UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, L E T R A S E A R T E S DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA A POPULAÇÃO DE CURITIBA NO SÉCULO XVIII - 1751-1800 SEGUNDO OS REGISTROS PAROQUIAIS DISSERTAÇÃO DO CURSO DE MESTRADO ANA MARIA DE OLIVEIRA CURITIBA - 1974 B UR MESTER INTRODUÇÃO I N T R O D U ÇÃO O estudo sa Senhora culo da XVIII, os no na Os cada três Vila de Sê na de batismos, de da e atas, no monográficos Louis em m o n o g r a f i a s e sobre valor de con Curitiba. o fichas movimento 1751-1800. ã graças e de s£ óbitos, constatou-se Henry Noj^ do abreviado,em perfodo possfveis primárias Catedral relativos de metade casamentos nominativo Curitiba, Paróquia segunda fontes Metropolitana franceses, sucesso, Curitiba, séries de população utilização tornaram-se mestres com de da levantamento estudos antigas, na da do das demográfico pelos Vila Arquivo apropriadas, da da registros Através quias movimento baseou-se inestimável, servados Luz do população à de Paró- metodologia cri£ Michel várias Fleury, e Paróquias apl_i_ france- sas. No Brasil, população da todologia francesa específicas vila dos o de trabalho São de de Paulo, Demografia registros Maria é Luiza um e x e m p l o Histórica, paroquiais Marcflio da sobre utilização para as conservados a da rrm condições nos • arquivos paulistas. 0 do que explicar, Senhora da população dos após não foi à ra tros tem movimento pelo estudo £ certo a reconstituição da por finalidade população quantitativo, da constatar, Paróquia de retrospectivo, mais Nossa de uma que resultados mais precisos, das famílias da das famflias, só seriam Paróquia, o que obtiainda conseguido. reconstituição constituir-se-á História da Luz, o trabalho pré-Malthusiana. A XVIII, presente Luz, Demográfica da etapa com o u t r a s genealogias, posterior População comp1ementando-se paroquiais habitantes, uma os da dados fontes, listas em C u r i t i b a , de da pesquisa Paróquia de fornecidos como listas no século relativa Nossa pelos nominativas recrutamentos, Senhoregisde etc. 2 I - A FORMAÇÃO DA COMUNIDADE CURITIBANA 1. ORIGENS DA VILA DE NOSSA SENHORA DA LUZ DE CURITIBA I 1. - A ORIGENS A vila gens datada FORMAÇÃO DA V I L A de nos Resultou dional. foi Segundo primeira portugueses capitania etc." de expansão de da e paul i sta "o de LUZ DE Curitiba em d i r e ç ã o território povoado, seus São Luz DA CURITIBA tem suas or_i_ XVII. Martins, espanhóis CURITIBANA SENHORA século efetivamente que atraiu aluvião no no após o ao Brasil hoje Mer_j_ paranaense descobrimento, descendentes, Vicente , de a vindos Piratininga , Porém, rentabilidade entrasse fixaram as da por vilas Parafba que por 2 m i t i v a s ". em jazidas ã da do Sul, mineração fez e viviam no planalto redor viviam Dependentes de uma tibanos necessitavam de outra mitisse integrar-se ^MARTINS, R o m á r i o . Paranaense, 1937. na ao do ocupação do da planalto de post£ região revela- de de atividade Paraná. ~ de Curiti- retrocesso. e "Os que af miseráveis subsistência, econômica econômica vila Curitiba condições de a que h£ se e pri- os curj_ lhes per- brasileira. Empresa Gráfica P I N H E I R O MACHADO, B r a s i l . F o r m a ç a o da E s t r u t u r a A g r a r i a c i o n a l d o s Campos G e r a i s . I n : B o l e t i m da U n i v e r s i d a d e do P a r a n a . C u r i t i b a , D e p t o . d e H i s t ó r i a . 1963- .3» p . 8 . TradiFederal 22 História l 78. em mesmo agricultura estrutura descoberta descobertas a com q u e estagnação, 16^1, as a esperada. de de e auríferas fase volta foi determinaram inferior da vicentina em P a r a n a g u á , curitibano, A decadência bitantes população litoral, planalto faiscadores. ram-se ba NOSSA Senhora do Romário COMUNIDADE 1 riores, por e da paulista 0 ouro e DE Nossa meados DA Curitiba, 5 Esta pela outra conjuntura: a Minas atividade foi a descoberta das ricas do Brasil, de monta, ra A p e c u á r i a no S u l r e v o l u ç ã o com o a d v e n t o devido A mia do Gerais, ã necessidade sociedade gado, A criação Já sil", constata têm de em 1711, em s u a s de vai gado "As fazendas, Curitiba Brasil da economia vilas que crescendo de não e obra os são região das arraiais. em verdadej_ função da econo zonas de mineração. logo na vila Paulo muito central consumidor p o r uma 3 mineira". "Cultura São favorecida "passará desenvo1veu-se na na estrutura-se mercado gado, um m e r c a d o abastecer do pelo Antonil, que: de de minas propicia curitibana estimulada tiba. Goiás, criação e opulência matam grandes multiplicando de cada as e do Br£ reses só vez Curi- nos que campos mais o g£ do".11 £ levará â a necessidade abertura Governador da São tra fase da da de Estrada Capitania , os muares, economia abastecer do Viamão, Ca 1 d e i r a regiões em do m i n e r a d o r a s que 1731, Pimentel, provenientes curitibana, as Sul , em ordenada 1727- que conjuntamente pelo â iniciarão ou- criação ga- de do . A vila preponderante, enquanto te de não muares de Curitiba, atraiu lhe deu pouca vida procedentes o do "aparentemente população, comércio e de destinada medrou trânsito, asituação precariamente, p r i n c i pá 1 mejn Sul".'* 3 ~ _ F U R T A D O , C e l s o . F o r m a ç a o e c o n o m i c a do B r a s i l . S a o P a u l o , Ed.N£ cional, 1971- p . 76• L ~ A N T O N I L , A n d r é J o ã o . C u l t u r a e o p u l ê n c i a do B r a s i l . Sao P a u l o , E d . N a c i o n a l , 1 9 6 7 . p . 309 . ^ABREU, sília, João C a p i s t r a n o de. E d . U n i v e r s i d a d e de Capítulos Brasília, de H i s t ó r i a C o l o n i a l . 1963. p. 130. Br£ 6 Enquanto uma fase cultura tação de de parece de deste te districto da q1 des, que tem guá"^, procuram etc. das Já D. Luiz que de augmentar a de seo de Governador ordenado que trabalhos dústria no terreno..." ^BOLETIM Gráfica da ao modo g de trigo, Fonseca, a 7 "Nobiliss. o s de pelas gêneros de represeni despido sentido de agri mantim.tos nes Os Solddesta guar certão alfândega algodão Cimara novo conforme século vfve autorida como Santos a mandi£ anunciava procedentes merece como de a de se da Juiz nota Curitiba, Ordeno, as atenção a Parana a terras Vossas cada continuam as agricultura. Em o f f c i o de é Oficiais Antonio introduzir Agricultura, preparar e como da de os Cimara Mello "hum pela de um DO A R Q U I V O M U N I C I P A L DE C U R I T I B A . Paranaense. 13:32. I906. as de de de 17 fação de pes^ tiver..."® preocupações de agosto Curitiba, e e fácil úteis produções Curitiba, pe Mendonça, regular conhecimentos aperfeiçoar carta número Castro methodo auto messeis pello que das datada XVIII, Capitania, de é a de os A 1 godão , repa r t i n do-a procurem da i de do desenvolvimento lo do Souza final hu de Em aos falta padecela desenvolvê-la, de dirigido geral em proporcionam Curitiba. cultura destrito, "a José queixas cultivo farinhas cultura o a o 1 780 , "... 1798, nos em de A gado curitibana, Coronel abastecimento 177&: de é do de subsistência. suas 3 tanto de o tolerância, procuram Até com o a Antonio fevereiro soas Coriyt. primeiras Também comércio comunidade Vila, incentivar originárias ridades, da sua a apresenta chegado de o limitada, da 1751, problema ca,- t r i g o , chegada Cimara Senado a força „6 res..." 0 ã e para continuar dirigida e s criação prosperidade fevereiro Snr. a da do iJT_ seu Impressora ^ W E S T P H A L E N , C e c f l i a M a r i a . 0 p o r t o de P a r a n a g u á em 1 8 2 2 . In:Bo l e t i m da U n i v e r s i d a d e F e d e r a " ! d o P a r a n a . Curitiba, D e p t o . de História, 1972. 19, p. 37. ^BOLETIM DO A R Q U I V O MUNICIPAL DE CURITIBA, op . cit. J_6: 6. ^DOCUMENTOS i n t e r e s s a n t e s p a r a a h i s t ó r i a e c o s t u m e s de S ã o Pau^ I o . S ã o P a u l o , S E C R E T A R I A DE EDUCAÇÃO E C U L T U R A . 87_: 3k . 19 61 . 7 Em Curitiba, sé dos go, mo, os gêneros referentes Pinhais toucinho, e também Lapa, produção das a incluíam congonha, bestas, o milho, bois, utilizados feijão, congonha, coxonilhas, bestas, bois, vinagre, ordinários, Nota-se sidade é azeite panos que bastante consistia a ser quase falta de gêneros péias na mesma gênero, tfcias Cf. de que crises peixe, importação a 1imentTcios , não de se gêneros resumindo-se curitibana, Poderia ao em subsistência, na de Lisboa Ü£ de t r trigo,fjj fins não de ,aguardente Cana, açúcar de e do século sujeita de a documentação ã sal.'" ao nece£ sal. XVIII, ap£ crises por regiões eventualmente, semelhantes baetas, primeira praticamente contrário faltar, encontram, de chapéus, de São de farinha farinha aguardente algodão, de poldros. vinhos auto-suficiente, época. mas de restrita, A comunidade renta de em: Vila poldros. toucinho, importação na freguesias feijão, panos ! e exportados: Reino, tro produzidos Eram A do 1800, de um o u do euroou- perfodo,n£ 1751. R e l a t ó r i o r e l a t i v o ã s p r o d u ç õ e s , c o n s u m o , e x p o r t a ç ã o e im p o r t a ç ã o da V i l a de C u r i t i b a em 1 8 0 0 . D e p a r t a m e n t o do A£ q u i v o d o E s t a d o d e S ã o P a u l o , c a i x a 2 0 7 , T . C . ' , 1 8 0 0 - 1 80*», Popu1 a ç ã o , C u r i t i b a , P a r a n á . 8 2. A POPULAÇÃO DA VILA DE CURITIBA NO SÉCULO XVIII A 2. POPULAÇÃO DA V I L A A população na, começa a favorecida da crescer pelo a dispersão que, ta em incremento légoas, oito por ou persão gião da se da panholas. afetam Também a população Em ra o Sul. de primeira de Martim Recruta Em 1752, da os linha, em t o d a organizadas tem peque século XVIII, r a r e r e i t a , sendo amplidão desta anos da Paróquia Freguezia sam outro e sette£ quarenta mais fator recrutamentos, guerras para o e e outros com as agrava a di£ sendo a re províncias reconhecimento 1771 de e recrutamentos, um g r a n d e a Capitania 1772, e S.m matrícula reconhecimento expedições de vulgarmente há para indo recrutamento do os L i v r o do T o m b o n ° 1 da P a r o c h i a d e N . a ds—V-í i T ã ( d e p o i s c i d a d e ) de C o r i y t i b a . Tiss, C u r i t i b a , Catedral Metropolitana, 12 Luz, gado. trezentos alguns pelas Lobo S a l d a n h a , 12 Grande..." 1775 pela temidos Lopes Tibagi, ... do população Paróquia, ocorrem "...houve do do da o u t r a s . F r e g u e z i a s . . ^ da 1777 pedições metade XVIII dos es_ sertões Vila. 1773 1768, uma SÉCULO Senhora destrito que expedições Em são p.a são o menos ameaçada as segunda economia "... extensão constantemente da ainda mudão população: da NO Nossa facilitada ou cazais, que Além mais de região, compreendia pouco fogos, menos, na populacional 17^7» CURITIBA Paróquia partir Constitui-se, a DE as para Paulo, foi de campos de no a governo para Entre p£ tropa denominada tropa sertão. tropas - A as Ex 1769 e Guarapuava. Sr. da L u z dos P i n h a i s A n n o s de 17^7 a 1878. (Arquivo), p. 3. - SANTOS, A n t o n i o V i e i r a dos. Memoria h i s t ó r i c a da c i d a d e de Pa ranaguá e seu m u n i c í p i o . C u r i t i b a , S e c ç ã o d e H i s t o r i a do M u s e u P a r a n a e n s e , 1 9 5 1 . p• H - 5 5 . 10 Além timentos e população D. viado que procura Capitão de" s u a tade D.OS que delias correram os por para a são muito que os 1693: na o de Mourão, e por fugir da elementos étnicos sociedade esparsos, para ha o me ter attendendo de as conve Sua Mages_ vila de dezer- Curitiba, formaram o povo descendentes em C u r i t i b a en presente da da da vila para encaminharam mui população indicação habitantes I720, em um b a n d o s e r v i sso ses Capit£ con bras_i_ ,mestiços caracteriza- curitibana, os período'estudado. requerimento em da habitações e numérica XVI I , oje Governo, suas formada no ser ao do A mesclada. evolução por "...por de man tropas. Governador registra que africanos, das das população vila, "...e õ Coritiba, de requisições imposições Villa tem século das 1765, as serviço Ribas: fndios, i Em auzentado 1 3 matos..." os A pode, e Teyxeira escravocrata, Para adultos, da se mesmos Quanto dados Botelho formação número. ser como acomodação europeus, em g r a n d e abastecimento sertões. Migue1 g.^6 Para se nos moradores niencias o escapar, refúgio muitos leiro: para Luiz.Antonio ao tando recrutamentos,sucedem-se animais procurando nia, dos crescido a do criação ao por número de das Capitão passarem homens Justiças - Povoador,em de noventa h£ men s . . . Já Rafael Pires Pardinho estimava planalto curitibano, dizendo que de Curitiba 200 mais 1.