CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Nome da Instituição: Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo– CEFETES / SEDE – VITÓRIA CNPJ: 36048874/0001-66 Data: 28 / 11 / 2000 Área do Plano: Indústria Plano de Curso: 01 Habilitação: Técnico em Mecânica com Ênfase em Manutenção Mecânica. Carga Horária: 1200 h Estágio – horas: 720 h 02 Habilitação: Técnico em Mecânica com Ênfase em Fabricação Mecânica. Carga Horária: 1200 h Estágio – horas: 720 h 03 Habilitação: Técnico em Mecânica com Ênfase em Petróleo e Gás. Carga Horária: 1200 h Estágio – horas: 720 h Qualificação: Mecânico Industrial Carga Horária: 600 horas Estágio: - Qualificação: Mecânico de Manutenção Carga Horária: 300 horas Estágio: - Qualificação: Mecânico Especialista em Manutenção Mecânica Carga Horária: Estágio: 300 horas - Qualificação: Mecânico de Fabricação Carga Horária: 300 horas Estágio: - Qualificação: Mecânico Especialista em Fabricação Mecânica Carga Horária: 300 horas Estágio: - Qualificação: Mecânico de Equipamentos em Petróleo e Gás Carga Horária: 300 horas Estágio: - Qualificação: Mecânico de Serviços em Petróleo e Gás Carga Horária: 300 horas Estágio: - PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 1 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICO DO ESPÍRITO SANTO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA SEDE – VITÓRIA 1 – HISTÓRICO A instalação da ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES DO ESPÍRITO SANTO deu-se no dia 24 de fevereiro de 1910, funcionando em um “velho casarão” alugado pelo Governo, situado à rua Presidente Pedreira, 13 (imediações do atual Parque Moscoso). Nesse casarão era ministrado o ensino de “artífices” em alfaiataria, artes de couro, marcenaria e trabalhos em metais. No entanto, os equipamentos eram rudes e precários. As poucas máquinas existentes eram acionadas manualmente pelos próprios alunos em sistemas de rodízio. Novas regulamentações para o ensino industrial foram surgindo até a transformação das Escolas de Aprendizes em Liceus, passando a nossa Escola, em 13 de janeiro de 1937 a denominar-se LICEU INDUSTRIAL DE VITÓRIA. Nesse mesmo ano no dia 11 de dezembro era inaugurado o prédio onde funciona a Escola até hoje. Com internato e externato, oficinas e salas de aula, tudo devidamente instalado e equipado para atender os cursos de: Artes de couro, Alfaiataria, Marcenaria, Serralheria, Mecânica de Máquinas e Topografia/Encadernação. No dia 03 de setembro de 1965 a Escola passou a denominar-se ESCOLA TÉCNICA FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Nessa fase a Escola passou a ser reconhecida por toda a sociedade pelos seus cursos Técnicos que oferecidos em várias habilitações representaram um grande avanço da Instituição. Até 1999 mais de 16.000 alunos concluíram essa modalidade de ensino. Pelo Decreto Presidencial de 22 de março de 1999 a Escola passou a ser um CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA, iniciando assim uma nova fase, a dos cursos de nível superior. O CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA O Curso Técnico de Mecânica foi criado pela Resolução no 31, de 21/10/1964 com o nome de Curso Técnico de Máquinas e Motores, com duração de 04 (quatro) anos, sendo o último ano dedicado a trabalhos realizados nas empresas. A partir de 1968 passou a chamar-se efetivamente de Curso Técnico de Mecânica com duração de 03(três) anos mais o estágio supervisionado pela Escola. A fim de compatibilizar os interesses da Escola com os da comunidade a partir de 1968 o Curso Técnico de Mecânica foi oferecido em 02 (dois) anos, mais o estágio orientado da profissão. Eram os chamados Cursos “Técnicos Especiais”, destinados aos concludentes do então Científico ou Clássico, denominados mais tarde de Segundo Grau e Ensino Médio. Esta modalidade do Curso de Mecânica permaneceu até 1980. Em 1973 foi oferecido o Curso Técnico de Mecânica no período noturno, com duração de 04 (quatro) anos mais o estágio supervisionado, destinado às pessoas que desenvolviam outras atividades durante o dia. Esta modalidade perdurou até 1978. Outras modalidades foram oferecidas nestes 36 (trinta e seis) anos de criação do Curso Técnico de Mecânica, como a complementaridade dos estudos em nível de Segundo Grau para alunos do Colégio Estadual, convênio com o SENAI para formação técnica dos alunos oriundos de seus cursos básicos, convênio com o Colégio Arnulfo Mattos para formação técnica dos alunos concludentes do Curso de Auxiliar Técnico. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 2 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Disposições legais consideradas • Lei Nº 9.394/96 (LDB) • Decreto nº 2.208/97 • Portaria Ministerial nº 646/97 • Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Nível Técnico, aprovado em 15/10/99, • Portaria Institucional compondo a equipe. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 3 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 2 – CARACTERIZAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Nome: Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo – Sede Vitória Diretor Geral: Jadir José Pella Endereço: Av. Vitória, 1729 Jucutuquara Vitória, Esp. Santo CEP. : 29040-333 Tel.: (027) 331-2300 Fax: (0 27) 331-2222 CURSO PROPOSTO Nome: Curso Técnico de Mecânica – com 03 ênfases: Manutenção, Fabricação, e Petróleo e Gás. DIMENSIONAMENTO DO CURSO Modalidade: Técnico Duração: 2 anos, distribuídos em 3 (três) módulos. Número de turmas: A cada ano serão oferecidas 3 (três) turmas no 1º semestre e 3 (três) no segundo semestre. Cada turma com 42 (quarenta e dois) alunos. Turno de funcionamento: Matutino, vespertino e noturno. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 4 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 3 - EQUIPE RESPONSAVÉL PELO ESTUDO E OBJETIVOS Nome: Adejair Anselmo Pertel Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica – CEFET-MG Nome: Antônio Vieira Passos Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica – UFES Pós-graduação: Especialização em Manutenção Mecânica – COPPE-UFRJ Nome: Braz Ragassi Graduação: Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação: Especialização em Manutenção Mecânica – COPPE_UFRJ Nome: Jairo Estevão Rocca Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica – CEFET-MG Pós-graduação: Especialização em Manutenção Mecânica – UFES Nome: Jorge Francisco Pim Graduação: Engenheiro Mecânico – UFRJ Nome: José Barrozo de Souza Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica - UFES Pós-graduação: Especialização em Processos Mecânicos – CEFET-MG Nome: José Eduardo Rigo Graduação: Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação: Mestrado em Engenharia Mecânica – UFES Nome: José Nunes Neto Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica – CEFET-MG Pós-graduação: Especialização em Manutenção Mecânica – UFES Nome: Roberto da Silva Vidal Graduação: Engenharia Mecânica – Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado da Guanabara Nome: Rubens Marques Graduação: Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação: Esp. Em Sistemas e Processos Mecânicos – CEFET Mestrado: Engenharia Mecânica – UFES Nome: Sebastião de Oliveira Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica - UFES Pós-graduação: Especialização em Educação – UFES Nome: Wagner Alves da Rocha Graduação: Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação: Especialização em Mecânica Fina – USP Doutorado: Engenharia Mecânica – USP PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 5 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO PROCEDIMENTOS PROCESSUAIS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO DO CNE/CEB Nº. 04/99 ARTIGO 10, APROVADO EM 05/10/99. CAPÍTULO 01 – JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS DO CURSO 1.1 JUSTIFICATIVAS 1.1.1 MERCADO DE TRABALHO INTRODUÇÃO A reestruturação da matriz curricular do Curso Técnico de Mecânica é um instrumento precioso para adequar o ensino técnico ao contexto da realidade sócioeconômica do país. Não se trata de modificar uma matriz curricular, mas, de criar uma nova sistemática de ação, fundamentada nas necessidades da comunidade. A nova matriz curricular está fundamentada em 2 (dois) princípios básicos dos cursos técnicos. O primeiro que impõe a necessidade de serem criados cursos flexíveis, e permanentemente atualizados e contemporâneos da tecnologia produtiva. Outro, a de somente serem ofertados para formação de profissionais necessários em nichos de mercado claramente definidos e cuja demanda lhes garanta espaço profissional e conseqüentemente remuneração. Com a aprovação da Lei nº 9.394 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB) em 20 de dezembro de 1996, pelo Congresso Nacional e com o Decreto nº 2.208, de 17 de abril de 1997, que regulamentou os artigos da LDB referentes à educação profissional, consolidam-se os mecanismos para a reestruturação dos cursos técnicos, permitindo a utilização de todo o potencial que lhes são característicos sem as amarras que a velha legislação lhes impunha. A atual proposta aqui exposta é a caracterização efetiva de um novo modelo de organização curricular que privilegia as exigências de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e mutante, no sentido de oferecer à sociedade uma formação profissional com duração compatível com o ciclo técnico e, principalmente, mais interrelacionada com a atualidade e os requisitos profissionais. Com as mudanças no cenário econômico mundial que vêm ocorrendo nos últimos anos, devido ao fenômeno da globalização, verifica-se o surgimento de novos atributos necessários aos profissionais da era do conhecimento. O mercado mundial tornou-se mais competitivo e mais exigente, tanto em produtos como, principalmente, em serviços, o que impõe uma nova postura profissional. No cenário atual o Técnico em Mecânica, está presente em todos os setores produtivos da sociedade, atuando na operação e manutenção de máquinas e equipamentos usados nas pequenas, médias e grandes empresas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 6 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 1.1.2 CENÁRIO ESTADUAL / SETORES / INVESTIMENTO E PERSPECTIVA FUTURA O Estado do Espírito Santo, localizado na região Sudeste, ocupa uma área de aproximadamente 45,6 mil Km2, fazendo divisa com os estados de Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, tendo um, litoral de cerca de 400 Km banhado pelo Oceano Atlântico. O clima predominante é o tropical úmido, relevo montanhoso, tendo como destaque o Pico da Bandeira na divisa com Minas Gerais. A população está concentrada, em sua maioria, na zona urbana e é constituída, de aproximadamente, 2.800.000 habitantes, cuja expectativa de vida é de 71,4 anos, sendo a do Brasil 66,30 – segundo IBGE de 1996. As principais cidades são: Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Cachoeiro do Itapemirim, Linhares, São Mateus, Colatina e Guarapari. Na região Metropolitana de Vitória (região que agrega os municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Viana e Guarapari) encontram-se cerca de 42% da população, 50% dos estabelecimentos industriais, sendo a região do Estado responsável por 70% da arrecadação de impostos. Também é válido ressaltar que o Espírito Santo possui Índice de Desenvolvimento Humano – I D H – de 0,816, maior que a média nacional de 0,706, além de ter o Município da Serra incluído entre as 20 melhores cidades médias emergentes do Brasil, segundo pesquisa da Revista Exame/nov. 1997. As atividades industriais de maior expansão, tendo em vista o número de empresas, mão-de-obra e porte são as de extração e beneficiamento de mármore e granito, transformação de minerais não metálicos, siderurgia, material elétrico e de comunicações, móveis, papel e papelão, química, têxtil, confecções e produtos alimentares. Nos demais setores, podemos destacar o agenciamento de cargas, a produção e comercialização de café e a prestação de serviços em geral, como fortes segmentos da economia capixaba. Também é valido destacar a produção de cerca de 720 mil ton./ano de frutas, sendo as principais a mexerica, abacaxi, abacate, morango, banana, mamão tipo papaia, etc. Além dos já citados destaques, estão previstos investimentos de ordem de U$ 5 bilhões no Estado, sendo os principais a ampliação de empresas exportadoras como a CVRD, CST, Samarco e Aracruz Celulose. Dos investimentos em energia, destaque para o gasoduto Vitória-Campos. Também está prevista a ampliação de portos e aeroportos do Estado, com aplicação de U$$ 230 milhões. Outros importantes projetos são a construção do porto da Barra do Riacho e a Ferrovia Litorânea Sul, investimentos que servirão para alavancar outros investimentos. Somando-se à ampliação das grandes empresas do Estado e os investimentos previstos, há projetos de diversas empresas em andamentos. É o caso da Guanzuang (importação e beneficiamento de Carvão), o vitória Apart Hospital (maior projeto hospitalar do Estado), a Bianco Grés (cerâmica), a Max Motors (importadora de motos) e o parque temático Yahoo, tendo ainda a Imcapel (papelão) e a Usimpex (siderurgia), como possíveis investidores. Segundo dados publicados no encarte especial sobre o Espírito Santo da revista Exame de dez/97, a participação dos setores econômicos na composição do PIB estadual corresponde a 18% no setor primário, 30% no secundário, 17% no comércio e 35% em serviços. O Espírito Santo é o sétimo colocado entre os Estados mais competitivos do Brasil, segundo ranking divulgado na revista Amanhã / Economia e Negócios de novembro / 97; além de ser o oitavo em PIB per capita e o primeiro em exportação por habitantes. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 7 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DESTAQUE DO ESPÍRITO SANTO Grande produtor e exportador mundial de celulose branqueada de fibra curta, com 1.058 milhões de toneladas por ano (1997) Possui uma das maiores reservas “in situ“ de sal-gema da América Latina, com 15 bilhões de toneladas. É servido pela Estrada de Ferro Vitória-Minas, considerada uma das mais eficientes ferrovias do mundo e de maior densidade de carga, com capacidade de transporte de 120 milhões de toneladas/ano de carga (1996), tendo movimentado em 1997, 107 milhões de toneladas. Conta com o maior complexo portuário da América Latina, classificando-se em 1º lugar em tonelagem movimentada no Brasil (cerca de 100 milhões de toneladas em 1997). Responde por 25% de toda a movimentação portuária do País. Maior produtor de chocolate da América Latina (1997), respondendo por 31% da produção nacional. Segundo maior produtor nacional de mamão (396.998 toneladas em 1997). Grande produtor nacional de pimenta-do-reino (2.643 toneladas em 1997). Conta com um dos maiores criatórios do país de peixes de água doce e camarão gigante da Malásia. Importante produtor de abacaxi (55.070 mil frutas em 1997) Importante produtor de cacau (14.533 toneladas em 1997) Sedia a maior empresa de transporte rodoviário de passageiros da América Latina, a Viação Itapemirim. Quarto produtor nacional de aço do País (3,7 milhões de toneladas/ano) é maior produtor mundial de placas de aço (3.500 mil toneladas – Cia. Siderúrgica de Tubarão em 1997). Sedia a 5a maior exportadora do País (Cia. Siderúrgica de Tubarão em 1997). Responde por, aproximadamente, 87% da produção nacional de pelotas de minério de ferro e 14,2% da produção de aço bruto. Primeiro exportador per capita do País (1996/97). Sexto exportador nacional e quarto importador. Responde por, aproximadamente, 90% da produção nacional de mármore (150 mil toneladas) e por, aproximadamente, 55% da produção nacional de granito (2.150 mil toneladas/ano), sendo classificado como maior produtor nacional de mármore e granito (1997). Maior produtor nacional de café tipo conilon e 2º maior produtor nacional de café em côco (1997); respondendo por, aproximadamente, 20% da produção nacional de café. Maior importador nacional de veículos. Sedia um dos centros de desenvolvimento de sistemas da Xerox (similar aos que a empresa mantém em Tóquio, Singapura e Califórnia) . Tem mais de 400 Km de litoral de praias, em sua maioria virgens e costa altamente piscosa. Responsável por 12% da receita cambial do País. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 8 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO É o oitavo estado brasileiro em arrecadação tributária, participando com 2.685 na arrecadação total do País, com um crescimento de 17,74% no recolhimento de ICMS. Apresentando, ainda, queda de 13,08% em multas e correção sobre ICMS (1996/97). RELATÓRIO ESTATÍSTICO POR GÊNERO NÚMERO DE EMPRESAS E PESSOAL OCUPADO, SEGUNDO GÊNERO DE ATIVIDADES INDUSTRIAL DO ESPÍRITO SANTO NÚMERO DE EMPRESAS 1.076 17,23 19.016 16,50 Bebidas 101 1,62 1.304 1,13 Borracha 27 0,43 850 0,74 488 7,81 19.900 17,26 Couros, Peles e Produtos Similares 17 0,27 75 0,07 Diversas 98 1,57 483 0.42 Editorial e Gráfica 193 3,09 1.293 1,12 Extração de Minerais 208 3,33 4.757 4,13 10 0,16 83 0,07 214 3,43 2.384 2,07 57 0,91 2.130 1,85 122 1,95 2.123 1,84 42 0,67 1.034 0,90 Mecânico 257 4,12 4.169 3,62 Metalúrgico 335 5,36 7.867 6,82 Minerais não Metálicos 810 12,97 14.045 12,18 Mobiliários 428 6,85 4.217 3,66 8 0,13 2.840 2,46 Perfumaria, Sabões e Velas 11 0,18 170 0,15 Químico 44 0,70 3.591 3,12 Serviços de Informática 66 1,06 370 0.32 Serviços de Reparação e Conservação 520 8,33 5.144 4,46 Serviços Industriais de Utilidade Pública 120 1,92 3.055 2,65 13 0,21 1.857 1,61 981 15,71 12.521 10,86 6.246 100,00 115.278 100,00 GÊNERO Alimentos Construção Civil Farmacêutico e Veterinário Madeira Material para Transporte Material Elétrico e de Comunicação Material Plástico Papel e Papelão Têxtil Vestuário, Calçados e Artefatos de tecidos TOTAL PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] % PESSOAL % Página - 9 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO RELATÓRIO ESTATÍTICO POR PORTE NÚMERO DE EMPRESAS E PESSOAL OCUPADO, SEGUNDO PORTE GENERO NÚMERO DE EMPRESAS % PESSOAL % Micro 5.212 83,45 24.409 21,18 Pequena 872 13,96 33.504 29,06 Média 137 2,19 27.277 23,66 Grande 25 0.40 30.088 26.,10 TOTAL 6.246 100,00 115.278 100,00 NÍVEL DE EMPREGO NA INDÚSTRIA CAPIXABA A indústria capixaba registrou aumento do nível de emprego, pelo quarto mês consecutivo: 1,38% em Julho/2000, relativamente a junho. Os setores que mais ampliaram as ofertas de vagas foram: bebidas (+6,70%), vestuário e calçados (+3,53%), construção civil (+1,92%), “outros”, que engloba os gêneros de couros e peles, produtos farmacêuticos e vestuário e perfumaria, sabões e velas (+1,89%), madeira (+1,72%) e borracha (+1,50%), em razão do incremento da atividade produtiva devido ao aumento da demanda, da capacidade de produção e, no caso da indústria de construção civil, do início de obras. Dos 23 gêneros pesquisados, apenas 5 contabilizam queda. A maior ocorreu no seguimento de material de transporte (-6,73%), devido à transferência de pessoal de importante empresa, para outra do mesmo grupo, não pertencente ao setor industrial. Em seguida vem o setor mecânico (-2,82%), em face da conclusão e entrega de grandes pedidos. Considerando-se as indústrias por porte, observou-se acréscimos em julho/2000, nas pequenas (+2,45%), médias (+0,27%) e grandes empresas (+0,14%). No acumulado do ano e nos últimos doze meses, o nível de emprego na indústria capixaba apresentou crescimento de 6,07% e 6,18%, respectivamente. Entretanto, as empresas de grande porte continuam registrando queda no acumulado do ano (-1,12%). Expandindo-se os dados das amostras pesquisadas para o total da indústria do Espírito Santo, constatou-se acréscimo de 1.362 postos de trabalho em julho/2000, 3.718 no trimestre, 4.910 no semestre, 5.742 no acumulado do ano e 5.837 nos últimos doze meses. PETRÓLEO É em torno da possibilidade de descoberta de megajazidas de petróleo no mar do Espírito Santo que giram hoje as grandes expectativas de oportunidades de negócios e, conseqüentemente, aumento na oferta de empregos e de renda da população capixaba. A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) antecipa que o novo mercado exige atuação de profissionais ligados a 23 profissões de nível superior e 18 de nível médio. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 10 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO NÍVEL DE EMPREGO NA INDUSTRIA CAPIXABA 1998 A 2000 1998 % -0,74 -0,20 -0,42 -0,36 -0.06 0.99 -0,36 -0,81 -1,88 -1,47 -2,05 -1,39 MESES JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO 1999 % -1,16 -1,43 -1,54 -0,55 0.50 0,54 0,47 0,35 0,62 0,44 -0,53 -0,76 2000 % 0,88 0,61 -0,08 0,89 1,20 1,22 1,38 -0,11 Fonte: IEL/Ideies PRINCIPAIS PRODUTOS INDUSTRIAIS DO ESPÍRITO SANTO Principais produtos industriais do Espírito Santo e sua participação na produção do Brasil, nos anos de 1996 e 1997 PRINCIPAIS PRODUTOS (TON) Celulose Chocolate Pelotas Placas de Aço ESPÍRITO SANTO 1996 1997 BRASIL 1996 1997 ESPÍRITO SANTO / BRASIL 1996 1997 1.080.000 1.058.000 6.201.000 6.342.000 17,4% 16,6% 89.660 71.680 300.000 305.000 29,8% 23,5% 26.177.000 27.417.000 29.918.000 31.145.000 87,4% 88,0% 77,7% 78.0% 3.367.000 3,500.000 4.328.000 4.483.000 NOTA: Placas de aço – refere-se apenas à produção da C.S.T. – Cia. Siderúrgica de Tubarão. Chocolate – Refere-se apenas à produção da Chocolates Garoto S/A Pelotas – Refere-se à produção da Samarco (aprox. 22% do ES) e C.V.R.D. Cia. Vale do Rio Doce (aprox. 78% do ES). PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 11 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO AS MAIORES EMPRESAS INDUSTRIAIS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO As 25 maiores empresas industriais do Estado do Espírito Santo, segundo a receita operacional bruta (valores em R$ milhões), 1997. ORDEM EMPRESA SETOR REC. OP. BRUTA CRESC. 97/98% CVRD Ind. de Extração Mineral 3.198.000 11,12 2 XEROX Ind. Diversas 1.897.280 31.73 3 CST Ind. Metalúrgica 1.019.000 13.23 4 ESCELSA Ind. de Energia 602.852 31,54 5 ARACRUZ Ind. de Papel e Papelão 505.056 -5.42 6 GAROTO Ind. Produtos Alimentício 424.004 -14,70 7 SAMARCO Ind. de Extração Mineral 276.161 3,12 8 NIBRASCO Ind. de Extração Mineral 271.067 -2,16 9 HERINGER Ind. Química 200.049 19,84 10 CESAN Ind. de Utilidade Pública 135.914 19,29 11 FLEXBRÁS Ind. de Prod. Mat. Plástico 130.398 100.08 12 HISPANOBRÁS Ind. de Ext. Mineral 92.559 -27.25 13 BRASPÉROLA Ind. Têxtil 82.432 -22,17 14 ITABRASCO Ind. de Ext. Mineral 80.738 -28,29 15 FRISA Ind. de Prod. Alimentares 65.296 -12,24 16 IBRAME Ind. Metalúrgica 60.427 3,52 17 SERGEN Ind. de Construção civil 56.438 0.00 18 BAREFAME Ind. Mecânica 48.542 12,27 19 ITAPUÃ Ind. de Vest. Calç. e Téc. 47.561 -9,23 20 ORNATO Ind. Min. Não Metálico 45.780 5,90 21 FIRENZE Ind. de Prod. Alimentares 43.326 142,78 22 SELITA Ind. de Prod. Alimentares 42.861 -2,44 23 TECNOBUS Ind. de Mat. de Transporte 39.942 28,80 24 BUAIZ S.A. Ind. de Prod. Alimentares 37.892 -19,58 25 A GAZETA Ind. Editorial e Gráfica 37.680 -0,41 1 Fonte: ADERES – Agência de Desenvolvimento em Rede do Espírito Santo PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 12 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO PROJETO PARA IMPLANTAÇÃO DE NOVAS EMPRESAS Os projetos para implantação de novas empresas representam 80% de pedidos para obtenção dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Espírito Santo – FUNDES, que deram entrada junto ao Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo – BANDES, no primeiro quadrimestre do ano. De um universo de 12 pedidos de financiamento aprovados, 23 são para instalação de novas empresas, significando investimento da ordem de R$ 1 bilhão e geração de 6.538 empregos diretos, com previsão de geração de ICMS de um total R$ 219 mil a partir da instalação de projetos, programados para os próximos dois anos. Os investimentos de novos projetos, entre implantação, expansão e ampliação, envolvem diversos segmentos industriais, como o têxtil, alimentos, metalúrgicos, energia, mármore e granito, entre outros. As novas empresas estão projetadas para municípios da grande Vitória e municípios como Guarapari, Linhares, Colatina, Boa Esperança, Guaçuí, Brejetuba, Montanha, Baixo Guandu e Barra de São Francisco. 1.2. OBJETIVOS DO CURSO 1.2.1. PEDAGÓGICO / EDUCACIONAL CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA COM ÊNFASE EM MANUTENÇÃO O Curso Técnico em Mecânica com Ênfase em Manutenção propicia uma formação humanista, científica e tecnológica, oferecendo ao profissional condições de integração com o mercado de trabalho bem como possibilidade de especialização em determinadas áreas. O Técnico em Mecânica com Ênfase em Manutenção é um profissional com conhecimentos teóricos e práticos em Desenho Mecânico, Metrologia, Traçagem e Caldeiraria, Usinagem, Tecnologia de Soldagem, Materiais, Hidráulica, Pneumática, Energia, Refrigeração, Técnicas de Manutenção Preventiva, Ensaios Mecânicos, Eletricidade, Eletrônica, Planejamento, Administração e Segurança do Trabalho voltados à manutenção. A atuação do Técnico em Mecânica com Ênfase em Manutenção pode ocorrer em empresas públicas e privadas que atuem em setores produtivos como: Indústrias de Extração Mineral, Metalúrgicas, Energia, Papel e Papelão, Alimentares, Química, Utilidade Pública, Materiais Plásticos, Têxtil, Construção Civil, Mecânica, Vestuário, Calçados, Tecidos, Minerais não Metálicos, Transporte, Editorial, Gráficas e diversas empresas de Consultaria e Assessoria Técnica; além de auxiliar nas áreas de Administração de Recursos Humanos com técnicas de motivação, trabalho em grupo e levantamento das necessidades de aprimoramento de pessoal, avaliar situações de riscos de acidente de trabalho e de meio ambiente, planejamento de empreendimentos na política de qualidade e gerenciamento do processo de manutenção. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 13 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA COM ÊNFASE EM FABRICAÇÃO O Curso Técnico em Mecânica com Ênfase em Fabricação (produção) propicia uma formação humanista, científica e tecnológica, oferecendo ao profissional as condições de integração com o mercado de trabalho bem como possibilidade de especialização em determinadas áreas. O Técnico em Mecânica com Ênfase em Fabricação é um profissional com conhecimentos teóricos e práticos em Desenho Mecânico, Metrologia, Traçagem e Caldeiraria, Usinagem, Tecnologia de Soldagem, Materiais, Hidráulica, Pneumática, Energia, Refrigeração, Técnicas de Manutenção Preventiva, Ensaios Mecânicos, Eletricidade, Eletrônica, Planejamento, Administração e Segurança do Trabalho voltado à fabricação/produção. A atuação do Técnico em Mecânica com Ênfase em Fabricação/Produção pode ocorrer em empresas públicas e privadas, que atuem nos setores produtivos como: Indústrias de Extração Mineral, Metal Mecânica, Papel e Papelão, Utilidade Pública, Materiais Plásticos, Construção Civil, Mecânica, Minerais não Metálicos, Transporte entre outras; empresas de Consultaria e Assessoria Técnica; além de auxiliar nas áreas de Administração de Recursos Humanos com técnicas de motivação, trabalho em grupo e levantamento das necessidades de aprimoramento de pessoal, avaliar situações de riscos de acidente de trabalho e de meio ambiente, planejamento de empreendimentos na política de qualidade e gerenciamento do processo de fabricação/produção. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 14 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA COM ÊNFASE EM PETROLEO E GÁS O Curso Técnico em Mecânica com Ênfase em Petróleo e Gás propicia uma formação humanista, científica e tecnológica, oferecendo ao profissional condições de integração com o mercado de trabalho bem como possibilidade de especialização em determinadas áreas. O Técnico em Mecânica com Ênfase em Petróleo e Gás é um profissional com conhecimentos teóricos e práticos em Desenho Mecânico, Metrologia, Traçagem e Caldeiraria, Usinagem, Tecnologia de Soldagem, Materiais, Hidráulica, Pneumática, Energia, Refrigeração, Técnicas de Manutenção Preventiva, Ensaios Mecânicos, Eletricidade, Eletrônica, Planejamento, Administração e Segurança do Trabalho voltados à manutenção e produção de petróleo e gás. A atuação do Técnico em Mecânica com Ênfase em Petróleo e Gás pode ocorrer em empresas públicas e privadas, que atuem nos setores produtivos como: Indústrias de Extração Mineral, Metalúrgicas, Energia, Papel e Papelão, Alimentares, Química, Utilidade Pública, Materiais Plásticos, Têxtil, Construção Civil, Mecânica, Vestuário, Calçados, Tecidos, Minerais não Metálicos, Transporte, Editorial, Gráficas e diversas; empresas de Consultaria e Assessoria Técnica; além de auxiliar nas áreas de Administração de Recursos Humanos com técnicas de motivação, trabalho em grupo e levantamento das necessidades de aprimoramento de pessoal, avaliar situações de riscos de acidente de trabalho e de meio ambiente, planejamento de empreendimentos na política de qualidade e gerenciamento do processo de manutenção em produção de petróleo e gás. 1.2.2. COMO GERADOR DE RECURSOS PARA A INSTITUIÇÃO Com a reestruturação da matriz curricular do Curso Técnico de Mecânica, poderemos estar atendendo ao mercado com assessoria; bem como, atender à demanda por treinamento para empresas e comunidade em geral. 1.2.3. ATENDER AO SETOR PRODUTIVO A principal meta deste curso é a formação de profissionais que venham a atender a grande demanda requerida, bem como possibilitar a qualificação e requalificação necessária de profissionais que já atuam nessas áreas CAPÍTULO 02 – REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO Alunos que estão cursando o 3º ano do ensino médio (concomitância), art. 5º decreto Nº 2.208/97 Alunos que já concluíram o ensino médio (2º grau) Profissionais que atuam na área, com conhecimento adquirido, comprovado após avaliação, para que possam dar continuidade ou conclusão de estudos Capítulo III, art. 41 – LDB – 9.394/97 Alunos do outras Instituições de Ensino Profissionalizante, com conhecimentos adquiridos, comprovados após avaliação, para que possam dar continuidade ou conclusão de estudos. OBS: O candidato terá direito à matrícula após exame de seleção se obtiver pontos suficientes para preencher o número de vagas ofertadas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 15 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO 03 – PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA COM ÊNFASE EM MANUTENÇÃO O Técnico em Mecânica com Ênfase em Manutenção é um profissional de um espírito crítico, de uma formação tecnológica generalista, de uma cultura geral sólida e consistente. Na indústria poderá trabalhar com manutenção utilizando as técnicas de manutenção preventiva e corretiva; analisar e apresentar soluções utilizando dispositivos de manutenção; garantir a qualidade dos produtos e serviços de manutenção, buscando otimização dos processos produtivos. O Técnico em Mecânica tem um crescente campo de atuação nas indústrias que cada vez mais têm buscado tecnologia de ponta, equipamentos modernos e a automatização de seus processos produtivos. No campo de atuação poderá atuar nas Indústrias de Extração Mineral, Metalúrgicas, Energia, Papel e Papelão, Alimentares, Química, Utilidade Pública, Materiais Plásticos, Têxtil, Construção Civil, Mecânica, Vestuário, Calçados, Tecidos, Minerais não Metálicos, Transporte, Editorial, Gráficas e diversas; empresas de Consultaria e Assessoria Técnica; além de auxiliar nas áreas de Administração de Recursos Humanos com técnicas de motivação, trabalho em grupo e levantamento das necessidades de aprimoramento de pessoal, avaliar situações de riscos de acidente de trabalho e de meio ambiente, planejamento de empreendimentos na política de qualidade e gerenciamento do processo de manutenção. Ao concluir o Curso Técnico de Mecânica, o Técnico estará apto a desenvolver e aplicar técnicas de manutenção preventiva e corretiva e propor soluções para melhorias de manutenção nos meios produtivos. Para isso, nosso currículo oferece conhecimentos atualizados em disciplinas como: Desenho Mecânico; Metrologia; Fabricação Mecânica; Relações Humanas; Legislação Trabalhista; Gestão Empreendedora; Segurança do Trabalho; Meio Ambiente; Informática; Redação Técnica; Lubrificação; Hidráulica; Pneumática; Manutenção Mecânica; Eletromecânica; Materiais; Mecânica Aplicada; Custos; Máquinas Térmicas; Eletrônica Aplicada; Seleção de Materiais; Análise e Interpretação de Desenho; Chefia e Liderança; Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos; Técnicas de Manutenção Preventiva; Aplicação e Controle de Lubrificantes; Planejamento, Programação e Controle da Manutenção; Técnicas de Soldagem para Manutenção; Tratamentos Térmicos de Manutenção e Corrosão e Revestimento. As aulas são realizadas em laboratórios, de forma que a teoria e a prática estejam profundamente articuladas, possibilitando que os alunos desenvolvam sua criatividade, iniciativa e espírito de equipe, ao mesmo tempo se apropriam do conhecimento técnico. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 16 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO TÉCNICO EM MECÂNICA COM ÊNFASE EM FABRICAÇÃO O Técnico em Mecânica com Ênfase em Fabricação é o profissional de um espírito crítico, de uma formação tecnológica generalista, de uma cultura geral sólida e consistente. Na indústria poderá trabalhar com Processos de Fabricação–Produção, utilizando os principais métodos de produção; analisar e apresentar soluções para melhorar os métodos de produção; garantir a qualidade dos produtos e serviços da linha de produção, buscando a otimização dos processos produtivos. O Técnico em Mecânica tem um crescente campo de atuação nas indústrias que cada vez mais têm buscado tecnologia de ponta, equipamentos modernos e a automatização de seus processos produtivos. No campo de atuação poderá atuar nas Indústrias de Extração Mineral, Metal Mecânica, Papel e Papelão, Utilidade Pública, Materiais Plásticos, Construção Civil, Mecânica, Minerais não Metálicos, Transporte entre outras; empresas de Consultaria e Assessoria técnica; além de auxiliar nas áreas de Administração de Recursos Humanos com técnicas de motivação, trabalho em grupo e levantamento das necessidades de aprimoramento de pessoal, avaliar situações de riscos de acidente de trabalho e de meio ambiente, planejamento de empreendimentos na política de qualidade e gerenciamento do processo de Produção. Ao concluir o Curso Técnico de Mecânica com Ênfase em Fabricação, o Técnico estará apto a desenvolver e aplicar conhecimentos teóricos e práticos relativos aos principais Processos de Fabricação, e propor soluções para melhorias destes meios produtivos. Para isso, nosso currículo oferece conhecimentos atualizados em disciplinas como: Desenho Mecânico, Metrologia; Fabricação Mecânica; Relações Humanas; Legislação Trabalhista; Gestão Empreendedora; Segurança do Trabalho; Meio Ambiente; Informática; Redação Técnica; Lubrificação; Hidráulica e Pneumática; Manutenção Mecânica; Eletromecânica; Materiais; Mecânica Aplicada; Custos de Fabricação; Máquinas Térmicas; Eletrônica Aplicada; Seleção de Materiais; Análise e Interpretação de Desenho; Chefia e Liderança; Processos de Fabricação; Controle de Qualidade; Auto Cad; Planejamento, Programação e Controle de Fabricação; Organização e Métodos de Produção; Processos Especiais de Fabricação; Seleção e Controle de Qualidade dos Materiais; Tratamentos Térmicos e Superficiais e Corrosão e Revestimento. As aulas são realizadas em laboratórios, de forma que a teoria e a prática estejam profundamente articuladas, possibilitando que os alunos desenvolvam sua criatividade, iniciativa e espírito de equipe, ao mesmo tempo se apropriam do conhecimento técnico. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 17 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO TÉCNICO EM MECÂNICA COM ÊNFASE EM PETROLEO E GÁS De acordo com cenário anteriormente descrito (justificativas do curso), pretende-se formar o profissional Técnico em Mecânica com Ênfase em Petróleo e Gás, que seja capaz de: • Atender às demandas da sociedade por tecnologia, produzindo e difundindo seus conhecimentos, capazes de refletir criticamente e de atuar modificando e aperfeiçoando as realidades tecnológicas, humanísticas, sociais, ecológicas e ambientais; • Dirigir estudos, melhorar e manter sistemas produtivos automatizados. Deve gerenciar pessoal, materiais e equipamentos, especificando, prevendo e avaliando os resultados obtidos, recorrendo a conhecimentos especializados, juntamente com os princípios e métodos de análise e projetos de engenharia. Deve ser capaz de realizar a operação e a manutenção de equipamentos elétricos, eletrônicos e computacionais (Informática) dentro dos padrões técnicos exigidos e utilizar redes locais de computadores e instalar e dar suporte de softwares aplicativos tecnológicos; • Criar suas próprias oportunidades de trabalho e de ser um novo profissional empreendedor, capaz de trabalhar no setor produtivo em geral e de serviços, utilizando novas técnicas gerenciais e a informática aplicada; Estabelecer as metas que ultrapassem as nossas fronteiras, interagindo com os diferentes blocos econômicos, principalmente o Mercosul; Buscar continuamente a atualização e o aperfeiçoamento. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 18 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO 04 – ORGANIZAÇÃO CURICULAR DO CURSO 4.1. PRINCÍPIOS NORTEADORES NA FORMAÇÃO DO CURRÍCULO Flexibilidade As rápidas mudanças no mercado de trabalho consumidor obrigam as indústrias a implantarem modificações e expansões em prazos cada vez menores. A introdução de novos conteúdos das tecnologias visando e enriquecimento e a garantia da qualidade do currículo, se faz necessário de forma sistemática. Esta flexibilidade estará retratada na elaboração e reelaboração constante do currículo, atendendo às demandas específicas das mudanças e das inovações tecnológicas, traduzidas em competências/ habilidades que atendem ao perfil solicitado pelo mercado de trabalho. Empregabilidade Trabalhar a questão da empregabilidade com afinamento na formação do Técnico em Mecânica de acordo com as demandas do setor produtivo, requer uma organização curricular com competências gerais e específicas (habilidades) de adaptação e readaptação e aprimoramentos contínuos, permitindo a inserção e reinserção profissional para atender as rápidas mudanças no mercado. Empreendedorismo O empreendedorismo se faz necessário nos nossos currículos devido a uma nova direção que o mercado de trabalho apresenta. O crescimento do setor de serviços nos impulsiona a desenvolver competências, voltadas a um Empreendedorismo, principalmente se considerarmos a tendência crescente da terceirização. Dados estatísticos atualizados indicam que a prestação de serviços amplia seu horizonte cada dia mais rapidamente para determinadas áreas, com enormes passos para inovações, esta é uma forte tendência no campo da Manutenção e da Fabricação Mecânica. Estaremos oferecendo ao aluno a disciplina Empreendedorismo, visando facilitar a sua inserção no mercado de trabalho autônomo. Modularização Seqüencial e Dependente Na elaboração da matriz curricular conceituamos módulos como um conjunto de disciplinas que definem uma formação profissional. Para o Curso Técnico de Mecânica, teremos 3 (três) módulos dependentes, como mostrado no diagrama de blocos do mapeamento curricular. O vínculo de dependência entre os módulos dá-se pelo fato de o módulo I ser constituído de competências básicas de mecânica, consideradas como pré-requisitos para as ênfases seguintes: Fabricação mecânica, manutenção mecânica e petróleo e gás natural. Da mesma forma que é do módulo II de cada ênfase para o módulo III. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 19 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO final de cada módulo. Ao final do módulo I o aluno poderá abandonar o curso e levar o certificado de mecânico industrial, ou prosseguir os estudos em uma das três ênfases oferecidas. Ao final do módulo II o aluno poderá abandonar e levar certificado do módulo I e II, entretanto, só levará o diploma de técnica em mecânica após concluir os três módulos de forma seqüencial e realizar estágio supervisionado de 450 horas. Como a legislação abre a possibilidade de organizar as matrizes curriculares em módulos, com direito a certificado profissional, ao final de cada módulo, esta formatação foi adotada para o Curso Técnico de Mecânica. Para cada módulo, existe um conjunto de conteúdos, competências e habilidades que traduzem uma função produtiva e suas sub-funções, resultando em uma formação nas atividades que atendem à demanda do setor produtivo. Com base nas competências e habilidades adquiridas, desenvolveremos um sistema de avaliação criterioso como proposta para esta nova organização de matriz curricular. Competências/Habilidades As competências/habilidades metodológicas e técnicas, na organização do currículo do Curso Técnico de Mecânica foram trabalhadas dentro da nova legislação do ensino profissionalizante. Traduzem em um conjunto de conhecimentos cognitivos demonstrados por um conjunto de habilidades compondo o módulo. Os conteúdos programáticos dos módulos enfatizam conhecimentos, informações, hábitos, compreensão, capacidade de análise, síntese e avaliação em situações reais individualmente ou de forma coletiva. Essas competências/habilidades listadas representam também um saber cognitivo, que retrata a capacidade de otimizar, julgar, considerar, discernir, prever e avaliar resultados necessários a tomadas de decisões. As competências/habilidades sociais são de uma riqueza tão ampla dentro dos atributos do ser humano que além de serem trabalhadas dentro de cada módulo, com atividades em equipes, sua complementação deverá acontecer em momentos criados pela Escola, dentro de sua proposta pedagógica, por meio de projetos institucionais abordando: • O trabalho voluntário • A solidariedade • A democracia Estágio Supervisionado O aluno deverá cumprir estágio supervisionado num total de 720 horas, após a conclusão do módulo I. A necessidade do estágio justifica-se mediante o avanço técnico e cientifico que é uma realidade nas empresas regionais, sem, entretanto, fazer parte do patrimônio da escola, dado a situação financeira, que não permite acompanhar este avanço. Assim, o estágio representa uma oportunidade do aluno estar em contato com as novidades tecnológicas, através das empresas. Funciona também como uma forma de complementação e reforços dos conhecimentos técnicos e profissionais adquiridos na instituição de ensino. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 20 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.2. PROCESSO DE ATUALIZAÇÃO DO CURRÍCULO 4.2.1. PESQUISA DE DEMANDA SISTEMÁTICA O CEFETES desenvolverá constantemente, estudo que determinem os perfis de oferta e demanda por empregos qualificados, para viabilizar ajuste e definições da oferta de curso em nossa Instituição em todas as áreas. Estes estudos irão contemplar a área de Mecânica, e caracterizam um cenário, considerando informações sobre o mercado de trabalho, planos de desenvolvimento do Estado/ região, planos de investimento públicos e privados e tendências tecnológicas. Iremos seguir o fluxograma abaixo para o trabalho de identificação e mudanças no perfil do profissional pela introdução de novas tecnologias. Fluxograma/Pesquisa/Área Mecânica ESTUDO E ELABORAÇÃO DE TÉCNICAS DE PESQUISA PARA A VERIFICAÇÃO DA DEMANDA NA ÁREA DE MECÂNICA APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PESQUISA NOS DIVERSOS SEGMENTOS DO SETOR EMPRESARIAL NA ÁREA DE MECÂNICA EMPRESAS LEVANTAMENTO E TABULAÇÃO DOS DADOS ANÁLISE DA TABULAÇÃO REDEFINIÇÃODE CURRÍCULOS/DEFINIÇÃODA CONTINUIDADE DO CURSO PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 21 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Pesquisa/Setor Produtivo Serão definidas as técnicas de pesquisa, visando levantar informações/opiniões, enfim, pensamento / perfil do mercado de trabalho. dados/ Considerando a nova modalidade de ensino, a questão certificação/módulo, a pesquisa terá rumos e objetivos diferenciados da modalidade de ensino antes do Decreto Lei 2208/97 e Portaria 646/97. A ênfase estará nas competências adquiridas por módulo, a serem desenvolvidas pelo aluno/estagiário na empresa, de acordo com as diretrizes nacionais para a educação profissional de nível técnico. Análise dos Resultados Concluídas as pesquisas específicas por segmento empresarial, a equipe envolvida irá estabelecer/compartilhar/avaliar os dados levantados. A partir dos dados, indicadores, análise e recomendações apresentadas, pode-se certificar, analisar e mudar os rumos de nossos currículos, especialmente para as informações que traduzem ou indicam deficiências nos currículos, as quais merecem imediata correção. A avaliação das informações implica em empreender ações em consonância com as necessidades/premências do mundo do trabalho. Avaliação Permanente dos Egressos A nova modalidade com base na certificação por módulos nos impulsiona em criar situações para que o aluno desenvolva sua carga horária de estágio paralelamente aos conteúdos estudados. Com base nesse novo procedimento podemos listar vantagens significativas na confirmação do que se aquilo que se desenvolve, realmente atende ao setor produtivo ou se modificamos em nível emergencial. Para a obtenção dos resultados que define os rumos dos nossos currículos/ setor produtivo, utilizaremos técnicas diversas, desde a informação formal até a informal. Formal Utilizaremos questionários, que serão preenchidos pelo aluno estagiário e pelo chefe do setor de trabalho onde o aluno/estagiário desenvolve suas atividades. Será distribuída e tabulada pela Coordenadoria de Integração Escola Empresa (CIE-E). O resultado da tubulação será levado ao conhecimento do diretor de ensino e analisado em conjunto com gerentes coordenadores e professores. Obs.: Na elaboração do instrumento, convém lembrar que as perguntas serão planejadas com ênfase nas competências e habilidades adquiridas no decorrer de cada módulo. Dessa forma estaremos seguros quanto à confiabilidade e a precisão das respostas garantindo conseqüentemente a qualidade dos currículos. Informal Acontecerá no desenrolar do processo em conversas informais com o egresso e até mesmo nos contatos sistemáticos com o setor produtivo via Diretor das Relações Empresariais e Comunitárias. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 22 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO PLANO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Estágio Curricular O estágio curricular, procedimento didático-pedagógico constitui parte integrante do currículo, respeitada a legislação vigente, cabendo a Escola oferecer formas alternativas para a sua realização. Os estágios devem proporcionar a complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendário escolar, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico cultural, ci6entifico e de relacionamento humano. Normas para a execução do Estágio Curricular • A viabilização do estágio curricular, em determinada empresa ou entidade, pode ser realizada pela CIE-E, diretamente pelo interessado ou por agente de integração com convênio com o CEFET-ES. • O estágio curricular terá duração mínima em horas estabelecidas nas grades curriculares dos cursos, realizadas em um período mínimo de um semestre letivo e máximo de doze meses. • O aluno estará apto à realização do estágio de acordo com os critérios préestabelecidos pelas coordenadorias de curso. • O aluno que não estagiar paralelamente a habilitação em curso, poderá fazê-lo após sua conclusão. • Após a viabilização da oferta de estágio, o aluno só poderá iniciá-lo com o parecer favorável do programa de estágio pelo coordenador do curso e a aprovação pela CIE-E da documentação de contratação (veja fluxograma a seguir). • O aluno estará apto a receber o diploma de técnico após sua aprovação em todas as disciplinas do seu curso e o seu relatório final de estágio ser aprovado pelo coordenador de curso. • O aluno que esteja trabalhando como empregado ou tenha sido efetivado no quadro funcional da empresa durante o período de estágio regulamentado, exercendo atividades afins com sua habilitação, mediante comprovação, estas serão validadas como atividades de estágio curricular. • O aluno do Cefet-ES cursando faculdade poderá validar o seu estágio de técnico pelo estágio do curso superior desde que haja afinidade curricular e preenchida as normas de execução de estágio. * O estágio curricular conta com uma legislação específica conforme anexo I. * Documentação para efetivação do estágio (anexo I). PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 23 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação do Estágio Curricular O estágio curricular será avaliado periodicamente pelo coordenador do curso e/ou pelo professor orientador previamente designado pelo coordenador sendo os encontros com os alunos viabilizados pela CIE-E na escola ou na empresa. O estágio poderá ser inviabilizado durante sua execução ou não Ter sido validado ao seu final pelo coordenador do curso, caso sejam identificados desvios nas atividades desenvolvidas em relação à habilitação do aluno, depois de exercido diálogo com a empresa para adequação do currículo e ao programa de estágio previamente aprovado (veja fluxograma a seguir). * A documentação necessária para a validação do estágio curricular está contida no anexo II. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 24 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.3. MAPEAMENTO CURRICULAR 4.3.1. PROCESSO DE PRODUÇÃO A partir do exposto nos capítulos 01 e 03, verificamos a extensão do setor da Mecânica, sua diversidade, intensa aplicação de novas tecnologia e presença ainda de processos tecnológicos rudimentares convivendo com as novas tecnologias. Assim, dividimos o setor em que o nosso Técnico pode atuar em duas grandes vertentes: Fabricação/Produção e Manutenção, propriamente ditas, além de Petróleo e Gás; esta última com atividades tipicamente desenvolvidas em manutenção e/ou produção. Com isso podemos definir o seguinte quadro resumo das atividades de nosso Técnico no processo produtivo; agrupadas por subárea, funções e subfunções; e a seguir, relacionar cada respectivo conjunto de competências, habilidades e bases tecnológicas. Quadro resumo de atividades no setor produtivo SUBÁREA FUNÇÕES 1.1- PLANEJAMENTO E CONTROLE SUBFUNÇÃO 1 SUBFUNÇÃO 2 - - 1- INSTALAÇÕES 1.2- EXECUÇÃO - 2.1.12-1- PLANEJAMENTO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS 2- PRODUÇÃO 2.2- MANUFATURA 2.3- CONTROLE 3.1- PLANEJAMENTO E CONTROLE 2.2.1PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 2.3.1CONTROLE DE INSUMOS E PRODUTOS 3.1.1ESTUDOS E PROGRAMAÇÃO 3- MANUTENÇÃO 3.2- EXECUÇÃO PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] - 1.2.2INSTALAÇÃO DE SISTEMAS INDUSTRIAIS 2.1.2PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO 2.2.2OPERAÇÃO DO PROCESSO E GESTÃO DA QUALIDADE - 3.1.2CONTROLE 3.2.2MANUTENÇÃO DE SISTEMAS INDUSTRIAIS Página - 25 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SUBÁREA 1 - INSTALAÇÕES FUNÇÃO 1.2 - EXECUÇÃO SUBFUNÇÃO 1.2.2 – INSTALAÇÃO DE SISTEMAS INDUSTRIAIS COMPETÊNCIAS • Conhecer as características gerais de instalações industriais. • Correlacionar as características dos instrumentos, máquinas, equipamentos e instalações com as suas aplicações. HABILIDADES • Identificar e especificar instrumentos, máquinas, equipamentos e sistemas de automação em instalações industriais. • Executar a instalação de máquinas e equipamentos em sistemas industriais BASES TECNOLÓGICAS • Saúde e segurança no trabalho • Meio ambiente • Gestão da qualidade • Normas técnicas • Tecnologia dos materiais • Desenho técnico • Metrologia e instrumentos de medição • Equipamentos industriais • Sistemas de transporte de fluidos • Elementos de máquinas • Resistência dos materiais • Automação industrial • Métodos e processos PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 26 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SUBÁREA 2 - PRODUÇÃO FUNÇÃO 2.1 - PLANEJAMENTO SUBFUNÇÃO 2.1.1 – DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Definir técnicas de amostragem para controle estatístico do processo • Comparar as técnicas de controle da qualidade referentes ao processo, aos insumos e ao produto • Analisar e avaliar as relações custo-benefício em aspectos produtivos e de comercialização • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes ao processo, ao produto, de saúde e segurança no trabalho, da qualidade e ambientais • Especificar os elementos que compõem o projeto • Correlacionar as técnicas de desenho e de representação gráfica com seus fundamentos matemáticos e geométricos • Desenvolver a logística, os métodos e os processos de produção • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Avaliar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Correlacionar as características dos instrumentos, máquinas, equipamentos e instalações com as suas aplicações • Avaliar a influência do processo e do produto no ambiente • Conhecer e correlacionar as formas de gestão da produção PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 27 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO HABILIDADES • Utilizar metodologia de projetos • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais. • Estabelecer critérios de produtividade e qualidade. • Elaborar relatórios, gráficos, tabelas, demonstrativos e pareceres • Elaborar esboços, desenhos e projetos • Utilizar os recursos de informática • Identificar e especificar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Fornecer suporte técnico à área comercial • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade e da produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Realizar análise de risco envolvendo segurança, meio ambiente e controle de qualidade • Distinguir os diferentes fluidos em reservatórios PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 28 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO BASES TECNOLÓGICAS • Legislação pertinente • Relacionamento interpessoal • Saúde e segurança no trabalho • Gerenciamento de projetos • Métodos e processos • Custo Industrial • Gestão da Qualidade • Estatística Aplicada • Normas técnicas • Manutenção • Sistemas de Logística • Meio Ambiente • Informática • Tecnologia dos Materiais • Resistência dos Materiais • Ergonomia • Elementos de Máquinas • Instrumentação e controle • Controle Numérico Computadorizado • Desenho Técnico • Softwares de desenho e simulação • Máquinas Operatrizes • Equipamentos Industriais • Automação Industrial • Metrologia • Processos de transformação • Tecnologia de Revestimentos • Eletricidade • Eletrônica • Metodologia de Projeto • Hidráulica e Pneumática • Fundamentos de Administração Industrial • Tecnologia do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 29 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SUBFUNÇÃO 2.1.2 – PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Definir técnicas de amostragem para controle estatístico do processo • Comparar as técnicas de controle da qualidade referentes ao processo, aos insumos e ao produto • Analisar e avaliar as relações custo-benefício em aspectos produtivos e de comercialização • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes ao processo, ao produto, de saúde e segurança no trabalho, da qualidade e ambientais • Interpretar desenhos, representações gráficas e projetos • Conhecer fluxos de processos • Conhecer controle de fluxo (GRO) • Conhecer cronograma de produção e estimativa de tempo de processo de produção e serviços • Desenvolver a logística, os métodos e os processos de produção • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Conhecer formas de dimensionamento de elementos mecânicos • Avaliar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Correlacionar as características dos instrumentos, máquinas, equipamentos e instalações com as suas aplicações • Avaliar a influência do processo e do produto no ambiente • Conhecer e correlacionar as formas de gestão da produção • Conhecer as várias partes de uma instalação industrial de produção de petróleo e gás • Conhecer os processos de exploração, perfuração e produção de petróleo e gás • Conhecer plantas típicas de produção de petróleo e gás • Identificar parâmetros e conceitos básicos de reservatórios PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 30 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO HABILIDADES • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Estabelecer critérios de produtividade e qualidade • Aplicar as técnicas de controle de estoque • Elaborar relatórios, gráficos, tabelas, demonstrativos e pareceres • Elaborar esboços, desenhos e projetos • Utilizar os recursos de informática Identificar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Identificar esforços atuantes em sistemas mecânicos • Estabelecer a cronologia das fases de duração e execução de projetos • Avaliar ritmos nas operações do processo • Identificar as características de operação e controle dos processos industriais e selecionar o método e o processo mais apropriado • Selecionar e especificar elementos de máquinas • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade e da produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Selecionar materiais metálicos, poliméricos, cerâmicos e compósitos para aplicações • Identificar fluxos produtivos na produção e procedimentos de serviços • Desenvolver cálculos hidrostáticos • Diferenciar e aplicar procedimentos de perfuração de poços • Distinguir os diferentes fluidos em reservatórios PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 31 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO BASES TECNOLÓGICAS • Legislação pertinente • Saúde e segurança no trabalho • Relacionamento pessoal • Métodos e processos • Custo Industrial • Gestão da Qualidade • Estatística Aplicada • Normas técnicas • Sistemas de Logística • Meio Ambiente • Informática • Tecnologia dos Materiais • Resistência dos Materiais • Ergonomia • Elementos de Máquinas • Instrumentação e controle • Controle Numérico Computadorizado • Desenho Técnico • Softwares de desenho e simulação • Máquinas Operatrizes • Equipamentos Industriais • Automação Industrial • Metrologia • Processos de transformação • Tecnologia de Revestimentos • Eletricidade • Eletrônica • Hidráulica e Pneumática • Fundamentos de administração Industrial • Redação técnica • Métodos e análise de tempos e movimentos • Tecnologia do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 32 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO FUNÇÃO 2.2 - MANUFATURA SUBFUNÇÃO 2.2.1 – PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Definir técnicas de amostragem para controle estatístico do processo • Comparar as técnicas de controle da qualidade referentes ao processo, aos insumos e ao produto • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes ao processo, ao produto, de saúde e segurança no trabalho, da qualidade e ambientais • Conhecer a aplicação de diversos tipos de proteção de materiais Interpretar desenhos, representações gráficas e projetos • Entender planilhas de custos • Desenvolver a logística, os métodos e os processos de produção • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Conhecer as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Conhecer cronogramas de produção e estimativa de tempo de produção e serviços • Conhecer cronometragem de operações em geral • Correlacionar as características dos instrumentos, máquinas, equipamentos e instalações com as suas aplicações • Conhecer controle de fluxo • Entender o dimensionamento de elementos mecânicos • Avaliar a influência do processo e do produto no ambiente • Conhecer e correlacionar as formas de gestão da produção • Conhecer técnicas de combate a incêndios • Conhecer as várias partes de uma instalação industrial de produção de petróleo e gás • Conhecer os processos de exploração, perfuração e produção de petróleo e gás • Conhecer técnicas usadas nos testes de produção e perfilagem • Conhecer plantas típicas de produção de petróleo e gás • Conhecer a dinâmica de sistemas de transporte de fluidos por tubulações • Conhecer métodos e procedimentos de perfuração de poços de petróleo • Conhecer métodos de controle de poços de petróleo • Conhecer as manobras e dispositivos de controle de poços de petróleo • Conhecer os principais materiais aplicados à indústria do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 33 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO HABILIDADES • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Estabelecer critérios de produtividade e qualidade • Elaborar relatórios, gráficos, tabelas, demonstrativos e pareceres • Elaborar esboços, desenhos e projetos • Utilizar os recursos de informática • Identificar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade e da produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Aplicar o método e o processo mais apropriado de produção • Selecionar materiais para produção • Selecionar e especificar/dimensionar elementos de máquinas • Estabelecer a cronologia das fases de duração e execução do projeto • Selecionar o equipamento adequado para cronometragem • Avaliar ritmos nas operações do processo • Identificar controle de fluxo (GRO) aplicável à taxa de produção • Utilizar técnicas de controle da qualidade • Gerenciar plano de indicadores de qualidade • Elaborar planilha de custos e serviços • Gerenciar equipes • Aplicar as técnicas de controle de estoque • Selecionar materiais metálicos, poliméricos, cerâmicos e compósitos para aplicações • Identificar e especificar instrumentos, máquinas, equipamentos, sistemas de automação e instalações • Identificar as características de operação e controle dos processos industriais • Desenvolver cálculos hidrostáticos • Calcular o movimento de líquidos e gases • Auxiliar no combate a incêndios • Atuar no acompanhamento de operações de exploração, perfuração e produção de petróleo • Avaliar sistemas de transporte de fluidos por tubulações • Identificar os diferentes componentes da coluna de perfuração, suas limitações e materiais • Identificar parâmetros e conceitos básicos de reservatórios PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 34 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO BASES TECNOLÓGICAS • Legislação pertinente • Saúde e segurança no trabalho • Relacionamento interpessoal • Métodos e processos • Controle de Estoque • Gestão da Qualidade • Estatística Aplicada • Normas técnicas • Sistemas de Logística • Informática • Meio Ambiente • Tecnologia dos Materiais • Elementos de máquinas e instrumentos de medição • Controle Numérico Computadorizado • Desenho Técnico • Softwares de desenho e de simulação • Máquinas Operatrizes • Equipamentos Industriais • Automação Industrial • Metrologia • Processos de transformação • Tecnologia de Revestimentos • Eletricidade • Eletrônica • Hidráulica e Pneumática • Redação técnica • Custo industrial • Fundamentos de administração Industrial • Fluidodinâmica • Tecnologia do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 35 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Definir técnicas de amostragem para controle estatístico do processo • Comparar as técnicas de controle da qualidade referentes ao processo, aos insumos e ao produto • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho • Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes ao processo, ao produto, de saúde e segurança no trabalho, da qualidade e ambientais • Conhecer técnicas de combate a incêndios • Interpretar desenhos, representações gráficas e projetos • Analisar a logística, os métodos e os processos de produção • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Conhecer a aplicação de diversos tipos de proteção de materiais • Avaliar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Conhecer métodos de gerenciamento e administração • Correlacionar as características dos instrumentos, máquinas, equipamentos e instalações com as suas aplicações • Conhecer equipamentos necessários à leitura de tempos padrão • Conhecer métodos de gestão da qualidade • Avaliar a influência do processo e do produto no ambiente. • Adequar sistemas convencionais de produção às tecnologias atuais • Correlacionar as técnicas de manutenção • Conhecer e correlacionar as formas de gestão da produção • Conhecer as várias partes de uma instalação industrial de produção de petróleo e gás • Conhecer os processos de exploração, perfuração e produção de petróleo e gás • Conhecer plantas típicas de produção de petróleo e gás • Conhecer técnicas usadas nos testes de produção e perfilagem • Conhecer métodos e procedimentos de perfuração de poços de petróleo • Conhecer métodos de controle de poços de petróleo • Conhecer as manobras e dispositivos de controle de poço • Conhecer a dinâmica de sistemas de transporte de fluidos por tubulações PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 36 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO HABILIDADES • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Seguir padrões de produtividade e qualidade. • Elaborar relatórios, gráficos, tabelas, demonstrativos e pareceres • Elaborar esboços e desenhos • Utilizar os recursos de informática • Identificar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Otimizar a utilização de recursos de pessoal e de equipamento em tempo real • Aplicar o método e o processo mais apropriado de produção • Realizar cronometragem em fases do processo de produção • Utilizar métodos de gerenciamento e administração • Aplicar métodos estatísticos de gestão da qualidade • Gerenciar equipes • Identificar as características de operação e controle dos processos industriais • Utilizar instrumentos, máquinas, equipamentos, sistemas de automação e instalações buscando o máximo de eficácia e eficiência • Programar, regular, aferir, inicializar e operar máquinas e equipamentos • Realizar manutenção autônoma • Realizar controle dimensiona • Identificar tipos de corrosão • Fazer acompanhamento de sistemas de proteção corrosiva l • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade e da produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Avaliar sistemas de transporte de fluidos por tubulações • Calcular o movimento de líquidos e gases • Auxiliar no combate a incêndios • Executar tarefas de manobra e produção • Identificar parâmetros e conceitos básicos de reservatórios • Identificar os diferentes componentes da coluna de perfuração, suas limitações e materiais • Distinguir os diferentes fluidos em reservatórios • Atuar no acompanhamento de operações de exploração, perfuração e produção de petróleo • Diferenciar e aplicar procedimentos de perfuração de poços PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 37 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO BASES TECNOLÓGICAS • Legislação pertinente • Saúde e segurança no trabalho • Relacionamento interpessoal • Métodos e processos • Gestão da Qualidade • Estatística Aplicada • Normas técnicas • Técnicas de manutenção • Sistemas de Logística • Informática • Tecnologia dos Materiais • Resistência dos Materiais • Elementos de máquinas e instrumentos de medição • Controle Numérico Computadorizado • Desenho Técnico • Softwares de desenho e de simulação • Máquinas Operatrizes • Equipamentos Industriais • Automação Industrial • Metrologia • Processos de transformação • Tecnologia de Revestimentos • Eletricidade • Eletrônica • Fluidodinâmica • Hidráulica e Pneumática • Fundamentos de administração Industrial • Redação técnica • Métodos e análises de tempos e movimentos • Tecnologia do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 38 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO FUNÇÃO 2.3 – CONTROLE SUBFUNÇÃO 2.3.1 – CONTROLE DE INSUMOS E PRODUTOS COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Definir técnicas de amostragem para controle estatístico do processo • Comparar as técnicas de controle da qualidade referentes ao processo, aos insumos e ao produto • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho • Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes ao processo, ao produto, de saúde e segurança no trabalho, da qualidade e ambientais • Analisar os elementos que compõem o projeto • Conhecer métodos estatísticos de gestão da qualidade • Correlacionar as técnicas de desenho e de representação gráfica com seus fundamentos matemáticos e geométricos • Conhecer equipamentos necessários à leitura de tempos/padrão • Desenvolver a logística e os métodos de controle • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Avaliar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas • Correlacionar as características dos instrumentos, máquinas, equipamentos e instalações com as suas aplicações • Avaliar a influência do processo e do produto no ambiente • Avaliar testes e ensaios aplicáveis aos insumos e ao produto • Conhecer e correlacionar as formas de gestão da produção PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 39 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Elaborar relatórios, gráficos, tabelas, demonstrativos e pareceres • Utilizar os recursos de informática • Identificar as características e propriedades dos materiais, insumos e elementos de máquinas. • Aplicar o método e o processo mais apropriado de produção • Gerenciar equipes • Identificar as características de operação e controle dos processos industriais • Utilizar instrumentos, máquinas e equipamentos de medição e controle • Realizar manutenção autônoma • Realizar controle dimensional • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade e da produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Utilizar técnicas de controle da qualidade • Realizar cronometragem em fases do processo de produção • Executar planos de inspeção de qualidade • Determinar as características e propriedades dos materiais, insumos, produtos e elementos de máquina empregados na produção • Coletar amostras de materiais, insumos e produtos • Executar testes e ensaios aplicáveis aos insumos e produtos • Identificar os diferentes componentes da coluna de perfuração, suas limitações e materiais PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 40 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO BASES TECNOLÓGICAS • Legislação pertinente • Saúde e segurança no trabalho • Relacionamento interpessoal • Métodos e processos • Gestão da Qualidade • Estatística Aplicada • Normas técnicas • Técnicas de manutenção • Informática • Tecnologia dos Materiais • Resistência dos Materiais • Elementos de máquinas e instrumentos de medição • Controle Numérico Computadorizado • Desenho Técnico • Softwares de desenho e de simulação • Máquinas Operatrizes • Equipamentos Industriais • Automação Industrial • Metrologia • Processos de transformação • Tecnologia de Revestimentos • Eletricidade • Eletrônica • Hidráulica e Pneumática • Fundamentos de administração Industrial • Métodos e análise de tempos e movimentos • Tecnologia do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 41 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO FUNÇÃO 3.1 - PLANEJAMENTO E CONTROLE SUBFUNÇÃO 3.1.1 – ESTUDOS E PROGRAMAÇÃO COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Ter visão sistêmica do processo sob intervenção • Correlacionar as técnicas de manutenção em função das características do processo e dos equipamentos • Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes à manutenção, à saúde e segurança no trabalho, à qualidade e ao ambiente • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho • Conhecer cronograma de produção e manutenção • Correlacionar as técnicas de desenho e de representação gráfica com seus fundamentos matemáticos e geométricos • Correlacionar as propriedades e características das máquinas, instrumentos e equipamentos com suas aplicações • Definir a logística da manutenção. • Conhecer métodos e planejamento da manutenção • Caracterizar os sistemas de controle de manutenção • Avaliar a relação custo-benefício da manutenção Interpretar catálogos, manuais e tabelas • Conhecer técnicas de otimização de tempos e movimentos • Realizar orçamentos • Avaliar recursos de informática e suas aplicações. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 42 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO HABILIDADES • Gerenciar equipes de trabalho • Aplicar planos de manutenção • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade, produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Planejar a manutenção de equipamentos e sistemas • Utilizar sistemas de controle de manutenção • Definir a técnica de manutenção a ser empregada • Emitir ordens de serviço • Diagnosticar problemas • Elaborar e executar cronogramas de manutenção • Decidir quanto à viabilidade técnico - econômica da manutenção • Elaborar e interpretar croquis e desenhos • Elaborar planilhas de custos de serviços • Utilizar softwares dedicados • Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos • Confeccionar manuais de procedimentos PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 43 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO • Relacionamento interpessoal • Organização industrial • Gestão da qualidade • Métodos e processos • Custo industrial • Legislação pertinente • Saúde e segurança no trabalho • Meio ambiente • Redação técnica • Métodos e análise de tempos e movimentos • Estatística aplicada • Técnicas de manutenção • Normas técnicas • Sistemas de controle da manutenção • Desenho técnico • Tecnologia dos materiais • Elementos de máquinas • Eletricidade • Eletrônica • Instrumentação e controle • Automação • Hidráulica e pneumática • Lubrificação • Softwares dedicados • Tecnologia de revestimentos • Máquinas, instrumentos e equipamentos industriais • Redação técnica • Informática PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 44 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO FUNÇÃO 3.1 - PLANEJAMENTO E CONTROLE SUBFUNÇÃO 3.1.2 – CONTROLE COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Caracterizar os sistemas de controle de manutenção • Interpretar ensaios e testes comparando com padrões técnicos • Interpretar relatórios estatísticos • Organizar o controle estatístico da manutenção • Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes à manutenção, à saúde e segurança no trabalho, à qualidade e ao ambiente • Ter visão sistêmica do processo sob intervenção • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Correlacionar as propriedades e características das máquinas, instrumentos e equipamentos com suas aplicações • Conhecer as várias partes de uma instalação industrial de produção de petróleo e gás • Conhecer os processos de exploração, perfuração e produção de petróleo e gás • Conhecer plantas típicas de produção de petróleo e gás • Conhecer a dinâmica de sistemas de transporte de fluidos por tubulações • Conhecer as manobras e dispositivos de controle de poço HABILIDADES • Coletar dados específicos para a avaliação da manutenção • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade, produtividade, na introdução de novas tecnologias e no intercâmbio com outros setores • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Elaborar relatórios estatísticos de defeitos • Fazer levantamento de custos da manutenção • Utilizar sistemas de controle de manutenção • Avaliar sistemas de transporte de fluidos por tubulações • Controlar o estoque de peças de reposição • Executar ensaios e testes • Utilizar softwares específicos PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 45 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO • Organizar o banco de dados • Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos Identificar os diferentes componentes da coluna de perfuração, suas limitações e materiais BASES TECNOLÓGICAS • Organização industrial • Custo industrial • Relacionamento interpessoal • Gestão de qualidade • Estatística aplicada • Saúde e segurança do trabalho • Meio ambiente • Critérios de produtividade • Processos produtivos • Técnicas de manutenção • Propriedade dos materiais • Máquinas, instrumentos e equipamentos industriais • Inspeção industrial • Simbologia e normas técnicas • Softwares dedicados • Tecnologia do petróleo e gás PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 46 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SUBFUNÇÃO 3.2.2 - MANUTENÇÃO DE SISTEMAS INDUSTRIAIS COMPETÊNCIAS • Entender relacionamento interpessoal • Interpretar a legislação e as normas técnicas referentes à manutenção, à saúde e segurança no trabalho, à qualidade e ao ambiente • Avaliar a capacidade e planejar a qualificação da equipe de trabalho • Avaliar o impacto ambiental da manutenção • Ter visão sistêmica do processo sob intervenção • Correlacionar as técnicas de manutenção em função das características do processo e dos equipamentos • Conhecer a aplicação de diversos tipos de proteção de materiais Interpretar esquemas, gráficos, plantas, fluxogramas e diagramas • Correlacionar os processos de recuperação de componentes e equipamentos • Caracterizar materiais, insumos e componentes • Correlacionar as propriedades e características das máquinas, instrumentos e equipamentos com suas aplicações • Ler e interpretar ensaios e testes • Identificar as tecnologias empregadas na automação de sistemas de energia • Interpretar planos de manutenção • Interpretar circuitos elétricos, eletroeletrônicos, hidráulicos e pneumáticos • Conhecer tipos e aplicações dos lubrificantes em geral • Conhecer as propriedades de dureza e resistências mecânicas de materiais metálicos, poliméricos e cerâmicos • Avaliar recursos de informática e suas aplicações • Especificar sistemas de medição e controle de variáveis do processo industrial • Coordenar as atividades de gerenciamento e conservação de energia • Conhecer técnicas de combate a incêndios • Conhecer métodos de controle de poços de petróleo HABILIDADES • Gerenciar equipes de trabalho • Aplicar a legislação e as normas referentes ao processo e produtos, qualidade, saúde e segurança no trabalho e ambientais • Prestar primeiros socorros • Envolver-se na melhoria contínua da qualidade, introdução de novas tecnologias e intercâmbio com outros setores PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 47 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO • Selecionar os procedimentos de manutenção • Identificar, localizar e corrigir defeitos e falhas • Recuperar componentes e/ou equipamentos • Elaborar croquis e desenhos • Manusear