Projeto Pedagógico do Curso de Agronomia Sumário 1. DA MANTENEDORA ....................................................................................................................... 9 2. DA INSTITUIÇÃO ............................................................................................................................. 9 2.1. Missão, Visão e Valores .......................................................................................................10 2.1.1. Missão ...............................................................................................................................10 2.1.2. Visão ..................................................................................................................................10 2.1.3. Valores ..............................................................................................................................10 2.2. Contextualização ...................................................................................................................10 2.2.1. Inserção regional ..........................................................................................................12 2.3. Responsabilidade social .....................................................................................................14 2.3.1. Educação Inclusiva.......................................................................................................14 2.3.2. Educação das Relações Étnico-Raciais .................................................................15 2.3.3. Políticas de Educação Ambiental............................................................................16 2.3.4. Direitos Humanos.........................................................................................................16 3. DO CURSO.........................................................................................................................................19 3.1. Organização Didático-Pedagógica .............................................................................19 3.1.1. A interdisciplinaridade...............................................................................................21 3.1.2. A Transversalidade .....................................................................................................22 3.1.3. Justificativa de oferta do curso ................................................................................23 3.1.4. Políticas institucionais no âmbito do curso .......................................................28 3.1.5. Concepção do curso .....................................................................................................30 3.1.6. Objetivos do curso........................................................................................................32 3.1.7. Perfil profissional do egresso ..................................................................................40 3.1.7.1. Estrutura Curricular .............................................................................................45 Disciplina: Bioquímica Básica ..................................................................................................51 Disciplina: Botânica I ...................................................................................................................52 Disciplina: Fundamentos Acadêmicos ..................................................................................52 Disciplina: Introdução à Agronomia ......................................................................................53 Disciplina: Leitura e Interpretação de Textos ....................................................................53 2º PERÍODO .....................................................................................................................................54 Disciplina: Botânica II..................................................................................................................54 Disciplina: Cálculo.........................................................................................................................55 Disciplina: Ecologia e Meio Ambiente ...................................................................................55 Disciplina: Física Básica ..............................................................................................................56 Disciplina: Genética Aplicada à Agronomia ........................................................................57 Disciplina: Metodologia Científica ..........................................................................................57 Disciplina: Microbiologia ...........................................................................................................58 3º PERÍODO .....................................................................................................................................59 Disciplina: Cálculo Aplicado à Agronomia ...........................................................................59 Disciplina: Climatologia e Agrometereologia .....................................................................60 Disciplina: Desenho Técnico Aplicado ..................................................................................60 Disciplina: Fisiologia Vegetal ....................................................................................................61 Disciplina: Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos ........................62 Disciplina: Química Geral ...........................................................................................................62 4º PERÍODO .....................................................................................................................................64 Disciplina: Estatística ..................................................................................................................64 Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas .....................................................64 Disciplina: Mecânica e Mecanização Agrícola ....................................................................65 BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole. .......................................65 Disciplina: Microbiologia do Solo ...........................................................................................65 Disciplina: Química Orgânica....................................................................................................66 Disciplina: Zootecnia I .................................................................................................................67 5º PERÍODO .....................................................................................................................................67 Disciplina: Estudos Filosóficos e Sociológicos ...................................................................67 Disciplina: Manejo e Conservação do Solo e da Água......................................................68 Disciplina: Nutrição Animal ......................................................................................................69 Disciplina: Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos ..............................................70 Disciplina: Tecnologia e Produção de Sementes ...............................................................70 Disciplina: Topografia e Georreferenciamento .................................................................71 6º PERÍODO .....................................................................................................................................72 Disciplina: Entomologia I ...........................................................................................................72 Disciplina: Estudos Antropológicos e Políticos .................................................................73 Disciplina: Fitopatologia I ..........................................................................................................73 Disciplina: Práticas em Engenharia Agrícola......................................................................75 Disciplina: Zootecnia II ...............................................................................................................76 7º PERÍODO .....................................................................................................................................76 Disciplina: Economia Agrícola .................................................................................................76 Disciplina: Entomologia II..........................................................................................................77 Disciplina: Estágio Supervisionado I .....................................................................................78 Disciplina: Fitopatologia II ........................................................................................................78 Disciplina: Grandes Culturas II ................................................................................................79 Disciplina: Melhoramento de Plantas ...................................................................................80 Disciplina: Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal ................................................80 8º PERÍODO .....................................................................................................................................81 Disciplina: Estágio Supervisionado II ....................................................................................81 Disciplina: Fruticultura ...............................................................................................................82 Disciplina: Hidráulica, Irrigação e Drenagem ....................................................................82 Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I .............................................83 Disciplina: Tecnologia de Alimentos .....................................................................................84 9º PERÍODO .....................................................................................................................................84 Disciplina: Construções Rurais ................................................................................................84 Disciplina: Estágio Supervisionado III ..................................................................................85 Disciplina: Forragicultura e Pastagem ..................................................................................85 PIRES, Wagner. Manual de pastagem: formação, manejo e recuperação. Viçosa, MG: Aprenda Fácil .........................................................................................................................86 Disciplina: Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários .....................................86 Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II ...........................................87 Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso .......................................................................88 10º PERÍODO ..................................................................................................................................88 Disciplina: Estágio Supervisionado IV ..................................................................................88 Disciplina: Gestão Ambiental na Agricultura .....................................................................89 3.1.8. Metodologia ....................................................................................................................96 3.1.9. Estágio Curricular Supervisionado ........................................................................98 3.1.10. Atividades Complementares .............................................................................. 105 3.1.11. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC .......................................................... 106 3.1.12. Apoio ao discente .................................................................................................... 107 3.1.12.1. Acesso e seleção ................................................................................ 107 3.1.12.2. Programas de apoio pedagógico e financeiro .................................... 109 3.1.12.3. Monitoria ........................................................................................... 111 3.1.12.4. Estímulos à permanência ................................................................... 112 3.1.12.5. Apoio para atividades acadêmicas, técnicas, culturais e mecanismos de divulgação da produção discente ...................................................................... 112 3.1.12.6. Organização estudantil ...................................................................... 113 3.1.12.7. Acompanhamento de egressos........................................................... 113 3.1.12.8. Ouvidoria ........................................................................................... 113 3.1.12.9. Coordenação do curso ....................................................................... 114 3.1.12.10. Secretaria ......................................................................................... 114 3.1.13. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso ........................ 115 3.1.14. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso................................................... 117 3.1.15. Tecnologias de Informação e comunicação – TIC’s ................................... 118 3.1.16. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino e aprendizagem ...................................................................................................................................................... 118 3.1.17. Número de vagas..................................................................................................... 120 3.2. Corpo Docente..................................................................................................................... 120 3.2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE .......................................... 120 3.2.2. Atuação do(a) Coordenador(a) ............................................................................ 121 3.2.3. Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica do(a) Coordenador(a) ......................................................................................................... 122 3.2.4. Regime de trabalho do(a) Coordenador(a) do curso .................................. 123 3.2.5. Titulação do corpo docente do curso................................................................. 123 3.2.6. Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores ............. 124 3.2.7. Regime de trabalho do corpo docente do curso ............................................ 124 3.2.8. Experiência profissional do corpo docente ..................................................... 124 3.2.9. Experiência de magistério superior do corpo docente ............................... 125 3.2.10. Funcionamento do colegiado do curso ........................................................... 126 3.2.11. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica .............................. 127 3.3. Infraestrutura ...................................................................................................................... 128 3.3.1. Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI ................. 128 3.3.2. Espaços de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos ...................................................................................................................................................... 128 3.3.3. Sala de professores ................................................................................................... 128 3.3.4. Salas de aula ................................................................................................................ 129 3.3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática ..................................... 129 3.3.6. Biblioteca ...................................................................................................................... 129 3.3.6.1. Bibliografia complementar .................................................................. 129 3.3.6.2. Periódicos especializados .................................................................... 129 3.3.7. Laboratórios didáticos especializados .............................................................. 130 3.3.7.1. Laboratórios didáticos especializados – qualidade.............................. 155 3.3.7.2. Laboratórios didáticos especializados – serviços ................................ 157 3.4. Requisitos Legais do Curso ............................................................................................ 157 3.4.1. Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN’s ...................................................... 157 3.4.2. Diretrizes nacionais para a educação dos direitos humanos ................... 161 3.4.3. Proteção dos direitos das pessoas com transtorno do espectro autista ...................................................................................................................................................... 161 3.4.4. Titulação corpo docente ......................................................................................... 161 3.4.5. Núcleo Docente Estruturante – NDE .................................................................. 161 3.4.6. Carga horária mínima, em horas – curso de bacharelado ......................... 162 3.4.7. Tempo de integralização ........................................................................................ 162 3.4.8. Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida .................................................................................................................................... 162 3.4.8.1. Pessoas com Mobilidade Reduzida ..................................................... 162 3.4.8.2. Para pessoas com Deficiência Visual (Cegueira) ................................ 162 3.4.8.3. Para pessoas com Deficiência Visual (Baixa Visão) ........................... 163 3.4.8.4. Para pessoas com Deficiências Auditivas (surdez ou baixa audição) . 163 3.4.9. Língua Brasileira de Sinais – Libras ................................................................... 164 3.4.10. Informações acadêmicas ...................................................................................... 164 3.4.11. Políticas de educação ambiental ....................................................................... 164 4. DOS ANEXOS ................................................................................................................................ 165 4.1. Anexo I – Regulamento do Estágio Supervisionado ............................................. 165 AVALIAÇÃO DO SUPERVISOR DE CAMPO DE ESTÁGIO ............................................. 172 AVALIAÇÃO DO ORIENTADOR DE ESTÁGIO - FACULDADE ..................................... 173 4.2. Anexo II – Regulamento das Atividades Complementares ................................ 176 4.3. Anexo III – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ............ 178 4.4. Anexo IV – Regulamento da Monitoria ...................................................................... 181 4.5. Anexo V – Regulamento do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI ................... 183 1. DA MANTENEDORA Mantenedora: Instituto FACEB Educação CNPJ: 03.099.921/0001-41 Endereço: BR 262, Km 480, Zona Rural, Bom Despacho/MG, Caixa Postal 160. CEP: 35.600-000 Natureza Jurídica: Privada sem fins lucrativos Mantida: Faculdade Alis de Bom Despacho Telefone: (37) 3521-9550 Fax: (37) 3521-9595 e-mail: [email protected] site: www.faculdadealis.com.br/bomdespacho O Instituto FACEB Educação é o mantenedor da Faculdade Alis de Bom Despacho, sendo entidade sem fins lucrativos, de direito privado, com sede e foro na cidade de Bom Despacho, à BR 262, Km 480, Estado de Minas Gerais. Registrada sob n.º 493, livro A - 15, página 132 – AV n.º 16 no Ofício Reg. Tit. e Doc. e Civil de Pessoas Jurídicas de Bom Despacho, MG. 2. DA INSTITUIÇÃO Mantida: Faculdade Alis de Bom Despacho Credenciada pelo Decreto nº 41.808 de 2001, a Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho, obteve transferência de mantença para o Instituto FACEB Educação, conforme Portaria MEC nº 716 de 2014. Em 27/10/2015, foi publicada a portaria de alteração de denominação da Instituição para Faculdade Alis de Bom Despacho, através da Portaria MEC nº 805, de 26/10/2015. A Faculdade Alis de Bom Despacho teve a seguinte origem: criada inicialmente como Faculdade, passou depois a constituir o Campus VII da Universidade Presidente Antônio Carlos, instituição multicampi vinculada ao sistema estadual de ensino. Em setembro de 2008, por força de decisão do Supremo Tribunal Federal que declarou inconstitucionais alguns artigos da Constituição do estado de Minas Gerais, todas as IES’s mantidas pela Fundação Presidente Antônio Carlos (além de outras fundações educacionais de Minas Gerais) passaram a integrar o sistema federal de ensino. A partir de 2009, iniciaram-se os procedimentos para migração das IES’s da FUPAC para o referido sistema federal. Durante essa migração, 6 campi foram desmembrados da UNIPAC e passaram a constituir Faculdades, como unidades independentes, sendo uma delas a Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho, agora denominada Faculdade Alis de Bom Despacho. A Faculdade Alis de Bom Despacho, oferece os cursos de: Administração; Agronomia; Arquitetura e urbanismo; Biomedicina; Ciências contábeis; Direito; 9 Enfermagem; Engenharia ambiental; Engenharia civil; Farmácia; Fisioterapia; Medicina veterinária; Nutrição; Psicologia e Sistemas de informação. 2.1. Missão, Visão e Valores 2.1.1. Missão “Contribuir para formação e fixação de profissionais de nível superior de qualidade para o mercado de trabalho de Bom Despacho e região, por meio de uma gestão focada na satisfação e comprometimento com o sucesso do aluno e de parcerias autossustentáveis com o setor governamental e produtivo que estimulem o desenvolvimento socioeconômico regional, assegurando o diferencial de seus resultados acadêmicos”. 2.1.2. Visão Ser uma instituição de referência na região centro-oeste, através da qualidade no ensino e no atendimento, localização geográfica e preços competitivos. Ser uma instituição inovadora, com modelos pedagógicos e administrativos diferenciados, capazes de desenvolver, nos alunos, sua competência na atuação profissional. 2.1.3. Valores I. Integridade. II. Competência. III. Aspiração de crescimento profissional, pessoal e institucional. IV. Valorização de desempenho. V. Integração. VI. Comprometimento com a comunidade. VII. Vocação para prestar serviços. 2.2. Contextualização Minas Gerais está situada em uma das principais regiões brasileiras – o Sudeste. O Estado de Minas Gerais, é um dos maiores e mais importantes estados brasileiros, tem características singulares, pelo seu potencial econômico, pelas suas tradições, pela cultura regional, por sua importância política, pela sua estrutura educacional e, sobretudo, por sua gente. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de municípios (853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômicopolítico-administrativas. Seu Produto Interno Bruto corresponde a 10% do PIB nacional. Per capita, o PIB mineiro equivale à média nacional. O Estado é responsável, atualmente, por mais de 12% das exportações do Brasil. A Instituição está inserida numa das mais vigorosas regiões brasileiras – região Sudeste. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de municípios (853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômico-políticoadministrativas. Minas Gerais é a terceira maior economia do Brasil, o segundo maior estado exportador do Brasil, considerando todos os setores da economia, é o maior produtor e exportador de café do Brasil. No Comércio exterior Minas Gerais 10 exportou o equivalente a US$ 29,32 bilhões em 2014, o 5º maior resultado nos 10 anos analisados. O valor representou 13,0% do total exportado pelo Brasil. O Minério de Ferro permaneceu como o principal produto exportado pelo estado, gerando um ganho de US$12,23 bilhões, equivalendo a 41,7% da receita cambial da economia estadual em 2014. Em 2013, o valor exportado deste produto em 2013 foi 24,2% maior (montante de US$16,13 bilhões) e correspondia a 48,3% das vendas internacionais mineiras. • Em 2014, o agronegócio foi responsável por 27,6% do total das exportações mineiras. Destaca-se que foi a segunda maior participação do setor nas vendas mineiras nos últimos 10 anos, ficando atrás somente das exportações realizadas em 2009, quando o setor foi responsável por 28,9% das exportações do estado. • O grupo “Café e Derivados” manteve-se como o terceiro mais exportado por Minas Gerais logo após “Minérios Metalúrgicos” e “Produtos Metalúrgicos”, sendo o principal oriundo do agronegócio. Em 2014, foram vendidos 21,15 milhões de sacas de 60 kg e se obteve US$4,12 bilhões, volume e valor maiores em, respectivamente, 12,2% e 32,5%, do que negociado em 2013. De acordo com o IBGE, a população economicamente ativa de Minas Gerais corresponde a 10% do total do País, com esperança de vida ao nascer de 79,4 anos para as mulheres, 73,5 anos para os homens e taxa de mortalidade infantil de 12,4 mortes para mil nascidos vivos. Cerca de 39,27% da população mineira tem menos de 24 anos de idade, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos próximos anos, sobretudo, se considerar que a região Sudeste tem grau de urbanização de mais de 85,3%. Conforme CENSO 2010, havia 624.707 alunos matriculados no ensino superior para uma população de 2.408.075 pessoas na faixa de 18 a 24 anos (taxa bruta de matriculados do estado de MG 31,4% e taxa líquida de 17,3%). Pirâmide Etária Minas Gerais Fonte: IBGE, Censo 2010 Os números na educação são expressivos, apenas 1.342.285 pessoas possuem um curso superior completo, e outras 3.663.701 embora possuam o ensino médio, não possuem um curso superior completo, e, destas, apenas 624.707 estavam frequentando um curso superior. Outro ponto de destaque, o número de pessoas 11 que frequentavam o ensino médio de forma regular, no ano de 2012 era de: 70.391, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos próximos anos do Estado. 2.2.1. Inserção regional Especificamente na região de oferta do curso, o município de Bom Despacho, possui 1.213,546 Km², está localizado no Centro-Oeste de Minas Gerais, na região do Alto São Francisco. Seu território faz limites com Martinho Campos, Moema, Araújo, Perdigão, Leandro Ferreira e Santo Antônio do Monte. Bom Despacho fica a 158 km da capital mineira e a 80 km de Divinópolis. A localização geográfica da cidade, num corredor que liga a BR-262 à BR-040 dá-lhe uma significativa vantagem estratégica. De um lado, seus produtos podem ser rapidamente colocados nos mercados consumidores. De outro lado, seu florescente comércio e sua importante estrutura de prestação de serviços é de fácil acesso aos demandantes de toda a região. Clima O clima regional é do tipo tropical típico. O mês mais quente é fevereiro, com temperatura média de 24,9º C. O mais frio é julho, com temperatura média de 18,8º C, período no qual ocorre a estiagem. A temperatura média anual é 22,5º C. O índice pluviométrico anual é de 1.448 mm. O período das chuvas estende-se de outubro a março, quando chove cerca de 81,0% do total pluviométrico. Nesse intervalo, o mês de dezembro apresenta a maior média pluviométrica (270 mm). A estiagem coincide com os meses de inverno, sendo o mês de julho o mais seco do ano, atingindo um índice pluviométrico médio de 14,2 mm. Não obstante a distribuição das chuvas e a capacidade de retenção de umidade dos solos, verificam-se algumas ocorrências de deficiências hídricas periódicas, mesmo nas épocas chuvosas, resultando nos denominados veranicos, frequentes no município e que representam um risco adicional para algumas culturas anuais. Topografia Do ponto de vista geomorfológico, Bom Despacho está inserido numa área que se apresenta mais baixa em relação às áreas limítrofes, pertencentes à denominada Depressão Sanfranciscana. Tal depressão está situada sobre rochas do Grupo Bambuí, que são conjuntos de rochas formadas por acumulação de sedimentos e que sofreram modificações ao longo do tempo. Os calcários e os siltitos são as rochas mais características desse grupo. Fazendo limite com a Depressão Sanfranciscana, encontram-se os Planaltos do Espinhaço, a leste, e os Planaltos do Oeste. Hidrologia A rede hidrográfica bondespachense, tem como principais cursos de água o São Francisco e o Lambari, na fronteira leste, e os rios Capivari, Machados e Picão, entre outros cursos de menor vulto. De modo geral, o município é bem servido de recursos hídricos. No entanto, devese observar que o aproveitamento dos mesmos deve ser objeto de detido 12 planejamento, buscando sua utilização racional, evitando sua deterioração e falta de água no futuro. Considerando a estimativa do Censo IBGE 2010 da população para o ano de 2015, a cidade possui 49.236 habitantes. No Censo de 2010 foram identificados: 45.624, habitantes. Uma análise desta população permite observar que 49,57% são homens e 50,43% mulheres. Deste total 38,52% tem até 24 anos. Pirâmide Etária Bom Despacho Fonte: IBGE No campo da economia a produção leiteira do município se destaca. São 75.000 litros por dia. Bom Despacho está entre as trinta cidades brasileiras com maior produção leiteira do país. Além disso, a cidade faz parte do polo calçadista de Nova Serrana. A dinâmica gerada por essa indústria no centro-oeste mineiro reflete diretamente em Bom Despacho, pois a distância entre essas duas cidades é de apenas 37 km. Mas, o setor de maior robustez na cidade é o de serviços, uma vez que responde por 67,82% do Produto Interno Bruto (PIB) municipal. Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA. 13 Quanto ao turismo é notório na cidade a beleza arquitetônica de suas igrejas. Com destaque para a Igreja da Matriz, construída entre 1927 e 1948. Uma análise da educação na cidade de Bom Despacho, demonstra que atualmente a cidade conta com 18 escolas ofertando o ensino pré-escolar, 21 escolas ofertando o ensino fundamental e 8 escolas ofertando o ensino médio. Respectivamente o número de matrículas no ano de 2012 é de: 1.099, 6.455 e 1.847. Ainda de acordo com o Censo de 2010, na cidade de Bom Despacho, existem 8.392, pessoas que concluíram o ensino médio, entretanto apenas 3.564 pessoas possuem um curso de superior completo. A cidade de Bom Despacho vem apresentando uma melhoria constante no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal - IDHM, de acordo com o IBGE, no ano de 1991 o IDHM era de 0,492, foi para 0,665 no ano de 2000 e em 2010 atingiu 0,75. Quando verificamos o valor do rendimento nominal médio mensal dos domicílios particulares permanentes com rendimento domiciliar, por situação do domicílio – Urbana, encontramos o valor de R$2.599,04. 2.3. Responsabilidade social A Faculdade Alis de Bom Despacho objetiva, em suas ações de responsabilidade social, apresentar as formas de transferência de conhecimento, a importância social das ações universitárias e os impactos das atividades científicas, técnicas e culturais, para o desenvolvimento regional e nacional. Visa também apresentar a natureza das relações com o setor público, com o setor produtivo, com o mercado de trabalho e com as instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis. Ao final, pretende avaliar as ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, à promoção da cidadania, de atenção aos setores sociais excluídos e as políticas de ação afirmativa, entre outros. 2.3.1. Educação Inclusiva A Faculdade Alis de Bom Despacho, entende que a educação para a cidadania diz respeito a uma proposta educacional inserida em um projeto de transformação social. Para tanto, a IES está organizada como um espaço democrático onde deverá prevalecer o diálogo e o questionamento crítico, baseados no conceito de homem, educação, sociedade e mundo que se quer construir. O fato de se poder ter nas salas de aula alunos de diferentes possibilidades exige pensar esta aprendizagem de forma inclusiva. Cumpre destacar que na última década foram inúmeras as modificações na produção de conhecimentos científicos, das mais diferentes áreas, que dizem respeito à compreensão das possibilidades humanas, às mudanças de legislação que foram sendo produzidas a partir dos movimentos da cidadania para a conquista de direitos sociais, dentre eles, o da educação para todos, referência para as políticas de educação inclusiva. 14 Neste sentido, ganham destaque a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, a LDB, que nos seus fundamentos, explicitam que o acesso à educação deve ser um direito garantido a todos. Para a IES, produzir uma Política de Educação Inclusiva torna-se imprescindível uma educação pautada no princípio da “cidadania”. A compreensão da educação inclusiva que será assumida pela Faculdade Alis de Bom Despacho, requer que os fundamentos e o princípio norteador desta política sejam apropriados pelos gestores e educadores, no sentido de: Promover o atendimento da demanda, garantindo acesso e permanência na escola; Trabalhar com as diferenças sociais a partir da compreensão da diversidade, sendo esta, contextualizada social e historicamente; Supervisão e controle no cumprimento da legislação vigente, no que tange à garantia de direitos do cidadão, eliminando práticas discriminatórias; Produzir material didático–pedagógico para atuação junto ao aluno com necessidades educativas especiais; Promover avanços no desenvolvimento individual; situações que incentivem a curiosidade dos alunos, que possibilitem a troca de informações; atividades que envolvam observação, pesquisa, resolução de questões específicas (individualmente, em dupla, em grupos maiores), propostas de estudos: seminários, júri simulado etc. A Faculdade Alis de Bom Despacho está em processo de implantação o Núcleo de Educação Inclusiva - NEI, que tem como objeto principal o cuidado da Instituição com as questões relacionadas à inclusão educacional na perspectiva da responsabilidade social, favorecendo o cumprimento de princípios que promovam o acesso, a permanência e a participação dos discentes. Adicionalmente, a IES propõe capacitar seu corpo docente e técnico administrativo (através de cursos e outros) para o atendimento as diferentes necessidades. 2.3.2. Educação das Relações Étnico-Raciais Em cumprimento as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e africana e indígena, conforme o disposto na Lei n° 11.645 de 10/03/2008, na Resolução CNE/CP n° 01, de 17 de junho de 2004 e na Lei n° 10.639, de 09 de janeiro de 2003 e, a IES criou instrumentos e processos que aplica para seu cumprimento a partir de uma perspectiva interdisciplinar e transversal: Programa de Responsabilidade Social: especial ênfase se dá à execução de ações de Responsabilidade Social que visem a educação das relações étnico raciais e para o ensino de história e cultura não somente afro-brasileira, mas como também africana, indígenas e de outros povos que integram a formação étnica brasileira. Desta forma, no calendário anual do curso haverá eventos destinados a esta prática e através da transversalidade, pretende atingir e conscientizar a comunidade da importância destas interrelações. 15 Disciplinas no âmbito do curso: de forma contextualizada a temática das relações étnico-raciais está inserida no ementário das disciplinas Estudos Culturas e Antropológicos e Estudos Culturas e Políticos, a inserção de conteúdos desta temática de forma contextualizada tem o objetivo de educar e conscientizar o futuro profissional da importância de em sua vida futura, ter respeito e reconhecimento pela diversidade étnica, cultural, religiosa, respeitando, valorizando a cultura e história de todos os povos. 2.3.3. Políticas de Educação Ambiental Os cursos da Faculdade Alis de Bom Despacho através de seus PPC’s preveem atividades para cumprimento da lei vigente a partir de uma perspectiva contextualizada, cotidiana, interdisciplinar e transversal: Política de Educação Ambiental: destinada a conscientização da comunidade interna e externa, bem como a capacitação de recursos humanos para atuação como multiplicadores nos processos de educação ambiental, conscientização e sustentabilidade ambiental. É desenvolvida na forma de projetos de educação ambiental que envolvem a participação de toda a comunidade, nos quais são ministrados cursos, realizados workshops e conduzidas campanhas constantes com vistas não só para a Educação Ambiental propriamente dita, mas na capacitação das pessoas para que busquem um futuro com maior sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. Disciplinas no âmbito de cada curso: de forma contextualizada a temática da educação ambiental é inserida no ementário das disciplinas do curso, com o objetivo de educar e conscientizar o futuro profissional da importância de em sua vida futura ter respeito e reconhecimento pela necessidade de se preservar o meio ambiente em todos os ambientes da vida cotidiana. Atividades Complementares: dentro do calendário institucional de eventos, destinados a realização de atividades complementares o aluno terá disponível a temática da Educação Ambiental na forma de eventos em contato com a comunidade, cursos, simpósios, congressos e outros. Os alunos são incentivados a realizar uma variada gama de atividades, dentre as quais especial ênfase se dá a temática ambiental e relações inter-raciais. Programa de responsabilidade social: no calendário anual de eventos destinados a prática da responsabilidade social, estão previstas e são executadas ações de educação ambiental, conscientização e outras de sustentabilidade. 2.3.4. Direitos Humanos Educação em Direitos Humanos em atendimento à Resolução CNE/CP nº 1/2012. Os cursos da IES, vem executando ações em cumprimento a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, com instrumentos e processos que aplica para seu cumprimento a partir de uma perspectiva interdisciplinar e transversal: A temática é de forma relevante utilizada na elaboração do projeto do curso bem como respeitada na política de ensino, pesquisa e extensão e de gestão, bem como nos processos de avaliação. 16 De forma transversal e interdisciplinar, o respeito aos direitos e dignidades humanas são tratadas em conteúdos programáticos de disciplinas. Dentre as disciplinas, merecem destaque Ética, Bioética e Legislação que focam especificamente o ser humano dentro do contexto organizacional, seus direitos, deveres e necessidades. Programa de Responsabilidade Social através de ações coordenadas promove debates que colocam em destaque os problemas e desafios dos direitos humanos na atualidade como forma de conscientizar a comunidade sobre os obstáculos a serem transpostos. Os cursos ofertados são alicerçados nas demandas do setor produtivo, garantindo ao profissional qualificado o posto de trabalho e a inclusão social do jovem de vulnerabilidade social. Esta proposta atende a classe empresarial, tendo em vista que a empresa estará contratando profissionais com competência adquirida por meio de um curso de qualificação. A Faculdade Alis de Bom Despacho, desde o início das suas atividades, inclui ações de responsabilidade social. São desenvolvidos programas e projetos: Semanas Integradas, realizadas anualmente, reunindo alunos e professores de vários cursos, egressos, mercado de áreas afins, com o objetivo de integrar conhecimentos, promover o networking, estimular novas aprendizagens, adotando estratégias colegiadas de discutir a melhor organização das ações, promovendo a construção coletiva, integrada, cooperativa de novos conhecimentos; Eventos ArtísticoCulturais são realizados teatros, danças, lançamento de livros, apresentações artístico-culturais e outras atividades que valorizam a cultura regional e mineira, a formação de parcerias e estimulam novos olhares sobre o outro, a diversidade e o ambiente acadêmico. A Faculdade também realiza as seguintes atividades: Gado GIR – Qualidade e Controle Leiteiro – Parceria com Associação Mineira de Criadores do Gado Gir leiteiro. PMMG (Cia Mat) e Polícia Rodoviária Federal – Parceria de atendimento a animais silvestres. Saúde em Ação – Campanhas educativas, blitz da saúde, Corrida Rústica, Dia de Cooperar, palestras e orientações para a saúde da comunidade entorno da IES. Agenda Ambiental – palestras, seminários, plantio de mudas sobre as questões ambientais: água, solo, ar e terra. Agenda Étnico-Raciais – palestras, seminários, mostras e atividades artístico-culturais. Agenda Direitos Humanos - palestras, seminários, mostras e atividades artístico-culturais. Arena Cultural – espaço de práticas artístico-culturais, toda semana, na faculdade, facilitando a vivência acadêmica. Cinema Comentado – veiculação de filmes valorizando a cultura, a visão holística e a integração com a comunidade. Campanhas Educativas junto à comunidade; 17 Projeto Clínica Integrada de Saúde, com atendimento à população em complementação ao serviço único de saúde; Projeto de Atendimento aos Alunos da Educação Básica para atividades em laboratórios de Química, Física, Biologia entre outras capacitações em práticas pedagógicas, complementando formação escolar pública; Núcleo de Práticas Jurídicas – complementa o atendimento jurídico na comunidade realizado pelo segmento privado ou pela iniciativa pública oferecendo, gratuitamente, assistência jurídica em causas civis e penais, principalmente junto ao Juizado Especial em parceria com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, permitindo o estágio supervisionado e o espaço de orientação jurídica à população carente sobre seus direitos e deveres. A Faculdade Alis de Bom Despacho estabelece como dimensões da sua política de responsabilidade social a formação de profissionais conscientes de seu compromisso social, o desenvolvimento de iniciação científica, a difusão de conhecimentos e sua inserção na realidade social e comunitária. Dentre os objetivos do Programa de Responsabilidade Social tem-se: criar comunidades de aprendizado com base em atividades socialmente responsáveis; possibilitar ao aluno formação humanizada e aprendizado com base na realidade através da atuação voluntária; difundir a cooperação academia-comunidade; difundir a responsabilidade social internamente (junto à docentes, discentes e funcionários) e junto à comunidade; trabalhar a responsabilidade social de forma transversal nas disciplinas. 18 3. DO CURSO Dados do Curso: Bacharel em Agronomia Número de vagas anuais: 120 Tipo de curso: Semestral. Tempo de Integralização: mínimo 5 anos e máximo 7,5 anos Situação Legal: Reconhecimento nos termos da Portaria nº 125, de 15/03/2013, do Ministério da Educação, publicada no D.O.U. de 19/03/2013. Titulação: Bacharel em Agronomia Coordenação do Curso: Rodrigo de Almeida Pontes Conceito no ENADE: 2 (2013) 3.1. Organização Didático-Pedagógica A Faculdade Alis de Bom Despacho entende que uma organização curricular se produz a partir das ações de todos os participantes nos processos educativos da instituição. Os critérios de seleção e organização dos referenciais de conhecimentos, metodologias, atitudes e valores estruturam a organização curricular e atingem todos os envolvidos na formação. Desse modo, cada curso deve ter clareza quanto a suas prioridades, e estabelecer com coerência suas estratégias de trabalho. Através da redação de um Projeto Político-Pedagógico, cada curso apresenta publicamente os seus princípios norteadores, contribuindo para que suas atividades sejam organizadas dentro de orientações coerentes e fundamentadas. A matriz curricular de um curso é parte integrante de um Projeto PolíticoPedagógico. Sua construção deve ser compreendida não como enumeração de disciplinas ou de atividades de Ensino-Aprendizagem, mas como estabelecimento de um campo de questionamento de temas relevantes, propício ao amadurecimento intelectual e motivador para a prática profissional. Sua sustentação depende não apenas de fidelidade à legislação em vigor, mas também de um plano de desenvolvimento de habilidades intelectuais e práticas, esperadas no perfil do egresso. A racionalização da estrutura curricular, no interior do Projeto Político-Pedagógico de Curso, leva em conta os modos como as Atividades de Ensino-Aprendizagem se relacionam entre si, e o papel dessas relações para chegar ao perfil de egresso. Poderão ser utilizados recursos como a atribuição de carga horária a atividades de iniciativa dos alunos, ou elaboradas pelos respectivos colegiados, a serem contabilizadas na parte flexível dos currículos, e a elaboração de projetos de ensino, destinados à articulação entre diferentes disciplinas, de acordo com as normas institucionais vigentes. As conexões entre ensino e extensão, capazes de tornar o processo de formação mais produtivo, devem ocorrer por iniciativa tanto de professores como de alunos. No processo de formação, alunos e professores são ambos responsáveis pelos resultados, cabendo aos professores orientar /mediar todo o processo de construção do conhecimento. Ambos devem estar atentos à realidade externa, sendo hábeis para observar as demandas por ela colocadas. Os problemas sociais, 19 econômicos e culturais que repercutem na prática do cotidiano devem ser considerados na vivência acadêmica diária e nas relações estabelecidas no processo de ensino - aprendizagem. Tanto no sentido geral do Plano de Desenvolvimento Institucional como no sentido específico do curso de Agronomia, o PPC é proposto como associação entre uma concepção de Ensino-Aprendizagem, pautada em senso de responsabilidade pública, uma concepção de sujeito, contextualizado no processo de transformações histórico-sociais, e uma avaliação das condições necessárias para a formação de egressos capazes de um desempenho satisfatório, aptos a contribuir para a intervenção social, interessados na superação de problemas. Nessa perspectiva e considerando a nova concepção trazida pela Lei n.9.394/96 de "trabalho acadêmico efetivo" a Faculdade Alis de Bom Despacho organiza as matrizes curriculares de seus cursos de graduação priorizando a autoaprendizagem do discente. Essa nova concepção busca a ruptura com o modelo tradicional onde se condiciona a aprendizagem do discente exclusivamente à sua presença em sala de aula e à atuação professor. Para o desenvolvimento e êxito da cultura da autoaprendizagem faz-se necessário fomentar no aluno o esforço próprio e o uso de mecanismos e estratégias pedagógicas que o levem a realizar seu próprio trabalho de aprendizagem. As "Atividades Discentes Autônomas - ADA's" são utilizadas para fomentar o desenvolvimento da autoaprendizagem pelo discente. Assim, para cada disciplina teórica o aluno deverá desenvolver, fora da sala de aula, atividades individuais ou em grupo relacionadas ao aprimoramento dos estudos e à consolidação dos conhecimentos adquiridos em sala de aula. Portanto, são consideradas atividades efetivas de aprendizagem os estudos e atividades realizadas pelo aluno, como realização de exercícios de fixação de conteúdo, leituras de artigos e textos encaminhados pelo professor da disciplina, estudos de preparação para as avaliações, produção de relatórios e atividades relacionadas às aulas práticas, entre outras. Como suporte ao desenvolvimento desse processo a instituição se utiliza de novos recursos da tecnologia educacional para gerenciamento e registro das informações através da ferramenta do Portal Acadêmico. As matrizes curriculares de todos os cursos de graduação da Faculdade têm a sua duração contabilizada em horas-relógio, conforme determina o inciso II, do art. 2°, da Res. CNE/CES n° 2/2007. O Projeto Pedagógico do Curso é a expressão mais clara da sua organização didático-pedagógica e, tanto a administração acadêmica do Coordenador quanto a ação do Colegiado do Curso e do Núcleo Docente Estruturante-NDE, são responsáveis pela execução, pelo acompanhamento e pela revisão do Projeto. 