Criatividade Computacional (CC)
Criatividade
Computacional
a disciplina
Contexto: grupo de Inteligência Artificial (IA), 2º ciclo, 2º Semestre
Requisitos: disciplinas do grupo de IA do 1º ciclo (IA e TSI)
coordenação:
Joaquim Reis
Objectivos: dar a conhecer a teoria, os modelos, os trabalhos
actuais e as motivações e os aspectos mais importantes da CC
como sub-área da IA
[email protected]
MCC/DCC, METI, MEI, MIGE
sistema de e-learning do ISCTE-IUL: https://e-learning.iscte-iul.pt/
Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação
ISCTE
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
1
Criatividade Computacional
sala
edifício,
professor
09:00-13:00 (T)
Joaquim Reis
(doc./inv., ISCTE-IUL)
18-Fev-2012 (Sáb)
09:00-13:00 (S)
Amílcar Cardoso
(doc./inv., U.Coimbra)
25-Fev-2012 (Sáb)
09:00-13:00 (S)
Penousal Machado
(doc./inv., U.Coimbra)
03-Mar-2012 (Sáb)
09:00-13:00 (S)
Pedro Faria Lopes
(doc./inv., ISCTE-IUL)
10-Mar-2012 (Sáb)
09:00-13:00 (S)
Alexandra Paio
(doc./inv., ISCTE-IUL)
17-Mar-2012 (Sáb)
09:00-11:00 (S)
Carlos Fernandes
(inv., U.Granada)
23-Mar-2012 (Sex)
14:00-18:00 (Tut)
Joaquim Reis
31-Mar-2012 (Sáb)
09:00-11:00 (S)
Leonel Moura
31-Mar-2012 (Sáb)
11:00-13:00 (T)
Joaquim Reis
20-Abr-2012 (Sex)
14:00-18:00 (Tut)
Joaquim Reis
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
2
a disciplina - conteúdos
11-Fev-2012 (Sáb)
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
Criatividade Computacional
a disciplina - plano de aulas
dia / hora
Fev-2012
aulas de 11-Fev-2012 (Sáb) 09:00-13:00 (T) - prof. Joaquim Reis:
Criatividade Computacional, a disciplina
Inteligência e criatividade, qual a relação?
Criatividade e ideias criativas. Definições e abordagens históricas à
criatividade.
Inteligência Artificial e criatividade. Criatividade e computação.
Tipos de criatividade. Dimensão combinação/transformação.
Dimensao individual/social.
Exemplos:
GEOWIN - geração de padrões visuais baseado em regras (Using Rules for
(art., Lisboa)
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Creativity in Visual Composition, SIGDOC-2008).
GSG – Generic Shape Grammars, shell / sistema com interpretador de gramáticas
de forma.
3
Fev-2012
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-
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4
Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a disciplina - conteúdos
a disciplina - conteúdos
aulas de 11-Fev-2010 (prof. Joaquim Reis) - bibliografia:
Fev-2012
Artificial Intelligence (Handbook Of Perception And Cognition), Margaret A. Boden (Editor),
Academic Press, 1996.
The Creative Mind: Myths and Mechanisms, Margaret Boden, Routledge, 2003.
Explorations in Art and Technology, Linda Candy, Ernest Edmonds, Springer, 2002.
Artificial Intelligence and Creativity: An Interdisciplinary Approach (Studies in Cognitive
Systems), Terry Dartnall (Editor), Springer, 1994.
Creativity, Cognition, and Knowledge: An Interaction (Perspectives on Cognitive Science),
Terry Dartnall (Editor), Praeger Publishers, 2002.
Creative Imagery: Discoveries and inventions in Visualization, Ronald A. Finke, Lawrence
Erlbaum, 1990.
Creative Cognition: Theory, Research, and Applications, Ronald A. Finke, Thomas B. Ward,
Steven M. Smith, The MIT Press, 1996.
Modeling Creativity and Knowledge-Based Creative Design, John S. Gero, Mary Lou Maher
(Editors), Lawrence Erlbaum, 1993.
Transformations in Design: A Formal Approach to Stylistic Change, Terry Weissman Knight,
Cambridge University Press, 1994.
The Logic of Architecture, Design, Computation, and Cognition, William J. Mitchell, The MIT
Press, 1990.
Computers and Creativity, D. Partridge, Jon Rowe, Intellect Books, 1995.
The Art of Artificial Evolution: A Handbook on Evolutionary Art and Music, Juan Romero,
Penousal Machado (Editors), Springer, 2007.
Handbook of Creativity, Robert J. Sternberg (Editor), Cambridge University Press, 1998.
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-
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5
aulas de 18-Fev-2012 (Sáb) 09:00-13:00 (S) - prof. Amílcar Cardoso:
Criatividade
Criatividade e modelos psicológicos de criatividade
Caracterização da criatividade
Abordagens computacionais à criatividade –
evolucionárias, generativas, baseadas em casos, baseadas em
agentes e outras.
Fev-2012
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-
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Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a disciplina - conteúdos
a disciplina - conteúdos
aulas de 18-Fev-2012 (prof. Amílcar Cardoso) - bibliografia:
Fev-2012
aulas de 25-Fev-2012 (Sáb) 09:00-13:00 (S) - prof. Penousal Machado:
The Creative Mind, Margaret Boden, Weidenfeld/Abacus & Basic Books, 1990; 2nd edn.
Routldge, 2004
The Art of Artificial Evolution: A Handbook on Evolutionary Art and Music, Juan Romero and
Penousal Machado (eds.), 2007, Springer
Creative Evolutionary Systems, Peter J Bentley and David W Corne (eds.), 2001, Morgan
Kaufmann
Evolutionary Design by Computers, Peter J Bentley (ed.), 2001, Morgan Kaufmann
Evolutionary Art and Computers, W Latham, S Todd, 1992, Academic Press
Metacreations: Art and Artificial Life, M Whitelaw, 2004, MIT Press
Creativity, M. Csikszentmihalyi, Harpercollins, 1996.
A Preliminary Framework for Description, Analysis and Comparison of Creative Systems,
Wiggins, G. A., Journal of Knowledge Based Systems 19(7): 449–458, 2006.
Some Empirical Criteria for Attributing Creativity to a Computer Program, - Ritchie, G., Minds
and Machines 17(1): 67–99, 2007.
Creativity and AI: A Conceptual Blending Approach, Pereira, F.C., Mouton de Gruyter,
December 2007.
Special issue on Computational Creativity, Cardoso, A., and Bento, C., Journal of KnowledgeBased Systems 19(7), 2006.
Special Issue on Computational Creativity, Veale, A.; Gervás, P.; and Pease, A. New
Generation Computing 24(3), 2006.
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6
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Arte
Representações 2d, 3d, animação - simbólicas, não-simbólicas, implícitas
Geração 2d, 3d, animação - abordagens generativas, evolucionárias,
conexionistas, baseadas em conhecimento
Avaliação e análise. Algumas notas sobre percepção. Princípios estéticos.
Satisfação de restrições. Modelação do utilizador
Content Based Image Retrieval (identificação de autor, identificação
estilística)
Fev-2012
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Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a disciplina - conteúdos
a disciplina - conteúdos
aulas de 25-Fev-2012 (prof. Penousal Machado) - bibliografia:
aulas de 03-Mar-2012 (Sáb) 09:00-13:00 (S) - prof. Pedro Faria Lopes:
The Creative Mind, Margaret Boden, Weidenfeld/Abacus & Basic Books,
1990; 2nd edn. Routldge, 2004
The Art of Artificial Evolution: A Handbook on Evolutionary Art and Music,
Juan Romero and Penousal Machado (eds.), 2007, Springer
Creative Evolutionary Systems, Peter J Bentley and David W Corne (eds.),
2001, Morgan Kaufmann
Evolutionary Design by Computers, Peter J Bentley (ed.), 2001, Morgan
Kaufmann
Evolutionary Art and Computers, W Latham, S Todd, 1992, Academic
Press
Metacreations: Art and Artificial Life, M Whitelaw, 2004, MIT Press
Fev-2012
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Como nascem as ideias?
Como nascem as ideias? Como se desenvolvem? Como se implementam?
O que têm de comum Randy Pausch, Rainer Maria Rilke, Albert Einstein,
Serguei Einsenstein, Lady Gaga, Alexander Alexeieff, Richard Feynman,
Maria Ferrand, Amélia Muge?
