UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, L E T R A S E A R T E S
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
A POPULAÇÃO DE CURITIBA NO SÉCULO XVIII - 1751-1800
SEGUNDO OS REGISTROS PAROQUIAIS
DISSERTAÇÃO DO CURSO DE MESTRADO
ANA MARIA DE OLIVEIRA
CURITIBA - 1974
B UR MESTER
INTRODUÇÃO
I N T R O D U ÇÃO
O estudo
sa
Senhora
culo
da
XVIII,
os
no
na
Os
cada
três
Vila
de
Sê
na
de
batismos,
de
da
e
atas,
no
monográficos
Louis
em m o n o g r a f i a s
e
sobre
valor
de
con
Curitiba.
o
fichas
movimento
1751-1800.
ã
graças
e
de
s£
óbitos,
constatou-se
Henry
Noj^
do
abreviado,em
perfodo
possfveis
primárias
Catedral
relativos
de
metade
casamentos
nominativo
Curitiba,
Paróquia
segunda
fontes
Metropolitana
franceses,
sucesso,
Curitiba,
séries
de
população
utilização
tornaram-se
mestres
com
de
da
levantamento
estudos
antigas,
na
da
do
das
demográfico
pelos
Vila
Arquivo
apropriadas,
da
da
registros
Através
quias
movimento
baseou-se
inestimável,
servados
Luz
do
população
à
de
Paró-
metodologia
cri£
Michel
várias
Fleury,
e
Paróquias
apl_i_
france-
sas.
No
Brasil,
população
da
todologia
francesa
específicas
vila
dos
o
de
trabalho
São
de
de
Paulo,
Demografia
registros
Maria
é
Luiza
um e x e m p l o
Histórica,
paroquiais
Marcflio
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conservados
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condições
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paulistas.
0
do
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explicar,
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certo
a
reconstituição
da
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finalidade
população
quantitativo,
da
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Paróquia
de
retrospectivo,
mais
Nossa
de
uma
que
resultados
mais
precisos,
das
famílias
da
das
famflias,
só
seriam
Paróquia,
o
que
obtiainda
conseguido.
reconstituição
constituir-se-á
História
da
Luz,
o
trabalho
pré-Malthusiana.
A
XVIII,
presente
Luz,
Demográfica
da
etapa
com o u t r a s
genealogias,
posterior
População
comp1ementando-se
paroquiais
habitantes,
uma
os
da
dados
fontes,
listas
em C u r i t i b a ,
de
da
pesquisa
Paróquia
de
fornecidos
como
listas
no
século
relativa
Nossa
pelos
nominativas
recrutamentos,
Senhoregisde
etc.
2
I - A FORMAÇÃO DA COMUNIDADE CURITIBANA
1.
ORIGENS DA VILA DE NOSSA
SENHORA DA LUZ DE CURITIBA
I
1.
- A
ORIGENS
A vila
gens
datada
FORMAÇÃO
DA V I L A
de
nos
Resultou
dional.
foi
Segundo
primeira
portugueses
capitania
etc."
de
expansão
de
da
e
paul i sta
"o
de
LUZ
DE
Curitiba
em d i r e ç ã o
território
povoado,
seus
São
Luz
DA
CURITIBA
tem
suas
or_i_
XVII.
Martins,
espanhóis
CURITIBANA
SENHORA
século
efetivamente
que
atraiu
aluvião
no
no
após
o
ao
Brasil
hoje
Mer_j_
paranaense
descobrimento,
descendentes,
Vicente ,
de
a
vindos
Piratininga ,
Porém,
rentabilidade
entrasse
fixaram
as
da
por
vilas
Parafba
que
por
2
m i t i v a s ".
em
jazidas
ã
da
do
Sul,
mineração
fez
e
viviam
no
planalto
redor
viviam
Dependentes
de
uma
tibanos
necessitavam
de
outra
mitisse
integrar-se
^MARTINS, R o m á r i o .
Paranaense,
1937.
na
ao
do
ocupação
do
da
planalto
de
post£
região
revela-
de
de
atividade
Paraná.
~
de
Curiti-
retrocesso.
e
"Os
que af
miseráveis
subsistência,
econômica
econômica
vila
Curitiba
condições
de
a
que
h£
se
e
pri-
os
curj_
lhes
per-
brasileira.
Empresa
Gráfica
P I N H E I R O MACHADO, B r a s i l .
F o r m a ç a o da E s t r u t u r a A g r a r i a
c i o n a l d o s Campos G e r a i s .
I n : B o l e t i m da U n i v e r s i d a d e
do P a r a n a . C u r i t i b a , D e p t o . d e H i s t ó r i a .
1963- .3» p . 8 .
TradiFederal
22
História
l 78.
em
mesmo
agricultura
estrutura
descoberta
descobertas
a
com q u e
estagnação,
16^1,
as
a
esperada.
de
de
e
auríferas
fase
volta
foi
determinaram
inferior
da
vicentina
em P a r a n a g u á ,
curitibano,
A decadência
bitantes
população
litoral,
planalto
faiscadores.
ram-se
ba
NOSSA
Senhora
do
Romário
COMUNIDADE
1
riores,
por
e
da
paulista
0
ouro
e
DE
Nossa
meados
DA
Curitiba,
5
Esta
pela
outra
conjuntura:
a
Minas
atividade
foi
a
descoberta
das
ricas
do
Brasil,
de
monta,
ra
A p e c u á r i a no S u l
r e v o l u ç ã o com o a d v e n t o
devido
A
mia
do
Gerais,
ã
necessidade
sociedade
gado,
A criação
Já
sil",
constata
têm
de
em
1711,
em s u a s
de
vai
gado
"As
fazendas,
Curitiba
Brasil
da
economia
vilas
que
crescendo
de
não
e
obra
os
são
região
das
arraiais.
em
verdadej_
função
da
econo
zonas
de
mineração.
logo
na
vila
Paulo
muito
central
consumidor
p o r uma
3
mineira".
"Cultura
São
favorecida
"passará
desenvo1veu-se
na
na
estrutura-se
mercado
gado,
um m e r c a d o
abastecer
do
pelo
Antonil,
que:
de
de
minas
propicia
curitibana
estimulada
tiba.
Goiás,
criação
e
opulência
matam
grandes
multiplicando
de
cada
as
e
do
Br£
reses
só
vez
Curi-
nos
que
campos
mais
o
g£
do".11
£
levará
â
a necessidade
abertura
Governador
da
São
tra
fase
da
da
de
Estrada
Capitania ,
os
muares,
economia
abastecer
do
Viamão,
Ca 1 d e i r a
regiões
em
do
m i n e r a d o r a s que
1731,
Pimentel,
provenientes
curitibana,
as
Sul ,
em
ordenada
1727-
que
conjuntamente
pelo
â
iniciarão
ou-
criação
ga-
de
do .
A vila
preponderante,
enquanto
te
de
não
muares
de
Curitiba,
atraiu
lhe
deu
pouca
vida
procedentes
o
do
"aparentemente
população,
comércio
e
de
destinada
medrou
trânsito,
asituação
precariamente,
p r i n c i pá 1 mejn
Sul".'*
3
~
_
F U R T A D O , C e l s o . F o r m a ç a o e c o n o m i c a do B r a s i l . S a o P a u l o ,
Ed.N£
cional,
1971- p . 76•
L
~
A N T O N I L , A n d r é J o ã o . C u l t u r a e o p u l ê n c i a do B r a s i l .
Sao P a u l o ,
E d . N a c i o n a l , 1 9 6 7 . p . 309 .
^ABREU,
sília,
João C a p i s t r a n o de.
E d . U n i v e r s i d a d e de
Capítulos
Brasília,
de H i s t ó r i a C o l o n i a l .
1963. p.
130.
Br£
6
Enquanto
uma
fase
cultura
tação
de
de
parece
de
deste
te
districto
da
q1
des,
que
tem
guá"^,
procuram
etc.
das
Já
D.
Luiz
que
de
augmentar
a
de
seo
de
Governador
ordenado
que
trabalhos
dústria
no
terreno..."
^BOLETIM
Gráfica
da
ao
modo
g
de
trigo,
Fonseca,
a
7
"Nobiliss.
o s
de
pelas
gêneros
de
represeni
despido
sentido
de
agri
mantim.tos
nes
Os
Solddesta
guar
certão
alfândega
algodão
Cimara
novo
conforme
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vfve
autorida
como
Santos
a
mandi£
anunciava
procedentes
merece
como
de
a
de
se
da
Juiz
nota
Curitiba,
Ordeno,
as
atenção
a
Parana
a
terras
Vossas
cada
continuam
as
agricultura.
Em o f f c i o
de
é
Oficiais
Antonio
introduzir
Agricultura,
preparar
e
como
da
de
os
Cimara
Mello
"hum
pela
de
um
DO A R Q U I V O M U N I C I P A L DE C U R I T I B A .
Paranaense.
13:32.
I906.
as
de
de
de
17
fação
de
pes^
tiver..."®
preocupações
de
agosto
Curitiba,
e
e
fácil
úteis
produções
Curitiba,
pe
Mendonça,
regular
conhecimentos
aperfeiçoar
carta
número
Castro
methodo
auto
messeis
pello
que
das
datada
XVIII,
Capitania,
de
é
a
de
os
A 1 godão , repa r t i n do-a
procurem
da
i
de
do
desenvolvimento
lo
do
Souza
final
hu
de
Em
aos
falta
padecela
desenvolvê-la,
de
dirigido
geral
em
proporcionam
Curitiba.
cultura
destrito,
"a
José
queixas
cultivo
farinhas
cultura
o
a
o
1 780 ,
"...
1798,
nos
em
de
A
gado
curitibana,
Coronel
abastecimento
177&:
de
é
do
de
subsistência.
suas
3
tanto
de
o
tolerância,
procuram
Até
com o
a
Antonio
fevereiro
soas
Coriyt.
primeiras
Também
comércio
comunidade
Vila,
incentivar
originárias
ridades,
da
sua
a
apresenta
chegado
de
o
limitada,
da
1751,
problema
ca,- t r i g o ,
chegada
Cimara
Senado
a força
„6
res..."
0
ã
e
para
continuar
dirigida
e s
criação
prosperidade
fevereiro
Snr.
a
da
do
iJT_
seu
Impressora
^ W E S T P H A L E N , C e c f l i a M a r i a . 0 p o r t o de P a r a n a g u á em 1 8 2 2 .
In:Bo
l e t i m da U n i v e r s i d a d e F e d e r a " ! d o P a r a n a .
Curitiba,
D e p t o . de
História,
1972. 19, p.
37.
^BOLETIM
DO A R Q U I V O
MUNICIPAL
DE
CURITIBA,
op .
cit.
J_6:
6.
^DOCUMENTOS i n t e r e s s a n t e s p a r a a h i s t ó r i a e c o s t u m e s de S ã o Pau^
I o . S ã o P a u l o , S E C R E T A R I A DE EDUCAÇÃO E C U L T U R A . 87_: 3k . 19 61 .
7
Em
Curitiba,
sé
dos
go,
mo,
os
gêneros
referentes
Pinhais
toucinho,
e
também
Lapa,
produção
das
a
incluíam
congonha,
bestas,
o
milho,
bois,
utilizados
feijão,
congonha,
coxonilhas,
bestas,
bois,
vinagre,
ordinários,
Nota-se
sidade
é
azeite
panos
que
bastante
consistia
a
ser
quase
falta
de
gêneros
péias
na
mesma
gênero,
tfcias
Cf.
de
que
crises
peixe,
importação
a 1imentTcios ,
não
de
se
gêneros
resumindo-se
curitibana,
Poderia
ao
em
subsistência,
na
de
Lisboa
Ü£
de
t r
trigo,fjj
fins
não
de
,aguardente
Cana,
açúcar
de
e
do
século
sujeita
de
a
documentação
ã
sal.'"
ao
nece£
sal.
XVIII,
ap£
crises
por
regiões
eventualmente,
semelhantes
baetas,
primeira
praticamente
contrário
faltar,
encontram,
de
chapéus,
de
São
de
farinha
farinha
aguardente
algodão,
de
poldros.
vinhos
auto-suficiente,
época.
mas
de
restrita,
A comunidade
renta
de
em:
Vila
poldros.
toucinho,
importação
na
freguesias
feijão,
panos
!
e
exportados:
Reino,
tro
produzidos
Eram
A
do
1800,
de
um o u
do
euroou-
perfodo,n£
1751.
R e l a t ó r i o r e l a t i v o ã s p r o d u ç õ e s , c o n s u m o , e x p o r t a ç ã o e im
p o r t a ç ã o da V i l a de C u r i t i b a em 1 8 0 0 . D e p a r t a m e n t o do
A£
q u i v o d o E s t a d o d e S ã o P a u l o , c a i x a 2 0 7 , T . C . ' , 1 8 0 0 - 1 80*»,
Popu1 a ç ã o , C u r i t i b a , P a r a n á .
8
2.
A POPULAÇÃO DA VILA DE CURITIBA
NO SÉCULO XVIII
A
2.
POPULAÇÃO
DA V I L A
A população
na,
começa
a
favorecida
da
crescer
pelo
a
dispersão
que,
ta
em
incremento
légoas,
oito
por
ou
persão
gião
da
se
da
panholas.
afetam
Também
a
população
Em
ra
o
Sul.
de
primeira
de
Martim
Recruta
Em
1752,
da
os
linha,
em t o d a
organizadas
tem
peque
século
XVIII,
r a r e r e i t a , sendo
amplidão
desta
anos
da
Paróquia
Freguezia
sam
outro
e
sette£
quarenta
mais
fator
recrutamentos,
guerras
para
o
e
e
outros
com
as
agrava
a
di£
sendo
a
re
províncias
reconhecimento
1771
de
e
recrutamentos,
um g r a n d e
a
Capitania
1772,
e
S.m
matrícula
reconhecimento
expedições
de
vulgarmente
há
para
indo
recrutamento
do
os
L i v r o do T o m b o n ° 1 da P a r o c h i a d e N . a
ds—V-í i T ã ( d e p o i s c i d a d e )
de C o r i y t i b a .
Tiss, C u r i t i b a , Catedral
Metropolitana,
12
Luz,
gado.
trezentos
alguns
pelas
Lobo S a l d a n h a ,
12
Grande..."
1775
pela
temidos
Lopes
Tibagi,
...
do
população
Paróquia,
ocorrem
"...houve
do
do
da
o u t r a s . F r e g u e z i a s . . ^
da
1777
pedições
metade
XVIII
dos
es_
sertões
Vila.
1773
1768,
uma
SÉCULO
Senhora
destrito
que
expedições
Em
são
p.a
são
o
menos
ameaçada
as
segunda
economia
"...
extensão
constantemente
da
ainda
mudão
população:
da
NO
Nossa
facilitada
ou
cazais,
que
Além
mais
de
região,
compreendia
pouco
fogos,
menos,
na
populacional
17^7»
CURITIBA
Paróquia
partir
Constitui-se,
a
DE
as
para
Paulo,
foi
de
campos
de
no
a
governo
para
Entre
p£
tropa
denominada
tropa
sertão.
tropas
- A
as
Ex
1769
e
Guarapuava.
Sr.
da L u z dos P i n h a i s
A n n o s de 17^7
a
1878.
(Arquivo),
p.
3.
-
SANTOS, A n t o n i o V i e i r a dos. Memoria h i s t ó r i c a
da c i d a d e de Pa
ranaguá e seu m u n i c í p i o .
C u r i t i b a , S e c ç ã o d e H i s t o r i a do M u s e u
P a r a n a e n s e , 1 9 5 1 . p• H - 5 5 .
10
Além
timentos
e
população
D.
viado
que
procura
Capitão
de" s u a
tade
D.OS
que
delias
correram
os
por
para
a
são
muito
que
os
1693:
na
o
de
Mourão,
e
por
fugir
da
elementos
étnicos
sociedade
esparsos,
para
ha
o
me
ter
attendendo
de
as
conve
Sua
Mages_
vila
de
dezer-
Curitiba,
formaram
o
povo
descendentes
em C u r i t i b a
en
presente
da
da
da
vila
para
encaminharam
mui
população
indicação
habitantes
I720,
em um b a n d o
s e r v i sso
ses
Capit£
con
bras_i_
,mestiços
caracteriza-
curitibana,
os
período'estudado.
requerimento
em
da
habitações
e
numérica
XVI I ,
oje
Governo,
suas
formada
no
ser
ao
do
A
mesclada.
evolução
por
"...por
de man
tropas.
Governador
registra
que
africanos,
das
das
população
vila,
"...e
õ
Coritiba,
de
requisições
imposições
Villa
tem
século
das
1765,
as
serviço
Ribas:
fndios,
i
Em
auzentado
1 3
matos..."
os
A
pode,
e
Teyxeira
escravocrata,
Para
adultos,
da
se
mesmos
Quanto
dados
Botelho
formação
número.
ser
como
acomodação
europeus,
em g r a n d e
abastecimento
sertões.
Migue1
g.^6
Para
se
nos
moradores
niencias
o
escapar,
refúgio
muitos
leiro:
para
Luiz.Antonio
ao
tando
recrutamentos,sucedem-se
animais
procurando
nia,
dos
crescido
a
do
criação
ao
por
número
de
das
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passarem
homens
Justiças
-
Povoador,em
de
noventa
h£
men s . . .
Já
Rafael
Pires
Pardinho
estimava
planalto
curitibano,
dizendo
que
de
Curitiba
200
mais
1.^00
13
BOLETIM
DO A R Q U I V O
MUNICIPAL
DE
CURITIBA,
op.
cit.
J_6:
17.
^
BOLETIM
DO A R Q U I V O
MUNICIPAL
DE
CURITIBA,
op.
cit.
±:
A.
^
MARCONDES, M o y s e s .
Documento p a r a a
d e J a n e i r o , T y p o g r a p h i a do A n n u a r i o
de
nas
população
do
cazaes,
"Haverá
a
pessoas
de
duas
freguesias
1 5
confissão".
h i s t ó r i a do P a r a n á .
Rio
do B r a s i l ,
1 9 2 3 , p.20-23-
Na
petição
Ihido
um J u i z
conta
a
de
de
mais
nos,
de
Sam
velhos,
Povoaçoens
assim
Cimara
a
Vila,
informação:
"
...
