Nome da Instituição Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza CNPJ 62823257/0001-09 Data 08-06-2010 Número do Plano 128 Eixo Tecnológico INFRAESTRUTURA Plano de Curso para 01. Habilitação MÓDULO V Carga Horária 2500 horas-aula Parte Prática 180 horas-aula TCC 000 horas 02. Qualificação MÓDULO I Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO BÁSICO Carga Horária 500 horas-aula Estágio 000 horas 03. Qualificação MÓDULO II 04. Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES – MÓDULO BÁSICO, CÉLULA, GRUPO MOTOPROPULSOR E AVIÔNICOS Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - MÓDULO BÁSICO + MÓDULO CÉLULA Carga Horária 1150 horas-aula Parte Prática 60 horas-aula Qualificação MÓDULO III Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR Carga Horária 1150 horas-aula Parte Prática 60 horas-aula 05. Qualificação MÓDULO IV Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO BÁSICO + AVIÔNICOS Carga Horária 1150 horas-aula Parte Prática 60 horas-aula Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 9 Presidente do Conselho Deliberativo Yolanda Silvestre 9 Diretor Superintendente Laura M. J. Laganá 9 Vice-diretor Superintendente César Silva 9 Chefe de Gabinete Elenice Belmonte R. de Castro 9 Coordenador de Ensino Médio e Técnico Almério Melquíades de Araújo Equipe Técnica Coordenação: Almério Melquíades de Araújo Mestre em Educação Organização: Soely Faria Martins Diretor de Departamento Grupo de Formulação e Análises Curriculares Colaboração: Anderson Figueira Lopes Graduado em Direito e Técnico em Manutenção Aeronáutica Etec Santos Dumont Jorge André Silva de Paiva Graduado em Matemática e Técnico em Manutenção de Aeronaves Etec Santos Dumont Marcio Prata Assistente Técnico Ceeteps Levy Motoomi Takano Assistente Administrativo Ceeteps Ayrton Motoyama Auxiliar Administrativo Ceeteps CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 2 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP SUMÁRIO CAPÍTULO 1 Justificativas e Objetivos 004 CAPÍTULO 2 Requisitos de Acesso 008 CAPÍTULO 3 Perfil Profissional de Conclusão 009 CAPÍTULO 4 Organização Curricular 018 CAPÍTULO 5 Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores 200 CAPÍTULO 6 Critérios de Avaliação da Aprendizagem 200 CAPÍTULO 7 Instalações e Equipamentos 202 CAPÍTULO 8 Pessoal Docente e Técnico 208 CAPÍTULO 9 Certificados e Diplomas 208 PARECER TÉCNICO DO ESPECIALISTA 209 PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSÃO DE SUPERVISORES 210 APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO 211 PORTARIA DO COORDENADOR, APROVANDO O PLANO DE CURSO 212 ANEXO Matriz Curricular 213 CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 3 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP CAPÍTULO 1 JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS 1.1. Justificativa Universidades de Ciências Aeronáuticas americanas e européias têm estudado há anos o comportamento humano e as falhas que conduzem a acidentes aeronáuticos. Conforme Jensen (1995) todas as metodologias aplicadas para a redução dos acidentes, inclusive o CRM (Crew Resource Management) foram implantados com sucesso, garantindo desta forma melhorias no fator humano e na sua capacidade de julgamento, análise, tomada de decisão, consciência situacional e julgamento. Depois de estudos efetuados por Goglia (1999), novas metodologias foram aplicadas na conclusão da manutenção aeronáutica e estudos profundos foram dedicados a resolução de problemas humanos nesta área. Estima-se que a falha na manutenção aeronáutica é a segunda causa de acidentes, após o CFIT (Controlled Flight Into Terrain) que mais causou fatalidade a bordo entre os anos de 1982 e 1991 (DAVIS, 1993). Aeronaves se tornaram mais fortes e velozes, seus motores mais sofisticados e os instrumentos, rádio e radar, mais eficientes. Da mesma forma, o treinamento e os procedimentos operacionais ficaram mais avançados em todo o mundo (BEAUTY, 1995). No Brasil, o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica – RBHA 145 – é o documento que estabelece requisitos necessários à emissão de Certificados de Homologação de Empresas de Manutenção (CHE) de aeronaves, células, motores, hélices, rotores, equipamentos e partes dos referidos conjuntos. Estabelece ainda regras gerais de funcionamento para os detentores de tais certificados, definindo padrões, classes, tipos de serviços e limitações para a emissão de cada CHE. A manutenção é subdividida em etapas, como manutenção preventiva, modificações, reparos ou inspeções. As empresas do ramo são classificadas em padrões e classes. Seus certificados de homologação são limitados ainda à manutenção, modificações e reparos em um (ou mais de um) particular modelo de aeronave, motor, hélice, rotor, equipamento, acessório ou instrumento de um particular fabricante, ou de um (mais de um) particular tipo de serviço especializado de manutenção. Para que isto seja determinado, a empresa deve possuir dados suficientes sobre cada modelo referente ao equipamento no qual pretende efetuar a manutenção. Para que a manutenção ocorra com segurança, deve prover também locais adequados, de modo que o trabalho sendo executado seja protegido dos elementos atmosféricos, poeira e calor e os executantes estejam protegidos de condições físicas e ambientais. Somente pessoas habilitadas e com vínculos empregatícios para executar, supervisionar e inspecionar o trabalho podem efetuar os serviços para o qual a empresa é homologada. Os responsáveis pela direção devem selecionar cuidadosamente seus empregados e examinar sua capacidade para executar atividades de manutenção, tomando por base testes práticos e experiências anteriores. Em qualquer situação, o pessoal responsável por funções de direção e controle de qualidade deve estar habilitado pelo CONFEA/ CREA, o pessoal responsável por funções de supervisão e execução deve estar credenciado e habilitado pelo DAC (Departamento de Aviação Civil). As organizações devem ter um sistema de inspeção que possa produzir controle de qualidade satisfatório e que atenda a diversos requisitos. O pessoal de inspeção deve estar perfeitamente familiarizado com os métodos, técnicas e equipamentos de inspeção a serem usados em sua especialidade para determinar a qualidade ou aeronavegabilidade do produto sendo mantido, modificado ou reparado. Deve-se manter proficiência no uso dos diversos auxílios de inspeção que pretendam utilizar em seu trabalho, possuir e entender informações relativas a aeronavegabilidade e CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 4 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP especificações correntes envolvendo tolerâncias, limitações e procedimentos de inspeção estabelecidos pelo fabricante do produto sendo inspecionado e pela autoridade aeronáutica. Em casos em que dispositivos magnéticos, fluorescentes ou outras formas de dispositivos mecânicos de inspeção sejam usados, ser proficientes na operação do dispositivo e ter capacidade para interpretar adequadamente os defeitos indicados por ele. A empresa deve prover métodos satisfatórios de inspeção em material recebido, de modo a assegurar que antes dele ser colocado em estoque para uso em uma aeronave ou em partes da mesma, ele esteja em bom estado de conservação e uso e livre de defeitos ou falhas aparentes. A fim de coibir o emprego de material não aeronáutico, ou seja, material não homologado ou certificado para ser empregado em aeronaves, o DAC solicita que a empresa utilize métodos de controle de qualidade no recebimento dos mesmos. A documentação pertinente deve ser cautelosamente analisada. O material deve ter um ou mais de um dos seguintes documentos: • especificação técnica e origens conhecidas, comprovando ser material aprovado que satisfaz os padrões mínimos de segurança previstos nos RBHA; • registros de manutenção (histórico, última inspeção, revisões, reparos e/ou alterações sofridas, conforme aplicável); e • atestado de boa condição de uso do material, emitido pelo fabricante, por empresa homologada no Brasil, ou por empresa homologada em outro país segundo requisitos equivalentes. * Fonte: Departamento de Aviação Civil - Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica nº. 145. Organizações de manutenção devem prover um sistema de inspeção preliminar de todos os artigos que mantêm, visando determinar o estado de preservação ou de defeitos nos mesmos. O resultado de cada inspeção deve ser registrado em formulário adequado, formulado pela empresa, e esse formulário deve ser mantido junto com o artigo, até o mesmo ser liberado para serviço. Um sistema de controle deve assegurar que, antes de iniciar trabalhos em uma célula, motor ou partes que tenham sido envolvidas em acidentes, tais partes tenham sido totalmente inspecionadas quanto a falhas ocultas, inclusive em áreas próximas a pontos obviamente danificados coíbe o reaproveitamento de materiais danificados. Além disto, os resultados de tais inspeções devem ser registrados em formulários também padronizados. Toda empresa deve ter um manual contendo procedimentos de inspeção MPI e durante suas atividades deve mantê-lo atualizado. O manual deve explicar o sistema de inspeções adotado pela oficina de modo a facilitar a compreensão por parte dos colaboradores. Este deve estabelecer, em detalhes os requisitos da oficina, incluindo a continuidade da responsabilidade de inspeções, modelos de formulários e os métodos de execução dos serviços. O manual, sempre que necessário, deve referir-se aos padrões de inspeções do fabricante na manutenção de um particular artigo. A oficina deve dar uma cópia desse manual para cada um de seus supervisores e inspetores que irão cumprir suas determinações. O Departamento de Aviação Civil, através dos Serviços Regionais de Aviação Civil (SERACs) é quem aprova o referido manual, que é elaborado pelo Chefe de Manutenção das empresas e se chama Manual de Procedimentos de Inspeção. Este Manual é preciosa ferramenta em prol da Segurança de Voo. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 5 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP O estabelecimento de normas padronizadas tende a facilitar os registros de manutenção, a rastreabilidade dos materiais e garante facilidade na identificação de tais registros. Tais metodologias são utilizadas em todos os países membros da ICAO - International Civil Aviation Organization, ou OACI - Organização de Aviação Civil Internacional. As empresas de Manutenção Aeronáutica devem possuir os equipamentos, materiais, ferramentas e testes necessários para desempenhar eficientemente as funções inerentes aos trabalhos que se propõe executar. Deve assegurar-se de que todos os equipamentos de inspeção e de teste são controlados e verificados em intervalos regulares para garantir correta calibração para um padrão estabelecido pelo INMETRO ou um padrão estabelecido pelo fabricante do equipamento. No caso de equipamento estrangeiro, podem ser usados os padrões do país de origem do mesmo. Além disto, um meio adequado de controle das calibrações dos equipamentos deve ser implantado de modo a garantir que nenhum equipamento utilizado em manutenção esteja com sua calibração vencida. Os equipamentos, materiais, ferramentas e testes requeridos devem ser localizados nas instalações da oficina e sob total controle. Um departamento de suma importância dentro de uma organização de manutenção é a Biblioteca Técnica. A empresa homologada deve desempenhar suas atividades de manutenção, modificação e reparo de acordo com os padrões do RBHA 43. Esta deve possuir e manter atualizada a documentação técnica necessária, incluindo legislação aeronáutica brasileira aplicável (RBHA e IAC), diretrizes de aeronavegabilidade, manuais de serviço, catálogos de peças, boletins de serviço e de informação, instruções e cartas dos fabricantes relacionados com os artigos que ela mantém, modifica ou repara. Conforme Estatísticas de Acidentes Aeronáuticos publicados no "site" do Departamento de Aviação Civil, cerca de 13% dos acidentes, no período de 1990 a 2000 tiveram como fator contribuinte a deficiente manutenção. O DAC e os SERAC´s, juntamente com os órgãos do Elo SIPAER (Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) têm efetuado verdadeiras maratonas de palestras, seminários, encontros e conferências pelo Brasil, para disseminar as normas de segurança envolvidas com a manutenção de aeronaves. Todas as metodologias requerem que estejam presentes um efetivo Sistema de Garantia da Qualidade na manutenção, sob pena de haver elevada exposição ao risco dentro destas organizações. A garantia da qualidade é uma autoridade global de supervisão de padrões, permitindo que os mesmos sejam fortalecidos. Desta forma, a empresa de manutenção aeronáutica deve prover um departamento de execução e um departamento de supervisão, para que possa garantir esta qualidade. Verifica-se que um alto padrão de qualidade na manutenção de aeronaves depende mais da competência de quem executa as tarefas, e assim sendo, nenhum sistema de gerenciamento é completo sem um elemento de garantia dessa qualidade. Tal departamento deve prover uma análise não tendenciosa do desempenho da empresa, para verificar que as atividades e os resultados estão de acordo com o MPI e confirmam que o MPI e os sistemas e procedimentos nele descritos permanecem efetivos e são alcançados os objetivos. Para que se possa garantir que o sistema está funcionando, dois elementos essenciais são então introduzidos: as auditorias internas independentes e um programa de acompanhamento. Tais auditorias podem ser conduzidas de maneira contínua ou segmentadas, desde que todo sistema da organização seja verificado dentro do intervalo aplicável. Conforme o DAC, tais auditorias devem acontecer pelo menos a cada 12 meses. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 6 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Um programa de acompanhamento deve conter os procedimentos para assegurar que os resultados dessas auditorias sejam comunicados à pessoa responsável pelo sistema e disponível para a alta administração. Ações imediatas e de longa duração devem ser empregadas para corrigir as causas de cada não conformidade encontrada. Tais programas devem ainda conter um sistema de arquivo, para assegurar que detalhes dos resultados das auditorias, ações corretivas e inspeções de acompanhamento sejam arquivados e mantidos por dois períodos completos de auditoria. (COSTA, Vivien Aparecida Corazza, PC/ASV – Diretora da AVIEN Segurança & Assessoria Aeronáutica) Os problemas de formação profissional, como a falta de treinamento, o insuficiente grau de familiarização com as aeronaves ou o desestímulo para o exercício da profissão também estão presentes no setor. Conforme Benof (2003), as escolas para mecânicos não conseguem atrair muitos alunos. Conforme a revista Business & Commercial Aviation, até mesmo nos Estados Unidos os mecânicos de automóveis podem ter salários maiores que os mecânicos de manutenção aeronáutica. Isto implica em que em breve, se não houver uma valorização da categoria, haverá carência de profissionais formados para a Manutenção de Aeronaves. Deve-se considerar ainda que muitos profissionais que se formam nas escolas específicas encontram trabalho na indústria de máquinas ou em outro setor que os remunera melhor, e que se perde os profissionais mais experientes por causa da sua idade (BENOF, 2003). No Brasil existem poucas escolas para a formação de Mecânicos de Manutenção Aeronaves (MMA), considerando-se o tamanho e o crescimento previsto da frota. Ainda, os índices de aprovação dos mesmos aos testes do DAC são baixos, conforme se pode verificar no "site" do próprio DAC. O curso de MMA é dividido em dois módulos, o Básico, e os Especializados (Célula, Grupo Motopropulsor e Aviônicos). A segurança de voo é, sem sombra de dúvidas, uma permanente preocupação das empresas aéreas, à medida que a ocorrência de acidentes aéreos, ou até mesmo atrasos nos voos por defeitos mecânicos reduzem a credibilidade da empresa e, consequentemente, o número de passageiros. Isto sem contar também com as multas que podem ser aplicadas pelas autoridades aeronáuticas. A pontualidade nos voos, além de ser uma excelente referência para as empresas aéreas, é também um atestado da alta qualidade dos serviços de manutenção das aeronaves. Por isso mesmo, as empresas de aviação estão cada vez mais rigorosas na seleção para a admissão de profissionais para a Manutenção de Aeronaves. Uma análise mais profunda desse panorama aponta para a necessidade de investimento na definição dos perfis dos trabalhadores na manutenção aeronáutica, o que justifica a elaboração do Currículo de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES no Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza. 1.2. Objetivos O curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES tem como objetivo capacitar o aluno para montar desmontar estruturas de aeronaves, montar e instalar sistemas elétricos e eletrônicos, executar a manutenção preditiva e corretiva dos diversos sistemas, assim como ler instruções técnicas. Adicionalmente, pretende-se capacitar para: • trabalhar comprometido com a segurança de voo e das pessoas; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 7 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • implementar os serviços de manutenção e garantir a segurança do local de trabalho; • provar o correto funcionamento dos componentes de aeronaves; 1.3. Organização do Curso A necessidade e pertinência da elaboração de currículo adequado às demandas do mercado de trabalho, à formação do aluno e aos princípios contido na L.D.B. e demais legislações vigentes, levou o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, sob a coordenação do Prof. Almério Melquíades de Araújo, Coordenador de Ensino Médio e Técnico, a instituir o “Laboratório de Currículo”. No Laboratório de Currículo foram reunidos profissionais da área, docentes, especialistas, supervisão educacional para estudar o material produzido pela C.B.O. – Classificação Brasileira de Ocupações e para análise dos manuais: MCA 58-13, MCA 58-14 e MCA 5815, assim como as necessidades do próprio mercado de trabalho. Uma sequência de encontros de trabalho previamente planejados possibilitou uma reflexão maior e produziu a construção de um currículo mais afinado com esse mercado. O Laboratório de Currículo possibilitou, também, a construção de uma metodologia adequada para o desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem e sistema de avaliação que pretendem garantir a construção das competências propostas nos Planos de Curso. Fontes de Consulta 1. BRASIL Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Brasília: MEC: 2008. Eixo Tecnológico: “Infraestrutura” (site: http://www.mec.gov.br/) 2. BRASIL Ministério do Trabalho e do Emprego – Classificação Brasileira de Ocupações – CBO 2002 – Síntese das ocupações profissionais (site: http://www.mtecbo.gov.br/) 3. DEPARTA- Títulos MENTO DE MCA 58-13 – MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA AVIAÇÃO CIVIL MCA 58-14 – MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR MCA 58-15 – MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - AVIÔNICOS CAPÍTULO 2 REQUISITOS DE ACESSO O ingresso ao Curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES dar-se-á por meio de processo seletivo para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série e estejam matriculados na segunda série do Ensino Médio ou equivalente. O processo seletivo será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas oferecidas. As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do Ensino Médio, nas três áreas do conhecimento: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 8 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • Linguagem, Códigos e suas Tecnologias; • Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias; • Ciências Humanas e suas Tecnologias. Por razões de ordem didática e/ ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por ocasião de suas inscrições. O acesso aos demais módulos ocorrerá por classificação, com aproveitamento do módulo anterior, ou por reclassificação. CAPÍTULO 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO MÓDULOS BÁSICO + CÉLULA + GRUPO MOTOPROPULSOR + AVIÔNICOS – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES O TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AERONAVES é o profissional que concluiu o Módulo Básico, o Modulo Célula,o Módulo Grupo Motopropulsor e o Módulo Aviônico. O TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES é o profissional que atua na manutenção de aeronaves e em seus equipamentos. Executa inspeções em motores de aviões e helicópteros, sistemas de hélices, rotores de helicópteros, sistemas hidráulicos, sistemas elétricos, sistemas de combustíveis, sistemas de pressurização, instrumentos de aeronaves e estrutura das aeronaves, conforme especificações e normas técnicas. Interpreta manuais técnicos das diferentes aeronaves e equipamentos. MERCADO DE TRABALHO Empresas aéreas e oficinas de manutenção aeronáuticas homologadas pela ANAC. Aeroportos e navios com plataformas de voo. Parques e bases aéreas. COMPETÊNCIAS GERAIS O TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES deve ter alcançado, ao concluir o curso, as seguintes competências gerais: • coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuam na instalação, na produção e na manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa e de pessoas; • aplicar normas técnicas e especificações dos regulamentos previstos pela legislação aeronáutica, tais como: catálogos, manuais, boletins, projetos, processos de instalação, equipamentos de manutenção; • aplicar técnicas de medição e ensaios visando a melhoria da qualidade de produtos e serviços; • atuar na manutenção preventiva e corretiva de instalações e de sistemas, caracterizando e determinando aplicações de materiais, acessórios, dispositivos, instrumentos e equipamentos; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 9 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • projetar melhorias cumprindo as determinações da legislação vigente, nos sistemas convencionais, instalação e manutenção, propondo incorporação de novas tecnologias. PERFIS PROFISSIONAIS DAS QUALIFICAÇÕES MÓDULO BÁSICO– SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA ÁREA DE ATIVIDADES A – IMPLEMENTAR O TRABALHO DE MANUTENÇÃO DE AERONAVES ¾ Interpretar projetos / desenhos técnicos. ¾ Identificar materiais utilizados na confecção de peças metálicas. ¾ Identificar equipamentos de produção individual e coletiva. B – GARANTIR SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO ¾ Observar e zelar pela observância das normas de segurança do trabalho. ¾ Utilizar equipamentos de proteção individual. ¾ Utilizar equipamentos de proteção coletiva. ¾ Sinalizar áreas de risco. ¾ Zelar pela limpeza e pela organização do local de trabalho. C – ORGANIZAR ROTINAS DE TRABALHO ¾ Executar ordens de serviço de manutenção, analisando as especificações. ¾ Providenciar liberação e preparar o local de trabalho. ¾ Organizar espaços para depósito de materiais e de ferramentas. ¾ Identificar e organizar ferramentas e máquinas. D – REPARAR OBRAS ¾ Participar da avaliação da obra. ¾ Calcular custo-benefício do reparo. ¾ Planejar e auxiliar o reparo, a substituição e a recuperação de peças. E – TRABALHAR COM SEGURANÇA ¾ Vestir equipamentos de proteção individual e de proteção coletiva. ¾ Operar equipamentos de extinção de incêndio. ¾ Sinalizar áreas de manutenção. ¾ Delimitar áreas de risco para preservar a integridade física das pessoas. F – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS ¾ Trabalhar em equipe. ¾ Participar de programas de treinamento promovidos pela empresa. ¾ Demonstrar acuidade auditiva. ¾ Demonstrar orientação espacial. ¾ Responsabilizar-se pelo serviço realizado. ¾ Demonstrar destreza digital. ¾ Trabalhar de forma organizada. ¾ Discriminar odores. ¾ Demonstrar acuidade visual. ¾ Sugerir melhorias nos projetos. ¾ Cumprir cronograma de trabalho. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 10 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ¾ Demonstrar perseverança. ¾ Demonstrar precisão e controle. ¾ Demonstrar atenção seletiva. MÓDULO BÁSICO + CÉLULA – Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – CÉLULA O Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Célula é o profissional que monta, desmonta e executa manutenção em estruturas de aeronaves. Instala em aeronaves sistemas de combustível, hidráulicos e pneumáticos, de trem de pouso, de proteção contra fogo, de oxigênio, de ar condicionado e pressurização, elétricos e eletrônicos. Interpreta documentação e instruções técnicas, em português e em inglês. Ensaia sistemas, motores e componentes. Utiliza recursos de informática para controle de procedimentos e de operações. ÁREA DE ATIVIDADES A – INTERPRETAR PROCEDIMENTOS TÉCNICOS ¾ Interpretar desenhos de projeto. ¾ Interpretar procedimentos de fabricação e de montagem de peças. ¾ Interpretar ordens de serviço, de manutenção, montagem e fabricação de peças. ¾ Aplicar procedimentos conforme normas técnicas. ¾ Fornecer informações para revisão da documentação técnica. ¾ Interpretar esquemas elétricos de montagem. B – MONTAR E REPARAR ESTRUTURAS DE AERONAVES ¾ Montar peças da cabine da aeronave. ¾ Montar seções da fuselagem. ¾ Instalar canopi. ¾ Realizar junções de estruturas. ¾ Montar superfícies de comando de voo. ¾ Instalar asas na fuselagem. ¾ Montar carenagem. ¾ Montar peças das portas. ¾ Montar portas na estrutura. ¾ Montar suportes de fixação dos sistemas de comando. ¾ Montar interior da aeronave. ¾ Preparar superfícies externas para instalação dos acessórios. ¾ Montar componentes da asa. ¾ Instalar suportes para equipamentos. ¾ Metalizar junções da estrutura, eliminando energia estática. ¾ Aplicar selagem e vedação na estrutura. ¾ Efetuar pesagem e balanceamento da superfície de comando. ¾ Estabelecer o centro de gravidade da aeronave. C – INSTALAR SISTEMAS DE COMBUSTÍVEL ¾ Montar tanques. ¾ Selar tanque do sistema. ¾ Checar limpeza dos tanques. ¾ Montar bombas de combustível. ¾ Montar sistemas de respiro, ventilação e drenos. ¾ Montar indicadores de nível. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 11 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ¾ Montar filtros de combustível. ¾ Destanquear tanque de combustível. D – INSTALAR SISTEMAS DE OXIGÊNIO ¾ Instalar reservatórios de pressão. ¾ Instalar mangueiras de ligação. ¾ Instalar manômetros e válvulas reguladoras. ¾ Instalar sensores de despressurização. ¾ Instalar máscaras de oxigênio. ¾ Efetuar limpeza do sistema. ¾ Reabastecer sistema de oxigênio. E – ENSAIAR SISTEMAS DE AERONAVES ¾ Ensaiar sistemas de combustível. ¾ Ensaiar sistemas de ar condicionado. ¾ Ensaiar sistemas de oxigênio ¾ Ensaiar instrumentos pós-montagem. ¾ Ensaiar sistemas hidráulicos. ¾ Ensaiar o sistema pneumático e de pressurização. ¾ Ensaiar componentes do sistema eletrônico. ¾ Ensaiar componentes do sistema elétrico. ¾ Ensaiar componentes instalados no sistema motopropulsor. ¾ Ensaiar sistema de piloto automático. ¾ Ensaiar sistema de comando de voo. ¾ Ensaiar sistema de trem de pouso. ¾ Ensaiar vedação da aeronave. ¾ Ensaiar motor da aeronave. F – REPARAR ESTRUTURAS DE AERONAVES ¾ Inspecionar estruturas quanto à presença de trincas, de torções, de corrosão e de superfícies em atrito. ¾ Verificar fixação de rebites. ¾ Reparar chapeamento. ¾ Aplicar materiais compósitos. ¾ Tratar estruturas contra corrosão. ¾ Alinhar superfícies em relação à fuselagem. ¾ Balancear helicópteros e aviões. ¾ Pesar helicópteros e aviões. ¾ Entrelar estruturas e superfícies de manobra. G – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE TREM DE POUSO ¾ Preencher fichas de inspeção. ¾ Remover rodas e pneus. ¾ Remover trens de pouso fixos e móveis. ¾ Remover amortecedores e atuadores. ¾ Remover sistema de freios. ¾ Revisar sistema de emergência do trem de pouso. ¾ Revisar sistema de freio automático. ¾ Calibrar pneus e amortecedores. ¾ Montar componentes do sistema de trem de pouso. ¾ Ajustar componentes do sistema de trem de pouso. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 12 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ¾ Lubrificar componentes mecânicos. ¾ Realizar testes operacionais em componentes do trem de pouso. H – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMAS HIDRÁULICOS ¾ Testar sistemas hidráulicos. ¾ Identificar defeitos em sistemas hidráulicos. ¾ Substituir mangueiras e tubulações em sistemas hidráulicos. ¾ Remover componentes de sistemas hidráulicos. ¾ Eliminar defeitos (vazamentos, variação de pressão e nível de óleo) em sistemas hidráulicos. ¾ Instalar componentes de sistemas hidráulicos. ¾ Monitorar nível de fluidos hidráulicos, lubrificantes e pressão do sistema. ¾ Revisar funcionamento dos componentes (bombas, atuadores, reservatórios, válvulas e filtros). ¾ Ajustar componentes mecânicos do sistema hidráulico. I – REPARAR SISTEMAS DE COMBUSTÍVEL ¾ Verificar condições de funcionamento quanto ao nível e pressão. ¾ Destanquear aeronaves. ¾ Remover componentes de sistemas de combustível. ¾ Reparar tanque de combustível. ¾ Descontaminar sistemas de combustível (retirada de água e impurezas que possam causar defeitos). ¾ Instalar tanques de combustível. ¾ Substituir componentes do sistema. ¾ Realizar revisão geral de componentes. ¾ Abastecer tanques de combustíveis. J – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE COMANDOS DE VOO ¾ Inspecionar funcionamento de componentes de sistemas de comando de voo. ¾ Remover comandos de voo. ¾ Balancear superfícies de comando de voo. ¾ Regular comandos de voo. ¾ Instalar comandos de voo. K – REALIZAR MANUTENÇÃO DO SISTEMA INTERIOR DE AERONAVES ¾ Substituir componentes de poltronas. ¾ Revisar estado geral das poltronas e cintos de segurança. ¾ Reparar componentes do sistema da copa (galley). ¾ Consertar sistemas de som e vídeo, iluminação e comunicação. ¾ Substituir pisos e trilhos. ¾ Reparar componentes dos toaletes. L – REALIZAR MANUTENÇÃO EM SISTEMAS DIVERSOS ¾ Preencher relatórios de avarias. ¾ Inspecionar sistemas de oxigênio, ar condicionado, água potável, equipamentos de emergência , de degelo e antigelo. ¾ Substituir peças do sistema de oxigênio. ¾ Substituir peças do sistema de ar condicionado e pressurização. ¾ Substituir peças do sistema de água potável e detritos. ¾ Substituir equipamentos de emergência. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 13 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ¾ Substituir peças do sistema antichuva antigelo e de degelo. ¾ Substituir peças do sistema de detecção e extinção de fogo. M – TRABALHAR COMPROMETIDO COM A SEGURANÇA DE VOO E DAS PESSOAS ¾ Obedecer a normas de segurança – realização de ensaios de radar e sinais de alta frequência de rádio. ¾ Manter a integridade dos componentes durante seu manuseio e seu transporte. ¾ Assegurar a integridade dos conectores durante a fase de montagem. ¾ Proteger tubulações contra a entrada de corpos estranhos. ¾ Atender aos procedimentos de segurança no manuseio de inflamáveis. ¾ Cumprir instruções de segurança na área de movimentação de aeronaves, contribuindo para evitar FOD. ¾ Atender a normas de limpeza no interior da aeronave. ¾ Consultar sistematicamente a documentação técnica durante o serviço. ¾ Cumprir normas de segurança em situações de testes operacionais. ¾ Identificar possíveis irregularidades nas peças. ¾ Comunicar discrepâncias nas características técnicas dos componentes. ¾ Prevenir contaminação dos diversos sistemas da aeronave. ¾ Lacrar componentes instalados. ¾ Participar nas ações definidas pela CIPA e comissão de segurança. ¾ Utilizar equipamentos adequados na limpeza dos ambientes. ¾ Utilizar ferramentas específicas para as operações de montagem. ¾ Prevenir explosões por meio de destanqueamento do sistema de combustível. ¾ Isolar área na execução de ensaios de sistemas pressurizados. ¾ Solicitar equipamentos de combate a incêndio nas áreas de trabalho. ¾ Operar equipamentos de combate a incêndios. ¾ Utilizar EPI e EPC especificados por área e por tipo de serviço. ¾ Promover a limpeza e organização da área de trabalho. N – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS ¾ Cumprir as normas de trabalho definidas pela empresa. ¾ Receber treinamento e habilitação para a função. ¾ Relacionar-se adequadamente com toda a equipe de trabalho. ¾ Buscar autodesenvolvimento. ¾ Participar de treinamentos de atualização profissional. ¾ Manter a ética profissional. ¾ Socializar conhecimentos. ¾ Atuar de maneira organizada. ¾ Zelar pela segurança de voo durante o processo de construção da aeronave. ¾ Agir com profissionalismo, com responsabilidade e com transparência. ¾ Liderar e ser liderado no trabalho em equipe. ¾ Seguir normas de trabalho estabelecidas. ¾ Trabalhar comprometido com a qualidade. ¾ Interpretar textos técnicos em idioma estrangeiro. ¾ Sugerir melhorias nos processos de manutenção, montagem e fabricação. MÓDULO BÁSICO + GRUPO MOTOPROPULSOR – Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR O Mecânico de Manutenção Aeronáutica-Grupo Motopropulsor é o profissional que monta e desmonta motores e hélices em aeronaves, interpretando manuais, documentação e CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 14 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP instruções técnicas, em português e em inglês. Instala e executa manutenção preditiva e corretiva em motopropulsores e unidades auxiliares de partida, em rotores e em instrumentos de controle de aeronaves. Ensaia sistemas, motores e componentes. Utiliza recursos de informática para controle de procedimentos e de operações. ÁREA DE ATIVIDADES A – INTERPRETAR PROCEDIMENTOS TÉCNICOS ¾ Interpretar desenhos de projeto. ¾ Interpretar procedimentos de fabricação e de montagem de peças de motores. ¾ Interpretar ordens de serviço de montagem e de instalação de motores. ¾ Aplicar procedimentos conforme normas técnicas. ¾ Fornecer informações para revisão da documentação técnica. ¾ Interpretar esquemas elétricos de montagem de motopropulsores. B – INSTALAR SISTEMAS MOTOPROPULSORES E UNIDADES AUXILIARES DE PARTIDA ¾ Instalar berço de motores. ¾ Pré-equipar o motor das aeronaves. ¾ Instalar motores. ¾ Ligar comandos do motor. ¾ Conectar sistema de combustível. ¾ Conectar sistema de lubrificação. ¾ Instalar sistemas de arrefecimento. ¾ Conectar sistemas hidráulicos. ¾ Instalar sistema de detecção e extinção de fogo. ¾ Instalar sistemas de exaustão de gases de combustão. C – INSTALAR SISTEMAS DE HÉLICE E ROTOR NA AERONAVE ¾ Montar hélices. ¾ Montar governador de hélices. ¾ Regular governador de hélices. ¾ Lubrificar mancais. ¾ Balancear hélices. ¾ Instalar spinners. ¾ Balancear spinners. ¾ Montar conjunto de transmissão principal. ¾ Montar conjunto do mastro. ¾ Montar cabeça do rotor principal. ¾ Montar pás do rotor principal. ¾ Montar árvores de transmissão. ¾ Montar transmissão traseira da aeronave. ¾ Montar pás do rotor de cauda. D – REPARAR MOTORES CONVENCIONAIS E A REAÇÃO ¾ Interpretar ordens de serviço. ¾ Realizar inspeção visual. ¾ Remover motores. ¾ Corrigir defeitos de funcionamento de motores. ¾ Instalar acessórios em motores. ¾ Realizar ensaios não destrutivos. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 15 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ¾ ¾ ¾ ¾ Realizar revisão geral de motores. Balancear motores. Instalar motores. Coletar amostras de fluidos para análise laboratorial. E – REPARAR SISTEMAS DE HÉLICES E ROTORES DE HELICÓPTEROS ¾ Interpretar manuais de sistemas de hélices e de rotores de helicópteros. ¾ Remover hélices e rotores de helicópteros. ¾ Substituir engrenagens da transmissão. ¾ Substituir selos mecânicos. ¾ Substituir rolamentos. ¾ Balancear hélices e rotores de helicópteros. ¾ Montar sistemas de hélices e rotores de helicópteros. F – ENSAIAR SISTEMAS DE AERONAVES ¾ Ensaiar sistemas de combustível. ¾ Ensaiar instrumentos pós-montagem. ¾ Ensaiar o sistema pneumático e de pressurização. ¾ Ensaiar componentes instalados no sistema motopropulsor. ¾ Ensaiar motor da aeronave. G – PROVAR O CORRETO FUNCIONAMENTO DOS COMPONENTES AERONAVES ¾ Testar o funcionamento dos motores. ¾ Testar freio do rotor de helicópteros. ¾ Testar o funcionamento dos rotores. ¾ Testar o funcionamento das hélices. ¾ Testar sistemas de alimentação e geração de energia elétrica. ¾ Testar sistemas de antiderrapagem. ¾ Testar sistema antiderrapagem do trem de pouso. DE H – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS ¾ Cumprir as normas de trabalho definidas pela empresa. ¾ Receber treinamento e habilitação para a função. ¾ Relacionar-se adequadamente com toda a equipe de trabalho. ¾ Buscar autodesenvolvimento. ¾ Participar de treinamentos de atualização profissional. ¾ Manter a ética profissional. ¾ Socializar conhecimentos. ¾ Atuar de maneira organizada. ¾ Zelar pela segurança de voo durante o processo de construção da aeronave. ¾ Agir com profissionalismo, com responsabilidade e com transparência. ¾ Liderar e ser liderado no trabalho em equipe. ¾ Seguir normas de trabalho estabelecidas. ¾ Trabalhar comprometido com a qualidade. ¾ Interpretar textos técnicos em idioma estrangeiro. ¾ Sugerir melhorias nos processos de montagem e fabricação. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 16 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO BÁSICO + AVIÔNICO – Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – AVIÔNICO O Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Aviônico é o profissional que monta e desmonta estruturas de aeronaves; monta sistemas elétricos e equipamentos eletrônicos; lê e interpreta documentação e instruções técnicas, em português e em inglês. Instala sistemas elétricos e equipamentos eletrônicos. Ensaia sistemas eletroeletrônicos e seus componentes. Utiliza recursos de informática para controle de procedimentos e de operações. ÁREA DE ATIVIDADES A – INTERPRETAR PROCEDIMENTOS TÉCNICOS ¾ Interpretar desenhos de projeto. ¾ Interpretar procedimentos de fabricação e de montagem de peças. ¾ Interpretar ordens de serviço, manutenção, montagem e de fabricação de peças. ¾ Aplicar procedimentos conforme normas técnicas. ¾ Fornecer informações para revisão da documentação técnica. ¾ Interpretar esquemas elétricos de montagem. B – ENSAIAR SISTEMAS ELETROELETRÔNICOS DE AERONAVES ¾ Ensaiar componentes do sistema eletrônico. ¾ Ensaiar componentes do sistema elétrico. C – REALIZAR MANUTENÇÃO DE SISTEMA ELÉTRICO E ELETRÔNICO ¾ Interpretar diagramas lógicos. ¾ Interpretar diagramas elétricos. ¾ Verificar acionamento elétrico dos diversos sistemas. ¾ Reparar componentes elétricos e eletrônicos. ¾ Instalar componentes elétricos e eletrônicos. ¾ Interpretar leitura de instrumentos. ¾ Calibrar equipamentos eletrônicos. ¾ Distinguir as características dos diversos circuitos de um microprocessador. D – REALIZAR MANUTENÇÃO EM DIVERSOS SISTEMAS ¾ Preencher relatórios de avarias. ¾ Substituir equipamentos de emergência. ¾ Substituir peças do sistema antichuva e antigelo. ¾ Substituir peças do sistema de detecção e extinção de fogo. E – TRABALHAR COMPROMETIDO COM A SEGURANÇA DE VOO E DAS PESSOAS ¾ Reconhecer as características dos sistemas elétricos de partida e de ignição para motores convencionais e para os de reação. ¾ Identificar os procedimentos de inspeção e de manutenção dos sistemas de partida e de ignição para motores convencionais e para os de reação. ¾ Reconhecer a operação dos sistemas elétricos de proteção contra os efeitos da chuva e do gelo e contra o fogo. ¾ Reconhecer as condições operacionais dos componentes de aviônicos da aeronave. ¾ Reconhecer os procedimentos para a correção dos defeitos encontrados, utilizando as informações do manual do fabricante dos equipamentos. ¾ Reconhecer os procedimentos de testes nos equipamentos elétricos e eletrônicos de aeronaves. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 17 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ¾ Identificar os tipos de incêndio, os equipamentos e os procedimentos adequados de extinção. ¾ Reconhecer as normas de segurança durante as operações de partida nos motores e relativas aos trabalhos de manutenção. F – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS ¾ Cumprir as normas de trabalho definidas pela empresa. ¾ Receber treinamento e habilitação para a função. ¾ Relacionar-se adequadamente com toda a equipe de trabalho. ¾ Buscar autodesenvolvimento. ¾ Participar de treinamentos de atualização profissional. ¾ Manter a ética profissional. ¾ Socializar conhecimentos. ¾ Atuar de maneira organizada. ¾ Zelar pela segurança de voo durante o processo de construção da aeronave. ¾ Agir com profissionalismo, com responsabilidade e com transparência. ¾ Liderar e ser liderado no trabalho em equipe. ¾ Seguir normas de trabalho estabelecidas. ¾ Trabalhar comprometido com a qualidade. ¾ Interpretar textos técnicos em idioma estrangeiro. ¾ Sugerir melhorias nos processos de montagem e fabricação. CAPÍTULO 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1. Estrutura Modular O currículo foi organizado de modo a garantir o que determina Resolução CNE/CEB 04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB nº 01/2005, o Parecer CNE/CEB nº 11/2008, a Resolução CNE/CEB nº 03/2008 a Deliberação CEE nº 79/2008 e as Indicações CEE nº 08/2000 e 80/2008, assim como as competências profissionais que foram identificadas pelo CEETEPS, com a participação da comunidade escolar. A organização curricular da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES está organizada de acordo com o Eixo Tecnológico de Infraestrutura e estruturada em módulos. Os módulos são organizações de conhecimentos e saberes provenientes de distintos campos disciplinares e, por meio de atividades formativas, integram a formação teórica à formação prática, em função das capacidades profissionais que se propõem desenvolver. Os módulos, assim constituídos, representam importante instrumento de flexibilização e abertura do currículo para o itinerário profissional, pois que, adaptando-se às distintas realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a unidade e a equivalência dos processos formativos. A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos estabelece as condições básicas para a organização dos tipos de itinerários formativos que, articulados, conduzem à obtenção de certificações profissionais. 4.2. Itinerário Formativo O curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES é composto por quatro módulos. O Módulo I (Módulo Básico) não oferece terminalidade e desenvolverá um conjunto de experiências, objetivando a construção de competências e habilidades que constituirão a base para os módulos subsequentes. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 18 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP O aluno que cursar o MÓDULO BÁSICO + MÓDULO CÉLULA concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO EM MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA. O aluno que cursar o MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO EM MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR. O aluno que cursar o MÓDULO BÁSICO + MÓDULO AVIÔNICOS concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio em MECÂNICO EM MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – AVIÔNICOS. Ao completar os quatro Módulos, o aluno receberá o Diploma de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 19 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO I MÓDULO BÁSICO SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA MÓDULO II MÓDULO CÉLULA Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO BÁSICO + MÓDULO CÉLULA MÓDULO III MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR MÓDULO IV MÓDULO AVIÔNICOS Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – MÓDULO BÁSICO + MÓDULO AVIÔNICOS MÓDULOS I + II + III + IV Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 20 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4.3. Matrizes Curriculares Propostas pelo Departamento de Aviação Civil (DAC) Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA CÉLULA ÁREA CURRICULAR CARGA HORÁRIA (h/a) DISCIPLINAS E ATIVIDADES MÓDULO BÁSICO Disciplinas BÁSICA SUBTOTAL TOTAL 10 20 10 30 70 30 30 20 20 40 10 20 10 30 210 4 4 4 8 20 300 Disciplinas Estruturas de Aeronaves e Sistemas de Controle de Voo Entelagem e Pintura Reparos Estruturais Soldagem Sistemas de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o Fogo Sistemas Hidráulicos e de Trens de Pouso Sistemas Pneumáticos, de Pressurização, de Ar Condicionado e de Oxigênio Sistemas Elétricos Sistemas de Comunicação e de Navegação Instrumentos Inspeção de Aeronaves Procedimentos de Pista TOTAL 50 40 100 40 40 80 80 60 20 80 30 30 650 Matemática Desenho Técnico de Aeronaves Física Inglês Técnico SUBTOTAL TÉCNICA Aerodinâmica Materiais de Aviação e Processos Tubulações e Conexões Combustíveis e Sistemas de Combustível Eletricidade Peso e Balanceamento Geradores e Motores Elétricos de Aviação Ferramentas Manuais e de Medição Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção SUBTOTAL COMPLEMENTAR Regulamentação da Aviação Civil Regulamentação da Profissão de Mecânico Primeiros Socorros Segurança de Voo MÓDULO ESPECIALIZADO TÉCNICA PARTE PRÁTICA TÉCNICA Atividades Prática de Oficina Oficina de Montagem e Alinhamento Oficina de Sistemas Hidráulicos Oficina de Sistemas Pneumáticos TOTAL 20 20 10 10 60 CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 21 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA MOTOPROPULSOR ÁREA CURRICULAR CARGA HORÁRIA (h/a) DISCIPLINAS E ATIVIDADES MÓDULO BÁSICO Disciplinas BÁSICA 10 20 10 30 Matemática Desenho Técnico de Aeronaves Física Inglês Técnico SUBTOTAL TÉCNICA 30 30 20 20 40 10 20 10 30 Aerodinâmica Materiais de Aviação e Processos Tubulações e Conexões Combustíveis e Sistemas de Combustível Eletricidade Peso e Balanceamento Geradores e Motores Elétricos de Aviação Ferramentas Manuais e de Medição Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção SUBTOTAL COMPLEMENTAR 70 210 4 4 4 8 Regulamentação da Aviação Civil Regulamentação da Profissão de Mecânico Primeiros Socorros Segurança de Voo SUBTOTAL 20 TOTAL 300 MÓDULO ESPECIALIZADO Disciplinas TÉCNICA 70 40 60 60 60 60 40 80 60 60 30 30 Teoria e Construção de Motores de Aeronaves Sistemas de Admissão e de Escapamento Sistema de Combustível do Motor Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor Sistemas de Partida do Motor Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor Hélices Remoção e Instalação de Motores Operação e Manutenção do Motor Inspeção de Motores Procedimentos de Pista TOTAL 650 PARTE PRÁTICA Atividades TÉCNICA 20 15 15 10 Prática de Oficina Oficina de Motores Convencionais Oficina de Motores a Reação Oficina de Hélices TOTAL 60 CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 22 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA AVIÔNICOS ÁREA CURRICULAR CARGA HORÁRIA (h/a) DISCIPLINAS E ATIVIDADES MÓDULO BÁSICO Disciplinas BÁSICA Matemática Desenho Técnico de Aeronaves Física Inglês Técnico SUBTOTAL TÉCNICA Aerodinâmica Materiais de Aviação e Processos Tubulações e Conexões Combustíveis e Sistemas de Combustível Eletricidade Peso e Balanceamento Geradores e Motores Elétricos de Aviação Ferramentas Manuais e de Medição Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção SUBTOTAL COMPLEMENTAR Regulamentação da Aviação Civil Regulamentação da Profissão de Mecânico Primeiros Socorros Segurança de Voo SUBTOTAL TOTAL 10 20 10 30 70 30 30 20 20 40 10 20 10 30 210 4 4 4 8 20 300 MÓDULO ESPECIALIZADO TÉCNICA Disciplinas Instrumentos Sistemas Elétricos de Aeronaves Sistemas Elétricos de Partida e de Ignição de Motores Sistemas Elétricos de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o Fogo Eletrônica I - Semicondutores Eletrônica II – Técnicas Digitais Sistemas de Comunicação e de Navegação Inspeção de Aeronaves Procedimentos de Pista 140 60 50 20 TOTAL 120 100 100 30 30 650 TOTAL 15 15 10 20 60 PARTE PRÁTICA Atividades TÉCNICA Prática de Oficina I Prática de Oficina II Laboratório de Instrumentos Laboratório de Eletrônica CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 23 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4.4. – Matrizes Curriculares organizadas de acordo com o Regimento Comum das Escolas Técnicas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza De acordo com o Regimento Comum das Escolas Técnicas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a Organização Curricular dos Cursos Técnicos é organizada por módulos semestrais . Para adaptar a matriz curricular proposta pelo DAC, para módulos com 500 horas-aula semestrais, foram reunidos os componentes curriculares por similaridade e foram também incluídos os componentes curriculares que fazem parte dos currículos oferecidos por esta instituição de ensino: Ética e Cidadania Organizacional, Gestão Ambiental, Aplicativos Informatizados, Linguagem, Trabalho e Tecnologia e Gerenciamento da Qualidade. O aluno poderá iniciar seu itinerário formativo pelo módulo básico e dar continuidade por qualquer outro módulo, o Célula, o Motopropulsor ou Aviônicos desde que já tenha concluído o Ensino Médio. Para a matrícula no módulo básico e prosseguimento do itinerário formativo proposto pela Unidade Escolar o aluno deverá apresentar os mesmos requisitos de entrada proposto para qualquer Curso Técnico, como o previsto no Regimento Escolar. O aluno que interromper o curso por período superior a seis meses, entre o do módulo básico e o início do especializado, é recomendável que ele seja reavaliado pela escola. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 24 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4.5. Proposta de Carga Horária por Componente Curricular Módulo Básico Teórica Prática Profissional Total Horas/ Aula B.1 Matemática, Desenho Técnico de Aeronaves e Física B.2 Inglês Técnico B.3 Aerodinâmica, Peso e Balanceamento B.4 Ferramentas Manuais e de Medição, Materiais de Aviação e Processos B.5 Tubulações e Conexões, Combustíveis e Sistemas de Combustível B.6 Eletricidade, Geradores e Motores Elétricos de Aviação B.7 Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção, Regulamentação da Aviação Civil, Regulamentação da Profissão de Mecânico B.8 Primeiros Socorros e Segurança de Voo B.9 Ética e Cidadania Organizacional B.10 Gestão Ambiental B.11 Aplicativos Informatizados em Aviação B.12 Linguagem, Trabalho e Tecnologia 40 40 60 20 40 20 0 0 0 20 0 40 40 40 60 40 40 60 40 0 40 20 40 40 00 40 0 0 0 40 0 20 40 40 40 40 TOTAL 400 100 500 COMPONENTES CURRICULARES Módulo Célula TOTAL Total C.1 Entelagem e Pintura C.2 Reparos Estruturais C.3 Soldagem C.4 Sistemas de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o Fogo C.5 Sistemas Hidráulicos e de Trens de Pouso C.6 Sistemas Pneumáticos, de Pressurização, de Ar Condicionado e de Oxigênio C.7 Sistemas Elétricos C.8 Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista Prática Profissional COMPONENTES CURRICULARES Teórica Horas/ Aula 40 60 40 0 40 0 40 100 40 40 0 40 40 40 80 40 40 80 20 60 40 0 60 60 340 160 500 CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 25 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Módulo Célula - Oficinas Teórica Prática Profissional Total Horas/ Aula Prática de Oficina Oficina de Montagem e Alinhamento Oficina de Sistemas Hidráulicos Oficina de Sistemas Pneumáticos 0 0 0 0 20 20 10 10 20 20 10 10 TOTAL 0 60 60 PARTE PRÁTICA DO CÉLULA Obs: As aulas são realizadas aos sábados Continuação do Módulo Célula e início do Módulo Grupo Motopropulsor I – Motor Convencional Teórica Prática Profissional Total Horas/ Aula C.9 Estruturas de Aeronaves e Sistemas de Controle de Voo C.10 Sistemas de Comunicação, Navegação e Instrumentos M.1 Teoria e Construção de Motores de Aeronaves I M.2 Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor I M.3 Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor I M.4 Remoção e Instalação de Motores, Operação e Manutenção do Motor I M.5 Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista I M.6 Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor I M.7 Hélices para Aeronaves I 20 60 40 40 40 0 60 100 40 60 0 60 60 0 60 20 40 40 0 60 40 40 0 40 00 40 40 TOTAL 340 160 500 COMPONENTES CURRICULARES CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 26 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Continuação do Módulo Grupo Motopropulsor II – Motor a Reação e início do Módulo Aviônicos TOTAL Total M.1 Teoria e Construção de Motores de Aeronaves II M.2 Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor II M.3 Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor II M.4 Remoção e Instalação de Motores, Operação e Montagem do Motor II M.5 Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista II M.6 Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor II M.7 Hélices para Aeronaves II A.1 Sistemas Elétricos de Aeronaves A.2 Eletrônica I – Semicondutores Prática Profissional COMPONENTES CURRICULARES Teórica Horas/ Aula 40 0 40 60 0 60 60 0 60 20 20 40 0 60 20 40 0 40 00 20 80 40 40 40 40 60 120 340 160 500 Módulo Grupo Motopropulsor - Oficinas Teórica Prática Profissional Total Horas/ Aula Prática de Oficina Oficina de Motores Convencionais Oficina de Motores a Reação Oficina de Hélices 0 0 0 0 20 15 15 10 20 15 15 10 TOTAL 0 60 60 PARTE PRÁTICA DO GRUPO MOTOPROPULSOR Obs: As aulas são realizadas aos sábados CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 27 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Continuação do Módulo Aviônicos Teórica Prática Profissional Total Horas/ Aula A.3 Instrumentos A.4 Sistemas Elétricos de Partida e Ignição de Motores A.5 Sistemas Elétricos de Proteção Contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e Contra o Fogo A.6 Eletrônica II – Técnicas Digitais A.7 Sistemas de Comunicação e de Navegação A.8 Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista A.9 Gerenciamento de Qualidade 100 20 40 40 140 60 20 0 20 60 60 60 20 40 40 0 0 100 100 60 20 TOTAL 340 160 500 COMPONENTES CURRICULARES Obs: Conclusão do Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Aviônicos Módulo Aviônicos - Oficinas Teórica Prática Profissional Total Horas/ Aula Prática de Oficina I Prática de Oficina II Laboratório de Instrumentos Laboratório de Eletrônica 0 0 0 0 15 15 10 20 15 15 10 20 TOTAL 0 60 60 PARTE PRÁTICA DO AVIÔNICOS Obs: As aulas são realizadas aos sábados CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 28 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4.6. Competências, Habilidades e Bases Tecnológicas por Componente Curricular MÓDULO BÁSICO – SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA B.1 – MATEMÁTICA, DESENHO TÉCNICO DE AERONAVES E FÍSICA Função: Estudo e Pesquisas COMPETÊNCIAS 1. Efetuar operações fundamentais. HABILIDADES 1. Efetuar operações no conjunto de números inteiros, positivos e negativos. BASES TECNOLÓGICAS 1. Números Inteiros, positivos e negativos 2. Apresentar soluções para problemas com frações, números decimais, porcentagem, razão, proporção, área e volume. 2.1 Resolver as maneiras de representar as frações. 2.2 Efetuar operações com frações e decimais. 2.3 Representar decimais e frações em forma de percentagem. 2.4 Aplicar as fórmulas para calcular a área e volume de figuras geométricas. 2. Frações 3. Aplicar razão e proporção para resolver problemas de avião. 3. Reconhecer uma proporção como igualdade de duas razões. 3. Percentagem 4. Caracterizar raízes. 4.1 Calcular potências e raiz quadrada. 4.2 Efetuar operações com potências de mesma base. 4. Áreas do retângulo, quadrado, triângulo, circunferência, círculo, trapézio (área da asa – área alar) 5. Interpretar gráficos e tabelas. 5. Traçar gráficos e tabelas. 5. Volume cilindro 6. Efetuar medições usando sistema métrico e inglês. 6. Converter o sistema métrico em medidas do sistema inglês e vice-versa. 6. Potências e Raízes 7. Interpretar diagramas e utilizados na aeronáutica. desenhos, esquemas manutenção 7. Identificar os instrumentos e técnicas usados na confecção de plantas. 7. Gráficos e tabelas 8. Interpretar desenhos relativos à aeronaves. 8. Relacionar as informações contidas no bloco de títulos. 8. Sistemas de medidas: • Métrico; • Inglês 9. Interpretar diagramas ou esquemas de instalações de aeronaves. 9. Elaborar diagramas e desenhos técnicos da manutenção segundo normas da ABNT. 9. Plantas: • Instrumentos e Técnicas 10. Reconhecer os princípios da Física aplicáveis às aeronaves e seus sistemas. 10. Identificar as propriedades da matéria. 10. Desenhos manutenção 11. Identificar as leis da Física aplicáveis à aviação. 11. Identificar as diferentes leis sobre gases e sua aplicação. 11. Identificação de desenhos e plantas – informações que compõem – bloco de títulos potências e paralelepípedo, usados na CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 29 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 12. Enunciar o princípio de Bernoulli. 13. Reconhecer as diferentes escalas de temperatura. 14. Caracterizar a pressão atmosférica e pressão absoluta. 12. Numeração de desenho e plantas – Sistema universal de numeração 13. Números da estação – Localização da peça na aeronave 14. Desenho de aeronaves 15. Identificar as camadas de atmosfera. 15. Diagramas de instalações de aeronaves 16. Citar os princípios físicos que incidem sobre a atmosfera. 16. Características da matéria: • Volume, massa, atração, peso, densidade, inércia, porosidade, impermeabilidade 17. Fluídos, líquidos e gases 17. Citar as condições de um dia padrão. 18. Descrever as reações do fluxo de ar sobre um aerofólio. 18. Leis dos gases 19. Reconhecer as unidades de calor. 19. Sistema de Forças dos gases 20. Caracterizar os métodos de transferência de calor. 20. Força e pressão 21. Definir calor específico. 21. Escalas de temperatura 22. Indicar as características da dilatação dos sólidos. 22. Medidas de pressão 23. Reconhecer os coeficientes de expansão de materiais. 23. Importância da atmosfera para Aviação 24. Descrever o uso de máquinas na multiplicação de forças. 24. Leis físicas atmosfera 25. Caracterizar simples. 25. Equação de estado: PV = RT máquinas relativas à 26. Reconhecer a vantagem mecânica do plano inclinado e das polias. 26. Dia Padrão 27. Indicar as unidades medida de trabalho e potência. de de 27. Reação das asas de uma aeronave à atmosfera 28. Reconhecer a importância do atrito. 28. Formas de energia convertidas em calor – Unidades 29. Identificar as formas de energia. 29. Equivalência mecânica do calor 30. Definir movimento uniforme. 30. Métodos de transferência de calor: condução, convecção e radiação 31. Caracterizar as grandezas velocidade e aceleração. 31. Calor específico CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 30 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 32. Identificar a lei de Newton para movimento. 32. Expansão térmica 33. Reconhecer os diferentes tipos de movimento. 33. Coeficientes de expansão de materiais 34. Caracterizar momento, em física. 34. Transferência de energia. Multiplicação de força e de velocidade 35. Citar os elementos necessários para recepção e transmissão do som. 35. Tipos de máquinas simples 36. Caracterizar ondas sonoras. 36. O plano inclinado Vantagem mecânica 37. Definir número Mach. 37. Forças paralela e não paralela ao deslocamento de um corpo 38. Identificar as unidades de medida de som. 38. Atrito estático, deslizante e de rolamento – 39. Potência 40. Energia 41. Movimento uniforme 42. Velocidade e aceleração 43. Aplicação da Lei de Newton para movimento 44. Movimento circular 45. Movimento de rotação 46. Elementos necessários para recepção e transmissão 47. Movimento da onda de som 48. Reflexão das ondas sonoras 49. Velocidade Número Mach do som – som - 50. Frequência do som 51. Intensidade Medição do Carga Horária (horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 31 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.2 – INGLÊS TÉCNICO Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos COMPETÊNCIAS 1. Identificar a língua inglesa como instrumento de acesso a informações, a outras culturas e grupos sociais. 2. Identificar a língua inglesa ligada ao mundo dos negócios. 3. Identificar estruturas básicas da língua inglesa. 4. Distinguir as variantes linguísticas da língua inglesa. 5. Selecionar estruturas linguísticas adequadas à comunicação técnica. 6. Interpretar textos técnicos em inglês básico: manuais, tabelas, catálogos. 7. Traduzir os termos do vocabulário específico usados em textos sobre manutenção aeronáutica. HABILIDADES 1. Interpretar textos técnicos em língua inglesa. 2. Utilizar expressões simples em apresentações, em ligações telefônicas, e em informações. 3. Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a comunicação e o vocábulo que melhor represente a ideia pretendida. 4. Utilizar as variantes linguísticas da língua inglesa. 5. Utilizar expressões cotidianas relativas à área manutenção de aeronaves. 6. Expressar-se com simplicidade e clareza em sua área de atuação. 7. Recorrer às tecnologias de apoio como dicionários, manuais, gramáticas, informatizados ou não. BASES TECNOLÓGICAS 1.1 Fasteners and safeting devices: bolts, nuts, washers, cotter pins, safety wire, rivets, screws 1.2 Hoses, tubing, fitting and hand tools: hoses, tubing, fittings, screwdrivers, pliers, hammers, wrenches, metal cutting tools 1.3 Power tools and hand tools: electric drills, drill bits, grinders, grinder stones, chisels, punches, files 1.4 Measuring instruments: steels rules, steel tapes, calipers, micrometers, dividers, scribers, thickness gages, screw-pitch gages 1.5 Simple machines: lever, pulley, wheel and axle, inclined plane, wedge, screw 1.6 Ground safety: jet intake duct areas, jet exhaust blast areas, area around propeller, power tools, flammable material, noise 1.7 Aircraft parts: fuselage, wings, empennage – vertical stabilizer and rudder – landing gear – conventional gear, tricycle gear and bicycle gear 1.8 Main components of reciprocating engines: cylinder, piston assembly – piston rings – connecting rod, crankshaft 1.9 Fuel system units: tanks, booster pumps, engine-driven pump, lines, valves, pressure gage 1.10 Ignition system: magnets, generators and batteries, distributors, wiring, booster coils, spark plugs, switches 1.11 Main turbojet engine components: the accessory section, compressor section, the CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 32 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP combustion section, the turbine section, the afterburner 1.12 Identifying engines parts: the carburetor, the intake manifold, the exhaust manifold, the cylinder head, the crankcase, the camshaft, the starter 1.13 Lubrification system: the oil pan, the pump, oil filters, the oil tank, pressure pumps and scavenge pumps, the sumps, coolers 1.14 Hydraulic system: the reservoir, the pumps, the actuating cylinder, filters, lines (manifolds). Valves: the selector valve, the check valve. Pressure gage, automobile hydraulic brakes 1.15 Engine instruments: the manifold pressure gage, the tachometer, the cylinder head temperature gage, the oil pressure gage, the oil temperature gage, the fuel pressure gage, the carburetor air temperature gage 1.16 Aerospace ground equipment: maintenance stand, CO2 portable fire extinguisher, portable generator sets, the MC1A portable air compressor, portable ground heaters 1.17 Inspection of fuel and cooling system components: inspecting fuel lines, checking hoses, checking vents, inspecting the strainer 1.18 Failure of engine to start, using the dash 2 Technical Order Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 33 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.3 – AERODINÂMICA, PESO E BALANCEAMENTO Função: Estudos e Projetos COMPETÊNCIAS 1. Identificar as forças atuantes sobre uma aeronave em voo. HABILIDADES 1. Identificar a composição da atmosfera. BASES TECNOLÓGICAS 1. Composição da atmosfera 2. Descrever a atuação das superfícies de comando no direcionamento das aeronaves. 2. Descrever as forças atmosféricas que atuam sobre a aeronave. 2. Aerodinâmica 3. Interpretar e aplicar os princípios básicos da aerodinâmica durante os voos de diferentes tipos de aeronaves. 3. Enunciar a lei de movimento de Newton. 3. Movimento: • velocidade e aceleração; • lei do movimento, de Newton 4. Descrever as características da asa de uma aeronave. 4. Aerofólios: • perfil de uma asa; • ângulo de ataque e incidência; • área da asa; • forma de um aerofólio; • eficiência de uma asa de 5. Citar os efeitos das variáveis dos ângulos de ataque e de incidência. 5. Centro de Gravidade 6. Identificar a finalidade do centro de gravidade (CG) de uma aeronave. 6. Empuxo e arrasto 7. Descrever o deslocamento da aeronave em torno de cada eixo. 7. Eixos 8. Descrever os efeitos e reações dos comandos em torno dos eixos da aeronave. 8. Estabilidade e Controle 9. Identificar a finalidade dos grupos de superfície e controle de voo. 9. Grupos de controle de voo 10. Identificar a atuação dos compensadores durante o voo. 10. Compensadores ajustáveis 11. Identificar a função dos dispositivos de hipersustentação. 11. Dispositivos de hipersustentação: • eslotes, flapes; • dispositivos de controle da camada limite 12. Caracterizar a atuação nas diferentes fases do voo do helicóptero. superfície de 12. Forças que atuam sobre um helicóptero em voo: • fases de voo; • voos: horizontal, vertical, para frente; • torque; • assimetria de sustentação; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 34 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • ângulo de abatimento; • formação de cores; • autorrotação 4. Reconhecer a pesagem da aeronave como procedimento de segurança de voo. 13. Enunciar a diferença entre o fluxo subsônico e o supersônico. 13. Voo supersônico: • diferença entre os fluxos subsônicos e supersônicos; • fluxo supersônico, onda de choque normal, onda de expansão 5. Verificar a peso para a equilíbrio de respeitando pertinentes. 14. Identificar a finalidade da pesagem e repesagem das aeronaves. 14. Pesagem e repesagem: 15. Reconhecer a importância do balanceamento na instalação de novos equipamentos na aeronave. 15. Teoria do balanceamento: • limites do CG; • instalação de equipamentos 16. Definir os termos relativos a pesagem e ao balanceamento de aeronave. 16. Dados de peso balanceamento: • perda de registros repesagem; • terminologia específica distribuição do manutenção do uma aeronave, as normas 17. Listar a sequência de itens da Ficha de Especificações da Aeronave (registrando os dados). peso e novos e – 17. Procedimentos de pesagem de aeronave: • informações sobre nivelamento; • ficha de especificação, ficha de pesagem; • cômputo do balanceamento; • peso vazio; • centro de gravidade do peso vazio; • condições extremas de peso e balanceamento lastro lastro 18. Instalação de lastro permanente e temporário: • controle da posição do CG com lastro; • verificação do CG mais dianteiro; • condições de carregamento máximo 19. Definir os limites do CGO pela carta de carregamento e pelo envelope do CG. 19. Carta de carregamento e envelope do CG 20. Descrever os procedimentos de pesagem com a balança eletrônica. 20. Equipamento eletrônico de pesagem 21. Indicar os limites do CG no balanceamento de um helicóptero. 21. Peso e balanceamento de helicópteros: • Limites do CG de um 18. Distinguir permanente e temporário. o o CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 35 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP helicóptero Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 36 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.4 – FERRAMENTAS MANUAIS E DE MEDIÇÃO, MATERIAIS DE AVIAÇÃO E PROCESSOS Função: Estudo e Projetos e Sistemas Industriais COMPETÊNCIAS 1. Descrever os processos básicos de utilização das ferramentas. HABILIDADES 1. Identificar as ferramentas básicas das oficinas e as normas de segurança no trabalho. BASES TECNOLÓGICAS 1. Ferramentas de uso geral: 2. Observar as normas de segurança do trabalho nas oficinas. 2. Descrever os processos de cortar metais, as ferramentas adequadas e métodos para afiálas. 2. Ferramentas para cortar metal 3. Citar as preocupações para abertura de roscas internas e externas. 3. Ferramentas para abrir roscas 4. Distinguir os cuidados de manuseio e de armazenagem do equipamento. 4. Ferramentas e processos de medição 5. Identificar à aplicação dos prendedores rosqueados. 5. Prendedores 6. Reconhecer as marcas de identificação dos parafusos de aviação. 6. Parafusos de aviação (bolts) 7. Descrever as características das porcas de aviação. 7. Porcas de aeronaves 8. Descrever as características das arruelas de aviação. 8. Arruelas de aviação 9. Identificar as perfeitas condições de instalação de parafusos e porcas. 9. Instalação de parafusos e porcas 10. Interpretar as tabelas de torque. 10. Torque torquímetro 11. Descrever as diferentes utilizações dos parafusos tipo screw. 11. Parafusos (screws) 12. Identificar o tipo de brecha e as normas de instalação. 12. Reparos em roscas internas 13. Descrever os processos de instalação e de remoção das luvas. 13. Reparos com luvas acres 14. Descrever a instalação dos prendedores. 14. Prendedores de abertura rápida 15. Descrever os processos de cravação dos rebites e o tipo de 15. Rebites 3. Distinguir as características e a forma de utilização dos materiais empregados na fabricação de aeronaves. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 37 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP ferramenta utilizada. 4. Descrever os processos de controle da corrosão. 16. Identificar os tipos e medidas e os meios de interligação dos cabos. 16. Cabos de comando 17. Descrever os tipos de hastes utilizados em aviação. 17. Conexões rígidas de controle 18. Descrever os diferentes pinos e sua utilização. 18. Pinos 19. Descrever os processos de frenagem de porcas e parafusos e com contrapino e anel. 19. Métodos de segurança 20. Identificar os cuidados no manuseio e limpeza de plásticos. 20. Plásticos 21. Descrever as condições de uso da borracha natural e sintética. 21. Borracha 22. Reconhecer o código de identificação dos amortecedores. 22. Amortecedor de elástico 23.1 Identificar as diferentes aplicações de gaxetas. 23.2 Distinguir os códigos de identificação dos vedadores. 23.3 Descrever os processos de inspeção para vedadores. 23. Vedadores: • gaxetas (packings) (0-rings); • anéis (backup rings); • anéis de vedação com seção em V, com seção em U • juntas de vedação (gaskets) 24. Identificar a finalidade e os tipos de instalação dos anéis limpadores. 24. Anéis limpadores (wipers) 25. Identificar os tipos aplicações dos selantes. 25. Selantes: • selantes simples (one-part); • selantes compostos (twoparts) e 26.1 Identificar as formas, a gravidade e os danos causados pela corrosão. 26.2 Descrever as formas de ataque químico. 26.3 Citar os fatores que podem ser controlados nos metais afetados pela corrosão. 26.1 Tipos corrosão 27. Identificar os itens de manutenção preventiva para o controle da corrosão. 27. Manutenção preventiva 28.1 Indicar produtos de limpeza e processos de proteção contra a corrosão. 28.2 Descrever os processos mecânicos e químicos para a 28. Remoção da corrosão: • remoção da pintura e limpeza da aeronave; • corrosão de metais ferrosos; e controle da 26.2 Formas de corrosão 26.3 Fatores corrosão que afetam a CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 38 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP remoção da ferrugem. • corrosão do alumínio e de duas ligas; • corrosão das ligas de magnésio; • tratamento anticorrosivo do titânio e de suas ligas 29. Citar os tipos de prevenção e limites da corrosão. 29. Corrosão do contato entre metais diferentes: • contatos que envolvem e que não envolvem magnésio – prevenção; • limites da corrosão 30.1 Descrever os processos de decapagem e limpeza no controle da corrosão. 30.2 Caracterizar as operações de tratamento químico. 30.3 Descrever os cuidados contra o perigo de incêndio. 30. Material e processos usados no controle da corrosão: • retirada do acabamento da superfície; • preparação da superfície; • eletrodeposição (galvanoplastia); • metalização por pulverização; • tratamentos químicos; • inibidores; 31. Citar acabamento. os tipos de 32.1 Identificar as áreas da aeronave que necessitam de limpeza periódica. 32.2 Descrever as propriedades de produtos de limpeza e procedimentos de segurança no uso. 32.3 Indicar os procedimentos de manutenção após a lavagem 5. Identificar os processos de tratamento térmico e os diferentes tipos de testes de dureza dos metais. 31. Acabamento protetoras com tintas 32. Limpeza de aeronave: • limpeza exterior; • limpeza no interior; • precauções para prevenção do fogo 33.1 Identificar os produtos de limpeza de aeronaves. 33.2 Descrever os efeitos danosos pelo uso inadequado dos produtos de limpeza. 33. Limpeza de motores: Produtos de Limpeza: • solventes; • sabões e detergentes; • produtos para limpeza mecânica; • produtos químicos para limpeza; • efeitos danosos pelo uso inadequado 34. Descrever as características das ligas de aço, de alumínio, do cobre e do magnésio. 34. Metais usados na indústria aeronáutica: • metais ferrosos; • metais não-ferrosos; • dureza das ligas; • tratamento térmico; • alumínio cladeado (cladding); • titânio e suas ligas; • cobre e suas ligas; • Monel, K-monel; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 39 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • magnésio 35. Identificar os requisitos dos metais para reposição. 35. Requisitos de metais para reposição 36.1 Descrever os diferentes tipos de tratamento térmico em metais ferrosos, não-ferrosos. 36.2 Descrever as formas de tratamento térmico: solução e precipitação a quente. 36.3 Citar os cuidados no manuseio de rebites tratados termicamente. 36.4 Citar a sequência de operações de tratamento térmico das ligas de titânio. 36. Tratamento térmico: • equipamentos para tratamento térmico; • tratamento térmico de metais ferrosos; • cementação; • tratamento térmico de metais não-ferrosos; • tratamento de solução a quente; • tratamento por precipitação a quente; • recozimento das ligas de alumínio (procedimentos); • tratamento térmico dos rebites de liga de alumínio; • tratamento térmico do titânio 37. Identificar os processos de medir a dureza dos metais. 37. Testes de dureza dos metais: • medidor Brinell, Rockwell, Borcol; • processos para medir à dureza dos metais Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 20 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 40 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.5 – TUBULAÇÕES E CONEXÕES, COMBUSTÍVEIS E SISTEMAS DE COMBUSTÍVEL Função: Estudo e Programações COMPETÊNCIAS 1. Identificar os diferentes tipos e tubos, mangueiras e conexões utilizados nos sistemas das aeronaves. HABILIDADES 1.1 Distinguir os materiais e tipos de tubulações. 1.2 Reconhecer os códigos de identificação dos sistemas da aeronave. BASES TECNOLÓGICAS 1. Tubulações: • materiais de fabricação das tubulações; • tubulações flexíveis; • linhas de fluído dos diferentes sistemas 2. Identificar os tipos de reparos aplicáveis aos tubos, mangueiras e conexões. 2. Reconhecer os tipos de conexões adequados aos sistemas das aeronaves. 2. Conexões: • conexões de tubulações, flangeadas, sem flange; • acoplamento de desconexão rápida; • conectores flexíveis 3. Reconhecer os cuidados no corte, na dobragem, no flangeamento e no frisamento dos tubos. 3. Formação das tubulações: • processos de formação das linhas dos sistemas; • corte, dobragem, flangeamento e frisamento dos tubos; • conjunto de tubos sem flange 4. Descrever os efeitos que requerem substituição dos tubos. 5. Citar os limites de curvaturas de tubos flexíveis. 3. Distinguir as características e os processos de detecção da contaminação dos diversos tipos de combustíveis de aviação. 4. Descrever o funcionamento dos diferentes tipos de unidades dos sistemas de combustível 4. Reparos em tubos metálicos: • reparos e reconstituição nas linhas com tubos de metal; 5. Tubos flexíveis: • limites de curvatura; • montagem de terminais tipo luva; • teste após montagem; • instalação de conjunto de tubos flexíveis 6.1 Citar os valores do torque para as conexões. 6.2 Descrever os tipos de falhas mais comuns em tubos rígidos. 6. Tubos rígidos: • instalação de tubos rígidos e tubos sem flange; • conexões dos tubos - valores do torque; • falhas mais comuns 7. Suporte de fixação. 7. Suportes 8. Citar as propriedades dos diferentes sistemas. 8. Sistemas de combustíveis: • propriedades 9.1 Indicar os tipos de linhas de interconexão dos componentes. 9.2 Descrever os processos de filtragem de combustível. 9.3 Identificar as bombas de combustível. 9.4 Distinguir a função das 9. Componentes dos Sistemas de Combustível: • tanques de combustível; • células de combustível; • linhas de combustível e acoplamento; • filtros de combustível; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 41 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP das aeronaves. válvulas. • bombas de combustível; • válvulas 10.1 Descrever o funcionamento dos indicadores de pressão, fluxo e quantidade de combustível. 10.2 Reconhecer o sistema de aviso de pressão e de temperatura do combustível. 10. Indicadores dos sistemas de combustível: • indicadores de qualidade de combustível; • medidores de fluxo do combustível; • sinal de aviso da pressão; • luzes indicadores de válvula em trânsito 11. Distinguir os circuitos de combustível em cada seleção dos sistemas de operação. 11. Sistemas de combustível para multimotores: • sistemas de alimentação cruzada, de distribuição de alijamento de combustível 12. Descrever os procedimentos de pesquisa de falhas do sistema de combustível. 12. Análises e pesquisas de falhas dos sistemas: • localização de vazamentos e defeitos; • reposição de juntas, selos e gaxetas 13. Identificar a extensão dos vazamentos de tanques e as normas de segurança nos reparos. 13. Reparos nos tanques de combustível: • tanques de aço soldado, de célula de borracha, integrais; • classificação dos vazamentos; • reparos e segurança Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 42 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.6 – ELETRICIDADE, GERADORES E MOTORES ELÉTRICOS DE AVIAÇÃO Função: Estudos e Projetos COMPETÊNCIAS 1. Identificar os fundamentos básicos da eletricidade e a aplicação de leis aos circuitos elétricos. HABILIDADES 1.1 Definir a constituição da matéria. 1.2 Identificar a variação de carga dos elétrons. BASES TECNOLÓGICAS 1. Matéria: definição e constituição da matéria: • o átomo – transferência de elétrons 2. Identificar os diversos tipos de componentes e medidores dos sistemas elétricos. 2. Descrever os meios de produção de eletricidade estática. 2. Eletricidade Estática: produção de eletricidade estática: • campo eletrostático 3. Descrever a formação de corrente elétrica. 3. Definição de eletromotriz: • fluxo de corrente 4. Identificar os fatores que afetam a resistência de um condutor. 4. Definição de resistência: • fatores que afetam resistência 5.1 Identificar os empregados em elétricos. 5. Componentes e símbolos: • circuito elétrico; • fonte de força de um circuito; • condutores; • resistores, código de cores, sistema body-end-dot símbolos circuitos 5.2 Determinar os valores dos resistores pelo código de cores. 6. Relacionar a aplicação da Lei de Ohm aos circuitos simples. 7.1 Descrever a aplicação das leis de Kirchoff. 7.2 Identificar os circuitos em série, em paralelo e em sérieparalelo. 7.3 Determinar o fluxo da corrente do circuito. força a 6. Lei de Ohm: • potência elétrica 7. Tipos de circuitos elétricos: • circuito de corrente contínua em série; • leis de Kirchhoff; • circuito de corrente contínua em paralelo; • leis de Ohm e de Kirchoff; • circuito em série-paralelo; • circuito equivalente 8. Determinar voltagens negativas e positivas em um circuito. 8. Voltagens positivas negativas e 9.1 Distinguir reostato de potenciômetro. 9.2 Identificar os prefixos usados como valores de conversão. 9. Características dos reostatos e dos potenciômetros: • prefixos para unidades de medidas elétricas 10.1 Reconhecer a necessidade de proteção dos sistemas elétricos e cuidados na substituição de fusíveis. 10.2 Identificar os diversos tipos de chaves. 10. Dispositivos de proteção e controle, fusíveis, quebracircuitos (circuit breakers): • chaves ou interruptores, chaves de seleção giratórias, chaves-relés; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 43 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • microinterruptores (microswitches) 11.1 Identificar a classificação dos efeitos de corrente elétrica. 11.2 Identificar as aplicações do mecanismo D’Arsonval. 11.3 Descrever o funcionamento dos medidores e os métodos de estabilização dos ponteiros. 11.4 Determinar a voltagem de um circuito. 11.5 Citar os meios de variar a sensibilidade do voltímetro. 11.6 Distinguir ohmímetro e megômetro. 12. Identificar o instrumento adequado a cada caso de pesquisa de panes. 13. Distinguir substâncias magnéticas e não magnéticas e os pólos de um ímã. 14.1 Citar os componentes de baterias chumbo-ácido e níquelcádmio. 14.2 Descrever os processos de carga de uma bateria. 14.3 Enunciar os cuidados na manutenção e na estocagem das baterias. 15.1 Distinguir CA e CC. 15.2 Descrever o princípio de funcionamento dos geradores. 15.3 Citar os processos de cálculo da indutância e das reatâncias. 15.4 Identificar os indutores e sua função nos circuitos. 15.5 Distinguir os valores de K para os diversos materiais usados nos capacitores. 15.6 Descrever a utilização dos capacitores nos circuitos elétricos. 16.1 Distinguir a aplicação da Lei de Ohm nos circuitos de CA. 16.2 Determinar a potência em circuito de CA. 11. Instrumentos de medição de CC: • efeitos da corrente; • medidor D’ Arsonval; • amperímetro; • multímetro; • voltímetro; • ohmímetro; • megômetro; • precauções de uso 12. Instrumentos usados na pesquisa de panes (exemplo de panes) 13. Substâncias magnéticas e não magnéticas: • pólos dos imãs, tipos de imãs; • eletromagnetismo-polaridade 14. Baterias e acumuladores: • baterias de chumbo-ácido; • métodos de teste e de carga em baterias de chumbo-ácido; • baterias de níquel-cádmio; • funcionamento da célula de níquel-cádmio; • manutenção e estocagem das baterias 15. Corrente alternada e voltagem: • comparação CA com CC; • princípios gerais dos geradores; • geradores de corrente alternada; • indutância – reatância indutiva; • capacitância – aplicação nos circuitos; • tipos de capacitores – valores da constante dielétrica (K); • capacitores em paralelo e em série – instalação nos circuitos; • classificação de voltagem dos capacitores; • reatância capacitiva; • fase de corrente e voltagem em circuitos reativos 16. Circuitos de CA em série e em paralelo: • ressonância; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 44 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 17.1 Descrever o efeito das variações do número de espiras entre o circuito primário e secundário. 17.2 Identificar os diversos tipos de transformadores e suas ligações nos circuitos. 17.3 Citar os processos e os instrumentos de pesquisa de panes em transformadores. 18. Identificar as características de um amplificador magnético. 18. Amplificadores magnéticoscaracterísticas, funcionamento 19. Identificar a finalidade dos diferentes tipos de válvulas eletrônicas. 19. Válvulas – tipos, finalidades 20.1 Identificar as vantagens de um transistor em relação à válvula. 20.2 Distinguir transistor PNP de NPN. 20. Teoria de operação transistores: • diodos – Diodo Zener; • transistores PNP e NPN 21.1 Descrever o processo de retificação. 21.2 Identificar a colocação de retificadores em circuitos elétricos. 21.3 Interpretar os códigos de identificação de diodos semicondutores. 21. Processo de retificação de corrente: • motogerador; • retificadores a disco, de estado sólido, funcionamento; • circuito retificador, ponte de diodos, filtragens; • diodos semicondutores 22.1 Descrever o princípio de funcionamento de cada tipo de medidor e as normas de uso. 22.2 Interpretar a atuação dos medidores nos circuitos elétricos. 3. Enunciar o princípio de funcionamento dos geradores de corrente contínua e dos geradores de corrente alternada. • potência em circuitos de CA; 17. Transformadores-efeito do número de espiras: • transformadores de correntest1; • perda e potência em transformadores; • ligação de transformadores em circuitos de CA; • panes em transformadores de 22. Retificador CA – normas para uso: • movimento do medidor eletrodinamômetro; • ohmímetro eletrodinamômetro; • medidor de aleta móvel de ferro, aleta de ferro com bobina inclinada, de par termoelétrico, de variação, de potência(watímetro) de frequência (vibrating-red) 23.1 Descrever os diferentes tipos de geradores CC e seu funcionamento. 23.2 Citar as funções dos reguladores de voltagem. 23. Teoria de operação dos geradores: • características da construção dos geradores CC; • tipos de geradores CC; • regulagem e voltagem dos geradores 24. Localizar a instalação de relés nos circuitos. 24. Operação dos relés: • relés de controle sobrevoltagem do campo; 25. Localizar as ligações dos geradores nos circuitos. 25. Paralelismo com ligação negativa e com ligação positiva 4. Identificar os princípios básicos de funcionamento dos motores elétricos de aeronaves. de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 45 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 26. Interpretar as condições de operação do gerador. 26. Operação e inspeção do gerador: • condições das escovas do gerador 27. Citar a sequência dos procedimentos na ajustagem de reguladores. 27. Procedimentos ajustagem, panes 28. Descrever os diferentes tipos de alternadores. 28. Alternador bifásico, trifásico 29.1 Descrever o princípio de funcionamento dos alternadores sem escovas. 29.2 Distinguir os diferentes reguladores de voltagem de alternadores. 29.3 Identificar os componentes do sistema diferencial mecânico. 29.4 Citar as unidades do sistema hidráulico do diferencial mecânico. 29.5 Reconhecer a sequência da sincronização de alternadores. 29.6 Citar as instruções técnicas do fabricante a serem seguidas na inspeção e na manutenção dos alternadores. 29. Alternadores dos aviões Boeing 737, 727 e 707: • regulagem da voltagem dos alternadores; • diferencial mecânico e unidades hidráulicas; • sistema hidráulico ou diferencial mecânico; • sincronismo dos alternadores; • manutenção dos alternadores; • panes 30. Descrever os princípios de funcionamento dos inversores. 30. Finalidade: • princípios de funcionamento de inversores 31.1 Descrever a transformação da corrente elétrica em movimento mecânico. 31.2 Distinguir os vários tipos de motores CC, a sua operação e manutenção. 32. Identificar os princípios básicos de funcionamento dos motores elétricos de CA. 33. Citar os procedimentos de pesquisa de panes. de monofásico, 31. Motores de CC: • construção do motor CC; • tipos de motores de CC e de operação; • inspeção e manutenção de motores CC 32. Motores elétricos CA: • motores de indução; • motores síncronos; • motores em série CA 33. Panes Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 46 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.7 – PRINCÍPIOS DA INSPEÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DA MANUTENÇÃO, REGULAMENTAÇÃO DA AVIAÇÃO CIVIL, REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE MECÂNICO Função: Estudos e Pesquisas COMPETÊNCIAS 1. Identificar os critérios que determinam as inspeções obrigatórias e as especiais. HABILIDADES 1. Descrever os critérios que determinam as inspeções. BASES TECNOLÓGICAS 1. Inspeções: • técnicas de inspeção; • fichas de inspeção; • inspeções especiais; o após pouso com impacto ou excesso de peso; o após turbulência severa 2. Reconhecer o padrão de dados técnicos das especificações A.T.A. 100. 2.1 Identificar o livro de bordo. 2.2 Distinguir as publicações oficiais para cada tipo de aeronave. 2.3 Identificar documentações que impedem a disponibilidade. 2.4 Enunciar o padrão de dados da especificação A.T.A. 100. 2. Documentação da aeronave: • publicações técnicas; • manual de manutenção e revisão; • regulamentos federais para aviação (FAR); • diretrizes de aeronavegabilidade; • especificações A.T.A. - 100 3. Identificar os processos de inspeção para a detecção de falhas nas peças de aeronaves. 3.1 Identificar o processo de inspeção por partículas magnéticas. 3.2 Distinguir os efeitos da inspeção na detecção de falhas nas peças de aeronaves. 3.3 Definir as diversas causas de rachaduras pela análise do teste. 3.4 Citar os tipos de equipamentos de magnetização de peças. 3.5 Identificar os métodos de desmagnetização. 3.6. Descrever os princípios básicos de inspeção por líquidos penetrantes. 3.7 Caracterizar o processo de inspeção por raios x. 3.8 Descrever o perigo de irradiação e forma de evitá-la. 3.9. Identificar os métodos de análise eletromagnética. 4. Definir a perfeita conformação de uma solda. 4.1. Identificar a perfeita conformação de uma solda. 4. Processo de inspeção por líquidos penetrantes: • interpretação de resultados 5. Identificar as atribuições dos Órgãos do Comando da Aeronáutica no que se refere às atividades da Aviação Civil. 5.1.Reconhecer a OACI como órgão internacional do qual emanam as normas e recomendações pertinentes à Aviação Civil. 5. Processo de raio x descrição: • preparação e exposição; • revelação do filme; • interpretação radiográfica; • perigos da radiação 5.2. Identificar, genericamente, 3. Processo de inspeção por partículas magnéticas: • desenvolvimento das indicações; • preparação das peças para teste; • efeito da densidade do fluxo; • método de magnetização; • identificação das indicações; • inspeção Magnaglo; • equipamento para magnetização; • desmagnetização – CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 47 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP as atribuições do Comando da Aeronáutica no que se refere à Aviação Civil. 6 Descrever a função e a abrangência do CBAer. 6.1. Reconhecer a importância do CBAer no registro, no controle e na fiscalização da documentação de aeronaves. 6.2. Caracterizar empresas de transporte aéreo. 6. Teste ultrassônico: • equipamento; • eco-pulso; • sistema de ressonância; • teste de Eddy Current; • princípios básicos do teste; 7.Identificar a licença e os CHT de Mecânico de Manutenção Aeronáutica. 7.1. Identificar os requisitos e as normas vigentes para concentração de licenças e dos CHT do Mecânico de Manutenção Aeronáutica. 7. Inspeção de soldas: • inspeção visual; • solda perfeita 8.Reconhecer a necessidade de atualização dos conhecimentos das normas vigentes. 8.1. Reconhecer a necessidade de atualização da legislação. 8. Convenção de Chicago (1944) • objetivos e atribuições; • brasil como Estado membro; • publicações 9 Identificar os direitos e deveres da profissão perante as Leis do Trabalho. 9.1 Identificar os direitos e deveres do Mecânico de Manutenção Aeronáutica perante Leis do Trabalho. 9.2. Enunciar a legislação relativa ao trabalho do mecânico. 9.3.Reconhecer a importância das relações empregado empregador. 9. A Aviação Civil no Brasi: • sistema de aviação civil (SAC); • departamento de Aviação Civil (DAC); • instituto de Aviação Civil (IAC) 10. Reconhecer a parcela de responsabilidade do mecânico no que diz respeito a acidentes. 10.1 Reconhecer e aplicar normas de segurança. 10.2. Identificar o quadro previdenciário incidente sobre a profissão de mecânico. 10. Código Brasileiro de Aeronáutica: • visão geral; • aeronaves, classificação, bem móvel registrável; • registro Aeronáutico Brasileiro RAB; • infrações: aeronautas, aeroviários e operadores 11. Transporte aéreo: doméstico, internacional, regular, não-regular: • organização, finalidades 12. Requisitos para a concessão da licença: • prerrogativas do titular da licença de Mecânico de Manutenção Aeronáutica; • tipos de habilitação; • certificado de Habilitação Técnica (CHT) 13. Legislação: atualização CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 48 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 14. Direito do Trabalho: • regulamentação; • consolidação das Leis do Trabalho (CLT); • direitos e deveres do mecânico de manutenção aeronáutica 15. Contrato de Trabalho 16. Empregado, Empregador: • requisitos da prestação de trabalho: menor, mulher; • poder disciplinar: empregado, empregador 17. Higiene e Segurança no Trabalho: • normas básicas; • insalubridade e periculosidade; • acidentes de trabalho; • responsabilidade 18. Previdência Social: • assistência social; • beneficiários; • salário-família Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 49 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.8 – PRIMEIROS SOCORROS E SEGURANÇA DE VOO Função: Prevenção de Saúde e Segurança no Trabalho COMPETÊNCIAS 1.1.Analisar os procedimentos de primeiros socorros a serem adotados no local de trabalho. HABILIDADES 1. Reconhecer a necessidade de conhecimentos básicos de primeiros socorros. BASES TECNOLÓGICAS 1. Primeiros socorros – atendimento médico posterior 2. Reconhecer a importância dos conhecimentos sobre atendimento e emergência a feridos. 2.1 Descreva os procedimentos corretos a serem adotados para os casos mais simples de atendimento a feridos. 2.2 Identificar as providências a serem tomadas para os casos graves. 2.3 Reconhecer a necessidade da prudência e da rapidez, sem precipitação, no atendimento a acidentados. 2.4. Reconhecer a importância do auxílio, sempre que necessário, às equipes de socorro dos aeroportos. 2. Atendimento básico na oficina: • contusões – Diferentes tipos. Procedimentos indicados; • hipertermia – Caracterização. Procedimentos. Uso do termômetro. Tomada de pulso. Observação da respiração; • queimaduras – Agentes causadores. Tipos e graus. Procedimentos indicados para o socorro • hemorragias – Classificação. Técnicas de hemostasia: compressão, garroteamento, torniquete. Hemorragia nasal. Otorragia • comoções, fraturas, deslocamentos, traumatismos e lesões de articulações e membros – Classificação. Técnicas de imobilização • ferimentos – Hemorragias arterial e venosa. Estancamento e bandagem • intoxicação por inalação de gases tóxicos – Procedimentos indicados • traumatismo do globo ocular – Presença de corpo estranho no olho (incrustado e não incrustado). Remoção. Irritação dos olhos • alterações alérgicas – Procedimentos indicados para atendimento • choques elétricos – Procedimentos indicados para atendimento 3. Identificar os princípios básicos da filosofia SIPAER. 3.1.Identificar os princípios básicos e os objetivos essenciais do SIPAER. 3.2 Identificar as normas do SIPAER. 3. Atendimentos nas pistas dos aeroportos: • acidentes mais comuns; • transporte de feridos 4. Analisar o papel do pessoal da manutenção na investigação de acidentes e incidentes aeronáuticos. 4.1 Indicar o papel do pessoal de terra na investigação de acidentes e incidentes aeronáuticos. 4.2. Descrever os fatores 4. O Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER): • estrutura e atribuições – Visão CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 50 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP contribuintes de acidentes e incidentes aeronáuticos. 4.3. Identificar os princípios básicos da manutenção na conservação dos materiais. 