Através de exposição e discussão de casos reais procuraremos encontrar
ilações sobre ideias, forma, inspiração, criatividade
Fev-2012
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Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a disciplina - conteúdos
a disciplina - conteúdos
aulas de 17-Mar-2012 (Sáb) 09:00-13:00 (S) – inv. Carlos Fernandes:
aulas de 10-Mar-2012 (Sáb) 09:00-13:00 (S) – profª. Alexandra Paio:
Da Photographia à Pherographia — Arte, Tecnologia e Ciências da
Complexidade
Gramáticas de Forma
Aborda-se a emergência daquilo que é hoje conhecido como arte artificial, uma
ideia que nasce com o aparecimento e desenvolvimento das ciências da
complexidade e da robótica, e de ramos anexos do conhecimento científico, tal
como os fractais, autómatos celulares, computação evolutiva, auto-organização
e vida artificial.
Elementos de uma gramática de forma.
Operações e transformações geométricas. Computação com formas.
Emergência.
Análise e síntese. Linguagens de design e estilos.
Gramáticas de Forma e suas aplicações. Exemplos de uso e aplicação
das gramáticas de forma, na arquitectura, no design, na pintura e noutros
domínios
Fev-2012
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10
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
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É apresentado o conceito de Pherographia, um sistema artificial baseado na
comunicação e auto-organização em colónias de formigas, cujas aplicações se
podem estender a diversos problemas de engenharia, mas que será discutido
principalmente num âmbito criativo, de interacção entre arte e ciência, e
analisado paralelamente com a Fotografia, uma ferramenta que foi fulcral nas
relações entre arte, ciência e tecnologia.
Fev-2012
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Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a disciplina - conteúdos
a disciplina - conteúdos
aulas de 17-Mar-2012 (inv. Carlos Fernandes) - bibliografia:
Genetic Algorithms
Goldberg, D.E. (1989). Genetic Algorithms in search, optimization and machine learning. Addison Wesley,
Reading, MA.
Swarm Intelligence
Kennedy, J., and Eberhart., R.C. (2001). Swarm Intelligence. Morgan Kaufmann, San Francisco.
Kennedy, J., and Eberhart, R. C. (1995). Particle swarm optimization. In Proceedings of the 1995 IEEE
International Conference on Neural Networks, IEEE Service Center, Piscataway, NJ, USA, 1942–1948.
Ant Algorithms
Dorigo, M., Maniezzo, V., Colorni, A. (1996). Positive Feedback as a Search Strategy. Technical Report No. 91016, Politecnico di Milano, Italy, 1991. Later published as Optimization by a colony of cooperating agents, IEEE
Transactions on Systems, Man, and Cybernetics-Part B, 26(1):29-41.
Artificial Art
The Art of Artificial Evolution: A Handbook on Evolutionary Art and Music. Romero, J., and Machado, P. (Eds.),
Springer, 2007.
Pherographia
Ramos, V., and Almeida, F. (2000). Artificial ant colonies in digital image habitats - a mass behaviour effect study
on pattern recognition. in M. Dorigo, M. Middendorf, and T. Stüzle (Eds.). Proceedings of the 2nd International
Workshop on Ant Algorithms (ANTS’2000), 113-116. (http://arxiv.org/ftp/cs/papers/0412/0412086.pdf)
Fernandes, C.M., Ramos, V., Rosa, A.C. (2005). Self-regulated artificial ant colonies on digital image habitats. in
International Journal of Lateral Computing, Vol. 2(1), 1-8. (http://arxiv.org/ftp/cs/papers/0512/0512004.pdf)
Fernandes, C.M. (2008). A Camera Obscura for Ants. in SIGEVOlution, Vol. 3(2), 9-16.
(http://portal.acm.org/citation.cfm?id=1527065)
Arte e Ciência
Calado, J. (1998). Artes da Física. in Colóquio/Ciências : Revista de Cultura Científica, n.21, pp. 4-8
(http://zircon.dcsa.fct.unl.pt/dspace/bitstream/123456789/239/1/21-1.PDF)
Fernandes, C.M. (2009). Robot Art. in Robot Art (exhibition’s catalog), Óbidos Patrimonium.
aula de 31-Mar-2012 (Sáb) 09:00-11:00 (S) - art. Leonel Moura:
Fev-2012
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-
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Condições e conceitos para uma Criatividade Artificial
Na sequência do desenvolvimento nas últimas décadas da Inteligência Artificial,
abriu-se a possibilidade de gerar nas máquinas uma Criatividade Artificial. A
própria natureza do conceito de Criatividade, no sentido da produção do novo,
implica todavia que não baste considerar a simulação de um comportamento
humano e se procure gerar as condições para uma efectiva originalidade.
Nessa perspectiva o Seminário analisará os conceitos de auto-organização,
emergência e stigmergia à luz da sua aplicação na robótica criativa.
De base essencialmente teórica o Seminário contará ainda com uma
componente de demonstração prática com robôs artistas.
bibliografia:
Formigas, Vagabundos e Anarquia, Leonel Moura, LXXL Edições, 2009
Fev-2012
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Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a disciplina - avaliação
a área de investigação
Avaliação:
14
subárea de IA
1 trabalho teórico/exploratório
história, conferências
e.g., artigo publicável, texto (até 8 páginas)
passadas
ou (em alternativa):
1 trabalho prático/de implementação
e.g., pequeno projecto
apresentação/exposição (10 a 15 mins + 5 a 10 mins)
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Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
a área de investigação
a área de investigação
subárea de IA
subárea de IA
história, conferências
história, conferências
passadas
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mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
passadas
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Fev-2012
Criatividade
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Inteligência
Wikipedia (2009)
Sternberg & Lubart (1999)
capacidade mental geral que inclui
capacidade de produzir ideias, ou trabalho
novo – original, não esperado
apropriado – útil, adequado a situação e a restrições
tópico abrangente e importante
raciocinar, planear, resolver problemas
exprimir-se, usar a linguagem
abstrair, compreender ideias complexas
aprender, incluindo aprender com a experiência
ao nível do indivíduo
relevante na resolução de problemas no trabalho e no dia-a-dia
intellegere - (lat.) compreender, diferente de ser ‘esperto’
ao nível da sociedade
(i.e., capaz de se adaptar ao seu meio)
relevante em descobertas científicas, invenções, movimentos
artísticos novos, programas sociais novos
creare – (lat.) trazer à existência, ou formar, do nada
(também definição típica de dicionário).
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Criatividade
Criatividade
tema pouco investigado em psicologia, porquê?
tema pouco investigado em psicologia, porquê?
Sternberg & Lubart (1999)
Sternberg & Lubart (1999)
Origens do estudo da criatividade numa tradição de misticismo e
Problemas com a definição da criatividade e os critérios de
Impressão transmitida por abordagens pragmáticas e comerciais à
Abordagens cognitivas que vêm a criatividade como um resultado
criatividade que fazem parecer o fenómeno da criatividade difícil ou
então trivial.
religiosidade (contra o espírito científico; fenómeno espiritual e não
objectivizável) – v. Platáo, Kipling
extraordinário de estruturas ou processos ordinários, de modo que
nem sempre parece necessário ter algum estudo específico separado
para a criatividade – v. Finke, Ward & Smith (1992), Weisberg (1986,
1993) e Boden (1990, 1994).
criatividade – não há uma base de estudo teórica nem validação
empírica da mesma na psicologia – v. De Bono.
Trabalho inicial que se afastou, teórica e metodologicamente, da
corrente principal da psicologia teórica e empírica, originando uma
perspectiva da criatividade como periférica relativamente às
preocupações centrais da psicologia – v. Freud e outros.
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Abordagens unidisciplinares à criatividade tendem a ver parte do
fenómeno (e.g., os processos cognitivos da criatividade, os traços de
personalidade da pessoa) como sendo o todo, resultando numa visão
algo limitada e não satisfatória da criatividade.
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Fev-2012
Criatividade
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Criatividade e Inteligência
porque foi um tema pouco investigado em psicologia?
qual a relação?
Sternberg & Lubart (1999)
Sternberg & O’Hara (1999)
Origens do estudo da criatividade numa
tradição de misticismo e religiosidade (contra
o espírito científico; fenómeno espiritual e não objectivizável) – v. Platáo, Kipling
Impressão transmitida por abordagens
pragmáticas e comerciais à criatividade – não
há uma base de estudo teórica nem
validação empírica da mesma na psicologia –
v. De Bono.
Trabalho inicial que se afastou, teórica e
metodologicamente, da corrente principal da
psicologia teórica e empírica, originando uma
perspectiva da criatividade como periférica
relativamente às preocupações centrais da
psicologia – v. Freud e outros.
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
Problemas com a definição da criatividade e
os critérios de criatividade que fazem
parecer o fenómeno da criatividade difícil ou
então trivial.
