UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS COLEGIADO DO CURSO DE LETRAS CAMPUS XXIII - SEABRA PROJETO DE RECONHECIMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS – LÍNGUA INGLESA E LITERATURAS Seabra – BA 2012 GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA JAQUES WAGNER Governador do Estado da Bahia OSVALDO BARRETO FILHO Secretário de Educação da Bahia UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA LOURISVALDO VALENTIM DA SILVA Reitor ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA Vice-Reitora JOSÉ BITES DE CARVALHO Pró-Reitor de Ensino de Graduação MARIA APARECIDA PORTO SILVA Assessora da PROGRAD MARIA JALVA XAVIER DA SILVA SOUZA Assessora da ASTEP CAROLINE SANTOS CALDAS Subgerente da ASTEP GUIOMAR FLORENCE BARRETO GUERREIRO Analista Técnico da ASTEP ODETE DA SILVA DAMASCENO Secretária da ASTEP MARCOS LOPES CONCEIÇÃO VICTOR HUGO DOS SANTOS FREITAS Técnicos da ASTEP DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS - CAMPUS XXIII – SEABRA GILDECI DE OLIVEIRA LEITE Diretor do Departamento ANNA KARYNA TORRES CORTES Coordenadora do Colegiado do Curso APRESENTAÇÃO O projeto do Curso de Letras aqui apresentado é resultante de um trabalho coletivo que vem sendo desenvolvido no Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXIII em Seabra, como forma de responder a uma demanda expressiva de formação de professores de educação, especificamente da área de Língua Inglesa e Literaturas. Com este trabalho, o curso busca elevar o nível de desenvolvimento educacional e social do território de identidade onde insere o Departamento, considerando que acolhe estudantes de várias localidades que representam os municípios da Chapada Diamantina da Bahia. Ao submetê-lo a apreciação do Conselho Estadual de Educação, o Departamento tem a pretensão, não só de estar prestando contas à sociedade do trabalho que vem sendo desenvolvido, mas também, de assegurar a continuidade de formação de profissionais capacitados a produzir, discutir e transmitir conhecimentos que contribuam para a formação do cidadão, interessado e comprometido com as questões de relevância para a sociedade. SUMÁRIO 1. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 1.1. CARACTERIZAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 1.2. DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS. . . . . . . . . . . . . . 16 1.3. DEMONSTRAÇÃO DA VIABILIDADE DE MANUTENÇÃO DOS CURSOS 16v QUE OFERECE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.4. REGULARIDADE FISCAL E PARAFISCAL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 1.5. LEGISLAÇÃO QUE CREDENCIA A UNEB. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18v 1.6. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 1.6.1. Biblioteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 1.6.2. Laboratórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 1.7. CREDIBILIDADE INSTITUCIONAL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 1.8. REGIMENTO DA INSTITUIÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28v 2. DO DEPARTAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 2.1. CARACTERIZAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 2.2. INSTALAÇÕES FÍSICAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 2.3. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 2.3.1. Biblioteca Setorial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 2.4. CORPO DOCENTE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 2.5. AVALIAÇÃO INTERNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 3. DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 3.1. RELEVÂNCIA SOCIAL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 3.2.ATO DE AUTORIZAÇÃO DO CURSO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84v 3.3. BASE LEGAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 3.4. CONDIÇÕES OBJETIVAS DE OFERTA DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 3.5. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95 3.6. CONCEPÇÃO E OBJETIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 3.7. PERFIL DO EGRESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97v 3.8. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97v 3.9. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98v 3.9.1. Estágio Curricular Supervisionado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 3.9.2. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115 3.9.3. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 CURRÍCULO DE IMPLANTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 3.9.4. Fluxograma de Implantação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 3.9.5. Matriz Curricular de Implantação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 3.9.6. Ementário de Implantação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 CURRÍCULO COM AJUSTES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163 3.9.7. Fluxograma com Ajustes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 3.9.8. Matriz Curricular com Ajustes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165 3.9.9. Ementário com Ajustes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 3.9.10. Acervo Bibliográfico do Curso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202v 3.9.11. Laboratórios do Curso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202v 3.9.12. Avaliação do Ensino e da Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 3.10. PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205v 3.11. QUALIDADE ACADÊMICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207v 3.12. CARACTERIZAÇÃO DOCENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209v 3.12.1. Regime de Trabalho e Plano de Carreira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213 3.12.2. Remuneração Docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213 Anexo I - Currículo do Coordenador Acadêmico do Curso . . . . . . . . 214 Anexo II – Acervo Bibliográfico do Curso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217 1. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 1.1 CARACTERIZAÇÃO A Universidade do Estado da Bahia – UNEB, com sede na cidade de Salvador, foi criada no ano de 1983, vinculada à Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Bahia. Caracterizada por adotar um sistema multicampi, a sua criação se deu a partir da integração de 7 faculdades já existentes e em pleno funcionamento tanto na capital quanto no interior do Estado da Bahia, a saber: Faculdade de Agronomia do Médio São Francisco, Faculdade de Formação de Professores de Alagoinhas, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Juazeiro, Faculdade de Formação de Professores de Jacobina, Faculdade de Formação de Professores de Santo Antônio de Jesus, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caetité, Centro de Ensino Técnico da Bahia e a Faculdade de Educação. Esta última, autorizada a funcionar pelo mesmo dispositivo legal de criação da UNEB, que determinava ainda que, outras unidades de educação superior já existentes ou a serem constituídas pudessem se integrar à UNEB. Assim, novas faculdades foram criadas por todo interior do Estado e incorporadas à estrutura multicampi da UNEB. A saber: Faculdade de Educação de Senhor do Bonfim – Campus VII, em 1986, Centro de Ensino Superior de Paulo Afonso – Campus VIII, Centro de Ensino Superior de Barreiras - Campus IX, e a Faculdade de Educação de Teixeira de Freitas – Campus X, em 1987, Faculdade de Educação de Serrinha – Campus XI, em 1988; Faculdade de Educação de Guanambi – Campus XII e Centro de Ensino Superior de Itaberaba – Campus XIII, em 1991, Centro de Ensino Superior de Conceição do Coité – Campus XIV, em 1992 e o Centro de Ensino Superior de Valença – Campus XV, em 1997. Com a reorganização das Universidades Estaduais Baianas decorrente da Lei 7.176 de 10 de setembro de 1997, a UNEB passou a adotar a estrutura orgânica de departamentos, estabelecidos em ato regulamentar, a fim de identificar as suas unidades universitárias. Até o ano de 2000, a UNEB contava com 15 campi e 20 Departamentos, sendo que os campi I, II e III - Salvador, Alagoinhas e Juazeiro respectivamente, eram constituídos por mais de um Departamento, e ainda com quatro Núcleos de Ensino Superior vinculados a um Departamento com estrutura para tal. O NESIR, localizado em Irecê e vinculado ao Departamento de Educação do Campus VIII em Paulo Afonso, o NESLA, localizado em Bom Jesus da Lapa e vinculado ao Departamento de Ciências Humanas do Campus IX em Barreiras, o NESC, localizado em Camaçari e vinculado ao Departamento de Ciências Humanas do Campus I em Salvador e o NESE, localizado em Eunápolis e vinculado ao Departamento de Educação do Campus X em Teixeira de Freitas. Em agosto de 2000, estes Núcleos passaram a funcionar em regime Departamental, constituindo-se em Campus XVI, XVII, XVIII e XIX respectivamente. Em 2001, foram criados os Campi XX, em Brumado e XXI em Ipiaú. Dentro do seu propósito de interiorização da educação superior, a UNEB criou no ano de 2002 os Campi XXII em Euclides da Cunha, XXIII em SEABRA e XXIV em Xique-Xique. Totalizando 24 campi e 29 Departamentos, a UNEB hoje está presente em grande parte do território baiano, em áreas geoeconômicas de influência, de modo a beneficiar um universo maior da população baiana, seja através dos seus cursos regulares de graduação, programas especiais e/ou projetos de pesquisa e extensão. Ao longo dos seus vinte e sete anos de existência, a UNEB tem desenvolvido suas atividades acadêmico-administrativas respaldada nos seguintes documentos legais: Lei Delegada nº 66 de 01 de junho de 1983 - ato de criação Decreto Presidencial no 92.937 de 17 de julho de 1986 – ato de autorização de funcionamento Portaria do Ministério de Educação e do Desporto no 909 de 31 de julho de 1995 – ato de credenciamento Lei Estadual no 7.176 de 10 de setembro de 1997 – ato de reorganização das Universidades Estaduais da Bahia Decreto do Governo do Estado da Bahia no 9.751 de 03 de janeiro de 2006 – ato de recredenciamento. A estrutura multicampi adotada pela UNEB possibilita a implantação de novos cursos e campi universitários em regiões com baixos indicadores sociais que demandam ações de caráter educativo, fortalecendo a sua política de interiorização da educação superior. Embora tenha uma administração central localizada em Salvador, a UNEB concede autonomia aos seus Departamentos para desenvolver suas atividades acadêmicas, por entender que eles possuem características culturais, próprias da regionalidade, que não poderão ser desconsideradas no processo de formação profissional por ela pretendida. A sua abrangência geo-econômica atinge uma área caracterizada por diversificada paisagem econômica e cultural, atendendo a uma grande parte da população do Estado. O organograma, mapa e quadro 1 apresentados a seguir, possibilitam a visualização da atual estrutura , distribuição e área de ocupação da UNEB. DOS CAMPI MUSEU DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - MCT NÚCLEO C. DE ÉTICA E CIDADANIA NUEC SERVIÇO MÉDICO ODONTOLÓGICO E SOCIAL SMOS CLEO DE ESTUDOS NÚCLEO DE ESTUDOS FLAMENGOS - NEF CLEO DE ESTUDOS D. C. Hum. e Tec - Campus XXIV PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD D. C. Hum. e Tec - Campus XXIII PROCURADORIA, JURÍDICA PROJUR D. C. Hum. e Tec - Campus XXII ASSESSORIA TÉCNICA - ASTEC D. C. Hum. e Tec - Campus XXI CHEFIA DE GABINETE CHEGAB D. C. Hum. e Tec - Campus XX VICE-REITORIA D. C. Hum. e Tec - Campus XIX UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB CONSELHO D. C. Hum. e Tec - Campus XVIII PREFEITURA D. C. Hum. e Tec - Campus XVII UNIVERSITÁRIO D. C. Hum. e Tec. - Campus XVI Deptº de Educação - Campus XV CENTRO DE ESTUDOS EUCLYDES DA CUNHA CEEC Deptº de Educação - Campus XIV BIBLIOTECA CENTRAL Deptº de Educação - Campus XIII PRÓ-REITORIA DE PESQUISA ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO PPG Deptº de Educação - Campus XII Deptº de Educação - Campus XI Deptº de Educação - Campus X ADMINISTRAÇÃO Deptº Ciên. Humanas - Campus IX Deptº de Educação - Campus VIII Deptº de Educação - Campus VII CENTRO DE ESTUDOS DE DIREITO EDUCACIONAL CESDE Deptº Ciên. Humanas - Campus VI CONSELHO DE Deptº Ciên. Humanas - Campus V PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD Deptº Ciên. Humanas - Campus IV Deptº Ciên. Humanas - Campus III D. Tecnol. e C. Sociais - Campus III Deptº de Educação – Campus II D. C. Exatas e da Terra - Campus II Deptº Educação - Campus I D. C. Exatas e da Terra - Campus Deptº Ciências da Vida - Campus I Deptº Ciências Humanas Campus I ORGANOGRAMA CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE REITORIA UNIDADE DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL - UDO PRÓ REITORIA DE EXTENSÃO PROEX NÚ NÚ UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra MAPA DE LOCALIZAÇÃO DOS CAMPI UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 1 - Estrutura departamental da UNEB por área de conhecimento e localização CAMPUS I LOCALIZAÇÃO SALV ADOR DEPARTAMENTO ÁREA DE CONHECIMENTO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS DA VIDA CIÊNCIAS DA VIDA CIÊNCIAS HUMANAS E CIÊNCIAS SOCIAIS EDUCAÇÃO CIÊNCIAS HUMANAS EDUCAÇÃO II III ALAGOINHAS JUAZEIRO EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA TECNOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS DA VIDA, LETRAS E EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS AMBIENTAIS E SOCIAIS CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO IV JACOBINA CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES V STO. ANTÔNIO DE JESUS CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES VI CAETITÉ CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES VII SENHOR DO BONFIM EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, CIÊNCIAS DA VIDA E EDUCAÇÃO VIII PAULO AFONSO EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, CIÊNCIAS DA VIDA E EDUCAÇÃO IX BARREIRAS CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS X TEIXEIRA DE FREITAS EDUCAÇÃO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO XI SERRINHA EDUCAÇÃO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO XII GUANAMBI EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO XIII ITABERABA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO XIV CONCEIÇÃO DO COITÉ EDUCAÇÃO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO XV VALENÇA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO XVI IRECÊ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS, EXATAS E AMBIENTAIS XVII BOM JESUS DA LAPA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS, EXATAS E AMBIENTAIS XVIII EUNÁPOLIS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E AMBIENTAIS XIX CAMAÇARI XX BRUMADO XXI IPIAÚ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS XXII EUCLIDES DA CUNHA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES XXIII SEABRA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES XXIV XIQUE-XIQUE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES CIÊNCIAS HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Fonte: PROGRAD / UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra MISSÃO DA UNIVERSIDADE A Universidade do Estado da Bahia tem como missão a produção, socialização e aplicação do conhecimento nas mais diversas áreas do saber, em dimensões estratégicas, com vistas à formação do cidadão e ao desenvolvimento das potencialidades políticas, econômicas e sociais da comunidade baiana, sob a égide dos princípios da ética, da democracia, da justiça social e da pluralidade etnocultural. Por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, articuladas de modo a garantir a produção do conhecimento, a UNEB contribui para o desenvolvimento do Estado da Bahia, do Nordeste e do País, ao promover a formação de profissionais qualificados, a produção e disseminação do saber, em busca de uma sociedade fundamentada na equidade social. Assim, a oferta de Cursos de graduação, pós-graduação e atividades de pesquisa e extensão, materializam esta missão, tornando-a uma Universidade contextualizada e socialmente comprometida com a comunidade onde se insere. As atividades inerentes à área de graduação são desenvolvidas, coordenadas, acompanhadas e avaliadas pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação PROGRAD. Os cursos de graduação oferecidos abrangem as modalidades de formação de professores - licenciatura, e de bacharelado e pertencem às diferentes áreas do conhecimento, como: Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Humanas, Lingüística, Letras e Artes e Ciências Sociais Aplicadas, e estão distribuídos nos diversos campi e Departamentos. Os de formação de professores preparam profissionais para o exercício da docência e/ou pesquisa, enquanto que os de bacharelado conferem aos concluintes o direito de exercerem atividades técnicas profissionais ou desenvolverem pesquisas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A estruturação dos seus currículos contempla componentes curriculares que envolvem a universalidade do conhecimento, tendo a integralização assegurada através do regime semestral de matrícula, nos diversos turnos, de modo a atender as peculiaridades de cada região. A oferta desses cursos é assegurada pela UNEB, com uma flexibilidade que possibilita que o mesmo seja descontínuo ou extinto, quando superada a sua função social. Para ingressar em um desses Cursos, os interessados são submetidos ao processo seletivo – vestibular, que acontece anualmente. A Tabela 1 apresenta o número de vagas oferecidas e o de inscritos no processo seletivo da Instituição, relativo ao período 2001 a 2011: Tabela 1 - Evolução do processo seletivo/vestibular no período 2001 a 2011 Nº INSCRIÇÕES ANO Nº VAGAS OPTANTE NEGROS INDÍGENAS NÃO OPTANTE TOTAL DE INSCRITOS 2001 2.854 - - 57.168 57.168 2002 2.979 - - 48.845 48.845 2003 3.829 21.493 - 41.598 63.091 2004 4.780 21.604 - 36.301 57.905 2005 5.550 29.070 - 38.626 67.696 2006 5.570 22.666 - 28.336 51.002 2007 5.410 25.723 - 26.818 52.541 2008 4.920 16.810 832 31.564 53.110 2009 5.030 12.956 631 23.438 37.025 2010 5.245 13.817 479 24.892 39.188 2011 4.301 24.167 474 22.904 47.545 Fonte: GESEDI / UNEB - 2011 Considerando, isolada e comparativamente, os dados apresentados, observa-se que em alguns períodos houve acréscimo no número de vagas oferecidas e decréscimo no número de inscritos. Entretanto, estes índices percentuais não UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra podem ser considerados como média da oferta e procura no período referenciado, pois em alguns deles o número de inscritos foi significativamente superior ao ano de 2001. Vale salientar que a UNEB foi a primeira instituição de ensino no Norte-Nordeste e a segunda no país, após a UERJ, a implantar o sistema de cotas para estudantes afro-descendentes que tenham cursado o ensino médio na escola pública. Este sistema foi adotado em 2003 e, desde então, 40% das vagas oferecidas no processo seletivo/vestibular são ocupadas por esses estudantes. Em 2008, este sistema foi também adotado para as populações indígenas, tendo sido destinados a elas, 5% das vagas da UNEB, devidamente regulamentado pelo Conselho Universitário. Quanto ao número de discentes matriculados, no primeiro semestre de 2011 foram efetivadas 19.759 matrículas nos cursos de graduação de oferta continua, nos diversos Campi e Departamentos da UNEB. Além dos cursos de oferta contínua, a UNEB, desenvolve também desde 1999 Programas Especiais de oferta de Cursos de Graduação. O mais conhecido deles, o REDE UNEB 2000, oferece desde este período o Curso de Pedagogia em parceria com as prefeituras municipais conveniadas para professores da Rede Pública em exercício nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Nesta mesma condição, ofereceu, os Cursos de Matemática, Letras, Letras com Inglês, Geografia, História e Biologia, através do Programa de Formação de Professores em Exercício de 5ª a 8ª Séries da Rede Pública (PROLIN). Com estes Programas, a UNEB cumpre as exigências legais propostas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996 que prevê a graduação superior para todos os profissionais atuantes na UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra educação e reforça a consecução de uma dos seus maiores objetivos: a interiorização do ensino superior. Os cursos destes programas são presenciais, intensivos, atualmente com duração de três anos e apresentam carga horária e estrutura curricular semelhantes aos dos cursos regulares. A diferença fundamental consiste em sua proposta pedagógica que estabelece a obrigatoriedade do componente Estágio Curricular Supervisionado no decorrer de todo o curso. Em ambos os casos, é necessário aprovação em Processo Seletivo realizado pela UNEB. No primeiro semestre de 2011, 910 alunos efetivaram matrícula no Programa da REDE UNEB 2000 e 412 no PROLIN, conforme descrição das tabelas 2 e 3 a seguir apresentadas. Tabela 2 – Número de matrículas efetivadas no Programa Intensivo de Graduação – Rede UNEB 2000 em 2011.1 Curso: Pedagogia CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO MUNICÍPIO Nº MATRÍCULA I Salvador Educação Madre de Deus 67 Inhambupe 84 Pedrão 92 Santo Sé 71 Capim Grosso 52 Baixa Grande 75 Itiúba 94 Senhor do Bonfim 38 Campo Formoso 37 Cotegipe 44 II Alagoinhas Educação III Juazeiro Ciências Humanas IV Jacobina Ciências Humanas VII IX X Senhor do Bonfim Barreiras Teixeira de Freitas Educação Educação Educação Educação TOTAL Fonte: SGC/UNEB Formosa do Rio Preto 66 Luis Eduardo Magalhães 67 Riachão das Neves 47 Alcobaça 76 910 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 3 - Número de matrículas efetivadas no PROLIN – 2011.1 Cursos: Matemática, Letras, Letras com Inglês, Geografia e História CAMPUS II MUNICÍPIO DEPARTAMENTO LOCALIDADE CURSO Nº MATRÍCULA Ciências Exatas e da Terra Pojuca Matemática 26 Letras com Inglês 36 Educação Pojuca Geografia 39 Matemática 48 Letras 49 Geografia 46 História 49 Matemática 43 Geografia 41 Letras com Inglês 35 Alagoinhas Macaúbas VI Caetité Ciências Humanas Carinhanha Ituaçu TOTAL 412 Fonte: Secretaria Geral de Cursos / UNEB Além destes Programas, a UNEB oferece também o Programa de Formação para Professores do Estado (PROESP), na modalidade presencial, em parceria com a Secretaria de Educação do Estado da Bahia, através do Instituto Anísio Teixeira – IAT. Seu objetivo é graduar os professores que atuam na Rede Estadual do Ensino Fundamental - 5ª a 8ª séries - e no Ensino Médio. Para tanto, oferece cursos de Licenciatura em Letras com Inglês, Geografia, História, Educação Física, Química, Física, Matemática, Biologia e Artes em oito Pólos/Departamentos da UNEB, sendo matriculados em 2011, 508 alunos, conforme pode ser verificado na tabela 4. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 4 - Número de matrículas efetivadas PROESP – 2011 CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO CURSO Nº MATRÍCULA III Juazeiro Ciências Humanas Letras 41 IV Jacobina Ciências Humanas Educação Física 44 Santo Antônio de Jesus História 31 V Ciências Humanas Geografia 24 Caetité Ciências Humanas Biologia 31 Química 37 Física 36 Matemática 42 Biologia 49 Artes 50 Geografia 38 Geografia 23 Matemática 17 Geografia 45 VI VII Senhor do Bonfim Educação X Teixeira de Freitas Educação XII Guanambi Educação XVI Irecê Ciências Humanas e Tecnologias TOTAL 508 Os cursos de todos estes Programas entrarão num processo gradativo de extinção considerando que toda a demanda de formação de professores apresentada pelas comunidades onde a UNEB se insere, será absorvida pelo Programa de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR), também conhecido como Plataforma Freire, numa parceria da UNEB com o MEC, a partir de 2010. Através do PARFOR, a UNEB vem oferecendo Cursos de Licenciatura nas áreas de: Ciências Biológicas, Educação Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Pedagogia, Computação, Sociologia, Química, Física e Artes Visuais. Em 2011.1 foram matriculados 9.374 alunos no referido Programa. Considerando a sua história e consciente da sua responsabilidade com a ciência e a comunidade da qual faz parte, a UNEB, em parceria com o Ministério do UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Desenvolvimento Agrário - MDA, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA, o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária PRONERA e os Movimentos Sociais e Sindicais que atuam no Campo, implantou os cursos de Licenciatura em Pedagogia, Letras e Engenharia Agronômica Áreas de Assentamento, envolvendo sujeitos integrados em movimentos populares, onde o Curso de Pedagogia formou sua 1ª turma no primeiro semestre de 2009. Esses cursos partem dos problemas e desafios da realidade vivida pelos próprios educandos, preparando-os para atuar como agentes multiplicadores. Preocupam-se com a educação popular, visando elevar o seu nível cultural e de conhecimentos, considerando que o sistema educacional brasileiro, pensado pelas elites dominantes, não permite que o povo de baixo poder aquisitivo tenha acesso ao conhecimento acadêmico. No primeiro semestre de 2011, o Departamento de Educação de Teixeira de Freitas - Campus X e o Departamento de Educação de Conceição de Coité - Campus XIV, efetuaram 42 e 39 matrículas, respectivamente, para o Curso de Letras. O Departamento de Ciências Humanas de Barreiras – Campus IX, realizou 83 matriculas no Curso de Engenharia Agronômica/PRONERA. A UNEB passou também a acompanhar os avanços advindos do surgimento de tecnologias interativas. A Educação à Distância - um exemplo dessa nova modalidade de ensino, vem sofrendo um rápido crescimento, sendo utilizada como um meio para democratizar o acesso ao conhecimento e expandir oportunidades de aprendizagem. No primeiro semestre de 2011, ela efetivou a matrícula de 443 discentes no curso de Administração, na modalidade à distância, através do Departamento de Ciências Humanas do campus V - Santo Antônio de Jesus e 2.936 para os cursos de História, Matemática, Química, Administração Pública, Ciências Biológicas, Ciências da Computação, Educação Física, Geografia, Letras e Pedagogia, em vários outros Departamentos da UNEB. A metodologia utilizada no desenvolvimento deste Curso é diversificada e envolve o intercâmbio entre professores e alunos, entre alunos e o ambiente de aprendizagem e entre os estudantes. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A UNEB vem se caracterizando como uma instituição desenvolve práticas acadêmicas e comunitárias que lhe possibilitam intervir na sociedade na busca de uma maior justiça, promoção e desenvolvimento social, histórico, cultural, político e econômico, criando possibilidades para atender às peculiaridades dos diversos grupos sócio-culturais. Assim, é que em 2009, em parceria com o MEC através do Programa de Diversidade na Universidade, apoiado pela UNESCO, a UNEB implanta o curso de Graduação em Licenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena (LICEEI) para professores indígenas que atuam em escolas indígenas do Estado da Bahia. No primeiro semestre de 2011 foram matriculados no referido curso 108 alunos, igualmente distribuídos nos Departamentos de Educação de Paulo Afonso e Teixeira de Freitas. Com esta realidade, no primeiro semestre de 2011, a UNEB dispunha de um total de 34.614 alunos matriculados nos diversos Cursos que oferece. Para atender a toda esta demanda, ela conta com um corpo docente formado por 1.922 professores efetivos, distribuído nos diversos campi onde atua. A distribuição deste contingente, por classe e titulação, encontra-se discriminada na tabela 5 e no gráfico a seguir apresentados. Tabela 5 - Corpo docente da UNEB CLASSE Nº PROFESSORES AUXILIAR 775 ASSISTENTE 487 ADJUNTO 260 TITULAR 116 PLENO 21 SUBSTITUTO 203 VISITANTE 60 TOTAL 1.922 Fonte: Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (SIGP) / 25.05.2011 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra TITULAÇÃO DOCENTE UNEB 2009 Especialista; 34% Doutor; 20% Mestre; 46% Especialista Mestre Doutor Fonte: GARH / Gerência de Administração de Recursos Humanos /2009. Quanto ao quadro técnico-administrativo, é formado por servidores que atuam nos diversos setores da Universidade, desenvolvendo as ações necessárias ao funcionamento da Instituição. A Pró-Reitoria de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação - PPG desenvolve uma política apoiada nas necessidades e vocações regionais, expressas através das iniciativas dos Departamentos, gerenciando programas de apoio à capacitação dos seus recursos humanos - docentes e técnicos de nível superior e de sustentabilidade dos seus programas de pós-graduação. Os Departamentos da UNEB oferecem diversos Cursos de pós-graduação lato sensu, vinculados às suas áreas de conhecimentos. Além do aperfeiçoamento profissional, eles objetivam a formação e consolidação de grupos de pesquisa, os quais podem se transformar em linhas institucionais de pesquisa ou se constituírem na base para cursos de mestrado ou doutorado. O quadro a seguir possibilita a visualização dos cursos desta natureza recentemente oferecidos pela UNEB. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 6 - Cursos de especialização lato sensu oferecidos pela UNEB Nº DE ORDEM DEPARTAMENTO /CAMPUS CURSO DCH/Campus III - Juazeiro DCH/Campus IV – Jacobina Nº DE VAGAS ALUNOS MATRICULADOS 45 45 01 Educação, Cultura e Contextualidade 02 Literatura Brasileira: formação do cânone e contrapontos críticos DCHT/Campus XX - Brumado 30 26 03 Política e Estratégia DCH/Campus XIX – Camaçari 72 50 04 Metodologia do Ensino da Matemática DEDC/Campus VII – Senhor do Bonfim 50 14 05 Residência Multiprofissional em Saúde DCV/Campus I - Salvador 38 38 06 Estudos Lingüísticos e Literários DCHT/Campus – XXIV – Xique Xique 45 45 07 Estudos Literários e Lingüística Aplicada ao Ensino DCHT/Campus XXII – Euclides da Cunha 40 24 08 Gestão Estratégica em Segurança Pública DCHT/Campus XIX Camaçari 35 34 09 Gestão de Organizações Educacionais DCHT/Campus XVI - Irecê 55 26 410 302 DEDC/Campus VII- Sr do Bonfim TOTAL Fonte: PPG/UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Dentro desta política, a UNEB oferece também cursos stricto sensu nas modalidades acadêmica e profissional, conforme demonstrados no quadro a seguir. Quadro 2 – Programas STRICTO SENSU UNEB / 2011 DEPARTAMENTO / CAMPUS PROGRAMA Mestrado em Educação e Contemporaneidade Educação – I Doutorado em Educação e Contemporaneidade Ciências Exatas e da Terra - I Mestrado em Química Aplicada Mestrado em Estudos de Linguagens Ciências Humanas - I Mestrado em Políticas Públicas, Desenvolvimento Regional Educação - II Tecnologia e Ciências Sociais - III Mestrado em Crítica Cultural – Pós Crítica Mestrado em Horticultura Irrigada Gestão de Informação e Mestrado em História Regional e Local Ciências Humanas - V Mestrado em Cultura, Memória e Desenvolvimento Regional Ecologia Humana e Gestão Socioambiental Educação - VIII Biodiversidade Vegetal Ciências Exatas e da Terra – II, Educação – VII e VIII Mestrado em Biodiversidade Vegetal com Ênfase na Flora da Bahia Para atingir seus objetivos a UNEB, conta com recursos próprios e o apoio institucional e/ou financeiro de outras instituições universitárias federais e estaduais, de órgãos federais como o Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq, a CAPES, e ainda, de órgãos internacionais, a exemplo do convênio UNEB/Universidade do Quebec/Canadá. Em paralelo ao trabalho de capacitação, a UNEB passa a ser cada vez mais convocada, também no meio da comunidade, a apresentar soluções inovadoras que possibilitem transformar uma realidade adversa vivenciada por amplos estratos da população. Através da Pró-Reitoria de Extensão - PROEX, vem incentivando o intercâmbio entre a Universidade e a sociedade, com o oferecimento de cursos e o desenvolvimento de programas e projetos envolvendo docentes, discentes e técnicos da instituição. Não é um trabalho fácil, pois exige empenho, dedicação e a disposição para lidar com as vicissitudes do mundo contemporâneo. É destinar um novo olhar sobre as práticas e políticas UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra educacionais fora das salas de aula, problematizando as questões implicadas nos processos. Este vínculo com a sociedade tem, ano a ano, crescido de forma expressiva. O eixo temático dos trabalhos desenvolvidos abrangeu áreas de necessidades diversificadas, com destaque para as ações no campo da educação, cultura e tecnologia, cidadania, meio ambiente, saúde e qualidade de vida e desenvolvimento rural. Tais atividades extensionistas fomentam discussões e reflexões que complementam a formação profissional e fortalecem a participação da comunidade acadêmica, buscando atender as necessidades e expectativas da sociedade em que está inserida. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 1.2. DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS O Conselho de Administração da Universidade – CONSAD, através da Resolução no 001, de 27 de fevereiro de 2008, apresentada a seguir, aprovou a prestação de contas referente ao exercício de 2007. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 1.3. DEMONSTRAÇÃO DA VIABILIDADE DE MANUTENÇÃO DOS CURSOS QUE OFERECE A Instituição disponibilizou, para o ano 2010, os recursos do governo estadual, sua maior fonte de renda, federal e própria, conforme especificação apresentada na tabela 7, a seguir. Tabela 7 - Orçamento fiscal da UNEB para o ano 2010 ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE VALOR (R$) Encargos com Benefícios Especiais Assistência Médica aos Servidores Públicos e Seus Dependentes - PLANSERV Próprias do Tesouro 10.000 Próprias do Tesouro 6.798.000 Manutenção dos Serviços Técnicos e Administrativos Administração de Pessoal e Encargos Administração de Pessoal Sob Regime Especial de Contratação Encargos com Concessionárias de Serviços Públicos Manutenção dos Serviços de Informática Publicidade de Utilidade Pública – Vestibular da UNEB Comunicação Legal Auxílios Transporte e Alimentação aos Servidores e Empregados Públicos Qualificação e Capacitação Continuada de Profissionais da Educação Superior - UNEB Realização de Cursos de Educação à Distância: Inclusão Social - UNEB Implementação do Projeto de Inclusão Social com Ações Afirmativas - UNEB Estruturação e Ampliação de Programas Especiais de Graduação Voltados para a Inclusão Social - UNEB Apoio ao Projeto Universidade para Todos - UNEB Avaliação Institucional - UNEB Implantação de Canais e Veículos de Articulação entre Universidade e Sociedade - UNEB Implementação de Modelo de Gestão Descentralizada - UNEB Gestão das Atividades do Ensino de Graduação a Cargo dos Departamentos - UNEB Gestão das Atividades do Ensino de Pós-Graduação a Cargo dos Departamentos Gestão das Atividades de Pesquisa a Cargo dos Departamentos - UNEB Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro 24.121.000 36.664.000 Próprias do Tesouro 3.842.000 Próprias do Tesouro Próprias do Tesouro 5.000.000 1.838.000 Próprias do Tesouro 50.000 Próprias do Tesouro 100.000 Próprias do Tesouro 8.000.000 Próprias do Tesouro 150.000 Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro 1.056.000 Próprias do Tesouro 200.000 Próprias do Tesouro 130.000 Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Próprias do Tesouro 4.020.000 200.000 Próprias do Tesouro 100.000 Próprias do Tesouro 1.179.000 Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro 10.900.000 Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro 440.000 Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro 680.000 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Gestão de Atividades e Ações de Extensão a Cargo dos Departamentos - UNEB Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro 780.000 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE Gestão de Programas, Projetos e Ações de Extensão Universitária - UNEB Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Processo Seletivo de Segmentos Universitários UNEB Gestão do Programa de Integração da UNEB com a Educação Básica Processo Seletivo de Candidatos através do Vestibular - UNEB Gestão de Programas, Projetos e Ações AcadêmicoAdministrativas do Ensino de Graduação - UNEB Assistência ao Estudante Universitário - UNEB Administração de Pessoal e Encargos do Magistério Superior - UNEB Administração de Pessoal do Magistério Superior sob o Regime Especial de Contratação - UNEB Gestão do Acervo Bibliográfico da UNEB Administração de Programas da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - PGDP Gestão de Programas, Projetos e Ações de Planejamento - PROPLAN Ampliação de Unidades Universitárias – UNEB Construção de Unidades Universitárias – UNEB Recuperação de Unidades Universitárias - UNEB Reparação das Instalações Físicas - UNEB Equipamento e Reequipamento de Unidades Universitárias - UNEB Publicidade Institucional – Ações da UNEB Difusão Tecnológica a Cargo do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - UNEB Gestão e Gerenciamento da Pesquisa e da PósGraduação da UNEB Gestão dos Projetos e Ações do Centro de Estudos das Populações Afro-Indígenas Americanas – CEPAIA - UNEB Apoio a Formação de Alfabetizadores de Jovens e Adultos – UNEB Apoio ao Desenvolvimento da Educação de Jovens e Adultos - UNEB Preservação do Complexo Histórico e Arqueológico de Canudos – UNEB Implantação e Funcionamento do Centro de Estudos Estratégicos do Semi-Árido - UNEB Desenvolvimento e Fortalecimento da Base Científica e Tecnológica da UNEB Desenvolvimento de Pesquisas e Tecnologias no Setor de Energias Renováveis - UNEB Criação e Implementação de Redes de Pesquisa da UNEB Criação e Implementação de Redes de Conhecimento da UNEB Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Próprias do Tesouro VALOR (R$) 3.200.000 2.600.000 60.000 11.100.000 1.850.000 1.530.000 Próprias do Tesouro 118.210.000 Próprias do Tesouro 20.698.000 Próprias do Tesouro 1.400.000 Próprias do Tesouro 120.000 Próprias do Tesouro 200.000 Próprias do Tesouro Próprias do Tesouro Próprias do Tesouro Próprias do Tesouro 500.000 1.500.000 2.600.000 2.000.000 Próprias do Tesouro 700.000 Próprias do Tesouro 200.000 Próprias do Tesouro 40.000 Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes 2.259.000 Próprias do Tesouro 100.000 Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes 230.000 10.964.000 Próprias do Tesouro 100.000 Próprias do Tesouro 100.000 Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes 2.800.000 100.000 Próprias do Tesouro 200.000 Próprias do Tesouro 150.000 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) Fomento à Pesquisa para o Desenvolvimento Econômico e Social – UNEB Melhoria da Infra-Estrutura Científica e Tecnológica da UNEB Desenvolvimento de Estudos, Projetos e Pesquisa em Ciência e Tecnologia - UNEB Gestão de Projetos e Ações da Editora da UNEB Apoio ao Projeto de Incubadora de Empresas a Cargo do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - UNEB Apoio Analítico e Tecnológico ao Setor Produtivo a Cargo do Centro de Pesquisa Tecnológica - UNEB Expansão da Pós-Graduação da UNEB Gestão do Museu de Ciências e Tecnologia – MCT/UNEB Garantia de Qualidade e Normatização a Cargo do Centro de Pesquisa Tecnológica - UNEB Operação Especial – Cumprimento de Sentença Judiciária Operação Especial – Encargos com Obrigações Tributárias e Contributivas Total FONTE VALOR (R$) Próprias do Tesouro 150.000 Próprias do Tesouro 200.000 Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes Próprias do Tesouro Recursos de Outras Fontes 1.250.000 1.000.000 Próprias do Tesouro 40.000 Próprias do Tesouro 220.000 Próprias do Tesouro 800.000 Próprias do Tesouro 200.000 Próprias do Tesouro 50.000 Próprias do Tesouro 140.000 Recursos de Outras Fontes 429.000 296.248.000 Fonte: PROPLAN/UNEB Através do exame dos dados, pode ser verificado que existe uma previsão de recursos orçamentários, tanto para a manutenção da vida vegetativa da Universidade, quanto para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, e que o governo do Estado da Bahia vem realizando, efetivamente, o que está planejado, ou seja, repassando regularmente os recursos previstos no orçamento. O orçamento para o ano de 2010 foi elaborado com base na Lei Estadual nº 11.630 de 30 de dezembro de 2009. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 1.4. REGULARIDADE FISCAL E PARAFISCAL A situação fiscal e parafiscal da UNEB é regular e pode ser comprovada na Administração Central da Universidade, através dos seguintes documentos relacionados no quadro3. Quadro 3 - Documentos utilizados para comprovar a situação fiscal e para fiscal da instituição DOCUMENTO Cartão de inscrição no CNPJ Certidão negativa de débitos tributários NÚMERO 14.485.841/0001-40 2011101640 Certidão conjunta positiva com efeitos de negativa de débitos relativos aos tributos federais e à dívida ativa da união 6368.8C42.F542.0F73 Certidão positiva com efeitos de negativa de débitos relativos às contribuições previdenciárias e às de terceiros 815222010-04001011 Certificado de regularidade do FGTS - CRF 2011021203361268038167 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 1.5. LEGISLAÇÃO QUE CREDENCIA A UNEB A UNEB tem sua condição jurídica pautada em Leis, Portarias e Resoluções que a credenciam como instituição de ensino superior. São elas: - Portaria do Ministério da Educação e do Desporto no 909, de 31 de julho de 1995. - Decreto Governamental no 9.751, de 3 de janeiro de 2006. - Lei no 7.176 de 10 de setembro de 1997. - Decreto Estadual no 10.181, de 14 de dezembro de 2006 Excetuando a Lei no 7.176/1997, os demais documentos aqui referenciados encontram-se apresentados a seguir: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 1.6. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS 1.6.1. Biblioteca Para o fortalecimento das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em seus Departamentos, a UNEB dispõe de um sistema de bibliotecas, formado por uma central e vinte e três setoriais, localizadas nos diversos campi, vinculadas tecnicamente à primeira e, administrativamente, à direção dos Departamentos. A Biblioteca Central está localizada no Campus I. Possui uma área total de 1.040 m², sendo 167 m² destinados ao acervo e 188 m² ao salão de leitura. Funciona de segunda à sexta no horário de 7h30min às 21h30min e, aos sábados, das 8h às 12:00 h. É formada por uma equipe técnico-administrativa composta de 14 bibliotecários, 03 cargos comissionados, 06 técnicos universitários, 02 analistas universitários, 07 técnicos de nível médio contratados pelo Regime Especial de Direito Administrativo – REDA, 02 estagiários e 04 prestadores de serviços, totalizando 38 colaboradores. É de sua competência: - Coordenar tecnicamente as atividades das bibliotecas do sistema, promovendo a integração das mesmas; - Promover a ampliação, atualização e conservação do acervo bibliotecário; - Realizar o processamento técnico do acervo; - Normatizar a bibliografia da produção acadêmica da UNEB; - Disponibilizar o acervo aos usuários para consulta e empréstimos, de acordo com o regulamento do sistema; - Orientar alunos, professores e técnicos quanto à normatização de trabalhos acadêmicos; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra - Capacitar o usuário na busca da informação, presencial e virtual, através de treinamentos, cursos e visitas programadas; - Efetuar empréstimo interbibliotecário, através do e-mail [email protected]; - Intermediar a busca da informação em outros espaços físicos, através do COMUT e BIREME; - Promover a capacitação do pessoal da área; e - Proceder reservas e renovações, via web. O acervo é adquirido através da compra e/ou doação, e a aquisição é realizada através da indicação dos Departamentos, pesquisa em catálogos de editoras, além de outras fontes. É constituído de publicações diversificadas. Embora abrangendo todas as áreas do conhecimento, o acervo prioriza os cursos oferecidos pela Instituição. A sua atualização e expansão permitem que a Biblioteca Central e as Setoriais atendam as demandas da comunidade acadêmica. O acesso se dá através da base de dados bibliográficos, utilizando-se do software ORTODOCS. A descrição bibliográfica obedece ao padrão MARC de catalogação. São oferecidos os serviços de acesso ao Portal da CAPES, que permite ao usuário consultar e baixar resumos e textos completos de mais de 11.419 títulos de periódicos mais renomados - nacionais e estrangeiros, e ao Banco de Teses e Dissertação do IBICT. O empréstimo informatizado está disponível na BC e em mais 18 (dezoito) Setoriais. As demais serão contempladas com este serviço após a aquisição e instalação de equipamentos necessários para a implantação do sistema. A pesquisa ao acervo e à internet é de livre acesso pelo usuário, sendo disponibilizados doze computadores para consulta à base de dados. Em 2006, foi adquirido o software Pergamum, desenvolvido pela PUC/PR, o qual possibilita ao usuário acessar, via internet, o catálogo do acervo, proceder renovações e reservas de livros, consultar e acompanhar o histórico de empréstimo e devolução, usufruir da agilidade do empréstimo informatizado, receber via e-mail comprovantes de renovações e reservas, e alertas sobre o UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra vencimento dos prazos de empréstimos ou a chegada de novas aquisições, conforme a área de interesse. O endereço para acessar o catálogo on-line é www.biblioteca. uneb.br. A BC abriga o Núcleo de Educação Especial (Braille) - projeto que visa disponibilizar o acesso de informações aos deficientes visuais que fazem parte da comunidade acadêmica. Neste setor, encontram-se disponibilizados dois programas específicos: o DOS VOX e o JAWS - que permitem aos deficientes visuais o acesso à e-mails e textos diversos, local ou virtual. São mais de 3.000 títulos traduzidos em viva voz. Conta, também, com os ledores (pessoas voluntárias que se disponibilizam a ler livros do acervo da biblioteca para os deficientes visuais). Dentre os projetos em desenvolvimento pela BC, o da Biblioteca Comunitária merece destaque. Trata-se de um projeto que pretende instalar uma Unidade que atenda a demanda de pesquisa escolar e acesso à leitura das comunidades circunvizinhas da UNEB/Campus I, reconhecidamente carentes deste tipo de equipamento cultural. Dispõe de um acervo diversificado em áreas do conhecimento, totalizando, com as demais setoriais, 126.569 títulos e 339.882 exemplares. A atualização e expansão do acervo dotam as bibliotecas de novos títulos e edições, aumentando o número de exemplares e de títulos da coleção lastro, para atender a demanda. É dada prioridade a aquisição para os cursos recém implantados e em processo de reconhecimento. A tabela 8 a seguir apresentada, possibilita a visualização da distribuição deste acervo entre a BC e as demais setoriais da UNEB. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 8 – Quantitativo do acervo bibliográfico das bibliotecas da UNEB CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO TÍTULOS EXEMPLARES I Salvador Ciências Humanas Ciências da Vida Educação Ciências Exatas e da Terra 26.140 70.411 II Alagoinhas Educação Ciências Exatas e da Terra 9.837 24.966 III Juazeiro Ciências Humanas/ Tecnologias e Ciências Sociais 9.486 23.519 IV Jacobina Ciências Humanas 7.151 18.110 V Santo Antônio de Jesus Ciências Humanas 9.552 24.080 VI Caetité Ciências Humanas 6.543 17.555 VII Senhor do Bonfim Educação 6.251 18.659 VIII Paulo Afonso Educação 4.296 12.721 IX Barreiras Ciências Humanas 4.569 13.180 X Teixeira de Freitas Educação 8.424 21.111 XI Serrinha Educação 4.748 14.825 XII Guanambi Educação 4.807 12.820 XIII Itaberaba Educação 3.665 11.669 XIV Conceição do Coité Educação 1.912 5.788 XV Valença Educação 2.296 5.233 XVI Irecê Ciências Humanas e Tecnologias 2.813 6.978 XVII Bom Jesus da Lapa Ciências Humanas e Tecnologias 1.912 5.788 XVIII Eunápolis Ciências Humanas e Tecnologias 368 1.279 XIX Camaçari Ciências Humanas e Tecnologias 3.027 8.346 XX Brumado Ciências Humanas e Tecnologias 3.216 5.838 XXI Ipiau Ciências Humanas e Tecnologia 1.610 4.492 XXII Euclides da Cunha Ciências Humanas e Tecnologias 1.005 3.738 XXIII Seabra Ciências Humanas e Tecnologias 1.358 4.798 XXIV Xique-Xique Ciências Humanas e Tecnologia 1.583 3.978 126.569 339.882 TOTAL Fonte: SISB/UNEB/PERGAMUM – 19.05.2010 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra De acordo com o Sistema Pergamum utilizado nas Bibliotecas da UNEB, encontram-se inscritos na BC no Campus I, 4.217 discentes dos cursos de graduação, 568 discentes dos cursos de pós-graduação, 188 docentes, 20 docentes visitantes, 435 funcionários, 50 prestadores de serviços, e 85 estagiários, totalizando 5.563 usuários. Não existe o serviço de reprografia dentro da biblioteca e sim, no Campus, embora os usuários possam retirar o material bibliográfico para reproduzi-lo. 1.6.2. Laboratórios Para auxiliar nas atividades de graduação, pós-graduação e pesquisa, a UNEB mantém nos seus diversos Departamentos, laboratórios equipados, permanentemente, com materiais didáticos, disponibilizados para a realização de aulas práticas e outros estudos. Estes laboratórios estão distribuídos, conforme especificação no quadro 4. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 4 - Laboratórios da UNEB CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO CIÊNCIAS HUMANAS INFORMÁTICA II INFORMÁTICA I CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADA BIOLOGIA BROMOTALOGIA MICROBIOLOGIA PARASITOLOGIA NURIÇÃO I NUTRIÇÃO II CIÊNCIAS DA VIDA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (implantação) FARMACOBOTÂNICA FARMACOLOGIA BIOFÍSICA ANÁLISE SENSORIAL FISIOLOGIA ANATOMIA HUMANA ENFERMAGEM INFORMÁTICA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NÚCLEO DE ESTUDOS INTELIGENTES (NEI) I ANALÍTICO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS SALVADOR ARTES AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL (EM IMPLANTAÇÃO) FÍSICA FOTOGRAFIA IMAGEM MÊCANICA DOS SOLOS PREPARO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS QUADRINHOS (EM IMPLANTAÇÃO) SERIGRAFIA CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA URBANISMO MICROINFORMÁTICA - LAMI I MICROINFORMÁTICA – LAMI II MICROINFORMÁTICA – LAMI III LABORATÓRIO DE QUÍMICA I LABORATÓRIO DE QUÍMICA II LABORATÓRIO DE QUÍMICA III LABORATÓRIO DE QUÍMICA IV LABORATÓRIO DE QUÍMICA V LABORATÓRIO DE QUÍMICA VI (EM IMPLANTAÇÃO) LABORATÓRIO DE QUÍMICA VII (EM IMPLANTAÇÃO) LABORATÓRIO DE QUÍMICA VIII (EM IMPLANTAÇÃO) UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA EDUCAÇÃO LETRAS (em implantação) HISTÓRIA (em implantação) EDUCAÇÃO FÍSICA (em implantação) LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA I LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA II LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA III LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR DE APOIO À PESQUISA – LABMAP LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA II LABORATÓRIO DE BIOLOGIA I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA II ALAGOINHAS LABORATÓRIO DE BIOLOGIA III CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA LABORATÓRIO DE BIOLOGIA IV LABORATÓRIO DE FÍSICA LABORATÓRIO DE ANATOMIA LABORATÓRIO DE SOLOS LABORATÓRIO DE GERMINAÇÃO LABORATÓRIO DE QUÍMICA LABORATÓRIO DE GENÉTICA LABORATÓRIO DE RECURSOS DO MAR MUSEU DE ZOOLOGIA HERBÁRIO SOLOS BIOTECNOLOGIA TECNOLOGIAS E CIÊNCIAS SOCIAIS BIOLOGIA HIDRÁULICA SEMENTES FITOPATOLOGIA ENTOMOLOGIA OLERICULTURA BOTÂNICA (HERBARIUM) III JUAZEIRO TECNOLOGIAS E CIÊNCIAS SOCIAIS INFORMÁTICA ESTUDOS JURÍDICOS GEOLOGIA MECÂNICA PRODUÇÃO ANIMAL MEIO AMBIENTE (implantação) LABORATÓRIO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO LABORATÓRIO DE ÁUDIO E VÍDEO CIÊNCIAS HUMANAS LABORATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS LABORATÓRIO DE RADIOJORNALISMO LABORATÓRIO DE REDAÇÃO JORNALÍSTICA LABORATÓRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA EM MULTIMEIOS UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO AVALIAÇÃO FÍSICA PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA (em implantação) NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO (em implantação) GEOCIÊNCIAS IV JACOBINA CIÊNCIAS HUMANAS AMBIENTE DE LÍNGUAS INFORMÁTICA GEOPROCESSAMENTO E CARTOGRAFIA AVALIAÇÃO FÍSICA ER PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA GEOPROCESSAMENTO V SANTO ANTÔNIO DE JESUS GEOCIÊNCIAS CIÊNCIAS HUMANAS LÍNGUAS CIÊNCIAS HUMANAS (implantação) HISTÓRIA ENSINO DE CIÊNCIAS (em implantação) INFORMÁTICA CARTOGRAFIA E FOTOGRAMETRIA BIOLOGIA VI CAETITÉ CIÊNCIAS HUMANAS IDIOMAS GEOPROCESSAMENTO MATEMÁTICA ENSINO DE CIÊNCIAS BOTÂNICA FÍSICA GEOCIÊNCIAS ENSINO I ENSINO II ENSINO III LABORATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS I LABORATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS II ZOOLOGIA MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL VII SENHOR DO BONFIM EDUCAÇÃO BOTÂNICA ECOLOGIA PARASITOLOGIA BIOLOGIA MOLECULAR E CELULAR DESENHO GEOMÉTRICO INFOLAB I INFOLAB II PALEONTOLOGIA PALINOLOGIA ESTATÍSTICA GENÉTICA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra LABORATÓRIOS DE ENFERMAGEM (EM IMPLANTAÇÃO) CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO BIOLOGIA E ENGENHARIA DE PESCA VIII PAULO AFONSO MATEMÁTICA EDUCAÇÃO INFORMÁTICA EDUCAÇÃO/ECOLOGIA/ANTROPOLOGIA (implantação) ENSINO DE MATEMÁTICA (em implantação) BIOLOGIA (em implantação) MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO ÁGUA E SOLOS QUÍMICA MATEMÁTICA BIOLOGIA - LABGENE PRODUÇÃO ANIMAL IX BARREIRAS CIÊNCIAS HUMANAS ÁGUA E SOLOS QUÍMICA TOPOGRAFIA MICROBIOLOGIA ENTOMOLOGIA - FITOPATOLOGIA - BIOLOGIA INFORMÁTICA MICROSCOPIA PRODUÇÃO ANIMAL MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGROMETEREOLOGIA VIVEIRO HERBÁRIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL (implantação) CONTABILIDADE IX BARREIRAS CIÊNCIAS HUMANAS GRUPO DE PESQUISA EM CULTURA, RESISTÊNCIA, ETNIA E LINGUAGEM (CREU). LABORATÓRIO DE ESTUDO DA DIVERSIDADE LINGÜÍSTICA E SÓCIO-CULTURAL SUZANA CARDOSO (LEDLINSC) (EM IMPLANTAÇÃO) NÚCLEO DE LEITURA NA ESCRITA DE SI (EM IMPLANTAÇÃO) INFORMÁTICA X TEIXEIRA DE FREITAS EDUCAÇÃO BIOLOGIA QUÍMICA ZOOLOGIA E BOTÂNICA CARTOGRAFIA (LACARD) XI SERRINHA EDUCAÇÃO GEOGRAFIA (LIEGEO) INFORMÁTICA INFORMÁTICA (CPCT – CENTRO DE PESQUISA EM CULTURAS E TECNOLOGIAS) UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIOFÍSICA BIOQUÍMICA XII GUANAMBI EDUCAÇÃO ANATOMIA E FISIOLOGIA MICROSCOPIA ENFERMAGEM UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO XII GUANAMBI EDUCAÇÃO XIII ITABERABA EDUCAÇÃO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE: AVALIAÇÃO E MUSCULAÇÃO LABORATÓRIO DE BIOLOGIA: GAMA (GRUPO DE APOIO AO MEIO AMBIENTE: PESQUISA EM ÁREAS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO SEMI-ÁRIDO DO ESTADO DA BAHIA) INFORMÁTICA ANÁLISE DOCUMENTAL (em implantação) TV WEB DA UNEB (em implantação) XIV CONCEIÇÃO DO COITÉ EDUCAÇÃO INFORMÁTICA ANÁLISE DOCUMENTAL XV TV WEB DA UNEB INFORMÁTICA VALENÇA EDUCAÇÃO XVI IRECÊ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA XVII BOM JESUS DA LAPA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA XVIII EUNÁPOLIS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS ENSINO DE HISTÓRIA (em implantação) ARTE EM CENA HOSPITALIDADE (em implantação) ALIMENTOS E BEBIDAS (implantação) INFORMÁTICA NUPE (em implantação) CAMAÇARI CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS XX BRUMADO CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA XXI IPIAÚ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA XXII EUCLIDES DA CUNHA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS XIX LABORATÓRIO DE PRÁTICA JURÍDICA (em implantação) LABORATÓRIO DE PRÁTICA CONTÁBIL (implantação) XXIII XXIV SEABRA XIQUE-XIQUE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS Fonte: Departamentos dos Campi/UNEB E UDO/UNEB INFORMÁTICA LÍNGUAS LABORATÓRIO DE ENSINO DE LÍNGUA INGLESA (LABIN) INFORMÁTICA LABORATÓRIO DE PESQUISA EM LITERATURA, LINGÜÍSTICA, BAIANIDADES E CULTURA DA CHAPADA (LLBCC) INFORMÁTICA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 1.7. CREDIBILIDADE INSTITUCIONAL A UNEB tem atuado, buscando comprometer-se cada vez mais com a sua missão de produzir conhecimento, divulgá-lo, disponibilizá-lo e torná-lo acessível a um universo populacional cada vez maior. Isto requer práticas cotidianas de avaliação da sua ação e dos impactos causados no contexto onde está inserida. Assim, ela tem se incluído nos processos sociais e acadêmicos, onde, além das questões relacionadas ao ensino, ela constantemente desenvolve programas e ações, bem como atividades de pesquisa e extensão para a excelência dos seus cursos de graduação e pós-graduação. Neste sentido, a educação superior significa muito mais para um país do que a formação de bons profissionais. Um sistema de educação, solidamente enraizado nos problemas que desafiam o desenvolvimento social, produz conhecimento e gera inovações tecnológicas a partir dos seus projetos de cursos. Os projetos pedagógicos dos cursos de graduação existentes na UNEB têm se ocupado da organização didático-pedagógica, possibilitando contemplar as especificidades dos Territórios de Identidade de abrangência de cada Departamento em que são atendidos pelos cursos e, ao mesmo tempo, garantir uma base de temas comuns a serem trabalhados por professores e estudantes, articulando as atividades de ensino às de pesquisa e extensão. A implantação desses cursos obedece às necessidades da demanda por formação pessoal e profissional do cidadão e, consequentemente, com o desenvolvimento do contexto onde ele se insere. A integralização dos currículos é acompanhada e subsidiada por avaliações contínuas e processuais dos próprios sujeitos da ação, visando à qualidade do trabalho docente, a aprendizagem dos alunos, o desenvolvimento da pesquisa e a relação entre diferentes atividades acadêmicas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Nas práticas acadêmicas desenvolvidas pela UNEB, se incluem também as oriundas do avanço da tecnologia. As discussões em ambientes virtuais de aprendizagem, docência online e aprendizagem à distância já fazem parte dos documentos norteadores das políticas públicas de educação em nosso país, bem como são objeto de investigação do mundo acadêmico. A UNEB já tem uma cultura incorporada de utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC’s) em suas atividades acadêmicas, com grupo de pesquisa consolidado no Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade, vasta produção publicada e utilização da plataforma moodle nos cursos presenciais. A UNEB possui também uma produção acadêmica consolidada, que remonta ao ano de 1998, onde a educação a distância iniciada com o curso piloto de Administração no ano 2007, foi ampliada com o Programa Universidade Aberta do Brasil. Embora atualmente toda a oferta de EaD pela UNEB seja originária de convênios com outras instituições, especialmente com a adesão aos Programas Universidade Aberta do Brasil - UAB, PARFOR e Programa Nacional de Administração Pública – PNAP, a intenção da Universidade é incorporar esta modalidade de ensino como oferta contínua, através da implantação de infraestrutura e da constituição de uma cultura específica, ampliando assim a sua possibilidade de oferta e a abrangência regional, além de fortalecer seu papel/missão de ampliar e democratizar o acesso à educação superior no estado. Nesta perspectiva, a extensão em suas diretrizes, caminha não apenas para superação das vulnerabilidades e riscos sociais desta população excluída, mas também para a expressão de suas potencialidades e desejos, reconhecendo sua identidade social, promovendo ações de integração e de qualificação sócioprofissional, criando espaços e reconhecimento para o exercício da cidadania. Fundamentando-se no seguinte conceito: É um processo educativo, cultural e científico que articula ensino e pesquisa, de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e sociedade. É uma via de mão dupla, com trânsito assegurado à UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra comunidade acadêmica, que encontrará na sociedade, a oportunidade de elaboração da práxis de um conhecimento científico. (Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001, p. 29) A pesquisa vitaliza as ações da Universidade e concorre na aspiração de institucionalizar o conhecimento através da consolidação de uma cultura científica no universo acadêmico, desenvolvendo estudos e acompanhando programas de pesquisa de acordo com as diretrizes e políticas de educação superior do Estado e do País, bem como facilitando e fortalecendo relações intradepartamentais e interinstitucionais, levando, através da articulação com a extensão, o conhecimento produzido na Universidade aos demais segmentos sociais, tanto nas áreas da educação e cultura, como da ciência e da tecnologia. Além desta, a UNEB tem respondido de forma satisfatória aos procedimentos de avaliação adotados pelo MEC e pelo Conselho Estadual de Educação – CEE. A avaliação institucional sistematizada por estes organismos investiga além da formação acadêmica, a atuação de professores e as condições institucionais de infra-estrutura que as instituições de ensino superior oferecem. Com essa prática, cria-se um dispositivo regulador para conceder o reconhecimento ou a renovação dos cursos de graduação e até o recredenciamento das Universidades. Assim, a UNEB vem participando regularmente das avaliações, seja através do reconhecimento dos seus cursos, seja através dos mecanismos específicos adotados pelo MEC. De 1998 até 2003, ela participou do Exame Nacional de Cursos - ENC, quando este foi substituído pelo Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (ENADE). Em 2004, com a implantação do ENADE pelo SINAES, novas dimensões passaram a ser investigadas também para a Instituição e para o Curso onde ele está sendo realizado. O ENADE é aplicado periodicamente e para tanto, o MEC define as áreas e cursos que serão examinados a cada ano. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Desde a sua implantação, a UNEB vem participando regularmente deste Exame, onde inúmeros cursos já foram avaliados, obtendo conceitos que variaram entre 3 e 5. São atribuídos conceitos a cada uma e ao conjunto das dimensões avaliadas, numa escala de cinco níveis, sendo os níveis 4 e 5 indicativos de pontos fortes, os níveis 1 e 2 indicativos de pontos fracos e o nível 3 indicativo do mínimo aceitável para os processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos e de credenciamento e recredenciamento de Instituições. Os conceitos obtidos pela UNEB no ENADE realizado em 2006, 2007, 2008 e 2009 podem ser verificados nas tabelas 9, 10, 11 e 12 apresentadas a seguir, informando que dos ursos avaliados, alguns não tiveram a participação do grupo de concluintes, por se tratar de cursos novos que não apresentavam, ainda, alunos em fase de conclusão. Tabela 9 - Resultado da avaliação do ENADE/2006 CAMPUS/ MUNICÍPIO I Salvador III Juazeiro IV Jacobina V Santo Antônio de Jesus VII Senhor do Bonfim IX Barreiras MÉDIA DA MÉDIA DO FORMAÇÃO COMPONENTE GERAL ESPECÍFICO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC. 61,6 23,0 58,8 56,5 29,0 52,7 26,0 29,2 32,4 53,1 24,0 54,7 46,2 11,0 44,0 Direito MÉDIA GERAL ENADE CONCEITO IDD CONCEITO 52,7 4 1 27,0 49,9 4 3 62,9 22,0 57,6 5 3 35,8 58,9 30,0 62,5 5 5 00 33,0 00 33,0 00 SC SC 54,1 00 46,2 00 25,0 00 SC SC Administraçã o 51,5 42,0 43,2 53,6 31,0 54,4 5 4 Ciências Contábeis 54,9 00 28,5 00 31,0 00 SC SC Ciências Contábeis 54,1 47,0 23,5 31,8 50,0 54,6 4 3 CURSO Turismo e Hotelaria Ciências Contábeis Desenho Industrial Comunicação Social Comunicação Social UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra XI Serrinha XII Guanambi XVII Bom Jesus da Lapa XIX Camaçari Administraçã o 57,9 00 44,9 00 32,0 00 SC SC Administraçã o 49,6 00 39,7 00 31,0 00 SC SC Administraçã o 56,1 00 46,2 00 28,0 00 SC SC Ciências Contábeis 50,4 27,0 26,9 34,4 65,0 55,1 4 4 Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 10 - Resultado da avaliação do ENADE/2007 MÉDIA DA MÉDIA DO FORMAÇÃO COMPONENTE GERAL ESPECÍFICO ING. CONC. ING. CONC. 13,0 58,3 9,0 41,7 67,1 46,3 33,4 20,8 - ING. 10,0 51,5 24,0 18,4 12,5 19,6 22,9 Educação Física 51,8 - 55,3 Agronomia 55,6 60,8 Educação Física - Engenharia Agronômica CAMPUS/ MUNICÍPIO CURSO I Salvador Enfermagem Farmácia Fisioterapia Fonoaudiolog ia II Alagoinhas III Juazeiro IV Jacobina IX Barreiras XII Guanambi Educação Física Enfermagem MÉDIA GERAL ENADE CONCEITO IDD CONCEITO CONC. 45,9 - 2 SC SC 3 SC SC 19,3 20,3 1 SC - 54,4 - SC SC 40,6 55,5 44,3 56,8 4 3 53,9 - 57,5 - 56,6 SC SC 67,7 66,2 48,0 57,1 52,9 59,4 4 3 11,1 51,1 11,6 48,7 11,4 49,3 2 SC 60,4 - 29,6 - 37,3 - SC SC ENADE CONCEITO IDD CONCEITO Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Tabela 11 - Resultado da avaliação do ENADE/2008 CAMPUS/ MUNICÍPIO I Salvador II Alagoinhas II Alagoinhas III Juazeiro IV Jacobina V Santo MÉDIA DA MÉDIA DO FORMAÇÃO COMPONENTE GERAL ESPECÍFICO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC. Letras Química Pedagogia Sistemas de Informação Matemática Letras Ciências Biológicas História Análises de Sistemas 50,8 53,8 50,0 56,9 53,6 24,4 52,1 49,5 44,3 60,7 31,0 52,5 49,6 47,5 58,9 SC 5 4 SC 5 3 59,0 52,8 33,7 43,8 40,0 46,0 5 3 43,1 51,2 49,8 54,9 30,5 45,1 36,5 51,9 33,6 46,6 39,8 52,7 3 4 3 4 45,9 43,5 31,2 28,2 34,9 32,0 2 2 53,1 49,6 43,1 35,1 45,6 38,7 3 2 51,9 46,0 26,8 31,0 33,1 34,7 3 2 Pedagogia 48,4 52,0 47,6 51,6 47,8 51,7 3 3 Letras História Geografia Letras História 54,5 54,3 54,5 41,3 58,0 54,3 48,8 50,5 59,3 - 48,4 41,0 38,3 55,5 58,2 48,4 39,1 37,9 61,5 - 49,9 44,3 42,3 51,9 58,1 49,9 41,5 41,0 61,0 - 3 3 3 5 SC 3 2 2 SC SC CURSO MÉDIA GERAL UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Antônio de Jesus Geografia - 56,7 - 39,7 - 44,0 SC SC UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CAMPUS/ MUNICÍPIO VI Caetité VII Senhor do Bonfim VIII Paulo Afonso IX Barreiras X Teixeira de Freitas XI Serrinha XII Guanambi XIII Itaberaba XIV Conceição do Coité XVI Irecê XVII Bom Jesus da Lapa XX Brumado XXI Ipiaú XXII Euclides da Cunha XXIII Seabra XXIV Xique-Xique MÉDIA DA MÉDIA DO FORMAÇÃO COMPONENTE GERAL ESPECÍFICO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC. Matemática Letras História Matemática Ciências Biológicas Matemática Ciências Biológicas Pedagogia Engenharia da Pesca Matemática Letras Ciências Biológicas Pedagogia Matemática Letras Ciências Biológicas Pedagogia História Pedagogia Geografia 56,3 57,6 53,9 47,2 54,1 57,0 60,3 49,3 30,0 49,5 40,4 26,4 31,4 52,1 48,1 35,1 36,6 51,5 43,8 31,6 - 57,3 - 38,9 50,4 49,8 26,8 58,2 58,6 48,1 MÉDIA GERAL ENADE CONCEITO IDD CONCEITO 37,0 53,3 51,2 38,6 3 4 4 3 2 4 4 SC - 43,5 SC SC 31,2 32,7 35,9 3 2 33,2 36,2 39,4 41,8 3 3 55,7 46,6 58,3 47,0 57,6 4 4 48,0 51,3 35,9 38,9 38,9 42,0 2 3 50,8 53,6 54,6 20,4 37,6 48,8 28,0 41,6 50,2 SC 3 SC 4 54,6 45,5 32,5 27,4 38,0 31,9 2 1 47,2 47,8 57,8 46,6 52,6 61,7 44,5 26,4 45,4 53,0 32,9 52,6 45,2 31,8 48,5 51,4 37,9 54,9 3 3 4 3 SC SC 52,0 56,0 29,1 34,8 34,8 40,1 3 SC 53,5 56,3 58,4 46,9 52,5 51,0 - 46,8 39,6 51,6 32,2 52,9 58,3 - 48,5 43,8 53,3 35,9 52,8 56,5 - 3 SC 4 SC 3 SC 3 SC Pedagogia 52,0 53,4 50,4 55,6 50,8 55,1 4 3 Letras Pedagogia História Letras 50,9 47,2 51,0 - 53,7 45,3 52,2 43,0 43,1 37,4 - 52,7 48,1 44,8 45,0 44,1 40,8 - 52,8 47,4 46,6 4 3 SC SC 4 2 SC SC História 51,7 - 38,2 - 41,6 - SC SC Letras Pedagogia 53,3 50,3 48,9 53,0 44,2 48,2 39,5 57,9 46,5 48,7 41,8 56,6 2 4 2 4 Pedagogia 44,4 50,1 42,0 53,9 42,6 52,9 3 4 Letras 53,7 56,1 43,4 47,7 45,9 49,8 3 3 Letras - 55,1 - 48,7 - 50,3 SC SC Letras 54,9 56,5 45,7 52,1 48,0 53,2 4 4 Letras 54,5 59,6 41,4 53,9 44,7 55,3 4 5 Letras 49,0 53,0 40,2 45,7 42,4 47,5 3 3 CURSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Tabela 12- Resultado da avaliação Do ENADE/2009 CAMPUS/ MUNICÍPIO I Salvador III Juazeiro IV Jacobina V Santo Antônio de Jesus VII Senhor do Bonfim VIII Paulo Afonso IX Barreiras XI Serrinha XII Guanambi XIV Conceição do Coité XVII Bom Jesus da Lapa XV Valença XVIII Eunápolis CURSO MÉDIA DA MÉDIA DO FORMAÇÃO COMPONENTE GERAL ESPECÍFICO ING. CONC. ING. CONC. MÉDIA GERAL ENADE CONCEITO IDD CONCEITO ING. CONC. Administração Direito Comunicação Social/Relações Públicas Design Turismo Comunicação Social/ Jornalismo Direito 74,77 66,80 - 68,46 47,50 - - - 4 SC - 70,50 40,99 56,55 44,65 - - 3 - 57,68 51,47 70,91 53,41 47,70 63,65 63,40 64,01 - - 5 4 4,4 2,1 35,30 6,32 30,77 6,45 - - 1 - 38,41 61,03 35,97 61,10 - - 4 5 Direito - 55,93 - 55,91 - - 3 - Administração 51,59 53,75 34,39 44,40 - - 4 2,9 Ciências Contábeis 43,25 25,65 31,57 23,35 - - 2 - Direito 45,94 42,81 57,98 71,47 - - 5 3,1 Ciências Contábeis 48,89 49,43 20,83 30,14 - - 3 2,5 Administração 52,11 64,04 34,75 45,86 - - 4 3,6 Pedagogia 44,14 50,83 40,14 45,37 - - 4 2,5 Comunicação Social/ Radialismo 51,20 47,26 33,10 48,16 - - 3 - Administração 50,78 - 29,68 - - - 2,7 - Direito 56,97 - 55,97 - - - SC - Turismo 57,86 45,48 62,03 67,81 - - 4 2,2 Quanto à avaliação dos Cursos procedida pelo Conselho Estadual de Educação, a UNEB também tem obtido êxito, uma vez que todos os cursos que são submetidos à apreciação do referido Conselho, têm tido parecer favorável ao seu UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra reconhecimento, confirmado por Decreto Governamental publicado em Diário Oficial. O resultado das avaliações dos Cursos aqui apresentado não deve ser entendido como um juízo definitivo do trabalho desenvolvido, mas como resultado de um empenho cotidiano, onde a UNEB como Instituição Pública, presente em diversas regiões do Estado, prima pela qualidade dos Cursos que oferece, reestruturandoos, ampliando e suspendendo a sua oferta de acordo com os indicadores sociais do seu contexto, e, sobretudo, buscando responder às demandas de formação profissional do mundo contemporâneo. Os processos de credenciamento e recredenciamento vivenciados pela universidade nos últimos anos, representam um marco de grande conquista para Universidade do Estado da Bahia, demonstrando suas potencialidades e capacidade para responder às demandas sociais por educação superior, demonstrando a sua credibilidade institucional, a sua renovação e o seu desenvolvimento dentro do meio acadêmico e da comunidade, na medida que promove uma educação superior de qualidade socialmente referenciada. 1.8. REGIMENTO DA INSTITUIÇÃO O Regimento da Instituição encontra-se apresentado a seguir. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2. DO DEPARTAMENTO 2.1. CARACTERIZAÇÃO O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias do Campus XXIII da UNEB está localizado no município de Seabra na região conhecida como Território de Identidade da Chapada Diamantina. O Território da Chapada Diamantina está situado no centro do Estado da Bahia e compreende 23 municípios, com uma área total de 30.613,2 Km², distando aproximadamente 400 km da capital do Estado da Bahia. O relevo territorial da Chapada caracteriza-se por áreas planálticas e serranas, intercaladas pelas depressões periféricas e interplanálticas. A variedade de sua conformação decorre de ter sido fundo de mar e praia, há milhões de anos. A água que invadia o continente depositava segmentos na Região e a areia foi formando rochas com veios de diamantes. Em função do relevo, o clima exibe características tropicais. As precipitações pluviométricas apresentam variações de 700 mm a 1.000 mm anuais, com temperaturas amenas, alcançando no mês de julho, em alguns municípios, a mínima de 16,4° C. Estas condições especiais, que diferem das normalmente encontradas no Nordeste Brasileiro, proporcionam a existência de vales úmidos no território da Chapada Diamantina. As encostas e os piemontes circundados por vegetação exuberante favorecem a grande disponibilidade de córregos e riachos, tornando um atrativo a mais para a exploração turística. A diversidade de plantas aí existentes pode ser comparada à da Amazônia. O Pico das Almas é considerado uma bomba geradora de espécies, com similaridade apenas nas regiões do Cabo (África do Sul), Cochó (parte ocidental UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra dos Andes, na Colômbia) e no Sudoeste da Austrália. No Pico das Almas, no município de Rio de Contas, foram descobertas 131 espécies de plantas até então desconhecidas pela comunidade científica. A conjunção dos fatores relevo, flora e recursos hídricos proporcionam ao território da Chapada Diamantina uma singular beleza, destacando-se o trecho Lençóis/Andaraí, principalmente o Vale do Rio São José, onde se encontram dez riachos afluindo em cascatas. Outro trecho importante é o do Morro Pai Inácio e as grutas Pratinha e Lapa Doce. Ainda de extrema beleza é o Vale do Capão de forma semelhante a um canyon, penetrando com desníveis de até 300 metros nas planícies dos campos gerais. Neste vale está localizada a Cachoeira da Fumaça, um dos maiores pontos de atração turística da região. A ocupação socioeconômica desse território resultou da expansão da pecuária no vale do São Francisco e das descobertas auríferas nas nascentes dos rios de Contas, Paramirim e Itapicuru, no início do século XVIII. No início do século XX começou a exaustão dos diamantes e carbonados. Muitas famílias emigraram em direção aos sertões da Serra Geral, empregando-se nas policulturas do algodão, milho, feijão e outros cereais; outras se dirigiram aos cafezais paulistas e indústrias paulistanas e do ABC. O esgotamento do ciclo da mineração, acarretando um longo período de estagnação econômica, trouxe como conseqüência a migração da população para outras regiões do Estado, com um decréscimo significativo da mesma. As alternativas econômicas que se seguiram não foram suficientes para fixar a população regional. Atualmente, a base econômica indica a predominância de atividades agropecuárias tradicionais, com indícios de modernização na produção de hortícolas irrigadas, persistindo a atividade mineradora com tendência à estagnação. A atividade turística, ainda incipiente, mas em ascensão, desponta como umas das mais promissoras para a economia da região, com rebatimentos UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra na área social, pela sua visível capacidade de geração de empregos diretos e indiretos. As atividades ligadas à mineração, ainda hoje, têm sido responsáveis pela degradação de vastas glebas, principalmente no Parque Nacional da Chapada, onde se verifica o assoreamento de alguns riachos. Para preservação dos recursos naturais do território foram constituídas três unidades de conservação, duas denominadas de APAs, sob a responsabilidade direta do Estado, e a terceira, denominada de Parque Nacional, sob a tutela direta da União, via o IBAMA, sendo elas: a APA – Área de Proteção Ambiental Marimbus/Iraquara, que abrange parte da zona rural dos municípios de Seabra, Iraquara, Palmeiras e Lençóis; a APA de Proteção Ambiental Serra do Barbado, integrada por parcela da zona rural dos municípios de Abaíra, Piatã, Rio de Contas e Érico Cardoso; e o Parque Nacional da Chapada Diamantina, que compreende parte dos municípios de Lençóis, Andaraí, Mucugê, Palmeiras, Itaetê e Ibicoara (PDRS, 1997). No que se refere ao Parque Nacional da Chapada Diamantina, o mais expressivo ícone ecológico da região – fruto da mobilização dos grupos ambientalistas e das forças políticas regionais e estaduais em torno da sua preservação, ainda aguarda sua regulamentação, há mais de uma década. Esta situação vem provocando uma crescente ação antrópica em sua área, perpetrada pela exploração do garimpo, desmatamento de áreas de floresta nativa, coleta indiscriminada de espécies vegetais raras, queimadas, caça de animais silvestres, e, em conseqüência, dificultando a gestão governamental na sua fiscalização. Os períodos mais secos favorecem a ocorrência de focos de incêndio por combustão espontânea. Porém, a prática agrícola tradicional da queima e coivara, através de fogueiras, para a implantação de lavouras e pastagens contribuem para agravar o problema, além das ações predadoras dos caçadores. No início de 1995 registrou-se a mais grave ocorrência de incêndio, quando foram consumidos UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra pelo fogo mais de 260 hectares de mata virgem com sua rica fauna silvestre. Nos anos de 2005 e 2006 novos episódios de incêndio são registrados no Território. Além das questões ambientais, a Chapada Diamantina apresenta graves problemas socioeconômicos. A exclusão social é crítica, sendo relativamente grande o contingente de famílias que padece de pobreza e indigência. A região se depara, ainda, com sete municípios com os maiores índices relativos de famílias indigentes da Bahia (acima de 60%). Reforçando esse agudo quadro de pobreza, os dados do IBGE (2000) revelavam que 69% da população possuem chefes de família percebendo no máximo 1 salário mínimo, residente, fundamentalmente, na zona rural. Nestas condições, o acesso e os padrões de consumo de bens e serviços sociais são insustentáveis: 44% de analfabetos; 1/3 de docentes leigos; 42% dos domicílios urbanos e 92% dos domicílios rurais sem canalização de água; 96,7% dos domicílios urbanos e 99,7% dos domicílios sem instalação de esgotamento sanitário; 0,20 médico/1.00 habitantes; e 0,06 dentista/1.000 habitantes. Como os principais investimentos públicos e privados realizados no território não focam a reversão das questões sociais latentes fica o indício de manter-se-ão os indicadores, com poucas alterações1. É neste cenário, detentor de elevados índices de analfabetismo, má distribuição de renda e subdesenvolvimento econômico que a UNEB, no ano de 1999, ofertou o curso de Pedagogia no Município de Seabra vinculado ao Projeto Rede UNEB 2000/Programa de Formação para Professores da Rede Municipal de Ensino do Departamento de Educação - Campus XIII – Itaberaba, fazendo assim, seu primeiro contato com a Chapada Diamantina. Tal fato despertou à comunidade para a necessidade de oferecer aos seus jovens a oportunidade de ter acesso ao Ensino Superior gratuito, em seu próprio território. Para tanto, foi criado o Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) do Campus XXIII em Seabra, através do Decreto 8.354 de 31 de outubro de 2002. 1 www.sit.mda.gov.br/biblioteca_virtual/ptdrs/ptdrs_territorio031.pdf, acesso abril/2012 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra No ano seguinte é implantado o do Curso de Letras - Língua Portuguesa e Literaturas do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias visando não só atender as demandas da comunidade local, mas também, das comunidades circunvizinhas, em consonância com as suas diversidades culturais. No ano de 2005, para acompanhar as demandas regionais despertadas pela presença da UNEB no interior, implanta-se o Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas, haja vista, não haver em nenhum dos 23 municípios que compõem o Território da Chapada Diamantina Instituição de Ensino Superior Pública ou Privada que oferecesse o curso. Desta forma, os Cursos de Letras têm contribuído para amenizar a carência de profissional com formação na área para atuar no ensino fundamental e médio da região. Além desses cursos de oferta contínua, o Departamento promoveu o curso de graduação de oferta temporária Letras - Língua Portuguesa e Literaturas (Licenciatura) no ano de 2005, em convênio com a Secretaria Estadual de Educação da Bahia e o Instituto Anísio Teixeira, desenvolvido como integrante do Programa de Formação de Professores em Exercício da Rede Estadual de Ensino (PROESP). Por intermédio desse curso foram graduados 50 professores oriundos de Boninal, Iraquara e Palmeiras, municípios situados a aproximadamente 50 Km de Seabra bem como docentes de Seabra. O Campus XXIII/UNEB estabeleceu também parceria com prefeituras do território para graduar professores das redes municipais de ensino através do Programa Rede UNEB 2000. Neste convênio foram graduados 96 professores dos municípios de Seabra e Iraquara, 87 de Mucugê, 94 de Piatã e 81 de Ibicoara. A partir de 2010, os cursos de formação para professor das redes públicas integrantes dos programas especiais passaram a ser oferecidos por meio do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica com as demandas identificadas na Plataforma Freire e financiamento direto do MEC/CAPES. Atualmente, o Departamento oferece os cursos de Educação UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Física, Pedagogia e Artes Visuais, qualificando, assim, professores da educação básica de oito municípios da Chapada Diamantina. A tabela 14 possibilita a visualização do número de alunos matriculados em cada curso. Tabela 14 – Cursos de Graduação por número de alunos matriculados - Campus XXIII Curso Nº de alunos matriculados Letras - Língua Portuguesa e Literaturas - Licenciatura 191 Letras - Língua Inglesa e Literaturas - Licenciatura 49 Pedagogia - Licenciatura (Formação continuada – Plataforma Freire) Seabra/Iraquara 27 Pedagogia - Licenciatura (Formação continuada – Plataforma Freire) Seabra 61 Educação Física - Licenciatura (Formação continuada – Plataforma Freire) 28 Artes Visuais – Licenciatura (Formação continuada – Plataforma Freire) Seabra 32 Total geral de alunos matriculados 388 Fonte: Secretaria Acadêmica – Campus XXIII, 2012 Ao longo desses anos o Departamento tem buscado atender as demandas da região e integrar a comunidade com realidades diferenciadas, proporcionando um encontro com o local e o global, indo além do seu objetivo específico de formação acadêmica restrito ao seu corpo discente. Nesse sentido tem sediado e participado dos fóruns de discussão do Território de Identidade da Chapada Diamantina, do Planejamento Plurianual (PPA) do Estado da Bahia, realizando parceria com diversos órgãos governamentais e Ong’s (Organizações não governamentais). Somente nos últimos três anos, o Departamento ofereceu à comunidade da Chapada Diamantina a realização de três grandes eventos em seu território: O X EBEL (Encontro Baiano de Estudantes de Letras), o I CILLAA (Congresso Internacional de Língua e Literaturas Africanas e Afro-brasilidades) e o I Simpósio Internacional de Baianidade - Sinbainidade que trouxeram especialistas e UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra pesquisadores de diversos estados brasileiros e países como Angola, Portugal, Argentina, Nigéria, Cabo Verde e Moçambique. Para dar suporte ao desenvolvimento de suas atividades acadêmicas e administrativas, o Departamento dispõe do trabalho de onze técnico- administrativos, destes 81,82% têm formação universitária e 18,18% têm educação básica. Daquele total 55,55% são egressos do curso de Letras/Língua Portuguesa e Literaturas. O Campus conta ainda com 5 estagiários de nível superior que dão apoio aos trabalhos administrativos, possibilitando-os uma formação profissional prática. Os técnico-administrativos do Campus XXIII estão inseridos na política de capacitação e qualificação da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Esta tem se dado tanto para a formação complementar (exigida pela função/cargo exercido) quanto para a formação acadêmica. Para o aprimoramento do servidor público no que tange à formação tanto em nível de especialização quanto de mestrado, o Departamento tem oferecido o transporte e adaptado o horário de trabalho do técnico, assegurando aos servidores o acesso a eventos de capacitação interna ou externa ao seu local de trabalho. Além do incentivo e do apoio ao servidor público em suas iniciativas de capacitação voltadas para o desenvolvimento das competências institucionais e individuais, a UNEB tem promovido encontros, cursos de atualização, aperfeiçoamento e outros tomando como base o programa de capacitação dos servidores da UNEB. Nos últimos anos, a universidade ofereceu, dentre outros, o II Encontro dos Técnicos Administrativos (ENTEAD), o seminário de capacitação do corpo técnico-administrativo tendo como tema Como Administrar Conflitos nas Organizações, o Encontro de Formação de Coordenadores Acadêmicos e UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Secretários de Colegiados de Cursos de Graduação da UNEB – Gestão Acadêmica: Procedimentos de Planejamentos, Acompanhamentos e Registros Acadêmicos na perspectiva da excelência acadêmica, bem como, outras iniciativas específicas por Departamento, integrantes das ações do Programa de Valorização do Servidor da PGDP, que prevê diversas atividades para 2012, atendendo uma demanda dos próprios técnico-administrativos. Como política de capacitação para os docentes da instituição, a Reitoria juntamente com a Pró-Reitora de Ensino de Graduação (PROGRAD), vem desenvolvendo Encontros de Formação Acadêmica dos Coordenadores de Colegiados, com a finalidade de consolidação da gestão acadêmica dos cursos da UNEB. A fim de contribuir para formação e Gestão Acadêmica dos Coordenadores de Colegiados, e mantê-los contextualizados com as propostas de políticas nacionais de graduação, a PROGRAD promove também a participação do Coordenador de Colegiado no Fórum de Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras. A política de capacitação da Universidade do Estado da Bahia - UNEB perpassa os diversos setores dos Campi contribuindo de forma significativa para o bom funcionamento da Universidade. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2.2. INSTALAÇÕES FÍSICAS O Departamento de Ciências Humanas e Tecnológicas – Campus XXIII funciona no antigo Centro de Treinamento de Líderes (CTL), localizado na Rua Padre Justiniano Costa s/n, Boa Vista, no município de Seabra. O Campus possui 08 salas de aula, duas com capacidade para 60 alunos e as demais com capacidade para 25 alunos, todas com boa iluminação, ventilação e com equipamentos eletrônicos instalados para auxiliar o trabalho docente. Conta ainda com internet wier fireless que facilita a interatividade e comunicação tanto nos ambientes internos como nas áreas de circulação. A sala da Coordenação do Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas é ampla e equipada para garantir o fluxo do trabalho administrativo e um bom atendimento aos estudantes e docentes, está estrategicamente localizada ao lado da Secretaria Acadêmica, sala da Direção do Departamento e a dos Professores, facilitando a comunicação e a interação para a agilidade nos processos. Como apoio ao desenvolvimento acadêmico das atividades, o campus dispõe de dois laboratórios de ensino e pesquisa equipados com computadores e demais acessórios, além de bibliografia para as pesquisas específicas das áreas atendidas: Linguística, Literatura e Inglês Instrumental para o Curso de Língua Inglesa e Linguística e Literatura no Curso de Língua Portuguesa e um laboratório de informática. Esses laboratórios atendem também aos Cursos de Pedagogia; Licenciatura em Educação Física e Licenciatura em Artes Visuais, da Plataforma Freire. Todos os espaços internos do Departamento apresentam extintores de incêndio tanto de carga d’água como carga em pó, em locais estratégicos; possuem grades nas janelas e portas, além de contar com uma equipe de vigilantes diurnos e noturnos que zelam pelo patrimônio da entidade. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Na perspectiva de Educação Inclusiva e de conscientização das necessidades especiais, o Departamento tem buscado adequar as instalações para proporcionar acessibilidade a todos. Em uma ação conjunta com o proprietário do imóvel foram iniciadas as reformas que possibilitam o acesso dos cadeirantes aos diversos setores do Departamento e a adequação de banheiros femininos e masculinos. Embora o ambiente atenda de forma satisfatória às necessidades do curso, a construção de uma sede própria é um projeto que vem sendo discutido com a Administração Central no sentido de viabilizá-lo, uma vez que o Departamento foi agraciado com a doação de um terreno para este fim. As dependências utilizadas para o uso administrativo e acadêmico estão discriminadas na tabela xxx, a seguir: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 15 - Dependências utilizadas para as atividades Administrativo-Acadêmicas do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Campus XXIII Pavimento 01 - NORTE 02 - LESTE 03 - SUL 04 - OESTE 2 Quantidade Especificação Dimensão (m ) 01 Recepção 67,45 01 Sala 01 45,95 01 Sala 02 31,95 - Área de circulação 7,19 01 Banheiro feminino 13,00 01 Banheiro masculino 13,00 01 Sala 03 55,40 01 Sanitário 26,85 01 Sala 04 24,89 01 Sanitários 26,85 01 Sala 05 24,76 - Área de circulação 5,09 01 Laboratório de informática 27,40 01 Banheiro 5,60 01 Banheiro 2,50 01 Depósito 8,80 01 Depósito 14,40 01 Banheiro 6,10 01 Diretório acadêmico 13,40 01 Laboratório de Pesquisa em Literatura, Lingüística, Baianidades e Cultura da Chapada (LLBCC) Laboratório (LLBCC) 10,75 01 Sala 06 63,15 01 Copa 15,07 01 Biblioteca 84,42 01 Lavanderia 8,34 01 Auditório 241,80 01 Palco 49,80 - Área de circulação 11,35 01 Depósito 11,35 01 Sala 09 24,25 01 Banheiro 6,00 - Área de circulação 41,49 01 Secretaria acadêmica 24,25 01 Banheiro 5,90 01 Laboratório de Língua Inglesa (LABIN) 24,25 01 Banheiro 5,90 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Pavimento 2 Quantidade Especificação Dimensão (m ) 01 Colegiado - NUPE 24,25 01 Banheiro 6,00 01 Sala dos professores 24,25 01 Banheiro 6,00 01 Diretoria 24,25 01 Banheiro 5,90 01 Financeiro 11,25 01 Banheiro 5,90 01 Servidor 11,25 01 Banheiro 6,00 01 Sala 07 34,80 01 Sala 08 34,80 Pátio descoberto - central sul Área de circulação 309,60 Pátio descoberto - central norte Área de circulação 469,75 04 - OESTE O memorial descritivo e a planta baixa do prédio, apresentados a seguir, trazem as especificações do espaço acima mencionado. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2.3. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS O Campus XXIII tem se empenhado no sentido de garantir um desenvolvimento com qualidade das suas atividades acadêmicas, disponibilizando todos os recursos didáticos e tecnológicos possíveis para atender de forma eficaz as necessidades dos docentes, estudantes, técnico-administrativos e comunidade externa. Para tanto, tem se esforçado para ampliar e atualizar o seu acervo bibliográfico e adquirir equipamentos mais modernos, tendo em vista a melhoria do processo de ensino e de aprendizagem e a articulação teoria/prática. A seguir alocação dos equipamentos e recursos tecnológicos por dependência do Campus XXIII. Tabela 16 – Equipamentos e recursos tecnológicos Dependência Quantidade Laboratório de Informática 07 02 Sala dos Professores 02 01 Colegiados dos Cursos Letras 02 01 Biblioteca 03 02 01 Direção do Departamento 01 01 Laboratório de Língua Inglesa (LABIN) 05 01 01 01 01 01 Especificação Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Notebook Acer Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora HP Laser Jet P1005 Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora HP laser Jet P1005 Computador Chipnet Intel dual core, 1 Gb de memória Ram e Hd de 160 Gb; monitor LCD 17’ Computador Intel Celeron, 512 Mb de memória Ram e 80 Gb de Hd Impressora LEXMARK Laserjet C532n Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora Multifuncional Epson Stylus Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Notebook Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de Ram e Hd de 60 Gb Impressora LEXMARK Laserjet C532n TV Sony LCD 52’ Aparelho de som Philips Aparelho gravador de DVD LG UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Dependência Quantidade Especificação Laboratório de Pesquisa em Literatura, Lingüística, Baianidades e Cultura da Chapada (LLBCC) 05 01 Computador Chipnet Intel dual core, 1 Gb de memória Ram e Hd de 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora LEXMARK Laserjet C532n Auditório 01 02 01 01 Mesa de Som Microfones sem fio Caixa de som amplificada Lousa Digital Secretaria Acadêmica 02 01 01 Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora Multifuncional HP Deskjet PSC 1315 Impressora HP laserjet 3600n Protocolo 01 01 Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora HP laser Jet P1005 Núcleo de Pesquisa e Extensão 01 01 Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora HP laser jet 3600n Salas de Aula 08 08 04 04 Aparelhos de TV Philips 20’ Aparelhos de DVD Philips Data Show Benq CPU Intel Celeron, 512 Mb de memória Ram e Hd de 80 Gb Setor Financeiro 03 01 Computador Impressora Secretaria da Direção 02 01 01 Computador Vector Intel core 2 duo, 2 Gb de memória Ram e Hd 160 Gb; monitor LCD 17’ Impressora Multifuncional HP Deskjet PSC 1315 Roteador rede Wireless Fonte: DCHT- Campus XXIII- Seabra O Departamento disponibiliza também três câmeras digitais e duas filmadoras utilizadas no desenvolvimento de atividades administrativas e pedagógicas. De modo geral, os equipamentos e recursos tecnológicos estão em perfeito estado de conservação e são apropriados às atividades do Campus. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2.3.1. Biblioteca Setorial A biblioteca do Campus XXIII está vinculada tecnicamente à Biblioteca Central/UNEB e administrativamente à direção do Departamento do Campus. Funciona de segunda à sexta-feira, das 13h30min às 17h30min e das 19h às 22h30min. No sábado, o horário é das 08h às 12h. O acervo é diversificado, totalizado em 979 títulos e 3.205 exemplares. Conta, também, com o setor de referências e periódicos, com material bibliográfico específico para pesquisas e consultas, adquirido através da compra e de doações da comunidade. A aquisição das obras é efetuada pela Setorial, a partir das indicações feitas pelos docentes. O processamento técnico do arquivo (registro, classificação, catalogação e referência bibliográfica) é da competência dos técnicos da unidade. O empréstimo é concedido apenas para os docentes, discentes e funcionários do Departamento. O atendimento é feito através da disponibilização das referências bibliográficas, organizadas em catálogos, os quais são atualizados na medida em que são adquiridos novos títulos. É liberado o empréstimo domiciliar para o usuário devidamente cadastrado, podendo ter acesso ao material bibliográfico da Biblioteca Central e das outras setoriais, pelo sistema de empréstimo interbibliotecário. Através do sistema COMUT, o usuário pode adquirir cópias de artigos disponíveis em outras bibliotecas universitárias, bastando encaminhar um formulário com as especificações da pesquisa à Biblioteca Central, para as devidas providências. Embora os principais usuários sejam alunos, professores, funcionários e técnicoadministrativos do Departamento, qualquer pessoa, devidamente identificada, pode consultar o material bibliográfico no recinto. Para atendê-los, a biblioteca do Departamento dispõe do trabalho de uma coordenadora com formação em Secretariado Executivo, atualmente fazendo pós-graduação em Biblioteconomia e um assistente com Ensino Médio. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quanto à estrutura física, a biblioteca está situada em um ambiente espaçoso, com boa iluminação e ventilação, possui extintores de incêndio em local estratégico, com rampa de acesso para deficientes, mesas para trabalhos de pesquisa em grupo, cabine onde o usuário pode pesquisar o acervo do Departamento ou localizar nas prateleiras as biografias indicadas. A organização e manutenção da limpeza local estão dentro dos padrões exigidos. O acervo bibliográfico do Departamento por área de conhecimento e outras fontes de consultas encontram-se apresentados a seguir nas tabelas II e III. Tabela 17 – Acervo Bibliográfico por área de Conhecimento do Curso UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 18 – Outras Fontes de Consulta UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2.4. CORPO DOCENTE O corpo docente do Departamento é constituído de 33 professores atuando nos cursos de Letras - Língua Portuguesa e Literaturas e ou Letras - Língua Inglesa e Literaturas. As informações demonstram que mais de 60% possuem qualificação strictu senso, entretanto, esse índice se elevará em pouco tempo, haja vista, 33% estar se qualificando em nível de mestrado ou doutorado. Tabela 19 – Demonstrativo do quantitativo de docentes por titulação - Campus XXIII Titulação n % Especialização 12 36,4 Mestrado 17 51,5 Doutorado 04 12,1 Total 33 100 Fonte: Campus XXIII/Seabra, 2011 Em relação ao vínculo empregatício, 60,6% dos docentes são efetivos e 39,4% são substitutos. Quanto ao regime de trabalho, 30,3% dos professores trabalham 20 horas semanais, 54,5% tem uma carga horária semanal de 40 horas e 15,2% trabalham em regime de dedicação exclusiva, conforme se apresenta na Tabela 20. Tabela 20 – Demonstrativo do quantitativo de docentes por regime de trabalho, Campus XXIII Regime de Trabalho n % 20 horas 10 30,3 40 horas 18 54,5 Dedicação Exclusiva 05 15,2 Total 33 100 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 5 - Corpo Docente do Departamento Titulação Docente Amanda Maria Nascimento Gomes Anna Karyna Torres Cortes Boris de Araújo Dias Forma de ingresso Graduação Pós-graduação 20 H 40 H D.E C S Licenciatura em Letras/ UESC-BA/ 2005 Mestranda em Crítica Cultural/UNEB Especialização em Leitura, Interpretação e Produção de Texto Faculdade do Sul-BA/2006 - X - X - Licenciatura em Nutrição e Dietética UNEB-BA /1995 Bacharelado em Língua EstrangeiraInglês UFBA -/2003 Especialização em Ensino da Língua Inglesa UNIFACS-BA /2005 - X - X - - Núcleo de Estudos Interdisciplinares I, II e IV Licenciatura em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Literaturas / UNEB / 1998 Doutorando em Letras e Linguística / UFBA Mestrado em Letras e Linguística / UFBA / 2007 Especialização em Estudos Linguísticos: Leitura e Produção de Textos / UNEB / 2001 - X - X - - Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna - Panorama da Produção Literária: da Origem até a Modernidade - Língua Inglesa - Interm ediário II - Língua Inglesa - Avançado I - Núcleos de Estudos Interdisciplinares III - Estudos Contemporâneos em Língua Inglesa I e II - Análise Literária Licenciatura em Letras, habilitação Português e Inglês com as respectivas Literaturas UCSAL / 2004 Mestrando em Educação e Planejamento do Ensino, Currículo, Didática e Avaliação UNEB/2011 Especialização em Políticas de Planejamento Pedagógico: Currículo, Didática e Avaliação UNEB / 2007. - X - - X - Estudos Fonéticos e Fonológicos; - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa I - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa IV - Estudos Linguísticos I e II - Leitura e Produção Textual - Relações Sintáticas na Língua - Estágio Supervisionado I, II, III e IV - Panorama da Produção Literária: da Origem até a Modernidade - Estudos Fonéticos e Fonológicos I, II e III - Língua Inglesa Instrumental Adelino Pereira dos Santos Regime de trabalho Disciplina(s) que leciona UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Cássio Jânio dos Santos Silva - Língua Inglesa – Básico I e II - Língua Inglesa – Intermediário I - Estudos Fonéticos e Fonológicos Licenciatura Plena em Letras, habilitação em Língua Inglesa UNEB /1998 Doutorando em Desenvolvimento Regional e Urbano/UNIFACS Mestrado em Desenvolvimento Regional e Urbano/ UNIFACS/2010 Especialização em Metodologia do Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação. UNEB/2003 Especialização em Língua Inglesa UNIFACS/2004 - - X X - UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Titulação Docente Clebemilton Gomes do Nascim ento Cleber Nogueira Aleluia de Souza Cristina de Araújo Ramos Reis - Núcleo de Estudos Interdisciplinares V e VI - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I e II - Língua Estrangeira Instrumental I e II - Língua Inglesa - Interm ediário III - Língua Inglesa - Avançado I, II e III - Tópicos de Língua Brasileira de Sinais Cristiane Andrade Santos - Psicologia e Educação - Estudos Epistemológicos da Aprendizagem - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I Daniel Cirqueira Baiardi - Estudos Filosóficos Eduardo Boaventura de Souza Emari Andrade De Jesus Fábio Nogueira de Oliveira Regime de trabalho Forma de ingresso Disciplina(s) que leciona - Estudos Filosóficos - Estudos Epistemológicos da Aprendizagem - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa I e II - Aspectos Psicofilosóficos que fundamentam o Ensino de Língua Inglesa - Língua Portuguesa Instrumental - Estágio Supervisionado III e IV - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa IV Graduação Pós-graduação 20 H 40 H D.E C S Licenciatura em Letras com Língua Inglesa UFBA/1995 Mestrado em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo/UFBA/2010 Especialização em Metodologia e Prática de Ensino em Gênero/UFBA/2005 Especialização em Língua e Literatura da Língua Portuguesa/UFBA/1999 - X - X - Letras com Inglês/Universidade Jorge Amado/2005 Especialização em Língua Inglesa UNIFACS/2008 - X - X - X - - X - - X - X - Mestrado em Filosofia / USP / 2008 - X - - X Doutorado em Educação/UFBA 2008 Mestrado em Filosofia UFBA/ 2005 X - - X - X - - X - - X - X - Licenciatura em Pedagogia com Habilitação em Magistério para Defic. / Universidade Metodista de Piracicaba / UNIMEP / 2001 Letras Vernáculas com Inglês UCSAL/1987 Psicologia/UFBA/1991 Bacharelado em Filosofia / USP / Brasil / 2005 Licenciatura em Filosofia UFBA/1998 Bacharelado e Licenciatura em Letras/USP/2005 Ciências Sociais/USP/2002 Mestranda em Ciência da Educação / UTIC Especialização em Educação Inclusiva / FASB / 2009 Especialização em Educação Infantil / UNEB / 2006 Especialização em Metodologia do Ensino Superior / Faculdade Integrada Olga Mettig / 2003 Mestrado em Administração/UFBA/2006 Especialização em Saúde do Trabalhador/UFBA/2000 Doutorado em Educação em andamento/FEUSP Mestrado em Educação/FEUSP/2008 Doutorando em Sociologia USP/2011 Mestrado em Sociologia e Direito UFF/2009 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Titulação Docente Disciplina(s) que leciona Gildeci de Oliveira Leite - Construção do Sentido no Texto Literário - Texto Literário e a Formação do Leitor - Estudo da Produção Literária no Brasil Tradição e Ruptura em Literaturas de Língua Portuguesa - Literatura e Outras Artes - Estudos da Produção Literária Baiana - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa V Gilma Flávia Souza Ferreira Iranice Carvalho da Silva Izanete Marques Souza Joabson Lima Figueiredo Josenita Costa de Souza Maria Eunice rosa de Jesus Silva Maria Luiza Tapioca Silva - Prática Pedagógica I Prática Pedagógica II Prática Pedagógica III Estágio Supervisionado II - Prática Pedagógica III - Trabalho de Conclusão de Curso II - Trabalho de Conclusão de Curso I - Aspectos Históricos e Culturais em Língua Inglesa Leitura e Produção textual Estudos Linguísticos I Seminário Interdisciplinar de Pesquisa II, III e VI Estudo da Ficção Brasileira Contemporânea Literatura: Crítica, História, Cultura e Sociedade Literatura e Cultura Afro-Brasileira Estudo da Produção Literária no Brasil Estudos da Produção Literária Baiana Currículo e Sociedade Prática Pedagógica I - Aspectos Históricos e Culturais da África e da Diáspora - Prática Pedagógica I, II, III e IV - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa III Regime de trabalho Forma de ingresso Graduação Pós-graduação 20 H 40 H D.E C S Licenciatura em Letras Vernáculas UFBA/2000 Mestrado em Letras e Lingüística UFBA/2003 Especialização em Planejamento e Prática do Ensino Superior/ABEC/2001 - - X X - X - - - X - X - X - Licenciatura em Pedagogia UEFS/1998 Graduação em Pedagogia/UNEB/1993 Mestranda em Educação e Contemporaneidade/UNEB/2011 Especialização em Metodologia do Ensino e da Pesquisa em Administração e Supervisão Escolar/Faculdade Integradas de Amparo/2004 Doutorado em Educação UFRGS/2010 Mestrado em Educação UFRGS/2003 Especialização em Psicopedagogia/UFBA/1995 Licenciatura em Língua Pot. e Literatura / UNEB / 1998 Especialização em Língua Portuguesa: Gramática / UEFS / 2001 X - - - X Licenciatura Plena em Letras, habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas e Literatura de Língua Francesa UEFS/BA -2005 Mestrado em Literatura e Diversidade Cultural UEFS/2009 Especialização em Estudos Literários UEFS/BA /2007 - X - - X - - X X - - X - X - - - X X - Licenciatura em Pedagogia UESC/BA /1970 Licenciatura em Língua Port. e Literatura de Língua Portuguesa / UNEB / 1997 Licenciatura em Pedagogia UFBA /1974 Especialização em Metodologia do Ensino Superior CEPOM/BA /1990 Mestrado em Educação e Contemporaneidade / UNEB / 2006 Especialização em Planejamento Educacional / UNIVERSO / 1999 Mestrado em Educação, Currículo e Trabalho UFBA /1994 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Titulação Docente Disciplina(s) que leciona Mauricio José Souza Amorim - Morfologia e Construção do Significado - Significação e Contexto; - Texto e Discurso - Diversidade Linguística - Constituição Histórica do Português Brasileiro - Leitura e Produção de Texto II - Prática de Tradução - Produção do Texto Oral e Escrito - Linguística Aplicada ao Ensino de Língua inglesa I e II - LSP - Ensino de Língua Inglesa para Fins Específicos - Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa I e II - Estudos Comparativos Linguísticos - Novas Tecnologias Aplicadas ao Ensino de Língua e Literatura da Língua inglesa Miriam Barreto de Almeida Moacir da Silva Cortes Junior Noélia de Jesus Silva - Aspectos Históricos e Culturais em Língua Materna - Diversidade Linguística; Prática Pedagógica I; - Estágio Supervisionado IV; - Fonética e Fonologia - Estudos Linguísticos II - Cânones e Contextos na Literatura Portuguesa; - A Função Social da Leitura e da Produção Textual; - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa IV; - Cânones e Contextos na Literatura Brasileira; Estudo da Produção. - Literária no Brasil; Estudo da Ficção Brasileira Contemporânea. - O Estético e o Lúdico na Literatura Infanto-Juvenil Regime de trabalho Forma de ingresso Graduação Pós-graduação 20 H 40 H D.E C S Licenciatura Plena em Letras, Habilitação em Língua Inglesa UFBA /1995 Especialização em Metodologia do Ensino Superior em Educação, Pesquisa e Extensão UNEB /1997 Especialização em Roteiro para Televisão e Vídeo/ Faculdade Jorge Amado/2000 - - X X - - X - - X - X - X - X - - - X Licenciatura em Língua Port. e Literaturas de Língua Portuguesa / UEFS / 1984 Licenciatura em Letras com ênfase em Tradução em Língua Inglesa Licenciatura em Letras, habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas UNEB /1997 Mestrado em Ciências da Educação / ULHT, Portugal / 2007 Especialização em Supervisão Escolar / UEFS / 1999 Doutorando em Letras e Linguística/UFBA Mestrado em Letras e Linguística UFBA/2006 Mestrado em Literatura e Diversidade Cultural UEFS/BA / 2003 Especialização em Língua e Literaturas Vernáculas UFBA /1999 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Titulação Docente Graduação Pascásia Coelho da Costa Reis - Constituição Histórica do Português Brasileiro Literatura e Cultura latinas Morfologia e Construção do Significado Formação Histórica das Línguas Românicas Licenciatura em letras Vernáculas com Língua Estrangeira UCSAL/1996 Ricardo Tupiniquim Ramos - Teoria literária em Língua Inglesa e Língua Materna - Tópicos de Tradução Licenciatura em Letras Vernáculas com Inglês / UCSAL / 1996 Tânia Cristina de Melo Figueiredo - Compreensão e Produção Oral - Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa Licenciatura em Letras / UCSAL / 1992 Úrsula Nascimento de Souza Cunha Valtir Maria de Oliveira Vanessa Bastos Lima Vilma Maria dos Santos Reis Virgínia Lim a de Oliveira Regime de trabalho Forma de ingresso 20 H 40 H D.E C S - X - - X - X - X - X - - - X - X - X - X - - - X - X - - X Disciplina(s) que leciona - Estágio Supervisionado I - Estágio Supervisionado IV - Políticas e Organização dos Sistemas de Ensino - Tradição e Ruptura em Literaturas de Língua Portuguesa - Estudos Teóricos do texto Literário - Cânones e Contextos da Literatura Portuguesa - Aspectos da Literatura Portuguesa - Estudos Sócio-Antropológicos - Estudos Sócios Antropológicos do Ensino em Língua Inglesa - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa I - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa III - Seminário Interdisciplinar de Pesquisa IV - Formação Histórica das Línguas Românicas - Constituição das Línguas Românicas - Língua e Cultura Latinas - Língua e Literatura Latina Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXIII Licenciatura em Letras-Língua Portuguesa/ UEFS 1996 Licenciatura em Pedagogia / UNEB / 2001 Licenciatura em Letras Vernáculas UEFS/2007 Pós-graduação Doutoranda em Letras e Lingüística UFBA/2011 Mestrado em Letras e Linguística UFBA/2003 Doutorado em Letras e Linguísticas / UFBA / 2008 Mestrado em Letras e Linguística / UFBA / 1999 Mestrado em Letras / UFRJ / 2000 Especialização em Alemão / GoetheInstitut, GI, Brasil/ 1995 Especialização em Inglês / Escola Baihana de Expansão Cultural / 1977 Mestrado em Critica Cultural UNEB/2011 Especialização em Metodologia do Ensino, Pesquisa e Extensão UNEB 2001 Especialização em Ensino de Língua Portuguesa e Literatura UNEB/ 2007 Especialização em Política do Planejamento Pedagógico / UNEB / 2003 Especialização em Língua Portuguesa: Textos / UEFS / 2003 Mestranda em Crítica Cultural/ UNEB/2010 Especialização em Estudos Lingüísticos Literários UEFS/ 2009 Bacharelado em Ciências Sociais UFBA / 2001 Licenciatura em Ciências Sociais UFBA /1999 Mestrado em Ciências Sociais UFBA / 2005 X - - - X Licenciatura em Letras UEFS / 2006 Especialização em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa FACINTER/PR /2008 X - - - X UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2.5. AVALIAÇÃO INTERNA A UNEB tem buscado comprometer-se cada vez mais com a sua missão de produzir conhecimento, divulgá-lo, disponibilizá-lo e torná-lo acessível a um universo populacional cada vez maior. Isto requer práticas cotidianas de avaliação da sua ação e dos impactos causados no contexto onde está inserida. Assim, ela não tem se excluído dos processos avaliativos onde, além das questões relacionadas ao ensino, ela é avaliada também pelas atividades de pesquisa e extensão que desenvolve. Internamente, este trabalho tem sido coordenado pela Comissão Própria de Avaliação – CPA, que tem atuado em consonância com as dimensões apontadas pelo Sistema Nacional de Educação Superior – SINAES. Além desta, a UNEB tem respondido de forma satisfatória aos procedimentos de avaliação adotados pelo MEC e pelo Conselho Estadual de Educação – CEE. A avaliação institucional sistematizada por estes organismos investiga além da formação acadêmica, a atuação de professores e as condições institucionais de infra-estrutura que as instituições de ensino superior oferecem. Com essa prática, cria-se um dispositivo regulador para conceder o reconhecimento ou a renovação dos cursos de graduação e até o recredenciamento das Universidades. Em 2006, uma Comissão Própria de Avaliação (CPA), retomou seus trabalhos de avaliação em consonância com as dimensões do SINAES e em novembro deste mesmo ano e outubro de 2007, realizou seminários específicos sobre a avaliação institucional envolvendo representantes dos seus 29 Departamentos. Esta comissão trabalhou na perspectiva de realizar no 1º semestre de 2008, a avaliação de todos os seus cursos de graduação, onde foram investigadas as dimensões propostas pelo SINAES, a saber: - missão e plano de desenvolvimento institucional; - políticas de pessoal, carreira do corpo docente e do corpo técnico administrativo; - organização e gestão da Instituição; - infra-estrutura física; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra - planejamento e avaliação; - políticas de atendimento aos estudantes; - sustentabilidade financeira; - políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação e a extensão; - comunicação com a sociedade; - responsabilidade social da Instituição. Independente dessas avaliações formais que já foram procedidas, a UNEB através de seus contatos e estudos junto aos seus Departamentos e demais setores administrativos e pedagógicos, vem orientando-os no sentido de proceder a uma reflexão sobre a prática cotidiana, envolvendo trabalhos de ensino, pesquisa e programas de extensão, incluindo as condições instrumentais e físicas, dentre outros aspectos de relevância que venha contribuir para o aprimoramento da sua atuação. Nesta perspectiva e entendendo a avaliação como um processo que visa planejar e re-planejar a prática docente, as ações extensionistas e os projetos de pesquisa desenvolvidos, o Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias-DCHT Campus XXIII tem buscado desenvolver processos democráticos de avaliação, envolvendo os seus discentes. Para isso, o Colegiado do Curso como órgão responsável pela coordenação didático - pedagógica, tem planejado e acompanhado as atividades através de reuniões mensais, avaliações processuais e interdisciplinares, realizadas a partir de critérios definidos pelo corpo docente e discente. Durante todos os semestres é oportunizado o debate entre docentes e discentes para que os mesmos possam avaliar e reavaliar o desenvolvimento das suas ações, objetivando, assim, o aprimoramento da formação acadêmica. No que se refere a ações extensionistas, orienta-se que projetos visem a atender aos anseios da comunidade externa, bem como as características regionais, procurando, assim, promover e estimular as atividades sócio-culturais do Departamento, através da socialização do conhecimento acadêmico. Os cursos de extensão realizados estão voltados especificamente para as áreas de Leitura e Produção Textual, Literatura e Sociedade, Inglês Instrumental, Alfabetização de UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Jovens e Adultos, Educação Sexual, Variação Lingüística e Educação Inclusiva e são oferecidos ao público universitário ou não, na modalidade presencial, propiciando assim o permanente exercício da cidadania. Em relação ao desenvolvimento dos projetos de pesquisa, os mesmos são articulados com o ensino e a extensão, observando para isso temas e regiões prioritárias, visando à produção do conhecimento científico, tecnológico e artístico necessários à melhoria da qualidade de vida e ao desenvolvimento humano. Foi nesse processo de avaliação contínua que entendendo a necessidade de oferecer uma estrutura acadêmica mais sustentável para os estudantes do curso de Letras - Língua Inglesa e após uma avaliação minuciosa da situação do Curso, no Departamento, que a Universidade opta por suspender temporariamente, no ano de 2008, a oferta de vagas para o Curso de Língua Inglesa, conforme versa a Resolução 474/2007, publicada no diário oficial de 30/08/2007 Língua Inglesa no turno vespertino. Nos anos seguintes 2009 e 2010, como não houve mudança da situação do quadro docente o Colegiado do Curso de Letras, com a homologação da Direção de Departamento decidiu manter o vestibular para o Curso com Habilitação em Língua Inglesa suspenso, conforme ata de reunião de Colegiado, de n.