Projeto
Pedagógico
do Curso de
Agronomia
Sumário
1. DA MANTENEDORA ....................................................................................................................... 9
2. DA INSTITUIÇÃO ............................................................................................................................. 9
2.1. Missão, Visão e Valores .......................................................................................................10
2.1.1. Missão ...............................................................................................................................10
2.1.2. Visão ..................................................................................................................................10
2.1.3. Valores ..............................................................................................................................10
2.2. Contextualização ...................................................................................................................10
2.2.1. Inserção regional ..........................................................................................................12
2.3. Responsabilidade social .....................................................................................................14
2.3.1. Educação Inclusiva.......................................................................................................14
2.3.2. Educação das Relações Étnico-Raciais .................................................................15
2.3.3. Políticas de Educação Ambiental............................................................................16
2.3.4. Direitos Humanos.........................................................................................................16
3. DO CURSO.........................................................................................................................................19
3.1. Organização Didático-Pedagógica .............................................................................19
3.1.1. A interdisciplinaridade...............................................................................................21
3.1.2. A Transversalidade .....................................................................................................22
3.1.3. Justificativa de oferta do curso ................................................................................23
3.1.4. Políticas institucionais no âmbito do curso .......................................................28
3.1.5. Concepção do curso .....................................................................................................30
3.1.6. Objetivos do curso........................................................................................................32
3.1.7. Perfil profissional do egresso ..................................................................................40
3.1.7.1. Estrutura Curricular .............................................................................................45
Disciplina: Bioquímica Básica ..................................................................................................51
Disciplina: Botânica I ...................................................................................................................52
Disciplina: Fundamentos Acadêmicos ..................................................................................52
Disciplina: Introdução à Agronomia ......................................................................................53
Disciplina: Leitura e Interpretação de Textos ....................................................................53
2º PERÍODO .....................................................................................................................................54
Disciplina: Botânica II..................................................................................................................54
Disciplina: Cálculo.........................................................................................................................55
Disciplina: Ecologia e Meio Ambiente ...................................................................................55
Disciplina: Física Básica ..............................................................................................................56
Disciplina: Genética Aplicada à Agronomia ........................................................................57
Disciplina: Metodologia Científica ..........................................................................................57
Disciplina: Microbiologia ...........................................................................................................58
3º PERÍODO .....................................................................................................................................59
Disciplina: Cálculo Aplicado à Agronomia ...........................................................................59
Disciplina: Climatologia e Agrometereologia .....................................................................60
Disciplina: Desenho Técnico Aplicado ..................................................................................60
Disciplina: Fisiologia Vegetal ....................................................................................................61
Disciplina: Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos ........................62
Disciplina: Química Geral ...........................................................................................................62
4º PERÍODO .....................................................................................................................................64
Disciplina: Estatística ..................................................................................................................64
Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas .....................................................64
Disciplina: Mecânica e Mecanização Agrícola ....................................................................65
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole. .......................................65
Disciplina: Microbiologia do Solo ...........................................................................................65
Disciplina: Química Orgânica....................................................................................................66
Disciplina: Zootecnia I .................................................................................................................67
5º PERÍODO .....................................................................................................................................67
Disciplina: Estudos Filosóficos e Sociológicos ...................................................................67
Disciplina: Manejo e Conservação do Solo e da Água......................................................68
Disciplina: Nutrição Animal ......................................................................................................69
Disciplina: Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos ..............................................70
Disciplina: Tecnologia e Produção de Sementes ...............................................................70
Disciplina: Topografia e Georreferenciamento .................................................................71
6º PERÍODO .....................................................................................................................................72
Disciplina: Entomologia I ...........................................................................................................72
Disciplina: Estudos Antropológicos e Políticos .................................................................73
Disciplina: Fitopatologia I ..........................................................................................................73
Disciplina: Práticas em Engenharia Agrícola......................................................................75
Disciplina: Zootecnia II ...............................................................................................................76
7º PERÍODO .....................................................................................................................................76
Disciplina: Economia Agrícola .................................................................................................76
Disciplina: Entomologia II..........................................................................................................77
Disciplina: Estágio Supervisionado I .....................................................................................78
Disciplina: Fitopatologia II ........................................................................................................78
Disciplina: Grandes Culturas II ................................................................................................79
Disciplina: Melhoramento de Plantas ...................................................................................80
Disciplina: Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal ................................................80
8º PERÍODO .....................................................................................................................................81
Disciplina: Estágio Supervisionado II ....................................................................................81
Disciplina: Fruticultura ...............................................................................................................82
Disciplina: Hidráulica, Irrigação e Drenagem ....................................................................82
Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I .............................................83
Disciplina: Tecnologia de Alimentos .....................................................................................84
9º PERÍODO .....................................................................................................................................84
Disciplina: Construções Rurais ................................................................................................84
Disciplina: Estágio Supervisionado III ..................................................................................85
Disciplina: Forragicultura e Pastagem ..................................................................................85
PIRES, Wagner. Manual de pastagem: formação, manejo e recuperação. Viçosa,
MG: Aprenda Fácil .........................................................................................................................86
Disciplina: Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários .....................................86
Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II ...........................................87
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso .......................................................................88
10º PERÍODO ..................................................................................................................................88
Disciplina: Estágio Supervisionado IV ..................................................................................88
Disciplina: Gestão Ambiental na Agricultura .....................................................................89
3.1.8. Metodologia ....................................................................................................................96
3.1.9. Estágio Curricular Supervisionado ........................................................................98
3.1.10. Atividades Complementares .............................................................................. 105
3.1.11. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC .......................................................... 106
3.1.12. Apoio ao discente .................................................................................................... 107
3.1.12.1. Acesso e seleção ................................................................................ 107
3.1.12.2. Programas de apoio pedagógico e financeiro .................................... 109
3.1.12.3. Monitoria ........................................................................................... 111
3.1.12.4. Estímulos à permanência ................................................................... 112
3.1.12.5. Apoio para atividades acadêmicas, técnicas, culturais e mecanismos de
divulgação da produção discente ...................................................................... 112
3.1.12.6. Organização estudantil ...................................................................... 113
3.1.12.7. Acompanhamento de egressos........................................................... 113
3.1.12.8. Ouvidoria ........................................................................................... 113
3.1.12.9. Coordenação do curso ....................................................................... 114
3.1.12.10. Secretaria ......................................................................................... 114
3.1.13. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso ........................ 115
3.1.14. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso................................................... 117
3.1.15. Tecnologias de Informação e comunicação – TIC’s ................................... 118
3.1.16. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino e aprendizagem
...................................................................................................................................................... 118
3.1.17. Número de vagas..................................................................................................... 120
3.2. Corpo Docente..................................................................................................................... 120
3.2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE .......................................... 120
3.2.2. Atuação do(a) Coordenador(a) ............................................................................ 121
3.2.3. Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica
do(a) Coordenador(a) ......................................................................................................... 122
3.2.4. Regime de trabalho do(a) Coordenador(a) do curso .................................. 123
3.2.5. Titulação do corpo docente do curso................................................................. 123
3.2.6. Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores ............. 124
3.2.7. Regime de trabalho do corpo docente do curso ............................................ 124
3.2.8. Experiência profissional do corpo docente ..................................................... 124
3.2.9. Experiência de magistério superior do corpo docente ............................... 125
3.2.10. Funcionamento do colegiado do curso ........................................................... 126
3.2.11. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica .............................. 127
3.3. Infraestrutura ...................................................................................................................... 128
3.3.1. Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI ................. 128
3.3.2. Espaços de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
...................................................................................................................................................... 128
3.3.3. Sala de professores ................................................................................................... 128
3.3.4. Salas de aula ................................................................................................................ 129
3.3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática ..................................... 129
3.3.6. Biblioteca ...................................................................................................................... 129
3.3.6.1. Bibliografia complementar .................................................................. 129
3.3.6.2. Periódicos especializados .................................................................... 129
3.3.7. Laboratórios didáticos especializados .............................................................. 130
3.3.7.1. Laboratórios didáticos especializados – qualidade.............................. 155
3.3.7.2. Laboratórios didáticos especializados – serviços ................................ 157
3.4. Requisitos Legais do Curso ............................................................................................ 157
3.4.1. Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN’s ...................................................... 157
3.4.2. Diretrizes nacionais para a educação dos direitos humanos ................... 161
3.4.3. Proteção dos direitos das pessoas com transtorno do espectro autista
...................................................................................................................................................... 161
3.4.4. Titulação corpo docente ......................................................................................... 161
3.4.5. Núcleo Docente Estruturante – NDE .................................................................. 161
3.4.6. Carga horária mínima, em horas – curso de bacharelado ......................... 162
3.4.7. Tempo de integralização ........................................................................................ 162
3.4.8. Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade
reduzida .................................................................................................................................... 162
3.4.8.1. Pessoas com Mobilidade Reduzida ..................................................... 162
3.4.8.2. Para pessoas com Deficiência Visual (Cegueira) ................................ 162
3.4.8.3. Para pessoas com Deficiência Visual (Baixa Visão) ........................... 163
3.4.8.4. Para pessoas com Deficiências Auditivas (surdez ou baixa audição) . 163
3.4.9. Língua Brasileira de Sinais – Libras ................................................................... 164
3.4.10. Informações acadêmicas ...................................................................................... 164
3.4.11. Políticas de educação ambiental ....................................................................... 164
4. DOS ANEXOS ................................................................................................................................ 165
4.1. Anexo I – Regulamento do Estágio Supervisionado ............................................. 165
AVALIAÇÃO DO SUPERVISOR DE CAMPO DE ESTÁGIO ............................................. 172
AVALIAÇÃO DO ORIENTADOR DE ESTÁGIO - FACULDADE ..................................... 173
4.2. Anexo II – Regulamento das Atividades Complementares ................................ 176
4.3. Anexo III – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ............ 178
4.4. Anexo IV – Regulamento da Monitoria ...................................................................... 181
4.5. Anexo V – Regulamento do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI ................... 183
1. DA MANTENEDORA
Mantenedora: Instituto FACEB Educação
CNPJ: 03.099.921/0001-41
Endereço: BR 262, Km 480, Zona Rural, Bom Despacho/MG, Caixa Postal 160. CEP:
35.600-000
Natureza Jurídica: Privada sem fins lucrativos
Mantida: Faculdade Alis de Bom Despacho
Telefone: (37) 3521-9550
Fax: (37) 3521-9595
e-mail: [email protected]
site: www.faculdadealis.com.br/bomdespacho
O Instituto FACEB Educação é o mantenedor da Faculdade Alis de Bom Despacho,
sendo entidade sem fins lucrativos, de direito privado, com sede e foro na cidade
de Bom Despacho, à BR 262, Km 480, Estado de Minas Gerais. Registrada sob n.º
493, livro A - 15, página 132 – AV n.º 16 no Ofício Reg. Tit. e Doc. e Civil de Pessoas
Jurídicas de Bom Despacho, MG.
2. DA INSTITUIÇÃO
Mantida: Faculdade Alis de Bom Despacho
Credenciada pelo Decreto nº 41.808 de 2001, a Faculdade Presidente Antônio
Carlos de Bom Despacho, obteve transferência de mantença para o Instituto FACEB
Educação, conforme Portaria MEC nº 716 de 2014. Em 27/10/2015, foi publicada
a portaria de alteração de denominação da Instituição para Faculdade Alis de Bom
Despacho, através da Portaria MEC nº 805, de 26/10/2015.
A Faculdade Alis de Bom Despacho teve a seguinte origem: criada inicialmente
como Faculdade, passou depois a constituir o Campus VII da Universidade
Presidente Antônio Carlos, instituição multicampi vinculada ao sistema estadual de
ensino.
Em setembro de 2008, por força de decisão do Supremo Tribunal Federal que
declarou inconstitucionais alguns artigos da Constituição do estado de Minas
Gerais, todas as IES’s mantidas pela Fundação Presidente Antônio Carlos (além de
outras fundações educacionais de Minas Gerais) passaram a integrar o sistema
federal de ensino. A partir de 2009, iniciaram-se os procedimentos para migração
das IES’s da FUPAC para o referido sistema federal.
Durante essa migração, 6 campi foram desmembrados da UNIPAC e passaram a
constituir Faculdades, como unidades independentes, sendo uma delas a
Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho, agora denominada
Faculdade Alis de Bom Despacho.
A Faculdade Alis de Bom Despacho, oferece os cursos de: Administração;
Agronomia; Arquitetura e urbanismo; Biomedicina; Ciências contábeis; Direito;
9
Enfermagem; Engenharia ambiental; Engenharia civil; Farmácia; Fisioterapia;
Medicina veterinária; Nutrição; Psicologia e Sistemas de informação.
2.1. Missão, Visão e Valores
2.1.1. Missão
“Contribuir para formação e fixação de profissionais de nível superior de qualidade
para o mercado de trabalho de Bom Despacho e região, por meio de uma gestão
focada na satisfação e comprometimento com o sucesso do aluno e de parcerias
autossustentáveis com o setor governamental e produtivo que estimulem o
desenvolvimento socioeconômico regional, assegurando o diferencial de seus
resultados acadêmicos”.
2.1.2. Visão
Ser uma instituição de referência na região centro-oeste, através da qualidade no
ensino e no atendimento, localização geográfica e preços competitivos.
Ser uma instituição inovadora, com modelos pedagógicos e administrativos
diferenciados, capazes de desenvolver, nos alunos, sua competência na atuação
profissional.
2.1.3. Valores
I.
Integridade.
II.
Competência.
III.
Aspiração de crescimento profissional, pessoal e institucional.
IV.
Valorização de desempenho.
V.
Integração.
VI.
Comprometimento com a comunidade.
VII.
Vocação para prestar serviços.
2.2. Contextualização
Minas Gerais está situada em uma das principais regiões brasileiras – o Sudeste. O
Estado de Minas Gerais, é um dos maiores e mais importantes estados brasileiros,
tem características singulares, pelo seu potencial econômico, pelas suas tradições,
pela cultura regional, por sua importância política, pela sua estrutura educacional
e, sobretudo, por sua gente. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo
de municípios (853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômicopolítico-administrativas. Seu Produto Interno Bruto corresponde a 10% do PIB
nacional. Per capita, o PIB mineiro equivale à média nacional. O Estado é
responsável, atualmente, por mais de 12% das exportações do Brasil.
A Instituição está inserida numa das mais vigorosas regiões brasileiras – região
Sudeste. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de municípios
(853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômico-políticoadministrativas. Minas Gerais é a terceira maior economia do Brasil, o segundo
maior estado exportador do Brasil, considerando todos os setores da economia, é o
maior produtor e exportador de café do Brasil. No Comércio exterior Minas Gerais
10
exportou o equivalente a US$ 29,32 bilhões em 2014, o 5º maior resultado nos 10
anos analisados. O valor representou 13,0% do total exportado pelo Brasil.
O Minério de Ferro permaneceu como o principal produto exportado pelo estado,
gerando um ganho de US$12,23 bilhões, equivalendo a 41,7% da receita cambial
da economia estadual em 2014. Em 2013, o valor exportado deste produto em
2013 foi 24,2% maior (montante de US$16,13 bilhões) e correspondia a 48,3% das
vendas internacionais mineiras.
• Em 2014, o agronegócio foi responsável por 27,6% do total das exportações
mineiras. Destaca-se que foi a segunda maior participação do setor nas vendas
mineiras nos últimos 10 anos, ficando atrás somente das exportações realizadas
em 2009, quando o setor foi responsável por 28,9% das exportações do estado.
• O grupo “Café e Derivados” manteve-se como o terceiro mais exportado por
Minas Gerais logo após “Minérios Metalúrgicos” e “Produtos Metalúrgicos”, sendo o
principal oriundo do agronegócio. Em 2014, foram vendidos 21,15 milhões de
sacas de 60 kg e se obteve US$4,12 bilhões, volume e valor maiores em,
respectivamente, 12,2% e 32,5%, do que negociado em 2013.
De acordo com o IBGE, a população economicamente ativa de Minas Gerais
corresponde a 10% do total do País, com esperança de vida ao nascer de 79,4 anos
para as mulheres, 73,5 anos para os homens e taxa de mortalidade infantil de 12,4
mortes para mil nascidos vivos. Cerca de 39,27% da população mineira tem menos
de 24 anos de idade, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos
próximos anos, sobretudo, se considerar que a região Sudeste tem grau de
urbanização de mais de 85,3%.
Conforme CENSO 2010, havia 624.707 alunos matriculados no ensino superior
para uma população de 2.408.075 pessoas na faixa de 18 a 24 anos (taxa bruta de
matriculados do estado de MG 31,4% e taxa líquida de 17,3%).
Pirâmide Etária Minas Gerais
Fonte: IBGE, Censo 2010
Os números na educação são expressivos, apenas 1.342.285 pessoas possuem um
curso superior completo, e outras 3.663.701 embora possuam o ensino médio, não
possuem um curso superior completo, e, destas, apenas 624.707 estavam
frequentando um curso superior. Outro ponto de destaque, o número de pessoas
11
que frequentavam o ensino médio de forma regular, no ano de 2012 era de:
70.391, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos próximos anos
do Estado.
2.2.1. Inserção regional
Especificamente na região de oferta do curso, o município de Bom Despacho,
possui 1.213,546 Km², está localizado no Centro-Oeste de Minas Gerais, na região
do Alto São Francisco. Seu território faz limites com Martinho Campos, Moema,
Araújo, Perdigão, Leandro Ferreira e Santo Antônio do Monte.
Bom Despacho fica a 158 km da capital mineira e a 80 km de Divinópolis. A
localização geográfica da cidade, num corredor que liga a BR-262 à BR-040 dá-lhe
uma significativa vantagem estratégica. De um lado, seus produtos podem ser
rapidamente colocados nos mercados consumidores. De outro lado, seu florescente
comércio e sua importante estrutura de prestação de serviços é de fácil acesso aos
demandantes de toda a região.
Clima
O clima regional é do tipo tropical típico. O mês mais quente é fevereiro, com
temperatura média de 24,9º C. O mais frio é julho, com temperatura média de
18,8º C, período no qual ocorre a estiagem. A temperatura média anual é 22,5º C.
O índice pluviométrico anual é de 1.448 mm. O período das chuvas estende-se de
outubro a março, quando chove cerca de 81,0% do total pluviométrico. Nesse
intervalo, o mês de dezembro apresenta a maior média pluviométrica (270 mm). A
estiagem coincide com os meses de inverno, sendo o mês de julho o mais seco do
ano, atingindo um índice pluviométrico médio de 14,2 mm. Não obstante a
distribuição das chuvas e a capacidade de retenção de umidade dos solos,
verificam-se algumas ocorrências de deficiências hídricas periódicas, mesmo nas
épocas chuvosas, resultando nos denominados veranicos, frequentes no município
e que representam um risco adicional para algumas culturas anuais.
Topografia
Do ponto de vista geomorfológico, Bom Despacho está inserido numa área que se
apresenta mais baixa em relação às áreas limítrofes, pertencentes à denominada
Depressão Sanfranciscana. Tal depressão está situada sobre rochas do Grupo
Bambuí, que são conjuntos de rochas formadas por acumulação de sedimentos e
que sofreram modificações ao longo do tempo. Os calcários e os siltitos são as
rochas mais características desse grupo. Fazendo limite com a Depressão
Sanfranciscana, encontram-se os Planaltos do Espinhaço, a leste, e os Planaltos do
Oeste.
Hidrologia
A rede hidrográfica bondespachense, tem como principais cursos de água o São
Francisco e o Lambari, na fronteira leste, e os rios Capivari, Machados e Picão,
entre outros cursos de menor vulto.
De modo geral, o município é bem servido de recursos hídricos. No entanto, devese observar que o aproveitamento dos mesmos deve ser objeto de detido
12
planejamento, buscando sua utilização racional, evitando sua deterioração e falta
de água no futuro.
Considerando a estimativa do Censo IBGE 2010 da população para o ano de 2015,
a cidade possui 49.236 habitantes. No Censo de 2010 foram identificados: 45.624,
habitantes. Uma análise desta população permite observar que 49,57% são
homens e 50,43% mulheres. Deste total 38,52% tem até 24 anos.
Pirâmide Etária Bom Despacho
Fonte: IBGE
No campo da economia a produção leiteira do município se destaca. São 75.000
litros por dia. Bom Despacho está entre as trinta cidades brasileiras com maior
produção leiteira do país. Além disso, a cidade faz parte do polo calçadista de Nova
Serrana. A dinâmica gerada por essa indústria no centro-oeste mineiro reflete
diretamente em Bom Despacho, pois a distância entre essas duas cidades é de
apenas 37 km. Mas, o setor de maior robustez na cidade é o de serviços, uma vez
que responde por 67,82% do Produto Interno Bruto (PIB) municipal.
Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias
Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA.
13
Quanto ao turismo é notório na cidade a beleza arquitetônica de suas igrejas. Com
destaque para a Igreja da Matriz, construída entre 1927 e 1948.
Uma análise da educação na cidade de Bom Despacho, demonstra que atualmente a
cidade conta com 18 escolas ofertando o ensino pré-escolar, 21 escolas ofertando o
ensino fundamental e 8 escolas ofertando o ensino médio. Respectivamente o
número de matrículas no ano de 2012 é de: 1.099, 6.455 e 1.847.
Ainda de acordo com o Censo de 2010, na cidade de Bom Despacho, existem 8.392,
pessoas que concluíram o ensino médio, entretanto apenas 3.564 pessoas possuem
um curso de superior completo.
A cidade de Bom Despacho vem apresentando uma melhoria constante no Índice
de Desenvolvimento Humano Municipal - IDHM, de acordo com o IBGE, no ano de
1991 o IDHM era de 0,492, foi para 0,665 no ano de 2000 e em 2010 atingiu 0,75.
Quando verificamos o valor do rendimento nominal médio mensal dos domicílios
particulares permanentes com rendimento domiciliar, por situação do domicílio –
Urbana, encontramos o valor de R$2.599,04.
2.3. Responsabilidade social
A Faculdade Alis de Bom Despacho objetiva, em suas ações de responsabilidade
social, apresentar as formas de transferência de conhecimento, a importância
social das ações universitárias e os impactos das atividades científicas, técnicas e
culturais, para o desenvolvimento regional e nacional. Visa também apresentar a
natureza das relações com o setor público, com o setor produtivo, com o mercado
de trabalho e com as instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis.
Ao final, pretende avaliar as ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, à
promoção da cidadania, de atenção aos setores sociais excluídos e as políticas de
ação afirmativa, entre outros.
2.3.1. Educação Inclusiva
A Faculdade Alis de Bom Despacho, entende que a educação para a cidadania diz
respeito a uma proposta educacional inserida em um projeto de transformação
social. Para tanto, a IES está organizada como um espaço democrático onde deverá
prevalecer o diálogo e o questionamento crítico, baseados no conceito de homem,
educação, sociedade e mundo que se quer construir. O fato de se poder ter nas
salas de aula alunos de diferentes possibilidades exige pensar esta aprendizagem
de forma inclusiva.
Cumpre destacar que na última década foram inúmeras as modificações na
produção de conhecimentos científicos, das mais diferentes áreas, que dizem
respeito à compreensão das possibilidades humanas, às mudanças de legislação
que foram sendo produzidas a partir dos movimentos da cidadania para a
conquista de direitos sociais, dentre eles, o da educação para todos, referência para
as políticas de educação inclusiva.
14
Neste sentido, ganham destaque a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do
Adolescente, a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de
Deficiência, a LDB, que nos seus fundamentos, explicitam que o acesso à educação
deve ser um direito garantido a todos.
Para a IES, produzir uma Política de Educação Inclusiva torna-se imprescindível
uma educação pautada no princípio da “cidadania”. A compreensão da educação
inclusiva que será assumida pela Faculdade Alis de Bom Despacho, requer que os
fundamentos e o princípio norteador desta política sejam apropriados pelos
gestores e educadores, no sentido de:
 Promover o atendimento da demanda, garantindo acesso e permanência na
escola;
 Trabalhar com as diferenças sociais a partir da compreensão da
diversidade, sendo esta, contextualizada social e historicamente;
 Supervisão e controle no cumprimento da legislação vigente, no que tange à
garantia de direitos do cidadão, eliminando práticas discriminatórias;
 Produzir material didático–pedagógico para atuação junto ao aluno com
necessidades educativas especiais;
 Promover avanços no desenvolvimento individual; situações que
incentivem a curiosidade dos alunos, que possibilitem a troca de
informações; atividades que envolvam observação, pesquisa, resolução de
questões específicas (individualmente, em dupla, em grupos maiores),
propostas de estudos: seminários, júri simulado etc.
A Faculdade Alis de Bom Despacho está em processo de implantação o Núcleo de
Educação Inclusiva - NEI, que tem como objeto principal o cuidado da Instituição
com as questões relacionadas à inclusão educacional na perspectiva da
responsabilidade social, favorecendo o cumprimento de princípios que promovam
o acesso, a permanência e a participação dos discentes.
Adicionalmente, a IES propõe capacitar seu corpo docente e técnico administrativo
(através de cursos e outros) para o atendimento as diferentes necessidades.
2.3.2. Educação das Relações Étnico-Raciais
Em cumprimento as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e africana e
indígena, conforme o disposto na Lei n° 11.645 de 10/03/2008, na Resolução
CNE/CP n° 01, de 17 de junho de 2004 e na Lei n° 10.639, de 09 de janeiro de 2003
e, a IES criou instrumentos e processos que aplica para seu cumprimento a partir
de uma perspectiva interdisciplinar e transversal:
 Programa de Responsabilidade Social: especial ênfase se dá à execução de
ações de Responsabilidade Social que visem a educação das relações étnico
raciais e para o ensino de história e cultura não somente afro-brasileira,
mas como também africana, indígenas e de outros povos que integram a
formação étnica brasileira. Desta forma, no calendário anual do curso
haverá eventos destinados a esta prática e através da transversalidade,
pretende atingir e conscientizar a comunidade da importância destas interrelações.
15

Disciplinas no âmbito do curso: de forma contextualizada a temática das
relações étnico-raciais está inserida no ementário das disciplinas Estudos
Culturas e Antropológicos e Estudos Culturas e Políticos, a inserção de
conteúdos desta temática de forma contextualizada tem o objetivo de
educar e conscientizar o futuro profissional da importância de em sua vida
futura, ter respeito e reconhecimento pela diversidade étnica, cultural,
religiosa, respeitando, valorizando a cultura e história de todos os povos.
2.3.3. Políticas de Educação Ambiental
Os cursos da Faculdade Alis de Bom Despacho através de seus PPC’s preveem
atividades para cumprimento da lei vigente a partir de uma perspectiva
contextualizada, cotidiana, interdisciplinar e transversal:
 Política de Educação Ambiental: destinada a conscientização da
comunidade interna e externa, bem como a capacitação de recursos
humanos para atuação como multiplicadores nos processos de educação
ambiental, conscientização e sustentabilidade ambiental. É desenvolvida na
forma de projetos de educação ambiental que envolvem a participação de
toda a comunidade, nos quais são ministrados cursos, realizados workshops
e conduzidas campanhas constantes com vistas não só para a Educação
Ambiental propriamente dita, mas na capacitação das pessoas para que
busquem um futuro com maior sustentabilidade e respeito ao meio
ambiente.
 Disciplinas no âmbito de cada curso: de forma contextualizada a temática da
educação ambiental é inserida no ementário das disciplinas do curso, com o
objetivo de educar e conscientizar o futuro profissional da importância de
em sua vida futura ter respeito e reconhecimento pela necessidade de se
preservar o meio ambiente em todos os ambientes da vida cotidiana.
 Atividades Complementares: dentro do calendário institucional de eventos,
destinados a realização de atividades complementares o aluno terá
disponível a temática da Educação Ambiental na forma de eventos em
contato com a comunidade, cursos, simpósios, congressos e outros. Os
alunos são incentivados a realizar uma variada gama de atividades, dentre
as quais especial ênfase se dá a temática ambiental e relações inter-raciais.
 Programa de responsabilidade social: no calendário anual de eventos
destinados a prática da responsabilidade social, estão previstas e são
executadas ações de educação ambiental, conscientização e outras de
sustentabilidade.
2.3.4. Direitos Humanos
Educação em Direitos Humanos em atendimento à Resolução CNE/CP nº 1/2012.
Os cursos da IES, vem executando ações em cumprimento a Resolução CNE/CP nº
1, de 30 de maio de 2012, que institui Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos Humanos, com instrumentos e processos que aplica para seu
cumprimento a partir de uma perspectiva interdisciplinar e transversal:
 A temática é de forma relevante utilizada na elaboração do projeto do curso
bem como respeitada na política de ensino, pesquisa e extensão e de gestão,
bem como nos processos de avaliação.
16


De forma transversal e interdisciplinar, o respeito aos direitos e dignidades
humanas são tratadas em conteúdos programáticos de disciplinas. Dentre
as disciplinas, merecem destaque Ética, Bioética e Legislação que focam
especificamente o ser humano dentro do contexto organizacional, seus
direitos, deveres e necessidades.
Programa de Responsabilidade Social através de ações coordenadas
promove debates que colocam em destaque os problemas e desafios dos
direitos humanos na atualidade como forma de conscientizar a comunidade
sobre os obstáculos a serem transpostos.
Os cursos ofertados são alicerçados nas demandas do setor produtivo, garantindo
ao profissional qualificado o posto de trabalho e a inclusão social do jovem de
vulnerabilidade social. Esta proposta atende a classe empresarial, tendo em vista
que a empresa estará contratando profissionais com competência adquirida por
meio de um curso de qualificação.
A Faculdade Alis de Bom Despacho, desde o início das suas atividades, inclui ações
de responsabilidade social. São desenvolvidos programas e projetos: Semanas
Integradas, realizadas anualmente, reunindo alunos e professores de vários cursos,
egressos, mercado de áreas afins, com o objetivo de integrar conhecimentos,
promover o networking, estimular novas aprendizagens, adotando estratégias
colegiadas de discutir a melhor organização das ações, promovendo a construção
coletiva, integrada, cooperativa de novos conhecimentos; Eventos ArtísticoCulturais são realizados teatros, danças, lançamento de livros, apresentações
artístico-culturais e outras atividades que valorizam a cultura regional e mineira, a
formação de parcerias e estimulam novos olhares sobre o outro, a diversidade e o
ambiente acadêmico.
A Faculdade também realiza as seguintes atividades:
 Gado GIR – Qualidade e Controle Leiteiro – Parceria com Associação Mineira
de Criadores do Gado Gir leiteiro.
 PMMG (Cia Mat) e Polícia Rodoviária Federal – Parceria de atendimento a
animais silvestres.
 Saúde em Ação – Campanhas educativas, blitz da saúde, Corrida Rústica, Dia
de Cooperar, palestras e orientações para a saúde da comunidade entorno
da IES.
 Agenda Ambiental – palestras, seminários, plantio de mudas sobre as
questões ambientais: água, solo, ar e terra.
 Agenda Étnico-Raciais – palestras, seminários, mostras e atividades
artístico-culturais.
 Agenda Direitos Humanos - palestras, seminários, mostras e atividades
artístico-culturais.
 Arena Cultural – espaço de práticas artístico-culturais, toda semana, na
faculdade, facilitando a vivência acadêmica.
 Cinema Comentado – veiculação de filmes valorizando a cultura, a visão
holística e a integração com a comunidade.
 Campanhas Educativas junto à comunidade;
17



Projeto Clínica Integrada de Saúde, com atendimento à população em
complementação ao serviço único de saúde;
Projeto de Atendimento aos Alunos da Educação Básica para atividades em
laboratórios de Química, Física, Biologia entre outras capacitações em
práticas pedagógicas, complementando formação escolar pública;
Núcleo de Práticas Jurídicas – complementa o atendimento jurídico na
comunidade realizado pelo segmento privado ou pela iniciativa pública
oferecendo, gratuitamente, assistência jurídica em causas civis e penais,
principalmente junto ao Juizado Especial em parceria com o Tribunal de
Justiça de Minas Gerais, permitindo o estágio supervisionado e o espaço de
orientação jurídica à população carente sobre seus direitos e deveres.
A Faculdade Alis de Bom Despacho estabelece como dimensões da sua política de
responsabilidade social a formação de profissionais conscientes de seu
compromisso social, o desenvolvimento de iniciação científica, a difusão de
conhecimentos e sua inserção na realidade social e comunitária.
Dentre os objetivos do Programa de Responsabilidade Social tem-se: criar
comunidades de aprendizado com base em atividades socialmente responsáveis;
possibilitar ao aluno formação humanizada e aprendizado com base na realidade
através da atuação voluntária; difundir a cooperação academia-comunidade;
difundir a responsabilidade social internamente (junto à docentes, discentes e
funcionários) e junto à comunidade; trabalhar a responsabilidade social de forma
transversal nas disciplinas.
18
3. DO CURSO
Dados do Curso: Bacharel em Agronomia
Número de vagas anuais: 120
Tipo de curso: Semestral.
Tempo de Integralização: mínimo 5 anos e máximo 7,5 anos
Situação Legal: Reconhecimento nos termos da Portaria nº 125, de 15/03/2013,
do Ministério da Educação, publicada no D.O.U. de 19/03/2013.
Titulação: Bacharel em Agronomia
Coordenação do Curso: Rodrigo de Almeida Pontes
Conceito no ENADE: 2 (2013)
3.1. Organização Didático-Pedagógica
A Faculdade Alis de Bom Despacho entende que uma organização curricular se
produz a partir das ações de todos os participantes nos processos educativos da
instituição. Os critérios de seleção e organização dos referenciais de
conhecimentos, metodologias, atitudes e valores estruturam a organização
curricular e atingem todos os envolvidos na formação.
Desse modo, cada curso deve ter clareza quanto a suas prioridades, e estabelecer
com coerência suas estratégias de trabalho. Através da redação de um Projeto
Político-Pedagógico, cada curso apresenta publicamente os seus princípios
norteadores, contribuindo para que suas atividades sejam organizadas dentro de
orientações coerentes e fundamentadas.
A matriz curricular de um curso é parte integrante de um Projeto PolíticoPedagógico. Sua construção deve ser compreendida não como enumeração de
disciplinas ou de atividades de Ensino-Aprendizagem, mas como estabelecimento
de um campo de questionamento de temas relevantes, propício ao
amadurecimento intelectual e motivador para a prática profissional. Sua
sustentação depende não apenas de fidelidade à legislação em vigor, mas também
de um plano de desenvolvimento de habilidades intelectuais e práticas, esperadas
no perfil do egresso. A racionalização da estrutura curricular, no interior do
Projeto Político-Pedagógico de Curso, leva em conta os modos como as Atividades
de Ensino-Aprendizagem se relacionam entre si, e o papel dessas relações para
chegar ao perfil de egresso. Poderão ser utilizados recursos como a atribuição de
carga horária a atividades de iniciativa dos alunos, ou elaboradas pelos respectivos
colegiados, a serem contabilizadas na parte flexível dos currículos, e a elaboração
de projetos de ensino, destinados à articulação entre diferentes disciplinas, de
acordo com as normas institucionais vigentes.
As conexões entre ensino e extensão, capazes de tornar o processo de formação
mais produtivo, devem ocorrer por iniciativa tanto de professores como de alunos.
No processo de formação, alunos e professores são ambos responsáveis pelos
resultados, cabendo aos professores orientar /mediar todo o processo de
construção do conhecimento. Ambos devem estar atentos à realidade externa,
sendo hábeis para observar as demandas por ela colocadas. Os problemas sociais,
19
econômicos e culturais que repercutem na prática do cotidiano devem ser
considerados na vivência acadêmica diária e nas relações estabelecidas no
processo de ensino - aprendizagem.
Tanto no sentido geral do Plano de Desenvolvimento Institucional como no sentido
específico do curso de Agronomia, o PPC é proposto como associação entre uma
concepção de Ensino-Aprendizagem, pautada em senso de responsabilidade
pública, uma concepção de sujeito, contextualizado no processo de transformações
histórico-sociais, e uma avaliação das condições necessárias para a formação de
egressos capazes de um desempenho satisfatório, aptos a contribuir para a
intervenção social, interessados na superação de problemas.
Nessa perspectiva e considerando a nova concepção trazida pela Lei n.9.394/96 de
"trabalho acadêmico efetivo" a Faculdade Alis de Bom Despacho organiza as
matrizes curriculares de seus cursos de graduação priorizando a
autoaprendizagem do discente. Essa nova concepção busca a ruptura com o
modelo tradicional onde se condiciona a aprendizagem do discente exclusivamente
à sua presença em sala de aula e à atuação professor. Para o desenvolvimento e
êxito da cultura da autoaprendizagem faz-se necessário fomentar no aluno o
esforço próprio e o uso de mecanismos e estratégias pedagógicas que o levem a
realizar seu próprio trabalho de aprendizagem.
As "Atividades Discentes Autônomas - ADA's" são utilizadas para fomentar o
desenvolvimento da autoaprendizagem pelo discente. Assim, para cada disciplina
teórica o aluno deverá desenvolver, fora da sala de aula, atividades individuais ou
em grupo relacionadas ao aprimoramento dos estudos e à consolidação dos
conhecimentos adquiridos em sala de aula. Portanto, são consideradas atividades
efetivas de aprendizagem os estudos e atividades realizadas pelo aluno, como
realização de exercícios de fixação de conteúdo, leituras de artigos e textos
encaminhados pelo professor da disciplina, estudos de preparação para as
avaliações, produção de relatórios e atividades relacionadas às aulas práticas,
entre outras.
Como suporte ao desenvolvimento desse processo a instituição se utiliza de novos
recursos da tecnologia educacional para gerenciamento e registro das informações
através da ferramenta do Portal Acadêmico.
As matrizes curriculares de todos os cursos de graduação da Faculdade têm a sua
duração contabilizada em horas-relógio, conforme determina o inciso II, do art. 2°,
da Res. CNE/CES n° 2/2007.
O Projeto Pedagógico do Curso é a expressão mais clara da sua organização
didático-pedagógica e, tanto a administração acadêmica do Coordenador quanto a
ação do Colegiado do Curso e do Núcleo Docente Estruturante-NDE, são
responsáveis pela execução, pelo acompanhamento e pela revisão do Projeto.
20
3.1.1. A interdisciplinaridade
Considerando a observação e a reflexão como princípios cognitivos de
compreensão da realidade, torna-se necessário aprofundar e ampliar a articulação
teoria e prática na estrutura curricular, integralizando todas as atividades
acadêmicas fundamentais para a produção do conhecimento na área do curso. Os
diversos elementos construídos pelas múltiplas atividades de EnsinoAprendizagem articulam-se em uma concorrência solidária, para a criação do
sentido e do conhecimento.
O trabalho interdisciplinar e coletivo busca permitir o desenvolvimento de uma
capacidade de análise e produção de conhecimentos com base numa visão
multidimensional e, portanto, mais abrangente sobre o objeto de estudo. Ele
corresponde a uma nova consciência da realidade, a um novo modo de pensar, que
resulta num ato de troca, de reciprocidade e integração entre áreas diferentes de
conhecimento, visando tanto a produção de novos conhecimentos, como a
resolução de problemas.
Para atingir estes objetivos, compete ao colegiado de curso planejar estratégias de
aprendizagem que possam facilitar a aquisição de conhecimentos teórico-práticos,
competências e habilidades para a comunicação, análise crítica e criativa, reflexão
independente e trabalho em equipe em contextos multiculturais. Compete ainda
estimular a criatividade, envolvendo a combinação entre o saber tradicional, ou
local e o conhecimento aplicado da ciência avançada e da tecnologia.
Aliam-se às estratégias de Ensino e Aprendizagem novas orientações para a
avaliação que sejam coerentes com os objetivos e que visem colocar em
questionamento não somente a memória, mas também as faculdades de
compreensão, a crítica e a criatividade, incluindo-se a habilidade para o trabalho
teórico-prático.
Estas considerações balizam então os parâmetros observados na construção do
PPC:
 Concepção da estrutura curricular, fundamentada em metodologia de
ensino que articule o ensino e a extensão;
 Estímulo ao desenvolvimento de conteúdos integradores e essenciais
através de processos interdisciplinares;
 Desenvolvimento do espírito crítico e analítico, preparando-se os
acadêmicos para a resolução dos problemas enfrentados na atuação
profissional, sempre resultantes da evolução científica e tecnológica;
 Considerar a graduação como etapa de construção das bases para o
desenvolvimento do processo de educação continuada.
 Ainda nesta perspectiva, impõe-se no plano operacional que a estrutura
curricular a ser desenhada implique em:
 Incentivar o trabalho em grupo e a formação de equipes interdisciplinares.
 Incentivar a aquisição e assimilação de conhecimentos de forma
interdisciplinar;
21


Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa
individual e coletiva, assim como a monitoria, os estágios, a participação em
atividades de extensão e de cunho social;
Estimular práticas de estudo que promovam a autonomia intelectual.
3.1.2. A Transversalidade
O currículo do curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho foi
elaborado tendo como base a perspectiva apontada no Parecer CNE/CP nº
14/2012 segundo a qual o currículo institui e é instituído na prática social, que
representa um conjunto de práticas que proporcionam a produção, a circulação e o
consumo de significados no espaço social, que contribuem, intensamente, para a
construção de identidades sociais, culturais, ambientais.
Nesta perspectiva o currículo representa, portanto, possibilidades de criação,
organização e ampliação de experiências de aprendizagem que promovem o
desenvolvimento de competências e habilidades dos alunos.
Os temas transversais oportunizam que a interdisciplinaridade aconteça no
currículo dos cursos. Conforme consta do Instrumento de Avaliação de Cursos de
Graduação presencial e a distância, aprovado em março de 2015, a
interdisciplinaridade se define como:
[...] uma estratégia de abordagem e tratamento do conhecimento em que duas ou
mais disciplinas/unidades curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem
relações de análise e interpretação de conteúdos, com o fim de propiciar condições
de apropriação, pelo discente, de um conhecimento mais abrangente e
contextualizado.
Segundo Oliveira: a Transversalidade diz respeito principalmente à dimensão da
didática, à possibilidade de se estabelecer uma relação entre aprender
conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender na realidade e da
realidade) e, incluir esse trabalho no currículo escolar de forma a ser aprofundado
ao longo da escolaridade.
Alguns temas, devido a sua complexidade e natureza diferente das áreas
convencionais, não podem ser tratados de forma isolada, não sendo suficiente a
abordagem por apenas uma área do conhecimento. Esses temas normalmente
tratam de questões sociais de ampla abrangência.
São tratados de modo transversal, contínuo e permanente no currículo do curso de
Agronomia os seguintes temas: História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena,
Educação Ambiental e em Direitos Humanos.
Os temas História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Ambiental e
Educação em Direitos Humanos são contemplados também de forma disciplinar,
respectivamente, no seguinte componente curricular: Estudos Antropológicos e
Políticos.
22
Além disso, as questões ambientais são tratadas nas disciplinas: Ecologia e Meio
Ambiente; Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; Manejo e
Conservação do Solo e da Água; Gestão Ambiental na Agricultura.
3.1.3. Justificativa de oferta do curso
Setor mais competitivo da economia do país, o agronegócio representa hoje,
segundo o IBGE 21,39% do PIB nacional e 42,98% do total das exportações
brasileira
Segundo dados divulgados pela CNA, esse aumento de 3,8% na participação do
agronegócio no PIB nacional em 2014 com relação a 2013 atingiu um montante de
1,178 trilhão de reais, divididos em: insumos agropecuários (11,7%), produção
agropecuária (29,6%), agroindústria (27,8%) e distribuição (31,1%).
Em 2014, o agronegócio continuou a crescer em importância dentro da economia
brasileira. As safras recordes de cereais, fibras e oleaginosas atingiram a incrível
produção de 193,4 milhões de toneladas, destacando-se as as safras de soja (86,1
milhões de toneladas) e de milho (79,9 milhões de toneladas).
O País também vem se destacando na produção de suco de laranja, que obteve a
participação em 77% na exportação do produto, liderando o ranking do comércio
mundial, seguido por açúcar (45%) e soja em grãos (39%).
Vale também citar o valor bruto da produção pecuária nacional, que atingiu R$
169,37 bilhões e tem estimativa crescer 6,4% em 2015 e alcançar as cifras de R$
180,27 bilhões e o valor bruto da produção agrícola que deverá alcançar R$
469,59 bilhões, com crescimento de 4,0% em relação ao ano anterior. Segundo
ainda, estimativas da CNA, para 2015, a produção de grãos deverá crescer 3,4% em
relação à safra anterior e espera-se um aumento de 9,8% na produção da soja (de
R$86 bilhões para R$ 94,6 bilhões).
Em dados apresentados pela FAEMG o PIB do Agronegócio em Minas Gerais em
2014 foi responsável por 42,68% do PIB do Estado, respondendo por 13,8% do
PIB do Agronegócio Brasileiro.
Segundo dados do relatório PIB Agro MG, apurados mensalmente pelo Centro de
Estudos Avançados em Economia Aplicada do CEPEA/ESALQ/USP e divulgados
pela FAEMG, o PIB do Agronegócio Mineiro deve crescer 1,2% em 2015 ante 2014,
passando de R$ 160,564 bilhões para R$ 162.514 bilhões, dos quais R$ 87,593
bilhões (ou 53,51% do total) advindos da pecuária e R$ 74,921 bilhões (46,44%)
da agricultura.
Com vasto território, solo fértil e grandes reservas de água, Minas Gerais se destaca
no agronegócio. Em pouco mais de uma década, de 2001 a 2014, a soma das
riquezas produzidas pelo setor no Estado passou de R$ 65,8 bilhões para R$
162,94 bilhões. No mesmo período, a participação do Estado no agronegócio
nacional aumentou de 9,5% para 13,8%.
23
Fonte: IBGE, CNA, FAEMG, FJP
Primeiro lugar no ranking nacional da produção de leite, Minas Gerais é a maior
bacia leiteira do país. Em 2013, foram produzidos 9,3 bilhões de litros, o
equivalente a 27,2% do que é captado em todo o Brasil.
A oferta de matéria-prima atraiu a localização de unidades dos mais importantes
grupos lácteos em atuação no Brasil. Entre eles, estão a Nestlé, que opera no
Estado sua maior fábrica de leite em pó; a Danone, que mantém a única planta
fabril de iogurte no país; a Vigor; a Itambé, maior cooperativa brasileira de
laticínios; a laticínios Jussara; e a Laticínios Porto Alegre, que instalou em Minas a
maior fábrica brasileira em processamento de soro e a maior unidade de
processamento de queijos do Estado.
O rebanho bovino mineiro é formado por 24,2 milhões de cabeças e ocupa a viceliderança no país, com 11,4% do total brasileiro. As exportações de carnes (bovina,
suína, aves e outras) somaram US$ 900 milhões, colocando o grupo no terceiro
lugar nas exportações do agronegócio mineiro. Entre os grandes frigoríficos em
atuação no Estado, estão JBS Friboi, o maior grupo produtor de proteína animal do
mundo, Mataboi e Frisa.
24
De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a
produção agrícola de grãos ocupa, em todo o Estado, 2,9 milhões de hectares. A
previsão de safra para Minas Gerais em 2015 é de 12,5 milhões de toneladas de
grãos, o que corresponderá a 6,6% da produção nacional ou o 5º lugar no ranking
brasileiro.
O milho e a soja são os principais produtos e representam 89% do volume
produzido no Estado, ou o equivalente a 10,3 milhões de toneladas. O principal
polo processador de soja de Minas Gerais está localizado em Uberlândia, na região
do Triângulo, mais tradicional região produtora do cereal no Estado. As três
principais empresas mundiais (Cargill, ADM, Louis Dreyfus Commodities), além da
Algar Agro com atuação no processamento e comercialização de soja e outros
grãos possuem expressivas operações em Minas Gerais.
25
O Milho, insumo fundamental para alimentação animal, é de essencial importância
para a produção de aves e suínos, sendo base dessa cadeia produtiva. Em 2014,
com uma área plantada de 1,2 milhão de hectares, Minas Gerais ocupou o quinto
lugar na produção brasileira de milho, com 6,9 milhões de toneladas.
As principais processadoras do cereal em atuação no Estado são a Cargill, que
possui um complexo industrial em Uberlândia, na Região do Triângulo, e a
Unilever, em Pouso Alegre, Sul de Minas.
A produção de soja em 2014 atingiu 3,3 milhões de toneladas, em uma área
plantada de cerca de 1,0 milhão de hectares. Esse valor equivale a 3,87% da
produção brasileira.
Líder na produção de café no Brasil, responsável por 45,9% do total, Minas Gerais
produziu em 2014, 22,6 milhões de sacas, em uma área plantada de 1,0 milhão de
hectares, distribuídos por mais de 600 municípios. O café lidera as vendas
internacionais do agronegócio mineiro e mantém a condição de segundo produto
da pauta de exportação do Estado, depois do minério de ferro. Em 2012, os
cafeicultores mineiros exportaram o equivalente a US$ 3,8 bilhões, ou seja, 49% de
toda a exportação do agronegócio estadual (US$ 7,8 bilhões).
Principal Estado reflorestador do Brasil, Minas Gerais detém uma área de florestas
plantadas de 1,45 milhão de hectares, distribuídos por 698 municípios, o
equivalente a 20,6% da área plantada no país. O consumo total de carvão em 2011
foi de 4,3 milhões de toneladas de carvão. O carvão vegetal é insumo fundamental
26
para as indústrias siderúrgicas. As exportações mineiras de madeira e produtos
derivados de florestas plantadas atingiram em 2011 o montante de US$ 680
milhões, correspondente a 7,1% das exportações totais brasileiras.
Nesse segmento, destaca-se o investimento da Yser, empresa portuguesa que
cultivará pinus em Brasilândia de Minas e em outros municípios do Norte e do
Noroeste do Estado, com plantação de 100 mil ha e construção de cinco indústrias
em território mineiro. O objetivo do projeto, anunciado em 2012, é produzir resina
e carvão vegetal com alto valor calorífico. O investimento total ultrapassará o valor
de R$ 2 bilhões e prevê gerar 1.320 empregos.
Minas Gerais produziu, em 2012, cerca de 1,2 milhão de toneladas de pasta de
celulose, volume equivalente a 8,6% da produção nacional; 94,5% da produção
mineira foram exportados. O volume das exportações estaduais de celulose
representa 12% do alcançado pelas exportações brasileiras.
Fonte: IBGE/ABRAF (2014)
Minas Gerais é o terceiro maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. Em 2014,
foram produzidos 71,1 milhões de toneladas de cana destinados às usinas de
açúcar e álcool. O Estado é o terceiro maior produtor de etanol, com 2,3 bilhões de
litros e o segundo maior produtor de açúcar do país, com 3,2 milhões de toneladas
em 2012. Estão em operação no Estado 43 usinas.
A região Centro-Oeste de Minas Gerais é grande produtora de suínos e aves e os
municípios de Pará de Minas e Bom Despacho se destacam como grandes
produtores. Na produção de Leite a região é uma grande bacia leiteira e Pompéu
destaca-se como o maior município produtor de leite do país. Na produção de
cana-de-açúcar e etanol a região tem três grandes empreendimentos nas cidades
de Pompéu (Agropeu), Lagoa da Prata (LDC/Biosev) e Bambuí (Usina Total). A
Silvicultura é uma atividade importante também em vários municípios da região
destacando-se as cidades de Martinho Campos e Bom Despacho pela presença da
Arcelor Mittal e de vários viveiros de produção como a S&D Florestal. A produção
27
de grãos e a olericultura como a produção de mudas tem um grande polo no
município de Bom Despacho e Pará de Minas.
De acordo com o IBGE (2014) Bom despacho possui 13.000 hectares de florestas
plantadas e produz 50,7 mil toneladas de carvão vegetal. O rebanho bovino de
Bom Despacho é de 83.893 cabeças, 1.015.000 frangos de corte, 323.000 galinhas
poedeiras, 61.000 suínos e 29.000 vacas ordenhadas. Pompéu tem um rebanho
leiteiro de 36.345 cabeças com uma produção 109.022 mil litros por dia.
3.1.4. Políticas institucionais no âmbito do curso
As diretrizes norteadoras definidas no Plano de Desenvolvimento da Faculdade
Alis de Bom Despacho estão presentes no perfil de formação do estudante de
Agronomia e serão implementadas no âmbito do curso, concretizadas na matriz
curricular, no perfil do egresso, na metodologia de ensino e principalmente nas
atividades acadêmicas.
Em coerência com as diretrizes do PDI, o curso de Bacharel em Agronomia prevê a
realização da construção coletiva por meio da articulação entre a comunidade
acadêmica e as instâncias colegiadas da instituição. Da mesma forma, investe na
construção permanente da qualidade do ensino, com previsão de capacitação
contínua de docentes, estímulo ao uso de metodologias que levem o aluno a ser
construtor do seu conhecimento em busca do contínuo desenvolvimento
curricular, por meio da atualização e da contextualização dos conteúdos e da
interdisciplinaridade, além de contemplar espaços para o desenvolvimento de
estudos e atividades independentes dos alunos, por meio das atividades
complementares.
Coerentes com os objetivos institucionais salienta-se a previsão de realização de
projetos de responsabilidade social, a fim de contribuir para consolidar a vocação
da instituição para a interação com a sociedade. A integração entre o ensino e a
extensão prevista busca tornar a coletividade beneficiária direta e imediata das
conquistas do ensino, permitindo ao aluno o contato com a realidade social e
fortalecendo a interação teoria e prática.
As políticas institucionais da Faculdade Alis de Bom Despacho estão voltadas para:
 A melhoria da qualidade do ensino e da formação profissional, fomentando
e reforçando a inovação, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade
nos programas acadêmicos;
 A formação do cidadão crítico, ético, criativo e socialmente comprometido
com a sociedade, capaz de produzir, organizar, difundir e controlar o
conhecimento;
 As condições de igualdade no que se referem ao acesso e permanência,
tomando por base os méritos, capacidade, esforços e perseverança, sem
permitir discriminação e favorecendo a inclusão das minorias reconhecidas
socialmente;
 O desenvolvimento de habilidades que permitam a aprendizagem
continuada, nas mais diferentes situações de vida;
28
A formação que considere os aspectos ligados à socialização, integração,
cooperação e participação.
Adicionalmente a Faculdade Alis de Bom Despacho, tem como políticas no âmbito
do curso o seguinte:

Programa de ouvidoria: A ouvidoria recebe, analisa, encaminha e responde, de
forma ágil e desburocratizada, as demandas dos discentes e docentes.
Núcleo de Atendimento ao Estudante (NAE): com o objetivo de aprimorar o
relacionamento do corpo discente com a faculdade. O setor recebe todas as
solicitações dos alunos, promove o acompanhamento de seu desempenho
acadêmico e tira dúvidas referentes a qualquer procedimento ou serviço oferecido.
Núcleo de Apoio Social: atua no apoio financeiro através de convênios com
instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios, além de
sistema de negociação on-line.
Núcleo de Gestão Acadêmica – NGA: são realizados projetos que desenvolvem
ações diferenciadas e inovadoras, tais como: Aprendizagem ativa; Avaliação da
aprendizagem; Controle de Evasão; Exame Interno de Desempenho dos Estudantes
e Nivelamento.
Política de Bolsa: O apoio aos estudantes nos aspectos financeiros ocorre através
de convênios com instituições financeiras, com o governo federal e recursos
próprios.
Nivelamento: É uma atividade programada para atendimento aos acadêmicos
iniciantes nos cursos da faculdade e tem como estratégia de corrigir o
desnivelamento do conteúdo programático do segundo grau.
Aprendizagem do aluno: o objetivo é estimular a leitura utilizando artigo que
tratem dos temas: Socio-diversidade, Biodiversidade; Ecologia; Arte e Filosofia;
Políticas públicas: Redes sociais e responsabilidade; Relações interpessoais; Vida
urbana e rural; Relações de trabalho; etc.
Projeto ENADE: uma proposta interdisciplinar de avaliação, realiza várias ações
focadas na aprendizagem do aluno, como também na sensibilização para
participação no ENADE, e no preenchimento do formulário.
Projeto Para Casa: atividades através do Portal Acadêmico e/ou na forma
impressa para estudo em casa, referente ao tema abordado na aula.
PCI – Projeto de Conhecimento Integrado: ações extraclasse, através do
Blackboard – Ambiente Virtual de Aprendizagem, utilizando metodologias
avançadas.
29
Núcleo de Carreiras: cuida do que se refere a questão do estágio, tendo também o
papel de interlocução entre a Instituição e os possíveis campos de atuação
profissional. Este trabalho contribui para uma formação profissional significativa
para os discentes da Faculdade, visto que, o estágio é o espaço onde o aluno
começa a construção concreta do fazer profissional.
Atividades em grupo com os líderes de turma: As coordenações dos cursos
realizam reuniões para reforçar o espírito de liderança e prepará-los para
enfrentar os possíveis problemas que surgirem em sala, além de reforçar também
a função de porta voz da turma.
Pesquisa com egressos: objetiva conhecer a qualidade dos cursos oferecidos, bem
como, o nível de compromisso da instituição com a sociedade e empregabilidade
do egresso, etc.
Coordenação do curso: atendimento aos docentes e discentes do curso.
Secretaria: é o órgão suplementar que presta apoio e suporte às atividades
acadêmico-pedagógicas administrativas e financeiras da Faculdade.
O curso de Bacharel em Agronomia propõe-se concretizar todas as diretrizes
pedagógicas e alcançar as metas estabelecidas no Plano de Desenvolvimento
Institucional vigente, demonstrando a articulação entre a gestão institucional e a
gestão do curso.
3.1.5. Concepção do curso
O Projeto Pedagógico foi construído, coletivamente, centrado no aluno como
sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador e mediador do
processo ensino-aprendizagem. Está de acordo com os Pareceres CNE/CES
776/97, 583/2001 e 67/2003, bem como considerando o que consta no parecer
CNE/CES nº 306/2004 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Agronomia.
A proposta pedagógica da Instituição contempla e objetiva viabilizar a formação de
graduandos adequadamente preparados para o ingresso na prática da Agronomia,
comprometidos com as relações de interesse social, humano e ambiental dos
empreendimentos que a habilitação pleiteia.
As ideias que norteiam o curso de Agronomia estão voltadas para um modelo que
estimule o desenvolvimento do setor agropecuário através de abordagens
criativas, inovadoras e dinâmicas que despertem o espírito questionador e crítico
para fomentar a agricultura sustentável e competitiva em um mundo globalizado.
Conforme disposto na Resolução CNE nº 01 de 02 de fevereiro de 2006, que trata
das Diretrizes Curriculares para o curso de Agronomia, ao elaborar o currículo do
curso e seus objetivos, deve-se considerar:
Art. 3º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação
em Engenharia Agronômica ou Agronomia são as seguintes:
30





§ 1º O projeto pedagógico do curso, observando tanto o aspecto do
progresso social quanto da competência científica e tecnológica,
permitirá ao profissional a atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética
humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
§ 2º O projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia
Agronômica deverá assegurar a formação de profissionais a
compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais
e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos,
socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como, utilizar
racionalmente os recursos disponíveis, além de conservar o equilíbrio
do meio ambiente.
§ 3º O curso deverá estabelecer ações pedagógicas com base no
desenvolvimento de condutas e de atitudes com responsabilidade
técnica e social, tendo como princípios:
o respeito à fauna e à flora;
a conservação e recuperação da qualidade do solo, do ar e da água;
o uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente;
o emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e
o atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício das
atividades profissionais.
Os objetivos do curso foram traçados considerando as demandas emanadas do
mercado de trabalho, universo crescentemente exigente, buscando profissionais
competentes e atentos ao acelerado processo de mudança científico-tecnológica no
campo agronômico. Por outro ângulo, os objetivos do Curso de Agronomia
incluíram exigências de urgente inclusão de temas transversais na formação
profissional do Agrônomo: sustentabilidade dos recursos naturais, conservação e
preservação da biodiversidade, respeito à diversidade social e aos aspectos éticos e
humanísticos afetos ao cidadão e ao profissional.
A profissão do Agrônomo nos últimos anos vem ampliando suas possibilidades de
diversificação e inserção no mercado de trabalho. Segue uma tendência mundial de
crescimento e de investimentos na área das Ciências Agrárias; o campo de
atividade do profissional formado em Agronomia tem se mostrado altamente
atrativo, atendendo a demandas complexas e diversas.
O projeto pedagógico segue a linha mestra da integração, considerada em tríplice
aspectos: integração teoria-prática, disciplinar e de ensino. Neste sentido,
promove-se o encadeamento lógico do conhecimento, favorecedor da reflexão e do
pensamento crítico sobre a ciência da Agronomia e seus campos de atuação.
O currículo do curso de Agronomia, da Faculdade Alis de Bom Despacho, através
das atividades de ensino, pesquisa e extensão, objetiva a formação de profissional
consciente que possua o compromisso social de transformar a realidade do campo,
propiciando uma sólida formação ética e humanística baseada nos princípios e
31
valores de disciplina, responsabilidade, honestidade, espírito de lealdade,
perseverança. Este propósito é viabilizado pela integração curricular e utilização
de metodologias de ensino/aprendizagem que permitam a participação ativa dos
alunos neste processo. O aprofundamento da aprendizagem sobre assuntos
específicos é atingido através da introdução de visitas técnicas com aulas práticas e
cursos extra-curriculares, que reforçam a formação do profissional integral.
Desta forma, fica estabelecido o compromisso ético de atender a demanda social e
econômica relacionada ao mercado de trabalho, público ou privado, visando a
eficiência e excelência do setor agropecuário.
3.1.6. Objetivos do curso
Os objetivos do curso são tratados na RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE
2006 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares do Curso.
Propõe-se a formação de um profissional com competências e habilidades para
atuar tanto de um modo generalista, e também quanto em áreas específicas. Assim,
o curso de Agronomia tem por objetivo a formação de um profissional de visão
ampliada e eclética, um aluno ético e qualificado, técnico e cientificamente
capacitado para o trabalho no campo das Ciências Agrárias, e preparado para o
desempenho inventivo, responsável e competente das tarefas exigidas para o livre
exercício profissional do Engenheiro Agrônomo, além de:
 Direcionar uma estratégia do ensino de graduação em Engenharia
Agronômica, visando formar um engenheiro que transite nas diversas
áreas do conhecimento e que tenham a formação de um cidadão ciente
das suas responsabilidades dentro da realidade atual de seu país, e das
medidas a serem adotadas na promoção do bem estar e
desenvolvimento da sociedade e da sua região;
 Proporcionar condições para a formação de um profissional com
capacidade e aptidão para pesquisar, elaborar e prover soluções que
permitam a harmonização da tecnologia e dos diversos sistemas de
produção agropecuária e sua interrelação com as atividades humanas
com o meio físico e os ecossistemas através de uma sólida formação em
Engenharia, envolvendo os campos das ciências humanas, exatas,
biológicas e naturais
 Ofertar conteúdos que proporcionem aos alunos compreensão clara da
área de atuação do Engenheiro Agrônomo, que exige a integração entre
diversos campos do conhecimento, o conteúdo curricular e de sua
atribuição profissional.
 Ofertar atividades afins ao curso como: programas de extensão
universitária, estágios, atividades de investigação científica, monitoria,
participação em congressos e seminários entre outras atividades;
 Estabelecer e ampliar o intercâmbio humano, profissional e de
infraestrutura entre a Faculdade e as empresas, entidades públicas e
privadas, instituições de pesquisa e de ensino da região com vistas ao
desenvolvimento e aumento da competitividade da região Centro Oeste
nas áreas que envolvam a Agronomia.
32