Abordagens cognitivas que vêm a
criatividade como um resultado
extraordinário de estruturas ou processos
ordinários, de modo que nem sempre parece
necessário ter algum estudo específico
separado para a criatividade – v. Finke,
Ward & Smith (1992), Weisberg (1986,
1993) e Boden (1990, 1994).
Abordagens unidisciplinares à criatividade
tendem a ver parte do fenómeno (e.g., os
processos cognitivos da criatividade, os
traços de personalidade da pessoa) como
sendo o todo, resultando numa visão algo
limitada e não satisfatória da criatividade.
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criatividade – processo de conceber algo de novo e útil
inteligência – capacidade de se adaptar a, configurar e
escolher, ambientes, com um objectivo
São a mesma coisa, ou não?
Como se relacionam?
1. a criatividade é um ‘subconjunto’ da inteligência
2. a inteligência é um ‘subconjunto’ da criatividade
3. criatividade e inteligência ‘intersectam-se’
4. criatividade e inteligência ‘coincidem’
5. criatividade e inteligência são ‘disjuntas’
nota: todas estas hipóteses têm trabalhos de investigação que as apoiam
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Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
24
Criatividade e Inteligência
Criatividade e Inteligência
criatividade como ‘subconjunto’ da inteligência
criatividade como ‘subconjunto’ da inteligência
Guilford (1950, 1967, 1970, 1975)
Cattel (1971)
apontou a criatividade como tema de investigação negligenciado da
psicologia
despertou o gerou interesse pela psicometria da criatividade
modelo da estrutura do intelecto (5x4x6 = 120 factores):
verbal,
numérico,
espacial,
velocidade perceptual,
‘speed of closure’ (‘visual cognition’, percepção ‘gestalt’),
raciocínio indutivo,
raciocínio dedutivo,
memorização,
conhecimento e habilidades mecânicas,
fluência verbal,
fluência ideacional, ‘restructuring closure’ (‘flexibility of closure’),
originalidade,
coordenação motora geral,
destreza manual,
sensibilidade musical à nota e tonal,
capacidades de desenho representacional,
fluência de expressão,
velocidade motora, ritmo e tempo musical,
juízo
a) operações – cognição, memória, produção divergente, produção convergente,
avaliação
b) conteúdo – figurativo, simbólico, semântico, comportamental
c) produtos – unidades, classes, relações, sistemas, transformações, implicações
o mais relevante para a criatividade é a produção divergente
envolve procura em larga escala de muitas respostas a problemas
(por oposição à resposta correcta única da produção convergente)
neste modelo a criatividade é uma parte da inteligência
Fev-2012
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mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Lista de capacidades primárias inclui (mais simples que Guilford):
25
capacidades relevantes para a criatividade, como originalidade e fluência ideacional, são
subconjunto das capacidades primárias
o desempenho criativo na vida real é determinado primeiro pela inteligência geral (em
particular por capacidades de raciocínio) e depois por factores de personalidade
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Criatividade e Inteligência
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Criatividade e Inteligência
criatividade como ‘subconjunto’ da inteligência
inteligência como ‘subconjunto’ da criatividade
Gardner (1983, 1993, 1995)
Sternberg & Lubart (1991, 1995, 1996)
Teoria das ‘multiple intelligences’ (MI, 8)
Teoria do investimento - há um potencial de criatividade para cada
indivíduo que advém de:
as pessoas podem ser inteligentes de várias modos, incluindo modos
criativos (um subconjunto)
8 inteligências:
a.
b.
c.
d.
e.
f.
linguística (escrever um poema ou uma histórias curta)
matemática e lógica (resolver um problema de lógica ou fazer uma prova matemática)
espacial (orientação numa cidade/mapa desconhecidos)
cinestesico-corporal (dança, atletismo)
musical (compor uma sonata, tocar um instrumento)
interpessoal (encontrar forma eficaz de compreender e se relacionar com as outras
pessoas)
g. intrapessoal (atingir um alto nível de auto-compreensão)
h. naturalista (ver padrões complexos em ambientes naturais)
potencial inicial/inato
potencial devido a investimentos activos em capacidades criativas
pessoas criativas são como bons investidores: compram baixo e
vendem alto
geram ideias pouco populares (e desprezadas?), convencem os
outros do valor delas e deixam que as sigam, quando já se
encaminham para outras ideias.
Analisou as vidas de 7 personagens que deram contribuções altamente
criativas no séc.XX numa das 8 inteligências: Freud (g), Einstein (b),
Picasso (c), Stravinsky (e), T.S.Eliot (a), Martha Graham (d), Gandi (f) (e
Darwin, para h ?)
Fev-2012
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Fev-2012
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28
Criatividade e Inteligência
Criatividade e Inteligência
inteligência como ‘subconjunto’ da criatividade
inteligência como ‘subconjunto’ da criatividade
Sternberg & Lubart (1991, 1995, 1996)
Smith (1970, 1971)
Elementos que convergem para a criatividade:
1)
inteligência
capacidades de síntese (ver um problema de perspectivas novas)
capacidades de análise (avaliar e decidir com que ideias vale a pena
2)
3)
4)
5)
6)
Fev-2012
Hierarquia de Smith
há uma taxonomia que pressupõe que os processos cognitivos se
distribuem por uma continuidade hierárquica e cumulativa, abrangendo:
prosseguir)
capacidades práticas (capacidade de aplicar as capacidades intelectuais
em contextos do dia-a-dia)
conhecimento, compreensão, aplicação, análise (que requerem
capacidades intelectuais)
síntese e avaliação (que requerem capacidades criativas)
conhecimento (inteligência cristalizada, de especialista)
estilos de pensamento (preferência por pensar de modo inovador,
em vez de seguir a multidão)
personalidade (pode permitir, ou não, a preferência por certo estilo
de pensamento)
motivação (necessária para prosseguir e enfrentar obstáculos a
empreendimentos criativos)
meio (o ideal é um meio onde se minimizam os obstáculos e riscos e
onde há prémios para os que aceitam os riscos)
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29
testado por Leon Smith (‘Taxonomy of Educational Objectives’, Bloom)
nota: devido às categorias serem cumulativas na hierarquia, a inteligência é
um subconjunto da criatividade
Fev-2012
É a perspectiva mais convencional
(Barron (1963), Roe (1976))
semelhanças - para resolver problemas difíceis requerem-se inteligência e
originalidade
diferenças – na resolução de problemas há um objectivo específico e abordgens
lógicas e ordenadas/sistemáticas. No processo criativo não há, regra geral, um
objectivo definido e são comuns modos não lógicos de pensamento
inteligência de criatividade:
O modelo dos 3 anéis (Renzulli (1986))
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
31
RAT testa criatividade e inteligência (de forma mais simples e objectiva que os testes do
IPAR, de Guilford e de Roe) sugerindo que estão bastante relacionadas (e se ‘intersectam’)
Teorias implícitas (Sternberg (1985))
A sobreposição das duas representa respostas que são correctas e boas
-
sugere que o ‘dom’ está na intersecção entre as capacidades acima da média (medidas de
forma convencional), a criatividade e o empenho
Remote Associates Test (RAT; Mednick (1962))
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
estudos realizados com indivíduos de variadas profissões
Ambos nostraram uma fraca, e variável, correlação entre o QI e a criatividade (e só
para QI’s abaixo de 120)
julgar a correcção de uma resposta é medir o raciocínio lógico/inteligência
julgar a qualidade (boa/má) de uma resposta (medida de se se adequa/ajusta ao
problema) é medir a criatividade
estimativa de QI de 301 pessoas eminentes que viveram entre 1450 e 1850 (filósofos,
cientistas, escritores, religiosos, políticos, artistas, músicos, militares)
O IPAR (Institute for Personality Assessment and Research.)
Respostas/soluções correctas vs. boas (Shouksmith (1973)), distingue
Fev-2012
30
Os génios de Cox (Cox (1926))
Existem semelhanças e diferenças entre a criatividade e a inteligência
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
criatividade e inteligência ‘intersectam-se’
criatividade e inteligência ‘intersectam-se’
-
Criatividade e Inteligência
Criatividade e Inteligência
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
Fev-2012
Sternberg extraiu informação de pessoas comuns e de especialistas (física, filosofia, arte e
gestão/negócios) sobre as suas concepções populares e teorias implícitas acerca da
criatividade e da inteligência
estas confirmam a ‘intersecção’ entre criatividade e inteligência
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
32
Criatividade e Inteligência
Criatividade e Inteligência
criatividade e inteligência ‘coincidem’
criatividade e inteligência são ‘disjuntas’
Hensley & Reynolds (1989), propõem que criatividade e inteligência devem ser vistos
como um fenómeno unitário
a criatividade uma expressão da inteligência
Weisberg (1986, 1988, 1993) e Langley (1987), argumentam que os mecanismos por
detrás da criatividade não são diferentes dos da resolução de problemas normal (do
tipo dos que não parecem à superfície necessitar de pensamento criativo)
quando processos normais/ordinários produzem resultados extraordinários isso é
apelidado criativo (e não há nada de especial com isto!)
