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Domingo, 1º de setembro de 2013
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE SÃO ROQUE DE MINAS LTDA.
SICOOB SAROMCREDI
CNPJ: 66.402.207/0001-99
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Senhores Ass ociados,
Submetem os à apreciação de V.S.as as Demonstr ações Contábeis do
sem estre findo em 30/06/2013 da Cooperativa de Cr édito de L ivre Admis são
de São Roque de Minas L tda. – SICOO B SAROMCRED I, na form a da
Legislação em vigor.
1. Política Operacional
Em 2 01 3 o SI COOB SAR OM CR ED I com pletará 22 ano s manten do sua
vocação de instituição voltada p ara fomen tar o crédito para seu pú blico alvo,
os coop erado s. A atu ação jun to ao s seu s coo perad os se dá prin cip alm en te
através d a concessão d e emprésti mos e cap tação d e d epósito s.
2. Avaliação de R esultados
No 1º sem estre de 2 013, o SICOOB SAR OMCRE DI obteve u m resultado de
R$ 2.009 .041,0 4 rep resen tando um retorno sobre o Patrimô nio Líquido de 1 2%.
3. At ivos
Os recurso s d ep o si tad o s n a Cen trali zação Fin an cei ra so maram R $
16.706.4 03,31. Por sua vez a cartei ra de créd itos representava R$ 81.673 .557,09.
A cartei ra de créd ito en con trava-se assim d istrib uíd a:
Carteira Ru ral
R$ 45.36 1.419 ,76
5 5,54 %
Cartei ra Co m ercial
R$ 36.31 2.137 ,33
4 4,46 %
Os Vinte Maiores Devedores represen tavam na d ata-b ase d e 30/0 6/201 3 o
percentual de 21,11 % da cartei ra, no montante d e R$ 17.54 7.035,02.
4. Captação
As captações, no to tal d e R$ 56.171 .378,39, apresentaram uma evolu ção
em relação ao m esmo perí odo do exercício anterior de 36,7 3%.
As captaçõ es en con travam -se assi m distri bu ídas:
Dep ósitos à Vi sta
R$ 18.11 0.418 ,67
3 2,24 %
Dep ósitos a Prazo
R$ 38.06 0.959 ,72
6 7,76 %
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30 /06/2 013
o p ercen tual de 14 ,97% da captação , no montante d e R$ 8.354 .821,01.
5. Patrimônio de Referência
O Patri m ô ni o d e R eferên ci a do SI COOB SAR OM CR E D I era d e R $
19.348.4 11,50 . O qu adro de associados era co mposto por 13.37 4 Coo perad os,
havendo u m acréscim o de 1 0,59% em relação ao m esmo p eríod o do exercí cio
anteri or.
6. Polít ica de Crédito
A con cessão de créd ito está pautada em prévi a an áli se d o p ro penso
to mad or, havend o limi tes de alçadas p ré-estabeleci dos a serem observados e
cum prido s, cercando aind a a Si ngular de todas as co nsultas cadastrais e com
an áli se do Asso ciado através d o “RATI NG” (avaliação por po ntos), buscan do
assim g arantir ao máximo a li quidez das operaçõ es.
O SICOOB SAROM CREDI adota a po lítica de classi ficação de crédi to de sua
carteira de acordo com as di retri zes estabelecidas na Resolução CMN n º 2.6 82/
99, havendo u ma con centração de 99 ,21% nos n íveis de “A” a “C”.
7. Governança C orporativa
Governança corporativa é o con junto de mecanismos e controles, internos
e externos, que permitem ao s associ ados definir e asseg urar a execu ção dos
o b jeti vo s da coo p erati va, garanti n do a su a co n ti n u id ad e, o s p rin cí pi o s
co operativistas o u, simp lesm ente, a ado ção de boas práticas de g estão.
Nesse sen tid o, a ad min istração d a Coop erativa tem n a assem bléia g eral,
que é a reunião de todos os associados, o poder mai or de decisão.
Autorização para Funcionamento BACEN: Pt. 4520393/91 05/08/1991
A g estão da Co o perativa está alicerçada em p apéi s d efin i do s, com clara
sep aração de funções. Cabem ao Con selho de Ad ministração as decisõ es estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão d os negócio s da Cooperativa no seu di a a d ia.
A Cooperativa possui ain da do is Ag entes de Contro les I nterno s, su pervi sionados
diretamente p elo SICOOB CENT RAL CECREMGE, qu e, po r sua vez, faz as au ditorias
i ntern as.
Os b alan ço s da Coo perati va são aud itad os p or aud itor externo , qu e em ite
relató rio s, levado s ao co nheci men to d os Co nselh os e da D ireto ri a. To dos esses
pro cesso s são acomp anhad os e fiscalizado s pelo Banco Cen tral do Brasil, órgão ao
qu al cabe a comp etên cia d e fi scali zar a Coo perativa.
