XIII Mandatários Estimados Cabeceirenses, Cabeceirenses, É para mim uma grande honra e um inestimável prazer aceitar as funções de mandatário das listas do grupo de cidadãos Independentes por Cabeceiras (IPC), que marcará a história democrática do Concelho de Cabeceiras de Basto como sendo o primeiro e único movimento independente que sai da esfera partidária. Vivemos, de um modo geral, um défice de debates de ideias, e é neste contexto que surge o movimento de cidadãos Independentes por Cabeceiras, de uma forma espontânea e natural. Acredito convictamente no potencial do nosso movimento, porque representa, de forma verdadeiramente genuína, a melhor alternativa para o concelho de Cabeceiras de Basto naquilo que de mais valioso temos - as pessoas. A pluralidade e diversidade estão representadas no conjunto das listas que constituem o movimento Independentes por Cabeceiras. Renovo diariamente o orgulho de representar todas as listas, feitas de gente incansável, íntegra e mobilizadora da vontade coletiva de mudança. Esta candidatura é liderada por Jorge Machado, o qual conheço muito bem pois tive o privilégio de ter estado ao seu lado em termos profissionais e pessoais, sempre motivado pelo seu estímulo e o seu exemplo. O nosso candidato à Camara Municipal possui a força de quem sabe escolher as palavras, ideias e soluções. É um homem isento de ambição do poder pelo poder. Jorge Machado conhece objetivamente as necessidades reais, os problemas dos cabeceirenses. Oriundo do povo, representa, de forma elegantemente digna, a humildade e a simplicidade, subtraídas de formalidades, que tantas vezes, constitui obstáculo à proximidade, à discussão aberta e à transparência, e consequentemente, ao consenso. Porque são consensos que agrega à sua volta e, mais concretamente, são consensos que pulsam em torno dos ideais que defende e pratica. É preciso equilibrar a intervenção da autarquia com a efetiva e responsável participação dos cidadãos nas decisões que lhes dizem mais diretamente respeito. Só a pessoa de Jorge Machado nos garantirá essa situação muito desejada pelos cabeceirenses. Será um Presidente que fará melhor para todos e por todos. No fundo desejaria que a palavra que aqui manifesto constitua um grito aqueles que preferem a ilusão à realidade, a ignorância à verdade e o silêncio à preocupação. Teremos de lutar contra passividade cívica, tratar em comum os assuntos comuns e multiplicar até ao infinito pelos cidadãos as ocasiões de agir conjuntamente. Acredito convictamente que a nossa vindima vai ficar feita e será consolador verificar que, feita ela, abriremos caminho para um concelho livre e digno. Desenham-se no horizonte sinais claros de uma desejada mudança e se tiver que ser que seja AGORA. Alcino Castro Mandatário das listas 2 Vote Foi com muito orgulho que aceitei o convite que me foi dirigido para ser o mandatário financeiro do grupo de cidadãos eleitores Independentes por Cabeceiras IPC, às eleições autárquicas de 2013. Este é o primeiro movimento independente criado no nosso concelho e como tal vai ficar na história da política de Cabeceiras de Basto. Tenho a certeza também, que ficará na história a vitória deste movimento nestas eleições e que finalmente vamos ter política de verdade e de sinceridade, política de bom senso, política de princípios que sejam justos e verdadeiros. A cara deste movimento é a do Dr. Jorge Machado, um grande homem e de grande carácter, de enorme personalidade, de princípios e de valores com os quais eu me identifico, enfim, um homem em quem eu confio para dirigir o destino dos meus, enquanto Cabeceirenses. Portugal vive hoje uma situação de crise económica e social que se reflete nas vidas dos Cabeceirenses e é fundamental responder a essa crise com energia e com rigor, porque só assim poderemos construir a confiança e a cumplicidade entre os Cabeceirenses e quem os governa. Enquanto Mandatário Financeiro deste movimento, comprometi-me com a verdade e o bom senso, que devem imperar sempre, mas que em tempos de crise, em que tantos passam por tantas dificuldades, ganham um significado ainda maior, fazendo com que a responsabilidade de gastar bem o que possuímos e de não gastar mais do que o que temos, seja um exemplo a seguir por todos os nossos governantes. Finalmente, quero só dizer-vos que acredito sinceramente na natureza deste movimento, um movimento criado por pessoas que estão preocupadas com o bem-estar dos Cabeceirenses e que querem o melhor para as suas gentes e para as suas terras, e se hoje estou em condições de dizer alguma coisa com toda a certeza, é que os esforços incansáveis que têm sido feitos e que continuarão a ser feitos por quem realmente se preocupa, tem apenas um objetivo, servir melhor o povo de Cabeceiras. Assim o povo queira e melhores dias virão… João Manuel de Castro Campos Mandatário Financeiro XIII “Cabeceiras Somos Todos Nós” Entre Abril de 1974 e Abril de 2013 passaram 39 anos, que representam a idade da democracia. Em Cabeceiras, a democracia ainda não está madura. A lógica de representatividade democrática pelos partidos políticos, tem dificultado o seu amadurecimento. Por esta razão, a constituição de um movimento de cidadãos representa uma alternativa espontânea e livre, que se quer isenta dos vícios das estruturas partidárias. A base deste movimento é o respeito que as pessoas devem merecer da parte dos seus representantes eleitos. A nossa carta de compromissos reflete a nossa identidade traduzida em XIII princípios, constituindo cada um deles, por si só, um valor de cidadania e de humanidade que consideramos importante; todos quantos estiveram na base deste movimento são norteados por estes XIII princípios, bem como todos quantos o fizeram crescer através de uma adesão alargada e entusiasta. Por isso, assumimos a Liberdade como condição fundamental para a Vote Manifesto Eleitoral plena cidadania dos cabeceirenses; a Coragem como força motriz para o que já enfrentamos e para os desafios que enfrentaremos quando formos eleitos; a Proximidade como expressão da nossa forma de trabalhar, sempre pronta a ouvir as pessoas; o Dinamismo na detecção de problemas e na procura de soluções; a Participação porque acreditamos que bem gerir é estimular a cidadania activa em consonância com o verdadeiro espírito democrático; a Solidariedade porque Cabeceiras só será uma terra melhor quando for uma terra de todos para todos, sem deixar ninguém para trás; o Rigor na gestão do que é de todos para que progressivamente os serviços proporcionados atinjam o equilíbrio entre qualidade e sustentabilidade; a Transparência nessa mesma gestão, onde cada processo de decisão deve ser público, para consulta de todos; a Autonomia como voto de confiança nas instituições locais para que o seu trabalho possa ser desenvolvido pelas pessoas de forma descentralizada, sem intervenções e pressões externas contraproducentes; a Igualdade para que a inclusão social se torne realidade, erradicando as velhas e novas formas de pobreza e incutindo o respeito mútuo como mais alto valor na nossa sociedade; a Firmeza que nos guiará na defesa do que é nosso e na captação de projectos criadores de riqueza; O Realismo no contacto com os cabeceirenses porque a nossa via não é a do exibicionismo nem a do aliciamento fácil mas a do desenvolvimento eficiente e sustentável; por fim, a Identidade constituída pelo conjunto de todos estes princípios e pelo legado histórico de Cabeceiras como terra de gente lutadora e unida pelo diálogo próximo entre as suas 17 freguesias. Orientados por estes treze traços distintivos, construímos um programa eleitoral que, tal como as nossas torres de campanha, se alicerça na terra e cresce em direção ao céu, combinando realismo com esperança. Com o voto dos cidadãos e cidadãs de Cabeceiras de Basto, faremos prosperar este projecto. A vitória do movimento IPC será a vitória de todos os cabeceirenses. Porque a nossa terra não tem só um dono, Cabeceiras é de todos nós. 3 Lista de candidatos à Câmara Municipal fizemos história no concelho de Cabeceiras de Basto e negamos a expetativa de alguns que aguardavam que não conseguíssemos ultrapassar esta etapa. Assim, este movimento apresenta – se com candidatura à presidência da Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e a várias assembleias de freguesia. Todos os candidatos, foram escolhidos livremente de entre os vários cidadãos. Nas freguesias onde não foi formalizada candidatura, surgiram espontaneamente grupos informais de apoiantes e simpatizantes com vontade e disponibilidade para se juntar ao movimento. Jorge Machado Caras(os) Cabeceirenses, Apresentei-me oficialmente como candidato à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto no dia 25 de abril. A carga simbólica associada a esse dia remete-nos