Esta parece ser também a postura de outros investigadores, e.g., Boden (ver Boden
(1990) ou Boden (1999)), Finke (ver Finke, Ward, & Smith (1992) ou Ward, Smith, &
Finke (1999)) que recorrem à Psicologia Cognitiva para explicar a criatividade
Existe fraca correlação entre inteligência e criatividade, pois são coisas
distintas
Getzels &Jackson (1962) identificaram grupos de estudantes do
secundário, um com alta inteligência e baixa criatividade e um com alta
criatividade e baixa inteligência para estudar o seu comportamento na
escola, valores, fantasias e produção imaginativa e ambiente familiar.
Encontraram fraca correlação entre Inteligência e criativiadade (em média
0,26)
Wallach & Kogan(1965) criticaram aspectos da medição da criatividade dos
autores anteriores e propuseram outras. Numa experiência os estudantes
foram divididos em 4 grupos:
HC-HI – criatividade e inteligência altas
LC-HI – criatividade baixa e inteligência alta
HC-LI – criatividade alta e inteligência baixa
LC-LI – criatividade e inteligência baixas
Estes grupos manifestaram graus diversos de aspectos investigados pelos
autores anteriores
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
33
Fev-2012
Criatividade e Inteligência
Torrance (1963), em testes similares aos de Getzels &Jackson
investigadores pensam que inteligência e criatividade são ‘disjuntas’
qualquer tipo de perícia (incluindo a criativa), se desenvolve como
resultado de uma prática deliberada, com intenção de melhorar o
desempenho num domínio criativo particular
o desempenho é uma função do trabalho investido pelo indivíduo num
domínio/campo criativo
isto é difícil de medir (p.ex., pode ser que uma pessoa com um talento
criativo esteja mais motivada para se envolver em prática deliberada do
que outra sem esse talento)
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
34
ideia criativa vs. ideia (apenas) nova
os efeitos da prática – são uma razão pela qual certos
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
O que é a criatividade?
(1962) conclui igualmente que a inteligência e a criatividade estão
relacionadas apenas moderadamente
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
Criatividade
criatividade e inteligência são ‘disjuntas’
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
35
que diferença? que critério?
Como é a criatividade possível?
Questões acerca da criatividade humana podem ser
respondidas usando conceitos computacionais (?)
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
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36
Tipos Gerais de Criatividade
Criatividade e Ideias Criativas
Boden (1990)
Quanto mais claramente se define um espaço conceptual melhor se
identificam as ideias criativas
Criatividade “improbabilística”
Combinações novas de ideias familiares
Combinações valorizadas
Definição de espaços conceptuais por musicólogos, críticos
literários, historiadores de arte e ciência
Áreas + “intuitivas” (artes, humanísticas) podem complementar-se
pelo rigor comparativo de uma abordagem computacional
Criatividade “impossibilística”
A modelação computacional pode ajudar a definir um espaço
ideias completamente novas no espaço conceptual de
referência
conceptual e a mostrar como ele pode ser mapeado, explorado e
transformado
(espaço conceptual = objectos+formas de combinação+restrições)
Originadas por mapeamento, exploração e transformação do
espaço conceptual
A compreensão científica da criatividade não evita que admiremos
ideias criativas, nem as torna previsíveis
(desmistificação não implica desumanização)
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
37
Fev-2012
O Mistério da Criatividade
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
38
O Mistério da Criatividade
A criatividade está por detrás de obras de artistas,
Criação – acto de trazer à existência, ou dar forma, a
cientistas e inventores
partir do nada
(definição de dicionário)
Não se sabe bem como as ideias originais aparecem
Explicado frequentemente:
pela inspiração divina
pela intuição romântica
pela visão interior
A intuição está envolvida – mas o que é a intuição?
(nem a psicologia explica bem)
A imprevisibilidade aparente da criatividade parece
Podem estas questões ser melhor compreendidas com
desafiar qualquer explicação metódica (científica ou
histórica)
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
a ajuda de conceitos da informática/computação?
39
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
40
Criatividade e Computação
O Mistério da Criatividade
Questões
1. Podem conceitos computacionais ajudar na compreensão da
Mas o que é que os computadores têm a ver com a
criatividade humana?
criatividade?
2. Pode o computador, agora ou no futuro, parecer ser criativo?
3. Pode o computador, agora ou no futuro, parecer reconhecer
Geralmente assume-se que nada têm a ver
(assume-se que têm a ver com rigor)
criatividade?
“Não há pretensões de a Máquina Analítica originar o que
quer que seja. Pode realizar [apenas] o que nós
soubermos ordenar-lhe que realize.” (Ada Lovelace)
O computador só pode fazer aquilo para que o programarmos!?
(mas mesmo assim poderia jogar xadrez e compor música!?)
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Questões 1 a 3 são empíricas, científicas
a resposta tende a ser “sim”
Filósofos/cientistas a favor/contra a IA (forte) – consciência,
pensamento (e criatividade): só num cérebro humano?
criatividade e computadores
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
desempenho, ser realmente criativo?
Questão 4 é filosófica e (altamente) controversa
Mas isto não elimina relações interessantes entre
Fev-2012
4. Pode o computador, por mais impressionante que seja o seu
41
Abordagens Históricas
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
42
Exemplos de Criatividade Humana
Poincaré (1982) - ideias são como os átomos ligados de Epicuro, cintilando
em todas as direcções como um enxame de mosquitos, ou como as
moléculas de um gás na teoria cinética dos gases
como aparecem as ideias relevantes e como se combinam? (obscuro/vago?)
“fases” da criatividade (Poincaré/Hadamard): preparação, incubação, inspiração
e verificação (avaliação)
Hadamard (1954) – Encontrar soluções para os problemas “bastante
diferentes” das que se tentaram anteriormente (não estavam no enxame de
Poincaré?)
Perkins (1981) – Critica a ideia romântica de que a criatividade advém de
a “visão interior” envolve capacidades comuns, do dia-a-dia, como reparar e
lembrar
Boden (1990) – matrizes são espaços conceptuais; “bissociação” corresponde a
operações no espaço conceptual de associação, analogia, exploração ou
transformação, que permitem originar uma ideia nova, bastante diferente de
ideias anteriores
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Órbita elípitca dos planetas (Johannes Kepler, séc.XVII)
Prelúdios e fugas (Johann Sebastian Bach, séc.XVIII)
sequência de acordes
Koestler (1975) – “Bissociação” de matrizes (obscuro/vago?)
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
August Kekulé von Stradonitz, séc.XIX)
O improviso de melodias no jazz em torno de uma
uma “visão interior”, um “dom” especial
Fev-2012
Descoberta da estrutura cíclica do benzeno (Friedrich
43
A capacidade de reconhecermos que duas maçãs
diferentes são objectos da mesma classe
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
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44
Criatividade Improbabilística
Tipos de Criatividade
eixo combinação/transformação
Boden (1990)
Eixo combinação/transformação:
criatividade “improbabilística”
criatividade “impossibilística”
Combinações novas (e interessantes/valorizadas) de ideias familiares
Surpresa c/ideia criativa atribuída à improbabilidade da combinação
Base para muitos testes psicométricos de medição da criatividade
“Cientistas” adoptam geralmente esta definição (preocupados em evitar o
romantismo e obscurantismo!?)
(“Cientistas”) Como se valoriza uma combinação nova?
Eixo individual/social:
(aplica-se mais à criatividade impossibilística)
P-criatividade - Tipo P, criatividade pessoal/psicológica
H-criatividade - Tipo H, criatividade histórica
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
45
Explicações psicológicas concentram-se principalmente no processo, i.e., em como
são geradas as ideias criativas (e menos no reconhecimento do seu valor criativo)
Valor criativo não é questão puramente psicológica: há factores históricos,
sociológicos e filosóficos (cultura influi no juízo de valor)
(“Cientistas”) Como se explica o aparecimento de uma nova combinação de ideias?
(como funciona o pensamento associativo e o analógico?)