Ten do em vista o ri sco qu e envolve a intermedi ação financeira, a Co operativa
ado ta ferram entas de g estão. Para exempli ficar, na concessão de crédi to, a Coo perativa ado ta o M anu al de Crédi to , apro vad o, co mo mui tos o utros man uai s, pelo
Si co ob Co nfederação e h om olo gado pela Central.
Além do Estatu to Social, são ado tad os reg imento s e regulamento s, entre os
quais destacam os o Regim ento Interno, o Regim ento do Co nselh o de Admini stração,
o Regi mento do Con selh o Fi scal, o Regu lamento Elei toral.
A Cooperativa adota procedimentos para cumpri r tod as as norm as con tábei s e
fiscais, além de ter uma política d e remu neração de seus empregados e estagiários
den tro d e um plano de cargos e salários que contempla a rem uneração adequada,
a separação de funções e o gerenciamento do d esempenho d e tod o o seu quadro
fu nci o nal.
Tod os esses m ecan ismos de contro le, além de necessários, são fund amentais
para levar aos associado s e à sociedade em geral a tran sparênci a da gestão e de
to das as ati vid ades desenvolvid as pela in sti tui ção.
8. Conselho Fiscal
Eleito b ienalm ente na AGO, com mand ato até a AGO de 2015 , o Conselh o Fiscal
tem fu nção complementar à do Conselh o de Ad mini stração. Sua resp onsabi lidade
é verifi car d e forma si stemática os atos da admin istração d a Coo perativa, bem como
vali dar seus balan cetes m ensais e seu b alanço patrim on ial an ual.
9. Código de Ét ica
Tod os os integ rantes da equip e do SICOOB SAROMCRED I aderiram , em 2 013, por
mei o de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Pro fissi onal propo sto
pela Con fed eração Nacio nal das Coop erativas do SICOOB – SICOOB CONFE DER AÇÃO. A partir de en tão, todos os no vos fu ncion ários, ao i ngressar n a Coop erati va,
assumem o mesm o com promisso.
10. Sistema de Ouvidoria
A Ouvido ria, consti tuída em 20 07 representou um imp ortan te avanço a serviço
dos coop erados, dispõe d e diretor respon sável pela área e de um Ou vidor. Atende
às manifestaçõ es recebid as po r mei o do Sistem a de Ouvid oria do SICOOB, compo sto
por sistema tecn ológ ico específico, atendi mento via DDG 0800 e sítio na i nternet
integrad o com o si stema info rmati zado de ouvidori a ten do a atrib uição de assegu rar
o cum prim en to d as n o rm as relacio nadas aos d irei to s do s u su ário s de n osso s
pro dutos, além de atuar como canal de com unicação com os nosso s associado s e
in tegrantes das com uni dades o nde estamo s p resentes.
11. Gerenciamento de Risco e de Capital
12.1 Risco operacional
a) O g eren ciam ento do risco operacio nal da Coop erativa de Créd ito de
Livre Ad missão de São R oque de Mi nas Ltda. o bjeti va garanti r a aderên cia às normas
vig entes e min imizar o risco operacional, por meio da ad oção de bo as práticas de
gestão d e riscos, n a forma in struí da na Reso lução CMN n º 3.3 80/20 06.
b) Con forme preceitua o art. 11 d a R eso lução CMN nº 3 .72 1/2 009, a
Coo perativa de Crédito de Livre Admi ssão de São Ro que d e Min as Ltda. aderi u à
estrutura úni ca de gestão do risco operacion al do Sico ob, centralizad a na Confede-
BALANÇOS PATRIMONIAIS
(Em reais)
ração Nacional das Cooperativas do Sicoo b Ltd a. - Sicoob Confederação, a qual se
en con tra evid enciad a em relató rio di spo nível no sí tio ww w.sico ob .co m.b r.
c) O pro cesso de gerenci amento do risco operacional do Sicoob Consi ste
na avali ação quali tativa dos riscos ob jetivando a melh oria conti nua d os processos.
d) O uso da lista de verificação de con formi dade (LVC) tem por o bjeti vidad e identifi car situaçõ es de risco de não conformidad e, qu e após iden tificadas são
cad astradas n o sistema de Contro les I ntern os de Riscos Operacionai s (Scir)
e) As informações cadastradas no sistema de Co ntroles Internos e Riscos
Operaci on ai s (Scrir) são mantid as em banco de d ad os forneci do s pelo Sicoo b
Co n federação .
f) A documentação q ue evi den cia a efeti vid ade, a tempestivi dad e e a
co nfo rm idade das ações p ara tratamento d os risco s o peraci on ais, b em co mo as
informações referentes as perdas associadas ao ri sco o peracional são registradas e
manti das em cad a enti dad e d o Sico ob, Sob a sup ervisão d a resp ecti va entidade
au ditora (se coop erati va sin gular, da co operativa central; se coop erativa central e
Banco ob, do Si coo b Con fed eração ).
g) Para si tu açõ es d e ri sco i dentificad as são estabelecid as p lano s de
ação , com a apro vação d a Di retoria Executi va, que são regi strad os em sistema
pró prio para aco mpanh amen to pelo Agente de controles Internos e Risco s(ACIR)
h) Não o bstan te a centralização d o gerenci amento do risco operacion al,
Co operati va de Crédito de Li vre Ad missão de São Ro que de Min as Ltd a. p ossui
estrutu ra compatível co m a natu reza das operaçõ es, a co mplexidade d os p rodu tos
e serviços oferecid os e é pro porci onal à dimensão da exposição ao risco operacion al.