para a necessidade de mudança, contrariando o défice de liberdade, que estou certo verei confirmada no dia 29 de Setembro. Pela primeira vez em Cabeceiras, surgiu um movimento de cidadãos que se uniu e implicou numa iniciativa de natureza cívica constituindo-se como uma alternativa às tradicionais candidaturas dos partidos. Na diversidade das suas opções ideológicas e político-partidárias, tinham em comum a vontade de apresentar listas independentes aos diversos órgãos autárquicos. Qualquer movimento de cidadãos que se proponha constituir alternativa num processo eleitoral, fora das estruturas partidárias, está obrigado a cumprir com um processo complexo, nomeadamente, à recolha de um mínimo de assinaturas de proponentes, sem as quais não lhe é reconhecida pelos órgãos judiciais qualquer validade. Esta tarefa, embora grande, foi por nós cumprida e amplamente ultrapassada graças à mobilização de muitas pessoas, voluntárias, apoiantes e simpatizantes. No dia 5 de Agosto, confirmou-se a possibilidade de nos constituirmos como uma alternativa nas eleições. No dia 5 de Agosto de 2013 4 Vote Reconheço ao Dr. Paulo Pinto, candidato à Assembleia Municipal, as qualidades necessárias à criação de consensos num órgão essencial para a vida do município, capaz de promover, entre as diferentes forças com representatividade, um debate sério e a todos exigir que formulem as melhores soluções para o concelho. Reconheço nos candidatos às Assembleias de Freguesia Elisa Martins, João Magalhães, João Luís, Luís Mouta, Inácio Teixeira e Paulo Guerra e às equipas que os acompanham, capacidades maiores para cuidar das suas comunidades. Gente jovem, dinâmica, gente menos jovem, experiente, unida no propósito de pensar e praticar soluções, sustentando a sua intervenção no respeito de princípios básicos como sejam liberdade, seriedade e justiça. As pessoas que compõem as listas têm em comum a paixão pela nossa terra. Apresentámos publicamente as diversas candidaturas e respetivas listas em diversos momentos, tendo sido convidada a população a estar presente e a juntar-se a nós, porque este movimento de cidadãos não é um grupo fechado, nem é um movimento contra os partidos. É um acto de cidadania consolidado num conjunto de valores e princípios que tem no bem-estar colectivo a sua prioridade fundamental. O programa com que nos apresentamos aos eleitores resultou de um processo participado, da recolha de ideias e de propostas junto da sociedade civil, bem como os empresários, as associações e as coletividades. É um programa pensa- XIII do pelos Cabeceirenses e para os Cabeceirenses. Ser candidato, apoiante ou simpatizante deste ou outro movimento ou partido deveria ser algo totalmente livre de qualquer constrangimento, mas a nossa realidade não confirma que assim seja. Todos os que estão presentes, direta ou indiretamente, que aceitaram representar o movimento, significam para mim, um exemplo de coragem. Aqui fica uma palavra de agradecimento a todos. Do mesmo modo, dirijo uma palavra de agradecimento a todos os que, condicionados por questões cuja natureza nem importa referir, não estão fisicamente presentes mas gostariam de estar e se identificam connosco. O que importa realmente é que consciências esclarecidas tenham mais força do que estratégias manipuladoras e jogos de poder. Acredito que está prestes a terminar o défice de liberdade reservado aos cabeceirenses, abrindo-se a oportunidade de edificação de um novo ciclo na política concelhia. Um ciclo de respeito por todos. Um ciclo onde a politica seja tida com a exclusiva função de servir e dignificar os cabeceirenses, onde os seus autarcas trabalhem para quem os elegeu e não o contrário, como se tem sentido no concelho. Para mim, só faz sentido ser candidato a presidente de Câmara se, em exercício, contribuir para uma cidadania mais participativa, isenta de condicionalismos e verdadeiramente livre, alheada de lógicas de obediência. Assumo o compromisso por uma gestão camarária rigorosa e transparente, utilizando os recursos em benefício de todos os cabeceirenses. Assim, o que proponho a cada um dos cidadãos eleitores é que escolha a Câmara e o concelho que deseja. Eu acredito que chegou o tempo de mudar e que A Mudança … É Agora! XIII Lista de candidatos à Câmara Municipal Jorge Machado Paula Carvalho Helder Vaz Vítor Pimenta Paula Rego Marco Gomes Francisco Correia Dores Ribeiro João Campos Duarte Ribeiro Cidália Martins Mauro Pereira Vítor Carvalho Joana Veiga Miguel Fernandes Vote 5 Programa eleitoral XIII “IPC - Ideias para Cumprir” O programa eleitoral que se segue é efectivamente um programa de todos pela natureza participativa que lhe deu origem. Foi construído através da participação de todos os que integram o movimento IPC, mas também de cidadãos comuns que tivemos a preocupação de ouvir e que colaboraram connosco através dos vários meios mobilizados: desde a iniciativa “Cola a tua Ideia”, passando pelas reuniões nas freguesias, até à Bolsa de Ideias disponível no nosso website. Desta forma pudemos reunir 262 ideias e propostas que foram inseridas integralmente no programa ou influenciaram muitas das medidas apresentadas. Neste processo de construção participado, foram ainda ouvidas as coletividades, as associações e as empresas. Escolhemos esta via, original na campanha autárquica em Cabeceiras, porque acreditamos nas pessoas. Só ouvindo poderemos decidir melhor. Só dando voz às pessoas se cumpre o princípio da representatividade democrática. A sigla IPC não se traduz apenas em Independentes por Cabeceiras, significa também Ideias para Cumprir. I. Promoção de emprego para todos, numa economia com todos Defendemos um compromisso com o desenvolvimento económico, gerador de emprego, ambientalmente equilibrado, socialmente justo, implicando uma visão estratégica e concertada com os diversos agentes económicos, que devem ser vistos como parceiros activos de um projecto comum. Este compromisso exige uma maior intervenção dos poderes públicos para assegurar a coesão social e o aproveitamento das potencialidades da nossa terra. As nossas propostas são: - Rever a rede de parques industriais/ empresariais do concelho. - Elaborar e divulgar a Carta do Investidor/Empreendedor . - Criar e dinamizar o programa “Menos burocracia, mais economia”. - Criar um centro municipal de empre- 6 Vote sas com rendas baixas e serviços administrativos comuns (internet, serviço de telecomunicações e outros). dade para a reflexão, promoção e partilha de oportunidades de negócio entre si e partilha de boas práticas. - Criar um gabinete de apoio à candidatura a fundos comunitários para pequenas e médias empresas e cidadãos individuais. - Promover a adequação das propostas formativas da região às necessidades do tecido empresarial local. - Criar um Grupo de Trabalho para contacto e prospeção de empresas, no país e no estrangeiro, para instalação em Cabeceiras de Basto. - Criar um pacote de estímulos e de acções para a dinamização económica. - Dinamizar o Mercado de Produtos Locais. - Promover campanhas para incentivar a aquisição de bens e serviços no comércio local. - Apoiar a criação de cooperativas de produtos locais de modo a fomentar a produtividade através da adopção de técnicas mais eficientes e competitivas. - Promover a Justiça/diferenciação fiscal como factor de desenvolvimento económico, que poderá passar pela isenção da Derrama, pela redução da variável relativa ao Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares – IRS, pela diferenciação das taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis – IMI e pela distinção positiva do Imposto Municipal sobre as Transmissões de imóveis - IMT (antiga sisa); distinguindo positivamente os mais jovens, no sentido de promover a fixação dos mesmos no nosso concelho. - Promover a criação de um clube de empresários dos diversos sectores de ativi- - Reforçar a interacção social e económica com as freguesias e vilas limítrofes ao nosso concelho, que connosco partilham uma longa relação histórica, cultural e económica, incentivando parcerias e protocolos entre as associações e instituições vizinhas. - Apoiar e dinamizar parcerias para o apoio a desempregados minimizando o impacto psicológico do desemprego através de dinâmicas de entreajuda, diluindo a desmotivação e o isolamento, e promovendo uma atitude pró-activa na procura de emprego. - Apoiar atividades de (re)construção da identidade simbólica associada a determinadas profissões, através da divulgação dos saberes locais das artes e ofícios em vias de extinção. II. Trabalhar a terra é cultivar crescimento No sector primário a pedra é a nossa maior riqueza mineral. Atualmente a actividade limita-se a uma exploração bruta e com uma simples transformação do minério. É uma actividade em