º II do ano de 2010, ocorrida em 08/04/2010. No ano de 2011, entre os dias 31 de março a 02 de abril foi realizado no Departamento o SIAP (Seminário Interno de Avaliação e Planejamento) em que foi apresentada a comunidade acadêmica e a convidados das diversas Secretarias de Educação da região e órgãos municipais e estaduais aqui sediados os dados avaliativos obtidos no ano de 2008 e a partir deles delineado o planejamento de ações futuras no Departamento. A partir da análise desses dados, decidiu-se pela manutenção da suspensão do oferecimento de vestibular para Curso de Licenciatura em Língua Inglesa até que as ações do Departamento possibilitassem o oferecimento do Curso com qualidade acadêmica e infraestrutura adequada. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A UNEB participa desde o ano de 2004 do ENADE- Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. A implantação dessa avaliação pelo MECMinistério da Educação gera conceitos a cada uma das dimensões avaliadas. O DCHT Campus XXIII participou do ENADE de 2008 e agora recentemente do ENADE 2011. Entretanto, até esse ano de 2011, não houve distinção das habilitações oferecidas no Curso de Letras, dessa forma os discentes foram avaliados conjuntamente no ENADE de 2008: os discentes do Curso com habilitação em Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Segue abaixo os dados de avaliação do Curso de Letras no Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, segundo o ENADE 2008. Pode-se verificar pelos demonstrativos abaixo que o DCHT- Campus XXIII teve um conceito superior e/ou igual há diversas instituições de Ensino Superior já consagradas na sociedade brasileira e com um período de atuação muito maior que o Departamento de Seabra, o que denota a preocupação com a excelência acadêmica deste Departamento e o empenho do Corpo docente, discente e Administrativo para, apesar das dificuldades de infraestrutura e econômicas, manter uma educação de qualidade em consonância com as demais Instituições de Ensino Superior. Tabela 21 – Conceitos obtidos no ENADE Instituição/ Curso Departamento de Seabra - DCHT XXIIICurso de Letras PUC - Pontifícia Universidade Católica São Paulo - Curso de Letras Universidade de Pernambuco - Petrolina – Curso de Letras Universidade Estadual do Ceará – Fortaleza - Curso de Letras Universidade Estadual do Maranhão - São Luís - Curso de Letras UNB - Universidade de Brasília - Distrito Federal - Curso de Letras UFBA - Universidade Federal da Bahia Fonte: www.inep.gov.br Conceito ENADE IDD (Indicador de Diferenças de Desempenho) 04 05 04 S/C 03 03 04 03 02 S/C 04 02 04 03 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Em relação ao desempenho a nível nacional, os gráficos do ENADE mostram que os discentes do Curso de Letras do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias- Campus XXIII tiveram um desempenho acima da média nacional, tanto os alunos ingressantes, como os alunos concluintes. Os desempenhos foram avaliados nos componentes de Formação Geral e de Componentes Específicos do Curso e se mantiveram equivalentes. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3. DO CURSO 3.1. RELEVÂNCIA SOCIAL O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias do Campus XXIII da Universidade do Estado da Bahia, localizado no município de Seabra, em atendimento às demandas por profissionais com qualificação em nível superior para atuar na educação básica da Chapada Diamantina, implantou no ano de 2005, o Curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas. Tal decisão foi de fundamental importância para o Território da Chapada Diamantina. Não existe nenhuma Instituição de ensino superior pública ou particular que ofereça curso de Letras - Língua Inglesa nessa região. Desta forma, o Curso oferecido pelo Campus XXIII é o único desse território, que é composto por vinte e três municípios e totalizava em 2010 uma população de 359.874 habitantes (IBGE/Censo 2010). Segundo a Diretoria Regional de Educação (Direc 27), com sede em Seabra e da qual são integrantes 11 onze municípios daquele território, para atender a demanda de profissional com formação em língua inglesa nesses municípios, existem apenas 31 professores. Na cidade de Seabra, somente dois docentes da rede estadual de ensino não são egressos da UNEB. Como todo o território apresenta déficit de profissionais com formação e conhecimento na área de língua inglesa, graduandos do Campus XXIII ingressam no mundo do trabalho mesmo não tendo concluído o curso, minimizando a carência de profissionais para a demanda a seguir. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 22 - Demonstrativo da Situação Educacional na Educação Básica, Território da Chapada Diamantina – 2009 REDE Nº DE ALUNOS ENS. EDUC. PRÉFUNDA ESCOLAR MENTAL ENS. MÉDIO Nº DE DOCENTES ENS. EDUC. PRÉFUNDA ESCOLAR MENTAL ENS. MÉDIO Nº DE ESCOLAS ENS. EDUC. PRÉFUNDA ESCOLAR MENTAL ENS. MÉDIO Municipal 12.075 63.535 543 571 3.084 58 500 619 06 Estadual 0 8.642 16.753 0 445 794 0 73 34 Federal 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Privada 1.130 2.558 190 94 227 46 33 29 06 Total 13.205 74.735 17.486 665 3.756 898 533 721 46 Fonte: IBGE, Resultados do Censo 2010. Elaboração Colegiado de Letras – Língua Inglesa, 2012. Os dados da tabela 22 mostram que no ano de 2009 o Território da Chapada Diamantina tinha um total de 105.426 estudantes matriculados em 1300 escolas, sob a orientação de 5.319 professores. Destes, 665 dedicam-se à Educação Infantil, 3.756 ao Ensino Fundamental e 898 ao Ensino Médio. No que se refere à distribuição da matrícula por instância administrativa, 96,30% dos estudantes estão sob a responsabilidade da esfera Pública (72,20% Municipal, 24,10% Estadual) e 3,7% sob o domínio privado. Esses dados corroboram com a necessidade de profissional com formação na área de língua inglesa para atuar na educação básica da região. Além dessa formação primordial para o desenvolvimento no âmbito da educação, o Curso de Licenciatura em Letras - Língua Inglesa e Literaturas do DCHT Campus XXIII tem desenvolvido projetos que proporcionam o desenvolvimento da fluência na Língua Inglesa para a comunidade externa e dessa forma amplia o potencial profissional dos moradores da região em outras áreas, especialmente por ser essa uma região de forte potencial turístico, onde o conhecimento e a fluência em Língua Inglesa se tornam um diferencial necessário na área de hotelaria, comércio e turismo. O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Campus XXIII entende que o crescimento econômico e os novos investimentos nas áreas educacionais na Chapada Diamantina, tais como, a implantação do Instituto UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Federal da Bahia, dos cursos técnicos nas áreas de Turismo e Informática, a implantação de revendedoras de grandes empresas na Chapada Diamantina e do Pólo Eólico oferecerão potencial de crescimento empresarial para a região, entre outros investimentos que ocorrem no setor privado, ratificando a importância do Curso de Licenciatura em Letras - Língua Inglesa e Literaturas para atender a demanda da sociedade. Ademais, o interesse por línguas estrangeiras se mostra presente desde as antigas civilizações até os dias atuais, com a globalização, pois, a humanidade sente necessidade de ter conhecimento sobre outros idiomas. Esse conhecimento não se restringe a aquisição de habilidades linguísticas, está relacionado a uma experiência de vida com interação social, fazendo parte dela o desenvolvimento integral do indivíduo, que aguça a percepção, oferece acesso à informação, abre novas possibilidades de conhecimento do mundo e desenvolve uma consciência mais crítica. A modernidade traz consigo um crescimento de interesses de fluxos culturais, demonstrando que a mesma anula todas as fronteiras geográficas e raciais, e une a espécie humana. No entanto, essa união se faz através das comunicações interpessoais, e para que haja comunicação entre pessoas de diversos países é preciso um idioma que atue como elo entre os mesmos, nesse caso podemos citar a língua inglesa. A justificativa do uso da mesma é porque a crescente internacionalização dos mercados levou as nações a adotarem o Inglês como o idioma oficial do mundo dos negócios, sendo assim o aprendizado do Inglês abre as portas para o desenvolvimento pessoal, profissional e cultural. Desta forma, o Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas através da formação e capacitação de profissionais da área de Educação contribui para o crescimento social, econômico e cultural da Chapada Diamantina. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.2 ATO DE AUTORIZAÇÃO DO CURSO O curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas, do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias foi implantado no ano de 2005 com uma carga horária de 3.180 horas. O currículo será aqui identificado como Currículo de Implantação. Esse currículo foi oferecido aos alunos ingressantes nos semestres 2005.2 e 2006.2. Após ajustes decorrentes de um processo de avaliação coordenado pela PróReitoria de Ensino de Graduação (PROGRAD) acerca desse currículo, o mesmo teve sua carga horária alterada, passando de 3.180 horas para 3.225 horas e está sendo denominado de Currículo com Ajustes. Foram feitas alterações no sentido de melhor adequá-lo ao contexto e ao mesmo tempo fortalecer a articulação entre os diversos componentes curriculares, sem contudo alterar a sua configuração inicial. Por conta destas alterações, estão aqui apresentados os dois currículos: - O currículo de implantação adaptado às novas exigências legais do Conselho Nacional de Educação, oferecido aos alunos com ano de ingresso em 2005 e 2006, com 3.180 horas; - O currículo com ajuste com a carga horária de 3.225 horas, oferecido às turmas com ano de ingresso em 2007 e 2008. Nos itens 3.9.4. à 3.9.9. que tratam da organização curricular, serão dadas as informações específicas sobre os dois currículos. A seguir, Resolução do CONSU nº 288/2044 que cria e autoriza o funcionamento do Curso. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Em cumprimento à Lei Federal Nº 10.436/2002 regulamentada pelo Decreto Federal Nº 5.626/2005, a UNEB instituiu a obrigatoriedade do componente curricular Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) por intermédio da Resolução CONSEPE Nº 1.233/2010. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CONSEPE) RESOLUÇÃO N.º 1233/2010 Publicada no D.O.E. de 11-09-2010, p. 24 Cria o Componente Curricular LIBRAS para os Cursos de Graduação da UNEB e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CONSEPE) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no uso de suas atribuições legais e estatutárias conferidas pelo art.15, inciso VII, combinado com o artigo 13 § 4º do Regimento Geral da UNEB, ad referendum da Plenária do Conselho, com fundamento na Lei n°10.436/2002, regulamentada pelo Decreto n°5.626/2005, e, considerando o constante do Processo nº. 0603090045357, após parecer da relatora designada, com aprovação, RESOLVE: Art. 1º. Criar e autorizar a oferta do Componente Curricular Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para os Cursos de Graduação da UNEB, nas Modalidades Presencial e a Distância. §1º. O Componente Curricular, de caráter obrigatório, com a carga horária de 60 horas, será ofertado inicialmente nos Cursos de Fonoaudiologia, Letras e Pedagogia, a partir do ingresso 2009.1. §2º. O Componente Curricular, de caráter Opcional e/ou de Livre Escolha, com a carga horária de 45 horas, será ofertado para os demais Cursos de Graduação não contemplados no parágrafo anterior, a partir do ingresso 2011.1. Art. 2º. A oferta do Componente Curricular, em caráter Opcional e/ou de Livre Escolha para os demais Cursos de Graduação, deverá ser aprovada em Reunião de Colegiado do Curso e homologada pelo Conselho de Departamento. Art. 3º. Compete aos Colegiados dos Cursos procederem às providências necessárias com vistas à oferta dos referidos componentes. Art. 4º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Gabinete da Presidência do CONSEPE, 10 de setembro de 2010. Lourisvaldo Valentim da Silva Presidente do CONSEPE UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.3. BASE LEGAL O currículo do curso de Letras deste Departamento foi elaborado em consonância com a legislação vigente à época da sua implantação, conforme os pareceres do CNE/CES discriminados a seguir: - Parecer CNE/CES n o 492/2001; - Parecer CNE/CES n o 1.363/2001; - Parecer CNE/CEB n-º0009/2001; - Parecer CNE/CP 28/2001; - Resolução CNE/CP no 01 de 18.02.2002 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, cursos de licenciatura de graduação plena; - Resolução o CNE/CP n 02 de 19.02.2002 que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de Professores da Educação Básica em nível superior; - Resolução o CNE/CP n 18 de 13.03.2002 que estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras; A seguir encontram-se apresentados os Pareceres do CNE/CES no 492/2001 e no 1.363/2001, e as Resoluções do CNE/CP nº 01/2002, nº 02/2002 e nº 18/2002, os quais constituem as fontes de referência para os ajustes, resultando no currículo vigente. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra PARECER CNE/CES 492/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/7/2001, publicado no Diário Oficial da União de 9/7/2001, Seção 1e, p. 50. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2/2001 – HOMOLOGADO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de Educação ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia RELATOR (A): Eunice Ribeiro Durham, Silke Weber e Vilma de Mendonça Figueiredo PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000126/2001-69 PARECER N.º: COLEGIADO: CNE/CES 492/2001 CES UF: DF APROVADO EM: 03/04/2001 I – RELATÓRIO Trata o presente de diversos processos acerca das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia remetidas pela SESu/MEC para apreciação da CES/CNE. A Comissão constituída pelas Conselheiras Eunice Ribeiro Durham, Vilma de Mendonça Figueiredo e Silke Weber analisou as propostas provindas da SESu referentes aos cursos mencionados e procedeu a algumas alterações com o objetivo de adequá - las ao Parecer 776/97 da Câmara de Educação Superior, respeitando, no entanto, o formato adotado pelas respectivas Comissões de Especialistas que as elaboraram. A Comissão retirou, apenas de cada uma das propostas, o item relativo à duração do curso, considerando o entendimento de que o mesmo não constitui propriamente uma diretriz e será objeto de uma Resolução específica da Câmara de Educação Superior, o que foi objeto do Parecer CNE/CES 583/2001. II – VOTO DO (A) RELATOR (A) A Comissão recomenda a aprovação das propostas de diretrizes dos cursos mencionados na forma ora apresentada. Brasília (DF), 03 de abril de 2001. Conselheiro (a) Silke Weber – Relator (a) Conselheiro (a) Eunice Ribeiro Durham Conselheiro (a) Vilma de Mendonça Figueiredo III – DECISÃO DA CÂMARA A Câmara de Educação Superior aprova por unanimidade o voto do (a) Relator (a). Sala das Sessões, em 03 de abril de 2001. Conselheiro Arthur Roquete de Macedo - Presidente Conselheiro Jose Carlos Almeida da Silva - Vice-Presidente UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra PARECER CNE/CES 492/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/7/2001, publicado no Diário Oficial da União de 9/7/2001, Seção 1e, p. 50. DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE LETRAS Introdução Esta proposta de Diretrizes Curriculares leva em consideração os desafios da educação superior diante das intensas transformações que têm ocorrido na sociedade contemporânea, no mercado de trabalho e nas condições de exercício profissional. Concebe-se a Universidade não apenas como produtora e detentora do conhecimento e do saber, mas, também, como instância voltada para atender às necessidades educativas e tecnológicas da sociedade. Ressalta-se, no entanto, que a Universidade não pode ser vista apenas como instância reflexa da sociedade e do mundo do trabalho. Ela deve ser um espaço de cultura e de imaginação criativa, capaz de intervir na sociedade, transformando-a em termos éticos. A área de Letras, abrigada nas ciências humanas, põe em relevo a relação dialética entre o pragmatismo da sociedade moderna e o cultivo dos valores humanistas. Decorre daí que os cursos de graduação em Letras deverão ter estruturas flexíveis que: • facultem ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação no mercado de trabalho; • criem oportunidade para o desenvolvimento de habilidades necessárias para se atingir a competência desejada no desempenho profissional; • dêem prioridade à abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da autonomia do aluno; • promovam articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além de articulação direta com a pós-graduação; • propiciem o exercício da autonomia universitária, ficando a cargo da Instituição de Ensino Superior definições como perfil profissional, carga horária, atividades curriculares básicas, complementares e de estágio. Portanto, é necessário que se amplie o conceito de currículo, que deve ser concebido como construção cultural que propicie a aquisição do saber de forma articulada. Por sua natureza teórico-prática, essencialmente orgânica, o currículo deve ser constituído tanto pelo conjunto de conhecimentos, competências e habilidades, como pelos objetivos que busca alcançar. Assim, define-se currículo como todo e qualquer conjunto de atividades acadêmicas que integralizam um curso. Essa definição introduz o conceito de atividade acadêmica curricular – aquela considerada relevante para que o estudante adquira competências e habilidades necessárias a sua formação e que possa ser avaliada interna e externamente como processo contínuo e transformador, conceito que não exclui as disciplinas convencionais. Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são a flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da diversidade / heterogeneidade do UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra conhecimento do aluno, tanto no que se refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso e ao futuro exercício da profissão. A flexibilização curricular, para responder às novas demandas sociais e aos princípios expostos, é entendida como a possibilidade de: • • • eliminar a rigidez estrutural do curso; imprimir ritmo e duração ao curso, nos limites adiante estabelecidos; utilizar, de modo mais eficiente, os recursos de formação já existentes nas instituições de ensino superior. A flexibilização do currículo, na qual se prevê nova validação de atividades acadêmicas, requer o desdobramento do papel de professor na figura de orientador, que deverá responder não só pelo ensino de conteúdos programáticos, mas também pela qualidade da formação do aluno. Da mesma forma, o colegiado de graduação do curso de Letras é a instância competente para a concepção e o acompanhamento da diversidade curricular que a IES implantará. Diretrizes Curriculares 1. Perfil dos formandos O objetivo do Curso de Letras é formar profissionais interculturalmente competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens, especialmente a verbal, no contexto oral e escrito, e consciente de sua inserção na sociedade e das relações com o outro. Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras deve ter domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objeto de seus estudos, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais, além de ter consciência das variedades lingüísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo e permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, devem articular-se neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica sobre temas e questões relativas aos conhecimentos lingüísticos e literários. 2. Competências e habilidades O graduado em Letras, tanto em língua materna quanto em língua estrangeira clássica ou moderna, nas modalidades de bacharelado e de licenciatura, deverá ser identificado por múltiplas competências e habilidades adquiridas durante sua formação acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela. Nesse sentido, visando à formação de profissionais que demandem o domínio da língua estudada e suas culturas para atuar como professores, pesquisadores, críticos literários, tradutores, intérpretes, revisores de textos, roteiristas, secretários, assessores culturais, entre outras atividades, o curso de Letras deve contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências e habilidades: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra • • • • • • • • domínio do uso da língua portuguesa ou de uma língua estrangeira, nas suas manifestações oral e escrita, em termos de recepção e produção de textos; reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico; visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações lingüísticas e literárias, que fundamentam sua formação profissional; preparação profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de trabalho; percepção de diferentes contextos interculturais; utilização dos recursos da informática; domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e aprendizagem no ensino fundamental e médio; domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino. O resultado do processo de aprendizagem deverá ser a formação de profissional que, além da base específica consolidada, esteja apto a atuar, interdisciplinarmente, em áreas afins. Deverá ter, também, a capacidade de resolver problemas, tomar decisões, trabalhar em equipe e comunicar-se dentro da multidisciplinaridade dos diversos saberes que compõem a formação universitária em Letras. O profissional de Letras deverá, ainda, estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional, e com as conseqüências de sua atuação no mundo do trabalho. Finalmente, deverá ampliar o senso crítico necessário para compreender a importância da busca permanente da educação continuada e do desenvolvimento profissional. 3. Conteúdos Curriculares Considerando os diversos profissionais que o curso de Letras pode formar, os conteúdos caracterizadores básicos devem estar ligados à área dos Estudos Linguísticos e Literários, contemplando o desenvolvimento de competências e habilidades específicas. Os estudos linguísticos e literários devem fundar-se na percepção da língua e da literatura como prática social e como forma mais elaborada das manifestações culturais. Devem articular a reflexão teórica-crítica com os domínios da prática - essenciais aos profissionais de Letras, de modo a dar prioridade à abordagem intercultural, que concebe a diferença como valor antropológico e como forma de desenvolver o espírito crítico frente à realidade. De forma integrada aos conteúdos caracterizadores básicos do curso de Letras, devem estar os conteúdos caracterizadores de formação profissional em Letras. Estes devem ser entendidos como toda e qualquer atividade acadêmica que constitua o processo de aquisição de competências e habilidades necessárias ao exercício da profissão, e incluem os estudos lingüísticos e literários, práticas profissionalizantes, estudos complementares, estágios, seminários, congressos, projetos de pesquisa, de extensão e de docência, cursos seqüenciais, de acordo com as diferentes propostas dos colegiados das IES e cursadas pelos estudantes. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra No caso das licenciaturas deverão ser incluídos os conteúdos definidos para a educação básica, as didáticas próprias de cada conteúdo e as pesquisas que as embasam. O processo articulatório entre habilidades e competências no curso de Letras pressupõe o desenvolvimento de atividades de caráter prático durante o período de integralização do curso. 4. Estruturação do Curso Os cursos devem incluir no seu projeto pedagógico os critérios para o estabelecimento das disciplinas obrigatórias e optativas das atividades acadêmicas do bacharelado e da licenciatura, e a sua forma de organização: modular, por crédito ou seriado. Os cursos de licenciatura deverão ser orientados também pelas Diretrizes para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica em cursos de nível superior. 5. Avaliação A avaliação a ser implementada pelo colegiado do curso de Letras deve constituir processo de aperfeiçoamento contínuo e de crescimento qualitativo, devendo pautar-se: • pela coerência das atividades quanto à concepção e aos objetivos do projeto pedagógico e quanto ao perfil do profissional formado pelo curso de Letras; • pela validação das atividades acadêmicas por colegiados competentes; • pela orientação acadêmica individualizada; • pela adoção de instrumentos variados de avaliação interna; • pela disposição permanente de participar de avaliação externa. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra PARECER CNE/CES 1.363/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 25/1/2002, publicado no Diário Oficial da União de 29/1/2002, Seção 1, p. 60. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de UF: DF Educação ASSUNTO: Retificação do Parecer CNE/CES 492/2001, que trata da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia. RELATOR (A): Silke Weber PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000126/2001-69 PARECER N.º: COLEGIADO: APROVADO EM: CNE/CES 1363/2001 CES 12/12/2001 I – RELATÓRIO E VOTO DO (A) RELATOR (A) Com objetivo de cumprir o disposto no Inciso III do Art. 18 do Regimento Interno do Conselho Nacional de Educação, que estabelece ser a Resolução ato decorrente de Parecer, destinado a estabelecer normas a serem observadas pelos sistemas de ensino, a Câmara de Educação Superior formulou projeto de Resolução específico para as Diretrizes Curriculares de cada um dos cursos de graduação a serem por elas regidas. Brasília (DF), 12 de dezembro de 2001. Conselheiro (a) Silke Weber – Relator (a) III – DECISÃO DA CÂMARA A Câmara de Educação Superior aprova por unanimidade o voto do (a) Relator (a). Sala das Sessões, em 12 de dezembro de 2001. Conselheiro Arthur Roquete de Macedo – Presidente UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO (*) RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. O Presidente do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o disposto no Art. o 7º § 1 , alínea “f”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, com fundamento no Art. 12 da Resolução CNE/CP 1/2002, e no Parecer CNE/CP 28/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 17 de janeiro de 2002, resolve: Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, será efetivada mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e oitocentas) horas, nas quais a articulação teoriaprática garanta, nos termos dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns: I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do curso; II - 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do início da segunda metade do curso; III - 1800 (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de natureza científico-cultural; IV - 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais. Parágrafo único. Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica poderão ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas. Art. 2° A duração da carga horária prevista no Art. 1º desta Resolução, obedecidos os 200 (duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB, será integralizada em, no mínimo, 3 (três) anos letivos. Art. 3° Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4° Revogam-se o § 2º e o § 5º do Art. 6º, o § 2° do Art. 7° e o §2º do Art. 9º da Resolução CNE/CP 1/99. ULYSSES DE OLIVEIRA PANISSET Presidente do Conselho Nacional de Educação UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR (*) RESOLUÇÃO CNE/CES 18, DE 13 DE MARÇO DE 2002. Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras. O Presidente Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda o Parecer CNE/CES 492/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 9 de julho de 2001, e o Parecer CNE/CES 1.363/2001, homologado em 25 de janeiro de 2002, resolve: Art. 1º As Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras, integrantes dos Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001, deverão orientar a formulação do projeto pedagógico do referido curso. Art. 2° O projeto pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser oferecida pelo curso de Letras deverá explicitar: a) o perfil dos formandos nas modalidades bacharelado e licenciatura; b) as competências gerais e habilidades específicas a serem desenvolvidas durante o período de formação; c) os conteúdos caracterizadores básicos e os conteúdos caracterizadores de formação profissional, inclusive os conteúdos definidos para a educação básica, no caso das licenciaturas; d) a estruturação do curso; e) as formas de avaliação Art. 3º A carga horária do curso de Letras, bacharelado, deverá obedecer ao disposto em Resolução própria que normatiza a oferta de cursos de bacharelado e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o determinado pela Resolução CNE/CP 2/2002, integrante do Parecer CNE/CP 028/2001. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. ARTHUR ROQUETE DE MACEDO Presidente da Câmara de Educação Superior (*) CNE. Resolução CNE/CES 18/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 34. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.4. CONDIÇÕES OBJETIVAS DE OFERTA DO CURSO Inicialmente foram estabelecidas 50 vagas para o Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas, ofertadas por meio do Processo Seletivo Vestibular, sendo que dessas vagas, 25 eram oferecidas no turno vespertino e 25 no turno noturno, de acordo Resolução do CONSU nº 288/2004. Posteriormente, através da Resolução do CONSU nº 474/2007, a oferta do turno vespertino foi suspensa por se compreender que o perfil dos ingressantes era de estudante trabalhador. No ano de 2008, após realização de uma avaliação sobre o curso, procedida pelo Colegiado do Curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas, optou-se pela suspensão temporária da oferta de vagas para o curso, de acordo Resolução CONSU nº 590/2008. Nos anos subsequentes, o Departamento decidiu manter a suspensão da oferta de vagas, ao tempo em que tem envidado esforços para a realização de concurso público para consolidar e fortalecer o quadro docente do curso, tem adquirido títulos específicos da língua inglesa, ampliando o acervo bibliográfico, oferecido à comunidade interna e externa projeto de extensão para o desenvolvimento da competência auditiva, e comunicativa em língua inglesa, dentre outros. O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Campus XXIII entende que o crescimento econômico e os novos investimentos nas áreas educacionais da Chapada Diamantina, justificam a necessidade de manutenção do Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas para atender a demanda da sociedade. Em vista deste quadro social, existe hoje, uma discussão com a PROGRAD/REITORIA quanto à possibilidade de reabertura de vagas para o processo vestibular de 2014. A seguir, Resolução CONSU nº 474/2007 que suspendeu temporariamente, a oferta de vagas para o curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra . UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.5. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO O Colegiado de Curso é composto por docentes dos cursos de Letras. Esses professores se reúnem por área de conhecimento e cada coordenação de área contribui com as discussões específicas e gerais, fortalecendo a multidisciplinaridade e interdisciplinaridade acadêmica. Mensalmente é realizada uma reunião de área, onde se avalia o desenvolvimento das atividades e outras questões acadêmicas, e posteriormente apresenta-se na reunião de Colegiado. Nas reuniões de Colegiado é feita uma avaliação minuciosa do desenvolvimento das atividades acadêmicas, de pesquisa e extensão, nesses momentos a coordenação do NUPE (Núcleo de Pesquisa e Extensão), compartilha os resultados alcançados com os projetos e divulga o seu trabalho. São definidas ainda linhas de trabalhos conjuntos para a articulação entre os vários componentes curriculares. Os estudantes têm sua representação nas reuniões do Colegiado podendo posicionar-se quanto ao desenvolvimento do curso, apresentar sugestões e discutir as questões relativas à realidade do curso. Assim, o Colegiado de Curso é um espaço democrático que procura estabelecer dentro das normas da Universidade do Estado da Bahia, um ensino de qualidade, contextualizado e em uma dinâmica permanente de avaliação Uma das maiores e mais constantes preocupação deste Colegiado refere-se à concretização do que é planejado com relação às atividades acadêmicas e que o ensino esteja sempre articulado às atividades de pesquisa e extensão que ocorrem semestralmente no Departamento. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Portanto, no que se refere às atribuições do Colegiado, tem-se procurado estar atento a elas, observando o Calendário Acadêmico e outras determinações encaminhadas pela PROGRAD, segmento esse em que o Colegiado está em constante comunicação para receber orientação e agilizar as demandas acadêmicas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3. 6. CONCEPÇÃO E OBJETIVOS Toda e qualquer forma de sociedade que exista no mundo se organiza e se interrelaciona através da língua, visto ser esta um elemento fundamental para a veiculação de cultura, formação de instituições, elo entre gerações, manutenção e/ou mudanças dos papéis sociais. As diferentes formas de cultura ou de arte e as mudanças históricas, políticas e sociais que existiram e têm existido só se tornaram de conhecimento comum em função da língua, num processo contínuo e simultâneo de disseminar e preservar as informações e, paradoxalmente, também modificá-las. Não fosse esse papel fundamental da língua, os costumes de determinadas sociedades não se manteriam até os dias atuais, as sociedades não teriam evoluído e não seria possível saber o que se passa de um lugar para outro. Essa função da língua, no mundo, tem se ampliado ainda mais devido às inovações tecnológicas que provocaram mudanças nas relações sociais e, consequentemente, linguísticas, passando a serem mais rápidas, por causa do acesso imediato das informações, que ocorre “on line”. Dentro dessa percepção insere-se outra, a da centralização do indivíduo nesse processo de uso linguístico. Daí, a inserção de suas marcas individuais e ao mesmo tempo sociais, que como agente no “fazer” linguístico e social, é ele, o indivíduo, obviamente o responsável pela propagação linguística e pelas mudanças sociais, políticas, históricas, culturais, literárias e artísticas. A sua forma de usar a língua reflete suas concepções ideológicas, seu padrão social, seu nível cultural e sua forma de ver o mundo. Desse modo, pode-se afirmar que os indivíduos veem e compreendem o mundo a partir da perspectiva linguística. E ainda que, o estudo da língua não se restringe apenas ao seu conhecimento formal, de regras gramaticais, mas envolve primeiramente o conhecimento das relações sociais e políticas em torno dela, o seu potencial culturalmente produtivo, as marcas históricas construídas pelos indivíduos e a sua percepção ideológica da sociedade. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra É nesse contexto que se insere o Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas desenvolvido pelo DCHT - XXIII, um Curso voltado para a compreensão de um fazer social que se reflete no uso linguístico. Um Curso que forma profissionais para a percepção das relações linguísticas como reflexo das relações sociais, históricas, políticas e culturais, entendendo-as não como um elemento isolado, mas como parte de um todo que constitui o universo globalizado, cujas modificações atingem qualquer lugar e qualquer pessoa nele inserido. Para tanto, é necessário que esse profissional esteja habilitado para analisar os elementos linguísticos, reconhecendo a sua variação de usos e diferenciações na superestrutura do texto, e em manifestações culturais e literárias a partir deles. Além disso, é preciso que esse profissional também se reconheça como um indivíduo que faz parte desse “fazer” social, atuando como agente no processo de busca constante do seu aprimoramento profissional, através de pesquisa e participação em projetos que tenham alcance social e comunitário. Para a formação desse profissional, busca-se então, o desenvolvimento de suas competências não só linguísticas e literárias, mas também didático-pedagógicas, para que ele possa realizar as suas funções não como mero transmissor de conteúdos, mas como potencial incentivador de busca de soluções possíveis para problemas existentes, como investigador das ocorrências linguísticas e suas prováveis causas, como pesquisador dos processos históricos e sua interferência na construção dos textos literários, e, sobretudo, como promotor de relações mais humanas. A partir dessa concepção, o Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas tem por finalidade formar professores de Língua Inglesa e Literaturas, para atuar na Educação Básica (Ensino Fundamental – 5ª à 8ª série, e Ensino Médio). Além da docência, esses profissionais poderão atuar em trabalhos de redação em jornais, revistas, em grupos de gestão pública e privada; em trabalho de revisão de textos para periódicos, revistas, editoras e congêneres; em consultoria e coordenação de grupo de criação, implementação e desenvolvimento de políticas UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra educacionais, concernentes, especificamente, ao ensino de língua materna, língua inglesa e literaturas correspondentes, nos níveis de ensino para os quais serão habilitados; poderão atuar também em ocupações que demandem do indivíduo a capacidade de lidar com a linguagem, especificamente com a língua estrangeira e suas especificidades, quer a considere apenas enquanto meio de comunicação quer a entenda como constitutiva da subjetividade. No caso específico dos profissionais de Língua Inglesa, eles poderão atuar como intérpretes, tradutores e em situações de interações bi linguais orais e escritas. O Curso, dentro dessa perspectiva, apresenta os seguintes objetivos: Formar licenciados que compreendam a língua como processo de interação e comunicação sociocultural; Formar profissionais críticos aptos a assumirem com competência sua função social no mercado de trabalho; Desenvolver habilidades de planejamento, execução e avaliação numa perspectiva autônoma, visando a promoção de alternativas educacionais em seu meio; Estimular a capacidade de análise crítica e o envolvimento em grupos de pesquisa e/ou extensão, bem como na pós-graduação; Desenvolver formação humanística e cultural necessária para a compreensão e integração com a realidade do mundo atual; Formar profissionais capazes de refletir sobre o processo ensino- aprendizagem numa abordagem dialética, visando a criação de novas práticas pedagógicas; Proporcionar aos licenciados a reflexão analítica e crítica sobre as linguagens, considerando a necessidade do uso das novas tecnologias, a fim de melhor produzir e compreender os textos que circulam socialmente; Formar profissionais competentes para o ensino e pesquisa em língua inglesa literaturas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3. 7 PERFIL DO EGRESSO O profissional graduado deve estabelecer as relações entre linguagem, cultura e sociedade, bem como associar as mudanças e as diversidades linguísticas com as transformações sócio-históricas, políticas e culturais e respectivas produções literárias daí provenientes, estabelecendo o vínculo contínuo entre a pesquisa e a formação do conhecimento, entendendo-o como um processo autônomo e permanente. Este profissional deve ser crítico, com competência para refletir sobre os conhecimentos que estão sendo adquiridos e para analisar as teorias linguísticas e literárias a que está sendo exposto, correlacionando-as à sua realidade sócio-histórica e cultural, de modo a estabelecer a necessária interseção entre a teoria, a pesquisa e a prática pedagógica. 3. 8 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O Curso de Letras tem como objetivo precípuo formar profissionais competentes para o ensino da Língua Inglesa e Literaturas, sem deixar de destacar o desenvolvimento de outras habilidades que possam, também, propiciar a inserção dos profissionais desses cursos em outras áreas correlatas, como: tradução, interpretação, revisão de texto e crítica literária. Para tanto, é necessário o desenvolvimento de competências e habilidades que possibilitem a: • ter domínio das estruturas linguísticas de língua Inglesa e seus usos em contextos variados, com competência para a produção e compreensão de textos orais e escritos na língua em estudo; • estabelecer correlações entre as transformações sócio-históricas e as mudanças linguísticas e estabelecimento da relação entre a língua, a cultura e a sociedade; • analisar criticamente as teorias linguísticas e literárias; • refletir acerca dos diversos gêneros textuais e literários com indicação das UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra características estruturais que os definem e os distinguem; • proceder a análises do texto literário, estabelecendo a conexão entre a literatura e os acontecimentos étnico-raciais, sociais, históricos, políticos e culturais; • desempenhar atividades de tradução, realizando a correspondência semântica, sintática e estilística na transposição do texto da língua inglesa para a língua materna; • proceder à análise comparativa, envolvendo os níveis morfossintáticos, semânticos, estilísticos e pragmáticos entre a língua inglesa e a língua materna; • desempenhar a docência, com capacidade de intervenção metodológica no processo de ensino-aprendizagem, de resolução de problemas e promoção de alternativas educacionais em seu meio profissional e avaliação permanente do processo e produto dos alunos, da instituição e do seu próprio trabalho; • utilizar os saberes e os recursos produzidos nas áreas tecnológicas, disponíveis para aplicação na prática docente; • elaborar projetos e desenvolver pesquisas, estabelecendo a conexão interdisciplinar e/ou transdisciplinar dos eixos temáticos que constituem o curso, respeitadas as suas especificidades, articulando os resultados das investigações com a prática, visando a sua (re) significação; • Compreender os processos de desenvolvimento humano e da construção das relações sociais e interpessoais com ênfase no estudo das estruturas psicológicas envolvidas na constituição de um homem crítico, humano, autônomo e solidário, contextualizado-o política, social e afetivamente. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Curso de Licenciatura em Letras - Língua Inglesa e Literaturas é desenvolvido através de eixos temáticos, atendendo ao que é proposto no Parecer CNE/CP 009/2001, quando dispõe que nos cursos de formação de professores, os conteúdos específicos da área devem se constituir em eixos articuladores do currículo integrados ao saber pedagógico, relacionando-os aos componentes curriculares para as faixas etárias e as etapas correspondentes à educação básica. O entendimento de currículo nessa perspectiva é o de uma construção articulada de conhecimento, respeitando-se as especificidades de cada área, e, ao mesmo tempo, unindo os conteúdos necessários entre eles mesmos e entre a realidade interna e externa da instituição de ensino (universidade, onde profissionais se formam ou escola onde os profissionais atuam). Os conteúdos não podem ser considerados como instâncias fixas, estanques e isoladas de conhecimento, sem relação com outros, uma vez que todo o seu processo de construção envolve inter-relação de áreas, interação de indivíduos, associação com os fatos sociais, culturais, políticos e linguísticos. A construção do currículo através de eixos reflete, portanto, essa inter-relação, em que ao mesmo tempo em que se tem intersecção de áreas aparentemente distantes, tem-se também o trabalho específico em cada uma delas. Com uma configuração comprometida com a flexibilidade, a diversidade e a heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso e ao futuro exercício da profissão, esse currículo apresenta quatro grandes eixos, a seguir discriminados: • Eixo de Conhecimentos de Natureza Científico-Cultural (CNCC) Este eixo é assim definido por conter os conteúdos caracterizadores básicos do UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra curso, responsáveis pela formação teórica do profissional. Ele se subdivide em Linguística e Literatura, devido à especificidade de cada uma, embora os seus conteúdos devam estar inter-relacionados, pois para haver a produção literária é necessária, primeiro, a produção linguística. Os conteúdos desenvolvidos nesses sub-eixos, além de refletirem a evolução teórica e científica nas áreas de língua e literatura, estão voltados para os conteúdos trabalhados nas aulas de Língua Inglesa da Educação Básica e, como concepção de texto, tipos de texto, processos de leitura, a construção do significado e a percepção da ideologia, análise linguística (incluindo-se aqui as classes e relações gramaticais), características linguístico-literárias presentes nos textos, entre outros. • Eixo de Formação Docente (FD) Constituído pelos componentes de Prática Pedagógica e Estágio Curricular Supervisionado. A Prática Pedagógica permeia toda a primeira metade do Curso, e o Estágio Curricular Supervisionado a segunda metade, dando prosseguimento à Prática e integrando os conteúdos da Educação Básica. • Eixo Interdisciplinar (EI) Formado por componentes da área de Letras, Leitura e Produção de Texto, que dão apoio tanto para linguística como para literatura. Integram também componentes de outras áreas, como Estudos Filosóficos, Estudos SócioAntropológicos, Tópicos de Língua Brasileira de Sinais, que dão suporte para o diálogo entre a língua, a literatura e a prática pedagógica. Os componentes são trabalhados de forma onde proporcionam forte articulação e discussão dos saberes, possibilitando ao eixo o desenvolvimento de projetos de pesquisa e trabalhos acadêmicos das áreas. • Eixo das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs) Compõe-se das atividades extracurriculares das quais os alunos participam, tais como cursos de extensão, exercícios de monitoria, participações em congressos, fóruns, seminários etc, regulamentadas pela Universidade. Outras informações sobre este eixo serão dadas no item 3.9.3. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Os Eixos da Formação Docente, Interdisciplinar e das Atividades Complementares estão compostos por conteúdos caracterizadores de formação profissional. Neles ocorre a relação entre os dois sub-eixos lingüística e literatura, por abrigarem as práticas pedagógicas, o estágio, os conteúdos interdisciplinares (inclusive de outras áreas), o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e extensão e também as atividades extraclasses das quais os alunos participarão e que serão consideradas como carga horária do currículo, como congressos, seminários, encontros, simpósios, entre outras atividades. A partir dos eixos acima, evidencia-se que o Curso de Letras aqui apresentado busca priorizar a prática pedagógica desde o seu inicio, incentivando a participação do estudante em atividades de pesquisa e extensão; promover a integração entre essas duas atividades e a de ensino. Desta forma, ele amplia as oportunidades e possibilidades para o desenvolvimento das habilidades necessárias à competência no desempenho profissional, com a abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da autonomia do aluno. Nessa perspectiva, essa proposta curricular consegue dar conta do tripé que caracteriza uma universidade: ensino, extensão e pesquisa evidenciando, portanto, a articulação teórico-prática entre as áreas, a flexibilização curricular e a preocupação com a diversidade/heterogeneidade do conhecimento, tanto no que se refere à formação anterior do aluno, quanto aos seus interesses e expectativas em relação ao Curso e ao futuro exercício da profissão. Para a operacionalização do currículo, optou-se por uma metodologia que favorecesse a interação entre todos os eixos por ele constituídos, possibilitando o desenvolvimento da interdisciplinaridade através de temas norteadores previamente definidos. Estes temas, desenvolvidos do 1º ao 8º semestre, possibilitam a existência de um fio condutor no direcionamento dos trabalhos, fazendo-os parte de um todo interdisciplinar. Isso não significa que cada componente curricular, isoladamente, desenvolva o tema norteador, mas, ao contrário, a partir deste tema, estabeleça a relação com outros componentes também trabalhados no semestre. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Os temas norteadores definidos são: As Linguagens e as Produções Sócio-Culturais e Históricas: desenvolvido no 1º semestre, este tema propõe uma reflexão sobre a relação entre as diversas linguagens que circulam na sociedade e as produções sócio-culturais e históricas, produto das interações humanas. Os Códigos, as Linguagens e as Produções Orais Sócio-Culturais e Históricas: este tema possibilita a continuidade da reflexão realizada no semestre anterior, abordando, no 2º semestre, os diversos códigos que dão suporte às linguagens, desenvolvendo competências que dizem respeito à constituição de significados que são de grande valia para a aquisição e formalização dos componentes curriculares, na constituição da identidade e no exercício da cidadania, completando com as produções orais sócio-culturais. A Tradução e as Produções Literárias na Contemporaneidade: no 3º semestre, este tema discute o ofício do profissional de língua inglesa, além de fazer um estudo sobre as produções literárias na contemporaneidade. Discute também, questões relacionadas à tradução, que no mundo de hoje, tem se tornado cotidiano e fundamental nos mais variados campos do conhecimento e das atividades do homem. Os Estudos e Análises dos Processos Políticos, Históricos e Sociais das Linguagens: este tema desenvolve no 4ª semestre, estudos e análises do processo político, histórico e social das linguagens, através da comparação entre a literatura da Língua Inglesa e da Língua Materna, das abordagens dos conhecimentos sistêmicos de mundo e organização textual, do processo de ensinar e aprender a Língua Inglesa, dando ênfase aos aspectos pragmáticos, semânticos e sociolinguísticos. O Processo Sistemático e Comparativo entre as Culturas no Ensino da Língua Inglesa: este tema busca ampliar o conhecimento crítico em relação às diversas manifestações culturais e artísticas dos povos em estudo, analisando-se textos narrativos e poéticos investigando comparativamente os aspectos UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra constitutivos do ato de escrever, criar e ler da literatura da Língua Inglesa e da Língua Materna, possibilitando a articulação permanente entre os demais componentes curriculares do 5º semestre. As Linguagens e as Novas Tecnologias em Língua Inglesa: desenvolvido no 6º semestre, a presença das novas tecnologias no tema norteador, juntamente com os estudos e análises a cerca das linguagens e códigos estudados em seus diversos contextos em semestres passados, remete à constituição de competências e habilidades que permitem ao educando compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação, confrontando opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas. Possibilita também, que o aluno entenda os princípios das tecnologias da comunicação e informação como integração de diferentes meios de comunicação, linguagens e códigos, e a função integradora que elas exercem na sua relação com as demais tecnologias. A Interdisciplinaridade e o Ensino da Língua Inglesa: no 7º semestre este tema torna mais claro o conceito de interdisciplinaridade, quando enfoca o aspecto de que todo conhecimento precisa manter um diálogo contínuo com outros conhecimentos através da relação dos diversos componentes curriculares, projetos de estudos, pesquisa e ação transformada numa prática pedagógica e didática eficiente e adequada aos objetivos dos Cursos de Língua Inglesa. Importante ressaltar neste período, a presença do componente LSP - Language for Specific, oferecido nos dois últimos semestres, apresentando uma tendência moderna de desenvolver a leitura e compreensão de textos originais em Língua Inglesa, visando a instrumentalização do educando em todas as áreas do conhecimento. As Novas Tendências Pedagógicas, Tecnológicas e a Prática Docente: este tema aborda no 8º semestre, as novas tendências pedagógicas, tecnológicas e prática docente que culminam com a conclusão do Curso através da apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) pelos discentes. Neste UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra momento, são analisadas e avaliadas as suas produções lingüísticas, literárias, técnicas e científicas. Estes temas poderão ser redefinidos pelo Colegiado, desde que observada a sua relação com os componentes curriculares a serem oferecidas em cada semestre. Eles refletem a preponderância da linguagem, evidenciando a sua relação com o desenvolvimento social, histórico, cultural e científico da sociedade e o estudo imprescindível das áreas de conhecimento para formação do profissional de letras: língua, literatura e prática pedagógica. Os componentes curriculares que integram estes temas apresentam uma flexibilização que permite a sua execução na forma de disciplinas, seminários, oficinas, grupos de estudos, laboratórios e metodologias diversificadas. Neste último caso, não se define a forma de execução porque esta pode variar, a depender do que é idealizado no projeto pedagógico apresentado pelo Colegiado do Curso a cada semestre. A metodologia diversificada pode ocorrer, por exemplo, na Prática Pedagógica, cujos conteúdos poderão ser trabalhados diversificadamente através de seminários, oficinas, grupos de estudo, pesquisa em campo, estudos de casos, entre outros. Outros componentes curriculares, entretanto, poderão utilizar a metodologia diversificada, por isso que, na relação desses componentes, alguns não têm forma fixa de execução. Além disso, a flexibilização é também observada na eliminação de pré-requisitos para alguns componentes curriculares, o que implica a não consideração de um conteúdo superior ao outro, ou ainda a possibilidade de mudar de um semestre para o outro a oferta de determinado componente curricular. Entretanto, em cada semestre, há componentes curriculares que apresentam conteúdo seqüencial: Língua Inglesa Básico I e II, Intermediário I, II e III, Avançado I, II e III, podendo o Instrumental I e II serem cursados sem os pré-requisitos dos semestres anteriores. Além desses, alguns componentes do Currículo com ajustes, cursado a partir do ano de 2007 terão pré-requisito já que são componentes que possuem conteúdos sequenciais e contínuos, são eles: Núcleos de Estudos Interdisciplinares II, III, IV, V e VI; Estudos Fonéticos e Fonológicos II e III, Linguística Aplicada ao Ensino de Língua UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Inglesa II; Estágio Supervisionado II, III e IV; TCC- Trabalho de Conclusão de Curso II. Para uma melhor compreensão dos currículos do curso, apresenta-se a seguir, através do quadro 6 e das tabelas 23 e 24, dados demonstrativos da oferta e resumo da carga horária: Quadro 6 - Demonstrativo dos currículos do curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas oferecidos pelo Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Campus XXIII – Seabra/Ba Carga horária de integralização do curso Alunos ingressantes que dele fazem parte Observação 2005.2 Resolução CONSU nº 288/2004 3.180 h Turmas de 2005 e 2006 Necessita de reconhecimento pois tem como egressos os alunos de 2005 e 2006. 