de São Paulo
Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP
EIXO TECNOLÓGICO: INFRAESTRUTURA Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES Lei Federal n.º 9394/96, Decreto Federal n.º 5154/2004, Resolução CNE/CEB 4/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB 1/2005, Parecer CNE/CEB n.º 11, de 12-6-2008, Resolução CNE/CEB n.º 03, de 9-7-2008, Deliberação CEE 79/2008, das
Indicações CEE 08/2000 e 80/2008.
Plano de Curso aprovado pela Portaria CETEC n.º 66, de 1-7-2010, publicada no DOE de 8-10-2010, seção I, página 52.
MÓDULO BÁSICO Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total B.1 – Matemática, Desenho Técnico de Aeronaves e Física 40 00 40 B.2 – Inglês Técnico 40 00 40 B.3 – Aerodinâmica, Peso e Balanceamento 60 00 60 B.4 – Ferramentas Manuais e de Medição, Materiais de Aviação e Processos 20 20 40 B.5 – Tubulações e Conexões, Combustíveis e Sistemas de Combustível 40 00 40 B.6 – Eletricidade, Geradores e Motores Elétricos de Aviação 20 40 60 MÓDULO CÉLULA + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR I – MOTOR CONVENCIONAL Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total C.9 – Estruturas de Aeronaves e Sistemas de Controle de Voo 20 40 60 C.10 – Sistemas de Comunicação, Navegação e Instrumentos 60 40 100 M.1 – Teoria e Construção de Motores de Aeronaves I 40 00 40 M.2 – Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor I 60 00 60 M.3 – Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor I 60 00 60 20 40 60 B.7 – Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção, Regulamentação da Aviação Civil, Regulamentação da Profissão de Mecânico 40 00 40 M.4 – Remoção e Instalação de Motores, Operação e Manutenção do Motor I B.8 – Primeiros Socorros e Segurança de Voo 20 00 20 M.5 – Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista I 40 00 40 B.9 – Ética e Cidadania Organizacional 40 00 40 B.10 – Gestão Ambiental 40 00 40 M.6 – Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor I 40 00 40 B.11 – Aplicativos Informatizados em Aviação 00 40 40 M.7 – Hélices para Aeronaves I 00 40 40 B.12 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia 40 00 40 340 160 500 TOTAL 400 100 500 MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR II – MOTOR A REAÇÃO + MÓDULO AVIÔNICOS MÓDULO CÉLULA Componentes Curriculares TOTAL Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total M.1 – Teoria e Construção de Motores de Aeronaves II 40 00 40 M.2 – Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor II 60 00 60 40 M.3 – Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor II 60 00 60 00 40 M.4 Remoção e Instalação de Motores, Operação e Montagem do Motor II 20 40 60 40 80 M.5 – Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista II 20 00 20 40 00 40 C.1 – Entelagem e Pintura 40 00 40 C.2 – Reparos Estruturais 60 40 100 C.3 – Soldagem 40 00 C.4 – Sistemas de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o Fogo 40 C.5 – Sistemas Hidráulicos e de Trens de Pouso 40 C.6 – Sistemas Pneumáticos, de Pressurização, de Ar Condicionado e de Oxigênio 40 40 80 M.6 – Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor II C.7 – Sistemas Elétricos 20 40 60 M.7 – Hélices para Aeronaves II 00 40 40 C.8 – Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista 60 00 60 A.1 – Sistemas Elétricos de Aeronaves 20 40 60 A.2 – Eletrônica I – Semicondutores 80 40 120 TOTAL 340 160 500 TOTAL 340 160 500 MÓDULO AVIÔNICOS Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total A.3 – Instrumentos 100 40 140 A.4 – Sistemas Elétricos de Partida e Ignição de Motores 20 40 60 A.5 – Sistemas Elétricos de Proteção Contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e Contra o Fogo 20 00 20 A.6 – Eletrônica II – Técnicas Digitais 60 40 100 A.7 – Sistemas de Comunicação e de Navegação 60 40 100 A.8 – Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista 60 00 60 A.9 – Gerenciamento de Qualidade 20 00 20 340 160 500 TOTAL Práticas em Oficinas – Módulo Célula Carga Horária (horas‐aula) Prática de Oficina Oficina de Montagem e Alinhamento Oficina de Sistemas Hidráulicos Oficina de Sistemas Pneumáticos TOTAL Práticas em Oficinas – Módulo Grupo Motopropulsor 20 20 10 10 60 Carga Horária (horas‐aula) Prática de Oficina Oficina de Motores Convencionais Oficina de Motores a Reação Oficina de Hélices TOTAL Práticas em Oficinas – Módulo Aviônicos 20 15 15 10 60 Carga Horária (horas‐aula) Prática de Oficina I Prática de Oficina II Laboratório de Instrumentos Laboratório de Eletrônica TOTAL 15 15 10 20 60 CERTIFICAÇÕES TÉCNICAS:
Módulo Básico + Módulo Célula: Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – CÉLULA Módulo Básico + Módulo Grupo Motopropulsor: Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR Módulo Básico + Módulo Aviônicos: Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – AVIÔNICOS DIPLOMA: Módulo Básico + Módulo Célula + Módulo Grupo Motopropulsor + Módulo Aviônicos: Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES CNPJ: 62823257/0001-09 128
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- ETEC Alberto Santos Dumont