crescimento, sobretudo se houver uma diversificação na transformação do minério. O município tem o dever de ajudar a definir as perspectivas de médio e longo XIII Programa eleitoral prazo para esta área. O vinho verde é uma outra actividade do sector primário com uma perspectiva de crescimento. As características únicas deste produto permitem-lhe ter uma identidade reconhecida e apreciada. É necessária, uma política local que vá de encontro às ambições dos produtores locais que agregue estratégias e potencie o seu desenvolvimento. A floresta representa igualmente um potencial enorme que, na nossa terra, está ainda longe de ser bem aproveitado. É tempo de olhar para os espaços florestais com outros olhos e juntando todos os agentes desta área, particularmente os Conselhos Directivos de Baldios, tirar proveito desta riqueza, colocando-a ao serviço da promoção do bem-estar das pessoas. A agricultura biológica poderá ser uma janela de oportunidade para muitos agricultores locais. O apoio à certificação, bem regulamentada (com respeito à terra e aos modos de cultivo), e a facilitação de acesso a terrenos (banco de terras) poderá potenciar o desenvolvimento desta actividade no concelho. Uma aposta municipal, em ligação com as empresas e produtores locais, nos produtos derivados do sector primário - carne, charcutaria, mel, artesanato, entre outros - de forma a valorizar a marca “Cabeceiras” como algo de excelência, é essencial para impulsionar o emprego e a geração de riqueza neste sector actualmente marginalizado, mas que pode ser em breve um dos sectores de maior criação de emprego no concelho. Propomos as seguintes medidas: - Promover a defesa da floresta contra incêndios associada à revitalização das economias tradicionais relacionadas com esta. - Apoiar os proprietários florestais na procura de novas formas de rentabilidade para a floresta, salvaguardando o seu equilíbrio. - Disponibilizar apoio técnico aos agricultores nas candidaturas ao novo quadro comunitário 2014-2020, sobretudo na elaboração e acompanhamento nos projectos de investimento a jovens agri- Vote cultores e outros. - Disponibilizar apoio técnico contínuo nas explorações agrícolas e pecuárias já existentes. - Apoiar os produtores pecuários no que se refere à campanha anual de vacinação obrigatória, nomeadamente, no âmbito dos Programas de Erradicação da Tuberculose, da Brucelose e da Leucose Enzoótica Bovina (LEB), e no Programa de Erradicação da Brucelose dos Pequenos Ruminantes (BPR). dem. Só viveremos numa terra mais desenvolvida quando formos capazes de fazer face aos problemas mais básicos que afectam directamente a qualidade de vida das pessoas. Garantir a todos o acesso a alimentação, habitação, saúde e educação é fundamental. Enquanto subsistirem formas de pobreza e carência seremos todos socialmente mais pobres e menos inclusivos. - Criar Hortas Comunitárias e promover bancos de terras. Assim, torna-se prioritária uma intervenção social focada na procura de soluções para as pessoas e construídas com e para elas, repensando o papel das diversas organizações sociais no combate à exclusão social. Privilegia-se um paradigma de intervenção social que ponha em evidência a valorização dos saberes e competências adquiridos, valorizando uma visão global do indivíduo. É necessário reforçar a intervenção em rede, nomeadamente, através da inovação social, da cooperação institucional com as organizações da economia solidária, visando respostas sociais de proximidade. O foco das atenções recai sobre os grupos mais vulneráveis de modo a contribuir para a superação dos seus condicionalismos e fragilidades e para a definição de projectos de vida. Assim, propomos: III. Um mandato para a coesão social - Apoiar a criação/dinamização de cantinas sociais. - Implementar projectos comunitários ao nível dos caminhos rurais, electrificação rural e sistemas de rega (ex. reconstrução de represas). - Apoiar e fomentar o associativismo agrícola ao nível da execução, produção e venda. - Dinamizar o Mercado Municipal como um ponto centralizado de venda dos produtores locais. - Promover o encontro e convívio entre os agricultores da região e não só, com vista à troca de técnicas e conhecimentos. O desenvolvimento de qualquer terra é medido pela sua capacidade de inclusão social. Sobretudo num contexto de crise económica marcado pelo crescente flagelo do desemprego, o combate às novas e velhas formas de pobreza deve ser um imperativo político de primeira or- - Criar tarifas sociais para famílias numerosas e famílias carenciadas. - Promover em parceria com as IPSS a reavaliação da rede de serviços de apoio domiciliário e a sua adequação às necessidades. - Criar lojas sociais (vestuário, pequenos 7 Programa eleitoral XIII electrodomésticos, bens alimentares, livros, etc.). - Criar hortas sociais com protocolos de cooperação no âmbito da reinserção social e profissional de famílias carenciadas. - Promover oficinas de pais, para apoiar a formação de competências parentais para famílias com filhos portadores de deficiência, para famílias com filhos em situação de risco, famílias monoparentais e mães adolescentes. - Criar um banco de tempo / sistema de troca de serviços, (acompanhar crianças à escola, acompanhar pessoas ao médico, pequenas reparações domésticas, tarefas domésticas, secretariado e burocracia, etc.). - Apoiar, em colaboração com as instituições educativas, actividades inclusivas de combate ao insucesso e abandono escolar. - Potenciar a cultura de prevenção face a comportamentos de risco, bem como, aproximar a população das estruturas de tratamento e reinserção. - Incentivar ao alargamento da oferta, a qualidade e sobretudo o acesso aos serviços de saúde, nomeadamente, ao nível dos cuidados de saúde primários, continuados e de convalescença. - Incentivar a constituição de uma Rede de Apoio para Cuidadores Informais. - Incentivar a autonomia do Agrupamento de Escolas. - Dinamizar o Ensino Profissional em articulação com o tecido empresarial. - Incentivar o interesse pelas artes, aproveitando a rede de associações e infraestruturas públicas e privadas. - Possibilitar o acesso a centros de estudos a crianças provenientes de famílias carenciadas, através de protocolos celebrados com IPSS e/ou os centros de estudos. - Facilitar a mobilidade dos idosos, bem como, o acesso a actividades culturais e desportivas. - Incentivar o Desporto para todos, aproveitando os equipamentos e os espaços desportivos. IV. Mais anos com mais qualidade de vida - Incentivar a criação de um Centro de Emergência Social - Acolhimento Temporário de vítimas de violência doméstica e de crianças e jovens em risco. - Promover o ensino informal da Informática e das Ciências da Computação recorrendo a voluntários, através do fornecimento aos Centros Escolares de equipamento computacional de baixo custo (e.g. Raspery Pi, Kits Arduinos, etc.) para a realização de aulas práticas e de apoio; - Incentivar a criação de um Observatório tendo em vista monitorizar periodicamente indicadores pertinentes à caracterização da saúde física e mental das populações; - Promover o envolvimento da comunidade nas actividades extra-curriculares, na promoção de costumes e tradições (dança e música tradicionais, trabalhos manuais e artesanato, etc.). V. Saber mais para fazer melhor - Incentivar a organização de uma Bienal onde se integrem os trabalhos realizados nas escolas com o de artistas convidados. A Saúde é um direito universal que num contexto de crise se torna mais difícil assegurar. A nossa obrigação é minimizar os impactos da presente situação económica e social, aproveitando os recursos disponíveis na comunidade de forma mais eficiente e ajustada às necessidades. Dentro das condicionantes da acção da Câmara Municipal, impõe-se valorizar o papel do Conselho Municipal de Acção Social/ Saúde como fórum institucional das estruturas locais públicas e privadas de saúde de modo a articular, num espírito de livre cooperação, as respostas à população. Assim, propomos: • Promover a mudança de atitudes e comportamentos alimentares com vista a uma vida mais saudável e, simultaneamente, uma gestão mais racional do orçamento familiar. 