ACTIONVIEW
ACTIONVIEW – SOFTWARE PARA SUPERVISÃO E CONTROLE DE PROCESSOS
ActionRu – Módulo Runtime
Manual de Operação SE Itacolomi
Versão 8.0.0
Manual do Usuário
09.045.00005-01
Abril, 2011
SCLN 212 Bloco D sala 101 Quadra 3 Lote 480
Brasília-DF 70864-540
Tel: +55 61 3340-8486
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Actionru
Manual de Operação SE Itacolomi
Versão 8.0.0
Manual do Usuário
09.045.00005-01
Abril 2011
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qualquer parte envolvida; isto não implicará, em nenhuma hipótese, em alterações,
reclamações, ou extensão de garantia.
Cuidado! Indica que o usuário deverá proceder exatamente como descrito neste manual, sob
pena de danificar ou configurar errado o equipamento.
Dica. Indica informações úteis e rápidas para solução de pequenos problemas.
Perigo! Indica que o usuário deverá proceder exatamente como descrito neste manual, sob risco
de choque ou descarga elétrica.
SUMÁRIO
1
1.1
1.2
2
2.1
3
INTRODUÇÃO ........................................................................................................................... 1
APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................... 1
CONTEÚDO DO MANUAL............................................................................................................. 1
ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA ................................................................................................. 2
ARQUITETURA DO SISTEMA ........................................................................................................ 2
2.1.1 Hardware ......................................................................................................................... 2
ORGANIZAÇÃO DA BASE DE DADOS .................................................................................... 4
3.1
3.2
3.3
REGRA DE NOMEAÇÃO DAS TAGS .............................................................................................. 4
ESTRUTURA DA BASE DE DADOS ................................................................................................ 6
PRIORIDADES E CORES DE ALARMES .......................................................................................... 7
3.3.1 Níveis de prioridades de alarmes ................................................................................... 7
3.3.2 Cores Definidas Para Alarmes de Variáveis Digitais ...................................................... 8
3.3.3 Cores Definidas Para Alarmes de Variáveis Analógicas ................................................ 8
3.4 EXECUTANDO O MÓDULO DE TEMPO REAL .................................................................................. 8
4
TELAS DE PROCESSO .......................................................................................................... 10
4.1
4.2
4.3
4.4
ÁREA DE APRESENTAÇÃO DAS TELAS ....................................................................................... 10
ORGANIZAÇÃO GERAL DAS TELAS ............................................................................................ 10
NAVEGAÇÃO ENTRE TELAS ...................................................................................................... 10
CONVENÇÃO DE SÍMBOLOS USADOS NAS TELAS ........................................................................ 11
4.4.1 Etiquetas de Impedimento ............................................................................................ 11
4.4.2 Disjuntores .................................................................................................................... 12
4.4.3 Seccionadoras motorizadas .......................................................................................... 12
4.4.4 Seccionadoras não motorizadas ................................................................................... 13
4.4.5 Seccionadoras simuladas ............................................................................................. 14
4.4.6 Chave SE / COS (CGLR) .............................................................................................. 14
4.4.7 Chave Local / Remoto .................................................................................................. 15
4.4.8 Chave 51GS .................................................................................................................. 15
4.4.9 Chave 79 – Religamento .............................................................................................. 16
4.4.10 Chave 81 – ERAC ....................................................................................................... 17
4.4.11 Estágio ERAC ............................................................................................................. 17
4.4.12 Relé 86 ........................................................................................................................ 18