20 3.1.1. A interdisciplinaridade Considerando a observação e a reflexão como princípios cognitivos de compreensão da realidade, torna-se necessário aprofundar e ampliar a articulação teoria e prática na estrutura curricular, integralizando todas as atividades acadêmicas fundamentais para a produção do conhecimento na área do curso. Os diversos elementos construídos pelas múltiplas atividades de EnsinoAprendizagem articulam-se em uma concorrência solidária, para a criação do sentido e do conhecimento. O trabalho interdisciplinar e coletivo busca permitir o desenvolvimento de uma capacidade de análise e produção de conhecimentos com base numa visão multidimensional e, portanto, mais abrangente sobre o objeto de estudo. Ele corresponde a uma nova consciência da realidade, a um novo modo de pensar, que resulta num ato de troca, de reciprocidade e integração entre áreas diferentes de conhecimento, visando tanto a produção de novos conhecimentos, como a resolução de problemas. Para atingir estes objetivos, compete ao colegiado de curso planejar estratégias de aprendizagem que possam facilitar a aquisição de conhecimentos teórico-práticos, competências e habilidades para a comunicação, análise crítica e criativa, reflexão independente e trabalho em equipe em contextos multiculturais. Compete ainda estimular a criatividade, envolvendo a combinação entre o saber tradicional, ou local e o conhecimento aplicado da ciência avançada e da tecnologia. Aliam-se às estratégias de Ensino e Aprendizagem novas orientações para a avaliação que sejam coerentes com os objetivos e que visem colocar em questionamento não somente a memória, mas também as faculdades de compreensão, a crítica e a criatividade, incluindo-se a habilidade para o trabalho teórico-prático. Estas considerações balizam então os parâmetros observados na construção do PPC: Concepção da estrutura curricular, fundamentada em metodologia de ensino que articule o ensino e a extensão; Estímulo ao desenvolvimento de conteúdos integradores e essenciais através de processos interdisciplinares; Desenvolvimento do espírito crítico e analítico, preparando-se os acadêmicos para a resolução dos problemas enfrentados na atuação profissional, sempre resultantes da evolução científica e tecnológica; Considerar a graduação como etapa de construção das bases para o desenvolvimento do processo de educação continuada. Ainda nesta perspectiva, impõe-se no plano operacional que a estrutura curricular a ser desenhada implique em: Incentivar o trabalho em grupo e a formação de equipes interdisciplinares. Incentivar a aquisição e assimilação de conhecimentos de forma interdisciplinar; 21 Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como a monitoria, os estágios, a participação em atividades de extensão e de cunho social; Estimular práticas de estudo que promovam a autonomia intelectual. 3.1.2. A Transversalidade O currículo do curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho foi elaborado tendo como base a perspectiva apontada no Parecer CNE/CP nº 14/2012 segundo a qual o currículo institui e é instituído na prática social, que representa um conjunto de práticas que proporcionam a produção, a circulação e o consumo de significados no espaço social, que contribuem, intensamente, para a construção de identidades sociais, culturais, ambientais. Nesta perspectiva o currículo representa, portanto, possibilidades de criação, organização e ampliação de experiências de aprendizagem que promovem o desenvolvimento de competências e habilidades dos alunos. Os temas transversais oportunizam que a interdisciplinaridade aconteça no currículo dos cursos. Conforme consta do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância, aprovado em março de 2015, a interdisciplinaridade se define como: [...] uma estratégia de abordagem e tratamento do conhecimento em que duas ou mais disciplinas/unidades curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem relações de análise e interpretação de conteúdos, com o fim de propiciar condições de apropriação, pelo discente, de um conhecimento mais abrangente e contextualizado. Segundo Oliveira: a Transversalidade diz respeito principalmente à dimensão da didática, à possibilidade de se estabelecer uma relação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender na realidade e da realidade) e, incluir esse trabalho no currículo escolar de forma a ser aprofundado ao longo da escolaridade. Alguns temas, devido a sua complexidade e natureza diferente das áreas convencionais, não podem ser tratados de forma isolada, não sendo suficiente a abordagem por apenas uma área do conhecimento. Esses temas normalmente tratam de questões sociais de ampla abrangência. São tratados de modo transversal, contínuo e permanente no currículo do curso de Agronomia os seguintes temas: História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Ambiental e em Direitos Humanos. Os temas História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Ambiental e Educação em Direitos Humanos são contemplados também de forma disciplinar, respectivamente, no seguinte componente curricular: Estudos Antropológicos e Políticos. 22 Além disso, as questões ambientais são tratadas nas disciplinas: Ecologia e Meio Ambiente; Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; Manejo e Conservação do Solo e da Água; Gestão Ambiental na Agricultura. 3.1.3. Justificativa de oferta do curso Setor mais competitivo da economia do país, o agronegócio representa hoje, segundo o IBGE 21,39% do PIB nacional e 42,98% do total das exportações brasileira Segundo dados divulgados pela CNA, esse aumento de 3,8% na participação do agronegócio no PIB nacional em 2014 com relação a 2013 atingiu um montante de 1,178 trilhão de reais, divididos em: insumos agropecuários (11,7%), produção agropecuária (29,6%), agroindústria (27,8%) e distribuição (31,1%). Em 2014, o agronegócio continuou a crescer em importância dentro da economia brasileira. As safras recordes de cereais, fibras e oleaginosas atingiram a incrível produção de 193,4 milhões de toneladas, destacando-se as as safras de soja (86,1 milhões de toneladas) e de milho (79,9 milhões de toneladas). O País também vem se destacando na produção de suco de laranja, que obteve a participação em 77% na exportação do produto, liderando o ranking do comércio mundial, seguido por açúcar (45%) e soja em grãos (39%). Vale também citar o valor bruto da produção pecuária nacional, que atingiu R$ 169,37 bilhões e tem estimativa crescer 6,4% em 2015 e alcançar as cifras de R$ 180,27 bilhões e o valor bruto da produção agrícola que deverá alcançar R$ 469,59 bilhões, com crescimento de 4,0% em relação ao ano anterior. Segundo ainda, estimativas da CNA, para 2015, a produção de grãos deverá crescer 3,4% em relação à safra anterior e espera-se um aumento de 9,8% na produção da soja (de R$86 bilhões para R$ 94,6 bilhões). Em dados apresentados pela FAEMG o PIB do Agronegócio em Minas Gerais em 2014 foi responsável por 42,68% do PIB do Estado, respondendo por 13,8% do PIB do Agronegócio Brasileiro. Segundo dados do relatório PIB Agro MG, apurados mensalmente pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada do CEPEA/ESALQ/USP e divulgados pela FAEMG, o PIB do Agronegócio Mineiro deve crescer 1,2% em 2015 ante 2014, passando de R$ 160,564 bilhões para R$ 162.514 bilhões, dos quais R$ 87,593 bilhões (ou 53,51% do total) advindos da pecuária e R$ 74,921 bilhões (46,44%) da agricultura. Com vasto território, solo fértil e grandes reservas de água, Minas Gerais se destaca no agronegócio. Em pouco mais de uma década, de 2001 a 2014, a soma das riquezas produzidas pelo setor no Estado passou de R$ 65,8 bilhões para R$ 162,94 bilhões. No mesmo período, a participação do Estado no agronegócio nacional aumentou de 9,5% para 13,8%. 23 Fonte: IBGE, CNA, FAEMG, FJP Primeiro lugar no ranking nacional da produção de leite, Minas Gerais é a maior bacia leiteira do país. Em 2013, foram produzidos 9,3 bilhões de litros, o equivalente a 27,2% do que é captado em todo o Brasil. A oferta de matéria-prima atraiu a localização de unidades dos mais importantes grupos lácteos em atuação no Brasil. Entre eles, estão a Nestlé, que opera no Estado sua maior fábrica de leite em pó; a Danone, que mantém a única planta fabril de iogurte no país; a Vigor; a Itambé, maior cooperativa brasileira de laticínios; a laticínios Jussara; e a Laticínios Porto Alegre, que instalou em Minas a maior fábrica brasileira em processamento de soro e a maior unidade de processamento de queijos do Estado. O rebanho bovino mineiro é formado por 24,2 milhões de cabeças e ocupa a viceliderança no país, com 11,4% do total brasileiro. As exportações de carnes (bovina, suína, aves e outras) somaram US$ 900 milhões, colocando o grupo no terceiro lugar nas exportações do agronegócio mineiro. Entre os grandes frigoríficos em atuação no Estado, estão JBS Friboi, o maior grupo produtor de proteína animal do mundo, Mataboi e Frisa. 24 De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção agrícola de grãos ocupa, em todo o Estado, 2,9 milhões de hectares. A previsão de safra para Minas Gerais em 2015 é de 12,5 milhões de toneladas de grãos, o que corresponderá a 6,6% da produção nacional ou o 5º lugar no ranking brasileiro. O milho e a soja são os principais produtos e representam 89% do volume produzido no Estado, ou o equivalente a 10,3 milhões de toneladas. O principal polo processador de soja de Minas Gerais está localizado em Uberlândia, na região do Triângulo, mais tradicional região produtora do cereal no Estado. As três principais empresas mundiais (Cargill, ADM, Louis Dreyfus Commodities), além da Algar Agro com atuação no processamento e comercialização de soja e outros grãos possuem expressivas operações em Minas Gerais. 25 O Milho, insumo fundamental para alimentação animal, é de essencial importância para a produção de aves e suínos, sendo base dessa cadeia produtiva. Em 2014, com uma área plantada de 1,2 milhão de hectares, Minas Gerais ocupou o quinto lugar na produção brasileira de milho, com 6,9 milhões de toneladas. As principais processadoras do cereal em atuação no Estado são a Cargill, que possui um complexo industrial em Uberlândia, na Região do Triângulo, e a Unilever, em Pouso Alegre, Sul de Minas. A produção de soja em 2014 atingiu 3,3 milhões de toneladas, em uma área plantada de cerca de 1,0 milhão de hectares. Esse valor equivale a 3,87% da produção brasileira. Líder na produção de café no Brasil, responsável por 45,9% do total, Minas Gerais produziu em 2014, 22,6 milhões de sacas, em uma área plantada de 1,0 milhão de hectares, distribuídos por mais de 600 municípios. O café lidera as vendas internacionais do agronegócio mineiro e mantém a condição de segundo produto da pauta de exportação do Estado, depois do minério de ferro. Em 2012, os cafeicultores mineiros exportaram o equivalente a US$ 3,8 bilhões, ou seja, 49% de toda a exportação do agronegócio estadual (US$ 7,8 bilhões). Principal Estado reflorestador do Brasil, Minas Gerais detém uma área de florestas plantadas de 1,45 milhão de hectares, distribuídos por 698 municípios, o equivalente a 20,6% da área plantada no país. O consumo total de carvão em 2011 foi de 4,3 milhões de toneladas de carvão. O carvão vegetal é insumo fundamental 26 para as indústrias siderúrgicas. As exportações mineiras de madeira e produtos derivados de florestas plantadas atingiram em 2011 o montante de US$ 680 milhões, correspondente a 7,1% das exportações totais brasileiras. Nesse segmento, destaca-se o investimento da Yser, empresa portuguesa que cultivará pinus em Brasilândia de Minas e em outros municípios do Norte e do Noroeste do Estado, com plantação de 100 mil ha e construção de cinco indústrias em território mineiro. O objetivo do projeto, anunciado em 2012, é produzir resina e carvão vegetal com alto valor calorífico. O investimento total ultrapassará o valor de R$ 2 bilhões e prevê gerar 1.320 empregos. Minas Gerais produziu, em 2012, cerca de 1,2 milhão de toneladas de pasta de celulose, volume equivalente a 8,6% da produção nacional; 94,5% da produção mineira foram exportados. O volume das exportações estaduais de celulose representa 12% do alcançado pelas exportações brasileiras. Fonte: IBGE/ABRAF (2014) Minas Gerais é o terceiro maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. Em 2014, foram produzidos 71,1 milhões de toneladas de cana destinados às usinas de açúcar e álcool. O Estado é o terceiro maior produtor de etanol, com 2,3 bilhões de litros e o segundo maior produtor de açúcar do país, com 3,2 milhões de toneladas em 2012. Estão em operação no Estado 43 usinas. A região Centro-Oeste de Minas Gerais é grande produtora de suínos e aves e os municípios de Pará de Minas e Bom Despacho se destacam como grandes produtores. Na produção de Leite a região é uma grande bacia leiteira e Pompéu destaca-se como o maior município produtor de leite do país. Na produção de cana-de-açúcar e etanol a região tem três grandes empreendimentos nas cidades de Pompéu (Agropeu), Lagoa da Prata (LDC/Biosev) e Bambuí (Usina Total). A Silvicultura é uma atividade importante também em vários municípios da região destacando-se as cidades de Martinho Campos e Bom Despacho pela presença da Arcelor Mittal e de vários viveiros de produção como a S&D Florestal. A produção 27 de grãos e a olericultura como a produção de mudas tem um grande polo no município de Bom Despacho e Pará de Minas. De acordo com o IBGE (2014) Bom despacho possui 13.000 hectares de florestas plantadas e produz 50,7 mil toneladas de carvão vegetal. O rebanho bovino de Bom Despacho é de 83.893 cabeças, 1.015.000 frangos de corte, 323.000 galinhas poedeiras, 61.000 suínos e 29.000 vacas ordenhadas. Pompéu tem um rebanho leiteiro de 36.345 cabeças com uma produção 109.022 mil litros por dia. 3.1.4. Políticas institucionais no âmbito do curso As diretrizes norteadoras definidas no Plano de Desenvolvimento da Faculdade Alis de Bom Despacho estão presentes no perfil de formação do estudante de Agronomia e serão implementadas no âmbito do curso, concretizadas na matriz curricular, no perfil do egresso, na metodologia de ensino e principalmente nas atividades acadêmicas. Em coerência com as diretrizes do PDI, o curso de Bacharel em Agronomia prevê a realização da construção coletiva por meio da articulação entre a comunidade acadêmica e as instâncias colegiadas da instituição. Da mesma forma, investe na construção permanente da qualidade do ensino, com previsão de capacitação contínua de docentes, estímulo ao uso de metodologias que levem o aluno a ser construtor do seu conhecimento em busca do contínuo desenvolvimento curricular, por meio da atualização e da contextualização dos conteúdos e da interdisciplinaridade, além de contemplar espaços para o desenvolvimento de estudos e atividades independentes dos alunos, por meio das atividades complementares. Coerentes com os objetivos institucionais salienta-se a previsão de realização de projetos de responsabilidade social, a fim de contribuir para consolidar a vocação da instituição para a interação com a sociedade. A integração entre o ensino e a extensão prevista busca tornar a coletividade beneficiária direta e imediata das conquistas do ensino, permitindo ao aluno o contato com a realidade social e fortalecendo a interação teoria e prática. As políticas institucionais da Faculdade Alis de Bom Despacho estão voltadas para: A melhoria da qualidade do ensino e da formação profissional, fomentando e reforçando a inovação, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade nos programas acadêmicos; A formação do cidadão crítico, ético, criativo e socialmente comprometido com a sociedade, capaz de produzir, organizar, difundir e controlar o conhecimento; As condições de igualdade no que se referem ao acesso e permanência, tomando por base os méritos, capacidade, esforços e perseverança, sem permitir discriminação e favorecendo a inclusão das minorias reconhecidas socialmente; O desenvolvimento de habilidades que permitam a aprendizagem continuada, nas mais diferentes situações de vida; 28 A formação que considere os aspectos ligados à socialização, integração, cooperação e participação. Adicionalmente a Faculdade Alis de Bom Despacho, tem como políticas no âmbito do curso o seguinte: Programa de ouvidoria: A ouvidoria recebe, analisa, encaminha e responde, de forma ágil e desburocratizada, as demandas dos discentes e docentes. Núcleo de Atendimento ao Estudante (NAE): com o objetivo de aprimorar o relacionamento do corpo discente com a faculdade. O setor recebe todas as solicitações dos alunos, promove o acompanhamento de seu desempenho acadêmico e tira dúvidas referentes a qualquer procedimento ou serviço oferecido. Núcleo de Apoio Social: atua no apoio financeiro através de convênios com instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios, além de sistema de negociação on-line. Núcleo de Gestão Acadêmica – NGA: são realizados projetos que desenvolvem ações diferenciadas e inovadoras, tais como: Aprendizagem ativa; Avaliação da aprendizagem; Controle de Evasão; Exame Interno de Desempenho dos Estudantes e Nivelamento. Política de Bolsa: O apoio aos estudantes nos aspectos financeiros ocorre através de convênios com instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios. Nivelamento: É uma atividade programada para atendimento aos acadêmicos iniciantes nos cursos da faculdade e tem como estratégia de corrigir o desnivelamento do conteúdo programático do segundo grau. Aprendizagem do aluno: o objetivo é estimular a leitura utilizando artigo que tratem dos temas: Socio-diversidade, Biodiversidade; Ecologia; Arte e Filosofia; Políticas públicas: Redes sociais e responsabilidade; Relações interpessoais; Vida urbana e rural; Relações de trabalho; etc. Projeto ENADE: uma proposta interdisciplinar de avaliação, realiza várias ações focadas na aprendizagem do aluno, como também na sensibilização para participação no ENADE, e no preenchimento do formulário. Projeto Para Casa: atividades através do Portal Acadêmico e/ou na forma impressa para estudo em casa, referente ao tema abordado na aula. PCI – Projeto de Conhecimento Integrado: ações extraclasse, através do Blackboard – Ambiente Virtual de Aprendizagem, utilizando metodologias avançadas. 29 Núcleo de Carreiras: cuida do que se refere a questão do estágio, tendo também o papel de interlocução entre a Instituição e os possíveis campos de atuação profissional. Este trabalho contribui para uma formação profissional significativa para os discentes da Faculdade, visto que, o estágio é o espaço onde o aluno começa a construção concreta do fazer profissional. Atividades em grupo com os líderes de turma: As coordenações dos cursos realizam reuniões para reforçar o espírito de liderança e prepará-los para enfrentar os possíveis problemas que surgirem em sala, além de reforçar também a função de porta voz da turma. Pesquisa com egressos: objetiva conhecer a qualidade dos cursos oferecidos, bem como, o nível de compromisso da instituição com a sociedade e empregabilidade do egresso, etc. Coordenação do curso: atendimento aos docentes e discentes do curso. Secretaria: é o órgão suplementar que presta apoio e suporte às atividades acadêmico-pedagógicas administrativas e financeiras da Faculdade. O curso de Bacharel em Agronomia propõe-se concretizar todas as diretrizes pedagógicas e alcançar as metas estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Institucional vigente, demonstrando a articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso. 3.1.5. Concepção do curso O Projeto Pedagógico foi construído, coletivamente, centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem. Está de acordo com os Pareceres CNE/CES 776/97, 583/2001 e 67/2003, bem como considerando o que consta no parecer CNE/CES nº 306/2004 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Agronomia. A proposta pedagógica da Instituição contempla e objetiva viabilizar a formação de graduandos adequadamente preparados para o ingresso na prática da Agronomia, comprometidos com as relações de interesse social, humano e ambiental dos empreendimentos que a habilitação pleiteia. As ideias que norteiam o curso de Agronomia estão voltadas para um modelo que estimule o desenvolvimento do setor agropecuário através de abordagens criativas, inovadoras e dinâmicas que despertem o espírito questionador e crítico para fomentar a agricultura sustentável e competitiva em um mundo globalizado. Conforme disposto na Resolução CNE nº 01 de 02 de fevereiro de 2006, que trata das Diretrizes Curriculares para o curso de Agronomia, ao elaborar o currículo do curso e seus objetivos, deve-se considerar: Art. 3º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia são as seguintes: 30 § 1º O projeto pedagógico do curso, observando tanto o aspecto do progresso social quanto da competência científica e tecnológica, permitirá ao profissional a atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética humanística, em atendimento às demandas da sociedade. § 2º O projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia Agronômica deverá assegurar a formação de profissionais a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como, utilizar racionalmente os recursos disponíveis, além de conservar o equilíbrio do meio ambiente. § 3º O curso deverá estabelecer ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e de atitudes com responsabilidade técnica e social, tendo como princípios: o respeito à fauna e à flora; a conservação e recuperação da qualidade do solo, do ar e da água; o uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente; o emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e o atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício das atividades profissionais. Os objetivos do curso foram traçados considerando as demandas emanadas do mercado de trabalho, universo crescentemente exigente, buscando profissionais competentes e atentos ao acelerado processo de mudança científico-tecnológica no campo agronômico. Por outro ângulo, os objetivos do Curso de Agronomia incluíram exigências de urgente inclusão de temas transversais na formação profissional do Agrônomo: sustentabilidade dos recursos naturais, conservação e preservação da biodiversidade, respeito à diversidade social e aos aspectos éticos e humanísticos afetos ao cidadão e ao profissional. A profissão do Agrônomo nos últimos anos vem ampliando suas possibilidades de diversificação e inserção no mercado de trabalho. Segue uma tendência mundial de crescimento e de investimentos na área das Ciências Agrárias; o campo de atividade do profissional formado em Agronomia tem se mostrado altamente atrativo, atendendo a demandas complexas e diversas. O projeto pedagógico segue a linha mestra da integração, considerada em tríplice aspectos: integração teoria-prática, disciplinar e de ensino. Neste sentido, promove-se o encadeamento lógico do conhecimento, favorecedor da reflexão e do pensamento crítico sobre a ciência da Agronomia e seus campos de atuação. O currículo do curso de Agronomia, da Faculdade Alis de Bom Despacho, através das atividades de ensino, pesquisa e extensão, objetiva a formação de profissional consciente que possua o compromisso social de transformar a realidade do campo, propiciando uma sólida formação ética e humanística baseada nos princípios e 31 valores de disciplina, responsabilidade, honestidade, espírito de lealdade, perseverança. Este propósito é viabilizado pela integração curricular e utilização de metodologias de ensino/aprendizagem que permitam a participação ativa dos alunos neste processo. O aprofundamento da aprendizagem sobre assuntos específicos é atingido através da introdução de visitas técnicas com aulas práticas e cursos extra-curriculares, que reforçam a formação do profissional integral. Desta forma, fica estabelecido o compromisso ético de atender a demanda social e econômica relacionada ao mercado de trabalho, público ou privado, visando a eficiência e excelência do setor agropecuário. 3.1.6. Objetivos do curso Os objetivos do curso são tratados na RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares do Curso. Propõe-se a formação de um profissional com competências e habilidades para atuar tanto de um modo generalista, e também quanto em áreas específicas. Assim, o curso de Agronomia tem por objetivo a formação de um profissional de visão ampliada e eclética, um aluno ético e qualificado, técnico e cientificamente capacitado para o trabalho no campo das Ciências Agrárias, e preparado para o desempenho inventivo, responsável e competente das tarefas exigidas para o livre exercício profissional do Engenheiro Agrônomo, além de: Direcionar uma estratégia do ensino de graduação em Engenharia Agronômica, visando formar um engenheiro que transite nas diversas áreas do conhecimento e que tenham a formação de um cidadão ciente das suas responsabilidades dentro da realidade atual de seu país, e das medidas a serem adotadas na promoção do bem estar e desenvolvimento da sociedade e da sua região; Proporcionar condições para a formação de um profissional com capacidade e aptidão para pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização da tecnologia e dos diversos sistemas de produção agropecuária e sua interrelação com as atividades humanas com o meio físico e os ecossistemas através de uma sólida formação em Engenharia, envolvendo os campos das ciências humanas, exatas, biológicas e naturais Ofertar conteúdos que proporcionem aos alunos compreensão clara da área de atuação do Engenheiro Agrônomo, que exige a integração entre diversos campos do conhecimento, o conteúdo curricular e de sua atribuição profissional. Ofertar atividades afins ao curso como: programas de extensão universitária, estágios, atividades de investigação científica, monitoria, participação em congressos e seminários entre outras atividades; Estabelecer e ampliar o intercâmbio humano, profissional e de infraestrutura entre a Faculdade e as empresas, entidades públicas e privadas, instituições de pesquisa e de ensino da região com vistas ao desenvolvimento e aumento da competitividade da região Centro Oeste nas áreas que envolvam a Agronomia. 32 Atender as competências e habilidades previstas na DCN e descritas no perfil do egresso do PPC. Assim, visa, em geral, formar profissionais aptos a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como a utilizar racionalmente os recursos disponíveis, além de conservar o equilíbrio do ambiente. São objetivos específicos do Curso, em consonância com a DCN (RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006) no seu art. 6º: a) projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade; b) realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e social, respeitando a fauna e a flora e promovendo a conservação e/ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de tecnologias integradas e sustentáveis do ambiente; c) atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de políticas setoriais; d) produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos agropecuários; e) participar e atuar em todos os segmentos das cadeias produtivas do agronegócio; e) exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico profissional, ensino superior, pesquisa, análise, experimentação, ensaios e divulgação técnica e extensão; f) enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mundo, do trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes. Desenvolvendo ainda as seguintes competências e habilidades: I. promover a capacidade reflexiva do pensamento do aluno na solução de problemas; II. estimular o relacionamento humano através do trabalho em equipe, incorporando-o num entrelaçamento com a Instituição, para compreensão da importância do papel do profissional perante a sociedade, com atuação de cooperação; III. promover e desenvolver a habilidade de comunicação e transmissão do conhecimento; IV. exercitar a autonomia no aprender buscando constantemente o aprimoramento profissional através da educação continuada; V. incentivar o estudo científico e tecnológico e a extensão através de desenvolvimento de projetos; VI. aperfeiçoar os valores éticos com respeito à vida e a diversidade; VII. incorporar a necessidade das ações ambientais nos projetos preservando o ecossistema local para as futuras gerações; 33 VIII. IX. X. formar um profissional capacitado para solucionar problemas no setor agropecuário; despertar o espírito empreendedor; proporcionar a formação do aluno no tripé universitário, que consiste na atuação de atividades relacionadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão. Ao longo do curso, o estudante deve adquirir ou desenvolver seu senso crítico e a consciência de sua cidadania, que possibilitem a prática das seguintes atitudes: a) Compromisso com a ética e com a responsabilidade profissional; b) Responsabilidade social, política e ambiental; c) Espírito empreendedor que permite enxergar oportunidades e atuar de forma a obter resultados e ter postura sempre ativa e atuante; d) Capacidade para trabalhar em equipe; e) Busca permanente da atualização de conhecimentos e dos meios de comunicação. Em síntese, no curso os objetivos são trabalhados da seguinte forma: Competências e Habilidades Gerais do Agrônomo I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia; VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; IX - atuar em equipes multidisciplinares; X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; 34 Competências e Habilidades Gerais do Agrônomo XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Objetivos gerais Atividades de Ensino-Aprendizagem 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Biologia Celular Bioquímica Básica Botânica I Fundamentos Acadêmicos Introdução à Agronomia Leitura e Interpretação de Texto Botânica II Cálculo Ecologia e Meio Ambiente Física Básica Genética Aplicada à Agronomia Metodologia Científica Microbiologia Cálculo Aplicado à Agronomia Climatologia e Agrometereologia Desenho Técnico Aplicado Fisiologia Vegetal x x x x x X x x x X x x X x X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X x x X X X X X X X X X X X X X X X X X x X X X X X x X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos Química Geral Estatística Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Mecânica e Mecanização Agrícola Microbiologia do Solo Química Orgânica Zootecnia I Estudos Filosóficos e Sociológicos x X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 35 Manejo e Conservação do Solo e da Água Nutrição Animal X Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos Tecnologia e Produção de Sementes Topografia e Georreferenciamento Entomologia I Estudos Antropológicos e Políticos Fitopatologia I Grandes Culturas I Práticas em Engenharia Agrícola Zootecnia II Economia Agrícola Entomologia II Estágio Supervisionado I Fitopatologia II Grandes Culturas II Melhoramento de Plantas Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal Empreendedorismo Estágio Supervisionado II Fruticultura Hidráulica, Irrigação e Drenagem Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I Tecnologia de Alimentos Construções Rurais Estágio Supervisionado III Forragicultura e Pastagem Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários Olericultura X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II X X X X X X X X X X X X X Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso X X X X X X X X X X X X X Estágio Supervisionado IV X X X X X X X X X X X X X 36 Gestão Ambiental na Agricultura Práticas Integradoras em Agronomia Silvicultura e Sistemas Agroflorestais Tópicos Especiais em Agronomia Trabalho de Conclusão de Curso X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X E nas competências específicas: Competências e Habilidades Específicas do Engenheiro Agrônomo 1 - projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade; 2 - realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e social, respeitando a fauna e a flora e promovendo a conservação e/ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de tecnologias integradas e sustentáveis do ambiente; 3 - atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de políticas setoriais; 4 - produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos agropecuários; 5 - participar e atuar em todos os segmentos das cadeias produtivas do agronegócio; 6 - exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico profissional, ensino superior, pesquisa, análise, experimentação, ensaios e divulgação técnica e extensão; 7 - enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mundo, do trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes. Parágrafo Único. A formação do Engenheiro Agrônomo deverá atender a coexistência de relações entre teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos fundamentais para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e à prática da Engenharia Agronômica, capacitando o profissional a adaptar-se de modo flexível, crítico e criativo às novas situações. 37 Competências e Habilidades Específicas do Agrônomo Componentes curriculares 1 5 6 7 Biologia Celular x x x x X Bioquímica Básica x x x x X Botânica I x x x x X Fundamentos Acadêmicos x x x x X x x x x X x x x x x x x x x x x x x x x Leitura e Interpretação De Texto x x 3 Parágrafo 4 Introdução à Agronomia 2 x x Botânica II Cálculo x x Física Básica x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Genética Aplicada à Agronomia x Único Metodologia Científica Cálculo Aplicado à Agronomia x x x x Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos Climatologia e Agrometereologia x x x x x Ecologia e Meio Ambiente x x x x x Fisiologia Vegetal x x x x x Microbiologia x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Química Geral x x Desenho Técnico Aplicado x x Estatística x x x Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Mecânica e Mecanização Agrícola Microbiologia do Solo x Química Orgânica 38 Competências e Habilidades Específicas do Agrônomo Componentes curriculares 1 Tecnologia e Produção de Sementes 2 3 4 Parágrafo 5 6 7 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Único Manejo e Conservação do Solo e da Água Estudos Filosóficos e Sociológicos Topografia e Georreferenciamento x x x x Zootecnia I Nutrição Animal Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos Entomologia I Estudos Antropológicos e Políticos x Fitopatologia I Grandes Culturas I x x x x Práticas em Engenharia Agrícola Zootecnia II Economia Agrícola x x x x Entomologia II Fitopatologia II Grandes Culturas II x x Melhoramento de Plantas x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal Empreendedorismo Fruticultura Hidráulica, Irrigação e Drenagem x x Práticas Agronômicas em Produção 39 Competências e Habilidades Específicas do Agrônomo Componentes curriculares 1 2 Tecnologia de Alimentos x x Construções Rurais x x 3 Parágrafo 4 5 6 7 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Único Vegetal I x Forragicultura e Pastagem Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários Olericultura Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II Gestão Ambiental na Agricultura Silvicultura e Sistemas x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Trabalho de Conclusão de Curso x x x x x x x x Estágios Supervisionados x x x x x x x x Atividades Complementares x x x x x x x x Agroflorestais Práticas Integradoras em Agronomia Tópicos Especiais em Agronomia Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso 3.1.7. Perfil profissional do egresso Os egressos do Curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho deve ser um profissional com capacidade de realizar análise científica, de identificar e resolver problemas, preocupado com sua atualização permanente de conhecimentos e de tomar decisões com a finalidade de operar, modificar e criar 40 sistemas agropecuários e agroindustriais, sempre se preocupando com os aspectos sociais e sustentáveis, dentro de princípios éticos. O profissional deverá ser habilitado para entender a coexistência de relações entre teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos fundamentais para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e prática agronômicas, adaptando-se de modo inteligente, flexível, crítico e criativo às novas situações. Desta forma o egresso terá atuação abrangente na cadeia de produção agropecuária: atuando em atividades localizadas internamente à propriedade, como alcançando o encadeamento entre o planejamento e encaminhamento da produção agrícola para as fases de transformação, circulação e comercialização, nos mercados interno e externo; com visão global dos sistemas de produção agrícola, detendo habilidades para modificá-los em moldes científicos, tecnológicos e sócio-culturais, com observação estrita da sustentabilidade dos recursos. com consciência cidadã, comprometendo o profissional com seu tempo, com as necessidades do país e da humanidade. agregando capacidades de analisar e coordenar informações, interagir com pessoas, interpretar de maneira dinâmica a realidade. com capacidade de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente corretas, mas que considere os problemas em sua totalidade e sua inserção numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões. com inserção profissional nos diversos segmentos das cadeias de produção agrícola, que envolvem os setores de produção de insumos, produção agropecuária, agroindústria, distribuição, consumo e setor de serviços. E em sintonia com a DCN do Curso (RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006), art. 5º, o perfil do egresso contempla: I - sólida formação científica e profissional geral que possibilite absorver e desenvolver tecnologia; II - capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade; III - compreensão e tradução das necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilização racional dos recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente; e IV - capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações Há que se considerar que todos os componentes curriculares trabalham a formação holística, por meio de estudo de casos provocando o estudo e a reflexão crítica, a contextualização dos conteúdos e especialmente por meio das visitas técnicas, dia de campo, dos TCCs, Estágio, Atividades Complementares e ações de extensão. 41 Em síntese, o perfil é observado da seguinte forma: Perfil do Egresso - Agrônomo 1. atuando em atividades localizadas internamente à propriedade, como alcançando o encadeamento entre o planejamento e encaminhamento da produção agrícola para as fases de transformação, circulação e comercialização, nos mercados interno e externo; 2. com visão global dos sistemas de produção agrícola, detendo habilidades para modificá-los em moldes científicos, tecnológicos e sócio-culturais, com observação estrita da sustentabilidade dos recursos. 3. com consciência cidadã, comprometendo o profissional com seu tempo, com as necessidades do país e da humanidade. 4. agregando capacidades de analisar e coordenar informações, interagir com pessoas, interpretar de maneira dinâmica a realidade. 