Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
NAVAL E OFFSHORE
ENSINO E P&D+I NA UFPE
Armando Shinohara
Departamento de Engenharia Mecânica-Materiais-Naval
CTG/UFPE
Suape Global – GT4 – Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
Ipojuca-PE, 02 de Abril de 2012
Artigos x Patentes
Fonte: UNESCO - 2010
UFPE em Números
• UFPE é considerada a maior universidade do
Nordeste e 5a maior IFES
– 31.269 alunos de graduação e pós-graduação,
2.100 professores/pesquisadores
• CTG – Centro de Tecnologia e Geociências
– 3.801 alunos de gradução,
– 900 alunos de pós-graduação,
– 302 professores/pesquisadores
Proposta de Implantação do Curso de
Graduação em Engenharia Naval e
Oceânica da UFPE
Comissão de Implantação DEMEC/UFPE
Prof. Alex Maurício Araújo
Profa. Ana Rosa Mendes Primo
Prof. Armando Hideki Shinohara
Prof. José Maria Andrade Barbosa
15/Outubro/2009
Motivations for Human Resources
Formation and R&D in
Naval and Shipbuilding
• Industrial developments in Pernambuco State in
Oil, Gás, Biofuel and Naval & Offshore;
• SUAPE GLOBAL – Pernambuco State and
Federal Government investiments programme to
become Pernambuco one of main industrial hub of
world in oil, gas, biofuel and naval and offshore;
• Petrobras investiment (5 years): US$224 billions;
• Demand for number of engineers in the next 5
years: 30,000-40,000 engineers, just in
Pernambuco.
Aula inaugural de Engenharia Naval e Oceânica
é proferida pelo presidente da Transpetro
O curso de Engenharia Naval e Oceânica da UFPE teve início, oficialmente, 2/08/211, com
aula inaugural proferida pelo presidente da Petrobras Transporte S/A - Transpetro, Sergio
Machado. A solenidade foi realizada no auditório Newton Maia, no Centro de Tecnologia e
Geociências (CTG), no Campus Recife.
CR – Coeficiente de Rendimento
Engenharia Naval
2012.01
Engenharia
Naval
Máx CR
8,59
Mín CR
7,88
Média CR
8,15
PFRH – PROGRAMA DE
FORMAÇÃO DE RECURSOS
HUMANOS DA PETROBRAS
Tecnologia de Construção Naval
- TCN
Research Projects and
R&D Centers for
Naval Engineering
• PFRH – Programme for Human Resources
Formation – Investiment of US$7 millions (6 years
programme) with focus in shipbuilding
Technology;
• R&D Center: National Institute for Welding, Joining
and Materials (INTM); US$20 millions,
• Shipbuilding Projects:
– Welding Effects (UFRJ): US$1 million (US$150,000)
– Nuclear Submarine (USP): US$1,5 millions (US$300,00)
Projeto de Pesquisa
CT-Aquaviário/UFPE-USP
•
•
2011 - 2013
Projeto NAVEGANTE - Desenvolvimento tecnológico colaborativo de ferramenta de projeto para
avaliação do desempenho hidrodinâmico de embarcações submersas. Projeto aprovado na
CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP - Transporte Aquaviário e Construção Naval 01/2010
•
Descrição: O Projeto NAVEGANTE se realiza no âmbito do Convênio FINEP ref. 0577/10
(Chamadas Públicas MCT/FINEP; Chamada Pública Encerrada CT-AQUAVIÁRIO 01/2010) Projeto FUSP-2271. O Convênio foi assinado em 08/12/2010, com publicação no Diário Oficial da
União em 15/12/2010. O Projeto objetiva a construção de ferramenta de apoio ao projeto
hidrodinâmico de embarcações submersas em avanço e em manobras. Apóia-se em métodos
analítico-numéricos e experimentais configurados e validados no âmbito dos casos de interesse
da pesquisa.
Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico ( 1) .
Integrantes: Ana Rosa Mendes Primo - Integrante / jose maria andrade barbosa - Integrante /
Rafael Luz Espindola - Integrante / Mardel Bongiovanni de Conti - Coordenador / Moyses
Szajnbok - Integrante / Valentina Domiciano - Integrante / Veronica Teichrieb - Integrante / Alex
Maurício Araújo - Integrante.
