XIII
Mandatários
Estimados Cabeceirenses,
Cabeceirenses,
É para mim uma grande honra e um inestimável prazer aceitar as funções de mandatário das listas do grupo de cidadãos
Independentes por Cabeceiras (IPC), que
marcará a história democrática do Concelho de Cabeceiras de Basto como sendo
o primeiro e único movimento independente que sai da esfera partidária.
Vivemos, de um modo geral, um défice de
debates de ideias, e é neste contexto que surge o movimento de
cidadãos Independentes por Cabeceiras, de uma forma espontânea e natural.
Acredito convictamente no potencial do nosso movimento, porque representa, de forma verdadeiramente genuína, a melhor alternativa para o concelho de Cabeceiras de Basto naquilo que de
mais valioso temos - as pessoas.
A pluralidade e diversidade estão representadas no conjunto das
listas que constituem o movimento Independentes por Cabeceiras.
Renovo diariamente o orgulho de representar todas as listas, feitas
de gente incansável, íntegra e mobilizadora da vontade coletiva de
mudança.
Esta candidatura é liderada por Jorge Machado, o qual conheço
muito bem pois tive o privilégio de ter estado ao seu lado em termos profissionais e pessoais, sempre motivado pelo seu estímulo
e o seu exemplo. O nosso candidato à Camara Municipal possui a
força de quem sabe escolher as palavras, ideias e soluções. É um
homem isento de ambição do poder pelo poder.
Jorge Machado conhece objetivamente as necessidades reais, os
problemas dos cabeceirenses. Oriundo do povo, representa, de forma elegantemente digna, a humildade e a simplicidade, subtraídas
de formalidades, que tantas vezes, constitui obstáculo à proximidade, à discussão aberta e à transparência, e consequentemente,
ao consenso. Porque são consensos que agrega à sua volta e, mais
concretamente, são consensos que pulsam em torno dos ideais
que defende e pratica.
É preciso equilibrar a intervenção da autarquia com a efetiva e responsável participação dos cidadãos nas decisões que lhes dizem
mais diretamente respeito. Só a pessoa de Jorge Machado nos garantirá essa situação muito desejada pelos cabeceirenses. Será um
Presidente que fará melhor para todos e por todos.
No fundo desejaria que a palavra que aqui manifesto constitua um
grito aqueles que preferem a ilusão à realidade, a ignorância à verdade e o silêncio à preocupação. Teremos de lutar contra passividade cívica, tratar em comum os assuntos comuns e multiplicar até ao
infinito pelos cidadãos as ocasiões de agir conjuntamente.
Acredito convictamente que a nossa vindima vai ficar feita e será
consolador verificar que, feita ela, abriremos caminho para um concelho livre e digno.
Desenham-se no horizonte sinais claros de uma desejada mudança
e se tiver que ser que seja AGORA.
Alcino Castro
Mandatário das listas
2
Vote
Foi com muito orgulho que
aceitei o convite que me foi
dirigido para ser o mandatário financeiro do grupo
de cidadãos eleitores Independentes por Cabeceiras IPC, às eleições autárquicas
de 2013. Este é o primeiro
movimento independente
criado no nosso concelho e
como tal vai ficar na história da política de Cabeceiras
de Basto.
Tenho a certeza também, que ficará na história a vitória deste movimento nestas eleições e que finalmente
vamos ter política de verdade e de sinceridade, política de bom senso, política de princípios que sejam
justos e verdadeiros.
A cara deste movimento é a do Dr. Jorge Machado, um
grande homem e de grande carácter, de enorme personalidade, de princípios e de valores com os quais eu
me identifico, enfim, um homem em quem eu confio
para dirigir o destino dos meus, enquanto Cabeceirenses.
Portugal vive hoje uma situação de crise económica
e social que se reflete nas vidas dos Cabeceirenses e
é fundamental responder a essa crise com energia e
com rigor, porque só assim poderemos construir a
confiança e a cumplicidade entre os Cabeceirenses e
quem os governa.
Enquanto Mandatário Financeiro deste movimento,
comprometi-me com a verdade e o bom senso, que
devem imperar sempre, mas que em tempos de crise, em que tantos passam por tantas dificuldades, ganham um significado ainda maior, fazendo com que a
responsabilidade de gastar bem o que possuímos e de
não gastar mais do que o que temos, seja um exemplo
a seguir por todos os nossos governantes.
Finalmente, quero só dizer-vos que acredito sinceramente na natureza deste movimento, um movimento criado por pessoas que estão preocupadas com o
bem-estar dos Cabeceirenses e que querem o melhor
para as suas gentes e para as suas terras, e se hoje estou em condições de dizer alguma coisa com toda a
certeza, é que os esforços incansáveis que têm sido feitos e que continuarão a ser feitos por quem realmente
se preocupa, tem apenas um objetivo, servir melhor o
povo de Cabeceiras.
Assim o povo queira e melhores dias virão…
João Manuel de Castro Campos
Mandatário Financeiro
XIII
“Cabeceiras Somos Todos Nós”
Entre Abril de 1974 e Abril de 2013
passaram 39 anos, que representam
a idade da democracia. Em Cabeceiras, a democracia ainda não está madura. A lógica de representatividade
democrática pelos partidos políticos, tem dificultado o seu amadurecimento. Por esta razão, a constituição de um movimento de cidadãos
representa uma alternativa espontânea e livre, que se quer isenta dos
vícios das estruturas partidárias.
A base deste movimento é o respeito que as pessoas devem merecer da
parte dos seus representantes eleitos. A nossa carta de compromissos
reflete a nossa identidade traduzida
em XIII princípios, constituindo cada
um deles, por si só, um valor de cidadania e de humanidade que consideramos importante; todos quantos
estiveram na base deste movimento
são norteados por estes XIII princípios, bem como todos quantos o
fizeram crescer através de uma adesão alargada e entusiasta.
Por isso, assumimos a Liberdade
como condição fundamental para a
Vote
Manifesto Eleitoral
plena cidadania dos cabeceirenses;
a Coragem como força motriz para
o que já enfrentamos e para os desafios que enfrentaremos quando
formos eleitos; a Proximidade como
expressão da nossa forma de trabalhar, sempre pronta a ouvir as pessoas; o Dinamismo na detecção de
problemas e na procura de soluções;
a Participação porque acreditamos
que bem gerir é estimular a cidadania activa em consonância com
o verdadeiro espírito democrático;
a Solidariedade porque Cabeceiras
só será uma terra melhor quando for
uma terra de todos para todos, sem
deixar ninguém para trás; o Rigor na
gestão do que é de todos para que
progressivamente os serviços proporcionados atinjam o equilíbrio entre qualidade e sustentabilidade; a
Transparência nessa mesma gestão,
onde cada processo de decisão deve
ser público, para consulta de todos;
a Autonomia como voto de confiança nas instituições locais para que o
seu trabalho possa ser desenvolvido pelas pessoas de forma descentralizada, sem intervenções e pressões externas contraproducentes; a
Igualdade para que a inclusão social
se torne realidade, erradicando as
velhas e novas formas de pobreza
e incutindo o respeito mútuo como
mais alto valor na nossa sociedade; a
Firmeza que nos guiará na defesa do
que é nosso e na captação de projectos criadores de riqueza; O Realismo
no contacto com os cabeceirenses
porque a nossa via não é a do exibicionismo nem a do aliciamento fácil
mas a do desenvolvimento eficiente
e sustentável; por fim, a Identidade
constituída pelo conjunto de todos
estes princípios e pelo legado histórico de Cabeceiras como terra de
gente lutadora e unida pelo diálogo
próximo entre as suas 17 freguesias.
Orientados por estes treze traços
distintivos, construímos um programa eleitoral que, tal como as nossas
torres de campanha, se alicerça na
terra e cresce em direção ao céu,
combinando realismo com esperança. Com o voto dos cidadãos e cidadãs de Cabeceiras de Basto, faremos
prosperar este projecto. A vitória do
movimento IPC será a vitória de todos os cabeceirenses.
Porque a nossa terra não tem só um
dono, Cabeceiras é de todos nós.
3
Lista de candidatos à Câmara Municipal
fizemos história no concelho de Cabeceiras de Basto e negamos a expetativa de alguns que aguardavam que não
conseguíssemos ultrapassar esta etapa.
Assim, este movimento apresenta – se
com candidatura à presidência da Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e a várias assembleias de freguesia.
Todos os candidatos, foram escolhidos
livremente de entre os vários cidadãos.
Nas freguesias onde não foi formalizada
candidatura, surgiram espontaneamente grupos informais de apoiantes e simpatizantes com vontade e disponibilidade para se juntar ao movimento.
Jorge Machado
Caras(os) Cabeceirenses,
Apresentei-me oficialmente como candidato à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto no dia 25 de abril. A carga
simbólica associada a esse dia remete-nos para a necessidade de mudança,
contrariando o défice de liberdade, que
estou certo verei confirmada no dia 29
de Setembro.
Pela primeira vez em Cabeceiras, surgiu
um movimento de cidadãos que se uniu
e implicou numa iniciativa de natureza
cívica constituindo-se como uma alternativa às tradicionais candidaturas dos
partidos. Na diversidade das suas opções ideológicas e político-partidárias,
tinham em comum a vontade de apresentar listas independentes aos diversos
órgãos autárquicos.