12.2 Risco de mercado
a) O g eren ciam ento do risco d e mercad o d a Co operativa d e Crédito de Livre
Ad missão d e São R oque de Minas Ltda. obj etiva g aran tir a ad erência às norm as
vig entes e min imizar o risco de mercado, por meio d as bo as práticas de g estão de
riscos, na fo rma in struí da na Reso lução CMN n º 3.4 64/20 07.
b) Confo rme p recei tua o art. 11 d a Reso lução CMN nº 3.721/2 009, a Coo perativa
de Crédito de Livre Admissão d e São Roque de M inas Ltda. aderi u à estrutu ra ún ica
de gestão do risco de mercado do Sicoob , centralizad a no Banco Co operativo do
Brasi l S.A. (Bancoo b), a qual se en con tra evi den ciad a em relatóri o d isp onível no
sí tio ww w.sico ob .co m.b r.
c) No gerenci amento do risco de mercado são adotados procedi mento s pad ron izado s d e i d en tifi cação de fatores d e ri sco , d e classi ficação d a carteira d e
n eg ociação (trad in g) e n ão n eg o ci ação (banki ng ), d e mensuração do risco d e
m ercad o, d e estabelecim ento d e li m ites de ri sco , de testes de estresse e d e
ad erência do mo delo de mensuração d e risco (b acktesting ).
d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de m ercado e de
liq uidez, a Co operativa de Crédito de Li vre Admissão de São R oque de Min as Ltda.
po ssui estru tura com patível co m a n atu reza das o peraçõ es, a comp lexid ade d os
produ tos e serviço s o fereci dos, sendo propo rci onal à dim ensão da expo sição ao
ri sco de mercado da Entidad e.
12.3 Risco de crédito
a) O geren ci amento d e risco de créd ito d a Coop erati va de Créd ito d e Livre
Ad missão d e São R oque de Minas Ltda. obj etiva g aran tir a ad erência às norm as
vig entes, maximizar o u so do capi tal e minim izar os ri scos envolvidos nos negócios
de crédi to po r meio das boas práti cas d e gestão de riscos.
b) Confo rme p recei tua o art. 10 d a Reso lução CMN nº 3.721/2 009, a Coo perativa
de Crédito de Livre Admissão d e São Roque de M inas Ltda. aderi u à estrutu ra ún ica
de gestão do risco de crédito do Sicoob , centralizada n o Ban co Co operativo d o Brasil
S.A. (B ancoob ), a qual se encon tra evidenciad a em relató ri o d isp on ível n o sítio
w ww .sicoo b.co m.br.
c) Co m pete ao g estor a pad ro ni zação d e p ro cesso s, de meto d olog i as d e
an álises d e ri sco de cli en tes e de o peraçõ es, de cri ação e d e manu tenção d e
In vestim en to s (Nota 9)
Im obi li zad o em Uso (Nota 1 0)
I ntan gí vel (Nota 11 )
TOTAL
PASSIVO
30/06/2013
30/06/2012
73.411.818,87
75 4.297 ,08
5.4 42.867 ,64
16.7 06.893 ,52
50.1 16.358 ,64
32 7.723 ,24
6 3.678 ,75
39.012.265,45
32.459.011,75
31.5 57.198 ,45
90 1.813 ,30
6.553.253,70
1.4 86.174 ,34
4.8 37.327 ,16
22 9.752 ,20
56.275.732,17
99 7.32 1,88
5.658 .9 03,21
10 .28 4.7 34,44
39 .05 7.9 78,31
21 8.040 ,14
58 .7 54 ,1 9
23.539.970,27
18.511.696,70
17 .70 2.9 63,96
80 8.73 2,74
5.028.273,57
95 5.97 0,44
3.883 .8 95,73
18 8.40 7,40
112.424.084,32
79.815.702,44
30/06/2013
01/12/2012
Circulante
Depósito s (Nota 1 2)
Depó sito à Vista
Depó si to a Prazo
R elações In terfin ancei ras (Nota 13 )
R elaçõ es I nterdep en d ên cias
Ob rig açõ es Po r E mpréstimo s e Repasses (Nota 1 3)
Ou tras Obrigações (Notas 14 e 1 5 - a)
Co b. e Arrec. de Trib . e Assem elhad os
So ci ai s e Estatu tári as
Fiscai s e Previd enciárias
D i versas
72.728.452,37
56.1 71.378 ,39
18.1 10.418 ,67
38.0 60.959 ,72
15.3 67.981 ,82
8.727 ,63
1.1 80.364 ,53
9 3.809 ,39
2 4.881 ,07
12 4.127 ,37
93 7.546 ,70
56.399.316,75
41 .08 2.7 09,59
11 .50 4.2 67,46
29 .57 8.4 42,13
11 .00 1.9 42,44
2.09 6,30
3.314 .9 13,10
99 7.65 5,32
57 .734 ,44