8 - Dinamizar e apoiar campanhas de educação para a saúde, destinadas à prevenção do consumo de drogas, saúde oral, obesidade infantil, comportamentos sexuais de risco, entre outras problemáticas. Vote A valorização do potencial humano, investindo nas competências e qualificações das pessoas, constitui um desígnio prioritário com vista ao envolvimento e a participação activa de todos na educação e na formação profissional, numa cidadania plena e consciente, numa economia mais competitiva, no desenvolvimento sustentável e na sociedade do conhecimento e do bem-estar que ambicionamos. Deste modo, propomos: - Promover a educação para a cidadania democrática nos currículos escolares. - Introduzir formação em Primeiros Socorros no 2º ciclo do Ensino Básico, aplicando o decreto-lei aprovado na Assembleia da República em Fevereiro de 2013. - Criar o Centro de Estudo da História Local e dinamizar a rede de museus com XIII promoção nas redes sociais e enciclopédias digitais. - Atribuir bolsas para teses de Mestrado e Doutoramento relacionadas com áreas estratégicas para o concelho ou problemas locais. - Atribuir prémios aos alunos de mérito (ex. vales de compras no comércio local). - Dinamizar intercâmbios escolares, culturais e desportivos com os municípios geminados com Cabeceiras de Basto; VI. Estimular a Cultura é encurtar distâncias para promover encontros Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais, nomeadamente, música, teatro, rituais religiosos, língua falada e escrita, mitos, hábitos alimentares, danças, arquitectura, invenções, pensamentos, formas de organização social, etc. Depois da reabilitação de diversos edifícios públicos vocacionados para as atividades culturais, importa agora incrementar o dinamismo e a promoção de actividades que rentabilizem esses recursos, permitindo a melhoria da oferta cultural e do potencial criativo e realizador existente no concelho. Assim, propomos: - Dinamizar os grupos culturais, apoiando e promovendo as suas actividades. - Facilitar o acesso a infra-estruturas municipais por parte dos grupos culturais. - Desenvolver actividades não apenas para consumo interno, mas mobilizar ainda, por via de uma divulgação maior, outros públicos externos. Programa eleitoral - Dinamizar as festas populares representativas da identidade do concelho ou das freguesias. - Reactivar as sessões de cinema no Auditório Ilídio dos Santos. - Fomentar a criação de uma cooperativa cultural responsável por valorizar, promover e divulgar as artes tradicionais, a identidade, usos e costumes do concelho, dinamizar os espaços lúdicos, de entretenimento, e promover uma agenda cultural variada. - Criar prémios municipais para as áreas da intervenção cívica, literatura, música e ciência. ar livre (BTT, Kayak, Rafting, Canoagem, Escalada,...), desportos motorizados (passeios 4X4, motas, rally...), as festas tradicionais, os produtos locais, a gastronomia local... São imensas as possibilidades para desenvolver o Turismo Verde (ecoturismo), um tipo de turismo alternativo ao qual as pessoas estão a aderir cada vez mais. Deste modo, propomos: - Colocar sinalética informativa do Mosteiro de S. Miguel de Refojos e do Museu das Terras de Basto na autoestrada A7. - Criar e sinalizar novos percursos pedestres. - Recuperar a projeção da Agro-Basto, promovendo-a fora de portas e atraindo mais pessoas. - Dinamizar a antiga estação ferroviária de Arco de Baúlhe, para apoio ao Museu, mas também à ecopista. - Dinamizar a Casa das Artes, enquanto equipamento estruturante na criatividade e livre expressão. - Preservar, dinamizar e promover as aldeias históricas, promovendo a construção sustentada e o arranjo urbanístico assente nas características arquitectónicas dos locais, fomentando a autoestima dessas comunidades vocacionando – as para a prática de atividade hoteleira. VII. Receber melhor quem chega, enriquece quem está O nosso concelho tem um grande potencial no que diz ao turismo natural, religioso, histórico, cultural, gastronómico e vinícola, que importa valorizar e divulgar, a partir do que se podem gerar dinâmicas de alavancagem da economia local. A Serra da Cabreira, os arqueossítios e os lugares históricos, antigos caminhos romanos, as casas senhoriais, as aldeias, os campos agrícolas, as vinhas, o gado, os garranos, os rios e ribeiros, as poças, as levadas, as praias fluviais, caminhadas, passeios de cavalo, os desportos ao - Fomentar a criação de associações locais nas aldeias, responsáveis pela dinamização, preservação e promoção da sua identidade. - Reestruturar o Parque Florestal da sede do concelho, potenciando a sua utilização. - Reabilitar as praias fluviais, como aposta forte na promoção turística e bem-estar dos cidadãos. - Reestruturar o centro cinegético de Moinhos de Rei, tornando-o numa quinta pedagógica, rentabilizando-o com produção animal para caça e de plantas, em parceria com empresários do concelho. - Criar roteiros turísticos e promoção destes junto de agentes turísticos externos (nacionais e internacionais). VIII. Um território ordenado, estruturado, justo e potenciador de qualidade de vida Persistem no nosso concelho problemas de ordenamento do território e de aces- Vote 9 Programa eleitoral XIII so a bens e serviços essenciais, comprometedoras dos níveis mínimos de qualidade de vida. Neste domínio propomos: - Elaborar e implementar um Plano de Requalificação Urbana para todo o concelho, para fazer do sítio onde vivemos um lugar mais seguro, mais limpo e mais bonito, que fixe novos habitantes e mantenha a identidade arquitectónica dos diferentes locais. - Requalificar a rede e tratamento das águas residuais, promovendo o seu alargamento e requalificando as ETARs, nomeadamente pela utilização de tecnologias mais eficientes. - Requalificar e ampliar a rede de abastecimento de água municipal, resolvendo os problemas de captação, conduta, capacidade de reserva, promovendo a sua extensão a todas as habitações do concelho, e dotando-a de meios mais eficientes de análise e tratamento. - Renovar o sistema de recolha de lixo doméstico e a rede de ecopontos. - Elaborar um Plano de Acessibilidade Viária, de forma a identificar as vias em maior estado de degradação e priorizar as intervenções a realizar. - Construir passeios de modo a aumentar a mobilidade e segurança dos peões nos meios urbanos. - Construir abrigos e protecções em todas as paragens de transportes escolares (onde não existam), construção de passeios e instalação de passadeiras para peões nas proximidades. IX. Proteger o Ambiente é garantir o Futuro - Impulsionar ligações de qualidade aos centros dos lugares, aos concelhos vizinhos e reclamar a construção da variante do Tâmega, prometida aquando do encerramento da linha ferroviária. Falar de ambiente não é moda, é agenda. Não se trata apenas da conservação da natureza, mas também de restabelecer o equilíbrio entre a presença humana e a natureza, por via da exploração sustentada dos recursos. - Requalificar o Campo do Seco. Propomos as seguintes medidas: - Aumentar a oferta de parques infantis, em localizações mais próximas dos cidadãos. - Promover o concelho como uma terra verde, sensibilizando os munícipes para um concelho limpo e ambientalmente responsável. - Proceder à extensão gradual da Ecopista da Linha do Tâmega, através de um processo participativo de discussão pública, tornando este meio de comunicação e lazer acessível ao maior número de pessoas. - Conservar os equipamentos municipais e assegurar a limpeza regular das vias municipais. - Melhorar o planeamento de obras, evitando obras sucessivas no mesmo local. - Implementar um Plano da Mobilidade, efectuando um levantamento das principais barreiras arquitectónicas que 10 impedem que os principais aglomerados populacionais sejam um “território amigável” para os cidadãos portadores de deficiência. Vote - Colocar oleões para recolha de óleos alimentares usados, de modo a serem convertidos em biodiesel para uso das viaturas camarárias. - Promover e facilitar a recolha de electrodomésticos e lixo de grandes dimensões. - Monitorizar todos os consumos energéticos nas diferentes infraestruturas autárquicas e procurar e implementar soluções de eficiência energética. - Incentivar à utilização das energias renováveis, aproveitando as condições que algumas regiões do concelho oferecem para o aproveitamento da água, vento e sol, com vista à redução do impacte ambiental das energias fósseis. X. Um associativismo livre e um voluntariado forte As associações culturais e recreativas, desportivas ou de solidariedade social, asseguram um contributo insubstituível na construção e afirmação de identidades colectivas, no desenvolvimento e capacitação das pessoas, na prestação de serviços de proximidade, na prevenção de comportamentos de riscos e de envelhecimento precoce, entre outros. Propomos estabelecer com estas entidades um compromisso que promova o seu trabalho, o seu dinamismo, a intervenção em rede mas que, simultaneamente, garanta a sua autonomia e a prossecução dos seus propósitos de forma livre. Assim, propomos: - Distribuir os apoios às diferentes instituições concelhias de forma justa e transparente, no âmbito de um plenário representativo de todas as colectividades. - Apoiar as instituições concelhias com base em objectivos definidos anualmente. - Rever as taxas de aluguer dos pavilhões municipais para os clubes e associações