PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Enfermagem Professorer: Erci Bohrer; Maria Aparecida Tavares; Dinamar Aparecida Gomes Período/ Fase: 7º Semestre: 1º Ano: 2013 Disciplina: GESTÃO E GERENCIAMENTO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA E HOSPITALAR Carga Horária: 12 – Teoria (4 créditos) e Prática (4 Saúde Coletiva e 4 Hospitalar) 2. EMENTA: Introdução e princípios gerais de administração hospitalar e pública. Teorias de Administração e sua influência na enfermagem. Planejamento situacional e estratégico em saúde. Auditoria interna e externa. Gerenciamento do serviço de enfermagem: dimensionamento de pessoal, previsão de material e escala de serviço. A gestão do Programa de Saúde da Família. Educação permanente. Identificação de problemas, elaboração e execução do planejamento das atividades a serem desenvolvidas nas aulas práticas nas unidades básicas de saúde e instituições hospitalares. 3 .OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA 1. Fundamentar o acadêmico em relação às políticas de saúde pública vigente, com base nos conhecimentos científicos para que seja capaz de desenvolver uma visão crítica e política em saúde pública, identifique, administre e seja capaz de dar resolutividade nos problemas de saúde diagnosticados, desempenhando as funções técnico administrativas em Saúde Coletiva e hospitalar. 2. Reconhecer o planejamento e a administração em saúde como processos dinâmicos, integrados, multiprofissionais, relacionados ao ambiente sócio –econômicos nos quais a enfermagem está inserida. 3.Capacitar o aluno para o gerenciamento da produção de cuidados de enfermagem e de saúde, a partir das bases teóricas que fundamentam a prática administrativa . 2.2 4.Refletir sobre a prática cotidiana de enfermagem, realizando uma análise crítica dos modelos de gestão utilizados nos serviços de saúde. 1 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: O aluno deverá desenvolver e demonstrar condições de ensino-aprendizagem para que perceba e compreenda administração e liderança em enfermagem através uma visão humanizada, para que: - Entenda a organização do Sistema Único de Saúde e seus departamentos Identifique os problemas e saibam dar resolutividade Saiba realizar um planejamento em saúde pública e hospitalar Conheça o papel do enfermeiro administrador em saúde pública e hospitalar Reconheça a hierarquização das organizações de saúde. Consiga tomar decisões como enfermeiro na saúde pública e hospitalar 5 . RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES O acadêmico deverá apresentar capacidade de interagir com todas as Disciplinas anteriores 6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO - - Identificar toda a estrutura física da Instituição em estágio; Identificar todos os setores do local em estágio e sua interação com os demais; Capacidade de aplicar seus conhecimentos técnicos e científicos adquiridos no decorrer do curso, relacionando-os às disciplinas anteriores; Promover educação em serviço junto aos funcionários da Instituição Capacidade de realizar assistência integral ao Ser Humano com embasamento técnico-científico; Conhecer a teoria e demonstrar a capacidade de aplicação prática da acordo com as teorias de administração e gerenciamento; Capacidade em liderar, supervisionar e coordenar a Equipe de Enfermagem; 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Introdução e princípios gerais de administração hospitalar e pública. - Teorias de Administração e sua influência na enfermagem. - Planejamento situacional e estratégico em saúde ( Plano Municipal de saúde). - Auditoria interna e externa. 2 - Gerenciamento do serviço de enfermagem: dimensionamento de pessoal, previsão de material e escala de serviço. - A gestão do Programa de Saúde da Família. (Legislação, Pactos pela vida, Liderança, indicadores de saúde) - Educação permanente e Liderança - Identificação de problemas, elaboração e execução do planejamento das atividades a serem desenvolvidas nas aulas práticas nas unidades básicas de saúde e instituições hospitalares. - Sistemas de Avaliação em saúde e na Enfermagem - Supervisão em enfermagem 8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO Os recursos didáticos utilizados para o desenvolvimento da disciplina serão constituídos de aulas expositivo-dialogadas, palestras, estudos independentes, resolução de situaçãoproblema, reuniões para relato de experiência, atividades teórico-práticas em hospitais e na rede local de saúde e relatório de atividades. As atividades previstas para a aprendizagem incluem práticas disciplinares que serão desenvolvidas em unidades de internação hospitalar e em centros de saúde e comunidade com a finalidade de propiciar experiências que permitam ao aluno ter uma visão da organização e da dinâmica dos serviços de saúde, com ênfase na atuação do enfermeiro e no gerenciamento da produção de cuidados de enfermagem. 