4.4.13 Isolamento de Transformador ..................................................................................... 19
4.4.14 Transferência automática de linha (TAL) .................................................................... 20
4.4.15 ERAC – Recomposição .............................................................................................. 20
4.4.16 Status de comunicação ............................................................................................... 21
4.4.17 Variáveis analógicas ................................................................................................... 22
4.5 COMANDOS UTILIZADOS .......................................................................................................... 22
4.5.1 Intertravamentos ........................................................................................................... 22
4.5.1.1 Chave SE / COS (CGLR) ........................................................................................... 22
4.5.1.2 Chave Local / Remoto ............................................................................................... 22
4.5.1.3 Intertravamento para estágios do ERAC ................................................................... 23
4.5.1.4 Intertravamento para comando de Recomposição do ERAC .................................... 24
4.5.1.5 Intertravamento para comando de Transferência Automática de Linha (TAL)......... 24
4.5.1.6 Intertravamento para comando de isolamento do transformador .............................. 25
4.5.2 Comandos ..................................................................................................................... 25
4.5.2.1 Janela de comando CMDDJ1 .................................................................................... 25
4.5.2.2 Simulação de seccionadora não-motorizada ............................................................. 27
4.5.2.3 Comando de Bloquear / Inserir chave 81 e Habilitar Estágios do ERAC .................. 27
4.5.2.4 Comando de Recomposição do ERAC...................................................................... 28
4.5.2.5 Comando de Inserir / Bloquear Transferência Automática de Linha (TAL) ............... 29
4.5.2.6 Comando de Desabilitar / Habilitar isolamento do transformador ............................. 30
4.5.2.7 Comando de Reset do relé 86 ................................................................................... 30
4.5.2.8 Comando de comutador de Tap do transformador .................................................... 31
5
5.1
APRESENTAÇÃO DAS TELAS DE PROCESSO ................................................................... 34
SE ITACOLOMI ........................................................................................................................ 34
09.045.00005-01
i
5.2
5.3
6
6.1
SE ITACOLOMI – ARQUITETURA DE COMUNICAÇÃO ................................................................... 36
SE ITACOLOMI – TELA DE MEDIDAS .......................................................................................... 37
DICAS DE OPERAÇÃO .......................................................................................................... 39
USO DO PROTOCOLO DNP30 .................................................................................................. 39
6.1.1 Especificações do canal de comunicação .................................................................... 39
6.1.1 Especificações do IED .................................................................................................. 40
6.1.2 Verificando erros de comunicação em tempo real ....................................................... 40
6.1.3 Verificando erros de comunicação pela interface SPPCOM ........................................ 41
6.1.4 Visualizando endereços dos pontos em tempo real ..................................................... 43
7
SUPORTE................................................................................................................................ 44
ii
09.063.00042-01
Introdução
1 Introdução
1.1 Apresentação
Este documento é um anexo ao manual de operação do ActionRU - Módulo Run-Time
contendo as informações referentes à sua parametrização para a aplicação na SE Itacolomi
– CPFL.
1.2 Conteúdo do manual
O capítulo 2 apresenta a organização do sistema, descrevendo sua arquitetura, as normas
definidas para parametrizar a base de dados, com regras de nomeação de "tags" e tipos de
filtros de níveis de alarme.
O capítulo 3 apresenta a organização da base de dados, as normas definidas para
parametrizar a base de dados, com regras de nomeação de "tags" e tipos de filtros de níveis
de alarme.
O capítulo 4 descreve as telas de processo parametrizadas para a subestação,
apresentando:

