METODOLOGIA DE
PESQUISA EM ENGENHARIA
DE PRODUÇÃO
Prof. Dr. João Batista Turrioni
Prof. Dr. Carlos Henrique P. Mello
1
2013
AULA 1
PESQUISA
CIENTÍFICA
EM
ENGENHARIA
DE PRODUÇÃO
2
Engenharia de produção no Brasil
Até o advento da Revolução Industrial, a Engenharia
subdividia-se em apenas dois ramos: o militar e o civil.
A engenharia de produção desenvolveu-se, ao longo do
século XX, em resposta às necessidades de
desenvolvimento de métodos e técnicas de gestão dos
meios produtivos demandada pela evolução tecnológica e
mercadológica.
A Engenharia de Produção veio a concentrar-se no
desenvolvimento de métodos e técnicas que permitissem
otimizar a utilização de todos os recursos produtivos.
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Objetivo do curso de engenharia de
produção
Formar profissionais que, além de terem habilitação e
capacitação técnica para desenvolverem trabalhos
tradicionalmente realizados pela área escolhida
(Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica ou Engenharia
Civil), também estejam preparados para, adicionalmente,
desempenharem funções gerenciais e de liderança
administrativa em todos os níveis da organização. É sem
dúvida a menos tecnológica das engenharias na medida
em que é mais abrangente e genérica, englobando um
conjunto maior de conhecimentos e habilidades.
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Histórico da engenharia de produção
A primeira instituição de ensino a oferecer o curso de EP
foi a Escola Politécnica da USP, em 1957;
Em 1967 a FEI abre seu curso de EP;
Em 1972 foi formalizado o curso de pós-graduação em
engenharia industrial; em 1977 ele foi chamado de pósgraduação em EP;
Em 1989 foi oferecido o curso de doutorado em EP;
5
Histórico da EP na UNIFEI
Na UNIFEI, em 1980, o curso de Eng. Mecânica ganha
uma ênfase em Gerência da Produção;
O curso de EP-Mecânica começou em 1998;
Em fevereiro de 1994 foi implementado o Programa de
Mestrado Stricto Senso em Engenharia de Produção.
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Relação da EP com as demais áreas
7
Esfera de ação de diversos profissionais
8
Área de concentração de diversos
cursos
9
Evolução dos cursos de EP
Em 2012, o site do INEP indica que existem 528 cursos de graduação
de engenharia de produção no Brasil. Em MG são 79 cursos.
Fonte: INEP (2012). Disponível em: http://emec.mec.gov.br/
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ABEPRO
A ABEPRO é a instituição representativa de docentes, discentes
e profissionais de Engenharia de Produção.
A associação atua há mais de 20 anos assumindo as funções:
esclarecer o papel do Engenheiro de Produção na sociedade e em seu
mercado de atuação;
ser interlocutor junto às instituições governamentais relacionadas à
organização e avaliação de cursos (MEC e INEP) e de fomento (CAPES,
CNPq, FINEP e órgãos de apoio à pesquisa estaduais), assim como em
organizações privadas, junto ao CREA , CONFEA, SBPC, ABENGE e
outras organizações não governamentais que tratam a pesquisa, o ensino e
a extensão da engenharia.
Site: www.abepro.org.br
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA DE OPERAÇÕES E
PROCESSOS DA PRODUÇÃO:
Projetos, operações e melhorias dos sistemas que criam e entregam os
produtos (bens ou serviços) primários da empresa.
Gestão de Sistemas de Produção e Operações;
Planejamento, Programação e Controle da Produção;
Gestão da Manutenção;
Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais: organização
industrial, layout/arranjo físico;
Processos Produtivos Discretos e Contínuos: procedimentos,
métodos e seqüências;
Engenharia de Métodos.