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de freqüência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 3 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, freqüência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, freqüência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das idéias: fundamento das idéias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). .. Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação 4 10. BIBLIOGRAFIA 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANIEL, Liliane Felcher. A Enfermagem Planejada. São Paulo, EPU, 1981. EPSTEIN, Charlote. Interação Efetiva na enfermagem. São Paulo, EPU, 1977. SCHURR, Margaret. Enfermagem e administração. São Paulo, EPU, 1976. CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. Belo Horizonte, Fundação Christiano Ottoni, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KURCGANT, Paulina (Coord.) Administração em Enfermagem. EPU. São Paulo, 1996. BARROS NETO, João Pinheiro. Teorias de administração: curso completo: manual prático para estudantes & gerentes profissionais. Rio de janeiro. Qualitymark Ed. 2001. 168p. MARQUIS, Bessie L; HUSTON, Carol J. Administração e Liderança em enfermagem: teoria e aplicação. Tradução: Regina Machado Garcez e Eduardo Schaan. 2ªed. Porto Alegre: Artes médicas Sul, 1999. 560p. MARX, Lore Cecília; MORITA, Luiza Chitose. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2ªed. São Paulo. EPUB, 2003. 124p. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6ª ed. Rio de Janeiro. Campus, 2000. 702p. MEZOMO, João C. Hospital Humanizado. Fortaleza. Premius Ed., 2001. 210p. MAXIMIANO. Antônio Cezar Amaru. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade na economia globalizada. 2ª ed. São Paulo. Atlas. 2000. 532p. BERGAMINI, Cacília Witaker. Motivação. Atlas, 3ª ed., São Paulo, 1993. 5 BRAGA, J. C. S. Saúde e previdência: Estudos de política social. São Paulo : Hucitec, 1986. BRASIL, Ministério da Saúde. Constituição Federal, Lei 8.080, Lei 8.142. Brasília, 1990. BRASIL. Ministério da Sáude. Manual para a organização da atenção básica. Brasília, 1999. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde. NOAS SUS 2001. Brasília, 2001. ___________. A reforma da reforma: repensando a saúde. São Paulo: Hucitec, 1992. Chiavenato, Idalberto. Administração dos recursos humanos. Ed. 2, v. 1 e 2; Atlas. São Paulo, 1999. COHN, A. A saúde como direito e como serviço. São Paulo : Cortez, 1991. ESMANHOTO, R. A saúde nas cidades. São Paulo : Hucitec, 1991. __________________, Sistema Único de Saúde. Norma Operacional Básica - NOB SUS 01/96. Florianópolis, 1996. KONDO, Yoschio. Motivação Humana: Um fator chave para o gerenciamento. Atlas, 3ª ed., Rio de Janeiro, 1996. KRON, T. e GREY, A. Administração dos cuidados de enfermagem ao paciente. Ed. 6. Interlivros. Rio de Janeiro, 1989. LUCENA, Maria Diva de Salete. Avaliação de Desempenho. São Paulo: Atlas, 1992. MARQUIS, Bessie L., HUSTON, Carol J. administração e Liderança em enfermagem. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. RIZZOTTO, Maria L. Frizon. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia : AB, 1999. SANTA CATARINA, Secretaria de Estado da Saúde. Informações básicas para gestores. Florianópolis, 2000. TEXTO E CONTEXTO. Novos rumos na administração em enfermagem. UFSC. v.5, n.2, Jul./Dez. 1996. VANZIN, Arlete Spencer, NERY Maria E. da Silva. Enfermagem em saúde pública. Fundamentação para o exercício na comunidade. 2.ed. Porto Alegre : Sagra. 1998. Para leitura e Resenha Reflexiva: BLANCHARD, Kenneth. O gerente minuto. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara, 1981. Rideel, 1996. 6 STIER, C. J. Niebel, et al. Rotinas em controle de infecção hospitalar. Netsul, 1995. Curitiba: VEIGA, Deborah de AZEVEDO.& CROSSETTI, M. da G. Oliveira. Manual de Técnicas de Enfermagem. 7 ed. Porto Alegre. Sagra-DC- Luzzatto, 1996. DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina Ambulatorial: Condutas Clínicas Primária. 2ª ed. Porto Alegre, ARTMED, 1996. em Atenção CARPENITO, Lynda Juall. Planos de Cuidados de Enfermagem e Documentação: Diagnóstico de Enfermagem e Problemas Colaborativos. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. TIMBY, Bárbara K. Conceitos e Habilidades Fundamentais no Enfermagem. 6ª ed. Porto alegre: ARTMED Editora, 2001. Atendimento de 10.3 BIBLIOGRAFIA ADICIONAL REVISTAS: - RADIS - Comunicação em Saúde – Escola Nacional de Saúde Pública - Rio de Janeiro – RJ. - UPDATE – Revista de Educação Permanente em Clínica Geral - São Paulo - NURSING – Revista Técnica de Enfermagem – São Paulo. 7