Qualquer movimento de cidadãos que
se proponha constituir alternativa num
processo eleitoral, fora das estruturas
partidárias, está obrigado a cumprir
com um processo complexo, nomeadamente, à recolha de um mínimo de assinaturas de proponentes, sem as quais
não lhe é reconhecida pelos órgãos judiciais qualquer validade. Esta tarefa,
embora grande, foi por nós cumprida e
amplamente ultrapassada graças à mobilização de muitas pessoas, voluntárias,
apoiantes e simpatizantes. No dia 5 de
Agosto, confirmou-se a possibilidade de
nos constituirmos como uma alternativa
nas eleições. No dia 5 de Agosto de 2013
4
Vote
Reconheço ao Dr. Paulo Pinto, candidato
à Assembleia Municipal, as qualidades
necessárias à criação de consensos num
órgão essencial para a vida do município, capaz de promover, entre as diferentes forças com representatividade,
um debate sério e a todos exigir que
formulem as melhores soluções para o
concelho.
Reconheço nos candidatos às Assembleias de Freguesia Elisa Martins, João
Magalhães, João Luís, Luís Mouta, Inácio
Teixeira e Paulo Guerra e às equipas que
os acompanham, capacidades maiores para cuidar das suas comunidades.
Gente jovem, dinâmica, gente menos jovem, experiente, unida no propósito de
pensar e praticar soluções, sustentando
a sua intervenção no respeito de princípios básicos como sejam liberdade,
seriedade e justiça. As pessoas que compõem as listas têm em comum a paixão
pela nossa terra.
Apresentámos publicamente as diversas
candidaturas e respetivas listas em diversos momentos, tendo sido convidada
a população a estar presente e a juntar-se a nós, porque este movimento de
cidadãos não é um grupo fechado, nem
é um movimento contra os partidos. É
um acto de cidadania consolidado num
conjunto de valores e princípios que
tem no bem-estar colectivo a sua prioridade fundamental.
O programa com que nos apresentamos
aos eleitores resultou de um processo
participado, da recolha de ideias e de
propostas junto da sociedade civil, bem
como os empresários, as associações e
as coletividades. É um programa pensa-
XIII
do pelos Cabeceirenses e para os Cabeceirenses.
Ser candidato, apoiante ou simpatizante deste ou outro movimento ou partido deveria ser algo totalmente livre de
qualquer constrangimento, mas a nossa
realidade não confirma que assim seja.
Todos os que estão presentes, direta ou
indiretamente, que aceitaram representar o movimento, significam para mim,
um exemplo de coragem. Aqui fica uma
palavra de agradecimento a todos.
Do mesmo modo, dirijo uma palavra de
agradecimento a todos os que, condicionados por questões cuja natureza nem
importa referir, não estão fisicamente
presentes mas gostariam de estar e se
identificam connosco. O que importa realmente é que consciências esclarecidas
tenham mais força do que estratégias
manipuladoras e jogos de poder.
Acredito que está prestes a terminar o
défice de liberdade reservado aos cabeceirenses, abrindo-se a oportunidade de
edificação de um novo ciclo na política
concelhia. Um ciclo de respeito por todos. Um ciclo onde a politica seja tida
com a exclusiva função de servir e dignificar os cabeceirenses, onde os seus autarcas trabalhem para quem os elegeu e
não o contrário, como se tem sentido no
concelho.
Para mim, só faz sentido ser candidato a
presidente de Câmara se, em exercício,
contribuir para uma cidadania mais participativa, isenta de condicionalismos e
verdadeiramente livre, alheada de lógicas de obediência.
Assumo o compromisso por uma gestão camarária rigorosa e transparente,
utilizando os recursos em benefício de
todos os cabeceirenses.
Assim, o que proponho a cada um dos
cidadãos eleitores é que escolha a Câmara e o concelho que deseja.
Eu acredito que chegou o tempo de mudar e que A Mudança … É Agora!
XIII
Lista de candidatos à Câmara Municipal
Jorge Machado
Paula Carvalho
Helder Vaz
Vítor Pimenta
Paula Rego
Marco Gomes
Francisco Correia
Dores Ribeiro
João Campos
Duarte Ribeiro
Cidália Martins
Mauro Pereira
Vítor Carvalho
Joana Veiga
Miguel Fernandes
Vote
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Programa eleitoral
XIII
“IPC - Ideias para Cumprir”
O programa eleitoral que se segue é
efectivamente um programa de todos
pela natureza participativa que lhe deu
origem. Foi construído através da participação de todos os que integram o movimento IPC, mas também de cidadãos
comuns que tivemos a preocupação de
ouvir e que colaboraram connosco através dos vários meios mobilizados: desde
a iniciativa “Cola a tua Ideia”, passando
pelas reuniões nas freguesias, até à Bolsa
de Ideias disponível no nosso website.
Desta forma pudemos reunir 262 ideias
e propostas que foram inseridas integralmente no programa ou influenciaram muitas das medidas apresentadas.
Neste processo de construção participado, foram ainda ouvidas as coletividades, as associações e as empresas.
Escolhemos esta via, original na campanha autárquica em Cabeceiras, porque
acreditamos nas pessoas. Só ouvindo
poderemos decidir melhor. Só dando
voz às pessoas se cumpre o princípio da
representatividade democrática. A sigla
IPC não se traduz apenas em Independentes por Cabeceiras, significa também
Ideias para Cumprir.
I. Promoção de emprego para todos,
numa economia com todos
Defendemos um compromisso com o
desenvolvimento económico, gerador
de emprego, ambientalmente equilibrado, socialmente justo, implicando uma
visão estratégica e concertada com os
diversos agentes económicos, que devem ser vistos como parceiros activos de
um projecto comum. Este compromisso
exige uma maior intervenção dos poderes públicos para assegurar a coesão
social e o aproveitamento das potencialidades da nossa terra.
As nossas propostas são:
- Rever a rede de parques industriais/
empresariais do concelho.
- Elaborar e divulgar a Carta do Investidor/Empreendedor .
- Criar e dinamizar o programa “Menos
burocracia, mais economia”.
- Criar um centro municipal de empre-
6
Vote
sas com rendas baixas e serviços administrativos comuns (internet, serviço de
telecomunicações e outros).
dade para a reflexão, promoção e partilha de oportunidades de negócio entre
si e partilha de boas práticas.
- Criar um gabinete de apoio à candidatura a fundos comunitários para pequenas e médias empresas e cidadãos
individuais.
- Promover a adequação das propostas
formativas da região às necessidades do
tecido empresarial local.
- Criar um Grupo de Trabalho para contacto e prospeção de empresas, no país
e no estrangeiro, para instalação em Cabeceiras de Basto.
- Criar um pacote de estímulos e de acções para a dinamização económica.
- Dinamizar o Mercado de Produtos Locais.
- Promover campanhas para incentivar a
aquisição de bens e serviços no comércio local.
- Apoiar a criação de cooperativas de
produtos locais de modo a fomentar a
produtividade através da adopção de
técnicas mais eficientes e competitivas.
- Promover a Justiça/diferenciação fiscal
como factor de desenvolvimento económico, que poderá passar pela isenção
da Derrama, pela redução da variável
relativa ao Imposto sobre o Rendimento
de pessoas Singulares – IRS, pela diferenciação das taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis – IMI e pela distinção
positiva do Imposto Municipal sobre as
Transmissões de imóveis - IMT (antiga
sisa); distinguindo positivamente os
mais jovens, no sentido de promover a
fixação dos mesmos no nosso concelho.
- Promover a criação de um clube de empresários dos diversos sectores de ativi-
- Reforçar a interacção social e económica com as freguesias e vilas limítrofes
ao nosso concelho, que connosco partilham uma longa relação histórica, cultural e económica, incentivando parcerias
e protocolos entre as associações e instituições vizinhas.
- Apoiar e dinamizar parcerias para o
apoio a desempregados minimizando
o impacto psicológico do desemprego
através de dinâmicas de entreajuda, diluindo a desmotivação e o isolamento, e
promovendo uma atitude pró-activa na
procura de emprego.
- Apoiar atividades de (re)construção da
identidade simbólica associada a determinadas profissões, através da divulgação dos saberes locais das artes e ofícios
em vias de extinção.
II. Trabalhar a terra é cultivar crescimento
No sector primário a pedra é a nossa
maior riqueza mineral. Atualmente a
actividade limita-se a uma exploração
bruta e com uma simples transformação
do minério. É uma actividade em crescimento, sobretudo se houver uma diversificação na transformação do minério.
O município tem o dever de ajudar a
definir as perspectivas de médio e longo
XIII
Programa eleitoral
prazo para esta área.
O vinho verde é uma outra actividade
do sector primário com uma perspectiva
de crescimento. As características únicas
deste produto permitem-lhe ter uma
identidade reconhecida e apreciada. É
necessária, uma política local que vá de
encontro às ambições dos produtores
locais que agregue estratégias e potencie o seu desenvolvimento.
