RELATÓRIO DE GESTÃO DEPARTAMENTO NACIONAL Presidente do Conselho Nacional Antônio Oliveira Santos Diretor – Geral do Departamento Nacional Sidney Cunha COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DO SENAC-AP Presidente Eliezir Viterbino da Silva Diretor Regional José Iguarassu Bezerra Monteiro Conselheiros Titular: Miguel Ângelo de Souza Martins Suplente: Marcel Ângelo Sampaio Góes Titular: Adenilson da Silva Caíres Titular: José Feitosa de Oliveira Suplente: Edevaldo Xavier de Oliveira Titular: Francisco Gomes Barriga Neto Suplente: Maria do Perpetuo Socorro A. Pereira Titular: Benedito Francisco das Chagas Góes Suplente: José Valdenes de Oliveira Titular: Edyr Campos Pacheco Suplente: Paulo Roberto de Almeida Uchôa 2 Titular: Joelma de Morais Santos Suplente: Maria do Socorro Alves Fernandes Titular: Emanuel Alves de Moura Suplente: Marialva do Socorro Ramalho de Oliveira Almeida Titular: Aluísio Pires de Oliveira Suplente: Adonaldo Souza da Silva Titular José Maurício Soares Pinheiro Suplente: Amiraldo da Silva Titular Rogério Batista Pantoja Suplente: Irani de Oliveira Nunes Titular: Sandra Amélia Aguiar Figueiredo Suplente: Cleide Gois Ferreira. COMPOSIÇÃO DO DEPARTAMENTO REGIONAL DO SENAC-AP Presidente do Conselho Regional Eliezir Viterbino da Silva Secretaria Executiva – Welton Cardoso da Costa Diretoria Regional – José Iguarassu Bezerra Monteiro Secretaria Geral – Sérgio Cleber de Sá Miranda Júnior Assessoria Jurídica – Julierme Siqueira de Souza Assessoria de Comunicação e Marketing – Glauce da Silva Menezes Comissão Permanente de Licitação – Welton Cardoso da Costa Divisão de Administração e Finanças – Deusiane Lamarão da Silva Coordenadoria de Planejamento e Orçamento – Marlete Pinheiro da Costa Coordenadoria de Gestão de Pessoas – Maria José Gemaque Barbosa Coordenadoria de Tecnologia Informacional – Michel Ângelo Azevedo de Oliveira Coordenadoria de Material e Patrimônio – Elci Brandão da Silva Coordenadoria de Apoio Operacional – Jose Maria Matos dos Santos. 3 Divisão de Educação Profissional – Robenize Jucá Hyacinth Assessoria Técnica – Samírames Tavares da Silva Oliveira Coordenadoria de Projetos especiais - Ana Cristina Rayol Albuquerque Coordenadoria de Aprendizagem Comercial – Francisco Nunes Darmassa Coordenadoria de Atendimento ao Cliente – Andréia Braga Coutinho Coordenadoria Técnico Pedagógica I – Erika Lima Inoue Coordenadoria Técnico Pedagógica II – Obede Ferreira Gadelha Coordenadoria Técnico Pedagógica III – Aline Gracy Santos de Araújo Coordenadoria Técnico Pedagógica IV – Ana Carla da Conceição Ferreira Coordenadoria de Educação a Distância – Raimundo Afonso Matos Pamphylio Unidade operativa Santana Gerente – Geovana Magave da Costa Centro de Educação Profissional em Aprendizagem Comercial Gerente – Ercirlei de Souza Guimarães Ribeiro. 4 APRESENTAÇÃO Os resultados qualitativos e quantitativos aqui relatados formam um retrato do esforço coletivo de todos os colaboradores do Senac-AP que buscou traduzir em ações concretas os objetivos e metas planejados para o ano de 2014. Mesmo num período de incertezas de um ano de eleições gerais para cargos do legislativo e do executivo estadual e federal, cremos ter alcançado com brilho e entusiasmo os propósitos institucionais. Sabemos que a caminhada não se esgota com realizações passadas, portanto, temos claro que o que materializamos no ano aqui destacado servirá como pilares para a permanente reconstrução estratégica da entidade numa evolução crescente, pois as demandas por educação profissional de qualidade para o segmento do comércio de bens, serviços e turismo são incessantes e renovadas. 5 Sumário APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................................................................................................... 5 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA ENTIDADE ............................................................................................................................................. 9 1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada................................................................................................................................................................ 9 1.2 Finalidade e competências institucionais da Entidade. ........................................................................................................................................ 10 1.3 Identificação dos setores da economia abrangidos pela atuação da Entidade...................................................................................................... 12 1.4 Organograma Funcional ....................................................................................................................................................................................... 12 2. PLANEJAMENTOS E RESULTADOS ALCANÇADOS. ................................................................................................................................... 20 2.1. Construção e estrutura do Planejamento Estratégico ........................................................................................................................................... 20 2.2 Estratégias adotadas ............................................................................................................................................................................................. 21 2.3 Demonstração da execução física e financeira ..................................................................................................................................................... 22 2.4 Indicadores de desempenho ................................................................................................................................................................................ 31 3. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E AUTOCONTROLE DA GESTÃO.......................................................................................................... 33 3.1 Informações sobre a estrutura de governança da Entidade .................................................................................................................................. 33 3.2 Atuação da auditoria Interna ................................................................................................................................................................................ 37 3.3 Demonstração das atividades de Correção ........................................................................................................................................................... 37 3.4 Avaliação da qualidade e suficiencia dos controles internos ............................................................................................................................... 37 3.5 Relação de Dirigentes e Conselheiros .................................................................................................................................................................. 40 3.6 Remuneração dos Membros da Dietoria .............................................................................................................................................................. 45 4. PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA ......................................................................................................... 45 4.1 Demonstração da Receita ...................................................................................................................................................................................... 45 4.2 Desempenho da execução Orçamentária da Despesa ........................................................................................................................................... 46 4.3 Informações sobre os Principais Contratos .......................................................................................................................................................... 49 4.4 Contratos para execução de Obras de Engenharia ............................................................................................................................................... 49 4.5 Transferências regulamentares. ............................................................................................................................................................................. 48 5. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS ................................................................ 50 5.1. Estrutura de Pessoal da Unidade .......................................................................................................................................................................... 50 5.2 Terceirização de mão de obra e quadro de estagiários. ......................................................................................................................................... 54 5.3 Medidas Administrativas adotadas em relação à desoneração da folha de pagamento. ....................................................................................... 54 6- GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO. ........................................................................................................................ 55 6.1 Gestão de Veículos ................................................................................................................................................................................................ 55 6.2 Gestão do Patrimônio Imobiliário e imóveis locados de terceiros. ....................................................................................................................... 57 7- GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO............................................................................................................................................. 59 7.1 informações sobre sistemas computacionais diretamente relacionados aos macroprocessos finalísticos e objetivos estratégicos da Instituição 59 6 8 – GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. ................................................................. 60 8.1- Adoção de critérios de sustentabilidade ambiental ............................................................................................................................................. 60 9- ATENDIMENTO DE DEMANDA DE ÓRGÃOS DE CONTROLE ................................................................................................................... 61 9.1 Tratamento das Deliberações em acórdãos do TCU ............................................................................................................................................. 62 9.2 Tratamento das deliberações do Orgão de Controle Interno ................................................................................................................................. 62 9.3 Adoção de medidas administrativas por ocorrência de dano ao erário. ................................................................................................................ 74 10- INFORMAÇÕES CONTÁBEIS .......................................................................................................................................................................... 74 10.1 Adoção de critérios e procedimentos estabelecidos em NBCs .......................................................................................................................... 74 10.2 Demonstrações contábeis conforme Lei nº 4.320/64 e Resolução CFC nº 1.133/2008. (Anexos) ..................................................................... 76 10.3 Relatório da auditoria independente .................................................................................................................................................................... 76 11. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO. ................................................................................. 77 11.1 Medidas adotadas relativas à acessibilidade ....................................................................................................................................................... 77 12. OUTRAS INFROMAÇÕES SOBRE A GESTÃO ............................................................................................................................................... 77 12.1 Outras informações relevantes ............................................................................................................................................................................ 77 7 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A GESTÃO 8 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA ENTIDADE 1. 1 Identificação e Constituição da Entidade Quadro 1.1 – Identificação da UJ – Relatório de Gestão Individual Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério do Trabalho e Emprego Código SIORG: Não aplicável à natureza da UJ Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Administração Regional do Amapá. Denominação abreviada: SENAC/AP. Código SIORG: Não aplicável à Código LOA: Não aplicável à natureza da UJ Código SIAFI: Não aplicável à natureza da UJ natureza da UJ Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo CNPJ: 03.592.977/0001-33 Principal Atividade: Educação profissional para o Setor do Comércio de Bens, Serviços e Código CNAE: 8599699: Outras atividades de ensino não especificadas Turismo. anteriormente. (96) 3214-4101 (96) 3214-4102. Telefones/Fax de Contato E-mail: [email protected] Página na Internet: http://www.ap.senac.br Endereço Postal: Av. Henrique galúcio, 1999, bairro Santa Rita - Macapá-AP - CEP 68900-170 Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Decreto Nº 8.621, de 10 de janeiro de 1946 – Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial e dá outras providências. Decreto nº 61.843, de 5 de dezembro de 1967 – Aprova o Regulamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e dá outras providências, alterado pelo Decreto 5.728 de 16/de março de 2006 e Decreto 6.633 de 05 de novembro de 2008. Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada SENAC.DN. Legislação do Senac. Rio de Janeiro, 2009. 160 p.; Regulamento do Senac; Decretos-Lei; Regimento do Senac; Regimento do Conselho Nacional do Senac; Regimento do Conselho Fiscal do Senac; Operações Imobiliárias / Licitações do Senac. Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Catálogo Nacional de Cursos; Glossário da Educação profissional; Documento das Diretrizes do Programa Senac de Gratuidade. Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não aplicável à natureza da UJ Não aplicável à natureza da UJ Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não aplicável à natureza da UJ Não aplicável à natureza da UJ Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Não se aplica Não se aplica 9 1.2 Finalidade e competências institucionais da Entidade. O Senac foi criado em 10 de janeiro de 1946 pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por meio do Decreto-Lei 8.621. O Decreto 61.843 de 5 de dezembro de 1967, aprovou o regulamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial contendo no capítulo I sua Finalidade e no Capítulo VI, seção II a competência do Departamento Regional, conforme transcrito abaixo: Da finalidade Art. 1º O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), organizado e administrado pela Confederação Nacional do Comércio, nos termos do Decreto-lei nº 8.621 de 16 de janeiro de 1946, tem por objetivo: a) realizar, em escolas ou centros instalados e mantidos pela Instituição, ou sob forma de cooperação, a aprendizagem comercial a que estão obrigadas as empresas de categorias econômicas sob a sua jurisdição, nos termos do dispositivo constitucional e da legislação ordinária. b) orientar, na execução da aprendizagem metódica, as empresas às quais a lei concede essa prerrogativa; c) organizar e manter cursos práticos ou de qualificação para o comerciário adulto; d) promover a divulgação de novos métodos e técnicas de comercialização, assistindo, por esse meio, aos empregadores na elaboração e execução de programas de treinamento de pessoal dos diversos níveis de qualificação; e) assistir, na medida de suas disponibilidades, técnicas e financeiras, às empresas comerciais, no recrutamento, seleção e enquadramento de seu pessoal; f) colaborar na obra de difusão e aperfeiçoamento do ensino comercial de formação e do ensino superior imediata que com ele se relacionar diretamente. Art. 2º A ação do SENAC abrange: a) em geral, o trabalhador no comércio e atividades assemelhadas, e, em especial, o menor aprendiz; b) a empresa comercial e todo o conjunto de serviços auxiliares do comércio; c) a preparação para o comércio. Art. 3º Para a consecução dos seus fins, incumbe ao SENAC: 10 a) organizar os serviços de aprendizagem comercial e de formação, treinamento e adestramento para o comerciário adulto, adequados às necessidades e possibilidades locais, regionais e nacionais, do mercado de trabalho; b) utilizar os recursos educativos e assistenciais existentes tanto públicos, como particulares; c) estabelecer convênios, contratos e acordos com órgãos públicos, profissionais e particulares e agência de organismos internacionais, especialmente de formação profissional e de pesquisas de mercado de trabalho; d) promover quaisquer modalidades de cursos e atividades especializadas de aprendizagem comercial; e) conceder bolsas de estudo, no país e no estrangeiro, ao seu pessoal técnico para formação e aperfeiçoamento; f) contratar técnicos, dentro e fora do território nacional, quando necessários ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de seus serviços; g) participar de congressos técnicos relacionados com suas finalidades; h) realizar, direta ou indiretamente no interesse do desenvolvimento econômico-social do país, estudos e pesquisas sobre as circunstâncias vivenciais dos seus usuários, sobre a eficiência da produção individual e coletiva, sobre aspectos ligados à vida do comerciário e sobre as condições sócioeconômicas da empresa comercial. Do Departamento Regional Art. 26. Ao Departamento Regional (DR) compete: a) executar as medidas necessárias à observância das diretrizes gerais da ação do SENAC na AR, atendido o disposto na letra b do art. 25; b) elaborar e propor ao CR o seu programa de trabalho, ouvindo, previamente, quanto aos aspectos técnicos, o DN; c) ministrar assistência ao CR; d) realizar inquéritos, estudos e pesquisas, diretamente ou através de outras organizações, visando a facilitar a execução do seu programa de trabalho; e) preparar e submeter ao CR a proposta orçamentária, as propostas de retificação dos orçamentos, a prestação de contas e o relatório da AR; f) executar o orçamento da AR; g) programar e executar os demais serviços de administração geral da AR e sugerir medidas tendentes à racionalização de seu sistema administrativo; 11 h) apresentar, mensalmente, ao CR a posição financeira da AR, discriminando os saldos de caixa e de cada banco, separadamente. Art. 27. O Diretor do DR será nomeado pelo Presidente do CR, devendo recair a escolha em pessoa de nacionalidade brasileira, cultura superior e comprovada idoneidade e experiência nas atividades relacionadas com o ensino. § 1º O cargo de Diretor do DR é de confiança do Presidente do CR e incompatível como exercício de mandato em entidade sindical ou civil do comércio. § 2º A dispensa do Diretor, mesmo quando voluntária, impõe a este a obrigação de apresentar, ao CR, relatório administrativo e financeiro dos meses decorridos desde o primeiro dia do exercício em curso. 1.3 Identificação dos setores da economia abrangidos pela atuação da Entidade. O Senac tem o setor de terciário como um todo a missão de atender com seus produtos e serviços de educação profissional. Com isso, relaciona-se e atende as empresas do comércio varejista e atacadista em seus diversos segmentos, desde gêneros alimentícios a venda de bens duráveis. Outro segmento abrangido, diz respeito às empresas de prestação de serviços como bares, restaurantes e hotéis. Além das empresas do comércio de bens, serviços e turismo, o Senac tem atuado junto aos sindicatos patronais e laborais ligados ao comércio no fito de colaborar com seu desenvolvimento e cumprimento de suas missões institucionais através da oferta de educação profissional atinente as necessidades de mercado, mais escolas públicas e privadas, além de associações de bairro ou comunidade e, por fim, estabelecido parcerias com órgãos da administração pública federal, estadual e municipal. 1.4 Organograma Funcional 12 Organograma Funcional 13 PRESIDÊNCIA A Presidência é o órgão responsável pela superintendência da Administração do Senac no Estado do Amapá, nos termos do disposto no Regimento Interno do Conselho Regional. À Presidência subordinam-se diretamente os seguintes órgãos: • Secretaria Executiva: com atribuições especificas de secretariar os trabalhos da Presidência no exercício de suas competências deliberativas e executivas, junto ao Conselho Regional e ao Departamento Regional, respectivamente. Responsável: Welton Cardoso da Costa – Nomeação em: 01/08/2010. • Consultoria Técnica: com atribuições de prestar consultoria em qualquer área do conhecimento cujo âmbito de aplicação interesse ao atingimento das necessidades institucionais do Senac/AP. [cargo não ocupado] • Assessoria Especial da Presidência: com atribuições de assessorar a Presidência do Conselho Regional em questões cujo âmbito de aplicação seja de tal forma abrangente, independentemente da área do conhecimento. [cargo não ocupado] ÓRGÃO DE DIREÇÃO EXECUTIVA DIRETORIA REGIONAL A Diretoria Regional é o órgão de direção responsável pela administração executiva do Departamento Regional, competindo-lhe: dirigir os órgãos integrantes do Departamento Regional; promover a elaboração do Plano de Trabalho e encaminhá-lo ao Conselho Regional para aprovação; assessorar o Conselho Regional na definição de diretrizes e políticas de atuação do Departamento Regional e coordenar sua realização; fazer cumprir os princípios e normas definidas nos instrumentos de organização e funcionamento do Departamento Regional; delegar poderes e responsabilidades específicas aos Diretores; submeter ao Presidente do Conselho Regional o Orçamento-Programa, o Retificativo Orçamentário, o Programa de Trabalho e Relatório Anual de Gestão para aprovação; manter e estimular relações de cooperação com instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, em assuntos de interesse do Departamento Regional; definir, em conjunto com o Presidente do Conselho Regional, as diretrizes básicas para política de gestão dos Recursos Humanos, inclusive no que se refere à política de pessoal; praticar atos relativos à administração patrimonial e financeira, inclusive ordenar despesas e autorizar pagamentos, no limite de sua competência; propor ao Presidente do Conselho a nomeação de titulares para cargos e funções de confiança, bem como de substitutos em suas ausências e impedimentos eventuais; despachar com o Presidente do Conselho Regional assuntos que dependam de sua decisão; representar institucional, judicial e extrajudicialmente o Departamento Regional, em conjunto com o Presidente, ou, isoladamente, por determinação deste; designar prepostos para representar o Departamento Regional em questões judiciais e extrajudiciais; providenciar a execução das deliberações do Conselho Regional; manter o Presidente do Conselho Regional informado sobre as ações do Departamento Regional, por meio de relatórios gerenciais de desempenho; determinar a instauração de sindicâncias e processos administrativos; desempenhar, enfim, quaisquer outras atribuições que decorram do regular desempenho de suas atribuições ou que lhe sejam determinadas pelo Presidente do Conselho Regional. Responsável: José Iguarassu Bezerra Monteiro – Nomeação em: 01/03/2000. 14 À Diretoria Regional estão subordinados os seguintes órgãos: • Secretaria Geral: com atribuições especificas de secretariar os trabalhos do Diretor Regional no exercício do cargo; coordenar os trabalhos do Setor de Protocolo Geral em todas as suas fases. Responsável: Sérgio Cleber de Sá Miranda Júnior – Nomeação em:01/05/2012 • Assessoria Jurídica: com atribuições de prestar assessoramento em todo e qualquer assunto de natureza jurídica que seja do interesse da Administração Regional, em qualquer área do direito. Responsável: Julierme Siqueira de Souza – Nomeação em: 23/01/2012 • Assessoria de Comunicação e Marketing: que tem como atribuições prestar assessoramento, planejar, orientar e controlar a execução das ações relativas à promoção da imagem do Senac/AP e a política interna e externa de comunicação da Administração Regional. Responsável: Glauce da Silva Menezes – Nomeação em: 01/08/2010 • Comissão Permanente de Licitação: com atribuições de realizar todos os atos inerentes aos procedimentos licitatórios, sob qualquer modalidade, com observância, em todas as suas fases, das disposições legais e regulamentares aplicáveis aos procedimentos dessa natureza no âmbito da Administração Regional. Responsável: Welton Cardoso da Costa – Nomeação em: 06/03/2013 ÓRGÃOS DE DIREÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS A Divisão de Administração e Finanças é o órgão responsável pelas atividades administrativas e financeiras da Administração Regional, competindo-lhe dirigir, planejar, controlar e avaliar as atividades, desenvolvidas por seus órgãos subordinados, relativas à licitações sob qualquer modalidade, tecnologia da informação, compras e contratos, almoxarifado, patrimônio, manutenção, transportes, contabilidade e finanças e gestão de pessoas; organizar e apresentar ao Diretor Regional a prestação de contas anual para os fins de direito; promover estudos para aprimorar os trabalhos em sua área de competência; autorizar a realização de despesas do Departamento Regional, observados os limites orçamentários fixados e as normas aplicáveis à espécie; executar outras atividades correlatas ou que lhe venham a ser expressamente atribuídas. Responsável: Deusiane Lamarão da Silva – Nomeação em: 15/04/2011 À Divisão de Administração e Finanças estão subordinados os seguintes órgãos: • Assessoria Técnica: com atribuições de prestar assessoria em qualquer área do conhecimento, cujo âmbito de aplicação interesse ao atingimento das necessidades institucionais do Senac/AP. [cargo não ocupado] • Coordenadoria de Gestão de Pessoas: com atribuições de coordenar, planejar, orientar e controlar a execução de toda e qualquer ação administrativa relativa à pessoal, inclusive qualificação e capacitação; propor políticas e diretrizes referentes ao recrutamento, seleção e a integração do pessoal do quadro do Departamento Regional; levantar necessidades, identificar ofertas e promover ações de capacitação técnica, 15 administrativa e gerencial do pessoal do Departamento Regional, em conjunto com os demais órgãos, avaliando os seus efeitos e propondo as adequações necessárias; desenvolver sistemas de avaliação de pessoal e apoiar sua implantação, mediante a atuação dos seguintes órgãos: Setor de Pessoal; Setor de Desenvolvimento Técnico. Responsável: Maria José Gemaque Barbosa – Nomeação em: 01/08/2010 • Coordenadoria de Planejamento e Orçamento: que tem como atribuições coordenar, planejar, orientar e acompanhar a elaboração e consolidar os Planos, Programas de Trabalho e Orçamento-Programa do Departamento Regional; acompanhar sistematicamente, junto aos titulares das diversas unidades os procedimentos técnicos administrativos praticados, propondo ajustes que possibilitem ampliação dos níveis de eficiência e eficácia das atividades; consolidar manuais de procedimentos e rotinas administrativas; manter atualizados os indicadores de resultados da ação do SENAC/AP. Responsável: Marlete Pinheiro da Costa – Nomeação em: 15/04/2011 • Coordenadoria de Material e Patrimônio: com atribuições de coordenar, planejar, orientar e controlar a execução de toda e qualquer ação administrativa relativa à guarda, controle, distribuição, alienação e locação de bens patrimoniais e de consumo, mediante atuação dos seguintes órgãos: Setor de Compras e Contratos, Setor de Almoxarifado e Setor de Patrimônio. Responsável: Elci Brandão da Silva – Nomeação em: 01/04/2013 • Coordenadoria de Tecnologia Informacional: planejar e coordenar as atividades voltadas ao provimento de disponibilidade, qualidade, integridade e adequado dimensionamento da infra-estrutura da rede de computadores do Senac Amapá, de forma contínua e ininterrupta; prover suporte técnico aos softwares básicos e equipamentos voltados à tecnologia da informação; coordenar as ações que garantam a proteção e segurança dos dados corporativos; participar da definição de hardware voltado para o suporte aos sistemas de informação; gerenciar a alocação de equipamentos aos usuários, conciliando a disponibilidade e a demanda dos mesmos; prospectar produtos e serviços de tecnologia da informação visando a otimização de processos e rotinas de trabalho; coordenar projetos ou programas especiais de tecnologia da informação; acompanhar a implantação de novos sistemas; desenvolver e operacionalizar os planos de contingência de sistemas; coordenar a equipe de colaboradores lotados no Setor de Informática. Responsável: Michel Ângelo Azevedo de Oliveira – Nomeação em: 01/08/2010 • Coordenadoria de Apoio Operacional: com atribuições de coordenar, planejar, orientar e controlar a execução de toda e qualquer ação administrativa relacionada à guarda, conservação e controle dos bens e dos ambientes físicos do Departamento Regional, inclusive no que respeita aos serviços transporte, mediante a atuação do seguinte órgão: Setor de Conservação, Zeladoria e Transporte. Responsável: José Maria Matos dos Santos – Nomeação em: 01/04/2013 16 DIVISÃO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL A Divisão de Educação Profissional é o órgão responsável por dirigir, planejar, avaliar e orientar o desenvolvimento e a execução das atividades de Educação; participar da elaboração do Plano de Trabalho Anual, do Orçamento Programa e de suas retificações e do Relatório Anual de Gestão; estabelecer, juntamente com a Direção Regional, as estratégias e metas de Educação Profissional que caracterizam os objetivos e as prioridades do Departamento Regional; coordenar a política de Educação Profissional do Departamento Regional, propondo estudos de oportunidades e novas estratégias de ação e desenvolvimento; participar do