Atender as competências e habilidades previstas na DCN e descritas no
perfil do egresso do PPC.
Assim, visa, em geral, formar profissionais aptos a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos
problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como a
utilizar racionalmente os recursos disponíveis, além de conservar o equilíbrio do
ambiente.
São objetivos específicos do Curso, em consonância com a DCN (RESOLUÇÃO Nº 1,
DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006) no seu art. 6º:
a) projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e
especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do
agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade;
b) realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres
técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e social,
respeitando a fauna e a flora e promovendo a conservação e/ou
recuperação da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de tecnologias
integradas e sustentáveis do ambiente;
c) atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário
interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e
instituições, na gestão de políticas setoriais;
d) produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos
agropecuários; e) participar e atuar em todos os segmentos das cadeias
produtivas do agronegócio;
e) exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico
profissional, ensino superior, pesquisa, análise, experimentação, ensaios e
divulgação técnica e extensão;
f) enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mundo,
do trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes.
Desenvolvendo ainda as seguintes competências e habilidades:
I. promover a capacidade reflexiva do pensamento do aluno na solução de
problemas;
II. estimular o relacionamento humano através do trabalho em equipe,
incorporando-o num entrelaçamento com a Instituição, para
compreensão da importância do papel do profissional perante a
sociedade, com atuação de cooperação;
III. promover e desenvolver a habilidade de comunicação e transmissão do
conhecimento;
IV. exercitar a autonomia no aprender buscando constantemente o
aprimoramento profissional através da educação continuada;
V. incentivar o estudo científico e tecnológico e a extensão através de
desenvolvimento de projetos;
VI. aperfeiçoar os valores éticos com respeito à vida e a diversidade;
VII. incorporar a necessidade das ações ambientais nos projetos
preservando o ecossistema local para as futuras gerações;
33
VIII.
IX.
X.
formar um profissional capacitado para solucionar problemas no setor
agropecuário;
despertar o espírito empreendedor;
proporcionar a formação do aluno no tripé universitário, que consiste
na atuação de atividades relacionadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
Ao longo do curso, o estudante deve adquirir ou desenvolver seu senso crítico e a
consciência de sua cidadania, que possibilitem a prática das seguintes atitudes:
a) Compromisso com a ética e com a responsabilidade profissional;
b) Responsabilidade social, política e ambiental;
c) Espírito empreendedor que permite enxergar oportunidades e atuar de
forma a obter resultados e ter postura sempre ativa e atuante;
d) Capacidade para trabalhar em equipe;
e) Busca permanente da atualização de conhecimentos e dos meios de
comunicação.
Em síntese, no curso os objetivos são trabalhados da seguinte forma:
Competências e Habilidades Gerais do Agrônomo
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
34
Competências e Habilidades Gerais do Agrônomo
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Objetivos gerais
Atividades de Ensino-Aprendizagem
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
Biologia Celular
Bioquímica Básica
Botânica I
Fundamentos Acadêmicos
Introdução à Agronomia
Leitura e Interpretação de Texto
Botânica II
Cálculo
Ecologia e Meio Ambiente
Física Básica
Genética Aplicada à Agronomia
Metodologia Científica
Microbiologia
Cálculo Aplicado à Agronomia
Climatologia e Agrometereologia
Desenho Técnico Aplicado
Fisiologia Vegetal
x x
x x
x
X
x x
x
X
x
x
X
x
X
X
X
X
X
X X X X X X
X
X
X
X X X X X X X X
X
x
x
X
X X X X X
X
X
X
X X X
X X
X
X
X
x X
X
X
X
X
x X
X
X
X X
X X
X X X X
X
X
X
X
X X X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X X X X
X X
X
X
X
X X X X X
X X
X
X
X X X
X X
X
X
X X X X
X X
X
X
X
X
X
Pedologia, Gênese, Morfologia e
Classificação dos Solos
Química Geral
Estatística
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Mecânica e Mecanização Agrícola
Microbiologia do Solo
Química Orgânica
Zootecnia I
Estudos Filosóficos e Sociológicos
x
X
X X
X X X X
X
X
X
X X X X
X X
X
X
X X X X
X X
X
X
X
X X
X
X
X
X
X
X
X X
X
X
X X X
X
X
X X X X
X
X
35
Manejo e Conservação do Solo e da Água
Nutrição Animal
X
Práticas Agronômicas em Ciências dos
Solos
Tecnologia e Produção de Sementes
Topografia e Georreferenciamento
Entomologia I
Estudos Antropológicos e Políticos
Fitopatologia I
Grandes Culturas I
Práticas em Engenharia Agrícola
Zootecnia II
Economia Agrícola
Entomologia II
Estágio Supervisionado I
Fitopatologia II
Grandes Culturas II
Melhoramento de Plantas
Práticas Agronômicas em Sanidade
Vegetal
Empreendedorismo
Estágio Supervisionado II
Fruticultura
Hidráulica, Irrigação e Drenagem
Práticas Agronômicas em Produção
Vegetal I
Tecnologia de Alimentos
Construções Rurais
Estágio Supervisionado III
Forragicultura e Pastagem
Gestão do Agronegócio e Projetos
Agropecuários
Olericultura
X X X X
X X
X
X
X X X X
X X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X
X
X X X X
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X
X
X X X X
X X
X
X
X X X X
X X
X
X
X X X X
X
X
X X X X
X X
X
X
X X X X
X X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X X
X X
X
X X X
X
X
X X X
X X
X
X X X X X X X X X X
X
X X
X
X
X
X
X
X
X
X
X X X
X X
X
X
X X X
X X
X
X
X X X
X X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X
X X X
X X
X
X
X X X
X X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X X X X
X X
X
X X X
X X
X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X X
X
X
X
X X X X X X
X
X
X
X
X
X X X
X X
X X X X
X
X
X
X X
X
X
Práticas Agronômicas em Produção
Vegetal II
X X X X X X X X X X
X
X
X
Projeto de Trabalho de Conclusão de
Curso
X X X X X X X X X X
X
X
X
Estágio Supervisionado IV
X X X X X X X X X X
X
X
X
36
Gestão Ambiental na Agricultura
Práticas Integradoras em Agronomia
Silvicultura e Sistemas Agroflorestais
Tópicos Especiais em Agronomia
Trabalho de Conclusão de Curso
X X
X X X X X X
X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X X X
X X X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
X X X X X X X X X X
X
X
X
E nas competências específicas:
Competências e Habilidades Específicas do Engenheiro Agrônomo
1 - projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e
especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do
agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade;
2 - realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres
técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e social,
respeitando a fauna e a flora e promovendo a conservação e/ou recuperação
da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de tecnologias integradas e
sustentáveis do ambiente;
3 - atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário
interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e instituições,
na gestão de políticas setoriais;
4 - produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos
agropecuários;
5 - participar e atuar em todos os segmentos das cadeias produtivas do
agronegócio;
6 - exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico
profissional, ensino superior, pesquisa, análise, experimentação, ensaios e
divulgação técnica e extensão;
7 - enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mundo,
do trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes.
Parágrafo Único. A formação do Engenheiro Agrônomo deverá atender a
coexistência de relações entre teoria e prática, como forma de fortalecer o
conjunto dos elementos fundamentais para a aquisição de conhecimentos e
habilidades necessários à concepção e à prática da Engenharia Agronômica,
capacitando o profissional a adaptar-se de modo flexível, crítico e criativo às
novas situações.
37
Competências e Habilidades Específicas
do Agrônomo
Componentes curriculares
1
5
6
7
Biologia Celular
x
x
x
x
X
Bioquímica Básica
x
x
x
x
X
Botânica I
x
x
x
x
X
Fundamentos Acadêmicos
x
x
x
x
X
x
x
x
x
X
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Leitura e Interpretação De Texto
x
x
3
Parágrafo
4
Introdução à Agronomia
2
x
x
Botânica II
Cálculo
x
x
Física Básica
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Genética Aplicada à Agronomia
x
Único
Metodologia Científica
Cálculo Aplicado à Agronomia
x
x
x
x
Pedologia, Gênese, Morfologia e
Classificação dos Solos
Climatologia e Agrometereologia
x
x
x
x
x
Ecologia e Meio Ambiente
x
x
x
x
x
Fisiologia Vegetal
x
x
x
x
x
Microbiologia
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Química Geral
x
x
Desenho Técnico Aplicado
x
x
Estatística
x
x
x
Fertilidade do Solo e Nutrição de
Plantas
Mecânica e Mecanização Agrícola
Microbiologia do Solo
x
Química Orgânica
38
Competências e Habilidades Específicas
do Agrônomo
Componentes curriculares
1
Tecnologia e Produção de Sementes
2
3
4
Parágrafo
5
6
7
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Único
Manejo e Conservação do Solo e da
Água
Estudos Filosóficos e Sociológicos
Topografia e Georreferenciamento
x
x
x
x
Zootecnia I
Nutrição Animal
Práticas Agronômicas em Ciências
dos Solos
Entomologia I
Estudos Antropológicos e Políticos
x
Fitopatologia I
Grandes Culturas I
x
x
x
x
Práticas em Engenharia Agrícola
Zootecnia II
Economia Agrícola
x
x
x
x
Entomologia II
Fitopatologia II
Grandes Culturas II
x
x
Melhoramento de Plantas
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Práticas Agronômicas em Sanidade
Vegetal
Empreendedorismo
Fruticultura
Hidráulica, Irrigação e Drenagem
x
x
Práticas Agronômicas em Produção
39
Competências e Habilidades Específicas
do Agrônomo
Componentes curriculares
1
2
Tecnologia de Alimentos
x
x
Construções Rurais
x
x
3
Parágrafo
4
5
6
7
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Único
Vegetal I
x
Forragicultura e Pastagem
Gestão do Agronegócio e Projetos
Agropecuários
Olericultura
Práticas Agronômicas em Produção
Vegetal II
Gestão Ambiental na Agricultura
Silvicultura e Sistemas
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Trabalho de Conclusão de Curso
x
x
x
x
x
x
x
x
Estágios Supervisionados
x
x
x
x
x
x
x
x
Atividades Complementares
x
x
x
x
x
x
x
x
Agroflorestais
Práticas
Integradoras
em
Agronomia
Tópicos Especiais em Agronomia
Projeto de Trabalho de Conclusão
de Curso
3.1.7. Perfil profissional do egresso
Os egressos do Curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho deve ser
um profissional com capacidade de realizar análise científica, de identificar e
resolver problemas, preocupado com sua atualização permanente de
conhecimentos e de tomar decisões com a finalidade de operar, modificar e criar
40
sistemas agropecuários e agroindustriais, sempre se preocupando com os aspectos
sociais e sustentáveis, dentro de princípios éticos.
O profissional deverá ser habilitado para entender a coexistência de relações entre
teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos fundamentais
para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e prática
agronômicas, adaptando-se de modo inteligente, flexível, crítico e criativo às novas
situações.
Desta forma o egresso terá atuação abrangente na cadeia de produção
agropecuária:
 atuando em atividades localizadas internamente à propriedade, como
alcançando o encadeamento entre o planejamento e encaminhamento da
produção agrícola para as fases de transformação, circulação e
comercialização, nos mercados interno e externo;
 com visão global dos sistemas de produção agrícola, detendo habilidades
para modificá-los em moldes científicos, tecnológicos e sócio-culturais, com
observação estrita da sustentabilidade dos recursos.
 com consciência cidadã, comprometendo o profissional com seu tempo,
com as necessidades do país e da humanidade.
 agregando capacidades de analisar e coordenar informações, interagir com
pessoas, interpretar de maneira dinâmica a realidade.
 com capacidade de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente
corretas, mas que considere os problemas em sua totalidade e sua inserção
numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões.
 com inserção profissional nos diversos segmentos das cadeias de produção
agrícola, que envolvem os setores de produção de insumos, produção
agropecuária, agroindústria, distribuição, consumo e setor de serviços.
E em sintonia com a DCN do Curso (RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE
2006), art. 5º, o perfil do egresso contempla:
I - sólida formação científica e profissional geral que possibilite absorver e
desenvolver tecnologia;
II - capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas,
considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais,
com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade;
III - compreensão e tradução das necessidades de indivíduos, grupos sociais e
comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais
e organizativos, bem como utilização racional dos recursos disponíveis, além da
conservação do equilíbrio do ambiente; e
IV - capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações
Há que se considerar que todos os componentes curriculares trabalham a
formação holística, por meio de estudo de casos provocando o estudo e a reflexão
crítica, a contextualização dos conteúdos e especialmente por meio das visitas
técnicas, dia de campo, dos TCCs, Estágio, Atividades Complementares e ações de
extensão.
41
Em síntese, o perfil é observado da seguinte forma:
Perfil do Egresso - Agrônomo
1. atuando em atividades localizadas internamente à propriedade, como
alcançando o encadeamento entre o planejamento e encaminhamento da
produção agrícola para as fases de transformação, circulação e
comercialização, nos mercados interno e externo;
2. com visão global dos sistemas de produção agrícola, detendo habilidades
para modificá-los em moldes científicos, tecnológicos e sócio-culturais, com
observação estrita da sustentabilidade dos recursos.
3. com consciência cidadã, comprometendo o profissional com seu tempo,
com as necessidades do país e da humanidade.
4. agregando capacidades de analisar e coordenar informações, interagir com
pessoas, interpretar de maneira dinâmica a realidade.
5. com capacidade de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente
corretas, mas que considere os problemas em sua totalidade e sua inserção
numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões.
6. com inserção profissional nos diversos segmentos das cadeias de produção
agrícola, que envolvem os setores de produção de insumos, produção
agropecuária, agroindústria, distribuição, consumo e setor de serviços.
Componentes curriculares
Coerência com o Perfil
1
2
3
4
5
6
Biologia Celular
x
x
x
x
x
x
Bioquímica Básica
x
x
x
x
x
x
Botânica I
x
x
x
x
x
x
Fundamentos Acadêmicos
x
x
x
x
x
x
Introdução à Agronomia
x
x
x
x
x
x
Leitura e Interpretação De Texto
x
x
x
x
x
x
Botânica II
x
x
x
x
x
x
Cálculo
x
x
x
x
x
x
Física Básica
x
x
x
x
x
x
42
Componentes curriculares
Coerência com o Perfil
1
2
3
4
5
6
Genética Aplicada à Agronomia
x
x
x
x
x
x
Metodologia Científica
x
x
x
x
x
x
Cálculo Aplicado à Agronomia
x
x
x
x
x
x
Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos
x
x
x
x
x
x
Climatologia e Agrometereologia
x
x
x
x
x
x
Ecologia e Meio Ambiente
x
x
x
x
x
x
Fisiologia Vegetal
x
x
x
x
x
x
Microbiologia
x
x
x
x
x
x
Química Geral
x
x
x
x
x
x
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
x
x
x
x
x
x
Desenho Técnico Aplicado
x
x
x
x
x
x
Estatística
x
x
x
x
x
x
Mecânica e Mecanização Agrícola
x
x
x
x
x
x
Microbiologia do Solo
x
x
x
x
x
x
Química Orgânica
x
x
x
x
x
x
Tecnologia e Produção de Sementes
x
x
x
x
x
x
Manejo e Conservação do Solo e da Água
x
x
x
x
x
x
Estudos Filosóficos e Sociológicos
x
x
x
x
x
x
Topografia e Georreferenciamento
x
x
x
x
x
x
Zootecnia I
x
x
x
x
x
x
Nutrição Animal
x
x
x
x
x
x
Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos
x
x
x
x
x
x
Entomologia I
x
x
x
x
x
x
Estudos Antropológicos e Políticos
x
x
x
x
x
x
Fitopatologia I
x
x
x
x
x
x
Grandes Culturas I
x
x
x
x
x
x
Práticas em Engenharia Agrícola
x
x
x
x
x
x
43
Componentes curriculares
Coerência com o Perfil
1
2
3
4
5
6
Zootecnia II
x
x
x
x
x
x
Economia Agrícola
x
x
x
x
x
x
Entomologia II
x
x
x
x
x
x
Fitopatologia II
x
x
x
x
x
x
Grandes Culturas II
x
x
x
x
x
x
Melhoramento de Plantas
x
x
x
x
x
x
Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal
x
x
x
x
x
x
Empreendedorismo
x
x
x
x
x
x
Fruticultura
x
x
x
x
x
x
Hidráulica, Irrigação e Drenagem
x
x
x
x
x
x
Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I
x
x
x
x
x
x
Tecnologia de Alimentos
x
x
x
x
x
x
Construções Rurais
x
x
x
x
x
x
Forragicultura e Pastagem
x
x
x
x
x
x
Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários
x
x
x
x
x
x
Olericultura
x
x
x
x
x
x
Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II
x
x
x
x
x
x
Gestão Ambiental na Agricultura
x
x
x
x
x
x
Silvicultura e Sistemas Agroflorestais
x
x
x
x
x
x
Práticas Integradoras em Agronomia
x
x
x
x
x
x
Tópicos Especiais em Agronomia
x
x
x
x
x
x
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso
x
x
x
x
x
x
Trabalho de Conclusão de Curso
x
x
x
x
x
x
Estágios Supervisionados
x
x
x
x
x
x
Atividades Complementares
x
x
x
x
x
x
44
3.1.7.1.
Estrutura Curricular
Atividades de Ensino-Aprendizagem
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
Semestral
Teórica Prática
1º PERÍODO
Biologia Celular
Bioquímica Básica
Botânica I
Fundamentos Acadêmicos
Introdução à Agronomia
Leitura e Interpretação de Texto
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
2
4
2
2
2
2
14
16
2
40
80
80
40
40
40
2
320
2º PERÍODO
Botânica II
Cálculo
Ecologia e Meio Ambiente
Física Básica
Genética Aplicada à Agronomia
Metodologia Científica
Microbiologia
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
2
4
2
2
2
2
2
16
16
0
40
80
40
40
40
40
40
0
320
3º PERÍODO
Cálculo Aplicado à Agronomia
Climatologia e Agrometereologia
Desenho Técnico Aplicado
Fisiologia Vegetal
Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos
Solos
Química Geral
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
4º PERÍODO
Estatística
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Mecânica e Mecanização Agrícola
Microbiologia do Solo
Química Orgânica
2
2
2
3
1
40
40
40
80
3
1
80
2
14
16
40
2
320
2
2
2
2
2
2
2
40
80
80
40
40
45
Atividades de Ensino-Aprendizagem
Zootecnia I
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
5º PERÍODO
Estudos Filosóficos e Sociológicos
Manejo e Conservação do Solo e da Água
Nutrição Animal
Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos
Tecnologia e Produção de Sementes
Topografia e Georreferenciamento
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
6º PERÍODO
Entomologia I
Estudos Antropológicos e Políticos
Fitopatologia I
Grandes Culturas I
Práticas em Engenharia Agrícola
Zootecnia II
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
7º PERÍODO
Economia Agrícola
Entomologia II
Estágio Supervisionado I
Fitopatologia II
Grandes Culturas II
Melhoramento de Plantas
Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
8º PERÍODO
Empreendedorismo
Estágio Supervisionado II
Fruticultura
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
Semestral
Teórica Prática
2
40
12
4
16
320
4
2
2
2
2
2
12
16
2
4
80
40
40
40
40
80
320
2
4
2
3
2
13
16
1
2
40
80
40
80
40
40
3
320
2
2
2
3
2
11
18
2
2
1
2
7
40
80
100
80
80
40
40
460
2
2
40
100
40
46
Atividades de Ensino-Aprendizagem
Hidráulica, Irrigação e Drenagem
Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I
Tecnologia de Alimentos
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
9º PERÍODO
Construções Rurais
Estágio Supervisionado III
Forragicultura e Pastagem
Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários
Olericultura
Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
10º PERÍODO
Estágio Supervisionado IV
Gestão Ambiental na Agricultura
Práticas Integradoras em Agronomia
Silvicultura e Sistemas Agroflorestais
Tópicos Especiais em Agronomia
Trabalho de Conclusão de Curso
Subtotal
Total da carga horária semanal
Total da carga horária semestral
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
Semestral
Teórica Prática
2
2
80
2
40
2
40
8
4
12
340
2
2
2
2
8
12
Resumo da carga horária
Carga Horária Teórica e Prática das disciplinas do
curso
Carga horária do Estágio Supervisionado
Carga Horária das Atividades Complementares
Carga Horária Total do Curso
Período de Integralização
40
100
40
40
40
40
40
2
2
4
340
100
40
40
40
40
40
2
2
2
2
6
8
2
300
CH
2960
400
240
3.600
Mínimo de 5 anos
Máximo de 7,5 anos
3.1.7.2 Conteúdos curriculares
47
O curso de Agronomia em sua organização curricular apresenta um conjunto de
atividades de Ensino-Aprendizagem que em seu contexto, ao trabalhar os
conteúdos conceituais e procedimentais do curso, o fazem evidenciar a
formação de um profissional de Agronomia focando as habilidades e competências
definidas no perfil do egresso. A postura ética e o respeito ao meio ambiente
(conteúdos atitudinais) devem conduzir todo o processo de ensinoaprendizagem buscando uma formação teórica e prática consubstanciada numa
visão crítica dos fenômenos ambientais e das razões da sustentabilidade. Isto se
observa na postura dos docentes ao evidenciar os aspectos políticos, econômicos,
sociais, ambientais, culturais com visão ética e humanística em atendimento às
demandas da sociedade.
A apresentação de trabalhos, individuais ou coletivos, os seminários, as atividades
de campo, as vistas técnicas, dentre outras atividades, colaboram para o debate, a
análise, a reflexão, enfim, a construção do profissional crítico e reflexivo.
O Estágio Supervisionado, além de permitir a verificação dos conteúdos
conceituais trabalhados, permite também a aprendizagem dos conhecimentos
práticos e a maneira como o futuro profissional se comporta na solução de
problemas no setor agropecuário.
No Trabalho de Conclusão de curso se observa a capacidade de pesquisa, de
fundamentação científica, de visão crítica e social capaz de propor soluções,
sempre dentro do princípio básico da sustentabilidade e do desenvolvimento
econômico para preservação do meio ambiente.
A distribuição das disciplinas está estruturada a partir de uma visão integrada que
leva em consideração a interdisciplinaridade. Assim é possível estimular a
absorção do conhecimento aplicado e a dinamicidade das técnicas gerenciais e
tecnológicas de modo a desenvolver no aluno a cultura investigativa, metodológica
e a postura proativa que lhe permita avançar rumo ao desconhecido.
Os conteúdos curriculares são desenvolvidos com CHT de 3.600h, sendo 240h
atividades complementares e 400h de estágio supervisionado. De acordo com Res.
CNE/CES nº 1, 2/2/2006, agrupam-se nos Núcleos Conteúdos Básicos, Essenciais e
Específicos.
As unidades de estudo e sua distribuição na matriz se pautam pela relevância,
atualização e coerência, favorecendo a correlação e sequência dos conteúdos para
que estes se complementem sem lacunas e sobreposições, possibilitando a
construção gradual e sólida da formação dos alunos.
As AC são atividades enriquecedoras vinculadas aos objetivos do curso e ao seu
perfil, possibilitando aprofundamento técnico e cultural e de natureza
interdisciplinar.
48
O estágio supervisionado é desenvolvido nos 7º, 8º, 9º e 10º períodos, colocando o
aluno em contato com profissionais da área. É viabilizado por meio de convênios
firmados.
O TCC é trabalhado no 9º e 10º períodos e articula conhecimentos apropriados ao
longo do curso, culminando com a defesa.
As atividades de ensino-aprendizagem que compõem o currículo não existem de
forma isolada, mas num processo de interação teórico-prático.
Em relação ao tempo de integralização, considerando a Resolução CNE/CES No 2
(18/06/07) que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos curso, o curso de Agronomia da Faculdade atende na
íntegra a resolução, pois o curso possui 3.600 horas de carga horária total para um
limite mínimo de integralização de 5 anos. A organização curricular proposta esta
disposta nos três núcleos de Formação e orienta a construção do conhecimento
garantindo as habilidades e competências definidas no perfil do egresso.
A proposta curricular do curso de Agronomia da Faculdade, acordo com a
Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, compreende três Núcleos de
Conteúdos, quais sejam: a – Núcleo de Conteúdos Básicos; b – Núcleo de Conteúdos
Profissionais Essenciais e c – Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos. O
Núcleo de Conteúdos Básicos compor-se-á das matérias que fornecem o
embasamento teórico necessário para a formação geral do futuro profissional.
O Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais compor-se-á das matérias
destinadas à caracterização da identidade do profissional, integrando as sub-áreas
de conhecimento que identificam atribuições, deveres e responsabilidades. O
Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos deverá contribuir para o
aperfeiçoamento da habilitação profissional dos graduandos. Sua inserção no
currículo tem o objetivo de atender peculiaridades locais e regionais e, quando
couber, caracterizar o projeto institucional com identidade própria. As disciplinas
do curso de Agronomia foram dispostas e periodizadas em uma estrutura
curricular, em que o conhecimento pode ser sistematizado e organizado de forma
ágil, flexível reduzindo os limites entre o mundo do ensino e do trabalho,
permitindo também sua construção gradativa.
Esta estrutura contempla conteúdos obrigatórios e eletivos, o que possibilita a
participação do aluno na definição dos seus estudos, respeitando desta forma o
princípio da flexibilidade. A carga horária semestral foi dimensionada de forma a
permitir que o aluno tenha tempo disponível para desenvolver as habilidades
necessárias, consolidando as competências exigidas pela profissão, bem como
aquelas, exigidas no exercício do papel de cidadão. As disciplinas foram também
organizadas de modo a permitir a utilização de metodologias e práticas de ensino
integradoras, de modo que o futuro profissional compreenda e apreenda desde o
início do curso as relações entre as diversas áreas de conhecimentos e a sua
aplicação na complexidade da prática profissional.
49
Na execução do currículo, buscar-se-á desenvolver formas de interdisciplinaridade
e associação de conteúdos em ordem crescente de complexidade, por meio do
planejamento e execução de projetos integrados.
I. Núcleo de Conteúdos Básicos: Atividades Complementares; Biologia
Celular; Bioquímica Básica; Botânica I; Botânica II; Cálculo; Cálculo
Aplicado a Agronomia; Desenho Técnico Aplicado; Ecologia e Meio
Ambiente; Entomologia I; Estatística; Física Básica; Leitura e Interpretação
de Textos; Metodologia Científica; Fundamentos Acadêmicos,
Microbiologia; Química Geral; Química Orgânica; Estudos Filosóficos e
Sociológicos; Estudos Antropológicos e Políticos; Empreendedorismo.
II. Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais: Atividades
Complementares; Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários;
Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; Fertilidade do Solo
e Nutrição de Plantas; Manejo e Conservação do Solo e da Água;
Construções Rurais; Economia Agrícola; Entomologia II; Fisiologia Vegetal;
Fitopatologia I; Fitopatologia II; Fruticultura; Nutrição Animal; Práticas
Agronômicas em Ciências dos Solos; Genética Aplicada à Agronomia;
Gestão Ambiental na Agricultura; Hidráulica, Irrigação e Drenagem;
Introdução à Agronomia; Mecânica e Mecanização Agrícola; Melhoramento
de Plantas; Climatologia e Agrometereologia; Microbiologia do Solo;
Olericultura; Tecnologia e Produção de Sementes; Tecnologia de
Alimentos; Topografia e Georreferenciamento; Zootecnia I; Grandes
Culturas I; Práticas em Engenharia Agrícola; Zootecnia II; Grandes
Culturas II; Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal; Forragicultura e
Pastagem; Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I, Práticas
Agronômicas em Produção Vegetal II; Silvicultura e Sistemas
Agroflorestais.
III. Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos: Atividades
Complementares; Estágio Supervisionado I; Estágio Supervisionado II;
Estágio Supervisionado III; Estágio Supervisionado IV; Tópicos Especiais
em Agronomia; Projeto de Trabalho e Conclusão de Curso; Trabalho de
Conclusão de Curso; Práticas Integradoras em Agronomia.
O Núcleo de Conteúdos Básicos trabalha com o aluno a absorção de conhecimento
científico das áreas básicas da Agronomia, que é seguido das disciplinas do Núcleo
de Conteúdo Profissional Essencial que repassa informações que vão agregar ao
profissional habilidades para atuar na área da Agronomia e em seguida o Núcleo
de Conteúdo Profissional Específico que trabalha com a comportamento atitudinal
do profissional.
1º PERÍODO
Disciplina: Biologia Celular
Carga horária: 40 horas
50
Ementa: Conhecimentos sobre as células e as estruturas citoplasmáticas que
realizam o metabolismo dos sistemas vivos.
Bibliografia básica:
CARNEIRO, José; JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85277-1989-6>. Acesso em: 28 set. 2015.
DE ROBERTIS, Edward M.; HIB, José. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara
Koogan,
2014.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2386-2>. Acesso
em: 28 set. 2015.
Bibliografia complementar:
APPEZANATO, B.G.; CARMELLO, S.M.G. Anatomia vegetal. Viçosa: Editora UFV.
ALBERTS, Bruce et al. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à
biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed.
ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre, RS: Artmed.
VIEIRA, Enio Cardillo; GAZZINELLI, Giovanni; MARES-GUIA, Marcos. Bioquímica
celular e biologia molecular. São Paulo: Atheneu (Biblioteca biomédica).
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa. Biologia estrutural dos tecidos: histologia. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
Disciplina: Bioquímica Básica
Carga horária: 80 h
Ementa:
Aspectos estruturais, metabólicos e de integração das principais biomoléculas e
sua relação com o funcionamento da célula, do organismo e com o fluxo de
informação. Bioenergética, metabolismo individual e integrado do organismo.
Bibliografia Básica:
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: ArtMed.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D.L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. São Paulo:
Sarvier.
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. Rio de
Janeiro:
Guanabara
Koogan.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2388-6>. Acesso
em: 28 set. 2015.
Bibliografia Complementar:
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
CONN, Eric E; STUMPF, Paul K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Edgard
Blücher.
51
GAW, A.; RUMJANEK, F.D. Bioquímica clínica: um texto ilustrado em cores. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
CHAMPE, Pamela C; HARVEY, Richard A; FERRIER, Denise R. Bioquímica
ilustrada. Porto Alegre, RS: Artmed.
KOOLMAN J. Bioquímica: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed.
Disciplina: Botânica I
Carga horária: 80 horas
Ementa: Morfologia externa e sistemática das espermatófitas. Caracterização das
principais famílias de mono e dicotiledôneas. Técnicas de herborização.
Bibliografia básica:
EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia
vegetal. Rio
de
Janeiro:
Guanabara
Koogan.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso
em: 28 set. 2015.
FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo:
Nobel.
SOUZA, Vinicius C.; LORENZI Harri. Botânica sistemática. São Paulo: Editora
Plantarum.
Bibliografia complementar:
FERRI, Mário Guimarães; MENEZES, Nanusa Luíza de; MONTEIRO, Walkyria Rossi.
Glossário ilustrado de botânica. São Paulo: Nobel.
FERRI, Mário Guimarães (Coord.). Fisiologia vegetal. São Paulo: EPUp. (v.1).
CASTRO, Evaristo Mauro de; PEREIRA, Fabricio José; PAIVA, Renato. Histologia
vegetal: estrutura e função de órgãos vegetativos. Lavras: Editora UFLA.
JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: Introdução à taxonomia vegetal. São Paulo:
Companhia Editora Nacional.
OLIVEIRA, Fernando de; SAITO, Maria Lucia. Práticas de morfologia vegetal. São
Paulo: Atheneu.
Disciplina: Fundamentos Acadêmicos
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Rol de disciplinas abaixo
Bibliografia Básica:
NSA
Bibliografia Complementar:
NSA
52
Disciplina: Introdução à Agronomia
Carga horária: 40 horas
Ementa: Histórico da Agricultura. Formação profissional do Agrônomo. Áreas de
atuação do Engenheiro Agrônomo. O mercado de trabalho do Agrônomo. O
agrônomo Brasileiro. O meio ambiente – Desenvolvimento Sustentado. Consciência
crítica a respeito da escolha profissional e institucional, da formação acadêmica e
dos compromissos na sociedade. Estrutura do curso de Agronomia. Conhecimento
da vida acadêmica, da trajetória histórica da agricultura e da ciência agronômica.
Ética e Deontologia. Agronegócio e Cadeias Produtivas. Agropecuária Brasileira.
Pesquisa, Ensino e Extensão. ABC – Agricultura de Baixo Carbono. Instituições e
empresas do setor agrícola nacional, estadual e municipal. Política Agrícola
municipal.
Bibliografia básica:
NEVES, Marcos Fava. Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma agenda
para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São Paulo: Atlas.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522464524>. Acesso em:
28 set. 2015.
DREW, David; SANTOS, João Alves dos. Processos interativos homem: meio
ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
BONILLA, J. A. Fundamentos da agricultura ecológica. São Paulo. Nobel.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, NIEMEYER. Segurança Alimentar. São Paulo: ALINEA. 2010
BRASIL, EMBRAPA. Novos Ângulos da História da Agricultura do Brasil. São
Paulo, 2010.
BARBIERI, Rosa Lia; STUMPF, Elisabeth Regina Tempel; PEREIRA, Rúbia Maria.
Origem e evolução de plantas cultivadas. Brasília: EMBRAPA.
GALLO, Sílvio. Ética e cidadania: caminhos da Filosofia. Campinas: Papirus, 1997.
QUEIROZ, Timóteo Ramos; ZUIN, Luís Fernando Soares. Agronegócios: gestão e
inovação. São Paulo: Saraiva, 2006.
Disciplina: Leitura e Interpretação de Textos
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Língua e Linguagem. Língua oral e escrita. Variação linguística. Textoverbal e não
verbal. Textualidade (intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade,
informatividade, intertextualidade, coesão e coerência).
Tipologia e gêneros
textuais. Tipologia e gêneros textuais: características estruturais de textos
dissertativos (expositivos e argumentativos), narrativos, descritivos e injuntivos.
Estratégias argumentativas. Métodos de leitura e interpretação: sublinhar,
resumir e esquematizar. Interpretação de textos: ambiguidade; conotação e
53
denotação; inferência e leitura de implícitos (pressupostos e subentendidos).
Figuras de linguagem. Interpretação de texto.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antônio. Língua portuguesa: noções
básicas
para
cursos
superiores.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522481576>. Acesso em:
15 set. 2015.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São
Paulo: Companhia Editora Nacional.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e
redação. São Paulo: Ática.
Bibliografia Complementar:
MACHADO, Anna Rachel (Coord.). Resenha. São Paulo: Parábola.
GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: FGV.
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto.
PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; CURY, Maria Zilda. Intertextualidades: teoria e
prática. Belo Horizonte: Editora Lê.
PLATÃO SAVIOLI, Francisco; FIORIM, José Luiz. Para entender o texto: leitura
e redação. São Paulo: Ática.
2º PERÍODO
Disciplina: Botânica II
Carga horária: 40 horas
Ementa: Processos fisiológicos que ocorrem no vegetal, de forma isolada e interrelacionadas, e dos efeitos ambientais sobre estes processos, anatomia dos órgãos
vegetativos e dos grandes grupos de plantas vasculares e sua evolução. Técnicas
utilizadas no estudo de anatomia vegetal.
Bibliografia básica:
FERRI, Mário Guimarães; MENEZES, Nanusa Luíza de; MONTEIRO, Walkyria Rossi.
Glossário ilustrado de botânica. São Paulo: Nobel.
EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara
Koogan.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso
em: 28 set. 2015.
JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. São Paulo:
Companhia Editora Nacional.
Bibliografia complementar:
AKISUE, Gokithi; OLIVEIRA, Fernando de. Fundamentos de farmacobotânica. São
Paulo: Atheneu, 2005
54
FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo:
NOBEL.
FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia interna das plantas. São Paulo:
NOBEL.
FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: EPU. (v.I v.II).
APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & Carmello-Guerreiro, S.M. 2003. Anatomia vegetal.
UFV. Viçosa.
Disciplina: Cálculo
Carga horária: 80 horas
Ementa: Conjuntos Numéricos, Expressões Numéricas e Algébricas, Sistema
Cartesiano Ortogonal, Função do 1o grau, Função Quadrática, Função Modular,
Função Exponencial, Função Logarítmica, Gráficos, Limites e Continuidade das
Funções.
Bibliografia básica:
LARSON, Roland E. Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro: RTC.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. Rio de Janeiro: Makron Books.
STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. (v.2).
SIQUEIRA, José de Oliveira. Fundamentos para cálculos. São Paulo: Saraiva.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502141742>. Acesso em:
28 set. 2015.
Bibliografia complementar:
ÀVILA, Geraldo. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC. (v.I).
SALAS, Saturnino L; HILLE, Einar; ETGEN, Garret J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC.
(v.2).
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B: funções de várias
variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. São Paulo:
Pearson Prentice Hall.
GOLDSTEIN, Larry J. et al. Cálculo: e suas aplicações. São Paulo: Hemus.
HOFFMAN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de
Janeiro: LTC.
Disciplina: Ecologia e Meio Ambiente
Carga horária: 40 horas
Ementa: Ecologia, biosfera, ecossistema, ciclo biogeoquímico, ecologia de
populações. Ecologia humana dentro da sociedade sustentável, ecologia aplicada à
agronomia. Agricultura Sustentável. Formas de agricultura, convencional,
agroecológica, SAT, princípios, evolução, práticas adotadas, resultados, problemas.
Princípios ecológicos na agricultura: dinâmica de nutrientes, da água e da energia,
biologia do solo, biodiversidade. Base ecológica do manejo de pragas e doenças.
Ecologia do manejo de ervas daninhas. A ciclagem de nutrientes no
55
agroecossistema através de adubação verde e da compostagem. Tecnologias
agroecológicas. Manejo sustentável do solo: cultivo em faixas, cordões de contorno,
cultivo mínimo, plantio direto, "mulching". Modelos alternativos de agricultura:
orgânica, biodinâmica, natural. Introdução a produção sustentável em olerícolas,
frutíferas, cereais e pastagens e sistemas agroflorestais.
Análise de
Sustentabilidade em Propriedades Rurais.
Bibliografia básica:
FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São
Paulo: Universidade de São Paulo.
ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
MARQUES, João Fernando; SKORUPA, Ladislau Araújo; FERRAZ, José Maria
Gusman (Ed.). Indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas.
Jaguariúna, SP: EMBRAPA Meio Ambiente.
COELHO, Ricardo Motta Pinto. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: ArtMed.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536310978>. Acesso em:
28 set. 2015.
Bibliografia complementar:
BOFF, Leonardo. Ecologia, mundialização, espiritualidade. São Paulo: Ática.
AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia das
populações: genética, evolução e ecologia. São Paulo: Moderna.
PEREIRA NETO, João Tinôco. Manual de compostagem: processo de baixo custo.
Viçosa, MG: UFV. (Soluções).
LAGO, Antônio. O Que é ecologia. São Paulo: Brasiliense.
PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2002. 252 p. ISBN 8573076291.
Disciplina: Física Básica
Carga horária: 40 horas
Ementa: Física das radiações, Energias. Fenômenos ondulatórios. Óptica do olho
humano. Fenômenos Elétricos. Fluidos em Sistemas Biológicos.
Bibliografia básica:
BAUER, Wolfgang; WESTFALL, Gary D.; DIAS, Helio. Física para
universitários: eletricidade e magnetismo. Porto Alegre: AMGH. Disponível em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580551266>. Acesso em: 1
out. 2015
OKUNO.E.CALDAS I.L.,; CHOW,C. Física para ciências biológicas e biomédicas.
São Paulo: Harbra.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de
física: gravitação, ondas e termodinâmica. Rio de Janeiro: LTC. (v.2).
Bibliografia complementar:
56
ALMADI, Uo. Imagens da Física. São Paulo: Scipione.
HALLIDAY, David ; BIASI, Ronaldo Sérgio de ; WALKER, Jearl . Fundamentos de
física v. I. Rio de Janeiro: LTC.
LUZ, Antônio Máximo Ribeiro da; ALVARENGA, Beatriz Gonçalves de. Física:
volume único. São Paulo: Harbra.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas para engenheiros:
eletricidade e magnetismo, óptica. Rio de Janeiro: LTC, (Física para cientistas e
engenheiros; v.2).
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: física
moderna: mecânica quântica, relatividade e a estrutura mecânica. Rio de Janeiro:
LTC. (Física para cientistas e engenheiros; v.3).
Disciplina: Genética Aplicada à Agronomia
Carga horária: 40 horas
Ementa: Natureza do material genético. Composição química e estrutura dos
ácidos nucléicos. Código genético. Replicação, transcrição e tradução. Código
genético. Mutação. Teoria cromossômica da herança. Bases mendelianas da
hereditariedade. Mapeamento cromossômico. Aberrações cromossômicas
estruturais e numéricas. Genética de populações. Histórico, importância e uso da
biotecnologia. Totipotência celular e aspectos comparativos em plantas e animais.
Cultura de células, tecidos e órgãos. Linhagens e fusões celulares e hibridas.
Manipulação de embriões e Sementes sintéticas. Biorreatores. Criopreservação.
Produção de metabolitos secundários "in vitro". Conceito e implicações dos
Organismos Geneticamente Modificados, Bioética, Biossegurança e Meio Ambiente.
Bibliografia básica:
RESENDE, Marcos Deon Vilela de. Genética biométrica e estatística no
melhoramento de plantas perenes. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica.
GRIFFITHS, A.J. et al. Introdução a genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J. Fundamentos de genética. Rio de
Janeiro:
Guanabara
Koogan.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2290-2>. Acesso
em: 1 out. 2015.
Bibliografia complementar:
CRUZ, Cosme Damião. Princípios de genética quantitativa. Viçosa. Editora UFV.
BROWN, T. A. Genética: um enfoque molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
CID, L. Pedro Barrueto. Cultivo in vitro de plantas. São Paulo: Embrapa.
PINTO, César Augusto Brasil Pereira; RAMALHO, Magno Antônio Patto; SANTOS,
João Bosco dos. Genética na agropecuária. Lavras: UFLA,
FIGUEREDO, Marcia do Vale Barreto. Biotecnologia aplicada à agricultura:
textos de apoio e protocolos experimentais. São Paulo Embrapa.
Disciplina: Metodologia Científica
Carga Horária: 40 h
Ementa:
57
A construção do conhecimento e o conhecimento científico. O método científico. As
ações processuais da construção científica. As fases de construção do
conhecimento científico: o planejamento e suas configurações; a pesquisa – tipos e
procedimentos; a redação da pesquisa científica e as normas da ABNT; a submissão
da pesquisa à comunidade acadêmica.
Bibliografia Básica:
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Editora UFMG. (Coleção Aprender).
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia
científica. São
Paulo:
Atlas.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522484867>. Acesso em:
26 nov 2015.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522478408>. Acesso em:
24 ago. 2015.
Bibliografia Complementar:
ALVARENGA, Maria Amália de Figueiredo Pereira; ROSA, Maria Virgínia de
Figueiredo Pereira do Couto. Apontamentos de metodologia para a ciência e
técnicas de redação científica: monografia, dissertações e teses. Porto Alegre,
RS: S. A. Fabris.
BARROS, Aidil Jesus Paes de Barros e LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto
de Pesquisa: Propostas Metodológicas. 11.ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e
gestão. Petrópolis, RJ: Vozes.
DEMO, Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas, 2008.
131 p. ISBN 9788522451739.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de
monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas.
Disciplina: Microbiologia
Carga Horária: 40h
Ementa:
Organização dos microorganismos, patogenicidade, diagnóstico, epidemiologia e
profilaxia dos grupos de fungos, bactérias, vírus. Métodos de controle das
populações microbianas e normas de biossegurança, os agentes quimioterápicos e
sua ação. Processo de desinfecção, esterilização e controle dos microorganismos,
os agentes químicos e físicos.
Bibliografia básica:
BLACK, J.G.; TOROS, E.F. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
58
MAZA, L.M. Atlas de diagnóstico em microbiologia. Porto Alegre: Artes Médicas.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Porto
Alegre:
ArtMed.
Disponível
em:
http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536326986>. Acesso em: 2
out. 2015
Bibliografia complementar:
LACAZ, C. S. et al. Tratado de micologia médica Lacaz. São Carlos: Sarvier.
MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. Microbiologia de Brock. São Paulo:
Prentice-Hall.
MURRAY, P.R. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
PELCZAR JR., M.J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Makron Books. (v1)
PELCZAR JR., M.J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Makron Books. (v2)
3º PERÍODO
Disciplina: Cálculo Aplicado à Agronomia
Carga horária: 40 horas
Ementa: Matriz, Diagonalização de matrizes, Determinante, Sistema de equações
lineares, Transformações lineares, Noção intuitiva de limites: limite de uma função
em um ponto, limites finitos, infinitos e função contínua, Derivada de uma função:
taxa média, derivada de um ponto, função derivada, Cálculo diferencial e integral.
Bibliografia básica:
GOLDSTEIN, Larry J. et al. Cálculo: e suas aplicações. São Paulo: Hemus.
IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar 4 :
sequencias, matrizes, determinantes, sistemas. São Paulo: Atual.
HOFFMAN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações: tópicos
avançados. Rio de Janeiro: LTC.
AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo. Porto Alegre: Bookman. (Schaum).
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837446>. Acesso em:
2 out. 2015
Bibliografia complementar:
MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC . (v.2)
LARSON, Roland E. Cálculo com aplicações. Rio de Janeiro: LTC.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. Rio de Janeiro: Makron Books.
STEWART, James. Cálculo.São Paulo: Pioneira Thomson Learning, (v.2).
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática básica para os cursos superiores.
São Paulo: Atlas.
59
Disciplina: Climatologia e Agrometereologia
Carga horária: 40 horas
Ementa: Atmosfera terrestre. Radiação solar e terrestre. Movimentos
atmosféricos. Técnicas para diagnóstico e prognóstico do tempo. Principais
fenômenos atmosféricos. Clima e sua classificação. Evapotranspiração. Balanço
hídrico. Zoneamento agroclimático. Clima e produção agrícola.
Bibliografia básica:
FERREIRA, Artur Gonçalves. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos.
MENDONÇA, Francisco; DANNI-OLIVEIRA, Inês Moresco. Climatologia: noções
básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos.
PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à
produção animal. Belo Horizonte: FEPMVZ.
BARRY, Roger G.; CHORLEY, Richard J. Atmosfera, tempo e clima. Porto Alegre:
Bookman.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837392>. Acesso em:
28 set. 2015.
Bibliografia complementar:
AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil.
FERRETTI, Eliane Regina. Geografia em ação: práticas em climatologia. Curitiba:
Aymará. (Mundo das ideias).
MARIN, Fábio Ricardo; ASSAD, Eduardo Delgado; PILAU, Felipe Gustavo. Clima e
ambiente: introdução à climatologia para ciências ambientais. Campinas, SP:
Embrapa Informática Agropecuária.
TORRES, Fillipe Tamiozzo Pereira; MACHADO, Pedro José de Oliveira. Introdução
à climatologia. São Paulo: Cengage Learning, (Série Textos básicos de geografia).
TUBELIS, Antônio. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa:
Aprenda Fácil.
Disciplina: Desenho Técnico Aplicado
Carga horária: 40 horas
Ementa: Fundamentos do Desenho Técnico: classificação, normas, formatos de
papel e caligrafia. Sistemas de representação: 1º diedro. Projeção ortogonal de
peças mecânicas simples, utilizadas no campo da agronomia. Sistema Universal de
Projeções: escalas, tipos de linhas e vistas auxiliares. Perspectivas Isométrica e
Cavaleira. Cotação: regras de dimensionamento. Desenho Auxiliado por
Computador (CAD): interface, coordenadas, comandos de desenho, edição e texto,
propriedades dos objetos, comandos auxiliares, blocos, plotagem e comandos de
dimensionamento. Desenho Arquitetônico.
Bibliografia básica:
60
SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-2162739-5>. Acesso em: 28 set. 2015.
HENDERSON, José Speck. Manual básico de desenho técnico. Blumenau, SC: UFSC.
FRENCH, Thomas Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia
gráfica. São Paulo: Globo.
Bibliografia complementar:
MAGUIRE, D. E; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho técnico básico. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico.
BALDAM, Roquemar de Lima; COSTA, Lourenço; OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD
2009: utilizando totalmente. São Paulo: Editora Érica.
RIBEIRO, Claudia Pimentel Bueno do Valle; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho
técnico para engenharias. Curitiba: Juruá Editora.
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho técnico mecânico:
curso completo para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de
engenharia. São Paulo: Hemus, (v.1).
Disciplina: Fisiologia Vegetal
Carga horária: 80 horas
Ementa: Funções da planta. Fotossíntese, Respiração. Nutrição mineral.
Assimilação do nitrogênio. Relações hídricas. Transporte de solutos orgânicos.
Desenvolvimento vegetativo. Desenvolvimento reprodutivo. Dormência e
germinação. Senescência e abscisão. Hormônios reguladores do metabolismo. A
planta sob condições adversas.
Bibliografia básica:
MARENCO, Ricardo A, LOPES, Nei Fernandes. Fisiologia Vegetal. Lavras. Editora
UFV.
PAIVA, Renato; OLIVEIRA, Lenaldo Muniz de. Fisiologia e produção vegetal.
Lavras. Editora UFLA.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed.
KERBAUY, Gilberto Barbante. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. Disponível em: <http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85277-1990-2>. Acesso em: 28 set. 2015.
Bibliografia complementar:
FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: EPU.
MALAVOLTA, E; OLIVEIRA, Sebastião A. de; VITTI, Godofredo Cesar. Avaliação do
estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. Piracicaba, SP:
Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato.
PRADO, CARLOS HENRIQUE B. DE A; CASALI, CARLOS APARECIDO. Fisiologia
vegetal: práticas em relações hídricas. São Paulo: Monole.
MARCOS FILHO, Júlio. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba:
FEALQ (Biblioteca de ciências agrárias Luiz de Queiroz; 12).
61
RAVEN, P. H.; EVERT. R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Disciplina: Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos
Carga horária: 80 horas
Ementa: Introdução à ciência do solo; Origem do Universo e Planeta Terra;
Minerais e rochas; Mineralogia de solos e Pedologia; Histórico da Pedologia;
Conceito de solo; Constituição do solo; Intemperismo e Sedimentologia; Morfologia
do solo: Características e suas propriedades. Fatores e Processos de formação de
solos; Tectônica e Estratigrafia; Classificação e Geografia dos solos.
Bibliografia básica:
KIEHL,E.J. Manual de edafologia. Piracicaba: Ceres.
OLIVEIRA, João Bertoldo de. Pedologia aplicada. Piracicaba, SP: FEALQ.
RESENDE, M.;CURY,N; REZENDE,S.B; CORREA.G.B. Pedologia: base para a
distinção de ambientes. Viçosa: Neput.
POPP, José Henrique. Geologia geral. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Disponível em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1984-0>.
Acesso
em: 28 set. 2015.
Bibliografia complementar:
GUERRA, Antonio José Teixeira; SILVA, Antônio Soares da; BOTELHO, Rosangela
Garrido Machado. Erosão e conservação dos solos: conceito, temas e
aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
CURI, Nilton et al. Mineralogia de solos brasileiros: interpretação e aplicações.
Lavras: UFLA.
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos.
LEPSCH, I. F. 19 lições de pedologia. São Paulo: Oficina de Textos.
SANTOS, Humberto Gonçalves dos; GODOY, Eduardo Guedes. Sistema brasileiro
de classificação de solos. Rio de Janeiro: EMBRAPA.
Disciplina: Química Geral
Carga horária: 40 h
Ementa:
Introdução à química, conceitos básicos; propriedades da matéria e energia;
estrutura atômica, tabela periódica, funções inorgânicas; quantidade de matéria,
estequiometria, soluções.
Bibliografia Básica
BRADY, James E.; HUMISTON Gerard E. Química geral. Rio de Janeiro: LTC. (v.1).
RUSSEL, John B. Química geral. São Paulo: Makron Books. (v.1).
RUSSEL, John B. Química geral. São Paulo: Makron Books. (v.2).
BRADY, James E.; SENESE, Frederick A.; JESPERSEN, Neil D. Química: a matéria e
suas transformações, v.1.Rio de Janeiro: LTC. ISBN 978-85-216-1925-3. Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1925-3>.
Acesso em: 24 ago. 2015.
62
Bibliografia Complementar
BRADY, J.E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC. (v.lI).
CONRAD, J. et al. Princípios de química. Rio de Janeiro: LTC.
KOTZ, J.C.; TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC. (v.I).
KOTZ, J.C.; TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC.
(v.II).
LEE, J.D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blucher.
63
4º PERÍODO
Disciplina: Estatística
Carga horária: 40 h
Ementa: As generalidades- definições e evolução histórica da estatística e sua
aplicação. Técnicas de amostragem. Representação gráfica e Tubular. Distribuição
de frequência. Medidas de tendência central e separatrizes. Medidas de dispersão,
medidas de assimetria e curtose. Ajustamento de curvas. Teoria da correlação e
regressão. Teoria da probabilidade. Distribuições de probabilidades de varáveis
aleatórias discretas e contínuas, Números índices.
Bibliografia Básica:
BUSSAB, Wilton de Oliveira; MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica. São
Paulo: Atual. (Métodos quantitativos).
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência, volume
único. São Paulo: Pearson. (Matemática/Estatística).
VIEIRA, Sônia. Estatística básica. São Paulo: Cengage Learning.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, D.F.; OGLIARI, P.J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas.
Florianópolis: UFSC.
CRESPO, A.A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva.
MORETTIN, L.G. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Makron Books. (v.I).
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística.
São
Paulo:
Atlas.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522477937>. Acesso em:
28 set. 2015.
NAZARETH, H.R.S. Curso básico de estatística. São Paulo: Ática.
Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Carga horária: 80 horas
Ementa: Reação da solução do solo. Interação, nutrientes, colóides e íons do solo.
Troca iônica. Análise química do solo. Acidez do solo. Nitrogênio. Fósforo. Potássio.
Cálcio, Magnésio e Enxofre. Micronutrientes. Adubação orgânica. Nutrição mineral
de plantas. Interpretação dos resultados das análises de solos e recomendações.
Bibliografia Básica:
MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo, Livroceres.
RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ, V. Recomendação para o uso de
corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. Viçosa: Comissão de Fertilidade do
Solo do Estado de Minas Gerais.
SILVA, Fábio Cesar da. Manual de análises químicas de solos, plantas e
fertilizantes. São Paulo: EMBRAPA.
BRADY, Nyle C.; WEIL, Ray R. Elementos da natureza e propriedades dos
solos. Porto
Alegre:
Bookman.
Disponível
em:
64
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837798>. Acesso em: 1
out. 2015.
Bibliografia complementar:
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos.
MALAVOLTA, E. ABC da análise de solos e folhas. São Paulo, Ceres.
RESENDE, Mauro. et al. Pedologia: base para distinção de ambientes. Lavras,
Editora UFLA.
MALAVOLTA, E. ABC da adubação. São Paulo: Ceres.
SANTOS, Humberto Gonçalves dos; GODOY, Eduardo Guedes. Sistema brasileiro
de classificação de solos. Rio de Janeiro: EMBRAPA.
Disciplina: Mecânica e Mecanização Agrícola
Carga horária: 80 horas
Ementa: O trator e sua mecânica. Motores de combustão interna. Operação e
manutenção de tratores agrícolas. Máquinas agrícolas para produção e colheita:
princípio de funcionamento, regulagens e análise operacional. Racionalização do
uso de máquinas agrícolas. Seleção da maquinaria agrícola.
Bibliografia básica:
CAIXETA FILHO, José Vicente; GAMEIRO, Augusto Hauber (Org.). Transporte e
logística em sistemas agroindustriais. São Paulo: Atlas. Disponível em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522472741>. Acesso em:
28 set. 2015.
SILVEIRA, G.M. da. Os cuidados com o trator. Viçosa: Aprenda Fácil.
SILVEIRA, G.M. da. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa:
Aprenda Fácil.
SILVA, Rui Corrêa da. Máquinas e equipamentos agrícolas. São Paulo: Érica.
(Série eixos. Recursos naturais).
Bibliografia complementar:
PORTELLA, José Antônio. Semeadoras para plantio direto. Viçosa: Aprenda Fácil.
PORTELLA, José Antônio. Colheita de grãos mecanizada: implementos,
manutenção e regulagem. Viçosa: Aprenda Fácil.
SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para colheita e transporte. Viçosa:
Aprenda Fácil. (Mecanização; 4).
SILVEIRA, G.M. Máquinas para a pecuária. São Paulo, Nobel.
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole.
Disciplina: Microbiologia do Solo
Carga horária: 40 horas
Ementa: Microbiologia do Solo: Estudo dos microrganismos do solo, ar, água.
Caracterização geral de bactérias, fungos, algas, protozoários e vírus. Fisiologia de
microrganismos: Produção de energia, biossíntese, nutrição e reprodução.
Influência dos fatores ambientais sobre os microrganismos. Variabilidade em
microrganismos. Relações dos microrganismos do solo com plantas e animais. sua
65
importância para fertilidade do solo e crescimento das plantas. Funções: Ciclagem
de nutrientes, decomposição da matéria orgânica, controle biológico, fixação de
nitrogênio e sustentação e adsorção de água com a produção de micorrizas.
Bibliografia básica:
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo. Oficina de textos.
MOREIRA, Fátima M. S; SIQUEIRA, José Oswaldo. Microbiologia e bioquímica do
solo. Lavras: Editora UFLA.
MOREIRA, Fátima M. S; HUISING, E. Jeroen; BIGNELL, David E. Manual de biologia
dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras:
UFLA.
Bibliografia complementar:
MAZA, Luis M. de. Atlas de diagnóstico em microbiologia. Porto Alegre: Artes
Médicas.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Porto
Alegre:
ArtMed.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536326986>. Acesso em: 2
out. 2015
PELCZAR, Michael J; CHAN, E. C. S; KRIEG, Noel R. Microbiologia: conceitos e
aplicações. São Paulo: Makron Books. (v.1).
SIQUEIRA, José Oswaldo. Micorrizas: 30 anos de pesquisas no Brasil. Lavras:
UFLA.
VARGAS, Milton Alexandre Teixeira; HUNGRIA, Mariângela. Biologia dos solos
dos cerrados. Planaltina: EMBRAPA-CPAC.
Disciplina: Química Orgânica
Carga horária: 40 h
Ementa: Estrutura e ligações químicas em moléculas orgânicas, reações orgânicas,
ressonância, funções orgânicas, estereoquímica, ácidos e bases, biomoléculas.
Bibliografia básica:
RUSSELL, John B. Química Geral. São Paulo: Makron Books. (v.I).
SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton. Química orgânica, v.1. Rio de
Janeiro:
LTC.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2075-4>.
Acesso
em: 1 out. 2015.
SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. Rio de Janeiro:
LTC.( v.II).
Bibliografia complementar:
ALLINGER, Norman L.; CAVA, Michael P.; JONGH, Don C. de. Química orgânica. Rio
de Janeiro: LTC.
KOTZ, John C.; KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas.
Rio de Janeiro: LT. (v.I).
66
KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de Janeiro:
LTC.( v.II).
MCMURRY, John. Química orgânica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. (v.1).
MCMURRY, John. Química orgânica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning (v.2).
Disciplina: Zootecnia I
Carga horária: 40 horas
Ementa: Bovinocultura de Leite: Sistemas de produção de leite; Instalações para a
exploração do leite; Criação das bezerras e novilhas de reposição; Manejo
produtivo/reprodutivo de vacas leiteiras e vacas secas; Manejo nutricional de
vacas em lactação. Bovinocultura de Corte: Produção de carne; Raças de bovinos de
corte; Criação de bovinos de corte; Tópicos especiais em gado de corte. Bubalinos:
Fisiologia comparativa; Padrões de Raciais; Ambiência e comportamento X
Produção.
Bibliografia básica:
PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Bovinocultura leiteira: fundamentos da
exploração racional. Piracicaba: FEALQ.
PIRES, Alexandre Vaz. Bovinocultura de corte. Piracicaba: FEALQ. (v.I).
PIRES, Alexandre Vaz. Bovinocultura de corte. Piracicaba: FEALQ. (v.II).
CÔNSOLI, Matheus Alberto; NEVES, Marcos Fava (Coord.). Estratégias para o leite
no
Brasil.
São
Paulo:
Atlas.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522470389>. Acesso em:
29 set. 2015.
Bibliografia complementar:
PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Melhoramento genético aplicado à produção
animal. Belo Horizonte: J. C. C. Pereira.
MADALENA, Fernando Enrique; MATOS, Leovegildo Lopes de; HOLANDA JUNIOR,
Evandro Vasconcelos (Ed.). Produção de leite e sociedade: uma análise crítica da
cadeia do leite no Brasil. Belo Horizonte: FEPMVZ.
FARIA, Vidal Pedroso de; MOURA, José Carlos de ; SANTOS, Flávio Augusto Portela.
Pecuária de corte intensiva nos trópicos. Piracicaba: FEALQ.
RIBEIRO, Aureo Eduardo. Produtor e produção de leite: estudo do perfil do
associado da COOPERBOM. Lavras, MG: UFLA.
PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Melhoramento genético: bases para a produção
do zebu. Belo Horizonte: J. C. C. Pereira.
5º PERÍODO
Disciplina: Estudos Filosóficos e Sociológicos
Carga Horária: 80 h
Ementa:
O fenômeno humano estudado a partir da questão do conhecimento: definição,
possibilidade, origem e tipos de conhecimento. A contribuição da Antropologia
67
Filosófica e da Sociologia para a compreensão do ser humano: as concepções do
ser humano na história da civilização ocidental; as estruturas e relações
fundamentais do ser humano e sua realização como pessoa. O ser humano como
um ser social, imerso na organização social, vivendo sob os padrões sociais da
estrutura, da cultura e das instituições sociais, bem como um ser dotado de um Eu
e de uma mente, um ser simbólico, capaz de intervir e transformar a realidade
social. A questão social no Brasil e a mudança social.
Bibliografia Básica:
CHARON, J.M. Sociologia. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Saraiva.
OLIVEIRA, A.S. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Loyola.
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico: texto integral. São Paulo:
Martin Claret.
Bibliografia Complementar:
ABBAGNANO N. Dicionário de filosofia. Martins Fontes: São Paulo.
ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes.
BERGER, P.L. e LUCKMANN, T. A construção social da realidade: tratado de
sociologia do conhecimento. Petrópolis, Vozes.
VILA NOVA, S. Introdução à sociologia. São Paulo: Atlas.
VVAA. Sobre a evolução recente da pobreza e da desigualdade no Brasil. In:
Situação social brasileira: monitoramento das condições de vida 1.CASTRO, Jorge
Abrahão de; VAZ, Fábio Monteiro. Brasília : Ipea, 2011. Cap. 3. Disponível em: <
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_situacao
social_vida2.pdf>. Acesso em 06 nov. 2015.
Disciplina: Manejo e Conservação do Solo e da Água
Carga horária: 40 horas
Ementa: Classificação e geografia de solos: Fatores e Processo de Formação do
Solo; Sistemas de Classificação, Determinação e Importância, Solo e Paisagem,
Relevo, Vegetação e Clima; Planejamento Conservacionista: Classificação e
Capacidade de Uso, Recomendações de Uso com Base no Relevo, Controle de
Processos Erosivos; Manejo de Bacias Hidrográficas: Gestão e Manejo de Bacias
Hidrográficas
Bibliografia básica:
RESENDE, M.: Pedologia: base para distinção de ambientes. Lavras: UFLA.
FERNANDES, Maurício Roberto (Coord.). Minas Gerais: caracterização de
unidades de paisagem. Belo Horizonte: EMATER.
SANTOS, Humberto Gonçalves dos. Sistema brasileiro de classificação de
solos. Brasília: Embrapa Solos.
CHRISTOPHERSON, Robert W. Geossistemas: uma introdução à geografia física.
Porto
Alegre:
Bookman.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788540701069>.
68
Bibliografia complementar:
MOREIRA, Fátima M. S; HUISING, E. Jeroen; BIGNELL, David E. Manual de biologia
dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras:
UFLA.
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos.
PEREIRA, Aloisio Rodrigues. Como selecionar plantas para áreas degradadas e
controle de erosão. Belo Horizonte: FAPI.
GUERRA, Antonio José Teixeira; SILVA, Antônio Soares da; BOTELHO, Rosangela
Garrido Machado. Erosão e conservação dos solos: conceito, temas e
aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
DIAS, Nildo da Silva. Recursos hídricos: usos e manejos. São Paulo: Livraria da
Física.
Disciplina: Nutrição Animal
Carga horária: 40 horas
Ementa:. Importância da Nutrição Animal, conceitos Básicos, Análise dos
Princípios Nutritivos dos Alimentos, a Água e seu Metabolismo, Glicídios, Lipídios e
Proteínas e seus Metabolismos, Vitaminas e Minerais na Nutrição Animal.
Planejamento nutricional: exigências nutricionais dos animais domésticos
monogástricos e poligástricos, composição e analise de alimentos.
Bibliografia básica:
LANA, Rogerio de Paula. Nutrição e alimentação animal: mitos e
realidades. Viçosa: UFV.
ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal: as bases e os fundamentos da
nutrição animal: os alimentos. São Paulo: Nobel. (v.1).
ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal: alimentação animal. São Paulo: Nobel.
(v. 2)
CINTRA, André Galvão de Campos. O cavalo: características, manejo e alimentação.
Rio
de
Janeiro:
Roca.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-412-0264-0>. Acesso
em: 1 out. 2015
Bibliografia complementar:
NUNES, Ilto José. Nutrição animal básica. Belo Horizonte: FEP-MVZ.
MACHADO, Luiz Carlos; GERALDO, Adriano. Nutrição animal fácil. Bambuí, MG:
Autor.
LEWIS, Lon D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. São Paulo: Roca.
MOURA, José Carlos de; PEIXOTO, Aristeu Mendes; FARIA, Vidal Pedroso
de. Nutrição de bovinos: conceitos básicos e aplicados. Piracicaba: FEALQ.
(Atualização em zootecnia; 7).
Alimentação dos animais monogástricos: suínos, coelhos e aves. São Paulo: Roca.
69
Disciplina: Práticas Agronômicas em Ciências dos Solos
Carga horária: 40 horas
Ementa: Conhecer o solo, sua morfologia, os processos envolvidos na sua gênese e
sua interação com o ambiente. Descrição, identificação e classificação de solo e o
atual Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Classes de solos mais comuns em
Minas Gerias. Análise do solo, Capacitação e Identificação de solos de uma
propriedade, município e estado. Correção de solo. Formas de aplicação de
fertilizantes. Recomendação de Adubação. Conservação do solo e da água. Plantio
direto. Barraginhas. Curvas de Nível, Terraceamento. Qualidade do solo. Biologia
Bibliografia básica
BRADY, Nyle C.; WEIL, Ray R. Elementos da natureza e propriedades dos
solos. Porto Alegre: Bookman, 2013. 1 recurso online. ISBN 9788565837798.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788565837798>. Acesso em: 1
out. 2015.
FERNANDES, Maurício Roberto (Coord.). Minas Gerais: caracterização de
unidades de paisagem. Belo Horizonte: EMATER.
MOREIRA, Fátima M. S; HUISING, E. Jeroen; BIGNELL, David E. Manual de biologia
dos solos tropicais: amostragem e caracterização da biodiversidade. Lavras:
UFLA, 2010. 367 p.
SANTOS, Humberto Gonçalves dos. Sistema brasileiro de classificação de
solos. Brasília: Embrapa Solos.
Bibliografia complementar:
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2002
RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ, V. Recomendação para o uso de
corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. Viçosa: Comissão de Fertilidade do
Solo do Estado de Minas Gerais.
GUERRA, Antônio José Teixeira; SILVA, Antônio Soares da; BOTELHO, Rosangela
Garrido Machado. Erosão e conservação dos solos: conceito, temas e
aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
CURI, Nilton et al. Mineralogia de solos brasileiros: interpretação e aplicações.
Lavras: Ufla, 2005.
DIAS, Nildo da Silva. Recursos hídricos: usos e manejos. São Paulo: Livraria da
Física.
Disciplina: Tecnologia e Produção de Sementes
Carga horária: 40 horas
Ementa: Conceito de sementes, formação e estrutura de sementes, maturação,
germinação, dormência, qualidade psicológica e deterioração, estabelecimento de
campos de produção, inspeção e colheita, secagem, beneficiamento, tratamento,
armazenamento e embalagem, análise de sementes e legislação brasileira.
70
Bibliografia básica:
MARCOS FILHO, Júlio. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba.
FEALQ.
ALMEIDA, Fábio Afonso de. O melhoramento vegetal e a produção de sementes
na EMBRAPA: o desafio do futuro. Brasília: EMBRAPA, Serviço de Produção de
Informação.
SANTOS, Álvaro Figueiredo dos, et al. Patologia de sementes florestais. Brasília:
Embrapa.
BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análise de
sementes. Brasília: Coordenação de Laboratório Vegetal.
Bibliografia complementar:
ESAU, Katherine. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard
Blücher.
LORINI, Irineu et al. Manejo integrado de pragas de grãos e sementes
armazenadas.
Brasília:
Embrapa.
Disponível
em:
<
http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPSO-200909/26692/1/documento264.pdf> Acesso em 06 nov. 2015
BOREM, Aluízio. Fluxo gênico e transgênicos. Viçosa: Editora, UFV.
HENNING, Ademir Assis. Patologia e tratamento de sementes: noções gerais.
Brasília:
Embrapa
Soja.
Disponível
em:<http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPSO-200909/26692/1/documento264.pdf > Acesso em 06 nov. 2015.
VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de
tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG
Disciplina: Topografia e Georreferenciamento
Carga horária: 80 horas
Ementa: Métodos de levantamento planimétrico. Definições de Geodésia e
Topografia; Principais instrumentos utilizados; Planimetria, conceituação
matemática necessária ao pleno conhecimento e funcionamento dos instrumentos;
Referencias topográficas; Principais tipos de ângulos; azimutes, rumos, definições
e cálculos; Descrição e informações dos principais instrumentos utilizados para
medições de distancia , ângulos; Medições das unidades em campo; Levantamento
de Perfis, cartas gráficas, curvas de nível; Teodolitos, Estação Total, GPS,
taqueometria e aplicações. Cálculo do caminhamento. Desenho topográfico.
Altimetria. Desenho de perfis. Georeferenciamento de imóveis rurais. Estradas
rurais: elementos, características e projeto.
Bibliografia básica:
COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. Viçosa: UFV.
COMASTRI, José Aníbal; GRIPP JUNIOR, Joel. Topografia aplicada: medição,
divisão e demarcação. Viçosa: UFV.
71
MCCORMAC, Jack C. Topografia. Rio de Janeiro: LTC. Disponível em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1968-0>.
Acesso
em: 29 set. 2015.
Bibliografia complementar:
BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. São Paulo: E.
Blücher. (v.2).
CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio. Topografia
geral. Rio de Janeiro: LTC.
GOMES, E.; PESSOA, L.M.C.; SILVA JÚNIOR, L.B. Medindo imóveis rurais com GPS.
Brasília.
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. São Paulo: Blucher.
MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição,
fundamentos e aplicações. São Paulo: UNESP.
6º PERÍODO
Disciplina: Entomologia I
Carga horária: 40 horas
Ementa: Artropodologia. Anatomia e Fisiologia dos Insetos. Técnicas
entomológicas. Identificação de insetos. Biologia dos Insetos. Reprodução e
Desenvolvimento. Fisiologia. Morfologia externa. Caracterização das Ordens de
Importância Econômica. Coleções Entomológicas. Autoecologia e sinecologia de
insetos. Danos e utilidade dos insetos. Métodos e estratégias de controle de
populações de insetos. Entomologia econômica. Toxicologia humana e do
ambiente. Agrotóxicos. Legislação. Receituário agronômico. Tecnologia de
aplicação de controle químico.
Bibliografia básica
GALLO, Domingos et al. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ. (Biblioteca
de Ciências Agrárias Luiz de Queiroz; 10).
BUZZI, Zundir José. Entomologia didática. Curitiba: Editora UFPR. (Série Didática,
n.72).
CANTARELLI, Edison Bisognin; COSTA, Ervandil Corrêa. Entomologia florestal
aplicada. UFMS.
Bibliografia complementar:
ANDREI, Edmondo. Compêndio de defensivos agrícolas: guia prático de
produtos fitossanitários para uso agrícola. 7.ed rev. e atual. São Paulo: Andrei
Editora LTDA, 2005. 1141 p. ISBN 8574763098.
OGA, Seizi. Fundamentos de toxicologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 474 p.
ISBN 8574540757.
AZEVEDO, Fausto Antônio de (Coord.). As bases toxicológicas da
ecotoxicologia. São Carlos, SP: Rima editora; São Paulo: InterToxp.
72
CAMARGO, Amabílio José Aires de et al. Coleções entomológicas: legislação
brasileira, coleta, curadoria e taxonomia para as principais ordens. Brasília, DF:
Embrapa.
Disponível
em
<
http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/122542/1/amabilio01.pdf> Acesso em 9 nov. 2015.
MARCONDES, Carlos Brisola. Entomologia médica e veterinária. São Paulo:
Atheneu (Série Biblioteca biomédica).
Disciplina: Estudos Antropológicos e Políticos
Carga Horária: 40 h
Ementa:
O fenômeno humano estudado a partir da questão ética: os valores, a consciência e
a liberdade. O fenômeno e o conceito de cultura: natureza, estrutura e finalidade da
cultura; como a cultura opera; etnocentrismo, relativismo cultural e
interculturalismo; formação e desenvolvimento da cultura brasileira, destacandose a contribuição das culturas negras e indígenas. O fenômeno e o conceito de
poder, na filosofia e na ciência política: desde a polissemia do termo, passando pela
discussão sobre sua origem e finalidade; as filosofias políticas, o significado do
Estado, e a reflexão sobre a ideologia e a questão da democracia com seus desafios
no âmbito da sociedade brasileira face à questão dos direitos humanos e da
questão ambiental.
Bibliografia Básica:
ANDRADA, Bonifácio de. Ciência política e seus aspectos atuais: engenharia
política e politicometria. Brasília: Centro de Documentação e Informação da
Câmara dos Deputados.
LARAIA, R.B. Cultura, um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor.
MARCONI, M.A; PRESOTTO, Z.M.N. Antropologia: uma introdução. São Paulo:
Atlas.
Bibliografia Complementar:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Martins Fontes: São Paulo.
BENEVIDES, Maria Victória de Mesquita. A cidadania ativa: referendo, plebiscito e
iniciativa popular. São Paulo: Ática.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática.
CHARON, J.M. Sociologia. São Paulo: Saraiva.
LAPLATINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense.
Disciplina: Fitopatologia I
Carga horária: 40 horas
Ementa: Definições e conceitos básicos. Doenças de Plantas: Diagnose,
sintomatologia e controle. Agentes Causais: Fungos; Bactérias; Vírus e Viróides;
Nematóides; Microplasmas e Espiroplasmas. Ciclo das relações patógenoHospedeiro. Epidemiologia. Métodos em Fitopatologia.
73
Bibliografia básica:
ALFENAS, A. C.; MAFIA, R. G. Métodos em fitopatologia. Viçosa: UFV.
BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, H.; AMORIM, Lilian. Manual de
fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES'
LTDA. (v.1).
KIMATI, H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. V. II.
São Paulo: Agronômica Ceres.
EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara
Koogan.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso
em: 29 set. 2015.
Bibliografia complementar:
EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Raven, biologia vegetal.
Rio
de
Janeiro:
Guanabara
Koogan.
Disponível
em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2384-8>. Acesso
em: 29 set. 2015.
ZAMBOLIM, Laércio; VENÂNCIO, Wilson Story; OLIVEIRA, Silvania Helena Furlan
de. Manejo da resistência de fungos a fungicidas. Viçosa: UFV, DFP.
ROMEIRO, Reginaldo da Silva; RODRIGUES NETO, Júlio. Diagnose de
enfermidades de plantas incitadas por bactérias. Viçosa: Editora UFV. (v.78).
ROMEIRO, R. da S. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: UFV, Impr. Univ.
TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal. Porto Alegre, RS: Artmed.
Disciplina: Grandes Culturas I
Carga horária: 80 horas
Ementa: Histórico, origem e importância; Botânica; Clima; Solo; Cultivares;
Plantio; Nutrição e adubação. Plantas daninhas e seu controle. Rotação e consórcio.
Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e armazenamento e comercialização
relacionados às culturas do milho, sorgo, cana-de-açúcar e arroz; Plantio direto;
Zoneamento agrícola; Tratos culturais; pragas; doenças.
Bibliografia básica:
GALVÃO, João Carlos Cardoso; MIRANDA, Glauco Vieira. Tecnologias de produção
do Milho: Economia, Cultivares, Biotecnologia, Safrinha, Adubação, Quimigação,
Doenças, Plantas Daninhas e Pragas. Viçosa: Editora UFV, 2004
SEDIYAMA, Tuneo. Tecnologias de produção e usos da soja. São Paulo: Mecenas.
VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de
tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG.
Bibliografia complementar:
CASTRO, Paulo R. C.; KLUGE, Ricardo A. Ecofisiologia de cultivos anuais: trigo,
milho, soja, arroz, mandioca. São Paulo: Nobel, 1999. 126 p. ISBN 8521310781
(broch.)
74
SABATO, Elizabeth de Oliveira; PINTO, Nicésio Filadelfo Janssen de Almeida;
FERNANDES, Fernando Tavares. Identificação e controle de doenças na cultura
do milho. 2. ed., rev. e ampl. Brasília, DF: Embrapa, 2013. 198 p. ISBN
9788570352521.
BORÉM, Aluízio; PIMENTEL, Leonardo Duarte; PARRELLA, Rafael Augusto da
Costa. Sorgo: do plantio à colheita. Viçosa, MG: UFV, 2014. 275 p. ISBN
9788572695084.
BORÉM, Aluízio,; GALVÃO, João Carlos Cardoso; PIMENTEL, Marco Aurélio. Milho:
do plantio à colheita. Viçosa, MG: UFV, 2015. 351 p. ISBN 9788572695145.
SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para colheita e transporte. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2001. 289 p. (Mecanização; 4).
Disciplina: Práticas em Engenharia Agrícola
Carga horária: 40 horas
Ementa:. - Compreender a importância da mecanização agrícola no sistema
produtivo, conhecendo as máquinas e técnicas utilizadas desde o preparo do solo
até a colheita, além dos custos operacionais envolvidos na utilização dos conjuntos
mecanizados. - Aprender a planejar e dimensionar o parque de máquinas de uma
propriedade agrícola. - Apresentar Noções gerais sobre utilização racional de
máquinas e implementos agrícolas. Compreender a dinâmica da água no sistema
solo-planta-atmosfera Conhecer os diferentes métodos de irrigação e suas
particularidades. Identificar, equacionar e solucionar problemas envolvendo
irrigação e drenagem.
Bibliografia básica:
BERNARDO, Salassier; SOARES, Antonio Alves; MANTOVANI, Everardo Chartuni.
Manual de irrigação. 8.ed atual. e ampl. Viçosa: UFV, [2008-2009]. 625 p. ISBN
8572692428.
SILVEIRA, G.M. da. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa:
Aprenda Fácil.
SILVA, R.C. Máquinas e equipamentos agrícolas. Editora Erica.
Bibliografia complementar:
PORTELLA, José Antônio. Semeadoras para plantio direto. São Paulo: Aprenda
Fácil.
SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para colheita e transporte. São Paulo:
Aprenda Fácil.
CARVALHO, Jacinto de Assunção; OLIVEIRA, Luiz Fernando Coutinho de.
Dimensionamento de pequenas barragens para irrigação. Lavras: Editora
UFLA.
LOPES, José Dermeval Saraiva; LIMA, Francisca Zenaide de. Irrigação por
aspersão convencional. São Paulo: Aprenda Fácil.
TUBELIS, Antônio. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa:
Aprenda Fácil.
75
Disciplina: Zootecnia II
Carga horária: 40 horas
Ementa: Sistemas de produção no Brasil, sua importância econômica e os vários
aspectos relacionados ao manejo. Suinocultura Industrial e Avicultura de Corte e
Postura: Cenários Internacional, Nacional e Mineiro da Suinocultura. Tendências
de Mercado e Perspectivas Atuais e Futuras; Fisiologia Animal; Raças e
melhoramento genético; Nutrição e alimentação, Aspectos sanitários; Ambiência;
Índices zootécnicos e sistemas empregados para controle e gerenciamento de
sistemas de produção; Dimensionamento de Instalações e planejamento de
produção. Piscicultura: Cenários da Piscicultura; Fisiologia; Exigência Nutricional;
Sistemas de Produção e Manejo; Produtos, Subprodutos e comercialização.
Bibliografia básica:
FILHO, A. R. T. Piscicultura ao alcance de todos. São Paulo: Nobel.
MENDES, A. A.; NÃÃS, I. A.; MACARI, M. Produção de frangos de corte. Campinas:
Facta.
BERCHIERI JÚNIOR, Ângelo (Coord). III curso de atualização em avicultura para
postura comercial: 28 e 29 de setembro 2006. Jaboticabal, SP: FCAV/UNESP.
Bibliografia complementar:
BARCELLOS, David; SOBESTIANSKY, Jurij. Doenças dos suínos. Goiânia: Cânone
Editorial.
BERCHIERI JÚNIOR, Ângelo. Doenças das aves. Campinas, SP: FACTA.
BONETT, Lucimar Pereira; MONTICELLI Cícero Juliano. Suinos. Brasília: Embrapa.
(Coleção 500 Perguntas 500 Respostas).
MACARI, Marcos; MENDES, Ariel Antônio. Manejo de matrizes de
corte. Campinas, SP: FACTA.
BALDISSEROTTO, Bernardo; GOMES, Levy de Carvalho (Orgs.). Espécies nativas
para piscicultura no Brasil. Santa Maria, RS: UFSM.
7º PERÍODO
Disciplina: Economia Agrícola
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Economia como ciência social; Teoria de preços; Teoria da Firma;
Mercado, comercialização e abastecimento agrícola; Preços agrícolas; Mercados
imperfeitos; Caracterização, histórico e evolução da agricultura e sua importância
social e econômica; estruturas agrárias, globalização, política agrícola, quadro geral
da agricultura mundial e suas transformações recentes; formação do lucro e
organização do tempo de trabalho na agricultura; economias de escala na
agricultura; função de eficiência.
76
Bibliografia básica:
NEVES, Marcos Fava (Coord.). Agronegócios e desenvolvimento sustentável: uma
agenda para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São
Paulo: Atlas.
FEIJO, Ricardo Luis Chaves. Economia agrícola e desenvolvimento rural. São
Paulo: LTC.
SOUZA FILHO, Hildo; BUAINAIN, Antônio Márcio Meirelles de. Economia agrícola.
São Carlos, SP: EdUFSCar.
NEVES, Marcos Fava; CASTRO, Luciano Thomé e (Org.). Agricultura
integrada: inserindo pequenos produtores de maneira sustentável em modernas
cadeias
produtivas.
São
Paulo:
Atlas.
Disponível
em:
http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522470396
Bibliografia complementar:
BELTRÃO, Napoleão Esberard de Macedo; AZEVEDO, Demóstenes Marcos Pedrosa
de. O agronegócio do algodão no Brasil. 2.ed rev. e ampl. Brasília: Embrapa
Informação Tecnológica.
BRAGA, Marcelo José; AGUIAR Danilo R. D. Defesa da concorrência e poder de
mercado no agronegócio. Lavras, UFLA.
GREMAUD, Amaury Patrick. Economia brasileira contemporânea. São Paulo
ATLAS.
JAKUBASZKO, Richard. Marketing rural. Viçosa: Editora UFV.
STOCK, Lorildo Aldo. Competitividade do agronegócio do leite brasileiro.
Brasília: Embrapa.
Disciplina: Entomologia II
Carga horária: 80 horas
Ementa: Introdução e conceitos; Morfologia externa (revisão); Generalidades;
Entomologia Agrícola e Agricultura Biológica ou Agroecologia; Ecologia de insetos;
Vigilância, Monitoramento e Amostragem; Níveis de decisão econômicos para
população de pragas; Teoria sobre o Manejo de Praga; Manejo com inimigos
naturais; Manejo ecológico de cultivos; Noções sobre Métodos de controle de
pragas; Noções sobre Toxicologia dos defensivos; Noções sobre Receituário
Agronômico e Legislação Fitossanitária; A Prática do Manejo Integrado de Pragas:
Respostas adversas ao Manejo Ecológico; Identificação e controle de pragas;
Ordens e Famílias de insetos (pragas e inimigos naturais) de importância agrícola:
Orthoptera, Hemiptera, Homoptera, Thysanoptera, Isoptera, Neuroptera, Coleoptera,
Lepidoptera, Hymenoptera e Diptera (do seu reconhecimento, hábitos, biologia e
métodos e/ou técnicas de controle - convencionais e agro-ecológicas), em culturas
de importância econômica; Tecnologia de aplicação; Noções de Acarologia.
Bibliografia básica:
BUENO, Vanda Helena Paes. Controle Biológico de pragas: produção massa e
controle de qualidade. 2 ed. Lavras: Editora UFLA, 2006.
GALLO, Domingos et al. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ (Biblioteca de
Ciências Agrárias Luiz de Queiroz ; 10).
77
PAPINI, Solange; ANDREA, Mara Mercedes de; LUCHINI, Luiz Carlos. Segurança
ambiental no controle químico de pragas e vetores. São Paulo: Atheneu. (Série
saúde ambiental; 1)
Bibliografia complementar:
BUZZI, Zundir José. Entomologia didática. Curitiba: Editora UFPR. (Série Didática,
n.72).
CAMARGO, Amabílio José Aires de et al. Coleções entomológicas: legislação
brasileira, coleta, curadoria e taxonomia para as principais ordens. Brasília, DF:
Embrapa.
Disponível
em
<
http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/122542/1/amabilio01.pdf> Acesso em 9 nov. 2015.
ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas. 6. ed. São Paulo, Andrei, 1999.
CANTARELLI, Edison Bisognin; COSTA, Ervandil Correa (Org.). Entomologia
florestal aplicada. Santa Maria: UFSM.
ZAMBOLIM, Laécio. Manejo integrado de doenças e pragas hortaliças. Viçosa,
EMBRAPA, 2006.
Disciplina: Estágio Supervisionado I
Carga horária: 100 horas
Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica.
Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho
em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e
atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais
diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante
convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes
multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e
acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade,
garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas
diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores.
Bibliografia básica:
NSA
Bibliografia complementar:
NSA
Disciplina: Fitopatologia II
Carga horária: 80 horas
Ementa: Principais grupos de doenças. Controle e manejo de doenças de plantas.
Principais doenças das grandes culturas (Cafeeiro, feijoeiro, soja, milho/sorgo,
cana-de-açúcar, arroz, algodão, trigo, mandioca e batata). Principais doenças das
frutíferas (citros, bananeira, goiabeira, mangueira, maracujazeiro, mamoeiro,
videira, figueira e abacaxi). Principais doenças das olerícolas. Principais doenças
das plantas ornamentais. Principais doenças das espécies florestais.
78
Bibliografia básica:
BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, H.; AMORIM, Lilian. Manual de
fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES'
LTDA. (v.1).
KIMATI, H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. São
Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA. (v.2).
ZABOLIM, L.; LOPES, C.A.; PICAÇO, M.C.; COSTA, H. Manejo integrado de doenças
e pragas: hortaliças. Viçosa: UFV; DFP.
Bibliografia complementar:
ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V. Doenças na cultura do eucalipto. Viçosa: SIF.
ALFENAS, Acelino Couto; MAFIA, Reginaldo Gonçalves. Métodos em fitopatologia.
Viçosa: UFV.
TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal. Porto Alegre, RS: Artmed.
VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de
tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG.
ZAMBOLIM, Laércio; VENÂNCIO, Wilson Story; OLIVEIRA, Silvania Helena Furlan
de. Manejo da resistência de fungos a fungicidas. Viçosa: UFV, DFP.
Disciplina: Grandes Culturas II
Carga horária: 80 horas
Ementa: Histórico, origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio.
Nutrição e adubação. Plantas daninhas e seu controle. Rotação e consórcio.
Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e armazenamento relacionados às
culturas do feijão, soja, algodão e Café.
Bibliografia básica:
BELTRÃO, Napoleão Esberard de Macedo; AZEVEDO, Demóstenes Marcos Pedrosa
de. O agronegócio do algodão no Brasil. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica. (v.1).
SEDIYAMA, Tuneo: SILVA, Felipe BORÉM, Aluízio. Soja: do plantio à colheita.
Viçosa.
ZAMBOLIM, Laécio. Boas práticas agrícolas na produção de café. Viçosa,
Produção Independente.
Bibliografia complementar:
EMBRAPA. Feijão. Brasília: Embrapa. (Coleção 500 Perguntas 500 Respostas).
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO;. Algodão no cerrado
do Brasil. Brasília: ABRAPA.
MATIELLO, J. B. et al. Cultura de café no Brasil: novo manual de recomendações.
Rio de Janeiro: MAPA-SERC/ Procafé; Varginha: Fundação Procafé.
VIEIRA, C.; PAULA JR., T. J.; BORÉM, A. Feijão. Viçosa: UFV.
79
LEMES, Ernane; CASTRO, Leonardo; Rafael Assis. Doenças da soja. Piracicapa, SP:
Milenium.
Disciplina: Melhoramento de Plantas
Carga horária: 40 horas
Ementa: Conceitos básicos, melhoramento genético de plantas, evolução de
plantas cultivadas, recursos genéticos, sistemas reprodutivos, métodos de
melhoramento em plantas autógamas, métodos de melhoramento em plantas
alógamas, melhoramento para resistência a moléstias, biologia molecular.
Bibliografia básica:
BOREM, Aluizio, MIRANDA, Glauco de. Melhoramento de plantas. Viçosa: UFV.
CRUZ, Cosme Damião. Programa Genes Diversidade Genética. Viçosa: Editora
UFV.
RESENDE, Marcos Deon Vilela de. Genética biométrica e estatística no
melhoramento de plantas perenes. Viçosa: EMBRAPA.
Bibliografia complementar:
BOREM, A. Hibridação no melhoramento de plantas. Viçosa: UFV.
CID, L. Pedro Barrueto. Cultivo in Vitro de Plantas. São Paulo: Embrapa.
CRUZ, Cosme Damião. Princípios de Genética Quantitativa. Viçosa. Editora UFV.
FIGUEREDO, Marcia do Vale Barreto. Biotecnologia Aplicada à Agricultura:
Textos de Apoio e Protocolos Experimentais. São Paulo Embrapa.
XAVIER, Aloisio; WENDILING, Wendling. Silvicultura Clonal. Viçosa. Editora UFV.
Disciplina: Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal
Carga horária: 40 horas
Ementa: Principais doenças que ocorrem em culturas economicamente
exploráveis. Controle de doenças e plantas daninhas. Aplicação de defensivos e
sistemas de controle. MIP. Regulagem de equipamentos e pulverizadores. Nível de
dano econômico. Manejo e controle.
Bibliografia básica:
ALFENAS, Acelino Couto; MAFIA, Reginaldo Gonçalves. Métodos em fitopatologia.
Viçosa: UFV.
PENTEADO, Silvio Roberto. Defensivos alternativos e naturais. Editora: Via
Orgânica.
SILVA, Celia Maria M. de Souza. Agrotóxicos e ambiente. Brasília:
Editora: Embrapa.
Bibliografia complementar:
KIMATI, H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. São
Paulo: Editora Agronômica 'CERES' LTDA. (v.2).
ALVES, Sérgio Batista et al. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ.
BUENO, Vanda Helena Paes. Controle biológico de pragas: produção massa e
controle de qualidade. Lavras: Editora UFLA.
80
BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, H.; AMORIM, Lilian. Manual de
fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo: Editora Agronômica 'CERES'
LTDA, (v.1).
ZABOLIM, L. et al. Manejo integrado de doenças e pragas: hortaliças. Viçosa:
UFV; DFP.
8º PERÍODO
Disciplina: Empreendedorismo
Carga horária: 40 h
Ementa:
A origem do empreendedorismo e sua influência nos dias atuais. Perfil do
empreendedor. Cenário atual no mundo do trabalho. Criatividade e Inovação.
Plano de Negócios. Regulamentação para abertura de empresas. Elaboração de
currículo. Comportamento em entrevista de emprego. Estratégias de Marketing
Pessoal no Trabalho. Plano de ação profissional. Administração do tempo.
Networking.
Bibliografia Básica:
DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. Belo Horizonte: Sextante.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser
empreendedor inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de
Janeiro: ELSEVIER.
FERNANDES, Fábio. Empreendedorismo e estratégia. Rio de Janeiro: ELSEVIER.
Bibliografia Complementar:
DORNELAS, José. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: LTC.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Plano de marketing para micro e pequena
empresa. São Paulo: Atlas.
DORNELAS, José. Empreendedorismo para visionários: desenvolvendo negócios
inovadores para um mundo em transformação. Rio de Janeiro: LTC.
CASTRO, Luciano Thomé e; NEVES, Marcos Fava. Administração de vendas:
planejamento, estratégia e gestão. São Paulo: Atlas.
FERNANDES, Bruno Henrique Rocha; BERTON, Luiz Hamilton Berton.
Administração estratégica: da competência empreendedora à avaliação de
desempenho. São Paulo: Saraiva.
Disciplina: Estágio Supervisionado II
Carga horária: 100 horas
Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica.
Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho
em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e
atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais
diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante
convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes
81
multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e
acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade,
garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas
diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores.
Bibliografia básica:
NSA
Bibliografia complementar:
NSA
Disciplina: Fruticultura
Carga horária: 40 horas
Ementa: Características e importância da fruticultura, cenários e perspectivas,
caracterização das plantas frutíferas, manejo e conservação de solo e de água,
podas, fruteiras tropicais, subtropicais e temperadas, planejamento e implantação
de pomares, tratos culturais.
Bibliografia básica:
PENTEADO, Silvio Roberto. Fruticultura orgânica: formação e condução. São
Paulo: Aprenda Fácil.
SEREJO, Janay Almeida dos Santos et al. Fruticultura tropical: espécies regionais
e exóticas. Viçosa: Embrapa.
SIMÃO, Salim. Tratado de fruticultura. Piracicaba. FEALQ.
Bibliografia complementar:
ROCHA, Elder Manoel; DRUMMOND, Marcos A. Fruticultura Irrigada. Brasília:
Embrapa. (500 perguntas, 500 respostas).
CHAVARRIA, Geraldo; SANTOS, Henrique Pessoa dos et al. Fruticultura em
ambiente protegido. Brasília: Embrapa.
SANTOS, Régis Sivori dos. Maçã: o produtor pergunta, a Embrapa responde.
Brasília: Embrapa. ( Coleção 500 perguntas, 500 respostas). Disponível em: <
http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/122887/1/Maca-oprodutor-pergunta-a-Embrapa-responde.pdf.> Acesso em 09 nov. 2015.
PENTEADO, Silvio Roberto. Manual de fruticultura ecológica. [sd]: Via Orgânica.
VENZON, Madelaine; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de. 101 culturas: manual de
tecnologias agrícolas. Viçosa: EPAMIG, 2007. 800 p. ISBN 8599764047.
Disciplina: Hidráulica, Irrigação e Drenagem
Carga horária: 80 horas
Ementa: Hidrostática e hidrodinâmica. Escoamento em condutos forçados e livres.
Hidrometria. Sistema água-solo-planta-atmosfera. Qualidade da água para
irrigação. Irrigação por superfície. Irrigação por aspersão. Irrigação localizada.
Manejo racional de sistemas de irrigação. Drenagem agrícola superficial e
subterrânea.
82
Bibliografia básica:
BERNARDO, S.; SOARES, A.A.; MANTOVANI, E.C. Manual de irrigação. Viçosa:
Imprensa universitária da UFV.
AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. São Paulo: Edgard Blücher.
TUBELIS, Antônio. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa:
Aprenda Fácil.
Bibliografia complementar:
OLIVEIRA, Áureo Silva de KUHN, Dalmir; SILVA, Gilson Pereira. A irrigação e a
relação solo-planta-atmosfera. Campinas: LK Editora
FRIZZONE, José Antônio; ANDRADE JÚNIOR, Aderson Soares de (Ed.).
Planejamento de irrigação: análise de decisão de investimento. Brasília:
Embrapa Informação Tecnológica.
LOPES, José Dermeval Saraiva; LIMA, Francisca Zenaide de; OLIVEIRA, Flávio
Gonçalves. Irrigação por aspersão convencional. Viçosa: Aprenda Fácil.
MANTOVANI, Everardo Chartuni et al. Irrigação: princípios e métodos. Viçosa:
Editora UFV.
AGUIAR NETTO, Antenor de Oliveira. Princípios agronômicos da Irrigação.
Brasília: Embrapa.
Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I
Carga horária: 40 horas
Ementa:. Apresentar aos discentes as principais espécies de plantas cultivadas no
país, suas características e sistemas de cultivo; Proporcionar conhecimentos e
espírito crítico aos alunos, que terão bases técnicas e científicas e capacidade de
integrar conhecimentos no planejamento e para as tomadas de decisão em todas as
etapas de cultivo.
Bibliografia básica:
GALVÃO, João Carlos Cardoso; MIRANDA, Glauco Vieira. Tecnologias de produção
do Milho: economia, cultivares, biotecnologia, safrinha, adubação, quimigação,
doenças, plantas daninhas e pragas. Viçosa: Editora UFV.
SEDIYAMA, Tuneo. Tecnologias de produção e usos da soja. São Paulo: Mecenas.
VIEIRA, Clibas; PAULA JÚNIOR, Trazilbo José de; BORÉM, Aluízio. Feijão. Viçosa:
UFV.
Bibliografia complementar:
PEREIRA FILHO, Israel Alexandre. O Cultivo do milho-verde. Brasília: Embrapa.
GONZAGA, Augusto César de Oliveira (Ed.). Feijão: o produtor pergunta, a
Embrapa responde. Brasília: EMBRAPA. (Coleção 500 perguntas 500 respostas).
AIDAR, Homero, KLUTHCOUSKI, João, STONE, Luís Fernando. Feijão: produção do
feijoeiro comum em várzeas. Brasília: Embrapa.
MIRANDA, Glauco Vieira et al. Guia técnico para produção de milho. Belo
Horizonte: EPAMIG.
RICCI, Marta dos Santos Friere; FERNANDES, Maria do Carmo de Araújo; CASTRO,
Cristina Maria de. Cultivo orgânico do café. Brasília: Embrapa.
83
Disciplina: Tecnologia de Alimentos
Carga horária: 40 horas
Ementa: Tecnologia de Produtos Vegetal: Produção de Cachaça de Alambique,
Cenários Internacional, Nacional e Mineiro da cachaça, Tendências de Mercado e
Perspectivas Atuais e Futuras, Manejo do Canavial, Instalações e Equipamentos,
Processo de Produção, Análises Físico-Químicas e Sensoriais, Envelhecimento,
Comercialização e Legislações; Tecnologia de Produtos Animal: Derivados do Leite,
Cenários Internacional, Nacional e Mineiro de Produtos Lácteos, Tendências de
Mercado e Perspectivas Atuais e Futuras, Instalações e Equipamentos, Processo de
Produção de Produtos Derivados do leite, Comercialização e Legislações.
Bibliografia básica:
BORÉM, Flávio Meira. Pós-colheita do café. Lavras. Editora UFLA.
CARDOSO, Maria das Graças. Produção de aguardente de cana. Lavras: Editora
UFLA.
CHITARRA, Maria Isabel Fernandes; CHITARRA, Adimilson Bosco. Pós-colheita de
frutas e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: Editora UFLA.
KOBLITZ, Maria Gabriela Bello. Matérias-primas alimentícias: composição e
controle de qualidade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Disponível em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2331-2>. Acesso
em: 1 out. 2015.
Bibliografia complementar:
ARAÚJO, Julio M. A. Química de alimentos: teoria e pratica. Viçosa: UFV, 2006.
BOBBIO, Paulo A. Química dos processamentos de alimentos. São Paulo: Varela,
2001.
CECCHI, Heloisa Mascia. Fundamentos teóricos e práticos em análise de
alimentos. Campinas: Unicamp.
SILVA, C. A. B. da; FERNANDES, A. R. (Ed.). Projetos de empreendimentos
agroindustriais: produtos de origem vegetal. Viçosa: Editora UFV. (v.1).
FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia
dos alimentos. São Paulo: Atheneu.
9º PERÍODO
Disciplina: Construções Rurais
Carga horária: 40 horas
Ementa: Materiais de construção. Instalações elétricas e hidráulico-sanitárias.
Planejamento e projeto de construções rurais. Orçamento.
Bibliografia básica:
COZZA, Eric . Construção passo-a-passo. São Paulo: PINI.
PEREIRA, Milton Fischer. Construções rurais. São Paulo: Nobel.
BAUER, L. A. Falcão. Materiais de construção. Rio de Janeiro: LTC. (v.1)
84
CRAIG, Robert F.; KNAPPETT, J. A. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: LTC. 1
Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-2162703-6>. Acesso em: 1 out. 2015.
Bibliografia complementar:
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de projeto de edificações. São
Paulo: PINI.
CHAVES, Roberto. Manual do construtor para engenheiros: mestres-de-obras e
profissionais de construção em geral. Rio de Janeiro: Ediouro.
FABICHAK, I. Pequenas construções rurais. São Paulo: Nobel, 2007.
PADILHA, A.F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São
Paulo: Hemus.
RIBEIRO, CARMEN COUTO. Materiais de construção civil. Belo Horizonte, UFMG.
Disciplina: Estágio Supervisionado III
Carga horária: 100 horas
Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica.
Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho
em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e
atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais
diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante
convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes
multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e
acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade,
garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas
diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores.
Bibliografia básica:
NSA
Bibliografia complementar:
NSA
Disciplina: Forragicultura e Pastagem
Carga Horária: 40h
Ementa: Agrostologia, pastagens, (formação, adubação, manejo e divisão) e
forragicultura. Potencial e produção. Terminologia de pastagens. Ecologia e
fisiologia vegetal aplicados ao manejo das forrageiras, características desejáveis.
Técnicas de conservação de forragens. Nutrientes e valores nutricionais. Pastejo
rotacionado.
Bibliografia básica:
ALCÂNTARA, P.B.; BUFARAH,G. Plantas forrageiras: gramíneas e leguminosas.
São Paulo.
85
ANDRIGUETTO, José Milton et al. Nutrição animal: alimentação animal. São Paulo:
Nobel.
REIS, Ricardo Andrade et al. Forragicultura: ciência, tecnologia e gestão dos
recursos forrageiros. Jaboticabal, SP: Funep.
Bibliografia Complementar:
SILVA, D.J. Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos. Viçosa. UFV.
COSTA, Newton de Lucena. Formação, manejo e recuperação de pastagens em
Rondônia. Brasilia: Embrapa. Disponível em: <https://www.embrapa.br/busca-depublicacoes/-/publicacao/706944/formacao-manejo-e-recuperacao-depastagens-em-rondonia> Acesso em: 23 nov.2015
ESPÍNDOLA, J. A. A; GUERRA, J. G. M.; DE-POLLI, H.; ALMEIDA, D. L. de; ABBOUD, A.
C. de S. Adubação verde com leguminosas. Brasília, DF: Embrapa Informação
Tecnológica; Seropédica: Embrapa Agrobiologia. Série: (Coleção Saber, 5).
PIRES, Wagner. Manual de pastagem: formação, manejo e recuperação. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil
Disciplina: Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários
Carga horária: 40 h
Ementa: O agronegócio e suas tendências; Abordagem das organizações no
agronegócio; Gestão das organizações no agronegócio; Coordenação e integração
no agronegócio; Informações e profissionalismo no agronegócio; Noções gerais de
Administração Rural. Características da Empresa Rural. Gestão de Recursos
Humanos. Gestão Ambiental e da Qualidade. Planejamento da Empresa Rural.
Administração de custos na agropecuária. Comercialização e Marketing Rural.
Crédito Rural. Intervenção Administrativa em Fazendas. Projetos Agropecuários.
Bibliografia Básica:
BATALHA, Mário Otávio. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001
CASTRO, L.T.et al. Agronegócios e Desenvolvimento Sustentável: uma agenda
para a liderança mundial na produção de alimentos e bioenergia. São Paulo: Atlas,
2007
QUEIROZ, Timóteo Ramos; ZUIN, Luís Fernando Soares. Agronegócios: gestão e
inovação. São Paulo: Saraiva, 2006. 1 recurso online. ISBN 9788502108684.
Disponível
em:
<http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788502108684>
Bibliografia Complementar:
MOTTA , F.C.P. Teoria Geral da administração , 21. ed , São Paulo: Pioneira, 1997
CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração. São Paulo: McGraw-Hill. (v.I e II).
MAXIMIANO, A C. A, Introdução à administração. São Paulo: Atlas.
SANTOS, G. J. dos; MARION, J. C.; SEGATTI, S. Administração de custos na
agropecuária. São Paulo: Atlas.
ASSAD, Eduardo Delgado; MARTINS, Susian Christian Martins; PINTO, Hilton
Silveira. Sustentabilidade no agronegócio brasileiro. Brasilia: Embrapa. (
Coleção de Estudos sobre diretrizes para um ecnonomia verde no Brasil).
Disponivel
em<
https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/86
/publicacao/933999/sustentabilidade-no-agronegocio-brasileiro> Acesso em 23
nov. 2015.
Disciplina: Olericultura
Carga horária: 40 horas
Ementa: Olericultura. Importância. Botânica. Interações fisiológicas. Sistemas de
produção. Cultivares. Propagação. Solos, nutrição e adubação. Manejo. Colheita,
classificação e embalagem. Fisiologia pós-colheita e armazenamento.
Comercialização.
Bibliografia básica:
FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Produção
Independente.
FILGUEIRA, F. A. R. Manual de olericultura. São Paulo: Ceres. (v. II).
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura. Agro-tecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV.
Bibliografia complementar:
HENZ, Gilmar Paulo; ALCÂNTARA, Flávia Aparecida. Hortas: o produtor pergunta,
a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa. ( Coleção 500 perguntas, 500
respostas)
Disponível
em
<http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/11930/2/00081040.pdf
> acesso em 09 nov. 2015.
EMBRAPA. Produção orgânica de hortaliças. Brasília, DF: Embrapa Publicações.
MACHADO, Cristina M. M. Processamento de hortaliças em pequena escala.
Brasília, DF: Embrapa Hortaliças.
CLARO, Antônio Soel. Leitos e substratos para produção de hortaliças. Guaíba,
RS: Agrolivros.
LUENGO, Rita de Fátima Alves; CALBO, Adonai Gimenez. Pós-colheita de
Hortaliças.
Brasília,
DF:
Embrapa.
Disponível
em:
<
http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/11930/2/00081040.pdf >
Acesso em 09 nov. 2015.
Disciplina: Práticas Agronômicas em Produção Vegetal II
Carga Horária: 40 h
Ementa: Propiciar aos alunos o acesso a fundamentos teórico-práticos da
exploração de espécies frutíferas e olerícolas de modo a capacitá-los tecnicamente
para o planejamento, elaboração e execução de projetos associados à cadeia
produtiva e o desenvolvimento de sistemas de produção.
Bibliografia Básica:
ROCHA, Elder Manoel; DRUMMOND, Marcos A. Fruticultura irrigada. Brasília:
Embrapa. (500 perguntas, 500 respostas).
FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Produção
Independente.
87
SEREJO, Janay Almeida dos Santos et al. Fruticultura tropical: espécies regionais
e exóticas. Viçosa: Embrapa.
Bibliografia complementar:
MOLINA, Laura Maria et al. Maracujá. Jaboticabal, SP: Funep.
PRADO, Renato de Mello. Nutrição de plantas: diagnose foliar em grandes
culturas. Jaboticabal, SP: FCAV/UNESP.
CHAVARRIA, Geraldo; SANTOS, Henrique Pessoa dos. Fruticultura em ambiente
protegido. Brasília: EMBRAPA
SANTOS FILHO, Hermes Peixoto; MAGALHÃES, Antônia Fonseca de Jesus;
COELHO, Ygor da Silva. Citros. Brasília, DF: Embrapa, 2005.
PENTEADO, Silvio Roberto. Fruticultura orgânica: formação e condução. 2.ed.
Viçosa: Aprenda Fácil, 2010.
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso
Carga horária: 40 horas
Objetivo: Elaboração de projeto de monografia final de curso, Adequação às
normas técnico científica para publicação. Montagem de experimento e definição
de orientador.
Bibliografia básica:
ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração
de trabalhos na graduação. São Paulo: Ática.
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. São
Paulo: Atlas. São Paulo: Cortez.
ALVARENGA, Maria Amália de Figueiredo Pereira; ROSA, Maria Virgínia de
Figueiredo Pereira do Couto. Apontamentos de metodologia para a ciência e
técnicas de redação científica: monografia, dissertações e teses. Porto Alegre,
RS: S. A. Fabris.
Bibliografia complementar:
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez.
FRANÇA, J.L. et al. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: UFMG.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. São
Paulo: Atlas.
DEMO, Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas.
10º PERÍODO
Disciplina: Estágio Supervisionado IV
Carga horária: 100 horas
Ementa: Observação das áreas de aplicação da Engenharia Agronômica.
Conhecimento sobre a atuação do Engenheiro Agrônomo no mercado de trabalho
88
em planejamento, execução, controle, avaliação e acompanhamento de serviços e
atividades agronômicas, com vivência prática em ambientes profissionais
diversificados da Engenharia Agronômica, vinculados ao curso, mediante
convênios firmados. Produção de trabalhos técnicos desenvolvidos em equipes
multidisciplinares, como estagiário na área. Elaboração de relatórios técnicos e
acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade,
garantindo o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas
diretrizes curriculares, sob a supervisão de professores.
Bibliografia básica:
NSA
Bibliografia complementar:
NSA
Disciplina: Gestão Ambiental na Agricultura
Carga Horária: 40 h
Ementa: Biodiversidade. Desenvolvimento Sustentável. Base legal e institucional.
Histórico, Teoria e Métodos de Auditoria Ambiental. As Normas Ambientais ABNT
e Série ISO 14.000. Sistemas Integrados de Gestão. Licenciamento Ambiental.
EIA/RIMA/PRAD. Mecanismos de gestão ambiental. A engenharia agronômica e o
uso racional dos recursos naturais; noções gerais de ecologia; meio ambiente;
aspectos legais e institucionais; estudo de impacto ambiental; legislação ambiental,
a preservação do meio ambiente; poluição do ar, da água e do solo.
Bibliografia básica:
PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; ROMÉRO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda Collet.
Curso de gestão ambiental. Barueri, SP: Manole. (Coleção ambiental; 1).
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de
ação e educação ambiental. São Paulo: Atlas.
Bibliografia complementar:
SZABÓ JÚNIOR, Adalberto Mohai. Educação ambiental e gestão de resíduos. 3.
ed. São Paulo: Rideel, 2010. 118 p.
GEBLER, Luciano; PALHARES, Julio Cesar Pascale. EMBRAPA . Gestão ambiental
na agropecuária. Brasilia (DF): Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 310 p. :
ISBN 9788573834239 ( v.2)
SANTOS JUNIOR, Odair; GUTIÉRREZ MERE, Luís Dario. Agenda 21: sinal verde
para o desenvolvimento sustentável. Belo Horizonte: CREA-MG.
GOMES, Marco Antônio Ferreira; PESSOA, Maria Conceição Peres Young.
Planejamento ambiental do espaço rural com ênfase para microbacias
hidrográficas: manejo de recursos hídricos, ferramentas computacionais e
educação ambiental. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos .
São Paulo: Oficina de Textos.
89
Disciplina: Práticas Integradoras em Agronomia
Carga Horária: 40 h
Ementa: Realizar a prática do planejamento integrado de uma propriedade rural
dentro de um enfoque sistêmico e integrado da produção. Desenvolver as
habilidades de análise e planejamento baseado nos conhecimentos adquiridos
durante o curso de Agronomia e sua aplicação interdisciplinar com ênfase em
sistemas de produção e sua sustentabilidade. Aplicar os conhecimentos adquiridos
durante o curso em atividades integradoras que permitam a capacidade de síntese
e proposição de soluções em sistemas de produção agropecuários. Abordar
técnicas adequadas de intervenção e das técnicas de manejo e produção.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA FILHO, Niemeyer. Segurança Alimentar: Produção Agrícola e
Desenvolvimento Territorial. Viçosa. Alinea: 2010
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2002
BELTRÃO, Napoleão Esberard de Macedo; AZEVEDO, Demóstenes Marcos Pedrosa
de. O agronegócio do algodão no Brasil. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica. (v.1).
Bibliografia Complementar:
GOMES, E.; PESSOA, L.M.C.; SILVA JÚNIOR, L.B. Medindo imóveis rurais com GPS.
Brasília, 2001.
SILVA, Fábio Cesar da. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes.
2. ed., rev. e ampl. Brasília, DF: Embrapa Comunicação para Transferência de
Tecnologia, 2009. 627 p. ISBN 9788573834307.
TRAZILBO JR, J. P & VERZON, M. 101 culturas: Manual de tecnologias agrícolas.
Belo Horizonte: EPAMIG, 2007
TUBELIS, Conhecimentos Práticos Sobre Clima e Irrigação. São Paulo: Aprenda
Fácil, 2001.
PIRES, Fábio Ribeiro; SOUZA, Caetano Marciano de. Práticas mecânicas de
conservação do solo e da água. 3. ed., rev. Viçosa, MG: Universidade Federal de
Viçosa, 2013. 216 p. ISBN 9788572692984
Disciplina: Silvicultura e Sistemas Agroflorestais
Carga horária: 80 horas
Ementa: Conceitos básicos. Importância da Silvicultura. Uso racional dos recursos
naturais e manejo de Sub-bacias Hidrográficas. Escolha de espécies para plantio e
principais usos. A Cultura do Eucalipto. Planejamento de viveiros e produção de
mudas de espécies florestais. Implantação de florestas. Nutrição florestal.
Agrosilvicultura. Sistemas Agroflorestais.
Bibliografia básica:
90
ALFENAS, Acelino Couto; ZAUZA, Edival A. Valverde. Doenças na cultura do
eucalipto. Viçosa: SIF.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras. Nova Odessa: Instituto Plantaro. v.I e II.
PAIVA, H.N.; GOMES, J.M. Propagação vegetativa de espécies florestais. Viçosa:
UFV.
Bibliografia complementar:
BRASIL; ALVARENGA, Antônio de Pádua; CARMO, Ciríaca Arcângela Ferreira de
Santana do. Seringueira. Viçosa: Epamig.
PINHEIRO, Antonio Lelis et al. Ecologia, silvicultura e tecnologia de utilização
dos mognos-africanos (Khaya spp.). Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de
Agrossilvicultura - SBAG).
WENDLING, I.; DUTRA, L. F. Produção de mudas de eucalipto. Colombo:
Embrapa Florestas.
JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves et al. Cultivo de eucalipto em
propriedades rurais. Viçosa: Aprenda Fácil.
XAVIER, Aloisio; WENDING, Ivar; SILVA, Rogério Luiz da. Silvicultura clonal:
princípios e técnicas. Viçosa: Editora UFV.
Disciplina: Tópicos Especiais em Agronomia
Carga Horária: 40 h
Ementa: O componente curricular Tópicos Especiais se trata de disciplina(s)
escolhida(s) pelos alunos durante o 10º período, juntamente com o colegiado do
curso e tem como objetivo proporcionar a flexibilidade individual de estudos e os
requerimentos, demandas e expectativas de desenvolvimento do setor no
município de Bom Despacho e região e LIBRAS.
Bibliografia Básica
NSA
Bibliografia Complementar:
NSA
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga horária: 40 horas
Ementa: Produzir uma monografia sobre um tema relacionado ao curso, conforme
regulamento de TCC.
Bibliografia básica:
FRANÇA, J.L. et al. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: UFMG.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. São
Paulo: Atlas.
Bibliografia complementar:
91
ANDRADE, M.M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: elaboração
de trabalhos na graduação. São Paulo: Ática.
MARTINS, G.A. Manual para Elaboração de Monografias e Dissertações. São
Paulo: Atlas.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez.
THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-ação. São Paulo: Cortez.
DEMO, Pedro. Metodologia para quem quer aprender. São Paulo: Atlas.
ROL TÓPICOS ESPECIAIS
Disciplina: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Noções e aprendizado básico de LIBRAS. Características fonológicas. Noções de
léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Prática de
LIBRAS: desenvolvimento da expressão visual-espacial e ampliação do
conhecimento dos aspectos da cultura do mundo surdo.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, E. O. C. Leitura e surdez: um estudo com adultos não oralizados.
Editora Revinter.
ALMEIDA, E. C.; DUARTE, P. M. Atividades Ilustradas em sinais da libras. São
Paulo: Revinter.
SKLIAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação.
Bibliografia Complementar:
CÂNDIDO, R. J. Cartilha da inclusão: direitos da pessoa com deficiência. Belo
Horizonte.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? como fazer?. São Paulo: Moderna.
Ministério da Educação e do Desporto. Educação especial no Brasil: educação
especial um direito assegurado. Brasília: MEC.
QUADROS, R. M. O Tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa. Brasília: UNESCO.
STAINBACK, S. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed.
Disciplina: Gestão de Pessoas
Carga-hoarária: 40 h
Ementa:
Introdução à Moderna Gestão de Pessoas. A Gestão de Pessoas em um
Ambiente Dinâmico e Competitivo. Planejamento Estratégico de Gestão de
Pessoas. Recrutamento de Pessoas. Seleção de Pessoas. Orientação de
Pessoas. Avaliação do Desempenho Humano.
Bibliografia Básica:
92
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Elsevier.
_______. Recursos Humanos. São Paulo: Atlas.
MARRAS, J. P. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao
estratégico. São Paulo: Futura.
Bibliografia Complementar:
CASTRO, A. P.; MARIA, V. J. Motivação: como desenvolver e utilizar esta energia.
Rio de Janeiro: Campus.
CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a
administração participativa. São Paulo: Makron Books.
GIL, Antônio Carlos. Administração de recursos humanos: um enfoque
profissional. São Paulo: Atlas.
MINICUCCI, A. Relações Humanas: psicologia das relações interpessoais. São
Paulo: Atlas.
VERGARA, S. C. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas.
Disciplina: Gestão da Qualidade e Certificações
Carga-horária: 40 h
Ementa:
Os principais conceitos sobre qualidade. Modelos de referência. Métodos e
ferramentas para Gestão da Qualidade dentro de um contexto histórico. Práticas de
Gestão da qualidade.Política e Legislação aplicada. Modelos de referência para
gestão da qualidade (ISO 9000, ISO 22000). Premio Nacional da Qualidade (PNQ).
Gestão pela Qualidade Total (GQT)
Bibliografia Básica:
AIDAR, Marcelo Marinho et. al. THOMAZ Wood Jr (Coord.). Mudança
Organizacional: aprofundando temas atuais em administração de empresas.
São Paulo: Atlas.
CAMPOS, Vicente Falconi. Qualidade total: padronização de empresas. Belo
Horizonte: Livraria do Psicólogo.
FITZSIMMONS, James A. Administração de serviços: operação, estratégia e
tecnologia da informação. Porto Alegre: Bookman.
Bibliografia Complementar:
ARMAND, V. Feigenbraum. Controle da qualidade total, V I. Makron Books.
GIL, Antônio. L.; Auditoria da qualidade. São Paulo:, Atlas.
_____________. Gestão da Qualidade Empresarial. São Paulo: Atlas.
HEIZER, J. H.; Nathan, J.; Case in Total Quality Management Cincinnati, Ohio,
South-Western College Publishing.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios e
casos práticos. São Paulo: Atlas.
NAGEL, Slack. Administração da produção. São Paulo: Atlas.
93
Paisagismo e Plantas Ornamentais
Carga horária: 40 horas
Ementa: Conceitos básicos de Paisagismo e atuação, estilos básicos de paisagismo.
Caracterização, identificação, produção e utilização de plantas ornamentais e
gramados. Arborização urbana. Fatores que influenciam no planejamento de
jardins e na paisagem. Elaboração de projeto, estudos preliminares, composição
estética, elementos de composição. Implantação e manutenção de jardins e
parques: aspectos gerais.
Bibliografia básica:
LORENZI, Harri, SOUZA, Hermes. Plantas Ornamentais no Brasil: arbustivas,
herbáceas e trepadeiras. Nova Odessa: Instituto Plantarum.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras. Vol. 1 e 2. Instituto plantarum de estudos da
flora Ltda. Nova Odessa-SP.
LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil. São Paulo Instituto plantarum de
estudos da flora Ltda.
Bibliografia complementar:
CALVANTE, Nogueira da Silva et al. Coletânea simpósios de paisagismo. São
Paulo, 2009
FERREIRA, José Mário Lobo. Informe agropecuário: gestão Ambiental na
Agricultura. BELO HORIZONTE: EPAMIG.
LANDGRAF, Paulo Roberto Corrêa; PAIVA,
PAtrícia Duarte de Oliveira.
Floricultura: produção e comercialização no estado de Minas Gerais. Belo
Horizonte: EPAMIG.
PAIVA, Patrícia Duarte de Oliveira. Paisagismo: conceitos e aplicações. Lavras,
Editora UFLA.
WATERMAN, Tim . Fundamentos de paisagismo . Porto Alegre: Bookman.
ROL DE DISCIPLINAS PARA FUNDAMENTOS ACADÊMICOS
Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Biologia)
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Tipos de células e fotossíntese. Classificação e caracterização dos 5 reinos: Monera,
Protozoa, Fungi, Metaphyta e Metazoa. Bases Morfofisiológicas dos sistemas
digestório, circulatório,excretor, tegumentar e respiratório. Conceitos básicos em
genética.
Bibliografia Básica:
CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L.C. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara.
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana sistêmica e segmentar: para o
estudante de medicina.. São Paulo: Atheneu.
NYBAKKEN, James W. et al. Zoologia geral v. VIII.. São Paulo: Companhia Editora
Nacional.
94
Bibliografia Complementar:
AMABIS, José Mariano ; MARTHO, Gilberto Rodrigues . Biologia dos organismos
v. II: classificação, estrutura e função nos seres vivos. São Paulo: Moderna.
CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L.C. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara KOOGAN.
GRIFFITHS, A.J.F. Introdução a genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
OLY, Aylthon Brandão . Botânica: introdução à taxonomia vegetal. São Paulo:
Companhia Editora Nacional.
TOWNSEND, Colin R. ; BEGON, Michael ; HARPER, John L. Fundamentos em
ecologia. Porto Alegre: Artmed.
Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Matemática)
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Números racionais e decimais, Potenciação e Radiciação, Proporcionalidade,
Porcentagens e juros simples, Expressões algébricas, Polinômios, Produtos
Notáveis, Fatoração de expressões algébricas, Áreas de figuras planas e Noções de
probabilidade.
Bibliografia Básica:
ALENCAR FILHO, Edgard . Iniciação à lógica matemática. São Paulo: NOBEL.
LEITHOLD, L. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo:
Harbra, 1998.
SILVA, S. M; SILVA, E. M. Matemática: para cursos de economia, administração e
ciências contábeis. São Paulo: Atlas. (v.1).
Bibliografia Complementar:
CYSNE, Rubens Penha; MOREIRA, Humberto Ataíde. Curso de Matemática para
economistas. São Paulo: Atlas.
GOLDSTEIN, Larry J. et al. Cálculo: e suas aplicações. São Paulo: Hemus.
HOFFMAN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de
Janeiro: LTC.
MACHADO, A. Matemática: temas e metas. São Paulo: Atual.
STEWART, James . Cálculo v. I. São Paulo: Pioneira.
Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Português)
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Estudo da Gramática Normativa, relações morfológicas, semânticas e sintáticas,
reforma ortográfica e dimensão do funcionamento textual-discursivo dos
elementos da língua, com ênfase no contexto de comunicação. Estudo e
desenvolvimento da competência textual. Estudo e desenvolvimento da
competência gramatical.
Bibliografia Básica:
95
ANDRADE, Maria Margarida de. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos
superiores. São Paulo: Atlas.
CEGALLA, D.P. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. São Paulo:
Companhia Editora Nacional.
CUNHA, Celso e CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português
contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Bibliografia Complementar:
FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e
redação. São Paulo: Ática.
MEDEIROS,J.B. Português instrumental. São Paulo: Atlas.
PERINI. Mário A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de
gramática. São Paulo: Cortez.
TUFANO, Douglas. Guia prático da nova ortografia. São Paulo: Melhoramentos.
Disciplina: Fundamentos Acadêmicos (Química)
Carga Horária: 40 h
Ementa:
Introdução à química orgânica e funções orgânicas; estrutura atômica da matéria e
constituição dos átomos; íons: cátions e ânions; ligações químicas e interações
intermoleculares; elétrons de valência; redução e oxidação; ácidos e bases.
Bibliografia Básica
KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de
Janeiro: LTC. (v.I).
KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química e reações químicas. Rio de
Janeiro: LTC. (v.II).
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC. (v.I).
Bibliografia Complementar
RUSSEL, J.B. Química geral. São Paulo: Makron Books. (v.I).
RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: Makron Books. (v.II).
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: E.
Blücher.
MCMURRY, J. Química orgânica. São Paulo: Thonson. (v.I).
MCMURRY, J. Química orgânica. São Paulo: Thonson. (v.II).
3.1.8. Metodologia
A missão e visão estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Institucional da IES
mobilizam-na a buscar sempre os caminhos mais promissores para implementação
de suas metas e concretização daquele horizonte com a maior eficiência e eficácia
possíveis.
96
O mundo da educação não ignora os sinais dos tempos e o projeto político
pedagógico da IES, atento ao dinamismo social, histórico e cultural da realidade
humana, cobra um realinhamento constante dos elementos e processos previstos
no Projeto Pedagógico de Curso com as exigências da sociedade e do mercado que
se encontram em contínua mudança.
Salta aos olhos as grandes transformações socioeconômicas e culturais ocorridas
nas últimas décadas em razão dos avanços havidos na ciência e na tecnologia,
sobremaneira, em consequência da revolução cibernética e do advento da rede
mundial de computadores.
O mercado de trabalho globalizado, impactado por aquelas transformações, está,
cada vez mais, a exigir profissionais bem formados, cujo perfil incorpore as
competências e habilidades ditas “sociais”: espírito de equipe, responsabilidade,
iniciativa, pensamento crítico, resolução de problemas complexos, autonomia e
aprendizagem permanente, entre outras.
Reconhecendo os desafios colocados ao mundo da educação pelas transformações
da sociedade e do mercado, nossa IES, visando incrementar cada vez mais a
qualidade da educação oferecida a sua clientela, articulou-se com os principais
centros mundiais de excelência na educação como a Universidade de Harvard e o
Instituto Tecnológico de Massachusetts nos Estados Unidos, e outros mais, através
da LASPAU, entidade que trabalha para o desenvolvimento da educação na
América Latina, investe continuamente na manutenção de uma política de
formação docente permanente e na criação das condições necessárias a uma
prática acadêmica inovadora.
Face aos desafios da realidade e ao papel estratégico da metodologia de ensino no
processo educativo, a inovação acadêmica na IES está focada na incorporação
paulatina em sua prática educativa de métodos ativos de aprendizagem como o
Peer Instruction (Instrução pelos Pares), o Team-Based Learning (Aprendizagem
Baseada em Equipe), o Problem-Based Learning (Aprendizagem Baseada em
Problema), o Project-Based Learning (Aprendizagem Baseada em Projeto) e o Case
Study (Estudo de Caso). Contudo, a inovação acadêmica na IES não se limita a isso,
mas se abre à questão mais ampla do planejamento do processo educativo, onde a
metodologia de ensino, ao lado da metodologia de avaliação, inscrevem-se de
modo significativo, tornando-se fatores decisivos na qualidade da educação
enquanto se garante a efetividade da aprendizagem.
A Coordenação do Curso juntamente com o Núcleo Docente Estruturante, atentos
às demandas advindas da sociedade e do mercado, estimula os docentes a fazerem
frequentes revisões em seu planejamento disciplinar visando refinar o
alinhamento entre esse projeto pedagógico e suas disciplinas, sobremaneira no
que se refere ao perfil de egresso nele previsto e a contribuição específica que suas
disciplinas podem dar para sua concretização, sem perderem de vista a
perspectiva da necessária inter, trans e multidisciplinaridade.
97
Para tanto, ressalta-se a adoção do Plano de Ensino Estruturado, onde, garantindose na definição do objetivo geral e objetivos específicos da disciplina sua afinidade
com o perfil do egresso, selecionam-se aqueles conteúdos mais significativos que
contribuam para o desenvolvimento das competências e habilidades daquele
profissional, elaborando-se para cada tópico do conteúdo os objetivos ou
resultados de aprendizagem que devem ser visados.
Uma vez elaborados, no Plano de Ensino Estruturado, os objetivos de
aprendizagem cognitivos, procedurais e afetivos, tendo-se em vista a Taxonomia
de Bloom, para que não se restrinja a uma aprendizagem superficial, mas se logre
uma aprendizagem reflexiva, crítica e criativa, tais objetivos possibilitam a melhor
escolha dos métodos de ensino e inspiram as melhores estratégias avaliativas,
fechando-se assim o ciclo virtuoso do processo educacional de planejamento,
ensino, aprendizagem, avaliação e replanejamento.
Por fim, observa-se que esta perspectiva de inovação acadêmica, ao incorporar de
forma mais relevante métodos ativos de aprendizagem na prática educativa, pelo
que tais métodos significam em termos de efetividade de uma aprendizagem hoje
em dia requerida, na verdade, implica em um constante repensar do currículo que
garanta a intencionalidade do processo educativo, compatibilizando-o com as
características essenciais do ser humano, enquanto ser inacabado e histórico.
3.1.9. Estágio Curricular Supervisionado
O estágio supervisionado do curso é atividade curricular obrigatória configurada a
partir do 7º período da inserção do aluno no espaço sócio institucional, visando
capacitá-lo e instrumentalizá-lo para o exercício profissional, devendo ser
acompanhado pelo supervisor de campo e supervisor acadêmico
sistematicamente.
Assim, por se constituir em uma exigência do currículo do curso de Agronomia da
Faculdade, em consonância com as diretrizes curriculares aprovadas pelo MEC,
serão considerados estágios curriculares aqueles realizados em instituições, que
tenham em seus quadros, um ou mais profissionais das Ciências Agrárias,
devidamente registrados nos Conselhos Regionais que realize acompanhamento
direto ao aluno-estagiário, desempenhando atividade de supervisão.
O estágio supervisionado do curso de Agronomia está estruturado a partir de uma
lógica, que permite ao discente conhecer várias áreas de atuação do profissional da
Agronomia. O estágio supervisionado acontece nos 7º, 8º, 9º e 10º períodos do
curso e com ele pretende-se dar ao discente a oportunidade de estar em contato
com profissionais de várias áreas em seu local de trabalho. Entende-se que esta
construção se dará através da articulação entre todas as disciplinas,
principalmente aquelas ligadas à prática profissional. O estágio curricular
obrigatório será viabilizado por convênios a serem estabelecidos com instituições
da região.
O currículo do curso de Agronomia da Faculdade estabelece por semestre uma
carga horária mínima de 100 horas (7º, 8º, 9º e 10º períodos) para o estágio
supervisionado, perfazendo um total de 400 horas durante o curso.
98
O aluno estagiário é orientado pelo supervisor de estágio do curso de Agronomia e
pelo supervisor de área, podendo haver mudança de campo, no final desse período,
mediante resolução dos sujeitos envolvidos no processo, sendo que a decisão final
fica a cargo da supervisão de estágio. A mudança de área só poderá ocorrer
mediante informe e justificativa por escrito à Supervisão de Estágio do curso de
Agronomia e obtenção de autorização também por escrito da mesma.
O supervisor de estágio do curso de Agronomia deve apresentar aos alunos a
listagem de conveniados existentes, bem como auxiliá-los na escolha da respectiva
área de estágio, considerando o perfil pessoal e profissional em formação. Para
inserção do aluno nos campos de estágio serão consideradas as seguintes
condições:
I. a área deve apresentar um profissional de nível superior das ciências
agrárias devidamente registrado no Conselho Regional pertinente a sua
profissão, que tenha interesse e disponibilidade em supervisionar o
estágio;
II. compatibilidade de horário do supervisor de campo com o horário do
estagiário;
III. proposta de trabalho do profissional articulada com o projeto político
pedagógico do curso de Agronomia da Faculdade.
Ao final do estágio o aluno deverá:
I. estar capacitado para o exercício profissional;
II. conhecer as práticas, as sistematizações, os saberes traduzidos em
estratégias, os procedimentos e práticas específicas dos técnicos das
instituições que atuam no exercício da profissão;
III. conhecer e desenvolver habilidades operacionais para a adequada
utilização dos instrumentos profissionais;
IV. reconhecer a importância da produção científica e da sistematização da
prática profissional seja no âmbito governamental ou não governamental;
V. identificar sua área de interesse para o exercício da profissão, por meio da
aproximação da atividade prática;
Cabe ao Núcleo de Carreiras e à Supervisão de Estágios do curso de Agronomia a
responsabilidade pela abertura dos campos de estágios que deverão atender aos
seguintes princípios:
I. Existência de um profissional das ciências agrárias devidamente
habilitado.
II. Apresentação pela Instituição a ser conveniada da documentação exigida
para celebração do convênio:
a) convênio e termo de compromisso celebrados entre o estagiário e a
parte concedente, com a interveniência obrigatória da Faculdade;
b) celebração de assinatura de convênio entre a direção da Faculdade e
os campos de estágios;
c) assinatura de termos de compromisso celebrados entre o estagiário e
a parte concedente com a interveniência do Supervisor Geral de
Estágios do Curso.
III. Disponibilidade e interesse por parte do Agrônomo lotado no campo de
estágio para treinar, acompanhar, avaliar, supervisionar diretamente os
estagiários de Agronomia.
99
Os alunos serão avaliados pelo supervisor de campo, supervisor de estágio do
Curso e ainda fará uma autoavaliação. O aluno que não obtiver um desempenho
acadêmico satisfatório no decorrer do estágio poderá ser considerado inapto e ser
reprovado, tendo que cumprir novamente a atividade.
O aluno ao final de cada estágio supervisionado deverá elaborar um relatório da
experiência vivenciada no campo de estágio com orientação do supervisor de
estágio.
A Avaliação do Estágio deverá conter no mínimo os seguintes critérios:
I. capacidade de articulação teórico-prática desenvolvida no decorrer do
semestre letivo;
II. conhecimento dos métodos de intervenção utilizados pelo profissional;
III. conhecimento e aprofundamento dos instrumentais e técnicas
desenvolvidos pelo profissional do campo e sua aplicabilidade no espaço
institucional
IV. compromisso com o trabalho desenvolvido pela instituição campo de
estágio e a inserção nos planos, projetos e programas do campo de
estágio.
O Regulamento de Estágio faz parte dos anexos do PPC.
Lista de Campos de Estágio do Curso de Agronomia, por cidade:
CIDADE
EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO
Abaeté
Augusto Antônio da Costa
Abaeté
Carlos Elói Gomes Ferreira
Abaeté
Cleber Aguimar Pinto de Faria
Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaete e Região
Abaeté
Ltda.
Abaeté
Abaeté
Abaeté
Abaeté
Abaeté
Abaeté
Abaeté
Arcos
Arcos
Arcos
Bambuí
Bambuí
Bambuí
Belo Horizonte
Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaete e Região
Ltda.
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Oeste de
Minas Gerais LTDA
Domício Rogério Valadares Faria Júnior
Gabriel Ribeiro Maia de Lima
PLAPEC - Planejamento Agropecuário
Paulo Alves Araújo Cardoso
Triama Tratores Implementos Agrícolas e Maquinas
Ltda.
Lincoln Arantes Costas (Med. Vet.)
Marcelo Gonçalves de Sousa (Med. Vet.)
Nova Safra Comércio de Frutas LTDA
Bambuí Bioenergia S/A
Ello Gestão Ambiental Ltda.
Rodrigo Soraggi Lima
Cairon Costa Faria (Eng. Florestal)
100
CIDADE
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Biquinhas
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO
CIEE - Centro de Integração Empresa Escola - Estado de
Minas Gerais SEM CONVÊNIO
EMATER – Empresa de Assistência Técnica e Extensão
Rural do Estado de Minas Gerais
EPAMIG - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas
Gerais
Ernandes Pereira dos Santos (Eng. Agrimensor)
IEF – Instituto Estadual de Florestas
IEL – Instituto Euvaldo Lodi – Núcleo Regional de MG
IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária (Convênio nº
2081/2010)
Instituto Antônio Ernesto de Salvo INAES
Otavio Euclides da Silva
Produtiva Agropecuária Ltda.
Tervit Reflorestamento Ltda.
Vaccinar Indústria e Comércio Ltda.
Prefeitura Municipal de Biquinhas
Agromilk Ltda
Agropecuária Vale do Picão Ltda (Agrovale)
Animall Ind. e Com. de Rações Ltda.
Assis e Coimbra ME (BD Máquinas)
Bruno Melo Gontijo (Eng. Civil)
Caio Augusto Leles Costa (Médico Veterinário)
Citrovan Mudas Ltda
Cooperativa Agropecuária de Bom Despacho Ltda. COOPERBOM
Fabrício Rodrigues Campos
Fazenda São Carlos
Forest Park Comércio e Serviços Ltda.
Gabriel Henrique Furtado
Granja Salomé Ltda.
Insumos Serviços e Consultoria Bom Despacho Ltda.
João Cesar Viana Souza
Lucas Carvalho Campos (Eng. Agrônomo)
Maria Cristina Álvares de Araújo (Feno Santa Helena)
Marcos Pacífico Resende Couto Oliveira (Eng.
Agronomo)
Miguel Marques Gontijo Neto (Iteflor)
Município de Bom Despacho
Nutrimentos Bom Despacho Agropecuária Ltda. - EPP
101
CIDADE
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Bom Despacho
Campos Altos
Carmo do Cajuru
Conceição do Pará
Contagem
Córrego Danta
Curitiba
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Divinópolis
Dores do Indaiá
Dores do Indaiá
Dores do Indaiá
Formiga
Iguatama
Itapecerica
Itapecerica
Japaraíba
Japaraíba
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO
Pedro Gontijo Alvares
Produza Agronegócios LTDA
Ricardo Costa Gontijo (Med. Vet.)
Rômulo Melo Gontijo (Agrônomo)
Saul Ribeiro de Pádua Indústria e Comércio e Serviços
Vantuil Antônio de Sousa - ME SEM CONVENIO
GG Assistência Técnica Agrícola LTDA
Associação dos Fruticultores de Carmo Cajuru
Adão Marcelino de Lacerda ME
Vito Transportes Ltda.
Iva da Silva Meireles
Construtora Triunfo S/A
Caroline Lacerda Oliveira (Eng. Agrônoma)
Casa do Abudo Divinópolis Ltda - EPP
Débora Maria da Silva
Henrique Guimarães Rodrigues
Jamilson Wagner de Andrade Carvalho (Eng. Agrônomo)
Moisés Soares (Med. Vet.)
Município de Divinópolis (convênio 082/09)
Paulo Henrique Coelho Pereira
Plus Agrotécnica Sociedade Simples - ME
Sidnei Soares Costa Melo
Wagner Flores e Mudas Ltda. - ME
Alliança MG Serviços Ltda.
Claudinei Adriano Silvestre (Eng. Agrônomo)
DG Projetos Ambientais
Plácido Ribeiro Vaz
Cazanga Agro Pastoril (CAP)
Fazenda Ponte Alta / Pau do Monjolo
Reflorestadora Molifer
Arthur Fernando Teixeira
João Henrique Rabelo Veloso
Acrima Tecnologia e Informática Ltda.
Agrizootec Assessoria Agropecuária Ltda.
Agro Ambiental Consultoria
Agro Ambiental Consultoria (Leonardo Lindemberg dos
Santos)
Arcos Verde Comércio e Serviço Ltda
Bioquima Comércio e Industria de Rações Ltda.
102
CIDADE
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Lagoa da Prata
Luz
Luz
Luz
Luz
Luz
Luz
Luz
Luz
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Martinho Campos
Moema
Moema
EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO
Biosev S/A
Cooperativa Agropecuária de Lagoa da Prata Ltda.
Danilo Daniel Lopes Carvalho ME
Douglas Henrique Melo da Cruz (Eng. Amb.)
Fabrizio Furtado de Sousa (Eng. Agrônomo)
Fertiverde Ltda.
Garantia Agronegócio LTDA - ME
Luiz Carlos de Castro Rezende
Rogério de Castro Moura
Ronam Maciel Rezende
Antônio José Mesquita
Cooperativa de Produção Agropecuária de Luz Ltda.
Cooperativa de Produção Agropecuária de Luz Ltda.
Eduardo Aguiar
Felipe Borges Paulinelli – ME (Vital Agrícola)
Geoplan Planejamentos Agropecuários e Assessoria
Ltda.
Guilherme de Oliveira Bruni Carvalho (Médico
Veterinário)
Volta Verde Representações Ltda - ME
ArcelorMittal BioFlorestas Ltda.
Cristiano Tadeu Cançado Santos (Agrônomo)
Daniel Camara Barcellos (Agrônomo) SEM CONVENIO
Edilson José dos Santos CPF 008.437.736-45 - ME
FF Agricultura e Carvoejamento Ltda
IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária
Marcelo Silva de Mesquita
Moderna Florestal Cultivo de Eucaliptos LTDA
Nutriminas Comércio e Industria Ltda.
RCS Prestação de Serviços Agropecuários Ltda.
Renan Henrique Teixeira Santos
Roberto Mauro Santos Noronha
Túlio Martins de Lima (Eng. Agrônomo)
S&D Transportes e Carvoejamento Ltda.
Shallom Florestal LTDA
Thiago Garcia de Oliveira Melo
Weslei Rodrigues Costa
Lessandro Moreira Gontijo
Sergio Vital Guimarães Batista
103
CIDADE
Morada Nova de
Minas
Morada Nova de
Minas
Morada Nova de
Minas
Morada Nova de
Minas
Nova Serrana
Nova Serrana
Nova Serrana
Nova Serrana
Nova Serrana
Oliveira
Paineiras
Pará de Minas
Pará de Minas
Pará de Minas
Pará de Minas
Pará de Minas
Pará de Minas
Pará de Minas
Patos de Minas
Patrocínio
Perdigão
Perdigão
Perdigão
Perdigão
Pitangui
Pitangui
Pitangui
Pitangui
Piumhi
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO
Agronomarques Ltda
Alípio Renato de Oliveira Braga
Limeira Agropecuária e Participações (Fazenda Guará)
Sorel Sociedade Reflorestadora S/A
Aureliano Ferreira Neto
Hugo Lima Fonseca (Engenheiro Ambiental)
Município de Nova Serrana
Remirton José Pedro – ME (Floricultura Flores e Mudas)
Remirton José Pedro (Eng. Agrônomo)
Flavete Produtos Agropecuários Ltda.
Débora Britto Militão(Eng. Agrônoma)
Agro Shop Ltda.
Amaral Lima da Costa (Agrônomo)
Anderson Vilaça Amaro Silva
Kate Moura da Costa Barcelos
Lucas Camilo Bié Teixeira (Eng. Agrônomo)
Mário Augusto Silveira Pinhão (Eng. Agrônomo)
SIGA Prestação de Serviços em Agronomia Ltda
Riber Sementes Ltda.
Parceira Agronegócios Ltda
Carlos Ozório
Carlos Cesar Ferreira (Eng. Civil)
Divino Anselmo (Fazenda Córrego Fundo)
Reinaldo José Marra Nogueira (Eng. Agrônomo)
Joel Mendes (Arquimendes)
Pitangui Agro Florestal Ltda. - PAF
Prefeitura Municipal de Pitangui
Rio Rancho Agropecuária S/A
Marcos Júnio de Souza (Eng. Agrônomo)
Agropéu – Agro Industria de Pompéu S.A.
Breno Henrique da Silva Ramos (Engenheiro Ambiental)
Carlos Junio Afonso Lacerda (Eng. Agrônomo)
Cleyton Woubert de Sousa Ferreira (Eng. Agrônomo)
Cooperativa dos Produtores Rurais de Pompéu Ltda
Fagner Henrique Ramos da Silva
Fernando Antônio Faria dos Santos (Agrônomo)
104
CIDADE
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
Pompéu
EMPRESA / INSTITUIÇÃO / ÓRGÃO
Geraldo Magela Valadares Filho (eng. Agrônomo)
Geraldo Roberto da Costa
Gislaine dos Santos Maciel (Agrônoma)
G & G Engenharia Ltda.
Instituto Estadual de Florestas – IEF
Irmãos Lourenço Engenharia LTDA - ME
Marinês Maciel Campos (Advocacia)
Milene Elba de Campos (Engenheira Civil)
Município de Pompéu
Nature Pharma Drogaria e Farmácia de Manipulação
Pompéu
Ltda.
Pompéu
Raul Gustavo Guimarães Menezes (Agronomo)
Pompéu
Roberta Assis Machado (Engenheira)
Pompéu
Thiago Francisco Machado dos Santos (Eng. Agrônomo)
Pompéu
Walfa Ltda. - ME
Pompéu
Wdson Luiz de Campos (Eng. Agron.)
Salvador
Construtora Lucaia Ltda.
São Paulo
Kátia Regina Mazzonetto Costa (Med. Vet.)
Serra da sSaudade Prefeitura Municipal de Serra da Saudade
Viçosa
Lucas Mattos Miranda (Eng. Agrônomo)
3.1.10. Atividades Complementares
Conforme política prevista no PDI da Faculdade, as Atividades Complementares
contribuem para a articulação teoria-prática e propiciam ao aluno contato com o
mundo do trabalho desde o início do curso, possibilitando que estabeleça relações
com sua futura área profissional.
Estas atividades enriquecedoras objetivam criar no aluno a cultura da educação
continuada e autônoma e a visão da necessidade de atualização permanente em
seu processo de formação acadêmica e profissional.
As Atividades Complementares devem permear todos os aspectos da formação do
aluno de forma interdisciplinar, promovendo o conhecimento significativo e
ampliando a visão de mundo dos formandos.
A carga horária total desse componente curricular obrigatório será cumprida nas
seguintes atividades:
I. Atividades de ensino;
II. Atividades de extensão; e
III. Atividades culturais.
As Atividades Complementares deverão contemplar, pelo menos, dois dos grupos
acima identificados e deverão ser cumpridas ao longo do curso, até o fim do 9º
período.
105
As Diretrizes Curriculares do MEC para os cursos de Engenharias estabelecem que
as atividades complementares (AC) são componentes curriculares enriquecedores
e complementadores do perfil do acadêmico, possibilitando o reconhecimento, por
avaliação, de habilidades e competências do aluno que devem ser desenvolvidas
durante o curso, inclusive adquiridas fora do ambiente acadêmico, incluindo a
prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais e de
interdisciplinaridade.
As AC têm a finalidade de enriquecer o processo ensino-aprendizagem,
privilegiando:
I. A complementação da formação social e profissional;
II. As atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços;
III. As atividades de assistência acadêmica e iniciação científica e tecnológica;
IV. Estimulação de práticas de estudos independentes, visando a uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;
V. Valorização dos conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora
do ambiente escolar, inclusive os que se referirem às experiências
profissionalizantes julgadas relevantes para a área de formação
considerada.
Diante das finalidades estabelecidas para as AC e com o objetivo de atendê-las, elas
estão diretamente relacionadas às atividades de ensino, investigação científica e
extensão.
Importa realçar que a realização de Atividades Complementares não se confunde
com a do Estágio Supervisionado ou com a do Trabalho de Conclusão do Curso
(TCC).
As Atividades Complementares do curso atendem às políticas gerais previstas no
PDI e contam com regulamento próprio
O Regulamento das Atividades Complementares faz parte dos anexos do PPC.
3.1.11. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso se constitui em atividade obrigatória no curso,
que tem como objetivo desenvolver a atividade de síntese e integração de
conhecimento, é realizado no nono com carga horária de 40h e no décimo período
ocorre a orientação dos alunos sob o acompanhamento do professor-orientador,
sendo desenvolvido através da Elaboração de um projeto, constituindo a
sistematização desta o TCC e a apresentação/defesa do trabalho.
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser realizado, sob a supervisão de um
orientador, onde a abordagem do objeto de estudo deverá relacionar-se com a
habilitação do curso. A avaliação do TCC será realizada por uma banca
examinadora conforme regulamento específico do curso. A avaliação do trabalho
será realizada a partir da apresentação dos trabalhos escritos, seguidos por uma
apresentação oral junto à banca examinadora que poderá ser pública. Será
106
considerado aprovado o trabalho que obtiver conceito apto, devendo ser lavrada
ata constando data, a banca examinadora, equipe de alunos e nota, sendo que o
trabalho que tiver alguma restrição ou recomendação apontada pela banca
examinadora, deverá ser revisado pelo prazo estipulado pela banca. O trabalho que
for considerado insuficiente ou inapto para aprovação, deverá ser refeito no prazo
estipulado pela banca examinadora, devendo tais considerações constar em ata e
os alunos reprovados não poderão colar grau. Os alunos tem acesso ao manual de
elaboração de trabalhos acadêmico-científico e ao regulamento de TCC que são
aprovados pelo colegiado.
Nos termos das DCNs do Curso(RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006),
em seu art. 10 o trabalho de curso é componente curricular obrigatório, a ser
realizado ao longo do último ano do curso, centrado em determinada área teóricoprática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de
conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa.
No Curso, o TCC é desenvolvido no 9º e 10º períodos e segue regulamento próprio.
A elaboração do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) observará as seguintes
regras básicas:





A coordenação do TCC fica a cargo da Coordenação do Curso, a quem
compete, entre outras atribuições, elaborar semestralmente o calendário de
todas as atividades relativas ao TCC, inclusive o cronograma de atividades.
O professor orientador será indicado pelo aluno em lista tríplice, em ordem
preferencial.
Caberá aos professores-orientadores definir a área que se dispõem a
orientar, de modo que a escolha do orientador da monografia implicará
também na eleição dessa área do saber agronômico.
A apresentação oral da monografia perante a banca examinadora, quando
for o caso, será precedida obrigatoriamente de indicação para depósito da
monografia pelo orientador.
A data para a entrega da monografia será previamente divulgada pela
Coordenação.
O regulamento detalhado do Trabalho de Conclusão do Curso de Agronomia,
encontra-se no anexo deste Projeto Pedagógico.
3.1.12. Apoio ao discente
A Faculdade Alis de Bom Despacho possui um programa de ouvidoria para
acompanhamento aos discentes, compreendendo um conjunto de serviços e ações
desenvolvidos pelos Núcleos de Relacionamento, Carreiras e Apoio Social.
3.1.12.1. Acesso e seleção
A Faculdade Alis de Bom Despacho, promove o ingresso de acadêmicos aos Cursos
de Graduação mediante Processo Seletivo organizado e aberto a candidatos que
tenham concluído o ensino médio ou equivalente, com o objetivo de classificá-los
no limite das vagas fixadas para os cursos.
107
As principais formas de acesso aos Cursos Superiores estão descritas a seguir:
1. Processo Seletivo Discente (Vestibular): processo seletivo que permite ao
candidato, com o ensino médio completo, aprovado e classificado em concurso
específico, o ingresso no Curso.
2. Transferência: processo seletivo para alunos de outras instituições de ensino
superior, transferidos para o mesmo curso ou de outras áreas afins, ou ainda de
outras áreas, com o mínimo de duas disciplinas iguais ou equivalentes, obedecendo
ao número de vagas fixadas em edital especifico.
3. Portadores de diploma de nível superior: processo seletivo para graduados em
cursos de outras áreas afins, ou ainda de outras áreas, com o mínimo de duas
disciplinas iguais ou equivalentes, obedecendo ao número de vagas fixadas em
edital especifico.
O processo seletivo discente da Faculdade Alis de Bom Despacho destina-se a
avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los dentro do estrito
limite das vagas oferecidas para cada curso. As inscrições para o processo seletivo
são abertas em edital, do qual constam os cursos oferecidos com as respectivas
vagas, os prazos e a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas,
os critérios de classificação, desempate e demais informações. No ato da inscrição
para o processo seletivo, está à disposição do candidato uma relação geral de
cursos oferecidos pela Instituição.
A classificação é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem
ultrapassar o limite de vagas fixado, excluídos os candidatos que não obtiverem os
níveis mínimos estipulados pela Instituição. A classificação obtida é válida para a
matrícula no período letivo para o qual se realiza a seleção, tornando-se nulos seus
efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la, ou, em o fazendo, não
apresentar a documentação regimental completa dentro dos prazos fixados. Na
hipótese de restarem vagas não preenchidas, poderão ser recebidos alunos
transferidos.
Os candidatos classificados no Processo Seletivo e convocados para ingresso nos
cursos de graduação devem comparecer no setor de Secretaria de Registros e
Controle Acadêmicos, no prazo fixado, apresentando o original dos documentos
requeridos:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
Requerimento de matrícula;
Certificado de conclusão de Ensino Médio ou equivalente;
Histórico escolar do Ensino Médio concluído;
Cédula de identidade;
Título de eleitor;
Prova de regularidade com as obrigações do serviço militar, se do sexo
masculino;
VII. Certidão de nascimento ou casamento;
VIII. Comprovante de pagamento das taxas regulamentares e CPF;
IX. Comprovante de residência;
X. Foto 3 x 4.
108
O candidato classificado que não se apresentar para matrícula - no prazo
estabelecido e com os documentos exigidos - perde o direito de se matricular, em
favor dos demais candidatos a serem convocados por ordem de classificação,
mesmo que tenha efetuado o pagamento das taxas exigidas.
A matrícula deve ser renovada semestralmente e, ao final do primeiro semestre
letivo, o aluno deve preencher - na Secretaria - requerimento a fim de confirmar a
continuidade de seus estudos para o próximo semestre ou solicitar trancamento.
Ressalvado o caso de trancamento de matrícula, a não renovação da mesma
implica renúncia do curso e desvinculação do aluno à Faculdade Alis de Bom
Despacho.
O resultado do processo seletivo é válido apenas para o semestre letivo a que se
vincula.
3.1.12.2. Programas de apoio pedagógico e financeiro
Núcleo de Relacionamento
O Núcleo de Relacionamento está estrategicamente localizado na área central da
instituição, junto à área de alimentação, sala dos coordenadores e secretaria
acadêmica. Tem como função filtrar as demandas, encaminhando-as ao setor
competente, visando agilizar o atendimento ao aluno. Funciona através de senhas
por ordem de chegada e possui atendimento preferencial a pessoas com
deficiências através de estruturas adaptadas.
São utilizados outros canais: no site, o aluno conta com o recurso Fale Conosco, que
constitui um canal de comunicação para sugestões, críticas e pedidos diversos e
são encaminhados, através do setor de marketing, para os setores competentes.
Este canal também é monitorado com elaboração de resultados semestrais
enviados à CPA e à direção superior.
Núcleo de Apoio Social
O Núcleo de Apoio Social atua no apoio financeiro através de convênios com
instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios, além de
sistema de negociação on-line.
Núcleo de Gestão Acadêmica - NGA
São realizados projetos que desenvolvem ações diferenciadas e inovadoras, sendo
que o mesmo foi criado com o objetivo de garantir:
 Produção de planos de ensino padronizados e que obedeçam às sinergias
proporcionadas pelas disciplinas comuns existentes nas matrizes
curriculares dos diversos cursos, evitando redundância desnecessária dos
conteúdos;
 Produção de um banco de questões alinhado aos conteúdos dos planos de
ensino;
 Implementação de um programa institucional de nivelamento para os
alunos calouros (diagnóstico e intervenção);
109