4.4. Reconhecer a importância da manutenção na prevenção de acidentes. 4.5. Apontar as medidas de segurança pertinentes à estocagem, ao manuseio e ao transporte de gasolina de aviação e de outros combustíveis e lubrificantes. 4.6. Explicar a responsabilidade do mecânico na prevenção de acidentes. • • • • • • • • • geral. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (CENIPA). Elos do SIPAER; filosofia SIPAER – princípios básicos; objetivos essenciais: prevenção e segurança; possibilidade de não ocorrência de acidentes aéreos; fatores contribuintes; riscos efetivos e riscos potenciais nas atividades de manutenção; medidas de segurança e pessoal responsável; conscientização geral dos profissionais atuantes na Aviação Civil; importância do intercâmbio internacional de experiências e ensinamentos; objetivos da investigação: busca de maior segurança de voo 5. Normas do SIPAER: • o Programa de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos nas organizações civis envolvidas com a atividade aérea – Objetivos; conteúdo e abrangência • responsabilidade das escolas de aviação civil; • procedimentos em casos de acidentes ou incidentes aeronáuticos; • comunicação à autoridade competente; • preservação de indícios e evidências úteis; • resguardo à propriedade e guarda dos bens envolvidos; • primeiros socorros às vítimas. Remoção da aeronave ou de seus destroço; • prestação de informações às autoridades responsáveis pela investigação; • demais normas em vigor; • a investigação de acidentes e incidentes aeronáuticos; • visão geral; • histórico e análise; • contribuição do pessoal de terra: a prestação de informações CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 51 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 6. Acidentes e incidentes aeronáuticos: • fatores contribuintes; • fatores humanos: visão geral; • previsão de falha humana; • política de prevenção; • fatores materiais; • prevenção desde a fase de projeto da aeronave, na fabricação, na montagem, na inspeção e na manutenção; • controle de qualidade; • fatores operacionais: abrangência; erros do piloto, da manutenção e da supervisão 7. A manutenção como prevenção de acidentes: • princípios básicos da manutenção; • conservação das especificações iniciais; • luta contra a deterioração do material: desgaste, fadiga, corrosão; • tempo de atividade e tempo de inatividade; • manutenção preventiva; • redundância dos sistemas; • correção da tolerância ultrapassada e manutenção corretiva 8. Medidas de segurança relativas a combustíveis e lubrificantes; • gasolina de aviação, outros combustíveis e lubrificantes como fatores contribuintes de acidentes reais; • características; • medidas preventivas de estocagem, no manuseio e no transporte; • controle de qualidade; • medidas de segurança contra o perigo de fogo; • prevenção contra a formação de vapores; • fontes de ignição 9.O Mecânico e a prevenção de acidentes aeronáuticos: • responsabilidade do mecânico; • certificado de Aeronavegabilidade e certificado de disponibilidade para o voo CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 52 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 00 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 53 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.9 – ÉTICA E CIDADANIA ORGANIZACIONAL Função: Gestão da Qualidade e da Produtividade COMPETÊNCIAS 1. Analisar o Código de Defesa do Consumidor e a Legislação Trabalhista. HABILIDADES 1. Aplicar a legislação trabalhista e o Código de Defesa do Consumidor nas relações empregador/ empregado e consumidor/ fornecedor. BASES TECNOLÓGICAS 1. Código de Defesa Consumidor 2. Atualizar conhecimentos, desenvolver e/ ou aprimorar habilidades, introduzir inovações tendo em vista melhorar o desempenho pessoal e organizacional. 2. Estabelecer relações de respeito mútuo entre fornecedor/ produtor/ empregador/ empregado/ parceiro/ colaborador/ concorrente. 2. Legislação Trabalhista 3. Interpretar o Código de Ética do Profissional que atua no setor aeronáutico. 3. Incorporar a sua prática cotidiana conhecimentos, técnicas e atitudes propícias ao seu desenvolvimento profissional e relacional. 3. ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil: o cadastramento 4. Promover a imagem da organização, percebendo ameaças e oportunidades que possam afetá-la e os procedimentos de controles adequados a cada situação. 4. Promover organização. da 4. Ética profissional, regras e regulamentos organizacionais 5. Atuar com autonomia no gerenciamento de seu trabalho. 5. Participar e/ ou coordenar equipes de trabalho. 5. A Ética como princípio na construção de estruturas econômicas, políticas e sociais 6. Apresentar-se com competência sociocomunicativa e liderança. 6. Trabalhar em equipe e cooperativamente valorizando e encorajando a autonomia e a contribuição de cada um. 6. Trabalho e responsabilidade social 7. Identificar a cultura e os objetivos de organização. 7. Selecionar procedimentos/ técnicas de trabalho. 7. Conceitos de trabalho em equipe, cooperação e autonomia pessoal 8. Reconhecer e prever situações de risco ou desrespeito à saúde pessoal, social e ambiental. 8. Cumprir criticamente as regras, regulamentos e procedimentos organizacionais. 8. Critérios de imagem pessoal e organizacional 9. Interpretar legislação vigente sobre o trabalho voluntário. 9. Cumprir o Código de Ética Profissional nas suas atividades. 10. Reconhecer a importância do trabalho voluntário na formação profissional, ética do cidadão. 10. Incorporar à prática profissional o trabalho voluntário. 9. Trabalho Voluntário: o Lei Federal n.º 9.608/98 e Lei n.º 10.748/03 alteradas pela Lei n.º 10.940 de 2708-2004; o Lei Estadual n.º 10.335 de 30-06-1999; o Deliberação Ceeteps n.º 1 de 08-03-2004. a imagem 11. Participar de programas e atividades voluntárias na empresa e na comunidade. do CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 54 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 55 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.10 – GESTÃO AMBIENTAL Função: Controle e Avaliação dos Ciclos de Gestão COMPETÊNCIAS 1. Identificar materiais e técnicas que causam agressão ao meio ambiente. HABILIDADES 1. Aplicar normas relacionadas ISO 14.000. BASES TECNOLÓGICAS 1. Adoção de gestão de qualidade ambiental: Série ISO 14.000, métodos de avaliação ambiental 2. Interpretar legislação proteção ao meio ambiente. 2. Calcular custos ambientais. 2. Legislação de proteção ao meio ambiente de 3. Confrontar sistemas já instalados com as exigências legais de proteção ao meio ambiente. 3. Agir na preservação ecossistemas. de 4. Avaliar impactos nos custos decorrentes da necessidade de se obedecer às exigências legais de proteção ao meio ambiente. 4. Atuar em conformidade com as Boas Práticas e com projetos de preservação do meio ambiente. 3. Sistema de custos aplicáveis a atividades que envolvem o meio ambiente 4. Fundamentos ecossistemas de 5. Pesquisar legislação de proteção ao meio ambiente identificando aspectos relacionados às atividades da organização, ao sistema de custos e seus componentes diretos, avaliando seus impactos. Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 56 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.11 – APLICATIVOS INFORMATIZADOS EM AVIAÇÃO Função: Uso e Gestão de Computadores e Sistemas Operacionais COMPETÊNCIAS 1. Selecionar programas de aplicação a partir do projeto a ser executado. HABILIDADES 1. Identificar o correto funcionamento dos equipamentos e dos softwares do sistema de informação, interpretando orientações dos manuais. BASES TECNOLÓGICAS 1. Arquitetura geral computadores 2. Analisar os serviços e funções dos sistemas operacionais, utilizando suas ferramentas e recursos em atividades de configuração, manipulação de arquivos, segurança e outras. 2. Organizar atividades de entrada e saída de dados de sistemas de informação. 2. Funções operacional 3. Selecionar o sistema operacional de acordo com as necessidades do usuário. 3. Utilizar adequadamente os recursos de hardware dos computadores. 3. Operação e configuração de programas de computador (planilhas, gerenciadores de banco de dados, processadores gráficos e de texto) 4. Distinguir arquiteturas de sistemas operacionais e seus níveis de privilégio, analisando desempenho e limitações de cada opção. 4. Efetuar configurações nos softwares aplicativos. 4. Técnicas e programas para análise de desempenho 5. Identificar e utilizar adequadamente os principais softwares aplicativos na resolução de problemas analisando seu funcionamento. 5. Serviços operacional do do de sistema sistema 6. Gerenciamento de arquivos 7. Gerenciamento de memória 8. Gerenciamento dos recursos do sistema operacional Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 40 Total 40 Horas-aula Prática em Laboratório CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 57 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP B.12 – LINGUAGEM, TRABALHO E TECNOLOGIA Função: Montagem de Argumentos e Elaboração de Textos COMPETÊNCIAS 1. Analisar textos técnicos/ comerciais da área de Manutenção de Aeronaves, por meio de indicadores linguísticos e de indicadores extralinguísticos. HABILIDADES 1. Utilizar recursos linguísticos de coerência e de coesão, visando atingir objetivos da comunicação comercial relativos à área de Manutenção de Aeronaves. BASES TECNOLÓGICAS 1. Estudos de textos técnicos/ comerciais aplicados à área de Manutenção de Aeronaves, por meio de: • indicadores linguísticos: o vocabulário; o morfologia; o sintaxe; o semântica; o grafia; o pontuação; o acentuação, etc • indicadores extralinguísticos: o efeito de sentido e contextos sócio-culturais; o modelos preestabelecidos de produção de texto 2. Desenvolver textos técnicos aplicados à área de Manutenção de Aeronaves de acordo com normas e convenções específicas. 2.1 Utilizar instrumentos da leitura e da redação técnica, direcionadas à área de Manutenção de Aeronaves. 2.2 Identificar e aplicar elementos de coerência e de coesão em artigos e em documentação técnicoadministrativa relacionados à área de Manutenção de Aeronaves. 2.3 Aplicar modelos de correspondência comercial à área de Manutenção de Aeronaves. 2. Conceitos de coerência e de coesão aplicadas à análise e a produção de textos técnicos específicos da área de Manutenção de Aeronaves: • ofícios; • memorandos; • comunicados; • cartas; • avisos; • declarações; • recibos; • carta-currículo; • curriculum vitae; • relatório técnico; • contrato; • memorial descritivo; • memorial de critérios; • técnicas de redação 3. Pesquisar e analisar informações da área de Manutenção de Aeronaves em diversas fontes convencionais e eletrônicas. 3.1 Selecionar e utilizar fontes de pesquisa convencionais e eletrônicas. 3.2 Aplicar conhecimentos e regras linguísticas na execução de pesquisas específicas da área de Manutenção de Aeronaves. 3. Parâmetros de níveis de formalidade e de adequação de textos a diversas circunstâncias de comunicação 4. Definir procedimentos linguísticos que levem à qualidade nas atividades relacionadas com o público consumidor. 4.1 Comunicar-se com diferentes públicos. 4.2 Utilizar critérios que possibilitem o exercício da criatividade e constante atualização da área. 4.3 Utilizar a língua portuguesa 4. Princípios de terminologia aplicados à área de Manutenção de Aeronaves: • glossário com nomes e origens dos termos utilizados pela Manutenção de Aeronaves; • apresentação de trabalhos de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 58 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP como linguagem geradora de significações, que permita produzir textos a partir de diferentes ideias, relações e necessidades profissionais. pesquisas; • orientações e normas linguísticas para a elaboração do trabalho para conclusão de curso; Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 59 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO CÉLULA – Qualificação Técnica de Nível Médio de Mecânico de Manutenção Aeronáutica - Célula C.1 – ENTELAGEM E PINTURA Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Identificar o tipo de material e os procedimentos de revestimentos e de reparos de aeronaves com tecido. HABILIDADES 1.1. Identificar os tipos de tecidos utilizados em revestimento de aeronaves. 1.2. Relacionar o material adequado a cada tipo de revestimento de aeronaves. 1.3. Caracterizar os processos de emendas de acordo com o local a ser revestido. 1.4. Identificar as normas a serem aplicadas relativas a cada tipo de reparo. 1.5. Identificar o tipo de material a ser usado com a fibra de vidro no revestimento de aeronaves. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Tecidos para Aeronaves: • tecidos de algodão; • tecidos de linho; • tecidos de Dacron; • tecidos de fibra de vidro 1b. Miscelânea de têxteis: • fita de superfície; • fita de reforço materiais 1c. Emendas: • características das emendas; • emendas costuradas; • emendas impermeabilizadas com dope 1d. Reparos na cobertura de tecido: • reparos em geral; • reparo de rasgos; • reparo com remendo costurado; • reparo com painel costurado internamente; • reparo sem costura em tecido com dope; • reparo com aplicação interna de dope; • substituição de painéis com coberturas de asas 1e. Revestimento de superfícies com fibra de vidro: • revestimento de aeronaves com fibra de vidro: o características do material 2. Identificar os materiais e processos de proteção e impermeabilização dos revestimentos de tecido. 2.1. Identificar as operações de revestimento de aeronaves com tecido. 2.2. Identificar a necessidade de proteção das superfícies cortantes e dos pontos de atrito antes da aplicação do revestimento. 2.3. Caracterizar os processos de revestimento mais adequados à área da asa a ser coberta. 2.4. Identificar o método mais 2a. Revestimento: • aplicação do revestimento: o preparação da estrutura para o revestimento; o impermeabilização com dope (induto); o pontos de atrito; o fixação entre nervuras; o preparação da superfície de compensado para o revestimento; o prática de entelagem; o colocação de fitas CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 60 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP prático de aplicação do revestimento ao tipo de fuselagem. 2.5. Identificar os processos de reforço das aberturas no revestimento. • revestimento de asas: o métodos de revestimento; o tiras anti-rasgo; o lardagem de uma volta; o lardagem de volta dupla; o nós tié-off • revestimento de fuselagens: o métodos de revestimento; o amarração na fuselagem 2b. Aberturas no revestimento: • aberturas na janelas de inspeção, pontos de drenagem e de ventilação: o processos 3. Selecionar o material e os procedimentos de acabamento e de restauração de aeronaves. 3.1. Distinguir as condições favoráveis à não deterioração dos tecidos. 3.2. Identificar o teste adequado a ser aplicado para o tecido com dope. 3.3. Identificar os valores aceitáveis quando testando tecidos sem dope. 3.4. Distinguir as condições e normas para aplicação de dope. 3.5. Caracterizar os vários tipos de dope e seus diluentes. 3.6. Identificar os processos de preparação e aplicação do dope. 3.7. Distinguir as normas de manuseio e armazenagem do dope. 3.8. Identificar os defeitos mais comuns durante a aplicação de dope no revestimento. 3.9. Enunciar os materiais adequados para a aplicação de dope. 3.10. Identificar a técnica a ser seguida no acabamento do revestimento com dope. 3.11. Identificar os materiais utilizados na pintura das superfícies de aeronaves. 3.12. Identificar as normas de segurança a serem aplicadas no manuseio e na armazenagem dos materiais de pintura. 3.13. Citar os cuidados relativos aos materiais de mistura com a laca de nitrocelulose. 3.14. Identificar os tipos de cromatos de zinco e suas aplicações. 3.15. Listar os diversos produtos utilizados no acabamento final de aeronaves. 3.16. Identificar o material de mascaramento utilizado em 3a. Causas da deterioração de tecidos: • causas da deterioração: o mofo; o dopes e thinners ácidos; o camada insuficiente de dope • condições de estocagem 3b. Teste de tecido de revestimento: • tecido com dope: o processos • teste de tensão de tecido sem dope; • critérios de resistência para tecidos utilizados em aeronaves 3c. Dopes e aplicação de dope: • aplicação de dope: o precauções • constituição do dope: o dope nitrato de celulose; o dope acetato butirato de celulose • dopes de alumínio pigmentado: o finalidade • efeitos da temperatura e da umidade no dope: o precauções; o efeitos do frio no dope • problemas comuns na aplicação de dope: o bolhas e gotas (blisters); o painéis frouxos; o coloração inconsistente; o furos minúsculos; o enbranquecimento; o fragilidade; o descamação; o escorrimento • técnicas de aplicação de dope: o aplicação de fitas de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 61 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP pintura. 3.17. Enunciar os procedimentos de limpeza e de retoque de pintura. 3.18. Descrever os procedimentos de proteção pessoal e material na remoção de pinturas. 3.19. Relacionar o material adequado a cada tipo de restauração. 3.20. Indicar os tempos de cura entre cada aplicação de pintura. 3.21. Identificar os procedimentos de segurança durante a aplicação do epoxi. 3.22. Citar os cuidados a serem observados na aplicação dos acabamentos fluorescentes devido à dificuldade de retoques. 3.23. Indicar as alternativas na falta do esmalte. 3.24. Identificar as regras para a compatibilidade dos sistemas de pintura. 3.25. Enunciar tipos de aplicação de acabamentos. 3.26. Identificar as incorreções oriundas de má aplicação ou má qualidade da tinta. 3.27. Enunciar os regulamentos de identificação de aeronaves. 3.28. Indicar a técnica adequada de aplicação de decalques de acordo com o tipo de material. superfície e remendos de reforço; o instalação de reforços nos furos dreno; o uso de dopes fungicidas • número de camadas requeridas: o guia para acabamento 3d. Pintura de aeronaves: • materiais para pintura: o acetona; o álcool; o benzeno; o diluidores em geral; o diluidor para laca nitrocelulose acrílica; o diluidor para laca e dope nitrato de celulose; o essência mineral volátil; o tolueno; o terebintina; o dope • laca de nitrocelulose: o aplicação; o laca de nitrocelulose acrílica; o secante; o óleo de linhaça • base de cromato de zinco: o tipos. aplicação; o aguada base padrão (Wash primer); o Base moderada de nitrato de celulose acrílico 3e. Acabamento: • materiais de acabamento: o esmalte; o verniz; o tinta a óleo; o corantes; o tinta; o removedor: de tinta, de epóxi e de tinta fluorescente; o material de mascaramento; o estocagem de material de acabamento • retoque de pintura: o procedimentos; o identificação de acabamentos de pintura • remoção de pintura: o decapagem; • restauração de acabamentos: o objetivos; o acabamentos com laca de nitrocelulose; o substituição da pintura existente; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 62 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o acabamentos com laca de nitrocelulose acrílica; o substituição da pintura existente em laca de nitrocelulose acrílica; o retoque em nitrocelulose acrílica • acabamento em epóxi: o procedimentos; o retoques com acabamentos epoxi • acabamentos fluorescentes: o procedimentos; o substituição do acabamento existente; o retoques em acabamentos fluorescentes • acabamentos com esmalte: o procedimentos 3f. Compatibilidade dos sistemas de pintura: • sistemas de pintura: o regras gerais de compatibilidade 3g. Métodos de aplicação de acabamentos: • tipos de aplicação de acabamentos: o imersão; o pincelagem; o pulverização a pistola; o preparação da tinta 3h. Problemas comuns com tintas: • incorreções na pintura – origem: o aderência fraca; o salpicos (spray dust); o ondulações e escorrimentos; o aspereza; o manchas 3i. Pintura de adornos e números de identificação: • pintura de identificação de aeronaves: o regulamentos; o procedimentos 3j. Decalcomanias (decalques): • técnica de aplicação de decalques: o observações; o decalques em papel; o decalques metálicos com suporte em celofane • decalques metálicos com CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 63 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP suporte de papel; • decalques metálicos sem adesivo; • decalques de película de vinil; • remoção de decalques Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 64 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.2 – REPAROS ESTRUTURAIS Função: Manutenção COMPETÊNCIAS 1. Identificar os tipos de danos em aeronaves possíveis de serem reparadas, o material e os processos de recuperação. HABILIDADES 1.1. Enunciar os requisitos do material de reparo da estrutura original da aeronave. 1.2. Reconhecer a necessidade de manutenção da integridade estrutural e da forma aerodinâmica da aeronave. 1.3. Identificar os diversos tipos de danos possíveis em uma aeronave. 1.4. Classificar a extensão do dano para a realização do reparo. 1.5. Identificar os tipos de esforço sofridos por uma aeronave em voo e seus efeitos na estrutura. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Reparos de chapas de metal: • princípios básicos de reparos: o mantendo a resistência original; o mantendo o contorno original; o mantendo o peso mínimo • reparos gerais de estruturas: o objetivos 1b. Inspeção de danos: • definições dos defeitos: • classificação dos danos: o danos desprezíveis; o danos reparáveis por remendo; o danos reparáveis por inserção; o danos que necessitam da substituição de partes 1c. Estresses em estruturais: • tipos de estresses: o tensão; o compressão; o cisalhamento; o flexão; o torção 2. Interpretar a operação de máquinas destinadas a moldagem de chapas e perfis para reparo de aeronaves. 2.1. Identificar as ferramentas adequadas aos serviços de desamassamento e moldagem. 2.2. Identificar as máquinas disponíveis em oficinas para os trabalhos de corte, furação e remoção de excessos de material. 2.3. Identificar as ferramentas e os processos de moldagem de chapas de metal. 2.4. Descrever os efeitos da moldagem na estrutura interna do metal. 2.5. Identificar a relação entre o raio da dobra e a espessura, condição de têmpera e composição da liga da chapa a ser dobrada. 2.6. Identificar os termos relacionados às tolerâncias de dobras. 2.7. Reconhecer os pontos membros 2a. Ferramentas e dispositivos especiais para chapas metálicas: • placas de apoio e bigornas; • blocos em “V”; • modelo de madeira dura; • bloco de contração; • sacos de areia; • dispositivos de suporte: o máquinas para trabalhos em metais; o ferramentas manuais tipo alavanca para corte de metais; o ferramentas motorizadas para corte de metais; o recortadores; o furadeiras portáteis; o furadeira de coluna; o esmeril. rodas de esmeril • máquinas para modelagem: o dobrador de barra; o viradeira; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 65 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP importantes a serem considerados antes de efetuar a dobra. 2.8. Distinguir furos de alívio e furos para redução de peso. 2.9. Indicar as ferramentas necessárias para a moldagem à mão de uma peça, de acordo com as suas características. 2.10. Identificar os processos de moldagem a serem utilizadas em gabaritos ou formas. o laminador 2b. Processos de moldagem: • termos e operações de moldagem: o golpeamento; o amolgamento; o estreitamento; o contração; o dobragem 2c. Confecção de dobras em linha reta: • tolerância de dobragem; • método # 1, fórmula # 1; • método # 2, fórmula # 2; • método # 3, uso da tabela para dobras em 90º; • método # 4, uso da tabela para dobras diferentes de 90º; • recuo (Setback); • cálculo do recuo, fórmula # 1; • cálculo do recuo, fórmula # 2; • linha de visada; • termos relacionados à tolerância da dobra; • confecção de desenhos; • desenho plano; • padrão duplicado; • furos de alívio; • furos para redução de peso 2d. Moldagem à mão: • dobras em linha reta; • ângulos moldados ou extrudados; • ângulos flangeados; • moldagem por alongamento; • peças flangeadas curvas; • golpeamento; • embutimento; • operações com aço inoxidável; • operações com magnésio 3. Identificar os tipos de rebites usados em aviação, as ferramentas utilizadas e os procedimentos adequados cada tipo de reparo em aeronaves. 3.1. Indicar os dados necessários a um reparo com relação aos rebites e à espessura das chapas a serem unidas. 3.2. Identificar as ferramentas usadas em rebitagem de chapas. 3.3. Explicar a utilização de martelos pneumáticos para instalação de rebites. 3.4. Indicar o tamanho do furo pelas condições de espessura e resistência das chapas. 3.5. Identificar os processos de rebitagem manual e a utilização 3a. Rebitagem: • determinação do número de rebites; • tamanho e tipo de rebite; • material, têmpera e resistência do rebite; • tamanho dos furos; • distância entre os furos e as bordas de um reparo; • espaçamento entre os rebites sobre o reparo; • instalação de rebites: o duplicadores; o cortadores; o barras de apoio; o aparelhos para rebitagem CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 66 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP adequada das ferramentas de apoio. 3.6. Selecionar o tamanho correto do martelete antes da rebitagem. 3.7. Citar as falhas que podem ocorrer nos rebites durante as operações da aeronave. 3.8. Enunciar os procedimentos corretos de remoção de rebites. 3.9. Caracterizar os itens a serem seguidos na instalação e na remoção de rebites autotravantes. 3.10. Indicar as ferramentas especiais de instalação de rebites Huck e Cherrylock. 3.11. Identificar as precauções a serem observadas durante a instalação e a remoção destes rebites. 3.12. Identificar os processos de insta-lação e de remoção de cada tipo de rebite especial. 3.13. Identificar os processos especiais de instalação e de remoção. 3.14. Distinguir o rebite Hi-Shear dos demais tipos de rebites. • • • • manual e puxadores manuais; o escareadores; o punções de rebaixamento; o martelos pneumáticos preparação dos furos para rebitagem: o furação; o escareamento e rebaixamento; o rebaixamento térmico a colocação de um rebite: o calço de apoio; o colocação manual; o colocação pneumática; o rebitagem por pressão; o microrraspador falhas de rebites: o cisalhamento; o falha de apoio; o falha de cabeça; o inspeção de rebites remoção de rebites: o procedimentos 3b. Rebites especiais: • ferramentas para instalação; • rebites autotravantes (trava por fricção): o instalação; o inspeção; o remoção • rebites autotravantes (trava mecânica): o rebite huck; o rebites cherrylock ferramentas mecânicas e hidráulicas para cherrylock; o procedimentos de instalação; o inspeção; o procedimentos de remoção • rebites pull- thru: o características • rebites rivnut: o ferramenta de instalação; o procedimentos de instalação • dill lok-skrus e lok-rivets; • características; • rebites deutsch: o características de instalação e de remoção • rebites hi-shear: o características de instalação; o ferramentas para instalação; o processos de instalação e de remoção CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 67 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4. Identificar os tipo específicos de reparos. 4.1. Indicar o tipo de reparo a ser executado com base em consulta ao manual de reparos do fabricante. 4.2. Identificar o formato mais adequado ao remendo a ser utilizado. 4.3. Enunciar o número de rebites a serem usados em qualquer tipo de remendo. 4.4. Identificar as características de construção da colméia metálica. 4.5. Identificar no teste de som a localização de defeitos em colméias. 4.6. Indicar o tipo de reparo a ser efetuado nos danos em colméias. 4.7. Identificar as ferramentas e sua utilização no reparo de defeitos. 4.8. Descrever os procedimentos a serem seguidos na remoção de áreas danificadas de colméia. 4.9. Identificar os equipamentos e ferramentas usados no reparo de colméias. 4.10. Identificar os tipos de adesivos utilizados nos reparos de colméias. 4.11. Distinguir os processos de proteção contra erosão e corrosão em colméias. 4.12. Identificar as técnicas de reparo com Potting e os processos de acabamento. 4.13. Identificar os métodos de reparo com aplicação de tecido de vidro laminado. 4.14. Identificar os métodos de reparo do revestimento e do miolo no manual de reparos do fabricante. 4.15. Descrever o processo de preparação do Potting. 4.16. Enumerar os itens a serem seguidos no reparo de áreas de transição. 4a. Tipos específicos de reparos em estruturas: • reparo de superfícies lisas; • remendo octogonal alongado; • remendo redondo; • reparo de painéis; • reparo de vigas de reforço; • reparo de falsas nervuras ou de cavernas; • reparo de longarinas de fuselagem; • reparos de longarinas de asa; • reparo de nervuras e armações; • reparo de bordo de ataque; • reparo de bordo de fuga; • selagem estrutural: o defeitos e reparos em estruturas seladas 4b. Colméia metálica colada: • características de construção; • danos em colméias: o causas de danos; o inspeção de danos; o avaliação de danos • reparos: o ferramentas e equipamentos; o fresadora • remoção de áreas danificadas; • moldes de pressão; • lâmpadas de infravermelho para aquecimento; • precauções contra incêndio; • ferramentas manuais e equipamentos; • materiais de reparo: o solventes de limpeza; o bases (primers); o adesivos e resinas; o material do miolo; o fibras de vidro; o proteções contra erosão e corrosão • reparos com potting: o remoção de danos; o técnicas de reparos • reparos com sobreposição de tecido de vidro: o limpeza; o remoção de danos; o adesivos; o miolo de colméia (plugue); o sobreposição de tecido de vidro laminado • procedimentos de reparo do revestimento e do miolo: o remoção da área danificada; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 68 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o preparo de substituição do miolo; o potting o introdução do miolo (Plugue); o aplicação de laminados de tecido de vidro; o reparo em áreas de transição; o procedimentos de reparo 5. Identificar os procedimentos de utilização de plásticos e de fibra de vidro em aeronaves. 6. Citar os tipos de madeira empregados em reparos e em estruturas e revestimentos de aeronaves. 5.1. Identificar os grupos de plásticos de acordo com sua origem química. 5.2. Identificar os tipos de plásticos utilizados em capotas, janelas e coberturas transparentes. 5.3. Descrever os procedimentos a serem seguidos no manuseio de plásticos. 5.4. Identificar os processos de moldagem de plásticos. 5.5. Identificar os materiais nocivos aos plásticos. 5.6. Distinguir os procedimentos de fixação e manuseio de plásticos. 5.7. Indicar os tipos de solventes e colas para o plástico à base de acetato de celulose. 5.8. Identificar os processos de reparo nos componentes de fibra de vidro, com base no manual de reparo estrutural da aeronave. 5.9. Descrever os cuidados no manuseio do radome, desde o desempacotamento até a instalação. 5.10. Descrever as condições do radome quanto a contaminação e danos. 5.11. Identificar os tipos de testes de transmissividade, reflexão por incidência e de deflexão após os reparos. 5a. Plásticos: • classificação de plásticos; • plásticos transparentes: o considerações óticas; o identificação; o armazenagem e proteção; o moldagem de plásticos; o processos de fabricação; o corte; o furação; o colagem; o cuidados e manutenção • procedimentos de instalação: o métodos de instalação; o montagem com parafusos e rebites; o fixação das bordas por fibra sintética • plásticos laminados: o plásticos à base de acetato de celulose 6.1. Identificar as condições do ambiente onde será feita a inspeção da estrutura de madeira. 6.2. Reconhecer o tipo de madeira a ser utilizada nos reparos da estrutura. 6.3. Descrever as condições operacionais de estrutura com juntas coladas. 6.4. Identificar os processos de reparos de superfícies de compensado. 6a. Estruturas de madeira para aeronaves: • inspeção de estruturas de madeira: o inspeção de juntas coladas • a condição da madeira; • manutenção e reparo de estruturas de madeira: o materiais; o defeitos permissíveis; o defeitos não permissíveis; o colas; o colagem; 5b. Componentes de fibra de vidro: • componentes de fibra de vidro: o peças de manta moldada; o procedimentos de reparo 5c. Plásticos químicos: • manuseio, instalação e armazenagem; • detecção e remoção de óleo e umidade; • inspeção quanto a danos; • reparos em radomes; • testes após os reparos CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 69 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 6.5. Descrever os procedimentos para execução de remendos de tela em revestimentos de madeira. 6.6. Indicar, pelas condições de defeito, os procedimentos a serem adotados no reparo de longarinas ou de nervuras de madeira. o teste de juntas coladas; o emenda de juntas • reparos em revestimento de compensado: o remendos embutidos; o remendos de encaixe; o reparo inclinado; o reparo chanfrado • remendo de tela em madeira: o procedimentos • reparo de longarinas e de nervuras de madeira: o procedimentos; o furo para parafusos e buchas; o reparos em nervura Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 40 Total 100 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 70 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.3 – SOLDAGEM Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Discriminar os diversos tipos de equipamentos de soldagem, os cuidados no seu manuseio e as técnicas de emprego em partes de aeronave. HABILIDADES 1.1. Caracterizar os tipos de soldagens usados em aeronaves. 1.2. Indicar os equipamentos para a soldagem a gás de acetileno. 1.3. Identificar os cuidados a serem tomados no manuseio dos cilindros de acetileno e de oxigênio. 1.4. Descrever os procedimentos de operação, com segurança, dos reguladores de pressão. 1.5. Identificar os processos de ajuste de chama de oxiacetileno. 1.6. Distinguir os tipos de chama. 1.7. Caracterizar as técnicas fundamentais de soldagem. 1.8. Identificar o tipo de posição de soldagem mais adequado ao tipo de trabalho a ser realizado. 1.9. Descrever cada tipo de junta e sua utilização prática na aeronave. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Soldagem: • soldagem a gás; • soldagem por arco voltaico; • soldagem por resistência elétrica; • equipamento para soldagem a oxiacetileno: o gás acetileno; o cilindros de acetileno; o cilindros de oxigênio; o reguladores de pressão; o maçarico para soldagem. bicos de maçarico; o óculos; o varetas de enchimento para soldagem; o ajuste do equipamento de soldagem de acetileno; o ajuste de chama de oxiacetileno • processo de soldagem com oxiacetileno: o métodos de soldagem; o como apagar o maçarico; o técnicas fundamentais para soldagem a oxiacetileno • posições de soldagem: o chata ou plana; o horizontal; o vertical; o sobre-cabeça • juntas soldadas: o juntas de topo; o rachaduras; o juntas de ângulo em “T”; o juntas de aresta; o juntas de ângulo em “quina”; o juntas sobrepostas 2. Identificar as características de uma solda perfeitas e as de soldas defeituosas, tanto em metais ferrosos como em não ferrosos. 2.1. Descrever os efeitos da expansão e da contração nas soldas. 2.2. Distinguir a solda bem formada de uma solda defeituosa. 2.3. Identificar as operações de soldagem de metais ferrosos. 2.4. Descrever os cuidados necessários na soldagem de metais não ferrosos. 2.5. Identificar o equipamento utilizado no corte de metais. 2.6. Descrever as características do processo de brasagem de 2a. Expansão e contração de metais: • características da contração e da expansão dos metais em uma solda 2b. Formação de solda: • características de uma boa solda; • soldagem com oxiacetileno de metais ferrosos: o cromo molibidênio; o aço inoxidável CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 71 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP metais. 2.7. Identificar o processo de aplicação da soldagem macia em aeronaves. 2.8. Indicar as vantagens da soldagem por arco voltaico. 2.9. Identificar os diversos tipos de soldagem por arco. 2.10. Definir o tipo de equipamento a ser utilizado na soldagem. 2.11. Caracterizar os tipos de soldagem com passe múltiplo. 2.12. Enumerar as características de uma solda de rebordo de boa qualidade. 2.13. Identificar o número de passos a serem efetuados na soldagem de diferentes materiais. 2.14. Indicar as partes de aço que não podem ser soldadas. 2.15. Descrever os processos de soldagem de peças tubulares. 2.16. Identificar os processos de soldagem em emendas de tubulações através de luvas. 2.17. Citar os novos processos de soldagem e suas vantagens. 2c. Soldagem de metais não ferrosos: • soldagem em alumínio; • soldagem de magnésio; • soldagem de titânio: o equipamento de soldagem 2e. Corte de metais: • características 2f. Método de brasagem: • brasagem de metais: o características; o solda de prata 2g. Soldagem macia: • soldagem macia: o características; o equipamentos; o aplicação 2h. Soldagem por arco voltaico: • soldagem por arco metálico; • vantagens; • soldagem de tungstênio a gás inerte (TIG); • soldagem a arco metálico com gás inerte (MIG); • soldagem a arco de plasma; • técnicas e procedimentos de soldagem a arco voltaico: o equipamentos; o métodos de formação do arco 2i. Soldagem com passe múltiplo: • técnicas de posicionamento de soldagem; • soldagem na posição chata ou plana; • solda de rebordo – Posição plana; • solda de ranhura (junta de topo) – posição plana; • soldas em filete – posição plana; • soldagem na posição sobrecabeça; • soldas de rebordo – posição vertical; • soldas de ranhura (juntas de topo) – posição sobre-cabeça; • soldas de filete – posição sobre-cabeça; • soldagem na posição vertical; • soldas de rebordo – posição sobre-cabeça; • soldas em ranhura (juntas de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 72 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP topo) – posição vertical; • soldas em filete – posição vertical; 2j. Soldagem de estruturas de aço: • partes de aço que não podem ser soldadas; • reparo de membros tubulares; • reparo através de luva soldada; • reparo por remendo soldado; • reparo por luva parafusada; • emenda de tubulações através de luva interna; • reparos em berços de motor; • reparo de encaixes embutidos na fuselagem; • reparo de trem de pouso; • reparos em tubos de asa ou longarina da superfície de cauda; • montantes das asas e cauda 2k. Novos processos de soldagem: • soldagem por ultra-som; • soldagem por fricção; • soldagem por bombardeamento eletrônico (electron beam); • soldagem por laser Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 73 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.4 – SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA OS EFEITOS DA CHUVA E DO GELO E CONTRA O FOGO Função: Planejamento e Controle COMPETÊNCIAS 1. Analisar o desempenho de cada componente dos sistemas de eliminação do gelo das aeronaves. HABILIDADES 1.1. Relatar os problemas causados pela formação de gelo em uma aeronave. BASES TECNOLÓGICAS 1. Sistemas de proteção contra gelo: • efeitos do gelo no desempenho da aeronave; • prevenção contra a formação de gelo 2. Identificar os componentes dos sistemas elétricos, hidráulicos e pneumáticos limpadores de parabrisas. 2.1. Identificar o funcionamento do degelador de operação pneumática. 2.2. Identificar os componentes de um sistema pneumático de degelo. 2.3. Descrever o desempenho de cada unidade do sistema. 2.4. Caracterizar os processos de manutenção dos sistemas pneumáticos de degelo. 2.5. Identificar os diferentes processos térmicos de antigelo. 2.6. Identificar o tipo de manutenção aplicada aos dutos do sistema. 2.7. Descrever os cuidados para a remoção de geada ou gelo do avião. 2.8. Identificar as características dos sistemas de descongelamento do parabrisas. 2.9. Identificar os processos de manutenção dos sistemas. 2.10. Reconhecer a importância dos aquecedores de drenos em voo. 2.11. Caracterizar a operação dos sistemas limpadores dos pára-brisas. 2.12. Identificar as operações de ajuste de um sistema limpador de parabrisas. 2.13. Identificar os trabalhos de manutenção dos sistemas pneumáticos de eliminação dos efeitos da chuva. 2a. Sistemas pneumáticos de degelo: • construção das polainas degeladoras; • operação do sistema pneumático de degelo; • componentes do sistema de degelo: o bomba do ar girada pelo motor; o válvulas de segurança; o separador de óleo; o combinação de regulador, válvula descarregadora e separador de óleo; o válvula de regulagem da sucção; o válvula seletora a solenóide; o controle eletrônico de tempo • manutenção do sistema pneumático de degelo: o checagens operacionais; o ajustes; o pesquisa de panes; o inspeção; o manutenção das polainas de degelo 2b. Sistemas térmicos de antigelo: • características dos sistemas térmicos de antigelo; • antigelo usando aquecedores a combustão; • antigelo usando aquecedores a gás de exaustão; • antigelo usando ar de sangria do motor 2c. Dutos do sistema pneumático: • dutos do sistema pneumático: o finalidade; o tipo de manutenção CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 74 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 2d. Degelo da aeronave no solo: • remoção de geada; • remoção de depósitos de neve e gelo 2e. Sistemas de controle do gelo do pára-brisas: • sistema de descongelamento de pára-brisas: o funcionamento; o manutenção; o sistema de descongelamento das janelas; o sistemas de degelo a álcool nos para-brisas e no carburador; o antigelo do tubo de pitot 2f. Aquecedores de drenos: • aquecedores de drenos: o finalidade 2g. Sistemas de eliminação dos efeitos da chuva: • sistemas elétricos limpadores de para-brisas; • sistemas hidráulicos limpadores de para-brisas; • sistema pneumático de remoção de chuva; • repelente de chuva do párabrisas; • manutenção dos sistemas de eliminação dos efeitos da chuva: o sistemas limpadores de para-brisas; o sistemas pneumáticos de eliminação dos efeitos da chuva 3. Distinguir os componentes dos sistemas de detecção e de extinção de fogo bem como os tipos de agentes extintores. 3.1. Identificar os diversos equipamentos de proteção contra fogo. 3.2. Caracterizar cada um dos sistemas detectores. 3.3. Enumerar os cuidados no manuseio durante a manutenção. 3.4. Distinguir o sistema de aviso de superaquecimento do sistema detector de fogo. 3.5. Identificar as três classes de fogo. 3.6. Indicar as vantagens e desvantagens de cada tipo de agente extintor de fogo. 3.7. Identificar os componentes dos sistemas de extinção de fogo de motores de aeronaves. 3.8. Enumerar os cuidados a 3a. Sistemas de proteção contra fogo: • características dos sistemas de proteção contra fogo; • métodos de detecção de fogo: o exigências de um sistema de detecção de fogo • sistemas de detecção de fogo: o sistema de interruptor térmico – detectores fenwal spot; o sistemas de par térmico; o sistema detector de circuito contínuo; o sistemas de elementos contínuos • sistemas de aviso de superaquecimento: o características CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 75 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP serem tomados com os elementos sensores. 3.9. Descrever os procedimentos de pesquisa de panes do sistema detector de fogo. 3.10. Indicar os procedimentos de manutenção a serem seguidos, de acordo com o fabricante da aeronave. 3.11. Identificar os materiais perigosos propensos a fontes de incêndio. 3.12. Indicar os procedimentos a serem adotados na proteção e na prevenção de incêndios. 3.13. Identificar os componentes dos sistemas detectores de fumaça. 3.14. Relatar os perigos representados pela excessiva concentração de fumaça. • tipos de fogo: o classificação das zonas de fogo • características dos agentes extintores: o agentes de hidrocarbono halogenado; o agentes de gás frio inerte 3b. Sistemas de extinção de fogo: • sistemas extintores de fogo, de co2, dos motores convencionais; • sistema de proteção de fogo de turbojato; • sistema de extinção de fogo de motores a turbina; • proteção de fogo no solo dos motores a turbina; • práticas de manutenção dos sistemas de detecção de fogo: o inspeção dos elementos sensores; o teste do sistema de detecção de fogo • pesquisa de panes do sistema de detecção de fogo: o procedimentos • práticas de manutenção do sistema extintor de fogo: o checagem de pressão das garrafas; o cartuchos de descarga do freon; o reservatórios de freon; o garrafas de dióxido de carbono 3c. Proteção e prevenção contra incêndios: • procedimentos de proteção e prevenção contra incêndio; • interiores da cabine; • tipos de extintores: o extintores impróprios para a cabine 3d. Sistemas detectores de fumaça: • características dos sistemas detectores de fumaça: o detectores de monóxido de carbono; o detectores fotoelétricos de fumaça; o detectores visuais de fumaça CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 76 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 77 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.5 – SISTEMAS HIDRÁULICOS E DE TRENS DE POUSO Função: Estudos e Projetos de Sistemas COMPETÊNCIAS 1. Identificar o tipo de óleo adequado ao sistema hidráulico da aeronave. HABILIDADES 1.1. Descrever as características de um fluido hidráulico. 1.2. Distinguir os tipos de fluido hidráulico para aeronave. 1.3. Indicar os perigos que a contaminação do fluido hidráulico causa ao sistema. 1.4. Identificar as características dos filtros dos sistemas hidráulicos. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Características do fluido hidráulico: • características do fluido hidráulico: o viscosidade; o estabilidade química; o ponto de ignição; o ponto de fogo 1b. Tipos de fluidos hidráulicos: • fluido hidráulico à base de vegetal; • fluido hidráulico à base de mineral; • fluido à base de éster fosfato; • mistura de fluidos; • compatibilidade com os materiais da aeronave; • efeitos na saúde causados pelo manuseio do fluido hidráulico; • contaminação do fluido hidráulico; • verificação de contaminação; • controle da contaminação 1c. Filtros: • características dos filtros do sistema hidráulico; • filtros do tipo micrônico; • manutenção dos filtros 2. Enunciar as características de um sistema hidráulico e o princípio de funcionamento dos seus componentes. 2.1. Identificar os princípios de funcionamento de um sistema básico. 2.2. Caracterizar as peculiaridades de um reservatório de sistema hidráulico. 2.3. Citar a finalidade das bombas manuais de dupla ação. 2.4. Caracterizar os diferentes tipos de bombas mecânicas do sistema hidráulico. 2.5. Identificar o tipo de operação de cada tipo de bomba mecânica. 2.6. Relatar a finalidade da seção fusível do dispositivo de acoplamento da bomba mecânica. 2.7. Descrever os tipos de válvulas de regulagem da pressão do sistema hidráulico e 2a. O sistema hidráulico básico: • sistema operado por bomba manual; • sistema operado por bomba mecânica (acionada por motor) 2b. Componentes de um sistema hidráulico: • reservatórios de sistema hidráulico: o características; o componentes do reservatório • bomba manual de dupla ação: o operação • bombas acionadas pelo motor: o bomba de fluxo constante; o bomba de fluxo variável – mecanismo de bombeamento; o bomba do tipo engrenagem; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 78 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o seu funcionamento. 2.8. Identificar a finalidade do acumulador de pressão no sistema. 2.9. Reconhecer o perigo representado pela desmontagem do acumulador de pressão. 2.10. Identificar a função da válvula unidirecional no sistema. 2.11. Relatar a finalidade da válvula de desconexão rápida. 2.12. Identificar a correta instalação de uma válvula seletora. 2.13. Indicar a diferença de função dos tipos de cilindros de atuação. • • • • 3. Descrever os procedimentos de manutenção dos sistemas hidráulicos e dos trens de pouso das aeronaves. 