A EXPERIÊNCIA DO PARANÁ NO NEPSO: A PESQUISA DE OPINIÃO QUE
ENSINA
Bruno Kerber de Oliveira1
Luzia Regis Narok Pereira2
Thiago Sobral Marques da Silva3
Resumo
O projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião (NEPSO) iniciou-se em 2000,
coordenado pela ONG Ação Educativa, sendo, atualmente, aplicado em seis países e oito
estados brasileiros. Tem como objetivo a disseminação do uso da pesquisa de opinião nas
instituições de ensino como um instrumento pedagógico, por meio de uma metodologia
desenvolvida em seis etapas: definição do tema; identificação da população e definição da
amostra; elaboração do questionário; planejamento e execução do trabalho de campo;
tabulação e processamento dos dados; análise, interpretação e apresentação dos resultados
obtidos. O Paraná participa do NEPSO, desde 2005, coordenado por uma professora do
Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Paraná, sendo
utilizado, principalmente, na disciplina de Matemática de algumas escolas da Região
Metropolitana de Curitiba e do Litoral Paranaense, colaborando com a melhoria do ensino
das instituições participantes, através do uso da pesquisa de opinião.
Palavras-Chave: Pesquisa; Opinião; NEPSO.
1
Aluno do Curso de Matemática da UFPR. Email: [email protected]
2
Aluna do Curso de Matemática da UFPR. Email: [email protected]
3
Aluno do Curso de Matemática da UFPR. Email: [email protected]
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INTRODUÇÃO
No ano de 2005, uma professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da
Universidade Federal do Paraná foi convidada a participar de um projeto chamado Nossa
Escola Pesquisa Sua Opinião (NEPSO), com o intuito de envolver e capacitar alunos e
professores tanto para elaboração, desenvolvimento e análise de pesquisas de opinião,
como para sua utilização pedagógica, gerando trabalhos interdisciplinares e inseridos na
nossa sociedade.
A partir desse momento, com o apoio da ONG Ação Educativa4 e da Universidade
Federal do Paraná (UFPR), o Paraná formou um novo polo do projeto: o Polo Paraná.
Durante quatro anos e meio, muitos professores, alunos e instituições públicas de ensino
aderiram ao NEPSO, desenvolvendo vários projetos.
Atualmente, o projeto possui o auxílio de alunos de graduação dos cursos de
Matemática e Estatística da UFPR, engajados em adicionar seus conhecimentos ao projeto,
auxiliando professores e alunos, além de divulgá-lo e, dessa forma, encontrar pessoas
interessadas em participar e auxiliar no Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião. Dessa forma,
buscamos, com esse trabalho, divulgar as experiências já vividas no Polo Paraná com o uso
desta metodologia, para que ela possa ser utilizada em mais instituições de ensino, devido a
sua importância como ferramenta de ensino.
2
HISTÓRICO
O projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião iniciou-se em 2000, através da
iniciativa do Instituto Paulo Montenegro – organização sem fins lucrativos, criada pelo
IBOPE Brasil, para desenvolver e executar projetos na área de Educação – e a ONG Ação
Educativa - organização não governamental que atua, desde 1994, na área de educação e
juventude no Brasil.
Inicialmente, essas duas instituições fizeram um projeto-piloto nas cidades do Rio
de Janeiro e São Paulo. Após isso, o projeto começou a se disseminar pelo Brasil e pelo
mundo, sendo que, em 2001, Rio Grande do Sul e Pernambuco também iniciaram as suas
atividades no NEPSO. Em 2002, houve um grande avanço nas atividades do projeto, com a
implantação do site, reunindo textos, projetos, vídeos e outras informações sobre o
4
A Ação Educativa é uma organização fundada em 1994, com a missão de promover os direitos
educativos e da juventude, tendo em vista a justiça social, a democracia participativa e o desenvolvimento
sustentável no Brasil.
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NEPSO; e, além disso, nesse mesmo ano, houve o I Congresso IBOPE UNESCO, reunindo
professores e alunos dos quatro polos participantes, além de governo, universidades e
ONG’s interessadas no Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião.
Após isso, outros polos iniciaram suas participações no projeto: em 2003, Polo
Minas Gerais; em 2004, Polo Distrito Federal e Polo Argentina; em 2005, Polo Paraná,
Polo Chile e Polo México; em 2006: Polo Portugal; em 2007, Polo Colômbia e Polo Bahia.
Além disso, nestes nove anos de existência, já houve sete congressos IBOPE UNESCO,
buscando a disseminação do conhecimento, promovendo a reflexão, dando visibilidade e
facilitando o intercâmbio de experiências na construção de projetos que utilizam a pesquisa
de opinião como instrumento pedagógico.