^00 13 BOLETIM DO A R Q U I V O MUNICIPAL DE CURITIBA, op. cit. J_6: 17. ^ BOLETIM DO A R Q U I V O MUNICIPAL DE CURITIBA, op. cit. ±: A. ^ MARCONDES, M o y s e s . Documento p a r a a d e J a n e i r o , T y p o g r a p h i a do A n n u a r i o de nas população do cazaes, "Haverá a pessoas de duas freguesias 1 5 confissão". h i s t ó r i a do P a r a n á . Rio do B r a s i l , 1 9 2 3 , p.20-23- Na petição Ihido um J u i z conta a de de mais nos, de Sam velhos, Povoaçoens assim Cimara a Vila, informação: " ... 400 os de escravos anno em 12 visto para de ser que fosse novembro esta esco de villa 1735, e seu vesinhos. . dados Paúlo, neste da para de Segundo tania Oficiais õrfãos seguinte distr.° dos fornecidos todos que de se os pelo fogos, achavão 1772", em "Mappa geral homens, nas a Capi- mulheres, Villas, Curitiba da mini Freguezias população e estava distribuída: Homens Mulheres 907 Para dade, 928 os cálculos riupcialidade e Curitiba, foram tantes Paróquia, da Ano mortalidade selecionados nos seguintes taxas população referentes brutas livre ao de de de hab_i_ anos: Tota 1 2.505 3.283 3.763 4.375 4.566 4.515 5.368 6.565 6.658 Curitiba. Altiva Pilatti. História 1969. v . 1, p. 117-mn 18 19 20 2.1 22 23 24 25 26 Op . c i t . J_3 ; 1 2 . 17BALHANA, do 1 8 Cf. trabalho i n é d i t o desenvolvido B o n i , s o b r e as L i s t a s N o m i n a t i v a s por M a r i a Ignes de H a b i t a n t e s . par, natalj^ vila número 815 948 1 . 049 1.018 1.045 1 . 172 1.188 Municipal de da 4 07 491 5-393 5-470 Arquivo de 193917 Escravos 2.791 2 .948 3-427 3.517 3-497 4 . 324 do da dados 2 . 098 ^Bol. Total 1 04 posteriores Livres 1776 1778 1 782 1783 1785 1786 1792 1798 1800 Escravos Paraná. Curitiba, Graf_i_ Mancini ' ^ C f . M a p p a G e r a l d a l i s t a do P o v o da V i l l a d e C o r y t i b a . t a m e n t o d o A r q u i v o do E s t a d o de S ã o P a u l o , C a i x a 2 0 3 , 1765-1782. P o p u l a ç ã o , C u r i t i b a , Paraná. T. De Depa£ C., 2 0.. Idem. ^Idem. 22 Cf. Caixa trabalho Bon i . 204. inédito, desenvolvido por Maria Ignes M a n c i n i De 12 Pelos Mappas Gerais aumento livres da dados de população, população como aos ção mas já em da pelas Listas apreende-se vila de Nominativas e um n í t i d o Curitiba, tanto pelos movimento em relação de aos escravos. Observa-se 1786, fornecidos 1792 um p e q u e n o reinicia declínio o ritmo de entre os anos crescimento de da 1 785 e popula- cu r i t i ban a . ^Cf. bre trabalho i n é d i t o d e s e n v o l v i d o por M a r i z a a s L i s t a s N o m i n a t i v a s de H a b i t a n t e s . Budant Schaáf,s£ 2h Idem. ^ I dem. 9A a C f . M a p p a d o s H a b i t a n t e s q u e e x i s t e m na P a r o c h i a da V . de Co r i t i b a em o a n n o 1 8 0 0 . D e p a r t a m e n t o d o A r q u i v o do E s t a d o d e S a o P a u l o , C a i x a 207 , T . C . , 1 8 0 0 - 1 8 0 ^ , P o p u l a ç ã o , Cu r i t i ba , Pa r a n â . 13 3. A PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA LUZ NO SÉCULO XVIII - HISTÓRICO CAPELAS FILIADAS A 3- PARÕQUI A HISTÓRICO A IGREJA a ereçio do mas NOSSA foi da sia já existia era Paróquia, SENHORA CAPELAS SENHORA criação que de em É 1684. conforme o â pelo da DA vila LUZ NO S É C U L O XVIII - de 1668, LUZ aos Paróquia i de certo, não época batizados, Termo k ca'p i t ã o - m o r remonta assentos DA FILIADAS elevada presume-se Pelos NOSSA pelourinho, A data tidão, - DE Curitiba com DE Gab r i e 1 de é conhecida da criação conclui-se porém, de novembro que Abertura em do Livro com da que 17^7 Lara. exa- Vila. a Fregu£ Curitiba já do n? Tombo 1. As são e outra foy sa E imprecisas: setecentos de e indicações erecta rio Poente com chamado Iguappe. e.da E Laguna, légoas q, ha No da Paróquia sé dos a Sul e E destas porque decorrer se do Santo a ou fica que parte com a de certoins, século com Antonio a SVIII, a da criação Lapa Ey do no senão a e a q Rio de de as se de Luz mil desmembrada outras Freguezia de Nos_ Parnagoa divide E um da V i 1 1 a de Sam Fran.CO s a b e r as 27 calcularam..." extensão das da annode Freguezia Iguappe inda foy destricto Pia Freguezias no distante com lhe Norte as não mt.° nascente Senhora Igreja menos, do com Nossa dita Minas modificam, Pinhais, de da villas sam do Graciosa, do parte mais Parte da Igreja porque Freguezia I tararé do pouco nova... Pillar a principio Freguezia; de do seu quinze, alguma Senhora do e "Teve sobre podem e os Paróquias Sant'Ana do limites de lapó São j£ (Cas- tro). ^Livro do Tombo n? 1. op. cit., p. 3-5 • 15 CAPELAS FILIADAS SÉCULO 1) São 5 1759, José de era março sendo o de dos crivão. do pela 0 povoado Bom nhais, brada com a daquela cidade teve da Belas e Capela ereta São 0 ra da por Santo ça rio de direitos Iguaçu, no meados da de de o do de DA LUZ século São XVIII. José, e a vintena (quarteirão) , juiz de Arraial 1759, em vintena e o es- Grande. servindo ã de matriz a C£ que ã José dos foi desmem- princípios de julho de P_i_ de 1757. 1852 e à figurar Antonio da Lapa Lapa para está do do foi a o nos tradição, as em que Registro fazendas documentos criado gado, pelo padre de Aguas curato. ligado o Viamão, estrada, Perdões Capela instituiu 1716. quarteirão ou 16 dos segundo doou e passagem em Sao freguesia 1756 vila Bom J e s u s gado, Mata, de A de 1897. 1690, da povoação matriz. fins de em da de de o nova passou essa Patrimônio em volta da Aberta era elevada povoamento Estrada de Curitiba infcio Senhor com Capela José, 3) o Coutinho, Capucu, do ereta de.dezembro Veiga SENHORA Perdões. foi do data predicamento de Curitiba Capela A de foi 1 760 de o Camara dos José em 24 2) bairro construção São João de José principal Jesus Data São simples A freguesia pela NOSSA Pinhais de 17^1, eleitos DE SVIII A povoação Até A PAROQUIA ã como historia Freguesia da abertu- 1731. o Registro funcionava para ã cobrar^ margem do Velho. 16 Mais passaram a tarde, fazer o pouso A freguesia de 1769, data Em de em 6 d e 4) ao na de A Luiz, na em na Matriz, Santo em 6 d e da tropeiros 13 de o Tigre, que, Capela. e em 1797 junho de 1806, e em do Capela foi desmembrada a fazer parte de Santa Bárbara bairro de Pitangui ã ques Almeida outros Mais jesuítas, da Casa de os das 1729, i ci- Tamanduá Tamanduá, ao segunda pertencente Convento metade Paróquia Palmeira, do formada do do Carmo,de século de em XVIII, milícia Nossa Senhora 1820. Pitangui i vasta pelo sesmaria Capitãp-Mor da Co£ Pedro T£ paulistas. campos Missões existiu Santa de da pertencia sociedade tarde, Desde Capela e foi 1727. Tamanduá na do c o n v e n t o dos f r a d e s c a r m e l i t a s , força 28 abastadas" , e n t r o u em d e c a d ê n c i a . 1813, junho Antonio. Conceição fazenda localidade, concedida oo Senhora doaram céição, a de ereta missa, Igreja freguesia herdeiros passando 0 reta foi primeira vila os Lapa. Antonio a quando Igreja, 5) de mudado, 1872. Nossa Antonio da da ã construída famílias Luz, a elevada março foi construída Capela Em da Santo de Paulo. e foi foi Seus "possuia alto Capela Capitão São de instituída Lapa dade no celebração 178A canonicamente Registro de em ali Bárbara do Santa Bárbara foram d o a d o s aos Paranaguá. um O r a t ó r i o , Pitangui. F E D A L T O , P e d r o . A a r q u i d i o c e s e de C u r i t i b a Curitiba, (s. e d . ) , 1950. p. 65~66. mais Com na a tarde foi expulsão sua e dos historia. 17 jesuítas, em 1 760 , a carmelitas do Capio sa da Luz Senhora 6) Capela Capela Alto, em de cípio de Paulo, Castro. Capão Alto Senhora da 7) na Luz, donos zelada pelos da religiosos Paróquia de Nos- de sendo a da Capio situada Convento do Alto no atual Carmo, munj_ de São 1754. assentos Capela da sesmaria pelo feitos Sant'Ana do pastoril, os ser Carmo nos referentes livros tranterida do da para i Capela Igreja outro de do Nossa local. lapó região data Conceição, de 1704, quando começaram a os paulis- fundar currais reg i ão. gem do rio 1769, lapó, os carmelitas descontentes ergueram com a uma nova localização Igreja, da i Capela do mar C£ Alto. Foi sendo a de ereta a freguesia primeira A va fazenda 1769, povoamento da do adquirida de de ser desmembrada Senhora antes de deixam Em pão Foi partir Igreja 0 tas, era provavelmente A sendo a 1772. Nossa Capão- A l t o passou freguesia Castro" 8) missa em 20 Capela de atualmente A onde, Chagas em Lima, o antiga _ benzeu o do em 26 junho ã _ vigário de vila, lapó com o no de a n o de 1769, 1769. nome de "Vila N£ 1789. do Amparo povoaçao povoação então Sant 'Ana de Senhora localiza-se primitiva 1790, elevada janeiro Nossa Votuverava, sungui, celebrada foi de de no era de terreno.para à de margem município de Votuverava Nossa de estrada Rio Senhora • CR; Curitiba, servir da de Padre do As- Branco. do Amparo, Francisco de cemitério. 18 Em 1834 rato. a A freguesia 9) Bairro Capela foi de criada Em 1668 em a gozar o predicamente de cu- 1855- Tindiquera 0 -povoamento ritiba. passava de foram Tindiquera requeridas data as do mesmo perfodo primei ras -sesmarias de Cu na r<2 Iguaçu, t_i_ g i ão. 0 nha uma voado mida povoado ermida se foi consagrada consagrada ã 1848, da.freguesia para foi Nossa foi o Oratório 0 Pinheiro sftio que, em 0 oratório mirante 11) de de â de mais dos i margem Senhora local Senhora Campo Campo data da rio Luz, mas apropriado, outro com po- uma ej^ Remédios. capela N. do Sra. curada, dos passando Remédios, a sede cuja igre- Francisco Dinis Capela Matriz, mais o de 'Magro. Magro foi vendeu ao fundado por capitão A n t o n i o Rodrigues Se_i_ 1732. Campo Magro é distrito do municfpio de Al- Tamandaré. de tendo antigo Religiosos Nossa na sido Senhora vila de em em 3 d e Franciscanos do Terço Curitiba, construfda existente FoJ^ benta dos em elevada 1727, Localizada cio Nossa povoado Atualmente, ja ereto benta. 10) xas. ã desenvolvendo Em ja primitivo, em a 1 737- poucos metros é considerado da I grè^ o edif_f Curitiba. fevereiro da de Provfncia 17^0, do e Rio doada de ã Ordem Janeiro, em 1752. £ conhecida, atualmente, como Igreja da Ordejn. 19 12) Os Igreja do Rosário A da fundação data assentos Rosário, de mais Sio Benedito Segundo foi 1875 construída e 1893, Foi quiteto antigos sio e Igreja de do tradição, é por escravos, em da 1764, Senhor a quando a Fernando a do nos Bom segunda 1737. construção reconstruída Eduardo da parti r da de Rosário livros Jesus de Catedral 1931, de pelo desconhecida. da dos igreja Serviu é Irmandadedo Perdões. de Curitiba, Matriz, è entre Curitiba. e n g e n h e i r o - a r_ Chaves. 20 II - AS FONTES - AS TÉCNICAS 1. OS REGISTROS PAROQUIAIS NA VILA DE CURITIBA I I 1. 1) ra da OS REGISTROS AS FONTES Arquivo Luz de 0 Paróquia las do - AS da e Nossa e NA V I L A Metropolitana a^Secretaria Senhora Para acesso ao e da da Luz DE CURITIBA Paróquia Catedral estão de de Nossa Senho_ Metropolitana localizados atendimento, não conta mo e n c a d e r n a d o , 2) é numa e das sa_ de os porém primeiro do livro a constitufdo com pessoal história de fontes técnico, Nossa fixado mais origem particular eclesiásticos. e demc) primá porém o catalogação. de que consta batismos de Senhora XVI I I - orga- do acervo, tem 1684. - Século para foi E n c o n t r a - s e o me£ nem Paroquiais de de restauração datado século registros é códigos sem registro perTodo metade Arquivo com Paróquia para livre. do Registros 0 interesse acervo acervo primeiro grande seu acordo 0 de sendo Arquivo 0 nizado é social, rias. ries TÉCNICAS presbitério. gráfica gunda PAROQUIAIS Sé 0 Arquivo seu - AS Curitiba.^ Arquivo de FONTES o da XVIII de Curitiba Luz presente trabalho 1 75 1 - 1 8 0 0 , p o r completas, - Vila melhor foi estarem o as da três se s£ conservadas. Cf. l e v a n t a m e n t o f e i t o p o r C O S T A , O d a h R . G . A r q u i v o da S é t r o p o l i t a n a e P a r ó q u i a de N . S r a . da L u z de C u r i t i b a . In: t i m da U n i v e r s i d a d e F e d e r a l do P a r á n a , C u r i t i b a , D e p t o . d e t ó r i a , 6: 49r99. 1968. MeBol£ HÍ£ 23 As atas transcritas de batismos, em f i c h a s , Itens em um constantes a) Ano do b) Vila c) Paróquia d) Data e) Ata f) Sexo g) Legitimidade - i) Idade das sepu1tamentos nominativo foram abreviado. fichas: Curitiba - de (dia e Nossa mês) - batismo, Estado levantamento e registro - de h) casamentos Senhora do da Luz registro casamento ou sepultamento civil j) Geração, k) Origem 1) Res i dên c i a m) Profissão n) Nome, o) Cor p) Condição ou data de sobrenome, social nascimento relação - de (livre, parentesco escravo, administrado ou fo£ ro) . ^ Foram livros de A) levantados registros, que os se dados de livros de ferentes a livres escravos. 