3.1. Identificar as diferentes disposições dos trens de pouso. 3.2. Identificar as operações de abastecimento e sangria de amortecedores. 3.3. Descrever os procedimentos de alinhamento do mecanismo de fixação e retração do trem. 3.4. Identificar as operações dos sistemas de retração do trem de pouso. 3.5. Caracterizar as operações de extensão do trem em emergência. 3.6. Identificar os componentes dos sistemas de indicação e de segurança do trem de pouso. 3.7. Identificar a operação do sistema de direção da roda do nariz. 3.8. Identificar os diversos tipos de amortecedores de vibração. 3.9. Identificar os itens de inspeção, serviços e ações de manutenção. 3.10. Indicar as operações de ajustagem e alinhamento das travas do trem de pouso. o bomba tipo rotor; o bomba do tipo palheta; o bomba do tipo pistão: tipo angular; tipo ressalto regulagem da pressão: o válvulas de alívio de pressão; o reguladores de pressão; o medidores de pressão acumuladores: o finalidade; o acumuladores do tipo diafragma; o acumuladores do tipo balão; o acumuladores do tipo pistão; o manutenção de acumuladores válvulas: o válvulas unidirecionais: em linha; tipo orifício; o válvula para desconexão rápida ou desconexão de linha; o válvulas seletoras características; o tipos: fechamento central e carretel cilindros atuadores – características: o tipos: ação única; ação dupla 3a. Caracterização dos sistemas de trens de pouso: • disposição dos trens de pouso • amortecedores: o reabastecimento - sangria de amortecedores • alinhamento, fixação e retração do trem: o alinhamento; o suporte; o sistema elétrico de retração; o sistema hidráulico de retração; o operação do trem de pouso das asas • sistemas de extensão em emergência: o operação • dispositivos de segurança do trem de pouso: o interruptores de segurança; o travas de solo; o indicadores do trem de pouso; o centralização da roda do nariz CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 79 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • sistemas de direção da roda do nariz: o aeronaves leves; o aeronaves pesadas; o operação da direção da roda do nariz; o hastes de neutralização (follow up); • amortecedores de vibração: o tipos: pistão e palheta; o amortecedores de direção 3b. Manutenção dos sistemas de trem de pouso: • inspeção, serviços e manutenção dos sistemas de trem de pouso; • ajustagem e alinhamento do trem de pouso; • folgas das portas do trem de pouso; • ajustes dos braços de arrasto e dos braços laterais do trem de pouso; • checagem da retração do trem de pouso 4. Descrever os procedimentos de manutenção de conjunto de freios, rodas, pneus e câmaras de ar para aeronaves. 4.1. Identificar os diversos componentes dos sistemas de freio de aeronaves. 4.2. Caracterizar os vários tipos de conjuntos de freio. 4.3. Descrever os procedimentos de sangria durante a manutenção dos sistemas de freio. 4.4. Identificar os tipos de rodas utilizadas em aeronaves. 4.5. Descrever as características de construção dos pneus de aeronaves. 4.6. Identificar as operações de manutenção de pneus. 4.7. Caracterizar os pontos críticos de um pneu montado na roda. 4.8. Identificar os locais de possíveis danos em pneus antes da montagem na roda. 4.9. Identificar as condições operacionais de uma câmara de ar. 4.10. Identificar os cuidados necessários durante a montagem de pneus com ou sem câmara. 4.11. Caracterizar os processos de desmontagem e de montagem de pneus com ou sem câmaras. 4.12. Distinguir as áreas propensas a permitir 4a. Sistemas de freio: • apresentação dos sistemas de freio; • sistemas de freio independentes; • sistemas de controle de freio de força; • válvula de controle de freio tipo esfera; • válvula de controle de freio tipo carretel deslizante; • cilindros redutores; • sistemas de freio com aumento de força; • freios de roda do nariz; • conjuntos de freio: o freios monodisco; o freios de duplo disco; o freios de múltiplos discos; o freios de rotor segmentado; o freios de câmara de expansão • inspeção e manutenção dos sistemas de freio – apresentação: o sangria dos freios por gravidade; o sangria dos freios por pressão 4b. Rodas e pneus de aeronaves: • tipos de rodas: bipartidas, de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 80 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP vazamentos de ar em pneus sem câmaras. 4.13. Indicar as condições que contribuem para a perda de pressão do ar na área do talão do pneu. 4.14. Identificar os defeitos em rodas de aeronaves. 4.15. Caracterizar as condições ideais para a estocagem de pneus e de câmaras de ar. 4.16. Identificar os tipos de recauchutagem de pneus de aeronaves. 4.17. Caracterizar os tipos de reparos parciais permitidos. 4.18. Enunciar os cuidados necessários na utilização e na conservação de pneus. 4.19. Citar os defeitos na câmara de ar que podem ser reparados. 4.20. Descrever o processo de inflação lateral de pneus. 4.21. Identificar os danos de um pneu. 4.22. Identificar as funções executadas pelo sistema de antiderrapagem. 4.23. Citar a função dos componentes do sistema. • • • • • • • • flange removível e de flange fixo; rolamentos das rodas; pneus de aeronaves: o construção do pneu de aeronaves; o cuidados com os pneus de aeronaves; o montagens de conjuntos duplos manutenção de pneus de aeronaves: o pressão apropriada; o nova montagem de pneu; o esticamento do nylon; o perda do ar por difusão nos pneus sem câmara; o fontes de dados de pressões; o efeitos de baixa inflação; o recomendações sobre carga; o marcas de achatamento nos pneus de nylon inspeção do pneu montado na roda: o vazamentos ou danos na válvula; o banda de rodagem danificada; o danos nas laterais; o quando remover para recauchutagem uso desigual: o danos na roda inspeção do pneu desmontado: o desmontagem periódica; o investigando e reparando os danos; o condições laterais; o danos no talão; o saliências – cordonéis quebrados; o pneus sem câmara – área do talão; o bolhas no forro (liner); o fusível térmico inspeção da câmara de ar: o tamanho adequado; o haste da válvula; o rugas; o desgaste por atrito; o afinamento; o câmara de ar a base de tecidos montagem e desmontagem de pneus: o inspeção e instalação de câmaras de ar; o lubrificação; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 81 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o balanceamento; o segurança na calibragem; o assentamento da câmara no pneu • segurança na desmontagem: o cuidados no manuseio do talão e das rodas; o pneus sem câmara – rodas bipartidas; o pneus com câmara – rodas com depressão central e flange removível; o pneus de roda de bequilha de contorno liso; o rodas inteiriças com depressão central; o rodas de base plana, flange removível e com anel de travamento • causas da perda da pressão do ar em pneus sem câmara: o métodos de inspeção; o temperatura do ar; o ventilação dos pneus sem câmara; o período inicial de dilatação • a roda: o condições de roda porosa; o vedação das superfícies; o instalação incorreta de vedadores (o rings); o parafusos de união; o orifícios na roda para a válvula de pneus sem câmara; o instalação do fusível térmico; o prática para uma boa indicação de pressão 4c. Estocagem e reparos de pneus e câmaras de ar para aeronaves: • condições para estocagem de pneus e câmaras de ar: o localização; o proteção contra a umidade e ozônio; o perigos dos combustíveis e solventes; o estocagem no escuro; o suportes sugeridos para pneus; o estocagem de segurança de câmaras de ar • reparos de pneus e câmaras de ar: o recauchutagens de pneus de aeronaves; o pneus que podem ser recauchutados. pneus não CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 82 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP recauchutáveis; o pneus reparáveis. não reparáveis; o reparos parciais pneus 4d. Manuseio e operações com pneus: • cuidados na utilização e conservação de pneus: o taxiando, freiando e girando; o decolagem e pouso; o condições da pista; o hidroplanagem 4e. Reparos de câmaras de ar: • reparos na câmara de ar: o condições para reparos; o tipos de válvulas 4f. Pneus com inflação lateral: • inflação lateral dos pneus: o instruções gerais 4g. Inspeção de pneu: • inspeção de pneus: o tipos de danos 4h. Sistema de antiderrapagem: • controle de derrapagem normal; • gerador do controle de derrapagem; • caixa de controle de derrapagem; • válvulas de controle de derrapagem; • controle do piloto; • controle de derrapagem de roda travada; • proteção no toque com a pista; • proteção contra falhas Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 40 Total 80 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 83 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.6 – SISTEMAS PNEUMÁTICOS, DE PRESSURIZAÇÃO, DE AR CONDICIONADO E DE OXIGÊNIO Função: Estudos e Projetos de Sistemas COMPETÊNCIAS 1. Expressar as características dos sistemas pneumáticos, de pressurização e de ar condicionado, bem como o princípio de funcionamento de seus componentes. HABILIDADES 1.1. Distinguir os tipos de sistemas pneumáticos utilizados em aeronaves. 1.2. Identificar a função dos componentes do sistema pneumático. 1.3. Enunciar as características de um sistema pneumático típico. 1.4. Identificar os procedimentos indicados pelo fabricante que devem ser seguidos na manutenção do sistema pneumático. 1.5. Descrever a composição da atmosfera e os efeitos das variações da pressão e temperatura. 1.6. Descrever a finalidade do sistema de pressurização. 1.7. Identificar as funções do sistema de pressurização. 1.8. Definir os termos usados na operação do sistema de pressurização. 1.9. Identificar as fontes de pressão de ar para a cabine de uma aeronave equipada com motor convencional. 1.10. Descrever o princípio de funcionamento das válvulas de controle da pressurização. 1.11. Identificar as unidades controladoras da pressão diferencial da cabine. 1.12. Identificar os vários tipos de sistemas de aquecimento de cabine. 1.13. Descrever o princípio de funcionamento dos aquecedores de cabine. 1.14. Identificar as operações de manutenção dos sistemas de aquecimento. 1.15. Descrever a operação dos sistemas do tipo ciclo de ar de refrigeração da cabine. 1.16. Identificar a operação dos componentes dos sistemas de refrigeração da cabine. 1.17. Identificar as unidades do sistema eletrônico de controle da temperatura da cabine. 1.18. Identificar as vantagens do BASES TECNOLÓGICAS 1a. Características dos sistemas pneumáticos de aeronaves: • sistema de alta pressão; • sistema de média pressão; • sistema de baixa pressão; • componentes do sistema pneumático: o válvulas de alívio; o válvula de corte; o válvulas unidirecionais; o restritores – restritor variável; o filtros; o garrafa de ar; o válvula de corte de freio; o linhas ou tubulações • sistema pneumático típico: o componentes • manutenção do sistema pneumático: o procedimentos 1b. Características dos sistemas de pressurização: • composição da atmosfera: o pressão da atmosfera; o temperatura e altitude • pressurização: o problemas de pressurização • termos e definições; • requisitos básicos; • fontes de pressão de ar para a cabine: o compressor de cabine do tipo deslocamento positivo; o compressores centrífugos de cabine; o controle de supercarregador; o instrumentos do supercarregador • válvulas de pressurização: o válvula de saída de fluxo; o válvula de alívio da pressão; o controle de pressurização • sistema de controle da pressão da cabine: o regulador da pressão da cabine; o válvula de segurança da pressão de ar de cabine; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 84 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP sistema a Freon em relação aos outros sistemas de refrigeração. 1.19. Identificar o tipo de Freon a ser utilizado e seguir as instruções do fabricante da aeronave. 1.20. Identificar os principais componentes de um sistema típico a ciclo de vapor e sua operação. o distribuição de ar; o dutos de ar; o filtros 1c. Características dos sistemas de ar condicionado: • ventilação; • sistema de aquecimento: o aquecedor a combustão; o painéis radiantes; o aquecedores: elétricos e a gás da exaustão • sistemas de combustível do aquecedor; • sistema de ignição; • sistemas de ar para a combustão e para a ventilação; • manutenção dos sistemas do aquecedor a combustão: o inspeção no sistema de aquecimento; o manutenção dos componentes • sistemas de refrigeração: o sistema de refrigeração do tipo ciclo de ar; o operação do sistema • operação dos componentes do sistema de ciclo de ar: o trocador primário de calor; o válvula de desvio do trocador primário de calor; o válvula de corte; o válvula de desvio para refrigeração; o trocador secundário de calor; o unidade de refrigeração; o separadores de água; o válvula de ar de impacto • sistema eletrônico de controle da temperatura da cabine: o unidade sensora de temperatura da cabine; o seletor de temperatura do ar da cabine; o regulador do controle de temperatura do ar da cabine; o operação de um sistema típico 1d. Sistema de ciclo de vapor a Freon: • características do sistema de ciclo de vapor a freon; • ciclo de refrigeração; • componentes de um sistema a freon: o compressor; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 85 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o condensador; o reservatório; o refriador secundário; o filtro/secador; o visor; o válvula de expansão; o evaporador • descrição de um típico sistema a ciclo de vapor: o compressor da turbina de ar; o trocadores primários de calor; o unidades de refrigeração; o aquecedores elétricos; o válvulas de regulagem do fluxo de ar 2. Indicar os procedimentos de manutenção dos sistemas pneumáticos, de pressurização e de ar condicionado. 2.1. Indicar a sequência dos itens de manutenção a ser seguida, de acordo com as instruções do fabricante. 2.2. Citar os cuidados durante o reabastecimento e o esvaziamento do sistema de Freon. 2.3. Descrever as precauções durante o teste de pressurização da cabine. 2.4. Identificar os itens da pesquisa de panes de pressurização. 2a. Manutenção dos sistemas de pressurização e ar condicionado: • sistema de pressurização e ar condicionado: o inspeções; o reabastecimento; o freon 12; o conjunto de distribuição; o limpando o sistema; o esvaziamento do sistema; o recarga; o verificação do óleo do compressor; o verificações operacionais da pressurização da cabine; o teste de pressão dinâmica da cabine; o pesquisa de panes na pressurização da cabine; o procedimentos 3. Indicar as características de um sistema de oxigênio e os procedimentos de manutenção dos seus componentes. 3.1. Identificar as características de um sistema de oxigênio. 3.2. Descrever os procedimentos de utilização do equipamento portátil. 3.3. Indicar as vantagens da utilização do oxigênio em estado sólido. 3.4. Citar os cuidados no manuseio das tubulações e conexões no sistema de oxigênio. 3.5. Identificar os tipos de válvulas utilizadas em sistemas de oxigênio e sua operação. 3.6. Identificar a função dos reguladores da pressão do oxigênio. 3.7. Identificar a operação dos indicadores do sistema de oxigênio. 3.8. Descrever os cuidados a 3a. Características dos sistemas de oxigênio: • características dos sistemas de oxigênio; • sistema de pressão por demanda; • equipamento portátil de oxigênio; • equipamento de proteção contra fumaça; • cilindros de oxigênio; • sistema de oxigênio em estado sólido: o características do gerador de oxigênio; o oxigênio em estado sólido contra estado gasoso sob alta pressão • tubulações do sistema de oxigênio: o identificação; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 86 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP as o conexões do sistema de oxigênio; o linhas de reposição • válvulas do sistema de oxigênio: o válvula de abastecimento; o válvulas unidirecionais; o válvulas de corte; o válvulas de alívio da pressão • reguladores: o reguladores diluidores de demanda; o reguladores de fluxo contínuo; o indicadores do sistema de oxigênio; o indicadores de fluxo; o indicadores de pressão; o máscaras de oxigênio; o características de fabricação e cuidados no manuseio das máscaras 4.1. Identificar os procedimentos de segurança durante o abastecimento do sistema de oxigênio. 4.2. Descrever os processos de limpeza e de purificação do sistema. 4.3. Indicar as precauções contra fogo a serem observadas antes de qualquer trabalho no sistema de oxigênio. 4.4. Identificar as normas de segurança e instruções do fabricante a serem seguidas durante os serviços de manutenção dos sistemas de oxigênio. 4a. Abastecimento e manutenção do sistema de oxigênio gasoso: • procedimentos de abastecimento; • segurança com o sistema de oxigênio; • transporte do oxigênio gasoso: • teste de vazamento do sistema de oxigênio gasoso: • drenagem do sistema de oxigênio: • limpeza do sistema de oxigênio: o produtos de limpeza para o sistema de oxigênio • purificação do sistema de oxigênio: • prevenção contra fogo e explosão do oxigênio: o procedimentos • manutenção e inspeção do sistema de oxigênio: o procedimentos de acordo com as instruções do fabricante; o medidas de precaução serem tomados com máscaras de oxigênio. 4. Identificar os equipamentos portáteis de oxigênio e sua utilização. Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 40 Total 80 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 87 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.7 – SISTEMAS ELÉTRICOS Função: Estudos e Projetos de Sistemas COMPETÊNCIAS 1. Identificar os fatores que influenciam na escolha do material e da bitola de fios para uma instalação elétrica de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Indicar os fatores que influenciam na escolha da bitola de um fio. 1.2. Identificar o tipo de material a ser usado no fio condutor de um determinado circuito elétrico. 1.3. Descrever os processos de identificação de fios e cabos condutores. BASES TECNOLÓGICAS 1. Fios e cabos condutores: • fios condutores: o bitola de fio; o fatores que afetam a seleção da bitola do fio; o fatores que influenciam na seleção do material condutor; o queda de voltagem nos fios e nos cabos de uma aeronave; o instruções para usar o gráfico de fios elétricos; o isolamento do condutor; o identificação de fios e cabos • instalação da fiação elétrica: o grupos de fios e chicotes; o fios trançados; o emendas nos chicotes; o frouxidão nos chicotes; o raio de curvatura; o instalação e encaminhamento; o proteção contra fricção; o proteção contra alta temperatura; o proteção contra solventes e fluidos; o proteção dos fios na área do alojamento das rodas; o precauções na instalação; o instalação das braçadeiras de cabos • amarração e enlace de chicotes: o amarração com cordão inteiriço; o amarração com cordão duplo; o amarração de ramificações; o enlace • corte de fios e de cabos: o procedimentos • desencapamento de fios e cabos: o terminais e emendas sem solda; o terminais de fios de cobre; o ferramentas de estampagem; o terminais de fios de alumínio; o emendas de fios de cobre usando emendas préCNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 88 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP isoladas • emendas de emergência: o emenda com solda e composto condutor antioxidante • conexão de terminais a blocos terminais: o procedimentos 2. Interpretar os procedimentos de manutenção dos sistemas de iluminação de aeronaves. 3. Identificar os valores previstos pelo fabricante da aeronave nas substituições de dispositivos de proteção de circuitos elétricos. 2.1. Indicar as condições adequadas para instalação e encaminhamento da fiação. 2.2. Identificar as medidas de precaução a serem adotadas em uma instalação elétrica de aeronave. 2.3. Definir os termos utilizados na instalação elétrica de uma aeronave. 2.4. Identificar os procedimentos corretos de corte de fios e cabos. 2.5. Descrever as precauções a serem seguidas no desencapamento de fios e cabos. 2.6. Expressar os procedimentos de emendas em emergência. 2.7. Reconhecer a necessidade da correta fixação dos terminais de fios aos blocos terminais. 2.8. Enunciar os procedimentos para uma perfeita ligação à massa de todas as unidades. 2.9. Identificar as diferentes classes de conectores usados em sistemas elétricos. 2.10. Identificar os cuidados na instalação de conduites. 2.11. Reconhecer os procedimentos de manutenção dos sistemas de iluminação de aeronaves. 3.1. Relatar os limites de carga elétrica suportada por um circuito. 3.2. Indicar os valores especificados pelo fabricante na utilização dos dispositivos de proteção. 3.3. Identificar os circuitos elétricos do sistema de iluminação. 3.4. Reconhecer a necessidade da certificação dos valores das lâmpadas a serem substituídas. 2a. Ligação à massa: • ligação à massa: o finalidade; o procedimentos gerais para ligação à massa; o teste de ligações à massa 2b. Conectores: • tipos de conectores; • identificação de conectores; • instalação de conectores 2c. Conduíte: • finalidade dos conduites; • fixação, furos de drenagem 2d. Inspeção e manutenção dos sistemas de iluminação: • procedimentos de inspeção e manutenção 3a. Instalação de equipamento elétrico: • limites de carga elétrica; • controle ou monitoramento de carga elétrica 3b. Dispositivos de proteção de circuitos: • dispositivos de proteção: o disjuntores ou fusíveis • interruptores; • relés 3c. Sistema de iluminação de aeronaves: • luzes externas: o luzes de posição; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 89 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o luzes de anticolisão • luzes de pouso; • luzes de táxi: o luzes de inspeção das asas Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 90 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.8 – INSPEÇÃO DE AERONAVES E PROCEDIMENTOS DE PISTA Função: Planejamento e Controle COMPETÊNCIAS 1. Analisar as condições operacionais dos componentes da aeronave e seus sistemas. HABILIDADES 1.1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes da fuselagem e de seus sistemas. 1.2. Descrever as condições operacionais dos equipamentos e acessórios das cabines. 1.3. Descrever as operações de carga de baterias. 1.4. Identificar os limites permissíveis das rachaduras e cortes nas rodas e pneus. 1.5. Descrever as operações de regulagem dos conjuntos de freios. 1.6. Reconhecer as condições operacionais dos revestimentos metálicos e de tela quanto a defeitos, folgas ou deterioração. 1.7. Descrever as operações de manutenção preventiva e corretiva nos mecanismos de comando das superfícies de controle. 1.8. Reconhecer as condições operacionais satisfatórias das superfícies fixas e das móveis de controle da aeronave. 1.9. Descrever os limites de rachaduras e mossas no revestimento do motor e pás da hélice. 1.10. Descrever os métodos de detecção de defeitos em cabos, fios metálicos e ligações. 1.11. Reconhecer os processos de inspeção de cablagens e conexões quanto ao estado, fixação e defeitos evidentes. 1.12. Reconhecer as condições de uso e o tempo de validade dos equipamentos de sobrevivência e de emergência. 1.13. Citar o teste de funcionamento do sistema de piloto automático. 1.14. Descrever o preenchimento da documentação de manutenção referente a aeronave com os dados da inspeção efetuada. 1.15. Reconhecer os procedimentos corretos no preenchimento de etiquetas. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Inspeção na fuselagem: • revestimentos, quanto a deterioração, empenos, outras evidências de falhas, bem como fixações inseguras ou defeituosas; • componentes dos sistemas, quanto à correta instalação, a defeitos aparentes e operação satisfatória; • tanques de combustível e acessórios, quanto ao estado geral e quanto a vazamentos 1b. Inspeção nas cabines de comando e de passageiros: • cabines, quanto à limpeza, ao estado geral e à fixação dos equipamentos e acessórios: o poltronas e cintos de segurança, quanto à validade dos testes de resistência, ao esgarçamento e à operação das ferragens; o janelas e pára-brisas, quanto a deterioração e rachaduras; o instrumentos, quanto às marcações de limites e à operação; o controles de voo e dos motores, quanto à eficiência de operação; o baterias, quanto à instalação e à carga; o sistemas da aeronave, quanto a defeitos aparentes e à correta instalação 1c. Inspeção no setor de trem de pouso: • componentes do trem de pouso, quanto ao estado e à segurança de fixação; • amortecedores, quanto a vazamentos, nível de óleo e pressão; • hastes, articulações e suportes, quanto ao desgaste excessivo, à fadiga do material e a deformações; • mecanismo de retração e de distensão, quanto à operação correta; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 91 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • unidades e tubulações do sistema hidráulico, quanto a vazamentos; • unidades do sistema elétrico, quanto ao desgaste e à operação correta dos interruptores; • rodas e pneus, quanto a rachaduras nas rodas e estado dos rolamentos; quanto a cortes e desgastes dos pneus; quanto ao ajuste correto e à operação de freios 1d. Inspeção no setor das asas e na seção central: • componentes do setor, quanto ao estado e à segurança de fixação; • revestimento (tela ou metálico), quanto à deterioração, a empenos, a outras evidências de falhas, bem como a fixações inseguras ou defeituosas; • estrutura interna (longarinas, nervuras e outros elementos), quanto a rachaduras, empenos e fixação; • superfícies móveis, quanto a avarias ou defeitos evidentes, fixação imperfeita dos revestimentos e amplitude correta: o mecanismo de controle, quanto a liberdade de movimento, alinhamento e fixação; o cabos de comando, quanto a esgarçamento, desgaste, passagem adequada pelas guias e polias e quanto à tensão correta 1e. Inspeção no setor da empenagem: • superfícies fixas, quanto a avarias e defeitos evidentes e fixação adequada; • superfícies móveis de controle, quanto a avarias ou defeitos evidentes, fixação adequada, entelagem frouxa ou chapa de revestimento empenado; • revestimento da empenagem, quanto a desgastes, rasgos, deterioração ou deformação 1f. Inspeção no setor do motor e da hélice: • seção do motor, quanto a CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 92 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP evidência de vazamento de óleo, combustível ou fluido hidráulico e o motivo de tais vazamentos; • escapamento do motor, quanto a rachaduras, defeitos e correta fixação: o carenagens do motor, quanto a rachaduras, defeitos e correta instalação; o setor da hélice, quanto a rachaduras, mossas, empenos e vazamento e óleo 1g. Inspeção no setor de comunicação e navegação: • equipamentos rádio e eletrônico, quanto a instalação correta e fixação adequada: o fiação e cablagens, quanto a disposição correta, fixação adequada e defeitos evidentes; o ligação à mossa e à blindagem quanto a condições e instalação correta; o antenas, quanto ao estado, fixação adequada e ligações corretas 1h. Inspeção nos equipamentos diversos: • equipamentos de emergência e primeiros socorros, quanto ao estado geral e à armazenagem correta; • pára-quedas, salva-vidas e dispositivos de sinalização, quanto ao estado geral, ao tempo de validade e à armazenagem de acordo com as recomendações dos fabricantes 1i. Inspeção no sistema de piloto automático: • unidades do sistema piloto automático, quanto ao estado geral, à fixação adequada e ao funcionamento correto 1j. Documentação da aeronave: • preenchimento da ficha de inspeção; • lançamento da execução da inspeção no histórico (log book, cadernetas e fichas) da aeronave: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 93 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o lançamento, quando aplicável, das substituições efetuadas, anotando os números de série e as horas de funcionamento dos equipamentos; o colocação das etiquetas adequadas nos equipamentos retirados, anotando o número de série e horas de funcionamento, bem como o motivo da retirada 2. Descrever os procedimentos de inspeção em peças de aeronave pelos processos de partículas magnéticas, por líquidos penetrantes, por radiografia, por ultra-som e pelo teste de Eddy Current. 2.1. Citar os procedimentos de inspeção utilizando os processos por partículas magnética, líquidos penetrantes, radiografia, ultra-som e Eddy Current. 2. Inspeção das partes da aeronave quanto a rachaduras, trincas etc: • inspeção por partículas magnéticas: o inspeção por líquidos penetrantes; o inspeção por radiografia; o inspeção por ultrassom; o inspeção pelo processo eddy current 3. Analisar os procedimentos de partida de motores convencionais e a reação. 3.1. Reconhecer os procedimentos de partida de motores convencionais e a reação. 3.2. Citar as medidas de segurança contra fogo. 3.3. Descrever os procedimentos de inspeção de pré-voo. 3.4. Citar o equipamento de apoio adequado a cada tipo de operação. 3a. Manuseios de solo: • procedimentos; • partida nos motores convencionais: o partida manual; o extinção de fogo no motor • partida nos motores turboélice: o procedimentos anteriores à partida; o procedimentos de partida • partida nos motores turbojato: o operação de pré-voo; o procedimentos de partida 3b. Equipamentos de apoio: • unidades de força elétrica; • unidades de força hidráulica; • unidades de ar condicionado e de aquecimento; • equipamento de prélubrificação 4. Citar os procedimentos de abastecimento e ancoragem de aeronaves. 4.1. Reconhecer os tipos de incêndios e os meios de extinção. 4.2. Descrever os agentes extintores aplicáveis de acordo com a tabela de toxidade. 4.3. Indicar as marcas de adequabilidade do extintor para cada classe de fogo. 4.4. Descrever os procedimentos anteriores ao levantamento da aeronave. 4.5. Citar os procedimentos 4a. Equipamentos contra fogo: • tipos de incêndio; • extinção de incêndio; • tipos de extintor versus agente extintor; • verificação periódica dos extintores de incêndio; • agentes extintores; • marcas recomendadas para indicar a aplicabilidade do extintor; • extintores para aeronaves: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 94 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP indicados para o levantamento e o abaixamento da aeronave. 4.6. Descrever os procedimentos de segurança durante os reabastecimentos de combustível. 4.7. Descrever os procedimentos de precaução exigidos durante o reabastecimento de óleo. 4.8. Descrever os procedimentos de precaução durante o reabastecimento do sistema de oxigênio. o extintores portáteis; o extintores de solo do tipo manual 4b. Levantamento e abaixamento da aeronave pelos macacos: • procedimentos anteriores; • levantamento da aeronave completa; • levantamento apenas de uma das rodas da aeronave; • abaixamento 4c. Abastecimento de combustível nas aeronaves: • procedimentos de abastecimento de combustível; • deveres da equipe durante o reabastecimento • operações de reabastecimento: o reabastecimento por pressão 4d. Abastecimento de óleo nas aeronaves: • procedimentos de abastecimento de óleo; • operações de reabastecimento 4e. Abastecimento de sistemas de oxigênio: • procedimentos de abastecimento do sistema de oxigênio; • os perigos do oxigênio – precauções 5. Descrever a sinalização padronizada durante as operações de táxi de aeronaves. 5.1. Reconhecer os procedimentos de ancoragem com equipamento adequado à aeronave. 5.2. Descrever as normas de segurança de com helicópteros. 5.3. Citar as normas de segurança referentes a reboque de aeronaves. 5a. Ancoragem de aeronaves: • procedimento normal de ancoragem; • pontos para amarração; • cabo de ancoragem; • cordas de amarração; • correntes de amarração; • ancoragem de aeronaves leves; • segurança de aeronaves pesadas; • ancoragem de aeronaves em condições de tempestade; • segurança de aeronaves multimotoras; • segurança de helicópteros; • segurança de hidroavião e de aeronaves com esqui 5b. Movimentação da aeronave: • reboque de aeronaves; • sinais de táxi; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 95 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • taxiando a aeronave 6. Analisar as normas de segurança relativas aos trabalhos de manutenção. 6.1. Reconhecer os limites de circulação em pistas e hangares. 6.2. Citar os procedimentos de segurança relativos aos trabalhos de manutenção. 6.3. Reconhecer as operações de retirada de neve e de gelo de uma aeronave. 6a. Segurança na manutenção: • faixas de segurança; • fios de força; • sistema de ar comprimido; • poças de óleo ou de graxa; • montagem de pneus de aeronaves; • soldagem 6b. Operações em condições de neve ou gelo: • procedimento de retirada de neve ou de gelo de uma aeronave Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 96 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Continuação do Módulo Célula e início do Módulo Grupo Motopropulsor I – Motor Convencional C.9 – ESTRUTURAS DE AERONAVES E SISTEMAS DE CONTROLE DE VOO Função: Planejamento e Controle COMPETÊNCIAS 1. Definir os tipos de construção da estrutura das aeronaves. HABILIDADES 1.1. Descrever os esforços estruturais sofridos pelo avião em voo. 1.2. Identificar os tipos de construção de fuselagens. 1.3. Identificar o sistema de numeração das estações da fuselagem. 1.4. Indicar os tipos de asas e sua estrutura. 1.5. Citar a finalidade dos componentes dos casulos. 1.6. Identificar cada componente da empenagem e suas funções. 1.7. Caracterizar as diferenças estruturais dos helicópteros em relação ao avião. 1.8. Identificar o revestimento como composição da estrutura. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Estruturas de avião: • aeronave de asa fixa – principais estresses estruturais • fuselagem: o tipo treliça; o tipo monocoque; o tipo semi-monocoque; o sistema de numeração da localização das estações da fuselagem • asas: o configuração de asas; o longarinas de asa; o nervuras de asa • naceles ou casulos: o componentes; o carenagens • empenagem: o componentes 1b. Estruturas de helicópteros: • componentes de helicópteros: o características 1c. Revestimento e carenagens: • características: o portas e janelas de acesso e inspeção 2. Identificar os esforços estruturais sofridos pelas aeronaves em voo. 2.1. Descrever os efeitos das superfícies de controle de voo no deslocamento do avião. 2.2. Identificar os tipos de trem de pouso. 2a. Superfícies de controle de voo: • superfícies primárias: o ailerons • superfícies auxiliares: o das asas; o compensadores 2b. Trem de pouso: • tipos de trem de pouso; • características 3. Identificar a função e o mecanismo de acionamento das superfícies de comando. 3.1. Identificar os mecanismos transmissores de movimento às superfícies de comando. 3.2. Indicar a vantagem da operação hidráulica dos comandos. 3. Componentes dos sistemas: • ferragem do sistema de controle de voo e mecanismos de comando: o conjunto de cabos; o esticadores; o conectores de cabos • sistemas de controle operados hidraulicamente: o operação; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 97 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o controle manual; o trava de comandos 4. Distinguir os equipamentos e os procedimentos de ajuste de aeronaves. 4.1. Identificar os cuidados a serem tomados com os pontos de ligação e articulação dos comandos mecânicos. 4.2. Descrever os processos de amortecimento e de travamento dos comandos. 4.3. Caracterizar os instrumentos de medição da tensão dos cabos e os de medição de amplitude das superfícies de comando. 4.4. Indicar os limites dos ângulos e das distâncias permitidos pelos manuais dos fabricantes. 4.5. Enunciar a sequência das operações de ajuste e das verificações posteriores. 4.6. Interpretar as anotações de verificação da trajetória das pás. 4a. Sistemas de comandos mecânicos: • guias dos cabos; • ligações mecânicas; • tubos de torque; • batentes 4b. Amortecedores de superfície de controle e de travamento: • equipamento para travamento interno; • amortecedores de superfície de controle; • travas externas das superfícies de controle; • reguladores de controle 4c. Ajustes de um avião: • procedimentos de ajuste: o medição da tensão de cabos de comando; o medição da amplitude das superfícies de comando; o gabaritos e moldes; o réguas • verificação do ajuste: o alinhamento estrutural; o inspeção do ângulo de diedro; o inspeção do ângulo de incidência; o inspeção da superfície vertical; o inspeção do alinhamento dos motores; o inspeção da simetria da aeronave • ajuste das superfícies de comando: o sequência de operações 4d. Ajustes de um helicóptero: • sequência de operações; • trajetória da pá 5. Identificar os processos de balanceamento das superfícies de comando de voo. 5.1. Reconhecer a necessidade do balanceamento das superfícies de controle. 5.2. Identificar os métodos de balanceamento ou de rebalanceamento após reparos nas superfícies de comando. 5. Princípios de balanceamento ou de rebalanceamento: • condições de equilíbrio; • rebalanceamento de superfícies móveis; • balanceamento estático; • balanceamento dinâmico; • procedimentos para rebalanceamento após reparos nas superfícies: o requisitos; o métodos CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 98 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 99 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP C.10 – SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO, NAVEGAÇÃO E INSTRUMENTOS Função: Estudos dos Sistemas de Comunicação e Navegação COMPETÊNCIAS 1. Identificar a função dos componentes dos sistemas de comunicação e navegação e sua localização na aeronave. HABILIDADES 1.1. Identificar a função do equipamento de recepção e de transmissão. 1.2. Identificar os componentes de um sistema de comunicação. 1.3. Identificar os equipamentos de comunicação de aeronaves. 1.4. Identificar os equipamentos de navegação e sua localização na aeronave. 1.5. Reconhecer a finalidade de cada equipamento. 1.6. Reconhecer a importância do ELT e da sua localização na aeronave. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Princípios básicos do rádio: • equipamento de recepção e transmissão: o princípios de funcionamento; o faixas de frequência 1b. Componentes básicos dos equipamentos de rádio: • sistema de comunicação: o transmissores; o receptores; o antenas; o microfones; o fontes de alimentação 1c. Sistemas de comunicação: • equipamentos de comunicação: o comunicações vhf; o comunicações hf 1d. Equipamentos de navegação de bordo: • sistema de navegação vhf (vor); • sistema de pouso por instrumentos (ils): o feixes balizadores (marker beacon) • equipamento de detecção da distância (dme); • detector automático da direção (adf); • sistema atc (air traffic control); • sistema de navegação Doppler; • sistema de navegação inercial; • sistema de radar meteorológico; • sistema rádio-altímetro 1e. Transmissor localizador (ELT): • operação do transmissor localizador; • localização na aeronave 2. Descrever as condições de instalação dos equipamentos e os procedimentos de manutenção previstos pelo fabricante da aeronave. 2.1. Identificar as condições de instalação dos equipamentos quanto à segurança. 2.2. Interpretar as instruções de manutenção dos manuais dos fabricantes. 2a. Instalação de equipamentos de comunicação e de navegação: • características; • arrefecimento e umidade; • isolamento da vibração; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 100 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • redução da radiointerferência; • descarregadores de estática; • instalação de antenas na aeronave: o linhas de transmissão 2b. Rotina de manutenção do equipamento rádio: • procedimentos de manutenção 3. Indicar as condições de instalação dos instrumentos, a fonte de alimentação de cada um, sua finalidade na aeronave, os princípios de funcionamento e os procedimentos de manutenção. 3.1 Identificar os tipos de instrumentos de uma aeronave. 3.2. Identificar os componentes básicos de um instrumento. 3.3. Descrever o sistema de fixação dos instrumentos no painel. 3.4. Identificar os serviços que devem ser executados pelos mecânicos. 3.5. Descrever o princípio de funcionamento dos manômetros. 3.6. Identificar o funcionamento dos instrumentos indicadores das condições de operação do motor. 3.7. Enunciar os componentes de um sistema Pitot. 3.8. Identificar o princípio de funcionamento dos instrumentos ligados ao sistema Pitot. 3.9. Descrever os procedimentos de manutenção de um sistema Pitot. 3.10. Identificar o princípio de funcionamento dos indicadores de curva e inclinação. 3.11. Caracterizar os tipos de sistemas de indicação “Sincro”. 3.12. Identificar os componentes de um sistema indicador do tipo capacitor e sua operação. 3.13. Identificar o princípio de operação do indicador de ângulo de ataque. 3.14. Reconhecer os sistemas de indicação da rotação do motor. 3.15. Descrever o princípio de funcionamento de um sincroscópio. 3.16. Distinguir os diversos tipos de sistemas de indicação de temperatura. 3.17. Indicar as características de um sistema indicador de fluxo. 3.18. Identificar as fontes de força utilizadas na operação de instrumentos giroscópicos. 3.19. Caracterizar os tipos de sistemas de sucção para 3a. Características instrumentos: • princípios básicos instrumentos; • caixas de instrumento; • mostradores; • marcações de limites; • painéis de instrumentos; • características; • reparo dos instrumentos: o procedimentos dos dos 3b. Indicadores de pressão: • manômetros; • instrumentos dos motores; • indicadores de pressão hidráulica; • indicadores de pressão do sistema de degelo; • indicadores de pressão do tipo diafragma; • indicadores de sucção; • indicadores da pressão de admissão 3c. Sistema pitot: • funcionamento do sistema pitot • altímetros: o erros de altímetros • indicadores de razão de subida (climb); • indicador de velocidade aerodinâmica; • indicador de número mach; • indicadores combinados de velocímetro/ maquímetro; • manutenção do sistema pitot: o procedimentos; o teste quanto a vazamentos no sistema pitot 3d. Indicadores de curva e inclinação: • indicadores de curva e inclinação: o características. operação; o práticas de manutenção para os indicadores de curva CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 101 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP operação de giroscópios. 3.20. Identificar os procedimentos de manutenção dos sistemas de sucção. 3.21. Descrever o princípio de funcionamento do indicador elétrico de atitude. 3.22. Identificar o processo de funcionamento de uma bússola. 3.23. Identificar os procedimentos de compensação de bússolas. 3.24. Descrever a operação dos componentes básicos de um sistema de piloto automático. 3.25. Identificar os procedimentos de manutenção do sistema de piloto automático. 3.26. Identificar as características do sistema anunciador de alarme. 3.27. Identificar as condições típicas de funcionamento do sistema de alerta auditivo. 3e. Sistema de indicação remota tipo “Sincro”: • características do sistema de indicação; • sistema selsyn de c.c.; • sistema magnesyn; • indicações remotas de pressão de óleo e de combustível 3f. Sistema indicador de quantidade de combustível tipo capacitor: • características do sistema de indicação a capacitor; • operação 3g. Sistemas de indicação do ângulo de ataque: • características do indicador de ângulo de ataque; • operação 3h. Indicador de RPM (tacômetro): • indicador de RPM: o sistema indicador mecânico; o sistema indicador elétrico; o manutenção dos tacômetros 3i. Sincroscópio: • características sincroscópio; • operação do 3j. Indicadores de temperatura: • indicadores de temperatura: o termômetro de resistência elétrica; o indicadores de temperatura do tipo bimetálico; o sistemas de indicação de temperatura dos gases; o termômetro de resistência de razão elétrica 3k. Sistema medidor de fluxo de combustível: • característica do sistema indicador de fluxo; • operação 3l. Instrumentos giroscópicos: • características dos instrumentos giroscópicos; • fontes de força para operação do giroscópio: o sistema de vácuo; o sistema de tubo venturi • bomba de vácuo movida pelo CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 102 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP motor; • sistema típico de sucção produzida por bomba; • sucção: o operação de um sistema típico de sucção • giroscópios operados por pressão; • práticas de manutenção de um sistema de sucção 3m. Indicador elétrico de atitude: • características do indicador elétrico de atitude; • operação 3n. Compasso magnético (bússola): • características do compasso magnético; • operação 3o. Sistema de piloto automático: • características do sistema de piloto automático; • princípio de operação • componentes básicos de um piloto automático: o elementos de comando; o elementos sensíveis; o elementos de informação; o elementos de atuação • sistema diretor de voo; • manutenção do sistema de piloto automático 3p. Sistema anunciador de alarme: • características do sistema anunciador de alarme 3q. Sistema de alerta auditivo: • características do sistema de alerta auditivo Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 40 Total 100 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 103 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO CÉLULA – Oficinas PRÁTICA DE OFICINA Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Adotar, durante os trabalhos na oficina, as normas de segurança e os procedimentos adequados em caso de acidentes. HABILIDADES 1.1. Descrever as normas de segurança adotadas nas oficinas. 1.2. Relacionar os tipos de incêndio aos agentes extintores. 1.3. Reconhecer os procedimentos a serem adotados no caso de incêndios e de acidentes. BASES TECNOLÓGICAS 1. Normas e procedimentos: • normas de segurança em relação a ferramentas manuais, máquinas, equipamentos elétricos e pneumáticos em torno da aeronave: o relativas à eletricidade, alta voltagem, circuitos energizados, baterias, retificadores e manuseio da fiação • segurança contra fogo: o identificação dos extintores; o classificação dos incêndios; o operação dos extintores • segurança pessoal e primeiros socorros: o proteção dos olhos; o elementos químicos perigosos; o efeitos dos choques, intensidade, tratamento; o respiração artificial; o tratamento de queimaduras e feridas 2. Utilizar, com correção, as ferramentas manuais comuns, as de corte e as de medição. 2.1. Efetuar tarefas com ferramentas manuais comuns e de corte. 2.2. Efetuar medições com instrumentos comuns e de precisão. 2. Ajustagem de peças na bancada: • tarefas de ajustagem com ferramentas manuais: o corte e trabalho de lima exercícios de corte com serra de mão. Limagem, Furação. Afiação de brocas. Corte de roscas com tarraxa e cossinetes. Raspagem • medição com instrumentos comuns e de precisão: o uso de régua metálica e compasso de ponta-seca. Paquímetro. Calibres. Micrômetros. Mesa de nivelar 3. Realizar curvaturas, flanges e frisos em tubos rígidos e fixar conexões em tubos flexíveis. 3.1. Identificar os processos de fixação de terminais em cabos de comando e de detecção de defeitos. 3.2. Executar frenagens com arames. 3. Arames e cabos metálicos: • inspeção de arames e cabos usados em aviação, quanto a defeitos; • efetuar diversos tipos de frenagens com arames; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 104 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4. Reconhecer os tipos de corrosão e os procedimentos para sua remoção e sua prevenção. 3.3. Descrever os procedimentos de curvatura, flageamento e frisamento de tubos. 3.4. Identificar os processos de instalação de conexões em tubos rígidos e em flexíveis. • curvatura de tubos com e sem tratamento térmico, tubos flangeados, tubos frisados e conexões e uniões em tubulação dos sistemas de combustível, lubrificante e hidráulico 4.1. Caracterizar corrosão e os métodos de remoção e de preservação durante a manutenção das aeronaves. 