Sem perder sua qualidade e finalidade, o projeto vem se ampliando e promovendo
o uso pedagógico da pesquisa de opinião pelas escolas da rede pública.
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PROPÓSITOS
Segundo as orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBEN) e dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s), o ensino fundamenta-se em
formar o aluno para:
• o exercício da cidadania;
• para o trabalho; e
• para continuar aprendendo ao longo da sua vida.
Nessa direção, o NEPSO baseia sua metodologia também na proposta curricular
apresentada pela UNESCO, na qual um aluno deve, em sua vida estudantil, aprender a
conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser.
Dessa forma, a pesquisa de opinião pode ser considerada uma prática educativa
em que, a medida que participam das decisões e sobre o que e como pesquisar, os alunos
motivam-se mais para assimilar as informações obtidas. Integrarão essas informações aos
seus conhecimentos e as empregarão para ampliar sua visão de mundo e,
consequentemente, orientar suas ações.
Nessa perspectiva, a pesquisa de opinião como foco das propostas tem um
significado especial: ao elaborar uma pesquisa de opinião sobre um determinado tema, as
pessoas necessariamente têm de se posicionar e, com isso, então, estão participando do
processo. Ao conhecer a opinião dos outros e compará-las com a suas, poderão, ainda,
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conscientizar-se sobre como as visões do mundo são construídas socialmente, por meios de
influências, acordos, conflitos e negociações.
E é assim que o NEPSO orienta os coordenadores dos projetos, buscando a
participação dos alunos em pesquisas de opinião, abrangendo temas socioculturais da
comunidade escolar.
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METODOLOGIA
A iniciativa de fazer uma pesquisa de opinião pode partir de todos os envolvidos
no ambiente escolar, entre professores, alunos, coordenadores pedagógicos, funcionários,
entre outros. Porém, para que a pesquisa seja válida, ela não pode ser realizada de qualquer
maneira. Por esse motivo, o NEPSO possui uma metodologia para a realização das
pesquisas, instruindo professores, alunos e demais pessoas envolvidas a seguirem algumas
etapas que serão descritas a seguir.
4.1
DEFINIÇÃO DO TEMA
Esta etapa é o momento de reflexão dos alunos sobre a comunidade escolar,
comunidade externa à escola, o mundo e seus aspectos econômicos, sociais e culturais.
Enfim, a pesquisa de opinião já começa nesse momento, em que os alunos necessitam
pensar sobre as suas vidas e o lugar em que vivem, em busca de um tema que os
enriqueçam e, simultaneamente, tragam um resultado à escola e à sociedade. Para isso,
deve-se ter muito cuidado ao escolher o que se vai pesquisar, buscando definir qual a
finalidade de pesquisar sobre o tema escolhido, o que já se sabe sobre o assunto, que
opiniões pretende-se descobrir através da pesquisa, o que será feito com os resultados, pra
quem serão divulgados e entre outras questões.
4.2
IDENTIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO E DEFINIÇÃO DA AMOSTRA
Depois de definido o tema, deve-se discutir quem poderá ser entrevistado, ou seja,
definir qual será a população envolvida na pesquisa e buscar informações, como
quantidade, sexo, idade e outros dados relevantes das pessoas que a compõe. Essas
informações são úteis para a definição da amostra, ou seja, a quantidade de pessoas que
efetivamente serão pesquisadas. Para que uma pesquisa de opinião seja confiável, não
precisamos, necessariamente, entrevistar toda a população e, por isso, é que definimos uma
amostra. Essa deve ser definida de acordo com os objetivos da pesquisa, o grau de
confiança que se quer e os recursos disponíveis para a sua realização.
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4.3
ELABORAÇÃO DOS QUESTIONÁRIOS
A elaboração dos questionários é uma das principais etapas de uma pesquisa. É
nesse momento que muitos detalhes devem ser cuidados e, por esse motivo, o auxílio do
professor aos alunos é muito importante. Os questionários devem ser sucintos, precisos e
breves, abordando somente o necessário para alcançar os objetivos da pesquisa. Além
disso, as perguntas devem ser claras, sem ambiguidades, bem como não podem influenciar
as respostas dos entrevistados. Deve-se, também, ficar atento ao vocabulário utilizado nos
questionários, usando palavras que façam parte do cotidiano dos indivíduos pesquisados.
Para que esses detalhes sejam testados, durante a construção do questionário é de
suma importância que se questione se as questões tratam precisamente do assunto da
pesquisa e se estão objetivas e claras. Além disso, pode-se fazer um pré-teste com
pequenos grupos de entrevistados e, dessa forma, corrigir possíveis erros que forem
detectados.