2007.2 Resolução CONSU nº 980|2008 3.225 h Turmas de 2007 e 2008 Com oferta a partir de 2007 Ano de implantação Documento de referência Currículo de Implantação Currículo com Ajustes Curso/Currículo UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 23 – Resumo da carga horária do curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas Currículo de implantação (vigência 2005 e 2006) SEMESTRE TOTAL 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º CH CH CH CH CH CH CH CH CH NATUREZA CIENTIFICOCULTURAL (CNCC) 300 315 345 285 225 210 135 45 1.860 PRÁTICA PEDAGÓGICA 45 45 60 120 60 60 - 60 450 - - - - 100 100 100 100 400 45 45 - - 45 45 45 45 270 ESTÁGIO (ES) EIXO INTERDISCIPLINAR EIXO DE FORMAÇÃO DOCENTE EIXO DE CONTEÚDOS CURRICULARES DE NATUREZA CIENTÍFICOCULTURAL EIXO - ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS (AACC) TOTAL GERAL 200 390 405 405 405 200 430 Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias - DCHT - Campus XXIII 415 280 250 3.180 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 24 – Resumo da carga horária do curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas Currículo com Ajustes (vigência a partir de 2007) SEMESTRE TOTAL EIXO INTERDISCIPLINAR EIXO DE FORMAÇÃO DOCENTE EIXO DE CONTEÚDOS CURRICULARES DE NATUREZA CIENTÍFICOCULTURAL EIXO 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º CH CH CH CH CH CH CH CH CH NATUREZA CIENTIFICOCULTURAL (CNCC) 210 300 360 285 285 240 180 75 1.935 PRÁTICA PEDAGÓGICA 135 45 45 105 45 45 60 - 480 - - - - 100 100 100 100 400 45 45 - - - 30 45 45 210 ESTÁGIO SUPERVISIONADO (ES) - ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS (AACC) TOTAL GERAL 200 390 390 405 390 200 430 Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias - DCHT - Campus XXIII 415 385 220 3.225 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.1. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado desenvolvido no Curso de Letras do Departamento de Ciências Humanas - Campus XXIII é entendido como parte importante do processo de formação do futuro profissional por aproximá-lo do campo de trabalho, onde, numa relação de articulação entre teoria e prática, o aluno-estagiário possa compreender e enfrentar o mundo do trabalho, fortalecendo a sua consciência política e social. A metodologia pauta-se em uma constante observação direta e mudanças imediatas sobre a teoria, a prática e a pesquisa objetivando propiciar ao estagiário(a) a postura crítico-reflexiva diante das questões diretamente ligadas ao processo de ensino da Língua Inglesa. O Estágio Supervisionado é desenvolvido a partir do 5º semestre, sendo composto, por quatro etapas: Estágio I, cujo objetivo é a observação dos espaços escolares e a elaboração do projeto de intervenção; Estágio II quando os alunos elaboram oficinas ou mini-cursos, colocando em prática o que foi observado e pesquisado através da proposta do projeto de intervenção construído na etapa anterior; Estágio III que é o estágio de regência no ensino fundamental e, por fim, Estágio IV que é regência no ensino médio. Este momento de regência de classe se organizou nas seguintes etapas, para estágio III e IV, seguindo o que pede o regimento: a) 20 horas – Contato com a escola de estágio: interação com a administração da escola, com a proposta pedagógica, com a coordenação, com o professor regente e o seu planejamento para elaboração do plano de ação na área da disciplina de estágio. Sendo 12 horas aplicadas na interação com a escola e 08 horas de orientação com o professor Coordenador de Estágio. a) 05 horas – co-participação em sala de aula com o propósito de conhecer a realidade intelectual dos alunos e observar o professor regente. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra b) 40 horas – Regência de uma ou mais classes da disciplina objeto de estágio, de classes regulares. c) 20 horas – Tematização da prática pedagógica do estagiário com o prof. Coord. de Estágio. d) 15 horas – Socialização dos resultados Todos os Estágios são realizados em escolas parceiras, da Rede Municipal e da Rede Estadual, além da Escola Família Agrícola localizada na sede do município de Seabra. Estão envolvidos nesse processo os estudantes do curso, os professores de estágio, os professores regentes de sala, os gestores da rede municipal e estadual e, os alunos do Ensino Fundamental e Médio da sede do município de Seabra. Dessa forma o impacto social e de desenvolvimento cognitivo referente à área de aquisição de Língua Inglesa abrange quase que em sua totalidade as famílias da região, já que as escolas desse município atendem a demanda dos povoados circunvizinhos. Através do Estágio realizado pelos estudantes do curso foi possível levar às escolas novas metodologias de Ensino da Língua Inglesa, principalmente, por essa ser uma região carente de docentes formados na área, embora tenha um grande fluxo turístico, com grande número de residentes estrangeiros que falam a Língua Inglesa. De acordo com as Diretrizes do MEC (Resolução CNE/CP no 02/2002), no que se refere aos Cursos de Formação de Professores, os alunos que já tenham experiência docente poderão ter direito a dispensa de parte da carga horária do estágio como forma de aproveitamento e valorização das atividades desenvolvidas por eles fora do âmbito acadêmico. Para ter direito a esta dispensa, os alunos deverão atender aos seguintes critérios: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra - Estar em exercício ou ter exercício comprovado de no mínimo um ano em regência de classe em Língua Inglesa ou área correlata, o que lhe garante dispensa de 200 horas de carga horária, respectiva aos 5º e 6º semestres; - Estar em exercício ou ter exercício comprovado de no mínimo dois anos em regência de classe em outras áreas, o que lhe dá direito à dispensa de 100 horas da carga horária do estágio, relacionada ao 5º semestre; - Apresentar comprovação da regência emitida por instituição privada autorizada pela Secretaria da Educação ou por instituições públicas, podendo, no caso desta ultima, ser o contracheque, uma forma de comprovação. O Colegiado de Curso juntamente com a Comissão de Estágio são responsáveis pela análise e posterior deferimento das solicitações de redução da carga horária de Estágio Supervisionado. A regulamentação do Estágio se dá com base nas orientações do Regulamento Geral de Estágio da Universidade, Resolução CONSEPE no 795/2007, a seguir apresentada. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD ESTÁGIO CURRICULAR REGULAMENTO GERAL RESOLUÇÃO N° 795/2007 - CONSEPE 2007 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra REITOR Prof. Lourisvaldo Valentim da Silva VICE-REITORA Prof.ªAmélia Tereza Santa Rosa Maraux PRÓ-REITORA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO Prof. ª Monica Moreira de Oliveira Torres GERENTE DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO Prof. ª Kathia Marise Borges Sales Aquino SUB-GERENTE DE APOIO PEDAGÓGICO Prof. ª Marilda Marques Senna Dourado Gomes UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra REGULAMENTO DO ESTÁGIO CAPÍTULO I - DO ESTÁGIO CURRICULAR E SEUS OBJETIVOS Art. 1º - Considera-se estágio curricular as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao educando pela vivência em situações reais de vida e trabalho, no ensino, na pesquisa e na extensão, na modalidade regular e Projetos Especiais perpassando todas as etapas do processo formativo e realizadas na comunidade em geral, ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, ONGs, Movimentos Sociais e outras formas de Organizações, sob a responsabilidade da Coordenação Central e Setorial. Parágrafo único - Compreendem-se por Projetos Especiais os cursos de graduação criados pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, com a finalidade de atender as demandas sociais específicas de formação profissional. Art. 2º - O estágio curricular visa a oferecer ao estudante a oportunidade de: I - Vivenciar situações reais de seu campo de trabalho, de modo a ampliar o conhecimento e a formação teórico-prática construídos durante o curso; II - Analisar criticamente as condições observadas nos espaços profissionais com base nos conhecimentos adquiridos e propor soluções para os problemas levantados, por meio de projetos de intervenção social; III - Desenvolver a capacidade de elaborar, executar e avaliar projetos na área específica de seu estágio. Art. 3º - A articulação da teoria/prática ocorrerá ao longo da formação dos cursos de graduação, condicionada à articulação dos componentes curriculares, de forma a subsidiar a vivência e consolidação das competências exigidas para o exercício acadêmico-profissional. Art. 4º - Os cursos desenvolverão programas que possibilitem a inserção dos discentes de estágio curricular, promovendo a interação entre: ensino, pesquisa e extensão. Art. 5º - Os estágios obedecerão aos regulamentos próprios, elaborados pelas coordenações setoriais, em conjunto com o colegiado de cada curso e aprovados pelo Conselho de Departamento, observado o que dispõe a legislação pertinente. Parágrafo único - Quanto os Projetos Especiais os regulamentos próprios serão elaborados pela coordenação geral de cada curso. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Art. 6º - A carga horária mínima dos estágios curriculares dos cursos atenderá à legislação nacional vigente, especifica para cada curso e ao projeto pedagógico dos mesmos. CAPÍTULO II - DA COORDENAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 7º - A Coordenação Central de Estágios da UNEB está vinculada à Pró-Reitoria de Ensino de Graduação - PROGRAD e tem as seguintes atribuições: I - assessorar os coordenadores de estágio dos Departamentos; II - acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas pelos coordenadores; III - promover reuniões para análise e discussão de temas relacionados a estágios; IV - reunir informações relativas a estágio e divulgá-las entre os campi; V - promover o Encontro Anual de Estágio Supervisionado. Art. 8º - A Coordenação Central de Estágio será composta por: a) Gerente de Desenvolvimento de Ensino; b) Subgerente de Apoio Pedagógico; c) 01 (um) docente representante das Licenciaturas; d) 01 (um) docente representante dos Bacharelados; e) 01 (um) discente de Curso de Licenciatura; f) 01 (um) discente de Curso de Bacharelado; g) 01 (um) representante das Comissões Setoriais; h) 01 (um) docente representante dos cursos seqüenciais; i) 01 (um) discente representante dos cursos seqüenciais. Parágrafo Único - Os representantes constantes nas alíneas “c”, “d”, “e”, “f” e “g” serão escolhidos no Encontro Anual de Estágio. Art. 9º - As coordenações setoriais de estágios da UNEB serão organizadas, por curso, tendo as seguintes atribuições: I - elaborar anualmente o plano de atividades da coordenação de estágios; II - elaborar o projeto e o regulamento de estágio do curso; III - planejar, acompanhar e avaliar o processo dos estágios; IV - cadastrar as instituições locais, regionais e estaduais que possam oferecer estágio; V - propor convênios de estágio; VI - encaminhar os estagiários aos locais de estágio. Art. 10 - As coordenações setoriais de estágio terão a seguinte composição: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra I - os professores de estágio supervisionado, sendo um deles, eleito por seus pares, o coordenador Setorial de Estágio; II - um (01) representante do corpo discente por curso, indicado pelo diretório acadêmico, dentre aqueles regularmente matriculados na disciplina ou componente curricular. § 1º - A Coordenação de Estágio dos Projetos Especiais terá a seguinte composição: a) Coordenação Geral de Cursos; b) Coordenação Local; c) 01 Representante de cada Movimento Social (quando houver); d) 01 Representante de cada Movimento Sindical (quando houver); e) Professor(es) de Estágio; f) 01 Representante discente. § 2º - O mandato do coordenador setorial será de 02 (dois) anos, podendo ser reconduzido por igual período. Art. 11 - As coordenações setoriais de estágio deve articular-se com o Departamento, tendo em vista fortalecer as ações que lhes competem. CAPÍTULO III - DAS PESSOAS ENVOLVIDAS NO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 12 - Os profissionais envolvidos com o processo do estágio curricular terão as seguintes denominações e competências, a saber: I - Coordenador de estágio e/ou professor de estágio será(ao) docente(s) da UNEB e lhe(s) competem: a) o planejar semestralmente as atividades, devidamente aprovados pelo colegiado do curso; b) acompanhar o desenvolvimento do estágio; c) realizar reuniões com demais docentes da disciplina/componente curricular de estágio; d) responsabilizar-se pela articulação dos docentes e pelo processo de fechamento da disciplina/componente curricular; e) exercer atividades de coordenação, acompanhamento e avaliação do aluno nos diversos campos do estágio. II - Professor orientador e/ou supervisor de estágio será(ao) docente(s) da UNEB e lhe (s) competem: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra a) orientar os alunos durante o estágio, nos aspectos específicos de sua área de atuação; b) realizar supervisão com visitas in loco; c) promover articulação entre a UNEB e a instituição ou empresa concedente do estágio; d) exercer atividades de acompanhamento e avaliação do aluno, nos diversos campos do estágio; e) fornecer dados à coordenação setorial, para tomada de decisão relacionada com o estágio. III - Orientador de Estágio/supervisor de campo/regente de classe/preceptor do estágio, profissional da instituição cedente de estágio que orienta o aluno na sua área de atuação. § 1º - No que diz respeito às licenciaturas, o professor-orientador e/ou supervisor de estágio poderá (ão) acumular as competências listadas nos incisos I e II. § 2º - Quando se tratar de projetos especiais, as atribuições e competências deverão atender as especificidades de cada curso conforme seus projetos. Art. 13 - Os profissionais envolvidos com o processo do estágio curricular - coordenador, professor, orientador, supervisor/regente/preceptor-, terão formação acadêmico-profissional na área de conhecimento do curso, salvo em situações especificas de cada área, a serem discutidas e aprovadas em Colegiado. § 1º - Nos cursos de licenciatura, o professor supervisor será licenciado na área. Quando não houver disponibilidade de professor com essa formação, ficarão responsáveis conjuntamente pelos estágios os professores da área específica e professores graduados em Pedagogia, com experiência em ensino superior. § 2º - Na inexistência de professor com a formação exigida no caput desse artigo, caberá ao Conselho de Departamento, ouvida a comissão setorial, indicar o profissional, levando-se em conta: a) A formação acadêmica; b) A experiência profissional; c) A legislação em vigor. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Art. 14 - Ao aluno da UNEB, regularmente matriculado em disciplina/componente curricular de estágio compete: I - cumprir a carga horária de estágio e as atividades de avaliação previstas no projeto pedagógico de cada curso; II - comparecer aos locais de estágio, munido da documentação exigida; III - respeitar as normas regimentais e disciplinares do estabelecimento onde se realiza o estágio; IV - Submeter o planejamento elaborado ao orientador de estágio ou à coordenação de área da escola ou empresa antes da execução do estágio; V - apresentar a documentação exigida pela universidade, quanto ao estágio curricular; VI - participar de todos os processos de estágio, segundo o plano aprovado pela coordenação setorial. CAPÍTULO IV - DOS CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Art. 15 - Para o estágio curricular serão considerados os critérios de acompanhamento e de avaliação do processo de ensino-aprendizagem, a saber: I - Articulação entre teoria e prática, nas produções e vivências do aluno, durante o estágio; II - Freqüência integral na realização da atividade-campo do estágio; III - Trabalhos realizados durante o período de estágio e socialização dos mesmos, de acordo com o projeto pedagógico e normatização do estágio de cada curso; IV - Participação do aluno nos encontros de orientação de estágio, atendendo ao critério mínimo de assiduidade na disciplina/componente curricular, conforme legislação vigente; V - Auto-avaliação do aluno; VI - Outros critérios definidos pela coordenação setorial ou coordenação geral dos projetos especiais. § 1º - Cabe à coordenação setorial de cada curso e as coordenações gerais dos projetos especiais, elaborar instrumentos de acompanhamento e avaliação do aluno, conforme especificidades dos projetos pedagógicos e regulamento de estágio de cada curso. § 2º - O estágio será avaliado sistematicamente pela coordenação setorial e pelas coordenações gerais dos projetos especiais, conforme o projeto pedagógico e regulamento de estágio de cada curso. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Art. 16 - Caberá à UNEB disponibilizar os recursos necessários aos Departamentos, para garantirem a realização do estágio curricular dos cursos regulares. § 1º - A UNEB se responsabilizará pela efetivação anual do seguro de vida para os docentes de estágios dos cursos regulares cujo campo de trabalho implique em situação de risco. § 2º - Quando o estágio ocorrer fora da unidade sede, além dos recursos previstos no caput deste artigo, a UNEB se responsabilizará pelo seguro de vida, despesas de deslocamento e hospedagem para os docentes (quando necessário). CAPÍTULO V - DO APROVEITAMENTO DA PRÁTICA DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL PARA CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO Art. 17 - Nos cursos de licenciatura será permitida a redução de até 200 (duzentas) horas dos componentes curriculares de estágio supervisionado; obedecendo, no máximo, à redução de 50% da carga horária, em cada componente. I - A redução de carga horária para o componente estágio supervisionado I será permitida, para o discente que comprovar a docência, em qualquer área de conhecimento, nos últimos 03 (três) anos; II - A redução de carga horária para os demais componentes de estágio supervisionado será permitida para o discente que comprovar efetivo exercício da docência, na área específica do respectivo estágio, a partir dos últimos 03 anos, antes de seu ingresso na Universidade. § 1º - No ato da solicitação para a redução de carga horária, de até 200 horas, dos componentes curriculares de estágio supervisionado, o discente apresentará ao Colegiado do Curso a documentação comprobatória que será encaminhada à Coordenação Setorial de Estágio do Curso, para análise e parecer. § 2º - Aprovado o parecer pela Coordenação Setorial do Estágio, o Colegiado de Curso encaminhará o processo à direção do Departamento para a homologação e encaminhamento à Coordenação Acadêmica, para registro no prontuário do discente. Art. 18 - Nos cursos de bacharelado, a prática do exercício profissional será aproveitada para carga horária de estágio, nas seguintes situações: I - quando o discente exercer atividade de trabalho correlata com a área de sua formação, o projeto de estágio será direcionado às suas atividades profissionais; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra II - quando o discente exercer atividade de trabalho não-correlata com a área de sua formação, o projeto de estágio se fundamentará na área de sua formação, aplicada a sua área de trabalho. Parágrafo único - Na área de saúde, não será permitido o aproveitamento de exercício profissional, para a carga horária de estágio. CAPÍTULO VI - DAS ESPECIFICIDADES DAS MODALIDADES DE CURSOS Art. 19 - Nas licenciaturas, quando as modalidades de estágio supervisionado contemplarem a regência do discente, o professor sob regime de 40 horas, acompanhará uma turma com até 20 discentes, registrando, pelo menos, as seguintes atividades em seu Plano Individual de Trabalho PIT: a) Reunião com toda a turma (2h); b) Orientações individuais (1hora por aluno); c) Observação de estágio em campo (12h); d) Trabalhos acadêmicos e complementares à docência (6h); e) Comissão de avaliação de aproveitamento de estágio (1h). § 1º - Para turmas inferiores a 08 (oito) discentes, o docente complementará sua carga horária assumindo, pelo menos, um componente curricular de até 60 horas, ou desenvolverá atividades de pesquisa, ou extensão, aprovadas pelo Departamento. § 2º - Quando o Estágio Supervisionado organizar-se sob a forma de: observação, coparticipação, o professor sob regime de 40 (quarenta) horas acompanhará até duas turmas; com, no máximo, 20 discentes; (ou) uma turma de estágio e um outro componente curricular de até 60 (sessenta) horas, registrando-se a carga horária das alíneas de “a” a “e” do artigo 19 que serão adaptados de acordo com as turmas assumidas pelo docente. Art. 20 - Nos bacharelados o professor, sob regime de 40 (quarenta) horas, acompanhará uma turma, com até 20 (vinte) discentes, registrando, pelo menos, as seguintes atividades em seu PIT: a) Reunião com toda a turma (2h); b) Orientações individuais (1hora por aluno); c) Observação de estágio em campo (12h); d) Trabalhos acadêmicos e complementares à docência (6h); e) Comissão de avaliação de aproveitamento de estágio (1h). UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra I - Para o professor co-orientador de estágio, será computada a carga horária de orientação do estagiário, observando o limite máximo de 06 (seis) discentes por professor, com 02 (duas) horas-semanais de orientação por aluno; II - não será permitido o aproveitamento da carga horária de estágio extracurricular, para o estágio curricular. § 1º - Nos cursos da área de saúde, a relação docente/discente no estágio será de acordo com a especificidade de cada curso, não excedendo o quantitativo de seis discentes, por docente/campo. § 2º - Para os projetos especiais a relação docente/discente no estágio será definida nos projetos de cada curso. CAPÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 21 - Este Regimento Geral de Estágio fundamenta-se na legislação a saber: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9394/96, Lei nº. 6.494/77 (alterada pela Lei 8.859/94 e MP nº. 1726/98), Resolução CNE/CP 01 e 02/2002 e Decreto nº. 10.181 de 14/12/2006 - Regimento Geral da Universidade do Estado da Bahia. Art. 22 - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Coordenação Setorial de Estágio ou Coordenação Gera l dos Projetos Especiais, e referendados pelo Conselho de Departamento, de acordo com a legislação pertinente. Art. 23 - Este Regulamento tem sua vigência prevista em caráter transitório, por um ano a contar da data de publicação do mesmo, quando deverá ser reavaliado por este Conselho. Art. 24 - O presente Regulamento de Estágio Supervisionado entra em vigor na data da sua publicação, revogada a Resolução nº. 088 de 05/08/93 e demais disposições em contrário. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS – LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS E LETRAS – LÍNGUA INGLESA E LITERATURAS Prof. ª Miriam Barreto de Almeida Passos Seabra/BA 2009 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XXIII – SEABRA – BAHIA REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS – LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS E LETRAS - LÍNGUA INGLESA E LITERATURAS O presente regimento fundamenta-se nos termos da LDB 9394, de 20 de dezembro de 1996, que determina em seu artigo 82, que os sistemas de ensino estabelecerão as normas para realização dos estágios dos alunos regularmente matriculados no ensino médio e superior em sua jurisdição; no parecer CNE/CP 9/2001, de 08 de maio de 2001, que apresenta projeto de Resolução instituindo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena e no parecer CNE/CP 28/2001, de 02 de outubro de 2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, graduação plena, assim como na Resolução nº 795 sancionada pelo Conselho Superior de Pesquisa e Extensão – CONSEPE- que dispõe sobre as regulamentações gerais para os Estágios: I, II, III e IV da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. CAPÍTULO I DO CONCEITO Art.1º - O Estágio curricular é entendido como atividade fundamental na formação profissional dos acadêmicos, oferecendo ao futuro licenciado um conhecimento do real em situação de trabalho, isto é, diretamente em unidades escolares dos sistemas de ensino. Componente obrigatório da organização curricular das licenciaturas e, deverá ser uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho acadêmico; concorrendo conjuntamente para a formação da identidade do (a) professor (a) como educador (a) e para o desenvolvimento de competências e habilidades exigidas na prática profissional, especialmente quanto à condução, preparação e execução de seu ensino. Assim o Estágio é o campo de treinamento, espaço de aprendizagem do fazer das idéias do curso de Letras, em que uma variedade de situações, de atividades de aprendizagem profissional se manifesta para o estagiário tendo em vista sua profissionalização. Portanto, o estágio é o locus onde a identidade profissional do aluno é gerada, construída e referida; voltado para o desenvolvimento de uma vivência, reflexiva e crítica e, por isso, deve ser planejado gradativa e sistematicamente. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CAPÍTULO II DA CONSTITUIÇÃO E DA FINALIDADE Art. 2º- O Estágio curricular, constitui-se em disciplina pedagógica integrante do currículo dos cursos de Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas e Licenciatura em LetrasLíngua Inglesa e Literaturas da UNEB e tem o seu desenvolvimento disciplinado de acordo com as normas estabelecidas pelo presente regimento interno do Campus XXIII – Seabra/BA. Art.3º - Constituem objetivos do Estágio curricular: I. favorecer parcerias entre a UNEB do Campus XXIII e as escolas campos da região; estabelecendo uma via de desenvolvimento dos fins desta instituição, através de atividades de ensino, pesquisa e extensão; II. viabilizar aos acadêmicos estagiários reflexão teórica-prática sobre a realidade educacional na qual irão atuar; III. oportunizar a vivência de práticas pedagógicas que possibilitem, levando em consideração a diversidade de contextos, a fundamentação de conhecimentos constituídos da atividade profissional, a coleta de dados que promovam a pesquisa-ação, a formação do professor pesquisador, no âmbito desta licenciatura; IV. oportunizar o desenvolvimento de alternativas didáticas e aplicação de recursos necessários para a prática docente, dirigida para o Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio; V. possibilitar, pelo constante contato com a realidade educacional, a reflexão e avaliação do projeto pedagógico dos cursos de Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas e Licenciatura em Letras- Língua Inglesa e Literaturas CAPÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO Art.4º- A carga horária do Estágio curricular é vinculada com um tempo definido pela LDB 9394/96 em seu artigo 65, que estabelece um tempo mínimo de 300 horas para a prática de ensino. I. A carga horária integral do Estágio curricular, dos cursos de Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas será de 420 horas e Licenciatura em Letras- Língua Inglesa e Literaturas, sendo 400 horas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra II. No caso de acadêmicos, em efetivo exercício regular da atividade docente na educação básica, com três anos de experiência comprovada, o Estágio curricular poderá ser reduzido, no máximo em cinqüenta por cento, desde que o acadêmico não seja dispensado de atividades próprias da ação docente, como participação - colaboração, execução de projetos e /ou regência de classe em turmas do Ensino Fundamental II, e Ensino Médio com atividades outras criadas pelo (a) professor (a) orientador (a) da disciplina Estágio, para avaliação final do discente. III. O Estágio - I será realizado como pesquisa em Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas e Licenciatura em Letras- Língua Inglesa e Literaturas, nas escolas campos. Este, será exclusivamente destinado para observação/colaboração em regência de classe e realização de pequenas práticas (elaboração de um projeto de intervenção para ser aplicado no Estágio II em uma das classes observadas), em séries de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos e espaços não escolares. IV. No Estágio II, será realizado nas escolas campos e/ou espaços não escolares, o projeto de intervenção construído no Estágio I, em forma de oficina e ou mini-curso, atendendo ao regimento. V. As atividades de regência de classe serão realizadas individualmente, nas escolas localizadas na sede da cidade de Seabra sendo destinados 40 horas exclusivamente para a regência. A realização da regência em duplas só será permitida quando houver demandas excepcionais somente após a análise e o parecer favorável da comissão local de Estágio. As demais serão cumpridas em atividades de planejamento, organização e elaboração das atividades relativas de leituras propostas, seminários internos, confecção de material didático, elaboração de projetos, produção escrita de relatório e outras, conforme solicitação do (a) professor (a) orientador (a). VI. O registro das horas destinadas ao Estágio para efeito de comprovação, será feito em documento próprio e devidamente assinado pelo profissional que acompanhou e/ou solicitou as atividades do acadêmico estagiário. VII. O número de alunos para cada professor orientador deverá ser em quantidade suficiente para uma orientação qualitativa. Desse modo, nos Estágios de Regência, o professor de 40 h deverá orientar no máximo 20 alunos. VIII. Caso o número de acadêmico seja muito elevado, a coordenação do Curso de Letras deverá viabilizar junto aos órgãos competentes a divisão de turmas, isto se justifica pela peculiaridade da disciplina que exige acompanhamento direto e indireto, de forma individualizada, para o desenvolvimento de atividades de orientação, acompanhamento e avaliação. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra IX. Os acadêmicos estagiários receberão atendimento e orientação coletiva e individual, quanto à organização e elaboração das atividades relativas ao estágio, semanalmente, sendo distribuída para tanto, a carga horária de sete horas semanais. X. O intercâmbio de experiências, bem como a análise e a avaliação dos projetos e atividades relativas no Estágio Curricular, será feito entre professores orientadores, acadêmicos estagiários e coordenador do estágio em reuniões periódicas, tomando como base critérios previamente definidos pelo (a) professor (a) orientador (a) da disciplina. CAPÍTULO – IV DOS CAMPOS DE ESTÁGIO Art.5º Constituem campos de Estágio as instituições de direito público e privado, que ofertem Ensino Fundamental, e Ensino Médio, a comunidade em geral, os próprios órgãos da UNEB de Seabra/BA, bem como projetos institucionais de ensino, de pesquisa e de extensão, desde que apresentem condições para: I. planejamento e execução conjunta das atividades de Estágio; II. aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos, assim como vivência efetiva de situações concretas de trabalho na área específica da Licenciatura em Letras. III. concordância sobre as questões de supervisão, avaliação e normas, próprias do Estágio Curricular, definidas pela UNEB, Campus XXIII, Seabra/BA; IV. não é permitido ao acadêmico que é professor ou exerce função pedagógica ou administrativa, realizar o Estágio Curricular na turma em que leciona; V. uma vez estabelecida a escola onde o acadêmico estagiário realizará seu Estágio, não será permitido mudança de escola, a não ser com justificativa relevante e consentimento do professor orientador. CAPÍTULO-V DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO Art.6º O acadêmico estagiário é o aluno regularmente matriculado no período que abriga a disciplina de Estágio. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Parágrafo único. Ao acadêmico de Estágio Curricular compete: I. informar-se e cumprir o regulamento do Estágio Curricular; II. definir com o professor orientador o período, o campo e as condições para o cumprimento das atividades de Estágio; III. elaborar e cumprir o Plano de Estágio Curricular com a orientação do (a) professor (a) orientador (a); IV. comparecer ao Estágio pontualmente, nos dias, horas e locais estipulados e comunicar com antecedência de, no mínimo, 48 horas, a sua ausência nas atividades previstas, à escola campo de Estágio e ao professor orientador; V. manter atitude ético-profissional no desenvolvimento de todas as atividades; VI. avaliar de modo constante e crítico o seu desempenho na função docente; VII. apresentar ao professor orientador, com no mínimo 48 horas de antecedência, o planejamento das atividades a serem desenvolvidas nos campos de Estágio; VIII. respeitar o sigilo quanto as constatações feitas nas instituições campo de Estágio e respeitar as normas por elas estabelecidas; IX. manter atitude de maior atenção, disciplina, discrição, como também de colaboração, quando no recinto campo de Estagio; X. apresentar cada atividade de Estágio Curricular, obedecendo a prazos previstos pelo (a) professor (a) orientador (a); XI. cumprir as etapas previstas para realização do Estágio, a saber: a) visitas para conhecimento e entrosamento nos campos de Estágio; b) observação/colaboração em regência de classe e realização de pequenas práticas nas escolas campo de Estágio, nas disciplinas Língua Inglesa e de Língua Portuguesa e Literatura; c) observação/colaboração nas séries de execução dos projetos didáticos e/ou regência; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra d) execução de projetos didáticos e/ou regência de classe em escolas que ofertam Ensino Fundamental e Ensino Médio, envolvendo conteúdos de Língua Inglesa e Língua Portuguesa e Literatura; e) realização de pesquisa e comunicação para atividades em sala; f) realização de todas as atividades previstas para a organização do Estágio Curricular; g) registro parcial e total de todas as etapas desenvolvidas no Estágio Curricular, resultando em um portfólio, memorial e/ou relatório final. h) dar entrada no processo de aproveitamento de carga horária do estágio obrigatoriamente no semestre em que está cursando o componente Estágio I obedecendo o prazo do calendário. h) cumprir e fazer cumprir este Regimento. CAPÍTULO VI DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR DO ESTÁGIO CURRICULAR Art.7º O (a) professor (a) orientador (a) de Estágio deve ser licenciado em Letras Português/Literatura e Letras com Inglês preferencialmente com experiência comprovada no Ensino Fundamental e Ensino Médio e integrante do corpo docente do curso de Letras, da UNEB, Campus XXIII, designado pela coordenação deste curso. Parágrafo único. Compete ao professor orientador: I. detalhar no planejamento anual de Estágio, todas as atividades previstas para o Estágio Curricular, assim como os procedimentos necessários, de modo a resguardar a especificidade do curso, submetendo-o a apreciação do (a) coordenador (a) de Estágio; II. constatar em co-participação com o coordenador de Estágio, com a direção, equipe pedagógica e professores ou responsáveis pelos campos envolvidos nos estágios, para firmar compromisso entre as partes e coletar informações relativas ao desenvolvimento das atividades; III. orientar os acadêmicos estagiários no planejamento e execução de todo o trabalho a ser desenvolvido durante a realização do Estágio; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra IV. indicar fontes de pesquisa e de consulta necessária à solução de dificuldades encontradas durante as atividades de Estágio; V. informar os acadêmicos estagiários sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação do Estágio Curricular; VI. organizar e divulgar cronograma de Estágio, assim como indicar e encaminhar oficialmente, através de solicitação, os acadêmicos aos campos de Estágio; VII. orientar efetivamente os estagiários em suas atividades de Estágio; VIII. controlar o cumprimento das horas de Estágio curricular, assim como receber, analisar e avaliar portfólio, memorial e/ou relatórios e outros documentos dos acadêmicos estagiários; IX. propor sempre que necessário, a reformulação das normas gerais do Estágio Curricular, com base em novas experiências; X. avaliar em conjunto com os demais profissionais envolvidos no Estágio, todas as etapas previstas, em função dos objetivos e critérios propostos; XI. resolver junto com a coordenação do curso de Letras e coordenação setorial de Estágio casos omissos do presente regimento; XII. cumprir e fazer cumprir este Regulamento. CAPÍTULO VII DAS ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR DE ESTÁGIO Art.8º O coordenador de Estágio deve ser um profissional vinculado ao curso de Letras, da UNEB, Campus XXIII, Seabra/BA, eleito pela comissão setorial de estágio. Parágrafo único. Compete ao coordenador de Estágio: I. coordenar e acompanhar as atividades desenvolvidas em função do Estágio, colaborando com o professor orientador em todas as etapas do Estágio Curricular; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra II. fazer contato permanente com as instituições, possíveis campos de Estágio, estabelecendo estratégias de motivação para a absorção dos acadêmicos estagiários e ampliação dos campos de Estágio; III. organizar, em co-participação com o professores orientadores cronograma e manual de Estágio, assim como selecionar e divulgar as instituições campos de Estágio; IV. propor, sempre que necessário reformulação das normas gerais do Estágio, com base em observações e avaliação de todo o sistema de Estágio Curricular; V. comunicar aos campos de Estágio sobre as alterações que eventualmente venham ocorrer no sistema de Estágio Curricular; VI. tomar decisões necessárias ao andamento do Estágio Curricular, quando do afastamento para participação em eventos acadêmicos do (a) professor (a) orientador (a); VII. promover reuniões periódicas, entre os acadêmicos estagiários, professores orientadores e demais profissionais envolvidos no Estágio, com o objetivo de trocar experiências, analisar o desenvolvimento do Estágio, visando o aperfeiçoamento contínuo do processo; VIII. assinar certidões, declarações e documentos relacionados ao Estágio curricular; IX. propor soluções para situações emergenciais; X. resolver junto com a coordenação do curso de Letras, professores, orientadores, casos omissos do presente regulamento; XI. coordenar com os professores de Estágio e a coordenação do Colegiado de Letras seminários anuais de Estágio para troca de experiências e relatos das vivências, organizando publicações. XII. cumprir e fazer cumprir este Regulamento. CAPÍTULO VIII DAS ATRIBUIÇÕES DO COLEGIADO DO CURSO Art.9º - São atribuições do colegiado do curso: I. oferecer apoio pedagógico ao Coordenador de Estágio quando solicitado; UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra II. participar das reuniões da comissão de estágio quando for convocado(a); III. assinar documentos referentes ao estágio juntamente com o coordenador de estágio; IV. contribuir com a avaliação dos casos de exceção trazidos pelo coordenador de estágio. V. Cumprir e fazer cumprir este Regulamento. CAPÍTULO-IX DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR Art.10º O Estágio curricular se desenvolverá numa sistemática de orientação e análise crítica dos trabalhos, estabelecendo uma perspectiva de aperfeiçoamento contínuo da experiência oferecida ao professor em formação. A avaliação privilegiará o acompanhamento no processo e será parte integrante do trabalho educativo. De responsabilidade coletiva, uma vez que a colaboração dos colegas, e demais profissionais da área da educação é fator de crescimento, de responsabilidade social e de ajuda efetiva para a construção do conhecimento. A auto-avaliação, a discussão e análise com os acadêmicos quanto aos ganhos cognitivos de cada um, após cada etapa de Estágio concluída, será a principal forma avaliativa de acompanhamento. Para efeitos legais (nota), o acadêmico estagiário será avaliado pelo (a) professor (a) orientador (a) e demais profissionais que o acompanharam em suas atividades, mas sendo prerrogativa do (a) professor (a) orientador (a) o parecer final quanto ao desempenho do acadêmico. Parágrafo único. Em função dos objetivos e atividades propostas, serão observados os seguintes procedimentos: I. participação ativa e desempenho no decorrer das atividades teóricas-práticas promovidas e ou solicitadas pelo (a) professor (a); II. registro e apresentação parcial e final das atividades desenvolvidas, conforme solicitação do (a) professor (a) orientador (a) do Estágio; III. atendimento aos objetivos estabelecidos; IV. considerações feitas pelos professores, equipe técnico-pedagógica da escola campo de Estágio, através de documentação de acompanhamento (fichas e/ou registro avaliativo); UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra V. a aprovação exigirá uma nota, mínima 7,0 (sete) numa escala de 0 (zero) a 10,0 (dez), que representará o processo global, em suas dimensões teóricas e práticas e o cumprimento integral da carga horária estabelecida para cada atividade de Estágio, registradas em documento próprio; CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.11º Conforme necessidade poderá ser estabelecida novas normas e critérios para a realização do Estágio Curricular desde que atenda à LDB e aos decretos educacionais vigentes. Art. 12º Os alunos que não obtiveram aproveitamento satisfatório e/ou que não tiveram cumprido a carga horária exigida durante o estagio deverão refazer a disciplina integralmente. 3.9.2. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso tem como finalidade estabelecer a articulação entre o ensino e a pesquisa, tempo em que estimula a atividade de produção cientifica e técnica. Constitui-se enquanto componente curricular de formação a ser cumprido nos dois últimos semestres do curso, aplicando conhecimentos dos demais componentes curriculares e atendendo as linhas de pesquisa dos docentes do campus, aprovadas pelo colegiado de curso. O TCC é regulamentado pela Resolução do CONSEPE n° 622/2004 e, a partir das atividades de pesquisa contempladas no desenho curricular, deve implicar em trabalhos de natureza diversa que contribuam para o conhecimento sistematizado do/a graduando/a, permitindo-lhe apropriação e elaboração de conceitos, aplicação de métodos e técnicas, bem como elaboração e aplicação de instrumentos de pesquisa, realizando análises e sínteses de natureza científica que consolidem a formação do/a pesquisador/a e sua compreensão sobre o contexto local e social em que se encontra inserido/a, tendo por seu objeto principal a língua inglesa, em diversos aspectos, ou seja, cultura, literatura e lingüística, metodologia de ensino e formação docente. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Durante os encontros previstos, com o professor orientador procura-se analisar e avaliar as produções lingüísticas, literárias, técnicas e científicas realizadas pelos estudantes nas áreas de língua, literatura, metodologia e tecnologia de ensino da Língua Inglesa, visando à interdisciplinaridade, ou seja, o desenvolvimento do trabalho deve compreender a importância do conhecimento em todas as áreas e apresentar uma visão universal e com foco no diálogo entre todos os componentes curriculares e a transdisciplinaridade para fins de conclusão de curso. Já nos encontros com o professor do componente curricular de Trabalho de Conclusão de Curso, são ajustadas as estruturas dos projetos para que atendam as normas da ABNT e NBR. Como também, organiza-se a forma e cronograma de apresentações de defesa de acordo com o calendário acadêmico. Os temas foram escolhidos pelos discentes ao longo do curso e sistematizados através do componente curricular Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar (NEI) que durante os semestres letivos do curso prepara o discente para o desenvolvimento de seu projeto; o projeto é definido e estruturado no 7.° semestre , nesta primeira etapa do componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I). Assim, procurou-se trabalhar com análise de livros didáticos, documentos oficiais relativos à Língua Inglesa PCNEM (Plano Curricular Nacional para o Ensino Médio), LDB (Lei de Diretrizes e Bases), PCN (Plano Curricular Nacional), OCEM (Organização Curricular do Ensino Médio), formação de professor em Língua Inglesa, aquisição da língua em espaços formais e não-formais, compreensão leitora em Língua Inglesa. Durante o último semestre letivo, os alunos recebem orientação para a produção escrita e oral da defesa com o acompanhamento do Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso, que é, também, o professor titular do componente curricular, juntamente com os orientadores, que organizaram as defesas, bancas e divulgação da defesa. Assim as linhas de Trabalho de Conclusão de Curso são desenvolvidas nas seguintes áreas: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A formação do professor de Língua Inglesa Os documentos oficiais que regulamentam o Ensino de Língua Inglesa na Educação Básica Aspectos relacionados à aquisição da língua inglesa como língua estrangeira Análises metodológicas, de estratégias e de livros didáticos voltados ao ensino de língua inglesa. Através destes eixos de pesquisas os discentes do Curso de Língua Inglesa realizaram suas pesquisas bibliográficas e de campo, para ao final apresentar a defesa do seu trabalho. As defesas dos Trabalhos de Conclusão de Curso aconteceram em horários préestabelecidos, com uma banca examinadora compostas por professores do Curso de Letras - Língua Inglesa, e os discentes tiveram, neste momento, a oportunidade de divulgar as suas pesquisas à toda comunidade acadêmica do Campus XXIII. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.3 Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) A formação do profissional da área de Letras não deve se restringir só ao conteúdo curricular. As atividades complementares são uma forma de ampliar o conhecimento e a formação do estudante. Considerando que a formação de profissionais para exercer a docência requer uma visão múltipla do processo que envolve a graduação, amplia-se a perspectiva de formação, não se limitando a um espaço determinado, com conteúdos linearmente definidos. Mas, torna-se necessário que ao longo do curso o aluno tenha um leque de opções que contribua com a sua formação profissional. Nesse sentido, é fundamental propor atividades para que os alunos desenvolvam competências profissional e intelectual e o seu senso de responsabilidade. Assim, as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs), surgem como um eixo onde estas necessidades serão contempladas, em tempos e espaços curriculares que favoreçam o interesse e a iniciativa do estudante em participar de eventos diversificados, tais como: desenvolver trabalhos comunitários, promover atuações diferenciadas em recursos de aprendizagem variados, estudos independentes sobre temas de aprofundamento educacionais, valorização das experiências individuais. Serão desenvolvidas ao longo do Curso no âmbito acadêmico ou fora dele. Para estas atividades, o Departamento, através do Colegiado de Letras, poderá propor e organizar seminários temáticos, jornada de iniciação científica, semana de Letras, palestras, oficinas, mini-cursos contemplando assuntos de interesse dos graduandos, essas atividades oferecidas pelo Departamento serão registradas e acompanhadas pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão (NUPE) que através de uma comissão específica aprova a realização dos projetos de Pesquisa e Extensão apresentados pelo corpo docente, ficando responsável também pela divulgação, inscrição, controle de freqüência e emissão de certificados que possibilitarão ao estudante integralizar a sua carga horária de Atividades Acadêmica Científico Cultural (AACCs). Os projetos de pesquisa são atividades que oferecem certificação apenas aos monitores neles envolvidos, já UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra os projetos de extensão oportunizam diversos certificados: monitoria; apresentação de trabalho; comissão organizadora e participação como ouvinte, dessa forma atende a todos os discentes e a comunidade externa. As AACCs foram regulamentadas na UNEB, através da Resolução do CONSEPE nº 1.150/2010, que revogou a de nº 792/2007, com uma carga horária de 200 horas. A referida resolução encontra-se apresentada, a seguir. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A seguir, serão apresentados, separadamente, os fluxogramas, matriz curricular e ementários dos dois currículos do Curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas: o Currículo de Implantação e o Currículo com Ajuste. 