A floresta representa igualmente um potencial enorme que, na nossa terra, está
ainda longe de ser bem aproveitado. É
tempo de olhar para os espaços florestais com outros olhos e juntando todos
os agentes desta área, particularmente
os Conselhos Directivos de Baldios, tirar
proveito desta riqueza, colocando-a ao
serviço da promoção do bem-estar das
pessoas.
A agricultura biológica poderá ser uma
janela de oportunidade para muitos
agricultores locais. O apoio à certificação, bem regulamentada (com respeito
à terra e aos modos de cultivo), e a facilitação de acesso a terrenos (banco de
terras) poderá potenciar o desenvolvimento desta actividade no concelho.
Uma aposta municipal, em ligação com
as empresas e produtores locais, nos
produtos derivados do sector primário
- carne, charcutaria, mel, artesanato, entre outros - de forma a valorizar a marca
“Cabeceiras” como algo de excelência, é
essencial para impulsionar o emprego e
a geração de riqueza neste sector actualmente marginalizado, mas que pode
ser em breve um dos sectores de maior
criação de emprego no concelho.
Propomos as seguintes medidas:
- Promover a defesa da floresta contra
incêndios associada à revitalização das
economias tradicionais relacionadas
com esta.
- Apoiar os proprietários florestais na
procura de novas formas de rentabilidade para a floresta, salvaguardando o seu
equilíbrio.
- Disponibilizar apoio técnico aos agricultores nas candidaturas ao novo quadro comunitário 2014-2020, sobretudo
na elaboração e acompanhamento nos
projectos de investimento a jovens agri-
Vote
cultores e outros.
- Disponibilizar apoio técnico contínuo
nas explorações agrícolas e pecuárias já
existentes.
- Apoiar os produtores pecuários no que
se refere à campanha anual de vacinação obrigatória, nomeadamente, no âmbito dos Programas de Erradicação da
Tuberculose, da Brucelose e da Leucose
Enzoótica Bovina (LEB), e no Programa
de Erradicação da Brucelose dos Pequenos Ruminantes (BPR).
dem. Só viveremos numa terra mais desenvolvida quando formos capazes de
fazer face aos problemas mais básicos
que afectam directamente a qualidade
de vida das pessoas. Garantir a todos o
acesso a alimentação, habitação, saúde
e educação é fundamental. Enquanto
subsistirem formas de pobreza e carência seremos todos socialmente mais pobres e menos inclusivos.
- Criar Hortas Comunitárias e promover
bancos de terras.
Assim, torna-se prioritária uma intervenção social focada na procura de soluções para as pessoas e construídas com
e para elas, repensando o papel das diversas organizações sociais no combate
à exclusão social. Privilegia-se um paradigma de intervenção social que ponha
em evidência a valorização dos saberes
e competências adquiridos, valorizando
uma visão global do indivíduo. É necessário reforçar a intervenção em rede,
nomeadamente, através da inovação
social, da cooperação institucional com
as organizações da economia solidária,
visando respostas sociais de proximidade. O foco das atenções recai sobre
os grupos mais vulneráveis de modo
a contribuir para a superação dos seus
condicionalismos e fragilidades e para
a definição de projectos de vida. Assim,
propomos:
III. Um mandato para a coesão social
- Apoiar a criação/dinamização de cantinas sociais.
- Implementar projectos comunitários
ao nível dos caminhos rurais, electrificação rural e sistemas de rega (ex. reconstrução de represas).
- Apoiar e fomentar o associativismo
agrícola ao nível da execução, produção
e venda.
- Dinamizar o Mercado Municipal como
um ponto centralizado de venda dos
produtores locais.
- Promover o encontro e convívio entre
os agricultores da região e não só, com
vista à troca de técnicas e conhecimentos.
O desenvolvimento de qualquer terra é
medido pela sua capacidade de inclusão
social. Sobretudo num contexto de crise
económica marcado pelo crescente flagelo do desemprego, o combate às novas e velhas formas de pobreza deve ser
um imperativo político de primeira or-
- Criar tarifas sociais para famílias numerosas e famílias carenciadas.
- Promover em parceria com as IPSS a reavaliação da rede de serviços de apoio
domiciliário e a sua adequação às necessidades.
- Criar lojas sociais (vestuário, pequenos
7
Programa eleitoral
XIII
electrodomésticos, bens alimentares, livros, etc.).
- Criar hortas sociais com protocolos de
cooperação no âmbito da reinserção
social e profissional de famílias carenciadas.
- Promover oficinas de pais, para apoiar
a formação de competências parentais
para famílias com filhos portadores de
deficiência, para famílias com filhos em
situação de risco, famílias monoparentais e mães adolescentes.
- Criar um banco de tempo / sistema de
troca de serviços, (acompanhar crianças
à escola, acompanhar pessoas ao médico, pequenas reparações domésticas,
tarefas domésticas, secretariado e burocracia, etc.).
- Apoiar, em colaboração com as instituições educativas, actividades inclusivas
de combate ao insucesso e abandono
escolar.
- Potenciar a cultura de prevenção face
a comportamentos de risco, bem como,
aproximar a população das estruturas
de tratamento e reinserção.
- Incentivar ao alargamento da oferta, a
qualidade e sobretudo o acesso aos serviços de saúde, nomeadamente, ao nível
dos cuidados de saúde primários, continuados e de convalescença.
- Incentivar a constituição de uma Rede
de Apoio para Cuidadores Informais.
- Incentivar a autonomia do Agrupamento de Escolas.
- Dinamizar o Ensino Profissional em articulação com o tecido empresarial.
- Incentivar o interesse pelas artes, aproveitando a rede de associações e infraestruturas públicas e privadas.
- Possibilitar o acesso a centros de estudos a crianças provenientes de famílias
carenciadas, através de protocolos celebrados com IPSS e/ou os centros de
estudos.
- Facilitar a mobilidade dos idosos, bem
como, o acesso a actividades culturais e
desportivas.
- Incentivar o Desporto para todos, aproveitando os equipamentos e os espaços
desportivos.
IV. Mais anos com mais qualidade de
vida
- Incentivar a criação de um Centro de
Emergência Social - Acolhimento Temporário de vítimas de violência doméstica e de crianças e jovens em risco.
- Promover o ensino informal da Informática e das Ciências da Computação
recorrendo a voluntários, através do
fornecimento aos Centros Escolares de
equipamento computacional de baixo
custo (e.g. Raspery Pi, Kits Arduinos, etc.)
para a realização de aulas práticas e de
apoio;
- Incentivar a criação de um Observatório tendo em vista monitorizar periodicamente indicadores pertinentes à caracterização da saúde física e mental das
populações;
- Promover o envolvimento da comunidade nas actividades extra-curriculares,
na promoção de costumes e tradições
(dança e música tradicionais, trabalhos
manuais e artesanato, etc.).
V. Saber mais para fazer melhor
- Incentivar a organização de uma Bienal
onde se integrem os trabalhos realizados nas escolas com o de artistas convidados.
A Saúde é um direito universal que num
contexto de crise se torna mais difícil
assegurar. A nossa obrigação é minimizar os impactos da presente situação
económica e social, aproveitando os
recursos disponíveis na comunidade de
forma mais eficiente e ajustada às necessidades. Dentro das condicionantes da
acção da Câmara Municipal, impõe-se
valorizar o papel do Conselho Municipal
de Acção Social/ Saúde como fórum institucional das estruturas locais públicas
e privadas de saúde de modo a articular,
num espírito de livre cooperação, as respostas à população. Assim, propomos:
• Promover a mudança de atitudes e
comportamentos alimentares com vista
a uma vida mais saudável e, simultaneamente, uma gestão mais racional do
orçamento familiar.
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- Dinamizar e apoiar campanhas de educação para a saúde, destinadas à prevenção do consumo de drogas, saúde
oral, obesidade infantil, comportamentos sexuais de risco, entre outras problemáticas.
Vote
A valorização do potencial humano, investindo nas competências e qualificações das pessoas, constitui um desígnio
prioritário com vista ao envolvimento e
a participação activa de todos na educação e na formação profissional, numa
cidadania plena e consciente, numa
economia mais competitiva, no desenvolvimento sustentável e na sociedade
do conhecimento e do bem-estar que
ambicionamos. Deste modo, propomos:
- Promover a educação para a cidadania
democrática nos currículos escolares.
- Introduzir formação em Primeiros
Socorros no 2º ciclo do Ensino Básico,
aplicando o decreto-lei aprovado na Assembleia da República em Fevereiro de
2013.
- Criar o Centro de Estudo da História Local e dinamizar a rede de museus com
XIII
promoção nas redes sociais e enciclopédias digitais.
- Atribuir bolsas para teses de Mestrado
e Doutoramento relacionadas com áreas
estratégicas para o concelho ou problemas locais.
- Atribuir prémios aos alunos de mérito
(ex. vales de compras no comércio local).
- Dinamizar intercâmbios escolares, culturais e desportivos com os municípios
geminados com Cabeceiras de Basto;
VI. Estimular a Cultura é encurtar distâncias para promover encontros
Cultura é o conjunto de manifestações
artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais, nomeadamente, música, teatro, rituais religiosos, língua falada e escrita, mitos, hábitos alimentares, danças,
arquitectura, invenções, pensamentos,
formas de organização social, etc.