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Áreas da engenharia de produção
LOGÍSTICA:
Técnicas para o tratamento das principais questões envolvendo o
transporte, a movimentação, o estoque e o armazenamento de insumos
e produtos, visando a redução de custos, a garantia da disponibilidade
do produto, bem como o atendimento dos níveis de exigências dos
clientes.
Gestão da Cadeia de Suprimentos;
Gestão de Estoques;
Projeto e Análise de Sistemas Logísticos;
Logística Empresarial;
Transporte e Distribuição Física;
Logística Reversa.
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Áreas da engenharia de produção
PESQUISA OPERACIONAL:
Resolução de problemas reais envolvendo situações de tomada de
decisão, através de modelos matemáticos habitualmente processados
computacionalmente.
Modelagem, Simulação e Otimização;
Programação Matemática;
Processos Decisórios;
Processos Estocásticos;
Teoria dos Jogos;
Análise de Demanda;
Inteligência Computacional.
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA DA QUALIDADE:
Planejamento, projeto e controle de sistemas de gestão da qualidade
que considerem o gerenciamento por processos, a abordagem factual
para a tomada de decisão e a utilização de ferramentas da qualidade.
Gestão de Sistemas da Qualidade;
Planejamento e Controle da Qualidade;
Normalização, Auditoria e Certificação para a Qualidade;
Organização Metrológica da Qualidade;
Confiabilidade de Processos e Produtos.
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA DO PRODUTO:
Conjunto de ferramentas e processos de projeto, planejamento,
organização, decisão e execução envolvidas nas atividades estratégicas
e operacionais de desenvolvimento de novos produtos, compreendendo
desde a concepção até o lançamento do produto e sua retirada do
mercado com a participação das diversas áreas funcionais da empresa.
Gestão do Desenvolvimento de Produto;
Processo de Desenvolvimento do Produto;
Planejamento e Projeto do Produto.
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA ORGANIZACIONAL:
Conjunto de conhecimentos relacionados à gestão das organizações,
englobando em seus tópicos o planejamento estratégico e operacional,
as estratégias de produção, a gestão empreendedora, a propriedade
intelectual, a avaliação de desempenho organizacional, os sistemas de
informação e sua gestão e os arranjos produtivos.
Gestão Estratégica e Organizacional;
Gestão de Projetos;
Gestão do Desempenho Organizacional;
Gestão da Informação;
Redes de Empresas;
Gestão da Inovação;
Gestão da Tecnologia;
Gestão do Conhecimento.
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA ECONÔMICA:
Formulação, estimação e avaliação de resultados econômicos para
avaliar alternativas para a tomada de decisão, consistindo em um
conjunto de técnicas matemáticas que simplificam a comparação
econômica.
Gestão Econômica;
Gestão de Custos;
Gestão de Investimentos;
Gestão de Riscos.
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA DO TRABALHO:
Projeto, aperfeiçoamento, implantação e avaliação de tarefas, sistemas
de trabalho, produtos, ambientes e sistemas para fazê-los compatíveis
com as necessidades, habilidades e capacidades das pessoas visando
a melhor qualidade e produtividade, preservando a saúde e integridade
física. Seus conhecimentos são usados na compreensão das interações
entre os humanos e outros elementos de um sistema. Pode-se também
afirmar que esta área trata da tecnologia da interface máquina ambiente - homem - organização.
Projeto e Organização do Trabalho;
Ergonomia;
Sistemas de Gestão de Higiene e Segurança do Trabalho;
Gestão de Riscos de Acidentes do Trabalho.
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Áreas da engenharia de produção
ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE:
Planejamento da utilização eficiente dos recursos naturais nos sistemas
produtivos diversos, da destinação e tratamento dos resíduos e
efluentes destes sistemas, bem como da implantação de sistema de
gestão ambiental e responsabilidade social.
Gestão Ambiental;
Sistemas de Gestão Ambiental e Certificação;
Gestão de Recursos Naturais e Energéticos;
Gestão de Efluentes e Resíduos Industriais;
Produção mais Limpa e Ecoeficiência;
Responsabilidade Social;
Desenvolvimento Sustentável.