0 ficou-se que, ja, as três séries de os d a d o s re_ B a t i smos conjunto aos às seguem: 0 dos referentes apesar registros pessoas e de de de existirem escravos, "segunda batismos compreende levantamento 1i v r o s bastardos, categoria", a foi total, e s p e c i a l mente administrados, ordem não. é e ver_i_ destina^ ou se- sempre re£ peitada. o As f i c h a s s e g u e m o m o d e l o p r o p o s t o p o r F L E U R Y , M. & H E N R Y , L . N o u v e a u m a n u e l de d é p o u i l l e m e n t e t . d ' e x p 1 o i t a t i o n de l ' é t a t ci y i1 ancTerT P a r i s , I N E D , 1 965- H o r s - T e x t e n ? 2 . T e n d o s i d o o mo de 1 o a d a p t a d o à s c o n d i ç õ e s brasileiras. 2k Assim se apresentam 1. Baptisados - Sio 2. Baptisados - í 737 jõs, livros: José - 1 7 3 1 / 1 7 2 8 / - 1 7 5 6 / 1 7 7 2 / - 1 44 1764 187 fl.Bat. - 1734-1735. 4. Baptisados - 1755-1763/1778/. 195 5. Baptisados - 1774/1764/-1778. 14 1778-1788/1809/. 146 Baptisados 195 fl. - Baptisados - administrados e - 1 779- 1 800/181 8 / . 9. Baptisados - 1796- 1 8 0 1 . ministrados fl. "brancos". Bat.de fl.Bat. de "brancos" "escravos fl.Bat. de "escravos 145 fl.Bat. e de "e^ 1 46 203 fl.Bat.de fl.Bat. de "brancos". "bastardos, ad escravos". Casamentos 0 registro seguintes mais antigo data de Casamentos - 1732-1758. 2. Casamentos - 1756/1758/-1835. - 1762-1784. te 1683- Foram levantados livros: 1. 189 fl. 187 fl. Casamentos de"gen branca". Casamentos mulatos e 122 fl. Casamentos 229 fl. Casamentos de"escravos, bastardos". Casamentos - 1784-1801. escravos,.administrados, C) de bastardos". Baptisados 4. Bat. 1788/1789/-1796/1824/. 8. 3. ,cari_ bastardos". cravos, B) "pretos basta rdos". e 7. de f1 . bastardos". Baptisados 6. bastardos e de "brancos, mulatos". S e p u 1 t amen t o s 0 os - 3. e os os registro seguintes mais antigo data de 1728. Foram levantados livros: 25 1. Óbitos - 1 733/1731/-1769 . tardos e escravos". 2. Óbitos - 1764/1763/-1784. 3. Óbitos - 1 7 8 6 / 1 7 8 4 / - 1 8 06 . ministrados As coincidem datas de colchetes indicadas indicações registradas, são fl. 229 fl. 196 "Mortos fl . brancos, "Mortos bas escravos, ad bastardos". entre com a s As e 198 nas são lombadas referentes fornecidas as a pelos datas dos de que não livros. condição Termos limites, sócia.1 das Abertura pessoas dos livros atas. 3) Informações A) Registros Dia, contidas de mês e Indicação nos registros batismos: ano do do batismo. sacerdote que batizou e pos os santos £ 1 eos . Nome da criança. Filiação tado civil Locais rações legítima, de ra a e da que Durante período "Aos o Lux da e freguezia de Coutinha, natural desta Pedro do e Nossa freguezia, de desta e extraído do dias do nesta do assinou foram teor das de o o e£ documento. verificadas a 1 t£ atas. Maio Igreja e e de ambos Julia este puz mil de os santos oleos natural mulher Rodrigues assento 4, Leytam da Roza Maria foram Padrj. todos no setecen_ Senh£ Velozo, sua e Nossa bastardos, Domingues Batismos de Matris Gonçalves fis Manoel de que não mês Pi l i a r mulher Livro e baptizei, constar Vigário ^Exemplo no freguezia, sua epara e Manoel Senhora Couto constando batismo: Corytyba filha vezes morada. estudado, annos, de de assento de seis trez o e conteúdo de' a t a s villa inocente fez no vinte sessenta Maria nhos procedência substanciais 1. ilegítima,is pais. Sacerdote Exemplos tos dos ou moradores mesmo dia". (assinatura). 1755/1763- fl.178. 26 2. "Aos e sinco tenta da villa gário de da capitam ves, de de da Braga, fandega terna da graça e de da de fe netto dade ral de da Anna Ferreyra Doutor tocaram çalves, e de e "Ao setenta da Lux da e e Joze natural de oleos Torre e Pinta, Ferreyra da Lux de Maria foram de de e padrinhos por baptisado Estevam primeyro sinco villa dia annos, de Corytyba, Marques; do mor freguezia, filho e Manoel mes nesta Francisco guarda do de foram e e de pus sua Padrinhos fiz Manoel natu- sua e D. seus n£ em e o irmam M a r i a Gon_ freguesia, e (as s. ) k de mi 1 e setecentos de Nossa Senhora os santos oleos mulher Antónia Joze Pascoa Lustoza este Leytam." e todos assento Domingues no a escra a m b o s ej^ moradores, mesmo Leytam." dia. (ass.)^ ^Exemplo extraído do Livro de Batismos 4, 1755/1763- fl. 173- Exemplo extraído do Livro de Batismos 5, 1774/1778. fl. 120. 5 c_i_ dia. Matris Martins constar desta Novembro baptizei Pedro Vigr. de é Ferreyra Domingues Igreja Francisco para mesmo da procuraçam ditto no natural Conceyçam Santos, assento Este- Arcebispado Bispado villa este Andre m£ da fiz natural parte moradores moradores do A r pe11 a Buena, Leyte fe Al- Bueno Francisco filhodo ditta Oliveyra de vi- Oliveyra da Joze Rd . ° da Macieyra, de Lux Buena natural Buena da da Momcorvo, Arcebispado; Joam Santos; de o Alfandega paterna da se innocente, pella mulher vos desta santos e Senhora netto Senhora innocente, cravos pos Magdalena mor Thomas de Nossa Ferreyra Vigr. 3. de de no Joam Matris os setecentos R.itta comarca sua mil Ferreyra mulher constar de villa Rd.° para Nossa de Barboza comarca mulher julho mulher Santos; ditta e Pinto, sua Sargento Leyria, M.t0 mes da de ditta de Orta, sua do freguesia de de Igreja Moreyra Xavier e mes baptizou Antonio Braga natural do nesta Corytyba, Francisco villa dias annos vara cebispado da onze 27 B) Registros Dia, mês Locai de e ano do Horário Local casamentos: do casamento. do casamento. onde os noivos Questão de Nome ou indicação Nome das eram moradores. impedimento. do sacerdote que esteve presente. testemunhas. Condição Local casamento. social. de origem dos noivos. Fi1 i ação. Estado c i v i l Condição Dados ã redação que manham, do Souza das da período atas, Dionízio ra, Sylva, se Alves com J o a n n a mulher radores felicia desta dias de do da Igreja mes nesta de de (raramente). não aprecem variações quan- estudado. de outubro 3 Igr. de na de Nossa forma do os mil Snr. Revm. Antonio e setecentos d Vig. Alvez da Sagrado contrahentes Lux, de Concílio T r J_ fica em sam m o r a d o r e s , sen Freyre q e r o e Miguel de que e s t a v a m p r e z e n t e s p e s s o a s conhed e o P. Manoel Domingues L e y t a m , v i r . da solemnemente por José de Gonçalves Alves filha Gonçalves, freguezia, - onde mim o filho assinou. do mais cazaram e licença testemunhas caz. noivos. casamento: denunciaçõis consta por atas annos, as nesta Igreja de nove em p r e z e n ç a ditta testemunhas no como prezentes o assento das <e d o u s meu p o d e r , dos casamento feitas dentino, pais de "Aos cincoenta aos fez das noivos. registros Exemplos 1. dos referentes Assinatura to noivos. social Sacerdote Nos dos de e não sua mulher Innocencio naturais e palavras lhes da vi 1la dei as de prezente Maria Gonçalves de Perey- e de Iguappe,todos bençois na , forma sua mo do 28 Ritual Romano, assento por q assignei lhe não com as serem nesesarias dittas Manoel o Miguel sinco de de vinte manham Coritiba, simo na Francisco reira, ambos ma V i l l a , monio Joio mo d e Guimaraens pado, da de norada, e de de Carvalho, no Arcebispado lho do pela e Pedro; pela da Freguezia bispado de guezia. E e de logo de Sam Braga, do Ribeira, parte e de e Ordinário, de Maria Benita, materno de Christovio, Maria receberão as dos Bênçãos. Xavier de impedj_ em Matri- Sam T h o m é , legitimo dito e e Sam Termo de e de Ponte Santos, Do que Arcebi^ i£ Costa, na_ do Espi- Miguel de de hé da Querj_ Campanha Lima, Manuel - Freguezia natural Lima natural natu- Carva Lima, de para Ma- R o c h a , t a rn mesma Gonçalves de da de Pedro da da Maria Francisca Te_r Freguezia Anna Rosa paterna Fe_r d e s t a mes havendo receberam legitima Miguel Paes com naturaes Termo Reverendís- moradores, não e Villa naturalidade de parte o da nome Maria pela noventa Lopes filha de (ass.)^ Manuel Ribeiro Freguezia (ass.) Luz Sobredita Sam T h o m é ; neta, de de Freyre Sylva da filho do da cujo Villa, se Braga, Barroso avo e este (ass.) Antonio Freguesia Francisco da Senhora canónicas, paterna de fiz Leytam setecentos Alferes da da testemunhas, natural da Souza contrahentes, de Santiago, Corredor Sam do natural desta Freguezia, de e Arcebispado natural de os das Alvrez mil da e natural Freguezia natural no desta no Barroso, mesma Santo, ral Ribeiro pelo^ m a t e r n o da que licença Rocha, neto Lima de de Matris d en u n c i a ç o e n s Custodia bem n a t u r a l este Chagas as Lopes Sam T h o m é , rito prezença procedendo e turaes minha igualmente e setembro Igreja feitas Lopes de nesta das mento nuel sete tudo Domingues Ant'. "A q testemunhas". Vigr. 2. de no Arce- desta constar Fre faço assento". Vigário Manuel Caetano Francisco Antonio das de Oliveira Chagas Xavier (ass.) Lima (ass.) Ferreira (ass.) ^Exemplo extraído do Livro de Casamentos 1, 1732/1758, fl. 52. ^Exemplo extraído do Livro de Casamentos 4, 1784/1801, fl. 51. 29 7 3. co de "A deseseis manham Igreja minha presença na no e Vieira, te de Francisco guezes desta setembro nesta Coritiba, José de Matris e solteiros, Vieira, Paroquia que foi Manuel ria Paes escrava que para dos de Santos, José dos constar faço Cruz da de E José os Manuel e no filha logo e Dia, mês Nome do e Domicia Lima algum se Josefa, receberão Manuel Caetano de e es escravo de e as recebe Dona Ma- Francisca, Bênçãos.Do Oliveira (ass.) Domiciano (ass.) José de de c o n t r h e n t e . s , f re Felipe Joam Registros Villa de presente de sin- assento". Vigário C) da F r a n c i sco de que noventa Luz impedimento Lima Lima. esse filho igualmente Maximiana, Santos setecentos testemunhas filho da com Senhora havendo Francisco, Conego da aquelle nlo ram em M a t r i m o n i o do mil das ambos e de Vieira (ass.) 8 Óbitos ano do falecimento. falecido. Idade. Filiação - quando solteiro. Natural i dade. Estado Nome civil do cônjuge Condição de Sacerdote nos período 8 Exemplo registros - quando casado ou viúvo. recebidos. sepu1tamento. que Como o c o r r e tos, adulto. social. Sacramentos Local - quando de fez em o assento relação óbitos não às e assinou. atas são de batismos notadas e casamen- modificações, no estudado. extraído do Livro de Casamentos k, 1784/1801, fl.179- 30 Exemplos 1. coenta de de vinte quatro atas e annos, Teyxeyra, morreo dos de Nos.sa Senhora mim e forma do da Ritual da de dezembro mais da ou somente mais; cruz sepultamento: falleceo pouco capaz de sete annos ser tris por e dous Cunha nam "Aos de da Romano e vida o sepultado Lux da para esetecentos Benedito escravo Sacramento foi villa Fiz mil prezente menos, com fabrica. de no de este constar adro de do este de ida baptismo Curytyba, fiz sin Domingos desta officio e da por Igreja Ma acompanhado da sepultura assento no na mesmo dia". Vigr. 2. senta "Aos e quinze hum porq. morreo de sua Senhora da me e do faleceo com de os da para da vida para foi donde fis de este constar co falleceu com de "Aos da sesenta João cebeu ção, léstia. vida annos Ribeiro na e dezesseis este do de Valle enfermidade não o Foi idade Sagrado os e pouco de recomendado e por seu no da corpo Gonçalo desta Igreja de N o s na por mim e f o r m a do Leytam do ja Ritual (ass.) noventa e sin Valle solteiro filho legitimo fallecidos. e nesta da mo Igreja Ma_ ^Exemplo extraído do Livro de Óbitos 1, 1733/1769, fl- 177. Exemplo extraído do Livro de Õbitos 1, 1733/1769, fl- 12 0 , 10 R£ E x t rema-Un proviniente sepultado da dia" Penitencia impedimento de espi- menos, Soares, de estava setecentos ou idade já mesmo Ribeiro se_s^ unçam Domingues mil Izabel e acompanhada sepultura mais Sacramentos Viático dentro Patrício na e Extrema administrar Manuel de Maria 9 (ass.) mil e s e t e c e n t o s penitencia assento julho presente da Leytam administrada fregueza officio de foi da lhes Vigr. 3. de prezente sepultada era fis Domingues Mayo q. sacramentos chamaram Lux, mes Domingas sofocação; fabrica Romano, dias filha quando rando cruz annos annos, Soares, sa tres Manuel 31 triz da qual ordenou fosse da que por sua fosse Lux seu amortalhado sessem dàver Senhora e alma cem acompanhado se no que um o u t r o para mais conatar pelo dia esse extraído do Igreja seu dissessem sua alma testamento, de Sam Pároco .e se que dos com de trez corpo dis seu ca mais sa fa 11ecimento,os Missa no Francisco Matrizrque ordinaria: Reverendo do Fez habito esmola tempo lhe no mesma de seu no quaes presente: Mementos.Do que assento". Vigário ^Exemplo na suffragassem faço freguez. envolvido missas houvessem que foi sepultado que ordenou que corpo cerdotes mesmo de Livro Manuel de Caetano Óbitos 2, de Oliveira 1764/1784, f1. (ass.)'' 65- 32 CRÍTICA A) Livros DAS de FONTES batismos Foram c o n s e r v a d o s , tismos, nio havendo, pois, praticamente, lacunas todos referentes os livros a anos de sem ba regis- tros. Não vres e escravos. gistrados dos, Esta ou os de livros pior se.trata batismos de As mas sendo ou nas em g r a n d e na engeitada, em que foi vezes, a da população tinha aos seus em li eventos administrados , re bastar são essa de é muito crianças ordem não é ocorridos do pároco em o r d e m nascidas respeitada nas regiões sua que me reali cronológica, na própria Vi- em r e l a ç ã o próximas aos a Vila, sempre cita- filiadas. legitimidade número conservação, registradas de capelas de os livre do batizando batismos da registrado Vila. seu de crianças Quando nome é a ilegítimas criança e o do é e expos- proprietário da abandonada. a cor ocorrendo dependendo atas população Quanto da, população em bom e s t a d o nascimentos feitos expostas, às da separação relativos batismos A condição casa com os estão de Curitiba; registros ta, atas, camada legibilidade registros. quando da, as mulatos. lhor la para juntamente Os zou havia, cor, dos raramente pais. alforrias Também de é apontada, a condição filhos de o pároco de escravos forro registra, é menciona^ no:^ momento do b£ t i smo. Omissões .de n a s c i m e n t o . permite a dedução bém b a t i s m o s dios Na aparecem de as são notadas, maior de que adultos, parte especialmente, dos casos, o batizando índios denominações de ou é a em r e l a ç ã o à data i nd i c a ç ã o " i n n o c e n t e " , criança, escravos. No administrados, pois o c o r r e m tam registro carijós de ín- ou de n £ çào . 