4.4
PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO TRABALHO DE CAMPO
Nesse momento da pesquisa, necessitamos de um planejamento de como será feito
o trabalho de campo, como: quem e quantos serão os entrevistadores, qual o período de
realização das entrevistas, entre outros detalhes. Além disso, os pesquisadores devem estar
bem cientes dos objetivos da pesquisa e cumprirem o que foi pré-estabelecido sobre a
forma de fazer a pesquisa.
Ao iniciar-se o trabalho de campo, os pesquisadores, primeiramente, devem se
identificar, explicar os objetivos da pesquisa e solicitar com delicadeza a participação dos
entrevistados, pois estes são os indivíduos principais de uma pesquisa. Ao fazer os
questionamentos, devem ler claramente as perguntas, sem influenciar as respostas,
registrando-as com precisão e demonstrando respeito às opiniões do entrevistado.
4.5
TABULAÇÃO E PROCESSAMENTO DOS DADOS
Através da tabulação, dispomos de forma ordenada os dados obtidos para que a
leitura e a análise sejam facilitadas. Isso pode ser feito de três maneiras: manualmente,
através de planilhas eletrônicas ou através de softwares específicos para a tabulação de
dados. A escolha de qual procedimento utilizar depende do número de questões, do
número de entrevistas realizadas e dos recursos disponíveis. E, da mesma maneira que
precisamos fazer um pré-teste dos questionários, necessitamos fazer um pré-teste da
tabulação, verificando se é expressiva e se representa com clareza os resultados obtidos.
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4.6
ANÁLISE, INTERPRETAÇÃO E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
Ao analisarmos os dados, deve-se prestar atenção ao que é mais comum e ao que é
discrepante, comparando com o que se previa quando foi feita a definição do tema. E, em
muitos casos, é válido fazer inter-relações das questões, principalmente, quanto à idade,
sexo, escolaridade e outras variáveis relacionadas à pesquisa, pois, assim, pode-se
conseguir informações relevantes e que não foram percebidas ainda. Porém, deve-se
lembrar que não se pode distorcer os dados, tomando cuidado com as interpretações a
serem feitas em relação a eles. Para a apresentação dos resultados, além da tabela,
podemos utilizar os gráficos, os quais evidenciam tendências e relações, facilitando a
leitura e a interpretação dos dados.
5
O NEPSO NO PARANÁ
Desde 2005, o projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião no Polo Paraná é o
resultado da parceria entre o Instituto Paulo Montenegro, a Ação Educativa e a Fundação
da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e da
Cultura – FUNPAR.
Esta parceria tem resultado com bons frutos, tendo o envolvimento de escolas de
Curitiba, Araucária, Fazenda Rio Grande, Piraquara (complexo penitenciário) e do Litoral
Paranaense, especificadamente em Matinhos. O Paraná teve, em 2008, 61 professores e
598 alunos envolvidos, distribuídos em seis escolas. Além disso, o Polo Paraná conta
também com o apoio de alguns alunos do Curso de Matemática e Estatística da UFPR. A
expansão do Polo se dá lentamente, pois sua equipe prioriza a qualidade e não a quantidade
de escolas participantes, de acordo com os princípios do projeto.
Apresentamos, a seguir, alguns exemplos dos projetos desenvolvidos no Paraná,
desde o início de seu uso:
a) Merenda Escolar: Que comida é essa?
Instituição de Ensino: Escola Municipal Professora Elvira de França Bruschmann.
Envolvidos: alunos da 4ª série.
Objetivos: investigou-se de que maneira pode-se prevenir a obesidade na idade escolar,
manter hábitos alimentares saudáveis e como organizar medidas para evitar a
terceirização da merenda.
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b) No mundo de um vencedor, a leitura tem muito valor.
Instituição de Ensino: Escola Municipal Heráclito Fontoura Sobral Pinto.
Envolvidos: alunos do Ensino de Jovens e Adultos.
Objetivos: buscou-se mostrar de que forma a leitura contribui para a vida de todos, tanto
na formação pessoal e profissional.
c) Aquecimento Global.
Instituição de Ensino: Colégio Estadual Tiradentes.
Envolvidos: alunos do Ensino de Jovens e Adultos.
Objetivos: através desse projeto, investigaram-se as causas do aquecimento global e as
implicações das atitudes de cada cidadão nas referidas causas.
d) De olho no futuro.
Instituição de Ensino: Escola Estadual Manuel Ribas.