planejamento, administração e coordenação da programação e da execução e acompanhamento das atividades de Educação Profissional; estabelecer sistemática de acompanhamento, controle, avaliação e aperfeiçoamento do processo de Educação Profissional; coordenar a elaboração e a execução dos projetos especiais de Educação Profissional; propor e participar do processo de seleção e desenvolvimento dos recursos humanos da Divisão; manter atualizadas as informações sobre a legislação educacional e profissional, zelando pela observância dos dispositivos legais e regulamentares de ensino; analisar as caracterizações ocupacionais, elaborando itinerários formativos, para definição da programação de Educação Profissional adequada aos diversos ramos do comércio de bens e serviços, turismo e saúde; prestar, à Direção Regional, assistência em acordos, convênios e termos de cooperação firmados pela Instituição, relativos à Educação Profissional; fornecer subsídios referentes à Educação Profissional para a elaboração do planejamento do Departamento Regional; acompanhar a atualização dos dados de produção e a introdução desses nos Sistemas de Registros nacionalmente instituídos; exercer outras atribuições que lhe sejam próprias. Responsável: Robenize Jucá Hyacinth – Nomeação em: 02/08/2010 À Divisão de Educação Profissional estão subordinados os seguintes órgãos: Assessoria Técnica: com atribuições de prestar assessoria em qualquer área do conhecimento, cujo âmbito de aplicação interesse ao atingimento das necessidades institucionais do Senac/AP. Responsável: Samírames Tavares da Silva Oliveira – Nomeação em: 01/03/2012 Coordenadoria de Projetos Especiais: com atribuições de coordenar, avaliar e controlar as ações relativas aos projetos especiais vinculados à educação profissional (PSG, PRONATEC, dentre outros); Planejar e acompanhar a execução da oferta de cursos em conjunto com as coordenadorias Técnico Pedagógicas e demandantes de instituições públicas ou privadas; Participar de negociação da oferta de cursos com demandantes e parceiros de instituições públicas ou privadas, incluindo a eventual cessão de espaços físicos adequados para a realização dos cursos pactuados; Coordenar o registro da oferta de vagas em sistema informacionais específicos, quando houver; Monitorar o Cadastro de alunos nos Sistema Escolar do Senac e do demandante, em conjunto com a Coordenadoria de Atendimento ao Cliente - COAC; Solicitar os pagamentos ou outras concessões de auxílios firmados nos contratos com os demandantes de instituições públicas ou privadas, com base em sistema de informação próprio do Programa; Solicitar a contratação de seguro de vida para os alunos quando previsto em contrato; Acompanhar os lançamentos de frequências nos sistemas de gestão escolar do Senac e do demandante, caso houver; Acompanhar o processo de matricula dos programas especiais em articulação com a Coordenadoria de Atendimento ao Cliente; Participar da elaboração do Plano Anual da Administração Regional (PAAR), do Orçamento Programa e de suas retificações e dos relatórios anuais e parciais da Administração Regional (AR); Participar juntamente com os Gerentes das Unidades Operativas de Educação 17 Profissional, do processo de definição das programações anuais; Acompanhar a execução da programação anual executados pelas Unidades Operativas de Educação Profissional; Praticar, no mais, todos os atos que sejam próprios do desempenho de suas atribuições regulares. Responsável: Ana Cristina Rayol Albuquerque – Nomeação em: 03/03/2014 Coordenadoria de Aprendizagem Comercial: com atribuições de coordenar, planejar, avaliar e controlar a execução das ações voltadas para a aprendizagem comercial; participar da elaboração do Plano Anual da Administração Regional (PAAR), do Orçamento Programa e de suas retificações e dos relatórios anuais e parciais da Administração Regional (AR); participar da seleção de candidatos a instrutores, em conformidade com a natureza e a especificidade das competências a serem desenvolvidas pelo profissional a ser contratado; coordenar a elaboração de planos de cursos relacionados aos segmentos do comércio de bens, serviços e turismo; colaborar nos eventos de natureza sócio comunitária, no âmbito do Departamento Regional (DR); promover reuniões para estudos voltados às áreas de conhecimento, visando o desenvolvimento da equipe docente e pedagógica do Programa de Aprendizagem Comercial; elaborar a proposta de planejamento e o desenvolvimento de programações de Educação Continuada para os docentes, responsáveis técnicos e responsáveis pelo acompanhamento pedagógico de programa de Aprendizagem Comercial; propor e estimular eventos de enriquecimento curricular para o aluno, no intuito de aproximá-lo do mercado de trabalho; coordenar, com a participação dos Unidades Operativas de Educação Profissional, o processo de definição das programações anuais; acompanhar a execução da programação anual executados pelos Unidades Operativas de Educação Profissional; analisar e propor a aquisição e a distribuição de material didático elaborado e editado pelo Departamento Nacional, Departamentos Regionais e outras fontes; pesquisar e propor novas tecnologias, metodologias, procedimentos didáticos e recursos para o Programa de Aprendizagem Comercial; acompanhar o desenvolvimento da prática dos Aprendizes nas Empresas; providenciar e encaminhar documentos e relatórios referentes ao processo de Aprendizagem às Empresas e Superintendência Regional do Trabalho – SRT (matricula, contrato, demissões, frequência); atender e encaminhar os Aprendizes e Empresas nas particularidades do Programa de Aprendizagem. Responsável: Francisco Nunes Darmassa – Nomeação em: 01/06/2014 Coordenadoria de Atendimento ao Cliente: com atribuições de coordenar, planejar, orientar e controlar a execução das atividades desenvolvidas no âmbito dos seguintes órgãos subordinados: Setor de Atendimento ao Cliente I, Setor de Registro de Produção, Setor de Banco de Oportunidades. Responsável: Andréia Braga Coutinho– Nomeação em: 01/06/2012 Coordenadoria Técnico Pedagógica I, II, III e IV: às quais compete coordenar, planejar, avaliar, controlar e desenvolver ações educativas destinadas às competências necessárias à inserção e permanência das pessoas na vida produtiva, no setor de comércio de bens, serviço e turismo, tendo como premissas a organização por eixos tecnológicos, possibilitando a construção de diferentes itinerários formativos; desenvolver ações de educação profissional por meio de cursos ou programas de formação inicial e continuada ou qualificação profissional e de educação profissional técnica de nível médio, além de ações extensivas e complementares à educação profissional, sendo, ainda, responsáveis pelo gerenciamento dos diversos Segmentos e Eixos Tecnológicos, cabendo a cada qual os Segmentos que lhes forem instituídos em ato próprio do Presidente do Conselho Regional; participar da elaboração do Plano de Ação da Administração Regional (PAAR), do Orçamento Programa e de suas retificações e do Relatório Anual da Administração Regional (AR); participar do processo de negociação das programações de Educação Profissional junto às empresas, buscando a 18 formalização de parcerias; participar do processo de definição e elaboração de programações e currículos de cursos e de precificação; coordenar o processo de elaboração do planejamento das ações pedagógicas no âmbito dos Centros de Educação Profissional; participar de reuniões e encontros relativos ao planejamento, ao desenvolvimento organizacional e à Educação Profissional; assegurar assistência aos cursos e a outras programações, inclusive no que respeita ao material instrucional necessário, zelando pela qualidade, eficiência e eficácia dos processos de ensino e aprendizagem; promover a implantação de projetos especiais, em articulação com a Divisão de Educação Profissional; participar do planejamento e organização da programação e do acompanhamento dos estágios supervisionados, nos cursos em que esses sejam obrigatórios, em articulação com a Divisão de Educação Profissional; articular-se com a comunidade local, buscando identificar alternativas de viabilização das programações de Educação Profissional; planejar e desenvolver ações voltadas à informação, à orientação profissional e ao mercado; propor e promover programações inovadoras, atualizando e aperfeiçoando as ações de Educação Profissional; propor e adotar experiências pedagógicas para a melhoria da qualidade das ações de Educação Profissional; propor a realização de reformas nos ambientes físicos dos Centros de Educação Profissional; articular-se com a coordenação de cada Centro de Educação Profissional, participando da orientação educacional e administrativa dos servidores daquelas unidades; propor e ou proceder à divulgação da programação das ações de Educação Profissional, em conjunto com a Assessoria de Comunicação e Marketing. Responsável Técnico Pedagógica I: Erika Lima Inoue – Nomeação em: 13/10/2011 Responsável Técnico Pedagógica II: Obede Ferreira Gadelha– Nomeação em: 01/02/2013 Responsável Técnico Pedagógica III: Aline Gracy Santos de Araújo – Nomeação em: 01/08/2010 Responsável Técnico Pedagógica IV: Ana Carla da Conceição Ferreira – Nomeação em: 09/12/2014 Coordenadoria de Educação à Distância: com atribuições de coordenar, planejar, avaliar e controlar a execução das ações de educação à distância do SENAC/AP; participar da elaboração do Plano de Ação da Administração Regional (PAAR), do Orçamento Programa e de suas retificações e do relatório Anual da Administração Regional(AR); participar das reuniões locais sobre estudo de documentos institucionais; planejamento de programações; reuniões culturais, sociais e ordinárias que envolvem EAD/DEP/DR; participar de reuniões promovidas pelo CEAD/DN no Conselho Superior da Gestão da Rede EAD/SENAC, reuniões de planejamento da Rede EAD/SENAC, bem como as reuniões ordinárias anuais dos Gerentes de EAD; coordenar localmente a Rede SESC-SENAC de Teleconferência e Sintonia SESC/SENAC; promover reuniões de planejamento, avaliação, revisão e análise de material instrucional; elaborar programação bimestral para cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores e semestrais para os de Especialização e Extensão; processar matrículas de alunos e controlar toda a sua documentação escolar; expedir certificação de formação inicial e continuada de trabalhadores e expedir e assinar históricos e diplomas de Especialização e Extensão; coordenar a elaboração de planos de cursos relacionados à modalidade EAD; encaminhar mensalmente a Diretoria Regional, Diretoria de Educação Profissional e Diretoria Administrativa e Financeira relatórios, quadro de produção, boletim financeiro; redigir atas dos momentos presenciais dos cursos de pós-graduação; propor a contratação de tutores para as atividades docentes do CEAD; acompanhar o trabalho de tutores, coordenadores pedagógicos, secretaria acadêmica, visando à qualidade dos cursos ofertados, tem como órgão órgãos subordinados: Setor de Atendimento ao Cliente II. Responsável: Raimundo Afonso Pamphylio – Nomeação em: 01/08/2014 19 2. PLANEJAMENTOS E RESULTADOS ALCANÇADOS. O processo de construção do Planejamento Estratégico do Senac 2011-2015 foi realizado com a colaboração de todo o Sistema Senac. Os trabalhos para a elaboração foram iniciados pelo Departamento Nacional (DN) em janeiro de 2010, uma equipe multidisciplinar formada pelas áreas de Planejamento, Comunicação e Marketing, realizou uma serie de trabalhos e posteriormente compartilhou com todos os 27 Departamentos Regionais. Elaborada de forma flexível e com base na revisão do planejamento estratégico anterior (2006-2010), a proposta inicial foi apresentada na reunião de Diretores do Senac, além do debate que se deu no encontro, os diretores receberam um documento para analise em seus regionais. Com base nas sugestões enviadas, o DN consolidou um documento-base que foi apresentado no encontro de planejamento, realizado durante 03 dias, em abril de 2010, no Rio de Janeiro, com técnicos do planejamento, Comunicação, Marketing, Educação, finanças e contabilidade de todo o sistema Senac, com o apoio de uma empresa contratada para a condução do processo. 2.1. Estrutura do Planejamento Estratégico Em 2011, o Senac Nacional lançou com a aprovação dos regionais, o Planejamento Estratégico 2011-2015, o qual norteia a atuação dos demais regionais. O DR/AP não possui seu documento específico, seguindo os objetivos estratégicos do Senac Nacional conforme a seguir: Objetivos Estratégicos Missão Educar para o trabalho em atividades do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Visão 2011-2015 O Senac consolidará, até 2015, a sua posição como referência brasileira em educação para o trabalho, consolidando ações mercadológicas e de promoção social. Princípios (valores e crenças) • Transparências nos relacionamentos • Comprometimento com a sociedade • Inovação em tecnologia educacional • Excelência nos produtos e serviços Fatores Críticos de Sucesso • Desenvolver ações de promoção social 20 • Aprimorar o relacionamento com os diversos segmentos do mercado, em especial com os maiores contribuintes institucionais, para melhor atender às demandas • Aprimorar as competências técnicas dos colaboradores e parceiros • Participar das políticas públicas em educação profissional • Ampliar as parcerias nacionais e internacionais • Aumentar a geração de receita • Dar maior visibilidade à marca • Aprimorar os processos de gestão com foco na redução de custos • Investir em inovação • Intensificar a produção e a disseminação do conhecimento • Intensificar as ações de integração do Sistema Senac • Medir a eficiência e a eficácia da organização, a qualidade e a efetividade das ações institucionais. • Fomentar a gestão participativa 2.2 Estratégias adotadas Para 2014, o DR/AP planejou metas para os seus programas de atuação e programação comercializada para a comunidade em geral, num total de 10.400 vagas. No entanto, a não execução da maioria das vagas ofertadas pelo Pronatec, em decorrência do Ministério da Educação não ter aprovado a oferta, também não atingiu-se a meta total, mas, houve um esforço para a realização de cursos em contratos e parcerias, assim como PSG e programação comercializada, para que a execução física de matrículas não ficasse tão prejudicada no final do exercício, e o resultado deficitário foi realmente amenizado. 