Ensino, Aprendizagem e a Vida
Universitária:
Um Bate-Papo com os Acadêmicos – Parte 1
Renato Dourado Maia
Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros
Fundação Educacional Montes Claros
Ensino Brasileiro – Contexto
Ô vontade
de ir
embora...
24/02/2014
Ê aula que
não acaba...
Renato Dourado Maia – Introdução à Engenharia de Controle e Automação
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Ensino Brasileiro – Contexto
SE AS COISAS FERVEREM ASSIM...
24/02/2014
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Ensino Brasileiro – Contexto
INJUSTIÇAS PODEM OCORRER...
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Ensino Brasileiro – Contexto
E RECUPERAR-SE PODE SER IMPOSSÍVEL...
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Situação atual dos alunos:

Um pouco mais do que figurantes, um pouco menos do que personagens...
SERÁ QUE ESSA É, TAMBÉM, A SITUAÇÃO ATUAL DOS
PROFESSORES?
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Arquitetura das salas de aula (Stephen Kanitz):

“Nossos alunos, na maioria, estão desmotivados,
cheios das aulas. É só lhes perguntar de vez em
quando. Alguns professores adoram ser o centro
das atenções, mas muitos estão infelizes com sua
posição de ator obrigado a entreter por cinquenta
minutos um bando de desatentos.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Arquitetura das salas de aula (Stephen Kanitz):

“Não é por coincidência que somos uma nação facilmente controlada por políticos mentirosos e intelectuais espertos. Nossos arquitetos valorizam a
autoridade, não o indivíduo. Nossas salas de aula
geram alunos intelectualmente passivos, e não líderes; puxa sacos, e não colaboradores. Elas incentivam a ouvir e obedecer, a decorar, e jamais a
ser criativos.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Estudar apenas para as provas (Stephen Kanitz):

“O sistema de "dar" notas está tão enraizado no
nosso sistema educacional que nem percebemos
mais suas nefastas consequências. Muitos alunos
estudam para tirar boas "notas", não para aprender o que é importante na vida. Depois de formados, entram em depressão pois não entendem por
que não arrumam um emprego apesar de terem tido excelentes "notas" na faculdade. Foram enganados e induzidos a pensar que o objetivo da educação é passar de ano, tirar nota 5 ou 7, o mínimo
necessário.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Estudar apenas para as provas (Stephen Kanitz):

“Ninguém estuda mais pelo amor ao estudo, mas
pelas cenouras que colocamos na sua frente. Ou
seja, as "notas" de fim de ano. Educamos pelo método da pressão e punição. Quando adultos, esses
jovens continuarão no mesmo padrão. Só trabalharão pelo salário, não pela profissão.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Estudar apenas para as provas (Stephen Kanitz):

“Se o seu filho não quer estudar, não o force. Simplesmente corte a mesada e o obrigue a trabalhar.
Ele logo descobrirá que só sabe ser menino de recados. Depois de dois anos no batente ele terá uma enorme vontade de estudar. Não para obter notas boas, mas para ter uma boa profissão.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era
de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso
terminava com uma análise do presidente sobre a
situação.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando
percebi que estava faltando algo. Algo que nunca
tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no
Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a
responder. O que nós teríamos de fazer com aquele
amontoado de palavras?”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo "Deve o presidente mudar de
agência de propaganda ou demitir seu diretor de
marketing?". Afinal, estávamos todos acostumados
com testes de vestibular e perguntas do tipo
"Quem descobriu o Brasil?”
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“Harvard queria justamente o contrário. Queria que
nós descobríssemos as perguntas que precisam ser
respondidas ao longo da vida. Uma reviravolta e
tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que
provavelmente iriam cair no vestibular.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo,
trinta anos atrás, acabei implantando o método de
estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível. "Professor, qual é a pergunta?", perguntavam-me. E,
quando eu respondia que essa era justamente a
primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: "Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?”
24/02/2014
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas
prontas e definidas, por uma razão muito simples:
é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Perguntas prontas (Stephen Kanitz):

“Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido
qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a
solução não demora muito a ser encontrada. Se
você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer
boas perguntas mais do que sair arrogantemente
ditando respostas. Se você ainda é um estudante,
lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.”
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Notas (Stephen Kanitz):

“Damos notas a hotéis, a videogames e a tipos de
café. Mas faz sentido dar notas a seres humanos
como fazem as escolas e nossas universidades?
Ninguém dá a Beethoven ou à Quinta Sinfonia uma
nota como 6,8, por exemplo.”
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Notas (Stephen Kanitz):

“O que significa dar uma "nota" a um ser humano?
Que naquele momento da prova, ele sabia x% de
tudo o que os professores gostariam que ele soubesse da matéria. Mas saber "algo" significa alguma coisa hoje em dia? Significa que você criará "algo" no futuro? Que você será capaz de resolver os
inúmeros problemas que terá na vida? Que será
capaz de resolver os problemas desta nação?”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Notas (Stephen Kanitz):

“É possível medir a capacidade criativa de um aluno? Quantos alunos tiraram nota zero justamente
porque foram criativos ou criativos demais? Por isso, não damos notas a Beethoven nem a Picasso,
não há como medir criatividade.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Informação sem discussão (Stephen Kanitz):

“Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano,
matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em
que me avisaram que fora aceito como aluno veio
acompanhada de dois livros para ser lidos antes do
início das aulas.“
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Informação sem discussão (Stephen Kanitz):

“Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa
consciência, o mito de que todas as questões do
mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Informação sem discussão (Stephen Kanitz):

“As aulas a que eu estava acostumado em toda a
minha vida de estudante consistiam num bando de
alunos ouvindo pacientemente um professor que
dominava as nossas atenções pelo resto do dia.
Simplesmente, naquele fatídico dia, eu não estava
preparado quando todos viraram suas atenções para mim - e, pelo jeito, eu é que teria de dar a aula.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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Informação sem discussão (Stephen Kanitz):

“A maioria das decisões na vida é de problemas
que ninguém teve que enfrentar antes, e sem literatura pré-estabelecida. Estamos sozinhos no mundo com nossos problemas pessoais e empresariais.
Quão mais fácil foi a minha vida de estudante no
Brasil, quando a obrigação acadêmica era decorar
as teorias do passado de Keynes, Adam Smith e
Peter Drucker, como se fossem livros de auto-ajuda
para os problemas do futuro.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“Isso porque existem dois tipos de professor no
Brasil: um deles é formado pelos que corrigem de
acordo com o que é certo e errado. São geralmente
professores de engenharia, produção, direito, matemática, recursos humanos e administração. Escrever que dois mais dois podem ser três ou doze,
dependendo “da interpretação lógica do seu contexto histórico desconstruído das forças inerentes”,
não comove esse tipo de professor. Ele dá nota dependendo do resultado, e fim de papo.”
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“Mas, para a minha alegria, e agora também a sua,
existe outro tipo de professor, mais humano e mais
socialmente engajado, que dá nota segundo o critério de esforço despendido pelo aluno e não apenas pelo resultado. Se você escreveu dez páginas e
disse coisas interessantes, mesmo que não pertinentes ao tema, ficou as duas horas da prova até o
fim, mostrou esforço, ganhará uns pontinhos, digamos uma nota 3 ou até um 3,5.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“O que pode ser a sua salvação. Na próxima prova
você só precisará tirar um 6,5 para compensar, e
não uma impossível nota 10. Se você estudar um
mínimo e usar esse truque, vai tirar um 5.“
24/02/2014
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“O que é mais justo, remunerar pelo esforço de cada um ou pelos resultados alcançados? O que é
mais correto, remunerar pela obediência e cumprimento de horário ou pelas realizações efetivas com
que cada um contribuiu para a sociedade?”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“Como o Brasil ainda não resolveu essa questão,
não podemos discutir o próximo passo, que são as
injustiças da opção feita. É justo só remunerar pelo
resultado? É justo remunerar somente pelo esforço? Podemos até escolher um meio-termo, mas
qual será a ênfase que daremos na educação dos
nossos filhos e na avaliação de nossos trabalhadores? Ao esforço ou ao resultado?”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“Quem tentou ser útil à sociedade mas fracassou
teria direito a uma “renda mínima”? É justo dar
3,5 àqueles cujo esforço foi justamente enganar
seus professores e o “sistema”? Não seria justo
dar-lhes um sonoro zero? Precisamos optar por uma sociedade justa ou uma sociedade eficiente, ou
podemos ter ambas?”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“Como aluno, eu tive de me esforçar muito mais
para as provas daqueles professores carrascos, que
avaliavam resultados, do que para as provas dos
professores mais bonzinhos. Quero agradecer
publicamente aos professores “carrascos” pela postura ética que adotaram, apesar das
nossas amargas críticas na época.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
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O conceito de justiça (Stephen Kanitz):

“Que sociedade é mais justa, aquela que valoriza
as boas intenções e o esforço ou aquela que valoriza os resultados? Uma boa pergunta para começar a discutir no retorno às aulas.”
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Ensino Brasileiro – Contexto
E POR QUE TUDO ISSO NÃO MUDA?
QUEBRAR PARADIGMAS NÃO É SIMPLES...
Ainda não estamos habituados com o mundo.
Nascer é muito comprido...
Murilo Mendes
24/02/2014
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Pergunta Essencial...
É possível
ensinar?
REFLITAM SOBRE ESSA PERGUNTA! INICIAREMOS A PRÓXIMA
AULA A PARTIR DELA...
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Leituras Recomendadas para Reflexão
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Artigos do Stephen Kanitz, especialmente sobre
os temas Emprego e Ensino, disponíveis em:


http://www.kanitz.com/artigos_tematica.htm.
(acesso em 05/03/2013)
Destaques – Ensino:
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Parabéns, Calouros de 2007.
Por uma Sociedade Justa.
Qual é o Problema.
Revolucione a Sala de Aula.
Vamos Acabar com as Notas.
Volta às Aulas.
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Leituras Recomendadas para Reflexão
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Artigo “Engenheiros múltiplos”, de autoria de Mário Neto Borges, que foi diretor científico da FAPEMIG – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, disponível na página da
disciplina.
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Leituras Recomendadas para Reflexão
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Artigos do professor Waldimir Pirró e Longo, disponíveis em:

http://www.waldimir.longo.nom.br/publicacoes.html.
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Reflexão Final
“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e
esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que
ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente
aprendendo a ser capaz de ficar alegre a mais, no meio da alegria,
e inda mais alegre ainda no meio da tristeza!”.
“Todo o caminho da gente é resvaloso. Mas, também, cair não
prejudica demais – a gente levanta, a
gente sobe, a gente volta.”
João Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas (1956).
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Renato Dourado Maia – Introdução à Engenharia de Controle e Automação
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That`s All Folks!
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Ensino, Aprendizagem e a Vida Universitária