equipamentos, instrumentos, máquinas e ferramentas • Montar, instalar, calibrar e testar equipamentos e instrumentos • Utilizar softwares específicos • Elaborar relatórios de serviço • Executar ensaios e testes • Executar os programas de manutenção • Identificar as malhas de controle do processo industrial • Auxiliar no combate a incêndios • Identificar tipos de corrosão • Fazer acompanhamento de sistemas de proteção corrosiva • Organização industrial • Legislação pertinente • Saúde e segurança do trabalho. • Relacionamento interpessoal • Meio ambiente • Gestão da qualidade • Normas técnicas • Simbologias, convenções e representações gráficas • Técnicas de manutenção • Eletricidade • Resistência dos materiais • Instrumentos de medição • Diagramas unifilar, multifilar, lógicos, de controle de processo, de malha e funcional • Características e propriedades dos materiais • Eletrônica analógica, digital e industrial • Automação industrial • Sistemas de energia • Linhas e redes • Acionamentos, proteção e controle de sistemas de energia • Circuitos elétricos, eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos • Circuitos eletromagnéticos PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 48 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO • Ferramentas • Máquinas e equipamentos industriais • Processos de usinagem • Lubrificação • Elementos de máquinas • Eficiência energética • Refrigeração e climatização • Termodinâmica e fluidodinâmica aplicada • Tecnologia mecânica • Instrumentação e controle • Softwares dedicados • Tecnologia do petróleo e gás A partir dos levantamentos feitos e com o objetivo de melhor atender às necessidades do mercado, considerando nossas possibilidades, propusemos um Curso Técnico de Mecânica com três ênfases: Manutenção Mecânica, Fabricação Mecânica e Petróleo e Gás. Manutenção e Fabricação são nichos de mercado garantidos. Quanto ao nicho de Petróleo e Gás, estamos nos preparando para essa nova realidade em nosso Estado. A seguir apresentamos o modelo mapeado do Curso Técnico de Mecânica e informamos que devido a constantes reuniões da coordenadoria de curso, conselho de classe e outros momentos de discussão, a matriz curricular referente à qualificação de Mecânico Industrial apresenta algumas alterações para os alunos que ingressaram a partir de 2002 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 49 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.3.2. MODELO MAPEADO DO CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA - ÁREA: INDUSTRIAL ENSINO MÉDIO A CONCLUSÃO DE TRÊS MÓDULOS DENTRO DE UMA ÊNFASE, MAIS ESTÁGIO, DÁ A HABILITAÇÃO DE TÉCNICO EM MECÂNICA, NA REFERIDA ÊNFASE. PROCESSO SELETIVO/ NIVELAMENTO MÓDULO II TECNOLOGIA DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS EM PETRÓLEO E GAS MÓDULO I MECÂNICA INDUSTRIAL CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO INDUSTRIAL MÓDULO II MANUTENÇÃO MECÂNICA MÓDULO II FABRICAÇÃO MECÂNICA CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE EQUIPAMENTOS EM PETRÓLEO E GAS MÓDULO III TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO E SERVIÇOS EM PETRÓLEO E GAS PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE SERVIÇOS EM PETRÓLEO E GAS CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE MANUTENÇÃO MÓDULO III TECNOLOGIA DA MANUTENÇÃO MECÂNICA CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO ESPECIALIZADO EM MANUTENÇÃO CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE FABRICAÇÃO MÓDULO III TECNOLOGIA DA FABRICAÇÃO MECÂNICA Página - 50 - CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO ESPECIALIZADO EM FABRICAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.4. QUADRO DEMONSTRATIVO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, MÓDULOS, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES MÓDULO DE ENTRADA – COMUM A TODAS AS ÊNFASES MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: MANUTENÇÃO e PRODUÇÃO CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA - ÁREA: INDUSTRIAL MÓDULO: 1 NOME DO MÓDULO: MECÂNICA INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA: 600 horas FUNÇÕES: 2.2, 3.1 e 3.2 SUBFUNÇÕES: 2.2.1; 2.2.2; 3.1.2 e 3.2.2 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO INDUSTRIAL COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Saúde e segurança no trabalho. - Executar e interpretar desenho de peças - Aplicar as técnicas de desenvolvimento de desenho e conjuntos mecânicos. - Meio ambiente. mecânico. - Executar a medição de peças - Gestão da qualidade. - Conhecer os sistemas de medidas mais comuns mecânicas. - Redação técnica. aplicados na mecânica e os diversos instrumentos de - Montar máquinas simples a partir de - Informática. medidas. peças produzidas pelos diversos - Relacionamento interpessoal. - Conhecer os diversos processos de fabricação processos de fabricação mecânica. - Desenho técnico. mecânica e ferramentas. - Trabalhar em equipe de forma a manter - Operar equipamentos mecânicos e executar tarefas a - Metrologia e instrumentos de um bom relacionamento. medição partir do desenho com ferramentas apropriadas. - Conhecer Legislação Trabalhista e as - Métodos e processos. - Conhecer formas de relações Interpessoais. normas de segurança do trabalho. - Normas técnicas. - Manipular os diversos Softwares de informática básica - Executar operações com editor de texto, - Identificar os principais periféricos usados nos - Tecnologia dos materiais. planilha eletrônica, correio eletrônico e - Resistências dos materiais. computadores. navegação na internet. Em função da - Elementos de máquinas. - Redigir documentos técnicos. necessidade de trabalho. - Equipamentos industriais. - Interagir em função de trabalho em equipe. - Elaborar redação técnica seguindo os - Máquinas operatrizes. - Utilizar equipamentos de segurança adequados. padrões estabelecidos da redação oficial - Desmontar e montar equipamentos mecânicos com uso - Técnicas de Manutenção. e técnica. - Lubrificação. apropriado das ferramentas. - Conhecer as questões ambientais e de - Lubrificar e abastecer com lubrificante os equipamentos. - Especificar materiais para utilização na mecânica. qualidade total - Identificar os diversos instrumentos de medidas - Conhecer e aplicar as técnicas de Manutenção de componentes e conjuntos utilizados na mecânica - Identificar os diversos processos de fabricação mecânicos e eletromecânicos. - Identificar os diversos tipos de materiais mecânica e ferramentas. utilizados na construção mecânica. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 51 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MÓDULO DA ÊNFASE EM MANUTENÇÃO MECÂNICA MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: MANUTENÇÃO e PRODUÇÃO CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM MANUTENÇÃO MECÂNICA - ÁREA: INDUSTRIAL MÓDULO: 2 NOME DO MÓDULO: MANUTENÇÃO MECÂNICA CARGA HORÁRIA: 300 horas FUNÇÕES: 2.2, 3.1 e 3.2 SUBFUNÇÃO: 3.1.1; 3.1.2; 3.2.2 e 2.2.1 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE MANUTENÇÃO COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Executar e interpretar desenho de - Conhecer as técnicas de - Desenho técnico. componentes mecânicos. desenvolvimento de desenho mecânico. - Saúde e segurança no trabalho. - Executar tarefas de reparação mecânica em - Identificar os processos de reparação - Meio ambiente. máquinas e ferramentas específicas. mecânica em máquinas e ferramentas. - Informática. - Aplicar equipamentos de segurança - Conhecer as normas de segurança - Redação técnica. especificados para cada função. específicas para a qualificação. - Custos industriais. - Elaborar planilhas de custos de Manutenção - Identificar os custos de Manutenção. - Normas técnicas. - Diagnosticar anormalidades de - Conhecer as técnicas de Manutenção de - Gestão da qualidade. funcionamento em componentes e conjuntos componentes e conjuntos mecânicos e - Equipamentos industriais. mecânicos e eletromecânicos. eletromecânicos. - Lubrificação. - Desmontar e montar equipamentos - Conhecer as técnicas de reparação e - Tecnologia dos materiais. mecânicos com uso apropriado das ferramentas específicas para cada - Máquinas operatrizes. ferramentas, aplicando as técnicas de equipamento. - Técnicas de Manutenção. reparação específicas. - Identificar os diversos tipos de materiais - Metrologia e instrumentos de medição - Selecionar e especificar materiais para a utilizados na construção mecânica e - Eletricidade. reparação mecânica. alternativa para a reparação. - Elementos de máquinas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 52 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MÓDULO DA ÊNFASE EM MANUTENÇÃO MECÂNICA MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: MANUTENÇÃO E PRODUÇÃO CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM MANUTENÇÃO MECÂNICA - ÁREA: INDUSTRIAL MÓDULO: 3 NOME DO MÓDULO: TECNOLOGIA DA MANUTENÇÃO MECÂNICA CARGA HORÁRIA: 300 horas FUNÇÕES: 2.2, 3.1 e 3.2 SUBFUNÇÃO: 3.1.1; 3.1.2; 3.2.2 e 2.2.2 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO ESPECIALISTA EM MANUTENÇÃO MECÂNICA COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Analisar e interpretar desenho de peças, - Conhecer desenho de peças, conjuntos - Desenho técnico. conjuntos mecânicos e equipamentos mecânicos - Saúde e segurança no trabalho. - Aplicar as normas de segurança e técnicas de - Conhecer as normas de segurança - Meio ambiente. segurança preventiva. específica para a qualificação. - Informática. - Identificar as conseqüências jurídicas dos - Conhecer as técnicas de chefia e - Redação técnica. acidentes de trabalho. liderança de equipes de trabalho. - Custos industriais. - Aplicar técnicas de chefia e liderança. - Conhecer as técnicas de manutenção - Normas técnicas. - Executar a manutenção preventiva de Preventiva. - Gestão da qualidade. equipamentos com uso de ferramentas e - Conhecer os diversos tipos de sistemas - Relacionamento interpessoal. instrumentos adequados. Hidráulicos e pneumáticos industriais. - Equipamentos industriais. - Executar um plano de manutenção preventiva - Conhecer as técnicas de aplicação e - Lubrificação. para equipamentos de uma planta industrial controle de Lubrificantes - Tecnologia dos materiais. piloto. - Conhecer as técnicas de soldagem - Automação industrial. - Executar a soldagem de peças utilizando os aplicadas à manutenção. - Hidráulica e pneumática. diversos processos. - Conhecer os tipos de tratamento dos - Soldagem. - Identificar os diversos tipos de tratamentos materiais para uso na manutenção - Estatística aplicada. térmicos e superficiais nas peças mecânicas - Conhecer os efeitos da corrosão nos - Corrosão. executando o controle de qualidade. materiais e os revestimentos protetivos. - Tecnologia de revestimentos. - Identificar as diversas formas de corrosão, os - Métodos e análise de tempos e tratamentos utilizados e o controle de movimentos. qualidade. - Técnicas de manutenção. - Metrologia e instrumentos de medição - Máquinas operatrizes. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 53 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MÓDULO DA ÊNFASE EM PETRÓLEO E GÁS MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: PRODUÇÃO, MANUTENÇÃO e INSTALAÇÕES CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM PETRÓLEO E GAS - ÁREA: INDUSTRIAL NOME DO MÓDULO: TECNOLOGIA DE EQUIPAMENTOS E CARGA HORÁRIA: 300 horas MÓDULO: 2 MATERIAIS EM PETRÓLEO E GAS FUNÇÕES: 1.2, 2.1, 2.2 e 3.2 SUBFUNÇÃO: 1.2.2, 2.1.2, 2.2.1, 2.2.2 e 3.2.2 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE EQUIPAMENTOS EM PETRÓLEO E GÁS COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Selecionar e especificar os principais materiais usados na - Conhecer os principais materiais - Saúde e Segurança do indústria do petróleo e gás (aços, aços especiais, titânio, usados na indústria do petróleo; Trabalho ligas especiais, polímeros, cerâmicos e outros); - Caracterizar os materiais usados na - Meio Ambiente - Tecnologia dos Materiais - Avaliar instalações industriais de petróleo e gás; industria do petróleo. - Normas Técnicas - Avaliar sistemas de transporte de fluidos por tubulações; - Conhecer instalações industriais de - Equipamentos Industriais - Acompanhar operações de exploração, perfuração e produção de petróleo e gás; - Sistemas de Transporte de produção de petróleo. - Entender sistemas de transporte de fluidos - Aplicar técnicas de segurança em ambientes classificados, fluidos por tubulações; - Instrumentação e controle de de combate a incêndios e a ataques químicos, e de - Fazer medições de variáveis de preservação e correção do meio ambiente. processo (fluxo, pressão, temperatura, processos. - Tecnologia do Petróleo e Gás nível, densidade e outros). PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 54 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MÓDULO DA ÊNFASE EM PETRÓLEO E GÁS MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: PRODUÇÃO e MANUTENÇÃO CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM PETRÓLEO E GAS - ÁREA: INDUSTRIAL NOME DO MÓDULO: TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO E SERVIÇOS EM CARGA HORÁRIA: 300 horas MÓDULO: 3 PETRÓLEO E GAS FUNÇÕES: 2.1, 2.2, 2.3, 3.1 e 3.2 SUBFUNÇÃO: 2.1.1, 2.1.2, 2.2.1, 2.2.2, 2.3.1, 3.1.2 e 3.2.2 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE SERVIÇOS EM PETRÓLEO E GAS COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Trabalhar em manutenção de primeiro escalão, - Identificar falhas de funcionamento - Tecnologia do Petróleo e Gás; utilizando as técnicas de manutenção preventiva e nos equipamentos de superfície e - Automação Industrial corretiva; subsuperfície; - Sistema de transporte de fluidos - Analisar, apresentar soluções e garantir a qualidade dos - Conhecer plantas de produção de - Equipamentos Industriais produtos e serviços de manutenção buscando otimização petróleo e gás; - Perfuração de poços de petróleo e gás dos processos produtivos; - Distinguir os diferentes fluidos e - Equipamentos em poços - Diferenciar e aplicar procedimentos de perfuração; reservatório; - Instrumentação em Controle - Executar trabalhos e manobras de produção - Identificar parâmetros e conceitos - Plantas de produção de petróleo e gás básicos de reservatório; - Métodos e análise de tempos e - Identificar os diferentes componentes movimentos. da coluna de perfuração, suas limitações e materiais; - Conhecer os processos de exploração, perfuração e produção de petróleo PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 55 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MÓDULO DA ÊNFASE EM FABRICAÇÃO MECÂNICA MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: PRODUÇÃO E MANUTENÇÃO CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM FABRICAÇÃO MECÂNICA - ÁREA: INDUSTRIAL MÓDULO: 2 NOME DO MÓDULO: FABRICAÇÃO MECÂNICA CARGA HORÁRIA: 300 horas FUNÇÕES: 2.1, 2.2, e 3.2 SUBFUNÇÃO: 2.1.2, 2.2.1, 2.2.2 e 3.2.2 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO DE FABRICAÇÃO COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Executar e interpretar desenho de - Conhecer as técnicas de - Desenho técnico. componentes mecânicos. desenvolvimento de desenho mecânico. - Saúde e segurança no trabalho. - Executar tarefas de construção de peças - Analisar e interpretar desenho de peças e - Meio ambiente. mecânicas a partir do desenho, utilizando conjuntos mecânicos. - Gestão da qualidade. máquinas convencionais e ferramentas - Conhecer as normas de segurança - Redação técnica. apropriadas. específicas para a qualificação. - Custos industriais. - Controlar a qualidade das peças fabricadas. - Identificar os custos de fabricação. - Métodos e processos. - Aplicar equipamentos de segurança - Conhecer os diversos processos de - Máquinas operatrizes. especificados. fabricação mecânica. - Técnicas de manutenção. - Elaborar planilhas de custos de fabricação. - Conhecer as máquinas e as ferramentas - Informática. - Aplicar as técnicas de conservação e utilizadas na fabricação mecânica. - Normas técnicas. manutenção das máquinas de fabricação - Conhecer as técnicas de manutenção das - Elementos de máquinas. mecânica. máquinas utilizadas na fabricação - Tecnologia dos materiais. - Diagnosticar anormalidades de funcionamento mecânica. - Eletroeletrônica. em componentes, conjuntos mecânicos e - Identificar os diversos tipos de materiais - Lubrificação. Eletromecânicos das máquinas de fabricação utilizados na construção mecânica. - Metrologia e instrumentos de medição. - Resistência dos materiais. mecânica. - Conhecer os componentes eletrônicos - Equipamentos industriais. - Selecionar e especificar materiais para a aplicados nas máquinas de fabricação. - Processos de transformação. fabricação mecânica. - Métodos e análise de tempos e - Montar e analisar circuitos eletrônicos de movimentos. pequena complexidade contendo diodos, amplificadores operacionais e tiristores. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 56 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MÓDULO DA ÊNFASE EM FABRICAÇÃO MECÂNICA MATRIZ CURRICULAR ÁREA: INDUSTRIAL SUBÁREAS: PRODUÇÃO E MANUTENÇÃO CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM FABRICAÇÃO MECÂNICA - ÁREA: INDUSTRIAL MÓDULO: 3 NOME DO MÓDULO: TECNOLOGIA DA FABRICAÇÃO MECÂNICA CARGA HORÁRIA: 300 horas FUNÇÕES: 2.1, 2.2 e 2.3 SUBFUNÇÃO: 2.1.2, 2.2.1, 2.2.2 e 2.3.1 CERTIFICAÇÃO: MECÂNICO ESPECIALISTA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS - Executar o desenho de peças e conjuntos mecânicos em Auto Cad. - Aplicar as normas de segurança e técnicas de segurança preventiva. - Identificar as conseqüências jurídicas dos acidentes de trabalho . - Executar tarefas de fabricação de peças em máquinas não convencionais. - Executar um plano de fabricação de um conjunto mecânico. - Selecionar e controlar a qualidade dos materiais utilizados na fabricação. - Identificar os diversos tipos de tratamentos térmicos e superficiais nas peças mecânicas executando o controle de qualidade. - Identificar as diversas formas de corrosão, os tratamentos utilizados e o controle de qualidade. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Conhecer as técnicas de desenvolvimento de projeto em Auto Cad. - Conhecer as normas de segurança específica para a qualificação. - Conhecer as técnicas de organização e métodos de produção industrial. - Conhecer os diversos processos especiais de fabricação, as máquinas e as ferramentas. - Conhecer as técnicas de planejamento, programação e controle de fabricação. - Conhecer as técnicas de controle de qualidade dos materiais. - Conhecer os tipos de tratamento dos materiais para uso na fabricação. - Conhecer os efeitos da corrosão nos materiais e os revestimentos protetivos. - Desenho técnico. - Saúde e segurança no trabalho. - Meio ambiente. - Gestão da qualidade. - Softwares de desenho e simulação. - Controle numérico computacional. - Custos industriais. - Métodos e processos. - Máquinas operatrizes. - Técnicas de manutenção. - Informática. - Estatística. - Normas técnicas. - Elementos de máquinas. - Tecnologia dos materiais. - Eletroeletrônica. - Lubrificação. - Metrologia e instrumentos de medição. - Metodologias de projetos. - Equipamentos industriais. - Processos de transformação. - Métodos e análise de tempos e movimentos. - Fundamentos da administração. - Controle de estoques. - Tecnologia de revestimentos. - Automação industrial. - Corrosão. Página - 57 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO MEC / SEMTEC CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DO ESPIRITO SANTO ÁREA: INDUSTRIAL CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA MÒDULO: I CARACTERÍSTICAS: 16 SEMANAS CONTEÚDOS DISCIPLINARES MÓDULO Módulo I MECÂNICA INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA: 600 horas 1º SEMESTRE Desenho Mecânico Metrologia Fabricação Mecânica Relações Humanas Segurança do Trabalho Informática Lubrificação Manutenção Mecânica Mecânica Aplicada Materiais PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] 2º SEMESTRE Materiais Desenho Mecânico Fabricação Mecânica Legislação Trabalhista Gestão Empreendedora Meio Ambiente Redação Técnica Hidráulica e Pneumática Manutenção Mecânica Máquinas Térmicas Eletromecânica SUBTOTAL SUBDIVISÃO DAS TURMAS 1º S. 2º S. 1/2 1/2 1/2 01 01 1/2 01 1/2 01 01 01 1/2 1/2 01 01 01 01 1/2 1/2 1/2 1/2 AULAS SEMANAIS 1º S 03 02 05 01 01 02 02 03 03 03 25 Página - 58 - 2º S 01 03 06 01 01 01 02 03 02 03 02 25 C. H. POR MÓDULO 1º S 2º S 36 24 60 12 12 24 24 36 36 36 12 36 72 12 12 12 24 36 24 36 24 300 h 300 h CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.5. CONTEÚDOS DISCIPLINARES AGRUPADOS NOS MÓDULOS MÓDULO DE ENTRADA – OBRIGATÓRIO A TODAS AS ÊNFASES (PARA ALUNOS QUE INGRESSARAM EM 2002). MEC / SEMTEC CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DO ESPIRITO SANTO ÁREA: INDUSTRIAL CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA MÒDULO: I CARGA HORÁRIA: 600 horas CARACTERÍSTICAS : 16 SEMANAS SUBDIVISÃO C. H. AULAS CONTEÚDOS DISCIPLINARES DAS POR MÓDULO SEMANAIS TURMAS MÓDULO Módulo I 1º SEMESTRE Desenho Mecânico Metrologia Fabricação Mecânica Relações Humanas Materiais Informática Redação Técnica Manutenção Mecânica Mecânica Aplicada MECÂNICA INDUSTRIAL PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] 2º SEMESTRE 1º S. 1/2 1/2 1/2 01 01 1/2 01 1/2 01 Segurança do Trabalho Desenho Mecânico Fabricação Mecânica Legislação Trabalhista Gestão Empreendedora Meio Ambiente Lubrificação Hidráulica e Pneumática Manutenção Mecânica Máquinas Térmicas Eletromecânica SUBTOTAL 2º S. 1º S 03 03 06 01 03 02 02 02 03 01 1/2 1/2 01 01 01 01 1/2 1/2 1/2 1/2 25 Página - 59 - 2º S 01 03 06 01 01 01 02 03 02 03 02 25 1º S 36 36 72 12 36 24 24 24 36 300 h 2º S 12 36 72 12 12 12 24 36 24 36 24 300 h CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM MANUTENÇÃO MECÂNICA MEC / SEMTEC CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DO ESPIRITO SANTO ÁREA: INDUSTRIAL CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM MANUTENÇÃO MECÂNICA MÒDULOS: II e III CARACTERÍSTICAS : 16 SEMANAS MÓDULOS CONTEÚDOS DISCIPLINARES Desenho Mecânico Fabricação Mecânica Chefia e Liderança Módulo II Custo de Manutenção MANUTENÇÃO Hidráulica e Pneumática MECÂNICA Manutenção Mecânica Maquinas Térmicas Eletrônica Aplicada Tratamentos Térmicos e Superficiais SUBTOTAL Análise e Interpretação de Desenho Segurança do Trabalho Módulo III Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Técnicas de Manutenção Preventiva TECNOLOGIA Aplicação e Controle de Lubrificantes DA MANUTENÇÃO Planejamento, Programação e Controle de Manutenção Técnicas de Soldagem de Manutenção MECÂNICA Seleção de Materiais Corrosão e Revestimento SUBTOTAL CARGA HORÁRIA: 300 + 300 horas SUBDIVISÃO DAS TURMAS 1/2 1/2 01 01 1/2 1/2 1/2 1/2 01 1/2 01 1/2 1/2 01 01 1/2 01 01 AULAS SEMANAIS 03 04 01 02 02 04 04 03 02 25 03 02 02 05 02 02 03 03 03 25 C. H. POR MÓDULO 36 48 12 24 24 48 48 36 24 300 horas 36 24 24 60 24 24 36 36 36 300 horas Nota: ½ turma indica que metade da turma (20 alunos) está em laboratório assistindo aulas de uma determinada disciplina do módulo, enquanto que a outra metade está em outro laboratório. Isto ocorre porque os laboratórios comportam somente ½ da turma. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 60 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM PETRÓLEO E GAS MEC / SEMTEC CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DO ESPIRITO SANTO ÁREA: INDUSTRIAL CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM PETRÓLEO E GAS MÒDULOS: II e III CARACTERÍSTICAS: 16 SEMANAS MÓDULOS Módulo II TECNOLOGIA DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS EM PETRÓLEO E GAS CONTEÚDOS DISCIPLINARES 1-Tecnologia do Petróleo e Gás 2-Segurança, Meio Ambiente e Saúde 3-Sistema de Elevação de Cargas 4-Equipamentos Industriais do Petróleo 5-Tecnologia dos Materiais em Petróleo 6-Inglês Técnico de Petróleo 7-Projeto Integrador CARGA HORÁRIA: 300 + 300 horas SUBDIVISÃO DAS TURMAS 01 01 01 01 01 01 01 SUB-TOTAL 1-Transporte e Tancagem de Fluidos 2-Operação de Perfuração e Completação 3-Operações de Produção TECNOLOGIA DA 4-Manutenção de E. de Superfície e Subsuperfície PRODUÇÃO E 5-Inglês Técnico Petróleo SERVIÇOS EM 6-Instrumentação e Automação PETRÓLEO E GAS 7- Projeto Integrador SUBTOTAL 01 01 01 01 01 01 01 Módulo III AULAS SEMANAIS 05 04 03 05 05 02 01 25 04 04 04 05 02 04 02 25 C. H. POR MÓDULO 60 48 36 60 60 24 12 300 horas 48 48 48 60 24 48 24 300 horas Nota: ½ turma indica que metade da turma (20 alunos) está em laboratório assistindo aulas de uma determinada disciplina do módulo, enquanto que a outra metade está em outro laboratório. Isto ocorre porque os laboratórios comportam somente ½ da turm PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 61 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM FABRICAÇÃO MECÂNICA MEC / SEMTEC CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DO ESPIRITO SANTO ÁREA: INDUSTRIAL CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA – ÊNFASE EM FABRICAÇÃO MECÂNICA MÒDULOS: II e III CARACTERÍSTICAS: 16 SEMANAS MÓDULOS CONTEÚDOS DISCIPLINARES Desenho Mecânico Fabricação Mecânica Chefia e Liderança Módulo II Custo de Fabricação FABRICAÇÃO Processos de Fabricação MECÂNICA Manutenção Mecânica Controle de Qualidade Eletrônica Aplicada Tratamentos Térmicos e Superficiais SUBTOTAL Auto Cad. Segurança do Trabalho Módulo III Organização e Métodos de Produção TECNOLOGIA Processos Especiais de Fabricação DA Planejamento, Programação e Controle da Fabricação FABRICAÇÃO Controle de Qualidade dos Materiais MECÂNICA Seleção de Materiais Corrosão e Revestimento SUBTOTAL CARGA HORÁRIA: 300 + 300 horas SUBDIVISÃO DAS TURMAS 1/2 1/2 01 01 1/2 1/2 1/2 1/2 01 1/2 01 01 1/2 01 1/2 01 01 AULAS SEMANAIS 03 06 01 01 02 03 03 03 03 25 03 02 02 06 02 04 03 03 25 C. H. POR MÓDULO 36 72 12 12 24 36 36 36 36 300 horas 36 24 24 72 24 48 36 36 300 horas Nota: ½ turma indica que metade da turma (20 alunos) está em laboratório assistindo aulas de uma determinada disciplina do módulo, enquanto que a outra metade está em outro laboratório. Isto ocorre porque os laboratórios comportam somente ½ da turma. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 62 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Desenho Mecânico Módulo I 1º semestre Professor: Adilson Pedrosa Soares, José Brunoro e Sebastião de Oliveira Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Representar peças mecânicas no plano - Utilizar regras e técnicas para desenhar - Usar escalas; - Utilizar cotas baseadas nas regras e normas de Desenho Mecânico. Desenhar a mão livre. - Desenhar elementos de máquinas - Conhecer os elementos de máquinas; - Identificar as especificações técnicas; - Usar as representações simbólicas; - Utilizar as características típicas de desenho, para cada tipo de peça. Desenhar a mão livre CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Desenho Básico CH 24 horas 1.1. Projeção Ortogonal 1.1.1. Vistas 1.1.2. Cortes: total, parcial, meio corte, em desvio e rebatido 1.1.3. Seções 1.1.4. Rupturas 1.1.5. Vistas Auxiliares 1.2. Normas do desenho mecânico 1.3. Cotas 1.4. Escalas 1.4.1 (para correias dentadas) 2. Desenho de Peças 12 horas 2.1.Parafusos Porcas e Arruelas 2.1.1. Representação simbólica no desenho; 2.1.2. Especificação técnica. 2.2. Molas 2.2.1. Forma física (representação simbólica no desenho); 2.2.2. Gráfico de carga; 2.2.3. Especificação Técnica (tabela com dados técnicos). 2.3. Polias 2.3.1. Planas 2.3.2. Em V (para correia em V) 2.3.3. Dentadas (para correias dentadas) Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas com demonstração e atividades individuais. Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, formatos de papel padronizado, instrumentos de desenho PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 63 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: • Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais com e sem orientação do professores utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou da disciplina, com registro e acompanhamento em formulário próprio. • Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. • A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. THOMAS, French. Desenho técnico. São Paulo: USP. 2. SENAI. Manual de desenho. Departamento Nacional, 1982. 3. SENAI. Desenho técnico. Vitória-ES, 1980. 4. MANFÉ, Giovanni et al. Desenho técnico mecânico. São Paulo: Hemus, 1977. 5. BOUSQUET, Michele. Trad. Kátia de Almeida Guimarães. AutoCAD3D&3D Studio Projetos e apresentações. Rio de Janeiro: Bekerley Brasil Editora, 1992. 6. OMURA, George. Trad. Daniel Vieira. Dominando o AutoCAD. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Ltda., 1993. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 64 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Metrologia Módulo I 1º semestre Professor: Felipe Pereira Gonçalves Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Desenhar e medir peças mecânicas a partir de conhecimentos teóricos e práticos para o controle de qualidade, de acordo com os sistemas de medidas mais comuns aplicados na mecânica, dos instrumentos de medição, verificação, calibração, controle e o emprego de tolerância e ajuste dentro da qualidade dimensional e geométrica na produção mecânica. - Consultar tabelas de conversão de unidades. - Transformar unidades do sistema métrico para o inglês e vice-versa. - Calcular a resolução dos instrumentos de medição, verificação e controle - Fazer medições em peças mecânicas. - Calcular e encontrar folgas e interferências nos ajustes mecânicos CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Histórico da metrologia 1h 1.1. Importância da unidade de medida 1.2. Múltiplos e sub múltiplos do metro 1.3. Normas de medição 2. Vocabulário da Metrologia 1h 2.1. Termos Fundamentais 3. Processos e métodos de medição 1h 3.1. Principais aspectos 3.2. Vantagens 4. Sistemas de Medidas 4h 4.1. Sistema Métrico e Inglês 4.2. Tabelas de Conversão 4.3. Tipos de conversão 4.4. Transformação de medidas do sistema métrico para o Inglês e vice–versa. 5. Medição 1h 5.1 – Tipos de erros 5.2 – Medição direta e indireta 5.3. Condições de medição 5.4. Roteiro de edição 6. Instrumentos de Medição: micrômetros e goniômetro. régua, escala, paquímetros, 9h 6.1. Conceituação; 6.2. Identificação; 6.3. Características; PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 65 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 6.4. Resolução; 6.5. Manuseio dos instrumentos de medição; 6.6. Medição em corpos de prova e peças mecânicas; 6.7. Limpeza e Lubrificação; 7. Instrumentos de Verificação, Calibração e Controle. 2h 7.1. Conceituação; 7.2. Identificação; 7.3. Características; 7.4. Resolução; 7.5. Manuseio; 7.6. Medição, calibração e controle; 7.7. Limpeza e lubrificação. 8. Tolerância e ajuste 5h 8.1. Conceituação; 8.2. Elementos da tolerância e ajuste; 8.3. Sistema de ajuste; 8.4. nomenclatura; 8.5. Qualidade de trabalho; 8.6. Cálculos numéricos; 8.7. Gráficos de tipos de ajustes. Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva dialogada, aula prática demonstrativa, estudo em grupo e individual com tarefa única. Recursos Quadro magnético, apostila, transparência, tabela de tolerância e ajuste, fitas de vídeo, lâminas de projeção, Regulamento do INMETRO e instrumentos de medição, verificação e controle. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 66 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. ENGENHARIA INDUSTRIAL CVRD-TUBARÃO. Ajuste e Tolerância. Vitória, 1988. 2. CASSILLAS, Al. O Torno, Tecnologia e Prática, 3ª ed. São Paulo; Editora Mestre, 1975 3. SENAI. Metrologia Básica, Vitória; 1978 4. NORMAS BRASILEIRAS. NB-86, NB-93, P-NB-112, NB-172, NB-185, P-NB-237, NB 183/70, NB-97/1 a 11 e NB-319/70 5. PUGLIESI, M. Técnicas de Ajustagem: Metrologia na Medição, Roscas e Acabamentos. São Paulo; Ed. Hemus, 1976 6. Apostilas de metrologia do CEFETES 7. Controle Dimensional, A Moderna Metrologia Industrial. Separatos da Revista Mundo Mecânico, S (1): 2 – 36, set. 1984. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 67 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Lubrificação Módulo I 1º semestre Professor: Roberto da Silva Vidal Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Identificar lubrificantes adequados ao - Reconhecer a importância da lubrificação tipo de máquina, para que funcione a em termos de redução de atrito. contento, sem ocorrer interrupções fora da - Avaliar se o lubrificante em função de programação de manutenção. análise de laboratório tem condição de uso. - Distinguir os tipos de óleos e graxas Escolher lubrificantes baseado nas normas de classificação e em função dos métodos de aplicação CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Fundamentos da lubrificação CH 2h 1.1. Importância da lubrificação 1.2. Atrito e desgaste 1.3. Tipos de lubrificação 2. Substâncias lubrificantes 4h 2.1.Lubrificantes líquidos, sólidos e gasosos 3. Características físicas e químicas dos lubrificantes 6h 3.1. Viscosidade 3.2. Índice de viscosidade 3.3. Ponto de fulgor e inflamação 3.4. Ponto de névoa e fluidez 3.5. Tipos e composição das graxas 3.6. Penetração 3.7. Ponto de gota 4. Análise de lubrificantes em uso 4h 4.1. Período de troca 4.2. Problemas com a contaminação e temperatura 4.3. Características dos lubrificantes usados 4.4. Função dos aditivos 5. Classificação dos lubrificantes 5.1. Classificação ISO, SAE, API e NLGI 4h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 68 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 6. Métodos de aplicação dos lubrificantes 4h 6.1. Manual 6.2. Automático 6.3. Circulatório Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas, atividades em grupo e ou individual e relato de ocorrências na área de lubrificação. Recursos Filmes, transparências, apostilas, retroprojetor, TV e vídeo, lousa, giz ou pincel, folhetos e manuais. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. MOURA CARLOS R. S. & CARRETEIRO, Ronald, P. Lubrificantes e Lubrificação. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 1978 2. ROUSSO, José. Lubrificação Industrial. Rio de Janeiro, CNI, 1983 3. FULLER Dudley D. Theory and Practice of Lubrication for Engineers. American Society of Lubrification Engineers, Standart Handbook of Lubrification Engineering, McGraw- Hill Book Company, Ney York, 1968 4. ROMAN, G., Teoria da Lubrificação, Belo Horizonte, 1984. 5. OLAVO, A. L. Pires e Albuquerque, Lubrificação, McGraw-Hill do Brasil LTDA, 1977 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 69 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Mecânica Aplicada Módulo I 1º semestre Professor: Egídio Casagrande Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Identificar e aplicar as grandezas conforme normas técnicas do processo produtivo - Regular os equipamentos que trabalham sob pressão; Calcular as transformações dos sistemas industriais - Identificar conforme conhecimentos de elementos de máquinas e ferramentas de transmissão em maior movimento circular propondo projetos que resultam num maior processo produtivo. - Perceber as necessidades de alterar diâmetros e/ou dentes de engrenagens obtendo-se potências úteis e necessárias ao processo produtivo. - Avaliar o rendimento das máquinas conforme especificação do fabricante e perdas de atrito quanto ao equilíbrio das mesmas. - Perceber os desgastes provenientes de atrito nos componentes mecânicos substituindo-os ou dando a devida manutenção; Observar por análise visual e/ou sistema mecânico substituindo ou separando seus componentes. - Identificar os métodos de ensaio conforme normas técnicas, desenvolvendo os cálculos de resistência dos materiais metálicos e não metálicos. - Manusear o equipamento adequadamente; - Calcular os resultados obtidos no equipamento para análise e interpretação de resultados. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Sistemas de unidades CH 6h 1.1.Grandezas fundamentais, grandezas derivadas e 1.2. unidades de medida 1.3. Sistema internacional, sistema C.G.S. e sistemas técnicos 1.4. Equivalência entre diferentes unidades de uma grandeza 1.5. Conversão das unidades de medida 2. Transmissão de movimento 6h 2.1. Movimento circular 2.2. Relação de transmissão 2.3. Redutores PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 70 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 3. Trabalho, energia e potência 6h 3.1. Definições básicas - princípios e leis 3.2. Transformação de energia em trabalho e vice-versa 3.3. Potência no movimento de translação 3.4. Potência no movimento de rotação 3.5. Potência útil e potência motriz 5. Atrito e rendimento 5h 5.1. O fenômeno do atrito 5.2. Rendimento das máquinas 6. Centro de gravidade 4h 6.1. Conceitos – definições 6.2. Centro de gravidade de linhas 6.3. Centro de gravidade de superfícies planas. 7. Esforços externos e solicitações dos elementos mecânicos 5h 7.1. Esforços externos: forças e momentos externos 7.2. Classificação dos esforços das forças e momentos externos 7.3. Elementos mecânicos solicitados à tração, compressão, cisalhamento, torção e flexão 7.4. Solicitações simples e compostas 8. Tensão mecânica e deformação específica dos corpos 4h 8.1. Conceito de tensão mecânica 8.2. Tensão mecânica normal e tangencial 8.3. Perfis de tensão em elementos sujeitos às solicitações simples 8.4. Conceito de deformação específica 8.5. Diagrama tensão versus deformação (σxε) 8.6. Propriedades mecânicas obtidas a partir do diagrama σxε Estratégias de Aprendizagem Aulas expositivas dialogadas, trabalhos individuais, estudo de casos e exemplificação de equipamentos visuais. Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, pincel ou giz, apagador, livros e materiais bibliográficos distribuídos individualmente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 71 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de provas, trabalhos teóricos individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. BEER, FERDINAND P. Resistência dos materiais. São Paulo, McGraw Hill, 1993. 2. FAIRES, VIRGIL. Elementos orgânicos de máquinas. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1979, vol. 1 e 2. 3. MELCONIAN, SARKIS. Mecânica técnica e resistência dos materiais. Erica Editora 4. SHIGLEY, JOSEPH E. Elementos de máquinas. Livros Técnicos e Científicos Editora, vol. 1 e 2. 5. ROVENZA, FRANCESCO. Mecânica aplicada. Ed. Provenza, vol. 1, 2 e 3. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 72 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Fabricação Mecânica Módulo I 1º semestre Professor: Renilton Carlos Uliana e Suir Martins da Silva Carga Horária prevista: 60 horas COMPETÊNCIAS - Soldar aços carbono processos oxiacetilênico revestido HABILIDADES através dos - Identificar os tipos de gases e seus e eletrodo respectivos reguladores; - Regular os diversos tipos de chamas; - Identificar máquinas de soldagem de corrente alternada e corrente contínua; - Regular a corrente de soldagem de acordo com o tipo de eletrodo. - Traçar peças planas - Manusear instrumentos de Traçagem, medição e verificação - Curvar e dobrar chapas - Traçar peças conforme desenho dado; - Cortar as peças; - Manusear as máquinas necessárias para curvar e dobrar; - Executar cortes em peças metálicas - Identificar lâminas de serra; Manusear corretamente o arco de serra. - Limar e lixar peças metálicas - Identificar e manusear corretamente limas e lixas conforme tipo e seções de material. - Executar furos em peças metálicas - Identificar brocas e manusear furadeiras portátil e de bancada. Afiar manualmente monocortante ferramenta - Usinar manualmente com auxílio de esmeril; - Reconhecer os ângulos da ferramenta de corte, de acordo com os tipos de materiais a serem usinados. Executar abertura de rosca, interna e - Identificar e reconhecer externa com machos e cossinetes manuais. cossinetes manuais. - Esmerilhar peças metálicas com máquina - Operar corretamente portátil. esmerilhar portátil. - Aplainar superfícies planas e paralelas PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] machos máquina e de - Usinar em plainas limadoras obedecendo a condições gerais. Página - 73 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Traçagem; CH 3h 1.1. Aspectos gerais; 1.2. Ferramental; 1.3. Aplicação prática. 