5. com capacidade de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente corretas, mas que considere os problemas em sua totalidade e sua inserção numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões. 6. com inserção profissional nos diversos segmentos das cadeias de produção agrícola, que envolvem os setores de produção de insumos, produção agropecuária, agroindústria, distribuição, consumo e setor de serviços. Componentes curriculares Coerência com o Perfil 1 2 3 4 5 6 Biologia Celular x x x x x x Bioquímica Básica x x x x x x Botânica I x x x x x x Fundamentos Acadêmicos x x x x x x Introdução à Agronomia x x x x x x Leitura e Interpretação De Texto x x x x x x Botânica II x x x x x x Cálculo x x x x x x Física Básica x x x x x x 42 Componentes curriculares Coerência com o Perfil 1 2 3 4 5 6 Genética Aplicada à Agronomia x x x x x x Metodologia Científica x x x x x x Cálculo Aplicado à Agronomia x x x x x x Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos x x x x x x Climatologia e Agrometereologia x x x x x x Ecologia e Meio Ambiente x x x x x x Fisiologia Vegetal x x x x x x Microbiologia x x x x x x Química Geral x x x x x x Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas x x x x x x Desenho Técnico Aplicado x x x x x x Estatística x x x x x x Mecânica e Mecanização Agrícola x x x x x x Microbiologia do Solo x x x x x x Química Orgânica x x x x x x Tecnologia e Produção de Sementes x x x x x x Manejo e Conservação do Solo e da Água x x x x x x Estudos Filosóficos e Sociológicos x x x x x x Topografia e Georreferenciamento x x x x x x Zootecnia I x x x x x x Nutrição Animal x x x x x x Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos x x x x x x Entomologia I x x x x x x Estudos Antropológicos e Políticos x x x x x x Fitopatologia I x x x x x x Grandes Culturas I x x x x x x Práticas em Engenharia Agrícola x x x x x x 43 Componentes curriculares Coerência com o Perfil 1 2 3 4 5 6 Zootecnia II x x x x x x Economia Agrícola x x x x x x Entomologia II x x x x x x Fitopatologia II x x x x x x Grandes Culturas II x x x x x x Melhoramento de Plantas x x x x x x Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal x x x x x x Empreendedorismo x x x x x x Fruticultura x x x x x x Hidráulica, Irrigação e Drenagem x x x x x x Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I x x x x x x Tecnologia de Alimentos x x x x x x Construções Rurais x x x x x x Forragicultura e Pastagem x x x x x x Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários x x x x x x Olericultura x x x x x x Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II x x x x x x Gestão Ambiental na Agricultura x x x x x x Silvicultura e Sistemas Agroflorestais x x x x x x Práticas Integradoras em Agronomia x x x x x x Tópicos Especiais em Agronomia x x x x x x Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso x x x x x x Trabalho de Conclusão de Curso x x x x x x Estágios Supervisionados x x x x x x Atividades Complementares x x x x x x 44 3.1.7.1. Estrutura Curricular Atividades de Ensino-Aprendizagem CARGA HORÁRIA SEMANAL Semestral Teórica Prática 1º PERÍODO Biologia Celular Bioquímica Básica Botânica I Fundamentos Acadêmicos Introdução à Agronomia Leitura e Interpretação de Texto Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 2 4 2 2 2 2 14 16 2 40 80 80 40 40 40 2 320 2º PERÍODO Botânica II Cálculo Ecologia e Meio Ambiente Física Básica Genética Aplicada à Agronomia Metodologia Científica Microbiologia Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 2 4 2 2 2 2 2 16 16 0 40 80 40 40 40 40 40 0 320 3º PERÍODO Cálculo Aplicado à Agronomia Climatologia e Agrometereologia Desenho Técnico Aplicado Fisiologia Vegetal Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos Química Geral Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 4º PERÍODO Estatística Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Mecânica e Mecanização Agrícola Microbiologia do Solo Química Orgânica 2 2 2 3 1 40 40 40 80 3 1 80 2 14 16 40 2 320 2 2 2 2 2 2 2 40 80 80 40 40 45 Atividades de Ensino-Aprendizagem Zootecnia I Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 5º PERÍODO Estudos Filosóficos e Sociológicos Manejo e Conservação do Solo e da Água Nutrição Animal Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos Tecnologia e Produção de Sementes Topografia e Georreferenciamento Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 6º PERÍODO Entomologia I Estudos Antropológicos e Políticos Fitopatologia I Grandes Culturas I Práticas em Engenharia Agrícola Zootecnia II Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 7º PERÍODO Economia Agrícola Entomologia II Estágio Supervisionado I Fitopatologia II Grandes Culturas II Melhoramento de Plantas Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 8º PERÍODO Empreendedorismo Estágio Supervisionado II Fruticultura CARGA HORÁRIA SEMANAL Semestral Teórica Prática 2 40 12 4 16 320 4 2 2 2 2 2 12 16 2 4 80 40 40 40 40 80 320 2 4 2 3 2 13 16 1 2 40 80 40 80 40 40 3 320 2 2 2 3 2 11 18 2 2 1 2 7 40 80 100 80 80 40 40 460 2 2 40 100 40 46 Atividades de Ensino-Aprendizagem Hidráulica, Irrigação e Drenagem Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I Tecnologia de Alimentos Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 9º PERÍODO Construções Rurais Estágio Supervisionado III Forragicultura e Pastagem Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários Olericultura Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral 10º PERÍODO Estágio Supervisionado IV Gestão Ambiental na Agricultura Práticas Integradoras em Agronomia Silvicultura e Sistemas Agroflorestais Tópicos Especiais em Agronomia Trabalho de Conclusão de Curso Subtotal Total da carga horária semanal Total da carga horária semestral CARGA HORÁRIA SEMANAL Semestral Teórica Prática 2 2 80 2 40 2 40 8 4 12 340 2 2 2 2 8 12 Resumo da carga horária Carga Horária Teórica e Prática das disciplinas do curso Carga horária do Estágio Supervisionado Carga Horária das Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso Período de Integralização 40 100 40 40 40 40 40 2 2 4 340 100 40 40 40 40 40 2 2 2 2 6 8 2 300 CH 2960 400 240 3.600 Mínimo de 5 anos Máximo de 7,5 anos 3.1.7.2 Conteúdos curriculares 47 O curso de Agronomia em sua organização curricular apresenta um conjunto de atividades de Ensino-Aprendizagem que em seu contexto, ao trabalhar os conteúdos conceituais e procedimentais do curso, o fazem evidenciar a formação de um profissional de Agronomia focando as habilidades e competências definidas no perfil do egresso. A postura ética e o respeito ao meio ambiente (conteúdos atitudinais) devem conduzir todo o processo de ensinoaprendizagem buscando uma formação teórica e prática consubstanciada numa visão crítica dos fenômenos ambientais e das razões da sustentabilidade. Isto se observa na postura dos docentes ao evidenciar os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais com visão ética e humanística em atendimento às demandas da sociedade. A apresentação de trabalhos, individuais ou coletivos, os seminários, as atividades de campo, as vistas técnicas, dentre outras atividades, colaboram para o debate, a análise, a reflexão, enfim, a construção do profissional crítico e reflexivo. O Estágio Supervisionado, além de permitir a verificação dos conteúdos conceituais trabalhados, permite também a aprendizagem dos conhecimentos práticos e a maneira como o futuro profissional se comporta na solução de problemas no setor agropecuário. No Trabalho de Conclusão de curso se observa a capacidade de pesquisa, de fundamentação científica, de visão crítica e social capaz de propor soluções, sempre dentro do princípio básico da sustentabilidade e do desenvolvimento econômico para preservação do meio ambiente. A distribuição das disciplinas está estruturada a partir de uma visão integrada que leva em consideração a interdisciplinaridade. Assim é possível estimular a absorção do conhecimento aplicado e a dinamicidade das técnicas gerenciais e tecnológicas de modo a desenvolver no aluno a cultura investigativa, metodológica e a postura proativa que lhe permita avançar rumo ao desconhecido. Os conteúdos curriculares são desenvolvidos com CHT de 3.600h, sendo 240h atividades complementares e 400h de estágio supervisionado. De acordo com Res. CNE/CES nº 1, 2/2/2006, agrupam-se nos Núcleos Conteúdos Básicos, Essenciais e Específicos. As unidades de estudo e sua distribuição na matriz se pautam pela relevância, atualização e coerência, favorecendo a correlação e sequência dos conteúdos para que estes se complementem sem lacunas e sobreposições, possibilitando a construção gradual e sólida da formação dos alunos. As AC são atividades enriquecedoras vinculadas aos objetivos do curso e ao seu perfil, possibilitando aprofundamento técnico e cultural e de natureza interdisciplinar. 48 O estágio supervisionado é desenvolvido nos 7º, 8º, 9º e 10º períodos, colocando o aluno em contato com profissionais da área. É viabilizado por meio de convênios firmados. O TCC é trabalhado no 9º e 10º períodos e articula conhecimentos apropriados ao longo do curso, culminando com a defesa. As atividades de ensino-aprendizagem que compõem o currículo não existem de forma isolada, mas num processo de interação teórico-prático. Em relação ao tempo de integralização, considerando a Resolução CNE/CES No 2 (18/06/07) que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos curso, o curso de Agronomia da Faculdade atende na íntegra a resolução, pois o curso possui 3.600 horas de carga horária total para um limite mínimo de integralização de 5 anos. A organização curricular proposta esta disposta nos três núcleos de Formação e orienta a construção do conhecimento garantindo as habilidades e competências definidas no perfil do egresso. A proposta curricular do curso de Agronomia da Faculdade, acordo com a Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, compreende três Núcleos de Conteúdos, quais sejam: a – Núcleo de Conteúdos Básicos; b – Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais e c – Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos. O Núcleo de Conteúdos Básicos compor-se-á das matérias que fornecem o embasamento teórico necessário para a formação geral do futuro profissional. O Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais compor-se-á das matérias destinadas à caracterização da identidade do profissional, integrando as sub-áreas de conhecimento que identificam atribuições, deveres e responsabilidades. O Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos deverá contribuir para o aperfeiçoamento da habilitação profissional dos graduandos. Sua inserção no currículo tem o objetivo de atender peculiaridades locais e regionais e, quando couber, caracterizar o projeto institucional com identidade própria. As disciplinas do curso de Agronomia foram dispostas e periodizadas em uma estrutura curricular, em que o conhecimento pode ser sistematizado e organizado de forma ágil, flexível reduzindo os limites entre o mundo do ensino e do trabalho, permitindo também sua construção gradativa. Esta estrutura contempla conteúdos obrigatórios e eletivos, o que possibilita a participação do aluno na definição dos seus estudos, respeitando desta forma o princípio da flexibilidade. A carga horária semestral foi dimensionada de forma a permitir que o aluno tenha tempo disponível para desenvolver as habilidades necessárias, consolidando as competências exigidas pela profissão, bem como aquelas, exigidas no exercício do papel de cidadão. As disciplinas foram também organizadas de modo a permitir a utilização de metodologias e práticas de ensino integradoras, de modo que o futuro profissional compreenda e apreenda desde o início do curso as relações entre as diversas áreas de conhecimentos e a sua aplicação na complexidade da prática profissional. 49 Na execução do currículo, buscar-se-á desenvolver formas de interdisciplinaridade e associação de conteúdos em ordem crescente de complexidade, por meio do planejamento e execução de projetos integrados. I. Núcleo de Conteúdos Básicos: Atividades Complementares; Biologia Celular; Bioquímica Básica; Botânica I; Botânica II; Cálculo; Cálculo Aplicado a Agronomia; Desenho Técnico Aplicado; Ecologia e Meio Ambiente; Entomologia I; Estatística; Física Básica; Leitura e Interpretação de Textos; Metodologia Científica; Fundamentos Acadêmicos, Microbiologia; Química Geral; Química Orgânica; Estudos Filosóficos e Sociológicos; Estudos Antropológicos e Políticos; Empreendedorismo. II. Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais: Atividades Complementares; Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários; Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas; Manejo e Conservação do Solo e da Água; Construções Rurais; Economia Agrícola; Entomologia II; Fisiologia Vegetal; Fitopatologia I; Fitopatologia II; Fruticultura; Nutrição Animal; Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos; Genética Aplicada à Agronomia; Gestão Ambiental na Agricultura; Hidráulica, Irrigação e Drenagem; Introdução à Agronomia; Mecânica e Mecanização Agrícola; Melhoramento de Plantas; Climatologia e Agrometereologia; Microbiologia do Solo; Olericultura; Tecnologia e Produção de Sementes; Tecnologia de Alimentos; Topografia e Georreferenciamento; Zootecnia I; Grandes Culturas I; Práticas em Engenharia Agrícola; Zootecnia II; Grandes Culturas II; Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal; Forragicultura e Pastagem; Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I, Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II; Silvicultura e Sistemas Agroflorestais. III. Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos: Atividades Complementares; Estágio Supervisionado I; Estágio Supervisionado II; Estágio Supervisionado III; Estágio Supervisionado IV; Tópicos Especiais em Agronomia; Projeto de Trabalho e Conclusão de Curso; Trabalho de Conclusão de Curso; Práticas Integradoras em Agronomia. O Núcleo de Conteúdos Básicos trabalha com o aluno a absorção de conhecimento científico das áreas básicas da Agronomia, que é seguido das disciplinas do Núcleo de Conteúdo Profissional Essencial que repassa informações que vão agregar ao profissional habilidades para atuar na área da Agronomia e em seguida o Núcleo de Conteúdo Profissional Específico que trabalha com a comportamento atitudinal do profissional. 1º PERÍODO Disciplina: Biologia Celular Carga horária: 40 horas 50 Ementa: Conhecimentos sobre as células e as estruturas citoplasmáticas que realizam o metabolismo dos sistemas vivos. Bibliografia básica: CARNEIRO, José; JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85277-1989-6>. Acesso em: 28 set. 2015. DE ROBERTIS, Edward M.; HIB, José. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2386-2>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia complementar: APPEZANATO, B.G.; CARMELLO, S.M.G. Anatomia vegetal. Viçosa: Editora UFV. ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed. ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre, RS: Artmed. VIEIRA, Enio Cardillo; GAZZINELLI, Giovanni; MARES-GUIA, Marcos. Bioquímica celular e biologia molecular. São Paulo: Atheneu (Biblioteca biomédica). JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa. Biologia estrutural dos tecidos: histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disciplina: Bioquímica Básica Carga horária: 80 h Ementa: Aspectos estruturais, metabólicos e de integração das principais biomoléculas e sua relação com o funcionamento da célula, do organismo e com o fluxo de informação. Bioenergética, metabolismo individual e integrado do organismo. Bibliografia Básica: CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: ArtMed. LEHNINGER, A. L.; NELSON, D.L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. São Paulo: Sarvier. BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2388-6>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia Complementar: MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. CONN, Eric E; STUMPF, Paul K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher. 51 GAW, A.; RUMJANEK, F.D. Bioquímica clínica: um texto ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. CHAMPE, Pamela C; HARVEY, Richard A; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre, RS: Artmed. KOOLMAN J. Bioquímica: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed. Disciplina: Botânica I Carga horária: 80 horas Ementa: Morfologia externa e sistemática das espermatófitas. Caracterização das principais famílias de mono e dicotiledôneas. Técnicas de herborização. Bibliografia básica: EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso em: 28 set. 2015. FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo: Nobel. SOUZA, Vinicius C.; LORENZI Harri. Botânica sistemática. São Paulo: Editora Plantarum. Bibliografia complementar: FERRI, Mário Guimarães; MENEZES, Nanusa Luíza de; MONTEIRO, Walkyria Rossi. Glossário ilustrado de botânica. São Paulo: Nobel. FERRI, Mário Guimarães (Coord.). Fisiologia vegetal. São Paulo: EPUp. (v.1). CASTRO, Evaristo Mauro de; PEREIRA, Fabricio José; PAIVA, Renato. Histologia vegetal: estrutura e função de órgãos vegetativos. Lavras: Editora UFLA. JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: Introdução à taxonomia vegetal. São Paulo: Companhia Editora Nacional. OLIVEIRA, Fernando de; SAITO, Maria Lucia. Práticas de morfologia vegetal. São Paulo: Atheneu. Disciplina: Fundamentos Acadêmicos Carga Horária: 40 h Ementa: Rol de disciplinas abaixo Bibliografia Básica: NSA Bibliografia Complementar: NSA 52 Disciplina: Introdução à Agronomia Carga horária: 40 horas Ementa: Histórico da Agricultura. Formação profissional do Agrônomo. Áreas de atuação do Engenheiro Agrônomo. O mercado de trabalho do Agrônomo. O agrônomo Brasileiro. O meio ambiente – Desenvolvimento Sustentado. Consciência crítica a respeito da escolha profissional e institucional, da formação acadêmica e dos compromissos na sociedade. Estrutura do curso de Agronomia. Conhecimento da vida acadêmica, da trajetória histórica da agricultura e da ciência agronômica. Ética e Deontologia. Agronegócio e Cadeias Produtivas. Agropecuária Brasileira. Pesquisa, Ensino e Extensão. ABC – Agricultura de Baixo Carbono. Instituições e empresas do setor agrícola nacional, estadual e municipal. Política Agrícola municipal. Bibliografia básica: NEVES, Marcos Fava. Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São Paulo: Atlas. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522464524>. Acesso em: 28 set. 2015. DREW, David; SANTOS, João Alves dos. Processos interativos homem: meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. BONILLA, J. A. Fundamentos da agricultura ecológica. São Paulo. Nobel. Bibliografia complementar: ALMEIDA FILHO, NIEMEYER. Segurança Alimentar. São Paulo: ALINEA. 2010 BRASIL, EMBRAPA. Novos Ângulos da História da Agricultura do Brasil. São Paulo, 2010. BARBIERI, Rosa Lia; STUMPF, Elisabeth Regina Tempel; PEREIRA, Rúbia Maria. Origem e evolução de plantas cultivadas. Brasília: EMBRAPA. GALLO, Sílvio. Ética e cidadania: caminhos da Filosofia. Campinas: Papirus, 1997. QUEIROZ, Timóteo Ramos; ZUIN, Luís Fernando Soares. Agronegócios: gestão e inovação. São Paulo: Saraiva, 2006. Disciplina: Leitura e Interpretação de Textos Carga Horária: 40 h Ementa: Língua e Linguagem. Língua oral e escrita. Variação linguística. Textoverbal e não verbal. Textualidade (intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade, intertextualidade, coesão e coerência). Tipologia e gêneros textuais. Tipologia e gêneros textuais: características estruturais de textos dissertativos (expositivos e argumentativos), narrativos, descritivos e injuntivos. Estratégias argumentativas. Métodos de leitura e interpretação: sublinhar, resumir e esquematizar. Interpretação de textos: ambiguidade; conotação e 53 denotação; inferência e leitura de implícitos (pressupostos e subentendidos). Figuras de linguagem. Interpretação de texto. Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antônio. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522481576>. Acesso em: 15 set. 2015. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Companhia Editora Nacional. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. Bibliografia Complementar: MACHADO, Anna Rachel (Coord.). Resenha. São Paulo: Parábola. GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: FGV. KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto. PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; CURY, Maria Zilda. Intertextualidades: teoria e prática. Belo Horizonte: Editora Lê. PLATÃO SAVIOLI, Francisco; FIORIM, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. 2º PERÍODO Disciplina: Botânica II Carga horária: 40 horas Ementa: Processos fisiológicos que ocorrem no vegetal, de forma isolada e interrelacionadas, e dos efeitos ambientais sobre estes processos, anatomia dos órgãos vegetativos e dos grandes grupos de plantas vasculares e sua evolução. Técnicas utilizadas no estudo de anatomia vegetal. Bibliografia básica: FERRI, Mário Guimarães; MENEZES, Nanusa Luíza de; MONTEIRO, Walkyria Rossi. Glossário ilustrado de botânica. São Paulo: Nobel. EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso em: 28 set. 2015. JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Bibliografia complementar: AKISUE, Gokithi; OLIVEIRA, Fernando de. Fundamentos de farmacobotânica. São Paulo: Atheneu, 2005 54 FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo: NOBEL. FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia interna das plantas. São Paulo: NOBEL. FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: EPU. (v.I v.II). APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & Carmello-Guerreiro, S.M. 2003. Anatomia vegetal. UFV. Viçosa. Disciplina: Cálculo Carga horária: 80 horas Ementa: Conjuntos Numéricos, Expressões Numéricas e Algébricas, Sistema Cartesiano Ortogonal, Função do 1o grau, Função Quadrática, Função Modular, Função Exponencial, Função Logarítmica, Gráficos, Limites e Continuidade das Funções. Bibliografia básica: LARSON, Roland E. Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro: RTC. FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. Rio de Janeiro: Makron Books. STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. (v.2). SIQUEIRA, José de Oliveira. Fundamentos para cálculos. São Paulo: Saraiva. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502141742>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia complementar: ÀVILA, Geraldo. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC. (v.I). SALAS, Saturnino L; HILLE, Einar; ETGEN, Garret J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC. (v.2). FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. São Paulo: Pearson Prentice Hall. GOLDSTEIN, Larry J. et al. Cálculo: e suas aplicações. São Paulo: Hemus. HOFFMAN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC. Disciplina: Ecologia e Meio Ambiente Carga horária: 40 horas Ementa: Ecologia, biosfera, ecossistema, ciclo biogeoquímico, ecologia de populações. Ecologia humana dentro da sociedade sustentável, ecologia aplicada à agronomia. Agricultura Sustentável. Formas de agricultura, convencional, agroecológica, SAT, princípios, evolução, práticas adotadas, resultados, problemas. Princípios ecológicos na agricultura: dinâmica de nutrientes, da água e da energia, biologia do solo, biodiversidade. Base ecológica do manejo de pragas e doenças. Ecologia do manejo de ervas daninhas. A ciclagem de nutrientes no 55 agroecossistema através de adubação verde e da compostagem. Tecnologias agroecológicas. Manejo sustentável do solo: cultivo em faixas, cordões de contorno, cultivo mínimo, plantio direto, "mulching". Modelos alternativos de agricultura: orgânica, biodinâmica, natural. Introdução a produção sustentável em olerícolas, frutíferas, cereais e pastagens e sistemas agroflorestais. Análise de Sustentabilidade em Propriedades Rurais. Bibliografia básica: FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: Universidade de São Paulo. ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. MARQUES, João Fernando; SKORUPA, Ladislau Araújo; FERRAZ, José Maria Gusman (Ed.). Indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas. Jaguariúna, SP: EMBRAPA Meio Ambiente. COELHO, Ricardo Motta Pinto. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: ArtMed. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536310978>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia complementar: BOFF, Leonardo. Ecologia, mundialização, espiritualidade. São Paulo: Ática. AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia das populações: genética, evolução e ecologia. São Paulo: Moderna. PEREIRA NETO, João Tinôco. Manual de compostagem: processo de baixo custo. Viçosa, MG: UFV. (Soluções). LAGO, Antônio. O Que é ecologia. São Paulo: Brasiliense. PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre, RS: Artmed, 2002. 252 p. ISBN 8573076291. Disciplina: Física Básica Carga horária: 40 horas Ementa: Física das radiações, Energias. Fenômenos ondulatórios. Óptica do olho humano. Fenômenos Elétricos. Fluidos em Sistemas Biológicos. Bibliografia básica: BAUER, Wolfgang; WESTFALL, Gary D.; DIAS, Helio. Física para universitários: eletricidade e magnetismo. Porto Alegre: AMGH. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580551266>. Acesso em: 1 out. 2015 OKUNO.E.CALDAS I.L.,; CHOW,C. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: gravitação, ondas e termodinâmica. Rio de Janeiro: LTC. (v.2). Bibliografia complementar: 56 ALMADI, Uo. Imagens da Física. São Paulo: Scipione. HALLIDAY, David ; BIASI, Ronaldo Sérgio de ; WALKER, Jearl . Fundamentos de física v. I. Rio de Janeiro: LTC. LUZ, Antônio Máximo Ribeiro da; ALVARENGA, Beatriz Gonçalves de. Física: volume único. São Paulo: Harbra. TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas para engenheiros: eletricidade e magnetismo, óptica. Rio de Janeiro: LTC, (Física para cientistas e engenheiros; v.2). TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: física moderna: mecânica quântica, relatividade e a estrutura mecânica. Rio de Janeiro: LTC. (Física para cientistas e engenheiros; v.3). Disciplina: Genética Aplicada à Agronomia Carga horária: 40 horas Ementa: Natureza do material genético. Composição química e estrutura dos ácidos nucléicos. Código genético. Replicação, transcrição e tradução. Código genético. Mutação. Teoria cromossômica da herança. Bases mendelianas da hereditariedade. Mapeamento cromossômico. Aberrações cromossômicas estruturais e numéricas. Genética de populações. Histórico, importância e uso da biotecnologia. Totipotência celular e aspectos comparativos em plantas e animais. Cultura de células, tecidos e órgãos. Linhagens e fusões celulares e hibridas. Manipulação de embriões e Sementes sintéticas. Biorreatores. Criopreservação. Produção de metabolitos secundários "in vitro". Conceito e implicações dos Organismos Geneticamente Modificados, Bioética, Biossegurança e Meio Ambiente. Bibliografia básica: RESENDE, Marcos Deon Vilela de. Genética biométrica e estatística no melhoramento de plantas perenes. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. GRIFFITHS, A.J. et al. Introdução a genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J. Fundamentos de genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2290-2>. Acesso em: 1 out. 2015. Bibliografia complementar: CRUZ, Cosme Damião. Princípios de genética quantitativa. Viçosa. Editora UFV. BROWN, T. A. Genética: um enfoque molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. CID, L. Pedro Barrueto. Cultivo in vitro de plantas. São Paulo: Embrapa. PINTO, César Augusto Brasil Pereira; RAMALHO, Magno Antônio Patto; SANTOS, João Bosco dos. Genética na agropecuária. Lavras: UFLA, FIGUEREDO, Marcia do Vale Barreto. Biotecnologia aplicada à agricultura: textos de apoio e protocolos experimentais. São Paulo Embrapa. Disciplina: Metodologia Científica Carga Horária: 40 h Ementa: 57 A construção do conhecimento e o conhecimento científico. O método científico. As ações processuais da construção científica. As fases de construção do conhecimento científico: o planejamento e suas configurações; a pesquisa – tipos e procedimentos; a redação da pesquisa científica e as normas da ABNT; a submissão da pesquisa à comunidade acadêmica. Bibliografia Básica: FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Editora UFMG. (Coleção Aprender). LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522484867>. Acesso em: 26 nov 2015. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522478408>. Acesso em: 24 ago. 2015. Bibliografia Complementar: ALVARENGA, Maria Amália de Figueiredo Pereira; ROSA, Maria Virgínia de Figueiredo Pereira do Couto. Apontamentos de metodologia para a ciência e técnicas de redação científica: monografia, dissertações e teses. Porto Alegre, RS: S. A. Fabris. BARROS, Aidil Jesus Paes de Barros e LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de Pesquisa: Propostas Metodológicas. 11.ed. Petrópolis: Vozes, 2000. LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. Petrópolis, RJ: Vozes. DEMO, Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas, 2008. 131 p. ISBN 9788522451739. MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas. Disciplina: Microbiologia Carga Horária: 40h Ementa: Organização dos microorganismos, patogenicidade, diagnóstico, epidemiologia e profilaxia dos grupos de fungos, bactérias, vírus. Métodos de controle das populações microbianas e normas de biossegurança, os agentes quimioterápicos e sua ação. Processo de desinfecção, esterilização e controle dos microorganismos, os agentes químicos e físicos. Bibliografia básica: BLACK, J.G.; TOROS, E.F. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 58 MAZA, L.M. Atlas de diagnóstico em microbiologia. Porto Alegre: Artes Médicas. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Porto Alegre: ArtMed. Disponível em: http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536326986>. Acesso em: 2 out. 2015 Bibliografia complementar: LACAZ, C. S. et al. Tratado de micologia médica Lacaz. São Carlos: Sarvier. MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. Microbiologia de Brock. São Paulo: Prentice-Hall. MURRAY, P.R. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. PELCZAR JR., M.J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson Makron Books. (v1) PELCZAR JR., M.J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson Makron Books. (v2) 3º PERÍODO Disciplina: Cálculo Aplicado à Agronomia Carga horária: 40 horas Ementa: Matriz, Diagonalização de matrizes, Determinante, Sistema de equações lineares, Transformações lineares, Noção intuitiva de limites: limite de uma função em um ponto, limites finitos, infinitos e função contínua, Derivada de uma função: taxa média, derivada de um ponto, função derivada, Cálculo diferencial e integral. Bibliografia básica: GOLDSTEIN, Larry J. et al. Cálculo: e suas aplicações. São Paulo: Hemus. IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar 4 : sequencias, matrizes, determinantes, sistemas. São Paulo: Atual. HOFFMAN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações: tópicos avançados. Rio de Janeiro: LTC. AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo. Porto Alegre: Bookman. (Schaum). Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837446>. Acesso em: 2 out. 2015 Bibliografia complementar: MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC . (v.2) LARSON, Roland E. Cálculo com aplicações. Rio de Janeiro: LTC. FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. Rio de Janeiro: Makron Books. STEWART, James. Cálculo.São Paulo: Pioneira Thomson Learning, (v.2). SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática básica para os cursos superiores. São Paulo: Atlas. 59 Disciplina: Climatologia e Agrometereologia Carga horária: 40 horas Ementa: Atmosfera terrestre. Radiação solar e terrestre. Movimentos atmosféricos. Técnicas para diagnóstico e prognóstico do tempo. Principais fenômenos atmosféricos. Clima e sua classificação. Evapotranspiração. Balanço hídrico. Zoneamento agroclimático. Clima e produção agrícola. Bibliografia básica: FERREIRA, Artur Gonçalves. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos. MENDONÇA, Francisco; DANNI-OLIVEIRA, Inês Moresco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos. PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção animal. Belo Horizonte: FEPMVZ. BARRY, Roger G.; CHORLEY, Richard J. Atmosfera, tempo e clima. Porto Alegre: Bookman. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837392>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia complementar: AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. FERRETTI, Eliane Regina. Geografia em ação: práticas em climatologia. Curitiba: Aymará. (Mundo das ideias). MARIN, Fábio Ricardo; ASSAD, Eduardo Delgado; PILAU, Felipe Gustavo. Clima e ambiente: introdução à climatologia para ciências ambientais. Campinas, SP: Embrapa Informática Agropecuária. TORRES, Fillipe Tamiozzo Pereira; MACHADO, Pedro José de Oliveira. Introdução à climatologia. São Paulo: Cengage Learning, (Série Textos básicos de geografia). TUBELIS, Antônio. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa: Aprenda Fácil. Disciplina: Desenho Técnico Aplicado Carga horária: 40 horas Ementa: Fundamentos do Desenho Técnico: classificação, normas, formatos de papel e caligrafia. Sistemas de representação: 1º diedro. Projeção ortogonal de peças mecânicas simples, utilizadas no campo da agronomia. Sistema Universal de Projeções: escalas, tipos de linhas e vistas auxiliares. Perspectivas Isométrica e Cavaleira. Cotação: regras de dimensionamento. Desenho Auxiliado por Computador (CAD): interface, coordenadas, comandos de desenho, edição e texto, propriedades dos objetos, comandos auxiliares, blocos, plotagem e comandos de dimensionamento. Desenho Arquitetônico. Bibliografia básica: 60 SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. Rio de Janeiro: LTC, 2006. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-2162739-5>. Acesso em: 28 set. 2015. HENDERSON, José Speck. Manual básico de desenho técnico. Blumenau, SC: UFSC. FRENCH, Thomas Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. São Paulo: Globo. Bibliografia complementar: MAGUIRE, D. E; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho técnico básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. BALDAM, Roquemar de Lima; COSTA, Lourenço; OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2009: utilizando totalmente. São Paulo: Editora Érica. RIBEIRO, Claudia Pimentel Bueno do Valle; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá Editora. MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho técnico mecânico: curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. São Paulo: Hemus, (v.1). Disciplina: Fisiologia Vegetal Carga horária: 80 horas Ementa: Funções da planta. Fotossíntese, Respiração. Nutrição mineral. Assimilação do nitrogênio. Relações hídricas. Transporte de solutos orgânicos. Desenvolvimento vegetativo. Desenvolvimento reprodutivo. Dormência e germinação. Senescência e abscisão. Hormônios reguladores do metabolismo. A planta sob condições adversas. Bibliografia básica: MARENCO, Ricardo A, LOPES, Nei Fernandes. Fisiologia Vegetal. Lavras. Editora UFV. PAIVA, Renato; OLIVEIRA, Lenaldo Muniz de. Fisiologia e produção vegetal. Lavras. Editora UFLA. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed. KERBAUY, Gilberto Barbante. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85277-1990-2>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia complementar: FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: EPU. MALAVOLTA, E; OLIVEIRA, Sebastião A. de; VITTI, Godofredo Cesar. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. Piracicaba, SP: Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato. PRADO, CARLOS HENRIQUE B. DE A; CASALI, CARLOS APARECIDO. Fisiologia vegetal: práticas em relações hídricas. São Paulo: Monole. MARCOS FILHO, Júlio. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: FEALQ (Biblioteca de ciências agrárias Luiz de Queiroz; 12). 61 RAVEN, P. H.; EVERT. R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disciplina: Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos Carga horária: 80 horas Ementa: Introdução à ciência do solo; Origem do Universo e Planeta Terra; Minerais e rochas; Mineralogia de solos e Pedologia; Histórico da Pedologia; Conceito de solo; Constituição do solo; Intemperismo e Sedimentologia; Morfologia do solo: Características e suas propriedades. Fatores e Processos de formação de solos; Tectônica e Estratigrafia; Classificação e Geografia dos solos. Bibliografia básica: KIEHL,E.J. Manual de edafologia. Piracicaba: Ceres. OLIVEIRA, João Bertoldo de. Pedologia aplicada. Piracicaba, SP: FEALQ. RESENDE, M.;CURY,N; REZENDE,S.B; CORREA.G.B. Pedologia: base para a distinção de ambientes. Viçosa: Neput. POPP, José Henrique. Geologia geral. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1984-0>. Acesso em: 28 set. 2015. Bibliografia complementar: GUERRA, Antonio José Teixeira; SILVA, Antônio Soares da; BOTELHO, Rosangela Garrido Machado. Erosão e conservação dos solos: conceito, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. CURI, Nilton et al. Mineralogia de solos brasileiros: interpretação e aplicações. Lavras: UFLA. LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos. LEPSCH, I. F. 19 lições de pedologia. São Paulo: Oficina de Textos. SANTOS, Humberto Gonçalves dos; GODOY, Eduardo Guedes. Sistema brasileiro de classificação de solos. Rio de Janeiro: EMBRAPA. Disciplina: Química Geral Carga horária: 40 h Ementa: Introdução à química, conceitos básicos; propriedades da matéria e energia; estrutura atômica, tabela periódica, funções inorgânicas; quantidade de matéria, estequiometria, soluções. Bibliografia Básica BRADY, James E.; HUMISTON Gerard E. Química geral. Rio de Janeiro: LTC. (v.1). RUSSEL, John B. Química geral. São Paulo: Makron Books. (v.1). RUSSEL, John B. Química geral. São Paulo: Makron Books. (v.2). BRADY, James E.; SENESE, Frederick A.; JESPERSEN, Neil D. Química: a matéria e suas transformações, v.1.Rio de Janeiro: LTC. ISBN 978-85-216-1925-3. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1925-3>. Acesso em: 24 ago. 2015. 62 Bibliografia Complementar BRADY, J.E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC. (v.lI). CONRAD, J. et al. Princípios de química. Rio de Janeiro: LTC. KOTZ, J.C.; TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC. (v.I). KOTZ, J.C.; TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC. (v.II). LEE, J.D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blucher. 63 4º PERÍODO Disciplina: Estatística Carga horária: 40 h Ementa: As generalidades- definições e evolução histórica da estatística e sua aplicação. Técnicas de amostragem. Representação gráfica e Tubular. Distribuição de frequência. Medidas de tendência central e separatrizes. Medidas de dispersão, medidas de assimetria e curtose. Ajustamento de curvas. Teoria da correlação e regressão. Teoria da probabilidade. Distribuições de probabilidades de varáveis aleatórias discretas e contínuas, Números índices. Bibliografia Básica: BUSSAB, Wilton de Oliveira; MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica. São Paulo: Atual. (Métodos quantitativos). MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência, volume único. São Paulo: Pearson. (Matemática/Estatística). VIEIRA, Sônia. Estatística básica. São Paulo: Cengage Learning. Bibliografia Complementar: ANDRADE, D.F.; OGLIARI, P.J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas. Florianópolis: UFSC. CRESPO, A.A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva. MORETTIN, L.G. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Makron Books. (v.I). FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. São Paulo: Atlas. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522477937>. Acesso em: 28 set. 2015. NAZARETH, H.R.S. Curso básico de estatística. São Paulo: Ática. Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Carga horária: 80 horas Ementa: Reação da solução do solo. Interação, nutrientes, colóides e íons do solo. Troca iônica. Análise química do solo. Acidez do solo. Nitrogênio. Fósforo. Potássio. Cálcio, Magnésio e Enxofre. Micronutrientes. Adubação orgânica. Nutrição mineral de plantas. Interpretação dos resultados das análises de solos e recomendações. Bibliografia Básica: MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo, Livroceres. RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ, V. Recomendação para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. Viçosa: Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais. SILVA, Fábio Cesar da. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes. São Paulo: EMBRAPA. BRADY, Nyle C.; WEIL, Ray R. Elementos da natureza e propriedades dos solos. Porto Alegre: Bookman. Disponível em: 64 <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837798>. Acesso em: 1 out. 2015. Bibliografia complementar: LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos. MALAVOLTA, E. ABC da análise de solos e folhas. São Paulo, Ceres. RESENDE, Mauro. et al. Pedologia: base para distinção de ambientes. Lavras, Editora UFLA. MALAVOLTA, E. ABC da adubação. São Paulo: Ceres. SANTOS, Humberto Gonçalves dos; GODOY, Eduardo Guedes. Sistema brasileiro de classificação de solos. Rio de Janeiro: EMBRAPA. Disciplina: Mecânica e Mecanização Agrícola Carga horária: 80 horas Ementa: O trator e sua mecânica. Motores de combustão interna. Operação e manutenção de tratores agrícolas. Máquinas agrícolas para produção e colheita: princípio de funcionamento, regulagens e análise operacional. Racionalização do uso de máquinas agrícolas. Seleção da maquinaria agrícola. Bibliografia básica: CAIXETA FILHO, José Vicente; GAMEIRO, Augusto Hauber (Org.). Transporte e logística em sistemas agroindustriais. São Paulo: Atlas. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522472741>. Acesso em: 28 set. 2015. SILVEIRA, G.M. da. Os cuidados com o trator. Viçosa: Aprenda Fácil. SILVEIRA, G.M. da. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa: Aprenda Fácil. SILVA, Rui Corrêa da. Máquinas e equipamentos agrícolas. São Paulo: Érica. (Série eixos. Recursos naturais). Bibliografia complementar: PORTELLA, José Antônio. Semeadoras para plantio direto. Viçosa: Aprenda Fácil. PORTELLA, José Antônio. Colheita de grãos mecanizada: implementos, manutenção e regulagem. Viçosa: Aprenda Fácil. SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para colheita e transporte. Viçosa: Aprenda Fácil. (Mecanização; 4). SILVEIRA, G.M. Máquinas para a pecuária. São Paulo, Nobel. BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole. Disciplina: Microbiologia do Solo Carga horária: 40 horas Ementa: Microbiologia do Solo: Estudo dos microrganismos do solo, ar, água. Caracterização geral de bactérias, fungos, algas, protozoários e vírus. Fisiologia de microrganismos: Produção de energia, biossíntese, nutrição e reprodução. Influência dos fatores ambientais sobre os microrganismos. Variabilidade em microrganismos. Relações dos microrganismos do solo com plantas e animais. sua 65 importância para fertilidade do solo e crescimento das plantas. Funções: Ciclagem de nutrientes, decomposição da matéria orgânica, controle biológico, fixação de nitrogênio e sustentação e adsorção de água com a produção de micorrizas. Bibliografia básica: LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo. Oficina de textos. MOREIRA, Fátima M. S; SIQUEIRA, José Oswaldo. Microbiologia e bioquímica do solo. Lavras: Editora UFLA. MOREIRA, Fátima M. S; HUISING, E. Jeroen; BIGNELL, David E. Manual de biologia dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras: UFLA. Bibliografia complementar: MAZA, Luis M. de. Atlas de diagnóstico em microbiologia. Porto Alegre: Artes Médicas. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Porto Alegre: ArtMed. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536326986>. Acesso em: 2 out. 2015 PELCZAR, Michael J; CHAN, E. C. S; KRIEG, Noel R. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books. (v.1). SIQUEIRA, José Oswaldo. Micorrizas: 30 anos de pesquisas no Brasil. Lavras: UFLA. VARGAS, Milton Alexandre Teixeira; HUNGRIA, Mariângela. Biologia dos solos dos cerrados. Planaltina: EMBRAPA-CPAC. Disciplina: Química Orgânica Carga horária: 40 h Ementa: Estrutura e ligações químicas em moléculas orgânicas, reações orgânicas, ressonância, funções orgânicas, estereoquímica, ácidos e bases, biomoléculas. Bibliografia básica: RUSSELL, John B. Química Geral. São Paulo: Makron Books. (v.I). SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton. Química orgânica, v.1. Rio de Janeiro: LTC. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2075-4>. Acesso em: 1 out. 2015. SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC.( v.II). Bibliografia complementar: ALLINGER, Norman L.; CAVA, Michael P.; JONGH, Don C. de. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC. KOTZ, John C.; KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LT. (v.I). 66 KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC.( v.II). MCMURRY, John. Química orgânica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. (v.1). MCMURRY, John. Química orgânica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning (v.2). Disciplina: Zootecnia I Carga horária: 40 horas Ementa: Bovinocultura de Leite: Sistemas de produção de leite; Instalações para a exploração do leite; Criação das bezerras e novilhas de reposição; Manejo produtivo/reprodutivo de vacas leiteiras e vacas secas; Manejo nutricional de vacas em lactação. Bovinocultura de Corte: Produção de carne; Raças de bovinos de corte; Criação de bovinos de corte; Tópicos especiais em gado de corte. Bubalinos: Fisiologia comparativa; Padrões de Raciais; Ambiência e comportamento X Produção. Bibliografia básica: PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Bovinocultura leiteira: fundamentos da exploração racional. Piracicaba: FEALQ. PIRES, Alexandre Vaz. Bovinocultura de corte. Piracicaba: FEALQ. (v.I). PIRES, Alexandre Vaz. Bovinocultura de corte. Piracicaba: FEALQ. (v.II). CÔNSOLI, Matheus Alberto; NEVES, Marcos Fava (Coord.). Estratégias para o leite no Brasil. São Paulo: Atlas. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522470389>. Acesso em: 29 set. 2015. Bibliografia complementar: PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Melhoramento genético aplicado à produção animal. Belo Horizonte: J. C. C. Pereira. MADALENA, Fernando Enrique; MATOS, Leovegildo Lopes de; HOLANDA JUNIOR, Evandro Vasconcelos (Ed.). Produção de leite e sociedade: uma análise crítica da cadeia do leite no Brasil. Belo Horizonte: FEPMVZ. FARIA, Vidal Pedroso de; MOURA, José Carlos de ; SANTOS, Flávio Augusto Portela. Pecuária de corte intensiva nos trópicos. Piracicaba: FEALQ. RIBEIRO, Aureo Eduardo. Produtor e produção de leite: estudo do perfil do associado da COOPERBOM. Lavras, MG: UFLA. PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Melhoramento genético: bases para a produção do zebu. Belo Horizonte: J. C. C. Pereira. 5º PERÍODO Disciplina: Estudos Filosóficos e Sociológicos Carga Horária: 80 h Ementa: O fenômeno humano estudado a partir da questão do conhecimento: definição, possibilidade, origem e tipos de conhecimento. A contribuição da Antropologia 67 Filosófica e da Sociologia para a compreensão do ser humano: as concepções do ser humano na história da civilização ocidental; as estruturas e relações fundamentais do ser humano e sua realização como pessoa. O ser humano como um ser social, imerso na organização social, vivendo sob os padrões sociais da estrutura, da cultura e das instituições sociais, bem como um ser dotado de um Eu e de uma mente, um ser simbólico, capaz de intervir e transformar a realidade social. A questão social no Brasil e a mudança social. Bibliografia Básica: CHARON, J.M. Sociologia. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Saraiva. OLIVEIRA, A.S. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Loyola. DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico: texto integral. São Paulo: Martin Claret. Bibliografia Complementar: ABBAGNANO N. Dicionário de filosofia. Martins Fontes: São Paulo. ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes. BERGER, P.L. e LUCKMANN, T. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis, Vozes. VILA NOVA, S. Introdução à sociologia. São Paulo: Atlas. VVAA. Sobre a evolução recente da pobreza e da desigualdade no Brasil. In: Situação social brasileira: monitoramento das condições de vida 1.CASTRO, Jorge Abrahão de; VAZ, Fábio Monteiro. Brasília : Ipea, 2011. Cap. 3. Disponível em: < http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_situacao social_vida2.pdf>. Acesso em 06 nov. 2015. Disciplina: Manejo e Conservação do Solo e da Água Carga horária: 40 horas Ementa: Classificação e geografia de solos: Fatores e Processo de Formação do Solo; Sistemas de Classificação, Determinação e Importância, Solo e Paisagem, Relevo, Vegetação e Clima; Planejamento Conservacionista: Classificação e Capacidade de Uso, Recomendações de Uso com Base no Relevo, Controle de Processos Erosivos; Manejo de Bacias Hidrográficas: Gestão e Manejo de Bacias Hidrográficas Bibliografia básica: RESENDE, M.: Pedologia: base para distinção de ambientes. Lavras: UFLA. FERNANDES, Maurício Roberto (Coord.). Minas Gerais: caracterização de unidades de paisagem. Belo Horizonte: EMATER. SANTOS, Humberto Gonçalves dos. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa Solos. CHRISTOPHERSON, Robert W. Geossistemas: uma introdução à geografia física. Porto Alegre: Bookman. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788540701069>. 