Programa de combate à evasão;
Revisão do processo de avaliação da aprendizagem (incluindo distribuição
de pontos, aulas de aplicação, orientações para a elaboração de provas,
provas colegiadas, etc.);
Qualificação do corpo docente (prioridade: avaliação);
Garantia do cumprimento do conteúdo programático (aulas estruturadas +
provas colegiadas + cronograma da disciplina);
ENADE (planejamento de longo prazo)
O NGA tem papel estratégico e é composto por professores com experiência
acadêmica, indicados para gerenciar projetos. Os trabalhos do NGA serão
organizados pelo Escritório de Projetos, que está diretamente ligado à Diretoria
Acadêmica, articulando-se com os todos os cursos da Faculdade, por meio das
coordenações.
São projetos desenvolvidos pelo NGA:
PROJETO
01
Aprendizagem ativa
02
03
04
05
Avaliação da
aprendizagem
Controle de Evasão
Exame Interno de
Desempenho dos
Estudantes
Nivelamento
DESCRIÇÃO
Uma estratégia pedagógica que inova o processo
de
ensino-aprendizagem
visando,
pela
utilização de recursos tecnológicos de
informática e mídia, a introdução de
metodologias participativas que favoreçam a
construção do conhecimento numa perspectiva
sócio interacionista. Utiliza a Sala de
Aprendizagem Ativa.
Capacitação docente e implantação de
protocolos para validação de questões de modo
a desenvolver a prática avaliativa, alterando o
perfil de uma avaliação predominantemente
memorativa, focada nos conteúdos, para uma
avaliação memorativa, compreensiva e crítica
que contemple também habilidades e
competências.
Gestão da captação e evasão pelo Setor NAE –
Núcleo de Atendimento Educacional
Criação de um medidor da qualidade de ensino
focado na avaliação das habilidades e
competências que permitirá acompanhar os
processos de aprendizagem, compreender como
eles estão se concretizando e oferecer
informações relevantes para o desenvolvimento
das habilidades e competências na sala de aula.
Organização de nivelamento nas disciplinas
básicas (Matemática, Português, Biologia,
Química e Física) como Fundamentos
Acadêmicos.
110
Política de Bolsa
O apoio aos estudantes nos aspectos financeiros ocorrerá através de convênios
com instituições financeiras, com o governo federal e recursos próprios.
A Faculdade Alis de Bom Despacho oferece uma central de relacionamentos
exclusiva para Programas de Bolsas e Financiamentos, com fins de realizar o
atendimento aos alunos. Conta com profissionais capacitados para orientar sobre
situação financeira e social, motivando os alunos a encontrarem a melhor forma de
pagar seus estudos.
A Faculdade Alis de Bom Despacho está cadastrada para os financiamentos
governamentais FIES e PROUNI.
Bolsa Trabalho
Funcionários da Faculdade Alis de Bom Despacho que estudam e necessitam de
auxílio para se manterem podem se inscrever para bolsas trabalho, que serão
concedidas através de descontos em mensalidades escolares e possuem
regulamento específico.
Crédito Universitário PRAVALER
A Faculdade Alis de Bom Despacho oferecerá aos alunos uma alternativa para
pagar suas mensalidades através do Crédito Universitário PRAVALER.
O Crédito Universitário PRAVALER parcela o valor das mensalidades e estende o
prazo de pagamento, financia mensalidades atrasadas e rematrículas. A simulação
imediata dos valores das parcelas do PRAVALER para as mensalidades do semestre
que o aluno desejar financiar poderá ser feita no site.
3.1.12.3. Monitoria
A Faculdade Alis de Bom Despacho conta com um Programa Institucional de
Nivelamento com o objetivo de oferecer ao acadêmico com dificuldades em
acompanhar determinados componentes curriculares, as condições adequadas
para a superação de suas dificuldades, especialmente no início do curso,
permitindo que ele acompanhe o processo ensino-aprendizagem em sua plenitude.
As atividades de nivelamento se processam, também, no próprio cotidiano da sala
de aula a partir das observações docente quanto às necessidades emergenciais de
ordem cognitiva, afetiva e social. Focalizando principalmente os conhecimentos
previamente necessários para se alcançar o perfil desejado para o egresso.
A monitoria é outra modalidade de atividade acadêmica que a instituição
disponibiliza para os discentes. Tal atividade tem como objetivo central propiciar
ao estudante uma iniciação às práticas da atividade docente associada à
possibilidade de aprofundamento teórico/prático em um campo específico de
conhecimento, pertinente à sua formação profissional. As atividades de monitorias
e também oficinas pedagógicas são desenvolvidas a partir da demanda dos alunos,
111
por meio de manifestação destes ou por solicitação dos docentes embasados nos
problemas de aprendizagem verificados em sala de aula.
Os coordenadores são responsáveis pelo processo de implementação dos cursos de
nivelamento e das monitorias, que ocorrem em função das solicitações efetuadas
pelos docentes ou das manifestações de problemas por parte dos discentes.
Estas ações demonstram que a IES acredita que a educação é uma das ferramentas
fundamentais para a formação intelectual e profissional do cidadão, além de ser o
veículo capaz de promover mudanças e de reduzir a desigual social.
3.1.12.4. Estímulos à permanência
Núcleo de Carreiras
É um setor institucional que prepara o aluno para o mercado de trabalho. Atua,
através de atendimento extraclasse, no suporte às atividades obrigatórias de
estágios obrigatórios e não-obrigatórios. Também são promovidas atividades de
orientação sobre processo de seleção de pessoal, elaboração de currículo,
comportamento em entrevista, participação em atividades de grupo, que ajudam
no rito de saída, permitindo vivenciar sua formação acadêmica e ingresso no
mercado de trabalho.
Atividades em grupo com os líderes de turma
A coordenação do curso realiza reuniões para reforçar o espírito de liderança e
prepará-los para enfrentar os possíveis problemas que surgirem em sala, além de
reforçar também a função de porta voz da turma.
3.1.12.5. Apoio para atividades acadêmicas, técnicas, culturais e mecanismos
de divulgação da produção discente
Aprendizagem do aluno: Projeto de Incentivo à Leitura e Escrita, que visa
encontrar formas de fazer com que o aluno leia mais e escreva mais, de forma
produtiva e autônoma, em especial a leitura literária e a produção de textos
argumentativos, abordando temas transversais compreendendo leitura, análise e
interpretação de textos a partir de artigos sobre: Sociodiversidade:
Multiculturalismo e Inclusão; Exclusão e minorias; Biodiversidade; Ecologia;
Mapas geopolíticos; Globalização; Arte e Filosofia; Políticas públicas: Educação,
Habitação, Saneamento, Saúde e Segurança; Redes sociais e responsabilidade:
setor público, privado, (terceiro setor); Relações interpessoais (respeitar, cuidar,
considerar e conviver); Vida urbana e rural; Inclusão/exclusão digital; Cidadania;
Violência; Terrorismo; Avanços tecnológicos; Relações de trabalho; Tecnociência;
Propriedade intelectual; Diferentes mídias e tratamento da informação.
Projeto ENADE: que compreende a realização de várias ações focadas na
aprendizagem dos alunos, visando melhores resultados no desempenho acadêmico
ao longo do ano. Realiza orientação para os alunos sobre o SINAES e sensibilização
para participação responsável no Exame Nacional de Desempenho do Estudante ENADE; reflexão sobre os tópicos cobrados no questionário do estudante e cursos
112
intensivos, de aprofundamento e integração de conhecimentos específicos e de
formação geral, alinhando o que dispõe as DCN’s, os PPC’s, as matrizes curriculares
e o que é realmente aplicado na sala de aula, oferecendo informações sobre
possíveis dificuldades de aprendizagem para tomada de decisões.
3.1.12.6. Organização estudantil
O Corpo Discente tem direito a voz e voto no(s) Colegiado(s) de Curso(s) da
Faculdade.
3.1.12.7. Acompanhamento de egressos
Pesquisa com egressos
A pesquisa é um mecanismo que possibilita a avaliação contínua da instituição
oportunizando adicionalmente, a participação dos egressos em outras atividades
oferecidas pela IES. Os resultados obtidos por essa pesquisa serão utilizados para
manter em constante atividade os objetivos específicos do Programa de
Acompanhamento de Egressos.
3.1.12.8. Ouvidoria
A Faculdade Alis de Bom Despacho possui um programa de ouvidoria para
acompanhamento aos discentes, compreendendo um conjunto de serviços e ações
desenvolvidos pelos Núcleos de Relacionamento, Núcleo de Atendimento ao
Estudante, Núcleo de Carreiras e Apoio Social.
O Núcleo de Relacionamento está estrategicamente localizado na área central da
instituição, junto à área de alimentação, sala dos coordenadores e secretaria
acadêmica. Tem como função filtrar as demandas, encaminhando-as ao setor
competente, visando agilizar o atendimento ao aluno. Funciona através de senhas
por ordem de chegada e possui atendimento preferencial a pessoas com
deficiências através de estruturas adaptadas.
São utilizados outros canais: no site, o aluno conta com o recurso Fale Conosco, que
constitui um canal de comunicação para sugestões, críticas e pedidos diversos e
são encaminhados, através do setor de marketing, para os setores competentes.
Este canal também é monitorado com elaboração de resultados semestrais
enviados à CPA e à direção superior.
O Núcleo de Atendimento ao Estudante também constitui importante canal de
ouvidoria do aluno em suas demandas pedagógicas.
O Apoio Social é realizado através do atendimento aos alunos que precisam de
bolsas de estudo e possuem dificuldades financeiras, sendo orientado sobre
PROUNI e os demais programas sociais.
Também é feita reunião com alunos e Diretoria, periodicamente, para escuta dos
alunos, no Projeto Diálogos.
113
3.1.12.9. Coordenação do curso
Compete à Coordenação se manter atenta ao bom andamento de curso, conciliando
atendimento a docentes e discentes e à parte administrativa, que também é de sua
competência exclusiva.
Destacam-se as seguintes ações estratégicas do coordenador na gestão e condução
do curso:
 Preparação e coordenação das reuniões de Colegiado de Curso;
 Coordenação das atividades do NDE;
 Acompanhamento dos projetos em andamento;
 Acompanhamento das atividades de campo;
 Acompanhamento do desenvolvimento acadêmico dos alunos;
 Acompanhamento dos docentes na elaboração e desenvolvimento dos
Planos de Ensino;
 Reuniões com os representantes de classe;
 Acompanhamento do rendimento dos discentes.
 Articular-se com instituições ligadas ao curso;
 Supervisão geral de todas as atividades realizadas fora da instituição;
 Supervisão e garantia do bom funcionamento das instalações específicas do
curso de Bacharel em Agronomia;
 Organização de atividades de extensão que garantam a inserção do aluno na
comunidade;
 Interface entre aluno e professor no que diz respeito ao desempenho de
ambos nas atividades acadêmicas;
 Organização de eventos científicos e técnicos realizados na Faculdade;
 Reuniões com os coordenadores dos outros cursos e com a Direção da
Instituição;
 Elaboração, execução e monitoramento do Planejamento Estratégico do
Curso.
A Coordenação realiza reuniões com os representantes de turma, marcadas com
antecedência e agendadas no calendário do curso. Os alunos, de modo geral, têm
acesso direto à Coordenação do Curso, com a qual podem conversar em diferentes
horários.
3.1.12.10. Secretaria
A Secretaria é o órgão suplementar que presta apoio e suporte às atividades
acadêmico-pedagógicas administrativas e financeiras da Faculdade.
A Secretaria é responsável por todos os registros acadêmicos. Os Documentos
Acadêmicos são arquivados em meio digital e impresso, por meio de pastas.
As pastas individuais de alunos são arquivadas em ordem numérica pela matrícula
do aluno, contendo os documentos obrigatórios para matrícula.
Os diários são arquivados em meio magnético e o arquivo é mantido por período,
disciplinas e etapas no ambiente virtual. Contendo notas, frequência e planos de
ensino.
114
As pastas individuais dos egressos são arquivadas em ordem alfabética por ano e
semestre de colação de grau. Existe um banco de dados da Direção com o
acompanhamento da vida profissional de cada um.
As avaliações são arquivadas pelo prazo regimental, por período, disciplina e em
ordem alfabética de todas as avaliações finais de todos os alunos.
O livro de matrícula é digital por período, em ordem alfabética com dados pessoais
de cada aluno. Os diplomas são confeccionados em gráfica e registrados nos órgãos
competentes.
O Sistema Informatizado disponibiliza:
 Sistema RM -Módulo Classis - Versão 11.82.40.103 de 04/09/2015 - Gestão
Escolar - Versão para Ensino Superior.
O RM Classis é um dos aplicativos do CORPORE RM, solução corporativa que reúne
os sistemas para Windows Server, Windows 7 e 8 da TOTVS. Esses aplicativos
trabalham de forma integrada e similar, compartilhando diversas operações
importantes.
As características funcionais do RM Classis visam permitir a automação das rotinas
fundamentais de instituições de ensino, tais como atividades de Secretaria
(matrícula, controle de notas e frequência), Tesouraria (controle de contratos,
planos de pagamento, geração de lançamentos), SOE (Serviço de Orientação
Escolar - acompanhamento de desempenho e suporte ao aluno), emissão de
certificados, declarações, relatórios mensais, anuais e eventuais e rotinas
correlatas.
Funcionalidades do portal
- Para os discentes:
 Acesso a biblioteca, as notas por avaliações, frequências diárias, planos de
aula, de ensino, histórico escolar, declarações diversas e 2ª via de boletos.
- Para os docentes:
 Lançamentos da frequência diária que é digitada semanalmente,
encerrando o prazo de digitação aos domingos, as notas das avaliações por
trabalho avaliativo e o sistema calcula automaticamente a somatória por
etapa. Acesso aos diários, lista de presença, biblioteca e agendamento de
equipamentos.
3.1.13. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
A auto avaliação da Faculdade Alis de Bom Despacho é responsabilidade da CPA –
Comissão Própria de Avaliação que coordena, elabora e desenvolve junto à
comunidade acadêmica e à administração a auto–avaliação institucional,
articulando os processos internos de acordo com o projeto aprovado, dentro dos
princípios e diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
SINAES (Lei 10861, de 14 de abril de 2004).
Os objetivos da avaliação institucional são ouvir e envolver a comunidade
acadêmica, egressos e sociedade no processo de construção da instituição; levantar
115
demandas; obter dados para tomada de decisão e elaboração do planejamento
estratégico; verificar se o PPI/PDI/PPC estão sendo aplicados, buscando sua
atualização de acordo com a análise dos resultados obtidos na auto avaliação e
contribuir para a gestão estratégica.
A auto avaliação se baseia nos princípios de Globalidade, legitimidade,
impessoalidade, respeito à identidade institucional e suas características próprias,
continuidade e regularidade, disposição para a mudança.
São avaliadas 10 (dez) dimensões, que compreendem a Missão e o PDI; as políticas
para o ensino, a iniciação científica, a pós–graduação, a extensão e as respectivas
formas de operacionalização, incluindo os procedimentos para o estímulo da
produção acadêmica, as bolsas de iniciação científica, de monitoria e demais
modalidades; a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente
no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao
desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória
cultural, da produção artística e do patrimônio cultural; a comunicação com a
sociedade; as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas
condições de trabalho; a organização e gestão da instituição, especialmente o
funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e
autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da
comunidade universitária nos processos decisórios; infraestrutura física,
especialmente a de ensino e de iniciação científica, biblioteca, recursos de
informação e comunicação; planejamento e avaliação, especialmente em relação
aos processos, resultados e eficácia da auto avaliação institucional ; políticas de
atendimento aos estudantes; sustentabilidade financeira, tendo em vista o
significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação
superior.
Metodologia: A avaliação é feita através de instrumentos de pesquisas (com
questões objetivas e abertas), que são apurados por meio de cartão de resposta
(eletronicamente) e relatórios gerenciais. Além das pesquisas realizadas, são feitas
reuniões, análise documental e registro do processo através do site institucional.
As pesquisas aplicadas são:
 Avaliação docente (semestral);
 Avaliação de infraestrutura (anual);
 Avaliação de Percepção Docente (anual);
 Avaliação de Clima Organizacional (anual);
 Pesquisa com calouros;
 Pesquisa com concluintes;
 Pesquisa com campos de estágio;
 Pesquisa mercadológica (bianual);
 Auto avaliação Institucional (Egressos, Representante Sociedade Civil)
(trianual).
As análises documentais são feitas a partir dos:
116