3.9.4. Fluxograma UNIVERSIDADE de Implantação (vigência 2005 e 2006) DO ESTADO DA BAHIA – UNEB INTEGRALIZAÇÃO Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA CURRICULAR DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E Colegiado do CursoTECNOLOGIAS de Letras CARGA HORÁRIA Campus XXIII -CAMPUS Seabra XXIII - SEABRA/BA CNCC EI FD AACC C. H. TOTAL 1.860h 270 h 850 h 200 h 3.180 h LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA INGLESA E LITERATURAS 2º SEMESTRE: 405 h 1º SEMESTRE: 390 h AS LINGUAGENS E AS PRODUÇÕES SOCIO-CULTURAIS E HISTÓRICAS Estudos SócioAntropológicos do Ensino em Língua Inglesa (45 h) Laboratório Instrumental de Língua Inglesa Pesquisa Básico I (90eh) Leitura e Produção Textual (45 h) Prática OS CÓDIGOS, AS LINGUAGENS E AS PRODUÇÕES ORAIS SÓCIO-CULTURAIS Núcleo de Estudos Pedagógica I Interdisciplinares, (45 eh)Prática Pesquisa do Ensino de Língua Inglesa I Aspectos (45 h) Históricos e Culturais em Língua Inglesa (60 h) Compreensão e Produção Oral (45 h) 14 SEMESTRES TURNO DE FUNCIONAMENTO VESPERTINO OS ESTUDOS E ANÁLISE DOS PROCESSOS POLÍTICOS, HISTÓRICOS E SOCIAIS DAS LINGUAGENS Análise Contrastiva da Gramática de Língua Inglesa (60 h) Produção do Texto Oral e Escrito (60 h) Laboratório Instrumental de Língua Inglesa PesquisaI e Intermediário (75h) Prática Prática Núcleo de Estudos Pedagógica I Interdisciplinares, (45 eh)Prática Pesquisa do Ensino de Panorama da Língua Inglesa II (45 h) Produção Estudos Literária: da origem Linguísticos II até a modernidade (60 h) (60 h) Estudos Linguísticos I (45 h) TEMPO MÁXIMO 4º SEMESTRE: 405 h A TRADUÇÃO E AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS NA CONTEMPORANEIDADE Estudos Fonéticos e Fonológicos (60 h) Laboratório Instrumental de Língua Inglesa Básico II (90eh) Pesquisa 08 SEMESTRES 3º SEMESTRE: 405 h Aspectos Psicofilosóficos que fundamentam o Ensino de Língua Inglesa (45 h) Aspectos Históricos e Culturais em Língua Materna (60 h) TEMPO MÍNIMO Estudos Gramaticais (45 h) Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna I (60 h) Tópicos de Tradução (45 h) Núcleo de Estudos Pedagógica I Interdisciplinares, (45 h) Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa III Estudos (60 h) Contemporâneos da Literatura de Língua Inglesa (60 h) Laboratório Instrumental de Língua Inglesa Intermediário II Pesquisa e (75 h) Análise Textual (45 h) Políticas e Organização dos Sistemas de Ensino (60 h) Prática Núcleo de Estudos Pedagógica I Interdisciplinares, (45 h) Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa IV (60 h) Estudos da Linguística Textual em Língua Inglesa (45 h) Análise Contrastiva da Gramática de Língua Materna (60 h) 5º SEMESTRE: 430 h 6º SEMESTRE: 415 h 7º SEMESTRE: 280 h 8º SEMESTRE: 250 h O PROCESSO SISTEMÁTICO E COMPARATIVO ENTRE AS CULTURAS NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA AS LINGUAGENS E AS NOVAS TECNOLOGIAS EM LÍNGUA INGLESA A INTERDISCIPLINARIDADE E O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA AS NOVAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS, TECNOLÓGICAS E A PRÁTICA DOCENTE Estudo Comparativo da Literatura da Língua Inglesa e Língua Materna II (45 h) Projetos de Investigação do Ensino da Língua Inglesa e Língua Materna (45 h) Laboratório Instrumental de Língua Inglesa Pesquisa e h) Avançado I (75 Teoria Literária em Língua Inglesa e em Língua Materna (60 h) Prática Núcleo de Estudos Pedagógica I Interdisciplinares, (45 h) Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa V (60 h) Estágio Curricular Supervisionado I (100 h) Tecnologias Aplicadas a Língua e Literatura Inglesa (45 h) Análise Literária (45 h) Laboratório Instrumental de Língua Inglesa Avançado II (75 h) Estudos Linguísticos e Literários com Ênfase na Língua Materna (45 h) Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa VI (60 h) Estágio Curricular Supervisionado II – (100 h) Projetos de Investigação do Ensino da Literatura da Língua Inglesa e Língua Materna (45h) CNCC - Eixo de Conteúdos Curriculares de Natureza Científico-Cultural LEGENDA Espaços de Vivências, Convivências e Representações em Língua Inglesa e Língua Materna (45 h) Temas Selecionados (45 h) FD - Eixo de Formação Docente Temas Selecionados em Linguística e Literatura (45 h) EI - Eixo Interdisciplinar AACC - Atividades Acadêmico Científico-Culturais Estágio Curricular Supervisionado III (100 h) Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) (45 h) Prática de Tradução (45 h) Estudos da Metodologia do Ensino de Língua Inglesa Instrumental (60 h) Estágio Curricular Supervisionado IV (100 h) Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) (45 h) Novas Tecnologias (45 h) UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.5. Matriz Curricular de Implantação (Vigência 2005 e 2006) Tabela 25– Matriz Curricular TEMPO MÍNIMO: 8 semestres TEMPO MÁXIMO: 14 semestres CARGA HORÁRIA DO CURSO: 2.980 horas AACC: 200 horas CARGA HORÁRIA TOTAL: 3.180 horas COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEMA: As Linguagens e as Produções Socioculturais e Históricas Laboratório Instrumental de Língua Inglesa - Básico I 1º CNCC 90h Aspectos Históricos e Culturais em Língua Inglesa 1º CNCC 60h Aspectos Históricos e Culturais em Língua Materna 1º CNCC 60h Leitura e Produção Textual 1º CNCC 45h Estudos Linguísticos I 1º CNCC 45h EI 45h FD 45h Estudos Sócio-Antropológicos do Ensino em Língua Inglesa Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa I 1º 1º Carga horária total do semestre 390h TEMA: Os Códigos, as Linguagens e as Produções Orais Socioculturais Laboratório Instrumental de Língua Inglesa - Básico II 2º CNCC 90h Aspectos Psicofilosóficos que fundamentam o Ensino de Língua Inglesa 2º EI 45h Compreensão e Produção Oral 2º CNCC 45h Estudos Fonéticos e Fonológicos 2º CNCC 60h Estudos Linguísticos II 2º CNCC 60h Panorama da Produção Literária: da origem até a modernidade 2º CNCC 60h Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa II 2º FD 45h Carga horária total do semestre 405h UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEMA: A Tradução e as Produções Literárias na Contemporaneidade Laboratório Instrumental de Língua Inglesa - Intermediário I 3º CNCC Produção do Texto Oral e Escrito 3º CNCC 60h Estudos Gramaticais 3º CNCC 45h Análise Contrastiva da Gramática de Língua Inglesa 3º CNCC 60h Tópicos de Tradução 3º CNCC 45h Estudos Contemporâneos da Literatura de Língua Inglesa 3º CNCC 60h Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa III 3º FD 60h Carga horária total do semestre 75h 405h TEMA: Os Estudos e Análise dos Processos Políticos, Históricos e Sociais das Linguagens Laboratório Instrumental de Língua Inglesa - Intermediário II 4º CNCC 75h Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna I 4º CNCC 60h Análise Contrastiva da Gramática de Língua Materna 4º CNCC 60h Análise Textual 4º CNCC 45h Estudos da Linguística Textual em Língua Inglesa 4º CNCC 45h Políticas e Organização dos Sistemas de Ensino 4º FD 60 h Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa IV 4º FD 60h Carga Horária Total do Semestre 405h TEMA: O Processo Sistemático e Comparativo entre as Culturas no Ensino de Língua Inglesa Laboratório Instrumental de Língua Inglesa - Avançado I 5º CNCC 75h Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna II 5º CNCC 45h Teoria Literária em Língua Inglesa e em Língua Materna 5º CNCC 60h Análise Literária 5º CNCC 45h UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEMA: O Processo Sistemático e Comparativo entre as Culturas no Ensino de Língua Inglesa Projetos de Investigação do Ensino da Língua Inglesa e Língua Materna 5º EI 45h Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua Inglesa V 5º FD 60h Estágio Curricular Supervisionado I 5º FD 100h Carga horária total do semestre 430h TEMA: As Linguagens e as Novas Tecnologias em Língua Inglesa Laboratório Instrumental de Língua inglesa - 6º CNCC 75h Estudos Linguísticos e Literários com Ênfase na Língua Materna 6º CNCC 45h Tecnologias Aplicadas a Língua e Literatura Inglesa 6º CNCC 45h Temas Selecionados 6º EI 45h 6º CNCC 45h 6º FD 60h 6º FD 100h Avançado II Projetos de Investigação de Ensino de Literatura em Língua Inglesa e Língua Materna Núcleo de Estudos Interdisciplinares, Pesquisa e Prática do Ensino de Língua inglesa VI Estágio Curricular Supervisionado II Carga horária total do semestre 415h TEMA: A Interdisciplinaridade e o Ensino de Língua Inglesa Espaços de Vivências, Convivências e Representações em Língua Inglesa e em Língua Materna 7º CNCC 45h Prática de Tradução 7º CNCC 45h Temas Selecionados em Linguística e Literatura 7º CNCC 45h Estágio Curricular Supervisionado III 7º FD 100h Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) 7º EI 45h Carga horária total do semestre 280h UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEMA: As Novas Tendências Pedagógicas, Tecnológicas e a Prática Docente Estudo da Metodologia do Ensino de Língua Inglesa Instrumental 8º FD 60h Novas Tecnologias 8º CNCC 45h Estágio Curricular Supervisionado IV 8º FD 100h Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) 8º EI Carga horária total do semestre 45h 250h Além dos conteúdos propostos para os componentes acima apresentados, serão acrescidas 200 horas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais - AACC, a serem realizadas livremente pelos alunos, de acordo com o regulamento da UNEB. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.6. Ementário de Implantação (Vigência 2005 e 2006) 1º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, PESQUISA E PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA I FD CARGA HORÁRIA 45 EMENTA Orienta e instrumentaliza a pesquisa e a prática pedagógica, as possibilidades de investigação e análise da situação-problema relacionada com o tema norteador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Teorização sobre ciência e conhecimento científico 1.1. Teorias sobre a ciência; 1.2. Discutindo a importância da pesquisa. 2. Estruturação de documentação pessoal 2.1. Analisando as técnicas de leitura e de estudos dos gêneros do discurso acadêmico-científico (resumo, resenha, esquema, etc..) 2.2. Discutindo as Normas Brasileiras: NBR 6024/2002 (Referências); NBR 6028/2003 (Resumo); NBR 10520 (Citação). 3. Teorização sobre o processo de comunicação 3.1. Etapas do processo de comunicação 3.2. Canais formais 3.3. Canais informais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. Pesquisa: princípios científicos e educativos. 9. Ed. São Paulo: Cortez, 2002. HANDS, Penny. Dictionary of idioms. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p 404 MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of English. 2v .ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 5. Ed. São Paulo: Atlas, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS LINGUÍSTICOS I CNCC 45 EMENTA Estuda e analisa a diversidade textual, das correntes da linguistica teórica e aplicada com ênfase na linguistica textual ou discursiva, e da sociolinguistica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Saber e poder: A Linguística como ciência: 1.1 – Linguagem: objeto de estudo da linguística; 1.2 Aspectos da linguagem; 1.3 Correntes da Linguística; 1.4 O processo de comunicação; 1.5 Principais elementos envolvidos na comunicação; 2. Considerações históricas a respeito da Linguística Textual 2.1 Teorias do Texto; 2.2 Definições de texto; 2.3 Construções dos sentidos do texto. 2.4 O texto e suas fases de estudo: análise. 3. Linguagem & Comunicação Social 3.1 A visão dialógica da enunciação: Linguagem, língua e ato de enunciação; 3.2 A visão pragmática: Linguagem, língua e ato da fala; 3.3 A visão discursiva: Linguagem, língua e discurso BIBLIOGRAFIA BÁSICA LYONS, John. Linguagem e Linguística: uma introdução. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. ROBINS, R. H. Pequena história da Linguística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1979. WEEDWOOD, Bárbara. História concisa da linguística. [trad] Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002. XAVIER, Antonio Carlos; Cortez, Suzana (ORGS). Conversas com LINGUISTAS: Virtudes e Controvérsias da Linguística. São Paulo: Parábola, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAGNO, Marcos. Linguística da Norma. São Paulo: Loyola, 2002. CÂMARA JÚNIOR. Joaquim Matoso. Dicionário de Linguística e gramática: referente à língua portuguesa. 13 ed. Petrópolis: Vozes, 1986. ILARI, Rodolfo. A linguística e o ensino da língua portuguesa. 4.ªEd. São Paulo: Martins Fontes, 1997. LUCCHESI, Dante. Sistema, mudança e linguagem: um percurso na história da Linguística moderna. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1973. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL CNCC 45 EMENTA Estuda e analisa os textos com as temáticas diversificadas visando à interdisciplinaridade com os componentes curriculares do período. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Noções básicas sobre texto: 1.1. Conceito de texto; relação entre os textos; intertextualidade; texto escrito e oral. 1.2.Fala e escrita: 1.3. Características da linguagem oral e da linguagem escrita; marcas da oralidade na escrita. 2. Escrita e interação 3. Escrita e práticas comunicativas 4. Escrita e contextualização 5. Escrita e intertextualidade 6. Tipologia textual BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHARTIER, A.M. HÉBRARD, J. Práticas de leitura. 2.ed. rev. São Paulo: Estação Liberdade, 2001.266p. GERALDI, João Wanderley. O Texto na Sala de Aula: Leitura e Produção. Cascavel PR. ASSOESTE. 1984. JAUS, H.R. et alii. A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.203p. KOCH, Ingedore Villaça: TRAVAGLIA, Luis Carlos. A coerência Textual. São Paulo: Contexto, 2007.94p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAGLIARI, Luiz Carlos. Caminho e descaminho da fala, da leitura e da escrita. In ciclo básico. São Paulo. 1987. MARQUESI, Sueli Cristina. A Organização do texto descritivo em língua portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. SILVA, Ezequiel Theodoro. A produção da leitura na escola: Pesquisa X Proposta. São Paulo: Ática, 1995. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS EM LÍNGUA INGLESA CNCC 60 EMENTA Estuda a história e a cultura em Língua Inglesa nos seus diversos períodos da literatura através da sua produção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Culture And Society/The Dawn of cultural Studies: English 2. Historical background: the development of culture and language:Celts, Romans , Normans 3. Old English/Middle English/Modern English/The sixteenth century (1485-1603)/The Court and City/Renaissance Humanism/The English and Otherness 4. Tudor Style: Ornament, Plainness and Wonder/The Elizabethan Theater/The early seventeenth Century (1603-1660)/State and church/Literature and Culture,1603-40 5. The Revolutionary Age/Literature and Culture,1640-60/The Restauration and the eighteenth century (1660-1785)/Religion and Politics/The Context of Ideas/Literacy Principles/Retauration and Literature/The Emergence of Literacy Themes and Modes 1740-85/The Beginning of the Novel/Continuity and Revolution/The Victorian Age (1830-1901) 6. Queen Victória and the Victorian Temper/The early Period (1870-1901): A Time Trouble 7. The Mid-Victorian period (1848-70): Economic prosperity, The Growth of Empire and/religious Controversy Religious Controversy/The Late period (1870-1901): The Decay of Victorian Values/The Nineties/The Role of Woman/Literacy, Publication and Reading 8. The Novel, Poetry and Victorian prose, Drama and Theater/English and it’s influences throughout the world/América/The arrival until 1700/América 1700-1820/América 1820-1865/América 1865-1914/América 1914-1945/America since 1945 BIBLIOGRAFIA BÁSICA LANTOLF, James P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. Não paginado. PINKER, Steven. O instinto da linguagem: como a mente cria a linguagem/Steven Pinker: tradução Claudia Berlinder.São Paulo: Martins Fontes,2002.627p WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. 2. ed. Campinas, São Paulo: Pontes, 2005.230p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, Jorge Luiz. Curso de Literatura Inglesa. São Paulo: Martins Fontes: 2002. BURDEN, Virginia; [THE PROCESS OF INTUITION. [Português]. O processo da intuição: uma psicologia da criatividade. São Paulo: Pensamento, 1985. 134 p. BROWN, Don. O código da Vinci. São Paulo: Sextante, 2004. CEVASCO, Maria E. Dez Lições sobre estudos Culturais. São Paulo: Bomtempo Editorial, 2003. LITTLE, Christopher. Perfil da Literatura Americana. Agência de Divulgação dos Estados Unidos da América, 1994. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS EM LÍNGUA MATERNA CNCC 60 EMENTA Estuda os aspectos históricos e culturais contemplados na produção literária, nos diversos períodos das Literaturas Portuguesa e Brasileira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A importância social da Literatura; 2. Conhecimentos de Língua Portuguesa; 3. Gramática e literatura: desencontros e esperanças: 3.1. O ensino de língua e literatura; 3.2. Língua e Literatura: separadas? 3.3 As concepções de literatura. 4. Ensino de Gramática e ensino de Literatura: 4.1. O sujeito do discurso; 4.2. Identidade e experiência; 4.3. O fenômeno literário; 4.4. A desmistificação ou o falseamento da literatura. 5. A literatura e a vida social; 5.1. Letras e Ideias no Período Colonial; 5.2. Literatura e Cultura de 1900 a 1945; 5.3. História da Literatura (das origens aos nossos dias); 6. Pedagogia de Projetos: Literatura Portuguesa e Brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDIDO, A. Na sala de aula: caderno de análise literária. 8.ª ed. S. Paulo: Ática, 2004,95. CHARBONNIER, Georges. Arte, linguagem e etnologia: entrevistas com Claude-Léwis-Strauss. Campinas, SP: Papirus,1989.144p. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5.ed. São Paulo:Brasilense,1994.148p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Rubens. Conversas com quem gosta de ensinar. São Paulo: Art. Poética, 1995. ______. Entre a ciência e a sapiência – o dilema da educação. São Paulo: Edições Loyola, 2004. ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas, São Paulo: Verus Editora, 2005. COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2006. GERALDI, João Wanderley. O Texto na Sala de Aula. São Paulo: Editora Ática, 2004. GONÇALVES Filho, Antenor Antônio. Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. São Paulo: Cortez, 1991. PCNS. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília: Ministério da Educação, 1999. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO ESTUDOS SOCIOANTROPOLÓGICOS DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA EI 45 EMENTA Estuda os problemas relacionados com a aquisição da Língua Inglesa como segunda Língua enfatizando os aspectos sociais e antropológicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Semelhanças e diferenças entre a aquisição das primeiras línguas e a aprendizagem sistemática das segundas línguas. 2. Aquisição da segunda língua: a teoria de Krashen 3. Teorias socioculturais de Gardner, Schumman e Vygotsky 3. Fatores socioculturais e psicológicos e o ensino da língua inglesa. 4. Contexto de imersão e aquisição / aprendizagem de língua inglesa. 5. Relação língua X cultura e o ensino de língua inglesa: a hipótese da pidginização. 6. Motivação e abordagens do ensino de língua inglesa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHOMSKY, Noam. Linguagem e mente: pensamentos atuais sobre antigos problemas. Brasília: Ed. UNB, 1998, 83p. ELLIS,Rod.Second language acquisition. Oxford: New York:Oxford University Press,1997.147p. SOUZA, Solange Jobim c. Infância e linguagem: Bakthin,Vygotsky e Benjamin. 7ed. Campinas: Papirus, 2003.173p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOHN, Hilário Inácio; VANDRESEN, Paulino. Tópico de Linguística Aplicada: o ensino de línguas estrangeiras. Florianopolis: UFSC, 1988. BROWN, H. Douglas. Principles of language learning and teaching. 5 th ed. White Plains, NY: Longman, c2007. 410 p. LANTOLF, James P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LABORATÓRIO INSTRUMENTAL DE LÍNGUA INGLESA – BÁSICO I CNCC 90 EMENTA Desenvolve as estruturas básicas, utilizando as habilidades linguísticas de ouvir, falar, ler e escrever numa abordagem comunicativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Verbo be/Personal Pronouns 2. Indefinite artide 3. Present Simple 4. Verb there to be 5. Some / any 6. Adverbs of frequency 7. can / can,t 8. Numbers/Months of the year 9. Ordinal / numbers 10. Colors 11. Adjectives 12. Days of the week 13. Texts 14. Dialogues 15. Possessive adjetives 16. Present progressive 17. Prepositions of place 18. Coumtable ande uncoun19. Table nouns 20. Imperatives 21. Would like 22. Past simple 23. Near future UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of English. 2. Ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. THOMSON, A.J. & MARINET, A.V. practical ingles grammar. 4 ed. Oxford. 2000.383p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary student’s book 10th printing, Cambridge University .2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALIANDRO, Hygino. Dicionário Escolar – Português-Inglês/ English-Portuguese. 1. ed : Ao Livro Técnico. 271p BELL, Joseph. Play with english grammar: activity books. Milan: La Spiga Languages, c2002. 31p BROWN, H. Douglas. Principies of Language Learning and Teaching.1.ed. Prentice Hall. 410 p HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman . th SWAN, M. Practical English Usage. 2 Ed. 4 impression. Oxford: Oxford University Pres 1990. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, PESQUISA E PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA II FD 45 EMENTA Orienta e instrumentaliza para a pesquisa e a prática pedagógica, as possibilidades de investigação e análise da situação-problema relacionada com o tema norteador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O conhecimento Científico nas Ciências Humanas e Sociais: O debate contemporâneo sobre os paradigmas; 2. Ciência X Senso Comum; 3. Conhecimento Científico: Histórico (dos filósofos gregos até os dias atuais); 4. Tipos de Conhecimentos: Conhecimento Popular, Conhecimento Religioso, Conhecimento Filosófico, Conhecimento Científico 5. Enfoques metodológicos da pesquisa científica: abordagens histórica, dialética, fenomenológica, qualitativa, quantitativa, estudo de caso. 6. Construção de resumos, resenhas, artigos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRUZ, Carla; RIBEIRO, UIrá. Metodologia Científica: teoria e prática. 2ed. Rio de janeiro: AxcelBookas, 2004.324p MARCONI, Marina de Andrade ;LAKATOS, Eva Maria.Técnicas de pesquisa; planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 6 ed. Ver. E ampl. São Paulo: Atlas, 2006.205p. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2004.144p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. BARROS, Adil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de Metodologia científica. 2.ªed. São Paulo: makron books, 2000. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2002. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Rio de janeiro: Record, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. RUDIO, Franz V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1999. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL CNCC 45 EMENTA Estuda e analisa oralmente textos diversificados visando a interdisciplinaridade com os demais componentes curriculares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Teoria Comunicacional 1.1. Elementos da comunicação 1. 2 Problemas gerais da comunicação: ruído e redundância 2. Língua e Linguagem 3. As funções da linguagem 4. Interferência do Oral no Escrito 5. Interferência do Escrito no Oral BIBLIOGRAFIA BÁSICA GILBERT, Judy B. (Judy Bogen). Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. KELLY, Gerald. How to teach pronunciation. Harlow: Longman, 2000. 154 p. (How to) MCWHORTER, Kathleen T. Academic reading. 6th ed. New York, USA: Pearson/Longman, 2006. 512 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of English.2v. ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. NATION, Paul; MALARCHER, Casey. Reading for speed and fluency. 2/ Paul Nation, Casey Malarcher. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2007. 113p. PAIVA, Vera Lúcia M. de O. Estratégias individuais de aprendizagem de língua inglesa. In: Letras & Letras, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS LINGUÍSTICOS II CNCC 60 EMENTA Introdução aos estudos linguísticos com ênfase na psicolinguistica, neurolinguistica e sociolinguística. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.O que é a língua(gem)? 1.1. Algumas definições de língua(gem); 1.2. Comportamento linguístico e sistemas linguísticos; 1.3. Língua e fala 1.4. O ponto de vista semiótico 1.5. A ficção da homogeneidade 1.6. Não há línguas primitivas 2. LINGUAGEM E MENTE 2.1. A gramática universal e sua relevância 2.2. Mentalismo, racionalismo e inatismo 2.3. A linguagem e o cérebro 2.4. Aquisição da linguagem 2.5. Outras áreas da psicolinguística 2.6. Ciência cognitiva e inteligência artificial 3. LINGUAGEM E SOCIEDADE 3.1. Sociolinguística, etnolinguística e psicolinguística 3.2. Sotaque, dialeto e idioleto 3.3. Padrões e vernáculos 3.4. Bilinguismo, mudança de código e diglossia 3.5. Aplicações práticas 3.6. Variação estilística e estilística BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I. 2.ª ed. Campinas, Pontes/ Ed. da Unicamp, 1995.294p. MARTIN, Robert. Para entender a linguística: epistemologia elementar de uma disciplina. [trad.] Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2003.191p. SAUSSURE, Ferdinand de; BALLY, Charles; SCHEHAYE, Albert; RIEDLINGER, Albert. Curso de linguística geral. 27 ed. São Paulo: Cultrix, 2006.279p. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. 2ed. Campinas, SP: Pontes, 2005.230p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APRESJAN, Ju. Ideias e métodos de linguística estrutural contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1980. BOUQUET, Simon. Introdução à leitura de Saussure. São Paulo: Cultrix, 2000. CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. História da linguística. Petrópolis, RJ: Vozes, 1975. CULLER, Jonathan. As idéias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979. MARTINET, André. Conceitos Fundamentais da linguística. Portugal, Presença. Brasil: Martins Fontes, 1976. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ASPECTOS PSICOFILOSÓFICOS QUE FUNDAMENTAM O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA EI 45 EMENTA Estuda as correntes psicológicas e filosóficas que fundamentam o ensino da Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Problemas relacionados às interpretações, atribuições e ênfases nas correntes 2. Aspectos filosóficos e fisiológicos 3. Teorias da motivação 4. Influência Cross- linguística 5. Teorias de Segunda Língua 6. Os significados de erros 7. Desafios e Possibilidades na Aprendizagem de Língua Inglesa 8. Recortes Interculturais 9. Correntes Filosóficas e Psicológicas 10. O Ensino precoce e tardio de Língua Inglesa 11. A psicologia frente ao Trabalho Docente BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural: 1978. (Os Pensadores). MONTESQUIEU. O Espírito das Leis. Trad.: Fernando Henrique Cardoso; Leônio Martins Rodrigues. Brasília: UnB, 1982 REALE, Miguel. Introdução à Filosofia. São Paulo: Saraiva 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COLOMER, T. e CAMPS, A. Ensinar a Ler, Ensinar a Compreender. Porto Alegre: Artmed, 2002. CORRÊA, Manoel Luiz G. Linguagem & comunicação social: visões da linguística moderna. São Paulo: Parábola, 2003. CUNHA, M. V. da. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro: DP & A, 2002. FAIRSTEIN, Alejandra G. e GYSSELS, Silvana. Como Aprender? São Paulo: Loyola, 2005. KOCH, Ingedore Villaça. A inter-ação pela linguagem. 8. ed. São Paulo: Contexto, 2003. PIAGET, Jean; CABRAL, Alvaro. Problemas de psicolinguística. São Paulo: Mestre Jou, [s.d.]. SOUZA, Solange Jobim e. Infância e linguagem: Bakhtin, Vygotsky e Benjamin. 5. ed Campinas: Papirus, 2000. VIGOTSKI, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FONÉTICOS E FONOLÓGICOS CNCC 60 EMENTA Introdução aos estudos fonéticos e fonológicos da Língua Inglesa e a sua contribuição na aquisição como segunda Língua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. I Unidade: 1.1. Conceito de Fonética e Fonologia. 1.2. Fonemas: Propriedades, números e classificação; 2. II Unidade: 2.1. A correlação Ortografia x Pronúncia (Interferência ortográfica). 2.2. A importância da pronúncia (diferenças entre Português e Inglês); 3. III Unidade: 3.1. Fonemas ou os sons da Língua Inglesa. 3.2. Fonemas Vogais e Fonemas Consoantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática em especial destaque para o modelo fonêmico. Campinas SP: Mercado de Letras,2002. 208p. JENKINS, Jennifer. The phonology of english as an international language: new models, new norms, new goals. Oxford: Oxford University Press, [2000]. V I, 258p. (Oxford Applid Linguistics ) SILVA, Thaís Cristófaro. Exercícios de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2003.193p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HOUAISS, Antônio. Dicionário inglês-português. 12.ed. atual. Rio de Janeiro: Record, 2003 928 p. HORNBY, Albert Sydney; HORNBY, Albert Sydney; WEHMEIER, Michael. Oxford advanced learner's dictionary of current English. 6. ed. [Londres, Inglaterra]: Oxford University Press, 2000. p.1428 MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2v .ed. New York: Cambridge University Press, 1997.269p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LABORATÓRIO INSTRUMENTAL DE LÍNGUA INGLESA – BÁSICO II CNCC 90 EMENTA Desenvolve e aprofunda as estruturas linguísticas básicas da Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Verbo be/Personal Pronouns 2. Indefinite artide 3. Present Simple 4. Verb there to be 5. Some / any 6. Adverbs of frequency 7. can / can,t 8. Numbers 9. Months of the year 10. Ordinal / numbers 11. Colors 12. Adjectives 13. Days of the week 14. Texts/Possessive adjetives 15. Present progressive 16. Prepositions of place 17. Coumtable ande uncoun18. Table nouns 19. Imperatives 20. Would like 21. Past simple/Near future BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self – study reference and practice book for elementary students of English: With answers.2.ed. New York: Cambridge University Press. 1997.269 p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Pre-Intermediate student’s book 7 th printing. [s.l]: Cambridge University .2007. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary teacher’s book printing. [s.l]: Cambridge University .2007 4 th UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZAR, Betty Schampfer. Understanding and Using English Grammar. Prentice Hall- Br ed. Logman, 1999. CHAMBERLAIN, Obby J. Dictionary of Informal Brazilian Portuguesa with English Index. Georgetown Univ. Pr.2003,701p . SWAN, Michael. Practical English Usage. 2 ed. Oxford: Oxford University Press, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PANORAMA DA PRODUÇÃO LITERÁRIA DA ORIGEM ATÉ A MODERNIDADE CNCC 60 EMENTA Estuda a produção literária em Língua Inglesa da origem até a modernidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceitos Literários 2. Linha Histórica literária- estudos dos primeiros escritos e autores 3. As primeiras obras americanas 4. Elementos de uma Obra Literária 5. Semiótica- Interpretação e Análise 6. Comparação de Obras Antigas e Obras Contemporâneas BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARTHES, Roland. Elementos de semiologia. 15. Ed. São Paulo: Cultrix, 2006. 116p. CADERMARTOLI, Ligia. Períodos literários. 9. Ed. São Paulo: Ática, 2002 79p. TOURAINE, Alain. Critica da modernidade. 7ed. Petrópolis (RJ) Vozes, 2002 431p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRENNAN, Frank. The Fruitcake special and other stories. Inglaterra: Cambridge Universit Press, 2000.78p. KERMODE, Frank. Oxford Anthology of English Literature. Oxford Usa Trade, 1973. 2272p. SHAKESPEARE, William. A midsummer night's dream. New York: Washington Square, 1958. 81p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, PESQUISA E PRÁTICA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA III FD 60 EMENTA Orienta e instrumentaliza a pesquisa e a prática pedagógica, as possibilidades de investigação e análise da situação-problema relacionada com o tema norteador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O conhecimento Científico nas Ciências Humanas e Sociais: O debate contemporâneo sobre os paradigmas; 2. Ciência X Senso Comum; 3. Conhecimento Científico: Histórico (dos filósofos gregos até os dias atuais); 4. Tipos de Conhecimentos: Conhecimento Popular, Conhecimento Religioso, Conhecimento Filosófico, Conhecimento Científico. 5. Enfoques metodológicos da pesquisa científica: abordagens histórica, dialética, fenomenológica, qualitativa; 6. Construção de resumos, resenhas, artigos. 7. Elaboração de Projetos: procedimentos fundamentais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRUZ, Carla; RIBEIRO, UIrá. Metodologia Científica: teoria e prática.2es.Rio de janeiro:AxcelBookas,2004.324p MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa; planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 6 ed. Ver. E ampl. São Paulo: Atlas,2006.205p. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32ed Petrópolis (RJ): Vozes, 2004.144p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. BARROS, Adil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: makron books, 2000. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 9. ed. São Paulo; Cortez, 2002. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Rio de janeiro: Record, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. RUDIO, Franz V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1999. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRODUÇÃO DO TEXTO ORAL E ESCRITO CNCC 60 EMENTA Desenvolve a habilidade de produzir textos de conteúdos específicos que se identifiquem com os temas tratados nos demais componentes curriculares abordados no período, aplicando técnicas específicas que levem ao nível de produção de texto acadêmicos em Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Textos escritos e orais. 1.1. Diferenças entre discurso oral e escrito. 1.2. Tarefas que estimulam a escrita: atividades de escrita. 1.3. O processo de composição textual e escrita. 2. Fluência na prática oral 2.1. Situações reais de prática oral. 2.2. A linguagem e o registro na interação oral. 2.3. Contextos de uso da língua falada. 3. Avaliação da escrita 3.1. Critérios de avaliação (linguagem, conteúdo e organização). 3.2. Correção. 3.3. Reescrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA th BROWN, H. Douglas. Principles of language learning and teaching. 5 . ed. White Plains, NY: Longman, 2007. 410 p. CARDOSO, Rita de Cássia Tardin. The communicative approach to foreign language teaching: a short introduction: managing theory and pratice in the classroom: a booklet for teacher development. 2. ed. rev. Campinas, SP: Pontes, ArteLíngua, 2004. 62p. GILBERT, Judy B. (Judy Bogen). Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HANCOCK, Mark. Pronunciation games. Cambridge: Cambridge. University Press, 2003. 108 p. . SWAN, Michael. Practical English Usage. 2 ed. Oxford: Oxford University Press, 1998. UR, Penny. Grammar practice activities a practical guide for teachers. Cambridge: Cambridge University Press, 1995. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TÓPICOS DE TRADUÇÃO CNCC 45 EMENTA Estuda os elementos teóricos práticos das formas diversas de tradução. A tradução como habilidade linguística. Novas tecnologias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Tipos de texto 2. Funções do texto 3. Técnicas de leitura 4. Estratégias de leitura e tradução / Abordagens 5. Oficina de tradução 6. Técnicas de tradução BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARROJO, Rosemary. Oficina de Tradução: a teoria na prática. ed São Paulo:Ática,2005.85p. BATALHA, Maria Cristina; PONTES JUNIOR, Geraldo R. Tradução. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.116p. SOUZA, Luiz Marques de; CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. 11ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.164p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, F.; MAGALHÃES, C.; PAGANO, A. Traduzir com autonomia: estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2000 BARBOSA, H. G. Procedimentos técnicos da tradução: uma nova proposta. Campinas: Pontes, 2004 COSTA, L. A. (org.). Limites da traduzibilidade. Salvador: UFBA, 1996 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS GRAMATICAIS CNCC 45 EMENTA Desenvolve os estudos críticos dos conteúdos das gramáticas normativa e descritiva em comparação com a gramática textual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estratégias de Leitura 1.1. As partes da sentença. 1.2. O grupo nominal: o substantivo 1.3. Os determinantes do nome 1.4. Os modificadores do nome 2. Níveis de leitura 2.1. Formação de palavras: Sufixos 2.2. Formação de palavras: Prefixos 2.3. Os pronomes 2.4. As palavras interrogativas 3. Sistematizando a leitura 3.1. O grupo verbal: o verbo 3.2. Os tempos verbais simples 3.3. As locuções verbais 3.4. O modo imperativo BIBLIOGRAFIA BÁSICA UR, Penny. Grammar Practice Activities: a practical guide for teachers. Cambridge: Cambridge University Press, 1988. WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 4. ed .New York:Oxford: University Press, 2001. 168 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HANDS, Penny. Dictionary of idioms. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p 404. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use wifht Answers+ CD- ROM Third Edition. Cambridge do Basil. UR, Penny. Grammar Practice Activities: a practical guide for teachers. Cambridge: Cambridge University Press, 1988. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ANÁLISE CONTRASTIVA DA GRAMÁTICA DA LÍNGUA INGLESA CNCC 60 EMENTA Estuda as abordagens e da evolução da análise comparada. Os componentes linguísticos nos níveis fonológico, morfológico e sintático a serem analisados em Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O que é a “análise contrastiva” 2. Teoria linguística 3. Organização da gramática 4. Prática de análise contrastiva a nível: 5. Lexical. 6. Morfológico 7. Sintático BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWN, H.D. Principles of Language Learning Teaching. Englewood Cliffs: Prentice Hall Regents. 1994 BELL, Joseph. Play with english Grammar: Activity books. Milan: La Spiga languages,2002 31p. rd SWAN, Michael. Practical English usage. 3 ed. Oxford Universety Press, 2005. 658p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA Fo., José Carlos Paes de. Linguística Aplicada: Ensino de Línguas & Comunicação, Campinas: Pontes, 2005. BAKHTIN, M. M. (Mikhail Mikhailovitch); BAKHTIN, Mikhail VER Bakhtin, M. M. (Mikhail Mikhailovitch). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 9. ed. São Paulo: Hucitec, 1999. 196 p. BOHN, H., VANDEDERSEN (org). Tópicos de Linguística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988. JAMES, Carl. Contrastive Analysis. London/New York: Longman, 1990 LARSEN- FREEMAN, Diane. Topics on English Teaching Methodology. Newbury: House Publishers: Massachussets, 1985. VILELA, Mário. Tradução e análise contrastiva: teoria e aplicação. Lisboa: Editorial CAMINHO, 1994. 170 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS DA LITERATURA DA LÍNGUA INGLESA CNCC 60 EMENTA Analisa e interpreta textos contidos na produção literária contemporânea em língua inglesa. Estuda o contexto sócio cultural e histórico das obras analisadas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. The Twentieth century 2. Pós–modernidade na arte, T.S Elliot-a influencia e desapropriação no ciclo vital do poeta; Unmaking and making in “to the lighthouse’ de Virginia Woolf, por Spivak;Sabores do Exilio- contos de Doris Lessing;The end of the affair- Grahan Greene,Filhos e Amantes- DH Lawrence, On The Road- Jack Kerouac,A poesia de James Baldwin, T.S Elliot entre outros autores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRENNAN, Frank. The Fruitcake special and other stories. Inglaterra: Cambridge Universit Press, 2000.78p. COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte: UFMG, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JOHNSON, Charles Frederick. Outline History of English And American Literature. Lightning Source, 2007.552p. THORNLEY, G. C; ROBERTS, Gwyneth. . Longman, 1984. 216 p. An outline of english literature. Nova edição London: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LABORATÓRIO INSTRUMENTAL DE LÍNGUA INGLESA – INTERMEDIÁRIO I CNCC 75 EMENTA Estuda e promove o desenvolvimento das habilidades linguísticas, oral e escrita, em um nível de complexidade crescente. Aquisição da linguagem em diferentes situações próximas à realidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Question forms 2. Positive and negative verbs forms; 3. Present Continuous and present simple 4. Present perfect simple 5. Present perfect continuous and present perfect simple 6. Past simple and past continuous 7. Used to 8. Past perfect 9. Making comparisons 10. The future: will. Be going to, present continuous 11. Conditional and future time clauses 12. Modal verbs BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2v .ed. New York: Cambridge University Press, 1997.269p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Pre-Intermediate student’s book 7 th printing. [s.l]: Cambridge University .2007. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Pre-Intermediate student’s workbook th 7 printing. [s.l]: Cambridge University .2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOMES, Luiz Lugani; COLLINS, Donald E. Dicionário de expressões idiomáticas americanas 9. ed São Paulo: Pioneira, 1993 281 p. KAY, Sue; JONES, Vaughan. American inside out: student's book: intermediate. Oxford (New York): Macmillan, 2003. 159p. LONGMAN dicionário escolar: inglês - português = português - inglês: para estudantes brasileiros. Inglaterra: Longman, 2002. p. 796. SHOARS, Jhon. American.Headway 1 workbook. 1. ed. Oxford do Brasil, 2001.84p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 4º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, PESQUISA E PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA IV FD 60 EMENTA Orienta e instrumentaliza a pesquisa e a prática pedagógica, as possibilidades de investigação e análise da situação-problema relacionada com o tema norteador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Tipologia das pesquisas. Quanto aos objetivos: pesquisa exploratória, pesquisa descritiva, pesquisa explicativa. Quanto aos procedimentos metodológicos: pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, pesquisa experimental, pesquisa de levantamento de dados, estudo de caso, pesquisa-ação, pesquisas “mistas”; 2. Os instrumentos para a coleta de dados: a observação in locu, o questionário, a entrevista, o formulário, relativos à prática pedagógica; 3. O projeto de pesquisa: escolha e delimitação do tema, os objetivos da pesquisa, as hipóteses, a justificativa, o referencial teórico e a metodologia; 4. A fundamentação teórica e a revisão da literatura: levantamento das referências bibliográficas; 5. Artigo e relatório de pesquisa: apresentação de resultados parciais ou finais em seminário acadêmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6ed. São Paulo: Atlas, 2005.315p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto, relatório, publicações e trabalhos científicos. 6ed. São Paulo: Atlas, 2001.219p. THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 14 ed. São Paulo: Cortes, 2005. 132p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de. Etnografia da prática escolar. 11 ed. Campinas: Papirus, 2004. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. LUBISCO, Nídia M. L. VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico: monografias, dissertações e teses. 2. ed. Salvador: Edufba, 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACHADO, Anna Rachel. LOUSADA, Eliane. ABREU TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. ______. Trabalhos de pesquisa: diários de leitura para a revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ANÁLISE TEXTUAL CNCC 45 EMENTA Estuda as teorias linguísticas que fundamentam a prática da análise textual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A LINGUISTICA É O ESTUDO CIENTÍFICO DA LINGUAGEM 1.1. Língua e Linguagem 1.2. Estudo sincrônico e estudo diacrônico 1.3. Linguística aplicada e Linguística teórica 1.4. Microlinguistica/Macrolinguistica 1.5. Dialetologia 1.6. Concepção de Linguagem 1.7. Concepção de Gramática 2 A LINGUISTICA TEXTUAL 2.1. Histórico da Linguística Textual 2.2. Manifestações da Linguística Textual 2.3. Competência Textual 2.4. Texto e Discurso / Texto ou Discurso 3 AS MENSAGENS ESCRITAS 3.1. As funções da Escrita 3.2. As funções da Linguagem 4 Classificação das Mensagens Escritas BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERLITZ, Charles. As línguas do mundo. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1988.316p. FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. 2 ed. rev.e ampl. São Paulo: Parábola, 2007,217p. FÀVERO, Leonor Lopes: KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Linguística Textual: introdução. 7. ed São Paulo: Cortez, 2005.105p PINKER, Steven. O instinto da linguagem: como a mente cria a linguagem/Steven Pinker; tradução Claudia berlinger. São Paulo: Martins Fontes, 2002.627p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DUBOIS, J. et al. Dicionário de Lingüística. São Paulo: Cultrix, 2002. LYONS, J. Linguagem e Lingüística: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabar Koogan, 1987. ORLANDI, E. O que é Lingüística. São Paulo: Brasiliense, 1993. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE ENSINO FD CARGA HORÁRIA 60 EMENTA Discute as políticas de ensino e das estratégias de planejamento e da avaliação. Os parâmetros curriculares, a prática pedagógica e as perspectivas metodológicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Diretrizes Curriculares para o Ensino de Línguas Estrangeiras; 2. Ensinar a Ler e Escrever em uma Língua Estrangeira; 3. A Escola Reflexiva; 4. Desafios à Prática Docente Reflexiva; 5. Ranços da Lei de Diretrizes e Bases; 6. Políticas Educacionais do Brasil; 7. A interdisciplinaridade como necessidade e problemas nas ciências sociais; 8. Os Fundamentos do Conhecimento na Vida Cotidiana; 9. LEI 9.394/96; 10. Avaliar sem excluir; 11. Diálogo entre a Prática reflexiva e a Interdisciplinaridade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, J.C.P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes, 1993. ARROYO, Miguel G. Da escola carente à escola possível. São Paulo: Loyola, 1986. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Prática de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia. 2.ed. Belo Horizonte: faculdade de letras da UFMG, 2005. 216p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas do ensino de línguas. Campinas: Pontes, 1993. DEMO, Pedro. A NOVA LDB: Ranços e Avanços/ Pedro Demo. Campinas, São Paulo: Papirus. 1997. MACEDO, Lino de. Ensaios Pedagógicos: Como construir uma Escola para Todos? São Paulo: Artemed, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO ESTUDO COMPARATIVO DA LITERATURA DA LÍNGUA INGLESA E LÍNGUA MATERNA I CARGA HORÁRIA CNCC 60 EMENTA Aborda questões históricas, políticas e sociais. A evolução da literatura de língua inglesa. Discussão e análises de dados comparativos com a literatura de língua materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Unidade Introdutória 1.1 Literatura Comparada: conceito, breve histórico, metodologia 1.2 Panorama histórico das literaturas hegemônicas de língua inglesa 1.2.1 Panorama histórico da literatura inglesa 1.2.2 Panorama histórico da literatura norte-americana 2. Paralelas e tangentes entre literaturas em língua inglesa e em língua portuguesa 2.1 O surgimento do drama nas literaturas de língua inglesa e de língua portuguesa 2.2 Os primeiros grandes nomes: Geoffrey Chaucer, William Shakespeare; Gil Vicente e Camões 2.3 Edgar Alan Poe e a Filosofia da Composição; The Raven em traduções de Machado e Pessoa 2.4 Paralelas e tangentes românticas: Wordsworth e os poetas de língua portuguesa 2.5 Poesia lírica feminina: Emily Dickenson, Cecília Meireles e Florbela Espanca 3. Paralelas e tangentes entre literaturas de língua inglesa – o popular e o erudito BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Jorge Luis. Curso de literatura inglesa. São Paulo: Martins Fontes, 2002.441p. LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 3 ed. Rio de janeiro: Civilização Brasileira,2002. SEIDEL, Roberto Henrique. Do futuro do presente ao presente contínuo: Modernismo VS pósModernismo. São Paulo: Annablume, 2001.144p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia da Letras, 1992 CANDIDO, Antônio. A dialética da malandragem. In: O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 1993. CONGRESSO INTERNACIONAL DA FEDERAÇÃO DE LÍNGUAS E LITERATURAS MODERNAS – FILLM. Language and literature today: proceding of the XIX the Triennial Congress of the International federation for Modern Languages and Literatures. v. 3. Brasília: UNB, 1996. NITRINI, Sandra. Literatura Comparada: História, teoria e critica. São Paulo: EDUSP, 1997. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ANÁLISE CONTRASTIVA DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA MATERNA CNCC 60 EMENTA Estuda as abordagens e da evolução da análise comparada. Os componentes linguísticos nos níveis fonológicos, morfológico e sintático a serem analisados em Língua Materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Unidade I-Natureza, Estrutura e funcionamento da Linguagem: 2. -O homem, a linguagem e o conhecimento; o processo de comunicação humana; funções da linguagem; os planos estruturadores da linguagem; relações paradigmáticas e relações sintagmáticas; sincronia e diacronia; Unidade e variedade da língua; conceituação da gramática; atividade discursiva; palavra, frase e texto; conhecimento e uso da língua; as duas ordens da competência. 3. Unidade II- Estrutura da forma gramatical: 4. -Palavra, morfema e vocábulo; estrutura das palavras; o léxico e suas classes; classes de palavras; formação de palavras; derivação; composição; recomposição; duplicação; amálga lexical; oneonímia; substantivo; adjetivo; numeral; a categoria de pessoa e sua expressão pronominal; pronomes; artigo; verbo; advérbio; preposição; conjunção; interjeição. 5. Unidade III-Sintaxe: 6. -A frase, do morfema ao período; o objeto da sintaxe; o sintagma; subordinação e coordenação; classes de palavras segundo a distribuição sintática; período; sujeito; o verbo e a enunciação; concordância verbosujeito; predicado; conteúdo e emprego dos tempos e modos do verbo; vozes do verbo; o objeto direto; adjunto adverbial e complemento predicativo; predicadores não-verbais; construção sintática e papeis semânticos: a noção da correspondência; os subordinantes e o processo de transposição; orações subordinadas; sintaxe das formas nominais do verbo; orações coordenadas; coordenação de orações subordinadas. 7. Unidade IV – Fonologia BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. Linguística aplicada: ensino e comunicação. 2 ed. Campinas, SP: Pontes, Arte língua, 2007. CARONE, Flávia de Barros. Morfossintaxe. 9ed. São Paulo: Ática, 2002.109p. ILARI, Rodolfo; GERALDI, João Wanderley. Semântica. 11 ed. São Paulo: [s.n], 2006. 96p. ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. 5ed. São Paulo: Contexto, 2006.156p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Tadeu Luciano Siqueira. Sintaxe do português: da norma para o uso. Salvador: Empresa Gráfica da Bahia, 2005.194p. NEVES, Maria Helena de moura. A gramática funcional. São Paulo: Martins Fontes, 1997 160p. SUASSUNA, Lívia. Ensino de Língua Portuguesa: uma abordagem pragmática.7ed. Campinas, SP: Papirus, 2004, 240p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LABORATÓRIO INSTRUMENTAL DE LÍNGUA INGLESA - INTERMEDIÁRIO II CNCC 75 EMENTA Desenvolve e aprofunda o estudo das estruturas lingüísticas complexas numa perspectiva comunicativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1-Present passive. 2-Expressions followed by verb + - ing or to + verb. 3-Causatives – have / get something done 4-Must, may / might, can’t for deductions. 5-Expressing present whishes, future hopes. 6-The second conditional. 7-Reporting statements and opnions. 8-Requesting and stating information. 9-Pat passive 10-Using was / were going to 11-Present perfect progressive 12-Present perfect progressive vs. Present perfect simple BIBLIOGRAFIA BÁSICA BREWSTER, Simon; DAVIES, Davies. Skyline 1: student's book. Oxford [England]: Macmillan, 2001. CARDOSO, Rita de Cássia Tardin. The communicative approach to foreign language teaching: a short introduction: managing theory and pratice in the classroom: a booklet for teacher development. 2. ed. rev. Campinas, SP: Pontes, ArteLíngua, 2004. 62p. GILBERT, Judy B. (Judy Bogen). Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. HANDS, Penny. Dictionary of idioms. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p 404. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate student’s workbook4 printing, Cambridge University. 2007. th UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORNBY, Albert Sydney; HORNBY, Albert Sydney; WEHMEIER, Michael. Oxford advanced learner's dictionary of current English. 6. ed. [Londres, Inglaterra]: Oxford University Press, 2000. p.1428. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate student’s workbook4 th printing. Cambridge University. 2007. .ª th SWAN, M. Practical English Usage. 2 ed.. 4 impression. Oxford: Oxford University Press, 1998. Learn Real English. Capitulo 1: introduction, welcome guide, earthquakes conversation, earthquake mini-story lesson, earthquake vocabulary lessons. Learn Real English,LLC.2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA CNCC 45 ESTUDOS DA LINGUÍSTICA TEXTUAL EM LÍNGUA INGLESA EMENTA Aborda os conhecimentos sistêmicos de mundo e organização textual, do processo de ensinar e aprender a Língua Inglesa, com ênfase nos aspectos pragmático, semântico e sociolinguístico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Use X Usage 2. The social study of language 3. Speech communities 4. Styles 5. Gender 6. Social class 7. Biliguals x biligualism 8. Societal multilingualism 9. Language diffusion policy x linguistic imperialism 10. Deixis 11. Reference x Inference 12. Presupposition – Entailment – cooperation 13. Implicature x politeness 14. Conversation analysis – discouse – culture 15. Elements of syntax x semanties BIBLIOGRAFIA BÁSICA JENKINS, Jennifer. The phonology of english as an international language: new models, new norms, new goals. Oxford: Oxford University Press, [2000]. VI, 258p. (Oxford Applid Linguistics ) RICHARDS, Jack C; RENANDYA, Willy A. Methodoloy in language teching: an anthology of current practice. Cambridge Universety Press, 2009.422p. SOARS, John; SOARS, Liz; WHWWLDON, Sylvia. America Headway; the world’s most trusted English nd course, workbook. 2 ed Oxford,2009.69p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DRABBLE, Margaret. The Oxford Companion to English language. 3. ed. Cambridge. USA, 2007.752p. STORIG, Hans Joachim. A aventura das línguas: uma história dos idiomas do mundo. 3. Ed. rev. São Paulo: Melhoramentos, c2003 267 p. WILLIANS, Hank. Origins of the English language. [s.l]: Ed.Simon & Schuster, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA FD 60 NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, PESQUISA E PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA. V EMENTA Orienta e instrumentaliza para a pesquisa e a prática pedagógica, as possibilidades de investigação e análise da situação problema relacionada com o tema norteador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Tipologia das pesquisas. Quanto aos objetivos: pesquisa exploratória, pesquisa descritiva, pesquisa explicativa. Quanto aos procedimentos metodológicos: pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, pesquisa experimental, pesquisa de levantamento dados, estudo de caso, pesquisa-ação, pesquisa “misto”; 2. Os instrumentos para a coleta de dados: a observação in locu, o questionário, a entrevista, o formulário, relativos à prática pedagógica; 3. O projeto de pesquisa: escolha e delimitação do tema, os objetivos da pesquisa, as hipóteses, a justificativa, o referencial teórico e a metodologia; 4. A fundamentação teórica e a revisão da literatura: levantamento das referências bibliográficas; 5. Artigo e relatório de pesquisa: apresentação de resultados parciais ou finais em seminário acadêmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRENNER, Eliana de Moraes; JESUS, Dalena Maria Nascimento de. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos acadêmicos: projeto de pesquisa, monografia e artigo. Ed rev. São Paulo: SP Atlas, 2008.66p. GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de artigos científicos. São Paulo: Avercamp, 2004.86p. LAKATOS. Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto, relatório, publicações e trabalhos científicos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 219 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HARMER, Jeremy. How to Teach English.3. ed. Longman do Brasil, 2007. HEWINGS, Martin. Advanced grammar in use. 2.ed. [s.l]: Cambridge University Press, Br, 2005. 264p RICHARDS, J. C., and W. A. Renandya. Methodology in Language Teaching: An Anthology of Current Practice. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ANÁLISE LITERÁRIA CNCC 45 EMENTA Analisa textos narrativos e poéticos investigando os aspectos constitutivos do ato de escrever, criar e ler da literatura da Língua Inglesa e da Literatura da Língua Materna, articulando-se com os demais componentes numa perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. TEORIA DA MÍMESE E POESIA LÍRICA 1.1. Teoria da mímese 1.2. A poesia lírica 1.3. A lírica e seus traços estilísticos fundamentais 1.4. Das aparências ao mundo das ideias perfeitas 1.5. A arte e arte literária 1.6. A lírica e seus traços estilísticos fundamentais 1.7. Do nascimento da lógica à ordenação do universo 1.8. A obra literária 1.9. A mimese e a função da arte 1.10. A lírica moderna. 1.11. O conhecimento através dos Sentidos e do Belo 1.12. Natureza do gênero literário 1.13. Mimese e verossimilhança 1.14. A lírica moderna 1.15. A arte da literatura é a beleza da arte 1.16. Estilos literários 2. GÊNERO LITERÁRIO: DRAMÁTICO E ÉPICO 2.1. O drama e o épico 2.2. Os Estudos Culturais 2.3. O gênero dramático 2.4. Elementos da Narrativa: enredo e personagens 2.5. Gêneros com estilo 2.6. Proseando os versos 2.7. Gênero dramático e seus traços estilísticos fundamentais 2.8. Elementos da narrativa: tempo, espaço e ambiente 2.9. Gênero épico 2.10. A epopéia e o gênero Épico UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2.11. O narrador 2.12. Gênero épico 2.13. O conto de fadas 2.14. Outras espécies literárias 2.15.Narrar é criar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CULLER, Jonathan. Teoria literária: uma introdução. Tradução Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca, 1999. THORNLEY, G. C; ROBERTS, Gwyneth. . An outline of english literature. Nova edição London: Longman, 1984. 216 p. YAGODA, Ben. . The Sound on the page: great writers talk about style and voice in writing. 1st ed. New York: Harper Collins, 2005. 267p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS GOMES, Alfredo. O pagador de promessas. Rio de Janeiro: Ediouro, [s.d.] MAINGUENEAU, Dominique. Discurso literário. São Paulo: Contexto, 2006. MOISÉS, Massaud. A análise literária. 