400
os
de
escravos
anno
em
12
visto
para
de
ser
que
fosse
novembro
esta
esco
de
villa
1735,
e
seu
vesinhos. .
dados
Paúlo,
neste
da
para
de
Segundo
tania
Oficiais
õrfãos
seguinte
distr.°
dos
fornecidos
todos
que
de
se
os
pelo
fogos,
achavão
1772",
em
"Mappa
geral
homens,
nas
a
Capi-
mulheres,
Villas,
Curitiba
da
mini
Freguezias
população
e
estava
distribuída:
Homens
Mulheres
907
Para
dade,
928
os
cálculos
riupcialidade
e
Curitiba,
foram
tantes
Paróquia,
da
Ano
mortalidade
selecionados
nos
seguintes
taxas
população
referentes
brutas
livre
ao
de
de
de
hab_i_
anos:
Tota 1
2.505
3.283
3.763
4.375
4.566
4.515
5.368
6.565
6.658
Curitiba.
Altiva Pilatti.
História
1969. v .
1, p.
117-mn
18
19
20
2.1
22
23
24
25
26
Op . c i t . J_3 ; 1 2 .
17BALHANA,
do
1 8
Cf. trabalho i n é d i t o desenvolvido
B o n i , s o b r e as L i s t a s N o m i n a t i v a s
por M a r i a
Ignes
de H a b i t a n t e s .
par,
natalj^
vila
número
815
948
1 . 049
1.018
1.045
1 . 172
1.188
Municipal
de
da
4 07
491
5-393
5-470
Arquivo
de
193917
Escravos
2.791
2 .948
3-427
3.517
3-497
4 . 324
do
da
dados
2 . 098
^Bol.
Total
1 04
posteriores
Livres
1776
1778
1 782
1783
1785
1786
1792
1798
1800
Escravos
Paraná.
Curitiba,
Graf_i_
Mancini
' ^ C f . M a p p a G e r a l d a l i s t a do P o v o da V i l l a d e C o r y t i b a .
t a m e n t o d o A r q u i v o do E s t a d o de S ã o P a u l o , C a i x a 2 0 3 ,
1765-1782. P o p u l a ç ã o , C u r i t i b a ,
Paraná.
T.
De
Depa£
C.,
2 0..
Idem.
^Idem.
22
Cf.
Caixa
trabalho
Bon i .
204.
inédito,
desenvolvido
por
Maria
Ignes
M a n c i n i De
12
Pelos
Mappas
Gerais
aumento
livres
da
dados
de
população,
população
como
aos
ção
mas
já
em
da
pelas
Listas
apreende-se
vila
de
Nominativas e
um n í t i d o
Curitiba,
tanto
pelos
movimento
em
relação
de
aos
escravos.
Observa-se
1786,
fornecidos
1792
um p e q u e n o
reinicia
declínio
o
ritmo
de
entre
os
anos
crescimento
de
da
1 785
e
popula-
cu r i t i ban a .
^Cf.
bre
trabalho
i n é d i t o d e s e n v o l v i d o por M a r i z a
a s L i s t a s N o m i n a t i v a s de H a b i t a n t e s .
Budant
Schaáf,s£
2h
Idem.
^ I dem.
9A
a
C f . M a p p a d o s H a b i t a n t e s q u e e x i s t e m na P a r o c h i a da V .
de Co
r i t i b a em o a n n o 1 8 0 0 . D e p a r t a m e n t o d o A r q u i v o do E s t a d o d e S a o
P a u l o , C a i x a 207 , T . C . ,
1 8 0 0 - 1 8 0 ^ , P o p u l a ç ã o , Cu r i t i ba , Pa r a n â .
13
3.
A PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA
LUZ NO SÉCULO XVIII - HISTÓRICO CAPELAS FILIADAS
A
3-
PARÕQUI A
HISTÓRICO
A
IGREJA
a
ereçio
do
mas
NOSSA
foi
da
sia
já
existia
era
Paróquia,
SENHORA
CAPELAS
SENHORA
criação
que
de
em
É
1684.
conforme
o
â
pelo
da
DA
vila
LUZ
NO S É C U L O
XVIII
-
de
1668,
LUZ
aos
Paróquia
i
de
certo,
não
época
batizados,
Termo
k
ca'p i t ã o - m o r
remonta
assentos
DA
FILIADAS
elevada
presume-se
Pelos
NOSSA
pelourinho,
A data
tidão,
-
DE
Curitiba
com
DE
Gab r i e 1 de
é
conhecida
da
criação
conclui-se
porém,
de
novembro
que
Abertura
em
do
Livro
com
da
que
17^7
Lara.
exa-
Vila.
a
Fregu£
Curitiba
já
do
n?
Tombo
1.
As
são
e
outra
foy
sa
E
imprecisas:
setecentos
de
e
indicações
erecta
rio
Poente
com
chamado
Iguappe.
e.da
E
Laguna,
légoas
q,
ha
No
da
Paróquia
sé
dos
a
Sul
e
E
destas
porque
decorrer
se
do
Santo
a
ou
fica
que
parte
com
a
de
certoins,
século
com
Antonio
a
SVIII,
a
da
criação
Lapa
Ey
do
no
senão
a
e
a
q
Rio
de
de
as
se
de
Luz
mil
desmembrada
outras
Freguezia
de Nos_
Parnagoa
divide
E
um
da V i 1 1 a
de
Sam
Fran.CO
s a b e r as
27
calcularam..."
extensão
das
da
annode
Freguezia
Iguappe
inda
foy
destricto
Pia
Freguezias
no
distante
com
lhe
Norte
as
não
mt.°
nascente
Senhora
Igreja
menos,
do
com
Nossa
dita
Minas
modificam,
Pinhais,
de
da
villas
sam
do
Graciosa,
do
parte
mais
Parte
da
Igreja
porque
Freguezia
I tararé
do
pouco
nova...
Pillar
a
principio
Freguezia;
de
do
seu
quinze,
alguma
Senhora
do
e
"Teve
sobre
podem
e
os
Paróquias
Sant'Ana
do
limites
de
lapó
São
j£
(Cas-
tro).
^Livro
do
Tombo
n?
1.
op.
cit.,
p.
3-5 •
15
CAPELAS
FILIADAS
SÉCULO
1)
São
5
1759,
José
de
era
março
sendo
o
de
dos
crivão.
do
pela
0 povoado
Bom
nhais,
brada
com
a
daquela
cidade
teve
da
Belas
e
Capela
ereta
São
0
ra
da
por
Santo
ça
rio
de
direitos
Iguaçu,
no
meados
da
de
de
o
do
de
DA
LUZ
século
São
XVIII.
José,
e
a
vintena (quarteirão) ,
juiz
de
Arraial
1759,
em
vintena
e
o
es-
Grande.
servindo
ã
de
matriz
a
C£
que
ã
José
dos
foi
desmem-
princípios
de
julho
de
P_i_
de
1757.
1852
e
à
figurar
Antonio
da
Lapa
Lapa
para
está
do
do
foi
a
o
nos
tradição,
as
em
que
Registro
fazendas
documentos
criado
gado,
pelo
padre
de
Aguas
curato.
ligado
o Viamão,
estrada,
Perdões
Capela
instituiu
1716.
quarteirão
ou
16
dos
segundo
doou
e
passagem
em
Sao
freguesia
1756
vila
Bom J e s u s
gado,
Mata,
de
A
de
1897.
1690,
da
povoação
matriz.
fins
de
em
da
de
de
o
nova
passou
essa
Patrimônio
em
volta
da
Aberta
era
elevada
povoamento
Estrada
de
Curitiba
infcio
Senhor
com
Capela
José,
3)
o
Coutinho,
Capucu,
do
ereta
de.dezembro
Veiga
SENHORA
Perdões.
foi
do
data
predicamento
de
Curitiba
Capela
A
de
foi
1 760
de
o
Camara
dos
José
em 24
2)
bairro
construção
São
João
de
José
principal
Jesus
Data
São
simples
A freguesia
pela
NOSSA
Pinhais
de
17^1,
eleitos
DE
SVIII
A povoação
Até
A PAROQUIA
ã
como
historia
Freguesia
da
abertu-
1731.
o
Registro
funcionava
para
ã
cobrar^
margem
do
Velho.
16
Mais
passaram
a
tarde,
fazer
o
pouso
A freguesia
de
1769,
data
Em
de
em 6 d e
4)
ao
na
de
A
Luiz,
na
em
na
Matriz,
Santo
em 6 d e
da
tropeiros
13
de
o Tigre,
que,
Capela.
e
em
1797
junho
de
1806,
e
em
do
Capela
foi
desmembrada
a
fazer
parte
de
Santa
Bárbara
bairro
de
Pitangui
ã
ques
Almeida
outros
Mais
jesuítas,
da
Casa
de
os
das
1729,
i
ci-
Tamanduá
Tamanduá,
ao
segunda
pertencente
Convento
metade
Paróquia
Palmeira,
do
formada
do
do
Carmo,de
século
de
em
XVIII,
milícia
Nossa
Senhora
1820.
Pitangui
i
vasta
pelo
sesmaria
Capitãp-Mor
da
Co£
Pedro
T£
paulistas.
campos
Missões
existiu
Santa
de
da
pertencia
sociedade
tarde,
Desde
Capela
e
foi
1727.
Tamanduá
na
do
c o n v e n t o dos f r a d e s c a r m e l i t a s ,
força
28
abastadas"
, e n t r o u em d e c a d ê n c i a .
1813,
junho
Antonio.
Conceição
fazenda
localidade,
concedida
oo
Senhora
doaram
céição,
a
de
ereta
missa,
Igreja
freguesia
herdeiros
passando
0
reta
foi
primeira
vila
os
Lapa.
Antonio
a
quando
Igreja,
5)
de
mudado,
1872.
Nossa
Antonio
da
da
ã
construída
famílias
Luz,
a
elevada
março
foi
construída
Capela
Em
da
Santo
de
Paulo.
e
foi
foi
Seus
"possuia
alto
Capela
Capitão
São
de
instituída
Lapa
dade
no
celebração
178A
canonicamente
Registro
de
em
ali
Bárbara
do
Santa
Bárbara
foram
d o a d o s aos
Paranaguá.
um O r a t ó r i o ,
Pitangui.
F E D A L T O , P e d r o . A a r q u i d i o c e s e de C u r i t i b a
Curitiba,
(s. e d . ) ,
1950. p.
65~66.
mais
Com
na
a
tarde
foi
expulsão
sua
e
dos
historia.
17
jesuítas,
em
1 760 , a
carmelitas
do
Capio
sa
da
Luz
Senhora
6)
Capela
Capela
Alto,
em
de
cípio
de
Paulo,
Castro.
Capão
Alto
Senhora
da
7)
na
Luz,
donos
zelada
pelos
da
religiosos
Paróquia
de
Nos-
de
sendo
a
da
Capio
situada
Convento
do
Alto
no
atual
Carmo,
munj_
de
São
1754.
assentos
Capela
da
sesmaria
pelo
feitos
Sant'Ana
do
pastoril,
os
ser
Carmo
nos
referentes
livros
tranterida
do
da
para
i
Capela
Igreja
outro
de
do
Nossa
local.
lapó
região
data
Conceição,
de
1704,
quando
começaram
a
os
paulis-
fundar
currais
reg i ão.
gem do
rio
1769,
lapó,
os
carmelitas
descontentes
ergueram
com
a
uma
nova
localização
Igreja,
da
i
Capela
do
mar
C£
Alto.
Foi
sendo
a
de
ereta a freguesia
primeira
A
va
fazenda
1769,
povoamento
da
do
adquirida
de
de
ser
desmembrada
Senhora
antes
de
deixam
Em
pão
Foi
partir
Igreja
0
tas,
era
provavelmente
A
sendo
a
1772.
Nossa
Capão- A l t o
passou
freguesia
Castro"
8)
missa
em 20
Capela
de
atualmente
A
onde,
Chagas
em
Lima,
o
antiga
_
benzeu
o
do
em 26
junho
ã
_
vigário
de
vila,
lapó
com o
no
de
a n o de 1769,
1769.
nome
de
"Vila
N£
1789.
do
Amparo
povoaçao
povoação
então
Sant 'Ana
de
Senhora
localiza-se
primitiva
1790,
elevada
janeiro
Nossa
Votuverava,
sungui,
celebrada
foi
de
de
no
era
de
terreno.para
à
de
margem
município
de
Votuverava
Nossa
de
estrada
Rio
Senhora
• CR;
Curitiba,
servir
da
de
Padre
do
As-
Branco.
do
Amparo,
Francisco
de
cemitério.
18
Em 1834
rato.
a
A freguesia
9)
Bairro
Capela
foi
de
criada
Em
1668
em
a
gozar
o
predicamente
de
cu-
1855-
Tindiquera
0 -povoamento
ritiba.
passava
de
foram
Tindiquera
requeridas
data
as
do
mesmo
perfodo
primei ras -sesmarias
de
Cu
na
r<2
Iguaçu,
t_i_
g i ão.
0
nha
uma
voado
mida
povoado
ermida
se
foi
consagrada
consagrada
ã
1848,
da.freguesia
para
foi
Nossa
foi
o
Oratório
0
Pinheiro
sftio
que,
em
0 oratório
mirante
11)
de
de
â
de
mais
dos
i
margem
Senhora
local
Senhora
Campo
Campo
data
da
rio
Luz,
mas
apropriado,
outro
com
po-
uma
ej^
Remédios.
capela
N.
do
Sra.
curada,
dos
passando
Remédios,
a
sede
cuja
igre-
Francisco
Dinis
Capela
Matriz,
mais
o
de
'Magro.
Magro
foi
vendeu
ao
fundado
por
capitão
A n t o n i o Rodrigues
Se_i_
1732.
Campo
Magro
é
distrito
do
municfpio
de
Al-
Tamandaré.
de
tendo
antigo
Religiosos
Nossa
na
sido
Senhora
vila
de
em
em 3 d e
Franciscanos
do
Terço
Curitiba,
construfda
existente
FoJ^ benta
dos
em
elevada
1727,
Localizada
cio
Nossa
povoado
Atualmente,
ja
ereto
benta.
10)
xas.
ã
desenvolvendo
Em
ja
primitivo,
em
a
1 737-
poucos
metros
é considerado
da I grè^
o
edif_f
Curitiba.
fevereiro
da
de
Provfncia
17^0,
do
e
Rio
doada
de
ã
Ordem
Janeiro,
em
1752.
£
conhecida,
atualmente,
como
Igreja
da
Ordejn.
19
12)
Os
Igreja
do
Rosário
A
da
fundação
data
assentos
Rosário,
de
mais
Sio
Benedito
Segundo
foi
1875
construída
e
1893,
Foi
quiteto
antigos
sio
e
Igreja
de
do
tradição,
é
por
escravos,
em
da
1764,
Senhor
a
quando
a
Fernando
a
do
nos
Bom
segunda
1737.
construção
reconstruída
Eduardo
da
parti r
da
de
Rosário
livros
Jesus
de
Catedral
1931,
de
pelo
desconhecida.
da
dos
igreja
Serviu
é
Irmandadedo
Perdões.
de
Curitiba,
Matriz,
è
entre
Curitiba.
e n g e n h e i r o - a r_
Chaves.
20
II - AS FONTES - AS TÉCNICAS
1.
OS REGISTROS PAROQUIAIS NA VILA
DE CURITIBA
I I
1.
1)
ra
da
OS
REGISTROS
AS
FONTES
Arquivo
Luz
de
0
Paróquia
las
do
- AS
da
e
Nossa
e
NA V I L A
Metropolitana
a^Secretaria
Senhora
Para
acesso
ao
e
da
da
Luz
DE
CURITIBA
Paróquia
Catedral
estão
de
de
Nossa
Senho_
Metropolitana
localizados
atendimento,
não
conta
mo e n c a d e r n a d o ,
2)
é
numa
e
das
sa_
de
os
porém
primeiro
do
livro
a
constitufdo
com
pessoal
história
de
fontes
técnico,
Nossa
fixado
mais
origem
particular
eclesiásticos.
e
demc)
primá
porém
o
catalogação.
de
que
consta
batismos
de
Senhora
XVI I I
-
orga-
do
acervo,
tem
1684.
- Século
para
foi
E n c o n t r a - s e o me£
nem
Paroquiais
de
de
restauração
datado
século
registros
é
códigos
sem
registro
perTodo
metade
Arquivo
com
Paróquia
para
livre.
do
Registros
0
interesse
acervo
acervo
primeiro
grande
seu
acordo
0
de
sendo
Arquivo
0
nizado
é
social,
rias.
ries
TÉCNICAS
presbitério.
gráfica
gunda
PAROQUIAIS
Sé
0 Arquivo
seu
- AS
Curitiba.^
Arquivo
de
FONTES
o
da
XVIII
de
Curitiba
Luz
presente
trabalho
1 75 1 - 1 8 0 0 , p o r
completas,
- Vila
melhor
foi
estarem
o
as
da
três
se
s£
conservadas.
Cf.
l e v a n t a m e n t o f e i t o p o r C O S T A , O d a h R . G . A r q u i v o da S é
t r o p o l i t a n a e P a r ó q u i a de N . S r a . da L u z de C u r i t i b a .
In:
t i m da U n i v e r s i d a d e F e d e r a l
do P a r á n a , C u r i t i b a , D e p t o . d e
t ó r i a , 6: 49r99.
1968.
MeBol£
HÍ£
23
As
atas
transcritas
de
batismos,
em f i c h a s ,
Itens
em um
constantes
a)
Ano
do
b)
Vila
c)
Paróquia
d)
Data
e)
Ata
f)
Sexo
g)
Legitimidade
-
i)
Idade
das
sepu1tamentos
nominativo
foram
abreviado.
fichas:
Curitiba
- de
(dia
e
Nossa
mês)
- batismo,
Estado
levantamento
e
registro
- de
h)
casamentos
Senhora
do
da
Luz
registro
casamento
ou
sepultamento
civil
j)
Geração,
k)
Origem
1)
Res i dên c i a
m)
Profissão
n)
Nome,
o)
Cor
p)
Condição
ou
data
de
sobrenome,
social
nascimento
relação
-
de
(livre,
parentesco
escravo,
administrado
ou
fo£
ro) . ^
Foram
livros
de
A)
levantados
registros,
que
os
se
dados
de
livros
de
ferentes
a
livres
escravos.
0
ficou-se
que,
ja,
as
três
séries
de
os d a d o s
re_
B a t i smos
conjunto
aos
às
seguem:
0
dos
referentes
apesar
registros
pessoas
e
de
de
de
existirem
escravos,
"segunda
batismos
compreende
levantamento
1i v r o s
bastardos,
categoria",
a
foi
total,
e s p e c i a l mente
administrados,
ordem
não. é
e
ver_i_
destina^
ou
se-
sempre
re£
peitada.
o
As f i c h a s s e g u e m o m o d e l o p r o p o s t o p o r F L E U R Y ,
M. & H E N R Y , L .
N o u v e a u m a n u e l de d é p o u i l l e m e n t e t . d ' e x p 1 o i t a t i o n de l ' é t a t
ci
y i1 ancTerT P a r i s ,
I N E D , 1 965- H o r s - T e x t e n ? 2 . T e n d o s i d o o mo
de 1 o a d a p t a d o à s c o n d i ç õ e s
brasileiras.