Relatórios gerenciais do Núcleo de Estudos Orientados;
Relatórios gerenciais do Núcleo Pedagógico;
Relatórios gerenciais financeiros;
Relatórios gerenciais acadêmicos e das pesquisas aplicadas.
Cada processo de auto avaliação é realizado de três anos em três anos, seguindo
cronograma que prevê ações de curto, médio e longo prazo, envolvendo as fases de
sensibilização, diagnóstico, avaliação interna, meta-avaliação, reformulação e
difusão.
Divulgação: Os resultados das pesquisas feitas pela CPA são divulgados
institucionalmente através do site, em relatórios da CPA, em painéis postados nas
áreas de relacionamento, em reuniões gerais, em visitas às salas de aulas pelos
coordenadores, devolutivas individuais aos professores e com publicações em
periódicos da comunidade externa. Os relatórios da CPA também são divulgados
no próprio sistema e-MEC, conforme determina o prazo até 30 de março de cada
ano.
Composição da CPA: A CPA é composta por oito membros, sendo dois
representantes de cada segmento, sendo: dois representantes do corpo docente,
dois representantes do corpo discente, dois representantes do corpo técnicoadministrativo e dois representantes da comunidade externa.
3.1.14. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso
O Projeto Pedagógico é uma construção contínua, elaborado de forma refletida,
consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma
metodologia que possibilita dar um outro significado a ação de todos os sujeitos da
Faculdade.
O Projeto Pedagógico do Curso é seu o referencial. Nele são traçadas as diretrizes,
características e estratégias com vistas à qualidade e à excelência na formação do
profissional. Tem uma função política dentro da instituição. Por meio dele são
articuladas as relações institucionais e sociais no universo acadêmico, propiciando
a valorização profissional e social do egresso na sociedade.
Para que o processo ensino aprendizagem ocorra de forma a alcançar esses
objetivos, o Projeto Pedagógico do Curso é objeto de avaliação contínua com o
propósito de rever metas e ações propostas. Este processo de avaliação ocorre
continuamente nas reuniões pedagógicas, nas reuniões de colegiado do Curso e,
especialmente, por meio da auto avaliação institucional, que respeita as dimensões
previstas na Lei 10.861, de 14 de abril de 2004. A avaliação do projeto, segundo
orientações do SINAES, é parte integrante da 1ª dimensão que avalia a missão e o
Plano de Desenvolvimento Institucional e seus reflexos na formação do aluno, na
qualidade do Projeto Pedagógico do curso e no seu cumprimento para formar o
profissional competente. Esta avaliação ocorre de forma participativa, coletiva,
livre de ameaças, de maneira crítica e transformadora dos sujeitos envolvidos e de
toda a instituição.
117
Na avaliação dos Projetos de Cursos observa-se:
Na execução do projeto: Formação e experiência profissional do corpo docente e a
adequação do docente a cada atividade prevista: (aula teórica; aula prática,
orientação de estágio, orientação de monitoria). Infraestrutura física, laboratórios,
recursos de informática e acervo e serviços da biblioteca.
Na atualização do curso: adequação das ementas e dos planos de disciplina e do
acervo do curso
Na gestão do curso: Movimentação de alunos: matrícula, transferência recebida,
transferência expedida, trancamento, abandono, transferência interna.
3.1.15. Tecnologias de Informação e comunicação – TIC’s
A Faculdade Alis de Bom Despacho, a partir de 2009, passou a disponibilizar para
seus docentes e discentes uma ferramenta de Tecnologia, através de um sistema de
gestão acadêmica é portal Acadêmico encontra-se hospedado no domínio
www.faculdadealis.com.br, que possui um servidor de uso exclusivo e local,
instalado na própria instituição. Através desse portal o aluno dispõe de
informações pertinentes ao ambiente presencial, além de links para acesso a
outros recursos externos.
Dentre outras facilidades:
 Possibilita que as atividades previstas e programadas pelos docentes sejam
disponibilizadas, via portal, com antecedência, de forma a otimizar os
encontros entre docentes e discentes;
 Possibilita que as atividades trabalhadas fiquem à disposição dos alunos
durante todo o curso, podendo ser revistas a qualquer momento;
 Permite a inclusão de instrumentos diversos de aprendizagem tais como
artigos, links, vídeos, filmes, grupos de discussão;
 Facilita o desenvolvimento da aprendizagem autônoma;
 Permite o acompanhamento, pela coordenação de curso, de todas as
atividades programadas e executadas;
 Possibilita atividades de recuperação de estudos e de nivelamento;
 Possibilita o acompanhamento das atividades desenvolvidas pelos
docentes.
Adicionalmente é utilizando um Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA o:
Blackboard, integrado com o sistema de gestão acadêmica. O Blackboard é o
ambiente virtual de interação entre docentes, e estudantes e é utilizado como
espaço atemporal da sala de aula. Neste ambiente são disponibilizados materiais
complementares para os alunos.
3.1.16. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino e aprendizagem
A avaliação do processo ensino-aprendizagem constitui um dos elementos
fundamentais para reflexão e transformação da prática docente e terá como
princípio o aprimoramento da qualidade do ensino oferecido, pois orientará os
processos de diagnóstico/prognóstico da prática pedagógica.
118
Sua principal função é diagnosticar os avanços e/ou dificuldades, possibilitando,
no decorrer do processo, reconduzir as ações em busca da excelência na formação
dos alunos.
Além de ser uma atividade constante no cotidiano escolar, a avaliação é um
processo contínuo, dinâmico e investigativo. Para a implementação desse processo
de avaliação, são utilizadas diversas formas e instrumentos, conforme a
especificidade e estrutura de cada disciplina, a saber:
 Auto avaliação, avaliação individual, avaliação coletiva, avaliação oral,
relatório de práticas, leituras dirigidas, resenhas, discussões, trabalho em
grupo, seminários, debates, estudos de caso, etc.
 Os processos de avaliação terão caráter qualitativo, formativo e diagnóstico
e a aferição do rendimento e da frequência será considerada para a
aprovação final conforme disposto no Regimento da instituição e na
legislação pertinente.
A avaliação baseia-se nos seguintes parâmetros:
 A verificação do rendimento nos estudos se faz mediante avaliação de
atividades escolares.
Serão distribuídos na avaliação 100 (cem) pontos por semestre, em três etapas, a
saber:
I. Primeira etapa valendo 30 (trinta) pontos, dos quais pelo menos 20 (vinte)
a serem obrigatoriamente atribuídos a prova(s) individual(is). 10 (dez)
pontos da primeira etapa podem ser atribuídos a critério do professor com
a utilização de qualquer meio avaliativo, inclusive prova.
II. Segunda etapa valendo 30 (trinta) pontos, dos quais pelo menos 20 (vinte)
a serem obrigatoriamente atribuídos a prova(s) individual(is). 10 (dez)
pontos da segunda etapa podem ser atribuídos a critério do professor com a
utilização de qualquer meio avaliativo, inclusive prova.
III. Terceira etapa valendo 40 (quarenta) pontos, obrigatoriamente atribuídos a
uma prova final, abrangendo todo o conteúdo curricular da disciplina.
IV. O aluno que não tiver alcançado o mínimo de 60 (sessenta) pontos exigidos
para aprovação poderão submeter-se a uma avaliação suplementar, no
formato de prova individual, que valerá 100 pontos e abrangerá todo o
conteúdo curricular da disciplina. A nota obtida pelo aluno na prova
suplementar será somada à nota obtida nas avaliações aplicadas ao longo
do semestre letivo e a média aritmética será considerada. Será exigida a
média aritmética mínima de 60 (sessenta) pontos para aprovação.
V. Estará aprovado o aluno que obtiver como resultado final 75% (setenta e
cinco por cento) ou mais de frequência e 60% (sessenta por cento) ou mais
dos pontos distribuídos em cada disciplina no período, menção de apto no
estágio supervisionado e no Trabalho de Conclusão de Curso, se for o caso, e
concluído nas Atividades Complementares.
119
3.1.17. Número de vagas
120 vagas
3.2. Corpo Docente
3.2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante – NDE constitui-se pelo grupo de docentes, com
atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção,
consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
O NDE se constitui por membros do corpo docente do curso, que exercem
liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de
conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões
entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o
desenvolvimento do curso.
O NDE será regido por regulamento próprio.
No curso de Bacharel em Agronomia, em conformidade com o regimento do NDE
da instituição, seus membros possuem as seguintes atribuições:
 Contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso
do curso;
 Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo;
 Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de investigação
científica e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências
do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área
de conhecimento do curso;
 Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso
de Graduação;
 Participar efetivamente da elaboração do Projeto Pedagógico do curso
definindo sua concepção e fundamentos;
 Participar efetivamente da consolidação e constante atualização do Projeto
Pedagógico do curso;
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Agronomia em 2015/1 é
constituído por 5 membros, a saber:
O NDE do curso de Agronomia em fevereiro de 2015, de acordo com Portaria
02/2015 de 05 de fevereiro de 2015, passou a ter a seguinte composição:





Agostinho Carlos Oliveira (mestre – tempo parcial)
Rodrigo de Almeida Pontes (mestre – tempo parcial)
Olímpio Pereira de Melo Neto (mestre – tempo integral)
Vinícius Teixeira Lemos (doutor – tempo parcial)
Wilson Rodrigues Braz (mestre – tempo parcial)
120
As atividades do NDE são regulamentadas pelo Comitê de Gestão.
3.2.2. Atuação do(a) Coordenador(a)
O coordenador do curso tem consciência de que não deve atuar somente como
gestor de recursos e articulador, mas também como gestor de potencialidades e
oportunidades internas e externas. Portanto, ele é o primeiro a favorecer e
implementar mudanças que aumentem a qualidade do aprendizado contínuo pelo
fortalecimento da crítica e da criatividade de todas as pessoas envolvidas no
processo, ou seja, alunos, docentes, funcionários, corpo administrativo, corpo
financeiro, entre outros. Cabe a ele, também, incentivar a produção de
conhecimentos, nesse cenário global de intensas mudanças e incentivar a
comunidade acadêmica, para implementar ações solidárias que concretizem
valores de responsabilidade social, justiça e ética. Do coordenador espera-se o
desenvolvimento de várias atividades capazes de articular todos os setores e
fortalecer a coalizão do trabalho em conjunto, para incrementar a qualidade,
legitimidade e competitividade do curso, tornando-o um centro de eficiência,
eficácia e efetividade rumo à busca da excelência.
De acordo com o Regimento, cabe ao coordenador, como presidente do Colegiado
do curso:
 Participar, com direito a voz e voto, das reuniões do Comitê de Gestão da
Faculdade;
 Representar o Colegiado junto à Direção e ao Comitê de Gestão da
Faculdade;
 Executar e fazer executar as decisões do Comitê de Gestão e da Diretoria da
Faculdade aplicáveis ao Colegiado;
 Orientar, coordenar e fiscalizar todas as atividades de ensino e extensão, no
âmbito do Colegiado;
 Designar o secretário para cada reunião do Colegiado;
 Cooperar com os demais Colegiados de Curso da Faculdade na organização,
orientação e fiscalização das atividades de ensino e extensão de interesse
comum;
 Exercer, no âmbito do Colegiado, a ação disciplinar;
 Exercer as demais atribuições que lhe sejam próprias.
Em especial, no curso de Agronomia, compete ainda ao Coordenador de curso:
I.
Supervisão geral de todas as atividades realizadas fora da instituição que
envolvam o corpo discente do curso, incluindo visitas técnicas, estágio
supervisionado e participação em congressos;
II.
Supervisão dos trabalhos de conclusão de curso desenvolvidos e
participação nas bancas de avaliação;
III.
Realização de convênios e parcerias com as empresas de áreas afins ao
curso de Agronomia;
IV.
Programação de eventos científicos e técnicos, tais como visitas técnicas,
Semana de cursos e Cursos de Extensão.
121
Órgãos e setores de apoio à Coordenação:
A Coordenação do curso de Agronomia conta com o apoio dos seguintes órgãos e
setores auxiliares:
 Comitê de Gestão: conta com a participação de Diretoria Geral, Diretoria
Acadêmica, Vice Diretoria Acadêmica, Diretoria Administrativo-financeira e
Diretoria de Controladoria.
 Diretoria Geral;
 Diretoria Acadêmica: é o órgão superior de execução que centraliza,
superintende, coordena e fiscaliza todas as atividades administrativas e
acadêmico-pedagógicas da faculdade.
 Colegiado de Curso: é órgão consultivo e executivo do Curso em questões
referentes às atividades de ensino e extensão.
 Secretaria Acadêmica: é o órgão suplementar que presta apoio e suporte às
atividades acadêmico-pedagógicas administrativas e financeiras da
Faculdade.
 Núcleo de Gestão Acadêmica: ao qual compete orientar a Coordenação e
professores do curso na sua prática pedagógica e desenvolver projetos de
melhoria da qualidade de ensino.
 Biblioteca: é o órgão suplementar que presta apoio à realização das
atividades-fim da Faculdade. A qual compete disponibilizar aos
interessados o acesso ao acervo do curso, assim como àquelas obras de
assuntos gerais.
 Núcleo Docente Estruturante: compete dar apoio e orientação à
coordenação do curso na elaboração e execução do Projeto Pedagógico de
Curso;
 Núcleo de Carreiras: compete a este setor, sobretudo, orientar os alunos
quanto aos procedimentos formais existentes para a realização de estágios,
tanto aqueles obrigatórios quanto os extracurriculares.
 Departamento de Informática: ao qual compete, principalmente, a
manutenção e garantia de disponibilidade dos laboratórios de informática a
serem utilizados no curso, bem como o auxílio aos professores e alunos que
os utilizam.
 NEI – Núcleo de Educação Inclusiva: Atendimento a alunos e professores em
educação inclusiva.
3.2.3. Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica do(a)
Coordenador(a)
A Coordenação do Curso de Agronomia é exercida pelo Prof. Rodrigo de Almeida
Pontes, Mestre em Administração pela FEAD, Especialista em Marketing pela FGV,
Especialista em Administração Rural pela UFV e graduado em Agronomia pela UFV.
O coordenador é contratado por Tempo Parcial, dedicando 20 horas semanais
exclusivamente às atividades de coordenação e 2 horas em sala de aula. Sua
formação compreende: Mestrado profissional em Administração. Faculdade de
Estudos Administrativos de Minas Gerais - FEAD. 2007.Especialização em
Marketing. Fundação Getúlio Vargas, Brasil. 1997. Especialização em
122
Administração Rural. Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil. 1995. Graduação
em Agronomia. Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil. 1992.
Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica do(a)
Coordenador(a) -4 anos
Prof. Rodrigo Pontes possui 4 anos de experiência como docente e gestor
acadêmico:
 De 2009 a 2011. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho –
MG. Professor das disciplinas de Introdução à Agronomia, Trabalho de
Conclusão de Curso.
 Desde 2009 a 2011. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho –
MG. Coordenador do Curso de Agronomia.
 Desde 01/2015. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho – MG.
Professor da disciplina de Introdução à Agronomia.
 Desde 01/2015. Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho – MG.
Coordenador do Curso de Agronomia.
Sua experiência Profissional é de 15 anos.
3.2.4. Regime de trabalho do(a) Coordenador(a) do curso
A coordenação do curso é exercida com dedicação parcial, sendo atribuídas 22
horas semanais ao coordenador. Compete à Coordenação se manter atenta ao bom
andamento do curso, conciliando atendimento a docentes e discentes e à parte
administrativa, que também é de sua competência exclusiva.
3.2.5. Titulação do corpo docente do curso
O Corpo docente possui 18 professores, sendo 61% de stricto sensu, com 27,7% de
doutores; 33,3% de mestres.
Item
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Docentes do curso de agronomia
Agostinho Carlos de Oliveira
Carlos Enrrik Pedrosa
Edeleon Marcelo Nunes de Brito
Flávia Ferreira Araújo
Jamilson Wagner de Andrade Carvalho
Luciano Rodrigues Gonçalves
Lucélia Coimbra da Silva
Márnisson Alves Araújo
Monique Regina Carvalho Freitas
Olímpio Pereira de Melo Neto
Renato Ferreira de Souza
Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo
Rodrigo de Almeida Pontes
Saul Ribeiro de Pádua
Titulação
Mestre
Doutor
Especialista
Doutora
Mestre
Especialista
Doutora
Especialista
Mestre
Mestre
Doutor
Especialista
Mestre
Especialista
123
Item
15
16
17
18
Docentes do curso de agronomia
Vinicius de Araújo Rabelo
Vinicius Teixeira Lemos
Wagner Cesário Miranda
Wilson Rodrigues Braz
Titulação
Especialista
Doutor
Especialista
Mestre
3.2.6. Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores
No curso de Agronomia, conta com 4 doutores, totalizando 22,2% do corpo
docente.
3.2.7. Regime de trabalho do corpo docente do curso
O atual corpo docente do curso de Agronomia é composto por 38,8% do total de
professores em regime de trabalho de tempo parcial ou integral.
Item
Docentes do curso de agronomia
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
Agostinho Carlos de Oliveira
Carlos Enrrik Pedrosa
Edeleon Marcelo Nunes de Brito
Flávia Ferreira Araújo
Jamilson Wagner de Andrade Carvalho
Luciano Rodrigues Gonçalves
Lucélia Coimbra da Silva
Márnisson Alves Araújo
Monique Regina Carvalho Freitas
Olímpio Pereira de Melo Neto
Renato Ferreira de Souza
Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo
Rodrigo de Almeida Pontes
Saul Ribeiro de Pádua
Vinicius de Araújo Rabelo
Vinicius Teixeira Lemos
Wagner Cesário Miranda
Wilson Rodrigues Braz
Regime
trabalho
Parcial
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Horista
Integral
Horista
Parcial
Parcial
Parcial
Horista
Parcial
Horista
Parcial
de
3.2.8. Experiência profissional do corpo docente
O curso de Agronomia passou a ter 83,3% do corpo docente com experiência
profissional maior ou igual a 2 anos, apresentando, entre estes, experiência
profissional média de 8,4 anos.
124
Item
Docentes do curso de agronomia
Experiência
profissional (anos)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
Agostinho Carlos de Oliveira
Carlos Enrrik Pedrosa
Edeleon Marcelo Nunes de Brito
Flávia Ferreira Araújo
Jamilson Wagner de Andrade Carvalho
Luciano Rodrigues Gonçalves
Lucélia Coimbra da Silva
Márnisson Alves Araújo
Monique Regina Carvalho Freitas
Olímpio Pereira de Melo Neto
Renato Ferreira de Souza
Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo
Rodrigo de Almeida Pontes
Saul Ribeiro de Pádua
Vinicius de Araújo Rabelo
Vinicius Teixeira Lemos
Wagner Cesário Miranda
Wilson Rodrigues Braz
13
0
2
8
19
14
0
8
4
13
29
9
15
7
2
0
5
7
3.2.9. Experiência de magistério superior do corpo docente
55,5% do corpo docente possui pelo menos 3 anos de experiência em magistério
no ensino superior.
Item
Docentes do curso de agronomia
Experiência ensino
superior (anos)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Agostinho Carlos de Oliveira
Carlos Enrrik Pedrosa
Edeleon Marcelo Nunes de Brito
Flávia Ferreira Araújo
Jamilson Wagner de Andrade Carvalho
Luciano Rodrigues Gonçalves
Lucélia Coimbra da Silva
Márnisson Alves Araújo
Monique Regina Carvalho Freitas
Olímpio Pereira de Melo Neto
Renato Ferreira de Souza
18
0
2
8
9
2
5
2
0
8
19
125
Item
Docentes do curso de agronomia
Experiência ensino
superior (anos)
12
13
14
15
16
17
18
Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo
Rodrigo de Almeida Pontes
Saul Ribeiro de Pádua
Vinicius de Araújo Rabelo
Vinicius Teixeira Lemos
Wagner Cesário Miranda
Wilson Rodrigues Braz
3
6
7
2
0
1
4
3.2.10. Funcionamento do colegiado do curso
Os Colegiados de Cursos são órgãos de deliberação no campo didático-científico do
curso que lhe dá origem. Compõe o Colegiado de cada Curso:
 O1 Coordenador do curso;
 30% (trinta por cento) dos docentes do respectivo curso; e
 01 (um) representante do corpo discente, ou seu respectivo suplente,
indicados pelo órgão de representação estudantil, com mandato de 01 (um)
ano, sendo permitida a recondução.
O Colegiado é órgão de decisão maior no âmbito do Curso, cumprindo suas
competências e atuando diretamente na consolidação da avaliação do PPC - Projeto
Pedagógico do Curso.
O Colegiado de Curso reúne-se ordinariamente 1 (uma) vez por semestre para
tratar de assuntos relativos ao bom desenvolvimento do curso, à luz das DCN’s, do
Regimento, do PPC e das alterações/novidades advindas do desenvolvimento
científico e tecnológico, como também das variações no mercado de trabalho. É na
reunião do Colegiado que as atividades são articuladas e se discute o Projeto
Pedagógico do Curso. As reuniões de colegiado visam o desenvolvimento do curso,
o aperfeiçoamento do desempenho do trabalho acadêmico, a integração dos planos
de ensino, a atualização da bibliografia, a troca de experiências que envolvem
também a adequação e atualização das ementas e programas das unidades de
estudo e a partilha das preocupações surgidas, que interessam a todos os
professores.
O Colegiado pauta suas ações no Regimento e tem como finalidade maior fazer
cumprir o Projeto Pedagógico do Curso, cuidando para que os objetivos previstos
sejam de fato alcançados e que o aluno se constitua dentro do perfil de egresso
estabelecido no PPC e no PDI.
Competências do Colegiado de Curso
Compete ao Colegiado de Curso, no âmbito de sua atuação:
126