68 Bibliografia complementar: MOREIRA, Fátima M. S; HUISING, E. Jeroen; BIGNELL, David E. Manual de biologia dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras: UFLA. LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos. PEREIRA, Aloisio Rodrigues. Como selecionar plantas para áreas degradadas e controle de erosão. Belo Horizonte: FAPI. GUERRA, Antonio José Teixeira; SILVA, Antônio Soares da; BOTELHO, Rosangela Garrido Machado. Erosão e conservação dos solos: conceito, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. DIAS, Nildo da Silva. Recursos hídricos: usos e manejos. São Paulo: Livraria da Física. Disciplina: Nutrição Animal Carga horária: 40 horas Ementa:. Importância da Nutrição Animal, conceitos Básicos, Análise dos Princípios Nutritivos dos Alimentos, a Água e seu Metabolismo, Glicídios, Lipídios e Proteínas e seus Metabolismos, Vitaminas e Minerais na Nutrição Animal. Planejamento nutricional: exigências nutricionais dos animais domésticos monogástricos e poligástricos, composição e analise de alimentos. Bibliografia básica: LANA, Rogerio de Paula. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidades. Viçosa: UFV. ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal: as bases e os fundamentos da nutrição animal: os alimentos. São Paulo: Nobel. (v.1). ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal: alimentação animal. São Paulo: Nobel. (v. 2) CINTRA, André Galvão de Campos. O cavalo: características, manejo e alimentação. Rio de Janeiro: Roca. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-412-0264-0>. Acesso em: 1 out. 2015 Bibliografia complementar: NUNES, Ilto José. Nutrição animal básica. Belo Horizonte: FEP-MVZ. MACHADO, Luiz Carlos; GERALDO, Adriano. Nutrição animal fácil. Bambuí, MG: Autor. LEWIS, Lon D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. São Paulo: Roca. MOURA, José Carlos de; PEIXOTO, Aristeu Mendes; FARIA, Vidal Pedroso de. Nutrição de bovinos: conceitos básicos e aplicados. Piracicaba: FEALQ. (Atualização em zootecnia; 7). Alimentação dos animais monogástricos: suínos, coelhos e aves. São Paulo: Roca. 69 Disciplina: Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos Carga horária: 40 horas Ementa: Conhecer o solo, sua morfologia, os processos envolvidos na sua gênese e sua interação com o ambiente. Descrição, identificação e classificação de solo e o atual Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Classes de solos mais comuns em Minas Gerias. Análise do solo, Capacitação e Identificação de solos de uma propriedade, município e estado. Correção de solo. Formas de aplicação de fertilizantes. Recomendação de Adubação. Conservação do solo e da água. Plantio direto. Barraginhas. Curvas de Nível, Terraceamento. Qualidade do solo. Biologia Bibliografia básica BRADY, Nyle C.; WEIL, Ray R. Elementos da natureza e propriedades dos solos. Porto Alegre: Bookman, 2013. 1 recurso online. ISBN 9788565837798. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837798>. Acesso em: 1 out. 2015. FERNANDES, Maurício Roberto (Coord.). Minas Gerais: caracterização de unidades de paisagem. Belo Horizonte: EMATER. MOREIRA, Fátima M. S; HUISING, E. Jeroen; BIGNELL, David E. Manual de biologia dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras: UFLA, 2010. 367 p. SANTOS, Humberto Gonçalves dos. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa Solos. Bibliografia complementar: LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002 RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ, V. Recomendação para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. Viçosa: Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais. GUERRA, Antônio José Teixeira; SILVA, Antônio Soares da; BOTELHO, Rosangela Garrido Machado. Erosão e conservação dos solos: conceito, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. CURI, Nilton et al. Mineralogia de solos brasileiros: interpretação e aplicações. Lavras: Ufla, 2005. DIAS, Nildo da Silva. Recursos hídricos: usos e manejos. São Paulo: Livraria da Física. Disciplina: Tecnologia e Produção de Sementes Carga horária: 40 horas Ementa: Conceito de sementes, formação e estrutura de sementes, maturação, germinação, dormência, qualidade psicológica e deterioração, estabelecimento de campos de produção, inspeção e colheita, secagem, beneficiamento, tratamento, armazenamento e embalagem, análise de sementes e legislação brasileira. 70 Bibliografia básica: MARCOS FILHO, Júlio. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba. FEALQ. ALMEIDA, Fábio Afonso de. O melhoramento vegetal e a produção de sementes na EMBRAPA: o desafio do futuro. Brasília: EMBRAPA, Serviço de Produção de Informação. SANTOS, Álvaro Figueiredo dos, et al. Patologia de sementes florestais. Brasília: Embrapa. BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análise de sementes. Brasília: Coordenação de Laboratório Vegetal. Bibliografia complementar: ESAU, Katherine. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher. LORINI, Irineu et al. Manejo integrado de pragas de grãos e sementes armazenadas. Brasília: Embrapa. Disponível em: < http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPSO-200909/26692/1/documento264.pdf> Acesso em 06 nov. 2015 BOREM, Aluízio. Fluxo gênico e transgênicos. Viçosa: Editora, UFV. HENNING, Ademir Assis. Patologia e tratamento de sementes: noções gerais. Brasília: Embrapa Soja. Disponível em:<http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPSO-200909/26692/1/documento264.pdf > Acesso em 06 nov. 2015. VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG Disciplina: Topografia e Georreferenciamento Carga horária: 80 horas Ementa: Métodos de levantamento planimétrico. Definições de Geodésia e Topografia; Principais instrumentos utilizados; Planimetria, conceituação matemática necessária ao pleno conhecimento e funcionamento dos instrumentos; Referencias topográficas; Principais tipos de ângulos; azimutes, rumos, definições e cálculos; Descrição e informações dos principais instrumentos utilizados para medições de distancia , ângulos; Medições das unidades em campo; Levantamento de Perfis, cartas gráficas, curvas de nível; Teodolitos, Estação Total, GPS, taqueometria e aplicações. Cálculo do caminhamento. Desenho topográfico. Altimetria. Desenho de perfis. Georeferenciamento de imóveis rurais. Estradas rurais: elementos, características e projeto. Bibliografia básica: COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. Viçosa: UFV. COMASTRI, José Aníbal; GRIPP JUNIOR, Joel. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação. Viçosa: UFV. 71 MCCORMAC, Jack C. Topografia. Rio de Janeiro: LTC. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1968-0>. Acesso em: 29 set. 2015. Bibliografia complementar: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. São Paulo: E. Blücher. (v.2). CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio. Topografia geral. Rio de Janeiro: LTC. GOMES, E.; PESSOA, L.M.C.; SILVA JÚNIOR, L.B. Medindo imóveis rurais com GPS. Brasília. BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. São Paulo: Blucher. MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. São Paulo: UNESP. 6º PERÍODO Disciplina: Entomologia I Carga horária: 40 horas Ementa: Artropodologia. Anatomia e Fisiologia dos Insetos. Técnicas entomológicas. Identificação de insetos. Biologia dos Insetos. Reprodução e Desenvolvimento. Fisiologia. Morfologia externa. Caracterização das Ordens de Importância Econômica. Coleções Entomológicas. Autoecologia e sinecologia de insetos. Danos e utilidade dos insetos. Métodos e estratégias de controle de populações de insetos. Entomologia econômica. Toxicologia humana e do ambiente. Agrotóxicos. Legislação. Receituário agronômico. Tecnologia de aplicação de controle químico. Bibliografia básica GALLO, Domingos et al. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ. (Biblioteca de Ciências Agrárias Luiz de Queiroz; 10). BUZZI, Zundir José. Entomologia didática. Curitiba: Editora UFPR. (Série Didática, n.72). CANTARELLI, Edison Bisognin; COSTA, Ervandil Corrêa. Entomologia florestal aplicada. UFMS. Bibliografia complementar: ANDREI, Edmondo. Compêndio de defensivos agrícolas: guia prático de produtos fitossanitários para uso agrícola. 7.ed rev. e atual. São Paulo: Andrei Editora LTDA, 2005. 1141 p. ISBN 8574763098. OGA, Seizi. Fundamentos de toxicologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474 p. ISBN 8574540757. AZEVEDO, Fausto Antônio de (Coord.). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos, SP: Rima editora; São Paulo: InterToxp. 72 CAMARGO, Amabílio José Aires de et al. Coleções entomológicas: legislação brasileira, coleta, curadoria e taxonomia para as principais ordens. Brasília, DF: Embrapa. Disponível em < http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/122542/1/amabilio01.pdf> Acesso em 9 nov. 2015. MARCONDES, Carlos Brisola. Entomologia médica e veterinária. São Paulo: Atheneu (Série Biblioteca biomédica). Disciplina: Estudos Antropológicos e Políticos Carga Horária: 40 h Ementa: O fenômeno humano estudado a partir da questão ética: os valores, a consciência e a liberdade. O fenômeno e o conceito de cultura: natureza, estrutura e finalidade da cultura; como a cultura opera; etnocentrismo, relativismo cultural e interculturalismo; formação e desenvolvimento da cultura brasileira, destacandose a contribuição das culturas negras e indígenas. O fenômeno e o conceito de poder, na filosofia e na ciência política: desde a polissemia do termo, passando pela discussão sobre sua origem e finalidade; as filosofias políticas, o significado do Estado, e a reflexão sobre a ideologia e a questão da democracia com seus desafios no âmbito da sociedade brasileira face à questão dos direitos humanos e da questão ambiental. Bibliografia Básica: ANDRADA, Bonifácio de. Ciência política e seus aspectos atuais: engenharia política e politicometria. Brasília: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados. LARAIA, R.B. Cultura, um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. MARCONI, M.A; PRESOTTO, Z.M.N. Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas. Bibliografia Complementar: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Martins Fontes: São Paulo. BENEVIDES, Maria Victória de Mesquita. A cidadania ativa: referendo, plebiscito e iniciativa popular. São Paulo: Ática. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática. CHARON, J.M. Sociologia. São Paulo: Saraiva. LAPLATINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense. Disciplina: Fitopatologia I Carga horária: 40 horas Ementa: Definições e conceitos básicos. Doenças de Plantas: Diagnose, sintomatologia e controle. Agentes Causais: Fungos; Bactérias; Vírus e Viróides; Nematóides; Microplasmas e Espiroplasmas. Ciclo das relações patógenoHospedeiro. Epidemiologia. Métodos em Fitopatologia. 73 Bibliografia básica: ALFENAS, A. C.; MAFIA, R. G. Métodos em fitopatologia. Viçosa: UFV. BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, H.; AMORIM, Lilian. Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA. (v.1). KIMATI, H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. V. II. São Paulo: Agronômica Ceres. EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso em: 29 set. 2015. Bibliografia complementar: EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso em: 29 set. 2015. ZAMBOLIM, Laércio; VENÂNCIO, Wilson Story; OLIVEIRA, Silvania Helena Furlan de. Manejo da resistência de fungos a fungicidas. Viçosa: UFV, DFP. ROMEIRO, Reginaldo da Silva; RODRIGUES NETO, Júlio. Diagnose de enfermidades de plantas incitadas por bactérias. Viçosa: Editora UFV. (v.78). ROMEIRO, R. da S. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: UFV, Impr. Univ. TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal. Porto Alegre, RS: Artmed. Disciplina: Grandes Culturas I Carga horária: 80 horas Ementa: Histórico, origem e importância; Botânica; Clima; Solo; Cultivares; Plantio; Nutrição e adubação. Plantas daninhas e seu controle. Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e armazenamento e comercialização relacionados às culturas do milho, sorgo, cana-de-açúcar e arroz; Plantio direto; Zoneamento agrícola; Tratos culturais; pragas; doenças. Bibliografia básica: GALVÃO, João Carlos Cardoso; MIRANDA, Glauco Vieira. Tecnologias de produção do Milho: Economia, Cultivares, Biotecnologia, Safrinha, Adubação, Quimigação, Doenças, Plantas Daninhas e Pragas. Viçosa: Editora UFV, 2004 SEDIYAMA, Tuneo. Tecnologias de produção e usos da soja. São Paulo: Mecenas. VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG. Bibliografia complementar: CASTRO, Paulo R. C.; KLUGE, Ricardo A. Ecofisiologia de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz, mandioca. São Paulo: Nobel, 1999. 126 p. ISBN 8521310781 (broch.) 74 SABATO, Elizabeth de Oliveira; PINTO, Nicésio Filadelfo Janssen de Almeida; FERNANDES, Fernando Tavares. Identificação e controle de doenças na cultura do milho. 2. ed., rev. e ampl. Brasília, DF: Embrapa, 2013. 198 p. ISBN 9788570352521. BORÉM, Aluízio; PIMENTEL, Leonardo Duarte; PARRELLA, Rafael Augusto da Costa. Sorgo: do plantio à colheita. Viçosa, MG: UFV, 2014. 275 p. ISBN 9788572695084. BORÉM, Aluízio,; GALVÃO, João Carlos Cardoso; PIMENTEL, Marco Aurélio. Milho: do plantio à colheita. Viçosa, MG: UFV, 2015. 351 p. ISBN 9788572695145. SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para colheita e transporte. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 289 p. (Mecanização; 4). Disciplina: Práticas em Engenharia Agrícola Carga horária: 40 horas Ementa:. - Compreender a importância da mecanização agrícola no sistema produtivo, conhecendo as máquinas e técnicas utilizadas desde o preparo do solo até a colheita, além dos custos operacionais envolvidos na utilização dos conjuntos mecanizados. - Aprender a planejar e dimensionar o parque de máquinas de uma propriedade agrícola. - Apresentar Noções gerais sobre utilização racional de máquinas e implementos agrícolas. Compreender a dinâmica da água no sistema solo-planta-atmosfera Conhecer os diferentes métodos de irrigação e suas particularidades. Identificar, equacionar e solucionar problemas envolvendo irrigação e drenagem. Bibliografia básica: BERNARDO, Salassier; SOARES, Antonio Alves; MANTOVANI, Everardo Chartuni. Manual de irrigação. 8.ed atual. e ampl. Viçosa: UFV, [2008-2009]. 625 p. ISBN 8572692428. SILVEIRA, G.M. da. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa: Aprenda Fácil. SILVA, R.C. Máquinas e equipamentos agrícolas. Editora Erica. Bibliografia complementar: PORTELLA, José Antônio. Semeadoras para plantio direto. São Paulo: Aprenda Fácil. SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para colheita e transporte. São Paulo: Aprenda Fácil. CARVALHO, Jacinto de Assunção; OLIVEIRA, Luiz Fernando Coutinho de. Dimensionamento de pequenas barragens para irrigação. Lavras: Editora UFLA. LOPES, José Dermeval Saraiva; LIMA, Francisca Zenaide de. Irrigação por aspersão convencional. São Paulo: Aprenda Fácil. TUBELIS, Antônio. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa: Aprenda Fácil. 75 Disciplina: Zootecnia II Carga horária: 40 horas Ementa: Sistemas de produção no Brasil, sua importância econômica e os vários aspectos relacionados ao manejo. Suinocultura Industrial e Avicultura de Corte e Postura: Cenários Internacional, Nacional e Mineiro da Suinocultura. Tendências de Mercado e Perspectivas Atuais e Futuras; Fisiologia Animal; Raças e melhoramento genético; Nutrição e alimentação, Aspectos sanitários; Ambiência; Índices zootécnicos e sistemas empregados para controle e gerenciamento de sistemas de produção; Dimensionamento de Instalações e planejamento de produção. Piscicultura: Cenários da Piscicultura; Fisiologia; Exigência Nutricional; Sistemas de Produção e Manejo; Produtos, Subprodutos e comercialização. Bibliografia básica: FILHO, A. R. T. Piscicultura ao alcance de todos. São Paulo: Nobel. MENDES, A. A.; NÃÃS, I. A.; MACARI, M. Produção de frangos de corte. Campinas: Facta. BERCHIERI JÚNIOR, Ângelo (Coord). III curso de atualização em avicultura para postura comercial: 28 e 29 de setembro 2006. Jaboticabal, SP: FCAV/UNESP. Bibliografia complementar: BARCELLOS, David; SOBESTIANSKY, Jurij. Doenças dos suínos. Goiânia: Cânone Editorial. BERCHIERI JÚNIOR, Ângelo. Doenças das aves. Campinas, SP: FACTA. BONETT, Lucimar Pereira; MONTICELLI Cícero Juliano. Suinos. Brasília: Embrapa. (Coleção 500 Perguntas 500 Respostas). MACARI, Marcos; MENDES, Ariel Antônio. Manejo de matrizes de corte. Campinas, SP: FACTA. BALDISSEROTTO, Bernardo; GOMES, Levy de Carvalho (Orgs.). Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Santa Maria, RS: UFSM. 7º PERÍODO Disciplina: Economia Agrícola Carga Horária: 40 horas Ementa: Economia como ciência social; Teoria de preços; Teoria da Firma; Mercado, comercialização e abastecimento agrícola; Preços agrícolas; Mercados imperfeitos; Caracterização, histórico e evolução da agricultura e sua importância social e econômica; estruturas agrárias, globalização, política agrícola, quadro geral da agricultura mundial e suas transformações recentes; formação do lucro e organização do tempo de trabalho na agricultura; economias de escala na agricultura; função de eficiência. 76 Bibliografia básica: NEVES, Marcos Fava (Coord.). Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São Paulo: Atlas. FEIJO, Ricardo Luis Chaves. Economia agrícola e desenvolvimento rural. São Paulo: LTC. SOUZA FILHO, Hildo; BUAINAIN, Antônio Márcio Meirelles de. Economia agrícola. São Carlos, SP: EdUFSCar. NEVES, Marcos Fava; CASTRO, Luciano Thomé e (Org.). Agricultura integrada: inserindo pequenos produtores de maneira sustentável em modernas cadeias produtivas. São Paulo: Atlas. Disponível em: http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522470396 Bibliografia complementar: BELTRÃO, Napoleão Esberard de Macedo; AZEVEDO, Demóstenes Marcos Pedrosa de. O agronegócio do algodão no Brasil. 2.ed rev. e ampl. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. BRAGA, Marcelo José; AGUIAR Danilo R. D. Defesa da concorrência e poder de mercado no agronegócio. Lavras, UFLA. GREMAUD, Amaury Patrick. Economia brasileira contemporânea. São Paulo ATLAS. JAKUBASZKO, Richard. Marketing rural. Viçosa: Editora UFV. STOCK, Lorildo Aldo. Competitividade do agronegócio do leite brasileiro. Brasília: Embrapa. Disciplina: Entomologia II Carga horária: 80 horas Ementa: Introdução e conceitos; Morfologia externa (revisão); Generalidades; Entomologia Agrícola e Agricultura Biológica ou Agroecologia; Ecologia de insetos; Vigilância, Monitoramento e Amostragem; Níveis de decisão econômicos para população de pragas; Teoria sobre o Manejo de Praga; Manejo com inimigos naturais; Manejo ecológico de cultivos; Noções sobre Métodos de controle de pragas; Noções sobre Toxicologia dos defensivos; Noções sobre Receituário Agronômico e Legislação Fitossanitária; A Prática do Manejo Integrado de Pragas: Respostas adversas ao Manejo Ecológico; Identificação e controle de pragas; Ordens e Famílias de insetos (pragas e inimigos naturais) de importância agrícola: Orthoptera, Hemiptera, Homoptera, Thysanoptera, Isoptera, Neuroptera, Coleoptera, Lepidoptera, Hymenoptera e Diptera (do seu reconhecimento, hábitos, biologia e métodos e/ou técnicas de controle - convencionais e agro-ecológicas), em culturas de importância econômica; Tecnologia de aplicação; Noções de Acarologia. Bibliografia básica: BUENO, Vanda Helena Paes. Controle Biológico de pragas: produção massa e controle de qualidade. 2 ed. Lavras: Editora UFLA, 2006. GALLO, Domingos et al. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ (Biblioteca de Ciências Agrárias Luiz de Queiroz ; 10). 77 PAPINI, Solange; ANDREA, Mara Mercedes de; LUCHINI, Luiz Carlos. Segurança ambiental no controle químico de pragas e vetores. São Paulo: Atheneu. (Série saúde ambiental; 1) Bibliografia complementar: BUZZI, Zundir José. Entomologia didática. Curitiba: Editora UFPR. (Série Didática, n.72). CAMARGO, Amabílio José Aires de et al. Coleções entomológicas: legislação brasileira, coleta, curadoria e taxonomia para as principais ordens. Brasília, DF: Embrapa. Disponível em < http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/122542/1/amabilio01.pdf> Acesso em 9 nov. 2015. ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas. 6. ed. São Paulo, Andrei, 1999. CANTARELLI, Edison Bisognin; COSTA, Ervandil Correa (Org.). Entomologia florestal aplicada. Santa Maria: UFSM. ZAMBOLIM, Laécio. Manejo integrado de doenças e pragas hortaliças. Viçosa, EMBRAPA, 2006. Disciplina: Estágio Supervisionado I Carga horária: 100 horas Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica. Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade, garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores. Bibliografia básica: NSA Bibliografia complementar: NSA Disciplina: Fitopatologia II Carga horária: 80 horas Ementa: Principais grupos de doenças. Controle e manejo de doenças de plantas. Principais doenças das grandes culturas (Cafeeiro, feijoeiro, soja, milho/sorgo, cana-de-açúcar, arroz, algodão, trigo, mandioca e batata). Principais doenças das frutíferas (citros, bananeira, goiabeira, mangueira, maracujazeiro, mamoeiro, videira, figueira e abacaxi). Principais doenças das olerícolas. Principais doenças das plantas ornamentais. Principais doenças das espécies florestais. 78 Bibliografia básica: BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, H.; AMORIM, Lilian. Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA. (v.1). KIMATI, H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA. (v.2). ZABOLIM, L.; LOPES, C.A.; PICAÇO, M.C.; COSTA, H. Manejo integrado de doenças e pragas: hortaliças. Viçosa: UFV; DFP. Bibliografia complementar: ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V. Doenças na cultura do eucalipto. Viçosa: SIF. ALFENAS, Acelino Couto; MAFIA, Reginaldo Gonçalves. Métodos em fitopatologia. Viçosa: UFV. TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal. Porto Alegre, RS: Artmed. VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG. ZAMBOLIM, Laércio; VENÂNCIO, Wilson Story; OLIVEIRA, Silvania Helena Furlan de. Manejo da resistência de fungos a fungicidas. Viçosa: UFV, DFP. Disciplina: Grandes Culturas II Carga horária: 80 horas Ementa: Histórico, origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e adubação. Plantas daninhas e seu controle. Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e armazenamento relacionados às culturas do feijão, soja, algodão e Café. Bibliografia básica: BELTRÃO, Napoleão Esberard de Macedo; AZEVEDO, Demóstenes Marcos Pedrosa de. O agronegócio do algodão no Brasil. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. (v.1). SEDIYAMA, Tuneo: SILVA, Felipe BORÉM, Aluízio. Soja: do plantio à colheita. Viçosa. ZAMBOLIM, Laécio. Boas práticas agrícolas na produção de café. Viçosa, Produção Independente. Bibliografia complementar: EMBRAPA. Feijão. Brasília: Embrapa. (Coleção 500 Perguntas 500 Respostas). ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO;. Algodão no cerrado do Brasil. Brasília: ABRAPA. MATIELLO, J. B. et al. Cultura de café no Brasil: novo manual de recomendações. Rio de Janeiro: MAPA-SERC/ Procafé; Varginha: Fundação Procafé. VIEIRA, C.; PAULA JR., T. J.; BORÉM, A. Feijão. Viçosa: UFV. 79 LEMES, Ernane; CASTRO, Leonardo; Rafael Assis. Doenças da soja. Piracicapa, SP: Milenium. Disciplina: Melhoramento de Plantas Carga horária: 40 horas Ementa: Conceitos básicos, melhoramento genético de plantas, evolução de plantas cultivadas, recursos genéticos, sistemas reprodutivos, métodos de melhoramento em plantas autógamas, métodos de melhoramento em plantas alógamas, melhoramento para resistência a moléstias, biologia molecular. Bibliografia básica: BOREM, Aluizio, MIRANDA, Glauco de. Melhoramento de plantas. Viçosa: UFV. CRUZ, Cosme Damião. Programa Genes Diversidade Genética. Viçosa: Editora UFV. RESENDE, Marcos Deon Vilela de. Genética biométrica e estatística no melhoramento de plantas perenes. Viçosa: EMBRAPA. Bibliografia complementar: BOREM, A. Hibridação no melhoramento de plantas. Viçosa: UFV. CID, L. Pedro Barrueto. Cultivo in Vitro de Plantas. São Paulo: Embrapa. CRUZ, Cosme Damião. Princípios de Genética Quantitativa. Viçosa. Editora UFV. FIGUEREDO, Marcia do Vale Barreto. Biotecnologia Aplicada à Agricultura: Textos de Apoio e Protocolos Experimentais. São Paulo Embrapa. XAVIER, Aloisio; WENDILING, Wendling. Silvicultura Clonal. Viçosa. Editora UFV. Disciplina: Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal Carga horária: 40 horas Ementa: Principais doenças que ocorrem em culturas economicamente exploráveis. Controle de doenças e plantas daninhas. Aplicação de defensivos e sistemas de controle. MIP. Regulagem de equipamentos e pulverizadores. Nível de dano econômico. Manejo e controle. Bibliografia básica: ALFENAS, Acelino Couto; MAFIA, Reginaldo Gonçalves. Métodos em fitopatologia. Viçosa: UFV. PENTEADO, Silvio Roberto. Defensivos alternativos e naturais. Editora: Via Orgânica. SILVA, Celia Maria M. de Souza. Agrotóxicos e ambiente. Brasília: Editora: Embrapa. Bibliografia complementar: KIMATI, H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA. (v.2). ALVES, Sérgio Batista et al. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ. BUENO, Vanda Helena Paes. Controle biológico de pragas: produção massa e controle de qualidade. Lavras: Editora UFLA. 80 BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, H.; AMORIM, Lilian. Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA, (v.1). ZABOLIM, L. et al. Manejo integrado de doenças e pragas: hortaliças. Viçosa: UFV; DFP. 8º PERÍODO Disciplina: Empreendedorismo Carga horária: 40 h Ementa: A origem do empreendedorismo e sua influência nos dias atuais. Perfil do empreendedor. Cenário atual no mundo do trabalho. Criatividade e Inovação. Plano de Negócios. Regulamentação para abertura de empresas. Elaboração de currículo. Comportamento em entrevista de emprego. Estratégias de Marketing Pessoal no Trabalho. Plano de ação profissional. Administração do tempo. Networking. Bibliografia Básica: DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. Belo Horizonte: Sextante. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de Janeiro: ELSEVIER. FERNANDES, Fábio. Empreendedorismo e estratégia. Rio de Janeiro: ELSEVIER. Bibliografia Complementar: DORNELAS, José. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: LTC. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Plano de marketing para micro e pequena empresa. São Paulo: Atlas. DORNELAS, José. Empreendedorismo para visionários: desenvolvendo negócios inovadores para um mundo em transformação. Rio de Janeiro: LTC. CASTRO, Luciano Thomé e; NEVES, Marcos Fava. Administração de vendas: planejamento, estratégia e gestão. São Paulo: Atlas. FERNANDES, Bruno Henrique Rocha; BERTON, Luiz Hamilton Berton. Administração estratégica: da competência empreendedora à avaliação de desempenho. São Paulo: Saraiva. Disciplina: Estágio Supervisionado II Carga horária: 100 horas Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica. Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes 81 multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade, garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores. Bibliografia básica: NSA Bibliografia complementar: NSA Disciplina: Fruticultura Carga horária: 40 horas Ementa: Características e importância da fruticultura, cenários e perspectivas, caracterização das plantas frutíferas, manejo e conservação de solo e de água, podas, fruteiras tropicais, subtropicais e temperadas, planejamento e implantação de pomares, tratos culturais. Bibliografia básica: PENTEADO, Silvio Roberto. Fruticultura orgânica: formação e condução. São Paulo: Aprenda Fácil. SEREJO, Janay Almeida dos Santos et al. Fruticultura tropical: espécies regionais e exóticas. Viçosa: Embrapa. SIMÃO, Salim. Tratado de fruticultura. Piracicaba. FEALQ. Bibliografia complementar: ROCHA, Elder Manoel; DRUMMOND, Marcos A. Fruticultura Irrigada. Brasília: Embrapa. (500 perguntas, 500 respostas). CHAVARRIA, Geraldo; SANTOS, Henrique Pessoa dos et al. Fruticultura em ambiente protegido. Brasília: Embrapa. SANTOS, Régis Sivori dos. Maçã: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa. ( Coleção 500 perguntas, 500 respostas). Disponível em: < http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/122887/1/Maca-oprodutor-pergunta-a-Embrapa-responde.pdf.> Acesso em 09 nov. 2015. PENTEADO, Silvio Roberto. Manual de fruticultura ecológica. [sd]: Via Orgânica. VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG, 2007. 800 p. ISBN 8599764047. Disciplina: Hidráulica, Irrigação e Drenagem Carga horária: 80 horas Ementa: Hidrostática e hidrodinâmica. Escoamento em condutos forçados e livres. Hidrometria. Sistema água-solo-planta-atmosfera. Qualidade da água para irrigação. Irrigação por superfície. Irrigação por aspersão. Irrigação localizada. Manejo racional de sistemas de irrigação. Drenagem agrícola superficial e subterrânea. 82 Bibliografia básica: BERNARDO, S.; SOARES, A.A.; MANTOVANI, E.C. Manual de irrigação. Viçosa: Imprensa universitária da UFV. AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. São Paulo: Edgard Blücher. TUBELIS, Antônio. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa: Aprenda Fácil. Bibliografia complementar: OLIVEIRA, Áureo Silva de KUHN, Dalmir; SILVA, Gilson Pereira. A irrigação e a relação solo-planta-atmosfera. Campinas: LK Editora FRIZZONE, José Antônio; ANDRADE JÚNIOR, Aderson Soares de (Ed.). Planejamento de irrigação: análise de decisão de investimento. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. LOPES, José Dermeval Saraiva; LIMA, Francisca Zenaide de; OLIVEIRA, Flávio Gonçalves. Irrigação por aspersão convencional. Viçosa: Aprenda Fácil. MANTOVANI, Everardo Chartuni et al. Irrigação: princípios e métodos. Viçosa: Editora UFV. AGUIAR NETTO, Antenor de Oliveira. Princípios agronômicos da Irrigação. Brasília: Embrapa. Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I Carga horária: 40 horas Ementa:. Apresentar aos discentes as principais espécies de plantas cultivadas no país, suas características e sistemas de cultivo; Proporcionar conhecimentos e espírito crítico aos alunos, que terão bases técnicas e científicas e capacidade de integrar conhecimentos no planejamento e para as tomadas de decisão em todas as etapas de cultivo. Bibliografia básica: GALVÃO, João Carlos Cardoso; MIRANDA, Glauco Vieira. Tecnologias de produção do Milho: economia, cultivares, biotecnologia, safrinha, adubação, quimigação, doenças, plantas daninhas e pragas. Viçosa: Editora UFV. SEDIYAMA, Tuneo. Tecnologias de produção e usos da soja. São Paulo: Mecenas. VIEIRA, Clibas; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de; BORÉM, Aluízio. Feijão. Viçosa: UFV. Bibliografia complementar: PEREIRA FILHO, Israel Alexandre. O Cultivo do milho-verde. Brasília: Embrapa. GONZAGA, Augusto César de Oliveira (Ed.). Feijão: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: EMBRAPA. (Coleção 500 perguntas 500 respostas). AIDAR, Homero, KLUTHCOUSKI, João, STONE, Luís Fernando. Feijão: produção do feijoeiro comum em várzeas. Brasília: Embrapa. MIRANDA, Glauco Vieira et al. Guia técnico para produção de milho. Belo Horizonte: EPAMIG. RICCI, Marta dos Santos Friere; FERNANDES, Maria do Carmo de Araújo; CASTRO, Cristina Maria de. Cultivo orgânico do café. Brasília: Embrapa. 83 Disciplina: Tecnologia de Alimentos Carga horária: 40 horas Ementa: Tecnologia de Produtos Vegetal: Produção de Cachaça de Alambique, Cenários Internacional, Nacional e Mineiro da cachaça, Tendências de Mercado e Perspectivas Atuais e Futuras, Manejo do Canavial, Instalações e Equipamentos, Processo de Produção, Análises Físico-Químicas e Sensoriais, Envelhecimento, Comercialização e Legislações; Tecnologia de Produtos Animal: Derivados do Leite, Cenários Internacional, Nacional e Mineiro de Produtos Lácteos, Tendências de Mercado e Perspectivas Atuais e Futuras, Instalações e Equipamentos, Processo de Produção de Produtos Derivados do leite, Comercialização e Legislações. Bibliografia básica: BORÉM, Flávio Meira. Pós-colheita do café. Lavras. Editora UFLA. CARDOSO, Maria das Graças. Produção de aguardente de cana. Lavras: Editora UFLA. CHITARRA, Maria Isabel Fernandes; CHITARRA, Adimilson Bosco. Pós-colheita de frutas e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: Editora UFLA. KOBLITZ, Maria Gabriela Bello. Matérias-primas alimentícias: composição e controle de qualidade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2331-2>. Acesso em: 1 out. 2015. Bibliografia complementar: ARAÚJO, Julio M. A. Química de alimentos: teoria e pratica. Viçosa: UFV, 2006. BOBBIO, Paulo A. Química dos processamentos de alimentos. São Paulo: Varela, 2001. CECCHI, Heloisa Mascia. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Campinas: Unicamp. SILVA, C. A. B. da; FERNANDES, A. R. (Ed.). Projetos de empreendimentos agroindustriais: produtos de origem vegetal. Viçosa: Editora UFV. (v.1). FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu. 9º PERÍODO Disciplina: Construções Rurais Carga horária: 40 horas Ementa: Materiais de construção. Instalações elétricas e hidráulico-sanitárias. Planejamento e projeto de construções rurais. Orçamento. Bibliografia básica: COZZA, Eric . Construção passo-a-passo. São Paulo: PINI. PEREIRA, Milton Fischer. Construções rurais. São Paulo: Nobel. BAUER, L. A. Falcão. Materiais de construção. Rio de Janeiro: LTC. (v.1) 84 CRAIG, Robert F.; KNAPPETT, J. A. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: LTC. 1 Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-2162703-6>. Acesso em: 1 out. 2015. Bibliografia complementar: BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de projeto de edificações. São Paulo: PINI. CHAVES, Roberto. Manual do construtor para engenheiros: mestres-de-obras e profissionais de construção em geral. Rio de Janeiro: Ediouro. FABICHAK, I. Pequenas construções rurais. São Paulo: Nobel, 2007. PADILHA, A.F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São Paulo: Hemus. RIBEIRO, CARMEN COUTO. Materiais de construção civil. Belo Horizonte, UFMG. Disciplina: Estágio Supervisionado III Carga horária: 100 horas Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica. Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade, garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores. Bibliografia básica: NSA Bibliografia complementar: NSA Disciplina: Forragicultura e Pastagem Carga Horária: 40h Ementa: Agrostologia, pastagens, (formação, adubação, manejo e divisão) e forragicultura. Potencial e produção. Terminologia de pastagens. Ecologia e fisiologia vegetal aplicados ao manejo das forrageiras, características desejáveis. Técnicas de conservação de forragens. Nutrientes e valores nutricionais. Pastejo rotacionado. Bibliografia básica: ALCÂNTARA, P.B.; BUFARAH,G. Plantas forrageiras: gramíneas e leguminosas. São Paulo. 85 ANDRIGUETTO, José Milton et al. Nutrição animal: alimentação animal. São Paulo: Nobel. REIS, Ricardo Andrade et al. Forragicultura: ciência, tecnologia e gestão dos recursos forrageiros. Jaboticabal, SP: Funep. Bibliografia Complementar: SILVA, D.J. Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos. Viçosa. UFV. COSTA, Newton de Lucena. Formação, manejo e recuperação de pastagens em Rondônia. Brasilia: Embrapa. Disponível em: <https://www.embrapa.br/busca-depublicacoes/-/publicacao/706944/formacao-manejo-e-recuperacao-depastagens-em-rondonia> Acesso em: 23 nov.2015 ESPÍNDOLA, J. A. A; GUERRA, J. G. M.; DE-POLLI, H.; ALMEIDA, D. L. de; ABBOUD, A. C. de S. Adubação verde com leguminosas. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Seropédica: Embrapa Agrobiologia. Série: (Coleção Saber, 5). PIRES, Wagner. Manual de pastagem: formação, manejo e recuperação. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Disciplina: Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários Carga horária: 40 h Ementa: O agronegócio e suas tendências; Abordagem das organizações no agronegócio; Gestão das organizações no agronegócio; Coordenação e integração no agronegócio; Informações e profissionalismo no agronegócio; Noções gerais de Administração Rural. Características da Empresa Rural. Gestão de Recursos Humanos. Gestão Ambiental e da Qualidade. Planejamento da Empresa Rural. Administração de custos na agropecuária. Comercialização e Marketing Rural. Crédito Rural. Intervenção Administrativa em Fazendas. Projetos Agropecuários. Bibliografia Básica: BATALHA, Mário Otávio. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001 CASTRO, L.T.et al. Agronegócios e Desenvolvimento Sustentável: uma agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São Paulo: Atlas, 2007 QUEIROZ, Timóteo Ramos; ZUIN, Luís Fernando Soares. Agronegócios: gestão e inovação. São Paulo: Saraiva, 2006. 1 recurso online. ISBN 9788502108684. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502108684> Bibliografia Complementar: MOTTA , F.C.P. Teoria Geral da administração , 21. ed , São Paulo: Pioneira, 1997 CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração. São Paulo: McGraw-Hill. (v.I e II). MAXIMIANO, A C. A, Introdução à administração. São Paulo: Atlas. SANTOS, G. J. dos; MARION, J. C.; SEGATTI, S. Administração de custos na agropecuária. São Paulo: Atlas. ASSAD, Eduardo Delgado; MARTINS, Susian Christian Martins; PINTO, Hilton Silveira. Sustentabilidade no agronegócio brasileiro. Brasilia: Embrapa. ( Coleção de Estudos sobre diretrizes para um ecnonomia verde no Brasil). Disponivel em< https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/86 /publicacao/933999/sustentabilidade-no-agronegocio-brasileiro> Acesso em 23 nov. 2015. Disciplina: Olericultura Carga horária: 40 horas Ementa: Olericultura. Importância. Botânica. Interações fisiológicas. Sistemas de produção. Cultivares. Propagação. Solos, nutrição e adubação. Manejo. Colheita, classificação e embalagem. Fisiologia pós-colheita e armazenamento. Comercialização. Bibliografia básica: FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Produção Independente. FILGUEIRA, F. A. R. Manual de olericultura. São Paulo: Ceres. (v. II). FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura. Agro-tecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV. Bibliografia complementar: HENZ, Gilmar Paulo; ALCÂNTARA, Flávia Aparecida. Hortas: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa. ( Coleção 500 perguntas, 500 respostas) Disponível em <http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/11930/2/00081040.pdf > acesso em 09 nov. 2015. EMBRAPA. Produção orgânica de hortaliças. Brasília, DF: Embrapa Publicações. MACHADO, Cristina M. M. Processamento de hortaliças em pequena escala. Brasília, DF: Embrapa Hortaliças. CLARO, Antônio Soel. Leitos e substratos para produção de hortaliças. Guaíba, RS: Agrolivros. LUENGO, Rita de Fátima Alves; CALBO, Adonai Gimenez. Pós-colheita de Hortaliças. Brasília, DF: Embrapa. Disponível em: < http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/11930/2/00081040.pdf > Acesso em 09 nov. 2015. Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II Carga Horária: 40 h Ementa: Propiciar aos alunos o acesso a fundamentos teórico-práticos da exploração de espécies frutíferas e olerícolas de modo a capacitá-los tecnicamente para o planejamento, elaboração e execução de projetos associados à cadeia produtiva e o desenvolvimento de sistemas de produção. Bibliografia Básica: ROCHA, Elder Manoel; DRUMMOND, Marcos A. Fruticultura irrigada. Brasília: Embrapa. (500 perguntas, 500 respostas). FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Produção Independente. 87 SEREJO, Janay Almeida dos Santos et al. Fruticultura tropical: espécies regionais e exóticas. Viçosa: Embrapa. Bibliografia complementar: MOLINA, Laura Maria et al. Maracujá. Jaboticabal, SP: Funep. PRADO, Renato de Mello. Nutrição de plantas: diagnose foliar em grandes culturas. Jaboticabal, SP: FCAV/UNESP. CHAVARRIA, Geraldo; SANTOS, Henrique Pessoa dos. Fruticultura em ambiente protegido. Brasília: EMBRAPA SANTOS FILHO, Hermes Peixoto; MAGALHÃES, Antônia Fonseca de Jesus; COELHO, Ygor da Silva. Citros. Brasília, DF: Embrapa, 2005. PENTEADO, Silvio Roberto. Fruticultura orgânica: formação e condução. 2.ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2010. Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso Carga horária: 40 horas Objetivo: Elaboração de projeto de monografia final de curso, Adequação às normas técnico científica para publicação. Montagem de experimento e definição de orientador. Bibliografia básica: ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Ática. MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. São Paulo: Atlas. São Paulo: Cortez. ALVARENGA, Maria Amália de Figueiredo Pereira; ROSA, Maria Virgínia de Figueiredo Pereira do Couto. Apontamentos de metodologia para a ciência e técnicas de redação científica: monografia, dissertações e teses. Porto Alegre, RS: S. A. Fabris. Bibliografia complementar: THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez. FRANÇA, J.L. et al. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: UFMG. GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas. DEMO, Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas. 10º PERÍODO Disciplina: Estágio Supervisionado IV Carga horária: 100 horas Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica. Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho 88 em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade, garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores. Bibliografia básica: NSA Bibliografia complementar: NSA Disciplina: Gestão Ambiental na Agricultura Carga Horária: 40 h Ementa: Biodiversidade. Desenvolvimento Sustentável. Base legal e institucional. Histórico, Teoria e Métodos de Auditoria Ambiental. As Normas Ambientais ABNT e Série ISO 14.000. Sistemas Integrados de Gestão. Licenciamento Ambiental. EIA/RIMA/PRAD. Mecanismos de gestão ambiental. A engenharia agronômica e o uso racional dos recursos naturais; noções gerais de ecologia; meio ambiente; aspectos legais e institucionais; estudo de impacto ambiental; legislação ambiental, a preservação do meio ambiente; poluição do ar, da água e do solo. Bibliografia básica: PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; ROMÉRO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso de gestão ambiental. Barueri, SP: Manole. (Coleção ambiental; 1). DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas. SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. São Paulo: Atlas. Bibliografia complementar: SZABÓ JÚNIOR, Adalberto Mohai. Educação ambiental e gestão de resíduos. 3. ed. São Paulo: Rideel, 2010. 118 p. GEBLER, Luciano; PALHARES, Julio Cesar Pascale. EMBRAPA . Gestão ambiental na agropecuária. Brasilia (DF): Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 310 p. : ISBN 9788573834239 ( v.2) SANTOS JUNIOR, Odair; GUTIÉRREZ MERE, Luís Dario. Agenda 21: sinal verde para o desenvolvimento sustentável. Belo Horizonte: CREA-MG. GOMES, Marco Antônio Ferreira; PESSOA, Maria Conceição Peres Young. Planejamento ambiental do espaço rural com ênfase para microbacias hidrográficas: manejo de recursos hídricos, ferramentas computacionais e educação ambiental. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos . São Paulo: Oficina de Textos. 89 Disciplina: Práticas Integradoras em Agronomia Carga Horária: 40 h Ementa: Realizar a prática do planejamento integrado de uma propriedade rural dentro de um enfoque sistêmico e integrado da produção. Desenvolver as habilidades de análise e planejamento baseado nos conhecimentos adquiridos durante o curso de Agronomia e sua aplicação interdisciplinar com ênfase em sistemas de produção e sua sustentabilidade. Aplicar os conhecimentos adquiridos durante o curso em atividades integradoras que permitam a capacidade de síntese e proposição de soluções em sistemas de produção agropecuários. Abordar técnicas adequadas de intervenção e das técnicas de manejo e produção. Bibliografia Básica: ALMEIDA FILHO, Niemeyer. Segurança Alimentar: Produção Agrícola e Desenvolvimento Territorial. Viçosa. Alinea: 2010 LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002 BELTRÃO, Napoleão Esberard de Macedo; AZEVEDO, Demóstenes Marcos Pedrosa de. O agronegócio do algodão no Brasil. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica. (v.1). Bibliografia Complementar: GOMES, E.; PESSOA, L.M.C.; SILVA JÚNIOR, L.B. Medindo imóveis rurais com GPS. Brasília, 2001. SILVA, Fábio Cesar da. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes. 2. ed., rev. e ampl. Brasília, DF: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia, 2009. 627 p. ISBN 9788573834307. TRAZILBO JR, J. P & VERZON, M. 101 culturas: Manual de tecnologias agrícolas. Belo Horizonte: EPAMIG, 2007 TUBELIS, Conhecimentos Práticos Sobre Clima e Irrigação. São Paulo: Aprenda Fácil, 2001. PIRES, Fábio Ribeiro; SOUZA, Caetano Marciano de. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água. 3. ed., rev. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2013. 216 p. ISBN 9788572692984 Disciplina: Silvicultura e Sistemas Agroflorestais Carga horária: 80 horas Ementa: Conceitos básicos. Importância da Silvicultura. Uso racional dos recursos naturais e manejo de Sub-bacias Hidrográficas. Escolha de espécies para plantio e principais usos. A Cultura do Eucalipto. Planejamento de viveiros e produção de mudas de espécies florestais. Implantação de florestas. Nutrição florestal. Agrosilvicultura. Sistemas Agroflorestais. Bibliografia básica: 90 ALFENAS, Acelino Couto; ZAUZA, Edival A. Valverde. Doenças na cultura do eucalipto. Viçosa: SIF. LORENZI, Harri. Árvores brasileiras. Nova Odessa: Instituto Plantaro. v.I e II. PAIVA, H.N.; GOMES, J.M. Propagação vegetativa de espécies florestais. Viçosa: UFV. Bibliografia complementar: BRASIL; ALVARENGA, Antônio de Pádua; CARMO, Ciríaca Arcângela Ferreira de Santana do. Seringueira. Viçosa: Epamig. PINHEIRO, Antonio Lelis et al. Ecologia, silvicultura e tecnologia de utilização dos mognos-africanos (Khaya spp.). Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura - SBAG). WENDLING, I.; DUTRA, L. F. Produção de mudas de eucalipto. Colombo: Embrapa Florestas. JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves et al. Cultivo de eucalipto em propriedades rurais. Viçosa: Aprenda Fácil. XAVIER, Aloisio; WENDING, Ivar; SILVA, Rogério Luiz da. Silvicultura clonal: princípios e técnicas. Viçosa: Editora UFV. Disciplina: Tópicos Especiais em Agronomia Carga Horária: 40 h Ementa: O componente curricular Tópicos Especiais se trata de disciplina(s) escolhida(s) pelos alunos durante o 10º período, juntamente com o colegiado do curso e tem como objetivo proporcionar a flexibilidade individual de estudos e os requerimentos, demandas e expectativas de desenvolvimento do setor no município de Bom Despacho e região e LIBRAS. Bibliografia Básica NSA Bibliografia Complementar: NSA Trabalho de Conclusão de Curso Carga horária: 40 horas Ementa: Produzir uma monografia sobre um tema relacionado ao curso, conforme regulamento de TCC. Bibliografia básica: FRANÇA, J.L. et al. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: UFMG. GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas. Bibliografia complementar: 91 ANDRADE, M.M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Ática. MARTINS, G.A. Manual para Elaboração de Monografias e Dissertações. São Paulo: Atlas. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez. THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-ação. São Paulo: Cortez. DEMO, Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas. ROL TÓPICOS ESPECIAIS Disciplina: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) Carga Horária: 40 h Ementa: Noções e aprendizado básico de LIBRAS. Características fonológicas. Noções de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Prática de LIBRAS: desenvolvimento da expressão visual-espacial e ampliação do conhecimento dos aspectos da cultura do mundo surdo. Bibliografia Básica: ALMEIDA, E. O. C. Leitura e surdez: um estudo com adultos não oralizados. Editora Revinter. ALMEIDA, E. C.; DUARTE, P. M. Atividades Ilustradas em sinais da libras. São Paulo: Revinter. SKLIAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação. Bibliografia Complementar: CÂNDIDO, R. J. Cartilha da inclusão: direitos da pessoa com deficiência. Belo Horizonte. MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? como fazer?. São Paulo: Moderna. Ministério da Educação e do Desporto. Educação especial no Brasil: educação especial um direito assegurado. Brasília: MEC. QUADROS, R. M. O Tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília: UNESCO. STAINBACK, S. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed. Disciplina: Gestão de Pessoas Carga-hoarária: 40 h Ementa: Introdução à Moderna Gestão de Pessoas. A Gestão de Pessoas em um Ambiente Dinâmico e Competitivo. Planejamento Estratégico de Gestão de Pessoas. Recrutamento de Pessoas. Seleção de Pessoas. Orientação de Pessoas. Avaliação do Desempenho Humano. Bibliografia Básica: 92 CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier. _______. Recursos Humanos. São Paulo: Atlas. MARRAS, J. P. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao estratégico. São Paulo: Futura. Bibliografia Complementar: CASTRO, A. P.; MARIA, V. J. Motivação: como desenvolver e utilizar esta energia. Rio de Janeiro: Campus. CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa. São Paulo: Makron Books. GIL, Antônio Carlos. Administração de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas. MINICUCCI, A. Relações Humanas: psicologia das relações interpessoais. São Paulo: Atlas. VERGARA, S. C. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas. Disciplina: Gestão da Qualidade e Certificações Carga-horária: 40 h Ementa: Os principais conceitos sobre qualidade. Modelos de referência. Métodos e ferramentas para Gestão da Qualidade dentro de um contexto histórico. Práticas de Gestão da qualidade.Política e Legislação aplicada. Modelos de referência para gestão da qualidade (ISO 9000, ISO 22000). Premio Nacional da Qualidade (PNQ). Gestão pela Qualidade Total (GQT) Bibliografia Básica: AIDAR, Marcelo Marinho et. al. THOMAZ Wood Jr (Coord.). Mudança Organizacional: aprofundando temas atuais em administração de empresas. São Paulo: Atlas. CAMPOS, Vicente Falconi. Qualidade total: padronização de empresas. Belo Horizonte: Livraria do Psicólogo. FITZSIMMONS, James A. Administração de serviços: operação, estratégia e tecnologia da informação. Porto Alegre: Bookman. Bibliografia Complementar: ARMAND, V. Feigenbraum. Controle da qualidade total, V I. Makron Books. GIL, Antônio. L.; Auditoria da qualidade. São Paulo:, Atlas. _____________. Gestão da Qualidade Empresarial. São Paulo: Atlas. HEIZER, J. H.; Nathan, J.; Case in Total Quality Management Cincinnati, Ohio, South-Western College Publishing. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios e casos práticos. São Paulo: Atlas. NAGEL, Slack. Administração da produção. São Paulo: Atlas. 93 Paisagismo e Plantas Ornamentais Carga horária: 40 horas Ementa: Conceitos básicos de Paisagismo e atuação, estilos básicos de paisagismo. Caracterização, identificação, produção e utilização de plantas ornamentais e gramados. Arborização urbana. Fatores que influenciam no planejamento de jardins e na paisagem. Elaboração de projeto, estudos preliminares, composição estética, elementos de composição. Implantação e manutenção de jardins e parques: aspectos gerais. Bibliografia básica: LORENZI, Harri, SOUZA, Hermes. Plantas Ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. Nova Odessa: Instituto Plantarum. LORENZI, Harri. Árvores brasileiras. Vol. 1 e 2. Instituto plantarum de estudos da flora Ltda. Nova Odessa-SP. LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil. São Paulo Instituto plantarum de estudos da flora Ltda. Bibliografia complementar: CALVANTE, Nogueira da Silva et al. Coletânea simpósios de paisagismo. São Paulo, 2009 FERREIRA, José Mário Lobo. Informe agropecuário: gestão Ambiental na Agricultura. BELO HORIZONTE: EPAMIG. LANDGRAF, Paulo Roberto Corrêa; PAIVA, PAtrícia Duarte de Oliveira. Floricultura: produção e comercialização no estado de Minas Gerais. Belo Horizonte: EPAMIG. PAIVA, Patrícia Duarte de Oliveira. Paisagismo: conceitos e aplicações. Lavras, Editora UFLA. WATERMAN, Tim . Fundamentos de paisagismo . Porto Alegre: Bookman. ROL DE DISCIPLINAS PARA FUNDAMENTOS ACADÊMICOS Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Biologia) Carga Horária: 40 h Ementa: Tipos de células e fotossíntese. Classificação e caracterização dos 5 reinos: Monera, Protozoa, Fungi, Metaphyta e Metazoa. Bases Morfofisiológicas dos sistemas digestório, circulatório,excretor, tegumentar e respiratório. Conceitos básicos em genética. Bibliografia Básica: CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L.C. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara. DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina.. São Paulo: Atheneu. NYBAKKEN, James W. et al. Zoologia geral v. VIII.. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 94 Bibliografia Complementar: AMABIS, José Mariano ; MARTHO, Gilberto Rodrigues . Biologia dos organismos v. II: classificação, estrutura e função nos seres vivos. São Paulo: Moderna. CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L.C. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara KOOGAN. GRIFFITHS, A.J.F. Introdução a genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. OLY, Aylthon Brandão . Botânica: introdução à taxonomia vegetal. São Paulo: Companhia Editora Nacional. TOWNSEND, Colin R. ; BEGON, Michael ; HARPER, John L. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed. Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Matemática) Carga Horária: 40 h Ementa: Números racionais e decimais, Potenciação e Radiciação, Proporcionalidade, Porcentagens e juros simples, Expressões algébricas, Polinômios, Produtos Notáveis, Fatoração de expressões algébricas, Áreas de figuras planas e Noções de probabilidade. Bibliografia Básica: ALENCAR FILHO, Edgard . Iniciação à lógica matemática. São Paulo: NOBEL. LEITHOLD, L. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 1998. SILVA, S. M; SILVA, E. M. Matemática: para cursos de economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas. (v.1). Bibliografia Complementar: CYSNE, Rubens Penha; MOREIRA, Humberto Ataíde. Curso de Matemática para economistas. São Paulo: Atlas. GOLDSTEIN, Larry J. et al. Cálculo: e suas aplicações. São Paulo: Hemus. HOFFMAN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC. MACHADO, A. Matemática: temas e metas. São Paulo: Atual. STEWART, James . Cálculo v. I. São Paulo: Pioneira. Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Português) Carga Horária: 40 h Ementa: Estudo da Gramática Normativa, relações morfológicas, semânticas e sintáticas, reforma ortográfica e dimensão do funcionamento textual-discursivo dos elementos da língua, com ênfase no contexto de comunicação. Estudo e desenvolvimento da competência textual. Estudo e desenvolvimento da competência gramatical. Bibliografia Básica: 95 ANDRADE, Maria Margarida de. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas. CEGALLA, D.P. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Companhia Editora Nacional. CUNHA, Celso e CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Bibliografia Complementar: FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática. MEDEIROS,J.B. Português instrumental. São Paulo: Atlas. PERINI. Mário A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. São Paulo: Cortez. TUFANO, Douglas. Guia prático da nova ortografia. São Paulo: Melhoramentos. Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Química) Carga Horária: 40 h Ementa: Introdução à química orgânica e funções orgânicas; estrutura atômica da matéria e constituição dos átomos; íons: cátions e ânions; ligações químicas e interações intermoleculares; elétrons de valência; redução e oxidação; ácidos e bases. Bibliografia Básica KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC. (v.I). KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC. (v.II). SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC. (v.I). Bibliografia Complementar RUSSEL, J.B. Química geral. São Paulo: Makron Books. (v.I). RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: Makron Books. (v.II). MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: E. Blücher. MCMURRY, J. Química orgânica. São Paulo: Thonson. (v.I). MCMURRY, J. Química orgânica. São Paulo: Thonson. (v.II). 3.1.8. Metodologia A missão e visão estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Institucional da IES mobilizam-na a buscar sempre os caminhos mais promissores para implementação de suas metas e concretização daquele horizonte com a maior eficiência e eficácia possíveis. 96 O mundo da educação não ignora os sinais dos tempos e o projeto político pedagógico da IES, atento ao dinamismo social, histórico e cultural da realidade humana, cobra um realinhamento constante dos elementos e processos previstos no Projeto Pedagógico de Curso com as exigências da sociedade e do mercado que se encontram em contínua mudança. Salta aos olhos as grandes transformações socioeconômicas e culturais ocorridas nas últimas décadas em razão dos avanços havidos na ciência e na tecnologia, sobremaneira, em consequência da revolução cibernética e do advento da rede mundial de computadores. O mercado de trabalho globalizado, impactado por aquelas transformações, está, cada vez mais, a exigir profissionais bem formados, cujo perfil incorpore as competências e habilidades ditas “sociais”: espírito de equipe, responsabilidade, iniciativa, pensamento crítico, resolução de problemas complexos, autonomia e aprendizagem permanente, entre outras. Reconhecendo os desafios colocados ao mundo da educação pelas transformações da sociedade e do mercado, nossa IES, visando incrementar cada vez mais a qualidade da educação oferecida a sua clientela, articulou-se com os principais centros mundiais de excelência na educação como a Universidade de Harvard e o Instituto Tecnológico de Massachusetts nos Estados Unidos, e outros mais, através da LASPAU, entidade que trabalha para o desenvolvimento da educação na América Latina, investe continuamente na manutenção de uma política de formação docente permanente e na criação das condições necessárias a uma prática acadêmica inovadora. Face aos desafios da realidade e ao papel estratégico da metodologia de ensino no processo educativo, a inovação acadêmica na IES está focada na incorporação paulatina em sua prática educativa de métodos ativos de aprendizagem como o Peer Instruction (Instrução pelos Pares), o Team-Based Learning (Aprendizagem Baseada em Equipe), o Problem-Based Learning (Aprendizagem Baseada em Problema), o Project-Based Learning (Aprendizagem Baseada em Projeto) e o Case Study (Estudo de Caso). Contudo, a inovação acadêmica na IES não se limita a isso, mas se abre à questão mais ampla do planejamento do processo educativo, onde a metodologia de ensino, ao lado da metodologia de avaliação, inscrevem-se de modo significativo, tornando-se fatores decisivos na qualidade da educação enquanto se garante a efetividade da aprendizagem. A Coordenação do Curso juntamente com o Núcleo Docente Estruturante, atentos às demandas advindas da sociedade e do mercado, estimula os docentes a fazerem frequentes revisões em seu planejamento disciplinar visando refinar o alinhamento entre esse projeto pedagógico e suas disciplinas, sobremaneira no que se refere ao perfil de egresso nele previsto e a contribuição específica que suas disciplinas podem dar para sua concretização, sem perderem de vista a perspectiva da necessária inter, trans e multidisciplinaridade. 97 Para tanto, ressalta-se a adoção do Plano de Ensino Estruturado, onde, garantindose na definição do objetivo geral e objetivos específicos da disciplina sua afinidade com o perfil do egresso, selecionam-se aqueles conteúdos mais significativos que contribuam para o desenvolvimento das competências e habilidades daquele profissional, elaborando-se para cada tópico do conteúdo os objetivos ou resultados de aprendizagem que devem ser visados. Uma vez elaborados, no Plano de Ensino Estruturado, os objetivos de aprendizagem cognitivos, procedurais e afetivos, tendo-se em vista a Taxonomia de Bloom, para que não se restrinja a uma aprendizagem superficial, mas se logre uma aprendizagem reflexiva, crítica e criativa, tais objetivos possibilitam a melhor escolha dos métodos de ensino e inspiram as melhores estratégias avaliativas, fechando-se assim o ciclo virtuoso do processo educacional de planejamento, ensino, aprendizagem, avaliação e replanejamento. Por fim, observa-se que esta perspectiva de inovação acadêmica, ao incorporar de forma mais relevante métodos ativos de aprendizagem na prática educativa, pelo que tais métodos significam em termos de efetividade de uma aprendizagem hoje em dia requerida, na verdade, implica em um constante repensar do currículo que garanta a intencionalidade do processo educativo, compatibilizando-o com as características essenciais do ser humano, enquanto ser inacabado e histórico. 3.1.9. Estágio Curricular Supervisionado O estágio supervisionado do curso é atividade curricular obrigatória configurada a partir do 7º período da inserção do aluno no espaço sócio institucional, visando capacitá-lo e instrumentalizá-lo para o exercício profissional, devendo ser acompanhado pelo supervisor de campo e supervisor acadêmico sistematicamente. Assim, por se constituir em uma exigência do currículo do curso de Agronomia da Faculdade, em consonância com as diretrizes curriculares aprovadas pelo MEC, serão considerados estágios curriculares aqueles realizados em instituições, que tenham em seus quadros, um ou mais profissionais das Ciências Agrárias, devidamente registrados nos Conselhos Regionais que realize acompanhamento direto ao aluno-estagiário, desempenhando atividade de supervisão. O estágio supervisionado do curso de Agronomia está estruturado a partir de uma lógica, que permite ao discente conhecer várias áreas de atuação do profissional da Agronomia. O estágio supervisionado acontece nos 7º, 8º, 9º e 10º períodos do curso e com ele pretende-se dar ao discente a oportunidade de estar em contato com profissionais de várias áreas em seu local de trabalho. Entende-se que esta construção se dará através da articulação entre todas as disciplinas, principalmente aquelas ligadas à prática profissional. O estágio curricular obrigatório será viabilizado por convênios a serem estabelecidos com instituições da região. O currículo do curso de Agronomia da Faculdade estabelece por semestre uma carga horária mínima de 100 horas (7º, 8º, 9º e 10º períodos) para o estágio supervisionado, perfazendo um total de 400 horas durante o curso. 98 O aluno estagiário é orientado pelo supervisor de estágio do curso de Agronomia e pelo supervisor de área, podendo haver mudança de campo, no final desse período, mediante resolução dos sujeitos envolvidos no processo, sendo que a decisão final fica a cargo da supervisão de estágio. A mudança de área só poderá ocorrer mediante informe e justificativa por escrito à Supervisão de Estágio do curso de Agronomia e obtenção de autorização também por escrito da mesma. O supervisor de estágio do curso de Agronomia deve apresentar aos alunos a listagem de conveniados existentes, bem como auxiliá-los na escolha da respectiva área de estágio, considerando o perfil pessoal e profissional em formação. Para inserção do aluno nos campos de estágio serão consideradas as seguintes condições: I. a área deve apresentar um profissional de nível superior das ciências agrárias devidamente registrado no Conselho Regional pertinente a sua profissão, que tenha interesse e disponibilidade em supervisionar o estágio; II. compatibilidade de horário do supervisor de campo com o horário do estagiário; III. proposta de trabalho do profissional articulada com o projeto político pedagógico do curso de Agronomia da Faculdade. Ao final do estágio o aluno deverá: I. estar capacitado para o exercício profissional; II. conhecer as práticas, as sistematizações, os saberes traduzidos em estratégias, os procedimentos e práticas específicas dos técnicos das instituições que atuam no exercício da profissão; III. conhecer e desenvolver habilidades operacionais para a adequada utilização dos instrumentos profissionais; IV. reconhecer a importância da produção científica e da sistematização da prática profissional seja no âmbito governamental ou não governamental; V. identificar sua área de interesse para o exercício da profissão, por meio da aproximação da atividade prática; Cabe ao Núcleo de Carreiras e à Supervisão de Estágios do curso de Agronomia a responsabilidade pela abertura dos campos de estágios que deverão atender aos seguintes princípios: I. Existência de um profissional das ciências agrárias devidamente habilitado. II. Apresentação pela Instituição a ser conveniada da documentação exigida para celebração do convênio: a) convênio e termo de compromisso celebrados entre o estagiário e a parte concedente, com a interveniência obrigatória da Faculdade; b) celebração de assinatura de convênio entre a direção da Faculdade e os campos de estágios; c) assinatura de termos de compromisso celebrados entre o estagiário e a parte concedente com a interveniência do Supervisor Geral de Estágios do Curso. III. Disponibilidade e interesse por parte do Agrônomo lotado no campo de estágio para treinar, acompanhar, avaliar, supervisionar diretamente os estagiários de Agronomia. 99 Os alunos serão avaliados pelo supervisor de campo, supervisor de estágio do Curso e ainda fará uma autoavaliação. O aluno que não obtiver um desempenho acadêmico satisfatório no decorrer do estágio poderá ser considerado inapto e ser reprovado, tendo que cumprir novamente a atividade. O aluno ao final de cada estágio supervisionado deverá elaborar um relatório da experiência vivenciada no campo de estágio com orientação do supervisor de estágio. A Avaliação do Estágio deverá conter no mínimo os seguintes critérios: I. capacidade de articulação teórico-prática desenvolvida no decorrer do semestre letivo; II. conhecimento dos métodos de intervenção utilizados pelo profissional; III. conhecimento e aprofundamento dos instrumentais e técnicas desenvolvidos pelo profissional do campo e sua aplicabilidade no espaço institucional IV. compromisso com o trabalho desenvolvido pela instituição campo de estágio e a inserção nos planos, projetos e programas do campo de estágio. O Regulamento de Estágio faz parte dos anexos do PPC. Lista de Campos de Estágio do Curso de Agronomia, por cidade: CIDADE EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO Abaeté Augusto Antônio da Costa Abaeté Carlos Elói Gomes Ferreira Abaeté Cleber Aguimar Pinto de Faria Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaete e Região Abaeté Ltda. Abaeté Abaeté Abaeté Abaeté Abaeté Abaeté Abaeté Arcos Arcos Arcos Bambuí Bambuí Bambuí Belo Horizonte Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaete e Região Ltda. Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Oeste de Minas Gerais LTDA Domício Rogério Valadares Faria Júnior Gabriel Ribeiro Maia de Lima PLAPEC - Planejamento Agropecuário Paulo Alves Araújo Cardoso Triama Tratores Implementos Agrícolas e Maquinas Ltda. Lincoln Arantes Costas (Med. Vet.) Marcelo Gonçalves de Sousa (Med. Vet.) Nova Safra Comércio de Frutas LTDA Bambuí Bioenergia S/A Ello Gestão Ambiental Ltda. Rodrigo Soraggi Lima Cairon Costa Faria (Eng. Florestal) 100 CIDADE Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Biquinhas Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO CIEE - Centro de Integração Empresa Escola - Estado de Minas Gerais SEM CONVÊNIO EMATER – Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais EPAMIG - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Ernandes Pereira dos Santos (Eng. Agrimensor) IEF – Instituto Estadual de Florestas IEL – Instituto Euvaldo Lodi – Núcleo Regional de MG IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária (Convênio nº 2081/2010) Instituto Antônio Ernesto de Salvo INAES Otavio Euclides da Silva Produtiva Agropecuária Ltda. Tervit Reflorestamento Ltda. Vaccinar Indústria e Comércio Ltda. Prefeitura Municipal de Biquinhas Agromilk Ltda Agropecuária Vale do Picão Ltda (Agrovale) Animall Ind. e Com. de Rações Ltda. Assis e Coimbra ME (BD Máquinas) Bruno Melo Gontijo (Eng. Civil) Caio Augusto Leles Costa (Médico Veterinário) Citrovan Mudas Ltda Cooperativa Agropecuária de Bom Despacho Ltda. COOPERBOM Fabrício Rodrigues Campos Fazenda São Carlos Forest Park Comércio e Serviços Ltda. Gabriel Henrique Furtado Granja Salomé Ltda. Insumos Serviços e Consultoria Bom Despacho Ltda. João Cesar Viana Souza Lucas Carvalho Campos (Eng. Agrônomo) Maria Cristina Álvares de Araújo (Feno Santa Helena) Marcos Pacífico Resende Couto Oliveira (Eng. Agronomo) Miguel Marques Gontijo Neto (Iteflor) Município de Bom Despacho Nutrimentos Bom Despacho Agropecuária Ltda. - EPP 101 CIDADE Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Bom Despacho Campos Altos Carmo do Cajuru Conceição do Pará Contagem Córrego Danta Curitiba Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Divinópolis Dores do Indaiá Dores do Indaiá Dores do Indaiá Formiga Iguatama Itapecerica Itapecerica Japaraíba Japaraíba Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO Pedro Gontijo Alvares Produza Agronegócios LTDA Ricardo Costa Gontijo (Med. Vet.) Rômulo Melo Gontijo (Agrônomo) Saul Ribeiro de Pádua Indústria e Comércio e Serviços Vantuil Antônio de Sousa - ME SEM CONVENIO GG Assistência Técnica Agrícola LTDA Associação dos Fruticultores de Carmo Cajuru Adão Marcelino de Lacerda ME Vito Transportes Ltda. Iva da Silva Meireles Construtora Triunfo S/A Caroline Lacerda Oliveira (Eng. Agrônoma) Casa do Abudo Divinópolis Ltda - EPP Débora Maria da Silva Henrique Guimarães Rodrigues Jamilson Wagner de Andrade Carvalho (Eng. Agrônomo) Moisés Soares (Med. Vet.) Município de Divinópolis (convênio 082/09) Paulo Henrique Coelho Pereira Plus Agrotécnica Sociedade Simples - ME Sidnei Soares Costa Melo Wagner Flores e Mudas Ltda. - ME Alliança MG Serviços Ltda. Claudinei Adriano Silvestre (Eng. Agrônomo) DG Projetos Ambientais Plácido Ribeiro Vaz Cazanga Agro Pastoril (CAP) Fazenda Ponte Alta / Pau do Monjolo Reflorestadora Molifer Arthur Fernando Teixeira João Henrique Rabelo Veloso Acrima Tecnologia e Informática Ltda. Agrizootec Assessoria Agropecuária Ltda. Agro Ambiental Consultoria Agro Ambiental Consultoria (Leonardo Lindemberg dos Santos) Arcos Verde Comércio e Serviço Ltda Bioquima Comércio e Industria de Rações Ltda. 102 CIDADE Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Lagoa da Prata Luz Luz Luz Luz Luz Luz Luz Luz Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Martinho Campos Moema Moema EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO Biosev S/A Cooperativa Agropecuária de Lagoa da Prata Ltda. Danilo Daniel Lopes Carvalho ME Douglas Henrique Melo da Cruz (Eng. Amb.) Fabrizio Furtado de Sousa (Eng. Agrônomo) Fertiverde Ltda. Garantia Agronegócio LTDA - ME Luiz Carlos de Castro Rezende Rogério de Castro Moura Ronam Maciel Rezende Antônio José Mesquita Cooperativa de Produção Agropecuária de Luz Ltda. Cooperativa de Produção Agropecuária de Luz Ltda. Eduardo Aguiar Felipe Borges Paulinelli – ME (Vital Agrícola) Geoplan Planejamentos Agropecuários e Assessoria Ltda. Guilherme de Oliveira Bruni Carvalho (Médico Veterinário) Volta Verde Representações Ltda - ME ArcelorMittal BioFlorestas Ltda. Cristiano Tadeu Cançado Santos (Agrônomo) Daniel Camara Barcellos (Agrônomo) SEM CONVENIO Edilson José dos Santos CPF 008.437.736-45 - ME FF Agricultura e Carvoejamento Ltda IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária Marcelo Silva de Mesquita Moderna Florestal Cultivo de Eucaliptos LTDA Nutriminas Comércio e Industria Ltda. RCS Prestação de Serviços Agropecuários Ltda. Renan Henrique Teixeira Santos Roberto Mauro Santos Noronha Túlio Martins de Lima (Eng. Agrônomo) S&D Transportes e Carvoejamento Ltda. Shallom Florestal LTDA Thiago Garcia de Oliveira Melo Weslei Rodrigues Costa Lessandro Moreira Gontijo Sergio Vital Guimarães Batista 103 CIDADE Morada Nova de Minas Morada Nova de Minas Morada Nova de Minas Morada Nova de Minas Nova Serrana Nova Serrana Nova Serrana Nova Serrana Nova Serrana Oliveira Paineiras Pará de Minas Pará de Minas Pará de Minas Pará de Minas Pará de Minas Pará de Minas Pará de Minas Patos de Minas Patrocínio Perdigão Perdigão Perdigão Perdigão Pitangui Pitangui Pitangui Pitangui Piumhi Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO Agronomarques Ltda Alípio Renato de Oliveira Braga Limeira Agropecuária e Participações (Fazenda Guará) Sorel Sociedade Reflorestadora S/A Aureliano Ferreira Neto Hugo Lima Fonseca (Engenheiro Ambiental) Município de Nova Serrana Remirton José Pedro – ME (Floricultura Flores e Mudas) Remirton José Pedro (Eng. Agrônomo) Flavete Produtos Agropecuários Ltda. Débora Britto Militão(Eng. Agrônoma) Agro Shop Ltda. Amaral Lima da Costa (Agrônomo) Anderson Vilaça Amaro Silva Kate Moura da Costa Barcelos Lucas Camilo Bié Teixeira (Eng. Agrônomo) Mário Augusto Silveira Pinhão (Eng. Agrônomo) SIGA Prestação de Serviços em Agronomia Ltda Riber Sementes Ltda. Parceira Agronegócios Ltda Carlos Ozório Carlos Cesar Ferreira (Eng. Civil) Divino Anselmo (Fazenda Córrego Fundo) Reinaldo José Marra Nogueira (Eng. Agrônomo) Joel Mendes (Arquimendes) Pitangui Agro Florestal Ltda. - PAF Prefeitura Municipal de Pitangui Rio Rancho Agropecuária S/A Marcos Júnio de Souza (Eng. Agrônomo) Agropéu – Agro Industria de Pompéu S.A. Breno Henrique da Silva Ramos (Engenheiro Ambiental) Carlos Junio Afonso Lacerda (Eng. Agrônomo) Cleyton Woubert de Sousa Ferreira (Eng. Agrônomo) Cooperativa dos Produtores Rurais de Pompéu Ltda Fagner Henrique Ramos da Silva Fernando Antônio Faria dos Santos (Agrônomo) 104 CIDADE Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu Pompéu EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO Geraldo Magela Valadares Filho (eng. Agrônomo) Geraldo Roberto da Costa Gislaine dos Santos Maciel (Agrônoma) G & G Engenharia Ltda. Instituto Estadual de Florestas – IEF Irmãos Lourenço Engenharia LTDA - ME Marinês Maciel Campos (Advocacia) Milene Elba de Campos (Engenheira Civil) Município de Pompéu Nature Pharma Drogaria e Farmácia de Manipulação Pompéu Ltda. Pompéu Raul Gustavo Guimarães Menezes (Agronomo) Pompéu Roberta Assis Machado (Engenheira) Pompéu Thiago Francisco Machado dos Santos (Eng. Agrônomo) Pompéu Walfa Ltda. - ME Pompéu Wdson Luiz de Campos (Eng. Agron.) Salvador Construtora Lucaia Ltda. São Paulo Kátia Regina Mazzonetto Costa (Med. Vet.) Serra da sSaudade Prefeitura Municipal de Serra da Saudade Viçosa Lucas Mattos Miranda (Eng. Agrônomo) 3.1.10. Atividades Complementares Conforme política prevista no PDI da Faculdade, as Atividades Complementares contribuem para a articulação teoria-prática e propiciam ao aluno contato com o mundo do trabalho desde o início do curso, possibilitando que estabeleça relações com sua futura área profissional. Estas atividades enriquecedoras objetivam criar no aluno a cultura da educação continuada e autônoma e a visão da necessidade de atualização permanente em seu processo de formação acadêmica e profissional. As Atividades Complementares devem permear todos os aspectos da formação do aluno de forma interdisciplinar, promovendo o conhecimento significativo e ampliando a visão de mundo dos formandos. A carga horária total desse componente curricular obrigatório será cumprida nas seguintes atividades: I. Atividades de ensino; II. Atividades de extensão; e III. Atividades culturais. As Atividades Complementares deverão contemplar, pelo menos, dois dos grupos acima identificados e deverão ser cumpridas ao longo do curso, até o fim do 9º período. 105 As Diretrizes Curriculares do MEC para os cursos de Engenharias estabelecem que as atividades complementares (AC) são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do acadêmico, possibilitando o reconhecimento, por avaliação, de habilidades e competências do aluno que devem ser desenvolvidas durante o curso, inclusive adquiridas fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais e de interdisciplinaridade. As AC têm a finalidade de enriquecer o processo ensino-aprendizagem, privilegiando: I. A complementação da formação social e profissional; II. As atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços; III. As atividades de assistência acadêmica e iniciação científica e tecnológica; IV. Estimulação de práticas de estudos independentes, visando a uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; V. Valorização dos conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar, inclusive os que se referirem às experiências profissionalizantes julgadas relevantes para a área de formação considerada. Diante das finalidades estabelecidas para as AC e com o objetivo de atendê-las, elas estão diretamente relacionadas às atividades de ensino, investigação científica e extensão. Importa realçar que a realização de Atividades Complementares não se confunde com a do Estágio Supervisionado ou com a do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC). As Atividades Complementares do curso atendem às políticas gerais previstas no PDI e contam com regulamento próprio O Regulamento das Atividades Complementares faz parte dos anexos do PPC. 3.1.11. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC O Trabalho de Conclusão de Curso se constitui em atividade obrigatória no curso, que tem como objetivo desenvolver a atividade de síntese e integração de conhecimento, é realizado no nono com carga horária de 40h e no décimo período ocorre a orientação dos alunos sob o acompanhamento do professor-orientador, sendo desenvolvido através da Elaboração de um projeto, constituindo a sistematização desta o TCC e a apresentação/defesa do trabalho. O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser realizado, sob a supervisão de um orientador, onde a abordagem do objeto de estudo deverá relacionar-se com a habilitação do curso. A avaliação do TCC será realizada por uma banca examinadora conforme regulamento específico do curso. A avaliação do trabalho será realizada a partir da apresentação dos trabalhos escritos, seguidos por uma apresentação oral junto à banca examinadora que poderá ser pública. Será 106 considerado aprovado o trabalho que obtiver conceito apto, devendo ser lavrada ata constando data, a banca examinadora, equipe de alunos e nota, sendo que o trabalho que tiver alguma restrição ou recomendação apontada pela banca examinadora, deverá ser revisado pelo prazo estipulado pela banca. O trabalho que for considerado insuficiente ou inapto para aprovação, deverá ser refeito no prazo estipulado pela banca examinadora, devendo tais considerações constar em ata e os alunos reprovados não poderão colar grau. Os alunos tem acesso ao manual de elaboração de trabalhos acadêmico-científico e ao regulamento de TCC que são aprovados pelo colegiado. Nos termos das DCNs do Curso(RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006), em seu art. 10 o trabalho de curso é componente curricular obrigatório, a ser realizado ao longo do último ano do curso, centrado em determinada área teóricoprática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa. No Curso, o TCC é desenvolvido no 9º e 10º períodos e segue regulamento próprio. A elaboração do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) observará as seguintes regras básicas: A coordenação do TCC fica a cargo da Coordenação do Curso, a quem compete, entre outras atribuições, elaborar semestralmente o calendário de todas as atividades relativas ao TCC, inclusive o cronograma de atividades. O professor orientador será indicado pelo aluno em lista tríplice, em ordem preferencial. Caberá aos professores-orientadores definir a área que se dispõem a orientar, de modo que a escolha do orientador da monografia implicará também na eleição dessa área do saber agronômico. A apresentação oral da monografia perante a banca examinadora, quando for o caso, será precedida obrigatoriamente de indicação para depósito da monografia pelo orientador. A data para a entrega da monografia será previamente divulgada pela Coordenação. O regulamento detalhado do Trabalho de Conclusão do Curso de Agronomia, encontra-se no anexo deste Projeto Pedagógico. 3.1.12. Apoio ao discente A Faculdade Alis de Bom Despacho possui um programa de ouvidoria para acompanhamento aos discentes, compreendendo um conjunto de serviços e ações desenvolvidos pelos Núcleos de Relacionamento, Carreiras e Apoio Social. 3.1.12.1. Acesso e seleção A Faculdade Alis de Bom Despacho, promove o ingresso de acadêmicos aos Cursos de Graduação mediante Processo Seletivo organizado e aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente, com o objetivo de classificá-los no limite das vagas fixadas para os cursos. 107 As principais formas de acesso aos Cursos Superiores estão descritas a seguir: 1. Processo Seletivo Discente (Vestibular): processo seletivo que permite ao candidato, com o ensino médio completo, aprovado e classificado em concurso específico, o ingresso no Curso. 2. Transferência: processo seletivo para alunos de outras instituições de ensino superior, transferidos para o mesmo curso ou de outras áreas afins, ou ainda de outras áreas, com o mínimo de duas disciplinas iguais ou equivalentes, obedecendo ao número de vagas fixadas em edital especifico. 3. Portadores de diploma de nível superior: processo seletivo para graduados em cursos de outras áreas afins, ou ainda de outras áreas, com o mínimo de duas disciplinas iguais ou equivalentes, obedecendo ao número de vagas fixadas em edital especifico. O processo seletivo discente da Faculdade Alis de Bom Despacho destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los dentro do estrito limite das vagas oferecidas para cada curso. As inscrições para o processo seletivo são abertas em edital, do qual constam os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos e a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação, desempate e demais informações. No ato da inscrição para o processo seletivo, está à disposição do candidato uma relação geral de cursos oferecidos pela Instituição. A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estipulados pela Instituição. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza a seleção, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la, ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa dentro dos prazos fixados. Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, poderão ser recebidos alunos transferidos. Os candidatos classificados no Processo Seletivo e convocados para ingresso nos cursos de graduação devem comparecer no setor de Secretaria de Registros e Controle Acadêmicos, no prazo fixado, apresentando o original dos documentos requeridos: I. II. III. IV. V. VI. Requerimento de matrícula; Certificado de conclusão de Ensino Médio ou equivalente; Histórico escolar do Ensino Médio concluído; Cédula de identidade; Título de eleitor; Prova de regularidade com as obrigações do serviço militar, se do sexo masculino; VII. Certidão de nascimento ou casamento; VIII. Comprovante de pagamento das taxas regulamentares e CPF; IX. Comprovante de residência; X. Foto 3 x 4. 108 O candidato classificado que não se apresentar para matrícula - no prazo estabelecido e com os documentos exigidos - perde o direito de se matricular, em favor dos demais candidatos a serem convocados por ordem de classificação, mesmo que tenha efetuado o pagamento das taxas exigidas. A matrícula deve ser renovada semestralmente e, ao final do primeiro semestre letivo, o aluno deve preencher - na Secretaria - requerimento a fim de confirmar a continuidade de seus estudos para o próximo semestre ou solicitar trancamento. Ressalvado o caso de trancamento de matrícula, a não renovação da mesma implica renúncia do curso e desvinculação do aluno à Faculdade Alis de Bom Despacho. O resultado do processo seletivo é válido apenas para o semestre letivo a que se vincula. 3.1.12.2. Programas de apoio pedagógico e financeiro Núcleo de Relacionamento O Núcleo de Relacionamento está estrategicamente localizado na área central da instituição, junto à área de alimentação, sala dos coordenadores e secretaria acadêmica. Tem como função filtrar as demandas, encaminhando-as ao setor competente, visando agilizar o atendimento ao aluno. Funciona através de senhas por ordem de chegada e possui atendimento preferencial a pessoas com deficiências através de estruturas adaptadas. São utilizados outros canais: no site, o aluno conta com o recurso Fale Conosco, que constitui um canal de comunicação para sugestões, críticas e pedidos diversos e são encaminhados, através do setor de marketing, para os setores competentes. Este canal também é monitorado com elaboração de resultados semestrais enviados à CPA e à direção superior. Núcleo de Apoio Social O Núcleo de Apoio Social atua no apoio financeiro através de convênios com instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios, além de sistema de negociação on-line. Núcleo de Gestão Acadêmica - NGA São realizados projetos que desenvolvem ações diferenciadas e inovadoras, sendo que o mesmo foi criado com o objetivo de garantir: Produção de planos de ensino padronizados e que obedeçam às sinergias proporcionadas pelas disciplinas comuns existentes nas matrizes curriculares dos diversos cursos, evitando redundância desnecessária dos conteúdos; Produção de um banco de questões alinhado aos conteúdos dos planos de ensino; Implementação de um programa institucional de nivelamento para os alunos calouros (diagnóstico e intervenção); 109 Programa de combate à evasão; Revisão do processo de avaliação da aprendizagem (incluindo distribuição de pontos, aulas de aplicação, orientações para a elaboração de provas, provas colegiadas, etc.); Qualificação do corpo docente (prioridade: avaliação); Garantia do cumprimento do conteúdo programático (aulas estruturadas + provas colegiadas + cronograma da disciplina); ENADE (planejamento de longo prazo) O NGA tem papel estratégico e é composto por professores com experiência acadêmica, indicados para gerenciar projetos. Os trabalhos do NGA serão organizados pelo Escritório de Projetos, que está diretamente ligado à Diretoria Acadêmica, articulando-se com os todos os cursos da Faculdade, por meio das coordenações. São projetos desenvolvidos pelo NGA: PROJETO 01 Aprendizagem ativa 02 03 04 05 Avaliação da aprendizagem Controle de Evasão Exame Interno de Desempenho dos Estudantes Nivelamento DESCRIÇÃO Uma estratégia pedagógica que inova o processo de ensino-aprendizagem visando, pela utilização de recursos tecnológicos de informática e mídia, a introdução de metodologias participativas que favoreçam a construção do conhecimento numa perspectiva sócio interacionista. Utiliza a Sala de Aprendizagem Ativa. Capacitação docente e implantação de protocolos para validação de questões de modo a desenvolver a prática avaliativa, alterando o perfil de uma avaliação predominantemente memorativa, focada nos conteúdos, para uma avaliação memorativa, compreensiva e crítica que contemple também habilidades e competências. Gestão da captação e evasão pelo Setor NAE – Núcleo de Atendimento Educacional Criação de um medidor da qualidade de ensino focado na avaliação das habilidades e competências que permitirá acompanhar os processos de aprendizagem, compreender como eles estão se concretizando e oferecer informações relevantes para o desenvolvimento das habilidades e competências na sala de aula. Organização de nivelamento nas disciplinas básicas (Matemática, Português, Biologia, Química e Física) como Fundamentos Acadêmicos. 110 Política de Bolsa O apoio aos estudantes nos aspectos financeiros ocorrerá através de convênios com instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios. A Faculdade Alis de Bom Despacho oferece uma central de relacionamentos exclusiva para Programas de Bolsas e Financiamentos, com fins de realizar o atendimento aos alunos. Conta com profissionais capacitados para orientar sobre situação financeira e social, motivando os alunos a encontrarem a melhor forma de pagar seus estudos. A Faculdade Alis de Bom Despacho está cadastrada para os financiamentos governamentais FIES e PROUNI. Bolsa Trabalho Funcionários da Faculdade Alis de Bom Despacho que estudam e necessitam de auxílio para se manterem podem se inscrever para bolsas trabalho, que serão concedidas através de descontos em mensalidades escolares e possuem regulamento específico. Crédito Universitário PRAVALER A Faculdade Alis de Bom Despacho oferecerá aos alunos uma alternativa para pagar suas mensalidades através do Crédito Universitário PRAVALER. O Crédito Universitário PRAVALER parcela o valor das mensalidades e estende o prazo de pagamento, financia mensalidades atrasadas e rematrículas. A simulação imediata dos valores das parcelas do PRAVALER para as mensalidades do semestre que o aluno desejar financiar poderá ser feita no site. 3.1.12.3. Monitoria A Faculdade Alis de Bom Despacho conta com um Programa Institucional de Nivelamento com o objetivo de oferecer ao acadêmico com dificuldades em acompanhar determinados componentes curriculares, as condições adequadas para a superação de suas dificuldades, especialmente no início do curso, permitindo que ele acompanhe o processo ensino-aprendizagem em sua plenitude. As atividades de nivelamento se processam, também, no próprio cotidiano da sala de aula a partir das observações docente quanto às necessidades emergenciais de ordem cognitiva, afetiva e social. Focalizando principalmente os conhecimentos previamente necessários para se alcançar o perfil desejado para o egresso. A monitoria é outra modalidade de atividade acadêmica que a instituição disponibiliza para os discentes. Tal atividade tem como objetivo central propiciar ao estudante uma iniciação às práticas da atividade docente associada à possibilidade de aprofundamento teórico/prático em um campo específico de conhecimento, pertinente à sua formação profissional. As atividades de monitorias e também oficinas pedagógicas são desenvolvidas a partir da demanda dos alunos, 111 por meio de manifestação destes ou por solicitação dos docentes embasados nos problemas de aprendizagem verificados em sala de aula. Os coordenadores são responsáveis pelo processo de implementação dos cursos de nivelamento e das monitorias, que ocorrem em função das solicitações efetuadas pelos docentes ou das manifestações de problemas por parte dos discentes. Estas ações demonstram que a IES acredita que a educação é uma das ferramentas fundamentais para a formação intelectual e profissional do cidadão, além de ser o veículo capaz de promover mudanças e de reduzir a desigual social. 3.1.12.4. Estímulos à permanência Núcleo de Carreiras É um setor institucional que prepara o aluno para o mercado de trabalho. Atua, através de atendimento extraclasse, no suporte às atividades obrigatórias de estágios obrigatórios e não-obrigatórios. Também são promovidas atividades de orientação sobre processo de seleção de pessoal, elaboração de currículo, comportamento em entrevista, participação em atividades de grupo, que ajudam no rito de saída, permitindo vivenciar sua formação acadêmica e ingresso no mercado de trabalho. Atividades em grupo com os líderes de turma A coordenação do curso realiza reuniões para reforçar o espírito de liderança e prepará-los para enfrentar os possíveis problemas que surgirem em sala, além de reforçar também a função de porta voz da turma. 