33 Só 1765, das a e na é mencionada apenas quando própria data de Vila Nota-se mento indo e de para, a de cálculo concepção em 0 tando a relação proporção às de Bat. referem-se is crianças de A partir regularidade e mês que até de 1766, do anos. 1735 nasci poucas vezes a data entre 0 que as foi de nasci duas um varia, obstáculo considerar o mês anos, de foi calculada escolhidos com b a s e crianças ao nos do a Razão acaso. batismos, sexo resul masculino em feminino. foram os seguintes: Masc. Bat. Sexo Fem. RM 1755 81 75 108 1765 52 67 77 1775 49 58 84 1785 83 90 92 1795 118 105 112 £ rando-se do esta registro B) evidente, que a média média de Livros a de um d o s indispensável. Deve são aos cio-econômica na o sub-registro ao nascer, muito de gira alterada, batismos, em t o r n o significa cònside_ de 105-Qua£ que há sub^ limitando-se ao sexos. casamentos regra,.as referentes RM, apresenta-se relativo Em pois, de batismo. feito sexo Sexo decorre sub-registro , batismos do entre sazonais, do RM f o i resultados Ano registros em c i n c o da crianças Os ao (RM), cálculo período meses apreensão de Màscu 1 i n i d a d e no movimentos relação Para nascimento 0 perfodo a dos de citada. falta dias data Curitiba. é batismo. poucos no a os de nascimento a indicações são sucintas, salientar-se que os casamentos Vila. Assim, de pessoas quando se registros de maior trata de mais completos projeção casamentos sõde 34 pessoas ve há importantes, indicação Com ilegítimos, do grave, culo XVIII. a idade primeiro tuação de viúvo 0 sendo na local de Os de década 1762, se registrava é são filhos de de é indicação militares, mencionada, sempre ficando bem da e, pro muito durante é citado o o sê nome explicitada a si dos noivos século geralmente encontradas é mencionado, em m a i o r número as indeterminada. o que esta escrava falecido, do casamentos ano trata recasamento, origem origem do de noivos "bastardos". falta nunca os viúva. de última situações lação ou se deta1hadas , inc1usi avôs. quando notadas: noivos já dos mais indicação quando é cônjuge, a são dos ata origem são filiação, aparece salvo a de ã omissões Quando do local sempre noivo, mais informações referência Duas fissão do as de escravos parece camada muito da maior, sõ são registrados evidenciar o menor população. 0 sub-registro logicamente, do a cuidado que o da partir com da que popu- populaçao livre. Data registros de 16 1706 nova lativos a C) sacerdote "pouco período de 16 89- ou de no casamento Após este assentos 25 anos. Livro de mais ano, de antiga, ocorre uma casamentos Encontram-se Baptizados - sendo os do os lacuna ano de assentos r£ 1683-1737. (Jbitos fornecem faz de aparecem indicações que mais ata interrupção lacônicas. atas a até seguir este As rém a s a Livros bastante 1683 contínuos anos; e de o A fornecidas idade uma do idade assento, pelos falecido registros geralmente aproximada. indica a de idade é Em g e r a l , com a óbitos citada, o são po próprio observação: menos". 35 Uma é apontada omissão a causas nos de Campos mortos. resse, o o principalmente em c i n c o anos, época das da taxas de crianças mortas antes ao número de batismos registrados foram os AT, de no 1 757 1 15 6 52 1767 128 9 70 1 777 104 16 154 1787 184 19 1 03 1797 267 20 74 to baixas, pulações evidenciam de Curitiba, deve 0 ra da estão tipo Luz oscilar primeiro data anotados de em sido as é torno assento 1.728. entre ter como de Desde atas na dè das prática. deóbitos de nati grande intji o um a n o número de vida, perTodo. TM 1 um g r a n d e antigo, preciso seguintes: Ml cálculo de relacionou mesmo Bat. do flechadas c a 1 c u 1 a d a , (TM I ) , completar Ano Apesar de registros mesma Ml trata registros mortalidade a raramente se mais impossfvel ocorrem foi acaso. de de" umas aparecem não óbitos quando um e s t u d o porém ao salientada: "morreu infantil, escolhidos resultados citada ê torna-se de Os só estudado idade, estudo ser Assim, perfodo em b a i x a Sendo na deve como Gerais". mortalidade crianças Ela extraordinário, Durante de grave causa-mortis. acontecimento fndios, muito por ano, as sub-registro , pois a o feito caso de 240 óbito esta de na data da população por TM I , da em vila po de mil. Paróquia até batismos, t a x a s ,muj_ no de 1 730 , Nossa os Livro Senho registros de Baptisados 1731-1756. De tTnua, para 1731 o em d i a n t e , século a série de registros de ó b i t o s é coji XVIII. 36 AS O ta por TÉCNICAS levantamento Michel Para 14.620 atas, Fleury o assim metodologia propos Henry.'^ 1751-1800, foram levantadas um t o t a l de distribuídas: SEP. TOTAL Livres 7-914 1 .433 2.634 11 . 9 8 1 Escravos I.707 219 713 2.639 Tota 1 9.621 I.652 3.347 14.620 sexo, ros por nos registros de e primeira casamentos ficados os dados sociedade ferentes aos 0 lias da os Paróquia fontes, limitações são 12 FLEURY 1 3 IDEM, livres mais por p. por batismos aos e de - por de S e n h o r a da 1 3 - e apresentadas notadas op. as o Henry da . a pelos dos também confecção ano dos anuais civil. livres e casamentos de Foram a aos p r i me_i_ ba- class_i_ divisio escravos. e óbitos, re_ 1751-1800). seria Fleury a respeitando-se aos seguinte Nossa contagem classificando movimentos batismos, escravos à óbitos. permitiu concernentes brutos ano, e categorias, impossibilitaram & HENRY. e s e p u 11 amen t o s , época, dados procedeu-se relativos em d u a s passo proposta pelas da e mês contagem gráficos, tismos, anexo, levantamento, separado, quadros (Em o em Esta ba , a CAS por. as seguiu BAT. registros, gia fontes, Louis período Terminado da e das reconstituição das Luz, a Varias execução registros seguindo famímetodolc) d i f i c u 1 dades,impostas dessa técnica. paroquiais de Entre Curit^ seguintes: cit., p. 71"75 133-151 • 37 A) Nome de famf1 i a Ò costume se para são.os pela do o eram avós, é ou o filhos de de nome e utilizada, transmitidos os ainda qualquer outra ele jâ surgir se ainda na ata encontra outra duplo, Os de de varia casamento, modificado, formulação do e no impossível, paterno, mo adoou dos Outro proble diferentes atas: ata de batismo registro sobrenome do podiam nomes. na sempre indicação e nas nem £ filhos materno transferiu- que qualquer combinação que sobrenome combinados. sobrenome sobrenome, um s o b r e n o m e família sobrenomes. do de de do apreender combinação mudança adoção paterno, uma da aparece de materno documentação tanto ma uso sobrenomes como tar Brasil: português para de a dos óbito mesma po pes soa. Um c o s t u m e la de São Paixão, Paulo'1*, da festas mulheres vado nos tado em S ã o registros tinha, Machada, bre registro adoção do de da sobrenomes Espírito o Santo, Estes nome também da como da novos encontrado na Vi Conceição, da Natividade, sobrenomes, família. Outro de Curitiba, idêntico colocação do sobrenome no mulheres. Padrosa, Assim, ao gênero aparecem usados hábito Paróquia de etc., nomes obsej^ aprese^ feminino, como Cou- etc. Idade é Como a a chegar de aspectos lher, em C u r i t i b a , religiosas. Paulo'"*: do mílias da substituem quando B) o Purificação, homenageando pelas notado quando cessário. finalidade i elaboração da fecundidade do nascimento Ora, a idade primordial dos de da resultados diferencial, dos filhos, nubentes, reconstituição é dos a idade dado das f£ específicos so- da mu- extremamente ne- filhos, exata nunca é citada 1 k MARCÎLIO, Maria Luiza. La v i l l e de S a o P a u l o . Peuplement et population 1 750-1850 ( d ' a p r è s l e s r e g i s t r e s p a r o i s s i a u x et l e s recensements a n c i e n s ) . P a r i s , U n i v e r s i t é d e R o u e n , 1 9 6 8 . p. 93^ I dem. 38 nos registros. assim, bastante em e t a p a tras Apenas C) a posterior da como do o assim dado, século passam tamento pesquisa, listas Desmembramentos durante da a de XVI I ser idade ao ainda da das falecer famílias através da nominativas de Paróquia Nossa de novas Paróquias no , surgirem novos fez registradas Paróquia minucioso o que a reconstituição as A criação mílias declarada e, mesmo aproximada. Portanto, fontes, é de Nossa nas nas Paróquias não foi da criadas realizada complementação de 0£ habitantes. Senhora território novas Senhora será da Luz paranaense, problemas: várias fja Pa r ó q u i a s , de s a pa r e c e j i Luz. Impõe-se durante um o período levaji estu- realizado. 39 ill - A POPULAÇAO DA VILA DE CURITIBA 1. O MOVIMENTO DA POPULAÇÃO DA VILA DE CURITIBA SEGUNDO OS REGISTROS PAROQUIAIS Ill 1. - A POPULAÇÃO O MOVIMENTO OS 1) sa a gráficos, ) e vil, a no Como curvas do tipo gráficos, bastante Senhora novas Paróquias (1757), pó, de na - No região Esta da Igreja SEGUNDO Matriz os dois - (gráfico n? p. ), 2, de No£ 1751-1800 livre primein? por 1, ano o do Alto, anteriormente pequenos evidenciando natalidade três e variáveis p. ci- de Lapa a (1769) a Pitangui sua e e a a mortalidade. Sao de Nossa à da pelos Paróquia criação José de dos Sant'Ana criação, de filiadas de população ilustradas ocorre - números, uma desmembramento XVIII última, do.Capão Senhora Igreja de três Pinhais do englobou la- as do Nossa de ca_ Carmo Senhora Luz. Apesar uma tendência partir A) das período coincidem mentos. oscilações nítida de últimas relação verificadas crescimento décadas ã estudado, fertilidade bém em das no gráfico, populacional, do século população livre, nota-se mais evidente XVIII. Ba t i smos Em à na intervêm paranaense Bárbara no de século Santa a CURITIBA Curitiba vez. que das de da DE estabelecidos (gráfico taxa Antonio (1770). de população considerar Luz. Santo Castro pelas que da vila irregulares, interpretação Nossa DA V I L A óbitos foram uma com a l t a tem-se CURITIBA 1751-1800. natural , antigo, e da à escrava de e são Na Luz referentes perfodo as da tabulação, população DE PAROQUIAIS Casamentos Senhora Após ros DA P O P U L A Ç Ã O REGISTROS Batismos, DA V I L A natural com o s relação não da apresenta população. desmembramentos aos anos onde se da o movimento oscilações Os verifica menor batismos, marcantes, decréscimos Paróquia, de e são devido verificados notados número de tam casa- k2 Os 1767, os pontos 1769, pontos 1773- Nas mais altos Quanto aos batismos, em p a r t e tro camada dessa através mero tel de do clinar" 1 como gráfico também Os 1767, nhãs lação e período até mais de ser pela na verificados gráfico o maior de, sub-regis mobilidade, consideravelmente, confirmando em a u m e n t o menos no maior aumentam, ou 1764, Paróquia. analisado, foi são variação fato cativos século 1759, 1797. também escravos fazenda e maior pelo da população na própria desde 1860, o que "o último em q u e njj qua_r começou ade escrava, vila de tanto nas fazendas dos Curitiba, reflete uma coji económico. o de que o casamentos incide desmembramento 1769, 1773, número os 1762. gerais, uma e 1771, ã de da marcantes 1775 é são sobre e nos anos 1777. 0 nos anos registrados bastante coincidência melhor entre o a problema de população jo- Paróquia. casamentos, escravos, A curva reflete principalmente são maior livre de decréscimos Para partir há do 1757, Casamentos recrutamentos, sinala de crescimento 0 1761, novos do na aumento de B) e de XVIII, Gerais juntura vem, 1794 em . 