Muitas ideias (embora não todas) consideradas criativas são deste tipo (e.g., poesia,
maquinetas ao estilo Heath-Robinson)
Basta uma teoria da combinação complementada com explicações psicológicas de
associação e analogia
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Criatividade Impossibilística
P-Criatividade
eixo combinação/transformação
eixo individual/social
Ideias criativas são radicalmente novas
Criatividade pessoal, ou psicológica
São ideias novas que não só não apareceram antes como não podiam ter
Uma ideia é P-Criativa se a pessoa em cuja
i.e., são novas de maneira mais profunda
(não são apenas combinações novas de ideias familiares)
46
mente ocorre não a teve/não a poderia ter tido
antes
aparecido antes
O processo generativo que origina uma ideia nova é diferente do que
origina outras ideias (familiares) antes geradas
Criatividade é vista tendo em conta o um conjunto de princípios generativos
(o processo generativo)
Não importa se, e quantas vezes, outras
pessoas tiveram a mesma ideia antes
Restrições não se opõem à criatividade, mas tornam-na possível
(restrições opõem-se à imprevisibilidade)
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
47
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
48
H-Criatividade
Criatividade - Questões
eixo individual/social
duas questões diferentes:
Criatividade histórica
Uma ideia é H-Criativa se é P-Criativa e ninguém mais,
Dada uma ideia,
na história humana, a teve antes
decidir se é uma ideia criativa ou não
H-Criatividade presta-se a muitos erros
na história da ciência e da arte descobriram-se muitos
casos de descoberta de ideias criativas antes do que era
aceite até certa data
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
49
Criatividade e “Mapas Mentais”
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
50
e transformação de espaços conceptuais
Espaço conceptual = estilo de pensamento
Dimensões do espaço conceptual:
princípios organizativos que unificam e dão estrutura ao domínio
sistema generativo que define o intervalo de possibilidades no domínio
(e.g., movimentos de xadrez, estruturas moleculares, melodias de jazz)
Como pode tal idéia surgir?
Como pode uma idéia impossível ser mais criativa
que outra?
Se um acto de criação não é apenas combinação, o
que é, então?
-
Fev-2012
Isto pode compreender-se em termos de mapeamento, exploração
com respeito ao processamento mental usual no
domínio (química, poesia, música, etc.), uma idéia
criativa (parece) impossível
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
encontrar o processo generativo que a originou
Criatividade e “Mapas Mentais”
Criatividade “impossibilística”
Fev-2012
Dada uma ideia,
“Mapa mental” - Os limites, contornos, caminhos e estrutura do
espaço conceptual podem ser mapeados para uma representação
mental
Os “mapas mentais” podem ser usados (consciente ou
inconscientemente) para explorar e alterar os espaços conceptuais
51
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
52
Criatividade e “Mapas Mentais”
Criatividade e “Mapas Mentais”
Provas disto vêm da psicologia do desenvolvimento da criança
Capacidades imaginativas são, a princípio, rígidas
Flexibilidade imaginativa surge a partir de “redescrições representacionais” das
capacidades de baixo nível
“redescrições representacionais” fornecem “mapas mentais” a vários níveis
“Mapas mentais” são usados pelo indivíduo para fazer coisas que antes não era
capaz
E.g., incapacidade de uma criança de 4 anos desenhar, ou copiar um desenho
de, uma pessoa com 1 braço, duas cabeças, um cão com 7 pernas
Aos 10 anos a criança já é capaz de explorar o desenho de uma pessoa distorcendo,
repetindo, omitindo ou combinando partes
Desenvolvimento segue uma ordem (capaz de mudar o tamanho ou a forma de um
braço antes de juntar mais, ou de substituir os braços por asas)
mapeamento pelo qual o indivíduo desenvolve representações mentais
explícitas de conhecimento que já possuía implícito
Modelos de criatividade na IA
Poucos contêm descrições reflexivas dos seus próprios procedimentos e/ou
modos de os variar
Maior parte limitam-se à (representação e) exploração dos espaços conceptuais,
não acomodam transformação
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Mostrando detalhes da sua natureza antes não notados
e.g., exploração gramatical na prosa ou na poesia
Exploração poderá mostrar os limites do espaço, identificando
pontos específicos nos quais se poderiam realizar alterações
numa certa dimensão
Espaços conceptuais podem ser transformados:
O desenvolvimento de “redescrições representacionais” é um exercício de
Fev-2012
Espaços conceptuais podem ser explorados:
53
Por alterações superficiais, ou profundas/estruturais
ultrapassando limitações/restrições
e.g., desaparecimento da nota dominante na música ocidental
pós-Renascimento (Schoenberg),
descoberta de moléculas circulares (Kekule)
Fev-2012
Criatividade, “Mapas Mentais” e
Psicologia Computacional
Conhecimento implícito de críticos literários, musicólogos e
historiadores de arte e ciência pode ser explicitamente expresso no
contexto de uma teoria psicológica da criatividade
Processos mentais especificados pelo psicólogo explicam/possibilitam
a geração de idéias criativas
Num sistema computacional, o conhecimento implícito nos
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
54
artigo
“Using Rules for Creativity in Visual Composition”
procedimentos dos princípios generativos fica disponível/explícito,
depois da “redescrição representacional”, nas estruturas de dados
do sistema
Um modelo computacional permite clarificar a representação e
exploração do espaço conceptual
IA - Modelos de criatividade que contenham descrições reflexivas
dos seus próprios procedimentos e modos de os variar poderão,
além de explorar os espaços conceptuais, também transformá-los
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
GEOWIN
geração de padrões visuais
baseada em regras
estas questões
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
exemplo 1
Psicologia computacional/cognitiva pode ajudar na abordagem a
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
no SIGDOC 2008
26th ACM International Conference on Design in Communication
55
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
56
Computers and Creativity
(SIGDOC-2008)
Musical arts
Using Rules for Creativity
execution (e.g., synthesizers)
analysis, synthesis (assisted / automatic composition)
in Visual Composition
Literary arts
(SIGDOC-2008)
text processing (editiors, spelling, syntax and style checkers,
dictionaries, thesauri)
natural language processing – analysis and synthesis (NL
interfaces, translation, dialog, text and story understanding and
generation, poetry)
Joaquim Reis
Visual arts
[email protected]
drawing, animation
design, painting, analysis and synthesis of styles
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
57
Fev-2012
rules
Describe recursive computations with visual shapes
Based on (grammar) rules
Can be used to represent styles
pre-condition
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
58
(SIGDOC-2008)
(SIGDOC-2008)
=>
-
Shape Grammars (examples)
Shape Grammars
<shape-to-match>
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
generation
=>
->
...
->
<substitution-shape>
action
=>
->
(analogy with NL systems)
->
...
vocabulary of shapes, e.g., points, lines, 2D, 3D shapes (may
include dimensions, colors)
rules of the grammar
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
=>
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
59
Fev-2012
->
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
->
...
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
60
Agents with Style (i)
Agents with Style (ii)
(SIGDOC-2008)
(SIGDOC-2008)
An agent is a situated entity that perceives the
environment and acts on it
inference engine
Idea: encapsulate shape grammars in agents
Each agent has its own style (set of shape grammar rules)
Agents participate in the composition generation
agents
(forward-chaining)
rule memory
working memory
multi-agent generation process
(composition)
Different coordination forms
cooperation ... ...
emergence?:
Fev-2012
competition
less
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
composition
more
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
61
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
Agents with Style (iii)
Agents with Style (iv)
(SIGDOC-2008)
(SIGDOC-2008)
=>
=>
=>
=>
=>
=>
=>
=>
=>
=>
agents & shape grammars
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
62
agente & shape grammars
composition
Fev-2012
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
composition
63
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
64
Work in Progress (i)
Work in Progress (ii)
(SIGDOC-2008)
(SIGDOC-2008)
GEOWIN
GEOWIN rule example (1)
a system for 2D visual pattern generation
based on the concept of shape grammar
how it works:
Given initial shapes
Generation through successive shape grammar rule application
(no agents yet)
small scale prototype (written in Common Lisp/CLOS)
architecture components/modules:
FC
GEO
SG
Fev-2012
forward-chaining rule based system
rule language, shape grammar rule representation
2D shape representation & shape I/O
programatic interface, FC & GEO integration
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
65
(r1 "Horizontal rectangle rule."