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Áreas da engenharia de produção
EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO:
Universo de inserção da educação superior em engenharia e suas áreas
afins, a partir de uma abordagem sistêmica englobando a gestão dos
sistemas educacionais em todos os seus aspectos: a formação de
pessoas (corpo docente e técnico administrativo); a organização didático
pedagógica, especialmente o projeto pedagógico de curso; as
metodologias e os meios de ensino/aprendizagem.
Estudo da Formação do Engenheiro de Produção;
Estudo do Desenvolvimento e Aplicação da Pesquisa e da Extensão
em Engenharia de Produção;
Estudo da Ética e da Prática Profissional em Engenharia de
Produção;
Práticas Pedagógicas e Avaliação Processo de EnsinoAprendizagem em Engenharia de Produção;
Gestão e Avaliação de Sistemas Educacionais de Cursos de
Engenharia de Produção.
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Áreas, linhas e projetos de pesquisa no
Mestrado em Eng. de Produção na UNIFEI
ÁREA
LINHAS
Sistemas de
Produção e
Logística
Engenharia de
produção
Modelagem,
Otimização e
Controle
PROJETOS
- Análise, simulação e otimização de
sistemas de produção;
- Logística e transporte.
- Otimização de processos de manufatura;
- Análise econômica de decisões.
- Gestão da qualidade;
Qualidade e
Produtos
- Engenharia da qualidade;
- Gestão de projetos e de produtos.
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O conhecimento
O homem é, por natureza, um ser curioso;
Ele interage com a natureza e com os objetos a sua volta,
interpretando o universo a partir das referências sociais e
culturais do meio em que vive;
Apropria-se do conhecimento através das sensações, que
os seres e fenômenos lhe transmitem e, a partir dessas
sensações, elabora representações;
O conhecimento, dependendo da forma a que se chega a
essa representação, pode ser classificado de popular
(senso comum) e científico.
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O senso comum
Ele surge da necessidade de resolver problemas
imediatos;
Adquirido através de ações não planejadas, ele surge
instintivo, espontâneo, subjetivo, acrítico, permeado pelas
opiniões, emoções e valores de quem o produz;
O senso comum é uma forma específica de conhecimento.
A cultura popular é baseada no senso comum.
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O senso comum
Modelo geocêntrico de Ptolomeu
Galileu Galilei
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O senso comum
A Santa Inquisição
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O senso comum
O senso comum compreende a enorme quantidade de
informações que o ser humano possui e que lhe confere a
capacidade de emitir opiniões;
O senso comum é um conjunto de informações não
sistematizadas que aprendemos por processos formais,
informais e, às vezes, inconscientes, e que inclui um
conjunto de valorações.
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O conhecimento científico
O senso comum é a base sobre a qual se constroem as
teorias científicas;
Estas teorias se distanciam tanto quanto possível das
valorações e opiniões, gerando um conhecimento mais ou
menos racional, entendendo racional como argumentativo e
coerente;
Este conhecimento, por sua vez, interage com o senso
comum e modifica-o, sendo absorvido parcial ou totalmente;
Assim, o senso comum vai progressivamente se modificando
ao longo das gerações, incorporando novas informações e
eliminando aquelas que se tornam imprestáveis para as
explicações.
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O conhecimento científico
Pode-se dizer que a ciência se apresenta como
conjuntos de proposições (teorias) coerentes, onde não
há nenhum tipo de contradição interna, sendo que as
proposições são amarradas por um encadeamento
racional;
A ciência, portanto, busca respostas através da
investigação metódica e organizada da realidade, para
descobrir a essência dos seres e dos fenômenos e as leis
que os regem com o fim de aproveitar as propriedades das
coisas e dos processos naturais em benefício do homem;
As respostas, por sua vez, resultam em novos
conhecimentos, pois respondem a muitas de nossas
muitas indagações.