24 .5 61 ,6 0
92 .8 42 ,8 5
82 2.51 6,43
Não Circulante
Exigível a Longo Prazo
R elações In terfin ancei ras (Nota 13 )
Ob rig açõ es Po r E mpréstimo s e Repasses (Nota 1 3)
Provisões Para R iscos Fiscais e Trab alh istas (Nota 1 5 - b)
20.249.603,58
8.682.034,51
16.2 54.000 ,14
3.0 93.790 ,14
90 1.813 ,30
4.773 .6 97,15
3.099 .6 04,62
80 8.73 2,74
Pat rimônio Líquido (Nota 17)
Capi tal So ci al
Reserva de Sob ras
Sob ras Acum uladas
19.446.028,37
7.6 45.768 ,39
9.7 91.218 ,94
2.0 09.041 ,04
14.734.351,18
5.966 .3 73,22
6.9 85.045 ,60
1.782 .9 32,36
112.424.084,32
79.815.702,44
TOTAL
(Em reais)
DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA
OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
DISCRIMINAÇÃO
Operaçõ es d e Créd ito
Resultado de Op erações com Tí t. e Valores M ob il. E Instr. Financeiros
Capital S ubscrito
5.301.264,88
Ao Capi tal
Co tas d e Cap ital à Pagar - E x associ ad os
Movimentação de Capital:
Por Su b scrição/R ealização
Por Devolução ( - )
Esto rno d e Cap ital
Sobras ou P erdas Líquidas
Saldos em 30/06/2012
Saldos em 31/12/2012
Legal
6.985.045,60
Estat ut árias
-
SOBRAS OU PERDAS
ACUMULADAS
TOTAIS
288.921,22
12.575.231,70
(2 87.77 6,6 0)
-
5.966.373,22
-
6.985.045,60
-
6.653.591,64
-
9.541.218,94
-
547.751,44
25 0.00 0,00
(25 0.000,00)
Consti tui ção d e R eservas
2 97.345 ,64
Cotas d e Cap ital à Pagar - Ex associad os
Movimentação de Capit al:
Po r Sub scrição /Reali zação
Po r Devolução ( - )
E storn o de Capi tal
S obras ou Perdas Líquidas
(19.933,52)
(521,00)
1.782.932,36
14.734.351,18
16.742.562,02
Saldos em 30/06/2013
(29 7.345,64)
(4 05 ,8 0)
7 28.410 ,80
(32 .263,69)
(1.286,00)
(30,00)
7.645.798,39
(30,00)
(405,80)
728.380,80
(32.263,69)
(1.286,00)
2.009.041,04
2 .009 .041 ,04
9.541.218,94
250.000,00
2.009.041,04
19.446.028,37
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
(Em reais)
DESCRIÇÃO
30/06/2013
30/06/2012
At ividades Operacionais
Sobras/P erdas do Semest re
2.036.015,76
1.807.234,89
IRPJ / CSLL
Pro vi são para Operaçõ es d e Créd ito
D ep reci açõ es e Am orti zações
(26 .974,72)
1 75.191 ,21
2 08.831 ,08
2.393.063,33
(2 4.302,53)
(1 3.263,33)
16 8.707 ,26
1.938.376,29
(229 .727,35)
(13.68 3.246,01)
(207 .645,03)
(4.786,36)
(374 .646,16)
(4.254 .588,50)
(102 .027,30)
4.820 ,49
30/06/2013
6.951.524,07
30/06/2012
6.003.257,27
Aumento (redução) em passivos operacionais
Depósitos a Vista
Depó si tos a Prazo
Outras Ob rig ações
R elaçõ es I nterdep en d ên cias
R elaçõ es I nterfi nan cei ras
Ob rig ações po r E mpréstim os e R ep asses
3.8 03.961 ,90
5.2 43.840 ,94
(462 .745,52)
5.719 ,13
8.9 20.264 ,40
(552 .295,19)
60 3.698 ,58
(271 .752,03)
20.496 ,63
(3.273,84)
(1.911 .679,74)
3.5 61.222 ,25
5.226.404,24
(789.353,33)
(80 .339,22)
(980 .320,47)
(497 .774,73)
5 7.930 ,13
100 ,00
(1 1.695,30)
(469 .860,64)
(160 .847,99)
44.556 ,66
(1.500.504,29)
(597.747,27)
7 28.380 ,80
(32 .263,69)
(1.286,00)
(405,80)
39 7.786 ,26
(1 9.933,52)
(521,00)
(1.144,62)
Tí tulos e Valores M obi li ári os
Operaçõ es d e Créd ito
Ou tro s Créditos
Outros Valo res e Bens
Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais
(1.25 0.764,20)
(83 3.233,42)
(19 6.324,30)
(1.30 1.602,35)
(64 4.672,88)
(449,52)
At ividades de Invest iment os
4.671.202,15
4.056.532,52
OUTROS INGRESSOS/REC. (DISP ÊNDIOS/DESP.) OPERACIONAIS
(2.636.552,31)
(2.248.757,32)
In gresso s/Receitas d e Prestação de Servi ço s
Di sp ên di os/D espesas de Pesso al
Ou tros D ispêndi os/D espesas Adm in istrativas
Di pênd io s/D espesas Tri bu tári as
Ou tros Ing resso s/R en das Op eraci onais (Nota 1 8)
In gresso s de Dep ósi tos In terco oper.