2k
Assim
se
apresentam
1.
Baptisados
-
Sio
2.
Baptisados
-
í 737
jõs,
livros:
José
-
1 7 3 1 / 1 7 2 8 / - 1 7 5 6 / 1 7 7 2 / - 1 44
1764
187
fl.Bat.
-
1734-1735.
4.
Baptisados
-
1755-1763/1778/.
195
5.
Baptisados
-
1774/1764/-1778.
14
1778-1788/1809/.
146
Baptisados
195
fl.
-
Baptisados
-
administrados
e
-
1 779- 1 800/181 8 / .
9.
Baptisados
-
1796- 1 8 0 1 .
ministrados
fl.
"brancos".
Bat.de
fl.Bat.
de
"brancos"
"escravos
fl.Bat.
de
"escravos
145
fl.Bat.
e
de
"e^
1 46
203
fl.Bat.de
fl.Bat.
de
"brancos".
"bastardos,
ad
escravos".
Casamentos
0
registro
seguintes
mais
antigo
data
de
Casamentos
-
1732-1758.
2.
Casamentos
-
1756/1758/-1835.
-
1762-1784.
te
1683-
Foram
levantados
livros:
1.
189
fl.
187
fl.
Casamentos
de"gen
branca".
Casamentos
mulatos
e
122
fl.
Casamentos
229
fl.
Casamentos
de"escravos,
bastardos".
Casamentos
-
1784-1801.
escravos,.administrados,
C)
de
bastardos".
Baptisados
4.
Bat.
1788/1789/-1796/1824/.
8.
3.
,cari_
bastardos".
cravos,
B)
"pretos
basta rdos".
e
7.
de
f1 .
bastardos".
Baptisados
6.
bastardos
e
de
"brancos,
mulatos".
S e p u 1 t amen t o s
0
os
-
3.
e
os
os
registro
seguintes
mais
antigo
data
de
1728.
Foram
levantados
livros:
25
1.
Óbitos
-
1 733/1731/-1769 .
tardos
e
escravos".
2.
Óbitos
-
1764/1763/-1784.
3.
Óbitos
-
1 7 8 6 / 1 7 8 4 / - 1 8 06 .
ministrados
As
coincidem
datas
de
colchetes
indicadas
indicações
registradas,
são
fl.
229
fl.
196
"Mortos
fl .
brancos,
"Mortos
bas
escravos,
ad
bastardos".
entre
com a s
As
e
198
nas
são
lombadas
referentes
fornecidas
as
a
pelos
datas
dos
de
que
não
livros.
condição
Termos
limites,
sócia.1
das
Abertura
pessoas
dos
livros
atas.
3)
Informações
A)
Registros
Dia,
contidas
de
mês
e
Indicação
nos
registros
batismos:
ano
do
do
batismo.
sacerdote
que
batizou
e
pos
os
santos
£
1 eos .
Nome
da
criança.
Filiação
tado
civil
Locais
rações
legítima,
de
ra
a
e
da
que
Durante
período
"Aos
o
Lux
da
e
freguezia
de
Coutinha,
natural
desta
Pedro
do
e
Nossa
freguezia,
de
desta
e
extraído
do
dias
do
nesta
do
assinou
foram
teor
das
de
o
o
e£
documento.
verificadas
a 1 t£
atas.
Maio
Igreja
e
e
de
ambos
Julia
este
puz
mil
de
os
santos
oleos
natural
mulher
Rodrigues
assento
4,
Leytam
da
Roza
Maria
foram
Padrj.
todos
no
setecen_
Senh£
Velozo,
sua
e
Nossa
bastardos,
Domingues
Batismos
de
Matris
Gonçalves
fis
Manoel
de
que
não
mês
Pi l i a r
mulher
Livro
e
baptizei,
constar
Vigário
^Exemplo
no
freguezia,
sua
epara
e
Manoel
Senhora
Couto
constando
batismo:
Corytyba
filha
vezes
morada.
estudado,
annos,
de
de
assento
de
seis
trez
o
e
conteúdo
de' a t a s
villa
inocente
fez
no
vinte
sessenta
Maria
nhos
procedência
substanciais
1.
ilegítima,is
pais.
Sacerdote
Exemplos
tos
dos
ou
moradores
mesmo
dia".
(assinatura).
1755/1763-
fl.178.
26
2.
"Aos
e
sinco
tenta
da
villa
gário
de
da
capitam
ves,
de
de
da
Braga,
fandega
terna
da
graça
e
de
da
de
fe
netto
dade
ral
de
da
Anna
Ferreyra
Doutor
tocaram
çalves,
e
de
e
"Ao
setenta
da
Lux
da
e
e
Joze
natural
de
oleos
Torre
e
Pinta,
Ferreyra
da
Lux
de
Maria
foram
de
de
e
padrinhos
por
baptisado
Estevam
primeyro
sinco
villa
dia
annos,
de
Corytyba,
Marques;
do
mor
freguezia,
filho
e
Manoel
mes
nesta
Francisco
guarda
do
de
foram
e
e
de
pus
sua
Padrinhos
fiz
Manoel
natu-
sua
e
D.
seus
n£
em
e
o
irmam
M a r i a Gon_
freguesia,
e
(as s. )
k
de
mi 1 e
setecentos
de
Nossa
Senhora
os
santos
oleos
mulher
Antónia
Joze
Pascoa
Lustoza
este
Leytam."
e
todos
assento
Domingues
no
a
escra
a m b o s ej^
moradores,
mesmo
Leytam."
dia.
(ass.)^
^Exemplo
extraído
do
Livro
de
Batismos
4,
1755/1763-
fl.
173-
Exemplo
extraído
do
Livro
de
Batismos
5,
1774/1778.
fl.
120.
5
c_i_
dia.
Matris
Martins
constar
desta
Novembro
baptizei
Pedro
Vigr.
de
é
Ferreyra
Domingues
Igreja
Francisco
para
mesmo
da
procuraçam
ditto
no
natural
Conceyçam
Santos,
assento
Este-
Arcebispado
Bispado
villa
este
Andre
m£
da
fiz
natural
parte
moradores
moradores
do A r
pe11 a
Buena,
Leyte
fe
Al-
Bueno
Francisco
filhodo
ditta
Oliveyra
de
vi-
Oliveyra
da
Joze
Rd . °
da
Macieyra,
de
Lux
Buena
natural
Buena
da
da
Momcorvo,
Arcebispado;
Joam
Santos;
de
o
Alfandega
paterna
da
se
innocente,
pella
mulher
vos
desta
santos
e
Senhora
netto
Senhora
innocente,
cravos
pos
Magdalena
mor
Thomas
de
Nossa
Ferreyra
Vigr.
3.
de
de
no
Joam
Matris
os
setecentos
R.itta
comarca
sua
mil
Ferreyra
mulher
constar
de
villa
Rd.°
para
Nossa
de
Barboza
comarca
mulher
julho
mulher
Santos;
ditta
e
Pinto,
sua
Sargento
Leyria,
M.t0
mes
da
de
ditta
de
Orta,
sua
do
freguesia
de
de
Igreja
Moreyra
Xavier
e
mes
baptizou
Antonio
Braga
natural
do
nesta
Corytyba,
Francisco
villa
dias
annos
vara
cebispado
da
onze
27
B)
Registros
Dia,
mês
Locai
de
e ano
do
Horário
Local
casamentos:
do
casamento.
do
casamento.
onde
os
noivos
Questão
de
Nome ou
indicação
Nome
das
eram
moradores.
impedimento.
do
sacerdote
que
esteve
presente.
testemunhas.
Condição
Local
casamento.
social.
de
origem
dos
noivos.
Fi1 i ação.
Estado
c i v i l
Condição
Dados
ã
redação
que
manham,
do
Souza
das
da
período
atas,
Dionízio
ra,
Sylva,
se
Alves
com J o a n n a
mulher
radores
felicia
desta
dias
de
do
da
Igreja
mes
nesta
de
de
(raramente).
não
aprecem
variações
quan-
estudado.
de
outubro
3
Igr.
de
na
de
Nossa
forma
do
os
mil
Snr.
Revm.
Antonio
e setecentos
d
Vig.
Alvez
da
Sagrado
contrahentes
Lux,
de
Concílio
T r J_
fica
em
sam m o r a d o r e s ,
sen
Freyre
q
e
r o
e
Miguel
de
que e s t a v a m p r e z e n t e s p e s s o a s
conhed
e
o
P.
Manoel Domingues L e y t a m , v i r .
da
solemnemente
por
José
de
Gonçalves
Alves
filha
Gonçalves,
freguezia,
-
onde
mim o
filho
assinou.
do
mais
cazaram
e
licença
testemunhas
caz.
noivos.
casamento:
denunciaçõis
consta
por
atas
annos,
as
nesta
Igreja
de
nove
em p r e z e n ç a
ditta
testemunhas
no
como
prezentes
o assento
das
<e d o u s
meu p o d e r ,
dos
casamento
feitas
dentino,
pais
de
"Aos
cincoenta
aos
fez
das
noivos.
registros
Exemplos
1.
dos
referentes
Assinatura
to
noivos.
social
Sacerdote
Nos
dos
de
e
não
sua
mulher
Innocencio
naturais
e
palavras
lhes
da
vi 1la
dei
as
de
prezente
Maria
Gonçalves
de
Perey-
e de
Iguappe,todos
bençois
na
,
forma
sua
mo
do
28
Ritual
Romano,
assento
por
q assignei
lhe
não
com
as
serem
nesesarias
dittas
Manoel
o
Miguel
sinco
de
de
vinte
manham
Coritiba,
simo
na
Francisco
reira,
ambos
ma V i l l a ,
monio
Joio
mo d e
Guimaraens
pado,
da
de
norada,
e
de
de
Carvalho,
no
Arcebispado
lho
do
pela
e
Pedro;
pela
da
Freguezia
bispado
de
guezia.
E
e
de
logo
de
Sam
Braga,
do
Ribeira,
parte
e
de
e
Ordinário,
de
Maria
Benita,
materno
de
Christovio,
Maria
receberão
as
dos
Bênçãos.
Xavier
de
impedj_
em
Matri-
Sam T h o m é ,
legitimo
dito
e
e
Sam
Termo
de
e
de
Ponte
Santos,
Do
que
Arcebi^
i£
Costa,
na_
do
Espi-
Miguel
de
de
hé
da
Querj_
Campanha
Lima,
Manuel
-
Freguezia
natural
Lima
natural
natu-
Carva
Lima,
de
para
Ma-
R o c h a , t a rn
mesma
Gonçalves
de
da
de
Pedro
da
da
Maria
Francisca
Te_r
Freguezia
Anna
Rosa
paterna
Fe_r
d e s t a mes
havendo
receberam
legitima
Miguel
Paes
com
naturaes
Termo
Reverendís-
moradores,
não
e
Villa
naturalidade
de
parte
o
da
nome
Maria
pela
noventa
Lopes
filha
de
(ass.)^
Manuel
Ribeiro
Freguezia
(ass.)
Luz
Sobredita
Sam T h o m é ;
neta,
de
de
Freyre
Sylva
da
filho
do
da
cujo
Villa,
se
Braga,
Barroso
avo
e
este
(ass.)
Antonio
Freguesia
Francisco
da
Senhora
canónicas,
paterna
de
fiz
Leytam
setecentos
Alferes
da
da
testemunhas,
natural
da
Souza
contrahentes,
de
Santiago,
Corredor
Sam
do
natural
desta
Freguezia,
de
e
Arcebispado
natural
de
os
das
Alvrez
mil
da
e
natural
Freguezia
natural
no
desta
no
Barroso,
mesma
Santo,
ral
Ribeiro
pelo^ m a t e r n o
da
que
licença
Rocha,
neto
Lima
de
de
Matris
d en u n c i a ç o e n s
Custodia
bem n a t u r a l
este
Chagas
as
Lopes
Sam T h o m é ,
rito
prezença
procedendo
e
turaes
minha
igualmente
e
setembro
Igreja
feitas
Lopes
de
nesta
das
mento
nuel
sete
tudo
Domingues
Ant'.
"A
q
testemunhas".
Vigr.
2.
de
no
Arce-
desta
constar
Fre
faço
assento".
Vigário
Manuel
Caetano
Francisco
Antonio
das
de
Oliveira
Chagas
Xavier
(ass.)
Lima
(ass.)
Ferreira
(ass.)
^Exemplo
extraído
do
Livro
de
Casamentos
1,
1732/1758,
fl.
52.
^Exemplo
extraído
do
Livro
de
Casamentos
4,
1784/1801,
fl.
51.
29
7
3.
co
de
"A
deseseis
manham
Igreja
minha
presença
na
no
e
Vieira,
te
de
Francisco
guezes
desta
setembro
nesta
Coritiba,
José
de
Matris
e
solteiros,
Vieira,
Paroquia
que
foi
Manuel
ria
Paes
escrava
que
para
dos
de
Santos,
José
dos
constar
faço
Cruz
da
de
E
José
os
Manuel
e
no
filha
logo
e
Dia,
mês
Nome
do
e
Domicia
Lima
algum
se
Josefa,
receberão
Manuel
Caetano
de
e
es
escravo
de
e
as
recebe
Dona
Ma-
Francisca,
Bênçãos.Do
Oliveira
(ass.)
Domiciano
(ass.)
José
de
de
c o n t r h e n t e . s , f re
Felipe
Joam
Registros
Villa
de
presente
de
sin-
assento".
Vigário
C)
da
F r a n c i sco
de
que
noventa
Luz
impedimento
Lima
Lima.
esse
filho
igualmente
Maximiana,
Santos
setecentos
testemunhas
filho
da
com
Senhora
havendo
Francisco,
Conego
da
aquelle
nlo
ram em M a t r i m o n i o
do
mil
das
ambos
e
de
Vieira
(ass.)
8
Óbitos
ano
do
falecimento.
falecido.
Idade.
Filiação
- quando
solteiro.
Natural i dade.
Estado
Nome
civil
do
cônjuge
Condição
de
Sacerdote
nos
período
8 Exemplo
registros
- quando
casado
ou
viúvo.
recebidos.
sepu1tamento.
que
Como o c o r r e
tos,
adulto.
social.
Sacramentos
Local
- quando
de
fez
em
o assento
relação
óbitos
não
às
e
assinou.
atas
são
de
batismos
notadas
e
casamen-
modificações,
no
estudado.
extraído
do
Livro
de
Casamentos
k,
1784/1801,
fl.179-
30
Exemplos
1.
coenta
de
de
vinte
quatro
atas
e
annos,
Teyxeyra,
morreo
dos
de
Nos.sa
Senhora
mim e
forma
do
da
Ritual
da
de
dezembro
mais
da
ou
somente
mais;
cruz
sepultamento:
falleceo
pouco
capaz
de
sete
annos
ser
tris
por
e
dous
Cunha
nam
"Aos
de
da
Romano
e
vida
o
sepultado
Lux
da
para
esetecentos
Benedito
escravo
Sacramento
foi
villa
Fiz
mil
prezente
menos,
com
fabrica.
de
no
de
este
constar
adro
de
do
este
de
ida
baptismo
Curytyba,
fiz
sin
Domingos
desta
officio
e
da
por
Igreja
Ma
acompanhado
da
sepultura
assento
no
na
mesmo
dia".
Vigr.
2.
senta
"Aos
e
quinze
hum
porq.
morreo
de
sua
Senhora
da
me
e
do
faleceo
com
de
os
da
para
da
vida
para
foi
donde
fis
de
este
constar
co
falleceu
com
de
"Aos
da
sesenta
João
cebeu
ção,
léstia.
vida
annos
Ribeiro
na
e
dezesseis
este
do
de
Valle
enfermidade
não
o
Foi
idade
Sagrado
os
e
pouco
de
recomendado
e
por
seu
no
da
corpo
Gonçalo
desta
Igreja
de N o s
na
por
mim e
f o r m a do
Leytam
do
ja
Ritual
(ass.)
noventa e sin
Valle
solteiro
filho
legitimo
fallecidos.
e
nesta
da
mo
Igreja
Ma_
^Exemplo
extraído
do
Livro
de
Óbitos
1,
1733/1769,
fl-
177.
Exemplo
extraído
do
Livro
de
Õbitos
1,
1733/1769,
fl-
12 0 ,
10
R£
E x t rema-Un
proviniente
sepultado
da
dia"
Penitencia
impedimento
de
espi-
menos,
Soares,
de
estava
setecentos
ou
idade
já
mesmo
Ribeiro
se_s^
unçam
Domingues
mil
Izabel
e
acompanhada
sepultura
mais
Sacramentos
Viático
dentro
Patrício
na
e
Extrema
administrar
Manuel
de
Maria
9
(ass.)
mil e s e t e c e n t o s
penitencia
assento
julho
presente
da
Leytam
administrada
fregueza
officio
de
foi
da
lhes
Vigr.
3.
de
prezente
sepultada
era
fis
Domingues
Mayo
q.
sacramentos
chamaram
Lux,
mes
Domingas
sofocação;
fabrica
Romano,
dias
filha
quando
rando
cruz
annos
annos,
Soares,
sa
tres
Manuel
31
triz
da
qual
ordenou
fosse
da
que
por
sua
fosse
Lux
seu
amortalhado
sessem
dàver
Senhora
e
alma
cem
acompanhado
se
no
que
um o u t r o
para
mais
conatar
pelo
dia
esse
extraído
do
Igreja
seu
dissessem
sua
alma
testamento,
de
Sam
Pároco
.e
se
que
dos
com
de
trez
corpo
dis
seu
ca
mais
sa
fa 11ecimento,os
Missa
no
Francisco
Matrizrque
ordinaria:
Reverendo
do
Fez
habito
esmola
tempo
lhe
no
mesma
de
seu
no
quaes
presente:
Mementos.Do
que
assento".
Vigário
^Exemplo
na
suffragassem
faço
freguez.
envolvido
missas
houvessem
que
foi
sepultado
que
ordenou
que
corpo
cerdotes
mesmo
de
Livro
Manuel
de
Caetano
Óbitos
2,
de
Oliveira
1764/1784,
f1.
(ass.)''
65-
32
CRÍTICA
A)
Livros
DAS
de
FONTES
batismos
Foram c o n s e r v a d o s ,
tismos,
nio
havendo,
pois,
praticamente,
lacunas
todos
referentes
os
livros
a anos
de
sem
ba
regis-
tros.