15.ed. São Paulo: Cultrix, 2005. PROENÇA FILHO, Domício. A linguagem literária. São Paulo: Ática, 1992. TELES Gilberto Mendonça. A escrituração da Escrita: teoria e prática do texto literário. Petrópolis: Vozes, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDO COMPARATIVO DA LITERATURA DE LÍNGUA INGLESA E LÍNGUA MATERNA II CNCC 45 EMENTA Analisa e discute comparativamente um autor ou obra da literatura da Língua Inglesa e Língua Materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Autores e Obras da Língua Inglesa e Língua Materna Aspectos da literatura Inglesa e Língua Materna Confecção de textos e Sínteses Análise Crítica e Reflexiva BIBLIOGRAFIA BÁSICA CULLER, Jonathan. Teoria literária: uma introdução. Tradução Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca, 1999. TWAIN, Mark. The adventures of Huckleberry Finn. New York: Oxford University Press, 2000. 56 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte: Humanitas, 2001. COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. 7 ed. rev. e amp. São Paulo: Global, 2004. TELES, Gilberto Mendonça. A escrituração da Escrita: teoria e prática do texto literário. Petrópolis: Vozes, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEORIA LITERÁRIA EM LÍNGUA INGLESA E EM LÍNGUA MATERNA CNCC 60 EMENTA Estuda e analisa as formas das narrativas e da poética da Língua Inglesa e da Língua Materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Literatura 1.1. Conceitos (s), natureza e funções da Literatura 1.2. Relações entre Literatura e outros conceitos (o belo, o mítico, o trágico e o fantástico) 1.3. Gêneros literários 2. Epistemologia dos Estudos literários 2.1. Delimitação dos campos de estudos e de suas relações interdisciplinares 2.2. Conceitos básicos dos Estudos Literários. 2.3. Os métodos da Análise e da Crítica Literária e o enfoque das Ciências Sociais sobre os fenômenos literários. 3. Os fatos literários 3.1. A obra literária 3.1.1. Características essenciais 3.1.2. Forma(s) e conteúdo(s) do texto literário 3.1.3. O poema e suas formas – a técnica da versificação 3.2. O autor e o estilo 3.3. Entidades receptoras e co-autoras: o leitor e o pÚblico 3.4. Elementos extrínsecos ao sistema literário: o ambiente cultural e a história da literatura 4. A narrativa 4.1. Elementos estruturais 4.2. As formas narrativas BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Jorge Luis. Curso de literatura inglesa. Tradução: Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 441p. CULLER, Jonathan: Teoria literária: uma introdução. São Paulo: Beca, 1999 140p. MOISÈS, Maussad. A criação literária: poesia. 18 ed. Ver. São Paulo: Cultrix, 2008 317p. TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. 4ed. São Paulo: Perspectiva, 2003.202p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGUIAR E SILVA, Vítor Manuel de Aguiar. Teoria da literatura. 8. ed. Coimbra: Almedina, 1992. ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Estudo crítico de Emanuel de Moraes, fortuna crítica, cronologia e bibliografia. Rio de Janeiro: Aguilar, 1964 BAKHTIN, Mikhail. Epos e romance. In: Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. Trad. Aurora Fornoni Bernardini (et al.), São Paulo: Hucitec; Unesp, 1993. CULLER, Jonathan. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca produções LTDA, 1999. LIMA, Luís da Costa (org.). Teoria da literatura em suas fontes. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Vol. 2. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO DO ENSINO DA LINGUA INGLESA E MATERNA EI 45 EMENTA Desenvolve projetos de investigação do ensino de Língua Inglesa e da Língua Materna visando à interdisciplinaridade com os demais componentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Educação e práxis pedagógica – Teaching Methodology 2. O processo de aprendizagem e os conteúdos de ensino 3. Conteúdos Procedimentais, Conceituais e Atitudinais. 4. O trabalho docente: a construção da prática pedagógica 5. Inteligências Múltiplas – conhecimento e uso na confecção dos planos 6. Estratégias metodológicas na prática interdisciplinar 7. Princípios orientadores da ação pedagógica na sala de aula: interdisciplinaridade, contextualização e transposição didática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARMER, Jeremy. Practice of English language teaching. 4ed.Hralow: Pearson Longman, 2007.447p. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Ensino de Língua Inglesa: reflexões e experiências. 4ed. Campinas, SP: Pontes, 2010.211p. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia. 2ed. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG,2005.216p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, P. N. Educação Lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. 6.ed. São Paulo: Loyola, 1990. ARMSTRONG, T. As inteligências múltiplas na sala de aula. Porto alegre: ArtMed, 1998. BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais, códigos e suas tecnologias. Língua estrangeira moderna. Brasília: MEC, 1999. pp 49-63. BOLOGNINI, Carmem Zink (Org.) Discurso e ensino: A língua inglesa na escola – Campinas, SP: Mercado de Letras, 2007. LEVENTHAL, Lílian Itzicovitch. Inglês é 10: educação infantil. 1 ed. São Paulo: Disal, 2006 PIMENTA, S. G.; LUCENA, S. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I FD 100 EMENTA Estuda e diagnóstica a prática docente e a realidade do ensino de Língua Inglesa no ensino fundamental e médio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estágio Supervisionado e práxis pedagógica. 2. Estágio Supervisionado nas séries finais do Ensino Fundamental. 3. Estágio Supervisionado: conceito, etapas e importância. 4. Conhecimentos de Língua Estrangeira Moderna. 5. Tendências e Propostas para o ensino de Língua Inglesa. 6. Planejamento e ação no Estágio Supervisionado. 7. Os recursos didáticos no Estágio Supervisionado: seleção e uso. 8. O projeto de intervenção e sua importância no Estágio Supervisionado. 9. O processo de aprendizagem e os conteúdos de ensino. 10. Manual de Estágio - Cronograma de Execução. 11. Conteúdos Procedimentais, Conceituais e Atitudinais. 12. O trabalho docente: a construção da prática pedagógica. 13. Estratégias metodológicas no estágio supervisionado. 14. A ética profissional do educador - O fazer ético – educativo. 15. Princípios orientadores da ação pedagógica na sala de aula: interdisciplinaridade, contextualização e transposição didática. 16. Projeto de intervenção BIBLIOGRAFIA BÁSICA BREWSTER, Simon; DAVIES, Davies. Skyline 1: student's book. Oxford [England]: Macmillan, 2001. th BROWN, H. Douglas. Principles of language learning and teaching. 5 ed White Plains, NY: Longman,2007.410p. HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman, c2001. 370p. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Ensino de Língua Inglesa: reflexões e experiências. 4ed. Campinas, SP Pontes, 2010.211p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, P. N. Educação Lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. 6.ed. São Paulo: Loyola, 1990. ARMSTRONG, T. As inteligências múltiplas na sala de aula. Porto alegre: ArtMed, 1998. BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais, códigos e suas tecnologias. Língua estrangeira moderna. Brasília: MEC, 1999. pp 49-63. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LABORATORIO INSTRUMENTAL DE LINGUA INGLESA - AVANÇADO I CNCC 75 EMENTA Desenvolve a proficiência linguística oral e escrita, numa abordagem comunicativa utilizando os padrões utilizados internacionalmente como indicadores avaliativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Grammar issues: 2. Relative clause/ conditional clause; 3. How+ adjective/ adverb 4. Present perfect/ Simple Past/ past Perfect; 5. Used to/ to be used to; 6. Phrasal Verbs; 7. Adverbials- type and positions; 8. Order of adjective; 9. Preposition (Fronting) 10. Writing Abilities 11. Writing about a person/ student; 12. Childhood; 13. Writing a short newspaper story; 14. Speaking abilities 15. Talking about close friends, relatives and famous people; 16. Talking and discuss good taste; 17. Idioms and slangs; 18. Listening and reading abilities: 19. Ordinary dialog and conversations; 20. Small texts 21. English mags; 22. Movies; 23. Songs; 24. Sounds and syllable timed stress (Phonetic) BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWN, H. Douglas. Principles of language learning and teaching. 5th ed White Plains, NY: Longman, c2007. 410 p. MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elem entary students of english. 2.ª ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. NATION, Paul. Reading for speed and fluency.3. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2004.133p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR STEINBERG, Martha. Inglês americano X inglês britânico: palavras diferentes para o mesmo sentido: sentidos diferentes para a mesma palavra. São Paulo: Disal Editora, 2003, 199p. SWAN, Michael. Practical English Usage. Oxford University Press, 1995. New edition TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate teacher’s book 3th printing. Cambridge University .2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA FD 60 NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES DE PESQUISA E PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA VI EMENTA Orienta e instrumentaliza para a pesquisa e da prática pedagógica, as possibilidades de investigação e análise da situação-problema relacionada com o tema norteador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Abordagem comunicativa para o ensino de Língua Inglesa 2. Métodos e Abordagem: princípios e práticas 3. Revisão do projeto de pesquisa: escolha e delimitação do tema, os objetivos da pesquisa, as hipóteses, a justificativa, o referencial teórico e a metodologia da pesquisa; 4. A fundamentação teórica e a revisão da literatura: levantamento das referências bibliográficas; 5. Projeto de pesquisa: revisão dos elementos textuais e testagem dos instrumentos da pesquisa; 6. Elaboração de um roteiro para execução do Trabalho de Conclusão de Curso; 7. Aplicação (prática) dos procedimentos metodológicos da pesquisa: constituição do corpus; 8. A produção textual do trabalho monográfico: 9. Aspectos gerais da “linguagem acadêmica”; 10. As habilidades de resumir como recurso da construção do texto da monografia; 11. As habilidades do resenhar: a construção parafrástica do texto; 12. A organização do texto monográfico: a divisão em capítulos, tópicos e subtópicos; 13. A construção dos períodos; 14. Os diversos modos de citação; 15. A continuidade - retomada constante do tema como recurso da coesão e da coerência textuais; 16. A progressão temática; 17. A articulação: os elementos articuladores; 18. Atenção especial à não-contradição; 19. A interxtualidade através das citações e da fundamentação teórica; 20. Reflexões sobre as dificuldades particulares dos alunos; 21. Os fatores que dificultam a produção textual; 22. Oficina de planejamento e produção dos trabalhos de conclusão do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de Monografia- Dissertação- Tese. 2. ed. ver. e atual. Avercamp. 2008. 124p. RICHARDS, Jack C. Methodology in Language Teching. [s.l]: Cambridge do Brasil.2001.270p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACHADO, Anna Rachel. LOUSADA, Eliane. ABREU TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. MATIAS, Antonio. ALEXANDRE, Sylvio. Monografia: do projeto à execução. 2 ed. Rio de Janeiro: Rio, IOB Thomson, 2006. RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola, 2003. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 10 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 20. ed. Oxford University Press, 2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TECNOLOGIAS APLICADAS A LÍNGUA E LITERATURA INGLESA CNCC 45 EMENTA Abordagens sistemáticas das novas tecnologias e sua aplicabilidade no ensino da língua inglesa e literaturas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. E-leaning and English teaching. 1.1. Technology and Language teaching 1.2. New technologies in the ELT field. 1.3. Making the most of the ELT classroom. 1.4. Reading and writing through digital contexts. 1.5. High-tech resources for the learning of a second language BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARMER, Jeremy. The practice of English language teaching 4ed Harlow: Pearson Longman, 2007.447p. LÉVY, P. A inteligência coletiva: uma antropologia do ciberespaço. S.Paulo: Loyola, 1998. SOARS, John;SOARS,Liz. American Headway: the world’s most trusted English course.2nd.ed Oxford: Oxford University Press.2009.134p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCUSCHI, Luiz Antônio. Cognição, Linguagem e Práticas Interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. ______. O Hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula. In: Azeredo, J. C. (org.). Língua Portuguesa em debate. Vozes, 2000, p. 87-111. ______; XAVIER, Antônio Carlos (Orgs.). Hipertexto e Gêneros Digitais: novas formas de construção de sentido. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. SILVA, Ezequiel Theodoro da (Coord). A leitura nos oceanos da internet. São Paulo: Cortez, 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEMAS SELECIONADOS EI 45 EMENTA Seleciona e estuda temas das áreas de língua, literatura, metodologia e tecnologia da Língua Inglesa e da Língua Materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Aspectos linguísticos na obra de Allen Ginsberg, poeta da Beat Generation; 2. O surgimento da Beat Generation, causas e efeitos na sociedade americana do período pós-guerras; 3. A contemporaneidade na obra de Allen Ginsberg. 4. O ensino de línguas e a inserção das novas tecnologias. 5. A internet e o ensino da língua Inglesa. 6. Aspectos motivacionais do uso de “e-resources”; 7. Ler e escrever a partir do hiper-texto digital; 8. Novas tecnologias e ensino de línguas; 9. A educação na sociedade da informação; 10. A linguagem audiovisual e televisão; 11. Novas rotas nos estudos da linguagem; 12. Informática na educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. 4ed. Campinas: Pontes, 2007.75p. HANCOCK, Mark. Pronunciation games. Cambridge: Cambridge University Press,2003.108p. MARCONDES, Beatriz; MENEZES, Gilda: TOSHIMITSU, Tahis. Como usar outras linguagens na sala de aula. 5ed. São Paulo: Contexto, 2006 151p. SWAN, Michael. Practical english usage. 3rd Ed Oxford: Oxford University Press,2005.658p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCUSCHI, Luiz Antônio. Cognição, Linguagem e Práticas Interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. RODGERS,Theodore S. Approaches and metods in language Teaching. Cambrigde. USA, 2001. 270p. TURTLEDOVE, Cyndi. Action Games. México: Delti, 2004 118p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA CNCC 45 PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO DE ENSINO DE LITERATURA DA LINGUA INGLESA E LINGUA MATERNA EMENTA Analisa dados e pesquisa sobre os projetos do ensino da literatura e língua da Língua Inglesa e Língua Materna nas escolas e como a sociedade brasileira destina mais tempo e recursos para o aprendizado das Línguas Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Questões epistemológicas na pesquisa social e educacional: a ruptura com o conhecimento existente, a construção do objeto, a verificação. 2. Processo de pesquisa: objeto, etapas, métodos qualitativos e quantitativos (diferenças x complementaridades). 3. A questão ética nas pesquisas em Ciências Humanas e Sociais: aspectos filosóficos e técnicos. 4. A lógica da pesquisa nas ciências sociais e educação: ensino da literatura e língua da Língua Inglesa e Língua Materna. 5. Visão panorâmica das técnicas de pesquisa: técnicas vivas e documentais. 6. Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa: bases teórico-conceituais e éticas. 7. Problematização do objeto e formulação do problema de pesquisa. 8. Modalidades de pesquisa na abordagem qualitativa. 9. Modalidades de pesquisa na abordagem quantitativa. 10. Aspectos constitutivos do trabalho de campo, estratégia de coletas e análise de dados. 11. Roteiro para a elaboração de projetos de investigação. 12. Apresentação e discussão dos projetos de pesquisa dos/as graduandos/as. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. Pesquisa: principio cientifico e educativo. 12 ed São Paulo: Cortes,2006. 120 p. KOCHE, José Carlos. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e iniciação á pesquisa. 22ed. Petropolis, RJ: Vozes, 2004.182p. LAVILLE, Christian;DIONNE, Jean; LANA MARA SIMAN. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Belo Horizonte: UFMG 340p. UR, PEnny. Grammar practice activities: a practical guide for techers. Cambridge: Comabridge University Press,1988.288p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas. 1985. 238p. RICHARDS, Jack C. Methodology in Language Teching. Cambridge do Brasil. 2001. 270p. SALVADOR, Ângelo Domingues. Método e Técnicas de Pesquisa Bibliográfica. 10 ed. Rev. Amp. Porto Alegre: Sulina. 254 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS COM ÊNFASE NA LINGUA MATERNA CNCC 45 EMENTA Desenvolve trabalhos de análise textual com temas interdisciplinares focando aspectos das narrativas orais, semânticos, estilísticos e lingüísticos que constituem o texto. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. AS TEORIAS LINGUISTICAS 1.1. Língua, Memória e Identidade 1.2. Língua e Linguagem 1.3. Dialetologia 2. CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOÇÃO DE TEXTO 2.1. Conceitos / definições de TEXTO 2.2. Construção do conceito de texto 2.3. Princípios da textualidade 2.4. Leitura e compreensão de texto: pistas contextuais 3. AS RELAÇÕES ENTRE OS TEXTOS 3.1. Tipologia textual 3.2. Coesão e Coerência 3.3. Elementos básicos da Teoria Programática e Argumentativa 3.4. Relação e informatividade/argumentação 3.5. Avaliação de textos: algumas dificuldades BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola Editorial, 2002 245p. GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3 ed São Paulo: Ática,2003. 136p. TARDELLI, Marlete Carboni. O ensino da língua materna: interações em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2002.200p. TOLENTINO, Magda Velloso Fernandes de. Nação e identidade: ensaios em literatura e crítica cultural. São Paulo São João Del Rey: UFSJ, 2007.392p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Rubem. Educação dos sentidos e mais. Campinas, São Paulo: Verus Editora, 2005 BRITO Eliana Vianna. PCNs de Língua Portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo: Arte&Ciência, 2001. FIORIO, Nilton Mario. Semântica e Estilística para universitários. Goiânia: Editora da UCG, 2005. FLORES. Valdir do Nascimento; TEIXEIRA, Marlene. Introdução à Linguística da Enunciação. São Paulo: Contexto, 2005. ILARI, Rodolfo. Introdução ao estudo do Léxico: brincando com as palavras. São Paulo: Contexto, 2003 LEFFA, Vilson J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolingüística. Porto Alegre: Sagra D.C. Luzzato Editores, 1996. MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs). Introdução à Linguística. Domínios e Fronteiras. v. 2. São Paulo: Cortez, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LABORATORIO INSTRUMENTAL DE LINGUA INGLESA - AVANÇADO II CNCC 75 EMENTA Desenvolve a proficiência lingüística oral e escrita, utilizando padrões internacionalmente válidos como indicadores avaliativos, numa perspectiva comunicativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aspectos culturais de diferentes sociedades falantes da Língua Inglesa Tempos verbais Expressões Idiomáticas Conectivos Uso de preposições e vocabulário Confecção de texto e Sínteses Análise Crítica e Reflexiva BIBLIOGRAFIA BÁSICA BREWSTER, Simon; DAVIES, Davies. Skyline 1: student's book. Oxford [England]: Macmillan, c2001. CARDOSO, Rita de Cassia Tardin. The communicative approach to foreign language teaching: a short introduction: managing theory and pratice in the classroom: a booklet for teacher development. 2. ed. rev. Campinas, SP: Pontes, ArteLíngua, 2004. 62 HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman, c2001. 370p. KELLY, Gerald. How to teach pronunciation. Harlow: Longman, 2000. 154 p. (How to ) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOMES, Luiz Lugani; COLLINS, Donald E. Dicionário de expressões idiomáticas americanas. 9. ed. São Paulo: Pioneira, 1993 281 p. SWAN, Michael. Practical English Usage. Oxford University Press, 1995. New edition THOMSOM, A. J; MARTINET, A. V. A practical english grammar. Hong Kong: Oxford University Press, 1989. 383 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II FD 100 EMENTA Planeja e executa atividades docentes através de mini cursos, cursos de extensão, e outros, visando a prática docente para o ensino fundamental e médio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Learning through stories 2. Multiple Inteligence 3. Children Learning English 4. Creating, adapting and evaluating activities for language learning 5. Planning for children’s language learning 6. The young language learner 7. Class managemente and atmosphere BIBLIOGRAFIA BÁSICA ELLIS, Rod. Second language acquisition. Oxford; New York: Oxford University Press, 1997.147p. GOWER, Roger; PHILLIPS, Diane: WALTERS, Steve. Teaching practice Handbook. Tailandia: Macmillan, 2005. 215p. RICHARDS, jack C. RENANDYA, Willy A. Methodology in language teaching: an Anthology of current practice. Cambridge University Press, 2009.422p. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991 ______. O ensino de línguas para a comunicação. 2. ed. Campinas, SP: Pontes, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Rita de Cássia Tardim. The Communicative Approach to Foreign Language Teaching – a short introduction. [s.l]: Pontes, 2003. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. Ed. Campinas: Papirus, 1994 139 p. (Magistério: formação e trabalho pedagógico ) FILHO, José Carlos Paes de Almeida. Linguística Aplicada – Ensino de Línguas e Comunicação. [s.l]: Pontes Editores e Arte Língua, 2005. HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. 3rd edition. [s.l]: Longman, 2001,. MOITA LOPES, Luis Paulo da. Oficina de Linguística Aplicada: a natureza social e educacional dos processos de ensino / aprendizagem de língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 7º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESPAÇO DE VIVÊNCIAS, CONVIVÊNCIAS E REPRESENTAÇÕES EM LÍNGUA INGLESA E EM LÍNGUA MATERNA CNCC 45 EMENTA Planeja, elabora e expõe as diversas representações e produções da Língua Inglesa e Língua Materna realizadas pelos discentes nas áreas de língua, literatura, metodologia e novas tecnologias para o ensino de língua inglesa num espaço de vivências, convivências e troca de experiências. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Aspectos teórico-críticos dos procedimentos de ensino-aprendizagem em Língua Inglesa e Língua Materna – práticas de leitura, produção de texto, análise linguística e atividades de literatura; 2. Fundamentos do ensino de Língua Inglesa e Língua Materna nas práticas supracitadas; 3. Inclusão de linguagens diversas (literatura, cinema, teatro, música, escultura, pintura) no ensino de Língua Inglesa e Língua Materna; 4. O lúdico na sala de aula; 5. Inserção de novas tecnologias (internet, televisão, mídia, comunicação virtual) nas ações pedagógicas de Língua Inglesa e Língua Materna. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1999. KAUFMAN, Ana Maria; RODRIGUES, Maria Helena. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre: ArtMed, 1995. KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas, SP: pontes, 2004. LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. [s.l.]: Ática, 1999. ZILBERMAN, Regina; SILVA, Ezequiel Theodoro. (Orgs.). Leitura: perspectivas interdisciplinares. São Paulo: Ática, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 13. ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 1998. ANTUNES, Irandé. Aula de Português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. BAGNO, M. Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa. 2. ed. São Paulo: Parábola, 2001. GIL NETO, Antônio. A produção de textos na escola: uma trajetória da palavra. São Paulo: Loyola, 1996. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org). Ensino de Língua Inglesa- reflexões e experiências. Pontes, MG: UFMG, 1996. VALENTE, André (Org.). Aulas de português: perspectivas inovadoras. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRÁTICA DE TRADUÇÃO CNCC 45 EMENTA Estuda e analisa o processo de desenvolvimento da prática de tradução dos textos selecionados de acordo com os temas e subtemas propostos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A tradução e o texto original 2. A tradução e o texto literário 3. A tradução e o conceito de fidelidade 4. O autor, o texto e o leitor/tradutor 5. Conto THE BLACK CAT, de Edgar Allan Poe BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARROJO, R. Oficina de tradução: a teoria na prática. São Paulo: Ática, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Fábio; MAGALHÃES, Célia & PAGANO, Adriana. Traduzir com autonomia – estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2000. ARROJO, R. Oficina de tradução: a teoria na prática. São Paulo: Ática, 1986. BARBOSA, H.G. Procedimentos Técnicos da Tradução.: uma nova proposta. Campinas, São Paulo: Pontes, 1990. MOUNIN, Georges. Os problemas teóricos da tradução. São Paulo: Cultrix, 1975. 263 p. Tradução de Heloysa de Lima Dantas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEMAS SELECIONADOS EM LINGUÍSTICA E LITERATURA CNCC 45 EMENTA Organiza e executa discussão do objeto estudado mediante o tema transversal e interdisciplinar das áreas de pedagogia do ensino de língua e literatura da Língua Inglesa, como da linguística aplicada e comparada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Linguística Aplicada 2. Fenômeno Linguísticos, 3. Diglosias Linguísticas, 4. Vida e Obra de Oscar Wilde, 5. Tecnologia Digital no Ensino e Aprendizado da Lingüística BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, Michael A.K. Cohesion in English.1. ed,Pearson Uk,1996 JENKINS, Jennifer. The phonology of english as an international language: new models, new norms, new goals. Oxford: Oxford University Press, [2000]. VI, 258p. (Oxford Applid Linguistics ) STORIG, Hans Joachim. A aventura das línguas: uma história dos idiomas do mundo. 3.ª ed. rev. São Paulo: Melhoramentos, c2003 267 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WIDDOWSON, H.G. History of the English language. 1. ed.Oxford Press. Brasil, 2004.438p. WILLIANS, Hank. Origins of the English language. Ed.Simon & Schuster, 1998 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III FD 100 EMENTA Orienta e reflete sobre a teoria e a prática do fazer pedagógico, avaliando e diagnosticando as deficiências do processo ensino-aprendizagem, elaborando formas de intervenção pedagógica através da regência no ensino fundamental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. NTCIs 2. Methodology and evaluating activities for language learning 3. Planning 4. Cass managemente and atmosphere BIBLIOGRAFIA BÁSICA ELLIS, Rod. Second language acquisition. Oxford; New York: Oxford University Press, 1997.147p. GOWER, Roger; PHILLIPS, Diane: WALTERS, Steve. Teaching practice Handbook. Tailandia: Macmillan, 2005.215p. RICHARDS, jack C. RENANDYA, Willy A. Methodology in language teaching: an Anthology of current practice. Cambridge University Press, 2009.422p. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Rita de Cássia Tradim. The Communicative Approach to foreign Language Teaching – a short introduction. Pontes, 2003. CONSOLO, Douglas Altamiro e ABRAHÃO, Maria Helena Vieira (Org.) Pesquisas em Linguística Aplicada- Ensino e Aprendizagem de Língua Estrangeira. UNESP, 2004. FILHO, José Carlos Paes de Almeida. Linguística Aplicada- Ensino de Línguas e Comunicação. Pontes Editores e Arte língua, 2005 HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. Logam, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (TCC I) EI 45 EMENTA Orienta, analisa e avalia o processo de elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Elaboração de um roteiro para execução do Trabalho de Conclusão de Curso; 2. Aplicação (prática) dos procedimentos metodológicos da pesquisa: constituição do corpus; 3. A produção textual do trabalho monográfico: 4. Aspectos gerais da “linguagem acadêmica”; 5. As habilidades de resumir como recurso da construção do texto da monografia; 6. As habilidades do resenhar: a construção parafrástica do texto; 7. A organização do texto monográfico: a divisão em capítulos, tópicos e subtópicos; 8. A construção dos períodos; 9. Os diversos modos de citação; 10. A continuidade - retomada constante do tema como recurso da coesão e da coerência textuais; 11. A progressão temática; 12. A articulação: os elementos articuladores; 13. Atenção especial à não-contradição; 14. A interxtualidade através das citações e da fundamentação teórica; 15. Reflexões sobre as dificuldades particulares dos alunos; 16. Os fatores que dificultam a produção textual; 17. Oficina de planejamento e produção dos Trabalhos de Conclusão do Curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2000. MACHADO, Anna Rachel. LOUSADA, Eliane. ABREU TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. ______. Trabalhos de pesquisa: diários de leitura para a revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 10 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 20. ed. Oxford University Press, 2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de. Etnografia da prática escolar. 11 ed. Campinas: Papirus, 2004. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. LUBISCO, Nídia M. L. VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico: monografias, dissertações e teses. 2. ed. Salvador: Edufba, 2003. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 8º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (TCC II) EI 45 EMENTA Analisa e avalia as produções linguísticas, literárias, técnicas e científicas realizadas pelos educandos nas áreas de língua, literatura, metodologia e tecnologias de ensino da Língua Inglesa visando a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade para fins de conclusão de curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Orientação e avaliação das produções textuais realizadas pelos discentes para fins de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. 7. ed. São Paulo: Loyola, 2000. ALVES-MAZZOTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – Referências e documentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. BACHELARD, Gaston. A formação do espírito cientifico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli. Pesquisa em Educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986 MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: A prática de fechamento, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FILHO, José Camilo dos S.; GAMBOA, Silvio Sánchez (Org.). Pesquisa Educacional: quantidade – qualidade. 5 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2002. FLICK, Uwe. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre a iniciação à pesquisa cientifica. Campinas: Alínea, 2001. MARELIM, Heraldo Viana. Pesquisa em Educação: a observação. Brasília: Plano Editora, 2003. SZYMANSKI, Heloisa (Org.). A entrevista na pesquisa em educação: A prática reflexiva. Brasília: Liberlivro, 2004. YIN, Robert K. Estudo de caso: Planejamento e métodos. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NOVAS TECNOLOGIAS CNCC 45 EMENTA Aborda e desenvolve trabalhos com ambiente e-learning, conhecendo a sua aplicabilidade, informando e possibilitando monitorias acerca das novas tecnologias de línguas inglesa e respectivas literaturas focando a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceito de automação e informação; 2. A importância da Informática/novas tecnologias na educação; 3. Atuação e formação do professor; 4. Conceitos e reflexões sobre tecnologia educativa; 5. As diversas modalidades da Informática na educação (computador como meio e como fim); 6. Utilização de software educacional, LOGO; 7. Utilização do Windows/Office como ferramentas pedagógicas; 8. Noções básicas de Windows; 9. Edição e formatação de textos no Word; 10. Utilização da Internet; 11. Noções básicas de navegação e busca de informações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998. _____. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999. TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor da atualidade. 3.ª ed. São Paulo: Érica, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, João Batista Araújo e. Perspectivas da tecnologia educacional. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1975. SANCHO, Juana M. Para uma tecnologia educacional. Trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Arte Médicas, 1994. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV FD 100 Orienta e reflete sobre a prática pedagógica, avaliando e diagnosticando o processo de ensinoaprendizagem, elaborando formas de intervenção pedagógica através da regência no ensino médio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O trabalho com as quatro habilidades 2. Desenvolvimento das competências linguísticas 3. Atividades comunicativas 4. Conhecimento das leis que regem o Ensino Médio 5. Plano de aula correspondente a uma unidade letiva BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEMT, 1999. (site: www.mec.gov.br) COSTA, D.N.M. das. Por que ensinar língua estrangeira na escola. São Paulo: EPU/EDUC, 1987. HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. 3rd edition. [s.l]: Longman, 2001. MEC. Desenvolvimento da educação no Brasil. Brasília, MEC, 1996. MURRIE, Zuleika F. Códigos e linguagens: diretrizes para o ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1996. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores: unidade teoria e prática? 6 ed. São Paulo: Cortez, 2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMORIM, Vanessa, MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio. Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de Língua Estrangeira. 9. ed. Porto Alegre: Instituto Padre Réus, 2003 ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. HARMER, Jeremy. How to teach English. England: Longman, 1998 UR, Penny & WRIGHT Andrew. Five – minutes’ activities. A resource book of short activities. England: Cambridge University Press, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA Estudos da Metodologia do Ensino de Língua Inglesa Instrumental FD 60 EMENTA Estuda e discute a metodologia do Ensino de Língua Inglesa Instrumental, visando o desenvolvimento das habilidades de ensinar Língua Inglesa como instrumento de acesso ao conhecimento em diversas áreas de formação do educando, através da leitura e compreensão de textos em Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O processo de elaboração de um curso de línguas para fins específicos 1.1. Definição do contexto 1.2. Estabelecimento de objetivos 1.3. Seleção do conteúdo 1.4. Organização do conteúdo 1.5. Elaboração de instrumentos de avaliação 2. Procedimentos de ensino das habilidades comunicativas em um curso de línguas para fins específicos 2.1. Speaking 2.2. Listeninig 2.3. Reading Strategies 2.4. Writing BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Rita de Cassia Tardin. The communicative approach to foreign language teaching: a short introduction: managing theory and pratice in the classroom : a booklet for teacher development. 2.ed. rev. Campinas, SP: Pontes, ArteLíngua, 2004. 62 HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. 3. ed. [s.l]: Longman, 2004. RICHARDS, J. C., and W. A. Renandya. Methodology in Language Teaching: An Anthology of Current Practice. Cambridge: Cambridge University Press, 2002. RODGERS, Theodore S. Approaches and metods in language Teaching. Cambrigde. USA, 2001. 270p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NATION, Paul; MALARCHER, Casey. Reading for speed and fluency.2/ Paul Nation, Casey Malarcher. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2007 113p. NAYLOR, Helen. Essential grammar in use: supplementary exercises. New York: Cambridge University Press, 1997. 94 p. OLIVEIRA. Sara Rejiane de F. Estratégias de Leitura para Inglês Instrumental. UNB, [s.d.]. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.7. Fluxograma com Ajustes (vigência a partir de 2007) O fluxograma, a matriz curricular e o ementário do currículo com ajustes, a seguir apresentados, têm como egressos os alunos com entrada nos anos 2007 e 2008. Portanto, necessita de reconhecimento. INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA CNCC UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias 1.935 h CARGA HORÁRIA Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XXIII - SEABRA/BA LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA INGLESA E LITERATURAS AS LINGUAGENS E AS PRODUÇÕES SOCIO-CULTURAIS E HISTÓRICAS Língua Inglesa Instrumental (45 h) Estudos SócioAntropológicos no Ensino de Língua Inglesa (45 h) Língua Inglesa Básico I e Pesquisa (90 h) Prática Pedagógica I Núcleo de Estudos (45 h) Interdisciplinares I (45 h) Aspectos Históricos e Culturais em Língua Inglesa (60 h) Leitura e Produção Textual (45 h) Língua Portuguesa Instrumental (45 h) Língua Inglesa Intermediário Pesquisa eIII (90 h) Prática Pedagógica I Núcleo deh) Estudos (45 Interdisciplinares V (45 h) Estágio Curricular Supervisionado I (100 h) Teoria Literária em Língua Inglesa e Língua Materna (60 h) Estudos Linguísticos II (45 h) Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa I (45 h) Estudos Comparativos Linguísticos (60 h) Língua Inglesa Avançado I Pesquisa (90 h) e Prática Pedagógica I Núcleo de Estudos (45 h) Interdisciplinares VI (45 h) Estágio Curricular Supervisionado II (100 h) FD - Eixo de Formação Docente TEMPO MÁXIMO 14 SEMESTRES TURNO DE FUNCIONAMENTO VESPERTINO 4º SEMESTRE: 390 h OS ESTUDOS E ANÁLISE DOS PROCESSOS POLÍTICOS, HISTÓRICOS E SOCIAIS DAS LINGUAGENS Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa I (60 h) Estudos Fonéticos e Fonológicos I (30 h) Núcleo(45 de h) Estudos Interdisciplinares III (45 h) Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa I (45 h) Estudos Fonéticos e Fonológicos II (30 h) Língua Inglesa Intermediário Pesquisa e II (90 h) Prática Políticas e Organização dos Sistemas de Ensino (60 h) Pedagógica I Núcleo(45 de h) Estudos Interdisciplinares IV (45 h) Produção do Texto Oral e Escrito (60 h) 7º SEMESTRE: 385 h A INTERDISCIPLINARIDADE E O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna (60 h) Língua Inglesa Intermediário Pesquisa e I (90 h) Tópicos de Tradução (45 h) 6º SEMESTRE: 415 h Tópicos de Língua Brasileira de Sinais (30 h) 08 SEMESTRES 3.225 h Prática Pedagógica I Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa II (45 h) 8º SEMESTRE: 220 h AS LINGUAGENS E AS NOVAS TECNOLOGIAS EM LÍNGUA INGLESA AS NOVAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS E A PRÁTICA DOCENTE Novas Tecnologias e Educação à Distância no Ensino de Língua e Literatura Inglesas (60 h) Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa II (45 h) Estágio Curricular Supervisionado III (100 h) LSP - Ensino de Língua Inglesa para Fins Específicos (45 h) CNCC - Eixo de Conteúdos Curriculares de Natureza Científico-Cultural LEGENDA Compreensão e Produção Oral (45 h) Estudos Filosóficos (45 h) Prática Estudos Linguísticos I (60 h) TEMPO MÍNIMO Panorama da Produção Literária: da origem até a Modernidade (60 h) Língua Inglesa Básico II e Pesquisa (90 h) Pedagógica I Núcleo de Estudos (45 h) Interdisciplinares II (45 h) 200 h C. H. TOTAL A TRADUÇÃO E AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS NA CONTEMPORANEIDADE Aspectos Históricos e Culturais da África e da Diáspora (45 h) O PROCESSO SISTEMÁTICO E COMPARATIVO ENTRE AS CULTURAS NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA Estudos Fonéticos e Fonológicos III (30 h) 880 h AACC 3º SEMESTRE: 405 h OS CÓDIGOS, AS LINGUAGENS E AS PRODUÇÕES ORAIS SÓCIO-CULTURAIS 5º SEMESTRE: 430 h Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa II (60 h) 210 h FD 2º SEMESTRE: 390 h 1º SEMESTRE: 390 h Aspectos Históricos e Culturais em Língua Materna (60 h) EI Língua Inglesa Avançado II (90 h) TCC – Trabalho de Conclusão de Curso I (45 h) Análise Literária (45 h) EI - Eixo Interdisciplinar AACC - Atividades Acadêmico Científico-Culturais Prática de Tradução (45 h) Estágio Curricular Supervisionado IV (100 h) Língua Inglesa Avançado III (75 h) TCC – Trabalho de Conclusão de Curso II (45 h) UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.8. Matriz Curricular com Ajustes (vigência a partir de 2007) Tabela 26– Matriz Curricular CARGA HORÁRIA DO CURSO: 3.025 horas AACC: 200 horas CARGA HORÁRIA TOTAL: 3.225 horas TEMPO MÍNIMO: 8 semestres TEMPO MÁXIMO: 14 semestres COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO TEMA: AS LINGUAGENS E AS PRODUÇÕES SOCIO-CULTURAIS E HISTÓRICAS Núcleo de Estudos Interdisciplinares I 1º FD 45 - Língua Inglesa – Básico I 1º CNCC 90 - Aspectos Históricos e Culturais em Língua Inglesa 1º CNCC 60 - Aspectos Históricos e Culturais em Língua Materna 1º CNCC 60 - Língua Portuguesa Instrumental 1º FD 45 Estudos Sócio-Antropológicos no Ensino de Língua Inglesa 1º EI 45 - Língua Inglesa Instrumental 1º FD 45 - 390 - Carga horária total do semestre TEMA: OS CÓDIGOS, AS LINGUAGENS E AS PRODUÇÕES ORAIS SOCIOCULTURAIS E HISTÓRICAS Núcleo de Estudos Interdisciplinares I Núcleo de Estudos Interdisciplinares II 2º FD 45 Língua Inglesa – Básico II 2º CNCC 90 Teoria Literária em Língua Inglesa e Língua Materna 2º CNCC 60 - Leitura e Produção Textual 2º CNCC 45 - Estudos Linguísticos I 2º CNCC 60 - Estudos Filosóficos 2º EI 45 - Aspectos Históricos e Culturais da África e da Diáspora 2º CNCC 45 - 390 - Carga horária total do semestre Língua Inglesa – Básico I UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO TEMA: A TRADUÇÃO E AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS NA CONTEMPORANEIDADE Núcleo de Estudos Interdisciplinares II Núcleo de Estudos Interdisciplinares III 3º FD 45 Língua Inglesa - Intermediário I 3º CNCC 90 Panorama da Produção Literária da Origem até a Modernidade 3º CNCC 60 - Estudos Fonéticos e Fonológicos I 3º CNCC 30 - Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa I 3º CNCC 45 - Tópicos de Tradução 3º CNCC 45 - Compreensão e Produção Oral 3º CNCC 45 - Estudos Linguísticos II 3º CNCC 45 Estudos Lingüísticos I 405 - Carga horária total do semestre Língua Inglesa – Básico II TEMA: OS ESTUDOS E ANÁLISES DOS PROCESSOS POLÍTICOS, HISTÓRICOS E SOCIAIS DAS LINGUAGENS Núcleo de Estudos Interdisciplinares IV 4º FD 45 Núcleo de Estudos Interdisciplinares III Língua Inglesa - Intermediário II 4º CNCC 90 Língua Inglesa Intermediário I Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa I 4º CNCC 60 - Estudos Fonéticos e Fonológicos II 4º CNCC 30 Estudos Fonéticos e Fonológicos I Políticas e Organizações dos Sistemas de Ensino 4º FD 60 - Produção do Texto Oral e Escrito 4º CNCC 60 - Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa II 4º CNCC 45 - 390 - Carga horária total do semestre UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO TEMA: O PROCESSO SISTEMÁTICO E COMPARATIVO ENTRE AS CULTURAS NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Núcleo de Estudos Interdisciplinares V 5º FD 45 Núcleo de Estudos Interdisciplinares IV Língua Inglesa - Intermediário III 5º CNCC 90 Língua Inglesa Intermediário II Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa II 5º CNCC 60 Estudos Contemporâneos da Literatura de Língua Inglesa I Estudos Fonéticos e Fonológicos III 5º CNCC 30 Estudos Fonéticos e Fonológicos II Estudos Comparativos Linguísticos 5º CNCC 60 - Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa I 5º CNCC 45 - Estágio Curricular Supervisionado I 5º FD 100 Núcleo de Estudos Interdisciplinares IV 430 - Carga horária total do semestre TEMA: A INTERDISCIPLINARIDADE E O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Núcleo de Estudos Interdisciplinares VI 6º FD 45 Núcleo de Estudos Interdisciplinares V Língua Inglesa - Avançado I 6º CNCC 90 Língua Inglesa Intermediário III Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna 6º CNCC 60 - Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa II 6º CNCC 45 Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa I Tópicos de Língua Brasileira de Sinais 6º EI 30 - LSP- Ensino de Língua Inglesa para Fins Específicos 6º CNCC 45 - 100 Estágio Curricular Supervisionado I, Língua Inglesa - Intermediário III e Núcleo de Estudos Interdisciplinares V 415 - Estágio Curricular Supervisionado II 6º Carga horária total do semestre FD UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO TEMA: AS LINGUAGENS E AS NOVAS TECNOLOGIAS EM LÍNGUA INGLESA Língua Inglesa – Avançado II 7º CNCC 90 Língua Inglesa - Avançado I Análise Literária 7º CNCC 45 - Prática de Tradução 7º CNCC 45 - Novas Tecnologias e Educação a Distância no Ensino de Língua e Literatura Inglesas 7º FD 60 - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I 7º EI 45 - 100 Estágio Curricular Supervisionado I e II, Núcleo de Estudos Interdisciplinares VI e Língua InglesaIntermediário III 385 - Estágio Curricular Supervisionado III 7º FD Carga horária total do semestre TEMA: AS NOVAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS E A PRÁTICA DOCENTE Língua Inglesa - Avançado III 8º CNCC 75 Língua Inglesa - Avançado II TCC - Trabalho de Conclusão de Curso II 8º EI 45 TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I 100 Estágio Curricular Supervisionado I e II, Núcleo de Estudos Interdisciplinares VI e Língua Inglesa - Avançado II 220 - Estágio Curricular Supervisionado IV 8º Carga horária total do semestre FD Além dos conteúdos propostos para os componentes acima apresentados, serão acrescidas 200 horas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais – AACC, atividades a serem realizadas pelos alunos de acordo com a regulamentação da UNEB. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.9. Ementário com Ajustes (vigência a partir de 2007.2) 1º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES I FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Núcleo de Estudos Interdisciplinares II EMENTA Estuda os procedimentos envolvidos na realização de uma pesquisa científica. Desenvolve a habilidade de produção de fichamento, resumos e esquema. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Resenha 2. Resumo 3. Formas de resumir: resumo indicativo, resumo informativo, fichamento, mapa conceitual e esquema. 4. Seminário acadêmico (organização, estrutura, expressão linguística, elementos pragmáticos de realização do gênero) 5. Modos de citação 6. Indicação das referências bibliográficas 7. Elementos da textualidade nos níveis da coesão e da coerência textuais BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é como se faz. 18. ed. São Paulo: Loyola, 2004. MACHADO, Anna Rachel (Coord.), LOUSADA, Eliane. ABREU-TARDELLI, Lília S. Planejar gêneros acadêmicos: leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos 3. São Paulo: Parábola, 2005. WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. Trad. José Carlos P. de Almeida Filho. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000. MACHADO, Anna Rachel. LOUSADA, Eliane. ABREU TARDELLI, Lília Santos. Trabalhos de pesquisa: diários de leitura para a revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007. LUBISCO, Nídia M. L. VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico: monografias, dissertações e teses. 2.ª ed. Salvador: Edufba, 2003. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21.ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA – BÁSICO I CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Língua Inglesa - Básico II EMENTA Desenvolve as estruturas básicas utilizando as habilidades linguísticas de ouvir, falar, ler e escrever numa abordagem comunicativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Possessive adjective/Numbers 2. The alphabet 3. Adverbs of frequency/Object Pronoun 4. Simple present 5. Prepositions 6. Verb there to be/Countable and uncountable nouns 7. Vowel sounds/Modal verbs 8. Word Stress 9. Simple past/Present continuous 10. Near future 11. Simple future 12. Comparative x superlative 13. Present perfect 14. Past continuous 15. Passive voice BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of english, with answers. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. 259 p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary student’s book 10th printing. Cambridge University .2008. ______. Face2face Elementary student’s workbook 8th printing. Cambridge University .2007. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALIANDRO, Hygino. Dicionário Escolar – Português-Inglês/ English-Portuguese. 1. ed. [s.l]: Ao Livro Técnico, [s.d]. 271p AZAR, Betty Schampfer. Understanding and Using English Grammar. Prentice Hall- Br ed. [s.l]: Logman, 1999. KAY, Sue. American inside out: student's book: pre-intermediate. New York: Oxford, [s.d]. 143p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS EM LÍNGUAS INGLESAS CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda aspectos histórico-culturais da constituição da Língua Inglesa, abordando a influência do latim e de outras línguas na formação da língua e literatura inglesa. Compara os diferentes períodos da língua e da literatura inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Caracterização geográfica da Inglaterra e dos Estados Unidos; 2. Reflexão sobre o histórico dos dois países já citados; 3. Apresentação dos aspectos culturais mais importantes relacionados à Inglaterra e aos Estados Unidos; 4. Poesia inglesa dos séculos XVII a XX; 5. Poesia americana dos séculos XVIII a XX; 6. Prosa; 7. Drama. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LANTOLF, James P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. PINKER, Steven. O instinto da linguagem: como a mente cria a linguagem/Steven Pinker: tradução Claudia Berlinder.São Paulo: Martins Fontes, 2002. 627p WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. 2. ed. Campinas, São Paulo: Pontes, 2005.230p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DRABBLE, Margaret. The Oxford Companion to English language. 3. ed. USA: Cambridge, 2007. 752p. HODDINGS, Francis. Adventures in America Literature. [s.l]: Ed. Hardcourse Educacional, 1989. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ASPECTOS HISTÓRICOS CULTURAIS EM LÍNGUA MATERNA CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda aspectos históricos e culturais da constituição da Língua Materna, abordando a influência do latim e de outras línguas na formação da língua e literatura portuguesa e brasileira. Compara os diferentes períodos da língua e da literatura de língua portuguesa CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A importância Social da Literatura; 2. Conhecimentos de Língua Portuguesa; 3. Língua Latina como influência da Língua Portuguesa; 4. O ensino de Gramática e de Literatura; 5. História da Literatura (das origens aos nossos dias). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDIDO, A. Na sala de aula: caderno de análise literária. 8. ed. São Paulo: Ática, 2004,95. CHARBONNIER, Georges. Arte, linguagem e etnologia: entrevistas com Claude-Léwis-Strauss. Campinas, SP: Papirus, 1989.144p. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5.ed. São Paulo: Brasilense, 1994. 148p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAKHTIN, Mikhail Mikhailovitch. Marxismo e filosofia da linguagem. 9.ed. São Paulo: Hucitec, 1999. CHAVES, Flávio Loureiro. História e literatura. 3.ed.amp. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1999. COUTINHO, Ismael de Lima. Pontos de gramática histórica. Rio de janeiro: Ao Livro Técnico, 1976. CUNHA, Euclides da. Os sertões. São Paulo: Nova Cultural, 2003. MERQUIOR, José Guilherrme. De Anchieta a Euclides: breve historia da literatura brasileira I. 3.ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA PORTUGUESA INSTRUMENTAL FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Aprimora as competências de ler e produzir textos em Língua Materna. Aborda os fatores de textualidade na leitura e produção de textos de diferentes gêneros e tipos textuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A organização do texto e a articulação de elementos temáticos 2. Importância e conhecimento prévio da leitura 3. Fatores de textualidade e construção do sentido do texto 4. Filmes: Língua-vidas em português e Vidas de inseto 5. PCN’s de Língua Portuguesa 6. Gêneros e tipos textuais no contexto da sala de aula 7. Gramática normativa 8. Normas da ABNT BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Irandé Costa. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Cortez, 2007. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. São Paulo: LUCERNA, 2001. KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor aspectos cognitivos da leitura. 9. ed. Campinas: Pontes, 2004. ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4. ed. Campinas: Pontes, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR POSSENTI, Sírio. Discurso, estilo e subjetividade. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. SOARES, Angélica. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 2006. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2º graus. 9. ed. rev. São Paulo: Cortez, 2003. VALENTE, André. Aulas de português: perspectivas inovadoras. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS SOCIO-ANTROPOLÓGICOS DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA EI 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Faz uma introdução aos estudos sócio-antropológicos enfocando os problemas relacionados com a aquisição da Língua Inglesa como segunda Língua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. English as a foreign language 2. A Methodical history of language learning 3. Competence in second language acquisition 4. Sociocultural perspectives on SLA 5. Classroom practice – Learning and teaching English BIBLIOGRAFIA BÁSICA DURKHEIM, Emile; rodrigues, José Alberto. Emile Durkhein: sociologia. 9 ed São Paulo: Ática, 1999,2002 208p. ELLIS, Rod. Second language acquisition. Oxford; New York: Oxford University Press, 1997. 147p. HAGUETE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 9ed. Petropolis: Vozes, 2003 224p. LANTOLF, James P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KERMODE, Frank. Oxford Anthology of English literature, V. 1,Oxford USA Trade.1973.2238p. ________. Shaspeare’s Language. Oxford Usa Trade,2000.324p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA INSTRUMENTAL FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Inicia o processo de desenvolvimento das habilidades de ler e compreender textos autênticos em Língua Inglesa. Aborda os fatores de textualidade na leitura e produção de textos de diferentes gêneros e tipos textuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Identificar a ideia central do texto 2. Usar estratégias de leitura para entender o significado da palavra pelo contexto 3. Identificar a ideia central do texto 4. Usar estratégias de audição para reconhecer palavras importantes do texto. 5. Reconhecer elementos de prosódia (entonação, linking) 6. Escrever pequenos textos descritivos, dissertativos e narrativos. 7. Fazer perguntas 8. Fazer comentários na afirmativa e negativa 9. Analisar aspectos lexicais BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELL, Joseph. Play with english grammar: activity books. Milan: La Spiga Languages, 2002. 