Depois da reabilitação de diversos edifícios públicos vocacionados para as
atividades culturais, importa agora incrementar o dinamismo e a promoção
de actividades que rentabilizem esses
recursos, permitindo a melhoria da
oferta cultural e do potencial criativo e
realizador existente no concelho. Assim,
propomos:
- Dinamizar os grupos culturais, apoiando e promovendo as suas actividades.
- Facilitar o acesso a infra-estruturas municipais por parte dos grupos culturais.
- Desenvolver actividades não apenas
para consumo interno, mas mobilizar
ainda, por via de uma divulgação maior,
outros públicos externos.
Programa eleitoral
- Dinamizar as festas populares representativas da identidade do concelho
ou das freguesias.
- Reactivar as sessões de cinema no Auditório Ilídio dos Santos.
- Fomentar a criação de uma cooperativa cultural responsável por valorizar,
promover e divulgar as artes tradicionais, a identidade, usos e costumes do
concelho, dinamizar os espaços lúdicos,
de entretenimento, e promover uma
agenda cultural variada.
- Criar prémios municipais para as áreas
da intervenção cívica, literatura, música
e ciência.
ar livre (BTT, Kayak, Rafting, Canoagem,
Escalada,...), desportos motorizados
(passeios 4X4, motas, rally...), as festas
tradicionais, os produtos locais, a gastronomia local... São imensas as possibilidades para desenvolver o Turismo
Verde (ecoturismo), um tipo de turismo
alternativo ao qual as pessoas estão a
aderir cada vez mais.
Deste modo, propomos:
- Colocar sinalética informativa do Mosteiro de S. Miguel de Refojos e do Museu
das Terras de Basto na autoestrada A7.
- Criar e sinalizar novos percursos pedestres.
- Recuperar a projeção da Agro-Basto,
promovendo-a fora de portas e atraindo
mais pessoas.
- Dinamizar a antiga estação ferroviária
de Arco de Baúlhe, para apoio ao Museu,
mas também à ecopista.
- Dinamizar a Casa das Artes, enquanto
equipamento estruturante na criatividade e livre expressão.
- Preservar, dinamizar e promover as aldeias históricas, promovendo a construção sustentada e o arranjo urbanístico
assente nas características arquitectónicas dos locais, fomentando a autoestima dessas comunidades vocacionando
– as para a prática de atividade hoteleira.
VII. Receber melhor quem chega, enriquece quem está
O nosso concelho tem um grande potencial no que diz ao turismo natural,
religioso, histórico, cultural, gastronómico e vinícola, que importa valorizar e
divulgar, a partir do que se podem gerar
dinâmicas de alavancagem da economia local.
A Serra da Cabreira, os arqueossítios e
os lugares históricos, antigos caminhos
romanos, as casas senhoriais, as aldeias,
os campos agrícolas, as vinhas, o gado,
os garranos, os rios e ribeiros, as poças,
as levadas, as praias fluviais, caminhadas, passeios de cavalo, os desportos ao
- Fomentar a criação de associações locais nas aldeias, responsáveis pela dinamização, preservação e promoção da
sua identidade. - Reestruturar o Parque Florestal da sede
do concelho, potenciando a sua utilização.
- Reabilitar as praias fluviais, como aposta forte na promoção turística e bem-estar dos cidadãos.
- Reestruturar o centro cinegético de
Moinhos de Rei, tornando-o numa quinta pedagógica, rentabilizando-o com
produção animal para caça e de plantas,
em parceria com empresários do concelho.
- Criar roteiros turísticos e promoção
destes junto de agentes turísticos externos (nacionais e internacionais).
VIII. Um território ordenado, estruturado, justo e potenciador de qualidade de vida
Persistem no nosso concelho problemas
de ordenamento do território e de aces-
Vote
9
Programa eleitoral
XIII
so a bens e serviços essenciais, comprometedoras dos níveis mínimos de qualidade de vida. Neste domínio propomos:
- Elaborar e implementar um Plano de
Requalificação Urbana para todo o concelho, para fazer do sítio onde vivemos
um lugar mais seguro, mais limpo e
mais bonito, que fixe novos habitantes
e mantenha a identidade arquitectónica
dos diferentes locais.
- Requalificar a rede e tratamento das
águas residuais, promovendo o seu alargamento e requalificando as ETARs, nomeadamente pela utilização de tecnologias mais eficientes.
- Requalificar e ampliar a rede de abastecimento de água municipal, resolvendo os problemas de captação, conduta,
capacidade de reserva, promovendo a
sua extensão a todas as habitações do
concelho, e dotando-a de meios mais
eficientes de análise e tratamento.
- Renovar o sistema de recolha de lixo
doméstico e a rede de ecopontos.
- Elaborar um Plano de Acessibilidade
Viária, de forma a identificar as vias em
maior estado de degradação e priorizar
as intervenções a realizar.
- Construir passeios de modo a aumentar a mobilidade e segurança dos peões
nos meios urbanos.
- Construir abrigos e protecções em
todas as paragens de transportes escolares (onde não existam), construção
de passeios e instalação de passadeiras
para peões nas proximidades.
IX. Proteger o Ambiente é garantir o
Futuro
- Impulsionar ligações de qualidade aos
centros dos lugares, aos concelhos vizinhos e reclamar a construção da variante do Tâmega, prometida aquando do
encerramento da linha ferroviária.
Falar de ambiente não é moda, é agenda. Não se trata apenas da conservação
da natureza, mas também de restabelecer o equilíbrio entre a presença humana e a natureza, por via da exploração
sustentada dos recursos.
- Requalificar o Campo do Seco.
Propomos as seguintes medidas:
- Aumentar a oferta de parques infantis,
em localizações mais próximas dos cidadãos.
- Promover o concelho como uma terra
verde, sensibilizando os munícipes para
um concelho limpo e ambientalmente
responsável.
- Proceder à extensão gradual da Ecopista da Linha do Tâmega, através de
um processo participativo de discussão
pública, tornando este meio de comunicação e lazer acessível ao maior número
de pessoas.
- Conservar os equipamentos municipais e assegurar a limpeza regular das
vias municipais.
- Melhorar o planeamento de obras, evitando obras sucessivas no mesmo local.
- Implementar um Plano da Mobilidade, efectuando um levantamento das
principais barreiras arquitectónicas que
10
impedem que os principais aglomerados populacionais sejam um “território
amigável” para os cidadãos portadores
de deficiência.
Vote
- Colocar oleões para recolha de óleos
alimentares usados, de modo a serem
convertidos em biodiesel para uso das
viaturas camarárias.
- Promover e facilitar a recolha de electrodomésticos e lixo de grandes dimensões.
- Monitorizar todos os consumos energéticos nas diferentes infraestruturas
autárquicas e procurar e implementar
soluções de eficiência energética.
- Incentivar à utilização das energias
renováveis, aproveitando as condições
que algumas regiões do concelho oferecem para o aproveitamento da água,
vento e sol, com vista à redução do impacte ambiental das energias fósseis.
X. Um associativismo livre e um voluntariado forte
As associações culturais e recreativas,
desportivas ou de solidariedade social,
asseguram um contributo insubstituível
na construção e afirmação de identidades colectivas, no desenvolvimento e
capacitação das pessoas, na prestação
de serviços de proximidade, na prevenção de comportamentos de riscos e de
envelhecimento precoce, entre outros.
Propomos estabelecer com estas entidades um compromisso que promova
o seu trabalho, o seu dinamismo, a intervenção em rede mas que, simultaneamente, garanta a sua autonomia e
a prossecução dos seus propósitos de
forma livre. Assim, propomos:
- Distribuir os apoios às diferentes instituições concelhias de forma justa e
transparente, no âmbito de um plenário
representativo de todas as colectividades.
- Apoiar as instituições concelhias com
base em objectivos definidos anualmente.
- Rever as taxas de aluguer dos pavilhões
municipais para os clubes e associações
que dinamizem desporto juvenil e outras actividades tais como a promoção
cultural e apoio a grupos de risco.
- Estabelecer protocolos com juntas de
freguesia e colectividades para a utilização dos edifícios escolares desactivados.
- Designar um interlocutor que faça a li-
XIII
gação entre as associações e a autarquia,
fomentando a cooperação e partilha de
recursos.
- Apoiar atletas federados que divulguem o nome do concelho.
- Criar e dinamizar um novo troço em
terra para ralis na serra da Cabreira, para
treino dos pilotos cabeceirenses federados e de equipas de renome nacional
e internacional que procurem o nosso
concelho para testes oficiais, dinamizando a nossa terra e o comércio local.
- Disponibilizar uma fracção de terreno
junto ao aeródromo de Abadim, para os
treinos dos atletas cabeceirenses que
militam nos campeonatos nacionais de
motocross.
- Apoiar a iniciação à música promovida
pelas associações concelhias.
- Apoiar a criação de uma associação de
defesa e acolhimento de animais abandonados, que promova campanhas de
sensibilização para a vacinação, esterilização e adopção.
- Dar prioridade à participação das associações locais nos eventos organizados
pela Câmara.