Não
vres
e
escravos.
gistrados
dos,
Esta
ou
os
de
livros
pior
se.trata
batismos
de
As
mas
sendo
ou
nas
em g r a n d e
na
engeitada,
em que
foi
vezes,
a
da
população
tinha
aos
seus
em
li
eventos
administrados ,
re
bastar
são
essa
de
é
muito
crianças
ordem
não
é
ocorridos
do
pároco
em o r d e m
nascidas
respeitada
nas
regiões
sua
que
me
reali
cronológica,
na
própria
Vi-
em r e l a ç ã o
próximas
aos
a
Vila,
sempre
cita-
filiadas.
legitimidade
número
conservação,
registradas
de
capelas
de
os
livre
do
batizando
batismos
da
registrado
Vila.
seu
de
crianças
Quando
nome
é
a
ilegítimas
criança
e o do
é
e
expos-
proprietário
da
abandonada.
a
cor
ocorrendo
dependendo
atas
população
Quanto
da,
população
em bom e s t a d o
nascimentos
feitos
expostas,
às
da
separação
relativos
batismos
A condição
casa
com os
estão
de
Curitiba;
registros
ta,
atas,
camada
legibilidade
registros.
quando
da,
as
mulatos.
lhor
la
para
juntamente
Os
zou
havia,
cor,
dos
raramente
pais.
alforrias
Também
de
é
apontada,
a
condição
filhos
de
o
pároco
de
escravos
forro
registra,
é
menciona^
no:^ momento
do
b£
t i smo.
Omissões
.de n a s c i m e n t o .
permite
a
dedução
bém b a t i s m o s
dios
Na
aparecem
de
as
são
notadas,
maior
de
que
adultos,
parte
especialmente,
dos
casos,
o batizando
índios
denominações
de
ou
é
a
em r e l a ç ã o
à
data
i nd i c a ç ã o " i n n o c e n t e " ,
criança,
escravos.
No
administrados,
pois
o c o r r e m tam
registro
carijós
de
ín-
ou de n £
çào .
33
Só
1765,
das
a
e
na
é
mencionada
apenas
quando
própria
data
de
Vila
Nota-se
mento
indo
e
de
para,
a
de
cálculo
concepção
em
0
tando
a
relação
proporção
às
de
Bat.
referem-se
is
crianças
de
A partir
regularidade
e
mês
que
até
de
1766,
do
anos.
1735 nasci
poucas
vezes
a
data
entre
0 que
as
foi
de
nasci
duas
um
varia,
obstáculo
considerar
o mês
anos,
de
foi
calculada
escolhidos
com b a s e
crianças
ao
nos
do
a
Razão
acaso.
batismos,
sexo
resul
masculino
em
feminino.
foram
os
seguintes:
Masc.
Bat.
Sexo
Fem.
RM
1755
81
75
108
1765
52
67
77
1775
49
58
84
1785
83
90
92
1795
118
105
112
£
rando-se
do
esta
registro
B)
evidente,
que
a
média
média
de
Livros
a
de
um d o s
indispensável.
Deve
são
aos
cio-econômica
na
o
sub-registro
ao
nascer,
muito
de
gira
alterada,
batismos,
em t o r n o
significa
cònside_
de
105-Qua£
que
há
sub^
limitando-se
ao
sexos.
casamentos
regra,.as
referentes
RM,
apresenta-se
relativo
Em
pois,
de
batismo.
feito
sexo
Sexo
decorre
sub-registro ,
batismos
do
entre
sazonais,
do
RM f o i
resultados
Ano
registros
em c i n c o
da
crianças
Os
ao
(RM),
cálculo
período
meses
apreensão
de Màscu 1 i n i d a d e
no
movimentos
relação
Para
nascimento
0 perfodo
a
dos
de
citada.
falta
dias
data
Curitiba.
é
batismo.
poucos
no
a
os
de
nascimento
a
indicações
são
sucintas,
salientar-se
que
os
casamentos
Vila.
Assim,
de
pessoas
quando
se
registros
de
maior
trata
de
mais
completos
projeção
casamentos
sõde
34
pessoas
ve
há
importantes,
indicação
Com
ilegítimos,
do
grave,
culo
XVIII.
a
idade
primeiro
tuação
de
viúvo
0
sendo
na
local
de
Os
de
década
1762,
se
registrava
é
são
filhos
de
de
é
indicação
militares,
mencionada,
sempre
ficando
bem
da
e,
pro
muito
durante
é
citado
o
o
sê
nome
explicitada
a
si
dos
noivos
século
geralmente
encontradas
é
mencionado,
em m a i o r
número
as
indeterminada.
o que
esta
escrava
falecido,
do
casamentos
ano
trata
recasamento,
origem
origem
do
de
noivos
"bastardos".
falta
nunca
os
viúva.
de
última
situações
lação
ou
se
deta1hadas , inc1usi
avôs.
quando
notadas:
noivos
já
dos
mais
indicação
quando
é
cônjuge,
a
são
dos
ata
origem
são
filiação,
aparece
salvo
a
de
ã
omissões
Quando
do
local
sempre
noivo,
mais
informações
referência
Duas
fissão
do
as
de
escravos
parece
camada
muito
da
maior,
sõ
são
registrados
evidenciar
o
menor
população.
0
sub-registro
logicamente,
do
a
cuidado
que
o
da
partir
com
da
que
popu-
populaçao
livre.
Data
registros
de
16
1706
nova
lativos
a
C)
sacerdote
"pouco
período
de
16 89-
ou
de
no
casamento
Após
este
assentos
25
anos.
Livro
de
mais
ano,
de
antiga,
ocorre
uma
casamentos
Encontram-se
Baptizados
-
sendo
os
do
os
lacuna
ano
de
assentos
r£
1683-1737.
(Jbitos
fornecem
faz
de
aparecem
indicações
que
mais
ata
interrupção
lacônicas.
atas
a
até
seguir
este
As
rém a s
a
Livros
bastante
1683
contínuos
anos;
e
de
o
A
fornecidas
idade
uma
do
idade
assento,
pelos
falecido
registros
geralmente
aproximada.
indica
a
de
idade
é
Em g e r a l ,
com
a
óbitos
citada,
o
são
po
próprio
observação:
menos".
35
Uma
é
apontada
omissão
a
causas
nos
de
Campos
mortos.
resse,
o
o
principalmente
em c i n c o
anos,
época
das
da
taxas
de
crianças
mortas
antes
ao
número
de
batismos
registrados
foram
os
AT,
de
no
1 757
1 15
6
52
1767
128
9
70
1 777
104
16
154
1787
184
19
1 03
1797
267
20
74
to
baixas,
pulações
evidenciam
de
Curitiba,
deve
0
ra
da
estão
tipo
Luz
oscilar
primeiro
data
anotados
de
em
sido
as
é
torno
assento
1.728.
entre
ter
como
de
Desde
atas
na
dè
das
prática.
deóbitos
de
nati
grande
intji
o
um a n o
número
de
vida,
perTodo.
TM 1
um g r a n d e
antigo,
preciso
seguintes:
Ml
cálculo
de
relacionou
mesmo
Bat.
do
flechadas
c a 1 c u 1 a d a , (TM I ) ,
completar
Ano
Apesar
de
registros
mesma
Ml
trata
registros
mortalidade
a
raramente
se
mais
impossfvel
ocorrem
foi
acaso.
de
de" umas
aparecem
não
óbitos
quando
um e s t u d o
porém
ao
salientada:
"morreu
infantil,
escolhidos
resultados
citada
ê
torna-se
de
Os
só
estudado
idade,
estudo
ser
Assim,
perfodo
em b a i x a
Sendo
na
deve
como
Gerais".
mortalidade
crianças
Ela
extraordinário,
Durante
de
grave
causa-mortis.
acontecimento
fndios,
muito
por
ano,
as
sub-registro ,
pois
a
o
feito
caso
de
240
óbito
esta
de
na
data
da
população
por
TM I ,
da
em
vila
po
de
mil.
Paróquia
até
batismos,
t a x a s ,muj_
no
de
1 730 ,
Nossa
os
Livro
Senho
registros
de
Baptisados
1731-1756.
De
tTnua,
para
1731
o
em d i a n t e ,
século
a
série
de
registros
de
ó b i t o s é coji
XVIII.
36
AS
O
ta
por
TÉCNICAS
levantamento
Michel
Para
14.620
atas,
Fleury
o
assim
metodologia
propos
Henry.'^
1751-1800,
foram
levantadas
um t o t a l
de
distribuídas:
SEP.
TOTAL
Livres
7-914
1 .433
2.634
11 . 9 8 1
Escravos
I.707
219
713
2.639
Tota 1
9.621
I.652
3.347
14.620
sexo,
ros
por
nos
registros
de
e
primeira
casamentos
ficados
os
dados
sociedade
ferentes
aos
0
lias
da
os
Paróquia
fontes,
limitações
são
12
FLEURY
1 3
IDEM,
livres
mais
por
p.
por
batismos
aos
e
de
-
por
de
S e n h o r a da
1 3 -
e
apresentadas
notadas
op.
as
o
Henry
da
.
a
pelos
dos
também
confecção
ano
dos
anuais
civil.
livres
e
casamentos
de
Foram
a
aos
p r i me_i_
ba-
class_i_
divisio
escravos.
e
óbitos,
re_
1751-1800).
seria
Fleury
a
respeitando-se
aos
seguinte
Nossa
contagem
classificando
movimentos
batismos,
escravos
à
óbitos.
permitiu
concernentes
brutos
ano,
e
categorias,
impossibilitaram
& HENRY.
e
s e p u 11 amen t o s ,
época,
dados
procedeu-se
relativos
em d u a s
passo
proposta
pelas
da
e
mês
contagem
gráficos,
tismos,
anexo,
levantamento,
separado,
quadros
(Em
o
em
Esta
ba ,
a
CAS
por.
as
seguiu
BAT.
registros,
gia
fontes,
Louis
período
Terminado
da
e
das
reconstituição
das
Luz,
a
Varias
execução
registros
seguindo
famímetodolc)
d i f i c u 1 dades,impostas
dessa
técnica.
paroquiais
de
Entre
Curit^
seguintes:
cit.,
p.
71"75
133-151 •
37
A)
Nome
de
famf1 i a
Ò costume
se
para
são.os
pela
do
o
eram
avós,
é
ou
o
filhos
de
de
nome
e
utilizada,
transmitidos
os
ainda
qualquer
outra
ele
jâ
surgir
se
ainda
na
ata
encontra
outra
duplo,
Os
de
de
varia
casamento,
modificado,
formulação
do
e
no
impossível,
paterno,
mo
adoou
dos
Outro
proble
diferentes
atas:
ata
de
batismo
registro
sobrenome
do
podiam
nomes.
na
sempre
indicação
e
nas
nem
£
filhos
materno
transferiu-
que
qualquer
combinação
que
sobrenome
combinados.
sobrenome
sobrenome,
um s o b r e n o m e
família
sobrenomes.
do
de
de
do
apreender
combinação
mudança
adoção
paterno,
uma
da
aparece
de
materno
documentação
tanto
ma
uso
sobrenomes
como
tar
Brasil:
português
para
de
a
dos
óbito
mesma
po
pes
soa.
Um c o s t u m e
la
de
São
Paixão,
Paulo'1*,
da
festas
mulheres
vado
nos
tado
em S ã o
registros
tinha,
Machada,
bre
registro
adoção
do
de
da
sobrenomes
Espírito
o
Santo,
Estes
nome
também
da
como
da
novos
encontrado
na
Vi
Conceição,
da
Natividade,
sobrenomes,
família.
Outro
de
Curitiba,
idêntico
colocação
do
sobrenome
no
mulheres.
Padrosa,
Assim,
ao
gênero
aparecem
usados
hábito
Paróquia
de
etc.,
nomes
obsej^
aprese^
feminino,
como
Cou-
etc.
Idade
é
Como
a
a
chegar
de
aspectos
lher,
em C u r i t i b a ,
religiosas.
Paulo'"*:
do
mílias
da
substituem
quando
B)
o
Purificação,
homenageando
pelas
notado
quando
cessário.
finalidade
i
elaboração
da
fecundidade
do
nascimento
Ora,
a
idade
primordial
dos
de
da
resultados
diferencial,
dos
filhos,
nubentes,
reconstituição
é
dos
a
idade
dado
das
f£
específicos
so-
da
mu-
extremamente
ne-
filhos,
exata
nunca
é
citada
1 k
MARCÎLIO, Maria Luiza.
La v i l l e de S a o P a u l o .
Peuplement
et
population
1 750-1850 ( d ' a p r è s
l e s r e g i s t r e s p a r o i s s i a u x et l e s
recensements a n c i e n s ) .
P a r i s , U n i v e r s i t é d e R o u e n , 1 9 6 8 . p. 93^
I dem.
38
nos
registros.
assim,
bastante
em e t a p a
tras
Apenas
C)
a
posterior
da
como
do
o
assim
dado,
século
passam
tamento
pesquisa,
listas
Desmembramentos
durante
da
a
de
XVI I
ser
idade
ao
ainda
da
das
falecer
famílias
através
da
nominativas
de
Paróquia
Nossa
de
novas
Paróquias
no
,
surgirem
novos
fez
registradas
Paróquia
minucioso
o que
a
reconstituição
as
A criação
mílias
declarada
e,
mesmo
aproximada.
Portanto,
fontes,
é
de
Nossa
nas
nas
Paróquias
não
foi
da
criadas
realizada
complementação
de
0£
habitantes.
Senhora
território
novas
Senhora
será
da
Luz
paranaense,
problemas:
várias
fja
Pa r ó q u i a s , de s a pa r e c e j i
Luz.
Impõe-se
durante
um
o período
levaji
estu-
realizado.
39
ill - A POPULAÇAO DA VILA DE CURITIBA
1.
O MOVIMENTO DA POPULAÇÃO DA VILA DE
CURITIBA SEGUNDO OS REGISTROS PAROQUIAIS
Ill
1.
- A POPULAÇÃO
O MOVIMENTO
OS
1)
sa
a
gráficos,
)
e
vil,
a
no
Como
curvas
do
tipo
gráficos,
bastante
Senhora
novas
Paróquias
(1757),
pó,
de
na
-
No
região
Esta
da
Igreja
SEGUNDO
Matriz
os
dois
-
(gráfico
n?
p.
),
2,
de
No£
1751-1800
livre
primein?
por
1,
ano
o
do
Alto,
anteriormente
pequenos
evidenciando
natalidade
três
e
variáveis
p.
ci-
de
Lapa
a
(1769)
a
Pitangui
sua
e
e
a
a
mortalidade.
Sao
de
Nossa
à
da
pelos
Paróquia
criação
José
de
dos
Sant'Ana
criação,
de
filiadas
de
população
ilustradas
ocorre
-
números,
uma
desmembramento
XVIII
última,
do.Capão
Senhora
Igreja
de
três
Pinhais
do
englobou
la-
as
do
Nossa
de
ca_
Carmo
Senhora
Luz.
Apesar
uma
tendência
partir
A)
das
período
coincidem
mentos.
oscilações
nítida
de
últimas
relação
verificadas
crescimento
décadas
ã
estudado,
fertilidade
bém em
das
no
gráfico,
populacional,
do
século
população
livre,
nota-se
mais
evidente
XVIII.
Ba t i smos
Em
à
na
intervêm
paranaense
Bárbara
no
de
século
Santa
a
CURITIBA
Curitiba
vez. que
das
de
da
DE
estabelecidos
(gráfico
taxa
Antonio
(1770).
de
população
considerar
Luz.
Santo
Castro
pelas
que
da
vila
irregulares,
interpretação
Nossa
DA V I L A
óbitos
foram
uma
com a l t a
tem-se
CURITIBA
1751-1800.
natural ,
antigo,
e
da
à
escrava
de
e
são
Na
Luz
referentes
perfodo
as
da
tabulação,
população
DE
PAROQUIAIS
Casamentos
Senhora
Após
ros
DA P O P U L A Ç Ã O
REGISTROS
Batismos,
DA V I L A
natural
com o s
relação
não
da
apresenta
população.
desmembramentos
aos
anos
onde
se
da
o movimento
oscilações
Os
verifica
menor
batismos,
marcantes,
decréscimos
Paróquia,
de
e
são
devido
verificados
notados
número
de
tam
casa-
k2
Os
1767,
os
pontos
1769,
pontos
1773-
Nas
mais
altos
Quanto
aos
batismos,
em p a r t e
tro
camada
dessa
através
mero
tel
de
do
clinar"
1
como
gráfico
também
Os
1767,
nhãs
lação
e
período
até
mais
de
ser
pela
na
verificados
gráfico
o
maior
de,
sub-regis
mobilidade,
consideravelmente,
confirmando
em a u m e n t o
menos
no
maior
aumentam,
ou
1764,
Paróquia.
analisado,
foi
são
variação
fato
cativos
século
1759,
1797.
também
escravos
fazenda
e
maior
pelo
da
população
na
própria
desde
1860,
o
que
"o
último
em q u e
njj
qua_r
começou
ade
escrava,
vila
de
tanto
nas
fazendas
dos
Curitiba,
reflete
uma
coji
económico.
o
de
que
o
casamentos
incide
desmembramento
1769,
1773,
número
os
1762.
gerais,
uma
e
1771,
ã
de
da
marcantes
1775
é
são
sobre
e
nos
anos
1777.
0
nos
anos
registrados
bastante
coincidência
melhor
entre
o
a
problema
de
população
jo-
Paróquia.
casamentos,
escravos,
A curva
reflete
principalmente
são
maior
livre
de
decréscimos
Para
partir
há
do
1757,
Casamentos
recrutamentos,
sinala
de
crescimento
0
1761,
novos
do
na
aumento
de
B)
e
de
XVIII,
Gerais
juntura
vem,
1794
em
.
0
Campos
curva:
população,
décadas
século
situam-se
décadas
escravos,
da
escravos
últimas
da
batismos
últimas
baixos
explicada
da.chegada
Os
nas
mais
final
de
1753»
do
gráfico
1757,
século
as
1786,1795,1798.
casamentos
irregular,
o
de
apenas
a
notando-se,
em
referente
popu-
a
lj_
escrava.
P I N H E I R O MACHADO, B r a s i l .
F o r m a ç ã o da e s t r u t u r a a g r á r i a
tradic i o n a l d o s Campos G e r a i s .
I n : B o l e t i m da U n i v .
F e d . do P a r a n á .