3.1.12.5. Apoio para atividades acadêmicas, técnicas, culturais e mecanismos de divulgação da produção discente Aprendizagem do aluno: Projeto de Incentivo à Leitura e Escrita, que visa encontrar formas de fazer com que o aluno leia mais e escreva mais, de forma produtiva e autônoma, em especial a leitura literária e a produção de textos argumentativos, abordando temas transversais compreendendo leitura, análise e interpretação de textos a partir de artigos sobre: Sociodiversidade: Multiculturalismo e Inclusão; Exclusão e minorias; Biodiversidade; Ecologia; Mapas geopolíticos; Globalização; Arte e Filosofia; Políticas públicas: Educação, Habitação, Saneamento, Saúde e Segurança; Redes sociais e responsabilidade: setor público, privado, (terceiro setor); Relações interpessoais (respeitar, cuidar, considerar e conviver); Vida urbana e rural; Inclusão/exclusão digital; Cidadania; Violência; Terrorismo; Avanços tecnológicos; Relações de trabalho; Tecnociência; Propriedade intelectual; Diferentes mídias e tratamento da informação. Projeto ENADE: que compreende a realização de várias ações focadas na aprendizagem dos alunos, visando melhores resultados no desempenho acadêmico ao longo do ano. Realiza orientação para os alunos sobre o SINAES e sensibilização para participação responsável no Exame Nacional de Desempenho do Estudante ENADE; reflexão sobre os tópicos cobrados no questionário do estudante e cursos 112 intensivos, de aprofundamento e integração de conhecimentos específicos e de formação geral, alinhando o que dispõe as DCN’s, os PPC’s, as matrizes curriculares e o que é realmente aplicado na sala de aula, oferecendo informações sobre possíveis dificuldades de aprendizagem para tomada de decisões. 3.1.12.6. Organização estudantil O Corpo Discente tem direito a voz e voto no(s) Colegiado(s) de Curso(s) da Faculdade. 3.1.12.7. Acompanhamento de egressos Pesquisa com egressos A pesquisa é um mecanismo que possibilita a avaliação contínua da instituição oportunizando adicionalmente, a participação dos egressos em outras atividades oferecidas pela IES. Os resultados obtidos por essa pesquisa serão utilizados para manter em constante atividade os objetivos específicos do Programa de Acompanhamento de Egressos. 3.1.12.8. Ouvidoria A Faculdade Alis de Bom Despacho possui um programa de ouvidoria para acompanhamento aos discentes, compreendendo um conjunto de serviços e ações desenvolvidos pelos Núcleos de Relacionamento, Núcleo de Atendimento ao Estudante, Núcleo de Carreiras e Apoio Social. O Núcleo de Relacionamento está estrategicamente localizado na área central da instituição, junto à área de alimentação, sala dos coordenadores e secretaria acadêmica. Tem como função filtrar as demandas, encaminhando-as ao setor competente, visando agilizar o atendimento ao aluno. Funciona através de senhas por ordem de chegada e possui atendimento preferencial a pessoas com deficiências através de estruturas adaptadas. São utilizados outros canais: no site, o aluno conta com o recurso Fale Conosco, que constitui um canal de comunicação para sugestões, críticas e pedidos diversos e são encaminhados, através do setor de marketing, para os setores competentes. Este canal também é monitorado com elaboração de resultados semestrais enviados à CPA e à direção superior. O Núcleo de Atendimento ao Estudante também constitui importante canal de ouvidoria do aluno em suas demandas pedagógicas. O Apoio Social é realizado através do atendimento aos alunos que precisam de bolsas de estudo e possuem dificuldades financeiras, sendo orientado sobre PROUNI e os demais programas sociais. Também é feita reunião com alunos e Diretoria, periodicamente, para escuta dos alunos, no Projeto Diálogos. 113 3.1.12.9. Coordenação do curso Compete à Coordenação se manter atenta ao bom andamento de curso, conciliando atendimento a docentes e discentes e à parte administrativa, que também é de sua competência exclusiva. Destacam-se as seguintes ações estratégicas do coordenador na gestão e condução do curso: Preparação e coordenação das reuniões de Colegiado de Curso; Coordenação das atividades do NDE; Acompanhamento dos projetos em andamento; Acompanhamento das atividades de campo; Acompanhamento do desenvolvimento acadêmico dos alunos; Acompanhamento dos docentes na elaboração e desenvolvimento dos Planos de Ensino; Reuniões com os representantes de classe; Acompanhamento do rendimento dos discentes. Articular-se com instituições ligadas ao curso; Supervisão geral de todas as atividades realizadas fora da instituição; Supervisão e garantia do bom funcionamento das instalações específicas do curso de Bacharel em Agronomia; Organização de atividades de extensão que garantam a inserção do aluno na comunidade; Interface entre aluno e professor no que diz respeito ao desempenho de ambos nas atividades acadêmicas; Organização de eventos científicos e técnicos realizados na Faculdade; Reuniões com os coordenadores dos outros cursos e com a Direção da Instituição; Elaboração, execução e monitoramento do Planejamento Estratégico do Curso. A Coordenação realiza reuniões com os representantes de turma, marcadas com antecedência e agendadas no calendário do curso. Os alunos, de modo geral, têm acesso direto à Coordenação do Curso, com a qual podem conversar em diferentes horários. 3.1.12.10. Secretaria A Secretaria é o órgão suplementar que presta apoio e suporte às atividades acadêmico-pedagógicas administrativas e financeiras da Faculdade. A Secretaria é responsável por todos os registros acadêmicos. Os Documentos Acadêmicos são arquivados em meio digital e impresso, por meio de pastas. As pastas individuais de alunos são arquivadas em ordem numérica pela matrícula do aluno, contendo os documentos obrigatórios para matrícula. Os diários são arquivados em meio magnético e o arquivo é mantido por período, disciplinas e etapas no ambiente virtual. Contendo notas, frequência e planos de ensino. 114 As pastas individuais dos egressos são arquivadas em ordem alfabética por ano e semestre de colação de grau. Existe um banco de dados da Direção com o acompanhamento da vida profissional de cada um. As avaliações são arquivadas pelo prazo regimental, por período, disciplina e em ordem alfabética de todas as avaliações finais de todos os alunos. O livro de matrícula é digital por período, em ordem alfabética com dados pessoais de cada aluno. Os diplomas são confeccionados em gráfica e registrados nos órgãos competentes. O Sistema Informatizado disponibiliza: Sistema RM -Módulo Classis - Versão 11.82.40.103 de 04/09/2015 - Gestão Escolar - Versão para Ensino Superior. O RM Classis é um dos aplicativos do CORPORE RM, solução corporativa que reúne os sistemas para Windows Server, Windows 7 e 8 da TOTVS. Esses aplicativos trabalham de forma integrada e similar, compartilhando diversas operações importantes. As características funcionais do RM Classis visam permitir a automação das rotinas fundamentais de instituições de ensino, tais como atividades de Secretaria (matrícula, controle de notas e frequência), Tesouraria (controle de contratos, planos de pagamento, geração de lançamentos), SOE (Serviço de Orientação Escolar - acompanhamento de desempenho e suporte ao aluno), emissão de certificados, declarações, relatórios mensais, anuais e eventuais e rotinas correlatas. Funcionalidades do portal - Para os discentes: Acesso a biblioteca, as notas por avaliações, frequências diárias, planos de aula, de ensino, histórico escolar, declarações diversas e 2ª via de boletos. - Para os docentes: Lançamentos da frequência diária que é digitada semanalmente, encerrando o prazo de digitação aos domingos, as notas das avaliações por trabalho avaliativo e o sistema calcula automaticamente a somatória por etapa. Acesso aos diários, lista de presença, biblioteca e agendamento de equipamentos. 3.1.13. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso A auto avaliação da Faculdade Alis de Bom Despacho é responsabilidade da CPA – Comissão Própria de Avaliação que coordena, elabora e desenvolve junto à comunidade acadêmica e à administração a auto–avaliação institucional, articulando os processos internos de acordo com o projeto aprovado, dentro dos princípios e diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES (Lei 10861, de 14 de abril de 2004). Os objetivos da avaliação institucional são ouvir e envolver a comunidade acadêmica, egressos e sociedade no processo de construção da instituição; levantar 115 demandas; obter dados para tomada de decisão e elaboração do planejamento estratégico; verificar se o PPI/PDI/PPC estão sendo aplicados, buscando sua atualização de acordo com a análise dos resultados obtidos na auto avaliação e contribuir para a gestão estratégica. A auto avaliação se baseia nos princípios de Globalidade, legitimidade, impessoalidade, respeito à identidade institucional e suas características próprias, continuidade e regularidade, disposição para a mudança. São avaliadas 10 (dez) dimensões, que compreendem a Missão e o PDI; as políticas para o ensino, a iniciação científica, a pós–graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluindo os procedimentos para o estímulo da produção acadêmica, as bolsas de iniciação científica, de monitoria e demais modalidades; a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural; a comunicação com a sociedade; as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho; a organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios; infraestrutura física, especialmente a de ensino e de iniciação científica, biblioteca, recursos de informação e comunicação; planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto avaliação institucional ; políticas de atendimento aos estudantes; sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior. Metodologia: A avaliação é feita através de instrumentos de pesquisas (com questões objetivas e abertas), que são apurados por meio de cartão de resposta (eletronicamente) e relatórios gerenciais. Além das pesquisas realizadas, são feitas reuniões, análise documental e registro do processo através do site institucional. As pesquisas aplicadas são: Avaliação docente (semestral); Avaliação de infraestrutura (anual); Avaliação de Percepção Docente (anual); Avaliação de Clima Organizacional (anual); Pesquisa com calouros; Pesquisa com concluintes; Pesquisa com campos de estágio; Pesquisa mercadológica (bianual); Auto avaliação Institucional (Egressos, Representante Sociedade Civil) (trianual). As análises documentais são feitas a partir dos: 116 Relatórios gerenciais do Núcleo de Estudos Orientados; Relatórios gerenciais do Núcleo Pedagógico; Relatórios gerenciais financeiros; Relatórios gerenciais acadêmicos e das pesquisas aplicadas. Cada processo de auto avaliação é realizado de três anos em três anos, seguindo cronograma que prevê ações de curto, médio e longo prazo, envolvendo as fases de sensibilização, diagnóstico, avaliação interna, meta-avaliação, reformulação e difusão. Divulgação: Os resultados das pesquisas feitas pela CPA são divulgados institucionalmente através do site, em relatórios da CPA, em painéis postados nas áreas de relacionamento, em reuniões gerais, em visitas às salas de aulas pelos coordenadores, devolutivas individuais aos professores e com publicações em periódicos da comunidade externa. Os relatórios da CPA também são divulgados no próprio sistema e-MEC, conforme determina o prazo até 30 de março de cada ano. Composição da CPA: A CPA é composta por oito membros, sendo dois representantes de cada segmento, sendo: dois representantes do corpo docente, dois representantes do corpo discente, dois representantes do corpo técnicoadministrativo e dois representantes da comunidade externa. 3.1.14. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico é uma construção contínua, elaborado de forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia que possibilita dar um outro significado a ação de todos os sujeitos da Faculdade. O Projeto Pedagógico do Curso é seu o referencial. Nele são traçadas as diretrizes, características e estratégias com vistas à qualidade e à excelência na formação do profissional. Tem uma função política dentro da instituição. Por meio dele são articuladas as relações institucionais e sociais no universo acadêmico, propiciando a valorização profissional e social do egresso na sociedade. Para que o processo ensino aprendizagem ocorra de forma a alcançar esses objetivos, o Projeto Pedagógico do Curso é objeto de avaliação contínua com o propósito de rever metas e ações propostas. Este processo de avaliação ocorre continuamente nas reuniões pedagógicas, nas reuniões de colegiado do Curso e, especialmente, por meio da auto avaliação institucional, que respeita as dimensões previstas na Lei 10.861, de 14 de abril de 2004. A avaliação do projeto, segundo orientações do SINAES, é parte integrante da 1ª dimensão que avalia a missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional e seus reflexos na formação do aluno, na qualidade do Projeto Pedagógico do curso e no seu cumprimento para formar o profissional competente. Esta avaliação ocorre de forma participativa, coletiva, livre de ameaças, de maneira crítica e transformadora dos sujeitos envolvidos e de toda a instituição. 117 Na avaliação dos Projetos de Cursos observa-se: Na execução do projeto: Formação e experiência profissional do corpo docente e a adequação do docente a cada atividade prevista: (aula teórica; aula prática, orientação de estágio, orientação de monitoria). Infraestrutura física, laboratórios, recursos de informática e acervo e serviços da biblioteca. Na atualização do curso: adequação das ementas e dos planos de disciplina e do acervo do curso Na gestão do curso: Movimentação de alunos: matrícula, transferência recebida, transferência expedida, trancamento, abandono, transferência interna. 3.1.15. Tecnologias de Informação e comunicação – TIC’s A Faculdade Alis de Bom Despacho, a partir de 2009, passou a disponibilizar para seus docentes e discentes uma ferramenta de Tecnologia, através de um sistema de gestão acadêmica é portal Acadêmico encontra-se hospedado no domínio www.faculdadealis.com.br, que possui um servidor de uso exclusivo e local, instalado na própria instituição. Através desse portal o aluno dispõe de informações pertinentes ao ambiente presencial, além de links para acesso a outros recursos externos. Dentre outras facilidades: Possibilita que as atividades previstas e programadas pelos docentes sejam disponibilizadas, via portal, com antecedência, de forma a otimizar os encontros entre docentes e discentes; Possibilita que as atividades trabalhadas fiquem à disposição dos alunos durante todo o curso, podendo ser revistas a qualquer momento; Permite a inclusão de instrumentos diversos de aprendizagem tais como artigos, links, vídeos, filmes, grupos de discussão; Facilita o desenvolvimento da aprendizagem autônoma; Permite o acompanhamento, pela coordenação de curso, de todas as atividades programadas e executadas; Possibilita atividades de recuperação de estudos e de nivelamento; Possibilita o acompanhamento das atividades desenvolvidas pelos docentes. Adicionalmente é utilizando um Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA o: Blackboard, integrado com o sistema de gestão acadêmica. O Blackboard é o ambiente virtual de interação entre docentes, e estudantes e é utilizado como espaço atemporal da sala de aula. Neste ambiente são disponibilizados materiais complementares para os alunos. 3.1.16. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino e aprendizagem A avaliação do processo ensino-aprendizagem constitui um dos elementos fundamentais para reflexão e transformação da prática docente e terá como princípio o aprimoramento da qualidade do ensino oferecido, pois orientará os processos de diagnóstico/prognóstico da prática pedagógica. 118 Sua principal função é diagnosticar os avanços e/ou dificuldades, possibilitando, no decorrer do processo, reconduzir as ações em busca da excelência na formação dos alunos. Além de ser uma atividade constante no cotidiano escolar, a avaliação é um processo contínuo, dinâmico e investigativo. Para a implementação desse processo de avaliação, são utilizadas diversas formas e instrumentos, conforme a especificidade e estrutura de cada disciplina, a saber: Auto avaliação, avaliação individual, avaliação coletiva, avaliação oral, relatório de práticas, leituras dirigidas, resenhas, discussões, trabalho em grupo, seminários, debates, estudos de caso, etc. Os processos de avaliação terão caráter qualitativo, formativo e diagnóstico e a aferição do rendimento e da frequência será considerada para a aprovação final conforme disposto no Regimento da instituição e na legislação pertinente. A avaliação baseia-se nos seguintes parâmetros: A verificação do rendimento nos estudos se faz mediante avaliação de atividades escolares. Serão distribuídos na avaliação 100 (cem) pontos por semestre, em três etapas, a saber: I. Primeira etapa valendo 30 (trinta) pontos, dos quais pelo menos 20 (vinte) a serem obrigatoriamente atribuídos a prova(s) individual(is). 10 (dez) pontos da primeira etapa podem ser atribuídos a critério do professor com a utilização de qualquer meio avaliativo, inclusive prova. II. Segunda etapa valendo 30 (trinta) pontos, dos quais pelo menos 20 (vinte) a serem obrigatoriamente atribuídos a prova(s) individual(is). 10 (dez) pontos da segunda etapa podem ser atribuídos a critério do professor com a utilização de qualquer meio avaliativo, inclusive prova. III. Terceira etapa valendo 40 (quarenta) pontos, obrigatoriamente atribuídos a uma prova final, abrangendo todo o conteúdo curricular da disciplina. IV. O aluno que não tiver alcançado o mínimo de 60 (sessenta) pontos exigidos para aprovação poderão submeter-se a uma avaliação suplementar, no formato de prova individual, que valerá 100 pontos e abrangerá todo o conteúdo curricular da disciplina. A nota obtida pelo aluno na prova suplementar será somada à nota obtida nas avaliações aplicadas ao longo do semestre letivo e a média aritmética será considerada. Será exigida a média aritmética mínima de 60 (sessenta) pontos para aprovação. V. Estará aprovado o aluno que obtiver como resultado final 75% (setenta e cinco por cento) ou mais de frequência e 60% (sessenta por cento) ou mais dos pontos distribuídos em cada disciplina no período, menção de apto no estágio supervisionado e no Trabalho de Conclusão de Curso, se for o caso, e concluído nas Atividades Complementares. 119 3.1.17. Número de vagas 120 vagas 3.2. Corpo Docente 3.2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante – NDE constitui-se pelo grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. O NDE se constitui por membros do corpo docente do curso, que exercem liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. O NDE será regido por regulamento próprio. No curso de Bacharel em Agronomia, em conformidade com o regimento do NDE da instituição, seus membros possuem as seguintes atribuições: Contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso do curso; Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de investigação científica e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Graduação; Participar efetivamente da elaboração do Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos; Participar efetivamente da consolidação e constante atualização do Projeto Pedagógico do curso; O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Agronomia em 2015/1 é constituído por 5 membros, a saber: O NDE do curso de Agronomia em fevereiro de 2015, de acordo com Portaria 02/2015 de 05 de fevereiro de 2015, passou a ter a seguinte composição: Agostinho Carlos Oliveira (mestre – tempo parcial) Rodrigo de Almeida Pontes (mestre – tempo parcial) Olímpio Pereira de Melo Neto (mestre – tempo integral) Vinícius Teixeira Lemos (doutor – tempo parcial) Wilson Rodrigues Braz (mestre – tempo parcial) 120 As atividades do NDE são regulamentadas pelo Comitê de Gestão. 3.2.2. Atuação do(a) Coordenador(a) O coordenador do curso tem consciência de que não deve atuar somente como gestor de recursos e articulador, mas também como gestor de potencialidades e oportunidades internas e externas. Portanto, ele é o primeiro a favorecer e implementar mudanças que aumentem a qualidade do aprendizado contínuo pelo fortalecimento da crítica e da criatividade de todas as pessoas envolvidas no processo, ou seja, alunos, docentes, funcionários, corpo administrativo, corpo financeiro, entre outros. Cabe a ele, também, incentivar a produção de conhecimentos, nesse cenário global de intensas mudanças e incentivar a comunidade acadêmica, para implementar ações solidárias que concretizem valores de responsabilidade social, justiça e ética. Do coordenador espera-se o desenvolvimento de várias atividades capazes de articular todos os setores e fortalecer a coalizão do trabalho em conjunto, para incrementar a qualidade, legitimidade e competitividade do curso, tornando-o um centro de eficiência, eficácia e efetividade rumo à busca da excelência. De acordo com o Regimento, cabe ao coordenador, como presidente do Colegiado do curso: Participar, com direito a voz e voto, das reuniões do Comitê de Gestão da Faculdade; Representar o Colegiado junto à Direção e ao Comitê de Gestão da Faculdade; Executar e fazer executar as decisões do Comitê de Gestão e da Diretoria da Faculdade aplicáveis ao Colegiado; Orientar, coordenar e fiscalizar todas as atividades de ensino e extensão, no âmbito do Colegiado; Designar o secretário para cada reunião do Colegiado; Cooperar com os demais Colegiados de Curso da Faculdade na organização, orientação e fiscalização das atividades de ensino e extensão de interesse comum; Exercer, no âmbito do Colegiado, a ação disciplinar; Exercer as demais atribuições que lhe sejam próprias. Em especial, no curso de Agronomia, compete ainda ao Coordenador de curso: I. Supervisão geral de todas as atividades realizadas fora da instituição que envolvam o corpo discente do curso, incluindo visitas técnicas, estágio supervisionado e participação em congressos; II. Supervisão dos trabalhos de conclusão de curso desenvolvidos e participação nas bancas de avaliação; III. Realização de convênios e parcerias com as empresas de áreas afins ao curso de Agronomia; IV. Programação de eventos científicos e técnicos, tais como visitas técnicas, Semana de cursos e Cursos de Extensão. 121 Órgãos e setores de apoio à Coordenação: A Coordenação do curso de Agronomia conta com o apoio dos seguintes órgãos e setores auxiliares: Comitê de Gestão: conta com a participação de Diretoria Geral, Diretoria Acadêmica, Vice Diretoria Acadêmica, Diretoria Administrativo-financeira e Diretoria de Controladoria. Diretoria Geral; Diretoria Acadêmica: é o órgão superior de execução que centraliza, superintende, coordena e fiscaliza todas as atividades administrativas e acadêmico-pedagógicas da faculdade. Colegiado de Curso: é órgão consultivo e executivo do Curso em questões referentes às atividades de ensino e extensão. Secretaria Acadêmica: é o órgão suplementar que presta apoio e suporte às atividades acadêmico-pedagógicas administrativas e financeiras da Faculdade. Núcleo de Gestão Acadêmica: ao qual compete orientar a Coordenação e professores do curso na sua prática pedagógica e desenvolver projetos de melhoria da qualidade de ensino. Biblioteca: é o órgão suplementar que presta apoio à realização das atividades-fim da Faculdade. A qual compete disponibilizar aos interessados o acesso ao acervo do curso, assim como àquelas obras de assuntos gerais. Núcleo Docente Estruturante: compete dar apoio e orientação à coordenação do curso na elaboração e execução do Projeto Pedagógico de Curso; Núcleo de Carreiras: compete a este setor, sobretudo, orientar os alunos quanto aos procedimentos formais existentes para a realização de estágios, tanto aqueles obrigatórios quanto os extracurriculares. Departamento de Informática: ao qual compete, principalmente, a manutenção e garantia de disponibilidade dos laboratórios de informática a serem utilizados no curso, bem como o auxílio aos professores e alunos que os utilizam. NEI – Núcleo de Educação Inclusiva: Atendimento a alunos e professores em educação inclusiva. 3.2.3. Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica do(a) Coordenador(a) A Coordenação do Curso de Agronomia é exercida pelo Prof. Rodrigo de Almeida Pontes, Mestre em Administração pela FEAD, Especialista em Marketing pela FGV, Especialista em Administração Rural pela UFV e graduado em Agronomia pela UFV. O coordenador é contratado por Tempo Parcial, dedicando 20 horas semanais exclusivamente às atividades de coordenação e 2 horas em sala de aula. Sua formação compreende: Mestrado profissional em Administração. Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais - FEAD. 2007.Especialização em Marketing. Fundação Getúlio Vargas, Brasil. 1997. Especialização em 122 Administração Rural. Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil. 1995. Graduação em Agronomia. Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil. 1992. Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica do(a) Coordenador(a) -4 anos Prof. Rodrigo Pontes possui 4 anos de experiência como docente e gestor acadêmico: De 2009 a 2011. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho – MG. Professor das disciplinas de Introdução à Agronomia, Trabalho de Conclusão de Curso. Desde 2009 a 2011. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho – MG. Coordenador do Curso de Agronomia. Desde 01/2015. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho – MG. Professor da disciplina de Introdução à Agronomia. Desde 01/2015. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho – MG. Coordenador do Curso de Agronomia. Sua experiência Profissional é de 15 anos. 3.2.4. Regime de trabalho do(a) Coordenador(a) do curso A coordenação do curso é exercida com dedicação parcial, sendo atribuídas 22 horas semanais ao coordenador. Compete à Coordenação se manter atenta ao bom andamento do curso, conciliando atendimento a docentes e discentes e à parte administrativa, que também é de sua competência exclusiva. 3.2.5. Titulação do corpo docente do curso O Corpo docente possui 18 professores, sendo 61% de stricto sensu, com 27,7% de doutores; 33,3% de mestres. Item 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Docentes do curso de agronomia Agostinho Carlos de Oliveira Carlos Enrrik Pedrosa Edeleon Marcelo Nunes de Brito Flávia Ferreira Araújo Jamilson Wagner de Andrade Carvalho Luciano Rodrigues Gonçalves Lucélia Coimbra da Silva Márnisson Alves Araújo Monique Regina Carvalho Freitas Olímpio Pereira de Melo Neto Renato Ferreira de Souza Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo Rodrigo de Almeida Pontes Saul Ribeiro de Pádua Titulação Mestre Doutor Especialista Doutora Mestre Especialista Doutora Especialista Mestre Mestre Doutor Especialista Mestre Especialista 123 Item 15 16 17 18 Docentes do curso de agronomia Vinicius de Araújo Rabelo Vinicius Teixeira Lemos Wagner Cesário Miranda Wilson Rodrigues Braz Titulação Especialista Doutor Especialista Mestre 3.2.6. Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores No curso de Agronomia, conta com 4 doutores, totalizando 22,2% do corpo docente. 3.2.7. Regime de trabalho do corpo docente do curso O atual corpo docente do curso de Agronomia é composto por 38,8% do total de professores em regime de trabalho de tempo parcial ou integral. Item Docentes do curso de agronomia 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Agostinho Carlos de Oliveira Carlos Enrrik Pedrosa Edeleon Marcelo Nunes de Brito Flávia Ferreira Araújo Jamilson Wagner de Andrade Carvalho Luciano Rodrigues Gonçalves Lucélia Coimbra da Silva Márnisson Alves Araújo Monique Regina Carvalho Freitas Olímpio Pereira de Melo Neto Renato Ferreira de Souza Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo Rodrigo de Almeida Pontes Saul Ribeiro de Pádua Vinicius de Araújo Rabelo Vinicius Teixeira Lemos Wagner Cesário Miranda Wilson Rodrigues Braz Regime trabalho Parcial Horista Horista Horista Horista Horista Horista Horista Horista Integral Horista Parcial Parcial Parcial Horista Parcial Horista Parcial de 3.2.8. Experiência profissional do corpo docente O curso de Agronomia passou a ter 83,3% do corpo docente com experiência profissional maior ou igual a 2 anos, apresentando, entre estes, experiência profissional média de 8,4 anos. 124 Item Docentes do curso de agronomia Experiência profissional (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Agostinho Carlos de Oliveira Carlos Enrrik Pedrosa Edeleon Marcelo Nunes de Brito Flávia Ferreira Araújo Jamilson Wagner de Andrade Carvalho Luciano Rodrigues Gonçalves Lucélia Coimbra da Silva Márnisson Alves Araújo Monique Regina Carvalho Freitas Olímpio Pereira de Melo Neto Renato Ferreira de Souza Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo Rodrigo de Almeida Pontes Saul Ribeiro de Pádua Vinicius de Araújo Rabelo Vinicius Teixeira Lemos Wagner Cesário Miranda Wilson Rodrigues Braz 13 0 2 8 19 14 0 8 4 13 29 9 15 7 2 0 5 7 3.2.9. Experiência de magistério superior do corpo docente 55,5% do corpo docente possui pelo menos 3 anos de experiência em magistério no ensino superior. Item Docentes do curso de agronomia Experiência ensino superior (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Agostinho Carlos de Oliveira Carlos Enrrik Pedrosa Edeleon Marcelo Nunes de Brito Flávia Ferreira Araújo Jamilson Wagner de Andrade Carvalho Luciano Rodrigues Gonçalves Lucélia Coimbra da Silva Márnisson Alves Araújo Monique Regina Carvalho Freitas Olímpio Pereira de Melo Neto Renato Ferreira de Souza 18 0 2 8 9 2 5 2 0 8 19 125 Item Docentes do curso de agronomia Experiência ensino superior (anos) 12 13 14 15 16 17 18 Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo Rodrigo de Almeida Pontes Saul Ribeiro de Pádua Vinicius de Araújo Rabelo Vinicius Teixeira Lemos Wagner Cesário Miranda Wilson Rodrigues Braz 3 6 7 2 0 1 4 3.2.10. Funcionamento do colegiado do curso Os Colegiados de Cursos são órgãos de deliberação no campo didático-científico do curso que lhe dá origem. Compõe o Colegiado de cada Curso: O1 Coordenador do curso; 30% (trinta por cento) dos docentes do respectivo curso; e 01 (um) representante do corpo discente, ou seu respectivo suplente, indicados pelo órgão de representação estudantil, com mandato de 01 (um) ano, sendo permitida a recondução. O Colegiado é órgão de decisão maior no âmbito do Curso, cumprindo suas competências e atuando diretamente na consolidação da avaliação do PPC - Projeto Pedagógico do Curso. O Colegiado de Curso reúne-se ordinariamente 1 (uma) vez por semestre para tratar de assuntos relativos ao bom desenvolvimento do curso, à luz das DCN’s, do Regimento, do PPC e das alterações/novidades advindas do desenvolvimento científico e tecnológico, como também das variações no mercado de trabalho. É na reunião do Colegiado que as atividades são articuladas e se discute o Projeto Pedagógico do Curso. As reuniões de colegiado visam o desenvolvimento do curso, o aperfeiçoamento do desempenho do trabalho acadêmico, a integração dos planos de ensino, a atualização da bibliografia, a troca de experiências que envolvem também a adequação e atualização das ementas e programas das unidades de estudo e a partilha das preocupações surgidas, que interessam a todos os professores. O Colegiado pauta suas ações no Regimento e tem como finalidade maior fazer cumprir o Projeto Pedagógico do Curso, cuidando para que os objetivos previstos sejam de fato alcançados e que o aluno se constitua dentro do perfil de egresso estabelecido no PPC e no PDI. Competências do Colegiado de Curso Compete ao Colegiado de Curso, no âmbito de sua atuação: 126 Superintender todos os serviços e atividades, em sua área específica de atuação; Executar as tarefas de ensino e extensão, na sua área de trabalho acadêmico; Pronunciar-se sobre assuntos didático-pedagógicos na sua esfera de competência, tendo em vista o projeto pedagógico, ouvindo o Comitê de Gestão, se necessário; Elaborar propostas de alteração da organização didático-pedagógica do curso; Aprovar os planos dos cursos regulares de graduação, especialização e aperfeiçoamento a serem implantados, na sua esfera de competência; Participar da elaboração de projetos de extensão; Pronunciar-se em representações de alunos contra professores, sempre com base em parecer de uma comissão docente previamente designada pelo diretor acadêmico-pedagógico para tratar questões de ética; Colaborar com a Coordenação de Curso e com os demais Colegiados de Curso da Faculdade manifestando-se, quando necessário, quanto à organização dos planos gerais de ensino e ao exame do processo de transferência e de dispensa de disciplinas; Avaliar, periodicamente, os programas de ensino, encaminhando-os à Coordenação de Curso; Colaborar com a coordenação de curso na alteração ou adaptação da matriz curricular submetendo-a ao Comitê de Gestão; Sugerir ao Diretor Acadêmico-Pedagógico os nomes que devam compor bancas examinadoras de concursos; Aprovar a normatização do estágio, na forma prevista do Regimento Geral; Exercer as demais atividades que lhe forem próprias. A natureza da gestão do colegiado do Curso é puramente acadêmica, cabendo ao mesmo, conforme definido no Regimento da Faculdade, a condução do curso, o que envolve o planejamento, o acompanhamento da execução e a avaliação das atividades previstas. São membros do Colegiado do Curso de Agronomia (2015): Rodrigo de Almeida Pontes Jamilson Wagner de Andrade Carvalho Monique Regina Carvalho Freitas Saul Ribeiro de Pádua Vinicius Teixeira Lemos Márnisson Alves Araújo Aluno: Davi Paulo Queiroz (6.p Curso, Luz/MG, 37.9805.0769) 3.2.11. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica Quanto à produção científica do corpo docente 50% possuem 4 ou mais publicações nos últimos 3 anos. 127 Item Docentes do curso de agronomia 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Agostinho Carlos de Oliveira Carlos Enrrik Pedrosa Edeleon Marcelo Nunes de Brito Flávia Ferreira Araújo Jamilson Wagner de Andrade Carvalho Luciano Rodrigues Gonçalves Lucélia Coimbra da Silva Márnisson Alves Araújo Monique Regina Carvalho Freitas Olímpio Pereira de Melo Neto Renato Ferreira de Souza Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo Rodrigo de Almeida Pontes Saul Ribeiro de Pádua Vinicius de Araújo Rabelo Vinicius Teixeira Lemos Wagner Cesário Miranda Wilson Rodrigues Braz Produção nos últimos 3 anos 7 16 3 7 1 0 7 0 0 4 0 8 4 0 0 9 0 10 3.3. Infraestrutura 3.3.1. Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI Os professores de Tempo Integral contam com espaço de 40m2, com um computador com acesso à internet e impressora em rede, armários e mesas de trabalho, para cada professor, espaço individual. Os gabinetes de trabalhos são excelentes de acordo com a quantidade de equipamentos disponibilizados, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, climatização, conservação, comodidade e acessibilidade. 3.3.2. Espaços de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos A Coordenação do Curso conta com Gabinete individual de Trabalho, equipado com computador ligado à internet, numa área comum de 300m2, em que são distribuídos os Gabinetes de Coordenadores, sala para Secretárias que realizam atendimento aos acadêmicos e dão apoio aos coordenadores. Estes espaços atendem às exigências necessárias quanto à limpeza, acústica, ventilação, e conservação, são climatizadas e com a comodidade necessária à atividade desenvolvida, além de garantida a acessibilidade. 3.3.3. Sala de professores Os docentes contam com sala de professores com uma área de 123,07m2, atendendo às exigências necessárias quanto à limpeza, acústica, ventilação, e 128 conservação, é climatizada e com a comodidade necessária à atividade desenvolvida, além de garantida a acessibilidade. 3.3.4. Salas de aula Para a realização das aulas teóricas o curso conta com salas amplas, arejadas, bem iluminadas, equipadas com acesso à internet (wireless) e com facilidade de acesso para portadores de necessidades especiais. O curso também utiliza-se de salas multimídia, com toda a infraestrutura de tecnologia para a exposição e discussão de pequenas palestras e seminários, aulas expositivas, júris simulados, além dos laboratórios de informática, necessários para as atividades complementares do curso. 3.3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática O curso conta com 01 laboratório de informática com 30 máquinas com área de 80m2, acesso a internet com banda larga e software necessário para o desenvolvimento das disciplinas do curso. A Faculdade Alis de Bom Despacho tem 287 computadores disponíveis para os alunos, 165 tablets e 125 projetores multimídias. 3.3.6. Biblioteca 3.3.6.1 Bibliografia Básica Para a bibliografia básica foram adotados 3 títulos por disciplina. A bibliografia é atualizada periodicamente para atender aos conteúdos propostos, bem como à modificação da área, com exemplares suficientes para satisfazer a necessidade de 01 exemplar para 19 alunos. Todos os livros encontram-se informatizados na Biblioteca e tombados no patrimônio da IES. Um dos exemplares da bibliografia básica é disponibilizado também de forma digital. 3.3.6.1. Bibliografia complementar Foram adotados 5 títulos por disciplina de forma digital, através da assinatura da minha biblioteca. Foram consideradas as literaturas mais relevantes e mais recentes de forma a atender a matriz curricular. A quantidade de exemplares é suficiente para satisfazer as necessidades dos alunos e os livros encontram-se informatizados na Biblioteca e tombados no patrimônio da IES. Além disso, é disponibilizado aos alunos a base virtual da Minha Bibilioteca, um consórcio formado pelas quatro principais editoras de livros acadêmicos do Brasil – Grupo A, Grupo Gen–Atlas, Manole e Saraiva – que oferece às instituições de ensino superior uma plataforma prática e inovadora para acesso a um conteúdo técnico e científico de qualidade pela internet. 3.3.6.2. Periódicos especializados A instituição adota a base de dados EBSCO Information Services com serviços personalizáveis, apoiando as necessidades tecnológicas dos nossos alunos e criando fortes experiências de usuário para ajudar a biblioteca e nossos alunos a ter o melhor acesso à informação. 129 3.3.7. Laboratórios didáticos especializados Laboratórios didáticos especializados Fazenda Experimental Laboratório de Solos Laboratório de Produção Vegetal Laboratório de Práticas Agrícolas Laboratório Multidisciplinar Laboratório de Bioquímica Laboratório Cozinha Industrial Laboratório de Física Laboratório de Desenho Técnico Clínica de Grandes Animais Laboratório de Informática Laboratório de Hidráulica e Irrigação Quantidade geral 1 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 Fazenda Experimental A Fazenda Experimental, fundada no ano de 2011, compreende uma área de 11 hectares. Apresenta estrutura física e recursos humanos para dar suporte às aulas práticas de Produção Animal do curso de Agronomia e das áreas de Fitotecnia, Zootecnia e Grandes Culturas do curso de Agronomia. Além disso, a Fazenda Experimental representa um importante campo de estágio e treinamento técnico de alunos dos cursos integrantes do Núcleo de Ciências Agrárias., é utilizando nos 03 turnos: Manhã, tarde e noite. FAZENDA EXPERIMENTAL INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Curral para manejo de animais (40 bovinos) Brete de contenção Sala de Ordenha Sala de depósito de leite Ordenha Canalizada modelo Depósito de Adubos Depósito de Ferramentas e Inseticidas Composteira Estufa para produção de mudas de 180 m2 INVENTÁRIO ANIMAL Vacas Gir Mula para Tração QUANTIDADE 1 1 1 1 1 1 1 1 1 QUANTIDADE 10 1 130 FAZENDA EXPERIMENTAL INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Ovino macho adulto Cabra AGRICULTURA E AFINS Campo Agrostológico Pastejo Rotacionado (36 piquetes) Canavial Plantação de Milho Plantação de Sorgo Olericultura Fruticultura QUANTIDADE 5 2 ÁREA (ha) 1 1 3 1 1 0,5 1 Laboratório de Solos Atende a parte prática das disciplinas: Gênese, Morfologia e Classificação do Solo, Fertilidade do Solo, Topografia e Estradas e Construções Rurais. Além disso, o laboratório poderá ser utilizado para desenvolver projetos experimentais e atividades de extensão junto aos produtores rurais da região, possui uma área de 98,80m2 e é utilizado nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO DE SOLOS ÍTEM Pacote de saco Transparente 2 KG Rolo de barbante nº4 aparelho PH metro de Bancada Moj. PHS-3B 110 volts Becker 500 ml Erlenmeyer 50 ml Erlenmeyer 100 ml Pipetas graduada 01 ml Pipetas Graduada 05 ml Pinças aço 10 cm(ponta curva) Pinças aço 28 cm Bandejas em polietileno (20x30x60 cm) Tubos ensaio 25x250mm c/ tampa Agitador vortek Litros de hipoclorito de sódio Litros de álcool etílico comercial Frasco de nitrato de amônio 25gr. Frasco de nitrato de potássio 25 gr. Frasco de hidrogeno fosfato de amônio 250gr. QUANTIDADE 1 1 1 4 3 3 5 5 3 3 2 100 1 25 25 1 1 1 131 LABORATÓRIO DE SOLOS ÍTEM Frasco de sulfato de cálcio 250 gr. Frasco molibidato de Sódio 100 gr. Provetas diversas Placa de petri 150x25 Termostatos Centrífuga para tubo de ensaio Tensiômetro para profundidade de 20 cm Penetrômetro de Impacto Agrícola Penetrômetro para subsolagem Condensadores para MO Vidro relógio Bico de bunsen Condensador liebig Funil de filtração de 60 graus Suporte para garra de condensador Funil de separação Plantimax Vermiculita Term. max min Becker 1000ml Becker 2000 ml Erlenmeyer 250 ml Balança analítica Proveta de vidro graduada c/ base plástica 50 ml Proveta de vidro graduada c/ base plástica 1000 ml Cabos para bisturi nº 04(para lâmina 20 e 24)- ABC Frasco de sulfato de ferro (OSO) 7H20 P.A 500 gr. Frasco inositol P.A c/ 25 gr. - VETEC Frasco de cloridrato de piridomidina P.A 100 gr. - VETEC Frasco de Cloridrato de tiamina 98 P.A 25 gr. - VETEC Frasco detergente enzi clean 1000 ml – BIOTEK Rolos de filme de PVC transparente 28 cm x 15 m- S/M Caixa papel filtro qualitativo 50 cm c/ 100 unidades Rolos de algodão hidrófilo 500 Gr – NATHALYA QUANTIDADE 1 1 1 1 3 1 1 1 2 2 12 10 6 6 6 10 2 2 1 4 4 3 1 1 1 3 1 1 1 1 1 12 1 6 Caixas de máscaras descartáveis com elástico c/ 50 unidades 3 Frasco de carvão ativado em pó 250 gr. - CROMOLINE frasco de cloreto de potássio P.A 500 gr. – CROMOLINE 1 1 132 LABORATÓRIO DE SOLOS ÍTEM QUANTIDADE Frasco de iodeto de potássio P.A c/ 100 gr. – CROMOLINE 1 Frasco de cloreto de cobalto II (OSO) P.A 100 gr. 1 Frasco de sulfato de magnésio 7H 20 P.A 500 gr. – 1 CROMOLINE Cloreto de cálcio (2H20) P.A 500gr – VETEC 1 Frasco de ácido bórico P.A/ACS 500gr - CROMOLINE 1 E.D.T.A – sal dissodico P.A 500gr – CROMOLINE 2 Laboratório de Produção Vegetal Atende a parte prática das disciplinas: Botânica, Fisiologia Vegetal, Genética e Produção de Sementes, possui uma área de 98,80m2 e é utilizado nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO VEGETAL ÍTEM QUANTIDADE chapa elétrica para fervura 1 condensador Friedrichs 4 Lupa estereoscópica com aumento de 10 vezes 10 pipetas de 100 ml 10 termômetro 3 agitadores magnéticos 1 Potenciômetro (peagâmetro) completo 1 balão volumétrico de 1 litro 5 balão volumétrico de 250 ml 5 balões especiais de fundo chato, de 1 litro de capacidade 5 béquer de 400 ml 5 cadinhos de porcelana 5 Erlenmeyer de 250 ml 5 suporte universal 5 Microscópios 20 balão volumétrico de 100 ml 5 béquer de 250 ml 5 bureta 25 ml 5 Erlenmeyer de 250 ml 10 balança de precisão 1 Agitador para floculação (60 a 100 rpm) 1 balança de precisão (0,001) 1 Balão de kjeldahl de 1 litro 1 banho-maria 1 133 LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO VEGETAL ÍTEM QUANTIDADE Câmara de germinação tipo BDO com controle e 1 alternância de fotoperíodo Condutivímetro completo 1 espectrofotômetro para leitura em 570 mμ 1 Forno microonda 1 Fotômetro de filtro, equipado de filtro verde, tendo o 1 máximo de transmissão próximo de 525 mμ fotômetro de filtro, tendo um máximo de transmissão 1 próximo de 510 mμ Freezer 1 geladeira 1 Homogeniza or de sementes tipo centrífuga 1 Homogenizador de sementes tipo solo 1 mufla elétrica 1 sacola (1.000) pérolas de vidro condensadores de 1 Friedrichs funil de vidro tamanho médio 10 maceradores 8 picete (garrafa lavadora) 10 pipetas de 100 ml 10 provetas graduadas de 250 ml 10 provetas graduadas de 500 ml 5 Frascos de 250 ml de rolha esmerilhada 5 pipetas volumétrica 50 ml 8 pipetas de 50 ml 8 pipetas graduada de 10 ml. 8 pipetas graduadas de 1ml 8 pipetas graduadas de 2 ml 8 pipetas graduadas de 5 ml 8 proveta 100 ml 8 tubos de Nessler de 100 ml. 15 Cápsulas de platina de 100 ml 5 pinças 5 Armário para vidraria 1 Armário de prateleiras 1 Armário tipo arquivo 1 Caixa para arquivo de lâminas (1.000) (palinoteca e 1 lâminas de botânica) frascos de polietileno de 2 litros de capacidade 4 134 LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO VEGETAL ÍTEM QUANTIDADE Sal 2,3,5 cloreto de trifenil tetrazólio. 