0 Campos curva: população, décadas século situam-se décadas escravos, da escravos últimas da batismos últimas baixos explicada da.chegada Os nas mais final de 1753» do gráfico 1757, século as 1786,1795,1798. casamentos irregular, o de apenas a notando-se, em referente popu- a lj_ escrava. P I N H E I R O MACHADO, B r a s i l . F o r m a ç ã o da e s t r u t u r a a g r á r i a tradic i o n a l d o s Campos G e r a i s . I n : B o l e t i m da U n i v . F e d . do P a r a n á . Curitiba, D e p t o . de H i s t ó r i a , 3:15, 1963- 43 C) Sepultamentos 0 pois o tribui gráfico principalmente para distorção a como 1 786, so de a relação is pòr de se grande 1756, de sar no povo com tal 31 anno - desta a muito vila Outro endêmico teriam de Foi se a ascendeo provável mal o na infantil,con são nos anos notados de tanto 1754,1756, trazem a indicação que á o estudo a cajj prec_i_ omissos em Paroquia. responsa Vila. 1788 de - "o epidemia ou "peste sucesso que delia de sarampo" conforme o termo notável principiou dysinterias fúria pessoas são seriam Em P a r a n a g u á , de das mais populaçãoda parece, registro cameras trezentas de ao grande de não atacado mortes dezembro Villa quazi situam que d o c u m e n t o s da é p o c a Paróquia. de vehemencia É os encontra-se pela grave, resultados. dificultando varíola, número espalhou contarão Também a neste ? mortalidade, e mortalidade curva, sepultamentos sarampo vereança também da da da um p r o b l e m a 1796. que tecido se de dos escravos,se epidemias Em que altos 1792, respeito. 0 veis para atas- aumento esse mais 1788, As sas grande pontos livres 1 781 , apresenta sub-registro , Os para de s e p u l t a m e n t o s de que,em a acojn gra_s sangue, poucos e dias, fa 1 e s c i d a s . . . que esta epidemia que tudo indica, houvesse atingido Curitiba. que, em C u r i t i b a , é ao a doença de São seria praticamente Lázaro. S A N T O S , A n t o n i o V i e i r a d o s . M e m o r i a h i s t ó r i c a da c i d a d e ranaguá e seu m u n i c í p i o . C u r i t i b a , S e c ç ã o H i s t ó r i c a do Paranaense, 1 9 5 1 , p- 1 7 6 . de P a Museu 44 GRAFICO N2 MOVIMENTO 1 ANUAL OE BATISMOS, CASAMENTOS E SEPULTAMENTOS- 1751 -1800. PARÓQUIA DE N. Sra DA LUZ - POPULAÇÃO C URITISA N:> ABSOLUTOS N^ 1750 N2* ABSOLUTOS 1760 ABSOLUTOS 1770 1760 1790 1800 LIVRE. GRAFICO N2 2 MOVIMENTO ANUAL DE BATISMOS, CASAMENTOS E SEPULTAMENTOS - 1751-1800. PARÓQUIA DE N.Sra DA L U Z - POPULACÃO ESCRAVA. CURITIBA NS» ABSOLUTOS 60 BATISMOS 30 40 30 -E 20 - 10 -E L I L | I | 1 I I |—R~T— I 7 50 I 760 T I I | I I T I I | I I I | ) | 1770 1780 1 I1 I 790 1 I 800 CASAMENTOS N£> ABSOLUTOS 15 _ 10 - 1750 I I | |—'—1—R—I—I—RI—I—| I I I I—N—I I I I—|—R— 17 60 1770 1780 i | i i i i i ii i i| 1790 1600 KA* ABSOLUTOS SEPULTAMENTOS 50 - 40 30 - 20 d 10 T 1750 I 1760 —r | i i i i—i i i i i | i i 1770 1760 I |: iii I i i I II 1790 1800 46 Em c a r t a da Capitania, de Oeyras, Ex.a po dei diz Freguezias; para As no século nesta porem se XIX. Em nais, referentes 1 e n? a Lazaro, mayo de 1768, se fizerio sintomas Os de da população V. algum tem em t o d a s e em as di- queixa, a melhoram vacinação protestos da tendência. eliminar foram as aplicação população. sepu1tamentos. 1751-1800. livre. oscilações as acontecimentos, estão A População calculadas apenas anti-variólica, em C u r i t i b a . escrava. resultados a remedio". população de que voracíssima e ordem Conde pessoas casamentos, anuais, ao esteve batismos, de Governador de preces em m u i t a s depois de o dirigindo-se - ljnhas cada 1770, S. q.1 e de de provocado livre movimentos gráfico de sanitárias havendo livre. mal descobrir finalidade dos Souza, declarando DECENAIS prias março l80 5"é ' i n t r o d u z i d a grandes Com a população vio pode População As 10 i n i c i a 1mente, MÉDIAS de terrível de de tristíssimos nao compulsória, 2) se os 28 Capitania condições em P a r a n a g u ã , era "o de Antonio em c a r t a partes a qual Luiz que conta amortecido ferentes D. datada bruscas,pró médias em evidenciados, dece- relação no quadro a n? 3- DOCUMENTOS i n t e r e s s a n t e s p a r a a h i s t ó r i a e c o s t u m e s de S ã o P a £ l o . S ã o P a u l o , S e c r e t a r i a de E d u c a ç ã o e C u l t u r a , 34:205-206. 1901. 47 QUADRO Médias decenais sepu1tamentos de N? 1 batismos (Sep.). (B) , Paróquia da casamentos Nossa (C) Senhora e da Luz 1751-1800 Popu1açio B DÉCADAS SEP. C 1751-60 129,7 20 , 1 35,2 1761-70 115,8 25,5 25,4 1771-80 1 22 , 2 25,3 Al,7 1781-90 184 , 9 31 , 2 80,4 1791-1800 238,8 41 , 2 80,7 EXAME a) flete DE CADA RESULTADO OBTIDO B a t i smos 0 Luz. Livre as pequeno- d e c l f n i o perdas A partir batismos de da observado território segunda registrados na da metade no período Paróquia da Paróquia, década de 1761-70, re_ de Nossa Senhora da de 1770» aumentam os correspondendo ao crescimento popu1ac i ona1. b) Casamentos A média decréscimo do no anual, período desmembramento das mos, epidemais, devido a As número de da que duas de 1751-60 , é 1 761-70 Paróquia, nio grande entre teriam o décadas da 20 1 77 1 - 80 , problema tanta fertilidade últimas e de dos influência casamentos. Há representando um além recrutamentos sobre os e batis- população. apresentam aumento sensível do casamentos. 48 c) Sepultamentos As tibanos ro de epidemais estio óbitos que ameaçavam, evidenciadas registrados, das analisadas. uma população As médias sujeita às nos de acréscimos principalmente decenais leis modo da constante, os cur_i_ consideráveis do núm£ nas demonstram duas que últimas se trata déc£ de natureza. 49 GRÁFICO N2 MEDIAS 3 DECENAIS - I 751-1800 PARÓQUIA DE N. Sra DA LUZ - POPULAÇÃO CURITIBA BATISMOS S E P U L T A MENTOS LIVRE. AS GRANDES As médias tabelecidas da Os f i co n? LINHAS DE decenais, mesma forma resultados TENDÊNCIA. para que são a POPULAÇÃO população para a escrava, população demonstrados pelo ESCRAVA foram es livre. quadro n? 2. e grá- 4. QUADRO Médias decenais sepu1tamentos de N? batismos (Sep.). 2 (B) , Paróquia de casamentos Nossa (C) Senhora e da Luz 1751-1800 População DÉCADAS escrava C B SEP. 1751-60 27 , 3 • • 6,4 1761-70 24 , 0 6,1 6,2 1771-80 23,7 5,7 »3,7 1781-90 47,8 6,1 26,8 1791-1800 47,9 4,0 18,2 Observações: a) ... média b) Foram ção is V" desconhecida. considerados atas de como escravos, batismos, os em filhos r e de l£ mães escravas. c) Foram os EXAME a) DE CADA notada mento nas casos em q u e RESULTADO o casamentos noivo era de escravos, escravo. OBTIDO B a t i smos Verifica-se, cia considerados para os últimas em relação livres: décadas. aos declfnio Este escravos, nos aumento a mesma tender^ primeiros, decênios, de batizados de aiu escra- 51 vos pode ser propiciado explicado pela pelo criação e incremento venda de da gado, economia paranaense, proporcionando a com pradeescravos. b) Casamentos Registrados os matrimônios que as de dos cativos são social, de de c) o que do masculino sexo no número a seguir. 18,2 pode sentidcTda oscilações ser e em pequeno são explicado mais pelo também por não legalização das uniões interessante tendência, de óbitos Enquanto permanece no As são entre é o número, livres e número acentuadas maior haver número tanta entre pres- escravos. relativamente signif_i_ escravos. Sepu1tamentos o óbitos em d i a n t e , escravos. casamentos A tos 1762 livres, Um f a t o cativo, de de em g e r a l , registrados, no que, livres, para praticamente escravos, decênio acompanha de uma a os mesma, média de a período nas 26,8 a dos livres. 1761-70, média de duas últimas em 1 7 81 - 9 0 , Diminui aumentando sepultamendécadas,os cai para posterior. 52 GRAFICO N? 4 MEDIAS DECENAIS - 1751 -1800 PARÓQUIA DE N. Sra DA LUZ- POPULAÇÃO ESCRAVA CURITIBA •BATISMOS CASAMENTOS CASAMENTOS BATISMOS -10 30- 40- 30- - 6 20- -4 10 - 1750 ~i 1760 r BATISMOS S E PULTAM E N T O S 1770 1780 T 1790 I 800 3) Movimento anual samentos 0 çao livre te, número, da levou anual dos de vila a 0 gráfico de crava, apresenta membramento ção população .linha e Paróquia de decréscimo no de ano vila com MÉDIAS em e e de que bastardos será na ca popula analisado entre crianças duas o adian movimento legítimas. dos (Da de até da de aos 1777, movimentos população crescimento acontecimeji livre e es populacional, consequência do des_ recrutamentos. evolução a séries referentes óbitos 1769 do movimento de matrimônios concordância, em linhas e na_s gerais,en eventos. do número seguinte, n? de 5 de do parece Curitiba elevada DECENAIS taxa - casamentos número de A eliminar fim de cálculo linhas de das confirmar no de século é acompanhado batismos, com pe; exce- as característica XVIII, de crianças População oscilações médias uma da tipicamente pré- fecundidade. Batismos -I75I-I8OO. grandes as nítida samentos ao e 1777• gráfico' Malthusiana, ás casamentos 1757, séries da de anteriores, nota-se 0 cedeu-se ilustra legítimos, ano k) 5 a declínio, do batizados legítimas livre. comparativo de os uma em da duas expressivo, grafico Comparando 0 lo n° batismos, com d e c l í n i o s as e de crianças População C u r i t i b a , fenômeno como anuais tre de de anexo). 0 gráfico, cimentos bastante confecção em batismos 1751-1800. casamentos brutos tos. - de decenais, legítimas e ca- Livre. do movimento anual,pro estabe 1ecendo-se assim tendência. 54 QUADRO Médias decenais casamentos de batismos (C). N° 3 de Paróquia crianças de Nossa legítimas Senhora da (B) e Luz 1751-1800 Popu1açiò DÉCADAS B 1751/60 112,4 20,1 1761/70 96,8 25,5 1771/80 97,1 25,3 1781/90 137,1 31,2 1791/1800 167,9 41,2 0 movimento gráfico década,é terior, dente no décadas n? 6 ilustra o C quadro acima, demonstrando o decenal. Batismos meira Livre de atingindo período de filhos 112,4 a legítimos batismos cifra 1771-80, de - A média anuais. 96,8, para crescimento Declina iniciar mais durante no pri- decênio movimento acentuado a nas pos_ ascen duas finais. 55 GRÁFICO N® 5 MOVIMENTO ANUAL CASAMENTOS PARÓQUIA DE DE BATISMOS DE CRIAMCAS LEGITIMAS E 1751 -1800. N. S r a DA LUZ - POPULAÇÃO LIVRE. CURITIBA BATISMOS CASAMENTOS GRAVICO N2 6 MÉDIAS DECENAIS-BATISMOS DE CRIANCAS LEGÍTIMAS E CASAMENTOS-1751-1800. BATISMOS I CASAMENTOS 56 5) Os movimentos tamentos Os tidos as - 1751-1800. efeitos com m a i o r mudanças sazonais de População produzidos intensidade climáticas são batismos, nos pelas e sepuj_ 'ivre mudanças pafses mais casamentos de sazonais clima são temperado, seji onde acentuadas. k Em C u r i t i b a , c o m o tações são relativamente um m o v i m e n t o sazonal bem em S a o Paulo imprecisos. delineado , No os limites entanto, entre pode em relação aos pelo gráfico n? as es_ apreender casamentos e sepu1tamentos. 0 quadro visualização desse n? A, ilustrado fenômeno 7, permite a demográfico. MARC T L I 0 , M a r i a L u i z a . La v i l l e de S ã o P a u l o . P e u p l e m e n t e t po pu 1 a t i o n . 1 750 - 185 0 (d ' a p r è s T e l r e g i s t r e s p a r o i s s i a u x e t les recensements anciens). R o u e n , U n i v e r s i t é de R o u e n , 1 9 & 8 . p172-178. 57 QUADRO N ? 4 Movimentos sazonais Paróquia de Nossa Senhora da Luz 1751-1800 População Livre A) MESES N9s absolutos N?s diários corresp. N9s diários prop. Batismos J 680 21,93 100,88 B) MESES N9s absolutos N?s diários corresp. N9s diários prop. N9s absolutos N9s diários corresp. N9s diários prop. co 656 23,22 106,82 M A 611 19,70 90,62 M 600 20,00 92,00 J J 623 20,09 92,42 581 19,36 89,06 A 592 19,09 87,82 S 668 21,54 99,09 O 684 22,80 104,88 N 671 22,36 102,86 D 773 25,76 118,50 TOTAL 775 25,00 115,00 7.914 260,85 1.200 Casamentos J F 147 4,74 120,35 C) MESES F 176 6,23 158,18 M A M 22 0,70 17,77 70 2,33 59,16 J J 114 3,67 93,18 129 4,30 109,18 A 160 5,16 131,01 S O 137 4,41 111,97 149 4,96 125,94 S O 225 7,25 100,67 249 8,30 115,25 N 131 4,22 107,15 D 147 4,90 124,41 TOTAL 51 1,64 41,64 1.433 47,26 1.200 Sepultamentos J 199 6,41 89,00 F 177 6,26 86,92 M A 198 6,38 88,59 227 7,56 104,97 M 205 6,61 91,78 J J 218 7,26 100,80 A 263 8,48 117,75 N 250 8,06 111,91 D 203 6,76 93,86 TOTAL 220 7,09 98,44 2.634 86,42 1.200 GRÁViCO \n N2 7 MOVIMENTOS SAZONAIS - PAROQUIA DE N. S r a 1751-1800. DA LUZ - POPULAÇÃO LIVRE - CURITIBA. A) Ba t i smos Visto ção em relação movimento é tata um m a i o r bro, e mês de sido do nascimento, batismos notado número de nos batismos meses calcular o gráfico muito bem nos de o mês de A p e n a s se fevereiro inverno, junho curitibana respeita os concep o significado. delineado. meses de representando seu de população Advento, considerados Católica. Este populações como as Paulo de São mogrãficos de 0 fevereiro, dezembro tão havendo cisamente de Mogi e e cons novem julho. ocorre uma como vilas das o queda a pelos para períodos os da brasileiras, e Quares- casamentos, preceitos Cruzes, de religião na também pela mesma nos é nc) época, estudos de francesas diminuem marcante os maior número muito acentuada matrimónios, verificada em de casamentos no mas mês não é é o de de março.Em uma diminu_i_ março. Sepultamentos Os mais onde também C) e paróquias mês impróprios respeito em o u t r a s ras perde um m o v i m e n t o tado ção possível Casamentos A Igreja ter um d e c l f n i o B) e ao sazonal Não ma nio no óbitos ocorrem mês julho, baixas. incidências de de Em a b r i l óbitos, em m a i o r quando e sendo número são setembro meses de no inverno, registradas também são mudanças as mais pr£ temperatu- notadas maiores sazonais. V e r o s e s t u d o s de m o v i m e n t o s s a z o n a i s d e S ã o P a u l o e Mogi das Cruzes in MARCÍLIO, op. c i t . , p . 