Envolvidos: alunos da 8ª série
Objetivos: baseou-se nos anseios futuros dos estudantes envolvidos no projeto,
investigando a possibilidade de ensino profissionalizante na rede de ensino pública.
e) De Chiquinha à Pixinguinha: um resgate do Choro Brasileiro.
Instituição de Ensino: Escola Municipal Dona Pompília.
Envolvidos: alunos da 2ª série.
Objetivos: este projeto tem o intuito de retomar a história do Choro Brasileiro,
despertando, assim, o gosto musical nos alunos.
f) Violência.
Instituição de Ensino: Colégio Estadual Tiradentes.
Envolvidos: alunos do Ensino de Jovens e Adultos.
Objetivos: esta pesquisa baseou-se na violência e suas diversas vertentes, buscando
atribuir motivos para suas ocorrências e formas de minimizá-las.
E, para que se possa entender melhor o NEPSO e seus resultados, apresenta-se um
projeto elaborado pelos licenciandos do Curso de Matemática da Universidade Federal do
Paraná, nos moldes do projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião.
805
5.1
Pesquisa: A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas
(OBMEP) e o Ensino de Matemática
Para conhecer a opinião dos professores e alunos participantes da OBMEP sobre a
Olimpíada, vinte e quatro alunos do Curso de Graduação em Matemática da UFPR
planejaram uma pesquisa. Eles elaboraram os questionários, entrevistaram 399 pessoas,
entre docentes e discentes de escolas públicas de Curitiba, e processaram as respostas
obtidas, nos moldes do projeto “Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião”.
Entre os objetivos dos pesquisadores estavam: o nível de interesse dos alunos em
participar da OBMEP, o motivo do grande número de ausentes na 2ª fase, a importância da
Olimpíada no ensino de Matemática e como suas questões são exploradas, em sala de aula,
pelos professores.
Essa pesquisa mostrou aos licenciandos que a OBMEP é uma iniciativa que está
gerando bons frutos, incentiva muitos alunos a se interessarem pela Matemática e, aos que
já gostam, serem reconhecidos. Além disso, faz com que os professores repensem a forma
com que estão elaborando suas aulas. Também alertou os graduandos de que a Matemática
não se resume em decorar fórmulas e a tabuada, mas sim desenvolver o pensamento e o
raciocínio lógico, para que, com isso, os alunos possam analisar criticamente as diferentes
situações nas quais se envolvem cotidianamente. Além disso, os futuros professores de
matemática concluíram que há muito que mudar e que essa forma de pesquisa é uma
alternativa.
6
CONCLUSÃO
Ao participar do projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião (NEPSO), pudemos
perceber muitos benefícios, tanto para os professores, quanto para os alunos e as
instituições de ensino envolvidas, de modo que a elaboração e o desenvolvimento das
pesquisas trazem muitos conhecimentos e benefícios e, simultaneamente, auxiliam o
professor no desenvolvimento dos conteúdos de sua disciplina, inclusive com a
colaboração do professor de Matemática.
Além disso, como as pesquisas de opinião estão presentes em vários momentos do
nosso cotidiano, é fundamental que todos os cidadãos as compreendam, analisando-as
corretamente e de modo crítico, o que é adquirido de forma prazerosa pelos discentes e
docentes em seus projetos, ao utilizarem a metodologia do NEPSO.
Pode-se salientar, também, a melhoria da expressão escrita dos alunos, ao
elaborarem os questionários, tabularem os dados e produzirem a melhor forma de
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apresentarem os resultados obtidos. E, claro, ao trabalharem em campo, entrevistando
pessoas, geralmente desconhecidas, há um grande desenvolvimento da oralidade dos
alunos e da forma de tratar os demais membros da sociedade, aceitando a diversidade de
opiniões.
Dessa forma, o projeto Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião pode ser visto como
uma potente ferramenta para o ensino em seus variados níveis e, devido a isso, merece uma
atenção especial da sociedade, para que possamos ampliá-lo, de modo que mais alunos e
professores o utilizem, melhorando, assim, o nível do ensino no Brasil e no mundo.
7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Média e Tecnológica.
Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: ciências de Natureza, matemática
e suas tecnologias. Brasília: MEC; SEMTC, 2002.
Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Diretrizes curriculares da educação básica
– Matemática. Paraná, 2009.
MONTENEGRO, Fabio; RIBEIRO, Vera Masagao; KON, Sergio. Nossa Escola Pesquisa
Sua Opinião: Manual do Professor. São Paulo. Global, 2002.
www.ipm.org.br - Acessado em 30 de abril de 2009.
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf - Acessado em 11 de maio de 2009. 807
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Thiago Sobral Marques da Silva - Universidade Estadual do Centro