Ou tros D ispên di os/D espesas Operaci onais (No ta 1 9)
3 77.232 ,08
(2.28 4.254,05)
(1.45 8.607,71)
(37.550 ,51)
3 96.279 ,59
5 04.457 ,67
(13 4.109,38)
3 44.527 ,39
(1.88 2.422,83)
(1.27 5.248,44)
(19.497 ,86)
3 40.591 ,94
3 63.862 ,26
(12 0.569,78)
2.034.649,84
1.807.775,20
SOBRAS LÍQUIDAS DO S EMES TRE
RESERVAS DE SOBRAS
Capital Realizar
-
1.782 .9 32,36
1.782.932,36
Ao Cap ital
Operações d e Cap tação n o M ercad o
Op eraçõ es de Em présti mo s, Cessõ es e R ep asses
Provisão p ara Op erações de Crédi to s
IM POST O DE RE NDA E CONTRI BUI ÇÃO SOCI AL
Diego César Fregúgia de Faria
Diretor F inanceiro
Destinação de Sobras Exercício Ant erior (Nota 17 - d)
5.7 61.499 ,90
2 41.757 ,37
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Odorico de Oliveira Filho
Conselheiro-Vogal
Hon ero G eraldo Pereira
Diretor Administrativo Coordenador
-
(1.946.724,75)
RES ULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO E PARTICIPAÇ ÕES
José Antônio da Costa
Conselheiro-Vogal
Claiton Gualberto de Souza
Conselheiro-Vogal
3 97.786 ,26
(19 .933,52)
(521,00)
6.7 72.726 ,27
1 78.797 ,80
RES ULTADO NÃO OPERAC IONAL (Nota 20)
Bruno Oliveira Faria
Vice-Presidente
Raimundo Per eira Borges
Conselheiro-Vogal
28 7.776 ,60
(2.280.321,92)
RESULTADO OPERAC IONAL
Conselho de Administração e Diretoria
João Carlos Leite
Presidente
Destinação de S obras Exercício Ant erior
DIS PÊNDIOS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
RESULTADO BRUTO INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
São Roque de M inas (MG), 30 de Junho de 20 13.
Aument o ( redução) em ativos operacionais
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
INGR ESSOS DA INTERMEDIAÇÃO F INANCEIRA
Agradecimentos
Ag radecem os aos nossos asso ciados pela preferência e co nfiança e aos
fun ci on ário s e co labo rado res pela d ed icação .
(Em reais)
CAPITAL
EVENTOS
Saldos em 31/12/2011
AT IV O
política única de risco de crédito para o Sicoob, além d o mon itoram ento das
carteiras de créd ito das coop erati vas.
d) Não obstante a centralização d o gerenci amen to de risco de crédito , a
Coo perativa de Créd ito d e Livre Adm issão de São Roq ue de Minas Ltda. possui
estrutura comp atível com a natureza das operações e com a co mplexi dade dos
pro dutos e serviços oferecidos send o prop orcio nal à dimen são d a exp osição ao
risco d e crédito da entidad e.
12.4 Gerenciamento de capital
a) A estrutura d e gerenci amen to d e cap ital da Cooperati va de Crédito de
Li vre Adm issão d e São R oqu e de Mi nas Ltd a.Cooperativa obj etiva g arantir a
aderência as no rmas vig entes e m inim izar o risco de i nsuficiência de capi tal
para fazer face aos risco s em que a entid ade está exposta, por meio das b oas
prati cas de gestão de capital, na forma instru ída da Resolução CM N 3 .98 8/
2 01 1 .
b) Confo rme preceitua o artigo 9 da Reso lução CMN 3 .988/2011, a Coo perativa de Crédito de Livre Admi ssão de São Ro que de Minas Ltda. ad eriu à
estru tura úni ca de gestão centralizada da Co nfederação Nacion al das Coop erativas do Si coob Ldta. (Sicoob Confederação ), a qual se en contra evi denci ada
em relatório disp onível no síti o ww w.si coo b.com.b r.
c) O gerenciam en to d e capi tal cen tralizado con si ste em um p ro cesso
con tinuo de m onito ramen to do capi tal, e é realizado pelas entidades d o Sicoob
co m o bjetivo d e:
I. Avali ar a necessidade de capital para fazer face aos ri sco s a q ue as
entidades do Sicoo b estão sujeitas;
II . Planejas metas e n ecessid ades de capital, con sid eran do os objetivos
estratégicos das entidad es d o Sicoo b.