(and (rectangle ?x1 ?y1 ?x2 ?y2 ?color ?filledp) ; rectangle
(is ?length (- ?x2 ?x1))
; recognition
(is ?height (- ?y2 ?y1))
(rh-hmin ?hmin)
(rh-hmax ?hmax)
(rh-ratio-min ?rmin)
(rh-ratio-max ?rmax)
(<= ?hmin ?height ?hmax)
(<= ?rmin (/ ?length ?height) ?rmax)
; parameters for generation
(rh-delta ?delta)
(is ?d (eval (floor (/ ?height ?delta))))
(is ?x1a (- ?x2 ?d))
; coordinates for new
(is ?x2a (+ ?x1a ?length))
; horizontal rectangle
(is ?y1a (- ?y1 (- ?height ?d)))
(is ?y2a (+ ?y1a ?height))
(x-min ?xmin)
; limits
(x-max ?xmax)
(y-min ?ymin)
(y-max ?ymax)
(<= ?xmin ?x1a ?x2a ?xmax)
; limits verification
(<= ?ymin ?y1a ?y2a ?ymax))
->
(rectangle ?x1a ?y1a ?x2a ?y2a dark-red t)) ; new rectangle
Fev-2012
Work in Progress (iii)
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
66
(SIGDOC-2008)
GEOWIN rule example (2)
Fev-2012
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Work in Progress (iv)
(SIGDOC-2008)
(r2 "Horizontal rectangle and square rule."
(and (rectangle ?x1 ?y1 ?x2 ?y2 ?color ?filledp) ; rectangle
; recognition
(is ?length (- ?x2 ?x1))
(is ?height (- ?y2 ?y1))
(rh-hmin ?hmin)
(rh-hmax ?hmax)
(rh-ratio-min ?rmin)
(rh-ratio-max ?rmax)
(<= ?hmin ?height ?hmax)
(<= ?rmin (/ ?length ?height) ?rmax)
(rhq-delta ?delta)
; parameters for generation
(is ?d (eval (floor (/ ?height ?delta))))
(is ?a (- ?length (* 2 ?d)))
(is ?x1a (+ ?x1 ?d))
; coordinates for new square
(is ?x2a (+ ?x1a ?a))
(is ?y1a (- ?y1 (- ?a ?d)))
(is ?y2a (+ ?y1a ?a))
; limits
(x-min ?xmin)
(x-max ?xmax)
(y-min ?ymin)
(y-max ?ymax)
(<= ?xmin ?x1a ?x2a ?xmax) ; limits verification
(<= ?ymin ?y1a ?y2a ?ymax))
->
(rectangle ?x1a ?y1a ?x2a ?y2a dark-green t)) ; new square
-
GEOWIN rule example (3)
(r3 "Square rule."
(and (rectangle ?x1 ?y1 ?x2 ?y2 ?color ?filledp) ; square
; recognition
(is ?a (- ?x2 ?x1))
(is ?height (- ?y2 ?y1))
(= ?a ?height)
(rq-amin ?amin)
(>= ?a ?amin)
; parameters for generation
(rq-delta ?delta)
(is ?d (eval (floor (/ ?a ?delta))))
(is ?x1a (+ ?x1 ?d))
; coordinates for new square
(is ?x2a ?x2)
(is ?y1a (- ?y1 ?a))
(is ?y2a (- ?y2 (+ ?a ?d)))
; limits
(x-min ?xmin)
(x-max ?xmax)
(y-min ?ymin)
(y-max ?ymax)
(<= ?xmin ?x1a ?x2a ?xmax)
; limits verification
(<= ?ymin ?y1a ?y2a ?ymax))
->
(rectangle ?x1a ?y1a ?x2a ?y2a green t)) ; new square
67
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
68
Work in Progress (vi)
Work in Progress (v)
(SIGDOC-2008)
(SIGDOC-2008)
GEOWIN rule example (5)
GEOWIN rule example (4)
(r4 "Horizontal rectangle, square and circle rule."
(and (rectangle ?xr1 ?yr1 ?xr2 ?yr2 ?color1 ?fillp1) ; rectangle
(is ?length (- ?xr2 ?xr1))
; recognition
(is ?height (- ?yr2 ?yr1))
(rh-hmin ?hmin)
(rh-hmax ?hmax)
(rh-ratio-min ?rmin)
(rh-ratio-max ?rmax)
(<= ?hmin ?height ?hmax)
(<= ?rmin (/ ?length ?height) ?rmax)
(rectangle ?xq1 ?yq1 ?xq2 ?yq2 ?color2 ?fillp2) ; square
; recognition
(is ?a (- ?xq2 ?xq1))
(is ?aheight (- ?yq2 ?yq1))
(= ?a ?aheight)
(rq-amin ?amin)
(>= ?a ?amin)
(is ?delta (- ?yq2 ?yr1))
; rectangle/square
(> ?height ?delta 0)
; relation recognition
(> ?xr2 ?xq1 ?xr1)
; coordinates for new circle
(is ?r (eval
(floor (/ (- ?height (* 3 ?delta)) 2))))
(> ?r 0)
(is ?xc (+ ?xr1 ?delta ?r))
(is ?yc (+ ?yr1 (* 2 ?delta) ?r)))
->
; new circle
(circle ?xc ?yc ?r dark-blue t))
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
(r5 "Vertical bar (rectangle) rule."
(and (rectangle ?x1 ?y1 ?x2 ?y2 ?color ?filledp) ; rectangle
(is ?length (- ?x2 ?x1))
; recognition
(is ?height (- ?y2 ?y1))
(rb-lmin ?lmin)
(rb-lmax ?lmax)
(rb-ratio-min ?rmin)
(rb-ratio-max ?rmax)
(<= ?lmin ?length ?lmax)
(<= ?rmin (/ ?height ?length) ?rmax)
(is ?d (* 2 ?length))
; coordinates for new rectangle
(is ?x1a (+ ?x1 ?d))
(is ?x2a (+ ?x2 ?d))
(is ?y1a ?y1)
(is ?y2a ?y2)
(x-min ?xmin)
; limits
(x-max ?xmax)
(y-min ?ymin)
(y-max ?ymax)
(<= ?xmin ?x1a ?x2a ?xmax) ; limits verification
(<= ?ymin ?y1a ?y2a ?ymax))
->
(rectangle ?x1a ?y1a ?x2a ?y2a light-gray t))
; new rectangle
69
Fev-2012
Work in Progress (vii)
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
70
Work in Progress (viii)
(SIGDOC-2008)
GEOWIN composition example
(SIGDOC-2008)
domain ontology (2D)
points & position relations between points
segments & position relations
rectangular shapes & position relations
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
71
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
72
Work in Progress (ix)
(SIGDOC-2008)
relations for segments on an axis
ontology:
x-before(a,b)
xa1 xa2 xb1 xb2
a
b
x-meets(a,b)
xa1
a
(shown for the x axis only)
xa2
xb1 xb2
x-overlaps(a,b)
xb1
xa1 xa2
xb2
a
b
x-inside(a,b)
xb1 xa1 xa2 xb2
b
x-ends(a,b)
a
b
x-equals(a,b)
x-equals(b,a)
xa
xb11 xb2
xb2
xa2
a
b
a
x-contains(a,b)
x
x-ended-by(a,b)
b
xa1 xb1
x
b
xa
xb22
a
xa1 xa2 xb1 xb2
1 axis:
13 relations
x
ontology:
relations for
rectangular
shapes on the
plane
xa1 xa2 xb1 xb2
y
ya2
1 relation on 1axis:
13 relations on the other
axis
(total: 13x13 relations)
b
x
a
x
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
a
b
xa1 xa2 xb1 xb2
a
ya2 yb2
b
x
y
y-ended-by(a,b)
ya1
Fev-2012
x
y
ya2
yb2
yb1
yb1
73
b
yb1
ya1
xa1 xa2 xb1 xb2
yb2 ya2
a
xa1 xa2 xb1 xb2
b
y
a
b
ya1
x
xa1 xa2 xb1 xb2
x
y
yb2 ya2
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
x
y-contains(a,b)
xa1 xa2 xb1 xb2
a
b
yb1 ya1
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
74
x
exemplo 2
(SIGDOC-2008)
Improve FC subsystem (rules & pattern matching)
Shape representation and manipulation (shape
GSG
arithmetics, similarity transformations, maximal shapes)
Interface refinement (shape and rule editor)
Style representation using shape grammars
Agents and agent activity coordination
Generic Shape Grammars
an expert system shell for shape grammars
relatório técnico
Possible applictions:
mixed style visual composition generation
free generation of visual composition
controlled generation (e.g., technical drawing, Web page layout design)
the Meaning Project
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
yb2
ya1 yb1
ya1
yb1
y-ends(a,b)
x
y
ya2
a
y
yb2
ya2
b
xa1 xa2 xb1 xb2
y-started-by(a,b)
xa1 xa2 xb1 xb2
x
a
yb1
yb2
x
Future Work (xi)
Fev-2012
yb2
ya1
x
x
y
ya2
b
xa1 xa2 xb1 xb2
xa1 xa2 xb1 xb2
a
ya1
y-equals(a,b)
y-equals(b,a)
-
x
y-overlapped-by(a,b)
yb2
y-starts(a,b)
b
yb1
y
ya2
yb1
x
a
yb 2 ya1
yb1 ya1
x
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
ya2
b
a
xa1 xa2 xb1 xb2
y-overlaps(a,b)
b
xa1 xa2 xb1 xb2
y
y-met-by(a,b)
yb2
a
yb1
x
y
ya2 yb1
y-inside(a,b)
xa1 xb1 xb2 xa2
a
xb1 xb2
xa1 xa2
a
b
xa2
ya2
ya1
yb2
ya1
y-meets(a,b)
y
y-after(a,b)
b
ya1
a
x-started-by(a,b)
x
x
a
x-overlapped-by(a,b) xb xa xb xa
1
1
2
2
a
xb1 xa1
b
Fev-2012
b
b
x-starts(a,b)
xb2
xa1 xa2
xb1
x
x
yb1
ya2
x
a
x-met-by(a,b)
b
xa1 xb1 xa2 xb2
a
xb1 xb2 xa1 xa2
b
y
yb2
(SIGDOC-2008)
x-after(a,b)
x
y-before(a,b)
(shown for the x-before relation only)
Work in
Progress (x)
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
Fevereiro de 2011
ISCTE-IUL
75
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
76
contents
GSG
Generic Shape Grammars
GSG project
key ideas
technologies & tools
computational system architecture
technologies and computational system architecture for
an expert system shell for shape grammars
Joaquim Reis
[email protected]
ISCTE-IUL
Dept. Ciências e Tecnologias de Informação