172 e s e g u i n t e s . Em r e l a ç ã o à F r a n ç a , v e r GAUTIER, E t i e n n e 6 HENRY, L o u i s . La p o p u l a t i o n de C r u l a i , p a r a o i s s e normande. P a r i s , I N E D , 1 9 5 8 . p . 61 e s e g . 60 2. EXPLORAÇÃO SUMÁRIA DOS DADOS 2. EXPLORAÇÃO 1) Taxas SUMARIA brutas População Para cialidade foram e a 1776 , os de (Cf. A população Os de espaço tempo 0 número a de de talidade de por tilidade fisiológica de ta de é 1783 e mil, Da que mesma é de da vila ao 1786, a 61,A de nup- Curitiba, h a b i t a n t e s nos 1792, 1898 e 1 800. XVIII). Gerais da população válida População média, para da para o meados do anos. Ora, uma de século Mapas considerada, taxa número avaliação da obteve-se proporção resulta a elevada, por ã da mil. avaliou-se a entre taxa mas população inferior forma livre no calcular habitantes, Curitiba 1798, pelos nove época natalidade, Curitiba habitantes, médio média mortalidade de 1785, 1783, de registrados. 50 e brutas referentes permitem base, Durante nascimentos Vila taxas população fornecidos em 3 - 7 1 8 de da 1 782, da Curitiba, perfodo, das dados 1778, dados nupcialidade livre mortalidade utilizados DADOS natalidade, avaliação anos vila de DOS média os bruta de batismos média correspondendo de tipo vila de antigo. taxa bruta São 186 e de à fer- A t a x a b rju Paulo, entre 6 a média de nupci£ 1 i dade. Para re, xa no ge período bruta liada uma média par.a 7,5 por a população analisado, de de 3-718 média de 3.6 nupcialidade Paróquia mil7, a média mas francesa inferior i pessoas livres, casamentos, de 9,68 de Tou rou v e - a u - Pe r che , de São por mil, sendo Paulo, superior que é de que oco_r a ta- a ava atin- 10,6 por mil8. 6MARC["LI0. op. cit. p; 186 7CHARBONNEAU, o ègles, Hubert. Tourouve-au-Perche Paris, I N E D , 1 9 7 0 . p . 65 - MARC Í L I 0 , op. ci t. , p. aux XVII 6 et XVIll e sj 187 62 Para problema o ano de tantes, 1784, a avaliação muito grave A de fim 1785, e 1786 e por as bruta a média o média da de de morta 1idade,um sub-registro omissões população calculou-se 1785, 59 a taxa apresenta: contornar com A média de se da das de óbitos. fontes, vila recenseada óbitos ocorridos escolheu-se em 3 . 5 1 7 habi em 5 a n o s , 1783, 1787. de s e p u l t a mentos óbitos,resu1tando uma taxa registrados bruta de nestes 5 anos foi de 17,9 mortalidade mi I . A qualidade vel por dica, taxa é tão muito das fontes baixa. maior que parece 0 sub-registro o estimado ser de para a principal óbitos, ao nascimentos responsa q u e t u d o i-ji e casamen- tos . A diferença 50 por 17,9 mil, por em 3 , 2 % e a mil, para o 2) chamam libato de de média de natalidade, mortalidade, média de avaliada crescimento da de em população deve da taxa de crescimento ser, encarada com populacional reservas, devido é ao mortalidade. estudo a do atenção locais de fenômeno do para origem da nupcia 1idade , .vários pesquisador: homens e e cálculo mulheres; residência dos da elemen- frequência frequência esposos, de no doce recasa momento casamento. Dados riam não e taxa bruta considerado. avaliação definitivo, mentos; do média na taxa Nupc i a 1 i dade No tos bruta período elevada, sub-registro a resulta Esta bastante taxa entre ser foi mais obtidos ainda completos através conseguido da sobre a nupcialidade reconstituição para a Paróquia de de somente famílias, Nossa Senhora pod£ o que da L u z . 63 A) Proporção A res, foi proporção calculada Os xo e da de Vila. do a civil, pessoas (Em de, ou as anexo não dados pessoas a das d e f i n i t i v o , para atas óbitos, se uma avaliação casavam, e mulbe sepu1tamentos. tabulados por faixa aproximada dentro da etária, da se porcen- população livre brutos). porporção que de homens do faleceram celibato solteiras, definitivo com 50 conside anos de ida igual ou su- ma i s . A perior de permitem que definitivo celibato partir Calculou-se rando-se celibato registros estado tagem do a repartição 50 anos, é de a óbitos, por e idade, seguinte: QUADRO Idade sexo e Paróquia Estado de N? Civil Nossa 5 ao Senhora Falecer da Luz 1751-1800 Popu1 ação PERÍODO 1751/1800 Soltei ros Casados Vi úvos TOTAL SEXO L i v re MASCULINO SEXO FEMININO 52 44 2 42 93 87 161 381 298 64 A e mais,, é proporção de A tros de parada frequência definitivo "9 mu 1he r e s • dos atinge 32,4% casamentos de anterior do o dos 50 anos 14,76%. baixa, os segundo os principalmente Paulo, para regis_ se com onde a proporção do homens e 42,9% as registram, cônjuges. do Durante estado de com para recasamentos sacramento em q u e solteiros, definitivo, em S ã o As atas é muito de registros. casos celibato Frequência civil validade do falecidos mulheres encontrada ce1ibato tado de apresenta-se situação B) homens 13,64%; - a óbitos, ã de o A civil frequência, preocupação matrimônio período com explica 1751-1800, anterior dos a da Igreja es com a meticulosidade ocorrem esposos o não apenas ê 16 especifj_ ca d o . 0 mentos, pas 9 de quadro segundo 25 MARCÍLI0. o n? 6 demonstra estado civil a repartição anterior dos do número cônjuges, de casa por eta anos. op. cit., p. 191 65 QUADRO Frequência Paróquia de N? de 6 recasamentos Nossa Senhora da Luz 1751-1800 População CASAMENTOS DE: solteiro - solteira solteiro - viúva so1 t e i ro - i nde t . viúvo - viúvo Livre 1751/75 1776/1800 532 735 23 23 3 5 37 62 solteira -viúva indet. - 1 solteira TOTAL das, parcela samentos, considerando relativamente entre 1751 para as mulheres. para os homens, 0 partição as No 6 597 836 n? proporcional matrimonial de 597 situações 1775, para 7 é anterior as 592 dos de 1776 permite dos matrimoniais insignificante, perfodo 3,^0% quadro do e - 1 indeterminado Não 5 - 6,25% a a para 1800, a indetermina^ proporção os de h o m e n s ; de porporção éde reca3,89% 8,22% mulheres. uma visão casamentos, esposos é de conjunto para os conhecido, sobre quais sobre o o a r£ estatotal casamentos. 66 QUADRO Repartiçao N? 7 proporcional Paróquia de Nossa dos casamentos Senhora da Luz 1751-1775 População MARIDO .t . solteiras solteiros -SA viuvas ESP0 89,86% viúvos o casamentos, perPodo os 6,25% 3,89% 1776-1800, excluídos 93,75% - 96,11% Para Total 3,89% 6,25% T 0 T A L 825 Livre II a 100,00% repartição casos proporcional indeterminados, ê a de se- guinte: QUADRO Repartição N? 8 proporcional Paróquia de Nossa dos casamentos Senhora da Luz 1776-1800 População MARIDO s o l t e i ras so l t e i r o s TOTAL casamentos as é ESPOSA viúvas 89,09% viúvos Como Livre se Tota 1 91 , 8 8 % 2,.79% 7,51% 0,61% 8,12% 96 , 6 0 % 3,40% 100,00% observa, relativamente a proporção elevada de para ocorrência os homens, de segundos menor para mu 1he r e s . 67 É casamentos 1775; a interessante entre apenas proporção entre livre riores, pois de que ocorressem nenhum 25 anos foi mais caso pequena e incidência declarado posteriores. viúvos sobre e a estão possível nem entre Também solteiras é bem de 1751 se e n o t a que maior de sujeitas verificações de de a o processou da residência frequência eliminar se próximas recasamento Origem da que viúvas. geográfica, Paróquias - Curitiba não nas C) e constatação entre observações pui'ação mobilidade nos núpcias solteiros As viúvos 5 casos de a efeito o Curitiba. pertubador de £ bastante em o u t r a s esposos, no napo poste- levantamento curitibanos dos recasamentos da dados provável Paróquias. momento do casarnen_ to 0 juges cela levantamento permite da contato a As a local visualização população, com do a Vila, do avaliação de movimento dos principalmente situações origem encontradas e migratório locais de dos côji uma pa_r que estariam em maior da economia do gado. através foram residência divididas em q u a t r o ca- tegorias: 1) a dos indivíduos nascidos e 2) a dos indivíduos moradores, moradores mas não na Paróquia; nascidos na P£ róq u i a ; 3) a dos cônjuges radores 4) a na mero, o dos da "estrangeiros", não nascidos nem mo Paróquia; indivíduos de origem i n d e t e r m i n a da , m o r a d o r e s Pa r ó q u i a . As situações de origem que prejudica em p a r t e indeterminada os resultados são em g r a n d e nú- obtidos. 68 QUADRO NP 9 Origem e residência dos cônjuges no momento do casamento Paróquia de Nossa Senhora da Luz 1751-1800 População Livre Sexo Masculino Perfodos 1751/60 1761/70 1771/80 1781/90 1791/1800 Total de Casamentos 201 255 253 312 412 Nascidos e moradores na Paróquia Moradores, não nascidos na Paróquia Origem indeterminada, Estrangeiros moradores na Paróquia N9s absol. Por 1000 N?s absol. Por 1000 N?s absol. Por 1000 N9s absol. Por 1000 97 146 145 192 168 483 573 573 615 407 58 101 70 90 57 289 396 277 288 138 1 1 7 10 19 5 4 28 32 46 45 7 28 20 168 224 27 111 64 407 129 223 206 267 232 642 875 814 856 563 16 16 22 15 7 35 63 63 71 36 64 16 27 21 165 318 63 107 67 400 Sexo Feminino 1751/60 1761/70 1771/80 1781/90 1791/1800 cr» 201 255 253 312 412 1 5 — — 3 2 12 6 — — Como nio nascidos ê natural, o número de na Paróquia é bem m a i o r cônjuges que do sexo masculino o verificado p a r a as mu 1he r e s . 0 gem d a s Luz, quadro pessoas entre 1751 n? que e 10 se traz das em ã reta, na Paróquia dos de locais Nossa de Senhora ori da 1 800 . localização linha especificação casaram A classificação obedeceu a das localidades geográfica, sobre o mapa. sendo de origem as distâncias Adotou-se a dos noivos calcula- seguinte classifi- cação : Categoria nhora da Categoria próximas Categoria mais A - cônjuges nascidos na Paróquia cônjuges nascidos em v i l a s N o s s a Se Luz; B da Paróquia - até C - cônjuges distantes da 100 nascidos Paróquia em v i l a s - entre 100 e D - cônjuges nascidos em o u t r a s Categoria E cônjuges nascidos no - índias de Espanha, ou da Capitania, da Capitania, km. Categoria Espanha, de 6 0 0 km. exterior Africa Capitanias. - (apenas Portugal, os fo_r ros) . Categoria F - indeterminados. 70 QUADRO N9 10 Local de origem dos esposos Paróquia de Nossa Senhora da Luz 1751-1800 População Livre Categoria A — da Paróquia de Nossa Senhora da Luz 1751/60 M H* N.Sra. da Luz 97 129 1761/70 M H 147 223 1781/90 M H 1771/80 M H 213 151 1791/1800 M H 266 194 170 Total M H 230 759 1061 38 2 10 34 49 8 3 2 6 15 Categoria B — Vilas da Capitania próximas da Paróquia, até 100 km 2 Antonina Castro Lapa Paranaguá São José dos Pinhais 3 — — — — — 4 1 — — 1 1 12 1 — — — — 1 6 5 1 — 2 2 2 8 19 — 8 4 — 12 — 6 1 2 2 8 9 1 8 8 20 2 1 — — 4 Categoria C -- Vilas da Capitania distantes da Paróquia, entre 100 e 600 km Apiaí Atibaia Araçariguama Cananéia Furnas Guaratinguelá Guarulhos 1 guape Itanhaém llapeva Itu Ja carey Jundiai Mogi das Cruzes Mogi-Guaçu Mogi-Mirim Paranapanema Parnaíba Pindamonhangaba Santos São Paulo São Roque São Sebastião Sorocaba Taubaté Ubatuba — — — — 1 1 — 1 1 - - — - — — — — — — — — — — — — 4 1 1 1 • — — — — — — — — — — — — — — — 2 1 2 1 4 3 — — 1 1 1 2 5 — — 1 — — — — — — — — — — — — — — — 1 4 3 2 — - — - — — — — — — — 1 3 5 — — 6 — — — — — 1 • — — 7 6 4 5 35 — 3 17 13 — 4 1 — — — — — — 1 — — — — — 1 — 1 1 — — — 1 1 — — . - 1 3 1 6 8 2 1 1 1 2 — - — — 8 1 1 1 3 — - 1 1 — — — — 1 1 — — — — ' 2 2 1 1 — — — — — — 3 ' — — — — — — — — — — 1 6 — — — 7 1 — — — — — - — — 1 1 - — — — . — — 2 2 3 1 1 7 2 3 2 - — 2 1 2 — - — — — 1 ' - — 1 1 — — — • — — — — — — • — — — 5 3 3 2 10 - — — — — 1 1 — — — 1 — — 1 — — — — — — 1 3 4 — — — 1 — — — — — — — — — 2 1 — — — — — 2 10 1 — 6 1 1 — — Categoria D — Outras Capitanias 1 2 Minas Gerais Rio de Janeiro Rio Grande do Sul Santa Catarina — • 6 _ — — 1 12 — _ 11 4 1 3 — — 1 — — 2 — 4 2 • — — 2 2 3 — — — 7 — — 3 — 1 — — 19 23 1 20 3 — — 2 Categoria E — Exterior África Espanha Indias de Espanha Portugal 1 — — 17 — 2 2 1 9 — — _ — — 21 — — — — — — — — — — — — 1 14 1 10 1 4 1 71 — — 2 Categoria F — Indeterminados TOTAL 46 67 10 18 30 24 21 23 161 171 268 303 201 201 255 255 253 253 312 312 412 412 1433 1433 d H — Homens M - Mulheres 71 O quadro a seguir resume QUADRO Local de Paróquia o N? origem de anterior: Nossa 11 dos esposos Senhora da Luz 1751-1800 População ESPOSO O R I G E M DOS ESPOSOS a) da b) de Livre rfÇs.Absol. Paróquia ESPOSA Por 1000 N?s.Absol. Por 1000 759 530 1.061 741 133 93 34 24 133 93 28 1 r\ c. u n i as 63 44 5 3 e) do 77 54 2 1 f) 1ndetermi nado 268 1 86 303 21 1 vilas tan i a c) de da - 100 vilas tania da de km Ca p_i_ distantes 100-600 d) Cap i km outras Capita exterior TOTAL Nota-se a própria Paróquia. res se de que maioria, aos homens, nha ã ou t r o s 1 . 