Financiador(es): Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro..
INTM no COTEQ-2011
A CCI em números
Alunos UFPE
- por ano (TOTAL = 1164 alunos)
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
230
170
129
68
8
9
21
25
78
89
131
2007
206
2008
2009
2010
A CCI em números
332
Alunos UFPE
- por país TOTAL = 1164 alunos
327
223
167
33
28
12
Espanha
Chile
Suécia
Portugal
Belgica
Noruega
10
França
Canadá
Peru
9
9
6
Alemanha
Itália
Rep. Tcheca
2
2
Inglaterra
Holanda
Suíça
1
1
EUA
Japão
1
1
A CCI em números
Alunos UFPE
(os 20 cursos que mais participam da mobilidade internacional)
154
125
93
71
61
59
50
47
43
41
37
35
27
Direito
Eng. Mecânica
Jornalismo
Eng. Civil
Psicologia
Geografia
Arquitetura
Eng. Produção
Eng. Eletrônica
Publicidade e Propaganda
Eng. Biomédica
História
26
25
22
Administração
Design
C. Computação
C. Sociais
Economia
Pedagogia
22
22
19
18
A CCI em números
Alunos Estrangeiros na UFPE
- por ano (TOTAL = 590 alunos)
97
81
80
71
1999
2000
2001
65
2002
52
51
53
2003
2004
2005
2006
28
2007
2008
2009
9
1
2
2010
A CCI em números
Alunos Estrangeiros na UFPE
(TOTAL = 590 alunos)
188
142
88
41
32
23
30
12
12
11
6
5
PAÍS
Alemanha
Portugal
França
Canadá
Espanha
EUA
Austria
Colômbia
Holanda
Itália
Inglaterra
Outros
A CCI em números
Alunos Estrangeiros na UFPE
- Os 10 cursos mais procurados -
C. Biológicas
C. Sociais
Eng. Civil
Arquitetura
Letras
Administração
Geografia
C. Computação
Pedagogia
Turismo
A CCI em números
- 2011 1st semester
OUT – 85 alunos
IN – 42 alunos
2nd semester (Estimated)
OUT – 146 alunos
IN – 77 alunos
RÚSSIA
VENEZUELA
UZBEQUISTÃO
URUGUAI
SUÍÇA
PORTUGAL
PERU
NORUEGA
MOÇAMBIQUE
MÉXICO
JAPÃO
ITÁLIA
INGLATERRA
HOLANDA
FRANÇA
ESLOVÁQUIA
EUA
ESPANHA
DINAMARCA
COREIA DO SUL
COLÕMBIA
CANADÁ
BRASIL
BÉLGICA
ARGENTINA
ARÁBIA SAUDITA
ALEMANHA
Convênios Atuais
(vigentes/em processo)
Convênios Internacionais
100 – vigentes
90 – em processo/renovação
25
20
15
10
Vigentes
5
Em processo/renovação
0
Cooperation Example – Finish Delegation in Pernambuco
•
Following priority areas were found during the 26th and 27th workshop days and
further mutually agreed on the continuation, actions and schedules.
•
•
Focus on R&D
Alignment with SUAPE GLOBAL Strategic Areas. (Oil & Gas, Petrochemical,
Shipbuilding and Offshore)
Supply chain requirements.
Logistics, Manufacturing, Welding, Energy, Environment, Materials, Economics &
Management, etc.
Actions:
Build strong cooperation between Universities and IS&Ts
Exchange of Researchers and Experts
Joint Industry Projects
Choose Targeted Research Areas
Create a Bi-national Naval-Maritime-Offshore Research Center
Assurance of funding (MCTI, FACEPE, PETROBRAS, BNDES, and Finnish
Institutions)
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Following priority areas were found during the 26th and 27th workshop days and
further mutually agreed on the continuation, actions and schedules.
•
•
Engineering education
Curriculum changes and increase number and quality of people trained in the areas
of interest.