21 2.3 Demonstrações da execução física e financeira 2.3.1 Metas de Matrículas e de Atendimentos Tabela 01 – Meta de atendimento Item Matrículas de Educação Profissional Ações Extensivas à Educação Profissional Ações Complementares à Educação Profissional Carga Horária Efetiva Geral Número de Turmas - Geral Municípios a Serem Atendidos Matrícula Geral do PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE Matrículas do PSG – Aprendizagem Matrículas do PSG – Programas Instrumentais; Capacitação; Habilitação Técnica; e Especialização Técnica. Carga Horária Efetiva – Programa Senac de Gratuidade Matrícula Geral do PRONATEC Matrículas do Pronatec – Programas Instrumentais; Capacitação; Habilitação Técnica Carga Horária Efetiva – Pronatec Fonte: Divisão de Educação Profissional Previsto 10.400 3.500 500 2.290.118 446 10 4.023 741 3.282 1.176.444 5.159 5.159 1.112.700 Realizado *9.137 3.860 633 5.048.692 *433 ***8 4.390 **667 3.723 1.736.252 ***2.585 ***2.585 1.543.308 *Meta geral não atingida: devido falta justificativas abaixo sobre PSG e Pronatec; *Meta não atingida Aprendizagem: as vagas foram ofertadas. No entanto, não houve demanda suficiente por parte das empresas de Macapá e Santana. ***Meta não atingida turmas: devido a não aprovação da oferta Pronatec pelo MEC ***Meta não atingida Pronatec: houve aprovação de oferta pelos demandantes locais, não houve aprovação das vagas pelo MEC. 22 Tabela 02 – Meta de atendimento Cursos de Educação Profissionais x Níveis Tipos de Cursos Natureza Previsto Aprendizagem 741 667 7.433 **5.677 Aperfeiçoamento 445 945 Programas Socioprofissionais 217 449 Programas Socioculturais 200 ***100 Programas Instrumentais 872 ****851 Capacitação Formação Inicial e Continuada Qualificação Técnica Educação Profissional Técnica de Nível Médio Habilitação Técnica Especialização Técnica Educação Superior Total Realizado 0 432 0 492 60 378 ****448 70 Pós – Graduação Extensão 0 0 10.400 9.137 Fonte: Divisão de Educação Profissional *Meta não atingida Aprendizagem: as vagas foram ofertadas. No entanto, não houve demanda suficiente por parte das empresas de Macapá e Santana. **Meta não atingida: devido a não aprovação da oferta Pronatec pelo MEC, cuja maioria seria de capacitação; ***Meta não atingida: devido a falta de demanda na programação de venda em geral; ****Meta não atingida: vagas ofertadas, mas nem todas foram preenchidas; 23 Tabela 03 – Meta de Matrículas: Eixos Tecnológicos Previsto Eixos Tecnológicos /Segmentos Ambiente, Saúde e Segurança Desenvolvimento Educacional e Social Gestão e Negócios Turismo, Hospitalidade e Lazer Informação e Comunicação Infraestrutura Produção Cultural e Design Recursos Naturais Produção Alimentícia Segurança Total Fonte: Divisão de Educação Profissional *Metas não atingidas: devido a não aprovação das vagas Pronatec pelo MEC. Realizado 1.996 830 4.328 970 1.069 606 551 0 25 25 10.400 *1.732 *617 *3.871 *827 1.249 *416 *362 0 43 **20 *9.137 Tabela 04 – Modalidade de Ensino Item Previsto Unidade Móvel Senac Sede Senac Santana Senac Cepac Total Realizado 2.061 5.046 2.201 1.092 10.400 **1.374 **4.831 **1.673 1.259 9.137 Fonte: Divisão de Educação Profissional **Metas não atingidas: devido a não aprovação das vagas Pronatec pelo MEC. Tabela 05 – Meta de Atendimento Ações Extensivas à Educação Profissional Item Palestras, seminários, conferências, simpósios e eventos similares; Concursos, desfiles, festivais, exposições, feiras de produtos e equipamentos; Campanhas e outros eventos de caráter sócio-profissional e cultural; Produção e Veiculação de Programas de Televisão e Rádio; Teleconferência; Assessoria e consultoria. Total Fonte: Divisão de Educação Profissional Previsto Realizado 3.500 3.860 3.500 3.860 24 Tabela 06 – Meta de Atendimento Ações Complementares à Educação Profissional Item Encaminhamento e Acompanhamento de Egressos no Mercado de Trabalho; Pesquisas, análises e outros estudos; Produção de material didático. Total Fonte: Divisão de Educação Profissional Previsto Realizado 500 633 500 633 2.3.2 Responsabilidades Institucionais 2.3.2.1 Competência Institucional O Programa de Aprendizagem Comercial é considerado um Programa estratégico e prioritário para o Sistema Senac, por ter caráter social de inclusão e fazer parte da própria criação do Senac, que sempre priorizou o atendimento à juventude. O programa foi iniciado em 1946, em âmbito nacional, para atender jovens encaminhados pelas empresas do setor do comércio de bens, serviços e turismo. A Aprendizagem é regulada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e, passou por um processo de modernização com a promulgação das Leis 10.097, de 19/12/2000, 11.180, de 23/09/2005, e 11.788, de 25/09/2008. De acordo com a legislação “O Aprendiz é o jovem com idade entre 14 e 24 anos incompletos, matriculado em curso de aprendizagem profissional e admitido por estabelecimentos de qualquer natureza que possuam empregados regidos pela CLT”. Em cumprimento à responsabilidade institucional, em 2014, o Senac Amapá deu início a 22 (vinte e duas) turmas de Aprendizagem Comercial, com a oferta dos cursos: Aprendizagem comercial em Serviços de Supermercados, Aprendizagem comercial em Serviços de Vendas, e Aprendizagem comercial em Serviços Administrativos. Foram efetivadas 667 matrículas. 2.3.2.2 Programas e Ações Sociais Sempre pautado na oferta de oportunidades, o Senac Amapá continuou o cumprimento do Acordo com o Governo Federal e executou o Programa Senac de Gratuidade, o Pronatec, assim como, cursos com instituições públicas, privadas, e de caráter social ou de representação de classes. A seguir, o detalhamento dos atendimentos: 2.3.2.2.1 PSG (Programa Senac de Gratuidade) O Programa é realizado conforme estabelecido no Protocolo de Gratuidade assinado em 22 de julho de 2008 entre o Senac e o governo federal, ratificado pelo Decreto 6.333 de 05 de novembro de 2008 e pelo documento Diretrizes do PSG Senac. Tendo como base o percentual de 66,67% de investimento da receita compulsória local. Em 2014, foram realizadas 4.390 matrículas, para cursos de Aprendizagem, Capacitação, Instrumentais, Habilitação e Especialização Técnica de Nível Médio, ofertados através de Processos de Seleção. 25 2.3.2.2.2 PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico em Emprego) O ano de 2014 foi o quarto ano de atendimento ao Programa Pronatec. Foram atendidos alunos do Ensino Médio, trabalhadores em processo de reabilitação pelo INSS, beneficiários de assentamento agrícolas, e beneficiários do Programa Bolsa Família. Foram atendidos os municípios de: Macapá, Santana, Laranjal do Jarí, Vitória do Jarí, Porto Grande, Mazagão, Ferreira Gomes, e Calçoene. Foram realizadas 2.585 matrículas, para cursos de Capacitação, Instrumentais e de Habilitação Técnica de Nível Médio, ofertados através da parceria com os demandantes locais, do governo federal, os quais são responsáveis pelo encaminhamento da demanda. 2.3.2.2.3 Programa Senac de Acessibilidade O Sistema Senac criou o Programa Senac de Acessibilidade, com o objetivo de ampliar e proporcionar atendimentos cada vez mais específicos às pessoas com deficiência. Em 2014, no Senac Amapá, foram realizadas 148 matrículas em cursos diversos ofertados pela instituição, oportunizando a inclusão de pessoas com deficiência em turmas comuns. Para tanto foram feitos investimentos em material didático e contratação de Interpretes de Libras para atendimento de surdos. 2.3.2.2.4 Ação Sociocomunitária O Senac participa de Ações Sociais realizadas por diversos segmentos da sociedade. Em 2014, destacam-se 03 parcerias estratégicas: SESC Verão 332 cortes de cabelo; Ação Global, 208 cortes de cabelo; Ação de saúde Unidade Básica de Saúde, 90 testes de glicemia e verificação de pressão arterial. Os atendimentos são realizados pelos alunos, cuja prática, representa oportunidade de mais conhecimento e habilidade na profissão que irão atuar. 2.3.2.2.5 Ação para a Juventude A Coordenadoria de Aprendizagem Comercial realizou o evento Palestra de Comportamento e Ética, com explanação sobre o comportamento e a postura do trabalhador dentro da empresa, e orientações para o mercado de trabalho. O evento contou com a participação de mais de 160 Aprendizes de Macapá e Santana. 2.3.2.2.6 Evento Pedagógico A Divisão de Educação Profissional realizou Encontro Pedagógico, destinado principalmente a equipe de coordenadores pedagógicos e instrutores da instituição. O evento ocorreu nos dias 06 e 07/03/14, com amplo debate sobre o tema “Gestão de Sala de Aula”. 2.3.2.2.7 Cursos In Company. Destacamos a parceria com o SEBRAE e a empresa Norte Cosméticos para a realização do Aperfeiçoamento Para Cabeleireiros, num total de 45 profissionais do Estado. 26 2.3.2.2.8 Banco de Oportunidades Através do trabalho desenvolvido pelo Setor de Banco de Oportunidades, o Senac/AP vem ampliando o atendimento às necessidades das empresas, com o encaminhamento de alunos para participarem da seleção das mesmas. Em 2014 foram realizados 633 atendimentos. Também, foram realizadas Palestras de orientação ao mercado de trabalho aos alunos egressos cadastrados, para melhor atenderem as expectativas das empresas 2.3.2.2.9 Prêmios, Eventos e Reconhecimento Certificado de Reconhecimento • Do Banco de Leite Humano, pela participação do Senac em adesão às atividades e campanha referente a Semana de Amamentação. 2.3.2.2.10 Parceria Destacamos a parceria com o SINDBAR para a realização de Palestra Boas Práticas na Manipulação de Alimentos, destinada a 41 profissionais da área de alimentos e bebidas do Estado do Amapá, como forma de contribuir para a melhoria dos serviços prestados no segmento. 2.3.2.2.11 Fomente ao Empreendedorismo Destacamos a realização do Bazar de Moda e Artes com alunos do segmento Artes, com exposição, organização e comercialização de vestuários e peças de artesanato. 2.3.2.2.12 Olimpíada do Conhecimento Evento de porte nacional realizado pelo SENAI e SENAC, com a participação de competidores de todos os estados. O Senac Amapá, participou na Ocupação Técnico em Enfermagem, cujo processo se deu com a preparação de uma Competidora aluna egressa do curso Técnico em Enfermagem, a qual foi premiada com Medalha de Excelência e Medalha de melhor competidora do Estado do Amapá. 2.3.2.2.13 Evento 40 anos do Senac Amapá: para comemorar e registrar o valoroso trabalho desenvolvido pela Instituição ao longo de seus 40 anos, foi realizado na manhã do dia 9 de dezembro de 2014, uma sessão solene na Assembleia Legislativa Amapá- ALAP, que contou com a presença de conselheiros, funcionários e estudantes do Senac Amapá, além de parlamentares e autoridades locais. Em continuidade as comemorações, a Instituição realizou uma grande ação social no CEP Macapá. A programação iniciou na manhã do dia 15 de dezembro, ao som da canção do Estado entoada pela Banda do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM AP ), e durante o dia todo, alunos, funcionários, conselheiros, diretores e população em geral, tiveram acesso a exposições, serviços como corte de cabelo, medição de pressão arterial, serviços de beleza, palestras, oficinas e atrações culturais. 2.3.2.2.14 Educação Corporativa Em 2014, Senac/AP continuou o investimento em oportunidades de cursos e eventos para a qualificação de seus colaboradores, com o objetivo de manter a equipe motivada e preparada para os desafios e necessidades oriundos do processo de execução da educação profissional: • Treinamento Para Membros da CIPA, 20h, 08 participantes. 27 • • • • • • • Cursos Presenciais realizados na Instituição, com participação de 34 colaboradores; Cursos da Educação a Distância realizados na instituição, com participação de 37 colaboradores, incluindo pós-graduação; Auxílio em cursos de Educação Superior realizado por 12 colaboradores; Consultoria e Treinamentos, destinados a 142 colaboradores; Cursos e Eventos em outras Instituições com participação de 22 colaboradores; Eventos Promovidos pelo Sistema CNC e Departamento nacional, com participação de 34 colaboradores. Oficinas de Marketing e Comunicação promovidas em parceria com o Senac Nacional, com a participação de 29 colaboradores. 2.3.3 Demonstração da Execução Financeira. 2.3.3.1 Demonstração da Execução financeira dos programas. Ordem 1 Identificação do Programa Denominação: 01.01- Apoio Administrativo Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial Final 7.398.000,00 6.900.000,00 Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice Índice Indicador (Unidade medida) Data inicial final Índice Pretendido Número de Atividades atendidas. 31/12/2014 6 6 100% Em R$ 1,00 Valores Pagos 2.651.024,64 Índice atingido no exercício 100% Observação: Neste programa está incluído a atividade Modernização e Melhoria da Rede Física Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. Ordem 2 Identificação do Programa Denominação: 02.02- Gestão das Políticas de exe. Financeira, Contábil e Controle Interno. Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial Final 483.000,00 507.000,00 Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice Índice Indicador (Unidade medida) Data inicial final Índice Pretendido Número de Atividades atendidas. 31/12/2014 2 2 100% Em R$ 1,00 Valores Pagos 386.170.12 Índice atingido no exercício 100% Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. 28 Ordem 3 Identificação do Programa Denominação: 03.03- Desenvolvimento de Gerentes e Colaboradores. Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial Final 351.000,00 351.000,00 Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice Índice Indicador (Unidade medida) Data inicial final Índice Pretendido Número de Colaboradores 31/12/2014 250 236 100% Em R$ 1,00 Valores Pagos 174.253,58 Índice atingido no exercício 94% Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. Ordem 4 Identificação do Programa Denominação: 05.05- Assistência ao trabalhador - Assistência Médica Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial Final 264.000,00 315.000,00 Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice Índice Indicador (Unidade medida) Data inicial final Índice Pretendido Número de Colaboradores 31/12/2014 250 236 100% Em R$ 1,00 Valores Pagos 361.738,59 Índice atingido no exercício 94% Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. Identificação do Programa Denominação: 06.05-Assistência ao trabalhador - Auxílio transporte e Assistência Social Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial Final 612.000,00 564.000,00 Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice Índice Ordem Indicador (Unidade medida) Data inicial final Índice Pretendido 5 Número de Colaboradores 31/12/2014 250 236 100% Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. Em R$ 1,00 Valores Pagos 515.387,62 Índice atingido no exercício 94% 29 Ordem 6 Identificação do Programa Denominação: 07.06- Qualificação profissional ao trabalhador Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial Final 14.133.000,00 16.791.000,00 Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice Índice Indicador (Unidade medida) Data inicial final Índice Pretendido Número de Matrículas 31/12/2014 10.400 9.137 100% Em R$ 1,00 Valores Pagos 11.303.216,50 Índice atingido no exercício 87,86% Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. 2.3.3.2 Execução Física das Ações Realizadas Nome Gestão Administrativa Manutenção Serviços Administrativos Ações de Informática Manut. Serv. de Documentação e comunicação. Modernização e Melhoria da Rede Física Serv. de Admin. e Controle Financeiro Assistência Financeira a Entidades Capacitação de Recursos Humanos Assist. Médica e Odontológica aos Servidores Auxílio-transp. Assistência Social Apoio da Formação Profissional Qualificação Profissional na área Com. E Serviços. Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. Sub-função 1 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7 Programa 01.01 01.01 01.01 01.01 01.01 02.02 02.02 03.03 05.05 06.05 06.05 07.06 07.06 Ação 01.01.2001 01.01.2002 01.01.2007 01.01.2008 01.01.2013 02.02.2004 02.02.2009 03.03.2005 05.05.2016 06.05.2017 06.05.2020 07.06.2012 07.06.2015 Unidade de Medida Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Nº de Colaboradores Nº de Colaboradores Nº de Colaboradores Nº de Colaboradores Atividade Nº de Matriculas Meta prevista 2 1 1 1 1 2 1 250 250 250 250 2 10.400 Meta realizada 2 1 1 1 1 2 1 236 236 236 236 2 9.137 30 2.4 Indicadores de desempenho TIPO DE GESTÃO TIPO DE INDICADOR DENOMINAÇÃO Índice Sugerido Índice Alcançado Número de atendimentos, em ações, realizados em relação ao total Igual ou maior que 1. 