que dinamizem desporto juvenil e outras actividades tais como a promoção cultural e apoio a grupos de risco. - Estabelecer protocolos com juntas de freguesia e colectividades para a utilização dos edifícios escolares desactivados. - Designar um interlocutor que faça a li- XIII gação entre as associações e a autarquia, fomentando a cooperação e partilha de recursos. - Apoiar atletas federados que divulguem o nome do concelho. - Criar e dinamizar um novo troço em terra para ralis na serra da Cabreira, para treino dos pilotos cabeceirenses federados e de equipas de renome nacional e internacional que procurem o nosso concelho para testes oficiais, dinamizando a nossa terra e o comércio local. - Disponibilizar uma fracção de terreno junto ao aeródromo de Abadim, para os treinos dos atletas cabeceirenses que militam nos campeonatos nacionais de motocross. - Apoiar a iniciação à música promovida pelas associações concelhias. - Apoiar a criação de uma associação de defesa e acolhimento de animais abandonados, que promova campanhas de sensibilização para a vacinação, esterilização e adopção. - Dar prioridade à participação das associações locais nos eventos organizados pela Câmara. - Dinamizar o Cartão de Munícipe através de um sistema de acumulação de pontos cívicos, traduzidos em descontos no acesso a equipamentos / serviços municipais, com majoração para quem exerce funções de voluntariado. - Criar uma bolsa de voluntários para resolução de problemas municipais, como limpeza sazonal de praias fluviais, bermas de estradas, vazadouros clandestinos, etc. XI. Só uma terra que protege as suas pessoas e os seus bens é digna do seu nome “A protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e autarquias locais, pelos cidadãos e por todas as entidades públicas e privadas com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, de atenuar os seus efeitos e proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aque- Vote Programa eleitoral las situações ocorram” (n.º1 do artigo 1.º da Lei 27/2006, de 3 de Julho). A Câmara Municipal deve assumir a responsabilidade pela Protecção Civil no concelho. Desta forma propomos: - Actualizar e operacionalizar o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil. - Activar em pleno o Serviço de Proteção Civil Municipal, acautelando a compensação de outras entidades sempre que sejam estas a assegurar as intervenções. - Activar a taxa municipal de protecção civil já aprovada em Assembleia Municipal e nunca aplicada, que permitiria garantir o financiamento da atividade de Protecção Civil em Cabeceiras de Basto. - Cumprir o compromisso, já assinado pela Câmara, de criação de Equipa de Intervenção Permanente nos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, garantido assim a primeira intervenção atempada em qualquer ocorrência que signifique risco para pessoas e bens. XII. Um mandato transparente e participativo Queremos uma comunidade que aceda naturalmente e de forma simplificada à informação processual, para o que propomos: - Criar o Provedor do Munícipe para análise das reclamações sobre o funcionamento dos serviços, com o objectivo de identificar e implementar ações de melhoria continua da qualidade. - Reorganizar a estrutura e os processos administrativos, de forma a tornar os serviços mais rápidos e transparentes para o cidadão. - Adequar o horário de funcionamento da Loja do Munícipe permitindo o acesso a todos os munícipes fora do seu horário de trabalho. - Descentralizar as decisões que afectem o dia-a-dia do munícipe, tornando as Juntas de Freguesia mais activas e autónomas. - Promover colóquios, debates e assembleias populares de forma a favorecer a participação dos cidadãos nas decisões. - Democratizar o acesso à informação e conhecimento, disponibilizando redes sem fios (wireless) para livre acesso à Internet em todos os edifícios municipais. - Reservar uma percentagem do orçamento municipal para projectos de cidadãos nas áreas da cidadania, apoio social e cultura (orçamento participativo). XIII.Contenção e rigor na gestão dos dinheiros públicos Para fazer face ao período económico e social, em que as políticas autárquicas expansionistas com grandes investimentos são insustentáveis, o movimento IPC propõe-se implementar um conjunto de medidas de redução de custos na gestão administrativa do concelho. Por outro lado, a política local precisa de ser credibilizada, clarificando aos munícipes como é gerido o erário público, como forma de devolver dignidade e confiança à administração municipal e permitir o cumprimento do programa eleitoral. Por isso, propomos: - Promover uma auditoria às contas públicas do Município. - Utilizar o Orçamento de Base Zero como a principal metodologia de planeamento financeiro. - Optimizar os custos energéticos do município, com especial relevo na rede de iluminação pública. - Implementar novas regras para a construção de loteamentos com preocupações ecológicas e com o objectivo de reduzir a factura eléctrica futura (ex. sistemas fotovoltaicos integrados em postes de iluminação pública). - Promover a utilização de combustível biodiesel para a frota automóvel municipal. - Reduzir a despesa e optimizar os recursos da Câmara, utilizando plenamente as potencialidades das TIC (ex. reduzindo a utilização de cheques, evitando custos acrescidos e burocracia, ou adoptando softwares livres), - Reduzir os custos com viagens e diárias por conta do uso de videoconferência para reuniões administrativas. 11 Lista de candidatos à Assembleia Municipal XIII Paulo Pinto Caros concidadãos e caras concidadãs: Pela primeira vez, desde que o 25 de Abril nos trouxe a liberdade, surge em Cabeceiras uma candidatura independente aos órgãos autárquicos. Os partidos políticos são muito importantes num sistema de democracia representativa; porém, os partidos têm perdido credibilidade ao chamarem a si o monopólio de facto da intervenção cívica e ao serem veículo de toda a espécie de carreirismos e clientelas, e ao colocarem demasiadas vezes os seus interesses estratégicos acima do bem comum que sempre dizem defender. Nós, movimento Independentes por Cabeceiras (IPC), queremos ajudar a dignificar de novo a política e a tornar mais próxima e transparente a relação entre o povo e os seus representantes. Por força da lei de limitação dos mandatos, está prestes a terminar um ciclo de 20 anos de governação autárquica em Cabeceiras de Basto, durante o qual se realizaram obras e se alcançaram progressos importantes. Não faltam, é certo, exemplos de mau planeamento e de falhas na acção municipal, mas ainda assim há que reconhecer que temos hoje um concelho mais desenvolvido e apetrechado. Contudo, sabemos bem que destes 20 anos não fica apenas a obra. Mandato 12 Vote após mandato, foi crescendo um temor alimentado pelo autoritarismo, pela prepotência, pela tentativa sistemática de controlar tudo e todos, pela incapacidade de diálogo com os cidadãos e as instituições, pela conflitualidade permanente, e pela promoção de atitudes de subserviência e servilismo impróprias de uma democracia moderna. Na Assembleia Municipal, temos tido, com raras excepções, nada mais que um diálogo de surdos entre uma maioria que obedientemente aprova tudo o que a Câmara faz e uma oposição que poucas propostas construtivas apresenta. Se formos eleitos pelo povo, nós, a lista do IPC para a Assembleia Municipal, e eu, Paulo Pinto, candidato a presidente desse órgão, trabalharemos incansavelmente para tornar a Assembleia um local de debate sério de propostas e de ideias. Respeitaremos os nossos adversários e procuraremos trabalhar juntamente com eles, no melhor espírito democrático, para a solução dos muitos problemas que o povo desta terra enfrenta. O bem comum da nossa comunidade é o nosso único guia. No nosso movimento temos pessoas de diversas origens e com diversas sensibilidades. Cada um de nós é uma pessoa livre, que pensa pela sua própria cabeça e não receia manifestar as suas opini- ões seja perante quem for. Apesar das diferenças, todos partilhamos os mesmos valores fundamentais: o diálogo, a transparência, a solidariedade, a justiça, a responsabilidade. Temos candidatos empenhados, corajosos e dinâmicos, conciliando a experiência com a juventude, para a maioria dos órgãos autárquicos. Temos um candidato a presidente da Câmara – Jorge Machado - com perfil e competência indiscutíveis para o cargo, e com provas dadas na autarquia e em várias instituições de concelho.Temos ainda a força das nossas convicções e de nos apresentarmos a vós, cidadãos e cidadãs de Cabeceiras de Basto, de consciência tranquila e coração aberto. Se entenderem, livre e conscientemente, confiar-nos os vossos votos, tudo faremos para merecer e honrar a vossa escolha. Acreditamos sinceramente que, no dia 29 de