I II . Ad otar p ostu ra prospectiva, an teci pand o a necessi dade d e capi tal
decorrente d e po ssí vei s mu dan ças nas co ndi ções de mercad o.
d) Adici onalm ente, são reali zadas tam bém simulações de eventos severos
em cond içõ es extremas d e mercad o, co m a conseq üen te avali ação de seus
imp acto s no capi tal das enti dades do Sico ob.
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO 2013 E 2012
PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
Circulante
D ispo n ib ili dades
Tí tulos e Valo res Mob ili ári os (No ta 4)
R elações In terfin an ceiras (No ta 5 )
Op erações d e Crédi to (Nota 6)
Ou tros Crédito s (Nota 7)
Outros Valo res e Bens (Nota 8)
Não Circulante
Realizável a Longo Prazo
Op erações d e Crédi to (Nota 6)
Ou tros Crédito s (Nota 7)
www.sicoobsaromcredi.com.br
1.365,92
(540,31)
2.036.015,76
1.807.234,89
(26.974 ,72)
(24.302 ,53)
2.009.041,04
1.782.932,36
Ali enação de In vestim ento
Apli cação n o I n tan g í vel
In versões em Imo bi li zado de Uso
In versões em I nvesti mentos
Ou tro s Aj ustes
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investiment os
At ividades de Financiament os
Au men to po r n ovos apo rtes de Capital
D evolu ção d e Capi tal à Co op erado s
Esto rno d e Cap ital
Destin ação d e So bras Exercí ci o An teri or Cotas de Cap ital à Pag ar
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiament os
Aument o / Redução Líquida das Disponibilidades
Modificações em Disponibilidades Líquida
No Íni cio do Perío do
No Fim do Perío do (Nota 4)
Variação Líquida das Disponibilidades
694.425,31
376.187,12
4.420.325,26
( 1.010.913,48)
13.0 40.865 ,34
17.4 61.190 ,60
4.420.325,26
12.2 92.969 ,80
11.2 82.056 ,32
( 1.010.913,48)
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
1. Contexto operacional
A Cooperativa d e Crédito d e Livre Adm issão de São Roqu e de M inas Ltda. - SICOOB SAROMCRE DI, é uma cooperativa de crédito singular, in stitu ição financeira
não bancária, fundad a em 0 9 de Junho de 19 91, fi liada à Cen tral d as Co operativas d e Eco nomia e Crédito d e Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENT RAL CECREMGE e
com ponente da Confed eração Naci onal d as Co operativas d o SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conj unto com ou tras cooperativas sing ulares e cen trais. Tem sua
con stitui ção e o fun cionam ento regulamentad os pela Lei nº 4 .595/6 4, que disp õe sob re a Políti ca e as Instituições M onetárias, B ancárias e Credi tícias, pela Lei nº 5.7 64/
71, que d efine a Política Nacio nal do Coop erativismo, pela Lei Complem entar nº 13 0/09, que d ispõe sobre o Sistema Nacion al de Crédi to Coo perativo e pela Resolu ção
CMN nº 3.859/1 0, do Conselho M onetário Nacional, qu e disp õe so bre a constituição e funcio namen to de cooperativas de crédi to.
O SICOOB SAROM CRE DI possu i Postos de Atendi men to Coo perati vo (PACs) nas seg uin tes lo calidades: Cássia, Vargem B oni ta, São João B ati sta do Glóri a,
Delfi nópo lis, Prati nha e Medeiro s.
O SICOOB SAROMCRE DI tem como ativid ade prepond erante a op eração na área creditícia, tendo com o finalidad e:
(i ) Prop orci onar, através d a mu tualid ade, assi stência fi nan cei ra aos associ ado s;
(ii ) A fo rmação educacional de seus associados, no sen tido d e fom entar o coop erati vismo, através da ajuda mútu a da economi a sistemáti ca e do uso adequ ado
do crédito ; e
(ii i) Prati car, nos term os d os n ormativos vig entes, as seg uintes o perações dentre o utras: captação d e recurso s, concessão de crédi tos, prestação de garanti as,
prestação de serviço s, formalização d e con vênios com o utras insti tuiçõ es fin anceiras e aplicação d e recu rsos no mercado financeiro, inclu sive d epósitos a prazo com
ou sem em issão de certifi cado, visan do preservar o po der d e comp ra da moeda e remunerar os recursos.