Curitiba,
D e p t o . de H i s t ó r i a ,
3:15,
1963-
43
C)
Sepultamentos
0
pois
o
tribui
gráfico
principalmente
para
distorção
a
como
1 786,
so
de
a
relação
is
pòr
de
se
grande
1756,
de
sar
no
povo
com
tal
31
anno
-
desta
a
muito
vila
Outro
endêmico
teriam
de
Foi
se
a
ascendeo
provável
mal
o
na
infantil,con
são
nos
anos
notados
de
tanto
1754,1756,
trazem a indicação
que
á
o
estudo
a
cajj
prec_i_
omissos
em
Paroquia.
responsa
Vila.
1788
de
-
"o
epidemia
ou
"peste
sucesso
que
delia
de
sarampo"
conforme
o
termo
notável
principiou
dysinterias
fúria
pessoas
são
seriam
Em P a r a n a g u á ,
de
das
mais
populaçãoda
parece,
registro
cameras
trezentas
de
ao
grande
de
não
atacado
mortes
dezembro
Villa
quazi
situam
que
d o c u m e n t o s da é p o c a
Paróquia.
de
vehemencia
É
os
encontra-se
pela
grave,
resultados.
dificultando
varíola,
número
espalhou
contarão
Também
a
neste
?
mortalidade,
e
mortalidade
curva,
sepultamentos
sarampo
vereança
também
da
da
da
um p r o b l e m a
1796.
que
tecido
se
de
dos
escravos,se
epidemias
Em
que
altos
1792,
respeito.
0
veis
para
atas-
aumento
esse
mais
1788,
As
sas
grande
pontos
livres
1 781 ,
apresenta
sub-registro ,
Os
para
de s e p u l t a m e n t o s
de
que,em
a
acojn
gra_s
sangue,
poucos
e
dias,
fa 1 e s c i d a s . . .
que
esta
epidemia
que
tudo
indica,
houvesse
atingido
Curitiba.
que,
em C u r i t i b a ,
é
ao
a
doença
de
São
seria
praticamente
Lázaro.
S A N T O S , A n t o n i o V i e i r a d o s . M e m o r i a h i s t ó r i c a da c i d a d e
ranaguá e seu m u n i c í p i o .
C u r i t i b a , S e c ç ã o H i s t ó r i c a do
Paranaense,
1 9 5 1 , p- 1 7 6 .
de P a Museu
44
GRAFICO
N2
MOVIMENTO
1
ANUAL
OE
BATISMOS,
CASAMENTOS
E
SEPULTAMENTOS- 1751 -1800.
PARÓQUIA
DE
N.
Sra
DA
LUZ - POPULAÇÃO
C URITISA
N:> ABSOLUTOS
N^
1750
N2*
ABSOLUTOS
1760
ABSOLUTOS
1770
1760
1790
1800
LIVRE.
GRAFICO
N2 2
MOVIMENTO
ANUAL
DE
BATISMOS, CASAMENTOS
E
SEPULTAMENTOS - 1751-1800.
PARÓQUIA
DE
N.Sra
DA
L U Z - POPULACÃO
ESCRAVA.
CURITIBA
NS»
ABSOLUTOS
60
BATISMOS
30
40
30 -E
20 -
10 -E
L I L | I | 1 I I |—R~T—
I 7 50
I 760
T I I | I I T I I | I I I | ) |
1770
1780
1
I1
I 790
1
I 800
CASAMENTOS
N£> ABSOLUTOS
15 _
10 -
1750
I I | |—'—1—R—I—I—RI—I—| I I I I—N—I I I I—|—R—
17 60
1770
1780
i | i i i i i ii i i|
1790
1600
KA* ABSOLUTOS
SEPULTAMENTOS
50 -
40
30 -
20 d
10 T
1750
I
1760
—r | i i i i—i i i i i | i i
1770
1760
I |: iii I i i I II
1790
1800
46
Em c a r t a
da
Capitania,
de
Oeyras,
Ex.a
po
dei
diz
Freguezias;
para
As
no
século
nesta
porem
se
XIX.
Em
nais,
referentes
1 e
n?
a
Lazaro,
mayo
de
1768,
se
fizerio
sintomas
Os
de
da
população
V.
algum
tem
em t o d a s
e
em
as
di-
queixa,
a
melhoram
vacinação
protestos
da
tendência.
eliminar
foram
as
aplicação
população.
sepu1tamentos.
1751-1800.
livre.
oscilações
as
acontecimentos,
estão
A
População
calculadas
apenas
anti-variólica,
em C u r i t i b a .
escrava.
resultados
a
remedio".
população
de
que
voracíssima
e
ordem
Conde
pessoas
casamentos,
anuais,
ao
esteve
batismos,
de
Governador
de
preces
em m u i t a s
depois
de
o
dirigindo-se
-
ljnhas
cada
1770,
S.
q.1
e
de
de
provocado
livre
movimentos
gráfico
de
sanitárias
havendo
livre.
mal
descobrir
finalidade
dos
Souza,
declarando
DECENAIS
prias
março
l80 5"é ' i n t r o d u z i d a
grandes
Com a
população
vio
pode
População
As
10
i n i c i a 1mente,
MÉDIAS
de
terrível
de
de
tristíssimos
nao
compulsória,
2)
se
os
28
Capitania
condições
em P a r a n a g u ã ,
era
"o
de
Antonio
em c a r t a
partes
a qual
Luiz
que
conta
amortecido
ferentes
D.
datada
bruscas,pró
médias
em
evidenciados,
dece-
relação
no
quadro
a
n?
3-
DOCUMENTOS i n t e r e s s a n t e s p a r a a h i s t ó r i a e c o s t u m e s de S ã o P a £
l o . S ã o P a u l o , S e c r e t a r i a de E d u c a ç ã o e C u l t u r a ,
34:205-206.
1901.
47
QUADRO
Médias
decenais
sepu1tamentos
de
N?
1
batismos
(Sep.).
(B) ,
Paróquia
da
casamentos
Nossa
(C)
Senhora
e
da
Luz
1751-1800
Popu1açio
B
DÉCADAS
SEP.
C
1751-60
129,7
20 , 1
35,2
1761-70
115,8
25,5
25,4
1771-80
1 22 , 2
25,3
Al,7
1781-90
184 , 9
31 , 2
80,4
1791-1800
238,8
41 , 2
80,7
EXAME
a)
flete
DE
CADA
RESULTADO
OBTIDO
B a t i smos
0
Luz.
Livre
as
pequeno- d e c l f n i o
perdas
A partir
batismos
de
da
observado
território
segunda
registrados
na
da
metade
no
período
Paróquia
da
Paróquia,
década
de
1761-70,
re_
de
Nossa
Senhora
da
de
1770»
aumentam
os
correspondendo
ao
crescimento
popu1ac i ona1.
b)
Casamentos
A média
decréscimo
do
no
anual,
período
desmembramento
das
mos,
epidemais,
devido
a
As
número
de
da
que
duas
de
1751-60 , é
1 761-70
Paróquia,
nio
grande
entre
teriam
o
décadas
da
20
1 77 1 - 80 ,
problema
tanta
fertilidade
últimas
e
de
dos
influência
casamentos.
Há
representando
um
além
recrutamentos
sobre
os
e
batis-
população.
apresentam
aumento
sensível
do
casamentos.
48
c)
Sepultamentos
As
tibanos
ro
de
epidemais
estio
óbitos
que
ameaçavam,
evidenciadas
registrados,
das
analisadas.
uma
população
As
médias
sujeita
às
nos
de
acréscimos
principalmente
decenais
leis
modo
da
constante,
os
cur_i_
consideráveis
do
núm£
nas
demonstram
duas
que
últimas
se
trata
déc£
de
natureza.
49
GRÁFICO N2
MEDIAS
3
DECENAIS - I 751-1800
PARÓQUIA
DE
N. Sra
DA LUZ - POPULAÇÃO
CURITIBA
BATISMOS
S E P U L T A MENTOS
LIVRE.
AS
GRANDES
As
médias
tabelecidas
da
Os
f i co
n?
LINHAS
DE
decenais,
mesma
forma
resultados
TENDÊNCIA.
para
que
são
a
POPULAÇÃO
população
para
a
escrava,
população
demonstrados
pelo
ESCRAVA
foram
es
livre.
quadro
n?
2. e
grá-
4.
QUADRO
Médias
decenais
sepu1tamentos
de
N?
batismos
(Sep.).
2
(B) ,
Paróquia
de
casamentos
Nossa
(C)
Senhora
e
da
Luz
1751-1800
População
DÉCADAS
escrava
C
B
SEP.
1751-60
27 , 3
•
•
6,4
1761-70
24 , 0
6,1
6,2
1771-80
23,7
5,7
»3,7
1781-90
47,8
6,1
26,8
1791-1800
47,9
4,0
18,2
Observações:
a)
...
média
b)
Foram
ção
is
V"
desconhecida.
considerados
atas
de
como
escravos,
batismos,
os
em
filhos
r e
de
l£
mães
escravas.
c)
Foram
os
EXAME
a)
DE
CADA
notada
mento
nas
casos
em q u e
RESULTADO
o
casamentos
noivo
era
de
escravos,
escravo.
OBTIDO
B a t i smos
Verifica-se,
cia
considerados
para
os
últimas
em
relação
livres:
décadas.
aos
declfnio
Este
escravos,
nos
aumento
a
mesma
tender^
primeiros, decênios,
de
batizados
de
aiu
escra-
51
vos
pode
ser
propiciado
explicado
pela
pelo
criação
e
incremento
venda
de
da
gado,
economia
paranaense,
proporcionando
a
com
pradeescravos.
b)
Casamentos
Registrados
os
matrimônios
que
as
de
dos
cativos
são
social,
de
de
c)
o que
do
masculino
sexo
no
número
a
seguir.
18,2
pode
sentidcTda
oscilações
ser
e
em
pequeno
são
explicado
mais
pelo
também
por
não
legalização
das
uniões
interessante
tendência,
de
óbitos
Enquanto
permanece
no
As
são
entre
é
o
número,
livres
e
número
acentuadas
maior
haver
número
tanta
entre
pres-
escravos.
relativamente
signif_i_
escravos.
Sepu1tamentos
o
óbitos
em d i a n t e ,
escravos.
casamentos
A
tos
1762
livres,
Um f a t o
cativo,
de
de
em g e r a l ,
registrados,
no
que,
livres,
para
praticamente
escravos,
decênio
acompanha
de
uma
a
os
mesma,
média
de
a
período
nas
26,8
a
dos
livres.
1761-70,
média
de
duas
últimas
em
1 7 81 - 9 0 ,
Diminui
aumentando
sepultamendécadas,os
cai
para
posterior.
52
GRAFICO N? 4
MEDIAS
DECENAIS - 1751 -1800
PARÓQUIA
DE N. Sra
DA LUZ- POPULAÇÃO ESCRAVA
CURITIBA
•BATISMOS
CASAMENTOS
CASAMENTOS
BATISMOS
-10
30-
40-
30-
- 6
20-
-4
10
-
1750
~i
1760
r
BATISMOS
S E PULTAM E N T O S
1770
1780
T
1790
I 800
3)
Movimento
anual
samentos
0
çao
livre
te,
número,
da
levou
anual
dos
de
vila
a
0
gráfico
de
crava,
apresenta
membramento
ção
população
.linha
e
Paróquia
de
decréscimo
no
de
ano
vila
com
MÉDIAS
em
e
e
de
que
bastardos
será
na
ca
popula
analisado
entre
crianças
duas
o
adian
movimento
legítimas.
dos
(Da
de
até
da
de
aos
1777,
movimentos
população
crescimento
acontecimeji
livre
e
es
populacional,
consequência
do
des_
recrutamentos.
evolução
a
séries
referentes
óbitos
1769
do
movimento
de
matrimônios
concordância,
em
linhas
e na_s
gerais,en
eventos.
do
número
seguinte,
n?
de
5
de
do
parece
Curitiba
elevada
DECENAIS
taxa
-
casamentos
número
de
A
eliminar
fim
de
cálculo
linhas
de
das
confirmar
no
de
século
é
acompanhado
batismos,
com
pe;
exce-
as
característica
XVIII,
de
crianças
População
oscilações
médias
uma
da
tipicamente
pré-
fecundidade.
Batismos
-I75I-I8OO.
grandes
as
nítida
samentos
ao
e
1777•
gráfico'
Malthusiana,
ás
casamentos
1757,
séries
da
de
anteriores,
nota-se
0
cedeu-se
ilustra
legítimos,
ano
k)
5
a
declínio,
do
batizados
legítimas
livre.
comparativo
de
os
uma
em
da
duas
expressivo,
grafico
Comparando
0
lo
n°
batismos,
com d e c l í n i o s
as
e
de
crianças
População
C u r i t i b a , fenômeno
como
anuais
tre
de
de
anexo).
0 gráfico,
cimentos
bastante
confecção
em
batismos
1751-1800.
casamentos
brutos
tos.
-
de
decenais,
legítimas
e
ca-
Livre.
do
movimento
anual,pro
estabe 1ecendo-se
assim
tendência.
54
QUADRO
Médias
decenais
casamentos
de
batismos
(C).
N°
3
de
Paróquia
crianças
de
Nossa
legítimas
Senhora
da
(B)
e
Luz
1751-1800
Popu1açiò
DÉCADAS
B
1751/60
112,4
20,1
1761/70
96,8
25,5
1771/80
97,1
25,3
1781/90
137,1
31,2
1791/1800
167,9
41,2
0
movimento
gráfico
década,é
terior,
dente
no
décadas
n?
6
ilustra
o
C
quadro
acima,
demonstrando
o
decenal.
Batismos
meira
Livre
de
atingindo
período
de
filhos
112,4
a
legítimos
batismos
cifra
1771-80,
de
- A média
anuais.
96,8,
para
crescimento
Declina
iniciar
mais
durante
no
pri-
decênio
movimento
acentuado
a
nas
pos_
ascen
duas
finais.
55
GRÁFICO N® 5
MOVIMENTO ANUAL
CASAMENTOS PARÓQUIA
DE
DE
BATISMOS DE CRIAMCAS LEGITIMAS
E
1751 -1800.
N. S r a
DA
LUZ - POPULAÇÃO
LIVRE.
CURITIBA
BATISMOS
CASAMENTOS
GRAVICO N2 6
MÉDIAS DECENAIS-BATISMOS DE CRIANCAS
LEGÍTIMAS E CASAMENTOS-1751-1800.
BATISMOS
I
CASAMENTOS
56
5)
Os
movimentos
tamentos
Os
tidos
as
-
1751-1800.
efeitos
com m a i o r
mudanças
sazonais
de
População
produzidos
intensidade
climáticas
são
batismos,
nos
pelas
e
sepuj_
'ivre
mudanças
pafses
mais
casamentos
de
sazonais
clima
são
temperado,
seji
onde
acentuadas.
k
Em C u r i t i b a , c o m o
tações
são
relativamente
um m o v i m e n t o
sazonal
bem
em S a o
Paulo
imprecisos.
delineado
,
No
os
limites
entanto,
entre
pode
em
relação
aos
pelo
gráfico
n?
as
es_
apreender
casamentos
e
sepu1tamentos.
0
quadro
visualização
desse
n?
A,
ilustrado
fenômeno
7,
permite
a
demográfico.
MARC T L I 0 , M a r i a L u i z a .
La v i l l e de S ã o P a u l o .
P e u p l e m e n t e t po
pu 1 a t i o n .
1 750 - 185 0 (d ' a p r è s T e l r e g i s t r e s p a r o i s s i a u x e t
les
recensements
anciens).
R o u e n , U n i v e r s i t é de R o u e n , 1 9 & 8 .
p172-178.
57
QUADRO N ? 4
Movimentos sazonais
Paróquia de Nossa Senhora da Luz
1751-1800
População Livre
A)
MESES
N9s absolutos
N?s diários corresp.
N9s diários prop.
Batismos
J
680
21,93
100,88
B)
MESES
N9s absolutos
N?s diários corresp.
N9s diários prop.
N9s absolutos
N9s diários corresp.
N9s diários prop.
co
656
23,22
106,82
M
A
611
19,70
90,62
M
600
20,00
92,00
J
J
623
20,09
92,42
581
19,36
89,06
A
592
19,09
87,82
S
668
21,54
99,09
O
684
22,80
104,88
N
671
22,36
102,86
D
773
25,76
118,50
TOTAL
775
25,00
115,00
7.914
260,85
1.200
Casamentos
J
F
147
4,74
120,35
C)
MESES
F
176
6,23
158,18
M
A
M
22
0,70
17,77
70
2,33
59,16
J
J
114
3,67
93,18
129
4,30
109,18
A
160
5,16
131,01
S
O
137
4,41
111,97
149
4,96
125,94
S
O
225
7,25
100,67
249
8,30
115,25
N
131
4,22
107,15
D
147
4,90
124,41
TOTAL
51
1,64
41,64
1.433
47,26
1.200
Sepultamentos
J
199
6,41
89,00
F
177
6,26
86,92
M
A
198
6,38
88,59
227
7,56
104,97
M
205
6,61
91,78
J
J
218
7,26
100,80
A
263
8,48
117,75
N
250
8,06
111,91
D
203
6,76
93,86
TOTAL
220
7,09
98,44
2.634
86,42
1.200
GRÁViCO
\n
N2 7
MOVIMENTOS
SAZONAIS -
PAROQUIA
DE
N. S r a
1751-1800.
DA
LUZ - POPULAÇÃO
LIVRE
- CURITIBA.
A)
Ba t i smos
Visto
ção
em
relação
movimento
é
tata
um m a i o r
bro,
e
mês
de
sido
do
nascimento,
batismos
notado
número
de
nos
batismos
meses
calcular
o
gráfico
muito
bem
nos
de
o
mês
de
A p e n a s se
fevereiro
inverno,
junho
curitibana
respeita
os
concep
o
significado.
delineado.
meses
de
representando
seu
de
população
Advento,
considerados
Católica.
Este
populações
como
as
Paulo
de
São
mogrãficos
de
0
fevereiro,
dezembro
tão
havendo
cisamente
de
Mogi
e
e
cons
novem
julho.
ocorre
uma
como
vilas
das
o
queda
a
pelos
para
períodos
os
da
brasileiras,
e
Quares-
casamentos,
preceitos
Cruzes,
de
religião
na
também
pela
mesma
nos
é
nc)
época,
estudos
de
francesas
diminuem
marcante
os
maior
número
muito
acentuada
matrimónios,
verificada
em
de
casamentos
no
mas
mês
não
é
é
o
de
de
março.Em
uma
diminu_i_
março.
Sepultamentos
Os
mais
onde
também
C)
e
paróquias
mês
impróprios
respeito
em o u t r a s
ras
perde
um m o v i m e n t o
tado
ção
possível
Casamentos
A
Igreja
ter
um d e c l f n i o
B)
e
ao
sazonal
Não
ma
nio
no
óbitos
ocorrem
mês
julho,
baixas.
incidências
de
de
Em a b r i l
óbitos,
em m a i o r
quando
e
sendo
número
são
setembro
meses
de
no
inverno,
registradas
também
são
mudanças
as
mais
pr£
temperatu-
notadas
maiores
sazonais.