31p. KELLY, Gerald. How to teach pronunciation. Harlow: longman, 2000.154p. NATION, Paul. Reading for speed and fluency.3. San Antonio Texas: Compass publishing, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOMES, Luiz Lugani; COLLINS, Donald E. Dicionário de expressões idiomáticas americanas 9. ed. São Paulo: Pioneira, 1993. 281 p. HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman, c2001. 370p. HOUAISS, Antônio. Dicionário inglês-português. 12 ed. Atual. Rio de Janeiro: Record, 2003 928 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 2º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES II FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Núcleo de Estudos Interdisciplinares I Núcleo de Estudos Interdisciplinares III EMENTA Aprofunda a discussão sobre o Método Científico. Apresenta procedimentos para elaboração de resenhas. Estuda os procedimentos e instrumentos da pesquisa qualitativa CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Resenha: características linguísticas, estruturais e modos de funcionamento em diversos domínios discursivos; 2. Modos de citação; 3. Indicação das referências bibliográficas; 4. Elementos da textualidade em resenhas, nos níveis da coesão e da coerência textuais; 5. Problemas do ensino e da aprendizagem do inglês como língua estrangeira no Brasil 6. Princípios teóricos e procedimentos metodológicos da pesquisa qualitativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRUZ, Carla; RIBEIRO, UIrá. Metodologia Científica: teoria e prática. 2es. Rio de janeiro: AxcelBookas, 2004.324p MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa; planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 6 ed. Ver. e ampl. São Paulo: Atlas, 2006. 205p. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32 ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2004.144p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de. Etnografia da prática escolar. 11. ed. Campinas: Papirus, 1995. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2003. MACHADO, Anna Rachel (Coord.), LOUSADA, Eliane. ABREU-TARDELLI, Lília S. Resumo: leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos 1. 2 ed. São Paulo: Parábola, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA – BÁSICO II CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa - Básico I Língua Inglesa - Intermediário I EMENTA Desenvolvimento as estruturas básicas, utilizando as habilidades linguísticas de ouvir, falar, ler e escrever numa abordagem comunicativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Present progressive 2. Present progressive as future 3. Countable / uncountable nouns 4. Imperatives 5. Conditional tense 6. Past Simple 7. Near future 8. Simple Future 9. Much/ many / a lot of 10. Object pronouns 11. Gerunds / infinitenes 12. Frequency adverbs 13. Prepositions 14. Past progressive 15. Comparatives / Superlatives 16. Modal verbs 17. Too / either 18. Possessive Pronouns 19. Present Perfect BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self – study reference and practice book for elementary students of English: With answers. 2. ed. New York: Cambridge University Press. 1997. 269 p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Pre-Intermediate student’s book 7th printing. Cambridge University .2007. th ______. Face2face Elementary teacher’s book 4 printing, Cambridge University .2007 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR .ª th SWAN, M. Practical English Usage. 2 ed. 4 impression. Oxford: Oxford University Press, 1998. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary student’s book 10th printing. [s.l]: Cambridge University .2008. YAGODA, Ben. The Sound on the page: great writers talk about style and voice in writing. 1 ed. New York: Harper Collins, 2005. 267p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TEORIA LITERÁRIA EM LÍNGUA INGLESA E LÍNGUA MATERNA CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda e analisa as formas das narrativas e da poética da Língua Inglesa e da Língua Materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Literatura 1.1 Conceito(s), natureza e funções da Literatura 1.2 Relações entre a Literatura e outros conceitos (o belo, o mítico, o trágico e o fantástico) 1.3 Gêneros literários. 2. Epistemologia dos Estudos Literários 2.1 Delimitação dos campos de estudos e de suas relações interdisciplinares 2.2 Conceitos básicos dos Estudos Literários 2.3 Os métodos da Análise e da Crítica Literária e o enfoque das Ciências Sociais sobre os fenômenos literários 3. Os fatos literários 3.1 A obra literária 3.1.1 Características essenciais 3.1.2 Forma(s) e conteúdo(s) do texto literário 3.1.3 O poema e suas formas – a técnica da versificação 3.2 O autor e o estilo 3.3 Entidades receptoras e coautoras: o leitor e o público 3.4 Elementos extrínsecos ao sistema literário: o ambiente cultural e a história da literatura 4. A narrativa 4.1 Elementos estruturais 4.2 As formas narrativas BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMPAGNOM, Antoine: MOURÃO; Cleonice Paes Barreto; SANTIAGO, Consuelo Fortes. O demônio da teoria. Literatura e senso comum. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999 303p. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 348p. TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. 4. ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2003. 202p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGUIAR E SILVA, Vítor Manuel de Aguiar. Teoria da literatura. 8.ªed. Coimbra: Almedina, 1992. ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. (Estudo crítico de Emanuel de Moraes, fortuna crítica, cronologia e bibliografia). Rio de Janeiro: Aguilar, 1964 ARISTÓTELES. Arte poética. In: ARISTÓTELES, HORÁCIO & LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix, 1981. BAKHTIN, Mikhail. Epos e romance. In: ______. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. Trad. Aurora Fornoni Bernardini (et al.), São Paulo: Hucitec; Unesp, 1993. CULLER, Jonathan. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca produções LTDA, 1999. LIMA, Luís da Costa (org.). Teoria da literatura em suas fontes. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Vol. 2. TRINDADE, Solano. Cantares ao meu povo. São Paulo: Editora Fulgor, 1961. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Orienta a leitura e produção de textos com temáticas diversificadas em Língua Inglesa, visando à interdisciplinaridade entre os componentes curriculares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TEXTO 1.1. conceitos de texto 1.2. a relação entre os textos 1.3. a intertextualidade 1.4. texto escrito e texto falado 2. Fala e Escrita 2.1. características da Linguagem Falada e da Linguagem Escrita 2.2. marcas da oralidade na escrita 3. Escrita e interação 4. Escrita e práticas comunicativas 5. Escrita e contextualização 6. Escrita e intertextualidade 7. Narração 8. Descrição 9. Dissertação BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHARTIER, A.M. HÉBRARD, J. Práticas de leitura. 2.ed.rev. São Paulo: Estação Liberdade, 2001.266p. JAUS, H.R. et alii. A literatura e o leitor: textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.203p. KOCH, Ingedore Villaça: TRAVAGLIA, Luis Carlos. A coerência Textual. São Paulo: Contexto, 2007.94p. GERALDI, João Wanderley. O Texto na Sala de Aula: Leitura e Produção. Cascavel PR. ASSOESTE. 1984. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCK, Ingedore Villaça. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002. PEREIRA, Maria Tereza. Língua e linguagem em questão. 7. ed. Rio de Janeiro: UERJ, 1997. VANOYE, Francis. Usos da linguagem – problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo: Martins Fontes, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS LINGÜÍSTICOS I CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Estudos Linguísticos II EMENTA Apresenta um breve histórico da Ciência Linguística. Estuda os níveis de análise linguística. Analisa fenômenos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos das línguas materna e estrangeira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Linguística 1.1 Ciência 1.2 Linguagem 1.3 Língua 1.4 Panorama histórico dos estudos linguísticos 2. Linguística: a ciência da linguagem 2.1 O objeto da linguística 2.2 Natureza do signo linguístico 2.3 A linguística e outras ciências 3. Teorias linguísticas 3.1 O Estruturalismo 3.2 O Funcionalismo 3.3 O Gerativismo 4. Princípios de análise 4.1 Fonologia / fonética 4.2 Morfologia 4.3 Sintaxe 4.4 Semântica 5. Ramificações da linguística BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUBOIS, Jean. Dicionário de linguística. 12 ed. São Paulo: Cltrix, 2007. 653p. ORLANDI, Eni Puccinelli. O que é linguística. 2ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.70p. RONCARATI, Claudia. As cadeias do texto: construindo sentidos. São Paulo: Parábola, 2010.215p. SILVA, Maria Cecilia Peres de Souza e. Linguística aplicada ao português: sintaxe. 12 ed. São Paulo: Cortes, 2004.168p. WEEDWOOD, Bárbara. História concisa da linguística. [trad] Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1994. DIONÍSIO, Ângela Paiva et alii (orgs). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: editora Lucerna, 2002. LEORY, Maurice. As grandes correntes de linguística moderna. São Paulo: Cultrix, 1967. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FILOSÓFICOS EI 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Faz uma introdução aos estudos filosóficos enfocando as correntes de pensamento relacionadas à linguagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. As Origens da Filosofia (Parmênides) 1.1. Verdade e Crítica 2. Pré-Socráticos 2.1. O Problema dos Universais 3. Platão 3.1. Os diálogos de Platão 3.2. A Metafísica e a Dialética 4. Aristóteles 4.1. A Teoria do Conhecimento e a Lógica aristotélica. (Lógica Formal) 5. Francis Bacon 5.1. O Método Científico 6. John Locke/ Thomas Hobbes 6.1. Absolutismo, Liberalismo e Contratualismo. 7. David Hume/ Berkeley 7.1. Causalidade e Percepção 8. C. S. Peirce 8.1. A Semiótica de Peirce 9. J. R. Searle 9.1. Filosofia da Linguagem/ Filosofia da Mente BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUZZI, Arcangelo R. (Arcangelo Raimundo). Filosofia para principiantes: a existência-humana-no-mundo. 14 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.151p. CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13 ed. São Paulo: Ática, 2003, 2005 424p. COSTA, José Pereira da. Introdução ao estudo da filosofia. 2 ed. Curitiba, PR: Juruá, 2009.343p. LEMKOW, Anna F. O principio da totalidade: a dinâmica da unidade na religião, ciência e sociedade. São Paulo: Aquariana, 1992.415p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RUSSELL, Bertrand. História do Pensamento Ocidental. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1994. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS DA ÁFRICA E DA DIÁSPORA CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda textos literários que abordam a questão étnico-racial, assim como a contribuição dos povos de diversas etnias para a formação da cultura brasileira e estrangeira e da Diáspora. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Quadro histórico-social e sociolinguístico do continente africano 1.2. Áreas geográficas e etnolinguísticas; 1.3. Um olhar imperial e a invenção da África 1.4. A Percepção da África – A África no imaginário europeu 2. Participação/interferência das culturas africanas e afro-brasileiras na constituição da sociedade brasileira 2.1. A África Tradicional – Africanidade, tradição e modernidade 2.2. Pensando a Diáspora: reflexões sobre a terra no exterior 2.3. O papel do negro na formação da sociedade contemporânea. 2.4. Valores civilizatórios afro-brasileiros, políticas educacionais e currículos escolares 3. Pluriculturalidade: problematizando a questão da diversidade cultural 3.1. A África contemporânea: dilemas e possibilidades; 3.2. Contribuição dos povos africanos para o conhecimento científico e tecnológico universal; 3.3. Revolta de Búzios ou Conjuração Baiana de 1789: uma chamada para a liberdade; 3.4. Quilombo do Brasil e a singularidade de Palmares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: Visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro do Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2006. ______. Falares africanos na Bahia: um vocabulário afro-brasileiro. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras/ Topbooks Editora, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBUQUERQUE, Wlamyra R de; FILHO, Walter Fraga. Uma história do negro no Brasil. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006. ALENCASTRO, Luís Felipe de. O tratado dos viventes: A formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. ATAÍDE, Yara Dulce B. De; MORAES, Edmilson de Sena. “A (Re) construção da identidade étnica afrodescendente a partir de uma proposta alternativa de educação pluricultural”. Educação e Contemporaneidade – Revista FAEEBA, Salvador: UNEB, vol 12/n. 19, jan./jun., 2002, p. 81-98. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES III FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Núcleo de Estudos Interdisciplinares II Núcleo de Estudos Interdisciplinares IV EMENTA Discute a formação teórico-crítica do professor de Língua Inglesa e a importância da pesquisa em sala de aula. Relaciona os métodos de pesquisa sobre ensino-aprendizagem de Língua Inglesa. Elaboração e escrita de artigo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Breve teorização sobre ciência e conhecimento científico 1.1. ciência e cientificidade; 1.2. pressupostos da ciência moderna; 1.3. a critica feminista à ciência. 2. A pesquisa qualitativa na construção do conhecimento científico: 2.1. O objeto da pesquisa qualitativa; 2.2. Observação participante e não participante; 2.3. Estudo de caso; 2.4. Pesquisa histórica; 2.5. Historia oral; 2.6. Pesquisa-ação; 2.7. Historia de vida; 2.8. Tipo etnográfico. 3. Métodos de pesquisa sobre ensino/aprendizagem de língua estrangeira. 3.1. As pesquisas interativistas 3.2. A pesquisa diagnóstica 3.3. A pesquisa intervencionista 3.4. pesquisa de diagnóstico e intervenção: a pesquisa-ação. 3.5. A formação teórico-crítica do professor de língua estrangeira 4. Técnicas de pesquisa: 4.1. pesquisa bibliográfica; 4.2. observação participante 4.3. entrevista; 4.4. questionário; 5. Técnicas de estudo do texto escrito acadêmico: artigo, relatórios, resenha, paper, ensaio teórico, ensaio monográfico/monografia etc. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTOS, Cleveson leite. Aprendendo a aprender: introdução a metodologia científica. 12ed Petrópolis: vozes, 1999 104p. DEMO: Pedro. Pesquisa: principio científico e educativo. 12 ed. São Paulo: Cortez, 2006. 120p. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. são Paulo: Atlas, 2007. 175p. SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 7 ed. Ver. Rio de janeiro DP&A, 2007. 190p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de. Etnografia da prática escolar. 11. ed. Campinas: Papirus, 1995. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. MACHADO, Anna Rachel (Coord.), LOUSADA, Eliane. ABREU-TARDELLI, Lília S. Resumo: leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos 1. 2 ed. São Paulo: Parábola, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA – INTERMEDIÁRIO I CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa – Básico II Língua Inglesa - Intermediário II EMENTA Estuda e desenvolve as habilidades linguísticas, oral e escrita, em um nível de complexidade crescente. Aquisição da linguagem em diferentes situações próximas à realidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Question forms 2. Positive and negative forms 3. Present Continuous and present simple 4. Present perfect Simple 5. Present perfect Continuous and present Perfect simple 6. Past Simple and Past Continuous 7. Used to 8. Past Perfect 9. Making comparisons 10. The future: will, be going to, present continuous 11. Condition and future time clauses 12. Modal verbs BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Ray Mond. Grammar In Use refferencial. Cambridge University Press, 1992. TIMS Nicolas, REDSTON Chris; CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Pre-Intermediate student’s book 7 th printing. Cambridge University .2007. th ______. Face2face Pre-Intermediate student’s workbook 7 printing. Cambridge University .2008. WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 4. ed. USA: New York: Oxford University Press, 2001. 168 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BREWSTER, Simon; DAVIES, Davies. Skyline 1: student's book. Oxford [England]: Macmillan, c2001. MURPY, Raymondy. English Grammar in use. Oxford University Press, 1994. SWAN, Michael. Pratical English usage. Oxford university press, 1995. New Edition. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PANORAMA DA PRODUÇÃO LITERÁRIA DA ORIGEM ATÉ A MODERNIDADE CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda a produção literária em Língua Inglesa da origem até a modernidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Literatura Inglesa 1.1. Old English Literature; 1.2. Middle English Literature; 1.3. Elizabethan Age 1.4. William Shakespeare; 1.5. The metaphysical Poets (Jonh Donne). 1.6. The Romanticism (prose and poetry). 1.7. Victorian Age (prose and poetry); 2. North - American Literature 2.1. The Twentieth-Century Literature (prose): 3. The Romanticism (prose and poetry) 3.1. The Twentieth-Century (prose) BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARTHES, Roland. Elementos de semiologia. 15. Ed. São Paulo: Cultrix, 2006. 116p. CADERMARTOLI, Ligia. Períodos literários. 9. Ed. São Paulo: Ática, 2002 79p. SHAKESPEARE, William. A midsummer night's dream. New York: Washington Square, 1958. 81 p. TOURAINE, Alain. Critica da modernidade. 7ed. Petropolis (RJ): Vozes, 2002 431p TWAIN, Mark. . The adventures of Huckleberry Finn. New York: Oxford University Press, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DICK, Philip K. Do androids dream of eletric sheep? Filmed as Blade Runner. London: Harper Collins, c1996 182 p. HODDINGS, Francis. Adventures in America Literature. [s.l]: Hardcourse Educacional, 1989. JOHNSON, Charles Frederick. Outline History of English And American Literature. Lightning Source, 2007.552p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FONÉTICOS E FONOGÓGICOS I CNCC 30 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Estudos Fonéticos e Fonológicos II EMENTA Estuda aspectos fonéticos e fonológicos da LE em nível introdutório. Aborda conceitos básicos da fonética e da fonologia. Analisa os sistemas vocálicos e consonantais e os padrões entonacionais da Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Unidade: Aparelho fonador e disfonias 1.1. Conceito de Fonética e Fonologia. 2. Unidade: Conceito de prosódia, ortoepia e paragogia 2.1. Ponto e Modo de articulação classificação 3. Unidade: Fonemas Vogais e Fonemas Consoantes. 3.1. Transcrição fonética. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLOU, Dinah & LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e à fonologia. 10. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 2005. MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2. ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. THOMSON, A.J. & MARINET, A.V. A practical ingles grammar. 4ªed.Oxford, 2000. 383p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR YAGODA, Ben. The Sound on the page: great writers talk about style and voice in writing. 1st ed. New York: Harper Collins, 2005. 267p WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 4 ed. USA: New York - Oxford University Press, 2001. 168 p. WILLIANS, Hank. Origins of the English language. Ed.Simon & Schuster, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS DA MORFOSSINTAXE DA LÍNGUA INGLESA I CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa II EMENTA Analisa a morfossintaxe da Língua Inglesa em nível inicial a partir das abordagens formal e funcional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Morfologia, Sintaxe, Morfossintaxe: distinção dos campos de estudo. 2. Morfema: conceito e classificação, princípios e técnicas de análise mórfica. 3. Frase: conceito, tipologia, estrutura sintagmática. 4. Formação de palavras: derivação X composição 5. A flexão e as categorias gramaticais 6. A flexão de número 7. As flexões verbais: verb tenses e modal verbs 8. A ordem constituinte da frase BIBLIOGRAFIA BÁSICA WIDDOWSON, H. Teaching language as communication. Oxford: Oxford University Press, 1978. DUBOIS, Jean. Dicionário de Linguistica. Cultrix,1978.563p HALLIDAY, Michael A.K. Cohesion in English.1. ed. Pearson Uk,1996 JENKINS, Jennifer. The phonology of english as an international language: new models, new norms, new goals. Oxford: Oxford University Press, [2000]. VI, 258p. (Oxford Applid Linguistics ) STORIG, Hans Joachim. A aventura das línguas: uma história dos idiomas do mundo. 3. ed. rev. São Paulo: Melhoramentos, c2003 267 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WIDDOWSON, H.G. History of the English language. 1. ed. Oxford Press. Brasil, 2004.438p. WILLIANS, Hank. Origins of the English language. [s.l]: Ed.Simon & Schuster, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TÓPICOS DE TRADUÇÃO CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda os procedimentos teórico-práticos das formas diversas de tradução. A tradução como habilidade linguística. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Unidade propedêutica 1.1 Distinções conceituais: tradução, versão, interpretação 1.2 A tradução como habilidade linguística e como prática intertextual 1.3 A tradução como prática profissional 2. Aspectos teóricos da tradução 2.1 A questão do texto original 2.2 A questão do texto literário 2.3 A questão da fidelidade 2.4 A tradução mecânica 3. Aplicação dos aspectos teóricos estudados na tradução e na crítica a traduções de textos literários BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, F.; MAGALHÃES, C.; PAGANO, A. Traduzir com autonomia: estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2000. ARROJO, R. Oficina de tradução: a teoria na prática. São Paulo: Ática, 2002. HOUAISS, Antônio. Dicionário inglês-português. Atual Rio de Janeiro: Record, 1987 92 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, H. G. Procedimentos técnicos da tradução: uma nova proposta. Campinas: Pontes, 2004 COSTA, L. A. (org.). Limites da traduzibilidade. Salvador: UFBA, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Desenvolvimento das habilidades de compreensão e produção oral em Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. TEORIA COMUNICACIONAL 1.1.- elementos da comunicação 1.2.- problemas gerais da comunicação: ruído e redundância 2. LÍNGUA E LINGUAGEM 3. AS FUNÇÕES DA LINGUAGEM 4. INTERFERÊNCIA DO ORAL NO ESCRITO 5. INTERFERÊNCIA DO ESCRITO NO ORAL BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELL, Joseph. Play with english grammar: activity books. Milan: La Spiga Languages, c2002. 31p. GILBERT, Judy B. (Judy Bogen). Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. HEWINGS, Martin. Advanced grammar in use: a self-study reference and practice book for advanced learners of english. Inglaterra: Cambridge University Press, c1999340p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond.Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1997.269 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS LINGUÍSTICOS II CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estudos Linguísticos I EMENTA Introdução aos estudos da neurolinguística, psicolinguística e sociolinguística. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. LINGUAGEM 1.1 O que é a língua (gem)? 1.2 Algumas definições de língua (gem); 1.3 Comportamento linguístico e sistemas linguísticos; 1.4 Língua e fala 1.5 O ponto de vista semiótico 1.6 A ficção da homogeneidade 1.7 Não há línguas primitivas 2. LINGUAGEM E MENTE 2.1 A gramática universal e sua relevância 2.2 Mentalismo, racionalismo e inatismo 2.3 A linguagem e o cérebro 2.4 Aquisição da linguagem 2.5 Outras áreas da psicolinguística 2.6 Ciência cognitiva e inteligência artificial 3. LINGUAGEM E SOCIEDADE 3.1 Sociolinguística, etnolinguística e psicolinguística 3.2 Sotaque, dialeto e idioleto 3.3 Padrões e vernáculos 3.4 Bilinguismo, mudança de código e diglossia 3.5 Aplicações práticas 3.6. Variação estilística e estilística BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I. 2. ed. Campinas, Pontes/ Ed. da Unicamp, 1988. ILARI, Rodolfo. A linguística e o ensino da língua portuguesa. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA BÁSICA LUCCHESI, Dante. Sistema, mudança e linguagem: um percurso na história da Linguagem moderna. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. MARTIN, Robert. Para entender a linguística: epistemologia elementar de uma disciplina. [trad] Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2003. MUSSALIN, Fernanda & BENTES, Anna Cristina (orgs.). Introdução à Linguística: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2003. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APRESJAN, Ju. Ideias e métodos de linguística estrutural contemporânea. São Paulo, Cultrix, 1980. BOUQUET, Simon. Introdução à leitura de Saussure. São Paulo: Cultrix, 2000. CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. História da linguística. Petrópolis, RJ: Vozes, 1975. CULLER, Jonathan. As idéias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979. MARTINET, André. Conceitos Fundamentais da linguística. Portugal, Presença. Brasil: Martins Fontes, 1976. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 4º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES IV FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Núcleo de Estudos Interdisciplinares III Núcleo de Estudos Interdisciplinares V EMENTA Analisa os diferentes métodos de ensino de Língua Inglesa. Discute o caráter eclético das abordagens de ensino de Língua Inglesa contemporâneas. Orienta a construção de textos acadêmicos: artigo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Métodos de Ensino de Língua Inglesa. 2. O ensino da Língua Inglesa na contemporaneidade: reflexões. 3. Norma da ABNT para trabalhos acadêmicos. 4. O artigo: Concepção e elaboração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6ed. São Paulo: Atlas, 2005. 315p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto, relatório, publicações e trabalhos científicos. 6ed. São Paulo: Atlas, 2001. 219p. THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 14 ed. São Paulo: Cortes, 2005. 132p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CELANI, M. A. A. A integração político-econômica do final do milênio e o ensino de língua(s) estrangeira(s) no 1o. e 2o. ABRALIN: Boletim da Associação Brasileira de Linguística, n.18, p.21-36, 1996. CUNHA, Maria Isabel. O Bom Professor e sua Prática. Campinas: Papirus, 1995. RATHS, Louis e outros. Ensinar a pensar; teoria e aplicação. Trad. Dante Moreira Leite. São Paulo: HerderEdusp, 1972. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA - INTERMEDIÁRIO II CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa - Intermediário I Língua Inglesa - Avançado I EMENTA Desenvolve e aprofunda o estudo das estruturas linguísticas complexas numa perspectiva comunicativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Present passive. 2. Expressions followed by verb + - ing or to + verb. 3. Causatives – have / get something done 4. Must, may / might, can’t for deductions. 5. Expressing present whishes, future hopes. 6. The second conditional. 7. Reporting statements and opinions. 8. Requesting and stating information. 9. Pat passive 10. -Using was / were going to 11.Present perfect progressive 12. Present perfect progressive vs. Present perfect simple BIBLIOGRAFIA BÁSICA HANDS, Penny. Dictionary of idioms. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p 404. HEWINGS, Martin. Advanced grammar in use. 2.ªed. Cambridge University Press, Br, 2005.264p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary student’s book 10th printing, Cambridge University .2008. ______; ______; ______. Face2face Elementary student’s workbook 8th printing, Cambridge University .2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORNBY, Albert Sydney; HORNBY, Albert Sydney; WEHMEIER, Michael. Oxford advanced learner's dictionary of current English. 6. ed. [Londres, Inglaterra]: Oxford University Press, 2000. p.1428. th TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate student’s workbook4 printing, Cambridge University .2007. .ª th SWAN, M. Practical English Usage. 2 ed. 4 impression. Oxford: Oxford University Press, 1998 Learn Real English. Capítulo 1: introduction, welcome guide, earthquakes conversation, earthquake ministory lesson, earthquake vocabulary lessons. Learn Real English,LLC.2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS DA LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA I CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa II EMENTA Analisa e interpreta textos contidos na produção literária contemporânea em língua inglesa até a primeira metade do século XX. Estuda o contexto sociocultural e histórico das obras analisadas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estudo das obras de: Graham Greene e G. K. Chesterton, P. G. Wodehouse, Agatha Christie e J. R. R. Tolkien, 2. Análise de Textos de: Evelyn Waugh, D.H. Lawrence e Virginia Woolf, H. G. Wells, George Orwell, 3. Leitura dirigida de: George Bernard Shaw e o irlandês Sean O'Casey. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Jorge Luis. Curso de literatura inglesa. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 441p. JOHNSON, Charles Frederick. Outline History of English And American Literature. [s.l]: Lightning Source, 2007.552p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUDDON, J. A. Penguin Dictionary Of Literary Terms and Literary. 4. ed. Penguin Reference, 1999.1024p NAYLOR, Helen. Two lives/ Helen Naylor. Oxford [England]: Cambridge Universit Press, 2001 63p SHAKESPEARE, William. A midsummer night's dream. New York: Washington Square, 1958 81 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FONÉTICOS E FONOLÓGICOS II CNCC 30 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estudos Fonéticos e Fonológicos I Estudos Fonéticos e Fonológicos III EMENTA Estuda aspectos fonéticos e fonológicos da Língua Inglesa em nível pré-intermediário. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. I Unidade: 1.1. Distribuição e alofonia das vogais e semivogais 1.2. Grupos consonantais em início e final de palavra 2. II Unidade: Grupos consonantais decorrentes da adição de sufixo derivacional e inflexional 2.1. Grupos consonantais decorrentes da adição de morfema de plural 3. III Unidade: Grupos consonantais decorrentes da adição de morfema de passado e do particípio passado BIBLIOGRAFIA BÁSICA JENKINS, Jennifer. The phonology of english as an international language: new models, new norms, new goals. Oxford: Oxford University Press, [2000].V.I, 258p. (Oxford Applid Linguistics ) MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1997.269 p. VYGOTSKY, Lev Semenovictch. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2005 194 p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REAL Learn. The wedding Converstion, mini-story lesson, vocabulary l Capitulo3 English, LLC.2008esson. THOMSON, A.J. & MARINET, A.V. practical ingles grammar. 4 ed. [s.l]: Oxford. 2000. 383p. YAGODA, Ben. The Sound on the page: great writers talk about style and voice in writing. 1st ed. New York: Harper Collins, 2005. 267p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA POLÍTICAS E ORGANIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE ENSINO FD 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Discute as políticas de ensino e das estratégias de planejamento e da avaliação. Os parâmetros curriculares, a prática pedagógica e as perspectivas metodológicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Diretrizes Curriculares para o Ensino de Língua Estrangeira 2. Ensinar a Ler e Escrever em uma Língua Estrangeira 3. A Escola Reflexiva 4. Desafios à Prática Docente Reflexiva 5. Ranços da Lei de Diretrizes e Bases 6. Políticas Educacionais do Brasil 7. A interdisciplinaridade como necessidade e problemas nas ciências sociais 8. Os Fundamentos do Conhecimento na Vida Cotidiana 9. LEI 9.394/96 10. Avaliar sem excluir 11. Diálogo entre a Prática reflexiva e a Interdisciplinaridade BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, J.C.P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes, 1993. ARROYO, Miguel G. Da escola carente à escola possível. São Paulo: Loyola, 1986. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Prática de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia. 2 ed. Belo Horizonte: faculdade de letras da UFMG,2005. 216p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. A NOVA LDB: Ranços e Avanços. Campinas, São Paulo: Papirus. 1997. MACEDO, Lino de. Ensaios Pedagógicos: Como construir uma Escola para Todos? São Paulo: Artemed, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA PRODUÇÃO DO TEXTO ORAL E ESCRITO CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda aspectos semânticos de palavras e expressões da língua estrangeira de acordo com os pressupostos teóricos da Semântica e da Pragmática. Desenvolve as habilidades de produção oral e escrita a partir de estratégias específicas para a produção de nível de complexidade intermediário. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Writing abilities 1.1. Adverbial phrases of time; 1.2. An invitation for a party; 1.3. Creating leaflets (imperative – must- conditional); 1.4. Adjective ending in –ED/ - ING; 1.5. Linking words 1.6. Planning a composition; 1.7. How to summarize 1.8. Article – relative clauses; 1.9. Reporting words; 1.10. Organizing ideas. 1.11. Extra- texts will be read in the class during the semester. 2. Speaking abilities; 2.1. Discussion during the class; BIBLIOGRAFIA BÁSICA BYGATE, Martin. Speaking. Oxford: Oxford University, 1987 125p. GILBERT, Judy B. (Judy Bogen). Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. GOWER, Roger; PHILLIPS, Diane; WALTERS, Steve. Teaching practice Handbook. Tailandia: macmillan, 2005.215p. SOUZA, Adriana Grade Fiori. Leitura e língua Inglesa: uma abordagem instrumental. 2 ed. Ed. Atual. São Paulo: Disal, 2010.203p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MCWHORTER, Kathleen T. Academic reading. 6th ed. New York, USA: Pearson/Longman, 2006. 512 p MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ªed. New York: Cambridge University Press, 1997.269p SWAN, Michael. Practical English Usage. 2nd edition. 4th impression. Oxford: Oxford University Press, 1998 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS DA MORFOSSINTAXE DA LÍNGUA INGLESA II CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa I EMENTA Analisa a morfossintaxe da Língua Inglesa em nível pré-intermediário a partir das abordagens formal e funcional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos, estratégias, procedimentos e reflexões sobre análise da morfossintaxe da língua inglesa em nível pré-intermediário a partir das abordagens formal e funcional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NATION, Paul. Reading for speed and fluency.3. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2004. 133p TAYLOR, James; STANLEY, Nancy; DANIEL, Monica Hruby. Gramatica Delti da lingua inglesa. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1995. 234p. THOMSON, A.J. & MARINET, A.V. A practical ingles grammar. 4 ed. [s.l]: Oxford. 2000. 383p. UR, Penny. . Grammar practice activities: a practical guide for teachers. Cambridge: Cambridge University Press, c1988. 288 p . WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 4 ed New York - USA: Oxford University Press, 2001. 168 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENVENISTE, E. Comunicação animal e linguagem humana; Os níveis da análise linguística. In Problemas de Lingüística Geral. 4 ed. Campinas SP: Pontes, 1995 LIMA, Denílson de. Porque assim e não assado? São Paulo: Campus, 2008. SCHUTZ, Ricardo. Word www.sk.com.br/sk-morfo.html. formation-morfologia (formação de palavras) disponível em http: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 5º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES V FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Núcleo de Estudos Interdisciplinares IV Núcleo de Estudos interdisciplinares VI EMENTA Discute os contextos sócio-político e institucional do ensino de Língua Inglesa e as especificidades das classes de aprendizes de diferentes faixas etárias e níveis de proficiência. Orienta a elaboração de planos de curso e de aula e de elaboração de relatórios. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A educação e o ensino de Língua Inglesa: contexto institucional e sociocultural 2. A relação professor x pesquisa 3. O cotidiano escolar como espaço de pesquisa 4. As especificidades das classes de aprendizes de Língua Inglesa 5. Planejamento Educacional: planos de curso, planos de unidade e plano de aula 6. Projetos interdisciplinares 7. Relatório: conceito e elaboração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRENNER, Eliana de Moraes; JESUS, Dalena Maria Nascimento de. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos acadêmicos: projeto de pesquisa, monografia e artigo. Ed rev. São Paulo: Atlas, 2008.66p. GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de artigos científicos. São Paulo: Avercamp, 2004.86p. LAKATOS. Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto, relatório, publicações e trabalhos científicos. 6ed. São Paulo: Atlas, 2001 219 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLESCH, Rudolf Franz. The classic guide to better writing. New York: Harper Resource, c1996. 288 p. HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman, c2001. MCWHORTER, Kathleen T. Academic reading. 6th ed. New York, USA: Pearson/Longman, 2006. 512 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA – INTERMEDIÁRIO III CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa – Intermediário II Língua Inglesa - Avançado I EMENTA Desenvolve e aprofunda o estudo das estruturas linguísticas numa perspectiva comunicativa, graduando o nível de complexidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Nouns 2. The present simple 3. The future 4. Questions 5. The perfect tense 6. Infinitives, gerunds and present participles 7. Comparative and superlative sentences 8. Singular and plural nouns 9. Writing - personal; note-taking skills; abstracts; academic writing; referencing & citing; narrative/descriptive texts; letters of opinion; punctuation BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2. ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris; CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate student’s book 4th printing. Cambridge University .2007. th ______. Face2face Intermediate student’s workbook4 printing. Cambridge University .2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA. Sara Rejiane de F. Estratégias de Leitura para Inglês Instrumental. 1. Ed UNB. 1994. OXENDEN, Clive. New English file intermediate- Student’s Book. 1. ed. [s.l]: Oxford do Brasil, 2007.144p. SOUZA, Adriana Grade Fioro. Leitura em Língua Inglesa- Uma abordagem Instrumental. [s.l]: Disal editora, 2005. 152p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS DA LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA II CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa I EMENTA Analisa e interpreta textos contidos na produção literária contemporânea em Língua Inglesa Estuda o contexto sociocultural das obras analisadas a partir da segunda metade do século XX. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A importância da concretização teatral. 2. Caracterização da dramaturgia britânica da segunda metade do século XX. Algumas coordenadas políticoculturais. 3. Waiting for Godot (1955), de Samuel Beckett: uma “revolução” dramática na encruzilhada de diversas tradições teatrais. 4. Look Back in Anger (1956), de John Osborne: realismo social e revolta contra a alienação. 5. The Birthday Party (1958), de Harold Pinter: jogos de linguagem e de poder. 6. Cloud Nine (1979), de Caryl Churchill: revisões da História e a utopia (feminista) do teatro como modelo de mudança. 7. Attempts on Her Life (1997), de Martin Crimp: “um teatro para uma época na qual o próprio teatro morreu”. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JOHNSON, Charles Frederick. Outline History of English And American Literature. Lightning Source, 2007. 552p. HODDINGS, Francis. Adventures in America Literature. [s.l]: Ed.Hardcourse Educacional, 1989. KERMODE, Frank. Oxford Anthology of English literature, V. 1, Oxford USA Trade.1973.2238p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUDDON, J. A. Penguin Dictionary Of Literary Terms and Literary. 4. ed., Penguin Reference, 1999.1024p. DICK, Philip K. Do androids dream of eletric sheep? Filmed as Blade Runner. London: Harper Collins, c1996. 182 p. TWAIN, Mark. The adventures of Huckleberry Finn. New York: Oxford University Press, 2000. 56 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FONÉTICOS E FONOLÓGICOS III CNCC 30 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estudos Fonéticos e Fonológicos II EMENTA Estuda aspectos fonéticos e fonológicos da Língua Inglesa em nível intermediário. Aprimora a capacidade de compreender e produzir os padrões rítmicos e entonacionais da Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. I Unidade: 1.1. Problema de variação: Inter-speaker variação 1.2. Problema de variação: Intra-speaker variação II Unidade: 2.1. Inteligibilidade na comunicação 2.2. Regras de transferência na determinação do núcleo fonológico III Unidade: 3.1.Ritmo, entonação e sílaba tônica BIBLIOGRAFIA BÁSICA GILBERT, Judy B. (Judy Bogen).Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. JENKINS, Jennifer. The phonology of english as an international language: new models, new norms, new goals. Oxford: Oxford University Press, [2000]. VI, 258p. (Oxford Applid Linguistics ) LANTOLF, James P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. Não paginado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269p. RODGERS, Theodore S. Approaches and metods in language Teaching. USA: Cambrigde. 2001. 270p. UR, Penny. Grammar Practice Activities. 2. Ed Cambridge do Brasil,2009.336p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDOS COMPARATIVOS LINGUÍSTICOS CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda as teorias da linguística que comparam as estruturas gramaticais, apontando as diferenças e semelhanças existentes em Língua Inglesa e Língua Materna. Analisa os erros gramaticais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. UNIDADE I 1.1. Semelhanças e diferenças entre a aquisição das primeiras línguas e a aquisição sistemática das línguas estrangeiras. 1.2. Procedimentos para uma análise contrastiva 1.3. Linguística contrastiva e ensino de línguas estrangeiras 1.4. Análise contrastiva: similaridade e contraste. 2. UNIDADE I I 2.1. Transferência positiva e transferência negativa ou interferência 2.2. Estudo comparativo do quadro fonêmico 2.3. Distribuição e alofonia das consoantes. 3. UNIDADE I I I 3.1. Distribuição e alofonia das vogais 3.2. Estudo morfossintático e semântico: sufixos derivacional e inflexional 3.3. Análise das categorias gramaticais e erros comuns. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZAR, Betty Schampfer. Understanding and Using English Grammar. Prentice Hall- Br ed. Logman,1999 BROWN, H. Douglas. Principles of language learning and teaching. 5th ed. White Plains, NY: Longman, c2007. 410 p. HALLIDAY, Michael A.K. Cohesion in English.1. ed. Pearson Uk,1996 HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman, c2001. 370p. LANTOLF, James P. Sociocultural theory and second language learning. Oxford: Oxford University Press, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORNBY, Albert Sydney; HORNBY, Albert Sydney; WEHMEIER, Michael. Oxford advanced learner's dictionary of current English. 6. ed. [Londres, Inglaterra]: Oxford University Press, c2000 1428p. LONGMAN dicionário escolar: inglês - português = português - inglês: para estudantes brasileiros. Inglaterra: Longman, 2002. 796 p. MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1997.269p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA I CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa II EMENTA Estuda os fundamentos da linguística aplicada e sua contribuição para o ensino de Língua Inglesa. Apresenta as diversas linhas de pesquisa da Linguística Aplicada sobre aquisição-aprendizagem de Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. UNIDADE I 1.1. Uma visão atual da Linguística Aplicada 1.2. Linguística versus Linguística Aplicada 1.3. Aquisição Língua Materna x Aquisição Língua Estrangeira 1.4. Texto e Cognição: para uma Proposta de Ensino. 1.5. Base Conceitual do ensino/aprendizagem de Línguas Estrangeiras (Teoria Humanista) 2. UNIDADE I I 2.1. O Ensino de Inglês com Base nos PCNs 2.2. Teoria Sócio-Interacionista 2.3. O ensino de inglês com base nas orientações curriculares para o Estado 2.4. Aprendizagem Centrada no Aluno 2.5. O Ensino de Listening e Speaking 2.6. Aprendizagem Centrada nas Atividades 3. UNIDADE I I I 3.1. O Ensino de Writing e Reading 3.2. Estratégias de Aprendizagem 3.3. O aprendizado: estratégias em sala 3.4. Integrando a Cultura no ensino de Língua Estrangeira 3.5. Objetivando a Autonomia do Educando 3.6. Identidade Cultural e o Ensino de Línguas Estrangeiras. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELL, Joseph. Play with english grammar: activity books. Milan: La Spiga Languages, c2002. 31p BROWN, H. Douglas. Principles of language learning and teaching. 5th ed White Plains, NY: Longman, c2007. 410 p. STEINBERG, Martha. Inglês americano X inglês britânico: palavras diferentes para o mesmo sentido: sentidos diferentes para a mesma palavra. São Paulo: Disal Editora, 2003 199 p. SWAN, Michael; WALTER, Catherine. The good grammar book. New York: Oxford University, 2001. 324 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269p. NATION, Paul; MALARCHER, Casey. Reading for speed and fluency.2/ Paul Nation, Casey MALARCHER, San Antônio, Texas: Compass publishing, 2007 113p. OXENDEN, Clive. New English file intermediate- Student’s Book. 1. ed. Oxford do Brasil. 2007. 144p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I FD 100 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Núcleo de Estudos Interdisciplinares IV Estágio Curricular Supervisionado II, III e IV EMENTA Estuda e diagnóstica a prática docente e a realidade do ensino de línguas estrangeiras no ensino fundamental e médio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estágio Supervisionado e práxis pedagógica. 2. Estágio Supervisionado nas séries finais do Ensino Fundamental. 3. Estágio supervisionado: conceito, etapas e importância. 4. Conhecimentos de Língua Estrangeira Moderna. 5. Tendências e Propostas para o ensino de Língua Inglesa. 6. Planejamento e ação no Estágio Supervisionado. 7. Os recursos didáticos no Estágio Supervisionado: seleção e uso. 8. O projeto de intervenção e sua importância no Estágio Supervisionado. 9. O processo de aprendizagem e os conteúdos de ensino. 10. Manual de estágio - Cronograma de Execução. 11. Conteúdos Procedimentais, Conceituais e Atitudinais. 12. O trabalho docente: a construção da prática pedagógica. 13. Estratégias metodológicas no Estágio Supervisionado. 14. A ética profissional do educador - O fazer ético – educativo. 15. Princípios orientadores da ação pedagógica na sala de aula: interdisciplinaridade, contextualização e transposição didática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. O professor de língua estrangeira em formação. 3ed. Campinas, SP: Pontes, 2009.184p. ELLIS, Rod. Second language acquisition. Oxford. New York: Oxford University Press, 1997.147p. KRAMER, Sonia; OSWALD, Maria Luiza. Didática da linguagem: ensinar a ensinar ou ler e escrever. Campinas, SP: Papiru, 2001.215p. RICHARDS, Jack C. Methodology in Language Teching. [s.l]: Cambridge do Brasil. 2001.270p. WIDDWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. 2 ed. Campinas, SP: Pontes, 2005.230p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, P. N. Educação Lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. 6.ed. São Paulo: Loyola, 1990. ARMSTRONG, T. As inteligências múltiplas na sala de aula. Porto alegre: ArtMed, 1998. BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais, códigos e suas tecnologias. Língua estrangeira moderna. Brasília: MEC, 1999. pp 49-63. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 6º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES VI FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Núcleo de Estudos Interdisciplinares V EMENTA Aborda as questões relacionadas ao gerenciamento de sala de aula de Língua Inglesa e o papel do professor na promoção da interação do grupo. Orienta a elaboração de projetos de pesquisa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O papel educacional do ensino de Língua Inglesa na escola e a noção de cidadania; 2. Planejamento da pesquisa- elaboração do projeto de TCC. 3. Definição do tema, problema e objetivos 4. Formulação da justificativa e hipóteses 5. Elaboração dos procedimentos metodológicos 6. Elaboração dos instrumentos de coleta de dados 7. Formatação do texto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWN, H. Douglas. Principles of Language Learning and Teaching. 5. ed. Prentice Hall. 410 p GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de Monografia- Dissertação- Tese. 2. ed. Avercamp.124p. HARMER, Jeremy. The practice of English Language Teaching. 3. ed. rev. Harlow: Pearson Longman, c2001. 370p. HEWINGS, Martin. Advanced grammar in use: a self-study reference and practice book for advanced learners of English. Inglaterra: Cambridge University Press, c1999340p RICHARDS, Jack C. Methodology in Language Teaching. Cambridge do Brasil.2009.270p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SWAN, Michael. Pratical English. 3 Ed. [s.l]: Oxford Brasil, 2005. 688p. WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 4 ed. New York, USA: Oxford University Press, 2001. 168 p. YAGODA, Ben. The Sound on the page: great writers talk about style and voice in writing. 1st ed. New York: Harper Collins, 2005. 267p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA – AVANÇADO I CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa - Intermediário III Língua Inglesa - Avançado II EMENTA Desenvolve a proficiência linguística oral e escrita numa abordagem comunicativa. Emprega os padrões utilizados internacionalmente como indicadores avaliativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. The verb tense 2. Negative and interrogative sentences 3. Short answers 4. Phrasal verbs 5. Modal verbs 6. Word order 7. Writing - personal; note-taking skills; abstracts; academic writing; referencing & citing; narrative/descriptive texts; letters of opinion; punctuation 8. Intercultural competence - identification, decoding & discussion of cultural references 9. Speaking - conversational strategies; presentation skills; reading aloud BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO, Rita de Cassia Tardin. The communicative approach to foreign language teaching: a short introduction: managing theory and pratice in the classroom: a booklet for teacher development. 2. ed. rev. Campinas, SP: Pontes, ArteLíngua, 2004.62 WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 4 ed New York - USA: Oxford University Press, 2001. 168 p. th TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Upper-Intermediate student’s book. 4 printing, Cambridge University .2007. ______. Face2face Intermediate teacher’s book 3th printing, Cambridge University .2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GRAY, E. e EVANS, V. Sucessful Writing Intermediate: Students Book. Berkshire, 1998. SASLOW, Joan; ASCHER, Allen. Top Notch 3. New York: Pearson, 2006. ______. Top Notch 3 Workbook. New York: Pearson, 2006. WALLACE, R. Braveheart. Essex: Pearson Education, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTUDO COMPARATIVO DA LITERATURA DE LÍNGUA INGLESA E LÍNGUA MATERNA CNCC 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Abordagens de questões históricas, políticas e sociais. A evolução da literatura de língua inglesa. Discussão e análises de dados comparativos com a literatura de língua materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Literatura Comparada: conceito, breve histórico, metodologia 1.1.Panorama histórico das literaturas hegemônicas de Língua Inglesa 1.2.Panorama histórico da Literatura Inglesa 1.3.Panorama histórico da Literatura Norte-americana 2. Paralelas e tangentes entre literaturas em Língua Inglesa e em Língua Portuguesa 2.1 O surgimento do drama nas literaturas de Língua Inglesa e de Língua Portuguesa 2.2 Os primeiros grandes nomes: Geoffrey Chaucer, William Shakespeare; Gil Vicente e Camões 2.3 Edgar Alan Poe e a Filosofia da Composição; The Raven em traduções de Machado e Pessoa 2.4 Paralelas e tangentes românticas: Wordsworth e os poetas de língua portuguesa 2.5 Poesia lírica feminina: Emily Dickenson, Cecília Meireles e Florbela Espanca 3. Paralelas e tangentes entre literaturas de língua inglesa – o popular e o erudito BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Jorge Luís. Curso de literatura inglesa. São Paulo: Martins Fontes, 2002.441p. LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 3 ed. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2002. SEIDEL, Roberto Henrique. Do futuro do presente ao presente contínuo: Modernismo VS pós-Modernismo. São Paulo: Annablume,2001.144p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia da Letras, 1992 CANDIDO, Antônio. A dialética da malandragem. In: O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 1993. CONGRESSO INTERNACIONAL DA FEDERAÇÃO DE LÍNGUAS E LITERATURAS MODERNAS – FILLM. Language and literature today: proceding of the XIX the Triennial Congress of the International federation for Modern Languages and Literatures. v. 3. Brasília: UNB, 1996. NITRINI, Sandra. Literatura Comparada: História, teoria e critica. São Paulo: EDUSP, 1997. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA II CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa I - EMENTA Estuda as teorias dos atos da fala, da analise do discurso e da analise textual aplicadas ao ensino de Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Módulo 1: Teorias dos atos da fala 1.1. Conceito e ramificações da Linguística 1.2. Fonética e Fonologia aplicada ao ensino. 1.3. Natureza do signo linguístico. 1.4. A natureza da linguagem humana 1.5. Etapas da aquisição da língua 2. Módulo 2: Análise do Discurso 2.1. A noção de Discurso na AD: algumas definições 2.2. Ideologia, Discurso e Sujeito 2.3. Polifonia e Dialogismo na Materialidade Discursiva 2.4. Heterogeneidade Discursiva em Discursos Diversos 2.5. O Sujeito na Análise do Discurso e a Teoria da Enunciação 2.6. Condições de Produção do Discurso 2.7. Linguagem e Texto na Análise do Discurso 2.8.As Identidades da Análise do Discurso 3. Módulo 3: Análise Textual 3.1. Variantes linguísticas 3.2. Estrangeirismo 3.3. A Semântica e o Léxico. 3.4. Linguística e sua contribuição para o ensino de Língua Inglesa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HAMER, Jeremy. The practice of English language teaching. 3 ed. Rev. Harlow: Pearson Longman, 2001. 370p. MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2.