4. Corrosão: • natureza e causas da corrosão, tipos, remoção, tipos de proteção, métodos de aplicação do elemento protetor. Proteção contra a corrosão durante a construção e a manutenção das aeronaves e de seus componentes Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 20 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 105 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP OFICINA DE MONTAGEM E ALINHAMENTO Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Adotar os procedimentos de inspeção e reparo de aeronaves com revestimento metálico e de tecido. HABILIDADES 1.1. Efetuar os procedimentos de reparos em estruturas e revestimentos metálicos de aviões pressurizados ou não. 1.2. Remover corrosão de componentes de aviões. BASES TECNOLÓGICAS 1. Reparo dos componentes: • reparos em estruturas e revestimentos metálicos; reparos em revestimentos selados de aviões pressurizados; • remoção de corrosão dos componentes do avião e tratamento de prevenção da corrosão; • reparos em superfícies de comando com revestimento metálico e de tecido 2. Identificar os equipamentos e os procedimentos de verificação do alinhamento estrutural e da simetria de aeronave. 2.1. Identificar os procedimentos de verificação do alinhamento estrutural e a simetria de aviões. 2. Alinhamento: • verificação do alinhamento do avião de acordo com o manual do fabricante: o alinhamento estrutural: ângulos de diedro e de incidência, estabilizadores, motores e simetria do avião 3. Adotar os procedimentos de reparos, remoção de corrosão e tratamento de prevenção da corrosão. 3.1. Efetuar a limpeza da aeronave utilizando os produtos recomendados pelo fabricante. 3.2. Descrever as operações de pintura e acabamento em aeronaves. 3.3. Inspecionar, quanto a danos e desgaste, os componentes do conjunto motor-transmissãorotor e demais componentes da fuselagem, efetuando os reparos necessários. 3.4. Utilizar os processos de remoção da corrosão. 3a. Acabamento e pintura de aviões e helicópteros: • limpeza da aeronave; • mascaramento e pintura de partes da aeronave; • polimento de plásticos e pequenos reparos em superfícies transparentes 3b. Desmontagem de helicópteros: • remoção dos componentes da fuselagem: motor, cone de cauda, portas, estabilizadores, trem de pouso, rotores e conjunto motor-transmissorrotor: o inspeção dos componentes da fuselagem quanto a deformação, corrosão e desgaste 3c. Reparos: • reparos em estruturas, revestimentos e superfícies de acrílico: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 106 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o remoção de corrosão dos componentes e tratamento de prevenção da corrosão 4. Descrever os procedimentos de pesagem de aeronaves e de balanceamento com remoção ou instalação de lastros. 4.1. Identificar as condições de operação dos componentes. 4.2. Executar os procedimentos de ajustagem dos comandos das superfícies de voo. 4.3. Descrever os processos de pesagem e do balanceamento de aviões. 4.4. Inspecionar os comandos de voo quanto ao sincronismo. 4.5. Efetuar teste de motor, ajustagem e pesquisa de panes. 4.6. Efetuar pesagem e balanceamento do helicóptero. 4a. Comandos de voo: • verificação das condições de operação de roldanas, guias e conectores de cabos, esticadores, ligações e articulações mecânicas, batentes; • travamento dos comandos e das superfícies de comando na posição neutra; ajuste de tensão dos cabos; regulagem das hastes e batentes; verificação da amplitude e da sincronização de movimentos das superfícies de comando; • rebalanceamento das superfícies que sofreram reparos 4b. Pesagem e balanceamento: • pesagem e balanceamento do avião: o colocação ou remoção de lastro 4c. Comandos de voo: • comandos de voo: inspeção e manutenção e sincronismo dos comandos 4d. Testagem: • partida do motor, testes e ajustagens: o pesquisas de panes de motor e sistemas 4e. Pesagem e balanceamento: • pesagem e balanceamento e colocação e remoção de lastros Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 20 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 107 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP OFICINA DE SISTEMAS HIDRÁULICOS Função:Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Remover componentes do sistema hidráulico de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Identificar os tipos e as características dos fluidos hidráulicos. 1.2. Identificar os tipos de sistemas hidráulicos e os equipamentos de teste. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Fluidos hidráulicos: • fluidos hidráulicos: o problemas armazenagem e contaminação; o cuidados no manuseio de de 1b. Circuitos hidráulicos básicos: • tipos de sistemas e operação; • equipamentos de teste, tipo de bancada ou tipo portátil e fontes de acionamento 2. Descrever as operações de desmontagem, revisão, montagem e instalação, de acordo com as determinações dos fabricantes dos componentes e da aeronave. 2.1. Descrever os procedimentos previstos pelos fabricantes para a remoção e a manutenção das unidades dos sistemas hidráulicos. 2.2. Descrever os procedimentos previstos pelos fabricantes para instalação e inspeção das unidades dos sistemas hidráulicos. 2. Manutenção das unidades de sistemas hidráulicos: • remoção, desmontagem, revisão e montagem das unidades do sistema hidráulico seguindo as determinações dos fabricantes: o reservatórios; bombas de força; bombas manuais; filtros; válvulas de corte, desconectoras, unidirecionais, de alívio, seletoras, lançadeiras; restritores; manômetros; acumuladores e reguladores de pressão; cilindros atuadores; motores hidráulicos; fusíveis hidráulicos; interruptores de pressão; tubulações e conexões; o pernas de força; amortecedores; mecanismo de recolhimento e de extensão normal e em emergência; sistema da roda do nariz ou bequilha; o rodas: rolamentos, pneus e câmaras de ar; o conjuntos de freio e unidades hidráulicas do sistema antiderrapante; o sistema de direção da roda do nariz; o sistemas de flapes e de spoilers; o sistemas hidráulicos de acionamento das superfícies de comando: ailerons, profundores e leme de direção; o sistema hidráulico limpador CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 108 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de parabrisas; o sistema de piloto automático • instalação e inspeção das unidades seguindo as determinações dos fabricantes: o verificação de folgas; alinhamentos; regulagens; sangrias e pressões; o teste de recolhimento e de extensão do trem de pouso; o pesquisa e eliminação de panes do sistema hidráulico; o preenchimentos de fichas, relatórios e etiquetas Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 10 Total 10 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 109 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP OFICINA DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Remover componentes do sistema pneumático de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Explicar os procedimentos previstos pelos fabricantes para remoção e manutenção das unidades dos sistemas pneumáticos. BASES TECNOLÓGICAS 1. Componentes do sistema pneumático: • remoção, desmontagem, revisão e montagem dos componentes dos sistemas pneumáticos: o sistema pneumático em geral: compressores, bombas, válvulas, restritores, filtros, garrafas de ar, tubulações e conexões; o sistema de pressurização: compressores, válvulas de saída de fluxo, dutos de ar e conexões; o sistema de ar condicionado: aquecedores, trocadores de calor, válvulas, unidades do sistema de refrigeração 2. Descrever as operações de desmontagem, revisão, montagem e instalação de acordo com as determinações dos fabricantes dos componentes e da aeronave. 2.1. Descrever as operações de manutenção e testes nos sistemas após a instalação dos componentes. 2.2. Efetuar os procedimentos de manutenção dos componentes de sistemas de oxigênio. 2a. Manutenção do sistema pneumático e subsistemas: • verificação do nível de óleo no compressor; • limpeza do sistema para remoção de óleo e impurezas; • teste de operação do condicionamento de ar; • operações de manutenção do sistema de refrigeração a freon, de acordo com as determinações do fabricante 2b. Sistemas de oxigênio: • manutenção dos componentes dos sistemas de oxigênio nos estados gasoso, líquido e sólido: o tubulações e conexões, válvulas, reguladores de pressão, indicadores de pressão e de fluxo, máscaras, conversores, geradores de oxigênio (velas) e reservatórios; o abastecimento do sistema de oxigênio; procedimentos de segurança e transporte de oxigênio; o testes de vazamento no sistema de oxigênio; o prevenção contra fogo e explosão do oxigênio CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 110 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 10 Total 10 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 111 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR I – Qualificação Técnica de Nível Médio de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Motopropulsor M.1 – TEORIA E CONSTRUÇÃO DE MOTORES DE AERONAVES I Função: Estudos e Projetos COMPETÊNCIAS 1. Identificar os principais fatores e as exigências a serem consideradas na construção de motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Descrever as características de construção dos motores de aeronaves. 1.2. Citar as exigências gerais a serem cumpridas na construção de motores de aeronaves. 1.3. Identificar os diversos tipos de motores alternativos. 1.4. Distinguir a classificação de cada tipo de motor. 1.5. Identificar as características das seções em que se divide um cárter de motor alternativo. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Teoria do motor: • comparação dos motores de aeronaves; • exigências gerais; • potência e peso; • economia de combustível; • durabilidade e confiabilidade; • flexibilidade de operação; • compactação; • seleção do motor 1b. Tipos de motores alternativos: • motores em linha; • motores opostos ou tipo “o”; • motores em “v”; • motores radiais; • projeto e construção de motores alternativos 1c. Seções do cárter: • motores radiais: o seção de nariz; o seção de potência; o seção difusora; o seção de acessórios; o trens de engrenagens dos acessórios • tipos em linha ou opostos 2. Identificar a função de cada componente dos motores convencionais. 2.1. Descrever as funções do eixo de manivelas de um motor. 2.2. Identificar os tipos de biela utilizadas em motores de aeronaves. 2.3. Caracterizar as funções dos pistões e de seus componentes. 2.4. Distinguir a função de cada tipo de anel de segmento no desempenho do motor. 2.5. Identificar os fatores principais a serem considerados no projeto e na construção de um conjunto de cilindro. 2.6. Identificar os processos de cálculo da ordem de fogo dos diversos tipos de motor. 2.7. Identificar os diversos tipos de válvulas de admissão e de escapamento. 2a. Eixos de manivelas: • balanceamento do eixo de manivelas; • amortecedores dinâmicos 2b. Bielas: • conjunto de biela mestra e articulada; • pinos de articulação; • biela plana; • biela tipo forquilha e pá 2c. Pistões: • fabricação do pistão; • pino do pistão • anéis de segmento. fabricação: o anéis de compressão; o anéis de controle do óleo; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 112 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 2.8. Caracterizar o funcionamento do mecanismo de operação das válvulas. 2.9. Identificar os três tipos de mancais utilizados em motores. 2.10. Identificar o princípio de funcionamento dos diferentes tipos de redutores da rotação da hélice. 2.11. Identificar as características dos eixos da hélice. 2.12. Caracterizar o princípio de funcionamento dos motores alternativos. 2.13. Identificar a operação dos quatro tempos de um motor alternativo. o anel raspador de óleo 2d. Cilindros: • construção; • cabeças de cilindro; • corpo do cilindro; • numeração dos cilindros 2e. Ordem de fogo: • finalidade; • motores radiais de fileira única; • motores radiais de duas carreiras de cilindros 2f. Válvulas: • construção das válvulas • mecanismo de operação das válvulas: o anel de ressaltos; o eixo de ressaltos; o conjunto de tuchos; o tuchos hidráulicos; o haste impulsora; o balancim; o molas das válvulas; o levantador hidráulico de válvulas 2g. Mancais: • mancais lisos; • mancais de esferas; • mancais de roletes 2h. Engrenagens de redução da hélice: • características. funcionamento das engrenagens de redução da hélice 2i. Eixos de hélice: • características dos eixos da hélice 2j. Motores alternativos – princípio de funcionamento: • operação do motor • ciclos de operação: o ciclo de quatro tempos: o tempo de admissão; o tempo de compressão; o tempo de potência; tempo de escapamento o 3. Distinguir os processos utilizados na execução de cálculos para a determinação da potência, do rendimento e do empuxo dos vários tipos de aeronave. 3.1. Identificar os processos de cálculo para determinação da potência de um motor alternativo. 3.2. Identificar os tipos de rendimentos produzidos pelos motores de aeronaves. 3a. Potência e eficiência dos motores alternativos: • trabalho: o cavalo-vapor (hp) • deslocamento do êmbolo: o área de um círculo • taxa de compressão; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 113 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • • potência indicada; potência ao freio; potência de atrito; pressões efetivas médias de freio e de atrito; • potência de empuxo 3b. Rendimento dos motores: • rendimento térmico; • rendimento volumétrico; • rendimento mecânico; • rendimento propulsivo Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 114 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.2 – SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR, SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO E DE REFRIGERAÇÃO DO MOTOR I Função:Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Identificar as características de funcionamento dos componentes do sistema de combustível dos motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Identificar as características dos sistemas de combustível do motor. BASES TECNOLÓGICAS 1. Sistemas de combustível do motor: • características dos sistemas de combustível do motor; • bolha de vapor; • sistema básico de combustível; • dispositivos de medição de combustível para motores alternativos; • misturas combustível/ar 2. Descrever a operação e os procedimentos de manutenção de carburadores dos motores convencionais. 2.1. Identificar a aplicação do tubo de Venturi no carburador. 2.2. Identificar as características de um carburador. 2.3. Explicar o funcionamento dos sistemas de um carburador do tipo bóia. 2.4. Identificar as unidades de um carburador de injeção de pressão. 2.5. Explicar o funcionamento dos sistemas de um carburador do tipo de injeção de pressão. 2.6. Citar as características de um carburador PS Stromberg. 2. Princípios da carburação: • princípios do venturi: o aplicação do princípio de venturi no carburador • medição e descarga de combustível • carburadores: o sistemas do carburador; o tipos de carburador; o congelamento do carburador • carburador tipo bóia: o mecanismo da bóia; o sistema principal de medição; o sistema de marcha lenta; o sistema de aceleração; o sistema economizador • carburadores de injeção de pressão: o características; o corpo do acelerador; o unidade reguladora; o unidade de controle de combustível; o controle automático de mistura; o unidade adaptadora • sistemas do carburador de injeção de pressão: o sistema principal de medição; o sistema de marcha lenta; o sistema de aceleração; o sistema de controle de mistura; o sistema de corte de marcha lenta • carburadores séries ps stromberg: o características; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 115 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o bomba de aceleração; o controle manual de mistura 3. Identificar os princípios de operação do sistema indicador de quantidade de combustível. 3.1. Identificar os procedimentos de manutenção de carburadores. 3.2. Identificar os procedimentos de manutenção do sistema de combustível da aeronave. 3.3. Explicar as condições de aeronavegabilidade dos componentes do sistema completo de combustível. 3.4. Identificar a utilização do sistema de injeção de água e sua aplicação. 3a. Procedimentos de manutenção: • manutenção de carburadores: o instalação do carburador; o regulagem dos controles do carburador; o ajuste das misturas de marcha lenta; o ajuste de velocidade de marcha lenta • inspeção e manutenção do sistema de combustível: o sistema completo; o tanques de combustível; o linhas e fixadores; o válvula seletora; o bombas; o filtros das linhas principais; o indicadores de quantidade de combustível; o indicador de pressão de combustível; o sinal de aviso de pressão 3b. Sistemas de injeção de água: • sistema de injeção de água: o funcionamento Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 116 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.3 – SISTEMAS DE IGNIÇÃO E ELÉTRICO DO MOTOR, SISTEMAS DE PARTIDA DO MOTOR I Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer o funcionamento dos componentes de um sistema de ignição de motores alternativos. 2. Identificar os procedimentos de inspeção e manutenção dos sistemas de ignição e elétrico dos motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Identificar as classes do sistema de ignição dos motores alternativos. 1.2. Reconhecer os componentes de um sistema de ignição por magneto de alta tensão. 1.3. Identificar o princípio de funcionamento dos componentes do sistema. 2.1. Reconhecer os procedimentos de inspeção e de manutenção dos sistemas de ignição. 2.2. Distinguir os procedimentos de sincronia e regulagem de magnetos. 2.3. Identificar os procedimentos de ajuste dos magnetos de baixa tensão. 2.4. Identificar as operações de teste do sistema de ignição de um motor alternativo. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Sistema de ignição do motor alternativo: • sistema de ignição do motor alternativo: o sistema por bateria; o sistema por magneto 1b. Sistema de magneto: • sistema de magneto de alta tensão: o conjunto de contatos platinados; o conjunto de bobina; o distribuidor; o ventilação do magneto e distribuidor; o cabos de ignição; o interruptores de ignição; o magnetos com sistemas simples e duplo de alta tensão; o sistemas de montagem do magneto • sistema de magneto de baixa tensão: o características; o operação do sistema de ignição de baixa tensão; o distribuidor do sistema de baixa tensão • unidades auxiliares de ignição: o dínamo; o vibrador de indução; o acoplamento de impulso ; o vibrador indução de interruptor de retardo de alta tensão; o vibrador interruptor de retardo de baixa tensão; o velas de ignição 2a. Inspeção e manutenção do sistema de ignição de motores convencionais: • dispositivos de regulagem do magneto de ignição: o marcas de referência para a regulagem no próprio motor; o disco de sincronização; o indicador de posição do pistão; o luzes de sincronia • checando a sincronização CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 117 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 2.5. Distinguir os procedimentos de inspeção e de manutenção das velas de ignição. 2.6. Distinguir os procedimentos de instalação de velas e de cabos. 2.7. Identificar as operações de inspeção dos contatos platinados e sua recuperação. 2.8. Identificar os procedimentos de manutenção das cablagens de ignição. 2.9. Reconhecer os procedimentos seguidos na aplicação dos testes das cablagens. 2.10. Identificar os procedimentos de utilização dos equipamentos portátil e permanente de analisador de motores. interna do magneto; • sincronia do magneto de alta tensão em bancada; • sincronizando o magneto de alta tensão com o motor; • regulagem do magneto usando o dispositivo de catraca; • ajuste do magneto de montagem fixa sem ferramentas especiais • ajuste da palheta de contato do distribuidor: o procedimento de ajuste do sistema de magneto de baixa tensão; o instalação do distribuidor do sistema de baixa tensão; o efetuando um teste no sistema de ignição; o verificação da chave seletora de ignição; o substituição dos cabos de ignição; o substituição de cablagem; o teste do sistema de bobina de alta tensão de ignição • inspeção e manutenção das velas de ignição: o carbonização de velas pelo chumbo; o oxidação de velas pelo chumbo; o formação de grafite nas velas; o folga por erosão das velas; o remoção de velas; o inspeção e manutenção antes da instalação; o instalação da vela; o instalação do cabo de vela • inspeção do platinado: o procedimentos; o recondicionamento dos contatos do platinado; o inspeção dielétrica • manutenção dos cabos de ignição: o procedimentos; o falhas das cablagens de ignição de alta tensão; o teste de cablagem; o teste de cablagem de ignição de alta voltagem; o teste de isolamento de corrente contínua 2b. Analisador de motores: • analisador portátil; • analisador permanente CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 118 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 3. Reconhecer as medidas de precaução e os procedimentos corretos para a instalação dos componentes dos sistemas de ignição e elétrico e do encaminhamento da fiação em motores de aeronaves. 3.1. Indicar os fatores que influem na escolha da bitola de fios. 3.2. Identificar o tipo de material a ser usado no fio condutor de um determinado circuito elétrico. 3.3. Descrever os processos de identificação de fios e cabos condutores. 3.4. Identificar as condições adequadas para instalação e encaminhamento da fiação elétrica. 3.5. Indicar as medidas de precaução a serem adotadas em uma instalação elétrica de aeronave. 3.6. Justificar a necessidade da perfeita fixação das braçadeiras de fios e cabos. 3.7. Definir os termos utilizados na instalação elétrica de uma aeronave. 3.8. Identificar os procedimentos corretos de corte de fios e cabos. 3.9. Indicar as precauções a serem seguidas no desencapamento de fios e de cabos. 3.10. Descrever os procedimentos de emendas em emergência. 3.11. Enunciar os procedimentos para uma perfeita fixação dos terminais de fios a blocos terminais. 3.12. Justificar a necessidade da perfeita ligação à massa de todas as unidades. 3.13. Identificar as diferentes classes de conectores usados em sistemas elétricos. 3.14. Reconhecer os limites de carga elétrica suportada por um circuito. 3.15. Utilizar os dispositivos de proteção cujos valores sejam especificados pelo fabricante. 3a. Sistemas elétricos do motor: • bitola de fio; • fatores que afetam a seleção da bitola do fio; • fatores que influenciam na seleção do material condutor; • queda de voltagem nos fios e nos cabos de uma aeronave; • instruções para usar o gráfico de fios elétricos; • isolamento do condutor; • identificação de fios e cabos • instalação da fiação elétrica: o grupos de fios e chicotes; o fios trançados; o emendas nos chicotes; o frouxidão nos chicotes e raio de curvatura; o instalação e encaminhamento; o proteção contra fricção e alta temperatura; o proteção contra solventes e fluidos; o precauções na instalação; o instalação das braçadeiras de cabos • amarração e enlace de chicotes: o amarração com cordão inteiriço; o amarração com cordão duplo; o amarração de ramificações; o enlace 3b. Fios e cabos: • corte de fios e cabos: o procedimentos • desencapamento de fios e cabos: o terminais e emendas sem solda; o terminais de fios de cobre; o ferramentas de estampagem; o terminais de fios de alumínio; o emendas de fios de cobre usando emendas préisoladas • emendas de emergência: o emenda com solda e composto condutor antioxidante • conexão de terminais de fios a blocos terminais: o procedimentos 3c. Ligação à massa: • ligação à massa: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 119 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o finalidade; o procedimentos gerais; o teste de ligações à massa 3d. Conectores: • tipos de conectores; • identificação de conectores; • instalação de conectores 3e. Instalação de equipamento elétrico: • instalação de equipamento elétrico: o conduite; o limites de carga elétrica; o controle ou monitoramento da carga elétrica 3f. Dispositivos de proteção de circuitos: • dispositivos de proteção de circuitos: o disjuntores ou fusíveis; o interruptores; o relés Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 120 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.4 – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE MOTORES, OPERAÇÃO E MONTAGEM DO MOTOR I Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer os motivos que determinam a remoção de motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Reconhecer os motivos que obrigam a uma remoção de motor convencional. BASES TECNOLÓGICAS 1. Remoção de motores alternativos: • remoção de motores alternativos: o extensão excedida da vida do motor; o parada brusca; o súbita redução na velocidade de rotação; o partículas metálicas no óleo; o operação instável do motor 2. Reconhecer os preparativos, procedimentos de remoção e instalação e os testes posteriores de motores de aeronaves. 2.1. Identificar os procedimentos que antecedem a instalação de um motor convencional. 2.2. Reconhecer as condições da nacele onde serão instalados o motor e os acessórios correlatos. 2.3. Descrever os procedimentos que antecedem a remoção do motor. 2.4. Identificar as linhas, controles e conexões elétricas a serem desligados antes da remoção. 2.5. Identificar os perigos em uma remoção do motor. 2.6. Reconhecer os cuidados necessários na remoção do motor. 2.7. Reconhecer os procedimentos e as medidas de segurança em todas as operações de içamento e ajuste do motor para instalação. 2.8. Identificar os procedimentos anteriores e posteriores aos testes de motores no solo e em voo. 2.9. Reconhecer as informações fornecidas pelo fabricante para instalação e remoção do motor. 2.10. Identificar os métodos de remoção e instalação de motores a reação. 2.11. Descrever as operações de remoção e instalação de motor turboélice. 2.12. Descrever as operações de remoção e instalação de motores de helicópteros. 2.13. Identificar os vários 2a. Preparação dos motores alternativos para instalação: • motores alternativos: o procedimentos que antecedem a instalação • método QECA de montagem de motores radiais; • desestocagem de um motor; • inspeção e desestocagem de acessórios • inspeção e substituição das unidades e sistemas externos ao motor: o procedimentos 2b. Preparação do motor para remoção: • preparação do motor para remoção: o drenagem dos fluidos do motor; o desligamento das conexões elétricas; o desconexão dos controles do motor; o desconexão das linhas de combustível e de óleo; o outras desconexões • remoção do motor: o procedimentos; o içamento do motor; o apoio no suporte 2c. Içamento e ajuste do motor para a instalação: • içamento e ajuste do motor para instalação: o procedimentos; o conexões e ajustes 2d. Preparação do motor para CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 121 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP alinhamentos e ajustes de um motor de helicóptero após a instalação. teste no solo e em voo: • teste de motores no solo e em voo: o pré-lubrificação; o sangria do sistema de combustível; o inspeção da hélice; o verificações e ajustes após o motor ter sido girado e operado 2e. Remoção e instalação de motores de cilindros opostos: • remoção e instalação de motores: o informações gerais; o remoção do motor de cilindros opostos; o instalação do motor 2f. Remoção e instalação de motores de helicópteros: • remoção de um QECA de helicóptero: • instalação de um QECA de helicóptero 2g. Alinhamento e ajustes de QECA de helicóptero: • alinhamento e ajuste de motor de helicóptero: o manete de borboleta do carburador; o controle da mistura do carburador; o controle de temperatura do ar do carburador; o teste de instalação do motor 3. Identificar os materiais utilizados e os procedimentos de estocagem e preservação de motores de aeronaves. 3.1. Identificar as condições de operação dos berços para motores. 3.2. Identificar os materiais e compostos de estocagem e preservação de motores. 3.3. Descrever os tratamentos de prevenção da corrosão em motores. 3.4. Identificar os processos de embalagem de motores para transporte. 3.5. Descrever os procedimentos de inspeção de motores estocados. 3a. Berço do motor: • berços para motores radiais; • berços para motores turbojato 3b. Preservação e estocagem de motores: • preservação e estocagem de motores: o materiais de proteção preventiva contra a corrosão; o compostos de proteção preventiva contra a corrosão; o agentes desidratantes; o tratamento de prevenção da corrosão em motores; o procedimentos; o embalagens para transporte de motores; o inspeção de motores CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 122 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP estocados; o procedimentos 4. Reconhecer os procedimentos de inspeção e recondicionamento dos componentes de motores de aeronaves. 5. Reconhecer as condições de desempenho dos motores, através de testes efetuados durante a operação dos seus sistemas. 4.1. Definir os períodos para as revisões dos motores convencionais. 4.2 Reconhecer a necessidade da observância às instruções dos fabricantes dos motores nas desmontagens, nas inspeções e nos reparos de motores. 4.3. Identificar os procedimentos de inspeção e recondicionamento de cilindros. 4.4. Descrever os processos de recondicionamento de válvulas e suas sedes. 4.5. Descrever os processos de reparo de pistões e cilindros. 4.6. Identificar os métodos de inspeção dos eixos de manivelas. 4.7. Identificar os procedimentos de inspeção de bielas. 5.1. Enunciar a finalidade do teste do motor no banco de provas. 5.2. Identificar os procedimentos de teste efetuados no banco de provas móvel. 5.3. Destacar nas leituras dos instrumentos a avaliação de um bom desempenho do motor. 5.4. Enunciar os procedimentos de operação de motores convencionais. 5.5. Descrever o desempenho do motor através dos testes operacionais. 5.6. Identificar os procedimentos específicos para o corte (parada) do motor. 5.7. Descrever os princípios básicos da operação de um motor. 5.8. Identificar os defeitos que podem afetar a correta operação de um motor convencional. 4a. Revisão dos motores alternativos: • revisão parcial dos motores • revisão maior: o desmontagem; o inspeção; o limpeza; o reparo e substituições 4b. Recondicionamento dos componentes do motor: • inspeção e recondicionamento do conjunto do cilindro: o cabeça do cilindro; o cilindros; o válvulas e molas das válvulas; o balancins e eixos; o pistão e pinos dos pistões; o retífica das sedes das válvulas; o recondicionamento da válvula; o lapidação de válvulas e teste de vazamento; o reparo dos pistões; o reparo e brunimento do cilindro • inspeção do eixo de manivelas: o procedimentos • inspeção e reparos de bielas: o inspeção visual; o verificação do alinhamento 5a. Testes para motores: • teste do motor no banco de provas: o propósito do teste; o requisitos do teste • teste móvel para motores alternativos: o instrumentos do equipamento de teste; o indicador de temperatura do ar do carburador; o indicador da pressão do combustível; o medidor do fluxo de combustível; o indicador da pressão de admissão; o indicador da temperatura do óleo; o indicador da pressão de admissão; o indicador de r.p.m. (tacômetro ou contagiros); CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 123 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 5.9. Descrever o relacionamento das fases de operação de um motor e seus efeitos. 5.10. Identificar as falhas de operação do motor e como solucioná-las. 5.11. Identificar os procedimentos de manutenção dos cilindros de motores convencionais. 5.12. Distinguir os métodos de remoção e de instalação de cilindros. 5.13. Descrever as características das válvulas de admissão e de escapamento. 5.14. Identificar as operações de ajuste das válvulas e da substituição das molas. o indicador da temperatura na cabeça do cilindro; o torquímetro; o indicador de sucção; o sistema de quantidade de óleo; o manômetro de medição diferencial; o instrumentação geral 5b. Operação do motor convencional: • partida do motor convencional: o controles; o instrumentos • aquecimento do motor • testes de solo: o teste do passo da hélice; o teste de potência; o teste operacional do sistema de ignição; o teste da mistura de cruzeiro; o testes de velocidade e de mistura de marcha lenta; o teste de superalimentador de duas velocidades; o teste de aceleração e desaceleração • parada do motor • princípios básicos da operação de um motor: o processo de combustão; o retorno de chama; o queima atrasada • fatores que afetam a operação do motor: o compressão; o medição de combustível; o mistura de marcha lenta; o a tubulação de admissão; o efeito operacional da folga das válvulas; o sistema de ignição; o governador da hélice • superposição das fases de operação de um motor: o características 5c. Pesquisa de panes em motores: • procedimentos de pesquisa de panes em motores: o falhas de operação do motor; o formas de solucioná-las 5d. Manutenção dos componentes do motor: • manutenção do cilindro de motores convencionais: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 124 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o procedimentos; o calço hidráulico; o ventilação da válvula (blowby); o teste de compressão do cilindro; o testador de compressão direta; o testador de pressão diferencial; o substituição do cilindro; o remoção e instalação do cilindro • manutenção das válvulas e do mecanismo de operação das válvulas: o folga das válvulas; o ajuste das válvulas dos motores r-2800 e r-1830; o ajuste das válvulas dos motores de cilindros opostos; o substituição de mola das válvulas; o teste de cilindro frio Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 125 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.5 – INSPEÇÃO DE MOTORES E PROCEDIMENTOS DE PISTA I Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes do motor e de seus sistemas. HABILIDADES 1.1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes do motor, da nacele e de seus sistemas. 1.2. Reconhecer os procedimentos de inspeção em partes do motor e de seus controles. 1.3. Reconhecer os métodos de preenchimento da documentação de manutenção referentes à aeronave com os dados de uma inspeção efetuada. 1.4. Reconhecer os procedimentos de inspeção que utilizam o processo de partículas magnéticas nas partes do motor. 1.5. Reconhecer os processos de inspeção de danos nas partes do motor pelo sistema de inspeção por líquidos penetrantes. 1.6. Identificar os casos de utilização de radiografias para inspeção de partes do motor. 1.7. Reconhecer os tipos de testes por ultra-som na inspeção de partes de motor. 1.8. Identificar os processos de inspeção do tipo Eddy Current. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Inspeção no setor do motor e da nacele: • seção do motor – evidência de vazamentos de óleo, combustível ou fluido hidráulico e o motivo de tais vazamentos; • prisioneiros e porcas – aperto correto e defeitos evidentes; • interior do motor – compressão dos cilindros e existência de partículas metálicas ou de origem estranha nas telas e nos bujões dos reservatórios de drenagem. irregularidade nas condições e tolerâncias internas, em caso de compressão fraca do cilindro; • berço do motor – rachaduras, folgas nos montantes de fixação ou entre o motor e seus montantes; • amortecedores de vibração – quanto ao estado e à deterioração; • controles do motor – defeitos inerentes aos comandos e à correta frenagem; • tubulações, mangueiras e braçadeiras – vazamentos, estado geral e aperto; • escapamento do motor – rachaduras, defeitos e correta fixação; • acessórios – defeitos aparentes na segurança da fixação; • todos os sistemas – instalação correta, defeitos nas condições gerais e fixação adequada; • carenagens – rachaduras e defeitos 1b. Documentação da aeronave: • preenchimento da ficha de inspeção • lançamento da execução da inspeção no histórico (log book, cadernetas e fichas) da aeronave, motor e hélice: o lançamento, quando aplicável, das substituições efetuadas anotando o número de série e de horas CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 126 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de funcionamento do equipamento retirado e do instalado; o colocação de etiqueta no equipamento contendo o número de horas de funcionamento e o de série e o motivo da retirada 1c. Inspeção por partículas magnéticas nas partes do motor: • inspeção por partículas magnéticas: o indicações. descontinuidade. direção e densidade do fluxo. métodos de magnetização. identificação das indicações • inspeção magnaglo • equipamentos para magnetização – fixo e portátil: o materiais utilizados na inspeção • desmagnetização – método padrão 1d. Inspeção por líquidos penetrantes: • características da inspeção por líquidos penetrantes; • preparação e exposição; • revelação do filme. interpretação radiográfica; • perigos da radiação 1e. Inspeção por radiografia: • características da inspeção por radiografia; • preparação e exposição; • revelação do filme. interpretação radiográfica; • perigos da radiação 1f. Teste ultra-sônico: • tipos de teste ultra-sônico; • pulsante e de ressonância 1g. Teste de Eddy Current: • princípios básicos do teste de eddy current; • inspeção visual 2. Reconhecer os procedimentos de inspeção e de manutenção das hélices fornecidos pelos respectivos fabricantes. 2.1. Identificar defeitos no setor da hélice. 2. Inspeção no setor da hélice: • conjunto da hélice – rachaduras, mossas, empenos e vazamento de óleo; • parafusos – aperto correto e frenagem; • dispositivos contra formação CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 127 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de gelo – operação correta e defeitos evidentes 3. Reconhecer os procedimentos de partida de motores convencionais e a reação. 3.1. Reconhecer os procedimentos de partida de motores convencionais e a reação. 3.2. Identificar as medidas de segurança contra fogo. 3. Manuseios de solo: • procedimentos de partida: o motores convencionais; o motores turboélice • procedimentos anteriores à partida: o partida manual nos motores convencionais; o extinção de fogo no motor 4. Reconhecer os procedimentos de reabastecimento e de ancoragem de aeronaves. 4.1. Identificar o equipamento de apoio adequado a cada tipo de operação. 4.2. Identificar os procedimentos de segurança durante os abastecimentos de combustível. 4.3. Reconhecer as precauções exigidas durante os abastecimentos de óleo. 4.4. Reconhecer os perigos durante o abastecimento do sistema de oxigênio. 4.5. Reconhecer os procedimentos de ancoragem e o equipamento adequado à aeronave. 4.6. Identificar os pontos de amarração das aeronaves. 4a. Equipamentos de apoio: • utilização do equipamento de solo: o unidade de força elétrica; o unidades de força hidráulica; o unidade de ar condicionado e de aquecimento; o equipamentos de prélubrificação 4b. Abastecimento de combustível nas aeronaves: • procedimentos de abastecimento de combustível: o procedimentos de segurança • deveres da tripulação durante o abastecimento; • operações de reabastecimento; • reabastecimento por pressão 4c. Abastecimento de óleo nas aeronaves: • procedimentos de abastecimento de óleo: o precauções a serem observadas 4d. Abastecimento de sistemas de oxigênio: • procedimentos de abastecimento do sistema de oxigênio: o precauções com a utilização do oxigênio 4e. Ancoragem de aeronaves: • procedimento normal; • pontos para amarração; • cabo de ancoragem; • cordas de amarração; • correntes de amarração; • ancoragem de aeronaves leves; • segurança de aeronaves pesadas; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 128 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • ancoragem de aeronaves em condições de tempestade; • segurança de aeronaves multimotoras; • segurança de helicópteros; • segurança de hidroavião e de aeronaves com esqui 5. Identificar os tipos de incêndio e os equipamentos e procedimentos de extinção. 5.1. Reconhecer os tipos de incêndios e os meios de extinção. 5.2. Identificar os agentes extintores aplicáveis de acordo com a tabela de toxidade. 5.3. Identificar as marcas de adequabilidade do extintor para cada classe de fogo. 5. Equipamentos contra fogo: • tipos de incêndio: o equipamentos de extinção de incêndio • tipos de incêndio versus agente extintor; • verificação periódica dos extintores de incêndio; • identificação dos agentes extintores; • marcas recomendadas para indicar a aplicabilidade do extintor • extintores para aeronaves: o extintores portáteis; o extintores de solo do tipo manual; o métodos de operação de extintores • fatores de segurança 6. Reconhecer as normas de segurança durante as operações de reboque e levantamento da aeronave nos macacos. 6.1. Reconhecer os procedimentos anteriores ao levantamento da aeronave. 6.2. Reconhecer os procedimentos de segurança durante o levantamento e o abaixamento da aeronave. 6. Levantamento e abaixamento da aeronave pelos macacos: • procedimentos anteriores de levantamento e abaixamento da aeronave; • levantamento e abaixamento da aeronave completa pelos macacos; • levantamento e abaixamento de apenas uma das rodas da aeronave 7. Identificar a sinalização padronizada durante as operações de táxi de aeronaves. 7.1. Identificar as normas de segurança referentes a reboque de aeronaves. 7. Movimentação da aeronave: • reboque de aeronaves; • sinais de táxi; • taxiando a aeronave 8. Reconhecer as normas de segurança relativas aos trabalhos de manutenção. 8.1. Reconhecer os limites de circulação em pistas e hangares. 8.2. Identificar os procedimentos de segurança relativos aos trabalhos de manutenção. 8.3. Descrever os procedimentos a serem observados nas operações de retirada de neve e gelo de uma aeronave. 8a. Segurança na manutenção: • faixas de segurança; • fios de força; • sistema de ar comprimido; • poças de óleo ou de graxa; • montagem de pneus de aeronaves; • soldagem 8b. Operações em condições de neve ou gelo: • operações de retirada de neve e gelo: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 129 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o procedimentos adotados a serem Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 130 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.6 – SISTEMAS DE ADMISSÃO DE ESCAPAMENTO, SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO NO MOTOR I Função: Manutenção dos Sistemas Industriais COMPETÊNCIAS 1. Identificar as características e os procedimentos de manutenção dos sistemas de admissão e de escapamento dos motores de aviação. HABILIDADES 1.1. Citar as características dos sistemas de admissão de motores convencionais. 1.2. Identificar os procedimentos de manutenção do sistema de indução. 1.3. Distinguir os diferentes processos de superalimentação de motores convencionais. 1.4. Identificar os problemas do sistema turboalimentador e suas possíveis soluções. 1.5. Identificar as características dos sistemas de escapamento dos motores convencionais. 1.6. Descrever os procedimentos de manutenção do sistema de escapamento de motores convencionais. 1.7. Identificar os locais de maior incidência de danos. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Sistemas de admissão dos motores convencionais: • sistemas de admissão de motores não superalimentados • unidades adicionais do sistema de admissão: o formação de gelo no sistema de admissão • inspeção e manutenção do sistema de indução: o procedimentos • sistema de admissão superalimentado: o turboalimentadores; acionados internamente o sistemas turboalimentados de estágio único; o sistemas superalimentadores de estágio único e duas velocidades; o carcaça intermediária traseira • superalimentadores acionados externamente: o sistema de turbosuperalimentador para grandes motores convencionais • turboalimentador para aeronaves leves: o sistema de admissão de ar; o controladores e atuador da válvula de desvio • sistema turboalimentador reforçado ao nível do mar 1b. Pesquisa de panes do sistema turboalimentador: • panes do sistema turboalimentador: o sequência de itens a serem pesquisados; o solução dos problemas 1c. Sistemas de escapamento de motores convencionais: • sistemas de escapamento de motores convencionais: o características; o sistema de coletor anular de escapamento de motores radiais; o conjunto de tubulação de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 131 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP escapamento e intensificador; o práticas de manutenção do sistema de escapamento do motor convencional • inspeção do sistema de escapamento do motor convencional: o pane de silenciador e de trocador de calor; o panes da tubulação de escapamento curta (stack); o panes de silenciador interno; o sistemas de escapamento com turboalimentador; o sistema com intensificador de escapamento; o reparos no sistema de escapamento 2. Distinguir as características dos sistemas reversores de empuxo e dos supressores de ruído das aeronaves. 2.1. Identificar as finalidades dos reversores de empuxo. 2.2. Identificar a finalidade do sistema supressor de ruído. 2.3. Identificar a finalidade do sistema dissipador de vortex da entrada de ar do motor. 2a. Reversores de empuxo: • reversores de empuxo: o características; o funcionamento 2b. Supressores de ruído do motor: • sistema supressor de ruído: o características; o funcionamento 2c. Dissipador de vortex da entrada de ar no motor: • dissipador de vortex: o características; o funcionamento 3. Reconhecer os processos de detecção e de extinção de fogo para os motores convencionais. 3.1. Distinguir os processos de detecção e de extinção de fogo de motores convencionais. 3.2. Identificar as zonas de fogo de um motor convencional. 3. Sistema de proteção de motores convencionais: • sistema de proteção de motores convencionais: o características ; o sistema de interruptor térmico; o sistema de par térmico; o sistema detector de circuito contínuo; o sistema detector do tipo spot • zonas de fogo: o identificação 4. Identificar os agentes extintores utilizados nos sistemas de proteção contra fogo dos motores de aeronaves. 4.1. Identificar as características dos diversos tipos de agentes extintores de fogo de motores convencionais e de reação. 4. Agentes de extinção de fogo: • agentes de extinção de fogo: o dióxido de carbono; o hidrocarbonetos halogenados; o clorobromometano; o tetracloreto de carbono; o dibromodifluorometano; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 132 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o bromoclorodifluorometano; o bromotrifluorometano 5. Reconhecer os procedimentos de manutenção dos sistemas de detecção e de extinção de fogo dos motores de aeronaves. 5.1. Caracterizar um sistema extintor de fogo para motores convencionais. 5. Sistemas de extinção para motores convencionais: • sistemas extintores: o características; o sistemas de alarme; o operação Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 133 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.7 – HÉLICES PARA MOTORES DE AERONAVES I Função: Manutenção dos Sistemas Industriais COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer as características de construção e de operação dos diversos tipos de hélices. HABILIDADES 1.1. Identificar o princípio funcionamento das hélices aeronaves. 1.2. Definir os diversos tipos hélices e seus princípios operação. de de de de 2. Reconhecer as características de construção e de operação dos diversos tipos de hélices. 2.1. Descrever as características dos diversos tipos de hélices utilizadas em aeronaves leves. 