- Dinamizar o Cartão de Munícipe através de um sistema de acumulação de
pontos cívicos, traduzidos em descontos no acesso a equipamentos / serviços
municipais, com majoração para quem
exerce funções de voluntariado.
- Criar uma bolsa de voluntários para resolução de problemas municipais, como
limpeza sazonal de praias fluviais, bermas de estradas, vazadouros clandestinos, etc.
XI. Só uma terra que protege as suas
pessoas e os seus bens é digna do seu
nome
“A protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e autarquias locais, pelos cidadãos
e por todas as entidades públicas e privadas com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de
acidente grave ou catástrofe, de atenuar
os seus efeitos e proteger e socorrer as
pessoas e bens em perigo quando aque-
Vote
Programa eleitoral
las situações ocorram” (n.º1 do artigo 1.º
da Lei 27/2006, de 3 de Julho).
A Câmara Municipal deve assumir a responsabilidade pela Protecção Civil no
concelho. Desta forma propomos:
- Actualizar e operacionalizar o Plano
Municipal de Emergência e Proteção Civil.
- Activar em pleno o Serviço de Proteção
Civil Municipal, acautelando a compensação de outras entidades sempre que
sejam estas a assegurar as intervenções.
- Activar a taxa municipal de protecção
civil já aprovada em Assembleia Municipal e nunca aplicada, que permitiria garantir o financiamento da atividade de
Protecção Civil em Cabeceiras de Basto.
- Cumprir o compromisso, já assinado
pela Câmara, de criação de Equipa de
Intervenção Permanente nos Bombeiros
Voluntários Cabeceirenses, garantido
assim a primeira intervenção atempada
em qualquer ocorrência que signifique
risco para pessoas e bens.
XII. Um mandato transparente e participativo
Queremos uma comunidade que aceda
naturalmente e de forma simplificada à
informação processual, para o que propomos:
- Criar o Provedor do Munícipe para análise das reclamações sobre o funcionamento dos serviços, com o objectivo de
identificar e implementar ações de melhoria continua da qualidade.
- Reorganizar a estrutura e os processos
administrativos, de forma a tornar os
serviços mais rápidos e transparentes
para o cidadão.
- Adequar o horário de funcionamento
da Loja do Munícipe permitindo o acesso a todos os munícipes fora do seu horário de trabalho.
- Descentralizar as decisões que afectem
o dia-a-dia do munícipe, tornando as
Juntas de Freguesia mais activas e autónomas.
- Promover colóquios, debates e assembleias populares de forma a favorecer a
participação dos cidadãos nas decisões.
- Democratizar o acesso à informação e
conhecimento, disponibilizando redes
sem fios (wireless) para livre acesso à Internet em todos os edifícios municipais.
- Reservar uma percentagem do orçamento municipal para projectos de cidadãos nas áreas da cidadania, apoio social e cultura (orçamento participativo).
XIII.Contenção e rigor na gestão dos
dinheiros públicos
Para fazer face ao período económico e
social, em que as políticas autárquicas
expansionistas com grandes investimentos são insustentáveis, o movimento IPC propõe-se implementar um conjunto de medidas de redução de custos
na gestão administrativa do concelho.
Por outro lado, a política local precisa de
ser credibilizada, clarificando aos munícipes como é gerido o erário público,
como forma de devolver dignidade e
confiança à administração municipal e
permitir o cumprimento do programa
eleitoral. Por isso, propomos:
- Promover uma auditoria às contas públicas do Município.
- Utilizar o Orçamento de Base Zero
como a principal metodologia de planeamento financeiro.
- Optimizar os custos energéticos do
município, com especial relevo na rede
de iluminação pública.
- Implementar novas regras para a construção de loteamentos com preocupações ecológicas e com o objectivo de
reduzir a factura eléctrica futura (ex. sistemas fotovoltaicos integrados em postes de iluminação pública).
- Promover a utilização de combustível
biodiesel para a frota automóvel municipal.
- Reduzir a despesa e optimizar os recursos da Câmara, utilizando plenamente
as potencialidades das TIC (ex. reduzindo a utilização de cheques, evitando
custos acrescidos e burocracia, ou adoptando softwares livres),
- Reduzir os custos com viagens e diárias
por conta do uso de videoconferência
para reuniões administrativas.
11
Lista de candidatos à Assembleia Municipal
XIII
Paulo Pinto
Caros concidadãos e caras concidadãs:
Pela primeira vez, desde que o 25 de
Abril nos trouxe a liberdade, surge em
Cabeceiras uma candidatura independente aos órgãos autárquicos. Os partidos políticos são muito importantes
num sistema de democracia representativa; porém, os partidos têm perdido
credibilidade ao chamarem a si o monopólio de facto da intervenção cívica
e ao serem veículo de toda a espécie de
carreirismos e clientelas, e ao colocarem
demasiadas vezes os seus interesses estratégicos acima do bem comum que
sempre dizem defender. Nós, movimento Independentes por Cabeceiras (IPC),
queremos ajudar a dignificar de novo a
política e a tornar mais próxima e transparente a relação entre o povo e os seus
representantes.
Por força da lei de limitação dos mandatos, está prestes a terminar um ciclo de
20 anos de governação autárquica em
Cabeceiras de Basto, durante o qual se
realizaram obras e se alcançaram progressos importantes. Não faltam, é certo, exemplos de mau planeamento e de
falhas na acção municipal, mas ainda assim há que reconhecer que temos hoje
um concelho mais desenvolvido e apetrechado.
Contudo, sabemos bem que destes 20
anos não fica apenas a obra. Mandato
12
Vote
após mandato, foi crescendo um temor
alimentado pelo autoritarismo, pela
prepotência, pela tentativa sistemática
de controlar tudo e todos, pela incapacidade de diálogo com os cidadãos e as
instituições, pela conflitualidade permanente, e pela promoção de atitudes de
subserviência e servilismo impróprias
de uma democracia moderna.
Na Assembleia Municipal, temos tido,
com raras excepções, nada mais que um
diálogo de surdos entre uma maioria
que obedientemente aprova tudo o que
a Câmara faz e uma oposição que poucas propostas construtivas apresenta. Se
formos eleitos pelo povo, nós, a lista do
IPC para a Assembleia Municipal, e eu,
Paulo Pinto, candidato a presidente desse órgão, trabalharemos incansavelmente para tornar a Assembleia um local de
debate sério de propostas e de ideias.
Respeitaremos os nossos adversários
e procuraremos trabalhar juntamente
com eles, no melhor espírito democrático, para a solução dos muitos problemas
que o povo desta terra enfrenta. O bem
comum da nossa comunidade é o nosso
único guia.
No nosso movimento temos pessoas de
diversas origens e com diversas sensibilidades. Cada um de nós é uma pessoa
livre, que pensa pela sua própria cabeça
e não receia manifestar as suas opini-
ões seja perante quem for. Apesar das
diferenças, todos partilhamos os mesmos valores fundamentais: o diálogo, a
transparência, a solidariedade, a justiça,
a responsabilidade. Temos candidatos
empenhados, corajosos e dinâmicos,
conciliando a experiência com a juventude, para a maioria dos órgãos autárquicos. Temos um candidato a presidente da Câmara – Jorge Machado - com
perfil e competência indiscutíveis para o
cargo, e com provas dadas na autarquia
e em várias instituições de concelho.Temos ainda a força das nossas convicções
e de nos apresentarmos a vós, cidadãos
e cidadãs de Cabeceiras de Basto, de
consciência tranquila e coração aberto.
Se entenderem, livre e conscientemente, confiar-nos os vossos votos, tudo
faremos para merecer e honrar a vossa
escolha. Acreditamos sinceramente que,
no dia 29 de Setembro de 2013, os cabeceirenses terão a mudança que merecem e desejam.
XIII
Lista de candidatos à Assembleia Municipal
Alcino Castro
Vera Carvalho
Vitor Carvalho
BaltazarVasconcelos
Sandra Mendes
Fernando Brás
António Gonçalves
Sandra Gonçalves
Alexandre Campos
Marco Teixeira
Olga Machado
Manuel Veiga
Bruno Félix
Céu Sousa
Celestino Vaz
Júlio Sousa
Teresa Fernandes
Luís Meireles
Filipe Raposo
Sandra Senra
Mário Magalhães
Sílvia Teixeira
Jorge Pereira
Marcelo Peres
Ana Costa
Paulo Antunes
Mário Gentil
Ana Pinto
Avelino Sousa
Bernardino Sousa
Sílvia Rebelo
António Cunha
Domingos Andrade
Maria Castro
Carlos Rodrigues
Carlos Madanços
Telma Freitas
Armindo Plácido
Américo Magalhães
Sara Vieira
Américo Carvalho
Sofia Andrade
Pedro Basto
António Leite
Carla Moreira
Rafael Pimenta
Cidália Martins
Helder Vilela
Joaquim Teixeira
Vote
13
XIII
Lista de candidatos à
Junta Freguesia de Abadim
João Magalhães
Cristina Semanas
António Teixeira
António Fernandes
João Magalhães
Jonathan Basto
Isabel Magalhães
Luís Barroso
Nuno Fonseca
Afonso Pinheiro
António Teixeira
Conceição Leite
Cláudio Pires
Luís Teixeira
Albano Pires
Joana Costa
José Oliveira
José Teixeira
Luís Costa
Manuel Teixeira
Sameiro Semanas
É com muito orgulho que sou candidato numa lista livre e independente a Presidente da Junta da Freguesia
de Abadim.