1 bandejas brancas de plástico 20 Laboratório de Práticas Agrícolas O laboratório de Práticas Agrícolas apresenta uma área total de 75,42 m2, tendo capacidade de atender a 60 alunos. O uso deste laboratório atende às aulas práticas de Entomologia, Fitopatologia e Microbiologia do Sol, é utilizado nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO DE PRÁTICAS AGRICOLAS ÍTEM QUANTIDADE Armário de Madeira com gavetas para coleção de insetos 1 Armário de Madeira para materiais diversos 1 Balão Volumétrico de 1000 ml SATELIT 1 Balões Volumétricos de 250 ml SATELIT 4 Balões Volumétricos de 500 ml SATELIT 8 Bancadas de Granito aproximadamente 2,5 10 Bancadas Laterais de Granito aproximadamente 1,5 7 Bancos Brancos 46 Barrilete / Permution 5 Litros 1 Bastões de Vidro 8 Biquens de 600 ml / SATELIT 6 Buretas de 50 ml/ JS 2 Cadeira Estofada 1 Caixas de Coleção de Insetos 8 Caixas de Coleção de Minerais 50 X 90 cm 13 Caixas de Coleção de Pragas Agrícolas 60 X 70 cm 6 Espátulas inox / METALIC 6 Estufa para esterilização e secagem 1 Funis de Vidro 7 Grade com 12 Furos / Metálica 1 Lixeira Média 1 Lupas Estereoscópicas Tecnival 19 Mesa para Aluno 1 Mesa para Professor 1 Peras 8 Pia Inox 1 Pipetas Volumétricas de 1 ml / Ronialzi 11 135 LABORATÓRIO DE PRÁTICAS AGRICOLAS ÍTEM QUANTIDADE Pipetas Volumétricas de 10 ml / Ronialzi 11 Portas Papel Toalha 3 Proveta de 50 ml / J.Prolab 1 Provetas de 10 ml / J.Prolab 5 Provetas de 500 ml / J.Probab 9 Saboneteiras 2 Tanques Inox 4 Tubos de Ensaio T=15 X 100 mm 11 Ventiladores 2 Laboratório Multidisciplinar I Possui uma área de 107,37 m2, é utilizado nos turnos da tarde e noite., sendo utilizado pelas disciplinas Química Geral, Biologia Celular e Microbiologia Básica LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I ÍTEM QUANTIDADE Aglutinoscópio / permution 7 Alças de Platina 11 Armários de Madeira 5 Balões volumétricos de 1000 ml / Satelit 2 Bancadas granito aproximadamente 2m 18 Bancadas Laterais Granito aproximadamente 1,5 m 6 Bancos 61 Banho Maria / Quimis 1 Bastões de vidro 32 Bequer de 100 ml / Satelit 1 Bequer de 250 ml / Satelit 2 Bicos de Bunsen 27 Cadeira Estofada 1 Caixas de Lâminas de parasitologia / aproximadamente 3 38 lan Caixas de Lâminas de patologia / UFMG 2 Caixas de Lâminas de vidro / 25,4 X 76 mm 5 Caixas de Lancetas Picadoras 3 Cálices de sedimentação de plástico 25 Cálices de sedimentação de vidro 25 Contadores manuais de células 14 Erlemeyer de 250 ml / Satelit 4 Espátulas / inox / metalic 1 136 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I ÍTEM Estufa de Esterilização / Brasdonto / mod 2 Estufa Microbiológica quimes Frascos de Aedes sp / com larvas do mosquito / UFMG Frascos de Penicilina Frascos de vidro com Ascaus sp adulto Funis de Vidro Geladeira / 280 L CCE Lixeiras pequenas Mesa para Aluno Mesa para Professor Microcentrífuga / Centribio Microscópios Biovais Modelos embriológicos Peneiras descartáveis Peneiras pequenas Peras Picetas Pinças Inox Profissional Pipeta automática / digipet 1000 ml Pipeta automática / digipet 50 ml Pipeta automática icell - mod p 213 100 ml Pipeta de 5 ml / Roni Alzi Pipetas automáticas / digipet 10 ml Pipetas automáticas / digipet 250 ml Pipetas automáticas icell - mod p 213 10 ml Pipetas automáticas icell - mod p 213 200 ml Pipetas automáticas icell - mod p 213 50 ml Pipetas de 1 ml / Roni Alzi Pipetas de 2 ml / Roni Alzi Pipetas de westergren 200 mm / Roni Alzi Placas de Petri médias Placas de Petri pequenas Placas de plástico para hemaglutinação Ponteiras Amarelas de 100 ml Ponteiras Azuis de 500 ml Porta Algodão Portas Papel Toalha / Columbus Proveta de 250 ml / Prolab QUANTIDADE 1 1 4 29 4 3 1 4 1 1 1 21 100 67 9 19 10 5 1 1 1 1 3 2 2 2 2 11 4 10 36 45 3 200 1000 1 2 1 137 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I ÍTEM Relógios com despertadores / Times Series Saboneteiras Suportes para coloração de Lâminas Suportes para pipetas de wester gren Suportes para tubos de 12 furos Suportes para tubos de 60 furos Tanques Inox Termômetro Tubos cônicos de 15 ml Tubos cônicos de plástico Tubos de ensaio de 10 ml 15 X 125 mm Tubos de Ensaio de 12 X 75 mm Tubos de ensaio de 18 ml 15 X 100 mm Tubos de ensaio de 20 ml Tubos para coloração Uriômetro Ventiladores lorenspid Vidros de Relógio QUANTIDADE 2 2 4 4 4 2 4 1 14 16 3 110 28 10 3 1 2 15 Laboratório Multidisciplinar II Este laboratório tem capacidade de atender a 60 alunos, sendo utilizado pelas disciplinas Química Geral, Biologia Celular e Microbiologia Básica, possui uma área de 106,65m2 é utilizado nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR II ÍTEM QUANTIDADE Armário / 2 portas de vidro 1 Armário / Metálico / Vidro - 1 Porta 1 Armário Metálico / 2 portas 1 Bancada Lateral Granito 1 Bancada Lateral Granito / 2 pias 1 Bancadas / Granito 2,0/0,40 m 15 Bancos Brancos 60 Bequer / Roni Alzi 100 ml 1 Cadeira Estofáda Cinza 1 Caixa Azul com Laminas 1 Caixas de Laminas - Histologia 4 Caixas de Madeira com Laminas de Citologia 15 138 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR II ÍTEM QUANTIDADE Caixas de Madeira com Lâminas de Patologia Básica 4 Caixas de Madeira com Lâminas de Parasitologia 5 Veterinária DVD Vinice 1 Lixeiras Brancas 6 Mesa para Professor 1 Mesas de Aluno 3 Microscópios Bioval 5 Microscópios CE Mod. L 2000 A 25 Microscópios sem marca 3 Microscópios Time/in 4 Peças Macroscópicas de Parasitologia Veterinária variados Piceta com álcool 70% 1 Porta Durex 1 Porta Sabonete 1 Relógio Quartz 1 Suporte de papel toalha / Inovar 1 Suporte para TV 1 TV Philips 1 Ventiladores / Venti delta 2 Laboratório Multidisciplinar III Este laboratório tem capacidade de atender a 60 alunos, sendo utilizado pelas disciplinas Química Geral, Biologia Celular e Microbiologia Básica, possui uma área de 133,65m2 e é utilizado nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III ÍTEM QUANTIDADE Balanço / bio precisa / 110 v 1 Balão Redondo / 3 l / Pyrex 2 Balão Redondo / Satelit / 500 ml 1 Balão volum / f. chato / Sateli - 250 ml / com tampa 11 Balão volum / f. Chato / Vidro labor – 1000 ml 10 Balão Volum / f. Chato / Vidro labor - 250 ml 10 Balão volum / f. Chato / Vidro labor - 500 ml 3 Balão volum / f. chato / Vidrolabor - 500 ml 5 Balão volum / Roni - Alzi f. chato / 25 ml 10 Balão volum / Roni - Alzi f. chato / 50 ml 10 Balão Volumétrico / F. Chato / Robni Alzi 500 ml 4 139 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III ÍTEM QUANTIDADE Balão Volumétrico / F. Chato / Satelit 500 ml 4 Balão Volumétrico / F. Chato / JVA / 500 ml 1 Balão Volumétrico / F. Chato / Pyrex / 500 ml 1 Balão Volumétrico / F. Chato / Pyrex/ 250 ml 2 Balão Volumétrico / F. Chato / Roni Alzi 250 ml 1 Balão volumétrico / F. Chato / Sateli – 100 ml 11 Balão Volumétrico / Satelit 1 l 2 Balão Volumétrico / Satelit 2 l 1 Bancada Lateral / Granito / com Armário 4 p 1 Bancada Lateral c/ Armários 9 Portas 1 Bancadas Centrais / Granito / com superior - / - m 2 Bancos/ Branco/ Tampo Madeira 48 Barrilete / Permution 10 l 1 Barrilete / Permution 30 l 1 Bastão de Vidro 40 Bequer / Plástico / J. Prolab 1000 ml 1 Bequer / Roni Alzi 100 ml 17 Bequer / Satelit / 1000 ml 5 Bequer / Satelit / 200 ml 7 Bequer / Satelit / 50 ml 3 Bequer / Satelit / 600 ml 5 Bequer / Vidro / Germany 1000 ml 4 Bequer / Vidro / Germany 2000 ml 4 Bequer / Vidro Labor / 100 ml 1 Bico de Bulsen 28 Bureta / Ambar / JS - 25 ml 1 Bureta / Ambar / Roni Alzi 25 ml 5 Bureta / Incolor / Roni Alzi / 25 ml 12 Bureta / Incolor / Roni Alzi / 50 ml 11 Bureta / JS / 25 ml 1 Bureta / JS / Incolor 50 – ml 2 Bureta / Roni Alzi – Incolor 1 Bureta / Satelir / 10 ml 6 Bureta / Vidro Labor - 550 ml inc 4 Cadeira / Estofada Cinza 1 Caixa Papel DE Filtro Qualit (vários tamanhos) 1 Capela / Madeira com Visor em Vidro 1 Condensadores 6 140 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III ÍTEM QUANTIDADE Condutimetro / Lubre 1 Conjunto Atomlig 77 Educação 5 Cuba Coloração / Vidro 1 Cubas de Vidro 2 Deionizador / Permution / 220 v 1 Dessecadores / Vidro / Letra 6 Ducha 1 Erlenmeyer / Ilmabor/ 250 ml 23 Erlenmeyer / Roni Alzi / 250 ml 5 Erlenmeyer / Satelit / 50 ml 1 Erlenmeyer / Satelit / 500 ml 1 Erlenmeyer / Satelit 250 ml 18 Erlenmeyer Pyrex 1000 ml 3 Erlenmeyer Roni Alzi 2000 ml 1 Erlenmeyer Satelit 1000 ml 4 Espátula / Inox / Metalic / Colher / Grande 10 Espátula / Inox / Metalic / Colher / Pequena 7 Espátula / Metalic / Pequena 10 Espátula / Metálic Grande 1 Espátula Metálica - Cabo Madeira 1 Espátulas / Bioplast / Polipropileno – P 61 Espátulas / Polipropileno / Bioplast – G 62 Espátulas / Polipropíleno / Bioplast – M 33 Estilete / grande 1 Estufa / Medicate 1 Filtro - Carvão Ativado / Permution 1 Frasco / Plástico / Algodão 1 Frascos / Vidro Incolor c/ Tampa Borracha 35 Frascos Ambar 250 ml / Conta Gotas 6 Frascos Ambar 500 ml 3 Funil / Vidro / 250ML 40 Funil / Vidro 500 ml 4 Funil / Vidro 8.0 5 Funil de Decantação / JS / 250 ml 2 Funil de Decantação / JS / 500 ml 2 Funil de Decantação / Vidro Labor 3 Garra Prendedores 3 Grão / Porcelana / Chiarotti 305 3 141 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III ÍTEM QUANTIDADE Grão / Porcelana / Chiarotti 70/05 1 Grão / Porcelana / Nayon 180 2 Lâmina p/ microscópio 263 Lamínulas / Resistance 1000 Lancetas p/ Punção Manual / Premium 200 Lixeiras / Plástico / Branca / Redonda 2 Luminária / Lumiflex 110v - Luz UV - 15 W BLB 1 Mesa / Aluno 1 Mesa / Professor 1 Pêra Azul / Nalgon 1 Pêra Verde / J Labor 17 PH mêtro / Analion 1 Pias Inox 3 Piceta 250 ml / Prolabor 10 Piceta 500 ml / Prolabor 3 Pinça / Média 1 Pinça Tesoura / Grande 3 Pipeta Automática Icell 10 ml 5 Pipeta Automática Icell 100 ml 3 Pipeta Automática Icell 1000 ml 2 Pipeta Automática Icell 50 ml 5 Pipeta Automática Icell 500 ml 2 Pipeta Automáttica Digipet 500 ml 1 Pipeta Automáttica Icell 200 ml 1 Pipeta Graduada / Roni Alzi / 5 ml 7 Pipeta Graduada / Glass Técnica 10 ml 1 Pipeta Graduada / Normax / 2 ml 2 Pipeta Graduada / Pirex / 1 ml 1 Pipeta Graduada / Pyrex / 1 ml 2 Pipeta Graduada / Pyrez 1/ 10 1 Pipeta Graduada / Quark - 1 ml 1 Pipeta Graduada / Roni Alzi / 10 ml 11 Pipeta Graduada / Roni Alzi / 10 ml 31 Pipeta Graduada / Ronio Alzi 1/100 1 Pipeta Graduada / Satelit 1/100 3 Pipeta Graduada / Satelit 20 ml 5 Pipeta Graduada / Westergrem 200 mm 6 Pipeta Graduada/ Roni Alzi / 2 ml 5 142 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III ÍTEM QUANTIDADE Pipeta Volumétrica / JS / 10 ml 1 Pipeta Volumétrica / JS / 20 ml 7 Pipeta Volumétrica / JS / 25 ml 1 Pipeta Volumétrica / Normax / 20 ml 4 Pipeta Volumétrica / Normax / 10 ml 10 Pipeta Volumétrica / Pyrex / 1 ml 4 Pipeta Volumétrica / Quark / 5 ml 2 Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 10 ml 10 Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 20 ml 6 Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 25 ml 10 Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 5 ml 11 Pipeta Volumétrica / Roni Alzi 1 ml 10 Pipeta Volumétrica / Satelit / 25 ml 2 Pipeta Volumétrica / Vidro Labor / 1 ml 6 Placa Petri 0 15 cm 1 Placa Petri Pequena 1 Placas / Hemoglutinação 48 Placas P/ Cromatografia 34 Placas Petri 4 Porta Papel Toalha 1 Porta Sabonete / Columbus 1 Proveta / Laborglas / 10 ml - Pé Plástico 12 Proveta / Laborglas / Pé Plast / 500 ml 1 Proveta / Lena / 1000 ML / Vidro 2 Proveta / Pirex / 25 ml 1 Proveta / Plástico / J Prolab / 100 ml 4 Proveta / Plástico / J Prolab 250 ml 2 Proveta / Plástico / J Prolab 50 ml 6 Proveta / Roni - Alix / pé Palst / 50 ml 5 Proveta / Roni Alzi / Pé Plast. 10 ml 1 Proveta / Roni Alzi / Pé Plast. 100 ml 1 Proveta / Roni Alzi / Pé Plast. 500 ml 1 Proveta Plástico / Biomatic 100 ml 3 Provetas / Laborglas / Pé Plástico - 100 ml 20 Provetas / Laborglas / Pé Plástico - 50 ml 4 Sifão - (extrator) 4 Suporte c/ Tela de Amianto 9 Suporte p / Tubos/ Metálico / 60 furos 7 143 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III ÍTEM QUANTIDADE Suporte p/ Tubos / Metálico / 12 Furos Médio 4 Suporte p/ Tubos / Metálico / 60 Furos Grande 4 Suporte p/ Tubos Metálico / 12 Furos Pequenos 5 Suportes / J Prolab / com Garra 6 Suportes / Metalic / com Garra 6 Suporte p/ Tubos / Plástico / Azul / J Prolab 3 Tabela Periódica / Coleção Didática 1, 20 / 1,0 1 Tanque Inox 1 Termômetro 110º c / Incoterm 1 Tesoura / Ponta Fina 1 Tubo de Decantar / graduado / 15 ml / Roni Alzi 5 Tubo de Ensaio - peq – fino 15x100 mm 172 Tubo de Ensaio / hemo - grande - c/ tampa / Normax 44 Tubo de Ensaio / hemo - peq. 176 Tubo de Ensaio / médio / listra/ plástico 7 Tubo de Ensaio / médio/ Com rosca 10 Tubo p/ tubo de ensaio 286 Ventilador / Loren sid. 1 Ventilador / Vent Delta 1 Vidros de Relógio / Vários Tamanhos 11 Laboratório de Bioquímica Este laboratório tem capacidade de atender a 60 alunos, sendo utilizado pela disciplina Bioquímica e conta com os seguintes equipamentos, materiais permanentes e de consumo, tem uma área de 133,65m2 e funciona nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA ÍTEM QUANTIDADE Armário de Aço 1 Balão de Fundo Chato 250 ml / SATELIT 1 Balão Volumétrico de 25 ml / Roni Alze 1 Balão Volumétrico de 50 ml / SATELIT 1 Balões de Vidro 6 Balões Volumétrico de 300 ml / Pyrex 3 Balões Volumétricos de 1000 ml / SATELIT 3 Balões Volumétricos de 200 ml / SATELIT 3 Balões Volumétricos de 500 ml / SATELIT 5 Bancada de Granito / Central = 5 metros 1 144 LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA ÍTEM Bancadas Laterais de Granito = 1,5 metro Bancos Barrilete / Permution Becker de 250 ml / SATELIT Becker de 50 ml / SATELIT Becker de 500 ml/ SATELIT Bicos de Busen Buretas de 50 ml / Ronialze Caixas p / lâminas / plástico Capela c/ Ultra-violeta Condensadores de Vidro / JS Deionizador / Permution Destilador / Oruimis Erlerneyer de 1000 ml / Pyrex Erlerneyer de 250 ml / Roni Alzi Erlerneyer de 500 ml / SATELIT Espátulas / Inox / METALIC Estufa p/ esterilização / Oruimis Frasco de Vidros de 250 ml c/ BOECO Funis de Vidro / T. grande Funis de Vidro / T. pequeno Grades p/ tubos c/ 12 furos / metálica Grades p/ tubos c/ 60 furos / metálica Microondas / Panasonic Pêras Pios / Inox Pipeta Graduada de 1 ml / Oruark Pipeta Graduada de 5 ml / Roni Alze Pipeta Graduada Uestergren 200 mm / Roni Alze Pipeta Graduadas de 10 ml / Roni Alze Pipeta Volumétrica de 10 ml / SATELIT Pipeta Volumétrica de 20 ml / Roni Alze Pipetas Graduada de 20 ml / SATELIT Placas de Amianto Placas de Petri T. médio Placas de Petri T. pequena Porta Papel Toalha Proveta de 1000 ml / LENA QUANTIDADE 7 19 1 16 3 2 8 6 4 1 2 1 1 2 1 5 19 1 4 8 2 10 3 1 18 2 8 26 6 16 3 5 11 4 77 16 1 2 145 LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA ÍTEM Provetas de 100 ml / Plástico / Biomatic Provetas de 100 ml / Ronilzi / Vidro Provetas de 50 ml / Vidro / Roni Alze Suporte p/ Bureta Suporte p/ Placa de Amianto Tanque / Inox Tesouras / Inox Tubos de Ensaio 12x75 mm / Vidro Tubos de Ensaio 16x100 mm / Vidro Tubos de Ensaio 18x100 mm / Vidro Tubos de Ensaio 20x120 mm / Vidro Ventilador Ventisol Vidro de Penicilina Vidros de Relógio QUANTIDADE 4 7 2 1 23 1 2 263 213 220 32 2 23 6 Cozinha Experimental: A cozinha industrial apresenta uma área total construída de 142 m2, atendendo às aulas práticas das disciplinas da área de Tecnologia de Alimentos, possui uma área de 142m2 e funciona nos turnos: manhã, tarde e noite. COZINHA EXPERIMENTAL ÍTEM QUANTIDADE Quadro branco 3m 1 Fogões com bancadas, pia e armários 6 Bebedouro. 1 Forno semi industrial 1 Geladeira frost free 1 Cadeiras próprias 30 Extintor de combate a incêndios 1 Defumador 1 Moedor de carne e café 1 Armário guarda volume para uso dos alunos 1 Conjunto integral de bancada e armário para guardar 1 utensílios gerais Diversos utensílios usados para as aulas práticas. ---Laboratório de Física 146 Compartilhado por alunos de variados cursos da área das Engenharias. Nele são realizadas aulas práticas das seguintes disciplinas: Física Básica, Física Básica, tem uma área de 106, 65, funciona nos turnos da tarde e noite. LABORATÓRIO DE FÍSICA ÍTEM QUANTIDADE Fita métrica graduada em m, dm, cm, mm (enumerada em 1 dm) Cuba com 1 dm cúbico, cubo quadriculado e transferidor 2 Dinamômetro tubular de 0 a 5N, precisão de décimos 5 Massas de 100g com ganchos 1 Carrinho com marcador de tempo e massas 1 Pista para carrinho com trava e alça c/ mola 1 Suporte de (40 x 3,8 x 1,5)cm, com furos e grampo fixador 1 Lançador de projétil e liberador simultâneo do alvo Régua com 4 escalas, 3 pinos de fixação e 2 ganchos Roldanas: 4 de 30mm (3 c/alça),1de 60mm,2eixos1/8"e1tub.3/16" Discos de PVC com 6cm de diâmetro Calha de PVC com 4 esferas (1 de aço) e vareta 1/8" de 40cm Bloco de MDF com gancho e furos Mola espiral Tubo de 1/8", vareta em L de15cm e hélice de alumínio Bequer de polietileno, 100ml com alça Bequer de polietileno, 1000ml Proveta de polietileno, 100ml Mangueiras de PVC 1/8"(50cm),3/16"(1m) e de látex 1/4"(50cm) 1 1 Gerador de ondas estacionárias e fita preta para contraste 1 Diapasão de garfo 440 Hz (la) Rolo de cordão trançado e ganchos Barra de Al c/ gancho, 100g Fogareiro com trempe de segurança Bidilatômetro (linear) Dilatoscópio (superficial - placa c/ furo e calota) Erlenmeyer, 250ml com rolha furada Termômetro (-10 a 110oC), líq. vermelho, escala externa Termômetro de cristal líquido 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 147 LABORATÓRIO DE FÍSICA ÍTEM Pinça de mad.,2 tubos de ensaio seringa vidro 10ml e ser. de plást. 20ml Tubo de 1/4" com 40cm Fonte de luz, 12V/20W, e placa c/ fendas paralelas Espelhos planos c/ articulação Lâmina especular (côncavo/convexa) Elementos óticos em acrílico: bicôncavo/biconvexo/semicírculo/prisma Lente de vidro c/ aro de proteção,46mm diâm. (f =10cm,+40cm,-10cm) Filtro de cor e de polarização, tela p/ interferência Disco com furos para estroboscópio Eletróforo, lâmpada de neon e eletroscópio Fonte de tensão (0 a 20)V DC e (12 e 24)V AC/30W 110/220V Placa de circuito com 3 lâmpadas e fios conectores Placa de circuito com resistores, diodo e capacitor Multímetro digital Cabo elétrico com garras (4 de 25cm) Motor elétrico 12V Imã em barra (7,5x1,5x1,5)cm, campo transversal e frasco c/ limalha de Fe Núcleo de ferro U e I Bobina (300+300) espiras Agulhas magnétricas para bússola e para galvanômetro Bússola com agulha de 2cm Fio de cobre envernizado e de níquel-cromo Sulfato de cobre, carbonato de cálcio e eletrodos de : aço inox, Al e Cu Armário, porta cadeado e parafusos Ensino Interativo de Física em CD QUANTIDADE 1 1 1 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 4 1 1 2 2 1 1 1 1 1 1 Laboratório de Desenho Técnico Atende a disciplina de Desenho Técnico. Aplicado, possui uma área de 134,65m2, funciona nos turnos da tarde e noite. 148 DESENHO TÉCNICO ÍTEM Quadro de aviso Quadro branco Lixeira Mesas com pranchetas de desenho Mesa para professor Aparelho de Data Show Mesa para Retroprojetor Cadeira Ventiladores de teto Lämpadas QUANTIDADE 1 1 3 65 1 1 1 1 4 16 Clínica de Grandes Animais A Clínica de Grandes Animais possui uma área total construída de 515,44m2 e uma área anexa à Fazenda Experimental que é utilizada para a manutenção dos animais e para aulas práticas da disciplina de Zootecnia I, Forragicultura/Agrostologia. Além disso, a clínica presta serviços à comunidade regional, oferecendo atendimento clínico e cirúrgico de ruminantes e equinos, avaliação andrológica e ginecológica de bovinos, exames laboratoriais e de diagnóstico por imagem em grandes animais, possui uma área de 460,44m2 e funciona nos turnos: manhã, tarde e noite. CLÍNICA DE GRANDES ANIMAIS INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA PARA MANEJO DOS ANIMAIS Baias para Bovinos Baias para Equinos Banheiro Feminino ( com 01 Vaso, 01 Pia, 01 Saboneteira, 01 Chuveiro e 01 Papeleira) Banheiro Masculino ( com 01 Vaso, 01 Pia, 01 Saboneteira, 01 Chuveiro e 01 Papeleira) Curral de madeira e cordoalha - capacidade 40 animais Depósito de Ração Depósito de Serragem e Feno Deposito de Equipamentos de Aula Escritório Farmácia Espaço para aula com arquibancada Laboratório de Práticas Veterinárias Tronco com Brete Tronco fixo para eqüinos QUANTIDADE 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 149 CLÍNICA DE GRANDES ANIMAIS INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA PARA MANEJO DOS ANIMAIS MOBILIÁRIO E ACESSÓRIOS Cadeiras Carrinho para transporte de material Carteiras Mesa de Inox com roda Mesa de Escritório Mesa de Professor Quadro branco para aula Quadro de Aviso MATERIAIS PERMANENTES Abridor de boca de bovinos Abridor de boca de equinos Abridor vaginal grande Afastador grande Afastador pequeno Afiador de faca Agulha em S Almotolia de 500 ml Arreio Baldes de 10 litros Bandeja cirúrgica (tabuleiro) Bandeja cuba Bandeja oliva Bebedouro Bolsa de água quente Bomba Costal Laranjada Bomba de sonda nasogástrica Bombinha de pulverização manual Cabo bisturi Caixa de material inox Cambão Caneca de fundo preto Corrente obstétrica (Cabo) Ebulidor Estetoscópio Fetótomo Facão QUANTIDADE QUANTIDADE 3 1 16 2 1 1 2 2 QUANTIDADE 1 1 1 1 2 1 4 13 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 3 1 1 150 CLÍNICA DE GRANDES ANIMAIS INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA PARA MANEJO DOS ANIMAIS Formigão (nariz) Gelo reciclável pequeno Mamadeira grande Mangueira Martelo e plexímentro Microscópio Muleta Obstétrica Pinça Allis Pinça Anatômica grande Pinça de campo Pinça dente de rato Pinça Forester Pinça Hemostática crile curva Pinça Hemostática crile reta curva Pinça Hemostática crile reta Pinça Hemostática kelly reta Placa de CMT Porta agulha Mayo-Hegar Rineta Serra Sonda nasogástrica grande Termômetro Tesoura fina Tesoura Lister Tesoura romba curva Vagina artificial de Bovinos Vaginoscópio Vara de choque Vasilhas em tamanhos variados QUANTIDADE 1 1 1 50m 1 1 1 2 2 6 1 1 3 1 1 3 3 1 2 2 2 3 1 1 2 1 1 2 - 151 Laboratório de Informática Laboratório de Informática II (204) Laboratório de Informática II Área (m2) m2 por estação m2 por aluno 90 3,46 1,73 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Software Fabricante Versão Licenças Windows 7 Microsoft Profissional Msdnaa Microsoft Office Microsoft 2010 Msdnaa AutoCAD Autodesk 2007 Google Sketch UP 8 Google 8.0 Free Mozilla Firefox Mozilla 10.0 Free Microsoft 9.0 Free Adobe Reader Adobe 10.0 Free Winrar RARlab 4.0 Free ALTERDATA PHD 4.13 Share Empresario INTELECTA MathLABS MathWorks 2009 Kaspersky Antivirus Kaspersky 6.0 Internet Explorer Share Share Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Descrição Detalhada QTD Computador - Pentium(R) Dual-Core CPU E5700 @ 3.00GHz, 2GB RAM, HD 500GB 2 Computador - Intel(R) Pentium(R) Dual CPU E2200 @ 2.20GHz, 1GB RAM, HD 160GB 27 Computador - Intel(R) Core(TM)2 Duo CPU E7500 @ 2.93GHz, 2GB RAM HD 160GB 1 Ar condicionado Consul 20.000 BTU's 2 152 Laboratório de Hidráulica e Irrigação Laboratório de Hidráulica e Irrigação, possui uma área de 75,62m2, é utilizado nos turnos: manhã, tarde e noite, sendo na disciplina Hidráulica, Irrigação e Drenagem. LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA Mobiliário Armário Escrivaninha com cadeira Bancadas 3,00 x 4,00m Tambores des. Prateleira Equipamentos sistema hidráulico residencial e predial completo: caixa d'agua, lavatório, pilha, vaso sanitário, registros, válvulas, torneiras, chuveiro, conexões, reduções, etc. e sistema de esgoto. Tripé de metal Painel ou sistema de aquecimento solar em pet e tubos de 1/2'' plástico Bomba d'agua wec. 3520 RPM de saída 1''1/2'' Reservatório de àgua de 5 litros Maquete de sistema hidráulico em tubos de PVC 1/2''. Conexões e seringas plásticas Maquete de sistema hidráulico em madeira com seringas e mangueiras de 1/4'' Maquete de sistema hidráulico e seringas e tubos de 1/2'' PVC e madeira Aspessões de irrigação (bicos) Válvula de 1'' Nilpe de 1'' PVC Joelho 3/4'' 90º Luva de 40mm PVC Joelho de 45º 1/2'' PVC T 3/4'' redução para 1/2'' T 40mm com redução para 1''1/2'' PVC Nilpe 50 redução para 1''1/2'' PVC Luva de 50mm Tigre T de 50mm PVC Tigre Saída para aspersor 3' x 1''1/2'' ER Saída para aspersor 3' x 1''1/2'' ER 153 LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA Saída para aspersor 3' x 1''1/2'' Ponto macho ER em 3'' Maquete de 3 seringas com suporte de madeira Amostras de tubos PVC Adutora de 200mm 150m/m, tubos 150 m/m e 100m/m Curvas joelhos de 50mm para esgoto PVC T 3/4'' com nilpe PVC Joelho de 75 m/m 90º esgoto PVC Caixa de esgoto 150 x 185 x 75 PVC Tigre Joelhos de 100m/m 45º PVC esgoto Conexão Y 100mm para esgoto PVC 90º Conexão Y 100mm para esgoto PVC 45º Joelhos de 100m/m 90º PVC esgoto Caixa sanfonada 100 x 100 x 50 PVC Bujão 50mm PVC irrigação Registro PVC 1'' Ponto femea ER em 3'' Curva 50mm x 90º Luva de 50mm Adaptador 32 x 1'' Luva de 75mm Ponto femea em 3'' adaptador 50 x 2'' Ponto femea ER em 2'' Ponto femea em 2'' Bujão de 75mm Bujão de 32mm Adaptador de 3/4" Ponto macho em 2'' Saída aspesor em 2x 11/2'' ER Curva 50mm x 48º Luva de redução 50 x 25m/m Sifão sanfonado para pia 1''1/2'' Joelho 3/4'' 90º Joelho 3/4'' 45º Joelho 32mm 45º Joelho 3/4'' 90º Curva 75 m/m 90º 154 LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA Curva 100 m/m 90º Curva 75 m/m 45º Joelho 50 m/m 90º Registro de 1'' irrigação Adaptador 50 x 1''1/2'' Garra Hidráulica (maquete em madeira e seringas 4) Freio Hidráulico (maquete) Garra Hidráulica (maquete em tubo PVC 1/2'') Armário Suporte para tubo de ensaio: 1 c/2 termometros 110ºC (vidro) Mamometro de pressão 150 psi ou 10 cm² Tensiomentro solotest 20 cm Paquimetro digital 150mm digimess Funil de aluminio Metros mangueira 1/4'' (plástica) 3.3.7.1. Laboratórios didáticos especializados – qualidade Em todos os laboratórios possui regulamento de funcionamento, utilização e segurança, afixado no quadro de aviso. Possui relação dos softwares instalados nas máquinas. Possui porta com dimensionamento adequado para cadeirantes. É realizada manutenção preventiva semestral nos equipamentos. Conta com mobiliário dentro das normas de acessibilidade e sinalização adequada para cadeirantes. Especificamente, a qualidade envolve outros aspectos: Fazenda Experimental: instalada na Faculdade, possui área de 11 hectares e destina-se ao aprendizado, demonstração e estudos agronômicos. Está em implantação área de pastejo rotacionado de 01 ha, possui área de plantio específica para grandes culturas de 2 ha, e esta em implantação as áreas de olericultura e fruticultura, curral e sala de ordenha projetada para 15 animais em lactação. O curso de Agronomia participa do projeto Balde Cheio em parceria com a FAEMG e a EMBRAPA São Carlos e está implantando uma unidade tecnológica na fazenda experimental. Clínica de Grandes Animais: oferece grande versatilidade no âmbito prático experimental, como: três baias de manutenção para grandes animais; três baias para pequenos animais; um curral para manejos gerais; um brete de contenção para bovinos e um tronco. O complexo disponibiliza um laboratório com microscópio e pia, escritório administrativo, armazém para Ração e Feno e espaço aberto coberto, com arquibancadas, para realização de aulas práticas 155 demonstrativas. O Curso de Agronomia participa da parceria com o Projeto Gado Gir. Laboratório de Solos: Possui estrutura de bancadas e equipamentos para análise de solos, trados, martelo pedológico, vidraria para análise e determinação de nutrientes por sistema titulométrico, ensaios de gênese e formação de solos e matérias de construção. Laboratório de Produção Vegetal: Possui estrutura de bancadas e montagem de experimentos envolvendo aplicação de hormônios de crescimento vegetal, estufa para acompanhamento de experimentos de propagação vegetativa e de utilização de diversas dosagens de fertilizantes, coleção de sementes, misturador de sementes e material para análise de germinação de sementes, possibilita através de microscopia e lâminas a identificação de tecidos de plantas, folhas, caules e raízes. Laboratório de Práticas Agrícolas: possibilita a utilização de microscopia e lupas para análise microbiológica, entomologia e de fitopatologia. Possui acervo entomológico e material de aplicação de defensivos agrícolas para manuseio e regulagem. Equipamentos de proteção individual-EPI. Peneiras, liquidificador e equipamento filtrante para análise de nematóide de solo. Laboratório Multidisciplinar I, II e III (Biologia, Microbiologia, Química): possibilita a identificação de células e componentes celulares em lâminas microscópicas, equipado com meios de cultura, microscópios, placas de petri, estufa para crescimento, geladeira, bico de gás, vidrarias para titulação, preparação e padronização de soluções, identificação de compostos, processos analíticos, filtração, capela, balança analítica, sistema de purificação de água. Laboratório de Bioquímica: identificação de compostos e açúcares, reagentes para identificação de açúcares, determinação de pH de soluções, modelos moleculares para identificação de compostos, hibridação de carbono e tipos de ligações, construções de cadeias. Laboratório Cozinha Industrial: possui estrutura física com bancadas, forno semiindustrial, fogão, geladeira, defumador, moedor de carne e café onde são realizadas práticas de produção de derivados do leite, processamento de carnes e frutas. Laboratório de Física: estrutura de equipamentos para realização de práticas envolvendo mecânica, ótica, ondas, cinemática e elétrica, através de kits didáticos. Laboratório de Desenho Técnico: o laboratório possui 65 pranchetas a dois com régua paralela e um equipamento de multimídia fixo para desenvolvimento de aulas de perspectiva, planta baixa, cortes, vistas e fachadas. Laboratório de Informática: possui 30 computadores usados em dupla para aulas de AutoCAD na disciplina de desenho técnico, software de irrigação na disciplina de irrigação e outros softwares específicos nas áreas de nutrição, solos, produção agrícola e pecuária, dentre outros. 156 Laboratório de Hidráulica e Irrigação: possui peças de sistemas de irrigação e sistemas de hidráulica para experimentos e demonstrações. 3.3.7.2. Laboratórios didáticos especializados – serviços Os laboratórios atendem a seguinte demanda: Fazenda Experimental: são desenvolvidas atividades práticas das disciplinas de Botânica, Fitopatologia I e II, Solos, Zootecnia I, Grandes Culturas I e II, Mecânica e Mecanização Agrícola, Irrigação e Drenagem, Genética, Fruticultura, Silvicultura, Ecologia e Meio Ambiente, Paisagismo, Topografia e Estradas, Olericultura, Climatologia e Meteorologia. Laboratório de Solos: atende as atividades práticas das disciplinas de Solos I, II e III, Topografia e Estradas e Construções Rurais. Laboratório de Produção Vegetal: são executadas aulas práticas das disciplinas de Botânica I, Botânica II, Fisiologia Vegetal, Genética aplicada à Agronomia e Produção de Sementes. Laboratório de Práticas Agrícolas: são executadas aulas práticas das disciplinas de Entomologia I, Entomologia II, Fitopatologia I, Fitopatologia II e Microbiologia II. Laboratório Multidisciplinar I, II e III: atende aulas práticas de microbiologia, biologia, e química. Laboratório de Bioquímica: atende as aulas práticas de bioquímica. Laboratório Cozinha Industrial: atende as aulas práticas de Tecnologia de Alimentos. Laboratório de Física: atende as aulas práticas de Física. Laboratório de Desenho Técnico: atende as aulas práticas de Desenho Técnico. Laboratório de Hidráulica e Irrigação: atende as disciplinas de Hidráulica, Irrigação e Drenagem e Construções Rurais. 3.4. Requisitos Legais do Curso 3.4.1. Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN’s O currículo constante deste Projeto Pedagógico foi integralmente definido tomando por base as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Agronomia, RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 em todos os seus aspectos. O curso de Agronomia em sua organização curricular apresenta um conjunto de atividades de Ensino-Aprendizagem que em seu contexto, ao trabalhar os conteúdos conceituais e procedimentais do curso, o fazem evidenciar a formação de um profissional de Agronomia focando as habilidades e competências definidas no perfil do egresso. A postura ética e o respeito ao meio ambiente (conteúdos atitudinais) devem conduzir todo o processo de ensinoaprendizagem buscando uma formação teórica e prática consubstanciada numa visão crítica dos fenômenos ambientais e das razões da sustentabilidade. Isto se observa na postura dos docentes ao evidenciar os aspectos políticos, econômicos, 157 sociais, ambientais, culturais com visão ética e humanística em atendimento às demandas da sociedade. A apresentação de trabalhos, individuais ou coletivos, os seminários, as atividades de campo, as vistas técnicas, dentre outras atividades, colaboram para o debate, a análise, a reflexão, enfim, a construção do profissional crítico e reflexivo. O Estágio Supervisionado, além de permitir a verificação dos conteúdos conceituais trabalhados, permite também a aprendizagem dos conhecimentos práticos e a maneira como o futuro profissional se comporta na solução de problemas no setor agropecuário. No Trabalho de Conclusão de curso se observa a capacidade de pesquisa, de fundamentação científica, de visão crítica e social capaz de propor soluções, sempre dentro do princípio básico da sustentabilidade e do desenvolvimento econômico para preservação do meio ambiente. A distribuição das disciplinas está estruturada a partir de uma visão integrada que leva em consideração a interdisciplinaridade. Assim é possível estimular a absorção do conhecimento aplicado e a dinamicidade das técnicas gerenciais e tecnológicas de modo a desenvolver no aluno a cultura investigativa, metodológica e a postura proativa que lhe permita avançar rumo ao desconhecido. Os conteúdos curriculares são desenvolvidos com CHT de 3.600h, sendo 240h atividades complementares e 400h de estágio supervisionado. De acordo com Res. CNE/CES nº 1, 2/2/2006, agrupam-se nos Núcleos Conteúdos Básicos, Essenciais e Específicos. As unidades de estudo e sua distribuição na matriz se pautam pela relevância, atualização e coerência, favorecendo a correlação e sequência dos conteúdos para que estes se complementem sem lacunas e sobreposições, possibilitando a construção gradual e sólida da formação dos alunos. As AC são atividades enriquecedoras vinculadas aos objetivos do curso e ao seu perfil, possibilitando aprofundamento técnico e cultural e de natureza interdisciplinar. O estágio supervisionado é desenvolvido nos 7º, 8º, 9º e 10º períodos, colocando o aluno em contato com profissionais da área. É viabilizado por meio de convênios firmados. O TCC é trabalhado no 9º e 10º períodos e articula conhecimentos apropriados ao longo do curso, culminando com a defesa. As atividades de ensino-aprendizagem que compõem o currículo não existem de forma isolada, mas num processo de interação teórico-prático. Em relação ao tempo de integralização, considerando a Resolução CNE/CES No 2 (18/06/07) que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos curso, o curso de Agronomia da Faculdade atende na 158 íntegra a resolução, pois o curso possui 3.600 horas de carga horária total para um limite mínimo de integralização de 5 anos. A organização curricular proposta esta disposta nos três núcleos de Formação e orienta a construção do conhecimento garantindo as habilidades e competências definidas no perfil do egresso. A proposta curricular do curso de Agronomia da Faculdade, acordo com a Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, compreende três Núcleos de Conteúdos, quais sejam: a – Núcleo de Conteúdos Básicos; b – Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais e c – Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos. O Núcleo de Conteúdos Básicos compor-se-á das matérias que fornecem o embasamento teórico necessário para a formação geral do futuro profissional. O Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais compor-se-á das matérias destinadas à caracterização da identidade do profissional, integrando as sub-áreas de conhecimento que identificam atribuições, deveres e responsabilidades. O Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos deverá contribuir para o aperfeiçoamento da habilitação profissional dos graduandos. Sua inserção no currículo tem o objetivo de atender peculiaridades locais e regionais e, quando couber, caracterizar o projeto institucional com identidade própria. As disciplinas do curso de Agronomia foram dispostas e periodizadas em uma estrutura curricular, em que o conhecimento pode ser sistematizado e organizado de forma ágil, flexível reduzindo os limites entre o mundo do ensino e do trabalho, permitindo também sua construção gradativa. Esta estrutura contempla conteúdos obrigatórios e eletivos, o que possibilita a participação do aluno na definição dos seus estudos, respeitando desta forma o princípio da flexibilidade. A carga horária semestral foi dimensionada de forma a permitir que o aluno tenha tempo disponível para desenvolver as habilidades necessárias, consolidando as competências exigidas pela profissão, bem como aquelas, exigidas no exercício do papel de cidadão. As disciplinas foram também organizadas de modo a permitir a utilização de metodologias e práticas de ensino integradoras, de modo que o futuro profissional compreenda e apreenda desde o início do curso as relações entre as diversas áreas de conhecimentos e a sua aplicação na complexidade da prática profissional. Na execução do currículo, buscar-se-á desenvolver formas de interdisciplinaridade e associação de conteúdos em ordem crescente de complexidade, por meio do planejamento e execução de projetos integrados. I. Núcleo de Conteúdos Básicos: Atividades Complementares; Biologia Celular; Bioquímica Básica; Botânica I; Botânica II; Cálculo; Cálculo Aplicado a Agronomia; Desenho Técnico Aplicado; Ecologia e Meio Ambiente; Entomologia I; Estatística; Física Básica; Leitura e Interpretação de Textos; Metodologia Científica; Fundamentos Acadêmicos, Microbiologia; Química Geral; Química Orgânica; Estudos Filosóficos e Sociológicos; Estudos Antropológicos e Políticos; Empreendedorismo. II. Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais: Atividades Complementares; Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários; Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; Fertilidade do Solo 159 III. e Nutrição de Plantas; Manejo e Conservação do Solo e da Água; Construções Rurais; Economia Agrícola; Entomologia II; Fisiologia Vegetal; Fitopatologia I; Fitopatologia II; Fruticultura; Nutrição Animal; Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos; Genética Aplicada à Agronomia; Gestão Ambiental na Agricultura; Hidráulica, Irrigação e Drenagem; Introdução à Agronomia; Mecânica e Mecanização Agrícola; Melhoramento de Plantas; Climatologia e Agrometereologia; Microbiologia do Solo; Olericultura; Tecnologia e Produção de Sementes; Tecnologia de Alimentos; Topografia e Georreferenciamento; Zootecnia I; Grandes Culturas I; Práticas em Engenharia Agrícola; Zootecnia II; Grandes Culturas II; Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal; Forragicultura e Pastagem; Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I, Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II; Silvicultura e Sistemas Agroflorestais. Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos: Atividades Complementares; Estágio Supervisionado I; Estágio Supervisionado II; Estágio Supervisionado III; Estágio Supervisionado IV; Tópicos Especiais em Agronomia; Projeto de Trabalho e Conclusão de Curso; Trabalho de Conclusão de Curso; Práticas Integradoras em Agronomia. O Núcleo de Conteúdos Básicos trabalha com o aluno a absorção de conhecimento científico das áreas básicas da Agronomia, que é seguido das disciplinas do Núcleo de Conteúdo Profissional Essencial que repassa informações que vão agregar ao profissional habilidades para atuar na área da Agronomia e em seguida o Núcleo de Conteúdo Profissional Específico que trabalha com a comportamento atitudinal do profissional. Assim, o curso atende à RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 em todos os seus aspectos. a) A carga horária do curso é de 3.600h; b) LIBRAS está posicionada como disciplina optativa, como se pode ver na matriz curricular, no rol de disciplinas de Tópicos Especiais em Agronomia; c) O tempo mínimo de integralização é de 5 anos ou 10 períodos; d) Os objetivos e o perfil do egresso com suas habilidades e competências atendem ao disposto nas DCNs; e) Os três núcleos de conteúdos são atendidos nos termos da resolução; f) O curso é estruturado pelo regime seriado semestral; g) O Estágio Supervisionado é executado em 400 h, estando totalmente regulamentado e estruturado, previsto do 7º ao 10º período; h) As metodologias de Ensino e de Avaliação são adequadas às propostas do curso, trabalhando estratégias variadas de ensino e de avaliação. Os Planos de Ensino, disponibilizados aos alunos, contêm a Ementa, os Objetivos (habilidades e competências), os Conteúdos Programáticos, a forma de avaliação e a bibliografia básica e complementar. i) O TCC é componente obrigatório sendo feito sob orientação docente. 160 3.4.2. Diretrizes nacionais para a educação dos direitos humanos Educação em Direitos Humanos em atendimento à Resolução CNE/CP nº 1/2012. Os cursos da Faculdade Alis de Bom Despacho, vem executando ações em cumprimento a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, com instrumentos e processos que aplica para seu cumprimento a partir de uma perspectiva interdisciplinar e transversal: A temática é de forma relevante utilizada na elaboração do projeto do curso bem como respeitada na política de ensino, iniciação científica/extensão e de gestão, bem como nos processos de avaliação. Programa de Responsabilidade Social através de ações coordenadas promove debates que colocam em destaque os problemas e desafios dos direitos humanos na atualidade como forma de conscientizar a comunidade sobre os obstáculos a serem transpostos. 3.4.3. Proteção dos direitos das pessoas com transtorno do espectro autista A Faculdade Alis de Bom Despacho fará diversas práticas educacionais que favoreçam a adaptação dos indivíduos na vida social, diminuindo o sofrimento de suas famílias, e capacitação de profissionais especializados para atender esta comunidade e, assim, cumprir as exigências determinadas na Lei nº 12764/2012, referente aos direitos da Pessoa com transtorno do Espectro Autista ou qualquer outro tipo de deficiência. Ações, como: Equipe multidisciplinar para avaliar e desenvolver um programa de intervenção orientado a satisfazer as necessidades particulares a cada indivíduo, a orientação familiar, processos psicoeducacionais e a intervenção na comunicação; Aprimorar a formação de profissionais e estudantes das áreas de educação, saúde e social, que poderão ser envolvidos no atendimento de indivíduos com diagnóstico do espectro do autismo; Divulgar o conhecimento científico e práticas clínicas e educacionais que possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida de indivíduos com diagnóstico de TEA. 3.4.4. Titulação corpo docente Em acordo com o art. 66 da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, todo corpo docente do curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho, possuem pós-graduação stricto sensu e lato sensu. 3.4.5. Núcleo Docente Estruturante – NDE Em consonância com a Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010, o NDE – Núcleo Docente Estruturante do curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho, é constituído por professores do corpo docente do referido curso, tem como atribuições as determinações do artigo segundo da referida Resolução e sua composição atende ao artigo terceiro: 100% dos integrantes tem titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, 20% tem regime de trabalho integral. 161 3.4.6. Carga horária mínima, em horas – curso de bacharelado O Curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho atende à RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 e estabelece uma carga horária mínima de 3600 horas. 3.4.7. Tempo de integralização De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, o tempo mínimo para integralização do curso de Agronomia é de 5 anos, em atendimento a esta resolução o PPC do curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho apresenta um tempo mínimo de integralização de 5 anos e máximo de 7,5 anos. 3.4.8. Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida Faculdade Alis de Bom Despacho concebe a acessibilidade de forma ampla, contemplando a acessibilidade atitudinal, arquitetônica, metodológica, programática, instrumental, digital e nas comunicações. Seguem abaixo os procedimentos mais relevantes por categoria de deficiência. 3.4.8.1. Pessoas com Mobilidade Reduzida Portas e banheiros com espaço suficiente para permitir acesso de cadeira de rodas; Alocar a turma, que tenha aluno com deficiência física matriculado em andares inferiores sempre que possível; Arranjo do espaço da sala que possibilite uma boa circulação do aluno cadeirante; Eliminação de barreiras arquitetônicas para a circulação do aluno, permitindo acesso aos espaços de uso coletivo do campus, principalmente na biblioteca; Lavabos, bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas; Solicitar a um aluno que empreste os seus apontamentos para que o colega deficiente possa tirar cópia, caso haja mobilidade motora reduzida. 3.4.8.2. Para pessoas com Deficiência Visual (Cegueira) Combinar com o aluno a melhor forma de elaboração dos instrumentos de avaliação; Descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça; Disponibilizar, quando necessário, alunos leitores para cegos; Estar ciente de que é mais lenta a leitura e a escrita em Braille do que a escrita comum; Fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário; Indicar com precisão, o lugar exato usando termos como: à sua frente, em cima, etc., ao invés de “ali”, “aqui”; Ler em voz alta o que escrever na lousa para que o aluno cego possa acompanhar o raciocínio; 162 Promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades especiais; Solicitar a um aluno vidente que caminhe com o colega cego pela sala, fazendo-lhe notar as carteiras, mesa do professor, a lousa e outras referências, até que ele seja capaz de andar sozinho; Ter o cuidado de apresentar fitas de vídeos ou DVD/CD dublados; Ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor multimídia; Fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações. Permitir ao aluno cego gravar suas aulas. 