Em 06/11/2004 ocorreu a transfo rmação do SICOOB SAROM CREDI para entid ade de “Livre Ad missão de Associados”; aprovada j unto ao Ban co Cen tral do Brasil
- B ACEN em 14/12/20 04.
2. Apresentação das demonstrações contábeis
As demo nstrações con tábei s são de resp onsabilid ades da Admin istração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as p ráti cas contábeis adotadas no
Brasil, consid eradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.63 8/07 e nº 1 1.941/09, adaptad as às peculiarid ades d a leg islação coo perativista e às normas e i nstruções
do Banco Central do Brasil – BACEN, b em com o apresentadas co nform e o Plano Contáb il das Insti tuiçõ es do Sistem a Fin anceiro Nacional – COSI F. Co nsideram ain da,
no que fo r julgado p ertin ente e relevante, os p ronunciamen tos, o rientações e as interpretações técnicas emi tidos pelo Comitê de Pronunciamen tos Co ntábeis – CPC.
Desta forma, as dem onstrações co ntáb eis foram revisad as e apro vadas pelo Conselho d e Ad mini stração, em sua reuni ão datada de 25/0 7/20 13.
Em aderência ao processo d e co nvergência às no rmas in tern acio nais de Contabilidad e, algum as Normas e suas In terp retações foram emiti das pelo Com itê de
Pro nu nciam en to s Co n tábeis (CPC), as q uais serão ap li cad as às i nsti tu içõ es fin an cei ras qu and o ap ro vad as p elo B an co Central d o Brasil. Nesse sentid o, o s
Pro nunciamento s contábeis já ap rovad os pelo Ban co Cen tral do Brasil são: Resolução 3.566/20 08 - Redução ao Valor Recup erável do Ativo (CPC 0 1), Resolução 3.6 04/
200 8 - Fluxo d e Caixa (CPC 03), Reso lução 3.750/2010 - Divu lgação sobre Partes Relacio nadas (CPC 05), R esolu ção 3.989/20 11 – Pagamento B aseado em Ações (CPC
10), Resolução 4.00 7/2011 - Po líticas Contábeis, Mudança d e Esti mativa e Retificação d e Erro (CPC 23), Resolu ção 3 .973/2 011 – Eventos sub sequentes (CPC 24 ) e
Resolução 3.823 /2009 – Pro visões, Passivos Contin gentes e Ati vos Conting entes (CPC 2 5).
3. Resumo das principais prát icas contábeis
a) Apuração do result ado
Os ingressos e dispêndios são registrados de aco rdo com o regime de co mpetência. As op erações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de
resgate, e os ingressos e dispêndios correspond entes ao período futuro são apresentado s em conta redutora do s respectivos ativos e passivos. Os in gresso s e d ispênd ios
d e natu reza fin ancei ra são con tab ilizad os p elo cri téri o “p ro -rata tem po ri s” e calculad os com base n o méto do expo nencial, exceto aqu elas relati vas a tí tu lo s
descontados, que são calculadas com b ase no método lin ear. As o perações de crédi to com taxas pós-fixad as são atuali zadas até a data do b alan ço.
As receitas e despesas são reconhecidas na d emonstração de sobras em con form idade com o regime de competênci a. As receitas com prestação de servi ços
são recon hecid as na demon stração de sobras ou perdas quando da p restação de servi ços a terceiros, substancialmente servi ços b ancári os. Os disp êndios e as despesas
e o s in gressos e receitas op eracionais, são p ropo rcio nali zados de acordo com os mon tantes d o in gress o bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato n ãoco operativo, qu and o n ão id entificados com cad a ati vid ad e.
b) Estimativas contábeis
Na elabo ração das d emonstrações con tábei s faz-se necessário u tilizar estimati vas para co ntabi lizar certo s ati vos, passivos e outras tran sações. As demon strações
co ntáb eis da Coo perati va i ncluem , po rtanto, estim ativas referen tes à provisão para crédito s d e liqui dação duvi dosa, à seleção d as vid as ú tei s d os b ens do ati vo
im obilizad o, p rovisões necessári as p ara passivo s co ntin gentes, entre o utro s. Os resultad os reais pod em apresentar vari ação em relação às esti mati vas uti lizadas. A
Co operati va revisa as estimativas e premi ssas, n o m ínim o, sem estralm ente.
c) Caixa e equivalentes de caixa
Cai xa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.6 04/08 , incluem as rubricas caixa, depósitos b ancári os e as relações interfinanceiras de cu rto prazo
(Em reais)
e d e alta liqui dez, com ri sco i nsigni ficante de mudança de valores e li mites, com prazo de vencimen to ig ual ou inferior a 90 di as.