Acredito que em conjunto com a minha equipa de trabalho, faremos o melhor pelo desenvolvimento da nossa freguesia e pela melhoria da qualidade de vida das
nossas gentes.
Dos nossos propósitos fazem parte a defesa do nosso
património histórico e natural, dando também continuidade ao melhoramento das infra-estruturas da
freguesia, ao nível das vias públicas, da água, do saneamento básico e da revitalização das áreas de lazer.
Acredito firmemente que com o Dr. Jorge Machado
como Presidente de Câmara e toda a sua equipa, Abadim passará a ser uma freguesia em crescimento contínuo, onde todos os cidadãos serão tratados com respeito, dignidade e liberdade!
Para que isso aconteça, temos todos de trabalhar e
como alguém me diz “por um voto se ganha, por um
voto se perde”.
Acreditem nesta equipa! Porque somos a equipa que
melhor defende os interesses desta terra.
Votem nos Independentes por Cabeceiras no dia 29 de
Setembro, na Junta de Freguesia; na Câmara Municipal
e na Assembleia Municipal.
Um bem-haja aos Independentes por Cabeceiras, e aos
valores que representam.
Viva a liberdade e viva a freguesia de Abadim!
14
Vote
XIII
Lista de candidatos à
Junta Freguesia de Riodouro
João Luís
Isabel Martins
Depois de vários anos a zelar pelo bem-estar da freguesia de Riodouro e conhecedor
dos problemas reais e das necessidades das
suas gentes, é com grande orgulho, dedicação e empenho que aceitei o desafio de
ser candidato à Junta de Freguesia de Riodouro pelo movimento Independentes por
Cabeceiras.
Ana Azevedo
Vítor Santos
Paulo Pereira
Manuel Gonçalves
Lúcia Azevedo
Marco Gonçalves
Francisco Mendes Marina Pacheco
José Gonçalves
Joaquim Oliveira
Paula Pacheco
Humberto Afonso Hélder Martins
AlexandraAzevedo
Nuno Pereira
Egídio Silva
Manuel Semanas Fátima Mendes
Jorge Barroso
Carlos Cruz
Márcia Ferreira
FranciscoGonçalves
Juntamente com a equipa que me acompanha, vamos trabalhar para o engrandecimento da Freguesia e pela melhoria das
condições de vida das pessoas de forma
justa, transparente e honesta.
Unidos pelo espírito de missão e de serviço
público temos como propósito o bem-estar
de todos, sem excepção e trabalharemos
com determinação e responsabilidade.
Consciente de que existe muito ainda a fazer, contamos o apoio de todos porque a
mudança É Agora!
Vote
Sandrina Martins
André Azevedo
15
Lista de candidatos à União de
Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune
Elisa Martins
Aceitei o convite para me candidatar à União das Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune, porque entendo que,
decorridos 20 anos do Partido Socialista no poder, é tempo
de mudar. Acredito que 2013 é o ano da mudança.
É uma honra para mim fazer parte de um movimento de
cidadãos independentes, que não sendo um partido político, tem por base, um conjunto de princípios e valores
com os quais me identifico inteiramente, princípios como a
democracia, a liberdade, a solidariedade, a autonomia das
instituições, o respeito pela diferença de opiniões, entre
tantos outros.
É pela defesa incondicional e no interesse da população e
das instituições do Arco de Baúlhe e Vila Nune que a minha
equipa e eu iremos trabalhar.
Queremos o melhor para a nossa terra e acreditamos que
vamos criar melhores condições e qualidade de vida a todos aqueles que aqui vivem.
16
Vote
XIII
Avelino Sousa
Há 16 anos que trabalho para o bem-estar das pessoas.
Aceitei o desafio de integrar a lista da União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune pelo movimento Independentes por Cabeceiras porque acredito que estou com
gente séria, contrariamente ao que aconteceu nos últimos
8 anos.
Acredito que as pessoas só dispõem realmente de escolha
se for apresentada mais do que uma alternativa. Não ficaria
de consciência tranquila se não integrasse uma lista que
apresentasse uma alternativa objectiva e séria.
Para além do trabalho feito, tenho consciência que há ainda muito trabalho para fazer.
Proponho-me continuar a trabalhar afincadamente pelos
cidadãos da União das Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila
Nune.
XIII
Elisa Martins
Avelino Sousa
Vítor Pimenta
Vera Carvalho
Sílvia Cardoso
Jorge Pacheco
Pedro Costa
Natália Carvalho
António Machado
Alberto Castro
Ana Teixeira
Joaquim Magalhães
Avelino Mota
Rosa Leite
Paulo Teixeira
Mário Batista
Gina Nogueira
Alberto Vieira
António Alves
Clarisse Ribeiro Márcio Gonçalves AntónioMagalhães
Marta Durães
Rui Afonso
Manuel Martins
Cláudia Alves
Alfredo Mendes
José Nogueira
Sérgio Magalhães
Débora Leite
Bruna Oliveira
Francisco Barroso JoaquimGonçalves Paula Carvalho
Paulo Martins
Joaquim Ribas
Marco Teixeira
Sílvia Teixeira
Pedro Gonçalves
Agostinho Sousa Alfredo Gonçalves
Sónia Teixeira
Ricardo Pereira
Joaquim Moura BernanrdinoSousa Marta Rodrigues
Ana Costa
Vote
Francisco Magalhães
Rosa Silva
Sérgio Teixeira
Micael Gonçalves
Paulino Alves
17
XIII
Lista de candidatos à
Junta Freguesia de Cavez
Paulo Guerra
Armindo Plácido Marisa Teixeira
Ezequiel Vilela
David Magalhães Soraia Gonçalves
José Mota
Rui Machado
Teresa Fernandes
José Martins
Sandra Merêncio António Carvalho Vítor Gonçalves
Somos um grupo livre e independente,
com o propósito de servirmos a comunidade, em especial as pessoas, de forma a
valorizar os seus interesses e fazê-las sentir parte integrante do nosso movimento.
O que fez com que esta candidatura fosse
avante foi o espírito de ajuda e união de
um grupo de pessoas com ideias próprias,
com o único sentido de servir de forma
justa a nossa terra e a nossa gente.
Esta candidatura não se move pelo poder,
nem do poder pelo poder, mas sim por valores imprescindíveis no nosso quotidiano, tais como: verdade, justiça, igualdade
e confiança, pois somos uma terra com
gente dentro.
Sílvia Teixeira
Vote
Fátima Carvalho
Manuel Mucha
Luís Silva
José Gonçalves
Sofia Rocha
José Carvalho
Lorena Magalhães
Lúcia Pires
Carlos Santos
Carla Andrade
AlexandreCampos AntónioFernandes
Sofia Andrade
ManuelMagalhães Maria Vasques Arnaldo Carvalho
Rui Vasques
18
Paulino Silva
Paula Rêgo
Luís Plácido
XIII
Luís Mouta
É com orgulho que sou candidato Independente
à Junta de Freguesia de Pedraça.
Esta decisão resulta de duas razões fundamentais. Porque me identifico com os ideais do movimento Independentes por Cabeceiras, acreditando na sua coerência e no seu potencial. E, ainda,
porque tenho um apego enorme à freguesia
onde nasci e cresci, querendo dar um contributo
para o seu desenvolvimento, trabalhando na melhoria das condições de vida das pessoas.
Comprometo-me a colocar o interesse das pessoas acima de tudo, de forma transparente e honesta.
Acredito e tenho muita confiança em toda a minha equipa. Uma equipa com muita humildade, transparência, espírito de entreajuda e com
grande capacidade de trabalho. Estamos aqui
de corpo e alma. Temos vontade, determinação
e ambição para levarmos a freguesia de Pedraça
ao lugar que ela merece.
Apelo à união de todos, para que todos juntos
possamos lutar por um futuro melhor.
Estou certo de que somos capazes de fazer a diferença pela positiva.
João Magalhães
Vote
Lista de candidatos à
Junta Freguesia de Pedraça
Joaquim Teixeira
Vânia Queirós
Carlos Magalhães
Rita Oliveira
Carlos Lomba
Andreia Oliveira
António Moura
Fátima Andrade
Ana Mota
Joni Baia
Isabel Castro
Jorge Teixeira
BernardinoMagalhães
Isabel Oliveira
Manuel Batista
Sónia Magalhães
Pedro Carvalho
Ana Machado
Jacinta Oliveira
Joaquim Mota
José Magalhães
Leandro Magalhães Ricardina Dourado
Ana Mota
Manuel Dourado
19
Lista de candidatos à União de Freguesias
de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela
Inácio Teixeira
Sou candidato à Presidência da união das
Freguesias de Refojos de Basto, Outeiro e
Painzela, porque acredito nas pessoas e na
necessidade urgente de devolver a todos
os meus concidadãos o orgulho pela sua
terra.