V e r o s e s t u d o s de m o v i m e n t o s s a z o n a i s d e S ã o P a u l o e
Mogi
das
Cruzes in MARCÍLIO, op. c i t . ,
p . 172 e s e g u i n t e s .
Em r e l a ç ã o à
F r a n ç a , v e r GAUTIER, E t i e n n e 6 HENRY, L o u i s .
La p o p u l a t i o n
de
C r u l a i , p a r a o i s s e normande. P a r i s ,
I N E D , 1 9 5 8 . p . 61 e s e g .
60
2. EXPLORAÇÃO SUMÁRIA DOS DADOS
2.
EXPLORAÇÃO
1)
Taxas
SUMARIA
brutas
População
Para
cialidade
foram
e
a
1776 ,
os
de
(Cf.
A população
Os
de
espaço
tempo
0
número
a
de
de
talidade
de
por
tilidade
fisiológica
de
ta
de
é
1783
e
mil,
Da
que
mesma
é
de
da
vila
ao
1786,
a
61,A
de
nup-
Curitiba,
h a b i t a n t e s nos
1792,
1898
e
1 800.
XVIII).
Gerais
da
população
válida
População
média,
para
da
para
o
meados
do
anos.
Ora,
uma
de
século
Mapas
considerada,
taxa
número
avaliação
da
obteve-se
proporção
resulta
a
elevada,
por
ã
da
mil.
avaliou-se
a
entre
taxa
mas
população
inferior
forma
livre
no
calcular
habitantes,
Curitiba
1798,
pelos
nove
época
natalidade,
Curitiba
habitantes,
médio
média
mortalidade
de
1785,
1783,
de
registrados.
50
e
brutas
referentes
permitem
base,
Durante
nascimentos
Vila
taxas
população
fornecidos
em 3 - 7 1 8
de
da
1 782,
da
Curitiba,
perfodo,
das
dados
1778,
dados
nupcialidade
livre
mortalidade
utilizados
DADOS
natalidade,
avaliação
anos
vila
de
DOS
média
os
bruta
de
batismos
média
correspondendo
de
tipo
vila
de
antigo.
taxa
bruta
São
186
e
de
à
fer-
A t a x a b rju
Paulo,
entre
6
a
média
de
nupci£
1 i dade.
Para
re,
xa
no
ge
período
bruta
liada
uma
média
par.a
7,5
por
a
população
analisado,
de
de
3-718
média
de
3.6
nupcialidade
Paróquia
mil7,
a
média
mas
francesa
inferior
i
pessoas
livres,
casamentos,
de
9,68
de
Tou rou v e - a u - Pe r che ,
de
São
por
mil,
sendo
Paulo,
superior
que
é
de
que
oco_r
a
ta-
a
ava
atin-
10,6
por
mil8.
6MARC["LI0.
op.
cit.
p;
186
7CHARBONNEAU,
o
ègles,
Hubert. Tourouve-au-Perche
Paris,
I N E D , 1 9 7 0 . p . 65 -
MARC Í L I 0 ,
op.
ci t. ,
p.
aux
XVII
6
et
XVIll
e
sj
187 62
Para
problema
o
ano
de
tantes,
1784,
a
avaliação
muito
grave
A
de
fim
1785,
e
1786
e
por
as
bruta
a
média
o
média
da
de
de
morta 1idade,um
sub-registro
omissões
população
calculou-se
1785,
59
a
taxa
apresenta:
contornar
com
A média
de
se
da
das
de
óbitos.
fontes,
vila
recenseada
óbitos
ocorridos
escolheu-se
em 3 . 5 1 7
habi
em 5 a n o s , 1783,
1787.
de
s e p u l t a mentos
óbitos,resu1tando
uma
taxa
registrados
bruta
de
nestes
5 anos
foi
de
17,9
mortalidade
mi I .
A qualidade
vel
por
dica,
taxa
é
tão
muito
das
fontes
baixa.
maior
que
parece
0
sub-registro
o
estimado
ser
de
para
a
principal
óbitos,
ao
nascimentos
responsa
q u e t u d o i-ji
e
casamen-
tos .
A diferença
50
por
17,9
mil,
por
em 3 , 2 %
e
a
mil,
para
o
2)
chamam
libato
de
de
média
de
natalidade,
mortalidade,
média
de
avaliada
crescimento
da
de
em
população
deve
da
taxa
de
crescimento
ser, encarada
com
populacional
reservas,
devido
é
ao
mortalidade.
estudo
a
do
atenção
locais
de
fenômeno
do
para
origem
da
nupcia 1idade , .vários
pesquisador:
homens
e
e
cálculo
mulheres;
residência
dos
da
elemen-
frequência
frequência
esposos,
de
no
doce
recasa
momento
casamento.
Dados
riam
não
e
taxa
bruta
considerado.
avaliação
definitivo,
mentos;
do
média
na
taxa
Nupc i a 1 i dade
No
tos
bruta
período
elevada,
sub-registro
a
resulta
Esta
bastante
taxa
entre
ser
foi
mais
obtidos
ainda
completos
através
conseguido
da
sobre
a
nupcialidade
reconstituição
para
a
Paróquia
de
de
somente
famílias,
Nossa
Senhora
pod£
o
que
da L u z .
63
A)
Proporção
A
res,
foi
proporção
calculada
Os
xo
e
da
de
Vila.
do
a
civil,
pessoas
(Em
de,
ou
as
anexo
não
dados
pessoas
a
das
d e f i n i t i v o , para
atas
óbitos,
se
uma
avaliação
casavam,
e
mulbe
sepu1tamentos.
tabulados
por
faixa
aproximada
dentro
da
etária,
da
se
porcen-
população
livre
brutos).
porporção
que
de
homens
do
faleceram
celibato
solteiras,
definitivo
com
50
conside
anos
de
ida
igual
ou
su-
ma i s .
A
perior
de
permitem
que
definitivo
celibato
partir
Calculou-se
rando-se
celibato
registros
estado
tagem
do
a
repartição
50
anos,
é
de
a
óbitos,
por
e
idade,
seguinte:
QUADRO
Idade
sexo
e
Paróquia
Estado
de
N?
Civil
Nossa
5
ao
Senhora
Falecer
da
Luz
1751-1800
Popu1 ação
PERÍODO
1751/1800
Soltei
ros
Casados
Vi úvos
TOTAL
SEXO
L i v re
MASCULINO
SEXO
FEMININO
52
44
2 42
93
87
161
381
298
64
A
e
mais,,
é
proporção
de
A
tros
de
parada
frequência
definitivo
"9
mu 1he r e s •
dos
atinge
32,4%
casamentos
de
anterior
do
o
dos
50
anos
14,76%.
baixa,
os
segundo
os
principalmente
Paulo,
para
regis_
se
com
onde
a
proporção
do
homens
e
42,9%
as
registram,
cônjuges.
do
Durante
estado
de
com
para
recasamentos
sacramento
em q u e
solteiros,
definitivo,
em S ã o
As
atas
é
muito
de
registros.
casos
celibato
Frequência
civil
validade
do
falecidos
mulheres
encontrada
ce1ibato
tado
de
apresenta-se
situação
B)
homens
13,64%; - a
óbitos,
ã
de
o
A
civil
frequência,
preocupação
matrimônio
período
com
explica
1751-1800,
anterior
dos
a
da
Igreja
es
com
a
meticulosidade
ocorrem
esposos
o
não
apenas
ê
16
especifj_
ca d o .
0
mentos,
pas
9
de
quadro
segundo
25
MARCÍLI0.
o
n?
6 demonstra
estado
civil
a
repartição
anterior
dos
do
número
cônjuges,
de
casa
por
eta
anos.
op.
cit.,
p.
191
65
QUADRO
Frequência
Paróquia
de
N?
de
6
recasamentos
Nossa
Senhora
da
Luz
1751-1800
População
CASAMENTOS
DE:
solteiro
-
solteira
solteiro
-
viúva
so1 t e i ro
-
i nde t .
viúvo
-
viúvo
Livre
1751/75
1776/1800
532
735
23
23
3
5
37
62
solteira
-viúva
indet.
-
1
solteira
TOTAL
das,
parcela
samentos,
considerando
relativamente
entre
1751
para
as
mulheres.
para
os
homens,
0
partição
as
No
6
597
836
n?
proporcional
matrimonial
de
597
situações
1775,
para
7
é
anterior
as
592
dos
de
1776
permite
dos
matrimoniais
insignificante,
perfodo
3,^0%
quadro
do
e
-
1
indeterminado
Não
5
-
6,25%
a
a
para
1800,
a
indetermina^
proporção
os
de
h o m e n s ; de
porporção
éde
reca3,89%
8,22%
mulheres.
uma
visão
casamentos,
esposos
é
de
conjunto
para
os
conhecido,
sobre
quais
sobre
o
o
a
r£
estatotal
casamentos.
66
QUADRO
Repartiçao
N?
7
proporcional
Paróquia
de
Nossa
dos
casamentos
Senhora
da
Luz
1751-1775
População
MARIDO
.t
.
solteiras
solteiros
-SA
viuvas
ESP0
89,86%
viúvos
o
casamentos,
perPodo
os
6,25%
3,89%
1776-1800,
excluídos
93,75%
-
96,11%
Para
Total
3,89%
6,25%
T 0 T A L
825
Livre
II
a
100,00%
repartição
casos
proporcional
indeterminados,
ê
a
de
se-
guinte:
QUADRO
Repartição
N?
8
proporcional
Paróquia
de
Nossa
dos
casamentos
Senhora
da
Luz
1776-1800
População
MARIDO
s o l t e i ras
so l t e i r o s
TOTAL
casamentos
as
é
ESPOSA
viúvas
89,09%
viúvos
Como
Livre
se
Tota 1
91 , 8 8 %
2,.79%
7,51%
0,61%
8,12%
96 , 6 0 %
3,40%
100,00%
observa,
relativamente
a
proporção
elevada
de
para
ocorrência
os
homens,
de
segundos
menor
para
mu 1he r e s .
67
É
casamentos
1775;
a
interessante
entre
apenas
proporção
entre
livre
riores,
pois
de
que
ocorressem
nenhum
25
anos
foi
mais
caso
pequena
e
incidência
declarado
posteriores.
viúvos
sobre
e
a
estão
possível
nem
entre
Também
solteiras
é
bem
de
1751
se
e
n o t a que
maior
de
sujeitas
verificações
de
de
a
o
processou
da
residência
frequência
eliminar
se
próximas
recasamento
Origem
da
que
viúvas.
geográfica,
Paróquias
-
Curitiba
não
nas
C)
e
constatação
entre
observações
pui'ação
mobilidade
nos
núpcias
solteiros
As
viúvos
5 casos
de
a
efeito
o
Curitiba.
pertubador
de
£ bastante
em o u t r a s
esposos,
no
napo
poste-
levantamento
curitibanos
dos
recasamentos
da
dados
provável
Paróquias.
momento
do
casarnen_
to
0
juges
cela
levantamento
permite
da
contato
a
As
a
local
visualização
população,
com
do
a
Vila,
do
avaliação
de
movimento
dos
principalmente
situações
origem
encontradas
e
migratório
locais
de
dos
côji
uma
pa_r
que
estariam
em
maior
da
economia
do
gado.
através
foram
residência
divididas
em q u a t r o
ca-
tegorias:
1)
a
dos
indivíduos
nascidos
e
2)
a
dos
indivíduos
moradores,
moradores
mas
não
na
Paróquia;
nascidos
na
P£
róq u i a ;
3)
a
dos
cônjuges
radores
4)
a
na
mero,
o
dos
da
"estrangeiros",
não
nascidos
nem mo
Paróquia;
indivíduos
de
origem
i n d e t e r m i n a da , m o r a d o r e s
Pa r ó q u i a .
As
situações
de
origem
que
prejudica
em p a r t e
indeterminada
os
resultados
são
em g r a n d e
nú-
obtidos.
68
QUADRO NP 9
Origem e residência dos cônjuges no momento do casamento
Paróquia de Nossa Senhora da Luz
1751-1800
População Livre
Sexo Masculino
Perfodos
1751/60
1761/70
1771/80
1781/90
1791/1800
Total de
Casamentos
201
255
253
312
412
Nascidos e moradores
na Paróquia
Moradores, não nascidos
na Paróquia
Origem indeterminada,
Estrangeiros
moradores na Paróquia
N9s absol.
Por 1000
N?s absol.
Por 1000
N?s absol.
Por 1000
N9s absol.
Por 1000
97
146
145
192
168
483
573
573
615
407
58
101
70
90
57
289
396
277
288
138
1
1
7
10
19
5
4
28
32
46
45
7
28
20
168
224
27
111
64
407
129
223
206
267
232
642
875
814
856
563
16
16
22
15
7
35
63
63
71
36
64
16
27
21
165
318
63
107
67
400
Sexo Feminino
1751/60
1761/70
1771/80
1781/90
1791/1800
cr»
201
255
253
312
412
1
5
—
—
3
2
12
6
—
—
Como
nio
nascidos
ê
natural,
o
número
de
na
Paróquia
é
bem m a i o r
cônjuges
que
do
sexo
masculino
o verificado
p a r a as mu
1he r e s .
0
gem d a s
Luz,
quadro
pessoas
entre
1751
n?
que
e
10
se
traz
das
em
ã
reta,
na
Paróquia
dos
de
locais
Nossa
de
Senhora
ori
da
1 800 .
localização
linha
especificação
casaram
A classificação
obedeceu
a
das
localidades
geográfica,
sobre
o mapa.
sendo
de
origem
as
distâncias
Adotou-se
a
dos
noivos
calcula-
seguinte
classifi-
cação :
Categoria
nhora
da
Categoria
próximas
Categoria
mais
A -
cônjuges
nascidos
na
Paróquia
cônjuges
nascidos
em v i l a s
N o s s a Se
Luz;
B da
Paróquia
- até
C - cônjuges
distantes
da
100
nascidos
Paróquia
em v i l a s
- entre
100
e
D -
cônjuges
nascidos
em o u t r a s
Categoria
E
cônjuges
nascidos
no
-
índias
de
Espanha,
ou
da
Capitania,
da
Capitania,
km.
Categoria
Espanha,
de
6 0 0 km.
exterior
Africa
Capitanias.
-
(apenas
Portugal,
os
fo_r
ros) .
Categoria
F
-
indeterminados.
70
QUADRO N9 10
Local de origem dos esposos
Paróquia de Nossa Senhora da Luz
1751-1800
População Livre
Categoria A — da Paróquia de Nossa Senhora da Luz
1751/60
M
H*
N.Sra. da Luz
97
129
1761/70
M
H
147
223
1781/90
M
H
1771/80
M
H
213
151
1791/1800
M
H
266
194
170
Total
M
H
230
759
1061
38
2
10
34
49
8
3
2
6
15
Categoria B — Vilas da Capitania próximas da Paróquia, até 100 km
2
Antonina
Castro
Lapa
Paranaguá
São José dos Pinhais
3
—
—
—
—
—
4
1
—
—
1
1
12
1
—
—
—
—
1
6
5
1
—
2
2
2
8
19
—
8
4
—
12
—
6
1
2
2
8
9
1
8
8
20
2
1
—
—
4
Categoria C -- Vilas da Capitania distantes da Paróquia, entre 100 e 600 km
Apiaí
Atibaia
Araçariguama
Cananéia
Furnas
Guaratinguelá
Guarulhos
1 guape
Itanhaém
llapeva
Itu
Ja carey
Jundiai
Mogi das Cruzes
Mogi-Guaçu
Mogi-Mirim
Paranapanema
Parnaíba
Pindamonhangaba
Santos
São Paulo
São Roque
São Sebastião
Sorocaba
Taubaté
Ubatuba
—
—
—
—
1
1
—
1
1
-
-
—
-
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
4
1
1
1
•
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
2
1
2
1
4
3
—
—
1
1
1
2
5
—
—
1
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
1
4
3
2
—
-
—
-
—
—
—
—
—
—
—
1
3
5
—
—
6
—
—
—
—
—
1
•
—
—
7
6
4
5
35
—
3
17
13
—
4
1
—
—
—
—
—
—
1
—
—
—
—
—
1
—
1
1
—
—
—
1
1
—
—
. -
1
3
1
6
8
2
1
1
1
2
—
-
—
—
8
1
1
1
3
—
-
1
1
—
—
—
—
1
1
—
—
—
—
'
2
2
1
1
—
—
—
—
—
—
3
'
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
1
6
—
—
—
7
1
—
—
—
—
—
-
—
—
1
1
-
—
—
—
.
—
—
2
2
3
1
1
7
2
3
2
-
—
2
1
2
—
-
—
—
—
1
'
-
—
1
1
—
—
— •
—
—
—
—
—
—
•
—
—
—
5
3
3
2
10
-
—
—
—
—
1
1
—
—
—
1
—
—
1
—
—
—
—
—
—
1
3
4
—
—
—
1
—
—
—
—
—
—
—
—
—
2
1
—
—
—
—
—
2
10
1
—
6
1
1
—
—
Categoria D — Outras Capitanias
1
2
Minas Gerais
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
Santa Catarina
—
•
6
_
—
—
1
12
—
_
11
4
1
3
—
—
1
—
—
2
—
4
2
•
—
—
2
2
3
—
—
—
7
—
—
3
—
1
—
—
19
23
1
20
3
—
—
2
Categoria E — Exterior
África
Espanha
Indias de Espanha
Portugal
1
—
—
17
—
2
2
1
9
—
—
_
—
—
21
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
—
1
14
1
10
1
4
1
71
—
—
2
Categoria F — Indeterminados
TOTAL
46
67
10
18
30
24
21
23
161
171
268
303
201
201
255
255
253
253
312
312
412
412
1433
1433
d
H — Homens
M
- Mulheres
71
O quadro
a
seguir
resume
QUADRO
Local
de
Paróquia
o
N?
origem
de
anterior:
Nossa
11
dos
esposos
Senhora
da
Luz
1751-1800
População
ESPOSO
O R I G E M DOS
ESPOSOS
a)
da
b)
de
Livre
rfÇs.Absol.
Paróquia
ESPOSA
Por
1000
N?s.Absol.