Actions:
Programme for Student (Undergraduate and graduate) and Faculty/Researcher
mobility
Double degree programmes
Develop specific CVs to achieve expertise in key areas.
Applying Innovation Pedagogy is a MUST
Assure funding (MCTI, FACEPE, CAPES, Science Without Borders Programme,
PETROBRAS, and Finnish institutions)
•
•
•
•
•
•
•
Following priority areas were found during the 26th and 27th workshop days and
further mutually agreed on the continuation, actions and schedules.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Cooperation between companies
Core industries cooperation to be established.
Maritime;
Design and Architecture;
Production;
Outfitting;
Project Management.
Oil, gas, and offshore extraction;
Electronics and electric devices;
Energy sector, especially renewable energy.
Ações
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Actions;
Both sides must each identify, each for their own country (Brazil and Finland):
Which companies could be involved;
What are their needs and requirements for cooperation;
What are their strongpoints and capabilities;
What legal, diplomatic, financial, and political mechanisms are their to support the
interactions.
A written report should be sent by 26/03/2010 and a videoconference on the matter
should be held in 02/04/2012, in time to arrange for meetings between players in
August.
The Finnish delegation visited Recife during the week 4 have continued clarifying the
contents and possibilities in the 3 priority areas defined during the workshops.
CENTRO BRASILJAPÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE
PERNAMBUCO
Aulas sobre a cultura Japonesa
workshop
INTRODUÇÃO
• Trata-se do primeiro Centro Brasil-Japão
englobando todas as áreas do conhecimento
em termos culturais, científicos, tecnológicos e
empresariais. Com sede na UFPE, Recife,
deverá atuar como agente polarizador BrasilJapão da região nordeste e de todo o país.
INTRODUÇÃO
• Historicamente, a Universidade sempre tem atuado e
contribuído do desenvolvimento da humanidade
através da inovação, informação e difusão do
conhecimento, da abertura de novos canais de
cooperação e treinamento de recursos humanos.
• Novos desafios estão surgindo no país com a
implantação de imensos pólos de desenvolvimento
no Nordeste, como p. ex., o pólo de Suape. Neste
particular, a contribuição do Centro BJ será
estratégica para estabelecer importantes canais de
cooperação com o Japão, detentor de uma das mais
tradicionais e avançadas tecnologias Naval &
Offshore do mundo.
INTRODUÇÃO
• Cerca de 200 empresas japonesas já atuam no
Brasil, muitas delas na área de concentração
relacionadas à Engenharia Naval & Offshore,
petróleo, petroquímica, e outras áreas de interesse
(aços, mecânica, engenharia e transporte naval,
motores, ótica, eletrônica e comunicações, ...).
• De imediato, o Centro BJ tem condições de criar
interfaces para interação com tais empresas. Referirse à RELAÇÃO DAS PRINCIPAIS EMPRESAS
JAPONESAS OU RELACIONADAS À INDUSTRIA &
COMERCIO BRASIL-JAPÃO
OBJETIVOS
• Contribuir para o intercâmbio e formação de recursos
humanos de alto nível em todas as áreas do
conhecimento.
• Contribuir para o desenvolvimento cientifico,
tecnológico, social e econômico de ambos países.
• Contribuir prioritariamente para o desenvolvimento do
Pólo de Construção Naval & Offshore do Pólo Suape.
• Aumentar a “mobilidade estudantil” da comunidade da
UFPE e de outras Universidades do Nordeste.
OBJETIVOS
• Criar um Ambiente para Desenvolvimento
de Pesquisas
Aquisição e organização de livros, literaturas em
geral(DVD, CD) especializados de variadas áreas
(por exemplo, design, medicina, tecnologia,
cultural, língua japonesa e portuguesa e etc),
Desenvolvimento de pesquisas culturais japonesas
(cerimônia
do
chá,
caligrafia,
origami,
gastronomia, e etc),
Contribuir para o desenvolvimento cientifico, tecnológico,
social e econômico de ambos países.