Superintender todos os serviços e atividades, em sua área específica de
atuação;
Executar as tarefas de ensino e extensão, na sua área de trabalho
acadêmico;
Pronunciar-se sobre assuntos didático-pedagógicos na sua esfera de
competência, tendo em vista o projeto pedagógico, ouvindo o Comitê de
Gestão, se necessário;
Elaborar propostas de alteração da organização didático-pedagógica do
curso;
Aprovar os planos dos cursos regulares de graduação, especialização e
aperfeiçoamento a serem implantados, na sua esfera de competência;
Participar da elaboração de projetos de extensão;
Pronunciar-se em representações de alunos contra professores, sempre
com base em parecer de uma comissão docente previamente designada
pelo diretor acadêmico-pedagógico para tratar questões de ética;
Colaborar com a Coordenação de Curso e com os demais Colegiados de
Curso da Faculdade manifestando-se, quando necessário, quanto à
organização dos planos gerais de ensino e ao exame do processo de
transferência e de dispensa de disciplinas;
Avaliar, periodicamente, os programas de ensino, encaminhando-os à
Coordenação de Curso;
Colaborar com a coordenação de curso na alteração ou adaptação da matriz
curricular submetendo-a ao Comitê de Gestão;
Sugerir ao Diretor Acadêmico-Pedagógico os nomes que devam compor
bancas examinadoras de concursos;
Aprovar a normatização do estágio, na forma prevista do Regimento Geral;
Exercer as demais atividades que lhe forem próprias.
A natureza da gestão do colegiado do Curso é puramente acadêmica, cabendo ao
mesmo, conforme definido no Regimento da Faculdade, a condução do curso, o que
envolve o planejamento, o acompanhamento da execução e a avaliação das
atividades previstas.
São membros do Colegiado do Curso de Agronomia (2015):
 Rodrigo de Almeida Pontes
 Jamilson Wagner de Andrade Carvalho
 Monique Regina Carvalho Freitas
 Saul Ribeiro de Pádua
 Vinicius Teixeira Lemos
 Márnisson Alves Araújo
 Aluno: Davi Paulo Queiroz (6.p Curso, Luz/MG, 37.9805.0769)
3.2.11. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica
Quanto à produção científica do corpo docente 50% possuem 4 ou mais
publicações nos últimos 3 anos.
127
Item
Docentes do curso de agronomia
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
Agostinho Carlos de Oliveira
Carlos Enrrik Pedrosa
Edeleon Marcelo Nunes de Brito
Flávia Ferreira Araújo
Jamilson Wagner de Andrade Carvalho
Luciano Rodrigues Gonçalves
Lucélia Coimbra da Silva
Márnisson Alves Araújo
Monique Regina Carvalho Freitas
Olímpio Pereira de Melo Neto
Renato Ferreira de Souza
Roberta Adalgisa Ge Acaiaba de Azevedo
Rodrigo de Almeida Pontes
Saul Ribeiro de Pádua
Vinicius de Araújo Rabelo
Vinicius Teixeira Lemos
Wagner Cesário Miranda
Wilson Rodrigues Braz
Produção
nos
últimos 3 anos
7
16
3
7
1
0
7
0
0
4
0
8
4
0
0
9
0
10
3.3. Infraestrutura
3.3.1. Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI
Os professores de Tempo Integral contam com espaço de 40m2, com um
computador com acesso à internet e impressora em rede, armários e mesas de
trabalho, para cada professor, espaço individual.
Os gabinetes de trabalhos são excelentes de acordo com a quantidade de
equipamentos disponibilizados, dimensão, limpeza, iluminação, acústica,
climatização, conservação, comodidade e acessibilidade.
3.3.2. Espaços de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
A Coordenação do Curso conta com Gabinete individual de Trabalho, equipado com
computador ligado à internet, numa área comum de 300m2, em que são
distribuídos os Gabinetes de Coordenadores, sala para Secretárias que realizam
atendimento aos acadêmicos e dão apoio aos coordenadores. Estes espaços
atendem às exigências necessárias quanto à limpeza, acústica, ventilação, e
conservação, são climatizadas e com a comodidade necessária à atividade
desenvolvida, além de garantida a acessibilidade.
3.3.3. Sala de professores
Os docentes contam com sala de professores com uma área de 123,07m2,
atendendo às exigências necessárias quanto à limpeza, acústica, ventilação, e
128
conservação, é climatizada e com a comodidade necessária à atividade
desenvolvida, além de garantida a acessibilidade.
3.3.4. Salas de aula
Para a realização das aulas teóricas o curso conta com salas amplas, arejadas, bem
iluminadas, equipadas com acesso à internet (wireless) e com facilidade de acesso
para portadores de necessidades especiais. O curso também utiliza-se de salas
multimídia, com toda a infraestrutura de tecnologia para a exposição e discussão
de pequenas palestras e seminários, aulas expositivas, júris simulados, além dos
laboratórios de informática, necessários para as atividades complementares do
curso.
3.3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
O curso conta com 01 laboratório de informática com 30 máquinas com área de
80m2, acesso a internet com banda larga e software necessário para o
desenvolvimento das disciplinas do curso. A Faculdade Alis de Bom Despacho tem
287 computadores disponíveis para os alunos, 165 tablets e 125 projetores
multimídias.
3.3.6. Biblioteca
3.3.6.1 Bibliografia Básica
Para a bibliografia básica foram adotados 3 títulos por disciplina. A bibliografia é
atualizada periodicamente para atender aos conteúdos propostos, bem como à
modificação da área, com exemplares suficientes para satisfazer a necessidade de
01 exemplar para 19 alunos. Todos os livros encontram-se informatizados na
Biblioteca e tombados no patrimônio da IES. Um dos exemplares da bibliografia
básica é disponibilizado também de forma digital.
3.3.6.1. Bibliografia complementar
Foram adotados 5 títulos por disciplina de forma digital, através da assinatura da
minha biblioteca. Foram consideradas as literaturas mais relevantes e mais
recentes de forma a atender a matriz curricular. A quantidade de exemplares é
suficiente para satisfazer as necessidades dos alunos e os livros encontram-se
informatizados na Biblioteca e tombados no patrimônio da IES.
Além disso, é disponibilizado aos alunos a base virtual da Minha Bibilioteca, um
consórcio formado pelas quatro principais editoras de livros acadêmicos do Brasil
– Grupo A, Grupo Gen–Atlas, Manole e Saraiva – que oferece às instituições de
ensino superior uma plataforma prática e inovadora para acesso a um conteúdo
técnico e científico de qualidade pela internet.
3.3.6.2. Periódicos especializados
A instituição adota a base de dados EBSCO Information Services com serviços
personalizáveis, apoiando as necessidades tecnológicas dos nossos alunos e
criando fortes experiências de usuário para ajudar a biblioteca e nossos alunos a
ter o melhor acesso à informação.
129
3.3.7. Laboratórios didáticos especializados
Laboratórios didáticos especializados
Fazenda Experimental
Laboratório de Solos
Laboratório de Produção Vegetal
Laboratório de Práticas Agrícolas
Laboratório Multidisciplinar
Laboratório de Bioquímica
Laboratório Cozinha Industrial
Laboratório de Física
Laboratório de Desenho Técnico
Clínica de Grandes Animais
Laboratório de Informática
Laboratório de Hidráulica e Irrigação
Quantidade
geral
1
1
1
1
3
1
1
1
1
1
1
1
Fazenda Experimental
A Fazenda Experimental, fundada no ano de 2011, compreende uma área de 11
hectares. Apresenta estrutura física e recursos humanos para dar suporte às aulas
práticas de Produção Animal do curso de Agronomia e das áreas de Fitotecnia,
Zootecnia e Grandes Culturas do curso de Agronomia. Além disso, a Fazenda
Experimental representa um importante campo de estágio e treinamento técnico
de alunos dos cursos integrantes do Núcleo de Ciências Agrárias., é utilizando nos
03 turnos: Manhã, tarde e noite.
FAZENDA EXPERIMENTAL
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
Curral para manejo de animais (40 bovinos)
Brete de contenção
Sala de Ordenha
Sala de depósito de leite
Ordenha Canalizada modelo
Depósito de Adubos
Depósito de Ferramentas e Inseticidas
Composteira
Estufa para produção de mudas de 180 m2
INVENTÁRIO ANIMAL
Vacas Gir
Mula para Tração
QUANTIDADE
1
1
1
1
1
1
1
1
1
QUANTIDADE
10
1
130
FAZENDA EXPERIMENTAL
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
Ovino macho adulto
Cabra
AGRICULTURA E AFINS
Campo Agrostológico
Pastejo Rotacionado (36 piquetes)
Canavial
Plantação de Milho
Plantação de Sorgo
Olericultura
Fruticultura
QUANTIDADE
5
2
ÁREA (ha)
1
1
3
1
1
0,5
1
Laboratório de Solos
Atende a parte prática das disciplinas: Gênese, Morfologia e Classificação do Solo,
Fertilidade do Solo, Topografia e Estradas e Construções Rurais.
Além disso, o laboratório poderá ser utilizado para desenvolver projetos
experimentais e atividades de extensão junto aos produtores rurais da região,
possui uma área de 98,80m2 e é utilizado nos turnos da tarde e noite.
LABORATÓRIO DE SOLOS
ÍTEM
Pacote de saco Transparente 2 KG
Rolo de barbante nº4
aparelho PH metro de Bancada Moj. PHS-3B 110 volts
Becker 500 ml
Erlenmeyer 50 ml
Erlenmeyer 100 ml
Pipetas graduada 01 ml
Pipetas Graduada 05 ml
Pinças aço 10 cm(ponta curva)
Pinças aço 28 cm
Bandejas em polietileno (20x30x60 cm)
Tubos ensaio 25x250mm c/ tampa
Agitador vortek
Litros de hipoclorito de sódio
Litros de álcool etílico comercial
Frasco de nitrato de amônio 25gr.
Frasco de nitrato de potássio 25 gr.
Frasco de hidrogeno fosfato de amônio 250gr.
QUANTIDADE
1
1
1
4
3
3
5
5
3
3
2
100
1
25
25
1
1
1
131
LABORATÓRIO DE SOLOS
ÍTEM
Frasco de sulfato de cálcio 250 gr.
Frasco molibidato de Sódio 100 gr.
Provetas diversas
Placa de petri 150x25
Termostatos
Centrífuga para tubo de ensaio
Tensiômetro para profundidade de 20 cm
Penetrômetro de Impacto Agrícola
Penetrômetro para subsolagem
Condensadores para MO
Vidro relógio
Bico de bunsen
Condensador liebig
Funil de filtração de 60 graus
Suporte para garra de condensador
Funil de separação
Plantimax
Vermiculita
Term. max min
Becker 1000ml
Becker 2000 ml
Erlenmeyer 250 ml
Balança analítica
Proveta de vidro graduada c/ base plástica 50 ml
Proveta de vidro graduada c/ base plástica 1000 ml
Cabos para bisturi nº 04(para lâmina 20 e 24)- ABC
Frasco de sulfato de ferro (OSO) 7H20 P.A 500 gr.
Frasco inositol P.A c/ 25 gr. - VETEC
Frasco de cloridrato de piridomidina P.A 100 gr. - VETEC
Frasco de Cloridrato de tiamina 98 P.A 25 gr. - VETEC
Frasco detergente enzi clean 1000 ml – BIOTEK
Rolos de filme de PVC transparente 28 cm x 15 m- S/M
Caixa papel filtro qualitativo 50 cm c/ 100 unidades
Rolos de algodão hidrófilo 500 Gr – NATHALYA
QUANTIDADE
1
1
1
1
3
1
1
1
2
2
12
10
6
6
6
10
2
2
1
4
4
3
1
1
1
3
1
1
1
1
1
12
1
6
Caixas de máscaras descartáveis com elástico c/ 50 unidades
3
Frasco de carvão ativado em pó 250 gr. - CROMOLINE
frasco de cloreto de potássio P.A 500 gr. – CROMOLINE
1
1
132
LABORATÓRIO DE SOLOS
ÍTEM
QUANTIDADE
Frasco de iodeto de potássio P.A c/ 100 gr. – CROMOLINE
1
Frasco de cloreto de cobalto II (OSO) P.A 100 gr.
1
Frasco de sulfato de magnésio 7H 20 P.A 500 gr. –
1
CROMOLINE
Cloreto de cálcio (2H20) P.A 500gr – VETEC
1
Frasco de ácido bórico P.A/ACS 500gr - CROMOLINE
1
E.D.T.A – sal dissodico P.A 500gr – CROMOLINE
2
Laboratório de Produção Vegetal
Atende a parte prática das disciplinas: Botânica, Fisiologia Vegetal, Genética e
Produção de Sementes, possui uma área de 98,80m2 e é utilizado nos turnos da
tarde e noite.
LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO VEGETAL
ÍTEM
QUANTIDADE
chapa elétrica para fervura
1
condensador Friedrichs
4
Lupa estereoscópica com aumento de 10 vezes
10
pipetas de 100 ml
10
termômetro
3
agitadores magnéticos
1
Potenciômetro (peagâmetro) completo
1
balão volumétrico de 1 litro
5
balão volumétrico de 250 ml
5
balões especiais de fundo chato, de 1 litro de capacidade
5
béquer de 400 ml
5
cadinhos de porcelana
5
Erlenmeyer de 250 ml
5
suporte universal
5
Microscópios
20
balão volumétrico de 100 ml
5
béquer de 250 ml
5
bureta 25 ml
5
Erlenmeyer de 250 ml
10
balança de precisão
1
Agitador para floculação (60 a 100 rpm)
1
balança de precisão (0,001)
1
Balão de kjeldahl de 1 litro
1
banho-maria
1
133
LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO VEGETAL
ÍTEM
QUANTIDADE
Câmara de germinação tipo BDO com controle e
1
alternância de fotoperíodo
Condutivímetro completo
1
espectrofotômetro para leitura em 570 mμ
1
Forno microonda
1
Fotômetro de filtro, equipado de filtro verde, tendo o
1
máximo de transmissão próximo de 525 mμ
fotômetro de filtro, tendo um máximo de transmissão
1
próximo de 510 mμ
Freezer
1
geladeira
1
Homogeniza or de sementes tipo centrífuga
1
Homogenizador de sementes tipo solo
1
mufla elétrica
1
sacola (1.000) pérolas de vidro condensadores de
1
Friedrichs
funil de vidro tamanho médio
10
maceradores
8
picete (garrafa lavadora)
10
pipetas de 100 ml
10
provetas graduadas de 250 ml
10
provetas graduadas de 500 ml
5
Frascos de 250 ml de rolha esmerilhada
5
pipetas volumétrica 50 ml
8
pipetas de 50 ml
8
pipetas graduada de 10 ml.
8
pipetas graduadas de 1ml
8
pipetas graduadas de 2 ml
8
pipetas graduadas de 5 ml
8
proveta 100 ml
8
tubos de Nessler de 100 ml.
15
Cápsulas de platina de 100 ml
5
pinças
5
Armário para vidraria
1
Armário de prateleiras
1
Armário tipo arquivo
1
Caixa para arquivo de lâminas (1.000) (palinoteca e
1
lâminas de botânica)
frascos de polietileno de 2 litros de capacidade
4
134
LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO VEGETAL
ÍTEM
QUANTIDADE
Sal 2,3,5 cloreto de trifenil tetrazólio.
1
bandejas brancas de plástico
20
Laboratório de Práticas Agrícolas
O laboratório de Práticas Agrícolas apresenta uma área total de 75,42 m2, tendo
capacidade de atender a 60 alunos. O uso deste laboratório atende às aulas
práticas de Entomologia, Fitopatologia e Microbiologia do Sol, é utilizado nos
turnos da tarde e noite.
LABORATÓRIO DE PRÁTICAS AGRICOLAS
ÍTEM
QUANTIDADE
Armário de Madeira com gavetas para coleção de insetos
1
Armário de Madeira para materiais diversos
1
Balão Volumétrico de 1000 ml SATELIT
1
Balões Volumétricos de 250 ml SATELIT
4
Balões Volumétricos de 500 ml SATELIT
8
Bancadas de Granito aproximadamente 2,5
10
Bancadas Laterais de Granito aproximadamente 1,5
7
Bancos Brancos
46
Barrilete / Permution 5 Litros
1
Bastões de Vidro
8
Biquens de 600 ml / SATELIT
6
Buretas de 50 ml/ JS
2
Cadeira Estofada
1
Caixas de Coleção de Insetos
8
Caixas de Coleção de Minerais 50 X 90 cm
13
Caixas de Coleção de Pragas Agrícolas 60 X 70 cm
6
Espátulas inox / METALIC
6
Estufa para esterilização e secagem
1
Funis de Vidro
7
Grade com 12 Furos / Metálica
1
Lixeira Média
1
Lupas Estereoscópicas Tecnival
19
Mesa para Aluno
1
Mesa para Professor
1
Peras
8
Pia Inox
1
Pipetas Volumétricas de 1 ml / Ronialzi
11
135
LABORATÓRIO DE PRÁTICAS AGRICOLAS
ÍTEM
QUANTIDADE
Pipetas Volumétricas de 10 ml / Ronialzi
11
Portas Papel Toalha
3
Proveta de 50 ml / J.Prolab
1
Provetas de 10 ml / J.Prolab
5
Provetas de 500 ml / J.Probab
9
Saboneteiras
2
Tanques Inox
4
Tubos de Ensaio T=15 X 100 mm
11
Ventiladores
2
Laboratório Multidisciplinar I
Possui uma área de 107,37 m2, é utilizado nos turnos da tarde e noite., sendo
utilizado pelas disciplinas Química Geral, Biologia Celular e Microbiologia Básica
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I
ÍTEM
QUANTIDADE
Aglutinoscópio / permution
7
Alças de Platina
11
Armários de Madeira
5
Balões volumétricos de 1000 ml / Satelit
2
Bancadas granito aproximadamente 2m
18
Bancadas Laterais Granito aproximadamente 1,5 m
6
Bancos
61
Banho Maria / Quimis
1
Bastões de vidro
32
Bequer de 100 ml / Satelit
1
Bequer de 250 ml / Satelit
2
Bicos de Bunsen
27
Cadeira Estofada
1
Caixas de Lâminas de parasitologia / aproximadamente
3
38 lan
Caixas de Lâminas de patologia / UFMG
2
Caixas de Lâminas de vidro / 25,4 X 76 mm
5
Caixas de Lancetas Picadoras
3
Cálices de sedimentação de plástico
25
Cálices de sedimentação de vidro
25
Contadores manuais de células
14
Erlemeyer de 250 ml / Satelit
4
Espátulas / inox / metalic
1
136
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I
ÍTEM
Estufa de Esterilização / Brasdonto / mod 2
Estufa Microbiológica quimes
Frascos de Aedes sp / com larvas do mosquito / UFMG
Frascos de Penicilina
Frascos de vidro com Ascaus sp adulto
Funis de Vidro
Geladeira / 280 L CCE
Lixeiras pequenas
Mesa para Aluno
Mesa para Professor
Microcentrífuga / Centribio
Microscópios Biovais
Modelos embriológicos
Peneiras descartáveis
Peneiras pequenas
Peras
Picetas
Pinças Inox Profissional
Pipeta automática / digipet 1000 ml
Pipeta automática / digipet 50 ml
Pipeta automática icell - mod p 213 100 ml
Pipeta de 5 ml / Roni Alzi
Pipetas automáticas / digipet 10 ml
Pipetas automáticas / digipet 250 ml
Pipetas automáticas icell - mod p 213 10 ml
Pipetas automáticas icell - mod p 213 200 ml
Pipetas automáticas icell - mod p 213 50 ml
Pipetas de 1 ml / Roni Alzi
Pipetas de 2 ml / Roni Alzi
Pipetas de westergren 200 mm / Roni Alzi
Placas de Petri médias
Placas de Petri pequenas
Placas de plástico para hemaglutinação
Ponteiras Amarelas de 100 ml
Ponteiras Azuis de 500 ml
Porta Algodão
Portas Papel Toalha / Columbus
Proveta de 250 ml / Prolab
QUANTIDADE
1
1
4
29
4
3
1
4
1
1
1
21
100
67
9
19
10
5
1
1
1
1
3
2
2
2
2
11
4
10
36
45
3
200
1000
1
2
1
137
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I
ÍTEM
Relógios com despertadores / Times Series
Saboneteiras
Suportes para coloração de Lâminas
Suportes para pipetas de wester gren
Suportes para tubos de 12 furos
Suportes para tubos de 60 furos
Tanques Inox
Termômetro
Tubos cônicos de 15 ml
Tubos cônicos de plástico
Tubos de ensaio de 10 ml 15 X 125 mm
Tubos de Ensaio de 12 X 75 mm
Tubos de ensaio de 18 ml 15 X 100 mm
Tubos de ensaio de 20 ml
Tubos para coloração
Uriômetro
Ventiladores lorenspid
Vidros de Relógio
QUANTIDADE
2
2
4
4
4
2
4
1
14
16
3
110
28
10
3
1
2
15
Laboratório Multidisciplinar II
Este laboratório tem capacidade de atender a 60 alunos, sendo utilizado pelas
disciplinas Química Geral, Biologia Celular e Microbiologia Básica, possui uma área
de 106,65m2 é utilizado nos turnos da tarde e noite.
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR II
ÍTEM
QUANTIDADE
Armário / 2 portas de vidro
1
Armário / Metálico / Vidro - 1 Porta
1
Armário Metálico / 2 portas
1
Bancada Lateral Granito
1
Bancada Lateral Granito / 2 pias
1
Bancadas / Granito 2,0/0,40 m
15
Bancos Brancos
60
Bequer / Roni Alzi 100 ml
1
Cadeira Estofáda Cinza
1
Caixa Azul com Laminas
1
Caixas de Laminas - Histologia
4
Caixas de Madeira com Laminas de Citologia
15
138
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR II
ÍTEM
QUANTIDADE
Caixas de Madeira com Lâminas de Patologia Básica
4
Caixas de Madeira com Lâminas de Parasitologia
5
Veterinária
DVD Vinice
1
Lixeiras Brancas
6
Mesa para Professor
1
Mesas de Aluno
3
Microscópios Bioval
5
Microscópios CE Mod. L 2000 A
25
Microscópios sem marca
3
Microscópios Time/in
4
Peças Macroscópicas de Parasitologia Veterinária
variados
Piceta com álcool 70%
1
Porta Durex
1
Porta Sabonete
1
Relógio Quartz
1
Suporte de papel toalha / Inovar
1
Suporte para TV
1
TV Philips
1
Ventiladores / Venti delta
2
Laboratório Multidisciplinar III
Este laboratório tem capacidade de atender a 60 alunos, sendo utilizado pelas
disciplinas Química Geral, Biologia Celular e Microbiologia Básica, possui uma área
de 133,65m2 e é utilizado nos turnos da tarde e noite.
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III
ÍTEM
QUANTIDADE
Balanço / bio precisa / 110 v
1
Balão Redondo / 3 l / Pyrex
2
Balão Redondo / Satelit / 500 ml
1
Balão volum / f. chato / Sateli - 250 ml / com tampa
11
Balão volum / f. Chato / Vidro labor – 1000 ml
10
Balão Volum / f. Chato / Vidro labor - 250 ml
10
Balão volum / f. Chato / Vidro labor - 500 ml
3
Balão volum / f. chato / Vidrolabor - 500 ml
5
Balão volum / Roni - Alzi f. chato / 25 ml
10
Balão volum / Roni - Alzi f. chato / 50 ml
10
Balão Volumétrico / F. Chato / Robni Alzi 500 ml
4
139
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III
ÍTEM
QUANTIDADE
Balão Volumétrico / F. Chato / Satelit 500 ml
4
Balão Volumétrico / F. Chato / JVA / 500 ml
1
Balão Volumétrico / F. Chato / Pyrex / 500 ml
1
Balão Volumétrico / F. Chato / Pyrex/ 250 ml
2
Balão Volumétrico / F. Chato / Roni Alzi 250 ml
1
Balão volumétrico / F. Chato / Sateli – 100 ml
11
Balão Volumétrico / Satelit 1 l
2
Balão Volumétrico / Satelit 2 l
1
Bancada Lateral / Granito / com Armário 4 p
1
Bancada Lateral c/ Armários 9 Portas
1
Bancadas Centrais / Granito / com superior - / - m
2
Bancos/ Branco/ Tampo Madeira
48
Barrilete / Permution 10 l
1
Barrilete / Permution 30 l
1
Bastão de Vidro
40
Bequer / Plástico / J. Prolab 1000 ml
1
Bequer / Roni Alzi 100 ml
17
Bequer / Satelit / 1000 ml
5
Bequer / Satelit / 200 ml
7
Bequer / Satelit / 50 ml
3
Bequer / Satelit / 600 ml
5
Bequer / Vidro / Germany 1000 ml
4
Bequer / Vidro / Germany 2000 ml
4
Bequer / Vidro Labor / 100 ml
1
Bico de Bulsen
28
Bureta / Ambar / JS - 25 ml
1
Bureta / Ambar / Roni Alzi 25 ml
5
Bureta / Incolor / Roni Alzi / 25 ml
12
Bureta / Incolor / Roni Alzi / 50 ml
11
Bureta / JS / 25 ml
1
Bureta / JS / Incolor 50 – ml
2
Bureta / Roni Alzi – Incolor
1
Bureta / Satelir / 10 ml
6
Bureta / Vidro Labor - 550 ml inc
4
Cadeira / Estofada Cinza
1
Caixa Papel DE Filtro Qualit (vários tamanhos)
1
Capela / Madeira com Visor em Vidro
1
Condensadores
6
140
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III
ÍTEM
QUANTIDADE
Condutimetro / Lubre
1
Conjunto Atomlig 77 Educação
5
Cuba Coloração / Vidro
1
Cubas de Vidro
2
Deionizador / Permution / 220 v
1
Dessecadores / Vidro / Letra
6
Ducha
1
Erlenmeyer / Ilmabor/ 250 ml
23
Erlenmeyer / Roni Alzi / 250 ml
5
Erlenmeyer / Satelit / 50 ml
1
Erlenmeyer / Satelit / 500 ml
1
Erlenmeyer / Satelit 250 ml
18
Erlenmeyer Pyrex 1000 ml
3
Erlenmeyer Roni Alzi 2000 ml
1
Erlenmeyer Satelit 1000 ml
4
Espátula / Inox / Metalic / Colher / Grande
10
Espátula / Inox / Metalic / Colher / Pequena
7
Espátula / Metalic / Pequena
10
Espátula / Metálic Grande
1
Espátula Metálica - Cabo Madeira
1
Espátulas / Bioplast / Polipropileno – P
61
Espátulas / Polipropileno / Bioplast – G
62
Espátulas / Polipropíleno / Bioplast – M
33
Estilete / grande
1
Estufa / Medicate
1
Filtro - Carvão Ativado / Permution
1
Frasco / Plástico / Algodão
1
Frascos / Vidro Incolor c/ Tampa Borracha
35
Frascos Ambar 250 ml / Conta Gotas
6
Frascos Ambar 500 ml
3
Funil / Vidro / 250ML
40
Funil / Vidro 500 ml
4
Funil / Vidro 8.0
5
Funil de Decantação / JS / 250 ml
2
Funil de Decantação / JS / 500 ml
2
Funil de Decantação / Vidro Labor
3
Garra Prendedores
3
Grão / Porcelana / Chiarotti 305
3
141
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III
ÍTEM
QUANTIDADE
Grão / Porcelana / Chiarotti 70/05
1
Grão / Porcelana / Nayon 180
2
Lâmina p/ microscópio
263
Lamínulas / Resistance
1000
Lancetas p/ Punção Manual / Premium
200
Lixeiras / Plástico / Branca / Redonda
2
Luminária / Lumiflex 110v - Luz UV - 15 W BLB
1
Mesa / Aluno
1
Mesa / Professor
1
Pêra Azul / Nalgon
1
Pêra Verde / J Labor
17
PH mêtro / Analion
1
Pias Inox
3
Piceta 250 ml / Prolabor
10
Piceta 500 ml / Prolabor
3
Pinça / Média
1
Pinça Tesoura / Grande
3
Pipeta Automática Icell 10 ml
5
Pipeta Automática Icell 100 ml
3
Pipeta Automática Icell 1000 ml
2
Pipeta Automática Icell 50 ml
5
Pipeta Automática Icell 500 ml
2
Pipeta Automáttica Digipet 500 ml
1
Pipeta Automáttica Icell 200 ml
1
Pipeta Graduada / Roni Alzi / 5 ml
7
Pipeta Graduada / Glass Técnica 10 ml
1
Pipeta Graduada / Normax / 2 ml
2
Pipeta Graduada / Pirex / 1 ml
1
Pipeta Graduada / Pyrex / 1 ml
2
Pipeta Graduada / Pyrez 1/ 10
1
Pipeta Graduada / Quark - 1 ml
1
Pipeta Graduada / Roni Alzi / 10 ml
11
Pipeta Graduada / Roni Alzi / 10 ml
31
Pipeta Graduada / Ronio Alzi 1/100
1
Pipeta Graduada / Satelit 1/100
3
Pipeta Graduada / Satelit 20 ml
5
Pipeta Graduada / Westergrem 200 mm
6
Pipeta Graduada/ Roni Alzi / 2 ml
5
142
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III
ÍTEM
QUANTIDADE
Pipeta Volumétrica / JS / 10 ml
1
Pipeta Volumétrica / JS / 20 ml
7
Pipeta Volumétrica / JS / 25 ml
1
Pipeta Volumétrica / Normax / 20 ml
4
Pipeta Volumétrica / Normax / 10 ml
10
Pipeta Volumétrica / Pyrex / 1 ml
4
Pipeta Volumétrica / Quark / 5 ml
2
Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 10 ml
10
Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 20 ml
6
Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 25 ml
10
Pipeta Volumétrica / Roni Alzi / 5 ml
11
Pipeta Volumétrica / Roni Alzi 1 ml
10
Pipeta Volumétrica / Satelit / 25 ml
2
Pipeta Volumétrica / Vidro Labor / 1 ml
6
Placa Petri 0 15 cm
1
Placa Petri Pequena
1
Placas / Hemoglutinação
48
Placas P/ Cromatografia
34
Placas Petri
4
Porta Papel Toalha
1
Porta Sabonete / Columbus
1
Proveta / Laborglas / 10 ml - Pé Plástico
12
Proveta / Laborglas / Pé Plast / 500 ml
1
Proveta / Lena / 1000 ML / Vidro
2
Proveta / Pirex / 25 ml
1
Proveta / Plástico / J Prolab / 100 ml
4
Proveta / Plástico / J Prolab 250 ml
2
Proveta / Plástico / J Prolab 50 ml
6
Proveta / Roni - Alix / pé Palst / 50 ml
5
Proveta / Roni Alzi / Pé Plast. 10 ml
1
Proveta / Roni Alzi / Pé Plast. 100 ml
1
Proveta / Roni Alzi / Pé Plast. 500 ml
1
Proveta Plástico / Biomatic 100 ml
3
Provetas / Laborglas / Pé Plástico - 100 ml
20
Provetas / Laborglas / Pé Plástico - 50 ml
4
Sifão - (extrator)
4
Suporte c/ Tela de Amianto
9
Suporte p / Tubos/ Metálico / 60 furos
7
143
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III
ÍTEM
QUANTIDADE
Suporte p/ Tubos / Metálico / 12 Furos Médio
4
Suporte p/ Tubos / Metálico / 60 Furos Grande
4
Suporte p/ Tubos Metálico / 12 Furos Pequenos
5
Suportes / J Prolab / com Garra
6
Suportes / Metalic / com Garra
6
Suporte p/ Tubos / Plástico / Azul / J Prolab
3
Tabela Periódica / Coleção Didática 1, 20 / 1,0
1
Tanque Inox
1
Termômetro 110º c / Incoterm
1
Tesoura / Ponta Fina
1
Tubo de Decantar / graduado / 15 ml / Roni Alzi
5
Tubo de Ensaio - peq – fino 15x100 mm
172
Tubo de Ensaio / hemo - grande - c/ tampa / Normax
44
Tubo de Ensaio / hemo - peq.
176
Tubo de Ensaio / médio / listra/ plástico
7
Tubo de Ensaio / médio/ Com rosca
10
Tubo p/ tubo de ensaio
286
Ventilador / Loren sid.
1
Ventilador / Vent Delta
1
Vidros de Relógio / Vários Tamanhos
11
Laboratório de Bioquímica
Este laboratório tem capacidade de atender a 60 alunos, sendo utilizado pela
disciplina Bioquímica e conta com os seguintes equipamentos, materiais
permanentes e de consumo, tem uma área de 133,65m2 e funciona nos turnos da
tarde e noite.
LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA
ÍTEM
QUANTIDADE
Armário de Aço
1
Balão de Fundo Chato 250 ml / SATELIT
1
Balão Volumétrico de 25 ml / Roni Alze
1
Balão Volumétrico de 50 ml / SATELIT
1
Balões de Vidro
6
Balões Volumétrico de 300 ml / Pyrex
3
Balões Volumétricos de 1000 ml / SATELIT
3
Balões Volumétricos de 200 ml / SATELIT
3
Balões Volumétricos de 500 ml / SATELIT
5
Bancada de Granito / Central = 5 metros
1
144
LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA
ÍTEM
Bancadas Laterais de Granito = 1,5 metro
Bancos
Barrilete / Permution
Becker de 250 ml / SATELIT
Becker de 50 ml / SATELIT
Becker de 500 ml/ SATELIT
Bicos de Busen
Buretas de 50 ml / Ronialze
Caixas p / lâminas / plástico
Capela c/ Ultra-violeta
Condensadores de Vidro / JS
Deionizador / Permution
Destilador / Oruimis
Erlerneyer de 1000 ml / Pyrex
Erlerneyer de 250 ml / Roni Alzi
Erlerneyer de 500 ml / SATELIT
Espátulas / Inox / METALIC
Estufa p/ esterilização / Oruimis
Frasco de Vidros de 250 ml c/ BOECO
Funis de Vidro / T. grande
Funis de Vidro / T. pequeno
Grades p/ tubos c/ 12 furos / metálica
Grades p/ tubos c/ 60 furos / metálica
Microondas / Panasonic
Pêras
Pios / Inox
Pipeta Graduada de 1 ml / Oruark
Pipeta Graduada de 5 ml / Roni Alze
Pipeta Graduada Uestergren 200 mm / Roni Alze
Pipeta Graduadas de 10 ml / Roni Alze
Pipeta Volumétrica de 10 ml / SATELIT
Pipeta Volumétrica de 20 ml / Roni Alze
Pipetas Graduada de 20 ml / SATELIT
Placas de Amianto
Placas de Petri T. médio
Placas de Petri T. pequena
Porta Papel Toalha
Proveta de 1000 ml / LENA
QUANTIDADE
7
19
1
16
3
2
8
6
4
1
2
1
1
2
1
5
19
1
4
8
2
10
3
1
18
2
8
26
6
16
3
5
11
4
77
16
1
2
145
LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA
ÍTEM
Provetas de 100 ml / Plástico / Biomatic
Provetas de 100 ml / Ronilzi / Vidro
Provetas de 50 ml / Vidro / Roni Alze
Suporte p/ Bureta
Suporte p/ Placa de Amianto
Tanque / Inox
Tesouras / Inox
Tubos de Ensaio 12x75 mm / Vidro
Tubos de Ensaio 16x100 mm / Vidro
Tubos de Ensaio 18x100 mm / Vidro
Tubos de Ensaio 20x120 mm / Vidro
Ventilador Ventisol
Vidro de Penicilina
Vidros de Relógio
QUANTIDADE
4
7
2
1
23
1
2
263
213
220
32
2
23
6
Cozinha Experimental:
A cozinha industrial apresenta uma área total construída de 142 m2, atendendo às
aulas práticas das disciplinas da área de Tecnologia de Alimentos, possui uma área
de 142m2 e funciona nos turnos: manhã, tarde e noite.
COZINHA EXPERIMENTAL
ÍTEM
QUANTIDADE
Quadro branco 3m
1
Fogões com bancadas, pia e armários
6
Bebedouro.
1
Forno semi industrial
1
Geladeira frost free
1
Cadeiras próprias
30
Extintor de combate a incêndios
1
Defumador
1
Moedor de carne e café
1
Armário guarda volume para uso dos alunos
1
Conjunto integral de bancada e armário para guardar
1
utensílios gerais
Diversos utensílios usados para as aulas práticas.
---Laboratório de Física
146
Compartilhado por alunos de variados cursos da área das Engenharias. Nele são
realizadas aulas práticas das seguintes disciplinas: Física Básica, Física Básica, tem
uma área de 106, 65, funciona nos turnos da tarde e noite.
LABORATÓRIO DE FÍSICA
ÍTEM
QUANTIDADE
Fita métrica graduada em m, dm, cm, mm (enumerada em
1
dm)
Cuba com 1 dm cúbico, cubo quadriculado e transferidor
2
Dinamômetro tubular de 0 a 5N, precisão de décimos
5
Massas de 100g com ganchos
1
Carrinho com marcador de tempo e massas
1
Pista para carrinho com trava e alça c/ mola
1
Suporte de (40 x 3,8 x 1,5)cm, com furos e grampo fixador
1
Lançador de projétil e liberador simultâneo do alvo
Régua com 4 escalas, 3 pinos de fixação e 2 ganchos
Roldanas:
4
de
30mm
(3
c/alça),1de
60mm,2eixos1/8"e1tub.3/16"
Discos de PVC com 6cm de diâmetro
Calha de PVC com 4 esferas (1 de aço) e vareta 1/8" de
40cm
Bloco de MDF com gancho e furos
Mola espiral
Tubo de 1/8", vareta em L de15cm e hélice de alumínio
Bequer de polietileno, 100ml com alça
Bequer de polietileno, 1000ml
Proveta de polietileno, 100ml
Mangueiras de PVC 1/8"(50cm),3/16"(1m) e de látex
1/4"(50cm)
1
1
Gerador de ondas estacionárias e fita preta para contraste
1
Diapasão de garfo 440 Hz (la)
Rolo de cordão trançado e ganchos
Barra de Al c/ gancho, 100g
Fogareiro com trempe de segurança
Bidilatômetro (linear)
Dilatoscópio (superficial - placa c/ furo e calota)
Erlenmeyer, 250ml com rolha furada
Termômetro (-10 a 110oC), líq. vermelho, escala externa
Termômetro de cristal líquido
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
147
LABORATÓRIO DE FÍSICA
ÍTEM
Pinça de mad.,2 tubos de ensaio seringa vidro 10ml e ser.
de plást. 20ml
Tubo de 1/4" com 40cm
Fonte de luz, 12V/20W, e placa c/ fendas paralelas
Espelhos planos c/ articulação
Lâmina especular (côncavo/convexa)
Elementos óticos em acrílico: bicôncavo/biconvexo/semicírculo/prisma
Lente de vidro c/ aro de proteção,46mm diâm. (f
=10cm,+40cm,-10cm)
Filtro de cor e de polarização, tela p/ interferência
Disco com furos para estroboscópio
Eletróforo, lâmpada de neon e eletroscópio
Fonte de tensão (0 a 20)V DC e (12 e 24)V AC/30W 110/220V
Placa de circuito com 3 lâmpadas e fios conectores
Placa de circuito com resistores, diodo e capacitor
Multímetro digital
Cabo elétrico com garras (4 de 25cm)
Motor elétrico 12V
Imã em barra (7,5x1,5x1,5)cm, campo transversal e frasco
c/ limalha de Fe
Núcleo de ferro U e I
Bobina (300+300) espiras
Agulhas magnétricas para bússola e para galvanômetro
Bússola com agulha de 2cm
Fio de cobre envernizado e de níquel-cromo
Sulfato de cobre, carbonato de cálcio e eletrodos de : aço
inox, Al e Cu
Armário, porta cadeado e parafusos
Ensino Interativo de Física em CD
QUANTIDADE
1
1
1
1
1
1
3
1
1
1
1
1
1
1
4
1
1
2
2
1
1
1
1
1
1
Laboratório de Desenho Técnico
Atende a disciplina de Desenho Técnico. Aplicado, possui uma área de 134,65m2,
funciona nos turnos da tarde e noite.
148
DESENHO TÉCNICO
ÍTEM
Quadro de aviso
Quadro branco
Lixeira
Mesas com pranchetas de desenho
Mesa para professor
Aparelho de Data Show
Mesa para Retroprojetor
Cadeira
Ventiladores de teto
Lämpadas
QUANTIDADE
1
1
3
65
1
1
1
1
4
16
Clínica de Grandes Animais
A Clínica de Grandes Animais possui uma área total construída de 515,44m2 e uma
área anexa à Fazenda Experimental que é utilizada para a manutenção dos animais
e para aulas práticas da disciplina de Zootecnia I, Forragicultura/Agrostologia.
Além disso, a clínica presta serviços à comunidade regional, oferecendo
atendimento clínico e cirúrgico de ruminantes e equinos, avaliação andrológica e
ginecológica de bovinos, exames laboratoriais e de diagnóstico por imagem em
grandes animais, possui uma área de 460,44m2 e funciona nos turnos: manhã,
tarde e noite.
CLÍNICA DE GRANDES ANIMAIS
INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA PARA MANEJO
DOS ANIMAIS
Baias para Bovinos
Baias para Equinos
Banheiro Feminino ( com 01 Vaso, 01 Pia, 01 Saboneteira,
01 Chuveiro e 01 Papeleira)
Banheiro Masculino ( com 01 Vaso, 01 Pia, 01
Saboneteira, 01 Chuveiro e 01 Papeleira)
Curral de madeira e cordoalha - capacidade 40 animais
Depósito de Ração
Depósito de Serragem e Feno
Deposito de Equipamentos de Aula
Escritório
Farmácia
Espaço para aula com arquibancada
Laboratório de Práticas Veterinárias
Tronco com Brete
Tronco fixo para eqüinos
QUANTIDADE
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
149
CLÍNICA DE GRANDES ANIMAIS
INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA PARA MANEJO
DOS ANIMAIS
MOBILIÁRIO E ACESSÓRIOS
Cadeiras
Carrinho para transporte de material
Carteiras
Mesa de Inox com roda
Mesa de Escritório
Mesa de Professor
Quadro branco para aula
Quadro de Aviso
MATERIAIS PERMANENTES
Abridor de boca de bovinos
Abridor de boca de equinos
Abridor vaginal grande
Afastador grande
Afastador pequeno
Afiador de faca
Agulha em S
Almotolia de 500 ml
Arreio
Baldes de 10 litros
Bandeja cirúrgica (tabuleiro)
Bandeja cuba
Bandeja oliva
Bebedouro
Bolsa de água quente
Bomba Costal Laranjada
Bomba de sonda nasogástrica
Bombinha de pulverização manual
Cabo bisturi
Caixa de material inox
Cambão
Caneca de fundo preto
Corrente obstétrica (Cabo)
Ebulidor
Estetoscópio
Fetótomo
Facão
QUANTIDADE
QUANTIDADE
3
1
16
2
1
1
2
2
QUANTIDADE
1
1
1
1
2
1
4
13
1
3
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
3
1
1
150
CLÍNICA DE GRANDES ANIMAIS
INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA PARA MANEJO
DOS ANIMAIS
Formigão (nariz)
Gelo reciclável pequeno
Mamadeira grande
Mangueira
Martelo e plexímentro
Microscópio
Muleta Obstétrica
Pinça Allis
Pinça Anatômica grande
Pinça de campo
Pinça dente de rato
Pinça Forester
Pinça Hemostática crile curva
Pinça Hemostática crile reta curva
Pinça Hemostática crile reta
Pinça Hemostática kelly reta
Placa de CMT
Porta agulha Mayo-Hegar
Rineta
Serra
Sonda nasogástrica grande
Termômetro
Tesoura fina
Tesoura Lister
Tesoura romba curva
Vagina artificial de Bovinos
Vaginoscópio
Vara de choque
Vasilhas em tamanhos variados
QUANTIDADE
1
1
1
50m
1
1
1
2
2
6
1
1
3
1
1
3
3
1
2
2
2
3
1
1
2
1
1
2
-
151
Laboratório de Informática
Laboratório de Informática II
(204)
Laboratório de Informática II
Área (m2)
m2 por estação
m2 por
aluno
90
3,46
1,73
Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados)
Software
Fabricante
Versão
Licenças
Windows 7
Microsoft
Profissional
Msdnaa
Microsoft Office
Microsoft
2010
Msdnaa
AutoCAD
Autodesk
2007
Google Sketch UP 8
Google
8.0
Free
Mozilla Firefox
Mozilla
10.0
Free
Microsoft
9.0
Free
Adobe Reader
Adobe
10.0
Free
Winrar
RARlab
4.0
Free
ALTERDATA
PHD
4.13
Share
Empresario
INTELECTA
MathLABS
MathWorks
2009
Kaspersky Antivirus
Kaspersky
6.0
Internet Explorer
Share
Share
Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros)
Descrição Detalhada
QTD
Computador - Pentium(R) Dual-Core CPU E5700 @ 3.00GHz, 2GB
RAM, HD 500GB
2
Computador - Intel(R) Pentium(R) Dual CPU E2200 @ 2.20GHz, 1GB
RAM, HD 160GB
27
Computador - Intel(R) Core(TM)2 Duo CPU E7500 @ 2.93GHz, 2GB
RAM HD 160GB
1
Ar condicionado Consul 20.000 BTU's
2
152
Laboratório de Hidráulica e Irrigação
Laboratório de Hidráulica e Irrigação, possui uma área de 75,62m2, é utilizado nos
turnos: manhã, tarde e noite, sendo na disciplina Hidráulica, Irrigação e Drenagem.
LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO
INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA
Mobiliário
Armário
Escrivaninha com cadeira
Bancadas 3,00 x 4,00m
Tambores des.
Prateleira
Equipamentos
sistema hidráulico residencial e predial completo: caixa d'agua,
lavatório, pilha, vaso sanitário, registros, válvulas, torneiras, chuveiro,
conexões, reduções, etc. e sistema de esgoto.
Tripé de metal
Painel ou sistema de aquecimento solar em pet e tubos de 1/2''
plástico
Bomba d'agua wec. 3520 RPM de saída 1''1/2''
Reservatório de àgua de 5 litros
Maquete de sistema hidráulico em tubos de PVC 1/2''. Conexões e
seringas plásticas
Maquete de sistema hidráulico em madeira com seringas e mangueiras
de 1/4''
Maquete de sistema hidráulico e seringas e tubos de 1/2'' PVC e
madeira
Aspessões de irrigação (bicos)
Válvula de 1''
Nilpe de 1'' PVC
Joelho 3/4'' 90º
Luva de 40mm PVC
Joelho de 45º 1/2'' PVC
T 3/4'' redução para 1/2''
T 40mm com redução para 1''1/2'' PVC
Nilpe 50 redução para 1''1/2'' PVC
Luva de 50mm Tigre
T de 50mm PVC Tigre
Saída para aspersor 3' x 1''1/2'' ER
Saída para aspersor 3' x 1''1/2'' ER
153
LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO
INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA
Saída para aspersor 3' x 1''1/2''
Ponto macho ER em 3''
Maquete de 3 seringas com suporte de madeira
Amostras de tubos PVC Adutora de 200mm 150m/m, tubos 150 m/m e
100m/m
Curvas joelhos de 50mm para esgoto PVC
T 3/4'' com nilpe PVC
Joelho de 75 m/m 90º esgoto PVC
Caixa de esgoto 150 x 185 x 75 PVC Tigre
Joelhos de 100m/m 45º PVC esgoto
Conexão Y 100mm para esgoto PVC 90º
Conexão Y 100mm para esgoto PVC 45º
Joelhos de 100m/m 90º PVC esgoto
Caixa sanfonada 100 x 100 x 50 PVC
Bujão 50mm PVC irrigação
Registro PVC 1''
Ponto femea ER em 3''
Curva 50mm x 90º
Luva de 50mm
Adaptador 32 x 1''
Luva de 75mm
Ponto femea em 3''
adaptador 50 x 2''
Ponto femea ER em 2''
Ponto femea em 2''
Bujão de 75mm
Bujão de 32mm
Adaptador de 3/4"
Ponto macho em 2''
Saída aspesor em 2x 11/2'' ER
Curva 50mm x 48º
Luva de redução 50 x 25m/m
Sifão sanfonado para pia 1''1/2''
Joelho 3/4'' 90º
Joelho 3/4'' 45º
Joelho 32mm 45º
Joelho 3/4'' 90º
Curva 75 m/m 90º
154
LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO
INSTALAÇÕES E ESTRUTURA FÍSICA
Curva 100 m/m 90º
Curva 75 m/m 45º
Joelho 50 m/m 90º
Registro de 1'' irrigação
Adaptador 50 x 1''1/2''
Garra Hidráulica (maquete em madeira e seringas 4)
Freio Hidráulico (maquete)
Garra Hidráulica (maquete em tubo PVC 1/2'')
Armário
Suporte para tubo de ensaio: 1 c/2 termometros 110ºC (vidro)
Mamometro de pressão 150 psi ou 10 cm²
Tensiomentro solotest 20 cm
Paquimetro digital 150mm digimess
Funil de aluminio
Metros mangueira 1/4'' (plástica)
3.3.7.1. Laboratórios didáticos especializados – qualidade
Em todos os laboratórios possui regulamento de funcionamento, utilização e
segurança, afixado no quadro de aviso. Possui relação dos softwares instalados nas
máquinas. Possui porta com dimensionamento adequado para cadeirantes. É
realizada manutenção preventiva semestral nos equipamentos. Conta com
mobiliário dentro das normas de acessibilidade e sinalização adequada para
cadeirantes.
Especificamente, a qualidade envolve outros aspectos:
Fazenda Experimental: instalada na Faculdade, possui área de 11 hectares e
destina-se ao aprendizado, demonstração e estudos agronômicos. Está em
implantação área de pastejo rotacionado de 01 ha, possui área de plantio específica
para grandes culturas de 2 ha, e esta em implantação as áreas de olericultura e
fruticultura, curral e sala de ordenha projetada para 15 animais em lactação. O
curso de Agronomia participa do projeto Balde Cheio em parceria com a FAEMG e a
EMBRAPA São Carlos e está implantando uma unidade tecnológica na fazenda
experimental.
Clínica de Grandes Animais: oferece grande versatilidade no âmbito prático
experimental, como: três baias de manutenção para grandes animais; três baias
para pequenos animais; um curral para manejos gerais; um brete de contenção
para bovinos e um tronco. O complexo disponibiliza um laboratório com
microscópio e pia, escritório administrativo, armazém para Ração e Feno e espaço
aberto coberto, com arquibancadas, para realização de aulas práticas
155
demonstrativas. O Curso de Agronomia participa da parceria com o Projeto Gado
Gir.
Laboratório de Solos: Possui estrutura de bancadas e equipamentos para análise
de solos, trados, martelo pedológico, vidraria para análise e determinação de
nutrientes por sistema titulométrico, ensaios de gênese e formação de solos e
matérias de construção.
Laboratório de Produção Vegetal: Possui estrutura de bancadas e montagem de
experimentos envolvendo aplicação de hormônios de crescimento vegetal, estufa
para acompanhamento de experimentos de propagação vegetativa e de utilização
de diversas dosagens de fertilizantes, coleção de sementes, misturador de
sementes e material para análise de germinação de sementes, possibilita através
de microscopia e lâminas a identificação de tecidos de plantas, folhas, caules e
raízes.
Laboratório de Práticas Agrícolas: possibilita a utilização de microscopia e lupas
para análise microbiológica, entomologia e de fitopatologia. Possui acervo
entomológico e material de aplicação de defensivos agrícolas para manuseio e
regulagem. Equipamentos de proteção individual-EPI. Peneiras, liquidificador e
equipamento filtrante para análise de nematóide de solo.
Laboratório Multidisciplinar I, II e III (Biologia, Microbiologia, Química): possibilita
a identificação de células e componentes celulares em lâminas microscópicas,
equipado com meios de cultura, microscópios, placas de petri, estufa para
crescimento, geladeira, bico de gás, vidrarias para titulação, preparação e
padronização de soluções, identificação de compostos, processos analíticos,
filtração, capela, balança analítica, sistema de purificação de água.
Laboratório de Bioquímica: identificação de compostos e açúcares, reagentes para
identificação de açúcares, determinação de pH de soluções, modelos moleculares
para identificação de compostos, hibridação de carbono e tipos de ligações,
construções de cadeias.
Laboratório Cozinha Industrial: possui estrutura física com bancadas, forno semiindustrial, fogão, geladeira, defumador, moedor de carne e café onde são realizadas
práticas de produção de derivados do leite, processamento de carnes e frutas.
Laboratório de Física: estrutura de equipamentos para realização de práticas
envolvendo mecânica, ótica, ondas, cinemática e elétrica, através de kits didáticos.
Laboratório de Desenho Técnico: o laboratório possui 65 pranchetas a dois com
régua paralela e um equipamento de multimídia fixo para desenvolvimento de
aulas de perspectiva, planta baixa, cortes, vistas e fachadas.
Laboratório de Informática: possui 30 computadores usados em dupla para aulas
de AutoCAD na disciplina de desenho técnico, software de irrigação na disciplina
de irrigação e outros softwares específicos nas áreas de nutrição, solos, produção
agrícola e pecuária, dentre outros.
156
Laboratório de Hidráulica e Irrigação: possui peças de sistemas de irrigação e
sistemas de hidráulica para experimentos e demonstrações.
3.3.7.2. Laboratórios didáticos especializados – serviços
Os laboratórios atendem a seguinte demanda:
Fazenda Experimental: são desenvolvidas atividades práticas das disciplinas de
Botânica, Fitopatologia I e II, Solos, Zootecnia I, Grandes Culturas I e II, Mecânica e
Mecanização Agrícola, Irrigação e Drenagem, Genética, Fruticultura, Silvicultura,
Ecologia e Meio Ambiente, Paisagismo, Topografia e Estradas, Olericultura,
Climatologia e Meteorologia.
Laboratório de Solos: atende as atividades práticas das disciplinas de Solos I, II e
III, Topografia e Estradas e Construções Rurais.
Laboratório de Produção Vegetal: são executadas aulas práticas das disciplinas de
Botânica I, Botânica II, Fisiologia Vegetal, Genética aplicada à Agronomia e
Produção de Sementes.
Laboratório de Práticas Agrícolas: são executadas aulas práticas das disciplinas de
Entomologia I, Entomologia II, Fitopatologia I, Fitopatologia II e Microbiologia II.
Laboratório Multidisciplinar I, II e III: atende aulas práticas de microbiologia,
biologia, e química.
Laboratório de Bioquímica: atende as aulas práticas de bioquímica.
Laboratório Cozinha Industrial: atende as aulas práticas de Tecnologia de
Alimentos.
Laboratório de Física: atende as aulas práticas de Física.
Laboratório de Desenho Técnico: atende as aulas práticas de Desenho Técnico.
Laboratório de Hidráulica e Irrigação: atende as disciplinas de Hidráulica, Irrigação
e Drenagem e Construções Rurais.
3.4. Requisitos Legais do Curso
3.4.1. Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN’s
O currículo constante deste Projeto Pedagógico foi integralmente definido
tomando por base as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Agronomia, RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 em todos os seus
aspectos.
O curso de Agronomia em sua organização curricular apresenta um conjunto de
atividades de Ensino-Aprendizagem que em seu contexto, ao trabalhar os
conteúdos conceituais e procedimentais do curso, o fazem evidenciar a
formação de um profissional de Agronomia focando as habilidades e competências
definidas no perfil do egresso. A postura ética e o respeito ao meio ambiente
(conteúdos atitudinais) devem conduzir todo o processo de ensinoaprendizagem buscando uma formação teórica e prática consubstanciada numa
visão crítica dos fenômenos ambientais e das razões da sustentabilidade. Isto se
observa na postura dos docentes ao evidenciar os aspectos políticos, econômicos,
157
sociais, ambientais, culturais com visão ética e humanística em atendimento às
demandas da sociedade.
A apresentação de trabalhos, individuais ou coletivos, os seminários, as atividades
de campo, as vistas técnicas, dentre outras atividades, colaboram para o debate, a
análise, a reflexão, enfim, a construção do profissional crítico e reflexivo.
O Estágio Supervisionado, além de permitir a verificação dos conteúdos
conceituais trabalhados, permite também a aprendizagem dos conhecimentos
práticos e a maneira como o futuro profissional se comporta na solução de
problemas no setor agropecuário.
No Trabalho de Conclusão de curso se observa a capacidade de pesquisa, de
fundamentação científica, de visão crítica e social capaz de propor soluções,
sempre dentro do princípio básico da sustentabilidade e do desenvolvimento
econômico para preservação do meio ambiente.
A distribuição das disciplinas está estruturada a partir de uma visão integrada que
leva em consideração a interdisciplinaridade. Assim é possível estimular a
absorção do conhecimento aplicado e a dinamicidade das técnicas gerenciais e
tecnológicas de modo a desenvolver no aluno a cultura investigativa, metodológica
e a postura proativa que lhe permita avançar rumo ao desconhecido.
Os conteúdos curriculares são desenvolvidos com CHT de 3.600h, sendo 240h
atividades complementares e 400h de estágio supervisionado. De acordo com Res.
CNE/CES nº 1, 2/2/2006, agrupam-se nos Núcleos Conteúdos Básicos, Essenciais e
Específicos.
As unidades de estudo e sua distribuição na matriz se pautam pela relevância,
atualização e coerência, favorecendo a correlação e sequência dos conteúdos para
que estes se complementem sem lacunas e sobreposições, possibilitando a
construção gradual e sólida da formação dos alunos.
As AC são atividades enriquecedoras vinculadas aos objetivos do curso e ao seu
perfil, possibilitando aprofundamento técnico e cultural e de natureza
interdisciplinar.
O estágio supervisionado é desenvolvido nos 7º, 8º, 9º e 10º períodos, colocando o
aluno em contato com profissionais da área. É viabilizado por meio de convênios
firmados.
O TCC é trabalhado no 9º e 10º períodos e articula conhecimentos apropriados ao
longo do curso, culminando com a defesa.
As atividades de ensino-aprendizagem que compõem o currículo não existem de
forma isolada, mas num processo de interação teórico-prático.
Em relação ao tempo de integralização, considerando a Resolução CNE/CES No 2
(18/06/07) que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos curso, o curso de Agronomia da Faculdade atende na
158
íntegra a resolução, pois o curso possui 3.600 horas de carga horária total para um
limite mínimo de integralização de 5 anos. A organização curricular proposta esta
disposta nos três núcleos de Formação e orienta a construção do conhecimento
garantindo as habilidades e competências definidas no perfil do egresso.
A proposta curricular do curso de Agronomia da Faculdade, acordo com a
Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, compreende três Núcleos de
Conteúdos, quais sejam: a – Núcleo de Conteúdos Básicos; b – Núcleo de Conteúdos
Profissionais Essenciais e c – Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos. O
Núcleo de Conteúdos Básicos compor-se-á das matérias que fornecem o
embasamento teórico necessário para a formação geral do futuro profissional.
O Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais compor-se-á das matérias
destinadas à caracterização da identidade do profissional, integrando as sub-áreas
de conhecimento que identificam atribuições, deveres e responsabilidades. O
Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos deverá contribuir para o
aperfeiçoamento da habilitação profissional dos graduandos. Sua inserção no
currículo tem o objetivo de atender peculiaridades locais e regionais e, quando
couber, caracterizar o projeto institucional com identidade própria. As disciplinas
do curso de Agronomia foram dispostas e periodizadas em uma estrutura
curricular, em que o conhecimento pode ser sistematizado e organizado de forma
ágil, flexível reduzindo os limites entre o mundo do ensino e do trabalho,
permitindo também sua construção gradativa.
Esta estrutura contempla conteúdos obrigatórios e eletivos, o que possibilita a
participação do aluno na definição dos seus estudos, respeitando desta forma o
princípio da flexibilidade. A carga horária semestral foi dimensionada de forma a
permitir que o aluno tenha tempo disponível para desenvolver as habilidades
necessárias, consolidando as competências exigidas pela profissão, bem como
aquelas, exigidas no exercício do papel de cidadão. As disciplinas foram também
organizadas de modo a permitir a utilização de metodologias e práticas de ensino
integradoras, de modo que o futuro profissional compreenda e apreenda desde o
início do curso as relações entre as diversas áreas de conhecimentos e a sua
aplicação na complexidade da prática profissional.
Na execução do currículo, buscar-se-á desenvolver formas de interdisciplinaridade
e associação de conteúdos em ordem crescente de complexidade, por meio do
planejamento e execução de projetos integrados.
I.
Núcleo de Conteúdos Básicos: Atividades Complementares; Biologia
Celular; Bioquímica Básica; Botânica I; Botânica II; Cálculo; Cálculo
Aplicado a Agronomia; Desenho Técnico Aplicado; Ecologia e Meio
Ambiente; Entomologia I; Estatística; Física Básica; Leitura e Interpretação
de Textos; Metodologia Científica; Fundamentos Acadêmicos,
Microbiologia; Química Geral; Química Orgânica; Estudos Filosóficos e
Sociológicos; Estudos Antropológicos e Políticos; Empreendedorismo.
II.
Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais: Atividades
Complementares; Gestão do Agronegócio e Projetos Agropecuários;
Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; Fertilidade do Solo
159
III.
e Nutrição de Plantas; Manejo e Conservação do Solo e da Água;
Construções Rurais; Economia Agrícola; Entomologia II; Fisiologia Vegetal;
Fitopatologia I; Fitopatologia II; Fruticultura; Nutrição Animal; Práticas
Agronômicas em Ciências dos Solos; Genética Aplicada à Agronomia;
Gestão Ambiental na Agricultura; Hidráulica, Irrigação e Drenagem;
Introdução à Agronomia; Mecânica e Mecanização Agrícola; Melhoramento
de Plantas; Climatologia e Agrometereologia; Microbiologia do Solo;
Olericultura; Tecnologia e Produção de Sementes; Tecnologia de
Alimentos; Topografia e Georreferenciamento; Zootecnia I; Grandes
Culturas I; Práticas em Engenharia Agrícola; Zootecnia II; Grandes
Culturas II; Práticas Agronômicas em Sanidade Vegetal; Forragicultura e
Pastagem; Práticas Agronômicas em Produção Vegetal I, Práticas
Agronômicas em Produção Vegetal II; Silvicultura e Sistemas
Agroflorestais.
Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos: Atividades
Complementares; Estágio Supervisionado I; Estágio Supervisionado II;
Estágio Supervisionado III; Estágio Supervisionado IV; Tópicos Especiais
em Agronomia; Projeto de Trabalho e Conclusão de Curso; Trabalho de
Conclusão de Curso; Práticas Integradoras em Agronomia.
O Núcleo de Conteúdos Básicos trabalha com o aluno a absorção de conhecimento
científico das áreas básicas da Agronomia, que é seguido das disciplinas do Núcleo
de Conteúdo Profissional Essencial que repassa informações que vão agregar ao
profissional habilidades para atuar na área da Agronomia e em seguida o Núcleo
de Conteúdo Profissional Específico que trabalha com a comportamento atitudinal
do profissional.
Assim, o curso atende à RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 em todos
os seus aspectos.
a) A carga horária do curso é de 3.600h;
b) LIBRAS está posicionada como disciplina optativa, como se pode ver na
matriz curricular, no rol de disciplinas de Tópicos Especiais em
Agronomia;
c) O tempo mínimo de integralização é de 5 anos ou 10 períodos;
d) Os objetivos e o perfil do egresso com suas habilidades e competências
atendem ao disposto nas DCNs;
e) Os três núcleos de conteúdos são atendidos nos termos da resolução;
f) O curso é estruturado pelo regime seriado semestral;
g) O Estágio Supervisionado é executado em 400 h, estando totalmente
regulamentado e estruturado, previsto do 7º ao 10º período;
h) As metodologias de Ensino e de Avaliação são adequadas às propostas
do curso, trabalhando estratégias variadas de ensino e de avaliação. Os
Planos de Ensino, disponibilizados aos alunos, contêm a Ementa, os
Objetivos (habilidades e competências), os Conteúdos Programáticos, a
forma de avaliação e a bibliografia básica e complementar.
i) O TCC é componente obrigatório sendo feito sob orientação docente.
160
3.4.2. Diretrizes nacionais para a educação dos direitos humanos
Educação em Direitos Humanos em atendimento à Resolução CNE/CP nº 1/2012.
Os cursos da Faculdade Alis de Bom Despacho, vem executando ações em
cumprimento a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui
Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, com instrumentos e
processos que aplica para seu cumprimento a partir de uma perspectiva
interdisciplinar e transversal:
A temática é de forma relevante utilizada na elaboração do projeto do curso bem
como respeitada na política de ensino, iniciação científica/extensão e de gestão,
bem como nos processos de avaliação.
Programa de Responsabilidade Social através de ações coordenadas promove
debates que colocam em destaque os problemas e desafios dos direitos humanos
na atualidade como forma de conscientizar a comunidade sobre os obstáculos a
serem transpostos.
3.4.3. Proteção dos direitos das pessoas com transtorno do espectro autista
A Faculdade Alis de Bom Despacho fará diversas práticas educacionais que
favoreçam a adaptação dos indivíduos na vida social, diminuindo o sofrimento de
suas famílias, e capacitação de profissionais especializados para atender esta
comunidade e, assim, cumprir as exigências determinadas na Lei nº 12764/2012,
referente aos direitos da Pessoa com transtorno do Espectro Autista ou qualquer
outro tipo de deficiência. Ações, como:
 Equipe multidisciplinar para avaliar e desenvolver um programa de
intervenção orientado a satisfazer as necessidades particulares a cada
indivíduo, a orientação familiar, processos psicoeducacionais e a
intervenção na comunicação;
 Aprimorar a formação de profissionais e estudantes das áreas de educação,
saúde e social, que poderão ser envolvidos no atendimento de indivíduos
com diagnóstico do espectro do autismo;
 Divulgar o conhecimento científico e práticas clínicas e educacionais que
possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida de indivíduos com
diagnóstico de TEA.
3.4.4. Titulação corpo docente
Em acordo com o art. 66 da Lei N° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, todo corpo
docente do curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho,
possuem pós-graduação stricto sensu e lato sensu.
3.4.5. Núcleo Docente Estruturante – NDE
Em consonância com a Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010, o NDE – Núcleo
Docente Estruturante do curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de
Bom Despacho, é constituído por professores do corpo docente do referido curso,
tem como atribuições as determinações do artigo segundo da referida Resolução e
sua composição atende ao artigo terceiro: 100% dos integrantes tem titulação
obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, 20% tem regime de trabalho
integral.
161
3.4.6. Carga horária mínima, em horas – curso de bacharelado
O Curso de Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despacho atende à RESOLUÇÃO
Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 e estabelece uma carga horária mínima de
3600 horas.
3.4.7. Tempo de integralização
De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, o tempo mínimo
para integralização do curso de Agronomia é de 5 anos, em atendimento a esta
resolução o PPC do curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom
Despacho apresenta um tempo mínimo de integralização de 5 anos e máximo de
7,5 anos.
3.4.8. Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade
reduzida
Faculdade Alis de Bom Despacho concebe a acessibilidade de forma ampla,
contemplando a acessibilidade atitudinal, arquitetônica, metodológica,
programática, instrumental, digital e nas comunicações.
Seguem abaixo os procedimentos mais relevantes por categoria de deficiência.