Por
1000
759
530
1.061
741
133
93
34
24
133
93
28
1
r\
c. u
n i as
63
44
5
3
e)
do
77
54
2
1
f)
1ndetermi nado
268
1 86
303
21 1
vilas
tan i a
c)
de
da
-
100
vilas
tania
da
de
km
Ca p_i_
distantes
100-600
d)
Cap i
km
outras
Capita
exterior
TOTAL
Nota-se
a
própria
Paróquia.
res
se
de
que
maioria,
aos
homens,
nha
ã
ou t r o s
1 . 000
1 .433
grande
Nos
casaram
ou
seja,
nota-se
Paróquia:
em
47%
50
incidência
anos
Curitiba
74%,
maior
dos
era
esposas
analisados,
nascida
ocorrência
homens
de
e r a m .de
que
apenas
outras
na
de
000
1 .433
originárias
372
casaram
em
mulhe-
local idades.A
Paróquia.
casos
das
de
Em
origem
Curitiba
da
gra_n
relação
estraeram
de
1 oca i s.
72
Quanto
aos
tra-se
a
rio
Portugal,
do
de
ocorrência
Reino.
trópole,
sa
e
ro
de
o
cônjuges
de
71
as
perfodo
As
d i f i. c u 1 d a d e s
esposos
cônjuge
e
na
5,3%
mulheres,
no
espanhola
casamentos
atingindo
Entre
provenientes
a
da
onde
o
noivo
proporção
apenas
duas
Metrópole,
de
regis-
era
originá-
esposos
haviam
oriundos
nascido
na
Me-
considerado.
de
América
de. o r i g e m
espanhol;
contato
parecem
de
as
colônias
confirmadas
espanhola:
1 caso
entre
4 casos
esposo
pelo
de
portugue-
pequeno
casamentos
originário
de
nurruB
em
que
fndias
de
Espanha.
3)
A m o r t a l i dade
Estudos
ra
da
Luz
registro
lidade
des
no
de
não
dos
o
da
século
óbitos
são
que
da
o
movimento
de
0
no
do
dificultados
falhas
ao
nos
dados.
o
perfodo
durante
dados
de
existentes
um a s p e c t o
de
Nossa
extremo
As
Senhc)
pelo
sub-
causas
da
morta
estudado,
as
ida-
permitiram
importante
da
uma
análise,
mortalidade-
infantil
registro
idade,
de
quadro
das
pode
infantil,
sazonal
esboçado
n?
12,
e
falecidas
estabelecer-se
entre
crianças
crianças
1751
e
com
o
um a n o
gráfico
o movimento
1 8 0 0.
corresponde
n°
Convém
apenas
de
à
sal
de com
sazonal
ientarque
parcela
idade,
8
antes
regi£
incompleto.
ilustram
este
fenôme-
demog r á f i c o .
Como
lor
Paróquia
infantil.
de
óbitos
na
aproximadas.
os
Mortalidade
um a n o
são
pelas
superficial,
mortalidade
trada
e
entanto,
Através
pletar
mortalidade
XVIII
sao
mortalidade
A)
a
mencionadas
falecidos
No
ainda
sobre
do
que
realidade:
as
pelo
maior
crianças
frio,
a
são,
curva
númerode
em
de
óbitos
geral,
mais
movimento
de
afetadas
sazonal
crianças
de
pelo
reflete
baixa
c£
esta
idade
73
o
corre
no
mês
de
fevereiro,
para
aumentar
novamente
em j u l h o e oju
tub ro.
0
te
do
movimento
encontrado
para
A avaliação
nou-se
culos
âs
impossível,
resultaram
taxas
atuais
sazonal
o
de
total
taxa
devido
em t a x a s
de
de
da
mortalidade
população
bruta
aos
aquém
livre,
mortalidade
problemas
muito
mortalidade
de
infantil
da
já
já
é
diferen-
analisado.
infantil
mencionados.
realidade,
Os
torcáj_
inferiores
infantil.
74
QUADRO N? 12
Movimento Sazonal de Mortalidade Infantil
Paróquia de Nossa Senhora da Luz
1751-1800
População Livre
N9s absol.
N9s diários corresp.
N9s diários prop.
64
67
49
Total
M
M
MESES
60
48
66
73
54
68
74
51
63
2,06
2,43
1,58
2,00
1,54
2,20
2,35
1,74
2,26
2,38
1,70
2,03
110,85
120,14
78,12
98,88
76,14
108,77
116,19
86,03
111,74
117,67
84,05
100,37
737
24,27
1.200
GRAFICO N£ 8
MOVIMENTO SAZONAL-MORTALIDAOE
INFANTIL-POPULAÇÃO
LIVRE
1751 - 1800.
PARÓQUIA
DE
N.Sra
DA
LUZ
-
CURITIBA
76
k)
Crianças
ilegítimas
Popu1 a ç ã o
0
ra
ê
ral
do
nhor
por
sistema
e
formaçio,
de
mas
uma
inúmeras
A
Igreja
a
te
de
aumento
Entre
1751
errante
a
Paróquia
encontra-se
um t o t a l
ilegítimas
e
A
dizer;
para
cada
brasilei
consequência
relações
de
uma
natu-
entre
se-
sociedade
em
a
legalização
de
de
uniões,
casamentos.
Senhora
da
extra-conjugais
Luz
e
permite
conseqUen-
população.
um t o t a l
de
1.810
proporção
cem
colonial
aventureira.
Nossa
na
para
gistrados,
quer
as
celebraçao
relações
1 800 ,
expostas.
e
de
ilegítimos
e
uma
facilitando
para
das
filhos
Seria
dificultava
exigências
extensão
sociedade
c a r a c t e r f s t i ca
população
na
na
autores.
também
situação
visualizar
bastardia
vários
A própria
pelas
da
escravocrata,
escravo,
expostas
livre
problema
apontado
e
de
de
7-914
batizados
batismos
de
ilegitimidade
nascimentos,
23
casos
de
re_
crianças
atinge
filhos
22,86%,
ileg_í^
t i mos.
Esta
mesmo
período,
Mas,
róquias
se
MARCÍLIO,
GAUTIER
op.
é
de
é
inferior
39%;
comparada
elevada.
ilegitimidade
l0
n
que
francesas,
bastante
a
proporção
a
com
Em C r u l a i ,
cit.
& HENRY.
p.
op.
encontrada
em S ã o
Paulo,no
aproximadamente.^
as
porcentagem
atinge
a
proporções
de
encontradas
ilegitimidade
p£
em C u r i t i b a
por
exemplo,
no
período
a
proporção
de
0,9%-^
apenas
nas
1750-1799,
183
cit.
p.
é
Ô7 .
77
Os
do
fenômeno,
tre
os
quadros
12
e
n?
acompanhando
o
aumento
livres,
por
n?
14
proporcionam
de
uma
visio
clara
nascimentosi1egftimos
en
décadas.
Frequência
de
QUADRO
N?
13.
batismos
de
crianças
Paróquia
de
Nossa
Senhora
ilegítimas
da
Luz
1751-1800
Populaçao
BATISMOS
T O T A L DE
BAT 1S MOS
DÉCADAS
Livre
Números
DE
CRIANÇAS
absol.
ILEGÍTIMAS
Por
100
1751/60
1 .297
129
1761/70
1.158
119
10,28
1771/80
1 . 222
139
1 1 ,90
1781/90
1 . 849
294
.15,90
1791/180 0
2.388
399
16,7!
TOTAL
7-914
1 . 080
13,64
As
aumento,
lação,
duas
tanto
como
de
pode
últimas
décadas
batismos,
ser
como
observado
9 ,95
do
período
de
crianças
pelos
dados
bat.
sio
marcadas
ilegítimas
brutos
(Anexo
por
na
um
pop^
l).
78
QUADRO
Frequência
de
N°
batismos
Paróquia
de
de
Nossa
crianças
Senhora
expostas
da
Luz
1751-1800
População
BATISMOS
T O T A L DE
BAT 1SMOS
DÉCADAS
Livre
Núme r o s
DE
CRIANÇAS
absoI
Por
EXPOSTAS
100
bat.
1751/60
1 .297
44
3,39
1761/70
1.15 8
71
6,13
1771/80
1 .222
112
9,17
1781/90
1 . 849
184
9,95
1791/1800
2.388
319
13,36
TOTAL
7-914
730
9,22
Entre
ças
1791
abandonadas ,
anças
a
fra
30%
de
em
proporção
entre
há um c o n s i d e r á v e l
1 80 0
Curitiba.
seriam
expostas
XVIII,
e
de
os
Como
ilegítimas,
ilegitimidade
nascimentos
cons idera
se
na
aumento
última
atinge
que
década
a
registrados.
de
crian
todas
as
'do
cri
século
significativa
(Em
anexo
ci-
os
dados
brutos).
5)
Os
nomes
P o p u 1 ação.
Para
todos
os
e
para
meninos
samento
e
vo.
foi
Não
de
de
dos
de
da
mais
que,
para
sepul tamento,
pela
os
usados,
incluindo
população
crianças
como
possível,
nomes
batismos,
salientar-se
registros
os
Livre
expostas,
Deve
aparecem
Curitiba
estudo
registros
legítimas
to
o
em
livre
poucas
as
meninas.
binomes
crianças
de
vezes,
batizadas
são
documentação,
foram
com
utilizados
legítimas,
j_
Curitiba.
na
época
nomes
Porém,
nas
em n ú m e r o
apreender
estudada,
duplos,
atas
tan-
de
c£
s i gn i f i c a t_i_
quando
seria
79
adotado
o
segundo
momento
do
nome,
já
a
confirmação
era
ministrada
no
batismo.
A distribuição
recem
que
vinte
vezes
ou
dos
mais,
nomes,
por
década,
QUADRO
Frequência
de
nomes,
Paróquia
relacionando
N?
segundo
de
a
que
apa
seguinte:
15
os
Nossa
é
aqueles
registros
Senhora
da
de
batismos
Luz
1751-1800
Popu1 a ç ã o
MEN1 NOS
NOME
N° s .
%
Abso1 .
565
14,17
F r a n c i sco
504
12 , 6 4
José
501
12 , 5 7
Anton i o
413
1 0,36
João
319
8,00
Joaqu i m
2 1 o
5,27
Salvador
1 03
2,58
Bento
45
1,13
Miguel
45
1,13
Inácio
43
1 ,07
TOTAL
2. 748/3-987
os
Para
das
de
Manoel ,
F ranc i sco ,
68,92%
centena
foram
de
de
batizados
nomes
Maria
25,67
Ana
542
13,80
F r a n c i s ca
197
5,02
1 sabei
137
3,49
Gertrudes
134
3,41
Rosa
95
2 ,42
Qu i t é r i a
74
1 ,88
Joana
71
1 ,80
Anton i a
51
1 ,30
J o a q u i na
34
0,87
Rita
29
0,74
Josefa
25
0,63
Escolástica
22
0,56
com
50%
José e
6
diferentes,
dos
nomes
Antonio,
nomes
batismos
dez
%
1 . 008
quase
3-987
Abso 1 .
2; 419/3-927
recaem sobre
Num t o t a l
N ? s.
68,92
men i n o s ,
preferênc ias
MEN1 NAS
NOME
Manoe1
aos
Livre
nomes
dados
enquanto
61 , 5 9
l i m i t am-s e
quase
20%
diferentes.
registrados
apenas,
levantados
no
para
de
meninos
mais
de
uma
perfodo.
80
Em
Maria
relação
e Ana,
is
enquanto
meninas,
22,12%
39,^7%
estão
dos
nomes
distribuídos
dados
entre
s ã o os de
outros
12
nomes.
Para
no
período
nas,
um t o t a l
estudado,
contando-se,
3-927
61,59%
para
Geralmente,
t a uma h o m e n a g e m
D
1 12
Paulo
de
os
a
aos
da
50
escolha
anos,
escolha
santos,
batismos
do
meninas,registrados
recai
mais
nome
costume
de
de
sobre
cem
dado
nomes
nomes
no
também
13
ap£
diferentes.
batismo
represejn
constatado
em
São
13
Como
cem em g r a n d e
rindo,
na
número
Florentino,
Floriana,
fa,
não
são
MARCÍLI0.
José,
op.
Sao
,
também
derivados
de
correspondentes
em
Curitiba
"flor":
para
o
apara
F1 o r i a n o , F1 ci
sexo
feminino:
Florência.
nomes
com
Joaquina
Maria,
cit.
Paulo
nomes
seus
usados
Escolástica,
Francisco,
12
e
dos
de
os
Florinda,
Vários
XVIII,
vila
p.
usados,
na
frequência,
ou
Ana,
segunda
na
Gertrudes.
Isabel,
metade
atualidade,
Porém
nomes
permanecem
em
do
como
como
século
JoseManoel,
uso.
95
^Idem.
81
IV - CONCLUSÃO
IV
A população
século
muns
XVIII,
aquelas
objeto
de
da
CONCLUSÃO
vila
apresenta,
em
encontradas
estudos
-
de
Curitiba,
linhas
nas
gerais,
populações
semelhantes
e,
na
segunda
metade
características
das
Paróquias
naturalmente,
da
do
co
francesas
vila
de
São
Paulo.
É
zada
pela
uma
população
taxa
alta
de
tipicamente
natalidade,
pré-Ma1thusiana ,
que
compensa
caracteri
a alta
mortalj_
dade.
Porém,
vre,
te
o grande
o alto
número
particularidades
que
esta
Reino,
se
e a
índice
de
de
povoando
imigração
crianças
uma
is
da
a
forçada
instabilidade
pelas
prio
guerras
comércio
da
de
gado,
populaçao
dentro
l_i_
claramende
um
país
espontânea,vinda
da
Paróquia,
instabilidade
extensão
população
do
africanos.
habitantes
pela
do
trânsito
escravos
na
demonstram
imigração
população,
itinerante
uma
expostas,
de
de
dos
sulinas,
r a c t e r í s t i ca s de
ilegitimidade
região
custas
Os d e s l o c a m e n t o s
nando
de
da
essa
Paróquia
demonstram
aventureira,
condicͣ
e
favorec_i_
pelo
claramente
marcada
pró
as
pelo
c£
s i s t JB
maescravocrata.
Também,
a presença
"administrados",
vidão
o que
disfarçada,
não
de
índios,
deixa
concorre
para
de
legalmente
constituir
maior
livres,
uma
mestiçagem
forma
da
mas
de
se_r
população
curitibana.
Convém
ta
las
monografia
sujeitas
tados
lo
foi
desse
são
válidas
que,
as
para
a
ã confirmações
trabalho
com
uma c o n s e q u ê n c i a
populações
senta
salientar
uma e t a p a
da
natural
expansão
Paróquia
posteriores.
aqueles
características
conclusões
fato
em comum,
paulista
se
estudada,
chegou
nes_
e muitas
djs
A comparação
obtidos
do
a que
para
de
a vila
dos
de
apresentarem
uma
vez
para
o
que
São
as
Curitiba
Brasil
resuj_
Pajj
duas
repr£
Meridional.
83
A necessidade
Brasil
faz
rias
no
passado,
sentir
cada
Paróquias
história
da
vez
de
outros
estudos
complementando
mais.
brasileiras
população
e
do
Apenas
os
a
sobre
a
trabalhos
realização
permitirão
uma
povoamento
do
população
já
de
visão
do
e1aboradòs,se
pesquisas
de
conjunto
em v £
da
Brasil.
84
ANEXOS
ANEXOS
QUADRO
DADOS
Batismos,
Casamentos
e
por
Paroquia
ANO
Leg
de
Nossa
BAT 1SMOS
lieg.
E x p.
N?
1
BRUTOS
S e p u 1 tarnen t o s
ano
da
População
Livre
civil
Senhora
Total
da
Luz
de
Curitiba
CASAMENTOS
SEPULTAMENTOS
1751
77
7
1
85
31
25
52
122
15
7
1 44
27
21
53
113
16
5
134
20
24
54
129
20
2
151
41
54
55
1 38
1 0
8
156
13
31
56
1 35
15
3
153
1 3
81
57*
101
12
2
115
12
25
58
100
1 1
6
117
16
22
59
91
9
1
101
16
40
60
118
14
9
141
12
29
1 761
100
17
8
125
8
33
62
105
17
5
127
17
23
63
1 03
10
8
121
27
1 2
64
84
10
7
101
29
14
65
101
9
8
118
44
14
66
96
8
5
1 09
24
35
67
1 03
16
9
128
23
27
68
106
8
7
12 1
31
29
69*
84
13
9
101
26
46
70
86
1 1
5
1 02
26
21
1771
85
8
8
101
20
2 1
72*
84
11
7
1 02
26
27
73
87
13
7
107
35
26
74
96
6
6
108
21
31
da
Pa róq u i a .
(*)
Hod i f i c a ç õ e s
no
território
86
ANO
Leg .
BAT1SMOS
1 1 eg.
Exp.
Tota 1
CASAMENTOS
SEPULTAMENTOS
75
81
1 1
15
107
39
35
76
96
15
11
122
29
55
77
78
1 1
15
104
9
50
78
129
17
17
163
20
49
79
123
1 5
14
152
28
57
80
1 12
32
1 2
156
26
66
1 781
124
29
1 0
163
21
1 30
•82
1 37
25
15
177
21
45
83
11 1
21
20
152
31
52
84
1 44
34
20
198
32
62
85
134
25
14
173
33
53
86
140
20
17
177
57
78
87
141
23
20
184
24
71
88
136
41
22
199
89
145
41
22
208
27
OA
^2
90
159
35
25
2 1 8
37
78
1791
144
45
24
213
25
56
92
161
41
27
229
35
99
93
154
39
27
220
44
71
94
1 87
44
30
261
31
99
95
165
33
25
223
58
1 14
96
179
36
41
256
28
140
. 97
176
43
48
267
48
73
98
164
52
42
258
60
38
99
172
36
28
236
40
52
1800
168
30
27
225
43
65
;
125
11 0
87
QUADRO
Movimento
anual
Paroquia
de
de
N°
batismos,
Nossa
2
casamentos
Senhora
da
Luz
e
de
sepu1tamentos
Curitiba
1751-1800
População
ANO
BATISMOS
escrava
CASAMENTOS
*
SEPULTAMENTOS
1
1751
19
52
29
6
5.3
39
7
54
29
12
55
25
4
56
27
11
57
39
4
58
15
2
59
22
10
60
29
7
1 761
19
4
62
35
1
6
63
22
2
8
64
20
13
6
65
28
8
6
66
28
12
8
67
28
6
6
68
25
4
1 0
69
19
4
5
70
16
11
3
1771
26
6
3
72
13
8
2
73
22
3
6
74
17
5
15
75
12
5
9
76
17
4
17
77
30
1
15
(*)
...
dados
desconhecidos.