Setembro de 2013, os cabeceirenses terão a mudança que merecem e desejam. XIII Lista de candidatos à Assembleia Municipal Alcino Castro Vera Carvalho Vitor Carvalho BaltazarVasconcelos Sandra Mendes Fernando Brás António Gonçalves Sandra Gonçalves Alexandre Campos Marco Teixeira Olga Machado Manuel Veiga Bruno Félix Céu Sousa Celestino Vaz Júlio Sousa Teresa Fernandes Luís Meireles Filipe Raposo Sandra Senra Mário Magalhães Sílvia Teixeira Jorge Pereira Marcelo Peres Ana Costa Paulo Antunes Mário Gentil Ana Pinto Avelino Sousa Bernardino Sousa Sílvia Rebelo António Cunha Domingos Andrade Maria Castro Carlos Rodrigues Carlos Madanços Telma Freitas Armindo Plácido Américo Magalhães Sara Vieira Américo Carvalho Sofia Andrade Pedro Basto António Leite Carla Moreira Rafael Pimenta Cidália Martins Helder Vilela Joaquim Teixeira Vote 13 XIII Lista de candidatos à Junta Freguesia de Abadim João Magalhães Cristina Semanas António Teixeira António Fernandes João Magalhães Jonathan Basto Isabel Magalhães Luís Barroso Nuno Fonseca Afonso Pinheiro António Teixeira Conceição Leite Cláudio Pires Luís Teixeira Albano Pires Joana Costa José Oliveira José Teixeira Luís Costa Manuel Teixeira Sameiro Semanas É com muito orgulho que sou candidato numa lista livre e independente a Presidente da Junta da Freguesia de Abadim. Acredito que em conjunto com a minha equipa de trabalho, faremos o melhor pelo desenvolvimento da nossa freguesia e pela melhoria da qualidade de vida das nossas gentes. Dos nossos propósitos fazem parte a defesa do nosso património histórico e natural, dando também continuidade ao melhoramento das infra-estruturas da freguesia, ao nível das vias públicas, da água, do saneamento básico e da revitalização das áreas de lazer. Acredito firmemente que com o Dr. Jorge Machado como Presidente de Câmara e toda a sua equipa, Abadim passará a ser uma freguesia em crescimento contínuo, onde todos os cidadãos serão tratados com respeito, dignidade e liberdade! Para que isso aconteça, temos todos de trabalhar e como alguém me diz “por um voto se ganha, por um voto se perde”. Acreditem nesta equipa! Porque somos a equipa que melhor defende os interesses desta terra. Votem nos Independentes por Cabeceiras no dia 29 de Setembro, na Junta de Freguesia; na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal. Um bem-haja aos Independentes por Cabeceiras, e aos valores que representam. Viva a liberdade e viva a freguesia de Abadim! 14 Vote XIII Lista de candidatos à Junta Freguesia de Riodouro João Luís Isabel Martins Depois de vários anos a zelar pelo bem-estar da freguesia de Riodouro e conhecedor dos problemas reais e das necessidades das suas gentes, é com grande orgulho, dedicação e empenho que aceitei o desafio de ser candidato à Junta de Freguesia de Riodouro pelo movimento Independentes por Cabeceiras. Ana Azevedo Vítor Santos Paulo Pereira Manuel Gonçalves Lúcia Azevedo Marco Gonçalves Francisco Mendes Marina Pacheco José Gonçalves Joaquim Oliveira Paula Pacheco Humberto Afonso Hélder Martins AlexandraAzevedo Nuno Pereira Egídio Silva Manuel Semanas Fátima Mendes Jorge Barroso Carlos Cruz Márcia Ferreira FranciscoGonçalves Juntamente com a equipa que me acompanha, vamos trabalhar para o engrandecimento da Freguesia e pela melhoria das condições de vida das pessoas de forma justa, transparente e honesta. Unidos pelo espírito de missão e de serviço público temos como propósito o bem-estar de todos, sem excepção e trabalharemos com determinação e responsabilidade. Consciente de que existe muito ainda a fazer, contamos o apoio de todos porque a mudança É Agora! Vote Sandrina Martins André Azevedo 15 Lista de candidatos à União de Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune Elisa Martins Aceitei o convite para me candidatar à União das Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune, porque entendo que, decorridos 20 anos do Partido Socialista no poder, é tempo de mudar. Acredito que 2013 é o ano da mudança. É uma honra para mim fazer parte de um movimento de cidadãos independentes, que não sendo um partido político, tem por base, um conjunto de princípios e valores com os quais me identifico inteiramente, princípios como a democracia, a liberdade, a solidariedade, a autonomia das instituições, o respeito pela diferença de opiniões, entre tantos outros. É pela defesa incondicional e no interesse da população e das instituições do Arco de Baúlhe e Vila Nune que a minha equipa e eu iremos trabalhar. Queremos o melhor para a nossa terra e acreditamos que vamos criar melhores condições e qualidade de vida a todos aqueles que aqui vivem. 16 Vote XIII Avelino Sousa Há 16 anos que trabalho para o bem-estar das pessoas. Aceitei o desafio de integrar a lista da União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune pelo movimento Independentes por Cabeceiras porque acredito que estou com gente séria, contrariamente ao que aconteceu nos últimos 8 anos. Acredito que as pessoas só dispõem realmente de escolha se for apresentada mais do que uma alternativa. Não ficaria de consciência tranquila se não integrasse uma lista que apresentasse uma alternativa objectiva e séria. Para além do trabalho feito, tenho consciência que há ainda muito trabalho para fazer. Proponho-me continuar a trabalhar afincadamente pelos cidadãos da União das Freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune. XIII Elisa Martins Avelino Sousa Vítor Pimenta Vera Carvalho Sílvia Cardoso Jorge Pacheco Pedro Costa Natália Carvalho António Machado Alberto Castro Ana Teixeira Joaquim Magalhães Avelino Mota Rosa Leite Paulo Teixeira Mário Batista Gina Nogueira Alberto Vieira António Alves Clarisse Ribeiro Márcio Gonçalves AntónioMagalhães Marta Durães Rui Afonso Manuel Martins Cláudia Alves Alfredo Mendes José Nogueira Sérgio Magalhães Débora Leite Bruna Oliveira Francisco Barroso JoaquimGonçalves Paula Carvalho Paulo Martins Joaquim Ribas Marco Teixeira Sílvia Teixeira Pedro Gonçalves Agostinho Sousa Alfredo Gonçalves Sónia Teixeira Ricardo Pereira Joaquim Moura BernanrdinoSousa Marta Rodrigues Ana Costa Vote Francisco Magalhães Rosa Silva Sérgio Teixeira Micael Gonçalves Paulino Alves 17 XIII Lista de candidatos à Junta Freguesia de Cavez Paulo Guerra Armindo Plácido Marisa Teixeira Ezequiel Vilela David Magalhães Soraia Gonçalves José Mota Rui Machado Teresa Fernandes José Martins Sandra Merêncio António Carvalho Vítor Gonçalves Somos um grupo livre e independente, com o propósito de servirmos a comunidade, em especial as pessoas, de forma a valorizar os seus interesses e fazê-las sentir parte integrante do nosso movimento. O que fez com que esta candidatura fosse avante foi o espírito de ajuda e união de um grupo de pessoas com ideias próprias, com o único sentido de servir de forma justa a nossa terra e a nossa gente. Esta candidatura não se move pelo poder, nem do poder pelo poder, mas sim por valores imprescindíveis no nosso quotidiano, tais como: verdade, justiça, igualdade e confiança, pois somos uma terra com gente dentro. Sílvia Teixeira Vote Fátima Carvalho Manuel Mucha Luís Silva José Gonçalves Sofia Rocha José Carvalho Lorena Magalhães Lúcia Pires Carlos Santos Carla Andrade AlexandreCampos AntónioFernandes Sofia Andrade ManuelMagalhães Maria Vasques Arnaldo Carvalho Rui Vasques 18 Paulino Silva Paula Rêgo Luís Plácido XIII Luís Mouta É com orgulho que sou candidato Independente à Junta de Freguesia de Pedraça. Esta decisão resulta de duas razões fundamentais. Porque me identifico com os ideais do movimento Independentes por Cabeceiras, acreditando na sua coerência e no seu potencial. E, ainda, porque tenho um apego enorme à freguesia onde nasci e cresci, querendo dar um contributo para o seu desenvolvimento, trabalhando na melhoria das condições de vida das pessoas. Comprometo-me a colocar o interesse das pessoas acima de tudo, de forma transparente e honesta. Acredito e tenho muita confiança em toda a minha equipa. Uma equipa com muita humildade, transparência, espírito de entreajuda e com grande capacidade de trabalho. Estamos aqui de corpo e alma. Temos vontade, determinação e ambição para levarmos a freguesia de Pedraça ao lugar que ela merece. Apelo à união de todos, para que todos juntos possamos lutar por um futuro melhor. Estou certo de que somos capazes de fazer a diferença pela positiva. João Magalhães Vote Lista de candidatos à Junta Freguesia de Pedraça Joaquim Teixeira Vânia Queirós Carlos Magalhães Rita Oliveira Carlos Lomba Andreia Oliveira António Moura Fátima Andrade Ana Mota Joni Baia Isabel Castro Jorge Teixeira BernardinoMagalhães Isabel Oliveira Manuel Batista Sónia Magalhães Pedro Carvalho Ana Machado Jacinta Oliveira Joaquim Mota José Magalhães Leandro Magalhães Ricardina Dourado Ana Mota Manuel Dourado 19 Lista de candidatos à União de Freguesias de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela Inácio Teixeira Sou candidato à Presidência da união das Freguesias de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela, porque acredito nas pessoas e na necessidade urgente de devolver a todos os meus concidadãos o orgulho pela sua terra. O nosso projeto assenta em três princípios fundamentais: responsabilidade, disponibilidade e solidariedade. No entanto, cabe a cada um de nós decidir o futuro da nossa terra, tornar-se responsável pelo seu património e pelo seu destino. Não nos deixemos levar pelo medo e pela desconfiança. É necessário no próximo dia 29 de setembro tomar uma decisão individual, com consciência e em plena liberdade, pois nas mãos de cada um de nós, está nada mais, nada menos, que o futuro da nossa terra. Compete-me exprimir desde já um compromisso de honra para com todos os meus concidadãos, bem como a garantia de que seremos uma equipa empenhada e determinada para assumir tão extrema responsabilidade para com o povo de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela. Independentemente dos resultados, respeitaremos a vontade e a decisão do eleitorado cabeceirense. Que cada um vote em consciência e, sobretudo, em liberdade. 