2.2. Identificar os processos de construção e o material empregado na fabricação de cada tipo de hélice. 3. Reconhecer as características de construção e de operação dos diversos tipos de hélices. 3.1. Identificar as características de cons-trução e o princípio de funcionamen-to das hélices Hartzell. 4. Reconhecer as características de construção e de operação dos diversos tipos de hélices. 4.1. Identificar as características de construção e o princípio de funcionamento das hélices hidromáticas Hamilton Standard de velocidade constante. 5. Reconhecer as características 5.1. Identificar a função do BASES TECNOLÓGICAS 1. Hélices: • princípios básicos das hélices; • fatores aerodinâmicos; • operação da hélice; • tipos de hélice: o hélices de passo fixo; o hélices ajustáveis no solo; o hélices de passo controlável; o hélices automáticas; o hélices reversíveis; o hélices embandeiráveis • classificação das hélices: o hélices tratoras; o hélices propulsoras 2. Hélices usadas em aeronaves leves: • hélices de passo fixo, de madeira; • hélices de passo fixo, de metal; • hélices de velocidade constante: o hélices de velocidade constante para aeronaves leves; o hélices de velocidade constante não embandeiráveis; o hélices de velocidade constante embandeiráveis; o embandeiramento; o desembandeiramento 3. Hélices Hartzell compactas: • hélices hartzell: o características; o funcionamento 4. Hélices hidromáticas Hamilton Standard: • características; • princípios de operação: o condição de baixa velocidade; o condição de alta velocidade; o operação de embandeiramento; o operação de desembandeiramento 5. Componentes dos sistemas de hélices: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 134 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de construção e de operação dos diversos tipos de componentes dos sistemas de hélices. governador no desempenho da hélice. 5.2. Caracterizar o sistema de sincronismo das hélices e seus componentes. 5.3. Distinguir o funcionamento dos componentes de um sistema de controle de gelo da hélice. • governadores hidráulicos: o características; o mecanismo do governador; o regulando o governador da hélice • sincronização da hélice: o características; o motor mestre sincronizador; o sistema do motor mestre • sistema de controle do gelo na hélice: o efeitos do gelo na hélice; o sistema de fluídos; o sistemas elétricos de degelo Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 40 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 135 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR II – Qualificação Técnica de Nível Médio de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Motopropulsor M.1 – TEORIA E CONSTRUÇÃO DE MOTORES DE AERONAVES II Função: Estudos e Projetos COMPETÊNCIAS 1. Identificar os principais fatores e as exigências a serem consideradas na construção de motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1 Identificar as características de construção de motores a turbina. 1.2. Citar as seções em que são divididos os motores e seus componentes. 1.3. Apontar as vantagens e as desvantagens dos tipos de compressor. 1.4. Identificar a função dos componentes de um motor a turbina. 2. Identificar a função de cada componente dos motores a reação. 2.1. Caracterizar o princípio de funcionamento dos componentes de um motor a turbina. 3. Distinguir os processos utilizados na execução de cálculos para a determinação da potência, do rendimento e do empuxo dos vários tipos de aeronave. 3. Identificar os processos de cálculo do empuxo de um motor a reação. BASES TECNOLÓGICAS 1. Motor a turbina: • características da construção do motor a turbina; • entrada de ar; • seção de acessórios; • seção do compressor • tipos de compressor: o compressor de fluxo centrífugo; o compressor de fluxo axial • seção de combustão; • seção da turbina; • seção de escapamento; • subconjuntos maiores: o difusor; o adaptadores de ar; o rotor do motor; o mancais principais 2. Outros tipos de motores a reação: • motor turboélice; • motores de turbina a gás; • motor turbofan 3. Princípios de operação do motor a turbina: • características de operação do motor a turbina; • empuxo; • desempenho; • impacto Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 136 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.2 – SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR, SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO E DE REFRIGERAÇÃO DO MOTOR II Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Identificar as características de funcionamento dos componentes do sistema de combustível dos motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Identificar as características dos sistemas de combustível do motor. BASES TECNOLÓGICAS 1. Sistemas de combustível do motor: • características dos sistemas de combustível do motor; • bolha de vapor; • sistema básico de combustível; • dispositivos de medição de combustível para motores alternativos; • misturas combustível/ ar 2. Descrever a operação e os procedimentos de manutenção dos controladores de combustível dos motores a reação. 2.1. Explicar o funcionamento do sistema de injeção direta de combustível para motores de aviões. 2.2. Explicar o funcionamento do sistema de injeção direta de combustível do tipo Continental. 2. Sistemas de injeção direta combustível: • sistema de injeção combustível bendix: o injetor de combustível; o seção de fluxo de ar; o seção reguladora; o seção de medição combustível; o divisor de fluxo; o injetores de descarga combustível • sistema de injeção combustível Continental: o bomba de injeção combustível; o unidade de controle mistura combustível/ ar; o conjunto de controle combustível; o válvula do duto principal combustível; o injetores de descarga combustível 3. Identificar os princípios de operação do sistema indicador de quantidade de combustível. 3.1. Descrever o sistema de controle de combustível para motores a turbina. 3.2. Caracterizar o funcionamento da válvula T.D. no sistema de combustível de um motor a turbina. 3.3. Reconhecer a função dos coordenadores no sistema de combustível. 3.4. Reconhecer as funções executadas pelo controlador de combustível. 3.5. Identificar as características de operação do controlador hidromecânico de combustível. de de de de de de da de de de 3a. Sistema de combustível para motor de turbina: • sistema de combustível para motor de turbina: o requisitos gerais • controle de combustível dos jatos: o controle hidromecânico; o controle eletrônico • válvula de controle de dados: o características da válvula de controle de dados (t.d. valve); o venturi e vávula reguladora; o válvula medidora; o operação do motor; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 137 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 3.6. Descrever as operações de regulagem do governador de velocidade. 3.7. Identificar o funcionamento do governador durante a partida, a aceleração e a desaceleração do motor. 3.8. Caracterizar as operações do sistema de reajustagem com injeção de água. 3.9. Reconhecer os procedimentos de manutenção do controle de combustível dos motores a turbina. 3.10. Identificar os tipos de bombas de combustível utilizadas nos motores a reação. 3.11. Reconhecer as demais unidades do sistema de combustível do motor. 3.12. Reconhecer os princípios de operação das unidades componentes. 3.13. Identificar o sistema indicador de quantidade de combustível. 3.14. Reconhecer a finalidade e a operação do sistema de injeção de água no desempenho do motor. • • • • o operação do motor gerador; o freio do motor coordenador: o características controlador de combustível: o funcionamento; o controle sensitivo de velocidade; o válvula dreno da linha de combustível principal; o operação do sistema controle hidromecânico de combustível: o características; o descrição do controle de combustível; o operação do sistema de medição; o válvula reguladora de pressão; o válvula aceleradora; o válvula de pressão mínima de corte; o válvula piloto e operação da válvula aceleradora; o operação do sistema de computação; o conjunto servo de pressão de queima sistema de programação de combustível: o regulagem do governador de velocidade; o partida; o válvula de limite de temperatura e de surge; o ressalto tridimensional e unidade de translação; o proteção do motor contra disparo (overspeed); o aceleração do motor; o desaceleração do motor 3b. Sistema de reajustagem com injeção de água: • sistema de reajustagem com injeção de água: o características das operações 3c. Manutenção do controle do combustível dos jatos: • controle de combustível dos motores a turbina: o procedimentos de manutenção 3d. Componentes do sistema de combustível do motor: • tipos de bombas utilizadas nos motores a reação: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 138 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • • • • • o bombas principais de combustível; o bomba de descarga constante; o bomba de descarga variável aquecedor de combustível; filtros de combustível; injetores e duto principal de combustível: o injetor simples; o injetor duplo divisor de fluxo; válvulas pressurizadora e de drenagem; válvulas dreno; princípios de operação das unidades componentes do sistema de combustível do motor 3e. Unidade indicadora da quantidade de combustível: • sistema indicador de quantidade de combustível: o tipos. características 3f. Injeção de água ou refrigerante: • sistema de injeção de água: o finalidade; o operação Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 139 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.3 – SISTEMAS DE IGNIÇÃO E ELÉTRICO DO MOTOR, SISTEMAS DE PARTIDA DO MOTOR II Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer o funcionamento dos componentes de um sistema de ignição de motores a reação. HABILIDADES 1.1. Reconhecer componentes do sistema ignição e sua operação. 2. Identificar os procedimentos de inspeção e manutenção dos sistemas de ignição e elétrico dos motores de aeronaves. 2.1. Identificar os procedimentos de inspeção e de manutenção do sistema de ignição de motores a reação. 2. Inspeção e manutenção do sistema de ignição de motores a reação: • sistema de ignição de motores a reação: o inspeção; o remoção, manutenção e instalação dos componentes do sistema de ignição de motores a turbina; o cabos do sistema de ignição 3. Reconhecer as medidas de precaução e os procedimentos corretos para a instalação dos componentes dos sistemas de ignição e elétrico e do encaminhamento da fiação em motores de aeronaves. 3.1. Indicar os fatores que influem na escolha da bitola de fios. 3.2. Identificar o tipo de material a ser usado no fio condutor de um determinado circuito elétrico. 3.3. Descrever os processos de identificação de fios e cabos condutores. 3.4. Identificar as condições adequadas para instalação e encaminhamento da fiação elétrica. 3.5. Indicar as medidas de precaução a serem adotadas em uma instalação elétrica de aeronave. 3.6. Justificar a necessidade da perfeita fixação das braçadeiras de fios e cabos. 3.7. Definir os termos utilizados na instalação elétrica de uma aeronave. 3.8. Identificar os procedimentos corretos de corte de fios e cabos. 3.9. Indicar as precauções a serem seguidas no desencapamento de fios e de cabos. 3.10. Descrever os procedimentos de emendas em 3a. Sistemas elétricos do motor: • bitola de fio; • fatores que afetam a seleção da bitola do fio; • fatores que influenciam na seleção do material condutor; • queda de voltagem nos fios e nos cabos de uma aeronave; • instruções para usar o gráfico de fios elétricos; • isolamento do condutor; • identificação de fios e cabos • instalação da fiação elétrica: o grupos de fios e chicotes; o fios trançados; o emendas nos chicotes; o frouxidão nos chicotes e raio de curvatura; o instalação e encaminhamento; o proteção contra fricção e alta temperatura; o proteção contra solventes e fluidos; o precauções na instalação; o instalação das braçadeiras de cabos • amarração e enlace de chicotes: o amarração com cordão inteiriço; os de BASES TECNOLÓGICAS 1. Sistema de ignição em motores a turbina: • sistema de ignição de motores turbojato: o sistema eletrônico de ignição; o velas de ignição de turbina CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 140 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP emergência. 3.11. Enunciar os procedimentos para uma perfeita fixação dos terminais de fios a blocos terminais. 3.12. Justificar a necessidade da perfeita ligação à massa de todas as unidades. 3.13. Identificar as diferentes classes de conectores usados em sistemas elétricos. 3.14. Reconhecer os limites de carga elétrica suportada por um circuito. 3.15. Utilizar os dispositivos de proteção cujos valores sejam especificados pelo fabricante. o amarração com cordão duplo; o amarração de ramificações; o enlace 3b. Fios e cabos: • corte de fios e cabos: o procedimentos • desencapamento de fios e cabos: o terminais e emendas sem solda; o terminais de fios de cobre; o ferramentas de estampagem; o terminais de fios de alumínio; o emendas de fios de cobre usando emendas préisoladas • emendas de emergência: o emenda com solda e composto condutor antioxidante • conexão de terminais de fios a blocos terminais: o procedimentos 3c. Ligação à massa: • ligação à massa: o finalidade; o procedimentos gerais; o teste de ligações à massa 3d. Conectores: • tipos de conectores; • identificação de conectores; • instalação de conectores 3e. Instalação de equipamento elétrico: • instalação de equipamento elétrico: o conduite; o limites de carga elétrica; o controle ou monitoramento da carga elétrica 3f. Dispositivos de proteção de circuitos: • dispositivos de proteção de circuitos: o disjuntores ou fusíveis; o interruptores; o relés 4. Reconhecer as características dos sistemas de partida para os de reação. 4.1. Identificar os sistemas de partida para motores a reação. 4.2. Identificar o processo de operação do sistema de partida do tipo arranque gerador. 4. Partida dos motores de turbina a gás I: • características; • sistemas elétricos de partida; • motores de partida de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 141 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 5. Identificar os procedimentos de inspeção e manutenção dos sistemas de partida para motores a reação. 4.3. Descrever as características de funcionamento do arranque de turbina a ar. acionamento direto nos motores de turbina a gás • sistema de partida arranquegerador: o características; o pesquisa de panes do sistema de partida do tipo arranque-gerador; o motor de partida de turbina a ar; o características; o guia de pesquisa de panes do arranque de turbina a ar 5.1. Identificar as características dos sistemas de partida a cartucho e a combustão. 5. Partida dos motores de turbina a gás I: • arranques de cartucho para motores a turbina: o características; o motor de partida pneumático/ cartucho para motor a turbina • motor de partida a combustão: o características. funcionamento Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 142 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.4 – REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE MOTORES, OPERAÇÃO E MONTAGEM DO MOTOR II Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer os motivos que determinam a remoção de motores de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Identificar os métodos de remoção e instalação de motores a reação. 1.2. Descrever as operações de remoção e instalação de motor turboélice. BASES TECNOLÓGICAS 1. Remoção e instalação de motores a reação: • remoção tipo QECA de motor turbojato; • remoção QECA dos acessórios; • remoção e instalação de motores turboélice: o procedimentos 2. Reconhecer os preparativos, procedimentos de remoção e instalação e os testes posteriores de motores de aeronaves. 2.1. Distinguir os diversos procedimentos de instalação de motores turbojato. 2.2. Identificar os procedimentos de alinhamentos, inspeções e de ajuste de motores após instalação. 2.3. Descrever as operações de remoção e instalação de motores de helicópteros. 2.4. Identificar os vários alinhamentos e ajustes de um motor de helicóptero após a instalação. 2a. Instalação de motores turbojato: • instalação com plataforma levadiça; • instalação com guincho; • instalação com guincho de cabo duplo; • completando a instalação 2b. Alinhamentos, inspeções e ajustes de motores: • alinhamento dos controles de potência; • ajuste do controlador de combustível 2c. Remoção e instalação de motores de helicópteros: • remoção de um QECA de helicóptero; • instalação de um QECA de helicóptero 2d. Alinhamento e ajustes de QECA de helicóptero: • alinhamento e ajuste de motor de helicóptero: o manete de borboleta do carburador; o controle da mistura do carburador; o controle de temperatura do ar do carburador; o teste de instalação do motor 3. Identificar os materiais utilizados e os procedimentos de estocagem e preservação de motores de aeronaves. 3.1. Identificar as condições de operação dos berços para motores. 3.2. Identificar os materiais e compostos de estocagem e preservação de motores. 3.3. Descrever os tratamentos 3a. Berço do motor: • berços para motores radiais; • berços para motores turbojato 3b. Preservação e estocagem de motores: • preservação e estocagem de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 143 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de prevenção da corrosão em motores. 3.4. Identificar os processos de embalagem de motores para transporte. 3.5. Descrever os procedimentos de inspeção de motores estocados. 3.6. Descrever os procedimentos de preservação e preparação do motor previstos pelo fabricante. motores: o materiais de proteção preventiva contra a corrosão; o compostos de proteção preventiva contra a corrosão; o agentes desidratantes; o tratamento de prevenção da corrosão em motores; o procedimentos; o embalagens para transporte de motores; o inspeção de motores estocados; o procedimentos 3c. Preservação e preparação para utilização de motor a turbina: • preparação e preservação do motor a turbina: o procedimentos de preservação; o preparação para utilização de motor a turbina 4. Reconhecer os procedimentos de inspeção e recondicionamento dos componentes de motores de aeronaves. 4.1. Descrever os procedimentos de manutenção dos motores a turbina recomendados pelo fabricante. 4.2. Identificar as condições operacionais dos componentes da seção de combustão. 4.3. Citar os padrões de aceitação das partes sujeitas a alta temperatura. 4.4. Identificar os procedimentos de inspeção do disco e das palhetas da turbina quanto a rachaduras. 4.5. Descrever os procedimentos de substituição das palhetas da turbina. 4.6. Reconhecer os termos usados nas curvas de operação do motor. 4a. Manutenção de motores a turbina: • procedimentos de manutenção na seção do compressor: o inspeção e limpeza; o causas de danos em palhetas; o acabamento e substituição de aletas • procedimentos de manutenção da seção de combustão: o materiais para identificação de partes da seção de combustão; o inspeção da seção de combustão; o inspeção e reparo das câmaras de combustão e coberturas; o padrões de aceitação para as camisas da câmara de combustão; o rachaduras na câmara de combustão; o áreas queimadas ou empenadas; o bico injetor de combustível e conjunto de suporte • inspeção e reparo do disco e das palhetas da turbina: o inspeção de disco da turbina; o inspeção da palheta da CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 144 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP turbina; o procedimento de substituição da palheta da turbina; o inspeção de aleta injetora da turbina; o folgas • procedimentos de manutenção da seção de escapamento 4b. Classificações comerciais: • classificações definidas pela Society of Automotive Engineers – SAE: o termos usados na curva de operação 5. Reconhecer as condições de desempenho dos motores, através de testes efetuados durante a operação dos seus sistemas. 5.1. Interpretar as indicações dos instrumentos do motor quanto aos seus limites. 5.2. Identificar a finalidade de cada instrumento na operação do motor. 5.3. Descrever os procedimentos de operação de um motor a reação. 5.4. Identificar as verificações a serem feitas durante a operação do motor. 5.5. Identificar os procedimentos de desligamento do motor. 5.6. Descrever a sequência dos procedimentos de pesquisa de panes em motores a reação. 5.7. Identificar os procedimentos de operação de turboélices. 5.8. Descrever as características da unidade de teste JETCAL e sua operação. 5.9. Identificar as checagens previstas no Manual de Manutenção do motor da aeronave. 5.10. Descrever a sequência dos itens de pesquisa de panes do sistema de indicação de temperatura da saída dos gases no escapamento. 5.11. Identificar a forma de utilização do programa de análise de óleo do motor usando o equipamento espectrômetro. 5a. Instrumentação de motor: • instrumentos do motor – limites e finalidade: o indicador de pressão de descarga da turbina; o indicador de razão de pressão do motor; o torquímetro (motores turboélice); o tacômetro; o indicador da temperatura dos gases de escapamento; o indicador do fluxo do combustível; o indicador da pressão do óleo do motor; o indicador da temperatura do óleo do motor 5b. Operação do motor a reação: • motor a reação: o procedimentos de operação • operação no solo: o fogo no motor durante a partida; o verificações do motor; o verificações em marcha lenta; o verificação da potência de decolagem; o condição ambiente; o desligamento do motor 5c. Pesquisa de panes em motores a reação: • procedimentos de pesquisa de panes em motores a reação: o sequência dos procedimentos 5d. Operação de turboélice: • procedimentos de operação de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 145 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP turboélice; • pesquisa de panes motores turboélice em 5e. Unidade de teste JETCAL: • características da unidade de teste JETCAL; • uso do analisador JETCAL; • instruções de operação da unidade de teste; • cuidados quanto a segurança; • checagem de continuidade do circuito de temperatura de saída dos gases (EGT) pelo escapamento; • checagem operacional do circuito de temperatura de saída dos gases (EGT); • teste funcional das chaves térmicas; • checagem do indicador de temperatura de saída dos gases (EGT); • checagem da resistência e da isolação; • checagem do indicador tacômetro • pesquisa de panes do sistema de temperatura de saída dos gases (EGT): o um ou mais termopares inoperantes em cablagem paralela do motor; o termopar do motor fora da calibragem; o erro do circuito de temperatura de saída dos gases (EGT); o resistência do circuito fora da tolerância; o curto à massa e curto entre terminais • pesquisa de panes no sistema do tacômetro da aeronave 5f. Análise do óleo com espectômetro: • procedimento de análise: o amostras de óleo; o medição dos metais contidos no óleo; o vantagens da análise Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 146 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.5 – INSPEÇÃO DE MOTORES E PROCEDIMENTOS DE PISTA II Função: Planejamento e Execução Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes do motor e de seus sistemas. HABILIDADES 1.1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes do motor, da nacele e de seus sistemas. 1.2. Reconhecer os procedimentos de inspeção em partes do motor e de seus controles. 1.3. Reconhecer os métodos de preenchimento da documentação de manutenção referentes à aeronave com os dados de uma inspeção efetuada. 1.4. Reconhecer os procedimentos de inspeção que utilizam o processo de partículas magnéticas nas partes do motor. 1.5. Reconhecer os processos de inspeção de danos nas partes do motor pelo sistema de inspeção por líquidos penetrantes. 1.6. Identificar os casos de utilização de radiografias para inspeção de partes do motor. 1.7. Reconhecer os tipos de testes por ultra-som na inspeção de partes de motor. 1.8. Identificar os processos de inspeção do tipo Eddy Current. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Inspeção no setor do motor e da nacele: • seção do motor – evidência de vazamentos de óleo, combustível ou fluido hidráulico e o motivo de tais vazamentos; • prisioneiros e porcas – aperto correto e defeitos evidentes; • interior do motor – compressão dos cilindros e existência de partículas metálicas ou de origem estranha nas telas e nos bujões dos reservatórios de drenagem. irregularidade nas condições e tolerâncias internas, em caso de compressão fraca do cilindro; • berço do motor – rachaduras, folgas nos montantes de fixação ou entre o motor e seus montantes; • amortecedores de vibração – quanto ao estado e à deterioração; • controles do motor – defeitos inerentes aos comandos e à correta frenagem; • tubulações, mangueiras e braçadeiras – vazamentos, estado geral e aperto; • escapamento do motor – rachaduras, defeitos e correta fixação; • acessórios – defeitos aparentes na segurança da fixação; • todos os sistemas – instalação correta, defeitos nas condições gerais e fixação adequada; • carenagens – rachaduras e defeitos 1b. Documentação da aeronave: • preenchimento da ficha de inspeção • lançamento da execução da inspeção no histórico (log book, cadernetas e fichas) da aeronave, motor e hélice: o lançamento, quando aplicável, das substituições efetuadas anotando o número de série e de horas CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 147 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de funcionamento do equipamento retirado e do instalado; o colocação de etiqueta no equipamento contendo o número de horas de funcionamento e o de série e o motivo da retirada 1c. Inspeção por partículas magnéticas nas partes do motor: • inspeção por partículas magnéticas: o indicações. descontinuidade. direção e densidade do fluxo. métodos de magnetização. identificação das indicações • inspeção magnaglo • equipamentos para magnetização – fixo e portátil: o materiais utilizados na inspeção • desmagnetização – método padrão 1d. Inspeção por líquidos penetrantes: • características da inspeção por líquidos penetrantes; • preparação e exposição; • revelação do filme. interpretação radiográfica; • perigos da radiação 1e. Inspeção por radiografia: • características da inspeção por radiografia; • preparação e exposição; • revelação do filme. interpretação radiográfica; • perigos da radiação 1f. Teste ultra-sônico: • tipos de teste ultra-sônico; • pulsante e de ressonância 1g. Teste de Eddy Current: • princípios básicos do teste de eddy current; • inspeção visual 2. Reconhecer os procedimentos de inspeção e de manutenção das hélices fornecidos pelos respectivos fabricantes. 2.1. Identificar defeitos no setor da hélice. 2. Inspeção no setor da hélice: • conjunto da hélice – rachaduras, mossas, empenos e vazamento de óleo; • parafusos – aperto correto e frenagem; • dispositivos contra formação CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 148 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP de gelo – operação correta e defeitos evidentes 3. Reconhecer os procedimentos de partida de motores convencionais e a reação. 3.1. Reconhecer os procedimentos de partida de motores convencionais e a reação. 3.2. Identificar as medidas de segurança contra fogo. 3. Manuseios de solo: • procedimentos de partida: o motores convencionais; o motores turboélice; o motores turbojato • procedimentos anteriores à partida: o partida manual nos motores convencionais; o extinção de fogo no motor 4. Reconhecer os procedimentos de reabastecimento e de ancoragem de aeronaves. 4.1. Identificar o equipamento de apoio adequado a cada tipo de operação. 4.2. Identificar os procedimentos de segurança durante os abastecimentos de combustível. 4.3. Reconhecer as precauções exigidas durante os abastecimentos de óleo. 4.4. Reconhecer os perigos durante o abastecimento do sistema de oxigênio. 4.5. Reconhecer os procedimentos de ancoragem e o equipamento adequado à aeronave. 4.6. Identificar os pontos de amarração das aeronaves. 4a. Equipamentos de apoio: • utilização do equipamento de solo: o unidade de força elétrica; o unidades de força hidráulica; o unidade de ar condicionado e de aquecimento; o equipamentos de prélubrificação 4b. Abastecimento de combustível nas aeronaves: • procedimentos de abastecimento de combustível: o procedimentos de segurança • deveres da tripulação durante o abastecimento; • operações de reabastecimento; • reabastecimento por pressão 4c. Abastecimento de óleo nas aeronaves: • procedimentos de abastecimento de óleo: o precauções a serem observadas 4d. Abastecimento de sistemas de oxigênio • procedimentos de abastecimento do sistema de oxigênio: o precauções com a utilização do oxigênio 4e. Ancoragem de aeronaves: • procedimento normal; • pontos para amarração; • cabo de ancoragem; • cordas de amarração; • correntes de amarração; • ancoragem de aeronaves leves; • segurança de aeronaves CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 149 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP pesadas; • ancoragem de aeronaves em condições de tempestade; • segurança de aeronaves multimotoras; • segurança de helicópteros; • segurança de hidroavião e de aeronaves com esqui 5. Identificar os tipos de incêndio e os equipamentos e procedimentos de extinção. 5.1. Reconhecer os tipos de incêndios e os meios de extinção. 5.2. Identificar os agentes extintores aplicáveis de acordo com a tabela de toxidade. 5.3. Identificar as marcas de adequabilidade do extintor para cada classe de fogo. 5. Equipamentos contra fogo: • tipos de incêndio: o equipamentos de extinção de incêndio • tipos de incêndio versus agente extintor; • verificação periódica dos extintores de incêndio; • identificação dos agentes extintores; • marcas recomendadas para indicar a aplicabilidade do extintor • extintores para aeronaves: o extintores portáteis; o extintores de solo do tipo manual; o métodos de operação de extintores • fatores de segurança 6. Reconhecer as normas de segurança durante as operações de reboque e levantamento da aeronave nos macacos. 6.1. Reconhecer os procedimentos anteriores ao levantamento da aeronave. 6.2. Reconhecer os procedimentos de segurança durante o levantamento e o abaixamento da aeronave. 6a. Levantamento e abaixamento da aeronave pelos macacos: • procedimentos anteriores de levantamento e abaixamento da aeronave; • levantamento e abaixamento da aeronave completa pelos macacos; • levantamento e abaixamento de apenas uma das rodas da aeronave 7. Identificar a sinalização padronizada durante as operações de táxi de aeronaves. 7.1. Identificar as normas de segurança referentes a reboque de aeronaves. 7. Movimentação da aeronave: • reboque de aeronaves; • sinais de táxi; • taxiando a aeronave 8. Reconhecer as normas de segurança relativas aos trabalhos de manutenção. 8.1. Reconhecer os limites de circulação em pistas e hangares. 8.2. Identificar os procedimentos de segurança relativos aos trabalhos de manutenção. 8.3. Descrever os procedimentos a serem observados nas operações de retirada de neve e gelo de uma aeronave. 8a. Segurança na manutenção: • faixas de segurança; • fios de força; • sistema de ar comprimido; • poças de óleo ou de graxa; • montagem de pneus de aeronaves; • soldagem 8b. Operações em condições de neve ou gelo: • operações de retirada de neve CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 150 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP e gelo: o procedimentos adotados a serem Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 00 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 151 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.6 – SISTEMAS DE ADMISSÃO DE ESCAPAMENTOS, SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO NO MOTOR II Função: Manutenção dos Sistemas Industriais COMPETÊNCIAS 1. Identificar as características e os procedimentos de manutenção dos sistemas de admissão e de escapamento dos motores de aviação. HABILIDADES 1.1. Caracterizar o sistema de admissão de motor turbojato. 1.2. Reconhecer a necessidade de construção de dutos de diferentes formatos. 1.3. Caracterizar o funcionamento de um motor turbofan. 1.4. Identificar as características do sistema de escapamento de motores a turbina. 1.5. Identificar as características do sistema de escapamento de motores turboélice. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Sistemas de admissão dos motores a reação: • sistema de admissão de motor turbojato: o características; o duto de entrada única; o duto de entrada dividida; o duto de geometria variável; o entrada do compressor tipo boca de sino • entradas de ar do compressor em motores turboélice: o características; o telas de entrada do compressor 1b. Seções do fan dos motores turbofan: • motor turbofan: o características de funcionamento 1c. Dutos de escapamento do motor a turbina: • características do sistema de escapamento do motor a turbina; • bocal de escapamento convergente convencional; • bocais de escapamento convergente/ divergente 1d. Sistema de escapamento de turboélice: • características do sistema de escapamento de motores turboélice 2. Distinguir as características dos sistemas reversores de empuxo e dos supressores de ruído das aeronaves. 2.1. Identificar as finalidades dos reversores de empuxo. 2.2. Identificar a finalidade do sistema supressor de ruído. 2.3. Identificar a finalidade do sistema dissipador de vortex da entrada de ar do motor. 2a. Reversores de empuxo: • reversores de empuxo: o características; o funcionamento 2b. Supressores de ruído do motor: • sistema supressor de ruído: o características; o funcionamento 2c. Dissipador de vortex da entrada de ar no motor: • dissipador de vortex: o características; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 152 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 3. Reconhecer os processos de detecção e de extinção de fogo para os motores a reação. 3.1. Reconhecer os sistemas de proteção de motores a turbina. 3.2. Identificar os procedimentos de proteção no solo. 3.3. Descrever as características de um sistema de proteção de fogo de multimotores. 4. Identificar os agentes extintores utilizados nos sistemas de proteção contra fogo dos motores de aeronaves. 4.1. Identificar os procedimentos de manutenção dos sistemas de detecção de fogo. 4.2. Identificar os procedimentos de manutenção dos sistemas de extinção de fogo. 5. Reconhecer os procedimentos de manutenção dos sistemas de detecção e de extinção de fogo dos motores de aeronaves. 5.1. Identificar um sistema de extinção de fogo de alta razão de descarga. o funcionamento 3. Sistema de proteção de motores a turbina: • sistema de proteção de motores a turbina: o zonas de fogo ; o agentes de extinção ; o tipos de detectores de fogo ou superaquecimento; o proteção no solo dos motores a turbina • sistema típico de proteção de multimotores: o sistemas detectores; o sistemas de aviso; o sistema de extinção de fogo de motores a turbina 4. Procedimentos de manutenção dos sistemas de detecção: • procedimentos de inspeção do sistema de detecção de fogo; • pesquisa de panes no sistema de detecção de fogo; • manutenção do sistema extintor de fogo: o recarregamento das garrafas; o remoção e reinstalação dos cartuchos e válvulas de descarga 5. Sistema de proteção contra fogo do turbojato saberliner: • sistema de proteção contra fogo de alta razão de descarga: o operação do sistema; o interruptor de seleção; o válvula unidirecional; o reservatórios do agente extintor; o indicadores Carga Horária (Horas-aula) Teórica 40 Prática 00 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 153 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP M.7 – HÉLICES PARA MOTORES DE AERONAVES II Função: Manutenção dos Sistemas Industriais COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer os procedimentos de inspeção e manutenção das hélices, fornecidos pelos fabricantes. HABILIDADES 1.1. Descrever os procedimentos de manutenção fornecidos pelos fabricantes das hélices. BASES TECNOLÓGICAS 1. Inspeção e manutenção de hélice: • inspeção da hélice; • vibração da hélice; • centralização das pás; • checando e ajustando os ângulos das pás 2. Reconhecer os procedimentos de balanceamento das hélices. 2.1. Identificar as normas de balanceamento das hélices ditadas pelo fabricante. 2. Balanceamento da hélice: • balanceamento estático 3. Reconhecer os procedimentos de inspeção e manutenção das hélices, fornecidos pelos fabricantes. 3.1. Descrever os procedimentos de limpeza e de lubrificação das hélices. 3. Serviços nas hélices: • limpeza das pás; • lubrificação da hélice 4. Reconhecer as características de construção e de operação dos diversos tipos de componentes dos sistemas de hélices. 4.1. Identificar as características de um grupo motopropulsor turboélice. 4.2. Identificar a finalidade das bainhas das pás das hélices. 4. Características e funcionamento de turboélice: • conjunto de engrenagens de redução; • conjunto de turboélice; • controles • bainha das pás: o características e finalidade Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 40 Total 40 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 154 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR – Oficinas PRÁTICA DE OFICINA Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Adotar as normas de segurança durante os trabalhos na oficina e os procedimentos adequados em caso de acidentes. HABILIDADES 1.1. Identificar os tipos de tecidos utilizados em revestimento de aeronaves. 1.2. Identificar os tipos de incêndio e os agentes extintores. 1.3. Reconhecer os procedimentos a serem adotados no caso de incêndios e de acidentes. BASES TECNOLÓGICAS 1. Normas e procedimentos: • normas de segurança em relação a ferramentas manuais, máquinas, equipamentos elétricos e pneumáticos e em torno da aeronave: o relativas a eletricidade, alta voltagem, circuitos energizados, baterias, retificadores, manuseio da fiação • segurança contra fogo: o identificação dos extintores; o classificação dos incêndios; o operação dos extintores • segurança pessoal e primeiros socorros: o proteção dos olhos; o elementos químicos perigosos; o efeitos dos choques, intensidade, tratamento; o respiração artificial; o tratamento de queimaduras e feridas 2. Utilizar, com correção, as ferramentas manuais comuns, as de corte e as de medição. 2.1. Efetuar tarefas com ferramentas manuais comuns e de corte. 2.2. Efetuar medições com instrumentos comuns e de precisão. 2. Ajustagem de peças na bancada: • tarefas de ajustagem com ferramentas manuais: o corte e trabalho de lima, exercícios de corte com serra de mão. limagem. furação. afiação de brocas. corte de roscas com tarracha e cossinetes. raspagem • medição com instrumentos comuns e de precisão: o uso de régua metálica e compasso de ponta-seca. paquímetro. calibres, micrômetros. mesa de nivelar 3. Realizar curvaturas, flanges e frisos em tubos rígidos e fixar conexões em tubos flexíveis. 3.1. Identificar os processos de fixação de terminais em cabos de comando e de detecção de defeitos. 3.2. Executar frenagens com arames. 3. Tubulações: • inspeção de arames e cabos usados em aviação, quanto a defeitos, e trabalhos de emendas em cabos em aço; • efetuar diversos tipos de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 155 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4. Reconhecer os tipos de corrosão e os procedimentos para sua remoção e sua prevenção. 3.3. Descrever os procedimentos de curvatura, flangeamento e frisamento de tubos. 3.4. Identificar os processos de instalação de conexões em tubos rígidos e em flexíveis. frenagens; • curvatura de tubos com e sem tratamento térmico, tubos flangeados, tubos frisados e conexões e uniões em tubulação dos sistemas de combustível, lubrificante e hidráulico 4.1. Caracterizar corrosão e os métodos de remoção e de preservação durante a manutenção das aeronaves. 4. Corrosão: • natureza e causas da corrosão, tipos, remoção, tipos de proteção, métodos de aplicação do elemento protetor; • proteção contra a corrosão durante a construção e a manutenção das aeronaves e de seus componentes Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 20 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 156 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP OFICINA DE MOTORES CONVENCIONAIS Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Descrever os procedimentos indicados para remoção, instalação, desmontagem e montagem de motores convencionais, bem como para o recondicionamento de seus componentes. HABILIDADES 1.1. Identificar as condições operacionais de um motor pela inspeção externa e pelo funcionamento adequado. 1.2. Descrever os procedimentos para a remoção do motor de acordo com os procedimentos previstos pelo fabricante. 1.3. Explicar os procedimentos de desmontagem do motor e de seus componentes para inspeção. 1.4. Identificar os procedimentos de inspeção dimensional nos componentes do motor. 1.5. Descrever o tipo de teste magnético indicado para a pesquisa de falhas das peças do motor. 1.6. Explicar as operações de desmontagem, montagem e de testes de magnetos, distribuidores e de continuidade nas cablagens. 1.7. Citar os processos de retificação, ajustagem e reparo das peças do motor, tubulações e engrenagens de acionamento dos acessórios do motor. 1.8. Explicar os procedimentos de montagem das peças do motor e os cuidados na limpeza, na tolerância de aperto, na frenagem e na regulagem. 1.9. Descrever os procedimentos para a instalação de motor e de hélice previstos pelo fabricante. 1.10. Efetuar testes de motor para pesquisa e solução de panes e posterior proteção contra a corrosão. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Inspeção preliminar do motor: • exame completo de um motor para identificar as características externas e defeitos visíveis. funcionamento do motor no solo (quando possível) e registro do desempenho; • familiarização com as ferramentas da oficina de motores e equipamento correspondente e precauções a observar para evitar acidentes 1b. Remoção do motor: • preparação do motor, drenagens, desconexões, remoção. içamento e colocação no suporte; • remoção do motor da aeronave seguindo as instruções do fabricante 1c. Desmontagem do motor: • desmontagem completa de motores pequenos: remoção de todos os acessórios, limpeza e preparação das peças para inspeção; • desmontagem parcial de motores grandes: remoção de acessórios, redutor, cilindros, pistões, sem desmontar o eixo de manivelas e o cárter principal 1d. Inspeção do motor: • verificação dimensional em eixos, mancais e bielas para exames de ovalização, torção, desgaste e deformação de acordo com os procedimentos indicados nos manuais dos fabricantes; • verificação em cilindros, válvulas, pistões e molas de segmentos, seguindo as indicações do manual. verificação dos ajustes e tolerâncias, aplicando programas de reparos, se necessário; • pesquisa de rachaduras: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 157 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP exame no magnaflux dos eixos de manivelas e eixo de ressaltos; • exame com produtos fluorescente ou corantes, das peças de ligas leves do motor 1e. Manutenção dos acessórios do motor: • desmontagem, inspeção, reparos e montagem dos acessórios do motor: o sistema de ignição: magnetos e distribuidores, substituição de cablagem em um chicote; teste de continuidade e de isolamento; manutenção de velas e recondicionamento de platinados; o sistema de combustível: carburadores de bóia e de injeção, bombas e válvulas. testes de vazão, de pressão e outros previstos pelo fabricante. inspeção e manutenção das tubulações; o sistema de lubrificação e de refrigeração do motor: reservatório, bombas, válvulas, radiador, filtros e tubulações. manutenção de deflectores de ar e aletas de refrigeração; o sistema de admissão e de escapamento: seção difusora, impulsor e mecanismo de acionamento do impulsor. unidades do sistema de escapamento 1f. Recondicionamento de peças do motor: • reparos por meio de usinagem, retificação e ajustagem de cilindros, pistões, balancins, válvulas, bielas e eixo de manivelas; • tubulações e mangueiras: inspeção, testes e recondicionamento; • teste e retificação de rachaduras, porosidades e de corrosão; • inspeção e reparo no mecanismo de acionamento dos acessórios 1g. Montagem das peças do CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 158 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP motor: • montagem do motor após inspeção e reparo das peças, prestando particular atenção à limpeza, ao aperto dentro dos limites, à frenagem, às tolerâncias e à regulagem da distribuição e da ignição; • instalação dos acessórios do motor 1h. Instalação do motor na aeronave: • içamento e alinhamento do motor, fixação no berço, conexão e ajustes dos comandos; • instalação da hélice 1j. Funcionamento do motor e correção de panes: • partida, funcionamento e testes de motor no solo; • inspeção de grupo motopropulsor instalado em aeronave, verificações e ajustes após a operação; • pesquisa de panes e correção; • proteção de motores contra corrosão Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 15 Total 15 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 159 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP OFICINA DE MOTORES A REAÇÃO Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Descrever os procedimentos indicados para remoção, instalação, desmontagem e montagem de motores a reação, bem como para o recondicionamento de seus componentes. HABILIDADES 1.1. Identificar as condições operacionais de um motor pela inspeção externa e pelo funcionamento adequado. 1.2. Descrever os procedimentos para a remoção de motor previstos pelo fabricante. 1.3. Explicar os procedimentos de desmontagem do motor e de seus componentes para inspeção. 1.4. Identificar os procedimentos de inspeção dimensional nos componentes do motor. 1.5. Descrever o tipo de teste magnético indicado para a pesquisa de falhas das peças do motor. 1.6. Explicar as operações de desmontagem, montagem e de testes das unidades do sistema de ignição. 1.7. Citar os processos de retificação, ajustagem e reparo das peças do motor, tubulações e engrenagens de acionamento dos acessórios do motor e do mecanismo de indicação de torque. 1.8. Explicar os procedimentos de montagem das peças do motor e os cuidados na limpeza, na tolerância de aperto, na frenagem e na regulagem. 1.9. Descrever os procedimentos para a instalação de motor e de hélice previstos pelo fabricante. 1.10. Efetuar testes de motor para pesquisa e solução de panes e posterior proteção contra a corrosão. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Inspeção preliminar do motor: • exame completo de um motor para identificar as características externas e defeitos visíveis. funcionamento do motor no solo (quando possível) e registro do desempenho; • familiarização com as ferramentas da oficina de motores e equipamento correspondente. precauções a observar para evitar acidentes 1b. Remoção do motor: • preparação do motor. drenagens. desconexões. remoção. içamento e colocação no suporte; • remoção do motor da aeronave seguindo as instruções do fabricante 1c. Desmontagem do motor: • desmontagem completa de motores pequenos: remoção de todos os acessórios, limpeza e preparação das peças para inspeção; • desmontagem parcial de motores grandes: remoção de acessórios, conjunto de escapamento dos gases e câmara de combustão sem desmontar o conjunto turbinacompressor 1d. Inspeção do motor: • verificação dimensional em eixos e mancais para exames de ovalização, torção, desgaste e deformação de acordo com os procedimentos indicados nos manuais do fabricante. verificação dos ajustes e tolerâncias, aplicando programas de reparos, se necessário; • pesquisa de rachaduras e deformações na seção de escapamento e tubos de chama das câmaras de combustão; • exame, com produtos CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 160 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP fluorescente ou corantes, das peças de ligas leves do motor; • inspeção dos conjuntos compressor-turbina de turborreatores. inspeção das aletas quanto a deformação ou deterioração 1e. Manutenção dos acessórios do motor: • desmontagem, inspeção, reparos e montagem dos acessórios do motor: o componentes do sistema de ignição: inspeção quanto a queima, rutura e desgaste, limpeza e testes previstos pelo fabricante. teste de continuidade e de isolamento, limpeza das velas de ignição; o componentes do sistema de combustível: bombas, unidades de comando de pressão e de vazão, dispositivos de dosagem, válvulas, queimadores. desmontagem parcial para estudo do mecanismo. testes; o componentes do sistema de lubrificação do motor: reservatório, bombas, válvulas, radiador, filtros e tubulações 1f. Recondicionamento de peças do motor: • reparos por meio de usinagem, retificação e ajustagem de peças para dimensões inferiores ou superiores ao normal; • tubulações e mangueiras – inspeção, testes e recondicionamento; • teste e retificação de rachaduras, porosidades e de corrosão; • inspeção e reparo no mecanismo de acionamento dos acessórios e do mecanismo de indicação do torque 1g. Montagem das peças do motor: • montagem do motor após inspeção e reparo das peças, prestando particular atenção à limpeza, ao aperto dentro dos CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 161 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP limites, à frenagem, as tolerâncias e à regulagem do sistema de ignição; • instalação dos acessórios do motor 1h. Instalação do motor na aeronave: • içamento e alinhamento do motor. fixação no berço. conexão e ajustes dos comandos; • instalação da hélice em aeronave turboélice 1j. Funcionamento do motor e correção de panes: • partida, funcionamento e testes de motor no solo; • inspeção de grupo motopropulsor instalado em aeronave. verificações e ajustes após a operação; • pesquisa de panes e correção; • proteção de motores contra corrosão Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 15 Total 15 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 162 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP OFICINA DE HÉLICES Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Descrever os procedimentos indicados para remoção, desmontagem, manutenção e montagem de hélices de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Descrever os testes previstos no manual do fabricante da hélice. 1.2. Explicar as operações de remoção e de instalação de hélices previstas pelo fabricante. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Testes de hélices: • torção das pás,alinhamento, equilíbrio estático, medição de ângulos na bancada, verificação da pista de rotação e trajetória das pás; • princípios de funcionamento do equipamento de testes, verificação de vazamentos, pesquisas de panes 1b. Instalação e remoção de hélices: • prática de instalação e de remoção de hélices em motores; • regulagem dos comandos 2. Explicar os testes previstos pelos fabricantes de hélices a serem executados em oficinas e na pista quando instaladas em motores. 2.1. Efetuar os testes de funcionamento de hélices instaladas em motores convencionais e a reação. 2. Teste da hélice na pista: • teste de funcionamento da hélice com o motor em funcionamento; • inspeção da hélice após a parada do motor; • preenchimento dos documentos e das fichas de manutenção Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 10 Total 10 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 163 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO AVIÔNICOS – Qualificação Técnica de Nível Médio de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Aviônicos A.1 – SISTEMAS ELÉTRICOS DE AERONAVES Função: Programação e Controle COMPETÊNCIAS 1. Identificar os diversos materiais, ferramentas e equipamentos utilizados na manutenção dos sistemas elétricos e eletrônicos da aeronave. HABILIDADES 1.1. Indicar os fatores que influenciam na escolha da bitola de um fio. 1.2. Identificar o tipo de material a ser usado no fio condutor de um determinado circuito elétrico. 1.3. Descrever os processos de identificação de fios e cabos condutores. 1.4. Indicar as condições adequadas para instalação e encaminhamento da fiação. 1.5. Identificar as medidas de precaução a serem adotadas em uma instalação elétrica de aeronaves. 1.6. Definir os termos utilizados na instalação elétrica de uma aeronave. 1.7. Identificar as diferentes classes de conectores usados em sistemas elétricos. 1.8. Identificar os cuidados na instalação de conduítes. 1.9. Reconhecer os procedimentos de manutenção do equipamento elétrico. 1.10. Expressar os procedimentos de emendas em emergência. 1.11. Reconhecer a necessidade da correta fixação dos terminais de fios aos blocos terminais. 1.12. Reconhecer os procedimentos corretos na decapagem de fios condutores. 1.13. Enumerar os cuidados a serem adotados na metalização. 1.14. Reconhecer a finalidade da proteção contra correntes elétricas nos tanques de combustível. 1.15. Reconhecer as vantagens do aterramento múltiplo. 1.16. Reconhecer os limites de carga elétrica dos circuitos. 1.17. Identificar os valores dos dispositivos de proteção de circuitos. 1.18. Enumerar os circuitos de iluminação interna de aeronaves. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Fios e cabos condutores: • bitola de fio; • fatores que afetam a seleção da bitola do fio; • fatores que influenciam na seleção do material condutor; • queda de voltagem nos fios e nos cabos de uma aeronave; • instruções para usar o gráfico de fios elétricos; • identificação de condutores; • isolamento do condutor; • instalação da fiação elétrica: o grupos de fios e chicotes; o amarração da cablagem; o cuidados na amarração; o amarração com nó simples; o amarração com nó de laçada; o fios trançados; o emendas nos chicotes; o frouxidão nos chicotes; o raio de curvatura; o encaminhamento; o proteção contra fricção; o proteção contra alta temperatura; o proteção contra solventes e fluidos; o proteção dos fios na área do alojamento das rodas; o precauções na instalação; o instalação das braçadeiras de cabos • conectores. tipos. identificação e instalação; • conduítes. tipos. cuidados na instalação 1b. Manutenção de cablagens: • ferramentas para manutenção elétrica • estampagem de terminais: o terminais de fio de alumínio • emendas de fios de cobre; • emendas de emergência; • conexão de terminais a blocos terminais; • prensagem de pinos de contato: o inserindo o contato; o extraindo o contato CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 164 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 1.19. Enunciar os circuitos de iluminação externa das aeronaves. 1.20. Expressar os procedimentos de inspeção e de manutenção dos sistemas de iluminação. 1.21. Enumerar as diferenças entre as pilhas primárias e as secundárias. 1.22. Enunciar os componentes de uma bateria chumbo-ácido. 1.23. Reconhecer os procedimentos de carga de baterias chumbo-ácido. 1.24. Enunciar os componentes de uma bateria alcalina. 1.25. Reconhecer os procedimentos de carga de baterias níquel-cádmio. 1.26. Enumerar os componentes de uma bateria prata-zinco. 1.27. Reconhecer os símbolos gráficos correspondentes aos componentes dos circuitos elétricos e eletrônicos. • utilização correta de ferramentas para manutenção elétrica; • decapagem de condutores 1c. Metalização: • finalidades da metalização; • cuidados na metalização; • áreas sujeitas à explosão ou fogo; • proteção contra os efeitos de raios: o definições; o classificação das zonas de impacto em aeronaves; o proteção dos suspiros dos tanques de combustível; o aterramento dos bujões de tanque de combustível; o proteção dos tanques de combustível contra correntes elétricas • módulo de aterramentofinalidade. características 1d. Cuidados na instalação de equipamentos elétricos: • limites de carga elétrica: o controle ou monitoramento de carga elétrica 1e. Dispositivos de proteção de circuitos: • fusíveis; • disjuntores • disjuntores de controle remoto (RCCB): o funcionamento do RCCB como relé; o funcionamento do RCCB como disjuntor • interruptores; • relés 1f. Luzes internas: • iluminação da cabine de pilotagem; • iluminação dos painéis e dos instrumentos; • protetores de mapas; • iluminação da cabine de passageiros; • luzes dos sanitários e bagageiros; • iluminação controlada pelos passageiros; • luzes de aviso; • luzes da porta principal e de emergência CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 165 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 1g. Luzes externas: • luzes de posição ou navegação; • luzes de anticolisão; • luzes de pouso; • luzes de táxi; • luzes de inspeção das asas 1h. Inspeção e manutenção dos sistemas de iluminação: • procedimentos de inspeção e de manutenção dos sistemas de iluminação 1i. Pilhas: • pilhas primárias; • pilhas secundárias 1j. Baterias chumbo-ácido: • princípios de funcionamento; • elementos de uma bateria chumbo-ácido; • verificação da densidade; • preparação do eletrólito; • preparação da bateria para carga; • autodescarga ; • remoção da bateria 1k. Baterias alcalinas: • princípios de funcionamento das baterias de níquel-cádmio: o capacidade da bateria; o falhas da bateria, perda de tensão; o vantagens do uso da bateria ni-cad; o desvantagens do uso da bateria ni-cad; o para carregar baterias alcalinas; o monitoramento de temperatura da bateria • baterias de prata-zinco 1l. Símbolos gráficos para diagramas elétricos e eletrônicos: • identificação de símbolos gráficos nos circuitos elétricos e eletrônicos Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 166 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.2 – ELETRÔNICA I - SEMICONDUTORES Função: Programação e Controle COMPETÊNCIAS 1. Identificar os símbolos utilizados nos circuitos eletrônicos e analisar circuitos que utilizam transistores, diodos e circuitos integrados. 2. Determinar os fatores que afetam a instabilidade dos circuitos transistorizados. HABILIDADES 1.1. Descrever a operação de um osciloscópio. 1.2. Identificar fontes de correntes e de tensões constantes. 1.3. Reconhecer a finalidade do divisor de tensão. 1.4. Relacionar as leis de Kirchhoff, Thévenin e Norton da superposição e da máxima transferência de potência em análises de circuitos. 1.5. Identificar os componentes de uma fonte de força. 1.6. Descrever o funcionamento dos retificadores de meia onda e de onda completa. 1.7. Reconhecer os diferentes tipos de fusíveis utilizados na proteção dos circuitos. 1.8. Descrever os processos de formação da função PN. 1.9. Analisar a curva de máxima dissipação de potência. 1.10. Reconhecer as limitações de corrente e de tensão dos transistores. 1.11. Analisar os métodos de polarização dos transistores. 1.12. Reconhecer as características dos ampliadores de áudio. 1.13. Identificar as frequências e as classes de operação. 1.14. Identificar as características dos vários tipos de osciladores a transistor. 1.15. Citar as aplicações do transistor de efeito de campo. 1.16. Descrever a importância dos ampliadores operacionais nos circuitos eletrônicos. 1.17. Reconhecer as características e as aplicações do diodo Zener. 1.18. Citar as características e aplicações dos thyristores. 1.19. Reconhecer as características e as aplicações dos diodos emissores de luz. 1.20. Citar o emprego do decibel na eletrônica. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Osciloscópio: • tubo de raios catódicos, canhão eletrônico, deflexão vertical e horizontal; • circuito gerador de base de tempo; • funções básicas dos controles 1b. Requisitos para análise de circuitos: • fontes de tensão e de corrente constantes; • elementos de circuitos; • teoremas das estruturas elétricas: o leis de kirchhoff • divisor de tensão e de corrente; • teorema da superposição; • teorema de thévenin; • teorema de norton; • conversão do equivalente de thévenin para norton e viceversa; • teorema da máxima transferência de energia 1c. Fonte de força eletrônica: • tipos de fonte de força; • circuitos retificadores: o retificador de meia onda e de onda completa; o retificador em ponte • filtros: o fator de ripple; o teoria de funcionamento do filtro a capacitor • proteção contra sobrecarga – fusíveis, disjuntores 1d. Transistor de função: • formação das funções PNP e NPN • ganhos e amplificação do transistor: o tipos de configuração; o ganhos do transistor • amplificador em configuração emissor comum: o curvas características do amplificador em emissor comum; o ganhos do transmissor em emissor comum; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 167 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o características estáticas e dinâmicas de um amplificador em emissor comum • transistores de unifunção – características 1e. Estabilização da polarização de transistores: • limitações dos transistores bipolares; • curva de máxima dissipação de potência; • instabilidade térmica dos transistores; • valores típicos de tensões de junção para transistores; • métodos de polarização para estabilização térmica da corrente do coletor 1f. Ampliadores transistorizados: • classificação geral; • frequências e classes de operação; • sistemas de acoplamento; • amplificadores de áudio 1g. Osciladores eletrônicos a transistor: • princípios de oscilação mecânica. eletrônica; • requisitos do circuito oscilador; • circuitos osciladores básicos: o osciladores Armstrong, Hartley e Colpitts; o osciladores a cristal • multivibrador astável 1h. Transistor de efeito de campo: • transistor de efeito de campo (MOSFET) o modo depleção e modo intensificação (enriquecido); o polarização e aplicações do tipo depleção; o polarização e aplicações do tipo intensificação 1i. Ampliadores operacionais: • ampliador operacional Simbologia, características elétricas, alimentação, pinagem, aplicações 1j. Diodo Zener: • diodo zener como regulador de tensão características, limitações e aplicações CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 168 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 1k. Diodos especiais: • características e aplicação dos thyristores, triacs, diacs, quadracs, diodos Shockley e Túnel • diodos emissores de luz (LED). características e aplicações 1l. Decibéis: • emprego do decibel (dB) como unidade de medida em eletrônica 2. Determinar os fatores que afetam a instabilidade dos circuitos transistorizados 2.1. Identificar as características elétricas dos cristais de Germânio e de Silício. 2.2. Indicar os meios de estabilização dos circuitos. 2.3. Enunciar as técnicas de fabricação de circuitos integrados. 2.4. Explicar o método de numeração dos pinos dos CI. 2.5. Enunciar as características dos diversos tipos de sensores. 2a. Introdução aos dispositivos semicondutores: • estrutura da matéria; • ligação atômica; • materiais semicondutores; • formação da função PN; • polarização da função PN; • diodo semicondutor: o diodo retificador – aplicação 2b. Estabilização da polarização de estágios de potência: • circuitos de estabilização com termistores e com diodos 2c. Circuitos integrados (CI): • circuitos integrados monolíticos - técnica de fabricação, características, aplicações; • tipos de encapsulamento e contagem de pinos 2d. Sensores: • sensor de umidade, termistor características e aplicações • dispositivos fotossensíveis características e aplicações: o fotorresistores, fotodiodos, fototransistores, células voltaicas • varistores - Características e aplicações Carga Horária (Horas-aula) Teórica 80 Prática 40 Total 120 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 169 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.3 – INSTRUMENTOS Função: Planejamento e Execução da Manutenção COMPETÊNCIAS 1. Executar a manutenção dos sistemas de instrumentos de uma aeronave e dos diferentes componentes básicos dos mesmos. HABILIDADES 1.1. Reconhecer a classificação dos instrumentos. 1.2. Identificar as características de construção e de instalação dos instrumentos. 1.3. Utilizar-se dos manuais do fabricante da aeronave para efetuar as marcações de limites. 1.4. Reconhecer os procedimentos de remoção e de instalação dos instrumentos. 1.5. Reconhecer os cuidados a serem observados com os instrumentos. 1.6. Reconhecer os componentes de um sistema de Pitot. 1.7. Descrever a operação do sistema de Pitot. 1.8. Reconhecer os diversos tipos de velocímetros. 1.9. Descrever o funcionamento dos velocímetros. 1.10. Explicar o princípio de funcionamento dos altímetros. 1.11. Definir pressão e altitude. 1.12. Descrever o funcionamento do indicador de razão de subida. 1.13. Descrever o princípio de funcionamento dos giroscópios. 1.14. Reconhecer os componentes do giro direcional. 1.15. Reconhecer os componentes do indicador de atitude. 1.16. Reconhecer os componentes do indicador de curva e derrapagem. 1.17. Descrever o princípio de funcionamento do acelerômetro. 1.18. Reconhecer a importância da indicação do número “MACH”. 1.19. Descrever o princípio de funcionamento do maquímetro. 1.20. Descrever os componentes das bússolas magnéticas. 1.21. Identificar os componentes do sistema pictorial de navegação. 1.22. Reconhecer o desempenho de cada componente do sistema. 1.23. Reconhecer o princípio de BASES TECNOLÓGICAS 1a. Classificação dos instrumentos: • classificação: o instrumentos de voo; o instrumentos de navegação; o instrumentos do motor; o instrumentos diversos 1b. Características de construção dos instrumentos: • características de construção dos instrumentos: o temperatura de funcionamento; o condições de vibração; o tipos de vedação; o posição de instalação; o amortecimento; o escalas de indicação; o marcações de limites; o dimensões; o peso; o caixa; o iluminação; o outras características 1c. Remoção e instalação dos instrumentos: • procedimentos de remoção e instalação dos instrumentos: o instrumentos com flange; o instrumentos com braçadeira • cuidados com os instrumentos: o inspeção diária; o inspeção periódica 1d. Sistema anemométrico: • tubo de pitot com tomada estática acoplada; • tubo de pitot com tomadas estáticas separadas; • operação do sistema 1e. Velocímetro: • definição de velocidades; • finalidades do velocímetro; • usos específicos do velocímetro; • tipos de velocímetros utilizados; • velocímetro do tipo manômetro diferencial: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 170 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP funcionamento do sistema de indicação do torque. 1.24. Explicar o funcionamento do sistema de indicação da temperatura do óleo do motor. 1.25. Reconhecer o funcionamento do sistema de indicação bimetálico. 1.26. Reconhecer o funcionamento do sistema de indicação da temperatura dos gases de escapamento dos motores a reação. 1.27. Reconhecer o funcionamento do sistema de indicação da temperatura interturbinas. 1.28. Reconhecer o funcionamento dos sistemas de indicação da pressão do óleo do motor. 1.29. Explicar o funcionamento do sistema de indicação da pressão de admissão de motores convencionais. 1.30. Reconhecer a operação dos sistemas indicadores de fluxo de combustível. 1.31. Reconhecer os diversos tipos de tacômetros. 1.32. Reconhecer as características dos voltamperímetros. 1.33. Descrever a operação do relógio e o processo de calibragem. 1.34. Descrever a operação do medidor de fadiga. 1.35. Reconhecer o funcionamento do sistema indicador da temperatura do ar externo. 1.36. Reconhecer as características dos sistemas de indicação de quantidade de combustível. 1.37. Reconhecer o funcionamento dos sistemas indicadores de ângulo de ataque. 1.38. Explicar a operação dos sistemas indicadores de pressão que utilizam o tubo de Bourdon e os que utilizam diafragma. 1.39. Reconhecer a finalidade dos sincroscópios. o funcionamento; o indicador de velocidade verdadeira 1f. Altímetro: • efeitos da temperatura • pressão atmosférica: o unidades de pressão atmosférica; o causas da variação da pressão • definições de pressão e de altitude; • correções do altímetro; • cápsula ou diafragma; • descrição do altímetro; • ajuste do altímetro; • altímetro codificador 1g. Indicador de razão de subida: • finalidade do indicador de subida; • funcionamento e componentes 1h. Instrumentos giroscópicos: • princípios de funcionamento dos giroscópios • giro direcional: o funcionamento e componentes • indicador de atitude: o tipos: indicador movido a ar e indicador elétrico; o sistema de detecção e indicação de atitude; o sistema de ereção natural mecânico e elétrico; o sistema de ereção rápida: chave de ereção rápida e método eletromagnético • indicador de curva e derrapagem: o princípio de funcionamento do indicador; o indicador de curva; o indicador de derrapagem 1j. Acelerômetro: • conceitos de aceleração; • indicador de aceleração; • mecanismo interno 1k. Maquímetro: • finalidade do indicador de número “MACH”; • princípio de funcionamento 1l. Bússola magnética: • características da bússola CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 171 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP magnética; • descrição geral da bússola; • instalação e compensação 1m. Sistema pictorial de navegação: • características do sistema; • componentes do sistema: detetor de fluxo, unidade acopladora e giro direcional; • princípios do VOR; • sistema de pouso por instrumentos; • indicador de curso (HSI); • indicador RMI; • procedimentos operacionais; • compensação do sistema 1n. Indicador de torque: • sistema de indicação de torque: o mecanismo do torquímetro; o transmissão do torque; o instrumento de indicação; o operação do sistema 1o. Indicadores de temperatura: • sistema de indicação de temperatura do óleo do motor: o elemento sensível (bulbo); o circuito ponte de wheatstone; o funcionamento do termômetro • indicadores de temperatura bimetálicos (termopares): o princípio de funcionamento do termopar; o componentes do sistema – operação • sistema de indicação da temperatura dos gases da turbina: o sondas de medição da temperatura; o componentes do sistema – operação • sistema de indicação da temperatura interturbinas – descrição geral: o manutenção, testes e calibração do sistema 1p. Indicadores de pressão do motor: • sistema de indicação de pressão utilizando tubo de bourdon: o indicador conjugado para pressão de óleo e de combustível e temperatura CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 172 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP do óleo • sistema de indicação da pressão de admissão de motores convencionais: o manutenção e testes do sistema • sistema de indicação de pressão de óleo do tipo síncrono: o constituição do sincrogerador e do sincromotor; o princípio de funcionamento do indicador; o transmissor de pressão de óleo • sistema de indicação do fluxo de combustível de motor convencional: o componentes de um sistema indicador de fluxo de combustível de motores a turbina 1q. Indicador de rotação: • indicador de rotação tacômetro: o tacômetro mecânico; o tacômetro elétrico; o tacômetro eletrônico – 1r. Voltamperímetro: • mecanismo de D’Arsonval. características: o amperímetros – princípios de funcionamento; o voltímetros – princípios de funcionamento 1s. Relógio: • descrição geral dos diferentes tipos de relógios. mecanismos. graduação. calibragem 1t. Medidor de fadiga: • medidor de fadiga – características. operação. cuidados 1u. Indicador de temperatura do ar externo: • sistema indicador da temperatura do ar externo: o elemento sensível (bulbo); o ponte de Wheatstone – funcionamento. operação 1v. Indicador de quantidade de combustível: • sistema tipo bóia; • sistema tipo capacitor CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 173 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 1x. Indicador do ângulo de ataque: • sistemas indicadores de ângulo de ataque: o tipos, funcionamento e manutenção dos sistemas 1y. Indicadores de pressão de diversos sistemas: • sistemas indicadores de pressão do tipo tubo de Bourdon – operação, mecanismos, manutenção; • sistemas indicadores do tipo diafragma – operação mecanismos, manutenção; • indicadores de sucção. finalidade. tipos 1z. Sincroscópio: • sincroscópio. finalidade. tipos Carga Horária (Horas-aula) Teórica 100 Prática 40 Total 140 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 174 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.4 – SISTEMAS ELÉTRICOS DE PARTIDA E IGNIÇÃO DE MOTORES Função: Planejamento e Controle da Manutenção COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer as características dos sistemas elétricos de partida e de ignição para motores convencionais e para os de reação. HABILIDADES 1.1. Reconhecer os sistemas de partida desenvolvidos para motores convencionais. 1.2. Reconhecer os sistemas de partida para motores a reação. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Sistema de partida de motores convencionais: • motores de partida de inércia; • motor de partida elétrico de engrazamento direto; • sistema de partida usando motor de inércia combinado; • sistema de partida elétrico de engrazamento direto para grandes motores convencionais; • sistema de partida elétrico de engrazamento direto para pequenas aeronaves 1b. Sistemas de partida dos motores de turbina a gás: • características dos sistemas de partida; • sistemas elétricos de partida de motores a reação; • motores de partida de acionamento direto nos motores de turbina a gás 2. Identificar os procedimentos de inspeção e de manutenção dos sistemas de partida e ignição para motores convencionais e para os de reação. 2.1. Identificar o processo de operação do sistema de partida do tipo arranque-gerador. 2.2. Identificar as classes do sistema de ignição dos alternativos. 2.3. Reconhecer os componentes de um sistema de ignição por magneto de alta tensão. 2.4. Identificar o princípio de funcionamento dos componentes do sistema de ignição por magneto. 2.5. Reconhecer as características de operação de um sistema de ignição por magneto de baixa tensão. 2.6. Reconhecer as unidades auxiliares do sistema de ignição por magneto. 2.7. Reconhecer os componentes do sistema e sua operação. 2a. Sistemas de partida arranque-gerador: • características do sistema de partida arranque-gerador; • pesquisa de panes do sistema de partida do tipo arranquegerador 2b. Sistema de ignição do motor alternativo: • sistema de ignição: o sistema por bateria; o sistema por magneto 2c. Sistema de ignição por magneto: • sistema de ignição por magneto de alta tensão: o conjunto de contatos platinados; o conjunto de bobina; o distribuidor; o ventilação do magneto e distribuidor; o cabo de ignição; o interruptores de ignição; o magnetos com sistema simples e com sistema duplo de alta tensão; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 175 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • • • • o sistema de montagem do magneto sistema de ignição por magneto de baixa tensão; operação do sistema de ignição por magneto de baixa tensão; distribuidor do sistema de baixa tensão; unidades auxiliares de ignição; dínamo: o vibrador de indução; o acoplamento de impulso; o vibrador interruptor de retardo de alta tensão; o vibrador interruptor de retardo de baixa tensão; o velas de ignição sistema de ignição de motores turbojato: o sistema eletrônico de ignição; o velas de ignição de turbina Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 40 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 176 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.5 – SISTEMAS ELÉTRICOS DE PROTEÇÃO CONTRA OS EFEITOS DA CHUVA E DO GELO E CONTRA O FOGO Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer a operação dos sistemas elétricos de proteção contra os efeitos da chuva e do gelo e contra o fogo HABILIDADES 1.1. Caracterizar a operação dos sistemas elétricos limpadores dos pára-brisas. 1.2. Relatar os problemas causados pela formação de gelo em uma aeronave. 1.3. Descrever os processos empregados na eliminação do gelo nas aeronaves. 1.4. Distinguir o sistema detetor de fogo do sistema de aviso de superaquecimento. 1.5. Identificar os diferentes tipos de sistemas detetores de fogo. 1.6. Identificar as três classes de fogo. 1.7. Reconhecer os diferentes métodos de detecção de fumaça. 1.8. Reconhecer os agentes extintores de fogo de motores a turbina. 1.9. Identificar os componentes dos sistemas extintores de fogo dos motores de aeronaves. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Sistemas elétricos limpadores de pára-brisas: • operação do limpador de párabrisas; • circuito elétrico do sistema limpador; • sistema limpador de párabrisas de helicóptero 1b. Efeitos do gelo nas aeronaves: • efeitos do gelo nas características da aeronave; • prevenção contra a formação de gelo; • controle do gelo do párabrisas; • circuito elétrico do sistema de degelo do carburador e párabrisas; • antigelo do tubo de pitot; • aquecedores de drenos 1c. Sistemas de detecção de fogo: • exigências de um sistema de detecção • sistemas de detecção de fogo: o sistema de interruptor térmico; o sistema de par térmico; o detectores fenwal spot; o sistema detector de circuito contínuo; o sistemas de elementos contínuos; o sistemas de aviso de superaquecimento 1d. Tipos de fogo: • classificação dos tipos de fogo: o classe A; o classe B; o classe C 1e. Sistemas detectores fumaça: • classificação dos métodos detecção de fumaça: o detectores de monóxido carbono; o detectores fotoelétricos fumaça; de de de de CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 177 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o detectores fumaça visuais de 1f. Sistemas de proteção de fogo de aeronaves com motor a turbina: • zonas de fogo; • agentes de extinção de fogo de motores a turbina; • tipos de detectores de fogo e de superaquecimento; • sistema de proteção de fogo 1g. Sistemas extintores de fogo: • sistemas extintores de fogo dos motores convencionais; • sistemas de extinção de fogo dos motores a turbina Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 00 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 178 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.6 – ELETRÔNICA II – TÉCNICAS DIGITAIS Função: Programação e Controle COMPETÊNCIAS 1. Caracterizar os sistemas de numeração. HABILIDADES 1.1. Citar os sistemas de base usados em computadores. 1.2. Efetuar conversão de bases dos sistemas de numeração. 1.3. Efetuar as operações de aritmética binária. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Introdução aos sistemas de numeração: • sistemas de numeração: decimal, binário, octal, hexadecimal – caracterização; • contagem nas diversas bases; • complemento de um número; • conversão de bases: o conversão para base decimal; o conversão do sistema decimal para outras bases • códigos – características e aplicações 1b. Álgebra booleana: • aritmética binária: adição, subtração, multiplicação e divisão – procedimentos; • simplificação de funções E e OU, NÃO e NÃO É, XOR ou XNOR; • formas canônicas: o forma canônica disjuntiva; o circuitos geradores de produtos canônicos 2. Distinguir as características dos diversos circuitos de um microprocessador. 2.1. Reconhecer as características dos circuitos de comutação. 2.2. Distinguir as características dos diferentes tipos de encapsulamento dos circuitos integrados. 2.3. Reconhecer a necessidade dos circuitos combinacionais. 2.4. Descrever a função dos circuitos multiplexadores e demultiplexadores. 2.5. Identificar os diversos tipos de Flip-flop. 2.6. Reconhecer as diversas classificações da memória. 2.7. Analisar o funcionamento de conversores digital-analógico e analógico-digital. 2.8. Descrever o princípio de funcionamento da CPU. 2.9. Reconhecer os símbolos usados nas representações gráficas de um fluxograma. 2a. Circuitos de Comutação: • características dos circuitos de comutação: nível lógico, tempo de propagação, potência dissipada, imunidade a ruídos, fan-out 2b. Famílias de circuitos lógicos: • tecnologia MOS; • comparação entre as famílias: RTL, DTL, HTL, TTL, ECL, CMOS – características; • métodos de fabricação: monolítico, de película fina ou expessa, híbrido; • classificação dos circuitos integrados digitais: SSI, MSI e LSI; • encapsulamento de integrados: TDS, chato (Flat Pack) e DIP (Dual In-Line Package) 2c. Circuitos combinacionais: • elementos lógicos: circuitos lógicos, básicos, universais e comparadores; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 179 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • circuitos codificadores decodificadores; • circuitos somadores subtratores; • circuitos multiplexadores demultiplexadores e e e 2d. Circuitos sequenciais: • fip-flop – Tipos. Implementação; • contadores: de pulso e decrescentes; • registradores (Shift Registers) 2e. Memórias: • classificação da memória quanto a: acesso, volatilidade, possibilidade de regravação, retenção; • endereçamento – Palavra de memória, byte, aplicação 2f. Conversão de sinais: • sistemas analógicos e digitais: o amplificadores operacionais • conversor digital-analógico; • conversor analógico-digital 2g. Microprocessador: • aplicações, termos e convenções, memória, entrada e saída, palavras do computador; • princípios de funcionamento. execução do programa; • unidade central de processamento (CPU): o modo de funcionamento da CPU • fluxograma – conceituação, exemplos; • linguagem do computador Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 40 Total 100 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 180 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.7 – SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO E DE NAVEGAÇÃO Função: Programação e Controle COMPETÊNCIAS 1. Enunciar os princípios de propagação e utilização das ondas eletromagnéticas nos sistemas de comunicação. HABILIDADES 1.1. Enunciar os princípios básicos da propagação das ondas eletromagnéticas. 1.2. Definir ciclo e frequência. 1.3. Reconhecer as propriedades das ondas sonoras. 1.4. Distinguir a natureza das ondas sonoras das ondas eletromagnéticas. 1.5. Distinguir as ondas eletromagnéticas por suas frequências e comprimento de onda. 1.6. Citar as características dos sistemas de radiocomunicação. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Princípios da comunicação: • o descobrimento das ondas eletromagnéticas; • a primeira comunicação por rádio; • a válvula audion; • ondas ou vibrações produzidas ao se agitar a água; • ondas de rádio amortecidas e contínuas; • ciclo. frequência – definição; • relação entre frequência e comprimento de onda; • propriedades das ondas sonoras; • representação gráfica das ondas sonoras; • frequências que o ouvido humano pode perceber; • meios em que se propagam as ondas de rádio; • intensidade do som; • velocidade e frequência das ondas de rádio 1b. Características das ondas eletromagnéticas: • ondas de rádio; • ondas infravermelhas ou caloríficas; • ondas luminosas (a luz); • raios ultravioleta; • raios x; • raios gama e raios cósmicos; • classificação das ondas de rádio 1c. Principais sistemas de radiocomunicação: • transmissor básico de CW; • modulação em amplitude (AM); • modulação em SSB; • modulação em frequência (FM) 2. Descrever a localização e a operação dos componentes dos sistemas de comunicação e de navegação de aeronaves. 2.1. Descrever a finalidade e o funcionamento das antenas. 2.2. Reconhecer a representação gráfica dos diagramas polares de antenas. 2.3. Listar os componentes e sua operação em um sistema de intercomunicação. 2a. Propagação das ondas eletromagnéticas: • ondas ionosféricas, espaciais e terrestres; • ondas diretas e desvanecimento (fading); • antenas – finalidade, funcionamento: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 181 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 2.4. Descrever o princípio de funcionamento do sistema de alarme. 2.5. Descrever o princípio de funcionamento do sistema gravador de voz. 2.6. Descrever o funcionamento dos sistemas de comunicação VHF e HF-230. 2.7. Descrever o funcionamento dos sistemas ELT. 2.8. Descrever o funcionamento do sistema SELCAL. 2.9. Descrever a operação do sistema anemométrico. 2.10. Enunciar os componentes de uma bússola. 2.11. Descrever os componentes de um sistema de bússola giromagnética. 2.12. Descrever as funções do sistema automático de direção. 2.13. Citar os componentes do sistema VOR/LOC. 2.14. Explicar a operação do equipamento medidor de distância. 2.15. Citar os modos de operação do sistema Transponder. 2.16. Descrever o princípio de funcionamento do radar meteorológico. 2.17. Descrever a função dos componentes do sistema de piloto automático. o antenas básicas; o resistência de irradiação; o impedância e sintonia da antena; o diagramas de irradiação e polares 2b. Sistemas de intercomunicação: • sistema integrado de áudio – localização dos componentes e sua operação; • interfone – operação do sistema; • sistema de endereçamento aos passageiros 2c. Sistema de alarme: • descrição e localização dos componentes do sistema de alarme: o alarme sonoro – Operação do sistema 2d. Sistema gravador de voz: • descrição e localização dos componentes do sistema gravador de voz 2e. Sistemas VHF e HF: • descrição, localização e funcionamento dos componentes dos sistemas VHF e HF-230 2f. Transmissor localizador de emergência(ELT): • descrição, localização e funcionamento dos componentes do sistema transmissor localizador de emergência (ELT) 2g. Sistema de chamada seletiva (SELCAL): • descrição do funcionamento e localização dos componentes dos sistemas de chamada seletiva (SELCAL) 2h. Sistema anemométrico: • tubo pitot – pressão dinâmica e pressão estática; • velocímetro – indicador de velocidade vertical; • altímetros – sistema de altitude de alerta. altímetro servo codificador. altímetro sensitivo; 2i. Instrumentos de navegação: • indicador de atitude reserva: CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 182 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o indicações fornecidas; o operação do sistema • bússolas: o bússola magnética – operação; o indicador radiomagnético – operação com VOR. operação como ADF; o bússola giromagnética – descrição. Operação 2j. Sistema automático de direção: • descrição e localização dos componentes do ADF; • sistema VOR/LOC – GS – MB – Descrição, localização e operação dos componentes; • equipamento medidor de distância (DME) – Descrição, localização e operação dos componentes; • transponder – Descrição, localização e operação dos componentes; • rádio altímetro – Descrição, localização e operação dos componentes; • radar meteorológico – Descrição, localização e operação dos componentes 2k. Piloto automático: • piloto automático – Descrição, localização e operação dos componentes • sistema de instrumentação de voo (FIS) – Descrição, localização e operação dos componentes: o indicador diretor de voo; o painel de controle; o unidade processadora Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 40 Total 100 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 183 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.8 – INSPEÇÃO DE AERONAVES E PROCEDIMENTOS DE PISTA Função: Programação e Controle COMPETÊNCIAS 1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes de aviônicos da aeronave. HABILIDADES 1.1. Reconhecer as condições operacionais dos componentes elétricos e eletrônicos na fuselagem. 1.2. Reconhecer defeitos nos componentes elétricos e eletrônicos das cabines. 1.3. Reconhecer os defeitos que possam afetar os componentes elétricos e eletrônicos do setor do trem de pouso. 1.4. Citar o princípio de funcionamento dos componentes elétricos e eletrônicos do setor das asas e seção central. 1.5. Reconhecer defeitos nas antenas e nas luzes da empenagem. 1.6. Reconhecer os defeitos do setor do motor e da hélice. 1.7. Reconhecer os defeitos dos equipamentos elétricos e eletrônicos do setor de comunicação e de navegação. 1.8. Reconhecer os defeitos das unidades do sistema de piloto automático. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Inspeção na fuselagem: • componentes dos sistemas – Quanto à correta instalação, defeitos aparentes e operação satisfatória 1b. Inspeção nas cabines de comando e de passageiros: • cabines – quanto à limpeza, estado geral e fixação dos equipamentos e acessórios elétricos e eletrônicos; • instrumentos – quanto às marcações de limites e operação; • comandos dos equipamentos elétricos e eletrônicos; • baterias – quanto à instalação e carga; • sistemas elétricos e eletrônicos da aeronave – quanto a defeitos aparentes e correta instalação 1c. Inspeção no setor do trem de pouso: • todos os componentes elétricos e eletrônicos do trem de pouso – Quanto ao estado, segurança de fixação e operação; • unidades do sistema elétrico – Quanto ao desgaste e operação correta dos interruptores 1d. Inspeção no setor das asas e seção central: • luzes, fiação e todos os componentes elétricos e eletrônicos do setor – Quanto ao estado e segurança de fixação 1e. Inspeção no setor da empenagem: • superfícies fixas – Quanto a avarias ou defeitos evidentes e fixação adequada das luzes e antenas 1f. Inspeção no setor do motor e da hélice: • sistemas contra fogo e superaquecimento – Quanto a CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 184 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP defeitos e avarias; • unidades elétricas e fiação. Quanto a defeitos e avarias 1g. Inspeção no setor de comunicação e navegação: • equipamentos rádio e eletrônico – quanto à instalação correta e fixação adequada: o fiação e cablagens – quanto à disposição correta, fixação adequada e defeitos evidentes; o ligação à massa e blindagem – quanto às condições e instalação correta; o antenas – quanto ao estado, fixação adequada e ligações corretas 1h. Inspeção no sistema de piloto automático: • unidades elétricas ou eletrônicas do sistema piloto automático – Quanto ao estado geral, fixação adequada e funcionamento correto 2. Reconhecer os procedimentos para correção dos defeitos encontrados, utilizando as informações do manual do fabricante dos equipamentos. 2.1. Reconhecer os procedimentos para o preenchimento da documentação da aeronave e dos equipamentos. 2.2. Reconhecer as finalidades das inspeções especiais. 2a. Documentação da aeronave: • preenchimento da ficha de inspeção; • lançamento da execução da inspeção no histórico (log book, cadernetas e fichas) da aeronave: o lançar, quando aplicável, as substituições efetuadas, anotando os números de série e as horas de funcionamento dos equipamentos; o colocar as etiquetas adequadas nos equipamentos retirados, anotando o número de série e horas de funcionamento, bem como o motivo da retirada 2b. Inspeções especiais: • inspecionar partes da aeronave quanto à rachaduras, trincas, etc: o inspeção por partículas magnéticas; o inspeção por líquidos penetrantes; o inspeção por radiografia; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 185 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP o inspeção por ultra-som; o inspeção pelo processo Eddy Current 3. Reconhecer os procedimentos de testes nos equipamentos elétricos e eletrônicos de aeronaves. 3.1. Reconhecer os procedimentos de testes nos equipamentos elétricos e eletrônicos após a partida dos motores. 3.2. Citar os equipamentos de apoio adequados a cada tipo de operação. 3a. Manuseios de solo: • procedimentos de testes após a partida dos motores: o nos instrumentos; o nos equipamentos elétricos; o nos equipamentos eletrônicos 3b. Equipamentos de apoio: • unidades de força elétrica; • unidade de força hidráulica e de aquecimento 4. Identificar os tipos de incêndio, os equipamentos e os procedimentos adequados de extinção. 4.1. Explicar os procedimentos de segurança durante os reabastecimentos. 4.2. Reconhecer os tipos de incêndios e os meios de extinção. 4a. Abastecimento de aeronaves: • procedimentos de segurança; • deveres dos componentes da equipe de manutenção 4b. Equipamentos contra fogo: • tipos de incêndios • extintores de incêndio: o adequação do extintor ao tipo de fogo; o operação dos extintores – portáteis, manuais e de grande porte; o controle de validade e de carga; o precauções de segurança 5. Reconhecer as normas de segurança durante as operações de partida nos motores e relativas aos trabalhos de manutenção. 5.1. Reconhecer os limites de circulação em pistas e hangares. 5.2. Descrever os procedimentos de segurança relativos aos trabalhos de manutenção. 5.3. Reconhecer os perigos durante o reabastecimento de oxigênio. 5.4. Reconhecer as normas de segurança referentes a reboque de aeronaves. 5.5. Reconhecer os procedimentos de segurança nas operações de levantamento de aeronaves nos macacos. 5.6. Reconhecer as operações de retirada de neve ou gelo de uma aeronave. 5a. Segurança na manutenção: • faixas de segurança; • procedimentos de segurança em relação a fios de força, sistema de ar comprimido, poças de óleo ou graxa, montagem de pneus 5b. Abastecimento de sistemas de oxigênio: • precauções de segurança durante o reabastecimento do sistema de oxigênio 5c. Movimentação da aeronave no solo: • precauções de segurança referentes à equipe de manutenção durante o reboque de aeronaves 5d. Levantamento da aeronave nos macacos: • procedimentos da equipe de manutenção, antes, durante e CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 186 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP após o levantamento aeronave relativos segurança da à 5e. Sugestões sobre tempo frio: • procedimentos de remoção de neve ou gelo de uma aeronave Carga Horária (Horas-aula) Teórica 60 Prática 00 Total 60 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 187 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP A.9 – GERENCIAMENTO DE QUALIDADE Função: Controle e Avaliação dos Ciclos de Gestão COMPETÊNCIAS 1. Interpretar o processo de implantação da gestão pela qualidade total. HABILIDADES 1.1. Entender os fundamentos de uma nacionalização de material aeronáutico. BASES TECNOLÓGICAS 1. Regulamento aeronáutica aplicável 2. Interpretar os fundamentos básicos de uma certificação. 2.1. Aplicar os princípios do controle de qualidade. 2. Requisito aeronavegabilidade de 3. Analisar um bogus parts. 3.1. Identificar os fundamentos e comunicação na auditoria. 3. Auditoria qualidade da 4.1. Identificar um bogus parts. 4. Processos manutenção 4. Avaliar o processo de implantação de uma auditoria sob o enfoque da manutenção. 5.1. Identificar o conteúdo de um sistema decisório. da garantia primários de 5. Manual geral de manutenção 6. Bogus part 7. Condições ambientais e riscos 8. Referencial normativo 9. Introdução ao sistema da qualidade 10. Evolução da qualidade 11. Garantia da qualidade 12. Controle total da qualidade 13. Perfil do auditor 14. Fundamentos comunicação na auditoria 15. Objetivos responsabilidades do decisório e e sistema 16. Coleta e conteúdo sistema decisório do Carga Horária (Horas-aula) Teórica 20 Prática 00 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 188 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP MÓDULO AVIÔNICOS – Oficinas PRÁTICA DE OFICINA I Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Adotar as normas de segurança durante os trabalhos na oficina e os procedimentos adequados em caso de acidentes. HABILIDADES 1.1. Descrever as normas de segurança adotadas nas oficinas. 1.2. Identificar os tipos de incêndio e os agentes extintores. 