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
77
Fev-2012
Shape Grammars (SG)
A shell to support the development of systems capable of
computing & reasoning with shapes, spatial relations and SGs,
running SGs and exploring the respective languages of designs
Shape computing & reasoning with a visual (& symbolic) interface
with different modes, e.g., common, domain-specialist, system/domain&system-specialist
e.g., product design, architecture, creative composition, education
synthesis of designs
into SGs
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
Shape grammar: a set of basic shapes, a set of rules and an initial shape I
Rules: a→
→b (a and b are shapes)
e.g.:
A design c contains, initially, only I
e.g.:
Applicable rules are recursively applied to a design
A rule a→
→b is applicable if there is an euclidean transformation T such that:
T(a)≤
≤c
(T(G(a))≤
≤c, w/parametric rules)
Applying an applicable rule a→
→b changes a design c to a new one, c’, such that:
c’ = [c–T(a)]+T(b)
(c’ = [c–T(G(a))]+T(G(b)), w/parametric rules)
=>
->
generation:
human (computer supported),
computer and mixed
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
78
Algebra of shapes: ≤ (subshape), + (sum), - (subtraction) , · (intersection)
Shapes can be i-dimensional in a k-dimensional space: Uik algebras
Shape emergence can be an issue
e.g.:
Support generic work with SGs
parsing, spatial relations driven
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
shape grammars
Generic extensible software tool to support generic work with
style extraction & representation
-
GSG technology (i)
GSG project goals & key ideas
analysis of designs
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
79
->
...
maximal shape representations are important
Labels can be included in the grammar to guide rule application: Vik algebras
namely to reduce rule multiple applicability due to shape symetries
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
80
GSG technology (i)
GSG technology (i)
shape grammars: research resources
shape grammars: research resources – implementation & practical oriented
For an implementation:
Agarwal, M and Cagan, J. (1998), A blend of different tastes: the
language of coffeemakers.
internal representations & processes (i.e., data structures & algorithms)
adequate interfaces
are very important
Krishnamurti, R. (1992), The arithmetic of maximal planes.
Celani, G. (2003), CAD Criativo.
Krishnamurti, R. and Earl, C. F. (1992), Shape recognition in three
dimensions.
Chase, S. C. (1989), Shapes and shape grammars: from
mathematical model to computer implementation.
Krishnamurti, R. and Stouffs, R. (1997), Spatial change: continuity,
reversibility,and emergent shapes.
Chase, S. C. (2002), A model for user interaction in grammar-based
design systems.
Li, Andrew I-kang, Chen, Liang, Wang, Yang, Chau, Hau Hing (2009),
Editing Shapes in a Prototype Two- and Three-dimensional Shape
Grammar Environment.
Chau, H. H. (2004), Evaluation of a 3D Shape Grammar
Implementation.
But important as well are theoretical and conceptual aspects of SGs
Liew, Haldane (2004), SGML: A Meta-Language for Shape Grammars.
Chien, S.-F., Donia, M., Jnyder, J. and Tsai, W. J. (1998), SGCLIPS: A System to Support the Automatic Generation of
Designs from Grammars.
In a selected corpus of research publications we can separate the
research in SGs in two broad categories:
implementation and practical (including interfaces & usability) oriented
theoretical, conceptual and historically oriented (& other)
Duarte, J. P. (2005), Towards the mass customization of housing:
the grammar of Siza's houses at Malagueira.
McCormack, Jay P., Cagan, Jonathan (2006), Curve-based shape
matching: supporting designers' hierarchies through parametric
shape recognition of arbitrary geometry.
Duarte, J. P. (2005), A Discursive Grammar for Customizing Mass
Housing: the case of Siza's houses at Malagueira.
McGill, Miranda and Knight, Terry (2004), Designing Design-Mediating
Software - The Development Of Shaper2D.
Gero, J. S. and Yan, M. (1993), Discovering emergent shapes using
a data-driven symbolic model.
Piazzalunga, U. and Fitzhorn, P. (1998), Note on a three-dimensional
shape grammar interpreter.
Krishnamurti, R. (1980), The arithmetic of shapes.
Tapia, M. (1999), A visual implementation of a shape grammar system.
Krishnamurti, R. (1981), The construction of shapes.
Yue, Kui, Krishnamurti, Ramesh and Gobler, Francois (2009),
Computation-friendly shape grammars.
Krishnamurti, R. (1992), The maximal representation of a shape.
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
81
McCormack, Jay P. and Cagan, Jonathan (2002), Supporting
designers' hierarchies through parametric shape recognition.
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
GSG technology (i)
GSG technology (ii)
shape grammars: research resources – theoretical, conceptual & historically oriented
computer science: AI & RBS
82
Today computers are (still) symbolic(ally programmed)
Chase, S. C. (2010), Shape grammar implementations: the last 36
years (Shape grammar implementation: from theory to
useable software).
genuine visual/shape computing is not possible, so use symbolic computing to
emulate visual/shape computing
after all, computers are universal computing machines, (Turing 1936)
Stiny, G. (1975), Pictorial and Formal Aspects of Shape and Shape
Grammars.
Stiny, G. (1976), Two exercises in formal composition.
Knight, T W (1989), Shape Grammars in Education and Practice:
History and Prospects.
Stiny, G. (1977), Ice-ray: a note on Chinese lattice designs.
Knight, T W (1989), Transformations of De Stijl art: the paintings of
Georges Vantongerloo and Fritz Glarner.
Stiny, G. and Gips, J. (1978), Algorithmic Aesthetics: Computer Models
for Criticism and Design in the Arts.
Knight, T. W. (1993), Color Grammars: the Representation of Form
and Color in Design.
Stiny, G. and W. J. Mitchell, (1978), The Palladian grammar.
Koning, G., and Eisenberg, J., (1981), The language of the prairie:
Frank Lloyd Wright’s prairie houses.
Li, Andrew I-kang. (2001), Teaching style grammatically, with an
example from traditional Chinese architecture.
Mitchell, W. J. (1990), The Logic of Architecture.
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
Rule Based Systems (RBS) and symbolic reasoning
Stiny, G. (1980), Introduction to shape and shape grammars.
forward reasoning/chaining - data-driven
backward reasoning/chaining - hypothesis driven
Stiny, G. (1980), Kindergarten grammars: designing with Froebel’s
building gifts.
SGs are essentially (forward chaining) production (rule) systems, although dealing
also with shape computation and emergence
Stiny, G. (1990), What is a design?.
Stiny, G. (1992), Weights.
Stiny, G., and Gips, J, (1972), Shape Grammars and the
Generative Specification of Painting and Sculpture.
Programming tools
Stiny, G. (2001), How to Calculate with Shapes.
-
e.g., heuristics & heuristic search, symbolic programming, symbolic knowledge
representation & reasoning, rule based systems, logic, (Russell & Norvig 2003)
Stiny, G. and W. J. Mitchell, (1980), The grammar of paradise: on the
generation of Mughul gardens.
Stiny, G. (1981), A note on the description of designs.