20 Vote Miguel Gonçalves XIII Quélia Mendes Conheci o Dr. Jorge Machado há alguns Integro o movimento Independentes por anos atrás em contexto profissional no de- Cabeceiras – IPC porque acredito no projeto que tem para Cabeceiras de Basto, em sempenho da minha profissão. geral, e para cada uma das freguesias, em Tenho para mim que é uma pessoa extremaparticular. Dedico ao Dr. Jorge Machado mente responsável, apreciadora da clareza e uma admiração extraordinária. Reconhezelosa dos compromissos que assume. ço nele características pessoais e de comApesar dos cargos de direcção que ocupa petência técnica para fazer política justa e nas instituições do concelho, as decisões acertada. Tem feito um trabalho de mérique toma são resultado de um consenso to inigualável por onde tem passado. Por alargado. onde passa faz amizades e convence na formulação e implementação de soluções; Não é uma pessoa que ande “em bicos de por onde passa faz bem, faz justo, pratica pé”, pelo contrário, demonstra-se sempre rigor, liberdade e respeito. acessível a todos. Estou com o Dr. Jorge Machado e com as Ao tomar conhecimento do contexto em equipas que integram o movimento. que saiu da Câmara Municipal e da história que quiseram fazer passar, concluí que do Não tenho dúvida que todos queremos a conhecimento de que dispunha a seu res- mudança. peito, a razão estava seguramente do lado dele. Estamos no século XXI, precisamos de liberdade! Entre outras, estas são as principais razões que, despertam em mim um profundo sentimento de admiração e respeito e a convicção de que é a alternativa para os destinos do nosso concelho. Em Cabeceiras, a politica tem servido às pessoas para se ajudarem a si próprias. Este é o momento para terminar com lógicas perversas desta e de outra natureza. XIII Inácio Teixeira Miguel Gonçalves Quélia Mendes José Teixeira Elisabete Mateus José Pacheco Liliana Lemos José Cunha Sónia Teixeira Pedro Pereira João Teixeira Margarida Pacheco José Teixeira Sónia Magalhães Susana Andrade José Francisco Nuno Barreiro Joana Veiga Rui Ribeiro José Pacheco Susana Andrade Bruno Fonseca Adélio Mateus Ângela Pereira Nuno Teixeira Fernando Gomes Silvie Gonçlaves Ricardo Pereira Sérgio Basto Ana Veiga Bruno Sousa Nuno Costa Marta Madanços João Basto Pedro Teixeira Helder Vilela Cláudia Teixeira Vote Carlos Mandanços Susana Magalhães 21 Apoio ao IPC nas Freguesias de Basto e Faia Basto - Sta. Senhorinha XIII Faia Paulo Antunes e Júlio Sousa Hoje ser autarca é de uma exigência extrema. O grupo de apoiantes e simpatizantes do movimento Independentes por Cabeceiras pela Freguesia de Basto, encara o poder autárquico com sentido de serviço, razão pela qual acredita que o Dr. Jorge Machado reúne as qualidades e a determinação necessárias para liderar o concelho de Cabeceiras de Basto. A profunda experiencia que adquiriu enquanto autarca, ao longo dos últimos anos, proporcionou-lhe um conhecimento sólido do concelho, permitindo-lhe uma avaliação real da cada freguesia e do seu potencial enquanto base de uma intervenção em benefício do desenvolvimento do concelho. Ao longo dos últimos anos, a Freguesia de Basto não recebeu da Câmara Municipal a merecida atenção, frustrando expectativas. É também por esta razão que estamos com esta candidatura por acreditarmos que o Dr. Jorge Machado saberá, em todos os momentos, colocar as pessoas em primeiro lugar. Com toda a certeza, será a melhor alternativa para a nossa gente e para a nossa terra. A população fez-nos chegar um sentimento que reivindicava o reconhecimento e a necessidade de uma forma diferente de fazer politica e uma estratégia distinta daquelas que têm sido desenvolvidas nos últimos anos. Estamos alicerçados numa consciência que vem ao encontro destes anseios ao defendermos uma maior proximidade ao cidadão, ouvindo e encontrando as melhores soluções para os seus problemas. Acreditamos que a candidatura do Dr. Jorge Machado tem como primeiro propósito as pessoas confirmando assim os nossos objectivos. Partindo das dificuldades concretas e reais, é com vontade, esforço e uma forte convicção que nos aliamos a esta candidatura, cientes de que todos juntos dispomos da capacidade necessária para vencer os desafios do presente. 22 Vote Mario Magalhães Posiciono-me ao lado dos Independentes por Cabeceiras – IPC porque considero que o concelho não suporta mais políticas abusivas, de perseguição e limitação da liberdade das pessoas. Estou ao lado do movimento porque importa garantir uma renovação dos poderes instalados. Estou ao lado do Dr. Jorge Machado, porque desde o primeiro momento em que o conheci que pressenti que era um bom homem. Hoje estou seguro que assim é efetivamente. Um bom homem, confiável, de carácter extraordinário, com os pés bem assentes na terra, experiente e por isso capaz de pensar e executar as melhores soluções para os problemas da nossa terra. Se dúvidas tivesse, que nunca tive, relativamente à forma do Dr. Jorge Machado e da equipa que o acompanha fazer política, estas diluir-se-iam quando se confirmou que não quis delinear o seu programa de trabalho para os próximos quatro anos sem consultar previamente as pessoas, sem ouvir da sua perspetiva. XIII Apoio ao IPC nas Freguesias de Bucos e Cabeceiras de Basto Bucos Cabeceiras de Basto - S. Nicolau Fernando Brás Francisco Correia Estive no passado com uma força partidária, na luta pelas melhores soluções para o concelho. Tive, nesses anos o privilégio de conhecer o Dr. Jorge Machado. Pelas qualidades humanas e pela competência inequívoca para gerir, melhor que ninguém o nosso concelho, não poderia agora deixar de o acompanhar no propósito de se constituir Presidente de todos os cabeceirenses. Apoio o homem que justamente deve ser o nosso presidente, porque será o que melhor nos irá servir, o que nos servirá bem. Estou com o Dr. Jorge Machado por uma razão muito simples: é o homem certo para cuidar do futuro de Cabeceiras de Basto. Quando me foi apresentado deram – me como conselho que o conservasse, que era homem sério, honesto e trabalhador. Reservei para mim próprio a confirmação do que, com tanta convicção, me diziam e não tive, ao longo destes muitos anos entretanto passados, um qualquer momento, uma qualquer situação em que isso tenha sido negado. É de facto homem sério, honesto e trabalhador. Mas é um homem com muitas outras qualidades. É homem de grande inteligência, humildade, capaz de reunir consensos. Tem larga experiência na gestão autárquica e das coletividades. O Dr. Jorge Machado é uma pessoa com boa formação, com muitos anos de Câmara, experiente e é capaz de fazer um bom trabalho conforme tem demonstrado. É o candidato mais bem preparado para ser o nosso Presidente. É dotado de grandes capacidades e portanto o concelho de Cabeceiras de Basto tem muito a ganhar com a sua eleição. Vote Quem com ele priva, quer na esfera pessoal quer profissional, conhece um homem constante, que baseia a relação com os outros no respeito mútuo, na valorização das ideias, ainda que contrárias às suas. Quero que o Dr. Jorge Machado e todos os que integram o movimento Independentes por Cabeceiras sejam eleitos para presidir ao nosso futuro. Estou com o movimento para pensar e executar a melhor gestão do nosso concelho. 