OBJETIVOS
• Relacionamento entre as empresas
Japonesas e Brasileiras
dos “funcionários” das empresas
brasileiras de variadas áreas:
- Formação avançado
Promoção
japoneses,
de cursos de treinamentos com especialistas
- Promover relacionamento empresarial entre BrasilJapão (Por exemplo: Segurança, alta tecnologia, marketing, e etc. )
Promover “b2b”, b2c”
Promover participação dos alunos no relacionamento empresarial
para tomarem conhecimento da presente realidade econômica e
visualizar o futuro desenvolvimento das empresas.
OBJETIVOS
• Estabelecer e Fortalecer “Network” entre as
Universidades Brasileiras e com Universidades
Japonesas
- Não somente na área de línguas e cultura, mas nas diversas
áreas do conhecimento; por exemplo: engenharia, medicina, design,
arquitetura, meio ambiente, educação e entre outras áreas .
Através de realização de intercâmbio de alunos, para que motive a
reavaliação da forma de pensar, assim como descobrir novas formas de
agir no mundo globalizado.
Importância da Construção do
Centro Brasil-Japão da UFPE
1. Possibilitará a Formação de RH de
elevado nível,
2. Possibilitará estabelecer e conduzir
cursos dentro de um ambiente adequado,
3. Condução do curso de língua japonesa,
4. Ambiente adequado para realizar
pesquisa sobre o Japão pelos alunos,
pesquisadores,
•
•
•
Opinião do Diretor Presidente da
FACEPE Sobre Centro BrasilJapão
“Trata-se evidentemente de iniciativa importante para ampliar a
cooperação internacional das instituições científicas e tecnológicas do
estado em muitas áreas, incluindo as que interessam ao projeto Suape
Global.
Infelizmente não poderei comparecer pois no mesmo horário da segunda-feira
13/12 teremos uma solenidade no palácio do governo para assinatura de termos
de outorga de auxílios à pesquisa recentemente concedidos pela FACEPE em
um grande número de editais.
Sugiro que voltemos a conversar sobre isso ainda na semana que vem”.
Atenciosamente,
Diogo Simões
Diretor Presidente da FACEPE
(09/12/2010)
FACEPE – Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco
WELDIN
G
Laboratório de Inovação
e Manufatura Avançada
Depto de Engenharia Mecânica-Materiais-MecatrônicaNaval&Oceânica
Modern shipbuilding
manufacturing techniques
•
•
Modern shipbuilding makes considerable use of prefabricated sections.
Entire multi-deck segments of the hull or superstructure will be built
elsewhere in the yard, transported to the building dock or slipway, then lifted
into place. This is known as "block construction". The most modern
shipyards pre-install equipment, pipes, electrical cables, and any other
components within the blocks, to minimize the effort needed to assemble or
install components deep within the hull once it is welded together.
Ship design work, also called naval architecture, may be conducted using a
ship model basin. Modern ships, since roughly 1940, have been produced
almost exclusively of welded steel. Early welded steel ships used steels with
inadequate fracture toughness, which resulted in some ships suffering
catastrophic brittle fracture structural cracks (see problems of the Liberty
ship). Since roughly 1950, specialized steels such as ABS Steels with good
properties for ship construction have been used. Although it is commonly
accepted that modern steel has eliminated brittle fracture in ships, some
controversy still exists.[11] Brittle fracture of modern vessels continues to
occur from time to time as the use of grade A and grade B steel of unknown
toughness or fracture appearance transition temperature (FATT) in way of
ships' side shells can be less than adequate for all ambient conditions.[12]
http://en.wikipedia.org/wiki/Shipbuilding
AIRBUS-A380 Construção
Airbus A380 – Construção por
Blocos
Produtividade - Automação