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O conhecimento científico
A pesquisa científica abarca as ciências naturais, exatas e
sociais;
Pesquisar significa procurar respostas para indagações
propostas;
“Não são as respostas que movem o mundo. São as
perguntas...” (Canal Futura).
A pesquisa científica é o resultado de um inquérito ou
exame minucioso, realizado com o intuito de resolver um
problema, recorrendo a procedimentos metodológicos.
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Ciclo da produção de bens e serviços
“Tecnologia”
Escolha
Critérios de
desempenho
Métodos
Materiais
Bens
Equipamentos
Energia
Pessoas
Transformação
Valor
Mercado
Serviços
Informações
Avaliação e aperfeiçoamento
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Ciclo da produção de novos conhecimentos
Metodologia de Pesquisa
Critérios de
enquadramento
Escolha
Métodos
Criatividade
Intuição
Bom senso
Tese
Conhecimento
Informações
Equipamentos
Recursos
Transformação
Novos
conhecimentos
Dissertação
Artigo
Valor Mercado
Outros
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Considerações sobre o trabalho
científico
1. Conceito;
2. O tempo de elaboração;
3. Rapidez e eficiência;
4. Procedimentos metodológicos;
5. Estrutura de uma proposta;
6. Conclusões.
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1. Conceito de trabalho científico
Discorrer sobre um determinado tema de forma abrangente
e sistemática.
Não requer originalidade, mas revisão bibliográfica
acurada, teórica e empírica, e sistematização das idéias e
conclusões sobre determinado tema.
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Etapas do trabalho científico
Escolha do tema;
Fundamentação teórica;
Formulação do problema;
Determinação dos objetivos;
Definição do método de pesquisa;
Coleta de dados;
Tabulação;
Análise e discussão;
Conclusão;
Redação e publicação.
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2. O tempo de elaboração
No trabalho científico busca-se:
Menor tempo;
Maior rigor;
Organização;
Dedicação;
Delimitação;
Orientação.
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3. Rapidez e eficiência
Para maior rapidez e eficiência é necessário que o
pesquisador tenha:
Objetivos claros;
Delimitada a abrangência do tema no tempo, no espaço e no
conteúdo;
A eficiência na elaboração depende, também da escolha de
um método de trabalho adequado à questão a investigar e
aos objetivos.
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4. Procedimentos Metodológicos
Escolher a área de especialização (maior conhecimento);
Contatar orientadores e pesquisadores da especialidade;
Definir a bibliografia;
Com base no contato com orientadores e na leitura da
bibliografia selecionada, a próxima etapa será a
delimitação do problema ou questão a investigar.
Escolha do método a ser empregado no estudo.
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4.1. Escolha do tema
Que tema (área) da Engenharia de Produção será
abordado?
Observar o cotidiano, a profissão, as pesquisas realizadas
na área.
O programa de pós-graduação, as linhas de pesquisa e os
respectivos projetos.
A atualidade do tema, o conhecimento a respeito.
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4.2. Fundamentação teórica
Quais são os principais autores sobre o tema?
O que já foi publicado?
Evitar a duplicação das pesquisas.
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5. Estrutura de uma proposta de um
trabalho científico
Título;
Problema - Tema - Assunto;
Questão da pesquisa;
Objetivos;
Hipóteses e ou proposições;
Teoria – fundamentação teórica;
Método de pesquisa.
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5.1.Título provisório
O título precisa ser claro, dando idéia de conteúdo e
delimitando o tema no tempo e no espaço.
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5.2. Problema geral
O aluno precisa determinar a
questão específica a
investigar.
Partindo de um problema, é
necessário estabelecer limites
ao que é relevante e possível
de ser pesquisado.
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5.3. Questão a investigar
Partindo-se do problema geral, o aluno chegará ao
problema específico ou questão a investigar.
45
5.4. Objetivos
Nesse tópico, o aluno poderá delimitar ainda mais o tema,
partindo de objetivos gerais e chegando a objetivos
específicos.