23 Apoio ao IPC na União de Freguesias de Vilar de Cunhas e Gondiães XIII Vilar de Cunhas Gondiães Jorge Ramos Sofia Gomes Eu e muitos outros cidadãos da freguesia de Vilar de Cunhas estamos com o movimento Independentes por Cabeceiras e sabemos que o movimento nos tem também no centro das suas preocupações. Queremos uma política diferente para Cabeceiras de Basto. Queremos para Cabeceiras de Basto e para todas as suas freguesias o projeto do movimento encabeçado pelo Dr. Jorge Machado, porque queremos um projeto feito por todos. A freguesia de Vilar de Cunhas tem muitas fragilidades mas tem também muitas potencialidades e a gestão que tem sido feita não tem tratado nem de umas nem de outras. É preciso uma gestão camarária que, dentro das suas atribuições, contribua para estimular a agricultura, grande fonte de rendimento; é preciso uma autarquia que se constitua parceira no aproveitamento das energias renováveis, nomeadamente, eólicas, recurso desaproveitado. Apoio o movimento Independentes por Cabeceiras porque é necessária uma mudança de rumo. Cabeceiras de Basto precisa de um novo caminho e de novas soluções para se tornar um concelho mais competitivo e dinâmico. Acredito que a candidatura do Dr. Jorge Machado reúne todas as condições para proporcionar aos problemas existentes as soluções necessárias e adequadas. É imprescindível fazer de Cabeceiras um concelho mais sustentável, mais rentável e mais produtivo. É fundamental investir na criação de emprego para fixar a população e potenciar a riqueza do concelho. A aposta no desenvolvimento desportivo e a reabilitação de espaços verdes também constituem uma preocupação a ter em conta. O Dr. Jorge Machado é a alternativa que os cabeceirenses precisam para levar estas e outras preocupações à reflexão e à implementação das soluções. 24 Vote XIII Alvite Apoio ao IPC da União de Freguesias de Alvite e Passos Passos Celestino Vaz O apoio ao Dr. Jorge Machado é, na sua génese, pela união da freguesia contra aqueles que teimam em preocupar – se com tudo, menos com as pessoas; pela união das pessoas que alguém tentou dividir apenas e só para reinar. E tudo pode mudar. É agora a oportunidade de ouro para os Alvitenses. É hora de eleger um presidente da Câmara que defenda os valores de uma sociedade justa, orgulhosa das suas raízes. Um presidente da Câmara que se distinga pela sua frontalidade; pela sua generosidade; pelas suas capacidades intelectuais; que se orgulhe das suas gentes e, que tenha a humildade de ser apenas mais um colaborador. No entanto, as qualidades técnicas e humanas do Dr. Jorge Machado são apenas alguns atributos de um: Homem que se fez a si mesmo sem encostos ou jogos de poder pelo poder. Manuel Pereira Alves Foi com enorme satisfação que vi anunciada a candidatura do Dr. Jorge Machado à Câmara Municipal, bem como, a candidatura do Dr. Paulo Pinto à Assembleia Municipal. Esta satisfação alavancou a esperança de um futuro melhor, um futuro onde caibam todos os Cabeceirenses e, em particular, todos os Passenses. Um futuro que sirva para unir os Passenses contra aqueles que um dia, quase conseguiram desuni-los. Um futuro daqueles que respiram Passos contra aqueles que de Passos só necessitam para encher urnas de votos. Um Homem que apenas é um apaixonado por Cabeceiras. Um futuro que sirva para dignificar Passos, as suas gentes, as suas memórias, a sua terra! Um Homem que sempre dignificou Alvite e as pessoas que fazem Alvite. Um futuro que seja o orgulho das gerações vindouras e que daqui a 4 anos se possa afirmar: “É bom viver em Passos”. Um Homem que faz perdurar o valor da família e dos amigos. Por orgulho à nossa terra e às nossas gentes. Um Homem que se limita a ter como máxima o bem comum. É por tudo isto e, sobretudo, pela minha terra que voto Dr. Jorge Machado. Um forte abraço! Vote 25 As torres mensageiras SIMBOLO DA DETERMINAÇÃO E DA FORÇA DOS INDEPENDENTES O movimento de cidadãos Independentes por Cabeceiras - IPC implementou em todas as freguesias do concelho, uma campanha inédita para partilha do seu projeto com os Cabeceirenses, que concilia preocupações ambientais com contenção de custos, favorecendo a consolidação de uma identidade singular na sua campanha eleitoral. As tradicionais estruturas metálicas que suportam os outdoors das campanhas publicitárias e políticas foram substituídas por uma solução de baixo custo, focada na protecção do ambiente. As torres assumem-se como um elemento urbano, estando localizadas nos principais pontos de afluência e passagem de pessoas. O seu potencial é rentabilizado pelas 4 faces, sem anulação de perspectivas conforme incorrem as tradicionais estruturas. Enquanto marcos verticais, representam simbolicamente a determinação e a força deste movimento da sociedade civil. O lugar para a criatividade está bem patente nesta iniciativa que revela, ainda, um dinamismo e uma ousadia próprios de quem não tem medo de fazer diferente para fazer melhor. À medida que as listas de candidatos foram sendo apresentadas nas respectivas freguesias, as torres foram erguidas e inauguradas, como forma 26 Vote de assinalar nos locais a presença dos Independentes e, consequentemente, a sua mensagem. Toda a madeira utilizada nesta campanha foi alugada com o compromisso de ser devolvida depois de concretizado o seu propósito. As paletes de madeira reutilizadas regressarão, consequentemente, ao seu circuito de comercialização. A limpeza do terreno envolvente à edificação de cada torre foi um pressuposto que se garantiu em todas elas. A operacionalização das torres contou com o apoio de vários cidadãos que integram os Independentes, bem como, de muitos voluntários simpatizantes e apoiantes do movimento. Um trabalho que exigiu força física ancorada num entusiasmo e motivação contagiantes. Foi a demonstração de que, havendo uma verdadeira causa em que as pessoas acreditem e que lhes proporcione um horizonte unicamente voltado para o bem-estar coletivo num clima de liberdade e participação, sem condicionalismos de quaisquer natureza, a mobilização coletiva e o espirito de pertença fluem espontaneamente. No total foram erguidas 23 torres grandes e 10 torres pequenas. Esta forma de transmitir mensagens foi levada a todas as freguesias do concelho, com ou sem lista de candidatos. Porque este é um projeto que conta com todos e se destina a todos. XIII Sobre as torres foram colocadas mensagens em 3 momentos distintos. No que diz respeito à imagem, num primeiro momento foi apresentado o primeiro candidato das várias listas, nomeadamente, à camara municipal, à assembleia municipal e às assembleias de freguesia. Num segundo momento, foram apresentadas cada uma das equipas respetivas. E, no terceiro e último momento, o apelo ao voto, voltou a destacar o primeiro candidato de cada lista. No que diz respeito à mensagem propriamente dita, enfatiza-se a importância do candidato Jorge Machado, enquanto candidato que se propõe trabalhar para todos os cabeceirenses, sem exceção, num registo de mobilização coletiva a favor de Cabeceiras de Basto e das suas gentes. Finalmente, apelam ao reconhecimento de que este é o momento determinante para a mudança, sustentada num projeto verdadeiro e inclusivo, de proximidade a todos, onde cada um conta. A conjugação destes argumentos está associada a uma equipa de pessoas diversificada, de diferentes origens e com diferentes percursos que se inscreve num novo paradigma de pensar o concelho, devolvendo à política o seu único propósito, as pessoas. Da reação registada sobre o impacto desta campanha, verifica-se que, da saudável curiosidade de quem sabe estar, resulta uma aceitação muito simpática, porque valorizam estas pessoas maneiras diferentes de intervir no concelho. Não obstante essa reação generalizada, observaram-se já algumas atitudes de vandalismo que acusam inercia de pensamento e a negação pragmática da democracia. Contudo, os Independentes mantêm a sobriedade e a tranquilidade próprias de quem sabe que o culto cego de determinadas personalidades representa resquícios de panoptismo e de incoerência que não são representativos de uma consciência coletiva que saberá escolher assim que o momento chegar. XIII A mudança... É agora! “Agora” Ao nascer leve do dia Ao despontar da brisa nascente Move-se o tempo que denuncia O futuro que há-de estar presente Escorrem no verde da esperança As gotas derretidas de orvalho Movidas na toada da perseverança Chamam-se os corpos ao trabalho. Forma-se neste ritmo o movimento De onde nascem as vontades Acordam a razão e o sentimento Anseia o coração por liberdades. E da coragem nascidos, Da coragem formados No trilho sinuoso da emoção Que despertando os sentidos E por eles comandados Erguemos as torres da inclusão. Encontram-se unidas, em firmeza Afastando medos e inveja à espreita Sustentam em pé na forte certeza Que só a verdade aqui se aceita. O vento sopra forte na sua independente dança Incita por nós e pede sem demora Quer ver vitória, quer sentir mudança Tem de acontecer e que seja agora! José Duarte Vote 27 28 Vote