000 1 .433 grande Nos casaram ou seja, nota-se Paróquia: em 47% 50 incidência anos Curitiba 74%, maior dos era esposas analisados, nascida ocorrência homens de e r a m .de que apenas outras na de 000 1 .433 originárias 372 casaram em mulhe- local idades.A Paróquia. casos das de Em origem Curitiba da gra_n relação estraeram de 1 oca i s. 72 Quanto aos tra-se a rio Portugal, do de ocorrência Reino. trópole, sa e ro de o cônjuges de 71 as perfodo As d i f i. c u 1 d a d e s esposos cônjuge e na 5,3% mulheres, no espanhola casamentos atingindo Entre provenientes a da onde o noivo proporção apenas duas Metrópole, de regis- era originá- esposos haviam oriundos nascido na Me- considerado. de América de. o r i g e m espanhol; contato parecem de as colônias confirmadas espanhola: 1 caso entre 4 casos esposo pelo de portugue- pequeno casamentos originário de nurruB em que fndias de Espanha. 3) A m o r t a l i dade Estudos ra da Luz registro lidade des no de não dos o da século óbitos são que da o movimento de 0 no do dificultados falhas ao nos dados. o perfodo durante dados de existentes um a s p e c t o de Nossa extremo As Senhc) pelo sub- causas da morta estudado, as ida- permitiram importante da uma análise, mortalidade- infantil registro idade, de quadro das pode infantil, sazonal esboçado n? 12, e falecidas estabelecer-se entre crianças crianças 1751 e com o um a n o gráfico o movimento 1 8 0 0. corresponde n° Convém apenas de à sal de com sazonal ientarque parcela idade, 8 antes regi£ incompleto. ilustram este fenôme- demog r á f i c o . Como lor Paróquia infantil. de óbitos na aproximadas. os Mortalidade um a n o são pelas superficial, mortalidade trada e entanto, Através pletar mortalidade XVIII sao mortalidade A) a mencionadas falecidos No ainda sobre do que realidade: as pelo maior crianças frio, a são, curva númerode em de óbitos geral, mais movimento de afetadas sazonal crianças de pelo reflete baixa c£ esta idade 73 o corre no mês de fevereiro, para aumentar novamente em j u l h o e oju tub ro. 0 te do movimento encontrado para A avaliação nou-se culos âs impossível, resultaram taxas atuais sazonal o de total taxa devido em t a x a s de de da mortalidade população bruta aos aquém livre, mortalidade problemas muito mortalidade de infantil da já já é diferen- analisado. infantil mencionados. realidade, Os torcáj_ inferiores infantil. 74 QUADRO N? 12 Movimento Sazonal de Mortalidade Infantil Paróquia de Nossa Senhora da Luz 1751-1800 População Livre N9s absol. N9s diários corresp. N9s diários prop. 64 67 49 Total M M MESES 60 48 66 73 54 68 74 51 63 2,06 2,43 1,58 2,00 1,54 2,20 2,35 1,74 2,26 2,38 1,70 2,03 110,85 120,14 78,12 98,88 76,14 108,77 116,19 86,03 111,74 117,67 84,05 100,37 737 24,27 1.200 GRAFICO N£ 8 MOVIMENTO SAZONAL-MORTALIDAOE INFANTIL-POPULAÇÃO LIVRE 1751 - 1800. PARÓQUIA DE N.Sra DA LUZ - CURITIBA 76 k) Crianças ilegítimas Popu1 a ç ã o 0 ra ê ral do nhor por sistema e formaçio, de mas uma inúmeras A Igreja a te de aumento Entre 1751 errante a Paróquia encontra-se um t o t a l ilegítimas e A dizer; para cada brasilei consequência relações de uma natu- entre se- sociedade em a legalização de de uniões, casamentos. Senhora da extra-conjugais Luz e permite conseqUen- população. um t o t a l de 1.810 proporção cem colonial aventureira. Nossa na para gistrados, quer as celebraçao relações 1 800 , expostas. e de ilegítimos e uma facilitando para das filhos Seria dificultava exigências extensão sociedade c a r a c t e r f s t i ca população na na autores. também situação visualizar bastardia vários A própria pelas da escravocrata, escravo, expostas livre problema apontado e de de 7-914 batizados batismos de ilegitimidade nascimentos, 23 casos de re_ crianças atinge filhos 22,86%, ileg_í^ t i mos. Esta mesmo período, Mas, róquias se MARCÍLIO, GAUTIER op. é de é inferior 39%; comparada elevada. ilegitimidade l0 n que francesas, bastante a proporção a com Em C r u l a i , cit. & HENRY. p. op. encontrada em S ã o Paulo,no aproximadamente.^ as porcentagem atinge a proporções de encontradas ilegitimidade p£ em C u r i t i b a por exemplo, no período a proporção de 0,9%-^ apenas nas 1750-1799, 183 cit. p. é Ô7 . 77 Os do fenômeno, tre os quadros 12 e n? acompanhando o aumento livres, por n? 14 proporcionam de uma visio clara nascimentosi1egftimos en décadas. Frequência de QUADRO N? 13. batismos de crianças Paróquia de Nossa Senhora ilegítimas da Luz 1751-1800 Populaçao BATISMOS T O T A L DE BAT 1S MOS DÉCADAS Livre Números DE CRIANÇAS absol. ILEGÍTIMAS Por 100 1751/60 1 .297 129 1761/70 1.158 119 10,28 1771/80 1 . 222 139 1 1 ,90 1781/90 1 . 849 294 .15,90 1791/180 0 2.388 399 16,7! TOTAL 7-914 1 . 080 13,64 As aumento, lação, duas tanto como de pode últimas décadas batismos, ser como observado 9 ,95 do período de crianças pelos dados bat. sio marcadas ilegítimas brutos (Anexo por na um pop^ l). 78 QUADRO Frequência de N° batismos Paróquia de de Nossa crianças Senhora expostas da Luz 1751-1800 População BATISMOS T O T A L DE BAT 1SMOS DÉCADAS Livre Núme r o s DE CRIANÇAS absoI Por EXPOSTAS 100 bat. 1751/60 1 .297 44 3,39 1761/70 1.15 8 71 6,13 1771/80 1 .222 112 9,17 1781/90 1 . 849 184 9,95 1791/1800 2.388 319 13,36 TOTAL 7-914 730 9,22 Entre ças 1791 abandonadas , anças a fra 30% de em proporção entre há um c o n s i d e r á v e l 1 80 0 Curitiba. seriam expostas XVIII, e de os Como ilegítimas, ilegitimidade nascimentos cons idera se na aumento última atinge que década a registrados. de crian todas as 'do cri século significativa (Em anexo ci- os dados brutos). 5) Os nomes P o p u 1 ação. Para todos os e para meninos samento e vo. foi Não de de dos de da mais que, para sepul tamento, pela os usados, incluindo população crianças como possível, nomes batismos, salientar-se registros os Livre expostas, Deve aparecem Curitiba estudo registros legítimas to o em livre poucas as meninas. binomes crianças de vezes, batizadas são documentação, foram com utilizados legítimas, j_ Curitiba. na época nomes Porém, nas em n ú m e r o apreender estudada, duplos, atas tan- de c£ s i gn i f i c a t_i_ quando seria 79 adotado o segundo momento do nome, já a confirmação era ministrada no batismo. A distribuição recem que vinte vezes ou dos mais, nomes, por década, QUADRO Frequência de nomes, Paróquia relacionando N? segundo de a que apa seguinte: 15 os Nossa é aqueles registros Senhora da de batismos Luz 1751-1800 Popu1 a ç ã o MEN1 NOS NOME N° s . % Abso1 . 565 14,17 F r a n c i sco 504 12 , 6 4 José 501 12 , 5 7 Anton i o 413 1 0,36 João 319 8,00 Joaqu i m 2 1 o 5,27 Salvador 1 03 2,58 Bento 45 1,13 Miguel 45 1,13 Inácio 43 1 ,07 TOTAL 2. 748/3-987 os Para das de Manoel , F ranc i sco , 68,92% centena foram de de batizados nomes Maria 25,67 Ana 542 13,80 F r a n c i s ca 197 5,02 1 sabei 137 3,49 Gertrudes 134 3,41 Rosa 95 2 ,42 Qu i t é r i a 74 1 ,88 Joana 71 1 ,80 Anton i a 51 1 ,30 J o a q u i na 34 0,87 Rita 29 0,74 Josefa 25 0,63 Escolástica 22 0,56 com 50% José e 6 diferentes, dos nomes Antonio, nomes batismos dez % 1 . 008 quase 3-987 Abso 1 . 2; 419/3-927 recaem sobre Num t o t a l N ? s. 68,92 men i n o s , preferênc ias MEN1 NAS NOME Manoe1 aos Livre nomes dados enquanto 61 , 5 9 l i m i t am-s e quase 20% diferentes. registrados apenas, levantados no para de meninos mais de uma perfodo. 80 Em Maria relação e Ana, is enquanto meninas, 22,12% 39,^7% estão dos nomes distribuídos dados entre s ã o os de outros 12 nomes. Para no período nas, um t o t a l estudado, contando-se, 3-927 61,59% para Geralmente, t a uma h o m e n a g e m D 1 12 Paulo de os a aos da 50 escolha anos, escolha santos, batismos do meninas,registrados recai mais nome costume de de sobre cem dado nomes nomes no também 13 ap£ diferentes. batismo represejn constatado em São 13 Como cem em g r a n d e rindo, na número Florentino, Floriana, fa, não são MARCÍLI0. José, op. Sao , também derivados de correspondentes em Curitiba "flor": para o apara F1 o r i a n o , F1 ci sexo feminino: Florência. nomes com Joaquina Maria, cit. Paulo nomes seus usados Escolástica, Francisco, 12 e dos de os Florinda, Vários XVIII, vila p. usados, na frequência, ou Ana, segunda na Gertrudes. Isabel, metade atualidade, Porém nomes permanecem em do como como século JoseManoel, uso. 95 ^Idem. 81 IV - CONCLUSÃO IV A população século muns XVIII, aquelas objeto de da CONCLUSÃO vila apresenta, em encontradas estudos - de Curitiba, linhas nas gerais, populações semelhantes e, na segunda metade características das Paróquias naturalmente, da do co francesas vila de São Paulo. É zada pela uma população taxa alta de tipicamente natalidade, pré-Ma1thusiana , que compensa caracteri a alta mortalj_ dade. Porém, vre, te o grande o alto número particularidades que esta Reino, se e a índice de de povoando imigração crianças uma is da a forçada instabilidade pelas prio guerras comércio da de gado, populaçao dentro l_i_ claramende um país espontânea,vinda da Paróquia, instabilidade extensão população do africanos. habitantes pela do trânsito escravos na demonstram imigração população, itinerante uma expostas, de de dos sulinas, r a c t e r í s t i ca s de ilegitimidade região custas Os d e s l o c a m e n t o s nando de da essa Paróquia demonstram aventureira, condicÍ£ e favorec_i_ pelo claramente marcada pró as pelo c£ s i s t JB maescravocrata. Também, a presença "administrados", vidão o que disfarçada, não de índios, deixa concorre para de legalmente constituir maior livres, uma mestiçagem forma da mas de se_r população curitibana. Convém ta las monografia sujeitas tados lo foi desse são válidas que, as para a ã confirmações trabalho com uma c o n s e q u ê n c i a populações senta salientar uma e t a p a da natural expansão Paróquia posteriores. aqueles características conclusões fato em comum, paulista se estudada, chegou nes_ e muitas djs A comparação obtidos do a que para de a vila dos de apresentarem uma vez para o que São as Curitiba Brasil resuj_ Pajj duas repr£ Meridional. 83 A necessidade Brasil faz rias no passado, sentir cada Paróquias história da vez de outros estudos complementando mais. brasileiras população e do Apenas os a sobre a trabalhos realização permitirão uma povoamento do população já de visão do e1aboradòs,se pesquisas de conjunto em v £ da Brasil. 84 ANEXOS ANEXOS QUADRO DADOS Batismos, Casamentos e por Paroquia ANO Leg de Nossa BAT 1SMOS lieg. E x p. N? 1 BRUTOS S e p u 1 tarnen t o s ano da População Livre civil Senhora Total da Luz de Curitiba CASAMENTOS SEPULTAMENTOS 1751 77 7 1 85 31 25 52 122 15 7 1 44 27 21 53 113 16 5 134 20 24 54 129 20 2 151 41 54 55 1 38 1 0 8 156 13 31 56 1 35 15 3 153 1 3 81 57* 101 12 2 115 12 25 58 100 1 1 6 117 16 22 59 91 9 1 101 16 40 60 118 14 9 141 12 29 1 761 100 17 8 125 8 33 62 105 17 5 127 17 23 63 1 03 10 8 121 27 1 2 64 84 10 7 101 29 14 65 101 9 8 118 44 14 66 96 8 5 1 09 24 35 67 1 03 16 9 128 23 27 68 106 8 7 12 1 31 29 69* 84 13 9 101 26 46 70 86 1 1 5 1 02 26 21 1771 85 8 8 101 20 2 1 72* 84 11 7 1 02 26 27 73 87 13 7 107 35 26 74 96 6 6 108 21 31 da Pa róq u i a . (*) Hod i f i c a ç õ e s no território 86 ANO Leg . BAT1SMOS 1 1 eg. Exp. Tota 1 CASAMENTOS SEPULTAMENTOS 75 81 1 1 15 107 39 35 76 96 15 11 122 29 55 77 78 1 1 15 104 9 50 78 129 17 17 163 20 49 79 123 1 5 14 152 28 57 80 1 12 32 1 2 156 26 66 1 781 124 29 1 0 163 21 1 30 •82 1 37 25 15 177 21 45 83 11 1 21 20 152 31 52 84 1 44 34 20 198 32 62 85 134 25 14 173 33 53 86 140 20 17 177 57 78 87 141 23 20 184 24 71 88 136 41 22 199 89 145 41 22 208 27 OA ^2 90 159 35 25 2 1 8 37 78 1791 144 45 24 213 25 56 92 161 41 27 229 35 99 93 154 39 27 220 44 71 94 1 87 44 30 261 31 99 95 165 33 25 223 58 1 14 96 179 36 41 256 28 140 . 97 176 43 48 267 48 73 98 164 52 42 258 60 38 99 172 36 28 236 40 52 1800 168 30 27 225 43 65 ; 125 11 0 87 QUADRO Movimento anual Paroquia de de N° batismos, Nossa 2 casamentos Senhora da Luz e de sepu1tamentos Curitiba 1751-1800 População ANO BATISMOS escrava CASAMENTOS * SEPULTAMENTOS 1 1751 19 52 29 6 5.3 39 7 54 29 12 55 25 4 56 27 11 57 39 4 58 15 2 59 22 10 60 29 7 1 761 19 4 62 35 1 6 63 22 2 8 64 20 13 6 65 28 8 6 66 28 12 8 67 28 6 6 68 25 4 1 0 69 19 4 5 70 16 11 3 1771 26 6 3 72 13 8 2 73 22 3 6 74 17 5 15 75 12 5 9 76 17 4 17 77 30 1 15 (*) ... dados desconhecidos. 