2. Caldeiraria; 4h 2.1. Plano de corte; 2.2. Curvamento e dobramento: conceitos e práticas; 2.3. Calandrar; 2.4. Dobrar. 3. Serra: 3h 3.1. Esclarecimentos Técnicos; 3.2. Tipos e aplicações; 3.3. Funcionamento e regras de segurança; 3.4. Cortes com serra manual e mecânica. 4. Limar e lixar: 3h 4.1. Esclarecimentos técnicos; 4.2. Regras de segurança; 4.3. Ajustagem manual; 4.4. Manuseio. 5. Furar: 4h 5.1. Tipos de broca e aplicação; 5.2. Funcionamento e regras de segurança; 5.3. Prática de furação - máquina portátil e de bancada. 6. Afiação: 3h 6.1. Geometria da ferramenta de corte; 6.2. Funcionamento e regras de segurança; 6.2. Afiação manual; 7. Rosca: 4h 7.1. Conceitos; 7.2. Classificação; 7.3. Prática do processo manual. 8. Esmerilhar: 3h 8.1. Esclarecimentos técnicos; 8.2. Esmerilhamento com máquina portátil; 8.3. Manuseio; 8.4. Funcionamento e regras de segurança. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 74 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 9. Aplainamento: 3h 9.1. Plainas limadoras; 9.2. Funcionamento e regras de segurança; 9.3. Práticas de aplainamento. 10. Oxicorte . 15h 10.1. Propriedade dos gases; 10.2. Geração e acondicionamento dos gases; 10.3. Reguladores de pressão; 10.4. Tipos de chamas e maçaricos. 11. Solda 15h 11.1. Máquinas de soldagem; 11.2. Tipos de eletrodos; 11.3. Circuito de soldagem Estratégias de Aprendizagem Atividades individual e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 75 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica, São Paulo; Ed. Livros Técnicos S. A. 2. JASCHKE, J. Desenvolvimento de Chapas. São Paulo; Ed. Polígono 3. PUGLIESI, M.. . Técnicas de Ajustagem: Metrologia na Medição, Roscas e Acabamentos. São Paulo; Ed. Hemus, 1976 4. PASQUALINA, F. Traçado Mecânico para Oficina. São Paulo; Ed. Hemus. 5. ROSSI, M. Máquinas operatrizes Modernas. São Paulo; ed. Hoepi. Vol. I e II 6. YOCHIDA, A. Manual do Ajustador. São Paulo; Ed. Brasileira LTDA. 7. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. III 8. STEFEN, H. D. Manual de Tecnologia, Tornearia. 29ª edição. São Paulo; EDART, 1976 9. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica: Fresadora. Rio de Janeiro; Ed. Livros Técnicos e Científicas, editora S.A. 1975. Vol. 4 10. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. Mecânico Fresador e Tabelas Industriais São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. 3 11. DRAPISNKI, J. Elementos de Soldagem, São Paulo; McGraw-Hill, 1975. 12. ALCANTARA, N. G.. Tecnologia de Soldagem. São Carlos; Instituto Latino americano de Tecnologia. 1991. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 76 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Relações Humanas Módulo I 1º semestre Professor: Cláudio Valério de Paula Brotto Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Construir proposições a respeito dos conceitos diretamente relacionados à relações humanas. - Reconhecer a si mesmo (autoconhecimento); - Gerenciar relações intra e inter pessoais; Interagir em função de trabalho em equipe. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Conceituação de RH 1h 2. Relações inter e intrapessoais 2h 3. Inteligência Emocional: 5h 3.1. Identifique suas emoções; 3.2. Gerencie suas emoções; 3.3. Motive-se pela ação-motivação; 3.4. Identifique as emoções dos outros; 3.5. Gerencie seus relacionamentos. 4. Criatividade e Liderança 2h 5. Dominância cerebral 2h Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva dialogada, debates, dinâmicas em grupo. Recursos Retroprojetor e xerox. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de produção de textos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências da disciplina, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Observações diárias da participação nas dinâmicas em grupos realizadas. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e autoavaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 77 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. PREDEBON, José. Criatividade Hoje: Como se pratica, aprende e ensina, São Paulo: Atlas, 1999. 2. CASTRO, Alfredo Pires de. Motivação de Equipes Virtuais: A inteligência Emocional para se relacionar com pessoas diferentes a cada dia. São Paulo: Editora Gente, 1999. 3. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Objetiva: Rio de Janeiro, RJ, 1995. 4. GEHRINGER, Max. Relações Desumanas no Trabalho: da primeira entrevista à aposentadoria. Salvador – Bahia: Casa da Qualidade, 1998. 5. SOUKI, Ômar. Emoção é Poder: Manual de Inteligência Emocional – Apostila. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 78 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Manutenção Mecânica Módulo I 1º semestre Professor: José Nunes Neto, Robison Orlando Gomes, Hermes Vazzoler Júnior e Jairo Estevão Rocca Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS - Desmontar e montar conjuntos mecânicos, observando as normas de higiene, segurança e de preservação do meio ambiente. HABILIDADES - Manusear as principais ferramentas utilizadas na manutenção mecânica; - Reconhecer elementos de máquinas - Utilizar equipamentos para elevação e movimentação de cargas. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Organização da manutenção 6h 1.1. Definições 1.2. Histórico 1.3. Tipos de organização 1.4. Métodos de execução da manutenção 2. Ferramentas utilizadas na manutenção 6h 2.1. Tipos 2.2. Utilização 2.3. Manuseio 2.4. Cuidados gerais 3. Equipamentos para elevação e movimentação de cargas 4h 3.1. Tipos 3.2. Aplicações 3.3. Características construtivas 3.4. Manuseio 3.5. Regras de segurança 4. Elementos e dispositivos de amarração de cargas 4h 4.1. Tipos 4.2. Aplicações 4.3. Formas de amarração 4.4. Manuseio 4.5. Regras de segurança 5. Manutenção de componentes mecânicos (mancais, vedadores e acoplamentos) 16h 5.1. Classificação 5.2. Tipos e aplicações 5.3. Características construtivas 5.4. Especificação técnica 5.5. Desmontagem e montagem 5.6. Problemas funcionais 5.7. Manutenção em geral PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 79 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas e práticas, aulas de simulação em conjuntos mecânicos, visitas técnicas e trabalhos em grupo. Recursos Quadro magnético, TV / Vídeo, modelos didáticos, conjuntos mecânicos e ferramentas manuais. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos (desmontagem e montagem de conjuntos mecânicos) e/ou teóricos (exercícios em sala), individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . De observações diárias da participação nas atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. FALK DO BRASIL, Boletim, São Paulo. 2. SEW DO BRASIL, Catálogo Moto-redutores. 3. SAVER S.A., Industrias Mecânicas (Catálogo), Rio de Janeiro. 4. SAVER S. A, INDUSTRIA MECÂNICAS, Catálogo, Rio de Janeiro. 5. VOITH, Manual para Instalação e Operação, São Paulo: 1982. 6. FALK DO BRASIL, Manual de Serviços, São Paulo: 1989. 7. ABRAMAN, Alinhamento de Máquinas Rotativas, Vitória: 1993. 8. CST, DIVISÃO DE ENGENHARIA MECÂNICA, Alinhamento de Máquinas Rotativas, Vitória: 1996. 9. GOODYER DO BRASIL, Correias de Transmissão, Belo Horizonte: 1990. 10. CERELLO, Correntes e Engrenagens para Transmissões e Transportadores, (Catálogo), 1977. 11. CIMAF DEPTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E ENGENHARIA DO PRODUTO, Curso Básico de Cabos de Aço, São Paulo: 1995. 12. SKF, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. 13. NSK, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. 14. FAG, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. 15. SKF, Manutenção de Rolamentos, São Paulo: 1990. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 80 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Redação Técnica Módulo I 1º Semestre Professor: Elizabete Gonçalves de Vargas Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Comparar textos de diferentes gêneros quanto ao tratamento temático e aos recursos formais utilizados pelo autor - Identificar as características típicas de um texto de analise, opinião, informação, exposição, técnico e científico. Avaliar as características próprias de um texto informativo (tópico e hierarquia de informações, exemplificações,...). - Elaborar diferentes tipos de texto, observando a importância do paralelismo semântico e gramatical para a clareza do texto e a ênfase de certas idéias. - Usar adequadamente os textos técnicos oficiais. - Identificar os fatores de contextualização do texto (quem escreve, para quem, porquê, onde,...). - Produzir textos característicos de redação oficial e técnica, empregando de acordo com as possibilidades de cada gênero, mecanismos de coesão e os demais recursos próprios do padrão escrito na organização textual. - Desenvolver parágrafos a partir de palavras e idéias chaves; - Relacionar diferentes idéias em um texto; - Adequar textos produzidos aos padrões da norma culta; - Estabelecer relações entre parte de um texto a partir de repetição ou substituição de um termo; - Identificar as características típicas de um texto de análise, informação, exposição, técnico ou científico; - Avaliar as características próprias de um texto informativo (tópico e hierarquia e informação, exemplificação e analogia). CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Noções de texto 2h 2. Desenvolvimento de parágrafo 2h 3. Coerência e coesão textuais 4h 4. Redações oficiais e técnicas 8h 5. Correção gramatical do texto 4h 6. Elementos básicos de acentuação gráfica, pontuação, concordâncias (nominal e verbal), regência, colocação pronominal. 4h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 81 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem Aulas expositivas e dialogadas, prática, trabalhos individuais ou em grupo, seminários. Recursos Quadro, textos de jornais e revistas. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: Através de trabalhos orais e escritos, pela participação nas aulas com responsabilidade, assiduidade, compromisso. A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. INFANTE, U., Textos: Leituras e Escritas. São Paulo: Ed. Scipione, 2000 2. FIORIN. J. L., SAVIOLI, F. P., Lições e Textos: Leitura e Redação. São Paulo: Ed. Ótica, 1998 3. MACHADO. S. M., VIANA. A. C., CARDOSO. D. P., VALENÇA. A., Roteiro de Redação: Lendo e Argumentando. São Paulo: Ed. Scipione, 1998 4. GRANATIC. B., Técnicas Básicas de Redação. São Paulo: Ed. Scipione, 1997 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 82 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Informática Módulo I 1º Semestre. Professor: Cristina Gomes Kleim Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS - Identificar equipamentos e acessórios para trabalhar como usuário de informática. HABILIDADES - Distinguir o equipamento que melhor atenderá a sua necessidade Utilizar os acessórios adequadamente, a fim de reduzir custos e tempo. - Selecionar os programas de informática de Distinguir quando utilizar editor de texto, acordo com o trabalho a ser executado planilha eletrônica e gerador de apresentação. - Aplicar as técnicas e recursos facilitadores Analisar o trabalho a ser executado e utilizar dos programas de informática para usuários os recursos adequados ao mesmo, a fim de ter um trabalho com qualidade e criatividade. - Avaliar facilidades e recursos da Internet - Conhecer os sites de pesquisa do navegador Internet; - Distinguir as palavras chaves; - Utilizar o correio eletrônico para enviar e receber mensagens; Utilizar as ferramentas de edição e configuração da internet, para executa-las nos programas para usuários. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. História do computador (idem ementa) 2h 2. Editores de texto (idem ementa, acrescentando: criar mala direta, envelopes etiquetas) 9h 3. Planilhas eletrônicas (idem ementa) 7h 4. Gerador de apresentação (idem ementa) 4h 5. Acesso a Internet (idem ementa) 2h Estratégias de Aprendizagem Aulas expositivas e práticas PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 83 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Laboratório de informática com: 12 máquinas (com placa de som e com os programas necessários instalados); Televisão conectada ao computador do professor Apagador e caneta para quadro Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de provas práticas e participação nas aulas, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Word for Windows Passo a Passo – Microsoft Press 2. Excel for Windows Passo a Passo – Microsoft Press 3. MANZANO, Ándré Luiz N. G. e TAKA Carlos Eduardo Martinez. Estudo Dirigido de Word 2000 Avançado. Érica Editora 4. MANZANO, Ándré Luiz N. G. e MANZANO José Augusto N. G. Estudo Dirigido de Excel 2000 Avançado. Érica Editora 5. SYBEX / CRUMLISH, Christian. O DICIONÁRIO DA INTERNET – Um guia indispensável para o internauta. Editora Campus 6. MANZANO, Ándré Luiz N. G. e TAKA Carlos Eduardo Martinez. Estudo Dirigido de PowerPoint 2000. Érica Editora. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 84 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Materiais Módulo I 1º Semestre Professor: José Barrozo de Souza Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS - Conhecer os principais tipos de materiais empregados nos projetos industriais; - Correlacionar a aplicação dos materiais nos diversos projetos mecânicos, utilizando as suas propriedades. HABILIDADES - Reconhecer a importância dos Materiais nos projetos industriais bem como sua aplicação; - Conhecer a aplicação dos materiais em diversos projetos industriais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Classificação materiais dos CH 3h 2. Tipos de Materiais 3h 3. Propriedades dos materiais 6h 4. Principais ligas ferrosas 12h Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas. Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, Internet, software, artigos técnicos. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: - Serão aplicados trabalhos teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências e habilidades do módulo, com registro e acompanhamento em formulário próprio. - Serão feitas observações das atividades realizadas. .- A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 85 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. BRESCIANI F., Ettore – Seleção de Materiais Metálicos, 2ª ed. – Campinas: Editora da INICAMP, Campinas-SP, 1988. 2. ALLISTER, William D., Jr., Materials Science and Engineering: an Introduction, 4th Ed. New York, 1996. 3. METALS HANDBOOK, vol. 1, Properties and Selection Irons, Steels, and high Performance Alloys, ASM, Metals Park, Ohio, 1990. 4. BRESCIANI, F. Ettore. Seleção de Metais não Ferrosos. 4ª ed, Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1992. 5. FERRANTE, M. Seleção de Materiais. 1ª ed. Editora da UFSCar, São Carlos, São Paulo, 1996. 6. PADILHA, A.F. Materiais de Engenharia Microestrutura. 1ª ed. Editora Hemus, São Paulo, 1997. 7. HONEYCOMBE, R.W.R. Steels Microstructure and Properties. Edward Arnold, London, 1981. 8. CAMPOS FILHO, M.P. A Estrutura dos Materiais. 1ª ed. Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1991. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 86 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Gestão Empreendedora Módulo I 2º semestre Professor: Cristina Gomes Klein Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Avaliar oportunidades para começar ou expandir um empreendimento - Elaborar um plano de marketing para identificar as características do produto/serviço; - Identificar os aspectos financeiros do empreendimento; Estabelecer preços de vendas competitivos. - Desenvolver estratégia para enfrentar desafios ou superar um problema. - Elaborar metas e objetivos de curto, médio e longo prazo; - Identificar, agir e tomar decisões diante de um problema. - Desenvolver e aplicar procedimentos técnicos, administrativos e financeiros. - Listar cada procedimento passo a passo para eliminar tarefas desnecessárias ou adicionar outras tarefas, com objetivo de reduzir custos e tempo. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Sobrevivência e produtividade: CH 1h 1.1. Conceitos de qualidade, produtividade, competitividade e sobrevivência. 2. Controle da qualidade Total / TQC: 1h 2.1. Conceitos de TQC; 2.2. Os dez princípios da qualidade. 3. Controle de processo: 1h 3.1. Relacionamento causa/efeito; 3.2. Itens de controle de um processo; 3.3. Conceitos controle/rompimento 4. Perfil do empreendedor: 1h 4.1. Características do empreendedor; 4.2. O empreendedor do futuro. 5. Plano de marketing: 2h 5.1. Conceito de marketing; 5.2. 4 P’S do marketing. 6. Planejamento administrativo e financeiro PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] 2h Página - 87 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 7. Formação do preço de venda 1h 8. Crédito e plano de negócios 1h 9. O projeto do empreendimento 2h Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva dialogada, montagem de um projeto Recursos Retroprojetor, TV/ Vídeo, quadro, apagador, giz ou pincel, Internet. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Observações diárias das atividades realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 5. Ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2. CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: Gerenciamento da Rotina do Trabalho Dia-a-Dia. 3. Ed. Belo Horizonte: Fundação Christiano Otoni, Escola de Engenharia da UFMG, Rio de Janeiro: Bloch, 1994. 3. CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: Controle da Qualidade Total (no estilo japonês). 3. Ed. Belo Horizonte: Fundação Christiano Otoni, Escola de Engenharia da UFMG, Rio de Janeiro: Bloch, 1992. 4. UHLMANN, Günter Wilhelm. Administração das Teorias Administrativas à Administração Aplicada e Contemporânea. São Paulo: FTD, 1997. 5. DEGEN, Ronald Jean. O Empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 6. SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS – SEBRAE – ES – PROGRAMA BRASIL EMPREENDEDOR – ORIENTAÇÕES PARA O CRÉDITO PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 88 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Fabricação Mecânica Módulo (qualificação): I - 2º semestre Professor: Eraldo José dos Santos, João Francisco Freire Corrêa, Suir Martins da Silva, Ronaldo Neves Cruz e Renilton Carlos Uliana Carga Horária prevista: 72 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Fresar engrenagem frontal e perfis - Identificar engrenagem frontal e helicoidal; - Operar a Fresadora vertical, universal e as de produção (Renania e a Fellows); - Identificar acessórios da máquina; - Calcular engrenagem frontal e helicoidal. - Tornear externa e internamente peças cilíndricas e cônicas e usinar rosca triangular externa. - Operar o torno mecânico horizontal convencional; - Selecionar parâmetros de corte; - Calcular o ângulo de inclinação para - Usinagem cônica; - Montar corretamente o porta ferramenta e a ferramenta no torno; - Identificar os tipos de roscas; - Calcular profundidade da rosca; - Utilizar normas de segurança. - Executar operações de cortes manuais com maçarico e com máquinas semiautomática - Identificar os tipos de gases e seus respectivos reguladores; - Regular vazão dos gases. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Fresagem CH 20h 1.1. Funcionamento da Fresadora 1.2. Acessórios 1.3. Medidas de segurança 1.4. Cálculo 1.5. Usinagem 2. Tornearia 20h 2.1. Funcionamento do torno mecânico horizontal convencional; 2.2. Utilização de acessórios; 2.3. Cálculos; 2.4. Medidas de Segurança; 2.5. Usinagem: 2.6. Operações básicas (faceamento, desbastes, paralelo e cônico, furação, torneamento interno); 2.7. Noções sobre rosca e demonstração. 3. Ferramentas manuais 20h 3.1. Para corte, força, impacto e fixação 3.2. Esclarecimentos técnicos 3.3. Manuseio 3.4. Cuidados gerais PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 89 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4. Traçagem 12h 4.1. Ferramental utilizado 4.2. Controle da qualidade 4.3. Aplicação prática 4.4. Cuidados gerais Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas. Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica, São Paulo; Ed. Livros Técnicos S.A 2. JASCHKE, J. Desenvolvimento de Chapas. São Paulo; Ed. Polígono 3. PUGLIESI, M. Técnicas de Ajustagem: Metrologia na Medição, Roscas e Acabamentos. São Paulo; Ed. Hemus, 1976 4. PASQUALINA, F. Traçado Mecânico para Oficina. São Paulo; Ed. Hemus 5. ROSSI, M. Máquinas Operatrizes Modernas. São Paulo; ed. Hoepi. Vol. I e II 6. YOCHIDA, A. Manual do Ajustador. São Paulo; Ed. Brasileira LTDA 7. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. III 8. STEFEN, H. D. Manual de Tecnologia, Tornearia. 29ª edição. São Paulo; EDART, 1976 9. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica: Fresadora. Rio de Janeiro; Ed. Livros Técnicos e Científicas, editora S.A. 1975. Vol. 4 10. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. Mecânico Fresador e Tabelas Industriais São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. 3 11. DRAPISNKI, J. Elementos de Soldagem, São Paulo; McGraw-Hill, 1975. 12. ALCANTARA, N. G.. Tecnologia de Soldagem. São Carlos; Instituto Latino americano de Tecnologia. 1991 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 90 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Meio Ambiente Módulo I 2º semestre Professor: Hermes Vazzoler Junior Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS - Selecionar equipamentos de coleta e tratamento de gases contaminantes e realizar a coleta seletiva de resíduos; HABILIDADES - Identificar os tipos de equipamentos de coleta e tratamento de gases contaminantes; - Distinguir os diversos sistemas de tratamento e coleta de contaminantes do ar; - Conhecer os principais tipos de resíduos industriais e seus respectivos processos de geração; - Distinguir os diversos sistemas de coleta, tratamento e destinação dos resíduos industriais; CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução à poluição do ar CH 3h 1.1. Generalidades 1.2. Contaminação do ar 1.3. Contaminantes atmosféricos 1.4. A qualidade do ar 1.5. Fontes de poluição atmosférica 1.6. Os efeitos da poluição sobre a vida humana 2. Equipamentos de controle da poluição do ar 4h 2.1. Introdução 2.2. Mecanismos de coleta de contaminantes 2.3. Fatores determinantes na escolha de um equipamento 2.4. Câmaras gravitacionais 2.5. Ciclones e multiciclones 2.6. Filtros de mangas 2.7. Precipitadores eletrostáticos 2.8. Lavadores de gases 3. Resíduos industriais 3h 3.1. Principais tipos de resíduos industriais 3.2. Métodos de coleta e armazenamento de resíduos 3.3. Noções sobre tratamento de resíduos 3.4. A reciclagem e o aproveitamento econômico dos resíduos 4. Noções sobre legislação e normas ambientais 2h 4.1. Principais leis e normas ambientais 4.2. Órgãos governamentais de fiscalização ambiental PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 91 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de atividade individual e em grupo, aulas teóricas e práticas e visitas técnicas. Recursos Apostilas, Retroprojetor, lousa, giz, apagador. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. ANTUNES, P. B., Direito Ambiental. Lumen Juris, 1996. 2. CLEZAR, C. A. et al., Ventilação industrial. Editora da UFSC, 1999, pp. 287-296. 3. MELO, G. C. B., Efluentes atmosféricos e qualidade do ar. Apostila da escola de Engenharia da UFMG. 1996. 4. PEAVY et al., Environmental engineering. McGraw Hill, 1985. 5. SEINFELD, J. H., Atmosphere chemistry and physics of air pollution. J. Willey & Sons, 1986.6. Padrões de qualidade do ar editados pelo CONAMA; 7. Normas Brasileiras Pertinentes à poluição do AR e RESÍDUOS. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 92 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Máquinas Térmicas Módulo I 2º semestre Professor: Humberto Barroncas Corrêa e José Firmino Salvador Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Prever riscos de acidentes com máquinas térmicas - Observar instrumentos de controle com pressão e temperatura; - Leitura de catálogos; - Observar áreas de riscos; - Identificar pessoal apto à execução de serviços com máquinas térmicas. - Proceder observâncias de manuseio de equipamentos auxiliares e condições de trabalho. - Informar os procedimentos ergométricos corretos na execução de serviços; - Identificar presença de gases tóxicos; - Manter a limpeza no ambiente de trabalho; Fazer cartazes de comunicação - Reduzir riscos ambientais - Destinar resíduos sólidos e/ou líquidos gerados em máquinas térmicas; Identificar riscos com ruídos e gases,l verificando se estão de acordo com as normas da ABNT. - Formar equipe de trabalho - Dividir as tarefas para cada elemento do grupo; - Acompanhar o desempenho de cada elemento do grupo; - Estabelecer critérios de conduta do grupo. - Planejar a execução de manutenção - Executar trocas de óleos; - Examinar as características das peças trocadas; - Descrever material e fabricantes originais que atendam às especificações; Verificar material de consumo antes de começar a execução. - Orçar serviços de manutenção - Levantar custo com peças; - Levantar custo com serviços; - Comparar custo de manutenção com máquinas novas. - Proceder observância do desempenho de máquinas térmicas. - Contabilizar custos e ganhos com cada máquina; - Examinar a operação correta e a de menor custo operacional; - Observar gastos com manutenção. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 93 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO - Identificar os elementos de conversão/transformação/transporte/distribu ição de energia, aplicado nos trabalhos de manutenção e implantação do processo produtivo. - Identificar tipos de motores elétricos e suas características ideais ao ambiente de trabalho; - Desmontar elementos de acoplamentos, caixas de engrenagem, rolamentos, retentores, observando seus respectivos defeitos; - Medir temperatura nos diversos pontos de transmissão de potência, com termômetros adequados, verificando se estão de acordo com recomendações do fabricante. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Compressores 6h 1.1. Classificação 1.2. Compressores alternativos, rotativos e dinâmicos 1.3. Operação e manutenção. 10h 2. Motores de Combustão interna 2.1. Classificação 2.2. Componentes principais 2.3. Ciclo Otto e diesel 2.4.Combustíveis e combustão 2.5. Sistema de alimentação de combustível 2.6. Sistemas de alimentação de ar 2.7. Sistema de arrefecimento 2.8. Sistema de lubrificação 2.9. Operação e manutenção 12h 3 – Refrigeração e ar condicionado 3.1. Conceituação e objetivos 3.2. Ciclos de refrigeração 3.3. Circuitos básicos de refrigeração e condicionamento de ar 3.4. Operação e manutenção 4 – Caldeiras 4h 4.1. Classificação das caldeiras 4.2. Princípio de funcionamento 4.3. Partes, órgãos e componentes 4.4. Combustíveis e combustão 4.5. Aplicações industriais 5. Turbinas a vapor 4h 5.1. Máquinas alternativas a vapor 5.2. Turbinas a vapor e classificações quanto ao tipo e uso 5.3. Características construtivas PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 94 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de aulas teóricas, aulas expositivas de equipamentos, aulas práticas de montagem e desmontagem de equipamentos de máquinas térmicas, filmes em vídeo para complementação teórica e prática, testes de desempenho e serviços em grupo (equipes de trabalho em laboratório). Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, TV e vídeo, equipamentos de manutenção, ônibus para visitas técnicas e laboratório de Máquinas Térmicas (em definição). Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de testes escritos, avaliação em grupo e individual, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Através de observações diárias da participação nas atividades práticas realizadas e nas visitas técnicas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. CHOLLET, H. M. Curso prático e profissional para mecânico de automóveis. Editora Hemus. 2. COSTA. Compressores. São Paulo: Ed. Edgard Brucher Ltda. 3. SOUZA, ZULCY DE. Elementos de máquinas térmicas. Ed. Campus. 4. TORREIRA, R. P. Fluídos térmicos. Editora Hemus. U.S. NAVY. Refrigeração e condicionamento de ar. Editora Hemus. 5. BOULANGER, Pierre. Motores Diesel, São Paulo: Ed. Hemus, 1980. 6. TAYLOR, Charles Fayette. Análise de motores de Combustão Interna, São Paulo: Editora Edgar Blucher, 1976. 7. CREDER, Hélio. Instalações de ar condicionado, 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 1988. 8. DOSAT, Roy J. Princípios de Refrigeração, Hemus Editora Ltda, São Paulo. 9. PARANÁ, Djalma Nunes. Física: Termologia, São Paulo: Editora Ática S.A, 1993. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 95 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Desenho Mecânico Módulo I 2º semestre Professor: Adilson Pedrosa Soares, Braz Ragassi, José Brunoro e Sebastião de Oliveira Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Desenhar elementos de máquinas (polias eixos e engrenagens). - Conhecer os elementos de máquinas; - Identificar as especificações técnicas; - Usar as representações simbólicas; - Utilizar as características típicas de desenho, para cada tipo de peça. - Conhecer os elementos de máquinas; - Identificar as especificações técnicas; - Usar as representações simbólicas; - Utilizar as características típicas de desenho, para cada tipo de peça. - Interpretar desenhos de estrutura metálicas e reconhecer a simbologia de solda. - Identificar os tipos de perfis laminados e perfis construídos com chapas; - Identificar os vários tipos de soldas executados; - Usar as normas de simbologia de soldas. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Desenho de Peças CH 28h 1.1. Polias 1.2. Planas; 1.3. Em V (para correia em V); 1.4. Dentadas (para correias dentadas). 1.5. Eixos 1.6. Rasgo de chaveta; 1.7. Rasgo para anel de trava; 1.8. Furo de centro; 1.9. Raio de concordância; 1.10. Chanfros. 1.11. Engrenagens 1.12. Tipos: dente reto, helicoidal, cônicas, coroa e sem-fim; 1.13. Representação no desenho; 1.14. Coleta de dados do par de engrenagens; 1.15. Cálculo dos dados do par de engrenagens. 2. Simbologia de solda 3h 3. Desenho de estrutura metálica 3h 3.1. Desenho simplificado; 3.2. Desenho detalhado. Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de aulas teóricas com demonstração e atividades individuais. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 96 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, formatos de papel padronizado e instrumentos de desenho. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais com e sem orientação do professore utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou da disciplina, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. THOMAS, French. Desenho técnico. São Paulo: USP. 2. SENAI. Manual de desenho. Departamento Nacional, 1982. 3. SENAI. Desenho técnico. Vitória-ES, 1980. 4. MANFÉ, Giovanni et al. Desenho técnico mecânico. São Paulo: Hemus, 1977. 5. BOUSQUET, Michele. Trad. Kátia de Almeida Guimarães. AutoCAD3D &3D Studio Projetos e apresentações. Rio de Janeiro: Bekerley Brasil Editora, 1992. 6. OMURA, George. Trad. Daniel Vieira. Dominando o AutoCAD. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Ltda., 1993. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 97 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Manutenção Mecânica Módulo I 2º semestre Professor: José Nunes Neto, Robison Orlando Gomes, Hermes Vazzoler Júnior, Jairo Estevão Rocca Carga Horária prevista: 36 aulas COMPETÊNCIAS - Desmontar e montar conjuntos mecânicos, observando as normas de higiene, segurança e de preservação do meio ambiente. HABILIDADES - Manusear as principais ferramentas utilizadas na manutenção mecânica; - Reconhecer elementos de máquinas - Utilizar equipamentos para elevação e movimentação de cargas. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Manutenção de componentes mecânicos (vedadores, acoplamentos, redutores e bombas centrifugas) CH 20h 1.1. Classificação 1.2. Tipos e aplicações 1.3. Características construtivas 1.4. Especificação técnica 1.5. Desmontagem e montagem 1.6. Problemas funcionais 1.7. Manutenção em geral 2. Alinhamento de máquinas rotativas: 16h 2.1. Tipos de desalinhamento; 2.2. Efeitos causados pelo desalinhamento; 2.3. Instrumentos utilizados para verificação do desalinhamento; 2.4. Manuseio e cuidado com os instrumentos; ·. 2.5. Execução do alinhamento com régua e calibre de laminas. Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas e práticas, aulas de simulação em conjuntos mecânicos, visitas técnicas e trabalhos em grupo. Recursos Quadro magnético, TV / Vídeo, modelos didáticos, conjuntos mecânicos e ferramentas manuais. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos (desmontagem e montagem de conjuntos mecânicos) e/ou teóricos (exercícios em sala), individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . De observações diárias da participação nas atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 98 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. FALK DO BRASIL, Boletim, São Paulo. 2. SEW DO BRASIL, Catálogo Moto-redutores. 3. SAVER S.A., Industrias Mecânicas (Catálogo), Rio de Janeiro. 4. SAVER S.A INDUSTRIAS MECÂNICAS, Catálogo, Rio de Janeiro. 5. VOITH, Manual para Instalação e Operação, São Paulo: 1982. 6. FALK DO BRASIL, Manual de Serviços, São Paulo: 1989. 7. ABRAMAN, Alinhamento de Máquinas Rotativas, Vitória: 1993. 8. CST, DIVISÃO DE ENGENHARIA MECÂNICA, Alinhamento de Máquinas Rotativas, Vitória: 1996. 9. GOODYER DO BRASIL, Correias de Transmissão, Belo Horizonte: 1990. 10. CERELLO, Correntes e Engrenagens para Transmissões e Transportadores, (Catálogo), 1977. 11. CIMAF DEPTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E ENGENHARIA DO PRODUTO, Curso Básico de Cabos de Aço, São Paulo: 1995. 12. SKF, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. 13. NSK, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. 14. FAG, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. 15. SKF, Manutenção de Rolamentos, São Paulo: 1990. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 99 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Hidráulica e Pneumática Módulo I 2º semestre Professores: Antônio Vieira Passos, Adejair Anselmo Pertel e Jairo Estevão Rocca Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Desmontar e montar componentes hidráulicos e pneumáticos nos sistemas industriais - Identificar os diversos componentes hidráulicos pneumáticos em sistemas de automatização industrial de relativa complexidade; - Identificar o funcionamento e as aplicações de sistemas hidráulicos e pneumáticos básicos numa indústria. Desenvolver, interpretar e montar circuitos hidráulicos e pneumáticos a partir da simbologia. - Identificar a simbologia dos componentes hidráulicos e pneumáticos básicos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Fundamentos da hidráulica CH 4h 1.1. Histórico 1.2. Aplicações 1.3. Vantagens e desvantagens 1.4. Pressão e fluxo 2. Componentes hidráulicos 12h 2.1. Funcionamento (bombas, cilindros, válvulas e acessórios) 2.2. Características construtivas Simbologia 3. Circuitos hidráulicos 8h 3.1. Desenho a mão 3.2. Montagem em bancada 4. Fundamentos da Pneumática 2h 4.1. Aplicações 4.2. Vantagens e desvantagens 4.3. Propriedades físicas do ar 5. Produção, preparação e distribuição do ar comprimido·. 2h 5.1. Filtros 5.2. Reguladores 5.3. Lubrificadores PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 100 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 6. Componentes pneumáticos 4h 6.1. Funcionamento (cilindros, válvulas e acessórios) 6.2. Características construtivas 6.3. Simbologia 7. Circuitos pneumáticos 4h 7.1. Desenho a mão 7.2. Montagem em bancada Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de aula expositiva, demonstração prática dos componentes e montagem de sistemas em bancada. Recursos Quadro marcador, pincel, projetor de slides e slides, transparências, retroprojetor, componentes em corte e bancada de treinamento Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. SERRAT, José Bonastre. Hidráulica Motores Hidráulica Bombas. Barcelona: Editora Labrisa, 1966. 2. LUIZ Maria Jimenez Cisnero. Manual de Oleohidráulica, 2ªEd. Editora Blume, Barcelona, 1975. 3. DRAPINSK, Janusz. Hidráulica e Pneumática-Industrial e Móvel. São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil LTDA, 1976. 4. MACINTYRE, Joseph Archibald. Máquinas Motrizes Hidráulicas, Editora Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1983. 5. ENCINAS, Manuel Polo. Turbo Máquinas Hidráulicas: Princípios Fundamentais. México: Editora Limusa, 1983. 6. MANUAIS TÉCNICOS: Rexroth, Racine, Vickers, Festo, Schrader, Ermeto e Aeroquip. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 101 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Eletromecânica Módulo (qualificação): Módulo I – 2º semestre Professor: Paulo Roberto Avancini, Celso Alves de Castro e Márcio de Almeida Có. Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Selecionar instrumentos adequados para medição elétrica - Conhecer as principais grandezas elétricas e suas unidades - Identificar os instrumentos de medidas elétricas e suas funções - Verificar comportamento de circuito de corrente contínua e Alternadas - Diferenciar as ações das correntes aplicadas ao circuito elétrico - Aplicar técnicas de manutenção elétrica em circuito de comando - Diferenciar os equipamentos e suas funções CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Eletricidade CH 4h 1.1. Conceitos: 1.2.Eletricidade básica 1.3. Eletrodinâmica 1.4. Magnetismo 1.5. Eletromagnetismo 1.6. Unidades 2. Máquinas elétricas 6h 2.1.Princípios de funcionamento 2.2. Motores CA/CC, monofásicos e trifásicos, síncrono, etc. 2.3. Geradores CA/CC 2.4. Transformadores 3. Manutenção elétrica 8h 3.1. Conceitos 3.2. Instrumentos de medição 3.3. Segurança elétrica (pessoal, equipamentos e aterramentos) 4. Comandos elétricos: 6h 4.1. Componentes e proteção (relés, fusíveis, sensores e acionadores). 