O caixa e eq ui valente d e caixa co mp reen dem:
d) Operações de crédito
30/06/2013
30/06/2012
As operações de créd ito com en carg os financeiros pré-fi xad os são
Caixa e d epó sitos bancári os
75 4.29 7,08
99 7.32 1,88
reg istrad as a valor futuro, retificadas p or co nta d e rend as a aprop riar e as
R elações in terfin ancei ras – centralização fin an ceira
16 .70 6.8 93,52 10 .28 4.7 34,44
operações de créd ito p ós-fi xadas são regi strad as a valor presente, calcuTotal
17.461.190,60 11.282.056,32
lad as “pro rata temp oris”, com b ase na vari ação d os respecti vos in dexado res
p actuad os.
e) P rovisão para operações de crédito
Co nstituí da em montante j ulgado suficiente pela Admi nistração para co bri r eventuai s p erdas n a reali zação dos valores a receber, levando -se em con sideração
a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passad a, a capaci dade de pag amento e li quidez do tomado r do crédito e o s riscos específi cos
ap resen tados em cad a operação , além da co nju ntura eco nôm ica.
A R esolução CM N nº 2 .682 introd uziu os cri tério s para classificação d as operações de crédito defi nindo regras para constitui ção da provisão p ara o peraçõ es de crédi to,
as quais estab elecem nove nívei s de risco, de AA (ri sco mí nimo) a H (risco máxim o).
f) Depósitos em garantia
Exi stem situações em que a coop erati va qu estion a a legitim idade de determi nados passi vos ou ações movi das contra si. Por co nta desses questi onamentos, por
ord em jud icial ou po r estratégia da p rópria admi nistração, o s valores em questão p odem ser dep ositados em juízo , sem que h aja a caracterização d a liqu idação do
p assi vo .
g) Investiment os
Rep resentados substancialmente por q uotas do SI COOB CENTRAL CECR EMGE e ações do BANCOOB, avaliadas pelo méto do de custo de aquisição.
h) Imobilizado
Equ ipamen tos de processamento d e dado s, móveis, utensí lios e outros equ ipamentos, instalações, veículos, benfeitori as em imóvei s de tercei ros e softw ares, são
dem onstrados pelo cu sto de aqui sição, deduzido d a depreciação acu mulada. A d epreci ação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ati vo a seus
valores residuais d e acordo com as taxas di vulgadas em n ota específi ca abaixo, q ue levam em consi deração a vi da ú til econ ômica do s bens.
i) Intangível
Correspon dem aos di reitos adqu irido s que tenham por objeto ben s incorpóreos destinad os à manutenção da Co operativa o u exercido s com essa finalidade. Os
ati vos in tangí veis com vi da úti l definida são g eralm ente amorti zados de fo rma li near no decorrer de um perí odo estimad o de b enefí cio econômi co. Os ativos in tangíveis
com preen dem softwares ad quiri dos d e terceiro s e são amo rtizados ao lon go de sua vida ú til estimada.
j) Ativos cont ingentes
Não são reconh eci dos co ntabilmen te, exceto q uan do a Admi nistração po ssu i total con tro le da situação ou quando há garan tias reai s o u d eci sões j udi ciais
favorávei s sob re as quais não cabem mais recursos co ntrári os, caracterizan do o g anho como praticamente certo. Os ativo s con tingen tes com probabilidade de êxito
provável, qu an do ap licável, são ap enas divulgad os em no tas exp licativas às demon strações con táb ei s.
k) Obrigações por empréstimos e repasses
As obrigações por em préstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebi mento dos recurso s, lí quidos dos custos da transação. E m segu ida, os saldos
do s emprésti mos tom ado s são acresci dos de encarg os e ju ros pro porcio nais ao perío do i nco rri do, assim como das d espesas a apropri ar referen te aos encarg os
co ntratados até o fi nal do con trato, qu and o calculávei s.
l) Demais ativos e passivos
São reg istrad os pelo reg ime de comp etênci a, ap resentado s ao valor de cu sto ou de realização , i nclui ndo , q uando ap licável, os rendi mento s e as vari açõ es
mo netári as auferido s, até a data d o b alanço . Os dem ais passi vos são d emo nstrad os pelos valores con hecido s o u calculáveis, acrescid os, qu and o aplicável, d os
co rrespo ndentes en cargos e das variações m onetári as incorrido s.
m) Provisões
São recon hecid as qu an do a co operativa tem u ma ob ri gação presen te legal o u i mp lí cita com o resultado de even to s p assad os, sen do provável que u m recurso
eco nômi co seja requerido para saldar u ma o brigação legal. As pro visões são registradas tend o co mo b ase as melhores estimativas do risco envolvi do.
n) Passivos contingentes
São recon hecido s co ntabilmen te q uan do, com base na opin ião de assessores ju ríd ico s, for con sid erad o p rovável o risco de p erd a d e u ma ação ju dici al ou
adm inistrativa, g erand o uma provável saída no futuro de recursos p ara liquid ação das ações, e q uando os m ontantes envolvidos forem men surad os com su ficiente
segu ran ça. As açõ es co m chance de p erd a possí vel são apenas d ivulg adas em no ta
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cooperativa de crédito de livre admissão de são roque de minas ltda.