3.500 / 3.860 = 0,09 de atendimentos previstos para o período Número de Matriculas Realizadas / Modalidade/ tipo de curso. EDUCACIONAL Tipos de Cursos Aprendizagem Capacitação Aperfeiçoamento Programas Sócio Profissionais Igual ou maior que 1. 741 / 667 = 1,11 Igual ou maior que 1. Igual ou maior que 1. Igual ou maior que 1. 7.433 / 5.677 = 1,30 445 / 945 = 0,47 217 / 449 = 0,48 Programa Sociocultural Igual ou maior que 1. 200 / 100 = 2,0 Programas Instrumentais Igual ou maior que 1. 872 /851 = 1,02 Habilitação Técnica de Nível Médio Igual ou maior que 1. 432 / 378 = 1,14 Especialização Técnica Igual ou maior que 1. 60 / 70 = 0,85 Pós – Graduação Igual ou maior que 1. Não houve Previsão Carga horária executada/ Carga horária prevista Igual ou maior que 1. 2.290.118 / 5.048.692 = 0,45 Nº de pessoas beneficiadas com programas de inclusão social / Total previsto Igual ou maior que 1. Não houve Previsão Nº de egressos encaminhados ao mercado de trabalho através da mediação do Senac / Total previsto Igual ou maior que 1. 500 / 633 = 0,78 Formação Inicial e Continua da Habilitação SOCIAL Educação Superior EFETIVIDADE GESTÃO FINALÍSTICA Modalidade Nº de concluintes / Matrícula efetiva 10.400 / 9.137 = 1.13 Próximo de 1 31 Orçamentário-financeiro GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GESTÃO DE PESSOAS Eficácia Eficácia Valor da Receita de Contribuição / Valor da Receita Total Menor que 1 10.581.996,41/16353.024,38=0,65 Menor que 1 Despesa realizada / Despesa prevista Nº de treinamentos realizados para ajustes de perfis profissionais / Total de treinamentos previstos Total de investimentos realizados em TI / Total de investimentos previstos em TI 15.391.791,05/25.428.000,00=0,61 Igual a 1 184/200=0,92 Igual a 1 336.014,28/410.000,00=0,82 PATRIMONIAL Efetividade Área (m²) do conjunto das unidades escolares destinadas ao ensino / Área construída total (m²) Nº de processos licitatórios por tipo (dispensa, carta-convite e concorrência) para compra de matérias, equipamentos e mobiliários Efetividade destinados à atividade fim / Nº de processos licitatórios por tipo (dispensa, carta-convite e concorrência) para compra de materiais, equipamentos e mobiliário no total previsto Fonte: Divisão de Educação Profissional e Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. GESTÃO DE SUPRIMENTO DE BENS E SERVIÇOS Igual a 1 3062/3638=0,84 Entre 0,7 e 0,8 137/241= 0,57 32 3. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E AUTOCONTROLE DA GESTÃO 3.1 Informações sobre a estrutura de governança da Entidade Conselho Regional Os membros titulares e suplentes do Conselho Regional do Senac Amapá não possuem vínculo empregatício com a instituição, portanto, não recebem nenhum valor pecuniário desta. Diretoria (DR/DAF/DEP) Desde sua fundação até meados de 1998, como Delegacia Executiva, a política de cargos e salários do Senac Amapá era regida pelo Departamento Nacional (Senac Nacional). Com o processo de regionalização ocorrido em 1998, os salários percebidos pelos colaboradores, foram estabelecidos pela Administração Regional de acordo com a realidade local e sua capacidade de sustentação, acompanhando os reajustes salariais realizados anualmente por meio de Acordo Coletivo. Considerando que este DR não possui o Plano de Cargos e Salários, foi aprovada pelo Conselho Regional a Resolução “AR” Senac n° 14/2010 que estabelece a Estrutura Organizacional e de Cargos e Salários Iniciais do Quadro de Pessoal do Departamento Regional do SENAC/AP, que entrou em vigor a partir de 08/2010. Dessa forma, os cargos de direção são fixados de confiança, conforme Capítulo II, Art. 9, § 1°e cujo preenchimento se dá por livre nomeação, sem necessidade de processo seletivo, de acordo com o Art. 12, item b.2. Art. 9º Os cargos de confiança, de livre admissão e demissão, são aqueles descritos no Regimento Interno do Departamento Regional. § 1º Os cargos de Diretor Regional, Diretor de Divisão, Coordenador, Gerente, Secretario Executivo, Consultor e Assessor serão preenchidos livremente, podendo a escolha recair sobre pessoa não pertencente ao quadro permanente do SENAC/AP, observados os requisitos necessários para ocupação do cargo. Art. 12 Para os fins desta Resolução aplicam-se as seguintes definições: b.2. Cargo de Confiança: aquele cujo preenchimento se dá mediante livre escolha do gestor competente, sem a necessidade de processo seletivo, sendo uma parte desses cargos destinada obrigatoriamente aos colaboradores do quadro permanente, na forma prevista neste ato. As remunerações aplicáveis aos ocupantes desses cargos são efetuadas observando os seguintes aspectos: 1. Os salários iniciais dos cargos de confiança são estabelecidos no Anexo XI, observadas as legislações trabalhistas e acordos coletivos, podendo o ocupante optar pelo recebimento do salário do cargo de confiança ou recebimento do salário do cargo permanente mais Gratificação de Função de Confiança - GFC, nos casos de nomeação de colaboradores pertencentes ao quadro efetivo, de acordo com o Art. 14, § 1°. 33 Art. 14 O colaborador do quadro permanente fará jus ao recebimento de Gratificação de Função de Confiança - GFC, conforme estabelecido no Anexo XII, quando designado para ocupar cargo de confiança. § 1º Na hipótese deste artigo o colaborador poderá optar, mediante requerimento escrito, por receber a remuneração do cargo permanente acrescida da Gratificação de Função de Confiança ou unicamente a remuneração fixada para o cargo de confiança, quando houver, pelo período que durar a designação. 2. No caso de opção pelo recebimento da GFC, são previstas as hipóteses abaixo, segundo o artigo anterior. § 2º A Gratificação de Função de Confiança será incorporada definitivamente ao salário, sob rubrica própria, quando o colaborador tiver recebido a mesma, de forma ininterrupta, respeitados os parâmetros estabelecidos no § 4º deste artigo e o seguinte: a) quando o colaborador tiver optado por receber a remuneração do cargo permanente, acrescida da Gratificação de Função de Confiança, fará jus à incorporação da referida vantagem que será lançada sob a rubrica Vantagem Pessoal – 1 (VP-1). b) quando o colaborador tiver optado pela remuneração fixada para o cargo de confiança a gratificação a ser incorporada corresponderá à diferença, apurada na data em que o colaborador deixar o cargo, entre o último salário base recebido pelo exercício do cargo de confiança e o salário base que, na mesma data, lhe seja devido pelo exercício do cargo permanente, sendo esta vantagem lançada sob a rubrica Vantagem Pessoal – 2 (VP-2). § 3º O valor correspondente à parcela a ser incorporada será apurado pela média quando, dentro do período fixado no parágrafo seguinte, houver designação para ocupação de cargos de confiança de diferentes níveis. § 4º Em qualquer das hipóteses descritas no § 2º, acima, a fixação do valor a ser incorporado atenderá aos seguintes parâmetros: a) mínimo de 5 (cinco) e menos de 6 (seis) anos ininterruptos no cargo de confiança dá direito à incorporação de 50% (cinquenta por cento) da gratificação; b) mais de 6 (seis) e menos de 7 (sete) anos ininterruptos no cargo de confiança dá direito à incorporação de 60% (sessenta por cento) da gratificação; c) mais de 7 (sete) e menos de 8 (oito) anos ininterruptos no cargo de confiança dá direito à incorporação de 70% (setenta por cento) da gratificação; d) mais de 8 (oito) e menos de 9 (nove) anos ininterruptos no cargo de confiança dá direito à incorporação de 80% (oitenta por cento) da gratificação; e) mais de 9 (nove) e menos de 10 (dez) anos ininterruptos no cargo de confiança dá direito à incorporação de 90% (noventa por cento) da gratificação; f) mais de 10 (dez) anos ininterruptos no cargo de confiança dá direito à incorporação do valor integral da gratificação. § 5º O direito à incorporação da gratificação de que trata este artigo somente se torna exigível com o desligamento do colaborador do cargo de confiança por ele ocupado, ainda que esse desligamento se dê simultaneamente à assunção de outro cargo da mesma natureza. § 6º Nada obsta a percepção simultânea da parcela incorporada sob a rubrica VP-1 ou VP-2 com a parcela paga a título de Gratificação de Função de Confiança. § 7º É vedado incorporar em duplicidade as gratificações pelo exercício de cargo de confiança instituídas por esta Resolução, podendo o interessado, quando for o caso, optar pela maior. § 8º A incorporação da gratificação pelo exercício de cargo de confiança somente se efetivará por Portaria do Presidente do Conselho Regional. Até dezembro de 2012, nenhum pedido ou incorporação da gratificação (GFC) acima mencionada foi realizada para a direção. 34 3. Na hipótese de ausência dos titulares dos cargos de direção por motivo de férias, viagem a serviço, licença maternidade/previdenciária, etc., o substituto que em geral é do mesmo nível hierárquico, faz jus ao recebimento de gratificação de substituição pelo período designado, conforme estabelece o Art. 15. Art. 15 O colaborador designado para substituir outro em suas regulares funções fará jus à percepção de vantagem pecuniária, em razão da substituição, observado o seguinte: I – Se a substituição se der de forma plena – mediante afastamento total do substituto das atribuições do seu cargo, para desempenho integral apenas das atribuições do substituído – a ele será devida Gratificação de Substituição - GSB, que corresponderá à diferença entre o salário do substituído e o seu salário. § 1º Na hipótese deste inciso: a) a gratificação não será devida se o salário do substituto for maior ou igual ao salário do substituído. b) a gratificação será calculada proporcionalmente ao período de substituição e será paga sob rubrica própria. § 2º Não integram o salário do substituído, para fins de apuração da Gratificação de Substituição, as vantagens de caráter pessoal por ele percebidas, tais como: vantagens pecuniárias já definitivamente incorporadas à sua remuneração, adicional de nível superior, adicional por tempo de serviço, entre outras que possam ter a mesma natureza. II – Se a substituição se der de forma parcial – mediante exercício cumulativo, pelo substituto, das atribuições do seu cargo e das atribuições do substituído – a ele será devida Gratificação por Acumulo de Funções em Substituição – GAFSB, que corresponderá a 30% (trinta por cento) do salário base do substituído. § 1º Na hipótese deste inciso: a) a gratificação será sempre devida. b) a gratificação será calculada proporcionalmente ao período de substituição com acumulo de funções e será paga sob rubrica própria. 4. Na hipótese de cessão dos ocupantes dos cargos de direção à outra unidade do Sistema “S”, ocorrerá o pagamento da Gratificação de Cessão, cabendo o ônus do pagamento, conforme o Art. 18. Art. 18-A O colaborador do quadro permanente do SENAC/AP poderá ser cedido para exercer cargo ou função de confiança em outra unidade do Sistema “S”. § 1º A cessão de que trata este artigo poderá se dar de forma plena ou parcial: a) plena é a cessão durante a qual o colaborador cedido cumpre integralmente sua jornada de trabalho na entidade-cessionária. b) parcial e a cessão quando o cumprimento da jornada de trabalho se dá de forma partilhada entre o SENAC/AP e a entidade-cessionária. § 2º Para fins de remuneração do colaborador cedido pelo SENAC/AP será observado o seguinte: 35 a) tratando-se de cessão plena a remuneração do colaborador cedido, acrescida dos respectivos encargos sociais, será suportada integralmente pela entidade cessionária. b) tratando-se de cessão parcial, o ônus da remuneração do colaborador, acrescido dos respectivos encargos sociais, será rateado entre ambas as entidades, cedente e cessionária, proporcionalmente à jornada de trabalho cumprida em cada qual pelo colaborador. § 3º Em qualquer das hipóteses de cessão o colaborador cedido fará jus a uma Gratificação de Cessão, a qual: a) corresponderá à diferença entre o salário base que lhe seja pago pelo SENAC/AP e o salário base aplicado ao cargo a ser por ele ocupado na entidade-cessionária, garantido, como limite mínimo, 50% (cinquenta por cento) deste último. b) será lançada pelo SENAC/AP na folha de pagamento do colaborador, sob a rubrica Gratificação de Cessão. c) será suportada integralmente pela entidade-cessionária e d) somente será devida enquanto durar a cessão. § 4º Cabe à entidade-cessionária o reembolso das despesas realizadas pelo SENAC/AP com o pagamento da remuneração do colaborador-cedido, mediante observância do seguinte: a) o valor a ser reembolsado, devidamente discriminado, será informado mensalmente à cessionária, e o reembolso deverá ser efetuado até o final do mês subsequente ao mês de competência da remuneração. b) O não cumprimento do disposto na alínea anterior implicará no término da cessão, devendo o colaborador cedido retornar ao exercício de suas atribuições no SENAC/AP. c) O Presidente do Conselho Regional é o responsável pelo cumprimento do disposto nas alíneas a e b. § 5º A cessão se efetivará mediante Portaria do Presidente do Conselho Regional. § 6º A cessão será concedida por até um ano, podendo ser prorrogada no interesse do SENAC/AP e da entidade cessionária. § 7º O período de afastamento correspondente à cessão é considerado como efetivo exercício para todos os fins legais. 36 3.2 Atuação da Auditoria Interna. O Departamento Regional não dispõe de auditoria interna, a gestão bem como seus processos área meio e finalística são auditados pelo Conselho Fiscal do Senac. 3.3 Demonstrações das atividades de correção. O sistema de Correição adotado pela UJ está normatizado através do inciso 2º, artigo 73 do Código de Contabilidade e Orçamento – CODECO e da Resolução AR SENAC 04/2012, que estabelece procedimentos para instauração de sindicância administrativa com o intuito de apurar as responsabilidades e razoes do extravio, dano, furto ou roubo de bem patrimonial. 3.4 Avaliação da qualidade e suficiência dos controles internos Quadro 3.4 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ VALORES Quadro 3.4 - Elementos do Sistema de Controles Internos a serem avaliados Ambiente de Controle 1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. 8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. 1 2 3 4 5 X X X X X X X X 37 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. Avaliação de Risco 10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X 1 2 3 4 X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. X 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. X 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. X X X X 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle 19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. Informação e Comunicação 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 5 X X 1 2 3 4 5 X X X X 1 2 3 4 5 X X 38 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. Monitoramento 28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. X X X 1 2 3 4 5 X X 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X Análise Crítica: O Senac Amapá, vem buscando, qualificar constantemente as equipes e continua investindo nos sistemas informacionais para dar maior celeridade nos processos, qualidade nas informações e consequentemente melhorar os controles internos. Escala de valores da Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ. Fonte: Divisão de Administração e Finanças. 