46
5.5. Hipóteses (se for o caso)
O pesquisador apresenta a hipótese (ou proposição) a ser
testada.
Em princípio deve estar relacionada com questão a
investigar e com a teoria relativa a mesma.
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5.6. Fundamentação teórica
Em geral, a fundamentação teórica
começa pelos livros textos, pelos
artigos de periódicos nacionais e
internacionais e finalmente pelas
dissertações e teses apresentadas
país e no exterior;
Aspectos importantes: atualidade e
relevância.
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5.7. Método
Efetuada a fundamentação
teórica, não apenas os
objetivos e hipóteses (ou
proposições) iniciais
poderão ser reformulados;
Mas, o aluno escolherá o
método mais adequado
para seu estudo, em função
do que observou nos
diversos trabalhos
científicos estudados.
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5.8. Conclusões
Delimitação;
Realização dos objetivos;
Publicação;
Concisão;
Método.
50
Canais de comunicação da ciência
51
Canais de comunicação da ciência
Periódicos científicos;
Congressos, simpósios, encontros etc.;
Teses e dissertações;
Livros;
Sites da internet.
52
Canais de comunicação da ciência:
periódicos científicos
Periódicos nacionais e internacionais
53
Canais de comunicação da ciência:
periódicos científicos
Periódicos nacionais e internacionais
54
Canais de comunicação da ciência:
periódicos científicos
55
Canais de comunicação da ciência:
congressos, encontros, simpósios...
56
Canais de comunicação da ciência: teses e
dissertações
57
Canais de comunicação da ciência: livros
58
Canais de comunicação da ciência: sites
59
Pesquisadores e grupos de pesquisa
60
ISI Web of Knowledge
61
Plataforma Lattes
62
Plataforma Lattes
63
Plataforma Lattes
64
Currículo Lattes
65
Grupos de pesquisa
66
Grupos de pesquisa
http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/
67
Grupos de pesquisa
http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/
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ATIVIDADE 1
Definir o tema geral de seu trabalho final, dentre as 10 áreas da Engenharia da Produção, segundo a
ABEPRO.
Definir a delimitação de seu tema de trabalho (aproveitem para trocar uma ideia com seus orientadores).
Definir as palavras-chave (três a seis) para o seu tema.
Informar qual o GEPE ou Grupo de Pesquisa que você fará parte (Qualidade e Produto; Finanças; Gestão da
Produção; Otimização da Manufatura; Humanas; NOMATI, NEAD).
Acessar o site da ABEPRO (www.abepro.org.br) e se cadastrar.
Entrar no site da ABEPRO com login e senha (após cadastro) e entrar no site dos “Anais do ENEGEP” (barra
de opções do lado esquerdo da tela).
Utilizando como palavra-chave o tema selecionado, baixe, no mínimo, dois artigos, os mais recentes
possíveis, que tratam do referido tema. Entregar a primeira página impressa de cada artigo anexada a esta
folha de exercício.
Acessar o site do CNPq (www.cnpq.br) e clicar na opção da “Plataforma Lattes”.
Na página da Plataforma Lattes, clique em cadastrar-se e faça o seu cadastro na Plataforma Lattes. Publique
seu currículo Lattes. Se você já tem um currículo Lattes, atualize-o. Informe o endereço do seu CV Lattes na
tabela indicada.
Ler o artigo: ROWLEY, J.; SLACK, F. Conducting a literature review. Management Research News, v.27,
n.6, p. 31-39, 2004. Faça um resumo de no máximo uma página destacando as principais ideias do trabalho
sobre a revisão de literatura (tema de nossa próxima aula).
Ler o capítulo 2 do livro de metodologia de pesquisa de Cauchick Miguel (2010). Faça um resumo de no
máximo uma página destacando as principais ideias do texto.
Data para entrega desta atividade: 04/03/2013.
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