1.3. Reconhecer os procedimentos a serem adotados no caso de incêndios e de acidentes. BASES TECNOLÓGICAS 1. Normas e procedimentos: • normas de segurança: o em relação a ferramentas manuais, máquinas, equipamentos elétricos e pneumáticos o em torno da aeronave; o relativas a eletricidade, alta voltagem, circuitos energizados, baterias, retificadores, manuseio da fiação • segurança contra fogo: o identificação dos extintores; o classificação dos incêndios; o operação dos extintores • segurança pessoal e primeiros socorros: o proteção dos olhos; o elementos químicos perigosos; o efeitos dos choques, intensidade, tratamento; o respiração artificial; o tratamento de queimaduras e feridas 2. Utilizar, com correção, as ferramentas manuais comuns, as de corte e as de medição. 2.1. Efetuar tarefas com ferramentas manuais comuns e de corte. 2.2. Efetuar medições com instrumentos comuns e de precisão. 2.3. Reconhecer os procedimentos de tratamento térmico de metais e dos diferentes tipos de soldagens. 2.4. Identificar as características de uma solda perfeita. 2.5. Identificar os processos de conformação de metais. 2.6. Executar a abertura de roscas e afiação de ferramentas de corte. 2.7. Identificar os processos de fixação de terminais em cabos de comando e de detecção de defeitos. 2.8. Executar frenagens com arames. 2.9. Reconhecer os procedimentos de curvatura, 2a. Ajustagem de peças na bancada: • tarefas de ajustagem com ferramentas manuais: o corte e trabalho de lima, exercícios de corte com serra de mão, limagem, furação, afiação de brocas, corte de roscas com tarracha e cossinetes, raspagem • medição com instrumentos comuns e de precisão: o uso de régua metálica e compasso de ponta-seca, paquímetro, calibres, micrômetros, mesa de nivelar 2b. Tratamento térmico e soldagem: • tratamento térmico de peças elementares; • têmpera e endurecimento do aço CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 189 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP flangeamento e frisamento de tubos. 2.10. Identificar os processos de instalação de conexões em tubos rígidos e em flexíveis. • soldagem: o solda de estanho. decapagem. uso do fluido adequado; o soldagem a prata; o solda autógena: soldagem com maçarico e solda elétrica em metais diferentes; o inspeção de soldagem para detectar defeitos 2c. Máquinas – ferramentas: • operação de máquinasferramentas: o furação: usinagem de furos de precisão em diversos metais usando a furadeira de bancada; o alargamento de precisão de furos; o torneamento: trabalhos práticos de torno em aço, ligas leves, corte de roscas internas externas; o uso de esmeril para afiar ferramentas 2d. Arames e cabos metálicos: • inspeção de arames e cabos usados em aviação, quanto a defeitos e trabalhos de emendas em cabos de aço; • estampagem: fixação de conexões em cabos de comando e testes de resistência; • efetuar diversos tipos de frenagens com arames 2e. Tubulações: • curvatura de tubos com e sem tratamento térmico, tubos flangeados, tubos frisados, conexões e uniões em tubulação dos sistemas de combustível, lubrificante e hidráulico; • inspeção e teste de tubos e mangueiras 3. Reconhecer os tipos de corrosão e os procedimentos para sua remoção e sua prevenção. 3.1. Aplicar os métodos de remoção e de prevenção da corrosão durante a manutenção. 3. Corrosão: • natureza e causas da corrosão, tipos, remoção, tipos de proteção, métodos de aplicação do elemento protetor e proteção contra a corrosão durante a construção e a manutenção das aeronaves e seus componentes CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 190 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 15 Total 15 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 191 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP PRÁTICA DE OFICINA II Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Utilizar o material – ferramentas básicas, equipamentos, instrumentos, componentes – empregado em oficinas de manutenção dos sistemas aviônicos. HABILIDADES 1.1. Consultar normas e diagramas elétricos para identificação de condutores. 1.2. Aplicar os procedimentos adequados na decapagem, estanhagem e soldagem de condutores. 1.3. Executar a amarração de condutores seguindo técnicas padronizadas. 1.4. Efetuar substituição e manutenção de conectores elétricos. 1.5. Reconhecer os requisitos necessários para utilização de cabos de alumínio. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Identificação de condutores: • identificação de pedaços de condutores pelo tipo; • manuseio de diagramas elétricos e de normas para identificação de condutores 1b. Decapagem, estanhagem e soldagem: • aplicação dos procedimentos corretos para decapagem, estanhagem e soldagem de fios e cabos elétricos; • soldagem de conectores de acordo com as técnicas adequadas 1c. Cablagem: • execução de amarrações de cablagens de acordo com as técnicas estudadas; • confecção de cablagem com conduites para proteção de fogo de acordo com as técnicas e ferramentas adequadas 1d. Conectores elétricos: • indicação dos vários tipos de conectores elétricos usados em aeronaves 1e. Cabos de alumínio: • consulta às normas técnicas para observação das propriedades dos cabos de alumínio e requisitos para utilização em aeronaves; • fixação de terminais em cabos de alumínio 2. Executar manutenção elétrica respeitando as normas para conservação e guarda de material. 2.1. Utilizar as ferramentas em material elétrico seguindo as normas de segurança. 2.2. Proceder remoção e instalação de células em baterias. 2.3. Efetuar a manutenção de baterias ácidas e de alcalinas. 2.4. Proceder à manutenção de geradores de diversos tipos. 2.5. Reconhecer os componentes internos de um RCCB. 2.6. Identificar os métodos de 2a. Normas de segurança para manutenção elétrica: • cuidados na utilização, na inspeção e na conservação das ferramentas; • seleção do tipo de ferro de soldar 2b. Baterias: • indicação dos requisitos e procedimentos para carregamento e conservação das baterias ácidas; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 192 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP metalização como proteção contra cargas, choques elétricos e efeitos de raios. 2.7. Efetuar substituição de pinos de módulos de aterramento. • remoção e instalação das células de uma bateria alcalina; • execução de teste de baterias quanto à capacidade de carga e corrente de fuga, com indicação do procedimento para o carregamento das mesmas; • verificação e complementação do nível da solução das células das baterias e procedimento de limpeza das mesmas 2c. Geradores: • observação dos princípios de operação de um gerador; • verificação do desgaste das escovas do arranque-gerador 2d. Disjuntores de Controle Remoto (RCCB): • indicação dos componentes internos do disjuntor de controle remoto (RCCB); • operação do RCCB como relé e como disjuntor 2e. Metalização: • observação dos métodos e procedimentos para a metalização elétrica de aeronaves, a fim de criar proteção contra cargas estáticas, choques elétricos, potenciais de RF, descargas atmosféricas e meios adequados para a operação de equipamentos elétricos/ eletrônicos; • observação dos métodos e procedimentos para proteção das aeronaves contra os efeitos de raios diretos ou indiretos 2f. Módulo de aterramento: • extração e inserção de pinos de conexão utilizando as ferramentas adequadas Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 15 Total 15 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 193 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP LABORATÓRIO DE INSTRUMENTOS Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Desmontar, inspecionar, montar e calibrar os instrumentos de aeronaves. HABILIDADES 1.1. Efetuar procedimentos de remoção e de instalação dos instrumentos. 1.2. Identificar defeitos no funcionamento dos instrumentos de voo. 1.3. Efetuar testes de calibragem nos instrumentos de voo. 1.4. Reconhecer as condições de balanceamento do rotor de instrumentos giroscópico. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Remoção e instalação de equipamentos: • procedimentos de remoção e instalação dos instrumentos: o instrumentos com flange; o instrumentos com braçadeiras • cuidados com os instrumentos: o procedimentos na inspeção diária e na periódica 1b. Instrumentos de voo: • sistema pitot: limpeza e desobstrução das tomadas e linhas de pressão estática e dinâmica e dos drenos; • desmontagem, inspeção e montagem de: velocímetro, altímetro, indicador de razão de subida e descida; • desmontagem, inspeção e montagem de instrumentos giroscópicos: giro direcional, indicador de atitude, indicador de curva e derrapagem, acelerômetro e maquímetro 2. Efetuar inspeção, manutenção e testes de instrumentos e compensação de bússolas. 2.1. Detectar defeitos nos instrumentos de navegação. 2.2. Reconhecer os procedimentos de compensação de bússola. 2.3. Descrever os procedimentos de manutenção dos instrumentos de navegação. 2.4. Descrever os procedimentos de manutenção no sistema indicador de torque do motor. 2.5. Reconhecer os processos de inspeção nos sistemas indicadores de temperatura dos motores. 2.6. Descrever os indicadores de pressão. 2.7. Efetuar os procedimentos de inspeção nos sistemas de indicação da rotação do motor. 2.8. Detectar defeitos nos instrumentos diversos de aeronaves. 2a. Instrumentos de navegação: • bússolas magnéticas – inspeção, teste de fricção e de amortecimento: o teste de compensação em plataforma e em aeronave. preenchimento do cartão de correção • indicador de curso (HSI) – Inspeção e manutenção • indicador rádio magnético (RMI) – Inspeção e manutenção: o compensação do sistema de navegação 2b. Instrumentos do motor: • indicador de torque – inspeção e testes no sistema de indicação; • remoção, desmontagem, inspeção, montagem e instalação dos sistemas indicadores de temperatura: do óleo, da cabeça dos cilindros (bimetálicos), dos gases da turbina e interturbinas; • remoção, desmontagem, CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 194 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP inspeção, montagem e instalação dos sistemas indicadores de pressão dos tipos; tubo de Bourdon, cápsula, diafragma e síncrono • remoção, desmontagem, inspeção, montagem e instalação dos sistemas indicadores de fluxo do combustível; • remoção desmontagem, inspeção, montagem e instalação dos sistemas indicadores de rotação (tacômetros) mecânicos, elétricos e eletrônicos Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 10 Total 10 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 195 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA Função: Planejamento e Execução COMPETÊNCIAS 1. Identificar os princípios básicos de conduta no laboratório e as regras de segurança e de conservação dos equipamentos. HABILIDADES 1.1. Reconhecer as normas de segurança e de conservação do laboratório. 1.2. Operar componentes de indicação de funções eletrônicas. 1.3. Operar equipamentos de teste de diodos em circuitos. 1.4. Reconhecer o princípio de funcionamento das fontes eletrônicas. 1.5. Analisar esquemas e circuitos com transistores. 1.6. Reconhecer as vantagens e a utilização dos CI nos circuitos eletrônicos. 1.7. Identificar a função dos sensores nos circuitos eletrônicos. 1.8. Reconhecer a função do diodo zener em reguladores de tensão. 1.9. Reconhecer as características do diodo túnel em circuitos eletrônicos. 1.10. Analisar o emprego e o funcionamento dos Thyristores. 1.11. Identificar a função dos transistores de unijunção. 1.12. Reconhecer o funcionamento dos circuitos de multivibradores. 1.13. Reconhecer o princípio de funcionamento dos ampliadores operacionais. 1.14. Analisar esquemas dos diversos circuitos dos equipamentos. BASES TECNOLÓGICAS 1a. Familiarização com o laboratório de eletrônica: • procedimentos: o normas de conservação; o regras de segurança 1b. Instrumentos e componentes eletrônicos: • apresentação e utilização dos componentes: multímetro, fonte de força, geradores de AF e de RF, osciloscópio e outros 1c. Diodos semicondutores: • atividades com a curva característica, ponto por ponto; • testes 1d. Fontes eletrônicas: • retificador de meia onda e de onda completa; • multiplicadores de tensão; • filtros LC e RC 1e. Transistores: • identificação; • testes; • estabilização; • atividades envolvendo: ampliadores transistorizados, acoplamento RC, acoplamento e transformador, amplificador de áudio, divisor e inversor de fase, amplificador de potência; • atividades com: osciladores Hartley, Colpitts e de áudio; • atividades envolvendo transistor de efeito de campo 1f. Circuitos integrados: • atividades envolvendo circuitos integrados (CI) 1g. Sensores: • atividades com controles fotoelétricos e com termistores 1h. Reguladores de tensão: • características do diodo zener em reguladores de tensão; • atividades com o regulador de tensão em série com saída variável CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 196 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 1i. Diodos especiais: • atividades com o diodo túnel 1j. Thyristores: • atividades com o RCS; • atividades envolvendo controle de potência e tempo com RCS 1k. Transistor de unijunção: • atividades envolvendo transistores de unijunção 1l. Técnica de pulso: • atividades com: multivibrador astável; monoastável e biastável; geração de pulsos; divisão de frequência de pulso e técnicas não lineares de conformação de ondas 1m. Ampliadores operacionais: • observação do funcionamento e atividades envolvendo os ampliadores 1n. Análise dos circuitos: • análise através de capacitância, reatância capacitiva, indutância, reatância indutiva, L, C e R; • características dos circuitos ressonantes, em série e em paralelo 2. Executar os procedimentos práticos de manutenção nos componentes dos sistemas eletrônicos de aeronaves. 2.1. Pesquisar, identificar e remover defeitos dos equipamentos. 2.2. Identificar os procedimentos de manutenção dos equipamentos. 2.3. Remover e instalar os equipamentos na aeronave. 2. Equipamentos eletrônicos: • medições e experiências com unidades de demonstração que simulem os seguintes elementos da instalação: receptor TRF, amplificador de média frequência, conversor de frequência, alinhamento de um super-heteródino, amplificador separadorduplicador, amplificador RF, modulação, linhas de transmissão, moduladores a válvula de reatância, interferência, filtragem e blindagem; • pesquisa e remoção de panes; • manutenção, instalação e revisão de um equipamento típico de rádio e de radar de bordo, seguindo os procedimentos indicados nos manuais aprovados do fabricante; • remoção e substituição de equipamento no local da instalação; CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 197 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • verificação da alimentação e dos controles remotos; • inspeção de rotina do equipamento instalado; • verificação operacional 3. Efetuar equipamentos aeronaves. testes nos eletrônicos de 3.1. Efetuar testes de bancada. 3.2. Realizar inspeção e manutenção nas antenas 3a. Equipamento de bordo: • testes de bancada; • medição das características de desempenho, sintonia, regulagem; • localização de panes; • alinhamento e reparo 3b. Antenas: • mastros de antena em fibra de vidro e resinas laminadas – manutenção e reparo; • antenas externas tipos sabre e vareta – remoção, manutenção, reparo, e substituição; • antenas embutidas – cuidados. manutenção. manutenção e reparo das carenagens dielétricas; • quadros de radiogoniômetro – inspeção, serviço, calibração em terra, confecção da tabela de compensação; • refletores e diretores – cuidados. manutenção Carga Horária (Horas-aula) Teórica 00 Prática 20 Total 20 Horas-aula CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 198 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 4.7 Enfoque Pedagógico Constituindo-se em meio para guiar a prática pedagógica, o currículo organizado por meio de competências será direcionado para a construção da aprendizagem do aluno, enquanto sujeito do seu próprio desenvolvimento. Para tanto, a organização do processo de aprendizagem privilegiará a definição de projetos, problemas e/ ou questões geradoras que orientam e estimulam a investigação, o pensamento e as ações, assim como a solução de problemas. Dessa forma, a problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes de formação se constituem em ferramentas básicas para a construção das habilidades, atitudes e informações relacionadas que estruturam as competências requeridas. 4.8 Prática Profissional A Prática Profissional será desenvolvida em empresas e nos laboratórios e oficinas da Unidade Escolar. A prática será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e não está desvinculada da teoria; constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao longo do curso por meio de atividades como estudos de caso, visitas técnicas, conhecimento de mercado e das empresas, pesquisas, trabalhos em grupo, individual e relatórios. O tempo necessário e a forma para o desenvolvimento da Prática Profissional realizada na escola e nas empresas serão explicitados na proposta pedagógica da Unidade Escolar e no plano de trabalho dos docentes. 4.9 Estágio Supervisionado A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES não exige o cumprimento de estágio supervisionado em sua organização curricular, contando com aproximadamente 920 horas-aula de práticas profissionais, que poderão ser desenvolvidas integralmente na escola ou em empresas da região, por meio de simulações, experiências, ensaios e demais técnicas de ensino que permitam a vivência dos alunos em situações próximas da realidade do setor produtivo. O desenvolvimento de projetos, estudos de casos, realização de visitas técnicas monitoradas, pesquisas de campo e aulas práticas desenvolvidas em laboratórios, oficinas e salas-ambiente garantirão o desenvolvimento de competências específicas da área de formação. O aluno, a seu critério, poderá realizar estágio supervisionado, não sendo, no entanto, condição para a conclusão do curso. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas deverão constar do Histórico Escolar do aluno. A escola acompanhará as atividades de estágio, cuja sistemática será definida através de um Plano de Estágio Supervisionado devidamente incorporado ao Projeto Pedagógico da Unidade Escolar. O Plano de Estágio Supervisionado deverá prever os seguintes registros: • sistemática de acompanhamento, controle e avaliação; • justificativa; • metodologias; • objetivos; • identificação do responsável pela Orientação de Estágio; • definição de possíveis campos/ áreas para realização de estágios. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 199 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP O estágio somente poderá ser realizado de maneira concomitante com o curso, ou seja, ao aluno será permitido realizar estágio apenas enquanto estiver regularmente matriculado. Após a conclusão de todos os componentes curriculares será vedada a realização de estágio supervisionado. 4.10 Novas Organizações Curriculares O Plano de Curso propõe a organização curricular estruturada em cinco módulos, com um total de 2500 horas-aula e 180 horas-aula de prática de oficina. A Unidade Escolar, para dar atendimento às demandas individuais, sociais e do setor produtivo, poderá propor nova organização curricular, alterando o número de módulos, distribuição das aulas e dos componentes curriculares. A organização curricular proposta levará em conta, contudo, o perfil de conclusão da habilitação, da qualificação e a carga horária prevista para a habilitação e as determinações do Departamento de Aviação Civil. A nova organização curricular proposta entrará em vigor após a homologação pelo Órgão de Supervisão Educacional do Ceeteps. CAPÍTULO 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES O aproveitamento de conhecimentos e experiências adquiridas anteriormente pelos alunos, diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva habilitação profissional, poderá ocorrer por meio de: 9 disciplinas de caráter profissionalizante cursadas no Ensino Médio; 9 qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico concluídos em outros cursos; 9 cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, mediante avaliação do aluno; 9 experiências adquiridas no trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação do aluno; 9 avaliação de competências reconhecidas em processos formais de certificação profissional. O aproveitamento de competências, anteriormente adquiridas pelo aluno, por meio da educação formal/ informal ou do trabalho, para fins de prosseguimento de estudos, será feito mediante avaliação a ser realizada por comissão de professores, designada pela Direção da Escola, atendendo os referenciais constantes de sua proposta pedagógica. Quando o aproveitamento tiver como objetivo a certificação de competências, para conclusão de estudos, seguir-se-ão as diretrizes a serem definidas e indicadas pelo Ministério da Educação. E as diretrizes do Departamento de Aviação Civil. CAPÍTULO 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM A avaliação, elemento fundamental para acompanhamento e redirecionamento do processo de desenvolvimento de competências estará voltado para a construção dos perfis de conclusão estabelecidos para as diferentes habilitações profissionais e as respectivas qualificações previstas. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 200 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Constitui-se num processo contínuo e permanente com a utilização de instrumentos diversificados – textos, provas, relatórios, autoavaliação, roteiros, pesquisas, portfólio, projetos etc. – que permitam analisar de forma ampla o desenvolvimento de competências em diferentes indivíduos e em diferentes situações de aprendizagem. O caráter diagnóstico dessa avaliação permite subsidiar as decisões dos Conselhos de Classe e das Comissões de Professores acerca dos processos regimentalmente previstos de: • classificação; • reclassificação; • aproveitamento de estudos. E permite orientar/ reorientar os processos de: • recuperação contínua; • recuperação paralela; • progressão parcial. Estes três últimos, destinados a alunos com aproveitamento insatisfatório, constituir-se-ão de atividades, recursos e metodologias diferenciadas e individualizadas com a finalidade de eliminar/ reduzir dificuldades que inviabilizam o desenvolvimento das competências visadas. Acresce-se ainda que, o instituto da Progressão Parcial cria condições para que os alunos com menção insatisfatória em até três componentes curriculares possam, concomitantemente, cursar o módulo seguinte, ouvido o Conselho de Classe. Por outro lado, o instituto da Reclassificação permite ao aluno a matricula em módulo diverso daquele que está classificado, expressa em parecer elaborado por Comissão de Professores, fundamentada nos resultados de diferentes avaliações realizadas. Também através de avaliação do instituto de Aproveitamento de Estudos permite reconhecer como válidas as competências desenvolvidas em outros cursos – dentro do sistema formal ou informal de ensino, dentro da formação inicial e continuada de trabalhadores, etapas ou módulos das habilitações profissionais de nível técnico, ou do Ensino Médio ou as adquiridas no trabalho. Ao final de cada módulo, após análise com o aluno, os resultados serão expressos por uma das menções abaixo conforme estão conceituadas e operacionalmente definidas: Menção Conceito Definição Operacional MB Muito Bom B Bom O aluno obteve bom desempenho no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. R Regular O aluno obteve desempenho regular no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. I Insatisfatório O aluno obteve desempenho insatisfatório no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve excelente desempenho no competências do componente curricular no período. desenvolvimento das CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 201 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP Será considerado concluinte do curso ou classificado para o módulo seguinte o aluno que tenha obtido aproveitamento suficiente para promoção – MB, B ou R – e a frequência mínima estabelecida. A frequência mínima exigida será de 75% (setenta e cinco) do total das horas efetivamente trabalhadas pela escola, calculada sobre a totalidade dos componentes curriculares de cada módulo e terá apuração independente do aproveitamento. A emissão de Menção Final e demais decisões, acerca da promoção ou retenção do aluno, refletirão a análise do seu desempenho feita pelos docentes nos Conselhos de Classe e/ ou nas Comissões Especiais, avaliando a aquisição de competências previstas para os módulos correspondentes. CAPÍTULO 7 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS De acordo com as Bases Tecnológicas, é necessário a existência de laboratórios para se atingir as competências e habilidades da área: • Oficina de Treinamento Básico - A oficina, para o início da fase de formação prática, destinada a desenvolver no aluno a perícia manual e a familiarização com máquinas, ferramentas manuais e instrumentos de medida de precisão. • Oficina de Trabalhos em Chapas Metálicas - Exigindo maior habilidade do aluno do que a exigida na oficina anteriormente citada, esta oficina deverá dispor de equipamentos / acessórios em quantidade suficiente para o número de alunos. • Oficina de Montagem e de Alinhamento – Com o objetivo de preparar o aluno para montar e desmontar partes das aeronaves, é necessário, de preferência, um hangar para abrigar fuselagens, peças de reposição e, se possível, aeronave completa. Para abrigar as seções de entelagem e pintura, rodas e pneus, montagem de cabos e de sistemas há necessidade de pequenas áreas contíguas.. • Oficina de Sistemas Hidráulicos – Destinada a capacitar o aluno a realizar a manutenção dos equipamentos destes sistemas, esta oficina deverá dispor de bancadas com tampo de metal ou fórmica, com morsas instaladas, prateleiras para guardar peças e equipamentos. • Oficina de Sistemas Pneumáticos – Podendo ser combinada com a oficina de sistemas hidráulicos, esta oficina, destina-se a capacitar o aluno a realizar a manutenção dos equipamentos dos sistemas pneumáticos e deverá dispor de bancadas com tampo de metal ou de fórmica, com morsas instaladas, prateleiras para guardar peças e equipamentos. • Oficina de Motores – Com o objetivo de tornar o aluno capaz de desmontar e montar completamente pelo menos um tipo de motor de aeronave e de prepará-lo para a manutenção de acessórios do motor. • Oficina de Hélices - Com o objetivo de tornar o aluno capaz de desmontar e montar completamente pelo menos um tipo de hélice. 7.1 Oficina básica para trabalhos em metal 1. Equipamentos • 6 bancadas metálicas com tampo de madeira. • Tornos de bancada. • Esmeril. • Furadeira de coluna. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 202 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Furadeira elétrica portátil. Compressor de ar. Guilhotina para chapas. Dobradeira de chapas. Calandra para chapas. Encolhedeira. Tesoura de chapas (mão direita e mão esquerda). Tesoura de chapas reta. Marteletes pneumáticos. Furadeiras pneumáticas retas. Furadeira pneumática angular. Serra tico-tico para chapas. Jogo de encontradores. Vários jogos de brocas 3/32, 1/8, 5/32, 3,16. Jogo de brocas completo. Vários retalhos de chapas de espessuras variadas. Kit de reparos para material composto. Aparelho de soldagem oxiacetilênica. Aparelho de soldagem elétrica. Rebites sólidos e cegos – especificações variadas. 3 de cada martelos bola, pena, lanterneiro e macete. Alicate para instalação de rebites cegos (especiais). Alicates para freno. Jogo de mameadores. Escariador com regulagem micrométrica. Punção de centro. Toca /saca/ pinos. Escala para rebites. Vários conjuntos de “glecos”. Alicate para “glecos”. 4 de cada: jogos de limas para metal. Escova de aço para limpeza de limas. Lima dura com cabo flexível. 7.2 Oficina de Sistemas Hidráulicos • Vários componentes de sistemas hidráulicos e pneumáticos (bombas, cilindros, atuadores, filtros etc.. • Vários componentes de trem de pouso, freios, rodas e pneus. • Vários conjuntos de polias, cabos de comando, servo- comandos etc.. • Ar comprimido distribuído na oficina. • Vários conjuntos de conexões, porcas etc.. • Dobradeira de tubos. • Ferramenta de corte para tubos. • Flangeador. • Conjuntos de tubulações rígidas. 7.3 Oficinas de Instrumentos • Vários exemplares de altímetros, velocímetros, manômetros, variômetros, horizonte artificial, acelerômetros, indicadores de posição. termômetros, CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 203 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • Fonte para geração de vácuo. Vários instrumentos em corte. Conjunto de ferramentas de relojoeiro. 7.4 Oficina de Montagem • Aeronave mono ou bimotor e helicóptero para desmontagem, inspeção e montagem. • 6 conjuntos material para entelagem e pintura (módulos de madeira para treinamento de entelagem, tecidos, linhas, tesoura de picotar, dope etc.). • 3 macacos hidráulicos e cavaletes para suspensão da aeronave. • Vários andaimes, bancadas móveis e escadas. • 1 escrivaninha para apoio de manuais, boletins, fichas de inspeção etc.. • 1 carrinho para transporte de ferramentas. • 4 extensões elétricas com lâmpada fria. • Barra de reboque e calços para aeronaves. • 3 bandejas para limpeza de peças. 7.5 Oficina de Sistemas Diversos • Vários componentes de sistemas de pressurização e ar condicionado. • Vários componentes de sistemas de oxigênio. • Vários componentes de sistemas contra formação de gelo. 7.6 Oficinas para prática da disciplina do Grupo Motopropulsor 1. Oficina de Motores • 1 motor convencional, em linha, em condições de ser desmontado, com acessórios (completo ou parcial). • 1 motor convencional em corte montado em suporte articulável. • 1 motor a reação, em condições de ser desmontado, com acessórios (completo ou parcial). • 1 talha para suspensão de motores. • 2 correias de suspensão, lingas. • Várias peças de motores como cilindros, válvulas, êmbolos, molas de segmento, turbinas, compressores. • 4 almotolias para lubrificação. • 2 bandejas para limpeza de peças. • Várias ferramentas especiais de acordo com os fabricantes dos motores. • 6 conjuntos ferramentas comuns (listagem anexa). 2. Oficina de Hélices e Rotores • 1 hélice de passo variável desmontável. • 1 suporte para desmontagem de hélices e rotores. • 1 kit de ferramentas para desmontagem de hélices e rotores. • Vários outros tipos de rotores. 3. Oficina para prática do Módulo de Aviônicos 7.7 • Laboratório de Eletricidade 6 kits compostos de: multímetro, chaves de relojoeiro, alicates decapantes; ferro de soldagem; sugador de solda; chave de fenda; chave philips; estilete; alicate de ponta e de corte; escova de limpeza e caixa metálica. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 204 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • 6 bancadas em fórmica com tomadas para teste. 20 a 25 banquetas. Vários kits de componentes para montagem e reparos de circuitos elétricos (resistores, capacitores, relés, cablagens, motores e geradores elétricos, lâmpadas, baterias). 7.8 Laboratório de Eletrônica • 5 osciloscópios digitais modelo TDS 1012 – Tektronix. • 5 multímetro digital – modelo Fluke. • 5 multímetro analógico – modelo SK20A – Haltec. • 3 treinador de eletrônica analógica – modelo EA1500 – BIT9. • 3 treinador de eletrônica digital – modelo TD8012 – BIT9. • Vários componentes eletrônicos (resistores, capacitores, transistores, chaves, CI com portas lógicas básicas etc.. 7.9 Outros Equipamentos • 20 a 25 equipamentos de proteção individual (EPI). • 1 kit de primeiros socorros. • 1 material para testes não-destrutivos (NDT – líquido penetrante). • Vários materiais de consumo (arame para frenagem, graxas, óleos etc.). • 4 extintores de incêndio (um para cada classe de incêndio). 7.10 Equipamentos Especiais • 2 paquímetros mm e polegadas. • 20 a 25 paquímetros plásticos para treinamento. • 2 micrômetros. • 6 escalas de aço de 30cm. • 4 transferidores. • 1 goniômetro. • 4 alicates para cravação de rebites cego. • 2 alicates para frenagem. • 1 acúmetro. • 1 densímetro. • 1 manômetro para teste de compressão. • 1 calibrador de pneus. • 1 lente de aumento (10x). • 3 torquímetros (tipos diferentes). • 1 calibrador de lâminas. • 1 calibrador de vel. 7.11 Ferramentas (recomenda-se a quantidade mínima de uma unidade para cada 5 alunos) • Adaptador redutor para soquete 3/8” x ¼”. • Alicate corte diagonal 5”. • Alicate bico meia cana reto 190mm. • Alicate bico redondo ref. 22050 – Belzer 165mm. • Alicate bico papagaio 24mm. • Alicate universal 8”. • Cadeado 35mm com daus chaves. • Caixa porta ferramentas ref. 100B. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 205 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Cabo com catraca reversível enc. ½” x 260mm. Cabo com catraca reversível enc. 3/8” x 200mm. Cabo manivela para soquete enc. 3/8” x 315mm. Cabo manivela para soquete enc. 3/8” x 380mm. Chave ajustável 6”. Chave ajustável 12”. Chave combinada ¼”. Chave combinada 5/16”. Chave combinada 3/8”. Chave combinada 7/16”. Chave combinada ½”. Chave combinada 9/16”. Chave combinada 5/8”. Chave combinada 11/16”. Chave combinada ¾”. Chave combinada 13/16”. Chave combinada 7/8”. Chave combinada 15/16”. Chave combinada 1”. Chave de boca nº 15º ¼” x 5/16”. Chave de boca nº 15º 3/8 x 7/16”. Chave de boca nº 15º 19/32” x 5/8”. Chave de boca nº 15º ¼” x 9/16”. Chave de boca nº 15º ½” x 9/16”. Chave de boca nº 15º 5/8 x 11/16”. Chave de boca nº 15º 3/4” x 13/16”. Chave de boca nº 15º 7/8” x 15/16”. Chave de boca nº 1 x 1.15/16” 15º. Chave estria ¼” x 5/16”. Chave estria 7/16” x ½”. Chave estria 1/2” x 9/16”. Chave estria 5/8” x 11/16”. Chave estria 3/4” x 13/16”. Chave estria 7/8 x 15/16”. Chave estria 1” x 1.1/16”. Soquete enc. ¼”6PT x 3/16” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 7/32” curto. Soquete enc. ¼”6PT x ¼” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 9/32” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 5/16” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 11/32” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 3/8” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 7/16” curto. Soquete enc. ¼”6PT x ½” curto. Soquete enc. 3/8”6PT x ¼” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 5/16” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 3/8” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 7/16” curto. Soquete enc. ¼”12PT x ½” curto. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 206 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Soquete enc. 3/8 12PT x 9/16” curto. Soquete enc. ¼”6PT x 19/32” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 5/8” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 11/16” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x ¾” curto. Soquete enc. ¼”12PT x 25/32” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 13/16” curto. Soquete enc. 3/8”12PT x 7/8” curto. Cabo T para soquete enc. 3/8” x 165mm. Cabo articulado para soquete enc. 3/8” x 240mm. Extensão rígida enc. 3/8” x 120mm. Extensão rígida enc. 3/8” x 250mm. Junta universal para soquete enc. 3/8”. Dedo mecânico flexível ref. 826-1 Facon. Lanterna 2 pilhas sem ímã com refletor pequeno. Chave de fenda 3 x 100mm. Chave de fenda 4,5 x 100mm. Chave de fenda 4,0 x 150mm. Chave de fenda 6 x 100mm. Chave de fenda 6 x 150mm. Chave de fenda 8 x 150mm. Chave de fenda comum em Z haste redonda 6,5 x 150mm. Chave de fenda comum haste curta 5,5 x 40mm. Chave philips nº 1 x 75mm. Chave philips nº 1 x 125mm. Chave philips em Z nº 0 x 100mm. Espelho orientável GA-51A – SNAP-ON. Martelo bola 300 gramas. Chave hexagonal 1/16”. Chave hexagonal 5/64”. Chave hexagonal 3/32”. Chave hexagonal 1/8”. Chave hexagonal 5/32”. Chave hexagonal 3/16”. Chave hexagonal 7/32”. Chave hexagonal ¼”. Chave hexagonal 5/16”. Chave hexagonal 3/8”. 7.12 Biblioteca • Mesas e cadeiras. • Conjuntos de manuais utilizados no curso (originais e traduzidos). • Manuais técnicos dos fabricantes de aeronaves, equipamentos e acessórios. • Revistas técnicas e periódicas. • Dicionários técnicos bilíngues: português-inglês e vice-versa. • Legislação relativa às atividades da manutenção e dos técnicos em manutenção. • Manuais do Curso: MCA 58-13; MCA 58-14; MCA 58-15 CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 207 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP 7.13 Salas de Aula • 1 Quadro branco e pincéis. • 20 a 25 Cadeiras universitárias ou mesas. • 1 Mesa e cadeira para o professor. • 1 Retroprojetor. • 1 Tela de projeção. • 1 televisão com video. 7.14 Sala dos Professores • 1 mesa e cadeira para 6 pessoas. • Armários para materiais. • 1 quadro branco e pincéis. CAPÍTULO 8 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO A contratação dos docentes , que irão atuar no Curso de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES, será feita por meio de Concurso Público como determinam as normas próprias do Ceeteps, obedecendo à ordem abaixo discriminada: 9 Licenciados na Área Profissional relativa à disciplina; 9 Graduados na Área da disciplina; O Ceeteps proporcionará cursos de capacitação para docentes voltados para o desenvolvimento de competências diretamente ligadas ao exercício do magistério, além do conhecimento da filosofia e das políticas da educação profissional. CAPÍTULO 9 CERTIFICADOS E DIPLOMAS Ao aluno concluinte do curso será conferido e expedido o diploma de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES, satisfeitas as exigências relativas: 9 ao cumprimento do currículo previsto para habilitação; 9 à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente. Ao término – MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO CÉLULA., o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA. Ao término MÓDULO BÁSICO + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR. Ao término MÓDULO BÁSICO + MÓDULO AVIÔNICOS o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – AVIÔNICOS Ao término dos quatro módulos, o aluno que apresentar comprovante de conclusão do Ensino Médio fará jus ao diploma de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES. O certificado e o diploma terão validade nacional. CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 208 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP PARECER TÉCNICO Atendendo ao disposto no item 14.3 da Indicação CEE 8/2000, expede parecer técnico relativo ao Plano de Curso da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES. O perfil profissional de conclusão das Qualificações Técnicas de Nível Médio e da Habilitação Profissional atendem às demandas do mercado de trabalho e às diretrizes emanadas do Eixo Tecnológico de “INFRAESTRUTURA”. A organização curricular está coerente com as competências requeridas pelos perfis de conclusão propostos e com as determinações emanadas da Lei n.º 9394/96, do Decreto Federal n.º 5154/2004, da Resolução CNE/CEB n.º 04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB n.º 01/2005, do Parecer CNB/CEB n.º 11/2008, Resolução CNE/CEB n.º 03/2008, da Deliberação CEE 79/2008, das Indicações CEE 08/2000 e 80/2008. As instalações e equipamentos e a habilitação do corpo docente são adequados ao desenvolvimento da proposta curricular. Anderson Figueira Lopes Graduado em Direito e Técnico em Manutenção Aeronáutica Etec Santos Dumont CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 209 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE 08-06-2010 O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza designa Laura Teresa Mazzei, R.G. 2.862.171, Ivone Marchi Lainetti Ramos, R.G. 12.308.925-6 e Sonia Regina Correa Fernandes, R.G. 9.630.740-7, para procederem à análise e emitirem parecer técnico do Plano de Curso da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AERONAVES, incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR, e de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - AVIÔNICOS, a ser implantada na rede de escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza – Ceeteps. São Paulo, 08 de junho de 2010. ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO Coordenador de Ensino Médio e Técnico CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 210 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO A Supervisão Educacional, supervisão delegada pela Resolução SE n.º 78, de 07/11/2008, com fundamento no item 14.5 da Indicação CEE 08/2000, aprova o Plano de Curso do Eixo Tecnológico de “INFRAESTRUTURA”, referente à Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AERONAVES , incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - CÉLULA, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR, e de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA - AVIÔNICOS a ser implantada na rede de escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a partir de 01-07-2010. São Paulo, 01 de julho de 2010. Laura Teresa Mazzei Ivone Marchi Lainetti Ramos Sonia Regina C. Fernandes R.G. 2.862.171 R.G. 12.308.925-6 R.G. 9.630.740-7 Supervisor Educacional Supervisor Educacional Diretor de Departamento Supervisor Educacional CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 211 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP PORTARIA CETEC N.º 66, DE 01-07-2010 publicada no D.O.E. de 08-10-2010, seção I, página 52. O Coordenador de Ensino Médio e Técnico, no uso de suas atribuições, com fundamento na Resolução SE n.º 78, de 07/11/2008, e nos termos da Lei Federal 9394/96, Decreto Federal n.º 5154/04, Resolução CNE/CEB 4/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB 1/2005, Parecer CNE/CEB n.º 11, de 12-6-2008, Resolução CNE/CEB n.º 03, de 9-72008, Deliberação CEE 79/2008, das Indicações CEE 08/2000 e 80/2008 e, à vista do Parecer da Supervisão Educacional, expede a presente Portaria: Artigo 1º - Fica aprovado, nos termos do item 14.5 da Indicação CEE 8/2000 e artigo 5º da Deliberação CEE n.º 79/2008, o Plano de Curso do Eixo Tecnológico “Infraestrutura”, da seguinte Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio: a) Técnico em Manutenção de Aeronaves, incluindo as Qualificações Técnicas de Nível Médio de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Célula, de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Grupo Motopropulsor e de Mecânico de Manutenção Aeronáutica – Aviônicos. Artigo 2º - O curso referido no artigo anterior está autorizado a ser implantado na Rede de Escolas do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, a partir de 1-7-2010. Artigo 3º - Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 1-7-2010. São Paulo, 01 de julho de 2010. ALMÉRIO MELQUÍADES DE ARAÚJO Coordenador de Ensino Médio e Técnico CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 212 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Governo do Estado de São Paulo Praça Cel. Fernando Prestes, 74 – Bom Retiro – CEP: 01124-060 – São Paulo – SP EIXO TECNOLÓGICO: INFRAESTRUTURA Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES Lei Federal n.º 9394/96, Decreto Federal n.º 5154/2004, Resolução CNE/CEB 4/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB 1/2005, Parecer CNE/CEB n.º 11, de 12-6-2008, Resolução CNE/CEB n.º 03, de 9-7-2008, Deliberação CEE 79/2008, das Indicações CEE 08/2000 e 80/2008. Plano de Curso aprovado pela Portaria CETEC n.º 66, de 1-7-2010, publicada no DOE de 8-10-2010, seção I, página 52. MÓDULO BÁSICO Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total B.1 – Matemática, Desenho Técnico de Aeronaves e Física 40 00 40 B.2 – Inglês Técnico 40 00 40 B.3 – Aerodinâmica, Peso e Balanceamento 60 00 60 B.4 – Ferramentas Manuais e de Medição, Materiais de Aviação e Processos 20 20 40 B.5 – Tubulações e Conexões, Combustíveis e Sistemas de Combustível 40 00 40 B.6 – Eletricidade, Geradores e Motores Elétricos de Aviação 20 40 60 MÓDULO CÉLULA + MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR I – MOTOR CONVENCIONAL Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total C.9 – Estruturas de Aeronaves e Sistemas de Controle de Voo 20 40 60 C.10 – Sistemas de Comunicação, Navegação e Instrumentos 60 40 100 M.1 – Teoria e Construção de Motores de Aeronaves I 40 00 40 M.2 – Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor I 60 00 60 M.3 – Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor I 60 00 60 20 40 60 B.7 – Princípios da Inspeção e Regulamentação da Manutenção, Regulamentação da Aviação Civil, Regulamentação da Profissão de Mecânico 40 00 40 M.4 – Remoção e Instalação de Motores, Operação e Manutenção do Motor I B.8 – Primeiros Socorros e Segurança de Voo 20 00 20 M.5 – Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista I 40 00 40 B.9 – Ética e Cidadania Organizacional 40 00 40 B.10 – Gestão Ambiental 40 00 40 M.6 – Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor I 40 00 40 B.11 – Aplicativos Informatizados em Aviação 00 40 40 M.7 – Hélices para Aeronaves I 00 40 40 B.12 – Linguagem, Trabalho e Tecnologia 40 00 40 340 160 500 TOTAL 400 100 500 MÓDULO GRUPO MOTOPROPULSOR II – MOTOR A REAÇÃO + MÓDULO AVIÔNICOS MÓDULO CÉLULA Componentes Curriculares TOTAL Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total M.1 – Teoria e Construção de Motores de Aeronaves II 40 00 40 M.2 – Sistema de Combustível do Motor, Sistemas de Lubrificação e de Refrigeração do Motor II 60 00 60 40 M.3 – Sistemas de Ignição e Elétrico do Motor, Sistemas de Partida do Motor II 60 00 60 00 40 M.4 Remoção e Instalação de Motores, Operação e Montagem do Motor II 20 40 60 40 80 M.5 – Inspeção de Motores e Procedimentos de Pista II 20 00 20 40 00 40 C.1 – Entelagem e Pintura 40 00 40 C.2 – Reparos Estruturais 60 40 100 C.3 – Soldagem 40 00 C.4 – Sistemas de Proteção contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e contra o Fogo 40 C.5 – Sistemas Hidráulicos e de Trens de Pouso 40 C.6 – Sistemas Pneumáticos, de Pressurização, de Ar Condicionado e de Oxigênio 40 40 80 M.6 – Sistemas de Admissão de Escapamento, Sistemas de Proteção contra Fogo no Motor II C.7 – Sistemas Elétricos 20 40 60 M.7 – Hélices para Aeronaves II 00 40 40 C.8 – Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista 60 00 60 A.1 – Sistemas Elétricos de Aeronaves 20 40 60 A.2 – Eletrônica I – Semicondutores 80 40 120 TOTAL 340 160 500 TOTAL 340 160 500 MÓDULO AVIÔNICOS Componentes Curriculares Carga Horária (horas‐aula) Teoria Prática Total A.3 – Instrumentos 100 40 140 A.4 – Sistemas Elétricos de Partida e Ignição de Motores 20 40 60 A.5 – Sistemas Elétricos de Proteção Contra os Efeitos da Chuva e do Gelo e Contra o Fogo 20 00 20 A.6 – Eletrônica II – Técnicas Digitais 60 40 100 A.7 – Sistemas de Comunicação e de Navegação 60 40 100 A.8 – Inspeção de Aeronaves e Procedimentos de Pista 60 00 60 A.9 – Gerenciamento de Qualidade 20 00 20 340 160 500 TOTAL Práticas em Oficinas – Módulo Célula Carga Horária (horas‐aula) Prática de Oficina Oficina de Montagem e Alinhamento Oficina de Sistemas Hidráulicos Oficina de Sistemas Pneumáticos TOTAL Práticas em Oficinas – Módulo Grupo Motopropulsor 20 20 10 10 60 Carga Horária (horas‐aula) Prática de Oficina Oficina de Motores Convencionais Oficina de Motores a Reação Oficina de Hélices TOTAL Práticas em Oficinas – Módulo Aviônicos 20 15 15 10 60 Carga Horária (horas‐aula) Prática de Oficina I Prática de Oficina II Laboratório de Instrumentos Laboratório de Eletrônica TOTAL 15 15 10 20 60 CERTIFICAÇÕES TÉCNICAS: Módulo Básico + Módulo Célula: Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – CÉLULA Módulo Básico + Módulo Grupo Motopropulsor: Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – GRUPO MOTOPROPULSOR Módulo Básico + Módulo Aviônicos: Qualificação Técnica de Nível Médio de MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA – AVIÔNICOS DIPLOMA: Módulo Básico + Módulo Célula + Módulo Grupo Motopropulsor + Módulo Aviônicos: Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE AERONAVES CNPJ: 62823257/0001-09 128 Página nº 213