ªed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269 p. NAYLOR, Helen. Essential grammar in use: supplementary exercises. New York: Cambridge University Press, 1997. 94p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA BÁSICA ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4ed. Campinas SP. Pontes, 2001.276p. SANTAELLA, Lúcia. A teoria geral dos signos: como as linguagens significam as coisas. São Paulo. Pioneira, 2004.153p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond. English Grammar in Use wifht Answers+CD-Rom Third Edition. Cambridge do Brasil, 2004. 379p. STEINBERG, Martha. Inglês americano X inglês britânico: palavras diferentes para o mesmo sentido: sentidos diferentes para a mesma palavra. São Paulo: Disal Editora, 2003. 199 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TÓPICOS DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS EI 30 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda as linguagens (libras), utilizadas no processo comunicativo das pessoas portadoras de necessidades especiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceito de surdez 2. Língua e Linguagem 3. História da educação da pessoa com surdez; 4. A proposta bilíngue de educação das pessoas com surdez; 5. Oficinas de LIBRAS 6. Atendimento educacional comum da pessoa com surdez; 7. Oficinas de LIBRAS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. 4ed. Campinas: Pontes, 2007.75p. ALVES, Fábio; MAGALHÃES, Célia; PAGANO, Adriana Silvina. Traduzir com autonomia: estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2000.159p. QUADROS, Ronice Muller de. BRASIL Secretaria de Educação Especial. O tradutor e interprete de língua brasileira de sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF: MEC, SEESP. 2004.94p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELLUGI & KLIMA, E. Properties of Visuospatial Laguage. Paper for International Congress: Sign language Research and Application, Conference. Sigmund Prillwitz (ed.) Hamburg. March 23-25, 1990. FARIAS Carla Valéria e Souza. Atos de fala: O pedido em língua brasileira de sinais. Dis-sertação de mestrado em Linguística, Rio de Janeiro. UFRJ, 1995. FELIPE, T.A. Introdução à gramática de Libras. Rio de Janeiro: 1997 ______. Signo gestual-Visual e sua estrutura frasal na língua dos Sinais dos Centros Urbanos Brasileiros. Dissertação de Mestrado, UFPE, PE, 1988. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LSP – Ensino de Língua Inglesa para Fins Específicos CNCC 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Estuda as abordagens de ensino de Língua Inglesa que promovem a competência comunicativa na realização de atividades relativas a diferentes profissões. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A língua inglesa no mercado de trabalho do mundo contemporâneo; 2. Competência Comunicativa: falar, ouvir, ler e escrever em Língua Inglesa; 3. Leitura, compreensão e interpretação de textos; 4. Produção de Textos 5. Inglês técnico BIBLIOGRAFIA BÁSICA NATION, Paul. Reading for speed and fluency.3. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2004 133p THOMSON, A.J.; MARINET, A.V. practical ingles grammar. 4 ed. Hon Kong: Oxford, 1989. 383p. SWAN, Michael. Practical English. 3 Ed. Oxford Brasil, 2005. 688p. TURTLEDOVE, Cyndi. Action Games. México: Delti, 2004. 118p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MILAN, Deanne K. Developin Reading Skills. Ed. MCRGraw-Hill Professi, 1995. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use wifht Answers+CD-RoM. Third Edition. Cambridge do Brasil, 2004. 379p. LONGMAN, dicionário escolar: inglês - português = português - inglês: para estudantes brasileiros. Inglaterra: Longman, 2002. 796 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II FD 100 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estágio Curricular Supervisionado I, Língua Inglesa Intermediário III e Núcleo de Estudos Interdisciplinares V Estágio Curricular Supervisionado III e IV EMENTA Planeja e executa as atividades docentes através de minicursos, cursos de extensão, e outros, visando a prática docente para o ensino fundamental e médio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Learning through stories 2. Multiple Inteligence 3. Children Learning English 4. Creating, adapting and evaluating activities for language learning 5. Planning for children’s language learning 6. The young language learner 7. Class managemente and atmosphere BIBLIOGRAFIA BÁSICA NUNAN, David. Research methods in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 2007. 249p. RICHARDS, Jack C; RENANDYA, Willy A. Methodology in language teaching: an anthology of current practice. Cambridge University Press, 2009.422p. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Rita de Cássia Tardim. The Communicative Approach to Foreign Language Teaching – a short introduction. [s.l]: Pontes, 2003. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. ed Campinas: Papirus, 1994 139 p. (Magistério: formação e trabalho pedagógico ) FILHO, José Carlos Paes de Almeida. Linguística Aplicada – Ensino de Línguas e Comunicação. Pontes Editores e Arte Língua, 2005. HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. 3rd edition. [s.l]: Longman, 2001, MOITA LOPES, Luís Paulo da. Oficina de Linguística Aplicada: a natureza social e educacional dos processos de ensino / aprendizagem de língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 7º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA LÍNGUA INGLESA – AVANÇADO II CNCC 90 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa – Avançado I Língua Inglesa - Avançado III EMENTA Desenvolve a proficiência linguística oral e escrita numa abordagem comunicativa em nível avançado. Emprega os padrões utilizados internacionalmente como indicadores avaliativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. The verb tenses 2. Comparative and superlative sentences 3. Adjective order 4. Connectors 5. Prepositions 6. Phrasal verbs 7. Grammar - definite article; prepositions; verb tense review 8. Editing/revising - identifying linguistic errors; error correction (personal errors) 9. Lexis - gender; abbreviations & symbols; collocations; reference phrases; word families BIBLIOGRAFIA BÁSICA MCWHORTER, Kathleen T. Academic reading. 6th ed. New York, USA: Pearson/Longman, 2006. 512 p. NATION, Paul. Reading for speed and fluency.3. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2004 133p TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate student’s book 4th printing. Cambridge University .2007. th ______. Face2face Intermediate student’s workbook 4 printing. Cambridge University .2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BYGATE, Martin. Speaking. Oxford: Oxford University.1987.125p. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use wifht Answers+CD-RoM Third Edition. Cambridge do Brasil, 2004.379p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ANÁLISE LITERÁRIA FD 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Analisa textos narrativos e poéticos investigando os aspectos constitutivos do ato de escrever, criar e ler da literatura da Língua Inglesa e da literatura da Língua Materna articulando-se com os demais componentes numa perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Teoria da mímese 2. A poesia lírica 3. A lírica e seus traços estilísticos fundamentais 4. Das aparências ao mundo das ideias perfeitas 5. A arte e arte literária 6. A lírica e seus traços estilísticos fundamentais 7. Do nascimento da lógica à ordenação do universo 8. A obra literária 9. A mimese e a função da arte 10. A lírica moderna. 11. O conhecimento através dos Sentidos e do Belo 12. Natureza do gênero literário 13. Mimese e verossimilhança 14. A lírica moderna 15. A arte da literatura é a beleza da arte 16. Estilos literários 17. GÊNERO LITERÁRIO: DRAMÁTICO E ÉPICO 18. O drama e o épico 19. Os Estudos Culturais 20. O gênero dramático 21. Elementos da Narrativa: enredo e personagens 22. Gêneros com estilo 23. Proseando os versos 24. Gênero dramático e seus traços estilísticos fundamentais UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 25. Elementos da narrativa: tempo, espaço e ambiente 26. Gênero épico 27. A epopeia e o gênero Épico 28. O narrador 29. Gênero épico 30. O conto de fadas 31. Outras espécies literárias BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMPAGNON, Antoine; MOURÂO, Cleonice Paes Barreto; SANTIAGO, Consuelo Fortes. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.303p. CULLER, Jonathan. Teoria literária: uma introdução. Tradução Sandra Vasconcelos. São Paulo: Beca, 1999. MOISÉS, Massaud. A análise literária. 15.ed. São Paulo: Cultrix, 2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS GOMES, Alfredo. O pagador de promessas. Rio de Janeiro: Ediouro, [s.d.] DILTHEY, W. Poética. Buenos Aires: Losada S.A., 1945. KAYSER, W. Fundamentos da Interpretação e da análise literária. Coimbra: Amado, 1948 (Posterior tradução castelhana com o título Interpretación y análisis de la obra literária. Madrid, Gredos, 1954) ORWELL, George. Animal Farm. Harlow, England: Longman, 1945 PROENÇA FILHO, Domício. A linguagem literária. São Paulo: Ática, 1992 TELES Gilberto Mendonça. A escrituração da Escrita: teoria e prática do texto literário. Petrópolis: Vozes, 1996. THORNLEY, G. C; ROBERTS, Gwyneth. An outline of english literature. Nova edição London: Longman, 1984. 216 p. YAGODA, Ben. The Sound on the page: great writers talk about style and voice in writing. 1st ed. New York: Harper Collins, 2005. 267p UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO PRÁTICA DE TRADUÇÃO CNCC CARGA HORÁRIA 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Desenvolve a prática de tradução de acordo com os temas e subtemas propostos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A tradução e o texto original 2. A tradução e o texto literário 3. A tradução e o conceito de fidelidade 4. O autor, o texto e o leitor/tradutor 5. Conto THE BLACK CAT, de Edgar Allan Poe BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Fábio; Magalhães, Célia; PAGANO, Adriana Silvina. Traduzir com autonomia: estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2000.159p. ARROJO, Rosemary. Oficina de tradução: a teoria na prática. 4 ed. S. Paulo: Ática, 2002.85. GILBERT, JUDY B. Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teachers resource book. New York: Cambridge University press, 2007.147p. MURPHY, Raymond. Essencial grammar in use: gramática básica da língua inglesa. 2 ed. São Paulo. SP. Martins Fontes, 2010.305p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Fábio; MAGALHÃES, Célia & PAGANO, Adriana. Traduzir com autonomia – estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2000. ARROJO, R. Oficina de tradução: a teoria na prática. S. Paulo: Ática, 1986. BARBOSA, H.G. Procedimentos Técnicos da Tradução.: uma nova proposta. Campinas, São Paulo: Pontes, 1990. MOUNIN, Georges. Os problemas teóricos da tradução. São Paulo, Cultrix, 1975. 263 p. Tradução de Heloysa de Lima Dantas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA NOVAS TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO ENSINO DE LÍNGUA E LITERATURA INGLESAS FD 60 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - EMENTA Aborda e trabalha com ambiente e-learning, conhecendo sua aplicabilidade numa perspectiva transdisciplinar. Apresenta a operacionalização da EAD e suas implicações no ensino-aprendizagem da Língua e Literatura de Língua Inglesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Novas Tecnologias aplicadas à Educação 2. O computador e a internet como ferramentas para o ensino de Línguas e Literaturas Inglesa 3. A educação à distância no Brasil: Histórico 4. Caracterização da Educação à distância 5. Estratégias de ensino usando as novas tecnologias 6. Aulas de Língua e Literatura Inglesa através de tecnologias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, F.J. de. Educação e Informática: os computadores na escola. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1988. CHAGAS, V. Didática especial de línguas modernas. São Paulo: Nacional, 1979. DERTOUZOS, M. O que será: como o novo mundo da informação transformará nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. LÉVY, P. A inteligência coletiva: uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998. MARTINS, A. O que é computador. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LÉVY, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999. OLIVEIRA, João Batista Araujo e. Perspectivas da tecnologia educacional. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1975. SANCHO, Juana M. Para uma tecnologia educacional. Trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Arte Médicas, 1994. TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor da atualidade. 3. ed. São Paulo: Érica, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TCC – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EI 100 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso II EMENTA Orienta, analisa e avalia o processo de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Elaboração de um roteiro para execução do trabalho de conclusão de curso; 2. Aplicação (prática) dos procedimentos metodológicos da pesquisa: constituição do corpus; 3. A produção textual do trabalho monográfico: 4. Aspectos gerais da “linguagem acadêmica”; 5. As habilidades de resumir como recurso da construção do texto da monografia; 6. As habilidades do resenhar: a construção parafrástica do texto; 7. A organização do texto monográfico: a divisão em capítulos, tópicos e subtópicos; 8. A construção dos períodos; 9. Os diversos modos de citação; 10. A continuidade - retomada constante do tema como recurso da coesão e da coerência textuais; 11. A progressão temática; 12. A articulação: os elementos articuladores; 13. Atenção especial à não-contradição; 14. A interxtualidade através das citações e da fundamentação teórica; 15. Reflexões sobre as dificuldades particulares dos alunos; 16. Os fatores que dificultam a produção textual; 17. Oficina de planejamento e produção dos trabalhos de conclusão do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000. MACHADO, Anna Rachel. LOUSADA, Eliane. ABREU TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005. _______. Trabalhos de pesquisa: diários de leitura para a revisão bibliográfica. São Paulo: Parábola, 2007. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA BÁSICA MATIAS, Antônio. ALEXANDRE, Sylvio. Monografia: do projeto à execução. 2 ed. Rio de Janeiro: Rio, IOB Thomson, 2006. RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola, 2003. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 10 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. SILVA, Fábio Lopes da. RAJAGOPALAN, K. (Orgs.). A linguística que nos faz falhar: investigação crítica. São Paulo: Parábola, 2004. WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. 20. ed. [s.l]: Oxford University Press, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de. Etnografia da prática escolar. 11 ed. Campinas: Papirus, 2004. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. LUBISCO, Nídia M. L. VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico: monografias, dissertações e teses. 2. ed. Salvador: Edufba, 2003. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III FD 100 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estágio Curricular Supervisionado I e II, Núcleo de Estudos Interdisciplinares VI e Língua Inglesa Intermediário III - EMENTA Orienta, reflete a cerca da teoria e da prática do fazer pedagógico, avaliando e diagnosticando as deficiências do processo ensino-aprendizagem, elaborando formas de intervenção pedagógica através da regência no ensino fundamental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. NTCIs 2. Methodology and evaluating activities for language learning 3. Planning 4. Class management and atmosphere BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, D.N.M. das. Por que ensinar língua estrangeira na escola. São Paulo: EPU/EDUC, 1987. MEC. Desenvolvimento da educação no Brasil. Brasília, MEC, 1996. MURRIE, Zuleika F. Códigos e linguagens: diretrizes para o ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1996. TORRES, R. Que (e como) é necessário aprender?: necessidades básicas de aprendizagem e conteúdos escolares. São Paulo: Papirus, 1994. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Rita de Cássia Tradim. The Communicative Approach to foreign Language Teaching – a short introduction. [s.l]: Pontes, 2003. CONSOLO, Douglas Altamiro e ABRAHÃO, Maria Helena Vieira (Org.) Pesquisas em Linguística AplicadaEnsino e Aprendizagem de Língua Estrangeira. [s.l]: UNESP, 2004. FILHO, José Carlos Paes de Almeida. Linguística Aplicada- Ensino de Línguas e Comunicação. [s.l]: Pontes Editores e Arte língua, 2005 HARMER, Jeremy. The Practece of English Language Teaching. [s.l]: Logam, 2001 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 8º Semestre COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO LÍNGUA INGLESA – AVANÇADO III CNCC PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA 75 É PRÉ-REQUISITO PARA Língua Inglesa - Avançado II EMENTA Aprofunda e aperfeiçoa as habilidades de compreensão oral e escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Gêneros textuais em Língua Inglesa: codificação e decodificação Produção do texto oral e escrito a partir de temas atuais Habilidades comunicativas: leitura e interpretação-filmes, músicas, depoimentos, documentários BIBLIOGRAFIA BÁSICA GILBERT, Judy B. Clear Speech: From the start, basic pronunciation and listening comprehension in North American English; teacher's resource book. New York: Cambridge University Press, 2007. 147p. HALLIDAY, Michael A.K. Cohesion in English.1. ed. [s.l]: Pearson Uk,1996 HARMER, Jeremy. How to Teach English.3. ed. [s.l]: Longman do Brasil, 2007. MILAN, Deanne K. Developin Reading Skills. [s.l.]: MCRGraw-Hill Professi, [s.d].. NATION, Paul; MALARCHER, Casey. Reading for speed and fluency.2/Paul Nation, Casey Malarcher. San Antonio, Texas: Compass publishing, 2007 113p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a reference and practice book for elementary students of english. 2. ed. New York: Cambridge University Press, 1997. 269p. NAYLOR, Helen. Essential grammar in use: supplementary exercises. New York: Cambridge University Press, 1997. 94 p. TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Upper-Intermediate teacher’s book 4 printing, Cambridge University .2007. th UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA TCC - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EI 45 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I EMENTA Analisa e avalia as produções linguísticas, literárias, técnicas e científicas realizadas pelos educandos nas áreas de língua, literatura, metodologia e tecnologias de ensino da Língua Inglesa visando a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade para fins de conclusão de curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Orientação e avaliação das produções textuais realizadas pelos educandos para fins de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. 7. ed. São Paulo: Loyola, 2000. ALVES-MAZZOTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – Referências e documentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. BACHELARD, Gaston. A formação do espírito cientifico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli. Pesquisa em Educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986 MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: A prática de fechamento, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FILHO, José Camilo dos S.; GAMBOA, Silvio Sánchez (Org.). Pesquisa Educacional: quantidade – qualidade. 5 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2002. FLICK, Uwe. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004 GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre a iniciação à pesquisa cientifica. Campinas: Alínea, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARELIM, Heraldo Viana. Pesquisa em Educação: a observação. Brasília: Plano Editora, 2003. SZYMANSKI, Heloisa (Org.). A entrevista na pesquisa em educação: A prática reflexiva. Brasília: LiberLivro, 2004. YIN, Robert K. Estudo de caso: Planejamento e métodos. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra COMPONENTE CURRICULAR EIXO DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV FD 100 PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA Estágio Curricular Supervisionado I, II e III, Núcleo de Estudos Interdisciplinares VI e Língua Inglesa - Avançado II - EMENTA Orienta e reflete acercada prática pedagógica, avaliando e diagnosticando o processo de ensinoaprendizagem, elaborando formas de intervenção pedagógica através da regência no ensino médio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estratégias para trabalhar com as quatro habilidades no ensino médio 2. Desenvolvimento da leitura e interpretação de textos 3. Reflexões sobre as políticas públicas referentes ao ensino de língua inglesa 4. O projeto de intervenção em sala 5. Propostas de avaliação BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEMT, 1999. (site: www.mec.gov.br) COSTA, D.N.M. das. Por que ensinar língua estrangeira na escola. S. Paulo: EPU/EDUC, 1987. HARMER, Jeremy. The Practice of English Language Teaching. Longman, 2001, 3rd edition. MEC. Desenvolvimento da educação no Brasil. Brasília, MEC, 1996. MURRIE, Zuleika F. Códigos e linguagens: diretrizes para o ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1996. WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991. PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores: unidade teoria e prática? 6.ªed. São Paulo: Cortez, 2005 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMORIM, Vanessa, MAGALHÃES, Vivian. Cem aulas sem tédio. Sugestões práticas, dinâmicas e divertidas para o professor de Língua Estrangeira. 9. ed. Porto Alegre: Instituto Padre Réus, 2003 ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. HARMER, Jeremy. How to teach English. England: Longman, 1998 UR, Penny & WRIGHT Andrew. Five – minutes’ activities. A resource book of short activities. England: Cambridge University Press, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.10. Acervo Bibliográfico do Curso O Colegiado do Curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas juntamente com a Direção do Departamento tem empreendido esforços no intuito de atualizar e expandir o acervo do Curso, considerando os critérios da atualização e das demandas evidenciadas ao longo do seu desenvolvimento. Este acervo é composto por obras de referência, livros, publicações, periódicos, e trabalhos acadêmicos. O acervo bibliográfico do curso está apresentado no Anexo II, através do Relatório do Pergamum. 3.9.11. Laboratórios do Curso Laboratório de Ensino (LABIN) O Laboratório de Língua Inglesa (LABIN) tem a finalidade de dar suporte ao ensino e aprendizagem de Língua Inglesa, aos cursos de extensão e de aperfeiçoamento da língua. Neste laboratório são ministrados componentes curriculares do curso de Letras, em especial aqueles que objetivam o desenvolvimento das competências e habilidades de falar, ouvir, ler e escrever com acuidade, precisão e desenvoltura em inglês. Nesse espaço constam recursos audiovisuais e um acervo de livros à disposição dos docentes e dos estudantes do curso. O LABIN dispõe de 5 (cinco) computadores, uma impressora LEXMARK, uma televisão de plasma 32, um aparelho para reproduzir DVD, um aparelho de som, um aparelho de data show, um notebook e seis fones de ouvidos e apostilas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra O laboratório dispõe do trabalho de dois monitores que auxiliam o público durante a utilização dos materiais disponíveis, viabilizam empréstimos e devoluções, auxiliam e acompanham os docentes durante as aulas, principalmente zelam pelo patrimônio e o bom funcionamento do laboratório. Abaixo quadro com acervo constituído de livros e audiviovisuais de Língua Inglesa. Tabela 27- Acervo de bibliografias e audiovisuais do LABIN Ordem LIVROS/ AUTOR- TITULO Exemplar 01 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary student’s book 10th printing, Cambridge University .2008. 15 02 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary student’s workbook 8th printing, Cambridge University .2007. 15 03 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary teacher’s book 4th printing, Cambridge University .2007. 02 04 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Preth Intermediate student’s book 7 printing, Cambridge University .2007. 15 05 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Preth Intermediate student’s workbook 7 printing, Cambridge University .2008. 15 06 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face PreIntermediate teacher’s book 4th printing, Cambridge University .2005. 02 07 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate student’s book 4th printing, Cambridge University .2007. 15 08 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face th Intermediate student’s workbook4 printing, Cambridge University .2007. 15 09 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate teacher’s book 3th printing, Cambridge University .2008. 02 10 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Upperth Intermediate student’s book. 4 printing, Cambridge University .2007. 15 11 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face UpperIntermediate student’s workbook Cambridge University .2007. 15 12 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Upperth Intermediate teacher’s book 4 printing, Cambridge University .2007. 04 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Ordem Exemplar LIVROS/ AUTOR- TITULO APOSTILAS/ AUTOR- TITULO 13 REAL, Learn English. Capitulo 1: introduction, welcome guide, earthquakes conversation, earthquake mini-story lesson, earthquake vocabulary lessons. LLC.2008 02 14 REAL, Learn English. Capitulo 2: Trip to Washington: Conversation, ministory lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 15 REAL, Learn English. Capitulo 3: The wedding Conversation, mini-story lesson, vocabulary l, LLC.2008esson. 02 16 REAL, Learn English Capitulo 4: Grateful dead: Converstion, lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 mini-story 02 17 REAL, Learn English Capitulo 5: Grandmother: lesson, vocabulary lesson, LLC.2008 mini-story 18 REAL, Learn English Capitulo 6: Hitchhiking in Europe: Converstion, ministory lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 19 REAL,Learn English Capitulo7: Moving as a child part 1: conversation, ministory, vocabulary,LLC.2008 02 20 REAL, Learn English Capitulo 8: Moving as a child part 2: conversation, ministory, vocabulary,LLC.2008 02 21 REAL, Learn English Capitulo 9: Parents: Conversation, mini-story lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 22 REAL, Learn English Capitulo 10: Burning man Conversation. mini-story lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 23 REAL, Learn English Capitulo 11: Ticket on the train Converstion, mini-story lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 24 REAL, Learn English Capitulo 12: New school year: conversation, new school year mini-story lesson, new school year vocabulary lesson, LLC.2008 02 25 REAL, Learn English Capitulo 13: Music festival part 1: Converstion, ministory lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 26 REAL, Learn English Capitulo 14: Music festival part 2: Converstion, ministory lesson, vocabulary lesson, LLC.2008 02 27 REAL, Learn English Capitulo 15: Assisted living: Converstion, mini-story lesson, vocabulary lesson,LLC.2008 02 28 REAL, Learn English Capitulo 16: Visit to San Francisco part 1: Converstion, mini-story lesson, vocabulary lesson, LLC.2008 02 29 REAL, Learn English Capitulo 17: Visit to San Francisco part 2: Conversation, mini-story,vocabulary lesson, LLC.2008 02 Converstion, 02 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Ordem LIVROS/ AUTOR- TITULO Exemplar CD/DVD AUTOR- TITULO 30 PESQUISAS especiais Barsa Society. São Paulo: Barsa, 1999. 1 disco a laser para computador 01 31 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementary Class Audio 3 Cds, Cambridge University Press.2005. ISBN052160338-2 02 32 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face preintermediate class Audio 3 CDs, Cambridge University Press, 2005. ISBN 052160339-0 02 33 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Upper Intermediate Class Audio 3 CDs, Cambridge University Press, 2007. ISBN 978052160341-6 02 34 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate Class Audio 3 CDs, Cambridge University Press, 2006. ISBN 052160340-4 02 35 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Intermediate and Upper Intermediate DVD, Cambridge University Press, 2007. ISBN 978052169167-3 02 36 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Elementare and Pre Intermediate DVD, Cambridge University Press, 2006. ISBN 052167317-8 02 37 TIMS Nicolas, REDSTON Chris & CUNNINNGHAM Gillie. Face2face Pre Intermediate and Elementary DVD, Cambridge University Press, 2006. ISBN 052167317-8 02 Fonte: Colegiado do Curso de Letras – Campus XXIII Baianidades e Cultura da Chapada (LLBCC) O Laboratório de Pesquisa em Literatura, Lingüística, Baianidades e Cultura da Chapada (LLBCC) visa ser um espaço de produção de conhecimentos sobre a Bahia e as especificidades da Chapada Diamantina a partir dos aportes teóricos dos Estudos Lingüísticos e Literários. A produção científica objetiva a catalogar, descrever e analisar dados da memória, identidade e representações culturais da Bahia como um todo e da Chapada Diamantina em particular, materializados através da língua e da literatura. A implantação do LLBCC se constitui em uma primeira ação da criação do Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Literatura, Lingüística, Baianidades e Cultura da Chapada Diamantina, cujo projeto ainda está em fase de elaboração. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra O Laboratório de Pesquisa atende aos bolsistas que atuam nas pesquisas de Literatura, Lingüística e dos aspectos sócio-cultural da Bahia e mais especificamente da Chapada Diamantina. Os monitores desenvolvem nesse espaço as pesquisas relacionadas com a literatura baiana, lingüística e cultura, tendo a sua disposição um acervo bibliográfico. Esse laboratório possui 05 computadores, uma impressora LEMARK. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.9.12. Avaliação do Ensino e da Aprendizagem O processo de avaliação do ensino e aprendizagem do curso de Língua Inglesa vem ocorrendo de forma continuada e sistemática, não só através dos mecanismos avaliativos quantitativos delineados pela LDB 9394/96 e as legislações específicas, mas também em relação à qualidade do aprendizado, por que existe a preocupação não apenas em formar profissionais que tenham domínio de conteúdo, mas também cidadãos preocupados com a qualidade no exercício da profissão. O processo avaliativo do ensino e da aprendizagem dos estudantes do Campus XXIII acontece, também, através dos projetos de extensão, dos trabalhos de monitoria, em projeto como o Conversation For All e Power Mind, onde o aluno de Língua Inglesa coloca em prática o seu aprendizado e tem o acompanhamento do Coordenador e dos demais professores do Curso. Durante o Curso o corpo docente se utiliza dos diversos mecanismos de avaliação qualitativa e quantitativa, como seminários, oficinas, mesas redondas, produções orais e escrita e da própria prática de regência, contidos no Regimento Geral da Instituição. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.10. PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO A formação acadêmica do estudante se estrutura no processo de aprendizagem em que a Universidade possibilita experiências através de projetos de ensino, pesquisa e extensão. Portanto, o ensino se completa na interação necessária com as outras duas atividades, pesquisa e extensão. É por isso que o Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias- DCHT XXIII tem a preocupação de oferecer projetos que contemplem as três vertentes, onde o aluno possa atuar como sujeito, no desenvolvimento dos projetos ou como sujeito construtor do conhecimento. A pesquisa investiga, reflete e debate sobre diversos assuntos correspondentes à área de formação, permitindo um processo de reconstrução contínuo. Mas o conhecimento elaborado na Universidade não é o único. Existem outras formas de construir conhecimento, a partir de um contato direto com a realidade e o contato com diferentes segmentos sociais. Dessa maneira as atividades de extensão são articuladoras da pesquisa e do ensino e possibilitam a convivência com grupos alijados de participação real nos processos sociais. Os resultados das pesquisas são divulgados em congressos e eventos acadêmicos e embasam o trabalho cotidiano de ensino, nas abordagens em sala de aula, nas orientações para as pesquisas que culminam nos seminários interdisciplinares semestrais, apresentados pelos discentes como requisitos para a conclusão dos seus respectivos semestres, bem como nos Trabalhos de Conclusão de Curso. A seguir destaca-se dois projetos que vêm sendo desenvolvidos há algum tempo com os estudantes da universidade, bem como, com os alunos da rede municipal de ensino e pessoas da comunidade externa. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Power Mind- O projeto foi implantado pela professora Anna Karyna Torres Côrtes, com o objetivo de efetivar um curso de Língua Inglesa acessível aos moradores da zona urbana e rural de Seabra, com dois monitores, estudantes do Curso com proficiência na Língua , o curso oferece o aprendizado básico para criança e adolescentes. Entre 2008 e 2009 atendeu a dezoito cursistas, possibilitando um primeiro contato com a língua Inglesa. Nesse momento o projeto possui uma parceria com a prefeitura municipal que manifestou o interesse em desenvolver a língua inglesa nas séries iniciais, neste ano, o projeto será implantado nas turmas do 5.º ano da rede municipal. O projeto funciona em duas vertentes, capacitando professores da rede municipal e alunos da comunidade externa e interna da UNEB. Conversation For All - Projeto coordenado desde 2009, pelo Professor Bóris de Araújo Dias, onde a comunidade pode exercitar e desenvolver a língua inglesa. O impacto na sociedade foi imediato. O Conversation utiliza um material gratuito fornecido pela PROEX e tem sua carga horária desenvolvida para 4 anos com níveis semestrais, o objetivo é a prática do desenvolvimento da oralidade utilizando-se da conversação em ambiente real. O público alvo são alunos das escolas públicas, e pessoas que querem aprender um idioma. No quadro 7 encontra-se elencados os trabalhos desta natureza desenvolvidos pelo corpo docentes do Campus XXIII. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 7 - Projetos de Extensão Desenvolvidos/Programados Pelo Departamento Projeto Objetivo Responsável Público Beneficiado Fase Período P E C Tópicos do Inglês Básico ao Avançado Familiarizar os discentes com as estruturas básica, intermediária e avançada do inglês, mediante as habilidades de fala, audição, leitura e escrita, as quais são os elementos fundamentais para o processo de aprendizagem de uma língua estrangeira. Cássio Jânio Santos Silva Comunidade acadêmica e externa 2005 - - X Phonetic and phonology: Prosody, Ortoepy and Paragoge Promover conhecimentos nas áreas de fonética e fonologia de língua inglesa. Anna Karyna Torres Côrtes Alunos de língua inglesa que ainda não têm um pleno domínio do idioma. 2008 - - X Power Mind Promover incentivos educacionais aos alunos de Língua Estrangeira, visando melhorias significativas na aquisição da segunda língua. Anna Karyna Torres Côrtes Comunidade acadêmica 2008 - 2012 - X - Conversation for all Dar ao falante de língua inglesa agilidade nas construções orais com base na real utilização para a prática cotidiana do idioma; inserir Updated Conversation como prática diária; realizar um grande “Conversation Meeting” . Bóris de Araújo Dias Comunidade acadêmica e externa 2012 - X - Fonte: NUPE/DCHT - Campus XXIII LEGENDA: P - Planejamento E - Execução C - Conclusão UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 8 - Projetos de Ensino Desenvolvidos/Programados pelo Departamento no Período 2009 À 2012 Projeto LABIN ( Laboratório de língua Inglesa) Objetivo Promover a melhoria do ensino de Língua Inglesa; promover atividades culturais e educacionais; promover curso de formação e aperfeiçoamento para docentes de Língua Inglesa; incentivar a pesquisa, o estudo e a divulgação da literatura em língua inglesa. Fonte: NUPE/DCHT - Campus XXIII LEGENDA: P - Planejamento E - Execução C - Conclusão Responsável Anna Karyna Torres Côrtes Público Beneficiado Comunidade acadêmica e externa Fase Período 2012 P E C - X - UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.11. QUALIDADE ACADÊMICA DO CURSO O Curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas cumpre relevante papel social na Chapada Diamantina ao formar professores para atuarem no Ensino Fundamental e Médio. Esses níveis de ensino apresentavam em 2009, um total de 92.221 matrículas (Censo/2010), entretanto, apesar da carência de profissional com formação em língua inglesa para atender essa população, o número de inscritos nos processos seletivos não eram expressivo, o que contribuiu também para a suspensão temporária do curso. A seguir tabelas 27 e 28 com a oferta de vagas até 2008. Tabela 28 - Evolução da matrícula do vestibular – relação candidato/vaga Turno Vespertino Inscritos no curso Ano Optante Vagas Negros Indígenas Não Optante 2005 8 - 16 2006 22 - 2007 9 - Optante Concorrência Indígenas Não Optante 10 - 15 20 10 - 17 10 - Negros Optante Indígenas Não Optante 0,80/1 - 1,07/1 15 2,20/1 - 1,33/1 15 0,90/1 - 1,13/1 Negros Fonte: PROGRAD/GESEDI Tabela 29 - Evolução da matrícula do vestibular – relação candidato/vaga Turno Noturno Inscritos no curso Ano Optante Vagas Negros Indígenas Não Optante 2005 18 - 31 2006 21 - 2007 29 2008 9 Optante Concorrência Indígenas Não Optante 10 - 15 25 10 - - 35 10 1 20 10 Negros Optante Indígenas Não Optante 1,80/1 - 2,07/1 15 2,10/1 - 1,66/1 - 15 2,90/1 - 2,33/1 01 14 0,90/1 0,80/1 1,45/1 Negros Fonte: PROGRAD/GESEDI De acordo com o Censo da Educação Superior de 2007, o número de alunos graduados nos cursos superiores de formação específica de professores vem caindo gradativamente, as reduções mais preocupantes ocorreram entre as disciplinas obrigatórias, como Letras (-10%), Geografia (-9%), Química (-7%) e Filosofia (-5%). UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A falta de interesse pelos cursos de licenciatura pode estar ligada à desvalorização da profissão e aos baixos salários. Tabela 30 - Demonstrativo da situação do aluno - Formas de ingresso Período: 2005 a 2008 Ano Vestibular 2005 39 Portador de Diploma - 2006 36 2007 2008 Transferência Externa Transferência Interna Transferência Ex-Ofício - - - - - - 36 30 - - - - 30 15 - - - - 15 - Total Total 39 120 Fonte: Secretaria Acadêmica do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXIII Tabela 31 - Demonstrativo da situação do aluno - Formas de saída Período: 2005 a 2011 Ano / Concluintes Abandonos Transferências Desistências formalizadas Total 2005.2 - - - - - 2006.1 - 08 - 02 10 2006.2 - - - 01 01 2007.1 - 06 - 01 07 2007.2 - 01 - - 01 2008.1 - 02 - - 02 2008.2 - 03 - - 03 2009.1 - 05 02 - 07 2009.2 - 02 01 - 03 2010.1 - 04 02 - 06 2010.2 18 08 - - 26 2011.1 03 05 - - 08 2011.2 01 - - 01 02 Semestre Total Fonte: Secretaria Acadêmica do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXIII 76 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra A tabela 31 mostra um número significativo de abandonos, entretanto, a evasão nas universidades públicas brasileiras, sobretudo nos cursos de licenciatura, apresentase como um grande problema a ser solucionado em virtude dos recursos humanos e financeiros investidos. O perfil dos alunos brasileiros que chegam ao ensino de nível superior ainda reflete a demanda reprimida que durante alguns anos o Brasil não foi capaz de atender. O estudante universitário é mais velho que a faixa etária ideal, entre 18 a 24 anos, e por questões de ordem socioeconômica, a maioria deles primeiro trabalha para depois procurar a graduação no ensino superior. No Curso de Letras do Campus XXIII, as possíveis causas da evasão assemelha-se a tal afirmativa, geralmente o estudante do curso de Letras é um trabalhador, a entrada de estudantes sem afinidade com o curso, dificuldades financeiras em manter-se, uma vez que existem alunos de outras cidades circunvizinhas. O Colegiado do curso vem desenvolvendo algumas estratégias com a finalidade de reduzir a evasão no curso, mesmo considerando que ela é um somatório de vários fatores. A instituição vem promovendo estratégias para garantir a permanência dos graduandos com dificuldades através de programas de assistência estudantil com oferta de bolsa auxílio, quais sejam alimentação, moradia ou custeio de recursos didáticos através de processo seletivo, estágios nos setores do Departamento, participação em monitorias de ensino, projetos de pesquisa e extensão. Outras atividades articuladas pelo Colegiado de Curso é a realização de colóquios nas salas de aula para apresentar e discutir a importância do estudante de Letras, a fim de que os ingressantes possam conhecer e se interessar mais pela profissão e o oferecimento de cursos de extensão, objetivando a melhoria da fluência auditiva e oral dos estudantes do curso, entretanto, essa ação não foi suficiente para atender as necessidades de muitos discentes, pois, a maioria trabalhava e não podia participar dos cursos, optando então por desistir do curso em virtude das dificuldades encontradas. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Tabela 32 - Demonstrativo do índice de freqüência, aprovação e reprovação discente Período 2005 a 2011 Índice de aprovação Índice de reprovação Índice de frequência (IA) (IR) (IF) 2005.2 72,2 27,8 78,9 2006.1 96,4 3,6 97,5 2006.2 80,3 19,7 82,6 2007.1 95,3 4,7 93,4 2007.2 91,9 8,1 90,5 2008.1 91,7 8,3 91,0 2008.2 88,2 11,8 87,0 2009.1 85,7 14,3 87,3 2009.2 76,7 23,3 85,6 2010.1 89,1 10,9 87,1 2010.2 99,1 0,9 98,6 2011.1 91,7 8,3 96,1 2011.2 89,8 10,2 97,5 Ano/semestre Fonte: Secretaria Acadêmica do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXIII Tabela 33 - Demonstrativo dos concluintes e previsão de conclusão Concluintes Previsão Ano 1º Sem. 2º Sem. Total 1º Sem. 2º Sem. Total 2010 - 18 18 - - - 2011 03 01 04 - - - 2012 - - - - 19 19 2013 - - - 25 - 25 Fonte: Secretaria Acadêmica do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT - Campus XXIII. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.12. CARACTERIZAÇÃO DOCENTE O corpo docente do curso de Letras - Língua Inglesa e Literaturas é composto por vinte professores, dos quais três possui doutorado concluído e três em curso, sete com mestrado concluído e dois em curso e cinco com especialização. A tabela 34 mostra que mais de 50% do corpo docente está qualificado ou em processo de qualificação em nível de mestrado e doutorado, contribuindo para a elevação do desempenho acadêmico do curso, tanto no ensino quanto na pesquisa. O Departamento tem incentivado seus docentes a se qualificarem, principalmente, aqueles que ainda não possuem pós-graduação em nível de mestrado e doutorado. Tabela 34 – Resumo da qualificação dos docentes do Curso de Letras, Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, Campus XXIII – Seabra, 2012. PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO % % % % % % Nº docente Em curso Nº docente Completo Nº docente Em curso Nº docente Completo Nº docente Em curso Nº docente Completo TOTAL DOUTORADO Nº docente CARGA HORÁRIA MESTRADO % 20 HORAS 02 10% 0 0 02 10% 01 5% 01 5% 01 5% 07 35% 40 HORAS 02 10% 0 0 05 25% 01 5% 02 10% 01 5% 11 55% D.E. 01 5% 0 0 0 0 0 0 0 0 01 5% 02 10% TOTAL 05 25% 0 0 07 35% 02 10% 03 15% 03 15% 20 100,0 Fonte Colegiado do Curso de Letras do Campus XXIII, 2012 A tabela acima demonstra também as condições jurídicas do regime de trabalho dos docentes do curso. A maioria dos professores possui carga horária de 40 horas semanais (55%), em número menor os docentes que possuem 20 horas (35%) e (10%) com dedicação exclusiva. Esses dados evidenciam uma relativa estabilidade das condições de trabalho do quadro geral dos professores, permitindo o UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra atendimento às atividades básicas do ensino e o desenvolvimento da pesquisa e extensão. A política de capacitação e formação docente se encontra consolidada e institucionalizada na UNEB, através da Resolução CONSU Nº 462/2007 que fixa critérios e condições para acompanhamento e controle de afastamento de docente para cursos de pós-graduação em mestrado, doutorado e pós-doutorado; da Resolução CONSU nº 368/2006 que estabelece critérios e procedimentos para avaliação de desempenho acadêmico dos docentes para fins de promoção e progressão na carreira do magistério superior e da Resolução do CONSU nº 230/2003 que estabelecem diretrizes e critérios para concessão de Licença Sabática. O quadro a seguir, apresenta os docentes do curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas discriminando a titulação, vínculo institucional, regime de trabalho e experiência acadêmica. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 9 - Docentes do curso Regime de trabalho Qualificação Docente Anna Karyna Torres Côrtes Adelino Pereira dos Santos Boris de Araújo Dias Cássio Jânio dos Santos Silva Componente Curricular que leciona - Estágio Curricular Supervisionado I, II, III e IV - Panorama da Produção Literária: da Origem até a Modernidade - Estudos Fonéticos e Fonológicos I, II e III - Língua Inglesa Instrumental - Núcleo de Estudos Interdisciplinares I, II e IV - Estudo Comparativo da Literatura de Língua Inglesa e Língua Materna - Panorama da Produção Literária: da Origem até a Modernidade - Língua Inglesa - Intermediário II - Língua Inglesa - Avançado I - Núcleos de Estudos Interdisciplinares III - Estudos Contemporâneos em Língua Inglesa I e II - Análise Literária - Língua Inglesa - Básico I e II - Língua Inglesa - Intermediário I Forma de ingresso Experiência docente Experiência profissional Graduação Pós-graduação 20 h 40 h D.E. C S Licenciatura em Nutrição e Dietética / UNEB-BA /1995 Bacharelado em Língua EstrangeiraLíngua Inglesa / UFBA / 2003 Especialização em Ensino da Língua Inglesa / UNIFACS-BA /2005 - X - X - 6 anos 25 anos Licenciatura em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Literaturas / UNEB / 1998 Doutorando em Letras e Linguística / UFBA Mestrado em Letras e Linguística / UFBA / 2007 Especialização em Estudos Linguísticos: Leitura e Produção de Textos / UNEB / 2001 - X - X - 07 anos 16 anos Licenciatura de Letras: habilitação Português e Inglês com as respectivas Literaturas / UCSAL / 2004 Mestrando em Educação e Contemporaneidade / UNEB Especialização em Políticas de Pedagógico: Currículo, Didática e Avaliação / UNEB / 2007 - X - - X 09 anos 07 anos Licenciatura em Letras, habilitação em Língua Inglesa / UNEB /1998 Doutorando em Desenvolvimento Regional e Urbano / UNIFACS Mestrado em Desenvolvimento Regional e Urbano / UNIFACS /2010 Especialização em Metodologia do Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação / UNEB / 2003 Especialização em Língua Inglesa / UNIFACS / 2004 - - X X - 07 anos 08 anos UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Regime de trabalho Qualificação Docente Componente Curricular que leciona Graduação Clebemilton Gomes do Nascimento - Núcleo de Estudos Interdisciplinares V e VI - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I e II Cleber Nogueira Aleluia de Souza - Língua Inglesa - Intermediário III - Língua Inglesa - Avançado I, II e III Cristiane Andrade Santos - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso I Cristina de Araújo Ramos Reis - Tópicos de Língua Brasileira de Sinais Daniel Cirqueira Baiardi - Estudos Filosóficos Licenciatura em Letras com Língua Inglesa / UFBA / 1995 Licenciatura em Letras com Inglês / Universidade Jorge Amado / 2005 Licenciatura em Letras Vernáculas com Inglês / UCSAL / 1987 Graduação em Psicologia / UFBA / 1991 Licenciatura em Pedagogia com Habilitação em Magistério para Defic. / Universidade Metodista de Piracicaba / UNIMEP / 2001 Bacharelado em Filosofia. / USP / Brasil / 2005 Eduardo Boaventura de Souza - Aspectos Psicofilosóficos que fundamentam o Ensino de Língua Inglesa - Língua Portuguesa Instrumental Licenciatura em Filosofia / UFBA / 1998 Iranice Carvalho da Silva - TCC - Trabalho de Conclusão de Curso II Licenciatura em Pedagogia / UNEB / 1993 Izanete Marques Souza - Aspectos Históricos e Culturais em Língua Inglesa - Leitura e Produção textual - Estudos Linguísticos I Licenciatura em Língua Pot. e Literatura / UNEB / 1998 Pós-graduação Mestrado em Estudos Interdisciplinares Sobre Mulheres, Gênero e Feminismo / UFBA / 2010 Especialização em Metodologia e Prática de Ensino em Gênero / UFBA / 2005 Especialização em Língua e Literatura Vernáculas / UFBA / 1999 Especialização em Língua Inglesa / UNIFACS / 2008 Mestrado em Administração / UFBA / 2006 Especialização em Saúde do Trabalhador / UFBA / 2000 Mestranda em Ciência da Educação / UTIC Especialização em Educação Inclusiva / FASB / 2009 Especialização em Educação Infantil / UNEB / 2006 Especialização em Metodologia do Ensino Superior / Faculdade Integrada Olga Mettig / 2003 Mestrado em Filosofia / USP / 2008 Doutorado em Educação / UFBA / 2008 Mestrado em Filosofia / UFBA / 2005 Doutorado em Educação / UFRGS / 2010 Mestrado em Educação / UFRGS / 2003 Especialização em Psicopedagogia / UFBA / 1995 Especialização em Língua Portuguesa: Gramática / UEFS / 2001 Forma de ingresso Experiência docente Experiência profissional - 06 anos 06 anos X - 08 anos 08 anos - - X 08 anos 08 anos - - X - 04 anos 13 anos X - - X 03 anos 15 anos - X - 08 anos 08 anos 20 h 40 h D.E. C S - X - X - X - - X X - X - X - X - 15 anos 19 anos X - - - X 05 anos 17 anos UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Regime de trabalho Qualificação Docente Componente Curricular que leciona Graduação Maria Eunice rosa de Jesus - Aspectos Históricos e Culturais da África Silva e da Diáspora Mauricio José Souza Amorim Miriam Barreto de Almeida Moacir da Silva Cortes Junior Ricardo Tupiniquim Ramos Tânia Cristina de Melo Figueiredo - Prática de Tradução - Produção do Texto Oral e Escrito - Linguística Aplicada ao Ensino de Língua inglesa I e II - LSP - Ensino de Língua Inglesa para Fins Específicos - Estudos da Morfossintaxe da Língua Inglesa I e II - Estudos Comparativos Linguísticos - Novas Tecnologias Aplicadas ao Ensino de Língua e Literatura da Língua inglesa - Aspectos Históricos e Culturais em Língua Materna - Estudos Linguísticos II Licenciatura em Língua Port. e Literatura de Língua Portuguesa / UNEB / 1997 Licenciatura em Letras, Habilitação em Língua Inglesa / UFBA / 1995 Licenciatura em Língua Port. e Literaturas de Língua Portuguesa / UEFS / 1984 Licenciatura em Letras com Habilitação em Língua Inglesa / UNIFACS / 2001 - Teoria literária em Língua Inglesa e Língua Materna - Tópicos de Tradução Licenciatura em Letras Vernáculas com Inglês / UCSAL / 1996 - Compreensão e Produção Oral - Estudos Contemporâneos da Literatura em Língua Inglesa Licenciatura em Letras / UCSAL / 1992 Pós-graduação Mestrado em Educação e Contemporaneidade / UNEB / 2006 Especialização em Planejamento Educacional / UNIVERSO / 1999 Especialização em Roteiro para Televisão e Vídeo / Faculdade Jorge Amado / 2000 Especialização em Metodologia do Ensino Superior em Educação, Pesquisa e Extensão / UNEB / 1997 Mestrado em Ciências da Educação / ULHT, Portugal / 2007 Especialização em Supervisão Escolar / UEFS / 1999 Doutorando em Língua Cultura / UFBA Mestrado em Letras e Linguística / UFBA / 2006 Especialização em Gramática e Texto / UNIFACS / 2003 Doutorado em Letras e Linguísticas / UFBA / 2008 Mestrado em Letras e Linguística / UFBA / 1999 Mestrado em Letras / UFRJ / 2000 Especialização em Alemão / Goethe-Institut, GI, Brasil/ 1995 Especialização em Inglês / Escola Baihana de Expansão Cultural / 1977 Forma de ingresso Experiência docente Experiência profissional 20 h 40 h D.E. C S - X - X - 07 anos 12 anos - - X X - 08 anos 13 anos - X - - X 09 anos 13 anos - X - X - 06 anos 06 anos - X - X - 15 anos 15 anos X - - - X 19 anos 21 anos UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Regime de trabalho Qualificação Docente Componente Curricular que leciona Forma de ingresso Experiência docente Experiência profissional Graduação Pós-graduação 20 h 40 h D.E. C S Valtir Maria de Oliveira - Políticas e Organização dos Sistemas de Ensino Licenciatura em Pedagogia / UNEB / 2001 Especialização em Política do Planejamento Pedagógico / UNEB / 2003 Especialização em Língua Portuguesa: Textos / UEFS / 2003 X - - - X 05 anos 05 anos Vilma Maria dos Santos Reis - Estudos Sócios Antropológicos no Ensino de Língua Inglesa Bacharelado em Ciências Sociais / UFBA / 2001 Licenciatura em Ciências Sociais / UFBA / 1999 Mestrado em Ciências Sociais / UFBA / 2005 X - - - X 13 anos 13 anos Fonte: Colegiado do Curso de Pedagogia – Campus XXIII – Seabra UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra Quadro 10 – Produção científica dos docentes do curso de Letras – Língua Inglesa e Literaturas Docente Anna Karyna Torres Cortes Tipo de Produção Um olhar incomodado: Uma discussão sobre a formação de Professores de Língua Inglesa Methodology of communication for the teaching of English Cássio Jânio dos Santos Silva language in state school. The social roler for the teching of English language in state schools. Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias - Campus XXIII. Produções dos Docentes Anais do I Seminário de Formação de Professores e Ensino de Língua Inglesa. Vol1, 20111-18 a 20de abril de 2011. São Cristovão/SE Purais- Revista Multidisciplinar da UNEB, v.01, p214-223,2010. SEARA (Salvador online), v.01.p-01-10.2010. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra 3.12.1. Regime de Trabalho e Plano de Carreira O trabalho docente da Universidade do Estado da Bahia é regido pela Lei nº 8.352/02 e pelo Estatuto do Magistério, Cap. V, Art. 16 a 21. Pela citada lei, o professor pode ter sua carga horária de trabalho, assim distribuída: - Professor de 20 horas: tempo mínimo e máximo em sala de aula, oito e dez horas semanais, respectivamente. - Professor de 40 horas: tempo mínimo e máximo em sala de aula, doze e dezesseis horas semanais, respectivamente. - Professor Dedicação Exclusiva: cumprimento da mesma carga horária do professor de 40 horas, caso não esteja desenvolvendo atividades de pesquisa. Esta carga horária ainda poderá ser reduzida para o mínimo de oito horas semanais, se comprovada a realização de pesquisa ou extensão, com liberação do Departamento ao qual o professor esta vinculado. Através de concurso público, os professores ingressam no quadro de docentes da Universidade, nas condições prescritas pelo Estatuto do Magistério, em seu cap. IV, artigos 9 a 10, o que é fielmente seguido pela UNEB. 3.12.2 Remuneração docente Em 2009, a remuneração dos docentes da UNEB sofreu reajuste, aprovado através de lei, conforme pode ser observado na tabela salarial apresentada a seguir. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias Colegiado do Curso de Letras Campus XXIII - Seabra VANTAGENS 70% CET 6,9% - gratificação de estímulo às atividades de classe 20% - incentivo funcional (especialização) 40% - incentivo funcional (mestrado) 60% - incentivo funcional (doutorado) 10 % - incentivo à produção científica OBSERVAÇÃO Para efeito dos cálculos das vantagens, toma-se como base o salário da tabela do nível A e do nível B.