88 ANO BATISMOS CASAMENTOS S E P U L T A M E N TO S 78 30 1 1 22 79 35 8 20 80 35 6 28 1781 51 2 40 82 48 5 18 83 43 4 20 84 57 5 22 85 44 1 1 15 86 45 3 38 87 50 4 20 88 30 1 0 45 89 60 7 27 90 50 6 23 179.1 55 2 12 92 43 2 27 93 37 4 17 94 54 4 17 95 49 8 23 96 51 6 27 97 48 4 17 98 49 4 14 99 52 5 8 1 800 41 5 20 QUADRO Idade e Estado Civil ao Falecer Paróquia de N° 3 - Segundo Nossa Senhora os da registros de óbitos Luz 1751-1800 População. 1751/60 IDADE 0 Livre HOMENS V. 1 ND . T O T A L S. C. MULHERES V. 1 ND . TOTAL S. C. 34 - - - 34 23 - - - 23 - - - 1 1 21 - - - 21 1- 4 11 5- 9 14 - - 1 4 6 - - - 6 10-14 6 - - 6 8 1 - - 9 15-19 6 - - (1 ) * 6 12 - - (D 12 2 0-2 4 1 1 - - (D 1 1 3 - (2) 6 25-29 5 1 - - 6 9 - (D 9 - (2) 8 9 - - 9 3 - 30-34 3 5 35-39 3 5 - (D 8 2 11 - (4) 1 3 40-44 1 8 - - 9 2 15 1 (4) 1 8 45-49 - - - - - 2 - - - 2 50-54 - 9 2 (3) 1 1 - 5 2 55-59 - 3 - (1) 3 - 4 - - 60-64 3 7 - (2) 1 0 - 4 1 1 (6) 65-69 - 3 - - • 3 - 1 1 70-74 1 8 4 - 13 - 2 6 (3) 8 75-79 1 - - (D 1 - - 1 - 1 80-84 - 7 3 (2) 1 Q 2 7 (4) 1 3 (D 1 - - 5 2 1 1 (21) (6) (4) (1) . 1 70 85 67 30 85-89 1 - - 90- + - •> 5 (D (2) Ind. (11) (6) (2) TOTAL 1 00 56 14 * - S * - As - solteiro; cifras (18) C - casado; entre parênteses V 4 - - viúvo; foram Ind. - distribuídas 7 4 15 2 - - (1) (9) (36) 4 (20) 1 82 Indeterminado. proporciona^ mente. 90 1761/7Q IDADE S. 0 34 - - - 34 34 20 - - - 20 1 0 - - - 1 0 10-14 - - - - - - 15-19 3 - - - 3 20-24 3 - - - 25-29 1 - - 30-34 1 3 35-39 1 4 40-44 - 11 45-49 - 1 • - 50-54 - 8 - 55-59 - 60-64 2 6 - - 65-69 - 1 1 - 70-74 - 13 - (3) 75-79 - 1 - 80-84 - 7 85-89 - 90- + C. HOHENS V. IND. TOTAL S. C. MULHERES V. IND. TOTAL - - - 17 - - - 5 - - - 5 - - - - 3 - - - 3 3 - - - (1) 3 (1) 1 1 6 - - 7 - 4 3 4 - - 7 - 5 - 5 - (1) 5 (1) 1 1 1 6 - - 7 - 1 - - - - 8 2 4 1 (1) 7 2 - - - - - 8 - -i.» 2 (2) 6 2 - - •• - - 13 2 3 6 (1) 1 1 - 1 1 - 1 - 2 - (1) 7 1 1 1 (4) 3 - - - - - - - - 1 1 - 2 - (2) 2 Ind. (3) (4) - (3) (2) - (2) TOTAL 75 57 3 (9) 15- 4 9 1 - 1 - . 1 1 (10) - - 1 35 74 34 1 1 - (12) 34 17 - - 119 91 1771/80 IDADE S. HOMENS V. IND. C. TOTAL S, C. MULHERES V. IND. TOTAL 0 71 - - - 71 48 - - - 48 1- .4 22 - - - 22 32 - - - 32 5- 9 22 - - - 22 9 - - - 9 10-14 1 - - - 1 4 - - - 4 15-19 4 - - - 4 6 - - - 6 20-24 7 1 - (1) 8 4 3 - - 7 25-29 2 1 - - 3 - 6 - (1) 6 30-34 2 6 - 8 1 7 - - 8 35-39 2 2 - 7 40-44 - 7 (I) 1 1 45-49 - - 50-54 (1) 4 - - 7 - 8 3 2 - - 2 - - - - 3 8 - (2) 11 1 8 - (1) 55-59 - 2 - (1) 2 - - 1 - 1 60-64 3 1 (3) 14 - 2 4 (1) 6 65-69 - - - - 70-74 3 4 5 9 75-79 - 80-84 1 0 1 - 1 - 9 - 6 (1) 20 1 - 0 ) 1 - 1 - - 7 - (3) 7 2 2 9 (5) 85-89 - - - - - - - 2 - 2 90- + 1 2 1 0 (4) 13 - 1 7 (2) 8 (2) - (2) (4) - - - Ind. TOTAL - 143 1 1 - 7 61 17 (19) 22 1 11 1 50 35 (5) - - (16) 18 1 13 - 196 92 1781/90 IDADE 0 S. C. HOMENS V. (ND. TOTAL S. C. 174 - - - 174 1 07 - - 65 MULHERES V. IND. TOTAL - - - 107 67 - - - 67 1- 4 65 - 5- 9 23 - - - 23 18 - - - 18 10-14 18 - - - 18 9 - - - 9 15-19 1 2 - - - 12 22 3 - - 25 20-24 12 - - - 12 9 9 1 - 19 25-29 4 2 - 6 5 1 - 30-34 4 5 - - 9 8 15 1 - - 1 1 13 - CD 16 2 - - 3 - 35-39 - 40-44 45-49 3 - 6 50-54 55-59 65-69 4 3 - 80-84 85-89 90- + 11 - - 70-74 75-79 2 - 60-64 13 1 - 1 2 - 2.5 2 - - 3 4 7 2 - 13 2 1 1 2 - 4 22 2 5 9 - 16 • 2 1 - 3 2 9 7 - 18 - - - - 1 1 - 18 - - (1) 2 4 CD 19 - - - - 4 - 1 - - 6 4 2 - - 2 6 6 - 13 3 - 1 1 (2) C2) (18) (3) - (5) - 16) 431 16 Ind. (13) (3) TOTAL 330 80 - 21 CD 6 (2) 4 23 1 - 2 11 3 - - - - 6 - - - - 264 57 52 (4) 8 - 14 (8) 373 93 1791/1800 IDADE S. HOMENS V, IND. 0 124 - - - 124 1 09 C. TOTAL S, C. MULHERES V. IND. TOTAL - - - 109 1- 4 55 - - - 55 59 - - - 59 5- 9 22 - - - 22 20 - - - 20 10-14 17 - - - 17 1 1 - - - 1 1 15-19 9 - - - - - 15 20-24 1 0 1 - 1 - 22 25-29 6 8 30-34 2 7 35-39 1 4 40-44 9 14 4 45-49 - 50-54 55-59 3 16 4 - 60-64 5 22 65-69 1 1 70-74 3 13 75-79 80-84 85-89 - - 3 - 7 9 11 i. -T (1) 11 14 7 - (1) 14 11 1 0 - - 21 - - 9 8 13 2 - 23 (1) 5 3 3 1 - - (1) 23 14 2 - - - • - 2 (2) 1 2 - - 21 3 5 6 - 14 - 2 - 4 5 - 32. - - 2 7 - 12 1 - - - 2 - 3 1 i - - 1 1 2 - - - 1 - - 1 22 - 1 7 - 8 - - 1 - 1 (2) 14 4. Ind. (7) (2) CD (3) (13) (8) (11) 26 9 6 32 — - 3 4 106 t 12 - 4 274 1 1 3 23 90- + TOTAL 26 4 - - 1 0 7 412 268 - - 1 0 (1) 14 (5) (2) - (15) 76 51 (1) 395 94 FONTES E BIBLIOGRAFIA FONTES 1 LIVRO do Tombo nhaés da n° Senhora MAPAS I. Parochia |depois da da de Nossa cidade| Sé população. São Paulo. REG I S T R O S . ' p a r o q u i a i s quivo PRIMARIAS Senhora de da Coriytiba. Metropolitana Luz dos Pj_ Annos e.Catedral de de Nossa Luz. de de BIBLIOGRAFIA FONTES Arquivo da gerais Estado - Villa 1747-1878. E Sé Departamento Caixas da e Arquivo Público do 203-207. Paróquia Metropolitana do de Nossa Catedral Senhora de N o s s a da Luz. Senhora Arda Luz. 1751-1800. 2 BOLETIM do A r q u i v o phica DOCUMENTOS São São FONTES Municipal Paranaense, Secretaria Secretaria 3 a) FLEURY, M. S HENRY, ploitation de de para interessantes Paulo, IMPRESSAS Curitiba. C u r i t i b a , Empreza Gra 1906-1925. interessantes Paulo, DOCUMENTOS - L. de história Educação para de e e história Educação costumes Cultura, e e costumes Cultura, de São I9OI. dé Paulo. v. São 1961. 34. Paulo. v. 87. BIBLIOGRAFIA M é t o d o 1og i a Nouveau l'état civil manuel ancien. de dépoui11ement Paris, INED, et 1965. d'ex182 96 p. FLEURY, ce M. £ HENRY, depuis t i on. GOUBERT , Louis 13? (41: L. Pour XIV - plan 663-686. Pierre. Une tion. Les registres nmars. (1): 83"93. P. POUSSOU, GUILLAUME, brairie HENRY, S Armand Louis. 1967. LASLETT, la travaux population par de sondage. la Fran_ P o p u1 a - 1 958. historique paroissiaux. en cours Annales. d' 9-, exploit^, annee, ja_ 1954. J.P. Collin, de Demographie 1970. 414 demographie historique. Paris,Lj_ p. historique. Paris, Droz, p. Peter. The International 582-593. MARC T L I 0 , de richesse Manuel 146 connaître history Review of of population Social and Sciences. social Paris, structure. UNESCO, p. 1963. Maria histórica Luiza. no Dos Brasil. registros Anais de paroquiais História. à demografia Assis. (2):8l-10Ú. 1 970. MARCfLIO, Maria Luiza 6 LISANTI, q u a n t i t a t i v e au B r é s i l . — e c a ç a o a p r e s e n t a d a a o 1Brés i1. Paris, CHARBONNEAU, Hubert. siècles. Paris, Etienne r o i s se MARCTLIO, population de l'histoire M e t r o l o g i e et demographie. Comun_i_ » Congres d ' H i s t o i r e Q u a n t i t a t i v e du Obras INED, & HENRY, La 1750-1850. recensements 234 p. demografia - au - 1970. Louis. Paris, Luiza. les de Tourouve normande. Maria P r o b 1 emes 1971. b); GAUTIER, Luis. 423 La INED, ville Perche aux 269 de et XVII I e Crulai , pa- Peuplement et p. de Sao Paulo. (d'après les registres anciens). e p. population 1958. XVI I I R o u e n , • Un i ' v e r s i t é p a r o i s s i a u x et de R o u e n , 1 9 6 8. 97 c) ABREU, Joio Capistrano (1500-l800) Brasília, ANTONIL, COSTA, COSTA, Odah sa R.G. Senhora Federal do de Luz e 1963do Hi s t ó r i a Rachel 402 do Brasil. p. Brasil. do de C. Sio Paraná. Arquivos Universidade História. Paraná. colonial. povoamento opulência alii. da Arquivo da o Brasília, LOURES, Boletim Depto. e historia Paulo, Curiti- v. 1 . & ROCHA In: Curitiba, et 1 969 . R.G. de de p. Pilatti, G ra f i p a r , Lapa. 316 História antigos Cultura 1967- de Capítulos caminhos Joio. Altiva Odah da Os de. Universidade Nacional, ba , £ André BALHANA, Obras da Sé Federal 8:1-116. Curitiba, In: e Paraná. Paróquia Boletim Depto. do cidade 1968. Metropolitana Curitiba. da de da de No_s Universidade História, 6: 49"99- 1968. FEDALTO, Pedro. ritiba , FURTADO, |s. MARTINS, ca 248 de. História História MACHADO, cional dos rál Paraná. do 1937. do sua história. CJJ p. do Brasil. historico Graphica do 538 São Paulo, Na- da Curitiba, geographico Paranaense, Pa r a n á . medicina do 1926 - 1 9 3 ^ - C u r i t i ba , Emp r e z a no 1953- Formação Gerais. e Para 7 v. Graph_i_ p. Paraná, Brasil. Campos na p. Romário. Médica Curitiba econômica Empreza sociaçio PINHEIRO 358 Curitiba, Júlio. de Diccionario Paranaense, MOREIRA, 1958. Formação 1971 • Ermelino ná. ed. | Celso. cional , LEÃO, A arquidiocese In: Paraná. 120 da Depto. de A£ p. estrutura Boletim Curitiba, da agrária trad_i_ Universidade Historia, J3, 52 p. Fede 196 3- 98 SANTOS, Antonio ranaguá Museu SANTOS, da R.A. J_6. Cecília da Memória 1951. dos. Universidade História, Boletim dos. município. Paranaense. WESTPHALEN, de seu Carlos letim de e Vieira 129 19: 405 Federal Maria. Universidade Hi s t ó r i a , Curitiba, 3 7 " 5 7. da Secção cidade de de História Pado p. Arquivos p. histórico da do cidade de Paraná. Castro. In: Curitiba, Bo Depto 1972 . 0 porto de Paranaguá Federal do Paraná. em 1822. In: Curitiba,Depto 1973- 99 TÁBUA DE CONTEÚDO TABUA CONTEODO DE Pág. INTRODUÇÃO I 1 A FORMAÇÃO 1 DA COMUNIDADE - Origens da vila de CURITIBANA Nossa 3 Senhora da Luz de Curitiba. 2 4 - A população da vila de Curitiba no século XVII I . 3 ~ A Paróquia lo I I AS XVIII FONTES 1 - Os III 9 de 2 registros IV segundo DE no sécjj filiadas. navila de Curitiba CURITIBA população da os registros paroquiais. sumária 14 dos 22 40 da vila dados. de Curit_i_ 41 61 82 Anexos Tábua Luz 2 1 CONCLUSÃO Fontes - capelas paroquiais DA V I L A - Exploração da T É C N I CAS 1 - 0 movimento ba, Senhora - histórico - AS A POPULAÇÃO Nossa 85 e de Bibliografia 95 Conteúdo 100 índice de Quadros 102 fndice de Gráficos 105 101 INDICE DE QUADROS ÍNDICE DE QUADROS Pág. 1 - Médias decenais de batismos, casamentos e sepuj_ tamentos. Paróquia de População 2 - Médias Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. Livre. 48 decenais de batismos, casamentos e "sepuj_ tamen t o s . Paróquia de População 3 - Médias mas e Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. Escrava. decenais 51 de batismos de crianças legíti- casamentos. Paróquia de Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. PopulaçãoLivre. 4 - Movimentos 55 sazonais de batismos, casamentos e se pu1tamentos . Paróquia de População 5 - Idade sa e estado Senhora de de Luz - 1751-1800. 58 civil Luz - ao falecer. Paróquia de No_s 1751-1800. 64 recasamentos"'. Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. Livre. ~ Repartição Paróquia da Livre. População 7 da -FreqUência Paróquia Senhora Livre. População 6 Nossa 66 proporcional de Nossa dos Senhora da casamentos. Luz - 1751-1775. PopulaçãoLivre. 8 - Repartição Paróquia Populaçao 67 proporcional de Nossa Livre. dos Senhora da casamentos. Luz - 1776-1800. 67 1 03 Pãg 9 - Oriqem e residência dos cônjuges no momento do casamento. Paróquia de População 10 - Local de Paróquia - Local de origem de - Movimento " de - esposos. Senhora da Luz - 1751-1800. 71 dos Nossa Nossa de de esposos. Senhora da Luz - 1751-1800. 72 da mortalidade Senhora da Luz infantil. - 1751-1800. 75 batismos Nossa de Senhora crianças ilegítimas. da 1751-1800. Luz - Livre. FreqUência Paróquia 1751-1800. Livre. População 14 dos sazonal FreqUência Paróquia - L i v re . População 13 Luz 69 Nossa Origem Popu1 ação Paróquia da Livre. P a r ó q u i a , de 12 Senhora Livre. População 11 Nossa de de 78 batismos Nossa de Senhora crianças expostas. da 1751-1800. Luz - PopulaçãoLivre. 15 " FreqUência de 79 nomes, segundo os registros de b_a t i smos. Paróquia Popu1 ação de Nossa L i v re . Senhora da Luz - 1751-1800. 80 1 04 ÍNDICE DE GRÁFICOS rND I CE DE G R A F I COS Pág 1 - Movimento anual de batismos, casamentos e sepul tamentos. Paróquia 2 - de Nossa Popu1 ação L i v re . Movimento anual Senhora da Luz - 1751-1800. 45 de batismos, casamentos e sepul tamen t o s . Paróquia de População 3 - Médias Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. Escrava. decenais 46 debatismos, casamentos e sepuj_ tamentos. Paróquia de Popu1 ação 4 - Médias Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. Livre. decenais 50 de batismos, casamentos e sepuj_ tamen t o s . Paróquia 5 - de População Escrava. Movimento anual timas e de População - Médias mas e da Luz - 1751-1800. 53 de Nossa batismos de crianças legfti- Senhora da Luz - 1751-1800. Livre. decenais 56 de batismos de crianças legíti- c a s amen t o s . Paróquia de População 7.- Senhora casamentos. Paróquia 6 Nossa Nossa Senhora da Luz - 1751-1800. Livre. Movimentos 56 sazonais de batismos, casamentos e se pultamentos. Paróquia População de Nossa Livre. Senhora da Luz - 1751-1800. 59 1 06 Pág 8 - Movimento Paróquia População sazonal de Nossa Livre. de mortalidade Senhora da Luz infantil. - 1751-1800. 76 1 07