O nosso projeto assenta em três princípios
fundamentais: responsabilidade, disponibilidade e solidariedade. No entanto, cabe
a cada um de nós decidir o futuro da nossa
terra, tornar-se responsável pelo seu património e pelo seu destino.
Não nos deixemos levar pelo medo e pela
desconfiança. É necessário no próximo dia
29 de setembro tomar uma decisão individual, com consciência e em plena liberdade, pois nas mãos de cada um de nós, está
nada mais, nada menos, que o futuro da
nossa terra.
Compete-me exprimir desde já um compromisso de honra para com todos os
meus concidadãos, bem como a garantia
de que seremos uma equipa empenhada
e determinada para assumir tão extrema
responsabilidade para com o povo de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela.
Independentemente dos resultados, respeitaremos a vontade e a decisão do eleitorado cabeceirense. Que cada um vote
em consciência e, sobretudo, em liberdade.
20
Vote
Miguel Gonçalves
XIII
Quélia Mendes
Conheci o Dr. Jorge Machado há alguns Integro o movimento Independentes por
anos atrás em contexto profissional no de- Cabeceiras – IPC porque acredito no projeto que tem para Cabeceiras de Basto, em
sempenho da minha profissão.
geral, e para cada uma das freguesias, em
Tenho para mim que é uma pessoa extremaparticular. Dedico ao Dr. Jorge Machado
mente responsável, apreciadora da clareza e
uma admiração extraordinária. Reconhezelosa dos compromissos que assume.
ço nele características pessoais e de comApesar dos cargos de direcção que ocupa petência técnica para fazer política justa e
nas instituições do concelho, as decisões acertada. Tem feito um trabalho de mérique toma são resultado de um consenso to inigualável por onde tem passado. Por
alargado.
onde passa faz amizades e convence na
formulação e implementação de soluções;
Não é uma pessoa que ande “em bicos de
por onde passa faz bem, faz justo, pratica
pé”, pelo contrário, demonstra-se sempre
rigor, liberdade e respeito.
acessível a todos.
Estou com o Dr. Jorge Machado e com as
Ao tomar conhecimento do contexto em
equipas que integram o movimento.
que saiu da Câmara Municipal e da história
que quiseram fazer passar, concluí que do Não tenho dúvida que todos queremos a
conhecimento de que dispunha a seu res- mudança.
peito, a razão estava seguramente do lado
dele.
Estamos no século XXI, precisamos de liberdade!
Entre outras, estas são as principais razões
que, despertam em mim um profundo sentimento de admiração e respeito e a convicção de que é a alternativa para os destinos
do nosso concelho. Em Cabeceiras, a politica
tem servido às pessoas para se ajudarem a
si próprias. Este é o momento para terminar
com lógicas perversas desta e de outra natureza.
XIII
Inácio Teixeira
Miguel Gonçalves
Quélia Mendes
José Teixeira
Elisabete Mateus
José Pacheco
Liliana Lemos
José Cunha
Sónia Teixeira
Pedro Pereira
João Teixeira
Margarida Pacheco
José Teixeira
Sónia Magalhães
Susana Andrade
José Francisco
Nuno Barreiro
Joana Veiga
Rui Ribeiro
José Pacheco
Susana Andrade
Bruno Fonseca
Adélio Mateus
Ângela Pereira
Nuno Teixeira
Fernando Gomes
Silvie Gonçlaves
Ricardo Pereira
Sérgio Basto
Ana Veiga
Bruno Sousa
Nuno Costa
Marta Madanços
João Basto
Pedro Teixeira
Helder Vilela
Cláudia Teixeira
Vote
Carlos Mandanços Susana Magalhães
21
Apoio ao IPC nas
Freguesias de Basto e Faia
Basto - Sta. Senhorinha
XIII
Faia
Paulo Antunes e Júlio Sousa
Hoje ser autarca é de uma exigência extrema. O grupo de apoiantes e simpatizantes do movimento Independentes por Cabeceiras
pela Freguesia de Basto, encara o poder autárquico com sentido de
serviço, razão pela qual acredita que o Dr. Jorge Machado reúne as
qualidades e a determinação necessárias para liderar o concelho
de Cabeceiras de Basto. A profunda experiencia que adquiriu enquanto autarca, ao longo dos últimos anos, proporcionou-lhe um
conhecimento sólido do concelho, permitindo-lhe uma avaliação
real da cada freguesia e do seu potencial enquanto base de uma
intervenção em benefício do desenvolvimento do concelho.
Ao longo dos últimos anos, a Freguesia de Basto não recebeu da
Câmara Municipal a merecida atenção, frustrando expectativas.
É também por esta razão que estamos com esta candidatura por
acreditarmos que o Dr. Jorge Machado saberá, em todos os momentos, colocar as pessoas em primeiro lugar. Com toda a certeza,
será a melhor alternativa para a nossa gente e para a nossa terra.
A população fez-nos chegar um sentimento que reivindicava o
reconhecimento e a necessidade de uma forma diferente de fazer
politica e uma estratégia distinta daquelas que têm sido desenvolvidas nos últimos anos. Estamos alicerçados numa consciência que
vem ao encontro destes anseios ao defendermos uma maior proximidade ao cidadão, ouvindo e encontrando as melhores soluções
para os seus problemas. Acreditamos que a candidatura do Dr. Jorge Machado tem como primeiro propósito as pessoas confirmando
assim os nossos objectivos. Partindo das dificuldades concretas e
reais, é com vontade, esforço e uma forte convicção que nos aliamos a esta candidatura, cientes de que todos juntos dispomos da
capacidade necessária para vencer os desafios do presente.
22
Vote
Mario Magalhães
Posiciono-me ao lado dos Independentes por Cabeceiras –
IPC porque considero que o concelho não suporta mais políticas abusivas, de perseguição e limitação da liberdade das pessoas. Estou ao lado do movimento porque importa garantir
uma renovação dos poderes instalados. Estou ao lado do Dr.
Jorge Machado, porque desde o primeiro momento em que
o conheci que pressenti que era um bom homem. Hoje estou
seguro que assim é efetivamente.
Um bom homem, confiável, de carácter extraordinário, com
os pés bem assentes na terra, experiente e por isso capaz de
pensar e executar as melhores soluções para os problemas da
nossa terra.
Se dúvidas tivesse, que nunca tive, relativamente à forma do
Dr. Jorge Machado e da equipa que o acompanha fazer política, estas diluir-se-iam quando se confirmou que não quis
delinear o seu programa de trabalho para os próximos quatro
anos sem consultar previamente as pessoas, sem ouvir da sua
perspetiva.
XIII
Apoio ao IPC nas Freguesias de
Bucos e Cabeceiras de Basto
Bucos
Cabeceiras de Basto - S. Nicolau
Fernando Brás
Francisco Correia
Estive no passado com uma força partidária, na luta pelas melhores soluções para o concelho. Tive, nesses anos
o privilégio de conhecer o Dr. Jorge Machado. Pelas qualidades humanas e pela competência inequívoca para gerir,
melhor que ninguém o nosso concelho, não poderia agora
deixar de o acompanhar no propósito de se constituir Presidente de todos os cabeceirenses. Apoio o homem que
justamente deve ser o nosso presidente, porque será o que
melhor nos irá servir, o que nos servirá bem.
Estou com o Dr. Jorge Machado por uma razão muito simples:
é o homem certo para cuidar do futuro de Cabeceiras de Basto. Quando me foi apresentado deram – me como conselho
que o conservasse, que era homem sério, honesto e trabalhador. Reservei para mim próprio a confirmação do que, com
tanta convicção, me diziam e não tive, ao longo destes muitos anos entretanto passados, um qualquer momento, uma
qualquer situação em que isso tenha sido negado. É de facto
homem sério, honesto e trabalhador. Mas é um homem com
muitas outras qualidades. É homem de grande inteligência,
humildade, capaz de reunir consensos. Tem larga experiência
na gestão autárquica e das coletividades.
O Dr. Jorge Machado é uma pessoa com boa formação,
com muitos anos de Câmara, experiente e é capaz de fazer
um bom trabalho conforme tem demonstrado.
É o candidato mais bem preparado para ser o nosso Presidente. É dotado de grandes capacidades e portanto o
concelho de Cabeceiras de Basto tem muito a ganhar com
a sua eleição.
Vote
Quem com ele priva, quer na esfera pessoal quer profissional,
conhece um homem constante, que baseia a relação com os
outros no respeito mútuo, na valorização das ideias, ainda que
contrárias às suas.
Quero que o Dr. Jorge Machado e todos os que integram o
movimento Independentes por Cabeceiras sejam eleitos para
presidir ao nosso futuro. Estou com o movimento para pensar
e executar a melhor gestão do nosso concelho.