88
ANO
BATISMOS
CASAMENTOS
S E P U L T A M E N TO S
78
30
1 1
22
79
35
8
20
80
35
6
28
1781
51
2
40
82
48
5
18
83
43
4
20
84
57
5
22
85
44
1 1
15
86
45
3
38
87
50
4
20
88
30
1 0
45
89
60
7
27
90
50
6
23
179.1
55
2
12
92
43
2
27
93
37
4
17
94
54
4
17
95
49
8
23
96
51
6
27
97
48
4
17
98
49
4
14
99
52
5
8
1 800
41
5
20
QUADRO
Idade
e
Estado
Civil
ao
Falecer
Paróquia
de
N°
3
- Segundo
Nossa
Senhora
os
da
registros
de
óbitos
Luz
1751-1800
População.
1751/60
IDADE
0
Livre
HOMENS
V.
1 ND . T O T A L
S.
C.
MULHERES
V.
1 ND .
TOTAL
S.
C.
34
-
-
-
34
23
-
-
-
23
-
-
-
1 1
21
-
-
-
21
1-
4
11
5-
9
14
-
-
1 4
6
-
-
-
6
10-14
6
-
-
6
8
1
-
-
9
15-19
6
-
-
(1 ) *
6
12
-
-
(D
12
2 0-2 4
1 1
-
-
(D
1 1
3
-
(2)
6
25-29
5
1
-
-
6
9
-
(D
9
-
(2)
8
9
-
-
9
3
-
30-34
3
5
35-39
3
5
-
(D
8
2
11
-
(4)
1 3
40-44
1
8
-
-
9
2
15
1
(4)
1 8
45-49
-
-
-
-
-
2
-
-
-
2
50-54
-
9
2
(3)
1 1
-
5
2
55-59
-
3
-
(1)
3
-
4
-
-
60-64
3
7
-
(2)
1 0
-
4
1 1
(6)
65-69
-
3
-
- •
3
-
1
1
70-74
1
8
4
-
13
-
2
6
(3)
8
75-79
1
-
-
(D
1
-
-
1
-
1
80-84
-
7
3
(2)
1 Q
2
7
(4)
1 3
(D
1
-
-
5
2
1
1
(21)
(6)
(4)
(1) .
1 70
85
67
30
85-89
1
-
-
90- +
-
•>
5
(D
(2)
Ind.
(11)
(6)
(2)
TOTAL
1 00
56
14
*
-
S
*
- As
- solteiro;
cifras
(18)
C - casado;
entre
parênteses
V
4
-
- viúvo;
foram
Ind.
-
distribuídas
7
4
15
2
-
-
(1)
(9)
(36)
4
(20)
1 82
Indeterminado.
proporciona^
mente.
90
1761/7Q
IDADE
S.
0
34
-
-
-
34
34
20
-
-
-
20
1 0
-
-
-
1 0
10-14
-
-
-
-
-
-
15-19
3
-
-
-
3
20-24
3
-
-
-
25-29
1
-
-
30-34
1
3
35-39
1
4
40-44
-
11
45-49
-
1
• -
50-54
-
8
-
55-59
-
60-64
2
6
-
-
65-69
-
1
1
-
70-74
-
13
-
(3)
75-79
-
1
-
80-84
-
7
85-89
-
90- +
C.
HOHENS
V.
IND.
TOTAL
S.
C.
MULHERES
V.
IND.
TOTAL
-
-
-
17
-
-
-
5
-
-
-
5
-
-
-
-
3
-
-
-
3
3
-
-
-
(1)
3
(1)
1
1
6
-
-
7
-
4
3
4
-
-
7
-
5
-
5
-
(1)
5
(1)
1 1
1
6
-
-
7
-
1
-
-
-
-
8
2
4
1
(1)
7
2
-
-
-
-
-
8
-
-i.»
2
(2)
6
2
-
-
••
-
-
13
2
3
6
(1)
1 1
-
1
1
-
1
-
2
-
(1)
7
1
1
1
(4)
3
-
-
-
-
-
-
-
-
1
1
-
2
-
(2)
2
Ind.
(3)
(4)
-
(3)
(2)
-
(2)
TOTAL
75
57
3
(9)
15-
4
9
1
-
1
-
.
1
1
(10)
-
-
1 35
74
34
1 1
-
(12)
34
17
-
-
119
91
1771/80
IDADE
S.
HOMENS
V.
IND.
C.
TOTAL
S,
C.
MULHERES
V.
IND.
TOTAL
0
71
-
-
-
71
48
-
-
-
48
1- .4
22
-
-
-
22
32
-
-
-
32
5-
9
22
-
-
-
22
9
-
-
-
9
10-14
1
-
-
-
1
4
-
-
-
4
15-19
4
-
-
-
4
6
-
-
-
6
20-24
7
1
-
(1)
8
4
3
-
-
7
25-29
2
1
-
-
3
-
6
-
(1)
6
30-34
2
6
-
8
1
7
-
-
8
35-39
2
2
-
7
40-44
-
7
(I)
1 1
45-49
-
-
50-54
(1)
4
-
-
7
-
8
3
2
-
-
2
-
-
-
-
3
8
-
(2)
11
1
8
-
(1)
55-59
-
2
-
(1)
2
-
-
1
-
1
60-64
3
1
(3)
14
-
2
4
(1)
6
65-69
-
-
-
-
70-74
3
4
5
9
75-79
-
80-84
1 0
1
-
1
-
9
-
6
(1)
20
1
-
0 )
1
-
1
-
-
7
-
(3)
7
2
2
9
(5)
85-89
-
-
-
-
-
-
-
2
-
2
90- +
1
2
1 0
(4)
13
-
1
7
(2)
8
(2)
-
(2)
(4)
-
-
-
Ind.
TOTAL
-
143
1 1
-
7
61
17
(19)
22 1
11 1
50
35
(5)
-
-
(16)
18
1
13
-
196
92
1781/90
IDADE
0
S.
C.
HOMENS
V.
(ND.
TOTAL
S.
C.
174
-
-
-
174
1 07
-
-
65
MULHERES
V.
IND.
TOTAL
-
-
-
107
67
-
-
-
67
1-
4
65
-
5-
9
23
-
-
-
23
18
-
-
-
18
10-14
18
-
-
-
18
9
-
-
-
9
15-19
1 2
-
-
-
12
22
3
-
-
25
20-24
12
-
-
-
12
9
9
1
-
19
25-29
4
2
-
6
5
1
-
30-34
4
5
-
-
9
8
15
1
-
-
1
1
13
-
CD
16
2
-
-
3
-
35-39
-
40-44
45-49
3
-
6
50-54
55-59
65-69
4
3
-
80-84
85-89
90- +
11
-
-
70-74
75-79
2
-
60-64
13
1
-
1
2
-
2.5
2
-
-
3
4
7
2
-
13
2
1
1
2
-
4
22
2
5
9
-
16
•
2
1
-
3
2
9
7
-
18
-
-
-
-
1 1
-
18
-
-
(1)
2
4
CD
19
-
-
-
-
4
-
1
-
-
6
4
2
-
-
2
6
6
-
13
3
-
1 1
(2)
C2)
(18)
(3)
-
(5)
-
16)
431
16
Ind.
(13)
(3)
TOTAL
330
80
-
21
CD
6
(2)
4
23
1
-
2
11
3
-
-
-
-
6
-
-
-
-
264
57
52
(4)
8
-
14
(8)
373
93
1791/1800
IDADE
S.
HOMENS
V,
IND.
0
124
-
-
-
124
1 09
C.
TOTAL
S,
C.
MULHERES
V.
IND.
TOTAL
-
-
-
109
1-
4
55
-
-
-
55
59
-
-
-
59
5-
9
22
-
-
-
22
20
-
-
-
20
10-14
17
-
-
-
17
1 1
-
-
-
1 1
15-19
9
-
-
-
-
-
15
20-24
1 0
1
-
1
-
22
25-29
6
8
30-34
2
7
35-39
1
4
40-44
9
14
4
45-49
-
50-54
55-59
3
16
4
-
60-64
5
22
65-69
1
1
70-74
3
13
75-79
80-84
85-89
-
-
3
-
7
9
11
i.
-T
(1)
11
14
7
-
(1)
14
11
1 0
-
-
21
-
-
9
8
13
2
-
23
(1)
5
3
3
1
-
-
(1)
23
14
2
-
-
-
•
-
2
(2)
1
2
-
-
21
3
5
6
-
14
-
2
-
4
5
-
32.
-
-
2
7
-
12
1
-
-
-
2
-
3
1
i
-
-
1
1 2
-
-
-
1
-
-
1
22
-
1
7
-
8
-
-
1
-
1
(2)
14
4.
Ind.
(7)
(2)
CD
(3)
(13)
(8)
(11)
26
9
6
32
—
-
3
4
106
t
12
-
4
274
1 1
3
23
90- +
TOTAL
26
4
-
-
1 0
7
412
268
-
-
1 0
(1)
14
(5)
(2)
-
(15)
76
51
(1)
395
94
FONTES E BIBLIOGRAFIA
FONTES
1
LIVRO
do
Tombo
nhaés
da
n°
Senhora
MAPAS
I.
Parochia
|depois
da
da
de
Nossa
cidade|
Sé
população.
São
Paulo.
REG I S T R O S . ' p a r o q u i a i s
quivo
PRIMARIAS
Senhora
de
da
Coriytiba.
Metropolitana
Luz
dos
Pj_
Annos
e.Catedral
de
de
Nossa
Luz.
de
de
BIBLIOGRAFIA
FONTES
Arquivo
da
gerais
Estado
-
Villa
1747-1878.
E
Sé
Departamento
Caixas
da
e
Arquivo
Público
do
203-207.
Paróquia
Metropolitana
do
de
Nossa
Catedral
Senhora
de N o s s a
da
Luz.
Senhora
Arda
Luz.
1751-1800.
2
BOLETIM
do A r q u i v o
phica
DOCUMENTOS
São
São
FONTES
Municipal
Paranaense,
Secretaria
Secretaria
3
a)
FLEURY,
M.
S
HENRY,
ploitation
de
de
para
interessantes
Paulo,
IMPRESSAS
Curitiba.
C u r i t i b a , Empreza
Gra
1906-1925.
interessantes
Paulo,
DOCUMENTOS
-
L.
de
história
Educação
para
de
e
e
história
Educação
costumes
Cultura,
e
e
costumes
Cultura,
de
São
I9OI.
dé
Paulo.
v.
São
1961.
34.
Paulo.
v.
87.
BIBLIOGRAFIA
M é t o d o 1og i a
Nouveau
l'état
civil
manuel
ancien.
de
dépoui11ement
Paris,
INED,
et
1965.
d'ex182
96
p.
FLEURY,
ce
M.
£ HENRY,
depuis
t i on.
GOUBERT ,
Louis
13?
(41:
L.
Pour
XIV
- plan
663-686.
Pierre.
Une
tion.
Les
registres
nmars.
(1):
83"93.
P.
POUSSOU,
GUILLAUME,
brairie
HENRY,
S
Armand
Louis.
1967.
LASLETT,
la
travaux
population
par
de
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de
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»
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423
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ville
Perche
aux
269
de
et XVII I e
Crulai ,
pa-
Peuplement
et
p.
de
Sao
Paulo.
(d'après
les
registres
anciens).
e
p.
population
1958.
XVI I I
R o u e n , • Un i ' v e r s i t é
p a r o i s s i a u x et
de
R o u e n , 1 9 6 8.
97
c)
ABREU,
Joio
Capistrano
(1500-l800)
Brasília,
ANTONIL,
COSTA,
COSTA,
Odah
sa
R.G.
Senhora
Federal
do
de
Luz
e
1963do
Hi s t ó r i a
Rachel
402
do
Brasil.
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Brasil.
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de
C.
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História.
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colonial.
povoamento
opulência
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antigos
Cultura
1967-
de
Capítulos
caminhos
Joio.
Altiva
Odah
da
Os
de.
Universidade
Nacional,
ba ,
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André
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da
Sé
Federal
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Boletim
Depto.
do
cidade
1968.
Metropolitana
Curitiba.
da
de
da
de
No_s
Universidade
História,
6:
49"99-
1968.
FEDALTO,
Pedro.
ritiba ,
FURTADO,
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MARTINS,
ca
248
de.
História
História
MACHADO,
cional
dos
rál
Paraná.
do
1937.
do
sua
história.
CJJ
p.
do
Brasil.
historico
Graphica
do
538
São
Paulo,
Na-
da
Curitiba,
geographico
Paranaense,
Pa r a n á .
medicina
do
1926 - 1 9 3 ^ -
C u r i t i ba , Emp r e z a
no
1953-
Formação
Gerais.
e
Para
7
v.
Graph_i_
p.
Paraná,
Brasil.
Campos
na
p.
Romário.
Médica
Curitiba
econômica
Empreza
sociaçio
PINHEIRO
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Ermelino
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cional ,
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Paraná.
120
da
Depto.
de
A£
p.
estrutura
Boletim
Curitiba,
da
agrária
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Universidade
Historia,
J3,
52
p.
Fede
196 3-
98
SANTOS,
Antonio
ranaguá
Museu
SANTOS,
da
R.A.
J_6.
Cecília
da
Memória
1951.
dos.
Universidade
História,
Boletim
dos.
município.
Paranaense.
WESTPHALEN,
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seu
Carlos
letim
de
e
Vieira
129
19:
405
Federal
Maria.
Universidade
Hi s t ó r i a ,
Curitiba,
3 7 " 5 7.
da
Secção
cidade
de
de
História
Pado
p.
Arquivos
p.
histórico
da
do
cidade
de
Paraná.
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Curitiba,
Bo
Depto
1972 .
0 porto
de
Paranaguá
Federal
do
Paraná.
em
1822.
In:
Curitiba,Depto
1973-
99
TÁBUA DE CONTEÚDO
TABUA
CONTEODO
DE
Pág.
INTRODUÇÃO
I
1
A FORMAÇÃO
1
DA COMUNIDADE
- Origens
da
vila
de
CURITIBANA
Nossa
3
Senhora
da
Luz
de
Curitiba.
2
4
- A população
da
vila
de
Curitiba
no
século
XVII I .
3
~ A Paróquia
lo
I I
AS
XVIII
FONTES
1 - Os
III
9
de
2
registros
IV
segundo
DE
no
sécjj
filiadas.
navila
de
Curitiba
CURITIBA
população
da
os
registros
paroquiais.
sumária
14
dos
22
40
da
vila
dados.
de
Curit_i_
41
61
82
Anexos
Tábua
Luz
2 1
CONCLUSÃO
Fontes
- capelas
paroquiais
DA V I L A
- Exploração
da
T É C N I CAS
1 - 0 movimento
ba,
Senhora
- histórico
- AS
A POPULAÇÃO
Nossa
85
e
de
Bibliografia
95
Conteúdo
100
índice
de
Quadros
102
fndice
de
Gráficos
105
101
INDICE DE QUADROS
ÍNDICE
DE
QUADROS
Pág.
1 - Médias
decenais
de
batismos,
casamentos
e
sepuj_
tamentos.
Paróquia
de
População
2
- Médias
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Livre.
48
decenais
de
batismos,
casamentos
e
"sepuj_
tamen t o s .
Paróquia
de
População
3
- Médias
mas
e
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Escrava.
decenais
51
de
batismos
de
crianças
legíti-
casamentos.
Paróquia
de
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
PopulaçãoLivre.
4
- Movimentos
55
sazonais
de
batismos,
casamentos e se
pu1tamentos .
Paróquia
de
População
5
-
Idade
sa
e
estado
Senhora
de
de
Luz
-
1751-1800.
58
civil
Luz
-
ao
falecer.
Paróquia
de No_s
1751-1800.
64
recasamentos"'.
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Livre.
~ Repartição
Paróquia
da
Livre.
População
7
da
-FreqUência
Paróquia
Senhora
Livre.
População
6
Nossa
66
proporcional
de
Nossa
dos
Senhora
da
casamentos.
Luz
-
1751-1775.
PopulaçãoLivre.
8
- Repartição
Paróquia
Populaçao
67
proporcional
de
Nossa
Livre.
dos
Senhora
da
casamentos.
Luz
-
1776-1800.
67
1 03
Pãg
9
- Oriqem
e
residência
dos
cônjuges
no
momento
do
casamento.
Paróquia
de
População
10
-
Local
de
Paróquia
- Local
de
origem
de
- Movimento
"
de
-
esposos.
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
71
dos
Nossa
Nossa
de
de
esposos.
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
72
da
mortalidade
Senhora
da
Luz
infantil.
-
1751-1800.
75
batismos
Nossa
de
Senhora
crianças
ilegítimas.
da
1751-1800.
Luz
-
Livre.
FreqUência
Paróquia
1751-1800.
Livre.
População
14
dos
sazonal
FreqUência
Paróquia
-
L i v re .
População
13
Luz
69
Nossa
Origem
Popu1 ação
Paróquia
da
Livre.
P a r ó q u i a , de
12
Senhora
Livre.
População
11
Nossa
de
de
78
batismos
Nossa
de
Senhora
crianças
expostas.
da
1751-1800.
Luz
-
PopulaçãoLivre.
15
"
FreqUência
de
79
nomes,
segundo
os
registros
de b_a
t i smos.
Paróquia
Popu1 ação
de
Nossa
L i v re .
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
80
1 04
ÍNDICE DE GRÁFICOS
rND I CE
DE
G R A F I COS
Pág
1
- Movimento
anual
de
batismos,
casamentos
e
sepul
tamentos.
Paróquia
2
-
de
Nossa
Popu1 ação
L i v re .
Movimento
anual
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
45
de
batismos,
casamentos
e
sepul
tamen t o s .
Paróquia
de
População
3
- Médias
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Escrava.
decenais
46
debatismos,
casamentos
e
sepuj_
tamentos.
Paróquia
de
Popu1 ação
4
- Médias
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Livre.
decenais
50
de
batismos,
casamentos
e
sepuj_
tamen t o s .
Paróquia
5
-
de
População
Escrava.
Movimento
anual
timas
e
de
População
-
Médias
mas
e
da
Luz
-
1751-1800.
53
de
Nossa
batismos
de
crianças
legfti-
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Livre.
decenais
56
de
batismos
de
crianças
legíti-
c a s amen t o s .
Paróquia
de
População
7.-
Senhora
casamentos.
Paróquia
6
Nossa
Nossa
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
Livre.
Movimentos
56
sazonais
de
batismos,
casamentos e se
pultamentos.
Paróquia
População
de
Nossa
Livre.
Senhora
da
Luz
-
1751-1800.
59
1 06
Pág
8
-
Movimento
Paróquia
População
sazonal
de
Nossa
Livre.
de
mortalidade
Senhora
da
Luz
infantil.
-
1751-1800.
76
1 07
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BURMESTER, ANA MARIA DE OLIVEIRA