Automação da Manufatura
Processo Tradicional de União por
Soldagem, Isalubridade
Soldagem Vários Passos e
Distorções
Qualidade
40% increase in fusion depth of joints compared with existing technology without changing
laser power
http://www.hitachi.com/rd/pdf/news/hrl081017nrde.pdf
Ensaios
Laboratório I + Manufatura
Avançada
• Área física: 400 m2
– Laboratório de laser e sistema híbrido
– Laboratório de ensaios mecânicos
– Laboratório de preparação e caracterização
de materiais,
– Laboratório de ensaios não destrutivos
– Laboratório de automação de processo
Estimativa : R$6.000.000,00
Feira do POLONAVAL – NAVAL CLUSTER air
N4 – NÚCLEO REGIONAL
PERNAMBUCO
- RICINO Rede de Inovação para a Competitividade da
Indústria Naval e Offshore
Armando Shinohara, Marcos Pereira
Rede de Inovação para
Competitividade da Indústria
Naval e Offshore
Núcleo
Cadeia de
Suprimentos
SP
Núcleo
Regional
RS
Rede de
Inovação
para
Competitividade
da IBCN
Núcleo
Tecnologia
da CN
RJ
Núcleo
Projeto Naval
e Offshore
SP
Núcleo
Regional
PE
NRP - Núcleo Regional
Pernambuco
METAS DO NRP
1. Identificar, juntamente com as indústrias, os temas
prioritários;
2. propor ações estratégicas de P&D+I e capacitação de
recursos humanos, visando à competitividade da indústria
naval e offshore brasileira;
3. elaborar uma carteira de projetos estratégicos,
necessariamente com a participação da indústria;
4. promover anualmente a análise dos resultados, revisão do
plano de ação estratégico e da carteira de projetos.
REUNIÃO – NRPE
20/Out/2010
• Estaleiro Atlântico Sul;
• Petrobras;
• ABENDI – Associação Brasileira de
Ensaios Não Destrutivos;
• UFPE – Universidade Federal de
Pernambuco
• IFPE – Instituto Federal de Pernambuco
AÇÕES EM PERNAMBUCO
1.
2.
3.
4.
Em 2007 foi estabelecido no PPGEM/UFPE, a nível de mestrado, a área
e engenharia naval e ocêanica;
UPE – oferta de curso de especialização em engenharia naval em
parceria com a USP;
Elaboração do Projeto Pedagógico para implantação do Curso de
Graduação Engenharia Naval out/2009-jul/2010 (apoio/suporte: USP,
UFRJ, FURG, Estaleiro Atlântico Sul). Neste ano, já haverá vestibular
para entrada de 20 alunos e atrair alunos de quarto período;
A Petrobras, através da Universidade Petobras, está finalizando a
assinatura de um convênio com a UFPE para estabelecer o "Programa
de Formação de Recursos Humanos - PFRH em Tecnologia de
Construção Naval" ,investimento da ordem de R$12,7 milhões em 6
anos.
PROPOSTAS
•
Estabelecimento de um “Laboratório Avançado da UFPE no EAS –
Estaleiro Atlântico Sul”
•
.
MHI – Mitsubishi Heavy Industries, Ltd
visita Pernambuco
Primeira visita à SUAPE em novembro/2011
Segunda visita à UFPE em fevereiro/2012
Terceira vista à UFPE prevista para abril/2012
UFPE promove evento de
soluções em Engenharia Naval
•
•
•
•
•
•
Programação:
“A Engenharia da Construção Naval e Offshore”
Palestrante: Reiqui Abe - diretor industrial - Estaleiro Atlântico Sul
“A tecnologia CLC de fabricação de chapas de aço aplicada à indústria naval e
offshore”
Palestrantes: Leonardo de Oliveira Turani - especialista de Marketing da Usiminas) e
José Antônio de Oliveira Torres - especialista de Assistência Técnica Usiminas)
“As técnicas de soldagem de Aços TMCP da NIppon Steel Sumikin Welding
aplicadas nas indústrias naval e offshore asiáticas”
Palestrante: Akihiro Date - technical assistant advisor Nippon Steel)
“As Atividades P&D da Usiminas relacionada à Tecnologia CLC”
Palestrante: Gabriel Correia Guimarães - pesquisador da Usiminas)
“A Formação de Centros de Serviço como tendência no desenvolvimento da
Indústria Naval Brasileira”
Palestrante: Heine Stuart Moura Quintão - gerente de Comercialização da Usiminas
Mecânica)
Obrigado pela atenção!
Download

Professor Armando Shinohara