23
Apoio ao IPC na União de Freguesias
de Vilar de Cunhas e Gondiães
XIII
Vilar de Cunhas
Gondiães
Jorge Ramos
Sofia Gomes
Eu e muitos outros cidadãos da freguesia de Vilar de Cunhas
estamos com o movimento Independentes por Cabeceiras e
sabemos que o movimento nos tem também no centro das
suas preocupações. Queremos uma política diferente para Cabeceiras de Basto. Queremos para Cabeceiras de Basto e para
todas as suas freguesias o projeto do movimento encabeçado
pelo Dr. Jorge Machado, porque queremos um projeto feito
por todos. A freguesia de Vilar de Cunhas tem muitas fragilidades mas tem também muitas potencialidades e a gestão que
tem sido feita não tem tratado nem de umas nem de outras.
É preciso uma gestão camarária que, dentro das suas atribuições, contribua para estimular a agricultura, grande fonte de
rendimento; é preciso uma autarquia que se constitua parceira no aproveitamento das energias renováveis, nomeadamente, eólicas, recurso desaproveitado.
Apoio o movimento Independentes por Cabeceiras porque é
necessária uma mudança de rumo. Cabeceiras de Basto precisa de um novo caminho e de novas soluções para se tornar um
concelho mais competitivo e dinâmico.
Acredito que a candidatura do Dr. Jorge Machado reúne todas
as condições para proporcionar aos problemas existentes as
soluções necessárias e adequadas.
É imprescindível fazer de Cabeceiras um concelho mais sustentável, mais rentável e mais produtivo. É fundamental investir na criação de emprego para fixar a população e potenciar a
riqueza do concelho.
A aposta no desenvolvimento desportivo e a reabilitação de
espaços verdes também constituem uma preocupação a ter
em conta.
O Dr. Jorge Machado é a alternativa que os cabeceirenses precisam para levar estas e outras preocupações à reflexão e à
implementação das soluções.
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XIII
Alvite
Apoio ao IPC da União de
Freguesias de Alvite e Passos
Passos
Celestino Vaz
O apoio ao Dr. Jorge Machado é, na sua génese, pela união
da freguesia contra aqueles que teimam em preocupar – se
com tudo, menos com as pessoas; pela união das pessoas que
alguém tentou dividir apenas e só para reinar.
E tudo pode mudar. É agora a oportunidade de ouro para os
Alvitenses.
É hora de eleger um presidente da Câmara que defenda os
valores de uma sociedade justa, orgulhosa das suas raízes. Um
presidente da Câmara que se distinga pela sua frontalidade;
pela sua generosidade; pelas suas capacidades intelectuais;
que se orgulhe das suas gentes e, que tenha a humildade de
ser apenas mais um colaborador.
No entanto, as qualidades técnicas e humanas do Dr. Jorge
Machado são apenas alguns atributos de um:
Homem que se fez a si mesmo sem encostos ou jogos de poder pelo poder.
Manuel Pereira Alves
Foi com enorme satisfação que vi anunciada a candidatura do
Dr. Jorge Machado à Câmara Municipal, bem como, a candidatura do Dr. Paulo Pinto à Assembleia Municipal.
Esta satisfação alavancou a esperança de um futuro melhor,
um futuro onde caibam todos os Cabeceirenses e, em particular, todos os Passenses.
Um futuro que sirva para unir os Passenses contra aqueles que
um dia, quase conseguiram desuni-los.
Um futuro daqueles que respiram Passos contra aqueles que
de Passos só necessitam para encher urnas de votos.
Um Homem que apenas é um apaixonado por Cabeceiras.
Um futuro que sirva para dignificar Passos, as suas gentes, as
suas memórias, a sua terra!
Um Homem que sempre dignificou Alvite e as pessoas que
fazem Alvite.
Um futuro que seja o orgulho das gerações vindouras e que
daqui a 4 anos se possa afirmar: “É bom viver em Passos”.
Um Homem que faz perdurar o valor da família e dos amigos.
Por orgulho à nossa terra e às nossas gentes.
Um Homem que se limita a ter como máxima o bem comum.
É por tudo isto e, sobretudo, pela minha terra que voto Dr.
Jorge Machado.
Um forte abraço!
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As torres mensageiras
SIMBOLO DA DETERMINAÇÃO E DA
FORÇA DOS INDEPENDENTES
O movimento de cidadãos Independentes por Cabeceiras - IPC implementou em todas as freguesias do
concelho, uma campanha inédita para
partilha do seu projeto com os Cabeceirenses, que concilia preocupações
ambientais com contenção de custos,
favorecendo a consolidação de uma
identidade singular na sua campanha
eleitoral.
As tradicionais estruturas metálicas
que suportam os outdoors das campanhas publicitárias e políticas foram
substituídas por uma solução de baixo
custo, focada na protecção do ambiente. As torres assumem-se como um elemento urbano, estando localizadas nos
principais pontos de afluência e passagem de pessoas. O seu potencial é rentabilizado pelas 4 faces, sem anulação
de perspectivas conforme incorrem as
tradicionais estruturas.
Enquanto marcos verticais, representam simbolicamente a determinação e
a força deste movimento da sociedade
civil.
O lugar para a criatividade está bem
patente nesta iniciativa que revela, ainda, um dinamismo e uma ousadia próprios de quem não tem medo de fazer
diferente para fazer melhor.
À medida que as listas de candidatos
foram sendo apresentadas nas respectivas freguesias, as torres foram
erguidas e inauguradas, como forma
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Vote
de assinalar nos locais a presença dos
Independentes e, consequentemente,
a sua mensagem.
Toda a madeira utilizada nesta campanha foi alugada com o compromisso de
ser devolvida depois de concretizado o
seu propósito. As paletes de madeira
reutilizadas regressarão, consequentemente, ao seu circuito de comercialização.
A limpeza do terreno envolvente à edificação de cada torre foi um pressuposto que se garantiu em todas elas.
A operacionalização das torres contou
com o apoio de vários cidadãos que integram os Independentes, bem como,
de muitos voluntários simpatizantes e
apoiantes do movimento. Um trabalho
que exigiu força física ancorada num
entusiasmo e motivação contagiantes.
Foi a demonstração de que, havendo
uma verdadeira causa em que as pessoas acreditem e que lhes proporcione um horizonte unicamente voltado
para o bem-estar coletivo num clima
de liberdade e participação, sem condicionalismos de quaisquer natureza,
a mobilização coletiva e o espirito de
pertença fluem espontaneamente.
No total foram erguidas 23 torres grandes e 10 torres pequenas. Esta forma
de transmitir mensagens foi levada a
todas as freguesias do concelho, com
ou sem lista de candidatos. Porque
este é um projeto que conta com todos
e se destina a todos.
XIII
Sobre as torres foram colocadas mensagens em 3 momentos distintos. No
que diz respeito à imagem, num primeiro momento foi apresentado o
primeiro candidato das várias listas,
nomeadamente, à camara municipal, à
assembleia municipal e às assembleias
de freguesia. Num segundo momento, foram apresentadas cada uma das
equipas respetivas. E, no terceiro e último momento, o apelo ao voto, voltou a
destacar o primeiro candidato de cada
lista.
No que diz respeito à mensagem propriamente dita, enfatiza-se a importância do candidato Jorge Machado,
enquanto candidato que se propõe
trabalhar para todos os cabeceirenses,
sem exceção, num registo de mobilização coletiva a favor de Cabeceiras
de Basto e das suas gentes. Finalmente, apelam ao reconhecimento de que
este é o momento determinante para a
mudança, sustentada num projeto verdadeiro e inclusivo, de proximidade a
todos, onde cada um conta.
A conjugação destes argumentos está
associada a uma equipa de pessoas
diversificada, de diferentes origens e
com diferentes percursos que se inscreve num novo paradigma de pensar
o concelho, devolvendo à política o
seu único propósito, as pessoas.
Da reação registada sobre o impacto
desta campanha, verifica-se que, da
saudável curiosidade de quem sabe
estar, resulta uma aceitação muito simpática, porque valorizam estas pessoas
maneiras diferentes de intervir no concelho. Não obstante essa reação generalizada, observaram-se já algumas
atitudes de vandalismo que acusam
inercia de pensamento e a negação
pragmática da democracia. Contudo,
os Independentes mantêm a sobriedade e a tranquilidade próprias de quem
sabe que o culto cego de determinadas personalidades representa resquícios de panoptismo e de incoerência
que não são representativos de uma
consciência coletiva que saberá escolher assim que o momento chegar.
XIII
A mudança... É agora!
“Agora”
Ao nascer leve do dia
Ao despontar da brisa nascente
Move-se o tempo que denuncia
O futuro que há-de estar presente
Escorrem no verde da esperança
As gotas derretidas de orvalho
Movidas na toada da perseverança
Chamam-se os corpos ao trabalho.
Forma-se neste ritmo o movimento
De onde nascem as vontades
Acordam a razão e o sentimento
Anseia o coração por liberdades.
E da coragem nascidos,
Da coragem formados
No trilho sinuoso da emoção
Que despertando os sentidos
E por eles comandados
Erguemos as torres da inclusão.
Encontram-se unidas, em firmeza
Afastando medos e inveja à espreita
Sustentam em pé na forte certeza
Que só a verdade aqui se aceita.
O vento sopra forte na sua independente dança
Incita por nós e pede sem demora
Quer ver vitória, quer sentir mudança
Tem de acontecer e que seja agora!
José Duarte
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Revista: A mudança … É Agora! - Independentes por Cabeceiras