39 3.5 Relação de Dirigentes e Conselheiros 3.5.1 – Membros do Conselho Regional Quadro 3.5.1 Membros do Conselho Regional Conselheiros Nome Ladislao Pedroso Monte Período de gestão 01/01.2014 a 21/01/2014 24/01/2014 a 28/02/2014 10/03/2014 a 11/03/2014 14/03/2014 a 16/03/2014 22/03/2014 a 07/04/2014 12/04/2014 a 22/04/2014 26/04/2014 a 18/05/2014 22/05/2014 a 29/05/2014 31/05/2014 a 03/06/2014 06/06/2014 a 21/06/2014 Jaime Domingues Nunes 22/01/2014 a 23/01/2014 12/03/2014 a 13/03/2014 23/04/2014 a 25/04/2014 19/05/2014 a 21/05/2014 30/05/2014 a 30/05/2014 Alfeu Adelino Dantas Júnior 01/03/2014 a 09/03/2014 04/06/2014 a 05/06/2014 17/03/2014 a 21/03/2014 08/04/2014 a 11/04/2014 Marcos Antônio Marques Cardoso Eliezir Viterbino da Silva 22/06/2014 a 15/07/2014 Função Segmento, órgão ou entidade que representa Presidente FECOMERCIO/AP Vice – Presidente 2° Vice – Presidente 3° Vice – Presidente Presidente FECOMERCIO/AP FEOCOMERCI/AP FECOMERCIO/AP FECOMERCIO/AP 40 Ladislao Pedroso monte 18/07/2014 a 28/08/2014 30/08/2014 a 04/09/2014 06/09/2014 a 22/10/2014 25/10/2014 a 18/11/2014 22/11/2014 a 09/12/2014 12/12/2014 a 16/12/2014 25/12/2014 a 31/12/2014 29/08/2014 a 29/08/2014 05/09/2014 a 05/09/2014 10/12/2014 a 11/12/2014 17/12/2014 a 24/12/2014 Vice – Presidente FECOMERCIO/AP Jaime Domingues Nunes 16/07/2014 a 17/07/2014 23/10/2014 a 24/10/2014 19/11/2014 a 21/11/2014 Francisco Lindomar Josino da Silva 01/01/2014 a 27/07/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP Raimundo Malvão Sobrinho Sandra Amélia Aguiar Figueiredo 01/01/2014 a 27/07/2014 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP INSS Cleide Gois Ferreira 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto INSS José Ricardo da Costa 01/01/2014 a 27/07/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP Olavo dos Santos Almeida 01/01/2014 a 27/07/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP Edyr Campos Pacheco 01/01/2014 a 27/07/2014 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP Francisco Gomes Barriga Neto 01/01/2014 a 27/07/2014 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP José Arimatéia de Araújo Silva Marcos Antônio Marques Cardoso 01/01/2014 a 27/07/2014 01/01/2014 a 27/07/2014 Conselheiro Titular Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP FECOMERCIO/AP Paulo Roberto Pereira dos Santos 01/01/2014 a 27/07/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP Maria Emília Lopes Cavalcante 01/01/2014 a 27/07/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP 2° Vice – Presidente FECOMERCIO/AP 41 Emanuel Alves de Moura Marialva do Socorro Ramalho de Oliveira de Almeida 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular MEC 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto MEC Aluísio Pires de Oliveira 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular FENACON Adonaldo Souza da Silva 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto FENACON 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular Representantes das Centrais Sindicais Amiraldo da Silva 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto Representantes das Centrais Sindicais Rogério Batista Pantoja 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular Representantes das Centrais Sindicais Irani Oliveira Nunes 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto Representantes das Centrais Sindicais Miguel Ângelo de Souza Martins 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP Marcel Ângelo Sampaio Góes 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP Adenilson da Silva Caíres 28/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP José Feitosa de Oliveira 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP Edevaldo Xavier de Oliveira 28/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP Maria do P. S. A. Pereira 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP Benedito Francisco das Chagas Pereira Góes 28/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular FECOMERCIO/AP José Valdenes de Oliveira 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP Paulo Roberto de Almeida da Uchôa 07/08/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto FECOMERCIO/AP Joelma de Morais Santos 28/02/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Titular MTE Maria do Socorro Alves Fernandes Fonte: Secretaria Executiva. 01/01/2014 a 31/12/2014 Conselheiro Substituto MTE José Maurício Soares Pinheiro 42 3.5.2 – Dirigentes do Departamento Regional Quadro 352.2 Dirigentes do Departamento Regional Dirigentes Nome José Iguarassu Bezerra Monteiro Período de gestão 01/01/2014 a 22/02/2014 26/02/2014 a 12/05/2014 17/05/2014 a 18/07/2014 22/07/2014 17/08/2014 22/08/2014 a 29/08/2014 02/09/2014 a 04/09/2014 10/09/2014 a 13/09/2014 17/09/2014 a 01/10/2014 09/10/2014 a 19/10/2014 23/10/2014 a 02/11/2014 23/11/2014 a 01/12/2014 07/12/2014 a 31/12/2014 Função Segmento, órgão ou entidade que representa Diretor Regional SENAC Diretora Regional Substituta SENAC 23/02/2014 a 25/02/2014 13/05/2014 a 16/05/2014 19/07/2014 a 21/07/2014 18/08/2014 a 21/08/2014 Deusiane Lamarão da Silva 30/08/2014 a 01/09/2014 05/09/2014 a 09/09/2014 02/10/2014 a 08/10/2014 20/10/2014 a 22/10/2014 03/11/2014 a 22/11/2014 Robenize Jucá Hyacinth 14/09/2014 a 16/09/2014 Diretora Regional Substituta SENAC 43 02/12/2014 a 06/12/2014 Deusiane Lamarão da Silva Elci Brandão da Silva 01/01/2014 a 10/09/2014 01/10/2014 a 31/12/2014 Diretora de Administração e Finanças SENAC 11/09/2014 a 30/09/2014 Diretora de Administração e Finanças - Substituta SENAC Diretora de Educação Profissional SENAC Diretora de Educação Profissional - Substituta SENAC 01/01/2014 a 10/02/2014 14/02/2014 a 04/05/2014 Robenize Jucá Hyacinth 26/05/2014 a 26/05/2014 01/06/2014 a 04/09/2014 12/09/2014 a 25/09/2014 29/09/2014 a 31/12/2014 11/02/2014 a 13/02/2014 05/09/2014 a 11/09/2014 26/09/2014 a 28/09/2014 Erika Lima Inoue Samírames Tavares da Silva Oliveira 05/05/2014 a 25/05/2014 27/05/2014 a 31/05/2014 Diretora de Educação Profissional - Substituta SENAC Fonte: Secretaria Executiva. 44 3.6 Remuneração dos Membros da diretoria Quadro 3.6 – Síntese da Remuneração dos Administradores Órgão: (Diretoria ( Regional, Administrativa e Financeira, de Educação Profissional) EXERCÍCIO Remuneração dos Membros Número de membros: 2014 2013 2012 03 03 03 Vencimentos e vantagens Fixas Despesas Variáveis Total da Remuneração Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. 439.499,51 324.330,59 248.453,68 17.694,03 17.860,13 9.383,45 457.193,54 342.190,72 257.837,13 4. PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.1 Demonstração da Receita 4.1.1 Demonstrações da Receita orçada e Executada. Especificação Receitas Correntes Quadro 4.1 - Resumo da Demonstração Receita Receita Orçada % de Execução Receita Executada Receita de Contribuições Receita patrimonial Receita de Serviços Outras Receitas Correntes 17.160.000,00 396.000,00 7.803.000,00 9.000,00 10.581.996,41 430.309,32 5.332.701,85 8.016,80 61,67 108,66 68,34 89,08 Alienação de bens Outras Receitas de Capital 30.000,00 30.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Receitas de Capital Total 25.428.000,00 16.353.024,38 64,31 Análise crítica: Na Receita de contribuições foi previsto o valor com investimentos no valor de 7.476.000,00, no entanto, foi realizado o valor de R$ 1.330.998,52; Na receita de Serviços foi previsto o valor de R$ 7.400.000 para o PRONATEC, no entanto, foi realizado R$ 5.085.344,00. Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. 45 4.2 Desempenho da execução orçamentária e financeira 4.2.1 Demonstração do desempenho na Execução Orçamentária e Financeira Quadro 4.2.1 – Demonstração do desempenho da entidade na Execução Orçamentária e Financeira Exercício de 2013 Grupos de Despesas Orçado Exercício de 2014 Executado % Realizado Orçado Executado % Realizado DESPESAS CORRENTES Despesas de Pessoal Vencimentos e Vantagens Fixas - Pessoal Civil 5.871.000,00 5.895.310,68 100,41 8.088.000,00 5.909.386,09 73,06 Obrigações patronais 2.013.000,00 2.037.442,46 101,21 3.009.000,00 2.302.450,16 76,52 Outras despesas Variáveis Pessoal Civil 177.000,00 117.330,13 66,29 498.000,00 481.863,26 96,76 Indenizações Trabalhistas 150.000,00 211.214,50 140,81 306.000,00 263.705,87 86,18 8.211.000,00 8.261.297,77 100,61 11.901.000,00 8.957.405,38 75,27 Diárias Pessoal Civil 252.000,00 69.813,38 27,70 192.000,00 60.895,90 31,72 Material de Consumo 1.752.000,00 1.211.600,65 69,16 2.118.000,00 1.543.539,48 72,88 Passagens e Desp. com locomoção 177.000,00 74.198,43 41,92 186.000,00 30.985,57 16,66 Serviços de terc Pessoa Física 303.000,00 210.561,39 69,49 402.000,00 333.193,77 82,88 3.018.000,00 2.631.225,95 87,18 3.522.000,00 3.015.225,36 85,61 12.000,00 - 0,00 3.000,00 - 0,00 180.000,00 79.438,82 44,13 180.000,00 88.836,94 49,35 5.694.000,00 4.276.838,62 75,11 6.603.000,00 5.072.677,02 76,82 Sub total Outras Despesas Correntes Serviços de terc Pessoa Jurídica Obrigações Tributarias e Contributivas Contribuições Sub total 46 DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Obras e instalações 2.400.000,00 1.660.592,68 69,19 4.452.000,00 888.913,29 19,97 Equipamento e Material Permanente 1.836.000,00 801.901,27 43,68 2.472.000,00 472.795,36 19,13 Sub total 4.236.000,00 2.462.493,95 58,13 6.924.000,00 1.361.708,65 19,67 18.141.000,00 15.000.630,34 82,69 25.428.000,00 15.391.791,05 60,53 Total Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. 4.2.2. Processos Licitatórios Realizados no Exercício. Quadro 4.2.2 - Processos Licitatórios Modalidade de Licitação Despesa paga 2013 Convite Concorrência Pregão Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. 2014 277.711,00 633.386,00 33.200,00 716.509,71 1.083.830,00 3.112.839,66 243.257,00 366.362,36 24.506,00 - 47 4.3 Informações sobre os principais contratos. 4.3.1 Principais favorecidos por Dispensa Modalidade Dispensa Dispensa Natureza Compra Serviço Elem. despesa 3.3.90.30- Mat.de Consumo. 3.3.90.39- Serv. PJ Dispensa Dispensa Dispensa Dispensa Dispensa Dispensa Dispensa Dispensa Compra Serviço Compra Serviço Serviço Serviço Compra Compra 3.3.90.30- Mat.de Consumo. 3.3.90.39- Serv. PJ 3.3.90.30- Mat.de Consumo. 3.3.90.39- Serv. PJ 3.3.90.39- Serv. PJ 3.3.90.39- Serv. PJ 3.3.90.30- Mat.de Consumo. 3.3.90.30- Mat.de Consumo. Razão social A.R. GÓIS –ME Cooperativa dos Proprietários Aut. De Veículos leves e Pesas AP. Penha e Furtado Ltda-ME M.D.B.Monteiro –ME Martins Comercial Ltda-EPP Wilson e Rocha Refrigeração Ltda Santiago $ Santiago Ltda- ME Mercur Embalagens e Etiquetas Ltda-ME Tudo Azul informática e tecnologia Ltda-ME Amaflam Comércio & distribuição Ltda CNPJ 14.573.661/0001-10 84.415.181/0001-07 Valor total 20.955,00 18.305,00 10.566.843/0001-03 15.733.455/0001-93 84.423.797/0001-20 06.140.972/0001-68 10.238.447/0001-57 07.034.850/0001-50 03.952.069/0001-03 14.574.404/0001-01 17.899,82 15.510,00 15.340,58 15.196,00 14.080,00 14.050,00 12.554,00 11.103,05 4.3.2 Principais contratos Firmados. Modalidade Pregão 10/2012 Pregão 07/2011 Contrato 02/2014 Contrato 01/2014 Convite 01/2011 Contrato 03/2009 Convite 02/2012 Pregão 14/2012 Contrato 01/2012 Pregão 08/2012 Natureza Serviço Serviço Locação Locação Venda Serviço Serviço Serviço Locação Venda Razão social Sodexo Pass do Brasil Serviços E Comercio S.A Servisan Vigilância Transporte de Valores Ltda Mitra Diocesana de Macapá Odiléa Cristiane de Andrade Almeida J M Viagens e Turismo Você Telecomunicações Ltda Wilson e Rocha Refrigeração Ltda Antonio B.Castro –ME Adriana Cordeiro Barros Gomes e Amaral Comercial Representações Ltda CNPJ/CPF 69.034.668/0001-56 12.066.015/0013-75 07.814.217/0001-84 433.035.102-10 12.833.061/0001-19 07.656.757/0001-87 06.140.972/0001-68 10.331.646/0001-05 650.476.052-72 02.163.903/0001-19 Valor total 548.248,02 239.210,88 155.632,92 151.800,00 99.416,05 75.990,00 48.000,00 41.760,00 27.338,08 25.535,96 48 4.4 Contratos para execução de obras de engenharia Modalidade Concorrência 02/2013 Critério de julgamento Menor Preço e Capacidades; Técnica, financeira e Administrativa. Razão social Edifica Engenharia Ltda CNPJ/CPF 23.074.719/0001-72 Valor total 5.534.880,41 4.5 Transferência regulamentares DECLARAÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Departamento Regional do Amapá, Inscrito no CNPJ nº 03.592.977/0001-33, DECLARA, para fins do disposto no item 4.5 do Conteúdo do Relatório de Gestão, que em 2014, não houve transferências mediante Convênio, Contrato de Repasse, Termo de Parceria, Termo de Cooperação, Termo de Compromisso ou Outros Acordos. Macapá, 31 de dezembro de 2014. 49 5. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS 5.1. Estrutura de Pessoal da entidade a) Demonstração da força de trabalho e dos afastamentos que refletem sobre ela Quadro 5.1.1 – Força de Trabalho ( Situação apurada em 31/12) Lotação Regime de contratação Celetista Pessoal cedido sem ônus Total Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. Autorizada Efetiva Ingressos no Exercício Egressos no Exercício 307 236 110 74 0 0 0 0 307 236 110 74 Quadro 5.1.2 – Situações que reduzem a força de trabalho Tipologias dos afastamentos Cedidos Com ônus Sem ônus Afastamentos Aposentadoria por invalidez Licença-maternidade Licença Remunerada Complementação Salarial para empregado afastado por doença/acidente. Licença Não remunerada Empregado afastado por doença/acidente Total de Empregados afastados/cedidos Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. Quantidade de Pessoas na Situação 08 09 17 50 b) Qualificação da força de trabalho de acordo com a estrutura de cargos, idade e nível de escolaridade. b.1) Qualificação da força de trabalho por faixa etária Quadro 5.1.3: Quantidade de empregados por faixa etária Faixas Etárias Tipologias do Cargo Até 30 86 Celetista Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. De 31 a 40 74 De 41 a 50 58 De 51 a 60 11 Acima de 60 7 Quadro 5.1.4: Quantidade de empregados por faixa etária - Detalhada Faixas Etárias Tipologias do Cargo Até 30 De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 Acima de 60 DIRETOR - 01 02 - - GERENTE ASSESSOR - 01 02 01 01 - - COORDENADOR SECRETARIO EXECUTIVO 02 01 03 - 05 - 02 - 01 - TÉCNICO ESPECIALIZADO 09 02 02 - - TUTOR INSTRUTOR 33 45 26 03 05 DEMAIS CARGOS ADMINISTRATIVOS 41 20 21 06 01 86 74 58 11 07 Total Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. 51 b.2) Qualificação da força de trabalho por escolaridade Quadro 5.1.5: Quantidade de empregados por nível de escolaridade (tabela Resumida) Tipologias do Cargo Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade 6 7 3 4 5 1 2 Celetistas (curso completo) - Celetistas (curso incompleto) - - - 02 - 88 - 83 - Total - - - 02 88 83 8 9 63 - - - 63 - - Fonte: Coordenação de Gestão de Pessoas. LEGENDA Nível de Escolaridade 1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 – Mestrado; 9 – Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência; 10 - Não Classificada. Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. Quadro 5.1.6: Quantidade de empregados por nível de escolaridade (tabela detalhada) Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade 6 7 Tipologias do Cargo 1 2 3 4 5 DIRETOR 03 GERENTE 02 ASSESSOR 02 01 COORDENADOR 02 11 SECRETARIO EXECUTIVO 01 TÉCNICO ESPECIALIZADO 06 07 TUTOR INSTRUTOR 22 52 38 DEMAIS CARGOS ADMINISTRATIVOS 02 66 21 Total 02 88 83 63 Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. 8 - 9 - 52 c) Custos associados à manutenção dos recursos humanos Quadro 5.1.7: Valor com pessoal por categoria de despesa (triênio 2012/2014) (em R$) Celetistas Setor/ Exercicios Vencimentos e vantagens fixas Indenizações/decisões judiciais Benefícios assistenciais e previdenciários Demais despesas variáveis Total Cargos de direção e assessoramento superior 2012 366.739,91 0 0 12.028,24 378.768,15 2013 528.916,99 0 0 25.598,43 554.515,42 2014 599.857,98 0 0 29.278,12 629.136,10 Cargos Gerenciais - gerentes (unidade Cepac e Santana) 2012 88.095,92 0 0 0 88.095,92 2013 128.355,63 0 0 3.679,35 132.034,98 2014 184.234,18 0 0 4.425,68 188.659,86 Cargos de natureza especial(Responsáveis Técnicos) - coordenadores e secretário executivo 2012 660.690,97 0 0 37.774,04 698.465,01 2013 772.778,37 0 0 21.476,42 794.254,79 2014 962.804,83 0 0 41.405,80 1.004.210,63 Demais Cargos e auxiliares 2012 3.335.442,56 140.706,16 173.739,02 52.541,76 3.702.429,50 2013 4.465.259,69 211.214,50 527.434,04 66.575,93 5.270.484,16 2014 4.162.489,10 263.705,87 860.014,89 406.753,66 5.692.963,52 Observação: Nas Colunas indenizações e Benefícios assistenciais e previdenciários estão incluídos todos os colaboradores. Fonte: Coordenadoria de Planejamento e Orçamento. d) Composição do quadro de regime de aposentadoria A Unidade Jurisdicionada não possui no quadro de pessoal empregado na condição de aposentado. e) Indicadores Gerenciais sobre Recursos Humanos A Unidade Jurisdicionada não possui indicadores para gerenciamento dos itens mencionados e sem previsão para desenvolvê-los. 53 5.2 Terceirização de mão de obra e quadro de estagiários. a) Quantidade de empregados terceirizados A Unidade Jurisdicionada não possui no quadro de pessoal empregado na condição de terceirizado. b) Contratos de prestação de serviços de limpeza, higiene e vigilância Quadro 5.2.2: Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva Unidade Contratante: Centro de Educação Profissional. CNPJ: 03.592.977/0001-33 Ano do Contrato 2011 Área Vigilância ostensiva Natureza Identificação do Contrato O Informações sobre os Contratos Período Contratual de Nível de Escolaridade Exigido dos Trabalhadores Execução das Contratados Empresa Atividades Contratada F M S Contratadas (CNPJ) Início Fim P C P C P C Servi-San Vigilância e transporte de fev/11 valores Ltda.; 09.08.2014 08.08.2015 CNPJ: 12.066.015/001375 X Sit. P Área: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilãncia ostensiva. Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. Fonte: Coordenadoria de Material e Patrimônio. 54 c) Contratos de estágios discriminando a quantidade vigente no exercício da gestão, o nível de escolaridade exigido e a alocação dos estagiários. Quadro 5.2.3: Composição do Quadro de Estagiários Quantitativo de contratos de estágio vigentes Nível de escolaridade 1. Custos no exercício 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre Nível superior 1.1 Área Fim 03 04 05 04 20.424,48 1.2 Área Meio 03 03 03 02 14.041,76 - - - - - - - - 07 08 06 2. Nível Médio 2.1 2.2 Área Fim Área Meio 3. Total (1+2) 06 Fonte: Coordenadoria de Gestão de Pessoas. 34.466,24 5.3 Medidas administrativas adotadas em relação à desoneração da folha de pagamento A Unidade Jurisdicionada não efetuou revisão dos contratos vigentes firmados, com empresas beneficiadas pela referida desoneração. 6- GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO. 6.1 Gestão de Veículos O Senac Amapá tem sua frota constituída por 7 veículos próprios, os quais são utilizados em atividades promovidas pelo Regional, tais como: visitas aos cursos realizados em instituições parceiras, visitas as demais Unidades, compras de materiais, visita a campo de estágio, reuniões, realização de ações sociais, viagens aos municípios em busca de demanda ou acompanhamento dos cursos, entre outras atividades pertinentes a atividade meio e fim. Para a utilização dos veículos os setores interessados emitem um formulário devidamente preenchido onde conste a finalidade da saída, trajeto, data e hora que e para que a saía ocorra esse pedido é devidamente autorizado pelo Encarregado do Setor de Transporte. A frota tem grande importância para o desenvolvimento das atividades diárias do Regional, são poucos os setores que não os utilizam constantemente. Plano de substituição de frota: O Senac não dispõe de um plano exatamente, mas realiza as substituições a medida que o custo com manutenção tornam-se constantes e onerosos, em termos de tempo é estimamos o uso por no máximo 6 anos. 55 A opção pela escolha da aquisição da frota em detrimento da locação, foi feita com base na economicidade, visto que, os custos com a locação de veículo são bem superior aos custos envolvidos para manter a frota própria. Os controles de utilização de veículos são feitos através de formulários os quais contém informações tais como: hora e quilometragem da saída do veículo, para o início das atividades diárias, além de conter setor requisitante e trajeto, este formulário é fechado ao final do dia. Ao final de cada mês é feito relatório com os dados de utilização dos veículos. Para tornar o uso eficiente e econômico, as saídas com trechos semelhantes são agrupadas para reduzir o fluxo consumo dos insumos referentes aos veículos. Quadro 6.1.1 – Veículos automotores de propriedades da Unidade Jurisdicionada Planilha de Veículos Próprios Item Veiculo 1 SEMI REBOQUE - RANDON 2 L200 TRITON - MITISHUBISH 3 L200 TRITON - MITISHUBISH 4 LOGAN - RENAULT 5 CLIO CAMP - RENAULT 6 FORD FIESTA SD 1.6 LSE 7 RENAUT/MASTER MBUS L342 Fonte: Divisão de Administração e Finanças Placa LCR 8810 NEM 1289 NEM 1489 NEP 6556 NEP 6566 NEQ 8706 NEO 8686 Cor BRANCA BRANCA BRANCA BRANCA BRANCA BRANCA BRANCA Ano 1999 2008 2008 2011 2011 2014 2014 Combustível *** DIESEL DIESEL ALCOOL/GASOL. ALCOOL/GASOL. ALCOOL/GASOL. DIESEL RENAVAM 714092606 114879141 114882983 342054414 342052071 999488686 01135069252 Quadro 6.1.2 – Custos associados à manutenção de veículos Despesa Manutenção de Peças e Serviços Combustível e lubrificante Seguro de XX Veículos Seguro Obrigatório e licenciamento de XX veículos Despesa com Pessoal e encargos Total Fonte: Divisão de Administração e Finanças Chassi 9ADF1402XXS143464 93XJNKB8T9C809255 93XJNKB8T9C809284 93YLSR7UHBJ849345 8A1BB8W05BL826756 3FAFP4WJ8EM201314 93YMEN4MEFJ434620 Média anual (KM) 23.301 33.048 11.895 10.704 3.081 1.564 Valor 21.944,00 25.535,96 248.527,95 432,06 51.645,26 348.085,23 56 6.2 Gestão do Patrimônio Imobiliário e imóveis locados de terceiros. 6.2.1 Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Propriedade da UJ Quadro 6.2.1 – Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Propriedade da UJ Quantidade de imóveis de propriedade da UJ Localização geográfica Exercício 2014 Exercício 2013 MACAPÁ 1 1 SANTANA 0 0 0 0 município 1 0 0 município 2 0 0 município “n” 0 0 1 1 cidade 1 0 0 cidade 2 0 0 cidade “n” 0 0 cidade 1 0 0 cidade 2 0 0 cidade “n” 0 0 Subtotal Exterior 0 0 Total (Brasil + Exterior) Fonte: Divisão de Administração e Finanças 1 1 UF 1 Brasil UF “n” Subtotal Brasil PAÍS 1 Exterior PAÍS “n” 57 6.2.2 Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da UJ, exceto imóvel funcional. Quadro 6.2.2 – Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da UJ, exceto imóvel funcional. Valor do imóvel Despesa do exercício UG RIP Regime Estado de Conservação NOVO Total Fonte: Divisão de Administração e Finanças Valor Histórico Data da avaliação 8.126.785,87 Valor reavaliação - - Com reformas 888.913,29 Com Manutenção 198.255,08 6.2.3 Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso da UJ Locados de Terceiros Quadro 6.2.3 – Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso da UJ Locados de Terceiros QUANTIDADE DE IMÓVEIS LOCADOS DE TERCEIROS PELA UJ LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA EXERCÍCIO 2014 EXERCÍCIO 2013 MACAPÁ 1 1 SANTANA 1 1 município 1 0 0 município 2 0 0 município “n” 0 0 2 2 cidade 1 0 0 cidade 2 0 0 cidade “n” 0 0 UF 1 BRASIL UF “n” Subtotal Brasil PAÍS 1 EXTERIOR 58 PAÍS “n” cidade 1 0 0 cidade 2 0 0 cidade “n” 0 0 0 0 2 2 Subtotal Exterior Total (Brasil + Exterior) Fonte: Divisão de Administração e Finanças 7- GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. 7.1 informações sobre sistemas computacionais diretamente relacionados aos macroprocessos finalísticos e objetivos estratégicos da Instituição. Nº do Contrato Objeto Fornecedores Vigência CNPJ Custo Valores desembolsados 2014 Denominação Convênio de Cooperação mútua. Utilização conjunta de sistemas informatizados para gestão educacional e gestão administrativa/ financeira 02/05/2011 a 02/05/2015 39.847.728/0001-99 MXM Sistemas Informática S/A Convênio de Cooperação mútua. Utilização conjunta de sistemas informatizados para gestão educacional e gestão administrativa/ financeira 02/05/2011 a 02/05/2015 03.560.440/0001-91 05/2013 Conexão Internet 10.06.2013 a 10.06.2014 07.656.757/0001-87 e Serviços de 315.000,00 73.584,06 MIRA 210.000,00 38.674,86 Você Telecomunicações Ltda. 75.990,00 75.990,00 Total 59 Legenda: Nº do contrato: número do contrato firmado com terceiros na área de Tecnologia da Informação. Caso exista um número representativo de contratos, só devem ser consignados no quadro os mais representativos em termos de valor e, adicionalmente, aqueles mais estratégicos para a unidade, considerando a sua contribuição para o desenvolvimento dos macroprocessos finalísticos. Objeto: descrição sucinta do objeto do contrato. Vigência: período de início e termino do contrato, com mês e ano. Fornecedores: CNPJ: número do CNPJ Denominação: nome ou razão social da empresa contratada Custo: valor total do contrato. Valores desembolsados 2014: valores pagos em 2014, em razão da execução do contrato. Fonte: Divisão de Administração e Finanças 8 – GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. 8.1- Adoção de critérios de sustentabilidade ambiental Aspectos sobre a gestão ambiental e Licitações Sustentáveis Avaliação Sim Não 1. Sua unidade participa da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P)? X 2. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação a associações e cooperativas de catadores, conforme dispõe o Decreto nº 5.940/2006? X 3. As contratações realizadas pela unidade jurisdicionada observam os parâmetros estabelecidos no Decreto nº 7.746/2012? X 4. A unidade possui plano de gestão de logística sustentável (PLS) de que trata o art. 16 do Decreto 7.746/2012? Caso a resposta seja positiva, responda os itens 5 a 8. X 5. A Comissão gestora do PLS foi constituída na forma do art. 6º da IN SLTI/MPOG 10, de 12 de novembro de 2012? X 6. O PLS está formalizado na forma do art. 9° da IN SLTI/MPOG 10/2012, atendendo a todos os tópicos nele estabelecidos? X O PLS encontra-se publicado e disponível no site da unidade (art. 12 da IN SLTI/MPOG 10/2012)? X 7. 60 Caso positivo, indicar o endereço na Internet no qual o plano pode ser acessado. 8. Os resultados alcançados a partir da implementação das ações definidas no PLS são publicados semestralmente no sítio da unidade na Internet, apresentando as metas alcançadas e os resultados medidos pelos indicadores (art. 13 da IN SLTI/MPOG 10/2012)? X Caso positivo, indicar o endereço na Internet no qual os resultados podem ser acessados. Considerações Gerais Fonte: Divisão De administração e Finanças. 9- ATENDIMENTO DE DEMANDA DE ÓRGÃOS DE CONTROLE 9.1 – Tratamento das Deliberações em acórdãos do TCU 9.1.1 - Deliberações do TCU atendidas no exercício. DECLARAÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Departamento Regional do Amapá, Inscrito no CNPJ nº 03.592.977/0001-33, DECLARA, para fins do disposto no item 9.1.1 do Relatório de Gestão, que em 2014, não recebeu deliberações do TCU. Macapá, 31 de dezembro de 2014. 61 9.1.2 - Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do Exercício DECLARAÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Departamento Regional do Amapá, Inscrito no CNPJ nº 03.592.977/0001-33, DECLARA, para fins do disposto no item 9.1.2 do Relatório de Gestão, que em 2014 não recebeu deliberações do TCU. Macapá, 31 de dezembro de 2014. 62 9.2 Tratamento das deliberações do Órgão de Controle Interno 9.2.1 - Recomendações do OCI atendidas no Exercício. Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 1º Identificação do Relatório de Auditoria NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de Acompanhamento de Gestão nº201304320 Item do RA Comunicação Expedida 2.1.1.1-Aquisição de mobiliários com Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP preços acima da média de mercado. OS:201304320 Nº Constatação: 002 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação:001 – Apurar responsabilidade de quem concorreu para a contratação com valores superiores aos praticados no mercado. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional, Diretoria Administrativa e Financeira e CPL- Comissão Permanente de Licitação Síntese da Providência Adotada Constituição de Comissão de Sindicância Interna Administrativa (Ordem de Serviço “E” nº 03/2014) para apurar os fatos conforme Recomendação em referência. Síntese dos Resultados Obtidos A citada Comissão apurou que não houve dolo por parte de nenhum colaborador e dos gestores. O que de fato ocorreu foi falha procedimental da CPL ao efetuar a pesquisa de mercado que tomou preços subestimados e de não mencionar na ata e na justificativa para prosseguimento e validação do processo os percentuais em os lotes excederam ao limite de 15% sobre o valor de referência. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU 63 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 2º Identificação do Relatório de Auditoria NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de Acompanhamento de Gestão nº201304320 Item do RA Comunicação Expedida 2.1.1.1-Aquisição de mobiliários com Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP preços acima da média de mercado.OS:201304320 Nº Constatação: 002 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 002 – Ressarcimento ao erário, por aqueles que deram causa, dos valores que ocasionaram o superfaturamento Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional, Diretoria Administrativa e Financeira, Coordenadoria de Material e Patrimônio e CPL- Comissão Permanente de Licitação Síntese da Providência Adotada Constituição de Comissão de Sindicância Interna Administrativa (Ordem de Serviço “E” nº 03/2014) para apurar os fatos conforme Recomendação em referência. Síntese dos Resultados Obtidos A citada Comissão apurou que não houve dolo por parte de nenhum colaborador e dos gestores. O que de fato ocorreu foi falha procedimental da CPL ao efetuar a pesquisa de mercado que tomou preços subestimados e de não mencionar na ata e na justificativa para prosseguimento e validação do processo os percentuais em os lotes excederam ao limite de 15% sobre o valor de referência. Assim, conforme explicitado pela CGU no Anexo I, via Ofício nº 30.181/2014-CGU-Regional/AP, “Diante do que foi apurado pela comissão e considerando o fato de que, segudo a comissão, não houve favorecimento ou benefício a nenhum dos envolvidos, considera-se atendida a recomendação. “ Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU 64 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 3º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.2-Deficiência de pesquisa de Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 mercado para contratação direta por meio de dispensa. OS:201304320 Nº Constatação: 005 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 – Formalizar rotinas administrativas, de modo que nas pesquisas de mercado realizada pela entidade sejam aceitos orçamentos devidamente detalhados, conforme os quantitativos a serem adquiridos, devendo constar valor unitário de cada item e valor total. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional, Diretoria Administrativa e Financeira, Coordenadoria de Material e Patrimônio Síntese da Providência Adotada Proposta de nova Resolução de compras de bens e serviços, conforme estabelecido em seus artigos 1º e 2º e revogação da Resolução Senac/AP nº 03/2012. Síntese dos Resultados Obtidos Aperfeiçoamento das normas e procedimentos de compras e contratos da entidade com a edição da Resolução SENAC/AP Nº 11/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU 65 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 4º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.3-Não indicação de dotação Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 orçamentária em processos licitatório e de contratação direta,. OS:201304320 Nº Constatação: 006 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 - Que a entidade adote formalmente rotinas internas administrativas de modo que nos processos licitatórios e de aquisições diretas, sejam indicados ainda na fase inicial, a fonte de recursos que atenderão as respectivas despesas. Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional, Diretoria Administrativa e Financeira, Coordenadoria de Material e Patrimônio e CPL- Comissão Permanente de Licitação Síntese da Providência Adotada Proposta de nova Resolução de compras de bens e serviços, conforme estabelecido em seu artigo 1º e seu inciso II, e no artigo 2º e em seu § 8º e revogação da Resolução Senac/AP nº 03/2012. Síntese dos Resultados Obtidos Aperfeiçoamento das normas e procedimentos de compras e contratos da entidade com a edição da Resolução SENAC/AP Nº 11/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 66 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 5º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.4-Exigência de requisito de Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 habilitação irrelevante em edital de licitação, comprometendo o caráter competitivo do certame. OS:201304320 Nº Constatação: 007 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 – Abstenha-se de exigir requisitos de habilitação em editais de licitação que não guardem conexão com a complexidade do objeto a ser contratado, evitando, assim, a restrição ao caráter competitivo das licitações no âmbito da entidade. Setor Responsável pela Implementação Diretoria de Administração e Finanças, Coordenaria de Material e Patrimônio, Setor de Compras e Contratos e CPL- Comissão Permanente de Licitação Síntese da Providência Adotada Aperfeiçoamento dos procedimentos na elaboração dos editais licitatórios via refinamento e cuidado para não fazer exigências desconectadas com o objeto a ser contratado. Síntese dos Resultados Obtidos Obtenção de menor risco de restrição à competitividade Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 67 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 6º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.5-Contratação indevida por Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 meio de inexigibilidade de licitação no valor de R$ 12.280,00. OS:201304320 Nº Constatação: 003 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Diretoria Regional, Diretoria de Administração e Finanças, Coordenadoria de Material e Patrimônio; Setor de Compras e Contratos Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 - Que nos procedimentos relacionados à contratação direta por meio de inexigibilidade, referente ao inciso I do artigo 10 da Resolução Senac nº 845/2006 sejam adotados, formalmente, rotinas que façam constar no processo de aquisição, atestado de exclusividade Setor Responsável pela Implementação Coordenaria de Material e Patrimônio, Setor de Compras e Contratos Síntese da Providência Adotada Proposta de nova Resolução de compras de bens e serviços, conforme estabelecido em seu artigo 4º e revogação da Resolução Senac/AP nº 03/2012. Síntese dos Resultados Obtidos Aperfeiçoamento das normas e procedimentos de compras e contratos da entidade com a edição da Resolução SENAC/AP Nº 11/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 68 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 7º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.6-Ausência de pesquisa de Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 mercado nas contrações diretas por meio de Dispensa. OS:201304320 Nº Constatação: 004 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Coordenaria de Material e Patrimônio, Setor de Compras e Contratos Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 - Que nos procedimentos relacionados à contratação direta por meio de dispensa, sejam adotados, formalmente, rotinas para realização de prévia pesquisa de mercado. Setor Responsável pela Implementação Coordenaria de Material e Patrimônio, Setor de Compras e Contratos Síntese da Providência Adotada Proposta de nova Resolução de compras de bens e serviços, conforme estabelecido em seu artigo 2º em especial seu §4º e revogação da Resolução Senac/AP nº 03/2012. . Síntese dos Resultados Obtidos Aperfeiçoamento das normas e procedimentos de compras e contratos da entidade com a edição da Resolução SENAC/AP Nº 11/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 69 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 8º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.6-Ausência de pesquisa de Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 mercado nas contrações diretas por meio de Dispensa. OS:201304320 Nº Constatação: 004 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 002 - Fazer gestão junto ao SENAC-DN para que reveja a Resolução nº 07/2009 no sentido de que nas contratações sejam realizadas pesquisas de mercado, independentes do valor. Cabe destacar que reproduzimos fielmente o texto da Nota Técnica nº 745/2014-CGU para a Constatação: 004 - Recomendação:002, embora na “Análise do Controle Interno” o tópico faz referência ao que dispõe a Resolução Senac/AP nº 03/2012 pela não obrigatoriedade de maiores formalidades para as aquisições de valor até R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais). Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional e Diretoria de Administração e Finanças Síntese da Providência Adotada Proposta de nova Resolução de compras de bens e serviços, conforme estabelecido em seu artigo 2º e seus parágrafos 1º ao 4º e revogação da Resolução Senac/AP nº 03/2012. Síntese dos Resultados Obtidos Aperfeiçoamento das normas e procedimentos de compras e contratos da entidade com a edição da Resolução SENAC/AP Nº 11/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 70 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 9º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.7-Editais com exigências que Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 se configuram como restrições ao caráter competitivo. OS:201304320 Nº Constatação: 001 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 - Fazer gestão junto ao SENAC-DN para que reveja a Resolução nº 861/2007 no sentido de que seja evitado exigências, em editais, que possam comprometer o caráter competitivo dos certames. Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional e Diretoria de Administração e Finanças Síntese da Providência Adotada Repassamos ao Senac DN as ponderações registradas no Relatório de Auditoria de Acompanhamento de Gestão nº 201304320, via correspondência CE 666/2013-SECEX/DR-AP, em 14/10/13, encaminhando o Relatório de Auditoria de Acompanhamento de Gestão nº 201304320 para conhecimento e orientações acerca das recomendações propostas no citado documento. Síntese dos Resultados Obtidos Obtenção de menor risco de restrição à competitividade Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 71 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 10º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.7-Editais com exigências que Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 se configuram como restrições ao caráter competitivo. OS:201304320 Nº Constatação: 001 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 002 - Fazer gestão junto ao SENAC-DN para que reveja o edital padrão para aquisições de mobiliários, no sentido de evitar restrições ao caráter competitivo dos certames. Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional e Diretoria de Administração e Finanças Síntese da Providência Adotada Reavaliação por parte do Senac DN da Resolução 861/2007. Síntese dos Resultados Obtidos Obtenção de menor risco de restrição à competitividade Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 72 Quadro 9.2.1 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI Unidade Jurisdicionada Denominação Completa Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem 11º Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida NOTA TÉCNICA Nº 745, atinente ao Relatório de Auditoria de 2.1.1.8-Ausência de documentos que Nota Técnica nº 745/2014/CGU-Regional/AP Acompanhamento de Gestão nº201304320 comprovem pesquisa de mercado no pregão nº 01/2012. OS:201304320 Nº Constatação: 010 Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Departamento Regional no Amapá Descrição da Recomendação Nº Recomendação: 001 - Que sejam adotadas, formalmente, rotinas administrativas, de modo a evitar falhas relacionadas à formalização dos documentos que compõe os processos licitatórios. Setor Responsável pela Implementação Diretoria Regional e Diretoria de Administração e Finanças Síntese da Providência Adotada Proposta de nova Resolução de compras de bens, conforme estabelecido em seu artigo 2º e seus parágrafos 1º ao 4º e 9º, além da revogação da Resolução Senac/AP 03/2012. Síntese dos Resultados Obtidos Aperfeiçoamento das normas e procedimentos de compras e contratos da entidade com a edição da Resolução SENAC/AP Nº 11/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve impedimentos para atender a recomendação da CGU. 73 9.2.2 - Recomendações do OCI pendentes de atendimento ao final do Exercício. DECLARAÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Departamento Regional do Amapá, Inscrito no CNPJ nº 03.592.977/0001-33, DECLARA, para fins do disposto no item 9.2.2 – do Relatório de Gestão, que em 2014, não recebeu recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exercício. Macapá, 31 de dezembro de 2014. 9.3 Adoção de medidas administrativas por ocorrência de dano ao erário. Não houve ocorrência que causasse dano ao erário na Unidade jurisdicionada. 10- INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 10.1 – Adoção de critérios e procedimentos estabelecidos em NBCs Em obediência as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público em especial aos dispositivos contidos nas NBC T 16.9 e NBC T 16.10, que estabelecem critérios para o registro contábil da depreciação, amortização e exaustão e Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público, respectivamente; a partir do ano de 2011 foi iniciado o processo de depreciação dos bens móveis e imóveis da instituição, também no ano de 2011 foi desmembrado o valor que constava em Edificações e passou-se a constar em Terrenos, esse desmembramento foi realizado através de laudo técnico da Caixa Econômica Federal , estimando novos valores de vida útil e econômica do imobilizado de acordo com suas características construtivas, finalidades à que se destinam e condições de uso. 74 O ativo imobilizado, incluindo os gastos adicionais ou complementares, é mensurado com base no valor de aquisição, corrigido quando necessário e deduzidas as depreciações, que significam a redução do valor dos bens tangíveis pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. O processo de depreciação é calculado pelo método linear sobre todos os bens do Ativo Imobilizado excluindo os terrenos e os bens móveis de natureza cultural (obras de arte) que não estão sujeitos a aplicação conforme NBC T 16.9, utilizando as taxas estabelecidas pela Receita Federal do Brasil listadas a seguir: TABELA DE DEPRECIAÇÃO Classificação Taxa anual Vida útil Valor Residual Edifícios 4% 25 anos 20% Móveis e Utensílios 10% 10 anos 10% Equipamentos em geral 10% 10 anos 10% Computadores e Periféricos 20% 5 anos 10% Veículos 20% 5 anos 50% Veículos com tração mecânica 6,7% 15 anos 10% 0% 0 0% Terrenos A metodologia utilizada para mensuração e avaliação das disponibilidades é o valor original corrigido até a data de encerramento do balanço; os créditos e dívidas são avaliados pelo valor original; os estoques são mensurados com base no valor de aquisição e nas saídas dos estoques é utilizado o custo médio ponderado. No ano de 2014, o Ativo Imobilizado do Senac Amapá sofreu uma redução de R$826.044,52 (oitocentos e vinte e seis mil, quarenta e quatro reais e cinquenta e dois centavos) decorrentes do registro da depreciação, valor este lançado em contrapartida ao resultado do exercício. 75 10.2 Demonstrações contábeis conforme Lei nº 4.320/64 e Resolução CFC nº 1.133/2008. a) Demonstrações contábeis e Notas Explicativas (Anexos) 10.2.1 Balanço Patrimonial; 10.2.2 Balanço Orçamentário; 10.2.3 Balanço Financeiro; 10.2.4 Demonstrações das Variações Patrimoniais; 10.2.5 Demonstração do fluxo de Caixa; 10.2.6 Notas Explicativas; 10.2.7 Demonstração do Resultado econômico. 10.3 Relatório de auditoria independente DECLARAÇÃO O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Departamento Regional do Amapá, Inscrito no CNPJ nº 03.592.977/0001-33, DECLARA, para fins do disposto no item 10 – do Relatório de Gestão, que em 2014 não houve Auditoria Independente nessa unidade jurisdicionada. Macapá, 31 de dezembro de 2014. 76 11. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE 11.1 Medidas adotadas relativas à acessibilidade Todos os projetos arquitetônicos de obras de reforma ou construção nas instalações físicas de propriedade do Departamento Regional são elaborados considerando as normas de acessibilidade. 12. OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO 12.1 Outras informações relevantes As informações registradas foram compostas pelos diretores e coordenadores, num trabalho conjunto, de acordo com as orientações dispostas na Portaria 90-TCU e DNs nº 134 e 139 –TCU Colocamo-nos à disposição para quaisquer outras informações ou esclarecimentos. 77 ANEXOS 78 80 82 84 87 88 90 91 92 93 95 96