Özkar, Mine and Kotsopoulos, Sotirios, (2008), Introduction To
Shape Grammars.
Take advantage of Artificial Intelligence (AI) techniques
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
LispWorks & KnowledgeWorks RBS shell with forward chaining & backward chaining
(Prolog on Lisp)
Java & Jess, ...
83
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
84
GSG system architecture (ii)
GSG system architecture (ii)
visual
symbolic / api
interface
geom
rbs
kb
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
85
Fev-2012
GSG system architecture (ii)
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
86
GSG system architecture (ii)
programatic
shape & rule
input/output/edition
SG interpreter
visual
shape & rule
input/output/edition
SG interpreter
visual
symbolic / api
interface
rbs
kb
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
87
Fev-2012
inference engine
symbolic reasoning
with shapes & spatial relations
facts & rules
shapes & SG rules
spatial relations
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
geom
shapes & SG rules
)
shape operations (
maximal shape reduction
shape transformations
spatial relations
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
88
GSG technology (iii)
GSG technology (iii)
computer science: DAI & MAS
computer science: DAI & MAS
In a SG system, and at least non-trivial design problems and for an advanced
The complexity of problems, problem solving and user perspectives of, and
interaction with, the problem solving tool (software/computer) can be greatly
controlled by adequate modularizing and divide&conquer strategies, if:
the problem has multiple different aspects (perspectives, contexts, locations, conditions,
details, levels of hierarchy or granularity) and problem solving involves different kinds of
knowledge/expertise
the problem is big and complex and the computational effort to deal with problem solving
can better be decomposed/distributed in different units
Moreover:
containing groups of rules related to
different drawing views (e.g., compound and parallel grammars)
different steps (stages) of building a design
different levels of complexity of the language of designs (e.g., the hierarchy
urbanism/architecture/construction)
a better user understanding results if related aspects and knowledge/expertise is
modularized in the same logical units
a kind of emergence can occur when multiple problem solving autonomous, proactive and
reactive units interact and cooperate (or compete) in order to find/build problem solutions
modular computational system architectures are simpler and better from a
programming/software engineeering perspective in developing, extending, modifying and
maintaining the system.
Fev-2012
(domain or system-specialist) user, it seems also desirable, as an option, to
allow the expression of data (shapes, rules, designs) and computations in that
modularized way
For instance, a SG system can have different modules
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
89
different tasks (e.g., drawing and colouring in painting)
different languages of designs/styles (why not?)
or associated to
different roles in a design task (e.g., generating, evaluating and criticizing, analyzing)
different parts of the computational system (e.g., interface and presentation, shape
operations, reasoning with shapes and spatial relations)
Fev-2012
GSG technology (iii)
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
90
GSG system architecture (iii)
computer science: DAI & MAS
A modularizing option for the advanced user can be borrowed from the
visual
Multi-Agent Systems (MAS) technology, of the area of Distributed
Artificial Intelligence (DAI) (Weiss 1999)
symbolic / api
interface
G1
MAS technology is centered around autonomous (intelligent/proactive
a11
kb11
and reactive) entities, modules, or agents
agents can directly or indirectly interact in an environment
in which they perceive and act
solving problems or performing tasks
which, in principle, they wouldn’t be able to perform individually
in coordinated (cooperative-competitive) ways.
...
geom
a1n1
kb1n1
...
Gm
am1
kbm1
...
amnm
kbmnm
rbs
kb
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
91
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
92
Criatividade Computacional
Criatividade Computacional
propostas de trabalhos de projecto (i)
propostas de trabalhos exploratórios (ii)
5. Implementação de Gramáticas de Forma num Contexto de Sistema de CAD
1. Interface Interactiva de Formas e Regras de Gramática de Forma
Escolha do sistema de CAD e respectiva interface programática apropriados
Implementação do sistema de processamento de gramáticas de forma
Representação e edição de formas geométricas 2D
Representação e edição de regras de gramática de forma
Tratamento conjugado dos aspectos simbólico e gráfico
6. Criatividade e Computação Criativa: Teorias, Modelos, Ferramentas, Aplicações
2. Sistema Baseado em Regras para Gramáticas de Forma
Revisão de teorias e modelos sobre a criatividade e o processo criativo no contexto da criatividade
computacional
Explorar e descrever alguns sistemas e ferramentas computacionais seleccionados que aplicam
algumas das teorias e modelos
Implementação de regras de gramáticas de forma sobre um sistema baseado em regras de
encadeamento para a frente
Ligação à representação de formas geométricas 2D e de regras de gramática de forma e à
respectiva interface interactiva (aspectos simbólico e gráfico)
3. Implementação da Álgebra de Operações com Linhas Maximais
Implementação das operações ≤ (subforma), + (soma), - (subtracção) , · (intersecção) com
linhas maximais
Conversão de conjuntos de linhas para linhas maximais.
4. Reconhecimento de Relações de Posição entre Formas Geométricas 2D para
Processamento com Gramáticas de Forma
Fev-2012
Representação e edição de formas e relações de posição entre formas geométricas 2D
(conjunto de formas possíveis alargado)
Emparelhamento de formas e relações de posição entre formas para reconhecimento para
aplicação de regras de gramática de forma
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
93
Fev-2012
Referências (i)
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
-
mestrados de MCC, METI, MEI, MIGE, 2011-2012
94
Referências (ii)
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Barron, F (1969), Creative Person and Creative Process, Holt, Rinehart, & Winston.
Boden, M. (1990), The Creative Mind: Myths and Mechanisms, Weindenfeld & Nicolson.
Boden, M. (ed.) (1994), Dimensions of Creativity, MIT Press.
Boden, M. (1999), Computer models of Creativity, in Handbook of Creativity (cap.18), Cambridge
University Press.
Cattel, R. (1971), Abilities: Their Structure, Growth and Action, Houghton Mifflin.
Cox, C. (1926), The Early Mental Traits of Three Hunderd Geniuses, Stanford University Press.
Ericson, K. (ed.) (1996), The Road to Excellence, Erlbaum.
Ericson, K., & Faivre, I. (1988), What’s Exceptional about Exceptional Abilities, in The Exceptional Brain:
Neuropsychology of Talent and Special Abilities (436-473), Guilford.
Ericson, K., Krampe, R., & Tesch-Römer, C. (1993), The Role of Deliberate Practice in the Acquisition of
Expert Perfomance, Psychological Review, 100, 363-406.
Finke, R., Ward, T., & Smith, S. (1992), Creative Cognition: Theory, Research, and Applications, MIT
Press.
Gardner, H. (1983), Frames of Mind: The Theory of Multiple Intelligences, Basic.
Gardner, H. (1993), Creating Minds, Basic.
Gardner, H. (1995), Leading Minds, Basic.
Getzels, J., & Jackson, P. (1962), Creativity and Intelligence: Explorations with Gifted Students, Wiley.
Guilford, J., (1950), Creativity, American Psychologist, 5, 444-454.
Guilford, J., (1967), The Nature of Human Intelligence, McGraw-Hill.
Guilford, J., (1970), Creativity: Retrospect and Prospect, Journal of Craetive Behavior, 4, 149-168.
Guilford, J., (1975), Creativity: A Quarter Century of Progress, in Perspectives in Creativity (37-59), Aldine.
Hadamard, J. (1954), An Essay on the Psychology of Invention in the Mathematical Field, Dover.
Fev-2012
Joaquim Reis, DCTI - ISCTE
95
Haensley, P., & Reynolds, C. (1989), Creativity and Intelligence, in Handbook of Creativity (111-132),
Plenum.
Koestler, A. (1975), The Act of Creation, Picador.
Langley, P., Simon, H., Bradshaw, G., & Zytkow, J. (1987), Scientific Discovery: Computational
Explorations of the Creative Process, MIT Press.
Perkins, D. (1981), The Mind’s Best Work, Harvard University Press.
Poincaré, H. (1982), The Foundations os Science: Science and Hypothesis, The Value of Science,
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of the Third Joint Workshop on Computational Creativity (MT” Workshop, ECAI 2006, European
Conference on Artificial Intelligence), 28-29 de Agosto de 2006, Riva del Garda, Itália, Simon Colton,
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Reis, J., (2008), Using Rules for Creativity in Visual Composition, SIGDOC 2008, Proceedings of the 26th
ACM International Conference on Design in Communication, Lisboa, Portugal, 22-24 Setembro de 2008,
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Reis, J., (2009) GEOWIN – A System for Creative Pattern Generation Based on Rules, ICSOFT 2009,
International Conference on Software and Data Technologie, a decorrer de 26 a 29 de Julho de 2009,
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