3.4.8.1. Pessoas com Mobilidade Reduzida
Portas e banheiros com espaço suficiente para permitir acesso de cadeira
de rodas;
Alocar a turma, que tenha aluno com deficiência física matriculado em
andares inferiores sempre que possível;
Arranjo do espaço da sala que possibilite uma boa circulação do aluno
cadeirante;
Eliminação de barreiras arquitetônicas para a circulação do aluno,
permitindo acesso aos espaços de uso coletivo do campus, principalmente
na biblioteca;
Lavabos, bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas;
Solicitar a um aluno que empreste os seus apontamentos para que o colega
deficiente possa tirar cópia, caso haja mobilidade motora reduzida.
3.4.8.2. Para pessoas com Deficiência Visual (Cegueira)
 Combinar com o aluno a melhor forma de elaboração dos instrumentos de
avaliação;
 Descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça;
 Disponibilizar, quando necessário, alunos leitores para cegos;
 Estar ciente de que é mais lenta a leitura e a escrita em Braille do que a
escrita comum;
 Fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário;
 Indicar com precisão, o lugar exato usando termos como: à sua frente, em
cima, etc., ao invés de “ali”, “aqui”;
 Ler em voz alta o que escrever na lousa para que o aluno cego possa
acompanhar o raciocínio;
162






Promover reuniões com professores para esclarecimento das
especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos
com necessidades especiais;
Solicitar a um aluno vidente que caminhe com o colega cego pela sala,
fazendo-lhe notar as carteiras, mesa do professor, a lousa e outras
referências, até que ele seja capaz de andar sozinho;
Ter o cuidado de apresentar fitas de vídeos ou DVD/CD dublados;
Ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor
multimídia;
Fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos
alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis
limitações.
Permitir ao aluno cego gravar suas aulas.
3.4.8.3. Para pessoas com Deficiência Visual (Baixa Visão)
 Combinar com o aluno o melhor tamanho de letra a ser digitado nas
questões das provas;
 Descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça;
 Escrever na lousa com letras maiores, com maior espaço entre palavras e
linhas;
 Fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário;
 Fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos
alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis
limitações.
 Permitir ao aluno gravar suas aulas;
 Reservar um lugar na 1ª fila sem que tenha luz na frente;
 Ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor
multimídia;
3.4.8.4. Para pessoas com Deficiências Auditivas (surdez ou baixa audição)
 Acompanhar os alunos portadores de deficiência auditiva nas dificuldades
de aprendizagem através do NEI;
 Adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;
 Apresentar, sempre que possível fita de vídeos ou DVD/CD legendados, caso
não seja possível, entregar um resumo escrito do conteúdo apresentado;
 Compreender a realidade vivenciada pelos alunos com necessidades
especiais através da realização de entrevista de anamnese com os pais e
atendimentos periódicos de caráter psicológico e educacional com os
discentes para o delineamento de seu perfil;
 Escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria
das provas, adiantamento das mesmas e trabalhos, até mesmo a ausência do
professor;
 Estimular a multiplicação da capacitação em LIBRAS para os funcionários;
 Orientar periodicamente os professores das disciplinas cursadas pelos
alunos no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis
163






limitações. Repasse da legislação vigente e recomendações do MEC acerca
de avaliações e trato com o aluno em sala de aula.
Permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações;
Promover reuniões com professores para esclarecimento das
especificidades envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos
com necessidades especiais;
Providenciar a contratação de intérprete de LIBRAS;
Utilizar profissionais que atuam como intérprete de LIBRAS em sala de aula
para os alunos que tem pouca capacidade de leitura labial e necessitam de
um suporte maior nas aulas e avaliações;
Promover reuniões de planejamento e organização dos horários dos alunos
com necessidades especiais na área de auditiva antes do início do semestre
para organização dos horários das intérpretes de LIBRAS;
Registrar na lousa a bibliografia pertinente à aula dada para que o aluno
possa estudar em casa.
3.4.9. Língua Brasileira de Sinais – Libras
No que tange a Língua Brasileira de Sinais – Libra, e nos termos do Dec. N°
5.626/2005, a mesma é oferecida como disciplina optativa no curso podendo ser
creditada como atividade complementar.
O regulamento das atividades complementares está institucionalizado, e encontrase nos anexos.
3.4.10. Informações acadêmicas
O curso de Bacharel em Agronomia da Faculdade Alis de Bom Despach, atende aos
requisitos da Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007, alterada pela Portaria
Normativa MEC N° 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010).
3.4.11. Políticas de educação ambiental
Política de Educação Ambiental: destinada a conscientização da comunidade
interna e externa, bem como a capacitação de recursos humanos para atuação
como multiplicadores nos processos de educação ambiental, conscientização e
sustentabilidade ambiental. É desenvolvida na forma de projetos de educação
ambiental que envolvem a participação de toda a comunidade, nos quais são
ministrados cursos, realizados workshops e conduzidas campanhas constantes
com vistas não só para a Educação Ambiental propriamente dita, mas na
capacitação das pessoas para que busquem um futuro com maior sustentabilidade
e respeito ao meio ambiente.
Disciplinas no âmbito de cada curso optativa: de forma contextualizada a temática
da educação ambiental é inserida no ementário das disciplinas do curso, com o
objetivo de educar e conscientizar o futuro profissional da importância de em sua
vida futura ter respeito e reconhecimento pela necessidade de se preservar o meio
ambiente em todos os ambientes da vida cotidiana.
Na Agronomia, o tema é abordado em diversas disciplinas, como Ecologia e Meio
Ambiente, Pedologia, Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos, Manejo e
Conservação do Solo e da Água e Gestão Ambiental na Agricultura.
164
4. DOS ANEXOS
4.1. Anexo I – Regulamento do Estágio Supervisionado
Regulamento do Estágio Supervisionado
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
Art. 1o - Para os fins do disposto neste regulamento, consideram-se estágios as
atividades programadas, orientadas e avaliadas que proporcionam ao aluno
aprendizagem social, profissional ou cultural, através da sua participação em
atividades de trabalho em seu meio, vinculadas à sua área de formação acadêmicoprofissional em Agronomia.
Art. 2o – Os estágios classificam-se em:
I - obrigatório;
II – não-obrigatório.
§1o – O estágio obrigatório constitui-se em componente curricular do curso , com
carga horária total de 400h, sendo observado do 7ºp ao 10ºp.
§2o – O estágio não-obrigatório constitui-se em atividades de formação acadêmicoprofissional do aluno, realizado por livre escolha do mesmo.
Art. 3o – O estágio não-obrigatório, poderá ser registrado, para integralizacão
curricular, como atividade acadêmica, observando a atualização na área de
formação.
Art. 4o – As atividades previstas no Art. 1o, para que sejam consideradas estágio,
deverão atender aos seguintes requisitos:
I – credenciamento do campo de estágio pela Faculdade;
II – programa de atividades;
III – documentos pertinentes (termo de convênio, termo de compromisso, seguro
contra acidentes e outros), conforme consta do link Núcleo de Carreiras no site;
IV – vinculação das atividades com o campo de formação profissional;
V – vinculação a uma situação real de trabalho;
VI – orientação local por profissional vinculado ao campo de estágio;
VII – supervisão de estágio do Curso;
VIII – avaliação.
Art. 5o – Para a realização do estágio curricular obrigatório, os alunos deverão ter
efetuado a matrícula em estágio obrigatório no período determinado pela mesma.
Art. 6 o - O estagiário deverá desenvolver as atividades com senso crítico,
fundamentado em conceitos teóricos próprios da área correspondente ao projeto
em que está atuando.
Art. 7 o - Compete ao estagiário:
I – Obedecer à legislação de estágios vigente;
165
II – Escolher seu campo de estágio, dentre aqueles credenciados pelo Núcleo de
Carreiras, com o auxílio do supervisor de estágio e/ou propor outro campo para
credenciamento;
III – Assinar o termo de compromisso, em conjunto com o Supervisor de estágio e a
entidade onde irá desenvolver o estágio;
IV – Elaborar e cumprir o plano de atividades, aprovado pelo Supervisor da
Faculdade e/ou Supervisor da empresa;
V – Aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando;
VI – Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no
Plano de Atividades;
VII – Cumprir as cláusulas constantes no termo de compromisso;
VIII – Ao término do estágio, elaborar e apresentar perante banca examinadora um
relatório final.
Art. 8o – Constituem campos de estágio as instituições de direito público e privado,
a comunidade em geral e a própria Faculdade.
Parágrafo Único – A Supervisão de Estágio, em conjunto com o Núcleo de Carreiras,
devem formalizar os convênios, mantendo-os atualizados com os campos de
estágio.
Art. 9o - A avaliação do estágio deverá ser composta por: relatório simplificado,
vídeo; entrevista com o orientador da faculdade, nota do supervisor de campo e
nota do orientador da faculdade. Para aprovação do estágio o aluno deverá ter nota
de no mínimo 60%. O aluno será considerado INAPTO caso não cumpra qualquer
um dos quesitos acima.
Art. 10o - O relatório terá como formato os seguintes itens: capa, folha de rosto,
relatório das atividades desenvolvidas pelo estagiário, plano de atividades,
avaliação do supervisor de campo, avaliação do orientador da faculdade e registro
fotográfico. O modelo do relatório encontra-se no ANEXO I. O relatório deverá ser
entregue no núcleo de carreiras até no máximo 10 dias corridos ao final do mesmo.
Caso isso não aconteça, o aluno será imediatamente reprovado.
Art. 11o - Para elaboração do vídeo, primeiramente o aluno irá assinar o TERMO
DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM (ANEXO II) e pegar a assinatura também
do Supervisor de Campo que deverá participar da gravação. O vídeo ser de
aproximadamente 3 a 5 minutos onde o aluno irá relatar as atividades
desenvolvidas no campo do estágio.
Parágrafo único - A entrevista com o Orientador da faculdade acontecerá após o
término do estágio. O aluno deverá procurar seu orientador no núcleo de carreiras
onde irão discutir as atividades desenvolvidas durante o estágio. Neste momento o
aluno entregará o vídeo que foi gravado para explicar o trabalho realizado. Caso o
aluno autorize, o vídeo será postado em uma página do curso na internet de
origem do mesmo.
166
Art 12 o - A avaliação dos estágios terá os seguintes pesos:
a) Avaliação do supervisor de campo: Peso 15
b) Entrevista: Peso 30
c) Vídeo: Peso 25
c) Relatório: Peso 30
Parágrafo único - A data para entrega do relatório é 10 dias corridos após o
término do estágio. A entrevista e entrega do vídeo também não poderá
ultrapassar 10 dias corridos após o término do estágio
Art. 13o - O supervisor de estágios é escolhido entre os professores do curso,
devendo ser aprovado pelo Colegiado.
Art. 14o - Cabe ao Supervisor de Estágio:
I - realizar visitas periódicas à empresa, quando necessário;
II - avaliar o aproveitamento do estagiário e
III - sugerir meios para que o programa atinja seus objetivos.
Art. 15o - Durante o período de estágio obrigatório, o estagiário ficará coberto,
obrigatoriamente, por apólice de seguro, contra risco de acidentes pessoais, pela
Faculdade, desde que cumpridas as disposições previstas no contrato de matrícula
e termo de compromisso.
Art. 16o - Os casos omissos serão resolvidos pelo Supervisor de Estágio e
Coordenação do Curso, em articulação com o Colegiado do Curso.
167
ANEXO I – MODELO RELATÓRIO SIMPLIFICADO
RELATÓRIO FINAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O relatório final é o documento de caráter obrigatório que revela a experiência do aluno.
Deverá conter a seguinte estrutura: capa, folha de rosto, plano de estágio, atividades
desenvolvidas pelo estagiário, avaliação do supervisor de campo, avaliação do orientador
da faculdade, o registro fotográfico e a ficha de avaliação final.
168
FACULDADE ALIS DE BOM DESPACHO
Aluno:
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Relatório apresentado ao Curso de
Agronomia como requisito parcial para
aprovação no Estágio Supervisionado –
........................., do ..... período.
Supervisão Acadêmica: (nome do supervisor
de estágio faculdade)
Supervisão de Campo: (nome e órgão de
classe)
Período: ...../..../.... a ...../..../.....
Aluno:
BOM DESPACHO 20__
169
PLANO DE ATIVIDADES
ESTAGIÁRIO: ______________________
Curso: __________
Período: ____º
CONCEDENTE (Campo de Estágio): ____________________________________
Objetivos do Estágio:
Áreas em que o ESTAGIÁRIO realizará o estágio:
Atividades propostas para o ESTAGIÁRIO:
Observações:
_______________, ___ de __________ de 20__.
______________________________
ESTAGIÁRIO
170
FACULDADE ALIS DE BOM DESPACHO
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO
NO CAMPO DE ESTÁGIO
Data
Horário
Atividades desenvolvidas
Total de
horas da
atividade
Total de
horas
acumuladas
Total de horas: _______
Assinatura do(a) Estagiário(a)
________________________________________________________________________
Carimbo e assinatura do (a) Supervisor(a) de Estágio (Empresa)
171
AVALIAÇÃO DO SUPERVISOR DE CAMPO DE ESTÁGIO
Nome do(a) aluno(a):
Nome do(a) Supervisor(a) de
Campo:
Nome da Empresa:
Considerando os critérios abaixo, atribua nota de 01 a 10 para cada item. O valor
encontrado definirá o conceito:
Nº
ITENS DE AVALIAÇÃO
NOTA
01
Apresentação pessoal;
02
Assiduidade;
03
Pontualidade;
04
Cooperação;
05
Ética;
06
07
Relacionamento Interpessoal (com supervisor, colega
de trabalho, clientes)
Conhecimentos prévios necessários;
08
Iniciativa para resolver problemas;
09
Contribuições significativas para o campo de estágio;
10
Cumprimento do plano de estágio;
TOTAL..................
Atribua nota/conceito ao estagiário, de acordo com a tabela abaixo:
CONCEITO
NOTA
Excelente
90 a 100
Bom
70 a 89
Regular
60 a 69
Insuficiente
Abaixo de 59
O (a) aluno(a) que receber a nota 60 ou mais será considerado(a) APTO.
Atribuo a nota ___ (__________________) que equivale ao conceito _______ para o(a)
estagiário(a).
__________________, ___ de _________________ de 2015.
_____________________________________
Assinatura do(a) Supervisor(a) de Campo (c/ carimbo)
172
AVALIAÇÃO DO ORIENTADOR DE ESTÁGIO - FACULDADE
Nome do (a) aluno(a):
Curso / período:
Nome da Empresa:
Nos critérios abaixo, atribua nota de 01 a 20 para cada item. O valor encontrado
deverá ser multiplicado pelo peso do item.
Nº
ITENS DE AVALIAÇÃO
NOTA
01
Capa e Folha de Rosto
02
03
04
Plano de Estágio e Atividades Desenvolvidas
Avaliação do Supervisor de Campo
Avaliação do Orientador da Faculdade e Ficha de Avaliação
Final
Registro Fotográfico
TOTAL.....................
05
Transfira a nota para conceito ao (a) estagiário(a), de acordo com a tabela abaixo:
CONCEITO
NOTA
Excelente
90 a 100
Bom
70 a 89
Regular
60 a 69
Insuficiente
Abaixo de 59
O(a) aluno(a) que receber a nota 60 ou mais será considerado(a) APTO.
Atribuo
a
nota______
(_________________________)
que
equivale
conceito_________________________
ao
_________________________, ___ de _________________ de 20….
_________________________________________________________________
Assinatura do(a) Supervisor(a) de Estágio - FACULDADE
173
RESULTADO FINAL
No resultado final, as notas serão somadas e divididas por três. O conceito será
APTO para nota a partir de 60 e NÃO APTO para nota inferior a 60.
AVALIAÇÃO
NOTA
Supervisor (a) de Campo (Peso 20)
Entrevista (Peso 25)
Vídeo (Peso 25)
Orientador (a) de Estágio - FACULDADE (Peso
30)
TOTAL.....
RESULTADO FINAL: Nota ______ ( ______________________)
que
equivale ao conceito ________________________________.
_________________________, ___ de _________________ de 20….
_____________________________________________________________
Assinatura do(a) Supervisor(a) de Estágio - Faculdade
174
ANEXO II – AUTORIZAÇÃO DE USO DA IMAGEM
TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM
_____________________________________________ (nome), _______________ (nacionalidade),
__________________(estado civil), _________________(profissão), portadora da Cédula de
Identidade RG nº __________________, inscrita no CPF/MF sob nº_____________________,
residente ___________________________________________, AUTORIZO o uso de minha
imagem em todo e qualquer material entre fotos, documentos e outros meios de
comunicação, para ser utilizada em redes sociais contemplando um dos quesitos
de avaliação do estágio da Faculdade Alis de Bom Despacho e Faculdade de
Educação de Bom Despacho, sejam essas destinadas à divulgação ao público em
geral e/ou apenas para uso interno desta instituição, desde que não haja
desvirtuamento da sua finalidade.
A presente autorização é concedida a título gratuito, pelo período indeterminado,
abrangendo o uso da imagem acima mencionada em todo território nacional e no
exterior, em todas as suas modalidades.
Por esta ser a expressão da minha vontade declaro que autorizo o uso acima
descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha
imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização em 02 (dias) vias de
igual teor e forma.
Bom Despacho, setembro de 2015.
_____________________________________________________
Nome /CPF
175
4.2. Anexo II – Regulamento das Atividades Complementares
Regulamento das atividades complementares
Faculdade Alis De Bom Despacho
Capítulo I - Das disposições preliminares
Art. 1º - O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer normas para a
realização das Atividades Complementares – AC, nos cursos de graduação da
Faculdade Alis de Bom Despacho.
Capítulo II - Da Definição E Classificação Das Atividades Complementares
Art. 2º - As Atividades Complementares (AC) doravante assim denominadas, são
componentes curriculares que enriquecem e complementam o perfil do acadêmico,
e permitem o reconhecimento de habilidades e competências desenvolvidas
durante o curso inclusive as extraclasses, conforme determinam as Diretrizes
Curriculares Nacionais – DCNs – e estabelecem os projetos pedagógicos dos cursos
de graduação. A Faculdade Alis de Bom Despacho observando estas orientações, e
ociosa da necessidade de formar cidadãos adequados ao perfil profissional
contemporâneo e cuja prática social e profissional efetivamente concorra para o
desenvolvimento da região em que se insere, estrutura em sua matriz curricular a
obrigatoriedade de execução das AC, sendo que, a quantidade de horas é
determinada em cada matriz curricular do respectivo curso.
Art. 3º - As AC proporcionam a melhoria do processo educativo ao privilegiar:
I.
A complementação da formação social e profissional do aluno;
II.
A flexibilização da formação do aluno;
III.
As atividades de disseminação de conhecimentos e de prestação de
serviços;
IV.
As atividades de assistência acadêmica, e iniciação científica e tecnológica;
V.
O estímulo às práticas de estudos independentes, visando a uma
progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;
VI.
A valorização dos conhecimentos, habilidades e competências adquiridas
fora do ambiente escolar, inclusive daqueles que se referirem às
experiências profissionalizantes julgadas relevantes para a área de
formação considerada.
Art. 4º - As Atividades Complementares são compostas de atividades relacionadas
ao Ensino, iniciação científica e Extensão e à Cultura.
Art. 5º - A integralização das AC é obrigatória para a colação de grau, no número
de horas igual ou maior ao determinado em cada projeto pedagógico.
Capítulo III - Da operacionalização
176
Art. 6º - O cumprimento das AC, conforme as escolhas feitas, é de inteira
responsabilidade do aluno.
Art. 7º - As AC serão desenvolvidas ao longo do currículo do curso, inclusive
durante o período de férias escolares, desde que respeitados os procedimentos
estabelecidos neste Regulamento.
§ 1º - Somente serão consideradas AC aquelas atividades desenvolvidas após o
início do Curso de Graduação e que estiverem relacionadas com a formação
acadêmica do aluno, bem como promovam a sua formação geral.
§ 2º - As AC deverão ser cumpridas em horários distintos das demais atividades
previstas no calendário acadêmico.
§ 3° - As AC poderão ser realizadas na própria Instituição ou fora, sendo necessária
a diversificação das atividades, podendo ser: disciplinas de outros cursos, palestra;
monitoria; ação social; estágio extracurricular; representação estudantil;
organização de eventos; banca de defesa; grupos de estudo; seminário; workshop;
minicurso; simpósio; feira; fórum; júri; publicação de artigos, resumo em anais;
autor, coautor, visita técnica; encontros; capacitações; treinamentos; curso a
distância, além de atividades artístico-culturais.
§ 4º - Para avaliação e validação das AC o aluno deverá preencher o formulário
próprio, anexando comprovantes das atividades discriminadas, que forem
realizadas.
§ 5º - Do prazo: o aluno deverá cumprir as AC ao longo de sua formação.
§ 6º - Cada curso tem CH específica na AC conforme PPC – Projeto Pedagógico do
Curso.
Capítulo IV - Do aproveitamento das AC
Art. 8º - As AC cumpridas por alunos provenientes de transferência interna,
externa, obtenção de novo título e alteração/equivalência de matriz podem ser
consideradas para efeito de validação desde que possam ser comprovadas em
histórico curricular e/ou documentos comprobatórios de participação.
§ 1º - As disciplinas cursadas em outra instituição/curso e que não forem
aproveitadas para o fechamento de carga horária da matriz curricular em curso
pelo aluno transferido, poderão ser consideradas para efeito de validação de AC
anteriores ao ingresso na instituição/curso atual.
§ 2º - Os alunos que iniciaram seus respectivos Cursos de Graduação antes dessa
Resolução ou os que tiveram alteração/equivalência de matriz serão enquadrados
nas situações previstas no caput e § 1º deste artigo.
Capítulo V - Das atribuições do coordenador de curso
Art. 9º - Ao Coordenador de Curso compete:
I.
II.
Fazer a divulgação e orientação geral dos alunos do curso quanto ao
cumprimento da carga horária relativa às AC;
Supervisionar as AC, no âmbito do próprio curso;
177
III.
IV.
V.
Estabelecer um calendário para entrega das AC, respeitando a data limite de
fechamento das atividades previstas no Calendário;
Orientar os alunos quanto aos procedimentos para registro e realização das
AC, tanto oferecidos pela IES quanto realizados fora da Instituição;
Encaminhar à Secretaria as informações necessárias sobre o cumprimento
das atividades complementares, para fins de registro acadêmico.
Capítulo VI - Das obrigações dos alunos
Art. 10º - Ao aluno compete:
I.
Informar-se acerca do Regulamento para Atividades Complementares e
cumprir as determinações para o cumprimento do mesmo;
II.
Cumprir as atividades complementares ao longo de sua formação;
III.
Inscrever-se em Atividades Complementares (AC) oferecidas pela IES ou
outras instituições para complementação da carga horária prevista para AC
em curso e participar efetivamente das mesmas;
IV.
Providenciar a documentação que comprove a sua participação em AC;
V.
Registrar todos os comprovantes de AC no sistema, conforme prazos
estabelecidos e Regulamento de AC;
VI.
Cumprir as normas estabelecidas no presente Regulamento e seus anexos;
VII.
Guardar consigo, em portfólio próprio, até a data de colação de grau, a
documentação comprobatória das AC e apresentá-la sempre que solicitado.
Capítulo VII - Das disposições finais
Art. 11º - Os casos omissos neste Regulamento deverão ser resolvidos pelo
Coordenador do Curso, e, se necessário, encaminhados à Direção da Faculdade.
Art. 12º - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação e revoga as
disposições em contrário.
4.3. Anexo III – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Regulamento do trabalho de conclusão de curso
REGULAMENTO DO TCC
Dispõe sobre as regras para realização de
Trabalho de Conclusão de Curso e dá outras
providências.
Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC do curso de Agronomia da
Faculdade Alis de Bom Despacho rege-se pelas normas deste regulamento e,
supletivamente, pelo Regimento Interno da faculdade.
Art. 2º. O TCC é componente curricular obrigatório, só pode ser desenvolvido em
equipes de três ou quatro pessoas e terá por conteúdo tema ligado diretamente à
178
Agronomia, a ser escolhido pelo aluno e aprovado pelo orientador e coordenação
de TCC.
Art. 3º. O programa de TCC é coordenado pela Coordenação do Curso, que pode
delegar a função a qualquer docente da instituição, ainda que este não esteja
exercendo a docência no momento.
Art. 4º. O desenvolvimento do TCC acontecerá durante os dois últimos semestres
do curso, sendo obrigatória a matricula nos componentes curriculares específicos.
A aprovação do aluno neste componente curricular segue as regras estabelecidas
neste regulamento.
Art. 5º. O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ter minimamente a seguinte
estrutura:
I. Introdução;
II. Objetivos;
III. Justificativa;
IV. Problema;
V. Hipótese;
VI. Revisão bibliográfica;
VII. Metodologia;
VIII. Discussão de resultados; e
IX. Conclusão.
Art. 6º. Ao iniciar o penúltimo semestre do curso, os grupos deverão em formulário
próprio se apresentar à coordenação de TCC, assim como devem apresentar o tema
que pretendem desenvolver e uma lista, em ordem preferencial, com o nome de
três professores do curso que entendam serem os mais adequados à sua
orientação.
§1º. A coordenação avaliará a pertinência entre a área de concentração dos
professores sugeridos e o tema sugerido e realizará o pedido de orientação aos
professores, informando posteriormente a relação de grupos, temas e
orientadores.
§2º. Cada professor poderá orientar no máximo seis grupos de cada vez, salvo
autorização do Colegiado do Curso.
§3º. Caso os professores indicados não possam ou não queiram orientar o grupo,
ou caso o aluno não apresente a tempo e forma a lista a que se refere o caput deste
artigo, o coordenação de curso indicará outro professor para orientar o aluno, que
não poderá ser recusado por ele.
§4º. O professor que concordar com a orientação, deverá lançar o seu “aceite” em
formulário próprio, juntamente com a ciência do grupo a ser orientado, a ser
arquivado na Coordenação do TCC.
§5º. Toda a orientação deverá ser registrada em formulário próprio, fornecido pela
Coordenação de TCC, devendo ser registrado todas as orientações ou mesmo
ausências e ocorrências. A cada 15 dias o orientador deverá apresentar o
formulário de orientação atualizado, ao final deverá constar no mínimo cinco
momentos de orientação, ausência ou ocorrência, assinados pelos alunos e
professor.
Art. 7º. Em TCC, os grupos deverão cumprir o Cronograma de Atividades a ser
elaborado e divulgado pela Coordenação de TCC no início de cada semestre letivo.
179
Art. 8º. A aprovação em TCC se dá por conceito – APTO ou INAPTO, observando as
regras deste Regulamento.
Art. 9º. As bancas examinadoras serão compostas por pelo menos dois membros, e
ocorrerão em datas, horários e locais a serem designados pela Coordenação de
TCC.
§1º. O grupo disporá de 15 (quinze) minutos para apresentar seu trabalho à banca.
§2º. Ao final da apresentação do grupo, cada membro da banca disporá de 5
(cinco) minutos para manifestação, podendo elaborar perguntas direcionadas à
um integrante especifico da equipe, indicar alterações, fazer observações.
§3º. Havendo manifestação de membro da banca, o aluno disporá de outros 5
(cinco) minutos para respostas e ponderações.
§4º. Ao final da sessão, os membros da banca elaborarão ata única referente a
todas as apresentações, constando a nota final de cada aluno, que deve ser
entregue à Coordenação de TCC para futura divulgação, bem como eventuais
observações.
§6º. A banca é soberana em suas análises e decisões, não cabendo recurso de suas
conclusões.
Art. 10 º. O aluno que for considerado INAPTO em TCC terá que fazer novamente o
componente curricular, não se aplicando a ele as regras gerais do regimento
interno quanto a exame suplementar.
§1º. Este componente curricular não pode ser feito por outro sistema como, por
exemplo, PROED ou turma especial.
§2º. Em caso de reprovação, o aluno deverá elaborar e apresentar à coordenação
do TCC um novo projeto de TCC, com a indicação de professores, para que se
proceda da forma prevista no artigo 6º.
Art. 11º. A constatação de que tenha havido cópia, literal ou não, sem a citação da
fonte, em qualquer momento implica em reprovação automática na disciplina,
inclusive com a reversão de eventual conceito “apto” que já tenha sido registrado
para “inapto”. São exemplos dos casos a que se refere este artigo,
independentemente de má-fé por parte de quem quer que seja:
§ 1º utilizar-se de ideias ou palavras de outro autor, contínuas ou não, no trabalho,
sem fazer os créditos no corpo do texto e a respectiva referência bibliográfica ao
fim do trabalho. A referência bibliográfica não exclui, por si só, a ocorrência da
situação. É imprescindível a menção do crédito no corpo do texto;
§ 2º utilizar-se de transcrição literal de ideias ou palavras de outro autor, ipsis
litteris, em linhas, contínuas ou não, no trabalho monográfico, sem utilizar as aspas
ou recuo de texto mesmo quando dá crédito ao autor;
§ 3º adquirir o trabalho pronto, no todo ou em parte, de forma onerosa ou
gratuita, de outro autor e subscrevê-lo como de sua autoria.
Art. 13. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do TCC.
180
4.4. Anexo IV – Regulamento da Monitoria
Faculdade Alis De Bom Despacho
Regulamento Monitoria
Art. 1º - O serviço de monitoria segue as orientações legais previstas na Lei de
Diretrizes e Bases, nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, em seu Art. 84 e normas
internas da Instituição.
Art. 2º - Os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação poderão
ser aproveitados em tarefas de ensino, extensão e pesquisa, exercendo funções de
monitoria de acordo com seu rendimento e seu plano de estudos.
Parágrafo Único – São atividades típicas de monitoria:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
Auxiliar em tarefas de ensino, extensão e pesquisa, na preparação de
atividades pedagógicas compatíveis com seu grau de conhecimento;
Auxiliar em tarefas de trabalhos práticos e experimentais, bem como
confecção de material didático e pesquisas bibliográficas;
Realizar tarefas em salas de aula, laboratórios e outros, sob a supervisão de
um orientador;
Facilitar o relacionamento entre alunos e professores na execução das
tarefas propostas;
Estabelecer contatos com os diversos setores da Instituição para o
cumprimento de suas atividades;
Participar de trabalhos de planejamento e execução, visando o
cumprimento de metas institucionais;
Outras atividades relacionadas.
Art. 3º - O serviço de monitoria é uma atividade remunerada por bolsa de estudo e
será desenvolvido, em horário a ser definido pelo coordenador do curso e
aprovado pela Diretoria, não gerando qualquer vínculo empregatício.
§1º - O valor da bolsa será equivalente a 20 % (vinte por cento) da mensalidade do
aluno.
§ 2º - Em casos especiais, em razão da complexidade do trabalho realizado e se
aprovado pela Diretoria, de acordo com a dotação orçamentária do curso, a bolsa
de estudos poderá ter valor diferenciado.
Art. 4 º - A carga horária do serviço de monitoria será de 20 (vinte) horas
semanais.
Art. 5 º - A duração do contrato de serviços de monitoria será pelo prazo de 1 (um
) ano, podendo ser renovada por mais um ano, de acordo com os critérios de
avaliação do trabalho do monitor.
181
Art. 6º - A permanência no serviço de monitoria ficará condicionada ao
desempenho das funções pelo aluno, assiduidade e pontualidade.
Art. 7º - O controle de frequência do monitor será feito na Secretaria através de
registro de ponto manual.
Art. 8º - Ao final de cada semestre da monitoria o aluno deverá apresentar
relatório das atividades desempenhadas para o coordenador.
Art. 9º - Encerrado o período de monitoria, se cumpridas as exigências da função, o
aluno receberá certificado de exercício de função, que poderá ser utilizado para
fins de cumprimento das atividades complementares, devendo o serviço de
monitoria constar de seus registros acadêmicos.
Art. 10º - A concessão para vaga de monitores deverá ser através de seleção
prevista em Edital, amplamente divulgado, no qual deverão constar todos os dados
pertinentes à monitoria:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
Disciplina ou área em que o aluno irá atuar, com a descrição das atividades
a serem realizadas;
Data, horário e local da seleção;
Critérios de avaliação e pré-requisitos como ter cursado disciplinas
relacionadas à função com aproveitamento escolar positivo;
Número de vagas;
Valor da bolsa;
Duração do contrato;
Período e local de inscrição;
Carga horária, com fixação de horário a ser estabelecido pelo coordenador;
Data e assinatura do Diretor.
Art. 11º - Para se inscrever no serviço de monitoria os alunos interessados deverão
estar em dia com todas as suas obrigações com a Instituição.
Art. 12º - Em caso de desistência ou afastamento do monitor selecionado, deverá
ser convocado o segundo lugar aprovado na respectiva seleção e não havendo mais
candidatos selecionados, deverá ser feito novo edital.
Art. 13º - Os casos omissos neste Regulamento deverão ser encaminhados ao
Coordenador de Curso e ou Projeto responsável pelo serviço de monitoria.
Art. 14º - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pela Direção
da Instituição.
182
4.5. Anexo V – Regulamento do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI
Para atender a legislação vigente a Faculdade Alis de Bom Despacho, está
implantando, dentre os seus diversos setores, o Núcleo de Educação Inclusiva– NEI
o qual prestará o atendimento educacional especializado (AEE) e compreende a
educação especial de forma transversal em todos os níveis e modalidades de
ensino, bem como atende aos requisitos legais contribuindo com a inclusão dos
alunos caracterizados como público da Educação Especial.
Considerando o ensino superior abaixo, verificamos o fluxo matrículas de alunos
portadores de necessidades especiais nos cursos de graduação Presenciais e a
Distância, por tipo de necessidade especial, de acordo com o Censo da Educação
Superior de 2013, conforme tabela abaixo:
Deficiência
Cegueira
Baixa Visão
Surdez
Deficiência Auditiva
Deficiência Física
Surdocegueira
Deficiência Múltipla
Deficiência Intelectual
Autismo Infantil
Sindrome de Asperger
Sindrome de Rett
Transtorno Desintegrativo da Infância
Superdotação
Fonte: Censo Educação Superior 2013
Número
3.943
6.955
1.488
7.037
7.850
151
393
566
118
57
24
68
1.087
De acordo ainda com o Censo da Educação Superior de 2013, as matrículas de
pessoas com deficiência aumentaram quase 50% nos últimos quatro anos, sendo a
maioria em cursos de graduação presenciais. Em 2013 eram quase 30 mil alunos,
enquanto em 2010 eram pouco mais de 19 mil.
Pensando na igualdade entre as pessoas, a Faculdade Alis de Bom Despacho,
assume que as diferenças humanas são normais e que, como consequência desse
pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em
vez do educando adaptar-se ao processo de aprendizagem. Uma pedagogia
centrada no educando atende aos objetivos institucionais e às diferenças do
educando, beneficiando a sociedade como um todo.
183
A experiência tem demonstrado que tal pedagogia pode consideravelmente reduzir
a taxa de desistência e repetência e ao mesmo tempo garantir índices médios mais
altos de rendimento escolar. Uma pedagogia que tenha como foco o educando pode
impedir o desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão
frequentemente presente nos programas de educação de baixa qualidade, calcada
na mentalidade educacional baseada na ideia de que “um tamanho serve a todos”.
A inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao pleno exercício
da cidadania. Dentro do campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento de
estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades.
A educação inclusiva proporciona um ambiente favorável à aquisição de igualdade
de oportunidades e participação total dos portadores de necessidades especiais no
processo de aprendizagem. O sucesso delas requer um esforço claro, não somente
por parte dos professores e dos profissionais da educação, mas também por parte
dos colegas, pais, famílias e voluntários.
A Faculdade Alis de Bom Despacho, em atendimento ao Decreto nº 5.296/2004,
apresenta os procedimentos gerais e permanentes na de acessibilidade para
portadores de necessidades especiais:
 Rampas com corrimãos que permitem o acesso do estudante com
deficiência física aos espaços de uso coletivo da Faculdade,
 Rampas com corrimãos que permitem o acesso do estudante com
deficiência física a todas as salas de aula/ laboratórios da Faculdade,
 Vagas em estacionamentos nas proximidades da Faculdade e em
estacionamento próprio, a ser construído,
 Banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o
acesso de cadeira de rodas;
 Barras de apoio nas paredes dos banheiros, lavabos e bebedouros
instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas;
 Recursos informatizados (equipamentos e softwares);
A Faculdade Alis de Bom Despacho, entende que a necessidade de assegurar aos
portadores de deficiência física e sensorial, condições básicas de acesso ao ensino
superior, de mobilidade e de utilização de equipamentos e instalações, é de
extrema importância para o pleno desenvolvimento da região e do país.
Sendo assim, suas instalações têm condições de acesso com inclinações adequadas
e espaço suficiente, sinalização de segurança, instalações sanitárias com portas
adaptadas, barra de apoio nas paredes, instalação de lavabos, bebedouros em
altura acessível aos usuários de cadeira de rodas, sem barreiras arquitetônicas
para circulação do estudante permitindo o acesso aos espaços de uso coletivo e
reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades da Faculdade Alis de Bom
Despacho, de acordo com o disposto na Portaria Ministerial nº 3.284, de 7 de
novembro de 2003.
184
Preocupada em adaptar-se ás normas e princípios que garantam os direitos do
aluno com necessidades educacionais especiais e, sobretudo, em estabelecer uma
política institucional, a Faculdade Alis de Bom Despacho, desenvolve uma série de
ações para manter a qualidade de ensino para todos os seus alunos e,
especificamente, assegurar ao aluno com deficiência as condições necessárias para
o seu pleno aprendizado.
Considerando as últimas Políticas Nacionais voltadas para o atendimento ao
acadêmico com necessidades especiais e principalmente a partir da leitura do
documento “Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior”, percebeu-se a
necessidade criação do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI, que terá como foco o
atendimento à Educação Inclusiva.
O Núcleo de Acessibilidade na Faculdade Alis de Bom Despacho, deverá prestar o
atendimento educacional especializado (AEE) e compreender a educação especial
de forma transversal em todos os níveis e modalidades de ensino. Para tanto, no
ensino superior faz-se necessário atender a legislação que trata especificamente da
acessibilidade neste nível, conforme tabela a seguir:
Dispositivos legais e
normativos
Constituição Federal/88,
arts. 205, 206 e 208.
Teor dos dispositivos
Legais e normativos
Assegura o direito de todos à educação (art. 205),
tendo como princípio do ensino a igualdade de
condições para o acesso e a permanência na escola
(art. 206, I) e garantindo acesso aos níveis mais
elevados do ensino, da pesquisa e da criação
artística, segundo a capacidade de cada um (art.
208, V).
LDB 9.394/96, cap. IV.
Institui o processo de avaliação das instituições de
educação superior, assim como do rendimento
escolar dos alunos do ensino básico e superior.
Aviso Circular nº 277/96. Apresenta sugestões voltadas para o processo
seletivo para ingresso, recomendando que a
instituição possibilite a flexibilização dos serviços
educacionais e da infraestrutura, bem como a
capacitação de recursos humanos, de modo a
permitir a permanência, com sucesso, de
estudantes com deficiência nos cursos.
Decreto nº 3.956/01.
Promulga a Convenção Interamericana para a
Eliminação de Todas as Formas de Discriminação
contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.
Lei nº 10.436/02.
Reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras)
como meio legal de comunicação e expressão e
outros recursos de expressão a ela associados.
Portaria nº 2.678/02.
Aprova diretrizes e normas para o uso, o ensino, a
Mecânica e a difusão do sistema Braille em todas
as modalidades de ensino, compreendendo o
185
Dispositivos legais e
normativos
ABNT NBR 9.050/04.
Decreto nº 5.296/04.
Decreto nº 5.626/05.
Programa Acessibilidade
ao Ensino Superior.
Incluir/2005
Convenção sobre os
Direitos das Pessoas com
Deficiência (ONU, 2006)
Plano de
Desenvolvimento da
Educação
Teor dos dispositivos
Legais e normativos
projeto da Grafia Braille para a Língua Portuguesa
e a recomendação para o seu uso em todo o
território nacional.
Dispõe sobre a acessibilidade a edificações,
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
Regulamenta as Leis 10.048/2000 e 10.098/2000,
estabelecendo normas gerais e critérios básicos
para o atendimento prioritário a acessibilidade de
pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida. Em seu artigo 24 determina que os
estabelecimentos de ensino de qualquer nível,
etapa ou modalidade, públicos e privados,
proporcionarão condições de acesso e utilização de
todos os seus ambientes ou compartimentos para
pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida, inclusive salas de aula, bibliotecas,
auditórios, ginásios, instalações desportivas,
laboratórios, áreas de lazer e sanitários.
Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que dispõe
sobre o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais
- LIBRAS e estabelece que os sistemas educacionais
devem garantir, obrigatoriamente, o ensino de
LIBRAS em todos os cursos de formação de
professores e de fonoaudiologia e, optativamente,
nos demais cursos de educação superior.
Determina a estruturação de núcleos de
acessibilidade nas instituições federais de
educação superior, que visam eliminar barreiras
físicas, de comunicação e de informação que
restringem a participação e o desenvolvimento
acadêmico e social de estudantes com deficiência.
Assegura o acesso a um sistema educacional
inclusivo em todos os níveis. Define pessoas com
deficiência como aquelas que têm impedimentos
de natureza física, intelectual ou sensorial, os
quais, em interação com diversas barreiras, podem
obstruir sua participação plena e efetiva na
sociedade com as demais pessoas.
O Governo Federal, por meio do MEC, lançou em
2007 o Plano de Desenvolvimento da Educação
(PDE)
com
o
objetivo
de
melhorar
substancialmente a educação oferecida pelas
escolas brasileiras. Reafirmado pela Agenda Social,
o Plano propõe ações nos seguintes eixos, entre
outros: formação de professores para a educação
186
Dispositivos legais e
normativos
Política Nacional de
Educação Especial na
Perspectiva da Educação
Inclusiva (MEC, 2008)
Decreto nº 6.949/09
Decreto nº 7.234/10
Conferências Nacionais
de Educação –
CONEB/2008 e
CONAE/2010
Decreto nº 7.611/11
Teor dos dispositivos
Legais e normativos
especial, acesso e permanência das pessoas com
deficiência na educação superior.
Define a Educação Especial como modalidade
transversal a todos os níveis, etapas e
modalidades, tendo como função disponibilizar
recursos e serviços de acessibilidade e o
atendimento
educacional
especializado,
complementar a formação dos estudantes com
deficiência,
transtornos
globais
do
desenvolvimento
e
altas
habilidades/superdotação.
Ratifica, como Emenda Constitucional, a
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência (ONU, 2006), que assegura o acesso a
um sistema educacional inclusivo em todos os
níveis.
Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência
Estudantil – PNAES. O Programa tem como
finalidade a ampliação das condições de
permanência dos jovens na educação superior
pública federal e, em seu Art. 2º, expressa os
seguintes objetivos: “democratizar as condições de
permanência dos jovens na educação superior
pública federal; minimizar os efeitos das
desigualdades sociais e regionais na permanência
e conclusão da educação superior; reduzir as taxas
de retenção e evasão; e contribuir para a promoção
da inclusão social pela educação”. Ainda, no art. 3o
§ 1o consta que as ações de assistência estudantil
do PNAES deverão ser desenvolvidas em
diferentes áreas, entre elas: “acesso, participação e
aprendizagem de estudantes com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades e superdotação”.
Referendaram a implementação de uma política de
educação inclusiva, o pleno acesso dos estudantes
público alvo da educação especial no ensino
regular, a formação de profissionais da educação
para a inclusão, o fortalecimento da oferta do
Atendimento Educacional Especializado (AEE) e a
implantação de salas de recursos multifuncionais,
garantindo a transformação dos sistemas.
Dispõe sobre o AEE, que prevê, no art. 5º § 2º a
estruturação de núcleos de acessibilidade nas
instituições federais de educação superior, com o
187
Dispositivos legais e
normativos
Diretrizes Curriculares
Nacionais para a
Educação em Direitos
Humanos – Parecer
CNE/CP 8/2012
Referenciais de
Acessibilidade na
Educação Superior e a
Avaliação in Loco do
Sistema Nacional de
Avaliação da Educação
Superior.
Teor dos dispositivos
Legais e normativos
objetivo de eliminar barreiras físicas, de
comunicação e de informação que restringem a
participação e o desenvolvimento acadêmico e
social de estudantes com deficiência.
Recomenda a transversalidade curricular das
temáticas relativas aos direitos humanos. O
Documento define como “princípios da educação
em direitos”: a dignidade humana, a igualdade de
direitos, o reconhecimento e valorização das
diferenças e das diversidades, a laicidade do
Estado,
a
democracia
na
educação,
a
transversalidade, vivência e globalidade, e a
sustentabilidade socioambiental.
Objetiva servir de subsídio para a ação dos
avaliadores acerca de questões pertinentes à
inclusão e à acessibilidade em seus diferentes
níveis, de estudantes com necessidades de
atendimento diferenciado.
Fonte: Brasil (2013, p. 08-11).
Os Dispositivos Legais e Normativos convergem com a necessidade da implantação
de um Núcleo de Educação Inclusiva responsável por ações e registros referentes
às questões de inclusão na Faculdade Alis de Bom Despacho.
A partir deste contexto, surge a necessidade de criação de um Núcleo de Educação
Inclusiva (NEI), a fim de atender aos requisitos legais contribuindo com a inclusão
dos alunos caracterizados como público da Educação Especial.
O Núcleo de Educação Inclusiva (NEI), responsável pelas ações de inclusão, tem
como objetivo garantir a acessibilidade a todos os acadêmicos público da educação
especial, respeitando seu direito de matrícula e permanência com sucesso no
Ensino Superior. Desta forma, planeja, encaminha, acompanha e organiza o
atendimento educacional especializado (AEE), através da adaptação de materiais e
formação continuada para os atores pedagógicos envolvidos com o processo de
ensino e de aprendizagem. A formação continuada relativa à educação inclusiva
ocorre semestralmente e extraordinariamente, nos casos em que houver
necessidade.
Conforme a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva (2008), na Educação Superior, a educação especial, vista sob o princípio
da transversalidade, efetiva-se por meio de ações que promovam o acesso, a
permanência e a participação dos estudantes. Caracterizado como público da
188
educação especial, neste grupo incluem-se os alunos com deficiência, transtornos
globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
REGULAMENTO
Art. 1º - O NÚCLEO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA, vinculado a Diretoria Geral, será
gerenciado por uma equipe multidisciplinar e tem como proposta de estrutura:





Coordenação do Núcleo.
Representante da Coordenação de curso
Representante da CPA.
Representante dos Intérpretes Educacionais.
Representante dos discentes.
Art. 2º - Os representantes são indicados e nomeados pela Diretoria da Instituição
permanecem neste núcleo enquanto ocuparem o respectivo cargo na Faculdade
Alis de Bom Despacho.
Art. 3º - O presente regulamento entrará em vigor a partir de sua aprovação pelo
Comitê de Gestão da Faculdade Alis de Bom Despacho.
189
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