4.2. Lógica (circuito de comando, força e sinalização) Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de atividade individual e em grupo, aulas teóricas e práticas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 102 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, giz, apagador, materiais específicos Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. PERAGALLO, R., Instrumentos de Medição, Hemus, São Paulo, 1968 2. FILIPPO FILHO, G., Motor de Indução, Érika, São Paulo, 2000 3. CEFETES, Eletricidade I, Apostila do Curso de Eletrotécnica 4. MINISTÉRIO DO TRABALHO, Normas de Segurança NBR-10 5. CEFETES, Ensaios Elétricos Teoria e Práticas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 103 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Segurança do Trabalho Módulo I 2º semestre Professor: Alexandre Rodrigues Machado Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Classificar riscos ambientais existentes no ambiente de trabalho e em atividades operacionais, identificando medidas preventivas de ordem coletiva e individual, de forma genérica, que deverão ser adotadas objetivando prevenir acidentes. - Estabelecer relação entre o conceito legal e o conceito prevencionista de acidente; - Estabelecer diferença entre doença profissional e doença do trabalho; - Identificar causas de acidente de trabalho, classificando-o como ato ou condição insegura; - Especificar de forma geral os EPIs para cada atividade e risco que possa o trabalhador estar exposto; - Identificar os riscos ambientais e os danos que cada risco pode provocar no organismo humano. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução à Segurança no Trabalho CH 4h 1.1. Histórico 1.2. Aspectos sociais e econômicos 1.3. Dados estatísticos de acidentes 1.4. Conceitos básicos 1.5. Causas dos acidentes do trabalho 1.6. Normalização e legislação 2. Acidentes de riscos ambientais 4h 2.1. Riscos de acidentes 2.2. Riscos físicos 2.3. Riscos químicos 2.4. Riscos ergonômicos 2.5. Riscos biológicos 3. Técnicas de prevenção e combate a sinistros 4h Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de atividade individual e em grupo, aulas teóricas e práticas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 104 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, giz, apagador. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. DIAS CAMPOPS, J. L., DIAS CAMPOPS, A. B., Responsabilidade penal, Civil e Acidentária do Trabalho. 2. SALIBA, T. M., CORRÊA, M. A. C., Insalubridade e Periculosidade: Aspecto Técnico e Práticos, Ed. Ltr. 3. GONSALVES, E. A., Apontamentos Técnicos Legais de Segurança e Medicina do Trabalho. Ed. LTr. 4. MANUAL DE LEGISLAÇÃO ATLAS, Segurança e Medicina do Trabalho. Ed. Atlas 5. SALIBA, T. M., CORRÊA, M. A. C., AMARAL, L. S., RIANI, R. R., Higiene do Trabalho e Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Ed. LTr. 6. VIANA, J. S., SANTOS. N. T., Manual de Prevenção de Acidentes. Ed. Livraria Freitas Bastos 7. LIDA, I., Ergonomia: Projeto e Produção. Ed. Edgard Blucher 8. COUTO, H. A., Ergonomia Aplicada ao Trabalho: Manual Técnico da Máquina Humana. Vol. I e II. Ed. Ergo Editora. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 105 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Legislação Trabalhista Módulo I 2º semestre Professor: Carlos Alberto Pontes Gomes Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Distinguir entre pessoas incapazes, relativamente capazes e plenamente capazes -Conhecer os fatores determinantes para a caracterização do tipo de capacidade civil - Identificar seus direitos e deveres na relação de emprego. -Conhecer as principais leis da CLT. Calcular férias e décimo terceiro salário proporcional -Conhecer as regras de contagem dos tempos correspondentes - Aplicar à relação de emprego às normas da Previdência. - Conhecer os benefícios da Previdência social. - Diferenciar entre as normas que regem o - Conhecer as normas constitucionais e as trabalhador do setor privado das que regem principais regras contidas nos Estatutos dos o trabalhador do setor público servidores públicos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Noções sobre Capacidade Civil CH 1h 2. Definição sobre Direito do Trabalho 1h 3. Função social do Direito do Trabalho 1h 4. Quem é o empregador e quem é o empregado 1h 5. Carteira de trabalho 1h 6. Jornada de trabalho 1h 7. Os diversos tipos de Contrato de Trabalho 1h 8. Décimo terceiro salário e férias 1h 9. As diversas formas de extinção do Contrato de trabalho 1h 10. Os benefícios da Previdência Social 1h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 106 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 11. Aposentadoria 1h 12. As diferenças entre a Legislação Trabalhista (CLT) e a do servidor público 1h Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem ocorrerá através de atividade individual e em grupo, aulas expositivas dialogadas e relato de casos. Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, giz, apagador. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Através de observações da participação nas atividades realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. COTRIM, Gilberto Vieira. Direito e Legislação – Introdução ao Direito. 20. Ed. Editora Saraiva: São Paulo, 1997. 2. OLIVEIRA, Juarez de. Consolidação das Leis do Trabalho – C.L.T. São Paulo: Editora Saraiva, 1995. 3. SINCLAYR, Luiz. Organização e Técnica Comercial – Introdução à Administração. 15. Ed. Editora Saraiva: São Paulo, 1993. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 107 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Materiais Módulo I 2º Semestre Professor: José Barrozo de Souza Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS - Conhecer os principais tipos de materiais empregados nos projetos industriais; - Correlacionar a aplicação dos materiais nos diversos projetos mecânicos, utilizando as suas propriedades. HABILIDADES - Reconhecer a importância dos Materiais nos projetos industriais bem como sua aplicação; - Conhecer a aplicação dos materiais em diversos projetos industriais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Principais ligas não ferrosas 8h 2. Materiais não metálicos: 4h 2.1. Cerâmicos, 2.2. Poliméricos. Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas. Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, Internet, software, artigos técnicos. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: Serão aplicados trabalhos teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências e habilidades do módulo, com registro e acompanhamento em formulário próprio. Serão feitas observações das atividades realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 108 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. BRESCIANI F., Ettore – Seleção de Materiais Metálicos, 2ª ed. – Campinas: Editora da INICAMP, Campinas-SP, 1988. 2. ALLISTER, William D., Jr., Materials Science and Engineering: an Introduction, 4th Ed. New York, 1996. 3. METALS HANDBOOK, vol. 1, Properties and Selection Irons, Steels, and high Performance Alloys, ASM, Metals Park, Ohio, 1990. 5. BRESCIANI, F. Ettore. Seleção de Metais não Ferrosos. 4ª ed, Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1992. 6. FERRANTE, M. Seleção de Materiais. 1ª ed. Editora da UFSCar, São Carlos, São Paulo, 1996. 7. PADILHA, A.F. Materiais de Engenharia Microestrutura. 1ª ed. Editora Hemus, São Paulo, 1997. 8. HONEYCOMBE, R.W.R. Steels Microstructure and Properties. Edward Arnold, London, 1981. 9. CAMPOS FILHO, M.P. A Estrutura dos Materiais. 1ª ed. Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1991. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 109 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Desenho Mecânico Módulo II (Ênfase em Fabricação) - 3º semestre Professor: Adilson Pedrosa, José Brunoro e Sebastião de Oliveira. Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Planificar peças de Calderaria - Utilizar instrumentos de desenho; - Usar escala; - Aplicar os métodos analítico e geométrico; - Ler o método geométrico para cada tipo de peça. - Colocar cotas no desenho atendendo às características funcionais e de fabricação das peças. - Identificar os elementos de uma peça; - Identificar as cotas de grandeza e de posição; - Identificar as cotas funcionais (de acordo com o funcionamento da peça). - Aplicar e interpretar as tolerâncias dimensionais: ISO, Específica e Geral - Identificar o significado da simbologia da tolerância ISO; - Interpretar o gráfico de tolerância ISO para furo e eixo; - Ler a tabela de tolerância ISO; - Aplicar tolerância ISO, Específica e geral. - Aplicar e interpretar a simbologia de acatamento superficial - Identificar os símbolos práticos que expressam o grau de rugosidade superficial; - Identificar os símbolos que expressam os valores da rugosidade superficial; - Aplicar os símbolos de rugosidade de cada superfície de acordo com a função da peça. - Ler e interpretar desenho - Reconhecer todas as normas que regulamentam o desenho mecânico; - Identificar os tipos de desenho; - Identificar os itens que fazem parte do conteúdo do desenho; - Desenhar os elementos de máquina (peça); - Identificar e aplicar especificações técnicas dos elementos de máquina padronizados; - Identificar e aplicar especificações do material das peças; - Identificar e aplicar: tolerância dimensional, acabamento superficial e simbologia de solda. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 110 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Caldeiraria CH 16h 1.1. Desenho da peça; 1.2. Planificação pelo método analítico; 1.3. Planificação pelo método geométrico; 1.4. Cotas. 2. Cotas 5h 2.1. Natureza: 2.1.1. Grandeza; 2.1.2. Posição; 2.2.Tipo: 2.2.1. Funcional; 2.2.2. Não funcional 3. Tolerância 5h 3.1. ISO; 3.2. Específica; 3.3. Geral. 4. Acabamento Superficial 1h 4.1. Rugosidade: Ra, Rx, Ry, (medida); 4.2. Classes de acabamento por símbolo (sentimento – subjetivo) 5. Estrutura do Desenho 1h 5.1. Desenho; 5.2. Cotas; 5.3. Tolerância; 5.4. Acabamento superficial; 5.5. Simbologias diversas; 5.6. Lista de material; 5.7. Legenda; 5.8. Notas. 6. Tipo de Desenho 1h 6.1. Desenho de projeto; 6.2. Desenho de layout; 6.3. Desenho de conjunto; 6.4. Desenho de peça: 6.5. Produto acabado; 6.6. Fabricação 7. Leitura de Desenho 7h Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas com demonstração e atividades individuais. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 111 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, formatos de papel padronizado, instrumentos de desenho. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais com e sem orientação do professore utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou da disciplina, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. THOMAS, French. Desenho Técnico. São Paulo: USP. 2. SENAI. Manual de desenho. Departamento Nacional, 1982. 3. SENAI. Desenho técnico. Vitória-ES, 1980. 4. MANFÉ, Giovanni et al. Desenho técnico mecânico. São Paulo: Hemus, 1977. 5. BOUSQUET, Michele. Trad. Kátia de Almeida Guimarães. AutoCAD3D &3D Studio Projetos e apresentações. Rio de Janeiro: Bekerley Brasil Editora, 1992. 6. OMURA, George. Trad. Daniel Vieira. Dominando o AutoCAD. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Ltda., 1993. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 112 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Controle de Qualidade Módulo II (Ênfase em Fabricação) – 3º semestre Professor: Felipe Pereira Gonçalves Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Medir peças mecânicas, a partir de conhecimentos teóricos e práticos, de acordo com os instrumentos de verificação, calibração e controle, de aparelhos de verificação de rugosidades e controle de grau de acabamento superficial. - Calcular a resolução dos instrumentos de medição, verificação, calibração e controle; - Verificar o tipo de rugosidade superficial e grau de acabamento de peças mecânicas; - Fazer medição, calibração , verificação e controle utilizando diferentes tipos de instrumentos - Empregar o sistema de tolerância e ajuste - Determinar com auxílio de tabelas, folgas no controle de qualidade de peças e interferências nos ajustes mecânicos; mecânicas. - Representar graficamente os diversos tipos de ajustes mecânicos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1 – Instrumentos de verificação, calibração e controle. CH 12h 1.1. Conceituação 1.2. Identificação 1.3. Características 1.4. Resolução 1.5. Manuseio 1.6. Medição, calibração e controle 1.7. Limpeza e lubrificação 2. Tolerância e ajuste 15h 2.1. Conceituação 2.2. Cálculos numéricos 2.3. Gráficos de tipos de ajustes 3. Rugosidade (estado das superfícies) 9h 3.1. Conceituação; 3.2. Esclarecimentos técnicos; 3.3. Tipos de grau de acabamento; 3.4. Simbologia; 3.5. Manuseio; 3.6. Cuidados gerais; 3.7. Normas de rugosidade. Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva dialogada, aula prática demonstrativa e estudo em grupo, com tarefa única. Recursos Apostila de Metrologia, quadro magnético, apagador,transparência, tabela de transparência e ajuste, instrumentos de verificação, calibração e controle, aparelhos para PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 113 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO medir rugosidade, fitas de vídeo e normas de rugosidade. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. CAMPOS, V. F. Controle de qualidade Total. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1992. 2. DENTON, K. Qualidade em serviços. São Paulo: Ed. McGraw- HILL LTDA, 1991. 3. REIS, L. F. S. dos. Auditorias em Sistemas de qualidade. São Paulo: Ed. Érica, 1995 4. OKLAND, J. S. Gerenciamento da qualidade Total TQM. São Paulo: Ed. Nobel 1989 5. GARVIN, D. A. Gerenciando a Qualidade. A Visão Estratégica e Competitiva. São Paulo: Ed. Qualitymark, 1992 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 114 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Custo de Fabricação Módulo II – (Ênfase em Fabricação) – 3º semestre Professor: Cristina Gomes Klein Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Identificar, projetar e elaborar custos de fabricação de máquinas e de equipamentos mecânicos, através de um orçamento desenvolvido em planilha eletrônica - Identificar mão-de-obra, insumos e outros gastos para a fabricação de um produto; - Fazer coleta de preços dos itens identificados; - Quantificar os itens; - Identificar novos produtos para diferenciar e/ou reduzir custo e tempo na fabricação; - Levantar e quantificar os itens para o novo produto; - Montar planilha de custos de fabricação no EXCEL; - Identificar os preços e suas respectivas quantidades; - Calcular os impostos incidentes sobre os produtos fabricados. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Conceituação geral CH 2h 1.1. Definição de cliente, fornecedor 1.2. Sistemática de contratação, objeto, obra 2. Custos do objeto/obra 8h 2.1. Análise quântica de parâmetros técnicos 2.2. Material 2.3. Mão de obra 2.4. Equipamentos 2.5. Consumíveis/insumos e serviços de terceiros 3. Análise comercial (valor) 2h 3.1. Levantamento de preços de insumos 3.2. Incidência de obrigações sociais 3.4. Lei de oferta e procura Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva, prática e dialogada. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 115 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. HERRMANN, J. F. Custos Industriais. Organização Administrativa e Contábil das empresas Industria. Vol. I e II, 8ª ed. São Paulo; Ed. Atlas S. A, 1981 2. ESPÍRITO SANTO. I. L. do. Manual de Custo de Manutenção Preventiva. Rio Janeiro: CNI, 1984 3. JONES, R. L. Orçamento a Chave do Planejamento. São Paulo: Ed. McGraw-Hill do Brasil LTDA, 1978. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 116 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Fabricação Mecânica Módulo: II – (Ênfase em Fabricação) – 3º semestre Professor: Renilton Carlos Uliana, Suir Martins da Silva, Egídio Casagrande Carga Horária prevista: 72 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Executar operações que envolvem Traçagem, corte, dobra, calandragem e montagem de chapas para Calderaria - Traçar, calandrar, cortar e montar; - Calcular dobramento e Curvamento - Soldar na posição plana e horizontal elementos de estruturas metálicas - Regular parâmetros de soldagem - Executar operações de soldagens de aços - Regular parâmetros de soldagem e ligas não ferrosos no processo TIG garantindo proteção na força de fusão. - Executar operações de soldagem e enchimento em chapas grossas. - Regular parâmetros de soldagem. - Executar furação em peças metálicas em função do diâmetro da ferramenta e da velocidade de corte e avanço - Calcular velocidade de corte, avanço e tempo de usinagem. - Executar aplainamento em peças metálicas utilizando velocidade de corte, avanço e tempo de usinagem em peças planas, paralelas e rasgos de chaveta - Calcular velocidade de corte, avanço e tempo de usinagem. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Operações de modelação e fundição CH 4h 1.1. Esclarecimentos técnicos 1.2. Tipos de moldes 1.3. Aplicações 1.4. Modelagem em areia 1.5. Fundição 1.6. Manuseio 1.7. Cuidados gerais 2. Operações de Traçagem e corte 10h 2.1. Esclarecimentos técnicos 2.2. Equipamentos (guilhotina, oxicorte e plasma) 2.3. Manuseio 2.4. Cuidados gerais 3. Operações de traçagem 10h 3.1. Esclarecimentos técnicos 3.2. Equipamentos 3.3. Manuseio 3.4. Cuidados gerais PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 117 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4. Operações de montagem de chapas e perfis para soldagem 8h 5. Operações de soldagem com eletrodo revestido 12h 5.1. Esclarecimentos técnicos 5.2. Equipamentos 5.3. Consumíveis 5.4. Manuseio 5.5. Cuidados gerais 6. Operações de soldagem MIG/MAG e TIG, arco submerso 8h 6.1. Esclarecimentos técnicos 6.2. Equipamentos 6.3. Consumíveis 6.4. Manuseio 6.5. Cuidados gerais 7. Operações e Ferramental para fabricação com precisão de peças rotacionais 10h 7.1. Peças cônicas e roscadas, rodas e buchas, engrenagens helicoidais 7.2. Esclarecimentos técnicos 7.3. Equipamentos e ferramentas 7.4. Manuseio 7.5. Cuidados gerais 8. Operações e Ferramental para fabricação com precisão de peças não rotacionais 10h 8.1. Cremalheiras, aplainamento e mandrilhamento, furação 8.2. Esclarecimentos técnicos 8.3. Equipamentos e ferramentas 8.4. Manuseio 8.5. Cuidados gerais Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 118 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica, São Paulo; Ed. Livros Técnicos S. A 2. JASCHKE, J. Desenvolvimento de Chapas. São Paulo; Ed. Polígono 3. PUGLIESI, M.. . Técnicas de Ajustagem: Metrologia na Medição, Roscas e Acabamentos. São Paulo; Ed. Hemus, 1976 4. PASQUALINA, F. Traçado Mecânico para Oficina. São Paulo; Ed. Hemus 5. ROSSI, M. Máquinas operatrizes Modernas. São Paulo; ed. Hoepi. Vol. I e II 6. YOCHIDA, A. Manual do Ajustador. São Paulo; Ed. Brasileira LTDA 7. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. III 8. STEFEN, H. D. Manual de Tecnologia, Tornearia. 29ª edição. São Paulo; EDART, 1976 9. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica: Fresadora. Rio de Janeiro; Ed. Livros Técnicos e Científicas, editora S.A. 1975. Vol. 4 10. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. Mecânico Fresador e Tabelas Industriais São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. 3 11. DRAPISNKI, J. Elementos de Soldagem, São Paulo; McGraw-Hill, 1975. 12. ALCANTARA, N. G.. Tecnologia de Soldagem. São Carlos; Instituto Latino americano de Tecnologia. 1991 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 119 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Tratamentos Térmicos e Superficiais Módulo: II – (Ênfase em Fabricação) – 3º semestre Professor: José Barrozo de Souza Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Projetar melhorias nos materiais (ligas metálicas) através das técnicas dos tratamentos térmicos (tratamentos termofísicos) reconhecendo a importância dos tratamentos térmicos como um processo para a melhoria das propriedades dos materiais. - Conhecer os principais tipos de tratamentos térmicos empregados nos materiais (ligas metálicas). - Correlacionar os efeitos dos tratamentos térmicos com as propriedades e aplicações dos materiais (ligas metálicas) CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Tratamentos térmicos das Ligas Ferrosas (aços e ferros fundidos): 12h 1.1. Ciclos de recozimento; 1.2. Normalização; 1.3. Têmpera; 1.4. Temperabilidade; 1.5. Revenimento; 1.6. Martêmpera; 1.7. Austêmpera. 2. Tratamentos termoquímicos: 8h 2.1. Processos de cementação; 2.2. Processos de nitretação; 2.3. Processos de boretação. 3. Tratamentos térmicos das ligas não ferrosas (ligas de cobre): 8h 3.1. Homogeneização; 3.2. Recozimento; 3.3. Alívio de tensões; 3.4. Solubilização; 3.5. Endurecimento por precipitação. 4. Tratamentos térmicos das ligas não ferrosas (ligas de alumínio): 8h 4.1. Homogeneização; 4.2. Recozimento; 4.3. Alívio de tensões 4.4. Solubilização; 4.5. Endurecimento por precipitação. Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas. Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, Internet, Software, artigos técnicos. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 120 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações das atividades realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas REED-HILL, R.E. Physical Metallurgy Principles. 2ª ed. Nostrand Reinhold, New York, 1973. CHIAVERINI, V. Aços e Ferros Fundidos. 6ª ed. ABM, São Paulo, 1988. VAN VLAK, L.H. Princípios de Ciência dos Materiais. 4ª ed. Editora Campus, Rio de Janeiro, 1984. CALLISTER, William D. Materials Science and Engineering: an Introduction. 4ª ed. ISBN 0-471-13459-7, 1996. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 121 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Chefia e Liderança Módulo II 3º Semestre Professor: Cláudio Valerio de Paula Brotto Carga Horária prevista: 12 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES Conceituar, identificar, analisar e propor um - Percepção, interação, auto-motivação, plano de chefia e liderança sistêmica, criatividade, comunicação, visão de equipe interativa e capaz de fomentar ações e planejamento. através de uma equipe de trabalho. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Conceituação 1h 2. Teoria das necessidades de Maslow, autoconhecimento e Inteligência Emocional de Daniel Goleman 2h 3. Estilos de liderança e criatividade 3h 4. Processos de Comunicação 3h 5. Planejamento do tempo 3h Estratégias de Aprendizagem Basicamente será a contextualização através de fatos reais que envolvam o componente curricular. Recursos Quadro de giz, Retroprojetor, filme e debates (80%). Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da Seguinte forma: Pela percepção do professor, produção e análise de textos, participação de dinâmicas, produção de um plano de liderança e auto-avaliação. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e avaliação e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 122 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. CASTILHO, Á., Liderando grupos: um enfoque gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 1992. 2. BERGAMINI, L. W., Roberto Coda. Psicodinâmica da organizacional: motivação e liderança/organizacional, 2º ed. São Paulo: Atlas, 1997. 3. JOHN, A., Liderança para o sucesso: deixe de ser chefe para se tornar líder; tradução Sara Gedanke. São Paulo: Nobel, 1992. 4. CHANG, R. Y., O sucesso através do trabalho em equipe; tradução de Patrick Charles F. X. Wuilaume. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed. 1996. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 123 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Processos de Fabricação Mecânica Módulo: II – (Ênfase em Fabricação) – 3º semestre Professor: Marco Antônio Pereira Stulzer Carga horária: 24 horas COMPETÊNCIAS - Indicar o processo de conformação a ser utilizado em função das propriedades de Projeto HABILIDADES - Conhecer os processos de fabricação por Laminação, Trefilação, Forjamento e Estampagem Diferenciar os processos de conformação em função de sua aplicação CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Operações de Conformação CH 6h 1.1. Laminação: 1.2. Esclarecimentos técnicos 1.3. Equipamentos e ferramentas 1.4. Aplicações 2. Trefilamento: 6h 2.1. Esclarecimentos técnicos 2.2. Equipamentos e ferramentas 2.3. Aplicações 3. Forjamento: 6h 3.1. Esclarecimentos técnicos 3.2. Equipamentos e ferramentas 3.3. Aplicações 4. Estampagem: 6h 4.1. Esclarecimentos técnicos 4.2. Equipamentos e ferramentas 4.3. Aplicações Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo e aulas teóricas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas e filmes. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 124 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica, São Paulo; Ed. Livros Técnicos S. A. 2. JASCHKE, J. Desenvolvimento de Chapas. São Paulo; Ed. Polígono 3. PUGLIESI, M.. . Técnicas de Ajustagem: Metrologia na Medição, Roscas e Acabamentos. São Paulo; Ed. Hemus, 1976 4. PASQUALINA, F. Traçado Mecânico para Oficina. São Paulo; Ed. Hemus 5. ROSSI, M. Máquinas operatrizes Modernas. São Paulo; ed. Hoepi. Vol. I e II 6. YOCHIDA, A. Manual do Ajustador. São Paulo; Ed. Brasileira LTDA 7. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. III 8. STEFEN, H. D. Manual de Tecnologia, Tornearia. 29ª edição. São Paulo; EDART, 1976 9. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica: Fresadora. Rio de Janeiro; Ed. Livros Técnicos e Científicas, editora S.A. 1975. Vol. 4 10. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. Mecânico Fresador e Tabelas Industriais São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. 3 11. DRAPISNKI, J. Elementos de Soldagem, São Paulo; McGraw-Hill, 1975. 12. ALCANTARA, N. G.. Tecnologia de Soldagem. São Carlos; Instituto Latino Americano de Tecnologia. 1991 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 125 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Manutenção Mecânica Módulo: II – (Ênfase em Fabricação) – 3º semestre Professor: Jairo Estevão Rocca / Roberto da Silva Vidal Carga horária : 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Executar desmontagem e montagem de conjuntos mecânicos similares aos utilizados nas máquinas operatrizes Identificar os principais componentes mecânicos utilizados nas máquinas operatrizes, suas características construtivas e funcionamento - Aplicar técnica de manutenção corretiva e preventiva para solução de falhas e avarias nos componentes mecânicos - Identificar falhas e avarias nos componentes mecânicos Identificar as técnicas de manutenção aplicada a recuperação de máquinas operatrizes Elaborar plano de lubrificação para - Identificar os métodos de aplicação de máquinas operatrizes baseado nas lubrificante nas máquinas operatrizes e informações dos fabricantes de máquinas e seus controles lubrificantes - Selecionar fluidos de corte adequados a Usinagem pretendida - Considerar as recomendações dos fabricantes quanto à lubrificação das máquinas operatrizes Identificar a importância da utilização dos fluidos de corte na usinagem de peças Relacionar os principais produtos e aplicações - Selecionar óleos protetivos para máquinas - Identificar os óleos protetivos utilizados para preservação de barramentos, mesas e operatrizes diversas componentes das máquinas operatrizes exposto ao ambiente Relacionar os principais produtos e aplicações CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Manutenção de componentes mecânicos aplicados às máquinas operatrizes CH 20h 1.1. Rolamentos, buchas, roscas, fusos, correias, barramentos, mesas 1.2. Esclarecimentos técnicos 1.3. Tipos e aplicações 1.4. Manutenção em geral 1.5. Anormalidades de funcionamento PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 126 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 2 – Aplicação e controle de lubrificação das máquinas e ferramentas 9h 2.1. Métodos de aplicação dos lubrificantes 2.2. Especificação dos lubrificantes 2.3. Pontos a lubrificar 2.4. Quantidade e periodicidade da lubrificação 2.5. Período de troca 2.6. Plano de lubrificação 3. Fluidos de corte 4h 3.1. Importância 3.2. Tipos e aplicações 3.3. Especificação 3.4. Período de troca 3.5. Cuidados gerais 4. Óleos protetivos 3h 4.1. Importância 4.2. Tipos e aplicações 4.3. Especificação 4.4. Cuidados gerais Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas, demonstração prática em componentes e conjuntos mecânicos Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas, manuais de fabricantes (catalogo de produtos) e componentes mecânicos Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 127 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. FALK DO BRASIL, Boletim, São Paulo. 2. SEW DO BRASIL, Catálogo Moto-redutores. 3. SAVER S.A., Industrias Mecânicas (Catálogo), Rio de Janeiro. 4. SAVER S.A INDUSTRIAS MECÂNICAS, Catálogo, Rio de Janeiro. 5. VOITH, Manual para Instalação e Operação, São Paulo: 1982. 6. FALK DO BRASIL, Manual de Serviços, São Paulo: 1989. 7. ABRAMAN, Alinhamento de Máquinas Rotativas, Vitória: 1993. 8. CST, DIVISÃO DE ENGENHARIA MECÂNICA, Alinhamento de Máquinas Rotativas, Vitória: 1996. 9. GOODYER DO BRASIL, Correias de Transmissão, Belo Horizonte: 1990. 10. CERELLO, Correntes e Engrenagens para Transmissões e Transportadores, (Catálogo), 1977. 11. CIMAF DEPTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E ENGENHARIA DO PRODUTO, Curso Básico de Cabos de Aço, São Paulo: 1995. 12. SKF, Catálogo Geral, São Paulo: 1990. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 128 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Eletrônica Aplicada Módulo II (Ênfase em Manutenção) 3º semestre Carga Horária prevista: 36 horas Professor: Hans Holf Kulitz COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Montar circuitos eletrônicos de pequena complexidade contendo diodos, transistores Bipolares, amplificadores operacionais e Tiristores - Conhecer configurações típicas de circuitos eletrônicos tais como: retificadores não controlados, amplificadores discretos e circuitos de controle de potência a base de tiristores. Identificar diodos, transistores Bipolares, amplificadores operacionais e tiristores - Analisar circuitos eletrônicos de pequena complexidade contendo diodos, transistores Bipolares, amplificadores operacionais e Tiristores - Identificar diodos, transistores bipolares, amplificadores operacionais e tiristores Identificar, localizar e corrigir defeitos em circuitos eletrônicos de pequena complexidade. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Resistores e Capacitores CH 4h 1.1. Características 1.2. Especificação 2. Diodos 6h 2.1. Características construtivas 2.2. Circuitos Retificadores Monofásicos 2.3. Diodos Zener 3. Transistores Bipolares 10h 3.1. Características construtivas 3.2. Polarização como chave 3.3. Efeito de Amplificação 4. Amplificadores Operacionais 8h 4.1. Características principais 4.2. Configurações básicas 5. Tiristores 8h 5.1. Polarização 5.2. Circuito de disparo 5.3. Controle de potência sobre cargas resistivas Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 129 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. ALMEIDA, J.A., Dispositivos Semicondutores: Tiristores – Controle de Potência em C.C. e C. A, São Paulo: Érica, 1996. 2. CUTLER, P., Teoria dos Dispositivos de Estado Sólido, McGraw-Hill, São Paulo, 1977. 3. PERTENCE, A.; Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos, McGraw-Hill, São Paulo, 1989. 4. SEDRA & SMITH, Microeletronic Circuits, 2ed., Editora Oxford University, 1991 5. SOBRINHO, J.F., Osciladores, Érica, São Paulo, 1992. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 130 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Organização e Métodos de Produção Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: Cláudio Vieira de Paula Brotto Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS - Identificar, propor e elaborar planos de organização. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS HABILIDADES - Comunicar-se com fluência; - Trabalhar em equipe; - Elaborar planejamento estratégico, tático e operacional; - Utilizar ferramentas: organograma, fluxograma e cronograma. CH 1. Contextualização da empresa 2h 2. Planejamento estratégico 8h 3. Planejamento tático 3h 4. Planejamento Operacional 3h 5. Fluxograma, organograma e cronograma 8h Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva, apresentação dos planos e utilização das ferramentas. Recursos Quadro de giz, retroprojetor, filme, debates e tecnologias informatizadas. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: Produção de um planejamento estratégico. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 131 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. HARDING, H. A. Administração da Produção. São Paulo: ed. Atlas S.A, 1987 2. PIDD, M. Modelagem Empresarial. Ferramentas para Tomada de Decisão. São Paulo: Ed., Artes Medicas Sul LTDA. 3. SHINGO, S. Sistema de Produção com Estoque Zero. Porto Alegre: ed. Bookmam, 1996 4. CURY, A. Organização e Métodos. Perspectiva Comportamental e abordagem Contingêncial. São Paulo: ed. Atlas S. A, 1988. 5. DEORGE, K. D. Organização Industrial. Concorrência, Crescimento e Mudanças Estrutural. Rio de Janeiro: ed. Zahar editores S. A, 1983. 6. ANZANELLO, E. Manual de Organização da Fabricação. Rio de Janeiro: CNI, 1984 7. FARIA, A. N. de. Organização de Empresa. Rio de Janeiro: ed. Livro Técnicos e Científicos, 1978. 8. HEMERITAS, A. B. Organização e Normas. São Paulo: ed. Atlas S. A, 1985. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 132 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: AUTOCAD Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: Marco Antônio Pereira Stulzer Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES Conhecer a tecnologia de desenho auxiliado Relatar a evolução histórica do desenho por computador auxiliado por computador – CAD. Conhecer a importância do CAD no contexto de produção mecânica - Relacionar as principais vantagens do CAD - Conhecer a configuração necessária para a execução de desenhos auxiliados por computador. - Acompanhar instalação do sistema informático; - Aplicar conhecimento de informática básica; - Configurar ambiente gráfico para o desenho mecânico. - Produzir desenho técnico mecânico com auxilio do AutoCAD. Aplicar os princípios e fundamentos de desenho técnico na construção de primitivas geométricas. - Organizar arquivos do AutoCAD - Criar diretórios e salvar arquivos; - Utilizar arquivos existentes; Conceituar biblioteca gráfica. Conhecer os dispositivos de saída dos arquivos do AutoCAD - Configurar parâmetros de impressão Imprimir desenhos do AutoCAD. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução ao desenho auxiliado por computador: CH 3h 1.1. Histórico; 1.2. Equipamentos; 1.3. Software; 2. Conceitos básicos do AutoCAD: 10h 2.1. Interface gráfica; 2.2. Configuração de área gráfica; 2.3. Sistema de coordenadas. 3. Construção geométrica: 13h 3.1. Comando para construção das primitivas geométricas; 3.2. Comando de edição do desenho; 3.3. Cotagem. 4. Noções de modelamento em 3D: PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] 5h Página - 133 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.1. Criação de regiões; 4.2. Criação de sólido por extrusão; 4.3. Criação de sólidos por revolução; 4.4. Operações Booleanas; 4.5. Renderização. 5. Noções sobre a impressão com AutoCAD: 5h 5.1. Imprimir para arquivo. Estratégias de Aprendizagem Aulas expositivas e dialogadas, demonstração e uso de tutoriais. Recursos Micro computador, software AutoCAD, quadro magnético. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Deverão ser apresentados desenhos técnicos impressos, também serão avaliados os exercícios em aula. Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. BALDAN, R. AutoCAD 14 Guia Prático, São Paulo, Érica 2. BÉZIER, P. A utilização das Curvas e Superfícies em CAD/CAE/CAM, São Paulo; Ed. ALEPH, 1993 3. DENIS, M.; REGIS, A. Desenho auxiliado por Computador CAD. São Paulo; Ed. ALEPH, 1992 4. GONSALVSE, A. C. A. Guia Prático para o Recebimento de Tornos Convencionais e a Comando Numérico. São Paulo; Ed. Edgard Blucher LTDA, 1991 5. MACHADO, A. Comando Numérico Aplicado as Máquinas Ferramentas. 6. MANFE, G; POZZA, R; SCARATO, G.Desenho Técnico Mecânico. São Paulo; Ed. Hemus, 1997 7. Manual de Programação DENFORD PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 134 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Processos Especiais de Fabricação Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: Marco Antônio Pereira Stulzer Carga Horária prevista: 72 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Conhecer retificação - Produzir peça retificada em Afiadora universal; - Aplicar as normas de segurança pertinentes ao processo. - Conhecer brunimento - Relatar aplicações do processo de brunimento - Conhecer o processo de eletro-erosão - Descrever o princípio de funcionamento do processo de eletro-erosão - Indicar aplicação do processo de eletroerosão. - Conhecer o processo de corte a laser - Especificar máquina e equipamentos para execução de corte a laser. - Conhecer o processo de fabricação por estampagem - Identificar casos de aplicação da estampagem; - Relacionar máquinas aplicadas no processo de estampagem. - Conhecer sistema de fabricação baseado em máquinas a comando numérico. - Relacionar a codificação ISO para as funções utilizadas na programação - Elaborar programa manual para torno CN; - Conceituar CN; - Relacionar os procedimentos para preparação da máquina CN; - Gerar automaticamente programa para a maquina CN; - Usinar peça em máquina CN. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Usinagem por abrasão CH 6h 1.1. Retificação, brunimento; 1.2. Equipamentos; 1.3. Ferramentas; 1.4. Ciclo de retificação; 1.5. Segurança; 1.6. Controle da qualidade. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 135 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 2. Usinagem por eletro-erosão: 10h 2.1. Equipamentos; 2.2. Ferramentas; 2.3. Ciclo de operação; 2.4. Segurança; 2.5. Controle da qualidade. 3. Processo de corte a laser; 7h 3.1. Equipamentos; 3.2. Ferramentas; 3.3. Ciclo de operação; 3.4. Segurança; 3.5. Controle da qualidade. 4. Fabricação por estampagem: 7h 4.1. Equipamentos; 4.2. Ferramentas; 4.3. Ciclo de operação; 4.4. Segurança; 4.5. Controle da qualidade. 5. Usinagem de máquinas de comando numérico: 24h 5.1. Planejamento e programação; 5.2. Planejamento e operação. 6. Visita técnica às empresas de Usinagem da região 4h 7. Projeto final do curso: 10h 7.1. Elaboração do planejamento, programação e operação da Usinagem em máquinas com comando numérico a partir de um protótipo de uma empresa da região. 8. Avaliação 4h Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva e dialogada, demonstração e visita técnica. Recursos Maquina de comando numérico, micro computador, software de CAM, quadro magnético. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 136 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Usinagem da peça, exercícios da sala de aula, projeto de planejamento do processo de fabricação. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica, São Paulo; Ed. Livros Técnicos S. A. 2. JASCHKE, J. Desenvolvimento de Chapas. São Paulo; Ed. Polígono 3. PUGLIESI, M.. . Técnicas de Ajustagem: Metrologia na Medição, Roscas e Acabamentos. São Paulo; Ed. Hemus, 1976 4. PASQUALINA, F. Traçado Mecânico para Oficina. São Paulo; Ed. Hemus 5. ROSSI, M. Máquinas operatrizes Modernas. São Paulo; ed. Hoepi. Vol. I e II 6. YOCHIDA, A. Manual do Ajustador. São Paulo; Ed. Brasileira LTDA 7. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. III 8. STEFEN, H. D. Manual de Tecnologia, Tornaria. 29ª edição. São Paulo; EDART, 1976 9. FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica: Fresadora. Rio de Janeiro; Ed. Livros Técnicos e Científicas, editora S.A. 1975. Vol. 4 10. YOCHIDA, A. Nova Mecânica Industrial. Mecânico Fresador e Tabelas Industriais São Paulo; Ed. Brasília LTDA. Vol. 3 11. DRAPISNKI, J. Elementos de Soldagem, São Paulo; McGraw-Hill, 1975. 12. ALCANTARA, N. G.. Tecnologia de Soldagem. São Carlos; Instituto Latino Americano de Tecnologia. 1991 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 137 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Corrosão e Revestimentos Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: José Barrozo de Souza Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS - Determinar tipos de revestimentos em função do tipo de agressividade do ambiente, usando formas de controle para evitar o mecanismo de degradação do material. HABILIDADES - Conhecer os principais tipos de corrosão nos materiais; - Correlacionar os efeitos da corrosão no desempenho dos projetos industriais; - Conhecer os principais tipos de revestimentos para atenuar ou impedir os mecanismos da corrosão nos materiais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Corrosão e revestimentos: CH 20 horas 1.1. Conceitos; 1.2. Formas de corrosão; 1.3. Meios corrosivos; 1.4. Avaliação – taxa de corrosão; 1.5. Métodos de combate à corrosão. 2. Revestimentos: 12 horas 2.1. Limpeza e preparo de superfícies; 2.2. Revestimentos metálicos; 2.3. Revestimentos não-metálicos (inorgânicos); 2.4. Revestimentos não-metálicos (orgânicos); 2.5. Proteção catódica; 2.6. Proteção anódica. 3. Normalização técnica. 4 horas Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, Internet, software, artigos técnicos, laboratórios e visitas técnicas. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 138 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. GENTIL, V. Corrosão. 2ª ed. Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1987. 2. SPELLER, T. N. Corrosion, Causes and Prevention. McGraw-Hill, New York, 1951. 3. CALLISTER, William D. Materials Science and Engineering: an Introduction. 4ª ed. ISBN 0-471-13459-7, 1996. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 139 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Seleção de Materiais Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: José Barrozo de Souza / Pedro Carneiro Santana Carga Horária prevista: 36horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Especificar procedimentos que impliquem na adequação do produto a sua aplicação. - Conhecer as propriedades dos materiais; - Relacionar propriedades com o tipo de ensaio utilizado para medi-las; - Especificar os métodos e tratamentos que promovem determinadas propriedades; - Selecionar materiais visando a melhoria de - Correlacionar as propriedades com o produtos e otimização do desempenho em desempenho final; serviço. - Estabelecer correlação entre estrutura, propriedades e desempenho em serviço; CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Filosofia da seleção de materiais; 4h 2. Mecanismos de endurecimento 10h 3. Ligas ferrosas (características, especificação e seleção) 10h 4. Ligas não-ferrosas (características, especificação e seleção) 8h 5. Materiais não metálicos 4h Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 140 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. BRESCIANI F., Ettore – Seleção de Materiais Metálicos, 2ª ed. – Campinas: Editora da INICAMP, Campinas-SP, 1988. 2. ALLISTER, William D., Jr., Materials Science and Engineering: an Introduction, 4th Ed. New York, 1996. 3. METALS HANDBOOK, vol. 1, Properties and Selection Irons, Steels, and high Performance Alloys, ASM, Metals Park, Ohio, 1990. 4. BRESCIANI, F. Ettore. Seleção de Metais não Ferrosos. 4ª ed, Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1992. 5. FERRANTE, M. Seleção de Materiais. 1ª ed. Editora da UFSCar, São Carlos, São Paulo, 1996. 6. PADILHA, A.F. Materiais de Engenharia Microestrutura. 1ª ed. Editora Hemus, São Paulo, 1997. 7. HONEYCOMBE, R.W.R. Steels Microstructure and Properties. Edward Arnold, London, 1981. 8. CAMPOS FILHO, M.P. A Estrutura dos Materiais. 1ª ed. Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1991. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 141 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Segurança do Trabalho Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: Alexandre Rodrigues Machado Carga Horária prevista: 24h COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Adotar técnicas de prevenção de incêndio - Identificar as classes de incêndio e seus e combate a princípios de incêndio respectivos agentes extintores empregando corretamente os seus agentes extintores - Conhecer os riscos de acidente nos principais processos da atividade mecânica que envolve fabricação e manutenção - Identificar os riscos nas diversas atividades mecânicas e adotar técnicas de prevenção dos riscos - Conhecer as técnicas de etiquetagem e impedimento - Empregar as técnicas de etiquetagem e impedimento de equipamentos industriais como forma de evitar acidentes - Conscientizar da importância da análise de - Adotar técnicas de análise preliminar de risco como ferramenta de prevenção de risco na programação dos serviços acidentes - Conhecer a responsabilidade do empregado, preposto, empregador e governo na prevenção de acidentes CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Técnicas de prevenção e combate a incêndio - Conscientizar-se das suas responsabilidades nos acidentes e as penalidades que poderão sofrer quando responsável pelo acidente. CH 4h 1.1. Triângulo do fogo 1.2. Agentes extintores 2. Segurança em máquinas e equipamentos 4h 2.1. Segurança em equipamentos mecânicos industriais 2.3. Segurança em operação de máquinas operatrizes 2.4. Segurança nas atividades de soldas e cortes 2.5. Segurança nas atividades de transporte e movimentação de cargas 3. Técnicas de Etiquetagem e impedimento 2h 4. Análise de riscos de acidentes em processos industriais 4h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 142 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 5. Responsabilidade civil e criminal no acidente de trabalho 4h 6. Projeto final de curso Análise de risco de acidentes em um ambiente 6h Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. DIAS CAMPOPS, J. L., DIAS CAMPOPS, A. B., Responsabilidade penal, Civil e Acidentária do Trabalho. 2. SALIBA, T. M., CORRÊA, M. A. C., Insalubridade e Periculosidade: Aspecto Técnico e Práticos, Ed. Ltr. 3. GONSALVES, E. A., Apontamentos Técnicos Legais de Segurança e Medicina do Trabalho. Ed. LTr. MANUAL DE LEGISLAÇÃO ATLAS, Segurança e Medicina do Trabalho. Ed. Atlas 5. SALIBA, T. M., CORRÊA, M. A. C., AMARAL, L. S., RIANI, R. R., Higiene do Trabalho e Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Ed. LTr. 6. VIANA, J. S., SANTOS. N. T., Manual de Prevenção de Acidentes. Ed. Livraria Freitas Bastos 7. LIDA, I., Ergonomia: Projeto e Produção. Ed. Edgard Blucher 8. COUTO, H. A., Ergonomia Aplicada ao Trabalho: Manual Técnico da Máquina Humana. Vol. I e II. Ed. Ergo Editora. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 143 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Planejamento do processo e controle da produção Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: Cláudio Vieira de Paula Brotto Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS - Identificar, propor e Elaborar planos de organização e processos industriais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS HABILIDADES - Comunicação, - Trabalho em equipe, - Elaborar planejamentos, - Adquirir noções de qualidade, tempos e movimentos - Utilizar ferramentas: fluxograma, organograma e cronograma. CH 1. Contextualização da empresa. 2h 2. Planejamento. 4h 3. Qualidade. 4h 4. Tempos e movimentos. 4h 5. Fluxograma, organograma e cronograma. 6h 6. Processo de comunicação e trabalho em equipe 4h Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva, apresentação dos planos e utilização das ferramentas. Recursos Quadro de giz, retroprojetor, filme, debates e tecnologias informatizadas. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: .Produção de um planejamento organizacional por processos. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 144 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. RUSSOMANO, V. H. Planejamento e Controle da Produção. 6ª, São Paulo: Ed. Pioneira, 2000. 2. MONCHY, F. A Função Manutenção. Formação para Gerência da Manutenção Industrial. São Paulo: Ed. Durban LTDA/ Ebras – Editora Brasileira LTDA, 1989. 3. PARSON, M. J.. Planejamento de Volta as Origens. São Paulo: Ed. Nova Cultura, 1991 4. DEARDEN, J. Análise de Custo e Orçamento nas Empresas, Rio de Janeiro: ed. Zahar editores, 1976. 5. FURLAN, J. D. Como implantar o planejamento estratégico de sistemas de Informação. São Paulo: Ed. McGraw-Hill LTDA, 1991 6. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISA ESPACIAL, Engenharia de Sistemas. Planejamento e Controle de Produtos. Rio de Janeiro: Ed. Vozes LTDA, 1972. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 145 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Controle de Qualidade dos Materiais Módulo III (Ênfase em Fabricação) - 4º semestre Professor: Pedro Carneiro Santana Carga Horária: 48 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Garantir a qualidade do produto. - Interpretar tabelas e gráficos com resultados de ensaios de materiais; - Avaliar as características e propriedades dos materiais correlacionando-as com a aplicação; - Conhecer as propriedades dos materiais correlacionando-as com a aplicação; - Interpretar resultados de ensaios - Interpretar normas técnicas e procedimentos de ensaios; - Selecionar os ensaios de acordo com o produto - Conhecer as propriedades físicas, químicas e tecnológicas dos materiais; - Realizar ensaios e Elaborar relatórios - Conhecer as propriedades físicas, químicas e tecnológicas dos materiais - Conceituar qualidade - Conhecer os critérios de aceitação do produto pelo mercado CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Ensaio de Tração 4h 2. Ensaio de Dureza 4h 3. Ensaio de Dobramento 4h 4. Ensaio de Impacto 4h 5. Ensaio de Compressão 4h 6. Ensaio de Fadiga e Fluência 4h 7. Ensaios de Desgaste 4h 8. Ensaios de Temperabilidade 4h 9. Ensaios de Corrosão 4h 10. Ensaios Metalográficos 4h 11. Ensaios de Fabricação (Usinabilidade) 4h 12. Ensaios Metrológicos 4h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 146 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. BRESCIANI F., Ettore – Seleção de Materiais Metálicos, 2ª ed. – Campinas: Editora da INICAMP, Campinas-SP, 1988. 2. CALLISTER, William D., Jr., Materials Science and Engineering: an Introduction, 4th Ed. New York, 1996. 3. METALS HANDBOOK, vol. 1, Properties and Selection Irons, Steels, and high Performance Alloys, ASM, Metals Park, Ohio, 1990. 4. BRESCIANI, F. Ettore. Seleção de Metais não Ferrosos. 4ª ed, Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1992. 5. FERRANTE, M. Seleção de Materiais. 1ª ed. Editora da UFSCar, São Carlos, São Paulo, 1996. 6. PADILHA, A.F. Materiais de Engenharia Microestrutura. 1ª ed. Editora Hemus, São Paulo, 1997. 7. HONEYCOMBE, R.W.R. Steels Microstructure and Properties. Edward Arnold, London, 1981. 8. CAMPOS FILHO, M.P. A Estrutura dos Materiais. 1ª ed. Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1991 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 147 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Análise e Interpretação de Desenho Mecânico Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: Adilson Pedrosa, José Brunoro e Sebastião de Oliveira Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Ler e interpretar desenho - Reconhecer todas as normas que regulamentam o desenho mecânico; - Identificar os tipos de desenhos; - Identificar os itens que fazem parte do conteúdo do desenho; - Identificar especificações técnicas de elementos de máquina padronizada; - Identificar as especializações do material das peças; - Identificar o significado dos símbolos de: tolerância dimensional, acabamento superficial e solda. - Desenhar elementos de máquina com características de produto acabado ou de tabulação. - Identificar os elementos de máquinas; - Utilizar as características típicas de desenho para cada tipo de peça; - Identificar cotas típicas para o desenho de tabulação; - Usar as representações simbólicas aplicadas ao desenho; - Identificar as especificações técnicas de catálogos e normas; - Desenhar a mão livre. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Especificações técnicas 2. Estrutura de Desenho CH 2h 1h 2.1. Desenho; 2.2. Cotas; ·. 2.3. Tolerância; 2.4. Acabamento Superficial; 2.5. Simbologias diversas; 2.6. Lista de material; 2.7. Legenda; 2.8. Notas. 3. Tipo de Desenho 1h. 3.1. Desenho de projeto; 3.2. Desenho de layout; 3.3. Desenho de conjunto; 3.4. Desenho de peça: 3.4.1. Produto acabado; 3.4.2. Fabricação 4. Leitura de Desenho PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] 10 h. Página - 148 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4.1. Desenho de tubulações 4.2. Desenho de instalações industriais; 4.3. Desenho de conjunto de equipamentos/componentes; 4.4. Desenho de peças. 5. Desenho de peças 22h 5.1. Desenho de produto acabado; 5.2. Desenho de fabricação Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas com demonstração e atividades individuais. Recursos Apostilas, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, formatos de papel padronizado, instrumentos de desenho Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais com e sem orientação do professore utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou da disciplina, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. THOMAS, French. Desenho técnico. São Paulo: USP. 2. SENAI. Manual de desenho. Departamento Nacional, 1982. 3. SENAI. Desenho técnico. Vitória-ES, 1980. 4. MANFÉ, Giovanni et al. Desenho técnico mecânico. São Paulo: Hemus, 1977. 5. BOUSQUET, Michele. Trad. Kátia de Almeida Guimarães. AutoCAD3D &3D Studio Projetos e apresentações. Rio de Janeiro: Bekerley Brasil Editora, 1992. 6. OMURA, George. Trad. Daniel Vieira. Dominando o AutoCAD. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Ltda., 1993. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 149 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Planejamento, programação e controle de Manutenção Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: José Nunes Neto Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Selecionar a ferramenta apropriada para elaboração do PPCM. - Identificar a terminologia básica empregada no PPCM. - Utilizar a terminologia apropriada na elaboração de relatórios técnicos. - Identificar de forma lógica sistemas informatizados para interagir no processo de elaboração do PPCM, visando atender objetivos específicos na Manutenção mecânica Identificar junto aos profissionais do setor produtivo, as variáveis constantes do PPCM - Empregar o tipo de Manutenção adequado, considerando o grau de criticidade das máquinas e equipamentos na planta industrial. - Identificar os tipos de Manutenção utilizados em ambiente industriais. - Aplicar métodos e técnicas de avaliação e controle, afim de que se tenha um diagnóstico da eficácia e eficiência, de desempenho do PPCM. - Identificar ferramentas de controle de desempenho da Manutenção mecânica industrial. - Elaborar o PPCM considerando: Paradas planejadas. O controle e distribuição otimizada da MO Controle e redução de horas disponibilizadas a Manutenção. Controle de “Turn-over”. Disponibilidades de recursos materiais. - Identificar os métodos e técnicas utilizados na execução do PPCM, considerando: - Disponibilidade da planta. - Disponibilidade do Time de trabalho. - Redução dos índices da Manutenção corretiva. - Atualização de dados no sistema, através de relatórios e coleta de informações. - Interação de tecnologias proativas. - Gerenciar estoque de peças e material de reposição considerando os custos de estocagem - Identificar os custos embutidos no centro de custos da Manutenção. Identificar os métodos e técnicas empregados para controle e redução de estoque e garantia da continuidade operacional de forma eficaz e eficiente PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 150 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Conceitos básicos da Manutenção 2h 1.1. Objetivos 1.2. Confiabilidade 1.3. Mantenabilidade 1.4. Disponibilidade 1.5. Indicadores 2. Tipos de Manutenção 4h 2.1. Introdução 2.3. Manutenção corretiva 2.3. Manutenção preventiva 3. Indicadores de desempenho da Manutenção 4h 3.1. Introdução 3.2. Tipos de indicadores 3.4. Indicadores de equipamentos 3.5. Indicadores de custos 3.6. Indicadores administrativos 3.7. Indicadores de serviços 4. Gerência de mão de obra 4h 4.1. Considerações gerais 4.2. Eficiência da supervisão e programação 5. Gerência de equipes 6h 5.1. Quantitativo de pessoal 5.2. Estrutura de pessoal 5.3. Clima social e rotatividade de pessoal 5.4. Backlog 5.5. Custos 6. Gerência de material 4h 6.1. Introdução 6.2. Capital imobilizado em sobressalentes 6.3. Capital imobilizado em almoxarifado PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 151 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 7. Sistemas informatizados de planejamento, programação e controle da manutenção-PPCM Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva, apresentação dos planos e utilização das ferramentas, Visita técnica ao setor de PPCM de uma empresa da região. Recursos Quadro de giz, retroprojetor, filme, debates e tecnologias informatizadas. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: .Produção de um planejamento organizacional por processos. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. RUSSOMANO, V. H. Planejamento e Controle da Produção. 6ª, São Paulo: Ed. Pioneira, 2000. 2. MONCHY, F. A Função Manutenção. Formação para Gerência da Manutenção Industrial. São Paulo: Ed. Durban LTDA/ Ebras – Editora Brasileira LTDA, 1989. 3. PARSON, M. J.. Planejamento de Volta as Origens. São Paulo: Ed. Nova Cultura, 1991 4. DEARDEN, J. Análise de Custo e Orçamento nas Empresas, Rio de Janeiro: ed. Zahar editores, 1976. 5. FURLAN, J. D. Como implantar o planejamento estratégico de sistemas de Informação. São Paulo: Ed. McGraw-Hill LTDA, 1991 6. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISA ESPACIAL, Engenharia de Sistemas. Planejamento e Controle de Produtos. Rio de Janeiro: Ed. Vozes LTDA, 1972. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 152 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Corrosão e Revestimentos Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: José Barrozo de Souza Carga Horária prevista: 48 horas COMPETÊNCIAS - Determinar tipos de revestimentos em função do tipo de agressividade do ambiente, usando formas de controle para evitar o mecanismo de degradação do material. HABILIDADES - Conhecer os principais tipos de corrosão nos materiais; - Correlacionar os efeitos da corrosão no desempenho dos projetos industriais; Conhecer os principais tipos de revestimentos para atenuar ou impedir os mecanismos da corrosão nos materiais. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Corrosão e revestimentos: CH 20 horas 1.1. Conceitos; 1.2. Formas de corrosão; 1.3. Meios corrosivos; 1.4. Avaliação – taxa de corrosão; 1.5. Métodos de combate à corrosão. 2. Revestimentos: 12 horas 2.1. Limpeza e preparo de superfícies; 2.2. Revestimentos metálicos; 2.3. Revestimentos não-metálicos (inorgânicos); 2.4. Revestimentos não-metálicos (orgânicos); 2.5. Proteção catódica; 2.6. Proteção anódica. 3. Normalização técnica. 4 horas Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, Internet, software, artigos técnicos, laboratórios e visitas técnicas. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 153 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. GENTIL V. Corrosão. 2ª ed. Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1987. 2. SPELLER, T. N. Corrosion, Causes and Prevention. McGraw-Hill, New York, 1951. 3. CALLISTER, William D. Materials Science and Engineering: an Introduction. 4ª ed. ISBN 0-471-13459-7, 1996. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 154 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Aplicação e Controle de Lubrificantes Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: Roberto da Silva Vidal Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS - Controlar características dos lubrificantes para garantir uma lubrificação eficiente. HABILIDADES - Interpretar as análises de lubrificantes; - Identificar e corrigir contaminantes dos lubrificantes; Selecionar os elementos filtrantes adequados aos equipamentos. - Identificar e manter sistema de lubrificação - Diferenciar os sistemas de lubrificação centralizada. centralizada - Identificar características de funcionamento e manutenção dos sistemas de lubrificação. - Elaborar plano de controle de lubrificantes - Aplicar os conhecimentos de controle de lubrificantes CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Lubrificação centralizada CH 8h 1.1. Esclarecimentos técnicos 1.2. Tipos e aplicações 1.3. Funcionamento dos principais sistemas 1.4. Controle de funcionamento e falhas 1.5. Manutenção geral 2. Controle de lubrificantes 12h 2.1. Manuseio e estocagem de lubrificantes 2.2. Testes de recebimento 2.3. Análise de óleos usados 2.4. Técnicas e aparelhagem de controle 2.5. Contaminantes e contaminação 2.6. Padrões normalizados de contaminação 2.7. Técnicas de filtragem e reciclagem de lubrificantes 2.8. O controle gerencial da lubrificação 2.9. O destino do óleo usado Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas e práticas atividades em grupo e/ou individual, elaboração de um plano de controle de lubrificantes. Visita técnica a uma empresa da região com sistema de lubrificação centralizada Recursos Apostilas, lousa, giz ou pincel, retroprojetor, TV e vídeo, bancadas de ensaios, PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 155 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO componentes do sistema de lubrificação centralizada. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. MOURA CARLOS R. S. & CARRETEIRO, Ronald, P. Lubrificantes e Lubrificação. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 1978. 2. ROUSSO, José. Lubrificação Industrial. Rio de Janeiro, CNI, 1983. 3. FULLER Dudley D. Theory and Practice of Lubrication for Engineers. American Society of Lubrification Engineers, Standart Handbook of Lubrification Engineering, McGraw- Hill Book Company, Ney York, 1968 4. ROMAN, G., Teoria da Lubrificação, Belo Horizonte, 1984. 5. OLAVO, A. L. Pires e Albuquerque, Lubrificação, McGraw-Hill do Brasil LTDA, 1977. 6. PIRES, Olavo A. L. e Albuquerque, Lubrificação, McGraw-Hill LTDA, 1977. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 156 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Técnicas de Manutenção Preventiva Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: José Nunes Neto, Robison Orlando Gomes, Jairo Estevão Rocca, Hermes Vazzoler Júnior. Carga Horária prevista: 72 horas COMPETÊNCIAS - Executar manutenção preditiva utilizando equipamento de análise de vibração mecânica, balanceamento mecânico, ultrasom líquido penetrantes, e outros ensaios não destrutivos – end. HABILIDADES - Coletar dados sobre medidas de vibrações mecânicas; - Interpretar dados coletados e identificar possíveis anomalias; - Balancear convenções mecânicos; Usar end para identificar possíveis falhas mecânicas. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Medição e análise de vibrações mecânicas CH 10h 1.1. Conceito de vibrações 1.2. Efeito das vibrações sobre os equipamentos mecânicos 1.3. Medidas de vibrações 1.3.1. Aparelhagem 1.3.2. Funcionamento 1.3.3. Características construtivas 1.3.4. Manuseio 1.3.5. Análise dos resultados e soluções 2. Balanceamento mecânico 6h 2.1. Esclarecimentos técnicos 2.2. Efeitos do desbalanceamento sobre os equipamentos mecânicos 2.3. Medidas do desbalanceamento 2.4. Aparelhagem 2.5. Funcionamento 3. Ultra–som 14h 3.1.Princípios físicos 3.2. Aplicações 3.3. Definições do ensaio 3.4. Aparelhagem 3.5. Funcionamento 3.6. Manuseio 3.7. Cuidados gerais 4. Líquidos penetrantes 4.1. Definição do ensaio 4.2. Preparação da amostra 4.3.Manuseio 4.4. Interpretação dos resultados PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] 6h Página - 157 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 5. Outros ensaios 10h 5.1. Raios-X, Termografia, espectrometria, endoscopia, partículas magnéticas, ferrografia 6. Projeto final de curso 8h 6.1. Acompanhar a execução de umas das técnicas de manutenção preventiva em uma das empresas da região Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. SOUZA, S. A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 6ª ed, São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, 1980. 2. CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica, estrutura e propriedade dos processos de fabricação. São Paulo: Ed McGraw-Hill do Brasil, 1981. 3. CHIAVERINI, V. Aços e ferros fundidos. 4ª ed. São Paulo: Associação Brasileira de Metais, 1981. 4. ABENDE, BRASITEC. Apostila da associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 158 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Técnicas de Soldagem de Manutenção Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: Suir Martins de Silva / Levi Ribeiro de Oliveira Carga Horária prevista: 36 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Aplicar calor de chama localizados em montagem e desmontagem de elementos de máquinas - Conhecer tipos de maçarico e suas aplicações; - Identificar os metais e suas propriedades - Aplicar calor de chama em desempeno e alívio de tensões - Conhecer tipos de maçarico e suas aplicações; - Identificar os metais e suas propriedades - Aplicar ligas especiais em enchimento com - Identificar os metais de base; chama - Consultar catálogos de fabricantes de ligas especiais - Executar enchimentos em peças metálicas - Conhecer tipos de maçarico e suas pelo processo eletrodo revestido aplicações; - Identificar os metais e suas propriedades - Selecionar processos de soldagem a arco elétrico para enchimento de peças com grandes massas - Distinguir os processos de soldagem com base em suas aplicações CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Técnicas de soldagem de manutenção 36h 1.1. Esclarecimentos técnicos 1.2. Processo oxigás 1.3. Soldagem de eletrodo revestido 1.4. Corte a arco elétrico 1.5. Preparação de superfície para solda 1.6. Consumíveis de soldagem 1.7. Soldabilidade das ligas metálicas Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas e visita técnica Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 159 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. DRAPISNKI, J. Elementos de Soldagem, São Paulo. McGraw-Hill, 1975. 2. ALCANTARA, N. G. Tecnologia de Soldagem. São Carlos. Instituto Latino Americano de Tecnologia. 1991 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 160 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: Adejair Anselmo Pertel / Antônio Vieira Passos / Jairo Estevão Rocca Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS - Interpretar e desenvolver circuitos hidráulicos e pneumáticos HABILIDADES - Identificar sistemas hidráulicos e pneumáticos industriais de alta complexidade - Montar em bancadas sistemas hidráulicos e pneumáticos - Desenvolver um sistema de automatização - Identificar sistemas hidráulicos e para uma máquina existente numa industria pneumáticos utilizados em empresas da região da região CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Análise de sistemas hidráulicos e pneumáticos industriais CH 13h 1.1. Sistemas com acumuladores 1.2. Sistemas de frenagem 1.3. Sistemas com motores hidráulicos 1.4. Sistemas eletrohidráulicos e eletropneumáticos 1.5. Sistemas com velocidade controlada 1.6. Sistemas de pressão reduzida 1.7. Sistemas com elementos lógicos 2 – Desenvolvimento de sistemas hidráulicos e pneumáticos 4h 2.1. Desenho a mão e com gabarito 3. Montagem de sistemas em bancadas de treinamento 3h 4. Projeto final de curso 4h 4.1. Desenvolvimento de um sistema de automatização de uma máquina existente no parque industrial do Estado Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas, práticas e visita técnica Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 161 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. SERRAT, José Bonastre. Hidráulica Motores Hidráulica Bombas. Barcelona: Editora Labrisa, 1966. 2. LUIZ Maria Jimenez Cisnero. Manual de Oleohidráulica, 2ªEd. Editora Blume, Barcelona, 1975. 3. DRAPINSK, Janusz. Hidráulica e Pneumática-Industrial e Móvel. São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil LTDA, 1976. 4. MACINTYRE, Joseph Archibald. Máquinas Motrizes Hidráulicas, Editora Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1983. 5. ENCINAS, Manuel Polo. Turbo Máquinas Hidráulicas: Princípios Fundamentais. México: Editora Limusa, 1983. 6. MANUAIS TÉCNICOS: Rexroth, Racine, Vickers, Festo, Schrader, Ermeto e Aeroquip. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 162 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Seleção de Materiais Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: José Barrozo de Souza / Pedro Carneiro Santana Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Especificar procedimentos que impliquem na adequação do produto a sua aplicação. - Conhecer as propriedades dos materiais; - Relacionar propriedades com o tipo de ensaio utilizado para medi-las; - Especificar os métodos e tratamentos que promovem determinadas propriedades; - Selecionar materiais visando a melhoria de - Correlacionar as propriedades com o produtos e otimização do desempenho em desempenho final; serviço. - Estabelecer correlação entre estrutura, propriedades e desempenho em serviço; CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Filosofia da seleção de materiais; 2h 2. Mecanismos de endurecimento 6h 3. Ligas ferrosas (características, especificação e seleção) 6h 4. Ligas não-ferrosas (características, especificação e seleção) 6h 5. Materiais não metálicos 4h Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 163 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. BRESCIANI F., Ettore – Seleção de Materiais Metálicos, 2ª ed. – Campinas: Editora da INICAMP, Campinas-SP, 1988. 2. ALLISTER, William D., Jr., Materials Science and Engineering: an Introduction, 4th Ed. New York, 1996. 3. METALS HANDBOOK, vol. 1, Properties and Selection Irons, Steels, and high Performance Alloys, ASM, Metals Park, Ohio, 1990. 4. BRESCIANI, F. Ettore. Seleção de Metais não Ferrosos. 4ª ed, Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1992. 5. FERRANTE, M. Seleção de Materiais. 1ª ed. Editora da UFSCar, São Carlos, São Paulo, 1996. 6. PADILHA, A.F. Materiais de Engenharia Microestrutura. 1ª ed. Editora Hemus, São Paulo, 1997. 7. HONEYCOMBE, R.W.R. Steels Microstructure and Properties. Edward Arnold, London, 1981. 8. CAMPOS FILHO, M.P. A Estrutura dos Materiais. 1ª ed. Editora da UNICAMP, Campinas, São Paulo, 1991. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 164 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Segurança do Trabalho Módulo III (Ênfase em Manutenção) - 4º semestre Professor: Alexandre Rodrigues Machado Carga Horária prevista: 24 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Adotar técnicas de prevenção de incêndio - Identificar as classes de incêndio e seus respectivos agentes extintores e combate a princípios de incêndio empregando corretamente os seus agentes extintores - Conhecer os riscos de acidente nos principais processos da atividade mecânica que envolve fabricação e manutenção - Identificar os riscos nas diversas atividades mecânicas e adotar técnicas de prevenção dos riscos - Conhecer as técnicas de etiquetagem e impedimento - Empregar as técnicas de etiquetagem e impedimento de equipamentos industriais como forma de evitar acidentes - Conscientizar da importância da análise de - Adotar técnicas de análise preliminar de risco como ferramenta de prevenção de risco na programação dos serviços acidentes - Conhecer a responsabilidade do empregado, preposto, empregador e governo na prevenção de acidentes - Conscientizar-se das suas responsabilidades nos acidentes e as penalidades que poderão sofrer quando responsável pelo acidente. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Técnicas de prevenção e combate a incêndio CH 4h 1.1. Triângulo do fogo 1.2. Agentes extintores 2. Segurança em máquinas e equipamentos 4h 2.1. Segurança em equipamentos mecânicos industriais 2.2. Segurança em operação de máquinas operatrizes 2.3. Segurança nas atividades de soldas e cortes 2.4. Segurança nas atividades de transporte e movimentação de cargas 3. Técnicas de Etiquetagem e impedimento 2h 4. Análise de riscos de acidentes em processos industriais 4h 5. Responsabilidade civil e criminal no acidente de trabalho 4h 6. Projeto final de curso 6h 6.1. Análise de risco de acidentes em um ambiente PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 165 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas e práticas Recursos Apostilas, projetor de slides, retroprojetor, lousa, pincel, apagador, máquinas específicas Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e ocorrerá da seguinte forma: . Através de trabalhos práticos e/ou teóricos, individuais e/ou em grupo, utilizando como parâmetro as competências do módulo e/ou das disciplinas, com registro e acompanhamento em formulário próprio. . Serão feitas observações diárias das atividades práticas realizadas. . A avaliação permitirá diagnóstico das falhas do processo e encaminhamento a estudos de recuperação paralela. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. DIAS CAMPOPS, J. L., DIAS CAMPOPS, A. B., Responsabilidade penal, Civil e Acidentária do Trabalho. 2. SALIBA, T. M., CORRÊA, M. A. C., Insalubridade e Periculosidade: Aspecto Técnico e Práticos, Ed Ltr. 3. GONSALVES, E. A., Apontamentos Técnicos Legais de Segurança e Medicina do Trabalho. Ed. LTr. 4. MANUAL DE LEGISLAÇÃO ATLAS, Segurança e Medicina do Trabalho. Ed. Atlas 5. SALIBA, T. M., CORRÊA, M. A. C., AMARAL, L. S., RIANI, R. R., Higiene do Trabalho e Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Ed. LTr. 6. VIANA, J. S., SANTOS. N. T., Manual de Prevenção de Acidentes. Ed. Livraria Freitas Bastos 7. LIDA, I., Ergonomia: Projeto e Produção. Ed. Edgard Blucher 8. COUTO, H. A., Ergonomia Aplicada ao Trabalho: Manual Técnico da Máquina Humana. Vol. I e II. Ed. Ergo Editora. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 166 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Segurança, Meio Ambiente e Saúde Módulo II 3º semestre Professor: Francisco Antonio Padilha Barreto Carga Horária prevista: 24h COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Aplicar as normas e padrões - Conhecer a legislação aplicada; estabelecidos na área de Segurança, Meio - Identificar e usar procedimentos ambiente e Saúde. operacionais adequados; - Conhecer as normas e regras básicas de segurança; - Identificar e relacionar as não conformidades existentes no ambiente; - Tratar das não conformidades. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Sistema Integrado de Gestão de Meio Ambiente, Segurança e Saúde 2h 2. Novos conceitos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde na exploração e produção de petróleo 4h 3. As normas Série ISO 14000, BS 8800, ISM CODE 6h 4. Identificação dos aspectos de segurança, Meio Ambiente e Saúde e avaliação dos impactos associados 4h 5. Metodologia para implantação de um Sistema de Gestão de segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) 4h 6. Regulamentação 2h 7. Sistemas de controle SMS 2h Estratégias de Aprendizagem Perguntas e respostas; Revisão do sai anterior questionando o entendimento individual; Trabalho em grupo teórico e prático nas dependências da escola (laboratórios). Recursos Apostilas, fitas de vídeo, multimídia (apresentação em power point), quadro, pincel. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Prova escrita; Trabalho em grupo; Avaliação conceitual participativa. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 167 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Normas Técnicas Regulamentares (NR’s); ISO 14100, BS 8800, ISM CODE; 2. Apostila SMS – Francisco Barreto. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 168 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Tecnologia do Petróleo e Gás Módulo II 3º semestre Professor: Horaydes Almeida Silva Filho e Cícero José Assad Pereira Carga Horária prevista: 60h COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Adquirir conhecimento geral da cadeia produtiva do petróleo e gás, - Identificando todas as etapas que compõem o ciclo produtivo do petróleo, desde sua origem até o consumo final, conhecendo as características, os limites e as atividades de cada etapa da cadeia produtiva do petróleo. - Pesquisar através de livros, apostilas, internet, instrutores e outros; - Elaborar a pesquisa e apresentar em nível de palestras; - Conceituar cadeia petrolífera; - Calcular; - Conceituar etapas de cadeia produtiva; - Interpretar as etapas da cadeia produtiva; - Interpretar e auxiliar relações de campo e efeito nas atividades desenvolvidas na Industria do Petróleo; - Pensar positivamente em relação à segurança física/ ambiental/ operacional, no desenvolvimento das atividades petrolíferas. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. A indústria do petróleo CH 15h 1.1. Exploração 1.2. Explotação 1.3. Transporte, 1.4. Refino 1.5. Distribuição 2. Definições da tecnologia de petróleo 15h 2.1. Reservatórios 2.2. Perfuração 2.3. Complementação 2.4. Produção 3. Processo do petróleo 30h 3.1. Geologia do petróleo: Reservatórios 3.2. Exploração do petróleo: Atividades exploratórias 3.3. Perfuração: Métodos e equipamentos de perfuração, fluidos de perfuração, controle de poço 3.4. Petróleo no mar 3.5. Reservas 3.6. Noções de completação: Cimentação, preparação do poço, testes de formação 3.7. Produção: Petróleo e seus derivados 3.8. Gás natural 3.9. Transporte 3.10. Pesquisa 3.11. Xisto 3.12. Meio ambiente PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 169 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem Aulas teóricas, pesquisas e palestras. Recursos Apostilas, fitas de vídeo, multimídia, retroprojetor. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Provas escritas; Pesquisas e apresentação. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Apostila de Elementos de Produção- Petrobrás CEN – NOR 2. Apostila de Tecnologia de Petróleo – CEFETES 3. Experiência do professor enquanto profissional da área petrolífera PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 170 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Equipamento da Indústria do Petróleo Módulo II 3º semestre Professor: Jair de Andrade Filho Carga Horária prevista: 60h COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Caracterizar os diversos tipos de - Distinguir os diferentes tipos de plataforma; plataformas; - Identificar os equipamentos utilizados em - Compreender o princípio de funcionamento todas as fases da perfuração; dos sistemas de equipamentos; - Conhecer os equipamentos utilizados na superfície e subsuperfície; - Relacionar os equipamentos utilizados na superfície e subsuperfície; - Compreender as operações básicas e especiais realizadas; - Identificar os principais equipamentos e processos operacionais; - Identificar os equipamentos de segurança e - Diferenciar os equipamentos; cabeça de poço e suas funções - Relacionar os principais equipamentos. - Conhecer os equipamentos utilizados na completação; CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Tipos de plataforma 2h 2. Sistema elevatório 4h 3. Sistema rotativo 4h 4. Sistema circulatório 4h 5. Sist. Equipamentos auxiliares 4h 6. Revestimento 4h 7. Cimentação 4h 8. Perfilagem 2h 9. Poços direcionais 4h 10. Testemunhagem 2h 11. Canhoneiro 2h 12. Pescaria 2h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 171 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 13. Segurança de poços 10h 14. Avaliação de poços 2h 15. Completação 10h Estratégias de Aprendizagem Aulas expositivas e dialogadas Pesquisas Recursos Vídeo, retroprojetor, computador, televisão, quadro, pincel, multimídia Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Participação em aula; Trabalho de pesquisa; Avaliação individual Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Manuais de procedimentos Petrobrás 2. Fundamentos de Engenharia de Petróleo – Editora Interciência 3. Internet (pág. Diversas) PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 172 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Sistema de Elevação de Cargas e Ancoragem Módulo II 3º semestre Professor: Rogério Santana Cardoso Carga Horária prevista: 36horas COMPETÊNCIAS - Operar e movimentar cargas com segurança HABILIDADES - Amarrar cargas - Proteger equipamentos e trabalhadores - Distribuir cargas adequadamente - Empregar normas de segurança - Organizações e limpeza na área de carga - Posicionar cargas perigosas em local seguro - Limpar e organizar convés - Lubrificação dos equipamentos e acessórios (guindastes, guinchos, polias, cabos e manilhas) - Combater desgastes devidos a vários movimentos - Aplicar diretrizes de manutenção preventiva - Identificar lubrificantes de acordo os equipamentos e acessórios CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Movimentação de cargas CH 12h 1.1. Normas NR11, NR12 e CLT 1.2. Guindastes móveis e fixos (tipos, operação, informações gerais, tabela de capacidade e sinalização) 1.3. Empilhadeiras, carregadeiras (operação e manutenção) 1.4. Influencia dos ventos e condições de mar nas operações offshore (limite de vento, altura de onda e limitações operacionais) 1.5. Proteção e segurança em operações 1.6. Certificados de cabos e acessórios 1.7. Pessoal envolvido 1.8. Operações (ângulo de trabalho da lança, inspeção e substituição de cabos de aço, torção nos cabos, lubrificação, resistência de cabos, torção de cabos, como medir e manusear cabos de aço) 1.9. Tabelas (CIMAF, ganchos forjados com olhal, manilhas, grampos etc.) 2. Sistema de elevação 6h 2.1. Torre, guincho, bloco de coroamento, Catarina, cabo de perfuração, análise estática e cálculos de carga/ polias / linha morta 2.2. Tonelada milha (cálculo e corrida de cabo) 3. Amarração e transporte de cargas 6h 3.1. Tipos de cargas (sólidas, liquidas e gasosas), formas de cargas, meio onde as cargas estão imersas 3.2. Normas gerais de segurança para transferência de pessoas e materiais entre plataformas e embarcações e vice-versa 3.3. Dispositivos e acessórios usados na movimentação de cargas (cintas, cabos, esligas, manilhas, corda de segurança etc) 3.4. Noções de compensação balanço em operações (roll e pitch) 3.5. Manuseio e operação com equipamentos e material de movimentação de carga PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 173 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 3.6. Produtos químicos (ficha de emergência, estocagem, manuseio, planejamento e cuidados em operações) 3.7. Inspeção de cabos e esligas 4. Ancoragem 12h 4.1. Sistemas de ancoragem 4.2. Tipos de âncoras e acessórios (guinchos, cabos, chaser, pendentes etc) 4.3. Linhas de ancoragem (composição cabo/amarra) 4.4. Plano de ancoragem 4.5. Procedimentos preliminares 4.6. Cálculo de catenária Estratégias de Aprendizagem A aprendizagem será promovida através de aulas teóricas e dialogadas, destacando a linguagem operacional, visitas técnicas e trabalhos de grupo e individual Recursos Apostilas, retroprojetor, materiais de segurança, filmes, apostila quadro, pincel, apagador, revistas e jornais Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e acontecerá através da realização de trabalhos em grupo e individual, de provas e da participação. Será usada a observação para diagnosticar os casos de encaminhamento a recuperação. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Sistema de elevação de cargas – Apostila – Rogério Santana Cardoso 2. Inspeção de equipamentos - Apostila – Rogério Santana Cardoso 3. Normas técnicas do CONTEC e NBR PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 174 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Tecnologia dos Materiais em Petróleo Módulo II 3º Semestre Professor: Eduardo de Melo Rosa Carga Horária prevista: 60 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Caracterizar materiais mais comuns na - Selecionar o material em função de suas indústria do petróleo considerando sua características e necessidades. composição, ótica, física, química, elétrica e térmica e os seus custos/beneficio e disponibilidade. Parte Especifica 50% Parte Comum 50% CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Características físicas e químicas dos materiais: Ligações químicas, Fases em materiais, Estruturas internas dos materiais, Propriedades físicas dos materiais, Propriedades tecnológicas dos materiais (Conceito de tensão e deformação). 6h 2. Revisão de Elasticidade, Tração, Pressão interna, Colapso, Torção, Influência da tensão axial 2h 3. Noções do diafragma Fe-C – Ligas ferrosas e aço carbono, Principais propriedades, tipos e aplicações de aços: Diagramas de fases dos sistemas Fe-C, Alotropina de Fe, Estruturas cristalinas do Fe, Solução sólida do Fe, Efeitos dos elementos de liga no diagrama Fe-C. 8h 4. Aços (construção mecânica, ligas, aços inoxidáveis, resistentes altas temperaturas, resistentes desgastes), ferros fundidos, e ligas não ferrosas (Ligas de alumínio; Ligas de cobre; Ligas de zinco; Ligas de magnésio; Ligas de níquel) 8h 5. Tratamento termofísicos nos aços: Definição e classificação dos tratamentos termofísicos, e tipos de Tratamentos termofísicos (recozimento, normalização, têmpera, revenimento, martêmpera e austêmpera). 4h 6. Normalização e nomenclatura de ligas ferrosas e não ferrosas: Sistema: ABNT, SAE, AISI, ASTM e API. 8h 7. Materiais cerâmicos e poliméricos na industria do petróleo: Características, propriedades mecânicas e aplicações tecnológicas. 12h 8. Elastômeros 8h 9. Materiais de Ferramentas de Manuseio 4h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 175 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva e dialogada, trabalhos em grupo Recursos Retroprojetor, filmes, tv/video, multimídia, quadro, pincel, apagador Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação terá caráter formativo e acontecerá através de trabalho em grupo com apresentação e avaliação teórica. Será utilizada a observação para a verificação da aprendizagem e encaminhamento à recuperação. Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. REED-HILL, R. E. Princípios de Metalurgia Física, Rio de Janeiro, Guanabara Dois. 2. GUY, ª G. Ciência dos materiais.Trad. José Roberto G. da Silva, Rio de Janeiro, Livros Técnicos Científicos. 3. VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciências dos materiais, São Paulo, Ed. Edgard Bluncher Ltda. 4. Apostila de Elementos de Produção – Petrobrás CEN-NOR 5. Apostila de Materiais CEFETES PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 176 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Inglês Técnico Módulo II 3º semestre Professor: Francisco Antonio Padilha Barreto Carga Horária prevista: 24horas COMPETÊNCIAS - Interpretar fluxogramas, desenhos e manuais técnicos em inglês HABILIDADES - Conhecer termos usados na industria petrolífera OFF SHORE - Ler manuais de operação do fabricante CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Revisão de inglês básico 10h 2. Estrutura de plataformas 2h 3. Histórico do Petróleo 2h 4. Termos usados no petróleo 2h 5. Simulados de operações 4h 6. Ferramentas de perfuração 2h 7. Equipamentos de produção 2h Estratégias de Aprendizagem Interpretação de fluxogramas e tradução de testos realizados em grupo; Interpretação de fitas de vídeo em conjunto com a turma; Identificação de sistemas em maquetes e projetos; Aula teórica Recursos Apostilas, fitas de vídeo, multimídia (apresentação em power point) Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Prova escrita; Trabalho em grupo; Avaliação conceitual participativa Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 177 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. Linguagem Internacional OFF SHORE – Francisco Barreto 2. Petroleum Challenges - CEFETES PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 178 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Manutenção de Equipamentos de Superfície e Sub-superfície Módulo III 4º semestre Professor: Jair de Andrade Filho Carga Horária prevista: 60 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Aplicar conhecimentos de sistemas de manutenção nos equipamentos - Identificar os tipos de sistemas de manutenção aplicados aos equipamentos de superfície e subsuperfície. - Otimizar o sistema de manutenção, conforme o grau de prioridade - Correlacionar a necessidade de manutenção em função das características operacionais do equipamento; - Elaborar um plano de ação; - Reduzir custos de manutenção; - Minimizar riscos de quebra prematura de equipamentos; - Reduzir riscos de acidentes provenientes da manutenção imprópria; - Planejar, coordenar e dar assistência técnica à manutenção de equipamentos de petróleo e gás; - Fiscalizar a execução da manutenção; - Supervisionar e participar dos serviços de manutenção. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Introdução à manutenção 8h 2. Introdução à lubrificação 8h 3. Equipamento super. perf. 12h 4. Equipamento subsuper. perf. 10h 5. Equipamento super. Completação 12h 6. Equipamento subsuper. Completação 10h Estratégias de Aprendizagem Aulas expositivas, pesquisas Recursos Vídeo, retroprojetor, computador, tv, quadro, pincel, multimídia Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Participação de simulações em sala de aula; Trabalho de pesquisa PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 179 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Avaliação individual Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Apostilas – Lubrificação Vol. I e II, CEFETES – Curso de Mecânica 2. Apostila – Organização e Métodos de Manutenção – CEFETES – Coordenadoria. Mecânica 3. Manuais de Procedimentos Operacionais Petrobrás 4. Normas API, 7 RPG e 9 RPG PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 180 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Transporte e Tancagem de Fluídos Módulo III 4º semestre Professor: Roberto Carlos dos Santos Simões Carga Horária prevista: 48h COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Identificar órgãos responsáveis pela legislação do transporte marítimo - Relacionar os órgãos responsáveis pela legislação marítima - Identificar os tipos de tanques de armazenamento em função do seu processo - Reconhecer tipos de tanques de armazenamento de petróleo - Efetuar cálculos de Tancagem do seu processo -Converter unidades de volume - Reconhecer a importância do Sistema de gás inerte em um navio petroleiro quando do seu descarregamento - Identificar a composição dos gases e seus riscos de uso - Reconhecer a importância da limpeza dos dutos através dos PIG’s - Identificar os tipos de prevenção para a limpeza de duros - Identificar causas dos riscos do petróleo - Identificar os cuidados inerentes ao manuseio do petróleo - Conhecer a utilização de F.P.S.O. Identificar vantagens e desvantagens da F.P.S.O. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Legislação Aplicada 2h 2. Tipos de tanques de armazenamento 4h 3. Histórico da Marinha Mercante Brasileira 3h 4. Histórico do Ministério dos Transportes 3h 5. Tabela de Conversão de Unidades 3h 6. Riscos do Petróleo 3h 7. Acessórios de tanques de armazenagem 3h 8. Requisitos para aquecimento de tanques 3h 9. Manuseamento e armazenagem 3h 10. Inertização dos Tanques de carga 3h PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 181 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 11. Limpeza de tanques de carga –COW 3h 12. Setor Petrolífero Capixaba 3h 13. Poluição provocada pelo petróleo 3h 14. Limpeza de dutos com PIG’s 3h 15. Utilização de F.P.S.O. 3h Estratégias de Aprendizagem Visita técnica – Fábrica de Lubrificantes da FRANEL Recursos Apostilas, retroprojetor, computador, projetor de multimídia, caneta, quadro magnético, apagador, pincel, apostila, xerox Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Participação de simulações em sala de aula; Trabalho de pesquisa Avaliação individual Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Apostila de Operações de Perfuração e Completação de Poços de Petróleo (CEFETES-2002) 2. Apostila de Tecnologia de Petróleo e Gás (CEFETES) 3. Livro: Fundamentos de Engenharia de Petróleo (Editora Interciência) PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 182 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Operações de Produção de Petróleo Módulo III 4º semestre Professor: Horaydes Almeida Silva Filho Carga Horária prevista: 48 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Monitorar, operar e preservar para garantir - Interpretar as variáveis do processo; a produção do petróleo e gás dentro das - Acompanhar o funcionamento dos normas de segurança. equipamentos; - Executar manutenção de primeiro escalão; - Observar a produção de petróleo (óleo, gás e água), seguindo as normas; - Manipular produtos químicos; - Identificar e seguir procedimentos operacionais; - Acompanhar a produção de óleo e gás; - Manipular válvulas, bombas e instrumentos (manobras operacionais). CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Processamento e Tratamento do Óleo: CH 12h 1.1. Vasos separadores; 1.2. Separadores bifásicos e trifásicos; 1.3. Vantagens e desvantagens dos separadores; 1.4. Variáveis do processo; 1.5. Problemas especiais; 1.6. Acessórios do separador; 1.7. Separação em estágios; 1.8. Sistema de produção; 1.9. Sistemas Flutuantes de Produção – SFPS e Sistemas Definitivos de Produção – SDPS 1.10. Plantas de Processo em Sistema de Produção OFF SHORE; 1.11. Conceitos de elevação de petróleo; 1.12. Sistema de tratamento de água oleosa; 1.13. Produtos químicos para tratamento do petróleo; 1.14. Anexos; Emulsão; Incrustação; Espuma; Parafina; 1.15. Procedimento para análise de BSW 1.16. Procedimentos operacionais para abertura do poço PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 183 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 12h 2. Propriedades do óleo 2.1. Classificação do petróleo; 2.2. Propriedades físico-químicas do petróleo: 2.3. Densidade 2.4. Grau API 2.5. Viscosidade, Cinemática e Dinâmica 2.6. Fator de caracterização 2.7. Ponto de fluidez 2.8. Ponto de fulgor 2.9. Coeficiente de Expansão Térmica 2.10. Índice de acidez 2.11. Ponto de ebulição 2.12. Peso molecular 2.13. Parafinas e Asfaltenos 2.14. Teor de água e sedimentos 12h 3. Processamento e Tratamento de Gás 3.1. Introdução 3.2. Descrição sumária do sistema global 3.3. Definição sobre gás natural 3.4. Hidrato 3.5. Desidratação do gás natural (Planta de Glicol) 3.6. Depuração de gás 3.7. Eliminadores de névoa: Formação, Mecanismos e Equipamentos 3.8. Elevação artificial por gás lift contínuo 3.9. Amostragem do gás natural 12h 4. Propriedades do gás 4.1. Terminologia básica 4.2. Natureza e composição do gás natural 4.3. Propriedades PVT do gás 4.4. Equação de estado para um gás ideal 4.5. Mistura de gases reais 4.6. Propriedades do gás natural 4.7. Umidade em gás natural Estratégias de Aprendizagem Atividades em grupo, aulas teóricas, relato de experiências profissionais da área, simulação, visitas técnicas Recursos Apostilas, retroprojetor, quadro, pincel, vídeos, multimídia Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Trabalhos escritos individual e em grupo Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 184 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Apostilas Propriedades dos fluidos – Petrobrás 2. Propriedades do gás natural – Apostila Petrobrás - 1996 3. Jr., William D. McCain – The proprieties of petroleum fluids – second edition, 1990 4. Campos, Antonio Claret e Leontsinis, Epaminondas - Petróleo e derivados: Obtenção, especificação, requisitos de desempenho PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 185 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Instrumentação e Automação Módulo III 4º semestre Professor: Kleber Martins de Oliveira Carga Horária prevista: 48h COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Medir as variáveis do processo de óleo e gás - Manusear instrumentos de medição; - Medir pressão, temperatura, vazão - Controlar a produção de óleo e gás através dos instrumentos eletrohidropneumáticos - Conhecer o funcionamento dos instrumentos de controle e suas funções; - Executar a segurança e controle do processo de óleo e gás em função dos instrumentos - Operar instrumentos de controle do processo e segurança baseado no seu funcionamento - Analisar o funcionamento do controle de processo em função dos equipamentos, com profundidade - Conhecer as variáveis, funcionamento dos instrumentos e sua operação CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. Introdução ao controle de Processos CH 2h 1.1. Introdução 1.2. Conceito de Controle de processos 1.3. Malha de Controle 1.4. Componentes da Malha de Controle 2. Sinais, Nomes, Símbolos e Unidades de Instrumentação 2h 2.1. Sinais de Transmissão 2.2. Nomenclatura 2.3. Simbologia 2.4. Unidades 2.5. Definições dos termos de Instrumentação aplicados em Controle 3. Variáveis de Processo, Sensores, Chaves, Transmissores e Indicadores de Instrumentação 4h 3.1. Variáveis de processo 3.2. Elemento Sensor 3.3. Sensores mecânicos 3.4. Sensores eletrônicos 3.5. Chaves de alarme 3.6. Pressostato 3.7. Termostato 3.8. Chave de Nível 3.9. Chave Limitadora 3.10. Chave de Vazão 3.11. Indicador 3.12. Transmissor PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 186 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 4. Variável de Nível 4h 4.1. Unidade 4.2. Métodos 4.3. Régua de gabarito 4.4. Visor de Nível 4.5. Bóia 4.6. Pressão diferencial 4.7. Borbulhamento 4.8. Empuxo 4.9. Intertravamento 4.10. Transmissor 4.11. Outros métodos 5. Variável Temperatura 3h 5.1. Unidades e Escalas de temperatura 5.2. Métodos 5.3. Por dilatação e expansão 5.4. Em vidro 5.5. Em recipiente metálico 5.6. Pressão de gás 5.7. Pressão de vapor 5.8. Por Termopar 5.9. Por Radiação 5.10. Por Eletromagnetismo 5.11. Por Pirômetros 5.12. Por Radiômetros 5.13. Intertravamento 5.14. Transmissor 6. Variável Pressão 3h 6.1. Unidades 6.2. Tipos de pressão 6.3. Pressão absoluta 6.4. Pressão atmosférica 6.5. Pressão manométrica 6.6. Pressão de vácuo 6.7. Pressão diferencial 6.8. Pressão estática 6.9. Pressão de velocidade 6.10. Pressão hidrostática 7. Variável Vazão 4h 7.1. Unidades 7.2. Métodos 7.3. Placa de orifício 7.4. Tubo Venturi 7.5. Bocal de Vazão 7.6. Tubo Pitot 7.7. Rotâmetro 7.8. Eletromagnético 7.9. Turbina 7.10. Efeito Coriolis 7.11. Ultrassônico 7.12. V- Cone 7.13. Intertravamento 7.14. Transmissor PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 187 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 8. Elementos finais de controle – Válvulas 4h 8.1. Corpo 8.2. Conceito 8.3. Plug 8.4. Sede 8.5. Tipo 8.6. Classe 8.7. Engaxetamento 8.8. Atuador 8.9. Pneumático 8.10. Manual/Automático 8.11. Ações 8.12. Acessórios 8.13. Características 8.14. Tipos 8.15. Vedação 8.16. Válvulas especiais 9. Controle de Processos 12h 9.1. Processos 9.2. Processo Contínuo 9.3. Processo Batelada 9.4. Variáveis de Processo 9.5. Variável Controlada 9.6. Variável Medida 9.7. Variável Manipulada 9.8. Variáveis Aleatórias e Distúrbios 9.9. Ponto de ajuste (SP) 9.10. Tempo Morto 9.11. Atrasos característicos 9.12. Resistência 9.13. Capacitância 9.14. Ganho 9.15. Controladores 9.16. Medição 9.17. Ponto de ajuste 9.18. Malha aberta ou fechada 9.19. Ação direta e inversa 9.20. Controle Automático 9.21. Controle Binário 9.22. Controle Proporcional 9.23. Controle Proporcional mais Integral 9.24. Controle Proporcional mais Derivado 9.25. Controle Proporcional mais Integral mais Derivado 9.26. Controlabilidade do Processo 9.27. Fatores do Processo 9.28. Sintonia do Controlador 9.29. Controle Multivariável 9.30. Relação 9.31. Cascata 9.32. Autoseletor 9.33. Faixa Dividida (Split Range) PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 189 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 10. Controladores Lógicos Programáveis PLC 8h 10.1. CLP – Sequenciamento 10.2. Componentes Básicos 10.3. Processador 10.4. Memória 10.5. Circuito de entrada 10.6. Circuito de saída 10.7. Painéis de Controle 10.8. Fonte de Alimentação 10.9. Endereçamento 10.10. Endereçamento Indexado 10.11. Instruções de arquivo 10.12. Constantes numéricas 10.13. Instruções básicas 10.14. Tipo Relé 10.15. Liga-Desliga 10.16. Com selo (OTL e OTU) 10.17. OSR 10.18. Temporizadores 10.19. Contadores 10.20. RES 11. Noções de Supervisório 4h Estratégias de Aprendizagem Aula expositiva, dialogada e exemplificada; trabalhos em grupo Recursos Apostilas, multimídia, fotos relacionadas ao assunto, simulados,quadro, apagador, pincel Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) A avaliação será formativa e acontecerá com provas teórica e prática Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Apostila CICON de Instrumentação e Controle de Wellington Bello – REDUC 1986 2. Automação e Controle de Marco Antonio Ribeiro – Marcotek – 2002 3. Instrumentação de Umberto Matrangolo – CENPES – 1998 4. Manual PLC da Rockwell Automation 2001 5. ISA – Instrumentation Symbols and Identification 6. ISA – software – 1994 7. Software The Learning Pit Educational – 1996 8. Instrumentação PETROBRAS – 1988 9. Controle Avançado de Euclides Almeida Neto CENPES - 2002 PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 190 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Inglês Técnico Módulo III 4º semestre Professor: Francisco Antonio Padilha Barreto Carga Horária prevista: 24h COMPETÊNCIAS - Interpretar fluxogramas, desenhos e manuais técnicos em inglês HABILIDADES - Conhecer termos usados na industria petrolífera OFF SHORE - Ler manuais de operação do fabricante CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Revisão do Módulo I 4h 2. Verbos mais usados na Industria do Petróleo 2h 3. Diálogos direcionados a Operações na perfuração e Produção 10h 4. Termos Técnicos 4h 5. Questões freqüentes sobre petróleo 2h 6. Verbos irregulares 2h Estratégias de Aprendizagem Interpretação de fluxogramas e tradução de testos realizados em grupo; Interpretação de fitas de vídeo em conjunto com a turma; Identificação de sistemas em maquetes e projetos; Aula teórica Recursos Apostilas, fitas de vídeo, multimídia (apresentação em power point) Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Prova escrita; Trabalho em grupo; Avaliação conceitual participativa Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 191 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Referências Bibliográficas 1. Linguagem Internacional OFF SHORE – Francisco Barreto 2. Petroleum Challenges - CEFETES PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 192 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Componente Curricular: Instrumentação e Automação Módulo III 4º semestre Professor: Cícero José Assad Pereira Carga Horária prevista: 50 horas COMPETÊNCIAS HABILIDADES - Planejar e operar nas diversas atividades que compõem as Tecnologias de Poços, na área de Exploração e Produção de Petróleo (segmento “Upstream” da Cadeia Produtiva do Petróleo), a fim de poder participar da exploração, descobrimento, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e gás, conforme técnicas atualizadas e consagradas. - Identificar, conhecer e avaliar: • os sistemas e subsistemas usados para execução das atividades de tecnologia de poços • as operações necessárias para cumprir as atividades principais • as variáveis de controle operacional • quais os riscos envolvidos na segurança operacional e ambiental • procedimentos operacionais e medidas contingências CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CH 1. Geologia de Petróleo 2h 2. Reservatórios e Poços 2h 3. Sondas e Sistemas: tipos e aplicações 2h 4. Sistemas de Segurança de Poços 2h 5. Noções de Perfuração de Poços 20h 5.1. Princípios de controle de poço 5.2. Elementos das colunas de perfuração 5.3. Operações normais de perfuração 5.4. Operações especiais 5.5. Poços direcionais e horizontais 5.6. Estudo das Fases da Perfuração 6. Noções de Avaliação das Formações 2h 7. Noções de Completação de Poços 16h 7.1. Estudo das Fases da Completação 7.2. Perfilagens em poços revestidos 7.3. Componentes das colunas de produção 7.4. Equipamentos de superfície 8. Noções de Intervenções em Poços 2h 9. Noções de Elevação Artificial 2h Estratégias de Aprendizagem Atividades individuais e em grupo, aulas teóricas. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 193 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Recursos Apostilas, Vídeo, retroprojetor ,computador, TV, quadro, pincel, multimídia, artigos técnicos, biblioteca. Avaliação da Aprendizagem do aluno (critérios e instrumentos) Testes, individuais e/ou em grupo, para afirmação de conhecimento Provas de rendimento teórico Acompanhamento do Módulo O acompanhamento do módulo acontecerá através de reuniões sistemáticas, envolvendo os professores, coordenador do curso e pedagoga, havendo uma análise qualitativa dos aspectos didáticos pedagógicos e auto-avaliação do trabalho docente. Referências Bibliográficas 1. Apostila de Operações de Perfuração e Completação de Poços de Petróleo (CEFETES-2002) 2. Apostila de Tecnologia de Petróleo e Gás (CEFETES) 3. Livro: Fundamentos de Engenharia de Petróleo (Editora Interciência) PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 194 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO 05 – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES O critério de aproveitamento de conhecimentos e de experiências anteriores acontecerá na forma prevista na Regulamentação da Organização Didática do CEFETES, na Seção VI, no artigo 31, parágrafos de 1º a 6º. CAPÍTULO 06 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS DO CURSO Os critérios de avaliação, levando em conta as Competências e Habilidades, terão um caráter diagnóstico e processual. Os professores elaborarão instrumentos de avaliação em acordo com a organização curricular da disciplina em questão, e com o perfil do egresso. Serão avaliados os conhecimentos, habilidades e valores desenvolvidos de forma interdisciplinar, o que poderá ser através de resolução de problemas ou de projetos integradores. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 195 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO PROFESSORES E ALUNOS DO CURSO 7.1. INFRA-ESTRUTURA DO CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA Laboratórios/Equipamentos A unidade SEDE, para atender às necessidades do Curso Técnico de Mecânica, dispõe de uma infra-estrutura constituída de um grande número de equipamentos distribuídos em 19 laboratórios, como mostrados na seqüência abaixo: Coordenadoria de Mecânica Sala da Coordenadoria do Curso Atividades: - Desenvolvimento e Gerenciamento do planejamento didático/pedagógico do Curso Técnico em Mecânica. Equipamentos: - Computadores para acesso a Internet; mesa para reunião; impressora jato de tinta e telefones. Laboratório de Fundição Atividades: - Serviços de machearia; moldagem; fusão e elaboração de ferros fundidos; açoscarbono comuns e ligados; metais e ligas não-ferrosas. Equipamentos: - Conjunto de 3 fornos elétricos à indução com capacidade de carga de 50, 83 e 200 Kg; 2 fornos a óleo de 50 e 250 Kg; 1 forno cubilô para ferro fundido de 200 Kg/h; máquina de moldagem do tipo shell-molding, máquina de moldagem de machos do tipo shell-core; sistema de tratamento e recuperação de areia. Laboratório de Análises Químicas Atividades: - Análise qualitativa e quantitativa por vias à úmido e instrumental de água industrial, escórias de altos fornos e convertedores, refratários, calcário, carvão, coque, aços carbono comuns e ligados, aços inoxidáveis, ferros fundidos comuns e ligados, alumínio, cobre, bronze, latões, ferros-ligas e minérios de ferro. Equipamentos: - Analisador de carbono e enxofre lecco, balanças analíticas, espectrômetro de raios x, fotocalorímetro, fotômetro de chama, muflas e potenciômetro. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 196 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Laboratório de Metalografia/Tratamentos Térmicos Atividades: - Análise de fraturas, inclusões, estruturas de ferros fundidos comuns e ligados, açoscarbono comuns e ligados, alumínio e suas ligas, cobre e suas ligas e aplicação de tratamentos térmicos convencionais. Equipamentos: - Aparelhos de um laboratório de metalografia convencional; microscópios óticos avançados, dotados de aparelhos de tv, filmadora e vídeo-cassete; fornos de mufla. Laboratório de Manutenção Elétrica Atividades: - Estudo dos tipos de enrolamento utilizados em motores monofásicos e trifásicos, e transformadores de pequena potência; execução dos enrolamentos em motores e transformadores para comprovação prática do estudo realizado no item citado acima, estudo de falhas comuns a painéis elétricos industriais. Equipamentos: - Bobinadeiras para execução de enrolamentos; estufa atmosférica para secagem de máquinas; bancadas para alimentação de motores monofásicos e trifásicos e transformadores de pequena potência; ferramentas para manutenção eletro-mecânica (chaves, alicates, ferramentas perfuro-cortantes), equipamentos de medição elétrica, analisador de vibrações mecânicas, equipamento de recursos audiovisuais (televisão a cores e vídeo cassete), equipamentos para serviços de produção e correção de peças mecânicas (esmeril, furadeira e lixadeira elétrica). Laboratório de Eletrônica Básica Atividades: - Introdução ao estudo da eletrônica analógica (componentes e circuitos típicos); implementação dos circuitos estudados para comprovação prática dos conhecimentos teóricos. Equipamentos: - Bancadas para realização das experiências práticas, osciloscópios, grande estoque de componentes eletrônicos analógicos, fontes de tensão cc, reguladas, traçador de curvas características de dispositivos eletrônicos, gerador de sinais, equipamentos de áudio e vídeo (televisão a cores e vídeo cassete), módulo didático para estudo de circuitos eletrônicos típicos (system 90 - didacta). PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 197 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Laboratório de Máquinas Operatrizes e Ferramenteria Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de usinagem mecânica básica desenvolvendo atividades de usinagem de metais, normas, higiene e segurança no trabalho, ajustagem, afiação de ferramentas para máquinas operatrizes, preparação da máquina, planejamento de usinagem, capacitação de profissionais na área de caldeiraria básica, desenvolvendo atividades de desenvolvimento e projetos de caldeiraria nível básico. Equipamentos: - Plaina limadora zocca 450, plainas de mesa, furadeira radial, bancadas de ajustagem, serra de fita, serra alternativa, prensa excêntrica cap. 6 ton., calandra min. 250 mm largura máxima de 1050 mm, guilhotina Newton, máquina universal para trabalho com chapas, retificadora universal, afiadoras de broca. Laboratório de Máquinas Operatrizes II Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de usinagem mecânica com tornos paralelos convencionais, desenvolvendo atividades nos fundamentos de usinagem, tais como: avaliação e seleção de máquina, planejamento de usinagem, seleção de ferramentas. Equipamentos: - Torno paralelo diâmetro máx. usinável - 325 mm, distância entre pontas - 1000 mm.; torno paralelo diâmetro máx. usinável - 350 mm distâncias entre pontas - 1000 mm; furadeira de bancada. Laboratório de Máquinas Operatrizes III Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de usinagem com fresadoras convencionais desenvolvendo atividades baseadas na usinagem de metais ferrosos e não ferrosos, tais como: avaliação e seleção da máquina, planejamento de usinagem, seleção de ferramentas. Equipamentos: - Fresadora geradora de dentes renania, diâmetro máx./mín usinável 900/80 mm módulo máx. 6; fresadoras geradoras de dentes fellows diâmetro máx./mín usinável 300/40 mm módulo máx., 4; fresadoras universal diâmetro máximo - 350 mm, módulo máximo, distância entre pontas 1000 mm; fresadora vertical altura máxima - 400 mm, comprimento máximo - 800 mm. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 198 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Laboratório de Máquinas Operatrizes IV Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de processos e métodos de fabricação no que se refere à produção de peças usinadas em ambiente à comando numérico, desenvolvendo atividades nos fundamentos de usinagem de metais como: desenho auxiliado por computador utilizando auto cad, preparação de máquinas à comando número, simulação do processo de torneamento no comando march 4 - romi, especificação do ferramental de metal duro para usinagem em ambiente cnc, planejamento e documentação de usinagem a partir do levantamento e análise de dados da literatura existente. Equipamentos: - Simulador onc romi - mch 4, estação gráfica composta por microcomputador at 486, mesa digitalizadora, mouse e plotter, software auto cad r 12, torno copiador semiautomático sp 12, retificadora house, broqueadeira de coordenadas, madriladora bft 63, 02 computadores 486 para acesso a internet, 01 torno cnc, fresadora cnc denford. Laboratório de Soldagem Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de soldagem, desenvolvimento de processos e métodos de soldagem: oxiacetilênico, arco elétrico, MAG, MIG, TIG, plasma; seleção de fundentes e eletrodos; metalurgia da soldagem. Equipamentos: - Máquina de soldagem processo TIG, máquina de soldagem pelo processo do arco submerso, máquina de soldagem pelo processo MIG/MAG, máquina de corte à plasma capacidade de 300 A. Laboratório de Metrologia Dimensional Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de controle da qualidade industrial com ensaios dimensionais, desenvolvendo normas técnicas, ensaios práticos de metrologia, tolerâncias e ajustes. Equipamentos: - Paquímetro com resolução de 0,02 mm - 0,001 mm, micrômetro (externo e interno) com resolução de 0,001 mm e 00001 mm, goniômetro com resolução 5, relógio comparador 0,01 mm, mesas de medição, blocos padrões, projetor de perfil (capacidade de aumento de até 100 vezes), calibradores de roscas, instrumentos de verificação e controle. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 199 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Laboratório de Ensaios Físicos (Destrutivos e Não-Destrutivos) Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de controle da qualidade industrial com inspeções nas áreas de ensaios destrutivos (dureza, tração e impacto) e não destrutivos (líquido penetrante, partículas magnéticas, ultra-som). Equipamentos: - Máquina universal de tração - capacidade de 20000 Kgf, durômetro HPO 250 Vickers/Brinell e durômetro HP 250 Rockwell B e C, micro-dureza Shimadzu MHV 1000 (aumento até 500 vezes), mecanismo pendular para ensaio de impacto Charpy, Izod e tração por impacto com capacidade de 30 Kgm, aparelho Yoke, usados em ensaios de partículas magnéticas com cc/ca, aparelho ultra-som, USKFB - 100 db, máquina detectora de trincas horizontal Aroflux, líquido penetrante em spray e fluorescente. Laboratório de Automação Industrial Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de automação industrial, hidráulica e pneumática, desenvolvendo os seguintes conteúdos: projetos de circuitos hidráulicos e pneumáticos, manutenção de componentes e sistemas hidráulicos e pneumáticos. Equipamentos: - Unidade de treinamento em hidráulica e pneumática, unidade de treinamento em hidráulico/eletro-hidráulica e hidráulica proporcional, unidade de treinamento em eletropneumática com comandos auxiliados por computador. Laboratório de Máquinas Térmicas (em processo de construção) Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de máquinas térmicas, desenvolvendo os seguintes objetivos: conhecimento do funcionamento das máquinas térmicas e suas aplicações, compreender os conceitos físicos necessários ao funcionamento das máquinas térmicas. Equipamentos: - Termômetro digital portátil 3 ½ dígitos mod. p-4 prazis, transmotor-motor transp. de combustão int. mod. t 81 m 952200; unidade de treinamento de refrigeração completA marca yorker unidade de demonstração para o estudo da refrigeração mod. T 108/1D, viscosímetro engler mod. el-2 marca wealip; viscosímetro Saybolt completo marca ELCAR, dinamômetro para testes de motor modelo T 85 D, compressor alternativo de duplo estágio com capacidade para 75 lb/pol2, motor Diesel Mercedes Bens modelo OM 352 e motor Mercedes Bens em corte modelo OM 352, planta didática computadorizada para estudo de climatização de condicionamento de ar. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 200 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Laboratório de Manutenção Mecânica Industrial Atividades: - Objetiva capacitar profissionais na área de manutenção mecânica industrial, desenvolvendo os seguintes objetivos: conhecimento e organização da manutenção na indústria, elaboração de plano básico de manutenção preventiva, conhecimento das diversas ferramentas, instrumentos e aparelhos utilizados na manutenção, demonstração de técnicas de análises das vibrações mecânicas, balanceamento e alinhamento e conhecimento da manutenção de diversos componentes e equipamentos mecânicos. Equipamentos: - Analisador de vibração completo mod. va-500 technik, analisador de vibrações portátil mod. va-700 marca mitutoyo, base magnética haste hidráulica articulada marca mitutoyo, compressor de ar mod. msv20/350 marca schultz, máquina de balanceamento dinâmico cap. 30 Kg marca ddr, medidor eletrônico de camadas de espessura marca mitutoyo, torquimetro de estalo ½, equipamento para alinhamento de máquinas rotativas a laser. Laboratório de Linguagens Computacionais Atividades: - Estudo do sistema operacional Windows, estudo de linguagens de programação, estudo de editores de textos, planilhas eletrônicas e outros, estudo de gerenciador de banco de dados access; acesso à internet, correio eletrônico. Equipamentos: - Microcomputadores 486dx 266mhz, impressora matricial, bancadas específicas para os microcomputadores e impressoras, armários. Laboratório de Editoração Eletrônica Atividades: - Estudo do sistema operacional windows NT, estudo das tecnologias da editoração eletrônica de textos, através dos softwares coreldraw, page maker, ventura e outros. Equipamentos: - Microcomputadores 486dx2 66mhz, impressoras à jato de tinta monocromática e colorida, bancadas específicas para os microcomputadores e impressoras, armários. Laboratório de Higiene Industrial Atividades: - Avaliação ambiental de ruído, calor, iluminância, radiações, ionizantes, gases e vapores tóxicos, gases e vapores explosivos, aerodispersóides. Equipamentos: - Audiodosímetros, medidores de nível de pressão sonora; calibradores para audiodosímetro, calibradores para medidores de nível de pressão sonora, filtro de freqüência, conjunto de termômetros para avaliação de ibutg, detector de gases através de tubos reagentes, indicador de CO e O2, dosímetro de radiação, bombas de PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 201 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO amostragem pessoal de aerodispersóides, gases e vapores, calibrador para bomba de amostragem, explosímetro para gases e vapores. Laboratório de Desenho e Projetos Mecânicos G2/G4. Atividades: - Calderaria: interseções entre sólidos prismáticos, interseções entre sólidos de rotação, planificação de sólidos prismáticos; cotagem: sistema de cotagem, métodos geométricos, cotagem funcional, elementos referenciais, tolerâncias de trabalho, desenho de conjunto, desenho de produto acabado, desenho de fabricação, tolerância dimensional, sistema de tolerância, aplicação de tolerância, análise e interpretação de desenhos e croquis, leitura e execução de projetos completos. Equipamentos: - Mesa de desenho com régua paralela, tela de projeção; quadros didáticos, peças em cortes. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 202 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 7.2. Biblioteca: sua organização, acervo de livros, periódicos Especializados, recursos e meios informatizados, área física, plano de expansão, formas de utilização Biblioteca Nilo Peçanha A Biblioteca Nilo Peçanha do Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo, subordinada à Gerência de Apoio ao Ensino, tem como objetivo servir de apoio à grade curricular de formação técnica dos cursos ministrados pelo CEFETES, do Curso de Ensino Médio, Cursos Técnicos, aos Cursos Superiores de Tecnologia. Possui um espaço físico de 1583 m2 e funciona de segunda-feira à sexta-feira, de 08h00 às 21h00, e aos sábados de08h00 às 12h00. O acervo é composto de: Livros Técnicos/Didáticos Assuntos Gerais Total Títulos 4.357 3.535 8.092 Volumes 18.452 9.222 27.674 Periódicos Técnicos/Didáticos Assuntos Gerais Total Títulos 62 127 189 Volumes 3.963 5.738 9.701 Fitas Técnicos/Didáticos Assuntos Gerais Total Títulos 53 575 628 Volumes 57 581 638 Coordenadoria da Biblioteca Atividades: - Gerenciar todo o sistema de informação através da supervisão dos diversos setores da Biblioteca. Coordenar a elaboração de relatórios, estatísticas e demonstrativos dos serviços executados. Promover atividades culturais e dinamizar a utilização dos serviços oferecidos. Selecionar e adquirir material bibliográfico. Equipamentos: - 3 Computadores Pentium, 02 impressoras jato de tinta e 1 matricial. Estrutura Organizacional Seção de Processamento Técnico Atividades: - Registrar, catalogar, classificar e outras atividades afins (alfabetização, datilografia de fitas, etc). Organizar e conservar os catálogos por autor, título, assunto, topográfico e sistemático. Encadernar e recuperar os livros e revistas. Equipamentos: - Máquinas de datilografia, arquivos para fichas, prensa, estantes PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 203 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Seção de Referência Atividades: - Orientar os usuários na recuperação da informação, realizar pesquisa bibliográfica, manter intercâmbio com outros centros de informação. Equipamentos: - Arquivos para fichas, estantes Seção de Empréstimo Atividades: - Cadastrar usuários para empréstimo, emprestar e devolver material bibliográfico Equipamentos: - Fichários, estante. Setor de Guarda Volume e Portaria Atividades: - Efetuar a guarda do material dos usuários, controlar a entrada e saída da clientela Equipamentos: - Fichário rotativo, escaninhos Setor de Hemeroteca Atividades: - Registrar publicação periódicas, Indexar artigos de revistas e jornais, registrar e indexar normas técnicas Equipamentos: - Arquivos de pastas suspensas, fichários, maquinas de datilografia, estantes Setor de Videoteca e Sala de Vídeo Atividades: - Registrar e catalogar fitas de vídeo, fazer indexação dos assuntos das fitas, projetar fitas de vídeo. Equipamentos: - Vídeos, televisores, telão, estantes, arquivos PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 204 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Atividades: - Reunir toda a memória documental do CEFETES, catalogar, classificar e indexar o material pertencente ao setor. Equipamentos: - Arquivos de pastas suspensas, fichários e estantes Laboratório Internet Atividades: - Acessar informação em bases de dados através da rede Equipamentos: - 10 Computadores Pentium 7.3. INFRAESTRUTURA DA INSTITUIÇÃO Outras infra-estruturas podem ser consultadas a partir do anexo 1. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 205 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO 08 – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDOS NO CURSO Nome: Adejair Anselmo Pertel Disciplina(s) Atual (ais): Automação Hidráulica e Pneumática Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica – CEFET-MG Nome: Adilson Pedrosa Disciplina(s) Atual (ais): Desenho Mecânico Graduação: Licenciatura Plena em Desenho – UFES Nome: Antônio Vieira Passos Disciplina(s) Atual (ais): Aut. Hidráulica e Pneumática e Automação e Controle de Processo Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica – UFES Pós-graduação : Especialização em Manutenção Mecânica – COPPE-UFRJ Nome: Braz Ragassi Disciplina(s) Atual (ais): Mecânica Aplicada, Desenho Mecânico e Equipamentos Graduação: Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação: Especialização em Manutenção Mecânica – COPPE-UFRJ Nome: Carlos Alberto dos Santos Disciplina(s) Atual (ais): Técnicas de Manutenção Preventiva, Ensaios de Materiais Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação: Especialização em educação – UFES Nome: Carlos Alberto Pontes Gomes Disciplina(s) Atual (ais): Organização e Normas, Organização do Trabalho, Relações Humanas no Trabalho e Organização e Métodos Graduação: Licenciatura Plena em administração de Empresa - UFES Pós-graduação: Especialização em educação – UFES PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 206 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Nome: Egídio Casagrande Disciplina(s) Atual (ais): Técnicas de Manutenção Preventiva, Tecnologia de Soldagem e Mecânica Aplicada Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação: Especialização em educação – UFES Nome : Eraldo José dos Santos Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação : Especialização em Educação – UFES Nome : Filipe Pereira Gonçalves Disciplina(s) Atual (ais) : Metrologia Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação : Especialização em Processo de Ensino Aprendizagem do Planejamento a avaliação – UFES Nome : Hermes Vazzoler Junior Disciplina(s) Atual (ais) : Máquinas Térmicas, Mecânica Aplicada e segurança e Combate a Incêndio, Sistemas de Produção. Graduação : Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação : Mestrado em Engenharia Ambiental – UFES Nome : Humberto Barroncas Corrêa Disciplina(s) Atual (ais) : Máquinas Térmicas, Manutenção Mecânica e Completação de Poços Graduação : Engenharia Mecânica - UFES Nome : João Francisco Corrêa Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação: Especialização em Educação – UFES Nome: Jairo Estevão Rocca Disciplina(s) Atual (ais): Aut. Hidráulica e Pneumática e Manutenção Mecânica PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 207 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica – CEFET-MG Pós-graduação: Especialização em Manutenção Mecânica – UFES Nome: Jorge Francisco Pim Disciplina(s) Atual (ais): Técnicas de Manutenção Preventiva e Ensaios Destrutivos e não Destrutivos Equipamentos de Produção de Petróleo. Graduação : Engenheiro Mecânico - UFRJ Nome : José Barrozo de Souza Disciplina(s) Atual (ais) : Ensaios Metalográficos, Materiais, Corrosão e Revestimentos Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica - UFES Pós-graduação : Especialização em Processos Mecânicos – CEFET-MG Nome : José Brunoro Disciplina(s) Atual (ais) : Desenho Mecânico Graduação : Tecnólogo em Mecânica - UFES Graduação: Licenciatura Plena em Mecânica– UFES Nome : José Eduardo Rigo Disciplina(s) Atual (ais) : Materiais, Geologia do Petróleo, Tecnologia do Petróleo, Noções de Perfuração, Química Aplicada e Geoquímica. Graduação : Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação : Mestrado em Engenharia Mecânica – UFES Nome : José Firmino Salvador Disciplina(s) Atual (ais) : Eletromecânica , Teste de Produção e Perfilagem, Controle de Poços Graduação : Engenharia Mecânica Aeronáutica - ITA Pós-graduação : Mestrado em Mecatrônica – ITA PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 208 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Nome : José Nunes Neto Disciplina(s) Atual (ais) : Manutenção Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica – CEFET - MG Pós-graduação : Especialização em Manutenção Mecânica – UFES Nome : Levi Ribeiro de Oliveira Disciplina(s) Atual (ais) : Tecnologia de Soldagem e Fabricação Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação : Especialização em Educação – UFES Nome : Marco Antônio Pereira Stulzer Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica e Auto cad Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação : Especialização em Sistemas e Processos Mecânicos – CEFET- MG Pós-graduação : Especialização em Processo Ensino Aprendizagem - UFES Nome : Pedro Carneiro Santana Disciplina(s) Atual (ais) : Técnicas de Manutenção Preventiva, Tecnologia de Soldagem, Materiais, Corrosão e Revestimentos Graduação : Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação : Mestrado em Engenharia Metalúrgica – USP Pós-Graduação: Doutorado em Engenharia Mecânica – USP Nome : Renilton Carlos Uliana Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Pós-graduação : Especialização em Manutenção Mecânica – UFES Nome : Roberto da Silva Vidal Disciplina(s) Atual (ais) : Lubrificação Graduação : Engenharia Mecânica – Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado da Guanabara Nome : Robson Orlando Gomes PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 209 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Disciplina(s) Atual (ais) : Manutenção Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES Nome : Ronaldo Neves da Cruz Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia – UFES Tecnologia Mecânica - UFES Pós-graduação : Especialização em Educação – UFES Nome : Rubens Marques Disciplina(s) Atual (ais) : Máquinas Térmicas, Lubrificação e Mec. Aplicada, Resistência dos Materiais e Tubulações Graduação : Engenharia Mecânica - UFES Pós-graduação : Esp. em Sistemas e Processos Mecânicos – CEFET Mestrado : Engenharia Mecânica – UFES Nome : Sebastião de Oliveira Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica e Desenho Mecânico Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica – UFES Pós-graduação : Especialização em Educação - UFES Nome : Suir Martins da Silva Disciplina(s) Atual (ais) : Tecnologia da Soldagem e Fabricação Mecânica Graduação : Licenciatura Plena em Mecânica e Metalurgia - UFES PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 210 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Nome : Wagner Alves da Rocha Disciplina(s) Atual (ais) : Fabricação Mecânica e CAD/CAM Graduação : Engenharia Mecânica – UFES Pós-graduação : Especialização em Mecânica Fina – USP Doutorado: Engenharia Mecânica - USP PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 211 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO 09 – CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUDENTES DO CURSO A reestruturação das matrizes curriculares em competências e habilidades, de acordo com a legislação da educação profissional, resultou no princípio da modularização, onde os módulos foram organizados conforme a área de conhecimento em estudo. Na conclusão de cada módulo, o aluno receberá da Instituição, certificado correspondente ao módulo concluído, especificando a qualificação profissional adquirida. Após conclusão do conjunto de módulos com seus respectivos pré-requisitos dentro de uma ênfase, mais o estágio supervisionado, o aluno terá direito ao diploma de Técnico em Mecânica na correspondente ênfase, especificando a habilitação profissional adquirida. Os modelos de certificados e diplomas seguirão padrão do CEFETES. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 212 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 213 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO ANEXO I Documentos para efetivação do contrato de estágio PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 214 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA Av.:Vitória, 1729, Jucutuquara – Vitória –ES – 29040-333 Tel.: (27) 3331-2147 – Fax: (27) 3331-2211 e-mail: [email protected] Do: Coordenador da CIEE, do CEFETES A/Ao: Assunto: Encaminhamento (faz) Conforme solicitação dessa Entidade conveniada, estamos encaminhando o (a) aluno (a) ____________________________________________________________________ matriculado (a) na _________ série, _________período, do Curso _____________________________________________, candidato (a) a uma vaga de ESTÁGIO nessa, de acordo com o decreto nº 87.497/82, que regulamenta a Lei 6.494/77. Solicitamos a gentileza de transcrever na carta resposta abaixo, as observações sobre a contratação ou não do candidato e encaminhá-la imediatamente ao CEFETES. Na opção da contratação solicitamos o preenchimento do Programa de Estágio em anexo, e o seu envio juntamente com a Carta Resposta. O aluno (a) estará apto (a) a iniciar o estágio após aprovação do Programa de Estágio, pelo CEFETES e da celebração entre as partes do Termo de Compromisso. Vitória, de de . _______________________________________________ ASSINATURA E CARIMBO CARTA RESPOSTA O(a) aluno(a) ___________________________________________________________________,do Curso _________________________________________________________, ano de conclusão ___________. ( ) Será admitido a partir de _______/_______/__________ e terá como Supervisor ____________________________________________________________________ Não será admitido pelos seguintes motivos: ( )Não aprovação no processo de seleção; ( )Insuficiência de conhecimentos técnicos-práticos; ( )Desistência do candidato; ( )Incompatibilidade de horário; ( )Vaga já preenchida; ( )outros(especificar) _______________________________________________________________ Vitória, de de . _______________________________________________ ASSINATURA E CARIMBO DA EMPRESA Obs.: Favor Devolver com Programa de Estágio PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 215 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA Av.: Vitória, 1729, Jucutuquara – Vitória –ES – 29040-333 Tel.: (27) 3331-2147 – Fax: (27) 3331-2211 e-mail: [email protected] TERMO DE CONVÊNIO INSTITUIÇÃO DE ENSINO E EMPRESA (Instrumento Jurídico de que trata o artigo 5º, do Decreto nº 87.497/82, que regulamenta a Lei nº 6.494/77) Ao(s) ________ dia(s) do mês de __________________________ de ___________, na cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, as partes abaixo identificadas, neste ato celebram entre si o presente Termo de Convênio. De um lado, doravante denominado Instituição de Ensino, Razão Social: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO Endereço: Avenida Vitória, 1.729, Jucutuquara – Vitória – ES – 29040-333 – Cx. Postal 5139 Telefone: (27) 331-2147 Fax: (27) 331-2211 Inscrição CNPJ nº 36.048.874/0001-66 e-mail: [email protected] Representado por Reynaldo José Pretti, Coordenador da Coordenadoria de Integração Escola Empresa, e de outro lado, doravante denominado Empresa, Razão Social: _______________________________________________________________________ Endereço: _______________________________________________________________________ Bairro: _____________________ Cidade: __________________________________ UF: _______________ Telefone(s): __________________Fax: _________________________________ CEP: ________________ Inscrição: CNPJ nº: _____________________________________________ Estadual nº: ______________ Representada por_____________________________________________________________________ Cargo: _______________________________________________________________________ Convencionada as cláusulas e condições seguintes: PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 216 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CLAÚSULA 1ª - DO OBJETO 1.1. O objeto do presente convênio é regulamentar as condições de realização de estágios de alunos do CEFETES, na Empresa. 1.1.1. Para fins deste convênio, entende-se como estágio as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao estudante pela participação, na Empresa, em situações reais de vida e trabalho ligados à sua área de formação no CEFETES. 1.1.2. Para fins deste convênio, fica estabelecido que a Empresa não arcará com quaisquer taxas a serem repassadas ao CEFETES pelo fato de conceder oportunidades de estágio em suas instalações. 1.1.3. Os estágios práticos supervisionados terão a duração de 720 (setecentas e vinte) horas, no mínimo, para os cursos técnicos e tecnológicos, exceto o Curso Técnico em Segurança do Trabalho, que terá duração de, no mínimo, 460 (quatrocentas e sessenta) horas. CLÁUSULA 2ª - DAS OBRIGAÇÕES DA EMPRESA 2.1. A Empresa se obriga a propiciar estágios para o pessoal discente do CEFETES nos termos da legislação e das disposições deste convênio. 2.1.1. A Empresa fixará, a seu critério, o número de vagas para estagiários, bem como a distribuição dessas vagas pelas áreas de formação. 2.1.2. A Empresa selecionará estagiários dentre os candidatos apresentados pelo CEFETES, dando aos mesmos, conhecimento dos critérios adotados na seleção. 2.1.3. A Empresa fornecerá ao CEFETES todas as informações disponíveis sobre o desempenho de cada estagiário, para que o CEFETES possa fazer o acompanhamento e avaliação didático-pedagógica dos mesmos. 2.1.4. A Empresa designará dentre seus profissionais de nível superior, um supervisor de estágio que terá as seguintes responsabilidades: - participar da seleção dos estagiários; - elaborar em conjunto com o estagiário, o Programa de Estágio; - orientar as atividades dos estagiários, dentro dos objetivos da Empresa e atendendo as condições previstas na área de formação dos mesmos; - avaliar o desempenho dos estagiários, através de formulário próprio fornecido pelo CEFETES, ao final do estágio. 2.1.5. A Empresa se compromete a liberar o estagiário para participar de reuniões periódicas de avaliação do estágio curricular, sem prejuízo de qualquer ordem para o mesmo. 2.1.6. A Empresa assinará com cada estagiário um Termo de Compromisso, na forma do modelo fornecido pelo CEFETES, atendendo à legislação vigente. 2.1.7. A Empresa providenciará, para cada estagiário admitido, seguro contra acidentes pessoais, cujo número da apólice, bem como o nome da companhia de seguro, deverão constar no Termo de Compromisso. 2.1.8. A Empresa indicará ao CEFETES para ser substituído o estagiário que, por motivo de natureza técnica, administrativa ou disciplinar, não for considerado apto a continuar sua atividade de estágio. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 217 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CLÁUSULA 3ª - DAS OBRIGAÇÕES DO CEFETES 3.1. O CEFETES se obriga a apresentar à Empresa, os candidatos disponíveis para estágio dentro das normas estabelecidas pelas partes convenentes. 3.1.1. O CEFETES fornecerá os Termos de Compromisso de Estágio como interveniente, para todos os candidatos que forem aceitos pela Empresa. 3.1.2. O CEFETES atenderá a Empresa nos casos previstos no subitem 2.1.8 da cláusula Segunda deste convênio. 3.1.3. O CEFETES, através da Coordenadoria de Integração Escola Empresa, poderá suspender e/ou cancelar o estágio do estudante que não estiver sendo aproveitado na sua respectiva área de formação. 3.1.4. O CEFETES fará inserção do Estágio Curricular em sua programação didáticopedagógica, estabelecendo carga horária, duração e jornada não inferior a um semestre letivo, fixando condições de formação, visando a complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados nos termos do currículo, programas e calendários escolares, constituindo instrumento de integração, treinamento, aperfeiçoamento e relacionamento. 3.1.5. O CEFETES imprimirá sistemática de organização, orientação, supervisão e avaliação do Estágio Curricular, indicando um professor orientador para esse fim. CLAÚSULA 4ª - DA BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL 4.1. A Empresa, admitindo estagiário nas condições deste convênio, concederá uma Bolsa de Complementação Educacional a ser fixada pela mesma, em negociação com o candidato ao estágio. 4.1.1. O pagamento da Bolsa supra referida, deverá ser feito ao estagiário diretamente pela Empresa. 4.1.2. Os estudantes admitidos como estagiários não terão qualquer vínculo empregatício com a Empresa, conforme dispõe o artigo 4º da Lei nº 6.494/77, bem como o artigo 6º do Decreto nº 87.497/82. CLÁUSULA 5ª - DO PRAZO E DA RESCISÃO O presente Termo de Convênio passará a vigir após assinatura das partes convenentes e poderá ser denunciado a qualquer momento pelas partes mediante comunicação por escrito e com antecedência de 30 (trinta) dias, independente de qualquer justificativa. CLÁUSULA 6ª - DO FORO De comum acordo, as partes elegem o Foro da Justiça Federal, Seção Judiciária do Estado do Espírito Santo, na cidade de Vitória, renunciando, desde logo, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir qualquer questão que se originar deste convênio e que não possa ser resolvida amigavelmente. E, por estarem justos e acordados, assinam o presente Termo de Convênio, em 2 (duas) vias de igual teor, sendo a segunda via da Empresa. Vitória (ES), de de . REPRESENTANTE DA EMPRESA ASSINATURA E CARIMBO TESTEMUNHAS: COORDENADOR DA CIEE PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 218 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA Av.: Vitória, 1729, Jucutuquara – Vitória –ES – 29040-333 Tel.: (27) 3331-2147 – Fax: (27) 3331-2211 – e-mail: [email protected] TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO Termo de Compromisso de Estágio sem vínculo empregatício de acordo com o Decreto nº 87.497, de 18/8/1982, celebrado entre: A – CONCESSORA EMPRESA: _________________________________________________________________ ENDEREÇO: _____________________________________________________-Nº: _____________ BAIRRO: __________________________________ CEP: _____________________________________ CIDADE: _____________________________________ ESTADO: ______________________________ TELEFONE: _____________________ FAX: _____________ CNPJ: ____________________________ REPRESENTANTE LEGAL: ____________________________________________________________ CARGO: _________________________________________________________________ B – ESTAGIÁRIO NOME: _________________________________________________________________ ENDEREÇO: ______________________________________________________ Nº: _______________ BAIRRO: _________________________ CIDADE: _____________________________________ ESTADO: ___________________ CEP: _______________ TELEFONE: _________________________ CURSO: ________________________________________ SÉRIE: ________ PERÍODO: ________ ANO DE CONCLUSÃO: ___________ APÓLICE DE SEGURO Nº: _________________________________ CIA SEGURADORA: __________ VALIDADE: _________________________________________________________________ PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 219 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO C – INTERVENIENTE CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO ENDEREÇO: AV: VITÓRIA, 1729, JUCUTUQUARA – VITÓRIA – ES CEP: 29040-333 REPRESENTANTE: COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA – CIEE TELEFONE: (27) 331-2147 FAX: (27) 331-2211 CAIXA POSTAL: 5139 INSCRIÇÃO CNPJ: 36.048.874/0001-66 e-mail: [email protected] _________________________________________________________________ A Empresa, o Estagiário e o Interveniente indicados nos itens A, B e C do preâmbulo, têm entre si justo e contratado o seguinte: CLÁUSULA 1ª O ESTAGIÁRIO não terá para qualquer efeito, vínculo empregatício com a EMPRESA, que se obriga a celebrar com cada ESTAGIÁRIO um TERMO DE COMPROMISSO, elaborado conforme o Decreto nº 87.497 de 18/8/1982. CLÁUSULA 2ª À EMPRESA caberá a fixação dos locais, datas e horários em que se realizarão as atividades, que deverão coincidir com a programação dos trabalhos escolares a que está sujeito o ESTAGIÁRIO, ficando expressamente convencionado que essas atividades se concentrarão na linha de formação do mesmo. CLÁUSULA 3ª O estágio terá a duração de ________ mês (es), no período de _____/_____/_____ a _____/_____/_____, devendo o ESTAGIÁRIO cumprir uma jornada diária de ________ horas, de ________ às ________ e de ________ às __________ ________,totalizando (__________________________________________________________) horas de estágio. CLÁUSULA 4ª A EMPRESA concederá mensalmente, ao ESTAGIÁRIO, uma Bolsa auxílio no ( ) valor de R$ CLÁUSULA 5ª O ESTAGIÁRIO se obriga a cumprir as normas internas da EMPRESA e, especialmente, aquelas relativas ao PROGRAMA DE ESTÁGIO. CLÁUSULA 6ª O ESTAGIÁRIO se compromete a zelar pelos instrumentos, equipamentos, materiais e instalações que lhe forem confiadas, reservando-se à EMPRESA o direito de responsabilizá-lo pelos danos por ele causados, por imprudência, negligência ou imperícia. CLÁUSULA 7ª A EMPRESA se compromete a facilitar as atividades do PROFESSOR ORIENTADOR, para que o mesmo, juntamente com o SUPERVISOR, possa auxiliar o ESTAGIÁRIO em eventuais problemas durante o seu estágio. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 220 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CLÁUSULA 8ª O ESTAGIÁRIO se compromete formalmente a não divulgar quaisquer informações, dados ou trabalhos reservados ou confidenciais, de que tiver conhecimento em decorrência do estágio. CLÁUSULA 9ª Os contratantes poderão denunciar e considerar rescindido este TERMO DE COMPROMISSO nos termos do Convênio assinado entre a Concessora e o Interveniente. CLÁUSULA 10ª O ESTAGIÁRIO estará obrigado a comparecer às REUNIÕES DE ACOMPANHAMENTO DE ESTÁGIO a serem realizadas na Escola com autorização automática da EMPRESA. CLÁUSULA 11ª O presente TERMO DE COMPROMISSO ficará automaticamente rescindido nas seguintes hipóteses: atividades não compatíveis com a habilitação do ESTAGIÁRIO; o término do estágio; não comparecimento do aluno ao estágio por período superior a _________ dias sem justa causa. CLÁUSULA 12ª A EMPRESA se compromete a acompanhar e avaliar, através do SUPERVISOR, o desempenho do ESTAGIÁRIO, designando o Sr. _______________________________________________________ para essa finalidade, enquanto vigorar o presente TERMO DE COMPROMISSO. CLÁUSULA 13ª A EMPRESA se obriga a fazer, às suas expensas, seguro contra acidentes pessoais para cobertura de qualquer acidente que possa ocorrer ao ESTAGIÁRIO durante a vigência do presente TERMO DE COMPROMISSO. CLÁUSULA 14ª Ao final do estágio, o ESTAGIÁRIO, deverá apresentar relatório sobre o trabalho realizado, juntamente com a avaliação da EMPRESA, para competente emissão do DIPLOMA e REGISTRO no CREA. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 221 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CLÁUSULA 15ª De comum acordo, as partes elegem o FORO DA JUSTIÇA FEDERAL, seção Judiciária do Espírito Santo, em Vitória, renunciando, desde logo, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir qualquer questão que se originar e que não possa ser resolvida amigavelmente. Vitória (ES) de de . TESTEMUNHAS: 1) EMPRESA 2) CEFETES _________________________________________________________________ EMPRESA (ASSINATURA E CARIMBO) ESTAGIÁRIO (ASSINATURA) CEFETES (ASSINATURA E CARIMBO) PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 222 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA Av.: Vitória, 1729, Jucutuquara – Vitória –ES – 29040-333 Tel.: (27) 3331-2147 – Fax: (27) 3331-2211 e-mail: [email protected] PROGRAMA DE ESTÁGIO (preenchido pela Empresa)________________________ Favor remeter à CIEE/CEFETES antes do início do estágio; Este programa deverá ser preenchido pelo Supervisor de Estágio da Empresa. ESTAGIÁRIO: _______________________________________________________ CURSO: ________________________ SÉRIE: ______________ PERÍODO: ____________ ANO DE CONCLUSÃO DO CURSO: __________________ EMPRESA: ________________________________________________________________ SETOR: _________________________________________________________________ TEL.: _____________________________ Período _______/_______/_______ a _______/_______/_______ Horário: _________ às ________horas e ________ às ________horas ATIVIDADES PRINCIPAIS A SEREM DESENVOLVIDAS, COMPATÍVEIS COM A HABILITAÇÃO DO CURSO A QUE SE REFEREM. (Indicar a área de atuação, as tarefas e serviços que serão desenvolvidas durante o Estágio ou em cada uma de suas fases detalhadamente). ______________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ ____________ Data, ______/______/______ __________________________________________ ASSINATURA E CARIMBO DO SUPERVISOR __________________________(preenchido Escola)____________________________ pela A (o) Sr.(a) Coordenador (a) do PARECER DO COORDENADOR DO CURSO: Curso de: __________________ Favor emitir parecer Vitória, ____/____/____ PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 223 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO ANEXO II Documentação para validação do estágio PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 224 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA Av.: Vitória, 1729, Jucutuquara – Vitória –ES – 29040-333 Tel.: (27) 3331-2147 – Fax: (27) 3331-2211 – e-mail: [email protected] RELATÓRIO FINAL (Preenchido pelo Estagiário) DADOS DE IDENTIFICAÇÃO A – EMPRESA RAZÂO SOCIAL: ___________________________________________________________ ENDEREÇO: ______________________________________________________________ SUPERVISOR DE ESTÁGIO: _________________________________________________ TELEFONE: _______________________________________________________________ B – ESTAGIÁRIO NOME: ____________________________________________________________________ FILIAÇÃO: _________________________________________________________________ ENDEREÇO: _______________________________________________________________ TELEFONE: ________________________________________________________________ CURSO: ___________________________________________________________________ ANO DE CONCLUSÃO: DO CURSO: _______________ DO ESTÁGIO: ___________ __________________, __________ de ________________________de______ RESERVADO À CIEE ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ _________________________________________________________________ ___________________________________________ ASSINATURA DO ESTAGIÁRIO ___________________________________________ 01-Obtenção do Estágio: ( PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] ) Pela Escola ( ) Pelo aluno Página - 225 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 02-Ambiente de trabalho na empresa: faça um resumo sobre as instalações, equipamentos, segurança, relacionamento humano, etc... _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 03-Especifique quais as principais dificuldades encontradas durante o seu estágio: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 04-Conhecimentos adquiridos no estágio: cite treinamentos, cursos, seminários, leituras de manuais, livros técnicos, etc... _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 05-Faça um relato sobre: a) A assistência e orientação dadas pela empresa para execução de seu trabalho durante o estágio. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ b) A supervisão e acompanhamento de seu estágio pela Escola. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 06-Cite os pontos positivos e negativos de sua experiência de estágio especificando, dentre os pontos negativos, aquele que constituiu o maior obstáculo para você. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 226 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 07-Indique sugestões para a inclusão ou exclusão de algum assunto no programa do seu curso. Justifique. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ 08-Mencione a contribuição técnica e crescimento pessoal que o estágio lhe proporcionou. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 09-Estabeleça uma comparação entre os conhecimentos técnicos recebidos na Escola e as atividades desenvolvidas na empresa. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 10-Você pretende continuar atuando como técnico? Justifique. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 11-Atividades desenvolvidas: descreva, em linhas gerais, as atividades realizadas durante o seu estágio. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 227 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO - o estágio - sua participação como estagiário - como julga sua capacidade profissional - como se sente frente ao mercado de trabalho _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 13-ANEXOS: Junte ao Relatório outros elementos que sirvam para um maior enriquecimento do mesmo, tais como: MAPAS, DESENHOS, PLANTAS, AMOSTRAS, GRÁFICOS, etc... OBSERVAÇÃO: O Relatório de Estágio devidamente visado pela empresa deverá ser entregue à CIEE acompanhado do RELATÓRIO DA EMPRESA. OBS. DA EMPRESA: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _________________________________________ ASSINATURA E CARIMBO/EMPRESA RESERVADO AO CEFETES Julgamento do CEFETES: Encaminho o presente Relatório do Coordenador do Curso _______________________________________________________________ para exame e parecer. Em ________ de _____________________________ de ___________. __________________________________________ Coordenador da CIEE PARECER DO COORDENADOR: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Em ________ de _____________________________ de ___________. __________________________________________ Coordenador do Curso PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 228 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS COORDENADORIA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA EMPRESA Av.: Vitória, 1729, Jucutuquara – Vitória –ES – 29040-333 Tel.: (27) 3331-2147 – Fax: (27) 3331-2211 – e-mail: [email protected] RELATÓRIO FINAL (Preenchido pela Empresa) IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 01-RAZÃO SOCIAL: _________________________________________________________ 02-RAMO DE ATIVIDADE: ____________________________________________________ 03-RUA: _______________________ 04-Nº: _______05-BAIRRO: ____________ 06-CIDADE: ________________________ 07-ESTADO: _______ 08-CEP: _____________ 09-TEL: _______________ 10-SUPERVISOR DO ESTÁGIO: ________________________ 11-TEL: _______________ IDENTIFICAÇÃO DO ESTAGIÁRIO 12-NOME: ________________________________________________________________ 13-RUA: _______________________________ 14-Nº: _________ 15-BAIRRO: __________ 16-CIDADE: ________________________ 17-ESTADO: _______ 18-CEP: _____________ 19TEL: _______________ 20-CURSO: _________________ 21-ANO DE CONCLUSÃO DO CURSO: ______________ INFORMAÇÕES SOBRE O ESTAGIÁRIO 22-INÍCIO DO ESTÁGIO: _________/_________/_________ 23-TÉRMINO DO ESTÁGIO: _________/_________/________ 24-TOTAL DE HORAS DO ESTÁGIO: _____________(______________________________________________________) 25-DEPARTAMENTO/SEÇÃO: ________________________________________________ 26-MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E/OU INSTRUMENTOS UTILIZADOS (DISCRIMINAR): _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ ___________________________________ 27-INDIQUE ALGUMA SUGESTÃO EM COLABORAÇÃO AO ENSINO TÉCNICO-INDUSTRIAL DESTA ESCOLA: _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________ CARIMBO DA EMPRESA COM CNPJ REPRESENTANTE LEGAL DA EMPRESA ASSINATURA E CARIMBO - Este relatório não deverá conter emendas e/ou rasuras. - O preenchimento dos dados deste, em letra de forma e com caneta de cor azul, deve ser feito pelo Departamento Pessoal e/ou Supervisor do Estágio. - As horas de estágios serão as constantes do TERMO DE COMPROMISSO. PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 229 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO OS CAMPOS 28, 29, 30 E 31 DEVEM SER PREENCHIDOS PELO SUPERVISOR DO ESTÁGIO. 28-DESCREVA, EM LINHAS GERAIS, AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 29-DIFICULDADES PERCEBIDAS DURANTE O PERÍODO DE ESTÁGIO: ____________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 230 - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO 30-FAÇA UMA ANÁLISE E EMITA UM CONCEITO SOBRE O CONCEITO ESTAGIÁRIO TENDO COMO INDICATIVO OS SEGUINTES ASPECTOS: I R B MB O (Marque com um “X” a opção escolhida) PONTUALIDADE: é cumpridor do horário estabelecido pela empresa. ASSIDUIDADE: está sempre presente nos trabalhos e atos programados. MOTIVAÇÃO: engaja-se nas tarefas com interesse e gosto. INICIATIVA: toma medidas adequadas em ocasiões oportunas, visando solução imediata. RELACIONAMENTO: relaciona-se com as pessoas de modo adequado. ADAPTABILIDADE: ajusta-se apropriadamente a novos problemas e situações. COOPERAÇÃO: trabalha harmoniosamente com os outros para atingir um fim comum. OBJETIVIDADE: seleciona dentre várias possibilidades o essencial para atingir uma determinada meta. PRODUTIVIDADE: demonstra qualidade e eficiência na realização das tarefas que lhe são atribuídas. EMPATIA: capacidade de se identificar afetivamente com os outros, colocando-se em seu lugar, experimentando seus sentimentos. FLEXIBILIDADE: admite e respeita opiniões contrárias às suas. CRIATIVIDADE: desenvolve novas idéias, dá soluções diferentes e/ou aperfeiçoa as já existentes. EQUILÍBRIO EMOCIONAL: é estável em suas reações, com ausência de flutuações emocionais de grande intensidade. CONCEITO FINAL LEGENDA: I = INSUFICIENTE R = REGULAR B = BOM MB = MUITO BOM O = ÓTIMO 31-SUGESTÕES: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Vitória (ES), _______/_______/__________ _______________________________________ ASSINATURA DO SUPERVISOR E CARIMBO PC_36.048.874_Indústria[Mecânica] Página - 231 -