3.4.8.3. Para pessoas com Deficiência Visual (Baixa Visão) Combinar com o aluno o melhor tamanho de letra a ser digitado nas questões das provas; Descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça; Escrever na lousa com letras maiores, com maior espaço entre palavras e linhas; Fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário; Fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações. Permitir ao aluno gravar suas aulas; Reservar um lugar na 1ª fila sem que tenha luz na frente; Ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor multimídia; 3.4.8.4. Para pessoas com Deficiências Auditivas (surdez ou baixa audição) Acompanhar os alunos portadores de deficiência auditiva nas dificuldades de aprendizagem através do NEI; Adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; Apresentar, sempre que possível fita de vídeos ou DVD/CD legendados, caso não seja possível, entregar um resumo escrito do conteúdo apresentado; Compreender a realidade vivenciada pelos alunos com necessidades especiais através da realização de entrevista de anamnese com os pais e atendimentos periódicos de caráter psicológico e educacional com os discentes para o delineamento de seu perfil; Escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria das provas, adiantamento das mesmas e trabalhos, até mesmo a ausência do professor; Estimular a multiplicação da capacitação em LIBRAS para os funcionários; Orientar periodicamente os professores das disciplinas cursadas pelos alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis 163 limitações. Repasse da legislação vigente e recomendações do MEC acerca de avaliações e trato com o aluno em sala de aula. Permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações; Promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades especiais; Providenciar a contratação de intérprete de LIBRAS; Utilizar profissionais que atuam como intérprete de LIBRAS em sala de aula para os alunos que tem pouca capacidade de leitura labial e necessitam de um suporte maior nas aulas e avaliações; Promover reuniões de planejamento e organização dos horários dos alunos com necessidades especiais na área de auditiva antes do início do semestre para organização dos horários das intérpretes de LIBRAS; Registrar na lousa a bibliografia pertinente à aula dada para que o aluno possa estudar em casa. 3.4.9. Língua Brasileira de Sinais – Libras No que tange a Língua Brasileira de Sinais – Libra, e nos termos do Dec. N° 5.626/2005, a mesma é oferecida como disciplina optativa no curso podendo ser creditada como atividade complementar. O regulamento das atividades complementares está institucionalizado, e encontrase nos anexos. 3.4.10. Informações acadêmicas O curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despach, atende aos requisitos da Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N° 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010). 3.4.11. Políticas de educação ambiental Política de Educação Ambiental: destinada a conscientização da comunidade interna e externa, bem como a capacitação de recursos humanos para atuação como multiplicadores nos processos de educação ambiental, conscientização e sustentabilidade ambiental. É desenvolvida na forma de projetos de educação ambiental que envolvem a participação de toda a comunidade, nos quais são ministrados cursos, realizados workshops e conduzidas campanhas constantes com vistas não só para a Educação Ambiental propriamente dita, mas na capacitação das pessoas para que busquem um futuro com maior sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. Disciplinas no âmbito de cada curso optativa: de forma contextualizada a temática da educação ambiental é inserida no ementário das disciplinas do curso, com o objetivo de educar e conscientizar o futuro profissional da importância de em sua vida futura ter respeito e reconhecimento pela necessidade de se preservar o meio ambiente em todos os ambientes da vida cotidiana. Na Agronomia, o tema é abordado em diversas disciplinas, como Ecologia e Meio Ambiente, Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos, Manejo e Conservação do Solo e da Água e Gestão Ambiental na Agricultura. 164 4. DOS ANEXOS 4.1. Anexo I – Regulamento do Estágio Supervisionado Regulamento do Estágio Supervisionado REGULAMENTO DE ESTÁGIO Art. 1o - Para os fins do disposto neste regulamento, consideram-se estágios as atividades programadas, orientadas e avaliadas que proporcionam ao aluno aprendizagem social, profissional ou cultural, através da sua participação em atividades de trabalho em seu meio, vinculadas à sua área de formação acadêmicoprofissional em Agronomia. Art. 2o – Os estágios classificam-se em: I - obrigatório; II – não-obrigatório. §1o – O estágio obrigatório constitui-se em componente curricular do curso , com carga horária total de 400h, sendo observado do 7ºp ao 10ºp. §2o – O estágio não-obrigatório constitui-se em atividades de formação acadêmicoprofissional do aluno, realizado por livre escolha do mesmo. Art. 3o – O estágio não-obrigatório, poderá ser registrado, para integralizacão curricular, como atividade acadêmica, observando a atualização na área de formação. Art. 4o – As atividades previstas no Art. 1o, para que sejam consideradas estágio, deverão atender aos seguintes requisitos: I – credenciamento do campo de estágio pela Faculdade; II – programa de atividades; III – documentos pertinentes (termo de convênio, termo de compromisso, seguro contra acidentes e outros), conforme consta do link Núcleo de Carreiras no site; IV – vinculação das atividades com o campo de formação profissional; V – vinculação a uma situação real de trabalho; VI – orientação local por profissional vinculado ao campo de estágio; VII – supervisão de estágio do Curso; VIII – avaliação. Art. 5o – Para a realização do estágio curricular obrigatório, os alunos deverão ter efetuado a matrícula em estágio obrigatório no período determinado pela mesma. Art. 6 o - O estagiário deverá desenvolver as atividades com senso crítico, fundamentado em conceitos teóricos próprios da área correspondente ao projeto em que está atuando. Art. 7 o - Compete ao estagiário: I – Obedecer à legislação de estágios vigente; 165 II – Escolher seu campo de estágio, dentre aqueles credenciados pelo Núcleo de Carreiras, com o auxílio do supervisor de estágio e/ou propor outro campo para credenciamento; III – Assinar o termo de compromisso, em conjunto com o Supervisor de estágio e a entidade onde irá desenvolver o estágio; IV – Elaborar e cumprir o plano de atividades, aprovado pelo Supervisor da Faculdade e/ou Supervisor da empresa; V – Aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando; VI – Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no Plano de Atividades; VII – Cumprir as cláusulas constantes no termo de compromisso; VIII – Ao término do estágio, elaborar e apresentar perante banca examinadora um relatório final. Art. 8o – Constituem campos de estágio as instituições de direito público e privado, a comunidade em geral e a própria Faculdade. Parágrafo Único – A Supervisão de Estágio, em conjunto com o Núcleo de Carreiras, devem formalizar os convênios, mantendo-os atualizados com os campos de estágio. Art. 9o - A avaliação do estágio deverá ser composta por: relatório simplificado, vídeo; entrevista com o orientador da faculdade, nota do supervisor de campo e nota do orientador da faculdade. Para aprovação do estágio o aluno deverá ter nota de no mínimo 60%. O aluno será considerado INAPTO caso não cumpra qualquer um dos quesitos acima. Art. 10o - O relatório terá como formato os seguintes itens: capa, folha de rosto, relatório das atividades desenvolvidas pelo estagiário, plano de atividades, avaliação do supervisor de campo, avaliação do orientador da faculdade e registro fotográfico. O modelo do relatório encontra-se no ANEXO I. O relatório deverá ser entregue no núcleo de carreiras até no máximo 10 dias corridos ao final do mesmo. Caso isso não aconteça, o aluno será imediatamente reprovado. Art. 11o - Para elaboração do vídeo, primeiramente o aluno irá assinar o TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM (ANEXO II) e pegar a assinatura também do Supervisor de Campo que deverá participar da gravação. O vídeo ser de aproximadamente 3 a 5 minutos onde o aluno irá relatar as atividades desenvolvidas no campo do estágio. Parágrafo único - A entrevista com o Orientador da faculdade acontecerá após o término do estágio. O aluno deverá procurar seu orientador no núcleo de carreiras onde irão discutir as atividades desenvolvidas durante o estágio. Neste momento o aluno entregará o vídeo que foi gravado para explicar o trabalho realizado. Caso o aluno autorize, o vídeo será postado em uma página do curso na internet de origem do mesmo. 166 Art 12 o - A avaliação dos estágios terá os seguintes pesos: a) Avaliação do supervisor de campo: Peso 15 b) Entrevista: Peso 30 c) Vídeo: Peso 25 c) Relatório: Peso 30 Parágrafo único - A data para entrega do relatório é 10 dias corridos após o término do estágio. A entrevista e entrega do vídeo também não poderá ultrapassar 10 dias corridos após o término do estágio Art. 13o - O supervisor de estágios é escolhido entre os professores do curso, devendo ser aprovado pelo Colegiado. Art. 14o - Cabe ao Supervisor de Estágio: I - realizar visitas periódicas à empresa, quando necessário; II - avaliar o aproveitamento do estagiário e III - sugerir meios para que o programa atinja seus objetivos. Art. 15o - Durante o período de estágio obrigatório, o estagiário ficará coberto, obrigatoriamente, por apólice de seguro, contra risco de acidentes pessoais, pela Faculdade, desde que cumpridas as disposições previstas no contrato de matrícula e termo de compromisso. Art. 16o - Os casos omissos serão resolvidos pelo Supervisor de Estágio e Coordenação do Curso, em articulação com o Colegiado do Curso. 167 ANEXO I – MODELO RELATÓRIO SIMPLIFICADO RELATÓRIO FINAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO O relatório final é o documento de caráter obrigatório que revela a experiência do aluno. Deverá conter a seguinte estrutura: capa, folha de rosto, plano de estágio, atividades desenvolvidas pelo estagiário, avaliação do supervisor de campo, avaliação do orientador da faculdade, o registro fotográfico e a ficha de avaliação final. 168 FACULDADE ALIS DE BOM DESPACHO Aluno: RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Relatório apresentado ao Curso de Agronomia como requisito parcial para aprovação no Estágio Supervisionado – ........................., do ..... período. Supervisão Acadêmica: (nome do supervisor de estágio faculdade) Supervisão de Campo: (nome e órgão de classe) Período: ...../..../.... a ...../..../..... Aluno: BOM DESPACHO 20__ 169 PLANO DE ATIVIDADES ESTAGIÁRIO: ______________________ Curso: __________ Período: ____º CONCEDENTE (Campo de Estágio): ____________________________________ Objetivos do Estágio: Áreas em que o ESTAGIÁRIO realizará o estágio: Atividades propostas para o ESTAGIÁRIO: Observações: _______________, ___ de __________ de 20__. ______________________________ ESTAGIÁRIO 170 FACULDADE ALIS DE BOM DESPACHO ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO NO CAMPO DE ESTÁGIO Data Horário Atividades desenvolvidas Total de horas da atividade Total de horas acumuladas Total de horas: _______ Assinatura do(a) Estagiário(a) ________________________________________________________________________ Carimbo e assinatura do (a) Supervisor(a) de Estágio (Empresa) 171 AVALIAÇÃO DO SUPERVISOR DE CAMPO DE ESTÁGIO Nome do(a) aluno(a): Nome do(a) Supervisor(a) de Campo: Nome da Empresa: Considerando os critérios abaixo, atribua nota de 01 a 10 para cada item. O valor encontrado definirá o conceito: Nº ITENS DE AVALIAÇÃO NOTA 01 Apresentação pessoal; 02 Assiduidade; 03 Pontualidade; 04 Cooperação; 05 Ética; 06 07 Relacionamento Interpessoal (com supervisor, colega de trabalho, clientes) Conhecimentos prévios necessários; 08 Iniciativa para resolver problemas; 09 Contribuições significativas para o campo de estágio; 10 Cumprimento do plano de estágio; TOTAL.................. Atribua nota/conceito ao estagiário, de acordo com a tabela abaixo: CONCEITO NOTA Excelente 90 a 100 Bom 70 a 89 Regular 60 a 69 Insuficiente Abaixo de 59 O (a) aluno(a) que receber a nota 60 ou mais será considerado(a) APTO. Atribuo a nota ___ (__________________) que equivale ao conceito _______ para o(a) estagiário(a). __________________, ___ de _________________ de 2015. _____________________________________ Assinatura do(a) Supervisor(a) de Campo (c/ carimbo) 172 AVALIAÇÃO DO ORIENTADOR DE ESTÁGIO - FACULDADE Nome do (a) aluno(a): Curso / período: Nome da Empresa: Nos critérios abaixo, atribua nota de 01 a 20 para cada item. O valor encontrado deverá ser multiplicado pelo peso do item. Nº ITENS DE AVALIAÇÃO NOTA 01 Capa e Folha de Rosto 02 03 04 Plano de Estágio e Atividades Desenvolvidas Avaliação do Supervisor de Campo Avaliação do Orientador da Faculdade e Ficha de Avaliação Final Registro Fotográfico TOTAL..................... 05 Transfira a nota para conceito ao (a) estagiário(a), de acordo com a tabela abaixo: CONCEITO NOTA Excelente 90 a 100 Bom 70 a 89 Regular 60 a 69 Insuficiente Abaixo de 59 O(a) aluno(a) que receber a nota 60 ou mais será considerado(a) APTO. Atribuo a nota______ (_________________________) que equivale conceito_________________________ ao _________________________, ___ de _________________ de 20…. _________________________________________________________________ Assinatura do(a) Supervisor(a) de Estágio - FACULDADE 173 RESULTADO FINAL No resultado final, as notas serão somadas e divididas por três. O conceito será APTO para nota a partir de 60 e NÃO APTO para nota inferior a 60. AVALIAÇÃO NOTA Supervisor (a) de Campo (Peso 20) Entrevista (Peso 25) Vídeo (Peso 25) Orientador (a) de Estágio - FACULDADE (Peso 30) TOTAL..... RESULTADO FINAL: Nota ______ ( ______________________) que equivale ao conceito ________________________________. _________________________, ___ de _________________ de 20…. _____________________________________________________________ Assinatura do(a) Supervisor(a) de Estágio - Faculdade 174 ANEXO II – AUTORIZAÇÃO DE USO DA IMAGEM TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM _____________________________________________ (nome), _______________ (nacionalidade), __________________(estado civil), _________________(profissão), portadora da Cédula de Identidade RG nº __________________, inscrita no CPF/MF sob nº_____________________, residente ___________________________________________, AUTORIZO o uso de minha imagem em todo e qualquer material entre fotos, documentos e outros meios de comunicação, para ser utilizada em redes sociais contemplando um dos quesitos de avaliação do estágio da Faculdade Alis de Bom Despacho e Faculdade de Educação de Bom Despacho, sejam essas destinadas à divulgação ao público em geral e/ou apenas para uso interno desta instituição, desde que não haja desvirtuamento da sua finalidade. A presente autorização é concedida a título gratuito, pelo período indeterminado, abrangendo o uso da imagem acima mencionada em todo território nacional e no exterior, em todas as suas modalidades. Por esta ser a expressão da minha vontade declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização em 02 (dias) vias de igual teor e forma. Bom Despacho, setembro de 2015. _____________________________________________________ Nome /CPF 175 4.2. Anexo II – Regulamento das Atividades Complementares Regulamento das atividades complementares Faculdade Alis De Bom Despacho Capítulo I - Das disposições preliminares Art. 1º - O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer normas para a realização das Atividades Complementares – AC, nos cursos de graduação da Faculdade Alis de Bom Despacho. Capítulo II - Da Definição E Classificação Das Atividades Complementares Art. 2º - As Atividades Complementares (AC) doravante assim denominadas, são componentes curriculares que enriquecem e complementam o perfil do acadêmico, e permitem o reconhecimento de habilidades e competências desenvolvidas durante o curso inclusive as extraclasses, conforme determinam as Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs – e estabelecem os projetos pedagógicos dos cursos de graduação. A Faculdade Alis de Bom Despacho observando estas orientações, e ociosa da necessidade de formar cidadãos adequados ao perfil profissional contemporâneo e cuja prática social e profissional efetivamente concorra para o desenvolvimento da região em que se insere, estrutura em sua matriz curricular a obrigatoriedade de execução das AC, sendo que, a quantidade de horas é determinada em cada matriz curricular do respectivo curso. Art. 3º - As AC proporcionam a melhoria do processo educativo ao privilegiar: I. A complementação da formação social e profissional do aluno; II. A flexibilização da formação do aluno; III. As atividades de disseminação de conhecimentos e de prestação de serviços; IV. As atividades de assistência acadêmica, e iniciação científica e tecnológica; V. O estímulo às práticas de estudos independentes, visando a uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; VI. A valorização dos conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar, inclusive daqueles que se referirem às experiências profissionalizantes julgadas relevantes para a área de formação considerada. Art. 4º - As Atividades Complementares são compostas de atividades relacionadas ao Ensino, iniciação científica e Extensão e à Cultura. Art. 5º - A integralização das AC é obrigatória para a colação de grau, no número de horas igual ou maior ao determinado em cada projeto pedagógico. Capítulo III - Da operacionalização 176 Art. 6º - O cumprimento das AC, conforme as escolhas feitas, é de inteira responsabilidade do aluno. Art. 7º - As AC serão desenvolvidas ao longo do currículo do curso, inclusive durante o período de férias escolares, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste Regulamento. § 1º - Somente serão consideradas AC aquelas atividades desenvolvidas após o início do Curso de Graduação e que estiverem relacionadas com a formação acadêmica do aluno, bem como promovam a sua formação geral. § 2º - As AC deverão ser cumpridas em horários distintos das demais atividades previstas no calendário acadêmico. § 3° - As AC poderão ser realizadas na própria Instituição ou fora, sendo necessária a diversificação das atividades, podendo ser: disciplinas de outros cursos, palestra; monitoria; ação social; estágio extracurricular; representação estudantil; organização de eventos; banca de defesa; grupos de estudo; seminário; workshop; minicurso; simpósio; feira; fórum; júri; publicação de artigos, resumo em anais; autor, coautor, visita técnica; encontros; capacitações; treinamentos; curso a distância, além de atividades artístico-culturais. § 4º - Para avaliação e validação das AC o aluno deverá preencher o formulário próprio, anexando comprovantes das atividades discriminadas, que forem realizadas. § 5º - Do prazo: o aluno deverá cumprir as AC ao longo de sua formação. § 6º - Cada curso tem CH específica na AC conforme PPC – Projeto Pedagógico do Curso. Capítulo IV - Do aproveitamento das AC Art. 8º - As AC cumpridas por alunos provenientes de transferência interna, externa, obtenção de novo título e alteração/equivalência de matriz podem ser consideradas para efeito de validação desde que possam ser comprovadas em histórico curricular e/ou documentos comprobatórios de participação. § 1º - As disciplinas cursadas em outra instituição/curso e que não forem aproveitadas para o fechamento de carga horária da matriz curricular em curso pelo aluno transferido, poderão ser consideradas para efeito de validação de AC anteriores ao ingresso na instituição/curso atual. § 2º - Os alunos que iniciaram seus respectivos Cursos de Graduação antes dessa Resolução ou os que tiveram alteração/equivalência de matriz serão enquadrados nas situações previstas no caput e § 1º deste artigo. Capítulo V - Das atribuições do coordenador de curso Art. 9º - Ao Coordenador de Curso compete: I. II. Fazer a divulgação e orientação geral dos alunos do curso quanto ao cumprimento da carga horária relativa às AC; Supervisionar as AC, no âmbito do próprio curso; 177 III. IV. V. Estabelecer um calendário para entrega das AC, respeitando a data limite de fechamento das atividades previstas no Calendário; Orientar os alunos quanto aos procedimentos para registro e realização das AC, tanto oferecidos pela IES quanto realizados fora da Instituição; Encaminhar à Secretaria as informações necessárias sobre o cumprimento das atividades complementares, para fins de registro acadêmico. Capítulo VI - Das obrigações dos alunos Art. 10º - Ao aluno compete: I. Informar-se acerca do Regulamento para Atividades Complementares e cumprir as determinações para o cumprimento do mesmo; II. Cumprir as atividades complementares ao longo de sua formação; III. Inscrever-se em Atividades Complementares (AC) oferecidas pela IES ou outras instituições para complementação da carga horária prevista para AC em curso e participar efetivamente das mesmas; IV. Providenciar a documentação que comprove a sua participação em AC; V. Registrar todos os comprovantes de AC no sistema, conforme prazos estabelecidos e Regulamento de AC; VI. Cumprir as normas estabelecidas no presente Regulamento e seus anexos; VII. Guardar consigo, em portfólio próprio, até a data de colação de grau, a documentação comprobatória das AC e apresentá-la sempre que solicitado. Capítulo VII - Das disposições finais Art. 11º - Os casos omissos neste Regulamento deverão ser resolvidos pelo Coordenador do Curso, e, se necessário, encaminhados à Direção da Faculdade. Art. 12º - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação e revoga as disposições em contrário. 4.3. Anexo III – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC Regulamento do trabalho de conclusão de curso REGULAMENTO DO TCC Dispõe sobre as regras para realização de Trabalho de Conclusão de Curso e dá outras providências. Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC do curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho rege-se pelas normas deste regulamento e, supletivamente, pelo Regimento Interno da faculdade. Art. 2º. O TCC é componente curricular obrigatório, só pode ser desenvolvido em equipes de três ou quatro pessoas e terá por conteúdo tema ligado diretamente à 178 Agronomia, a ser escolhido pelo aluno e aprovado pelo orientador e coordenação de TCC. Art. 3º. O programa de TCC é coordenado pela Coordenação do Curso, que pode delegar a função a qualquer docente da instituição, ainda que este não esteja exercendo a docência no momento. Art. 4º. O desenvolvimento do TCC acontecerá durante os dois últimos semestres do curso, sendo obrigatória a matricula nos componentes curriculares específicos. A aprovação do aluno neste componente curricular segue as regras estabelecidas neste regulamento. Art. 5º. O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ter minimamente a seguinte estrutura: I. Introdução; II. Objetivos; III. Justificativa; IV. Problema; V. Hipótese; VI. Revisão bibliográfica; VII. Metodologia; VIII. Discussão de resultados; e IX. Conclusão. Art. 6º. Ao iniciar o penúltimo semestre do curso, os grupos deverão em formulário próprio se apresentar à coordenação de TCC, assim como devem apresentar o tema que pretendem desenvolver e uma lista, em ordem preferencial, com o nome de três professores do curso que entendam serem os mais adequados à sua orientação. §1º. A coordenação avaliará a pertinência entre a área de concentração dos professores sugeridos e o tema sugerido e realizará o pedido de orientação aos professores, informando posteriormente a relação de grupos, temas e orientadores. §2º. Cada professor poderá orientar no máximo seis grupos de cada vez, salvo autorização do Colegiado do Curso. §3º. Caso os professores indicados não possam ou não queiram orientar o grupo, ou caso o aluno não apresente a tempo e forma a lista a que se refere o caput deste artigo, o coordenação de curso indicará outro professor para orientar o aluno, que não poderá ser recusado por ele. §4º. O professor que concordar com a orientação, deverá lançar o seu “aceite” em formulário próprio, juntamente com a ciência do grupo a ser orientado, a ser arquivado na Coordenação do TCC. §5º. Toda a orientação deverá ser registrada em formulário próprio, fornecido pela Coordenação de TCC, devendo ser registrado todas as orientações ou mesmo ausências e ocorrências. A cada 15 dias o orientador deverá apresentar o formulário de orientação atualizado, ao final deverá constar no mínimo cinco momentos de orientação, ausência ou ocorrência, assinados pelos alunos e professor. Art. 7º. Em TCC, os grupos deverão cumprir o Cronograma de Atividades a ser elaborado e divulgado pela Coordenação de TCC no início de cada semestre letivo. 179 Art. 8º. A aprovação em TCC se dá por conceito – APTO ou INAPTO, observando as regras deste Regulamento. Art. 9º. As bancas examinadoras serão compostas por pelo menos dois membros, e ocorrerão em datas, horários e locais a serem designados pela Coordenação de TCC. §1º. O grupo disporá de 15 (quinze) minutos para apresentar seu trabalho à banca. §2º. Ao final da apresentação do grupo, cada membro da banca disporá de 5 (cinco) minutos para manifestação, podendo elaborar perguntas direcionadas à um integrante especifico da equipe, indicar alterações, fazer observações. §3º. Havendo manifestação de membro da banca, o aluno disporá de outros 5 (cinco) minutos para respostas e ponderações. §4º. Ao final da sessão, os membros da banca elaborarão ata única referente a todas as apresentações, constando a nota final de cada aluno, que deve ser entregue à Coordenação de TCC para futura divulgação, bem como eventuais observações. §6º. A banca é soberana em suas análises e decisões, não cabendo recurso de suas conclusões. Art. 10 º. O aluno que for considerado INAPTO em TCC terá que fazer novamente o componente curricular, não se aplicando a ele as regras gerais do regimento interno quanto a exame suplementar. §1º. Este componente curricular não pode ser feito por outro sistema como, por exemplo, PROED ou turma especial. §2º. Em caso de reprovação, o aluno deverá elaborar e apresentar à coordenação do TCC um novo projeto de TCC, com a indicação de professores, para que se proceda da forma prevista no artigo 6º. Art. 11º. A constatação de que tenha havido cópia, literal ou não, sem a citação da fonte, em qualquer momento implica em reprovação automática na disciplina, inclusive com a reversão de eventual conceito “apto” que já tenha sido registrado para “inapto”. São exemplos dos casos a que se refere este artigo, independentemente de má-fé por parte de quem quer que seja: § 1º utilizar-se de ideias ou palavras de outro autor, contínuas ou não, no trabalho, sem fazer os créditos no corpo do texto e a respectiva referência bibliográfica ao fim do trabalho. A referência bibliográfica não exclui, por si só, a ocorrência da situação. É imprescindível a menção do crédito no corpo do texto; § 2º utilizar-se de transcrição literal de ideias ou palavras de outro autor, ipsis litteris, em linhas, contínuas ou não, no trabalho monográfico, sem utilizar as aspas ou recuo de texto mesmo quando dá crédito ao autor; § 3º adquirir o trabalho pronto, no todo ou em parte, de forma onerosa ou gratuita, de outro autor e subscrevê-lo como de sua autoria. Art. 13. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do TCC. 180 4.4. Anexo IV – Regulamento da Monitoria Faculdade Alis De Bom Despacho Regulamento Monitoria Art. 1º - O serviço de monitoria segue as orientações legais previstas na Lei de Diretrizes e Bases, nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, em seu Art. 84 e normas internas da Instituição. Art. 2º - Os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação poderão ser aproveitados em tarefas de ensino, extensão e pesquisa, exercendo funções de monitoria de acordo com seu rendimento e seu plano de estudos. Parágrafo Único – São atividades típicas de monitoria: I. II. III. IV. V. VI. VII. Auxiliar em tarefas de ensino, extensão e pesquisa, na preparação de atividades pedagógicas compatíveis com seu grau de conhecimento; Auxiliar em tarefas de trabalhos práticos e experimentais, bem como confecção de material didático e pesquisas bibliográficas; Realizar tarefas em salas de aula, laboratórios e outros, sob a supervisão de um orientador; Facilitar o relacionamento entre alunos e professores na execução das tarefas propostas; Estabelecer contatos com os diversos setores da Instituição para o cumprimento de suas atividades; Participar de trabalhos de planejamento e execução, visando o cumprimento de metas institucionais; Outras atividades relacionadas. Art. 3º - O serviço de monitoria é uma atividade remunerada por bolsa de estudo e será desenvolvido, em horário a ser definido pelo coordenador do curso e aprovado pela Diretoria, não gerando qualquer vínculo empregatício. §1º - O valor da bolsa será equivalente a 20 % (vinte por cento) da mensalidade do aluno. § 2º - Em casos especiais, em razão da complexidade do trabalho realizado e se aprovado pela Diretoria, de acordo com a dotação orçamentária do curso, a bolsa de estudos poderá ter valor diferenciado. Art. 4 º - A carga horária do serviço de monitoria será de 20 (vinte) horas semanais. Art. 5 º - A duração do contrato de serviços de monitoria será pelo prazo de 1 (um ) ano, podendo ser renovada por mais um ano, de acordo com os critérios de avaliação do trabalho do monitor. 181 Art. 6º - A permanência no serviço de monitoria ficará condicionada ao desempenho das funções pelo aluno, assiduidade e pontualidade. Art. 7º - O controle de frequência do monitor será feito na Secretaria através de registro de ponto manual. Art. 8º - Ao final de cada semestre da monitoria o aluno deverá apresentar relatório das atividades desempenhadas para o coordenador. Art. 9º - Encerrado o período de monitoria, se cumpridas as exigências da função, o aluno receberá certificado de exercício de função, que poderá ser utilizado para fins de cumprimento das atividades complementares, devendo o serviço de monitoria constar de seus registros acadêmicos. Art. 10º - A concessão para vaga de monitores deverá ser através de seleção prevista em Edital, amplamente divulgado, no qual deverão constar todos os dados pertinentes à monitoria: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. Disciplina ou área em que o aluno irá atuar, com a descrição das atividades a serem realizadas; Data, horário e local da seleção; Critérios de avaliação e pré-requisitos como ter cursado disciplinas relacionadas à função com aproveitamento escolar positivo; Número de vagas; Valor da bolsa; Duração do contrato; Período e local de inscrição; Carga horária, com fixação de horário a ser estabelecido pelo coordenador; Data e assinatura do Diretor. Art. 11º - Para se inscrever no serviço de monitoria os alunos interessados deverão estar em dia com todas as suas obrigações com a Instituição. Art. 12º - Em caso de desistência ou afastamento do monitor selecionado, deverá ser convocado o segundo lugar aprovado na respectiva seleção e não havendo mais candidatos selecionados, deverá ser feito novo edital. Art. 13º - Os casos omissos neste Regulamento deverão ser encaminhados ao Coordenador de Curso e ou Projeto responsável pelo serviço de monitoria. Art. 14º - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pela Direção da Instituição. 182 4.5. Anexo V – Regulamento do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI Para atender a legislação vigente a Faculdade Alis de Bom Despacho, está implantando, dentre os seus diversos setores, o Núcleo de Educação Inclusiva– NEI o qual prestará o atendimento educacional especializado (AEE) e compreende a educação especial de forma transversal em todos os níveis e modalidades de ensino, bem como atende aos requisitos legais contribuindo com a inclusão dos alunos caracterizados como público da Educação Especial. Considerando o ensino superior abaixo, verificamos o fluxo matrículas de alunos portadores de necessidades especiais nos cursos de graduação Presenciais e a Distância, por tipo de necessidade especial, de acordo com o Censo da Educação Superior de 2013, conforme tabela abaixo: Deficiência Cegueira Baixa Visão Surdez Deficiência Auditiva Deficiência Física Surdocegueira Deficiência Múltipla Deficiência Intelectual Autismo Infantil Sindrome de Asperger Sindrome de Rett Transtorno Desintegrativo da Infância Superdotação Fonte: Censo Educação Superior 2013 Número 3.943 6.955 1.488 7.037 7.850 151 393 566 118 57 24 68 1.087 De acordo ainda com o Censo da Educação Superior de 2013, as matrículas de pessoas com deficiência aumentaram quase 50% nos últimos quatro anos, sendo a maioria em cursos de graduação presenciais. Em 2013 eram quase 30 mil alunos, enquanto em 2010 eram pouco mais de 19 mil. Pensando na igualdade entre as pessoas, a Faculdade Alis de Bom Despacho, assume que as diferenças humanas são normais e que, como consequência desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em vez do educando adaptar-se ao processo de aprendizagem. Uma pedagogia centrada no educando atende aos objetivos institucionais e às diferenças do educando, beneficiando a sociedade como um todo. 183 A experiência tem demonstrado que tal pedagogia pode consideravelmente reduzir a taxa de desistência e repetência e ao mesmo tempo garantir índices médios mais altos de rendimento escolar. Uma pedagogia que tenha como foco o educando pode impedir o desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão frequentemente presente nos programas de educação de baixa qualidade, calcada na mentalidade educacional baseada na ideia de que “um tamanho serve a todos”. A inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao pleno exercício da cidadania. Dentro do campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento de estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades. A educação inclusiva proporciona um ambiente favorável à aquisição de igualdade de oportunidades e participação total dos portadores de necessidades especiais no processo de aprendizagem. O sucesso delas requer um esforço claro, não somente por parte dos professores e dos profissionais da educação, mas também por parte dos colegas, pais, famílias e voluntários. A Faculdade Alis de Bom Despacho, em atendimento ao Decreto nº 5.296/2004, apresenta os procedimentos gerais e permanentes na de acessibilidade para portadores de necessidades especiais: Rampas com corrimãos que permitem o acesso do estudante com deficiência física aos espaços de uso coletivo da Faculdade, Rampas com corrimãos que permitem o acesso do estudante com deficiência física a todas as salas de aula/ laboratórios da Faculdade, Vagas em estacionamentos nas proximidades da Faculdade e em estacionamento próprio, a ser construído, Banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; Barras de apoio nas paredes dos banheiros, lavabos e bebedouros instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; Recursos informatizados (equipamentos e softwares); A Faculdade Alis de Bom Despacho, entende que a necessidade de assegurar aos portadores de deficiência física e sensorial, condições básicas de acesso ao ensino superior, de mobilidade e de utilização de equipamentos e instalações, é de extrema importância para o pleno desenvolvimento da região e do país. Sendo assim, suas instalações têm condições de acesso com inclinações adequadas e espaço suficiente, sinalização de segurança, instalações sanitárias com portas adaptadas, barra de apoio nas paredes, instalação de lavabos, bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas, sem barreiras arquitetônicas para circulação do estudante permitindo o acesso aos espaços de uso coletivo e reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades da Faculdade Alis de Bom Despacho, de acordo com o disposto na Portaria Ministerial nº 3.284, de 7 de novembro de 2003. 184 Preocupada em adaptar-se ás normas e princípios que garantam os direitos do aluno com necessidades educacionais especiais e, sobretudo, em estabelecer uma política institucional, a Faculdade Alis de Bom Despacho, desenvolve uma série de ações para manter a qualidade de ensino para todos os seus alunos e, especificamente, assegurar ao aluno com deficiência as condições necessárias para o seu pleno aprendizado. Considerando as últimas Políticas Nacionais voltadas para o atendimento ao acadêmico com necessidades especiais e principalmente a partir da leitura do documento “Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior”, percebeu-se a necessidade criação do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI, que terá como foco o atendimento à Educação Inclusiva. O Núcleo de Acessibilidade na Faculdade Alis de Bom Despacho, deverá prestar o atendimento educacional especializado (AEE) e compreender a educação especial de forma transversal em todos os níveis e modalidades de ensino. Para tanto, no ensino superior faz-se necessário atender a legislação que trata especificamente da acessibilidade neste nível, conforme tabela a seguir: Dispositivos legais e normativos Constituição Federal/88, arts. 205, 206 e 208. Teor dos dispositivos Legais e normativos Assegura o direito de todos à educação (art. 205), tendo como princípio do ensino a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola (art. 206, I) e garantindo acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um (art. 208, V). LDB 9.394/96, cap. IV. Institui o processo de avaliação das instituições de educação superior, assim como do rendimento escolar dos alunos do ensino básico e superior. Aviso Circular nº 277/96. Apresenta sugestões voltadas para o processo seletivo para ingresso, recomendando que a instituição possibilite a flexibilização dos serviços educacionais e da infraestrutura, bem como a capacitação de recursos humanos, de modo a permitir a permanência, com sucesso, de estudantes com deficiência nos cursos. Decreto nº 3.956/01. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Lei nº 10.436/02. Reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão e outros recursos de expressão a ela associados. Portaria nº 2.678/02. Aprova diretrizes e normas para o uso, o ensino, a Mecânica e a difusão do sistema Braille em todas as modalidades de ensino, compreendendo o 185 Dispositivos legais e normativos ABNT NBR 9.050/04. Decreto nº 5.296/04. Decreto nº 5.626/05. Programa Acessibilidade ao Ensino Superior. Incluir/2005 Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006) Plano de Desenvolvimento da Educação Teor dos dispositivos Legais e normativos projeto da Grafia Braille para a Língua Portuguesa e a recomendação para o seu uso em todo o território nacional. Dispõe sobre a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Regulamenta as Leis 10.048/2000 e 10.098/2000, estabelecendo normas gerais e critérios básicos para o atendimento prioritário a acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Em seu artigo 24 determina que os estabelecimentos de ensino de qualquer nível, etapa ou modalidade, públicos e privados, proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes ou compartimentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, inclusive salas de aula, bibliotecas, auditórios, ginásios, instalações desportivas, laboratórios, áreas de lazer e sanitários. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que dispõe sobre o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e estabelece que os sistemas educacionais devem garantir, obrigatoriamente, o ensino de LIBRAS em todos os cursos de formação de professores e de fonoaudiologia e, optativamente, nos demais cursos de educação superior. Determina a estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior, que visam eliminar barreiras físicas, de comunicação e de informação que restringem a participação e o desenvolvimento acadêmico e social de estudantes com deficiência. Assegura o acesso a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis. Define pessoas com deficiência como aquelas que têm impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas. O Governo Federal, por meio do MEC, lançou em 2007 o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) com o objetivo de melhorar substancialmente a educação oferecida pelas escolas brasileiras. Reafirmado pela Agenda Social, o Plano propõe ações nos seguintes eixos, entre outros: formação de professores para a educação 186 Dispositivos legais e normativos Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008) Decreto nº 6.949/09 Decreto nº 7.234/10 Conferências Nacionais de Educação – CONEB/2008 e CONAE/2010 Decreto nº 7.611/11 Teor dos dispositivos Legais e normativos especial, acesso e permanência das pessoas com deficiência na educação superior. Define a Educação Especial como modalidade transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, tendo como função disponibilizar recursos e serviços de acessibilidade e o atendimento educacional especializado, complementar a formação dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Ratifica, como Emenda Constitucional, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), que assegura o acesso a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis. Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES. O Programa tem como finalidade a ampliação das condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal e, em seu Art. 2º, expressa os seguintes objetivos: “democratizar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal; minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais na permanência e conclusão da educação superior; reduzir as taxas de retenção e evasão; e contribuir para a promoção da inclusão social pela educação”. Ainda, no art. 3o § 1o consta que as ações de assistência estudantil do PNAES deverão ser desenvolvidas em diferentes áreas, entre elas: “acesso, participação e aprendizagem de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação”. Referendaram a implementação de uma política de educação inclusiva, o pleno acesso dos estudantes público alvo da educação especial no ensino regular, a formação de profissionais da educação para a inclusão, o fortalecimento da oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e a implantação de salas de recursos multifuncionais, garantindo a transformação dos sistemas. Dispõe sobre o AEE, que prevê, no art. 5º § 2º a estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior, com o 187 Dispositivos legais e normativos Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos – Parecer CNE/CP 8/2012 Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Teor dos dispositivos Legais e normativos objetivo de eliminar barreiras físicas, de comunicação e de informação que restringem a participação e o desenvolvimento acadêmico e social de estudantes com deficiência. Recomenda a transversalidade curricular das temáticas relativas aos direitos humanos. O Documento define como “princípios da educação em direitos”: a dignidade humana, a igualdade de direitos, o reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades, a laicidade do Estado, a democracia na educação, a transversalidade, vivência e globalidade, e a sustentabilidade socioambiental. Objetiva servir de subsídio para a ação dos avaliadores acerca de questões pertinentes à inclusão e à acessibilidade em seus diferentes níveis, de estudantes com necessidades de atendimento diferenciado. Fonte: Brasil (2013, p. 08-11). Os Dispositivos Legais e Normativos convergem com a necessidade da implantação de um Núcleo de Educação Inclusiva responsável por ações e registros referentes às questões de inclusão na Faculdade Alis de Bom Despacho. A partir deste contexto, surge a necessidade de criação de um Núcleo de Educação Inclusiva (NEI), a fim de atender aos requisitos legais contribuindo com a inclusão dos alunos caracterizados como público da Educação Especial. O Núcleo de Educação Inclusiva (NEI), responsável pelas ações de inclusão, tem como objetivo garantir a acessibilidade a todos os acadêmicos público da educação especial, respeitando seu direito de matrícula e permanência com sucesso no Ensino Superior. Desta forma, planeja, encaminha, acompanha e organiza o atendimento educacional especializado (AEE), através da adaptação de materiais e formação continuada para os atores pedagógicos envolvidos com o processo de ensino e de aprendizagem. A formação continuada relativa à educação inclusiva ocorre semestralmente e extraordinariamente, nos casos em que houver necessidade. Conforme a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), na Educação Superior, a educação especial, vista sob o princípio da transversalidade, efetiva-se por meio de ações que promovam o acesso, a permanência e a participação dos estudantes. Caracterizado como público da 188 educação especial, neste grupo incluem-se os alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. REGULAMENTO Art. 1º - O NÚCLEO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA, vinculado a Diretoria Geral, será gerenciado por uma equipe multidisciplinar e tem como proposta de estrutura: Coordenação do Núcleo. Representante da Coordenação de curso Representante da CPA. Representante dos Intérpretes Educacionais. Representante dos discentes. Art. 2º - Os representantes são indicados e nomeados pela Diretoria da Instituição permanecem neste núcleo enquanto ocuparem o respectivo cargo na Faculdade Alis de Bom Despacho. Art. 3º - O presente regulamento entrará em vigor a partir de sua aprovação pelo Comitê de Gestão da Faculdade Alis de Bom Despacho. 189