A organização das telas;

A navegação entre telas;

Símbolos associados a equipamentos e elementos elétricos com informações sobre
pontos de entrada e saída associados, textos e menus de seleção;

Comandos existentes na parametrização.
O capítulo 5 apresenta todas as telas parametrizadas, descrevendo suas principais
características.
O capítulo 6 apresenta algumas dicas de operação, usadas para:

Melhor entender o protocolo DNP30, utilizado para a comunicação com o(s) IED(s)
da subestação;

Identificar os endereços de pontos de entrada e saída nessa parametrização do
ActionView;

Conhecer e identificar possíveis problemas de comunicação entre equipamentos.
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1
Organização da base de dados
2 Organização do sistema
2.1 Arquitetura do sistema
Figura 1 – Arquitetura SE Itacolomi
2.1.1
Hardware
Estação de operação
Plataforma Computacional tipo SEL-3354 com as seguintes características:
 Processador AMD Athlon™ 64 2600 1.6GHz com 2GB DDR2 ECC SDRAM ou Intel
Pentium® M 1.4 GHz com 1GB DDR ECC SDRAM e HD 120GB
 2 portas USB frontais e 04 portas USB traseiras;
 2 portas seriais traseiras EIA-232 com taxas de 300 – 115200bps ;
 3 portas de comunicação ethernet - 1 porta ethernet 10/100BaseT frontal e 02
portas e 10/100BaseT ou 100BASE-FX traseiras;
 02 Saídas de Vídeo VGA:
 VGA 1 Port Resolution: 2048 x 1536;
 VGA 2 Port Resolution: 1024 x 768;
 Entrada de IRIG-B modulado/demodulado ou NTP;
 Saída de IRIG-B via conector BNC e portas seriais.
2
09.045.00005-01
Organização da base de dados
Softwares aplicativos instalados
 Sistema operacional Windows XP
 Software SCADA ActionView versão 8.0.0
 Microsoft SQL Server 2000 Desktop Engine
09.045.00005-01
3
Organização da base de dados
3 Organização da base de dados
3.1 Regra de nomeação das Tags
A organização da base de dados do software ActionView é subdividida em 4 níveis
hierárquicos, que nessa parametrização identificam a subestação, o setor da
subestação, o elemento elétrico que agrupa um conjunto de pontos e o ponto
propriamente dito. Abaixo se apresenta a regra para nomeação desses níveis
hierárquicos:
1. Regional: São os agrupamentos de maior nível. Como o sistema será usado
para IHM Local, na entidade regional designou-se o nome CPFL
2. Setor: Agrupamento de pontos de suporte a monitoração da subestação. A
regra de nomeação é: Prefixo do nome da subestação com três caracteres: ITC
3. Grupo: Nome que define o equipamento ou elemento elétrico que agrupa
aquele conjunto de pontos. Pode ser um disjuntor, um transformador, etc. A
regra de nomeação do grupo muda em função do equipamento, sendo descrita
a seguir:
Linha
 Sigla da SE + Nível de tensão + LTxx onde xx = número da linha:
Exemplo:
ITC_138_LT01 – Linha laranjeiras 01
ITC_138_LT02 – Linha laranjeiras 02
Transformadores

Sigla da SE + nome do transformador / relé:
Exemplo:
ITC_TR1_351S: Transformador 1, relé SEL-351S
ITC_TR1_387E: Transformador 1, relé SEL-387E
Alimentadores

Sigla da SE + Sigla da SE / xx onde xx = número do alimentador:
Exemplo:
ITC_ITC12: Alimentador 12
ITC_ITC13: Alimentador 13
Vão de Barra

Sigla da SE + Nível de tensão / nome da barra:
Exemplo:
ITC_138_BARRA: Barra de operação
Pontos de Supervisão dos Equipamentos

Sigla da SE + SUP_UCS:
Exemplo:
ITC_SUP_UCS: Pontos de supervisão de equipamentos
Internal Indicators da Comunicação com o SEL 3354

Sigla da SE + IIN3354:
Ex: ITC_IIN3354: Internal Indicators da comunicação com o SEL-3354
4
09.045.00005-01
Organização da base de dados
4. Variáveis: São os objetos que definem a informação unitária do sistema de
supervisão. Definem cada um dos pontos monitorados ou controlados.
Qualquer ponto sempre pertence a um único grupo. Um ponto é o contato de
um disjuntor ou o sinal de atuação de uma proteção ou uma medição de
corrente. A regra de nomeação das variáveis muda em função do equipamento,
sendo descrita a seguir:
Variáveis Analógicas: As variáveis analógicas receberão as siglas de suas
unidades,
com
um sufixo da fase, no caso de trifásicas.
Grupo
Tag ponto
Estado
ITC_ITC12
IA
Corrente fase A
ITC_ITC12
IB
Corrente fase B
ITC_ITC12
IV
Corrente fase C
ITC_ITC12
IN
Corrente neutro
ITC_ITC12
KVA
Tensão fase A
ITC_ITC12
KVB
Tensão fase B
ITC_ITC12
KVV
Tensão fase C
ITC_ITC12
MW
Potência ativa trifásica
ITC_ITC12
MW
Potência ativa trifásica
ITC_ITC12
HZ
Freqüência
Disjuntores: A identificação do equipamento será compota apenas pela sigla
DJ e o equipamento terá uma descrição unívoca:
Grupo
Tag do Ponto
Estado
ITC_ITC12
DJ
Estado do Disjuntor
ITC_ITC12
DJ_L
Ligar disjuntor
ITC_ITC12
DJ_D
Desligar disjuntor
Seccionadoras: A regra de formação será composta por <SC + número da
seccionadora> e o equipamento terá uma descrição unívoca:
Grupo
Tag ponto
Estado
ITC_138_LT01
SC_01
Estado seccionadora 01
ITC_138_LT01
SC_02
Estado seccionadora 02
ITC_138_LT01
SC_FC
Estado faca de terra
Proteções: A regra de formação será composta por:
[<número ANSI da proteção>] [<P>]: indica Partida da proteção
[<número ANSI da proteção>] [<P>]: indica Trip da proteção
09.045.00005-01
5
Organização da base de dados
A título de exemplo, abaixo são mostradas variáveis digitais múltiplas do vão do
alimentador que permite entender a lei usada para a formação de seu nome:
Figura 2 – Representação das proteções
3.2 Estrutura da base de dados
A base de dados da SE Itacolomi, conforme mostrado na figura, está organizada em dois
setores:

GR_BASE: Contém as variáveis de referencia utilizadas para a configuração
de novos grupos;

ITC: Contém as variáveis da subestação.
6
09.045.00005-01
Organização da base de dados
Figura 3 – Arquitetura SE Itacolomi
3.3 Prioridades e cores de alarmes
3.3.1
Níveis de prioridades de alarmes
O software SCADA permite que se associem até dez níveis de prioridade todas as
variáveis do banco de dados de tempo real (BDTR). A partir desse conceito, as telas de
eventos e alarmes permitem que se façam filtros dos níveis que se deseja ver, como
mostra a figura abaixo.
Figura 4 – Níveis de prioridades de alarmes
O usuário pode, através destes botões, filtrar por prioridade os alarmes que deseja ver. Ou
seja, clicando-se no “1”, serão visualizados apenas os alarmes com prioridade 1. Pode-se
observar também, que cada botão tem em sua forma a configuração de cores de texto e
fundo conforme sua prioridade.
09.045.00005-01
7
Organização da base de dados
Nessa parametrização são utilizados cinco níveis de prioridade de alarmes:
3.3.2
1
Alarme urgente: Por exemplo, variáveis do tipo trip de proteção.
2
Alarme não urgente: Por exemplo, variáveis do tipo partida de proteção.
3
Equipamentos de manobra: Disjuntor, seccionador, religador, etc.
4
Variáveis de comunicação: Internal Indicators e variáveis que informam o
estado da comunicação com equipamentos.
5
Alarmes / eventos referentes a variáveis analógicas cujos valores superaram
algum limite superior / inferior
Cores Definidas Para Alarmes de Variáveis Digitais
O esquema de cores apresentado na figura abaixo é utilizado na tela de alarmes:
Figura 5 – Cores para alarmes
3.3.3
Cores Definidas Para Alarmes de Variáveis Analógicas
As variáveis analógicas não possuem um esquema de cores definido pois não geram
alarmes em tempo real.
3.4 Executando o módulo de tempo real
Para acessar qualquer modulo do ActionView deve-se acessar o menu a seguir e
especificar um usuário e uma senha:
INICIAR – PROGRAMAS – ACTIONVIEW – RUNTIME
Apresentação dos módulos do programa
ActionRU (Run-time): Programa que apresenta a interface gráfica do ActionView
em tempo real. Ele contém telas de processo e telas de medidas geradas pelo usuário e
telas paramétricas do software geradas automaticamente. As telas paramétricas são:
8
09.045.00005-01
Organização da base de dados

Tela de Eventos do dia;

Tela de Alarmes correntes;

Tela de Sumário de operação;

Tela de pesquisa a eventos históricos;

Tela de tendência e tempo real;

Tela de tendência histórica;

Tela com a estrutura hierárquica do sistema (árvore da aplicação);

Tela de Sumário de variáveis.
SppCom: Programa que roda em background e implementa a comunicação com
a UTR. Se desejado pode ser ativado para mostrar em tempo real os dados da
comunicação com o campo (usado para depuração e/ou simulação).
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9
Telas de Processo
4 Telas de Processo
4.1 Área de apresentação das telas
Todas as telas apresentam uma área, localizada na parte superior, destinada a atalhos
para as telas funcionais do Actionview, conforme mostra a figura abaixo. Informações
sobre suas funcionalidades podem ser encontradas no Manual Actionru – Módulo Tempo
Real
Figura 6 - Atalhos apresentados na parte superior das telas

Alarmes: Apresenta navegação para a tela de alarmes correntes do aplicativo
Runtime.

Eventos: Apresenta navegação para a tela funcional de Eventos do sistema.

Pesquisa Eventos: Apresenta navegação para a tela funcional de Pesquisa
Histórica de Eventos do sistema

Ações do Operador: Apresenta todas as ações de operação.

Tendência em Tempo Real: Apresenta navegação para a tela funcional de
tendência em tempo real da aplicação.

Tendência Histórica: Apresenta navegação para a tela funcional de tendência
histórica da aplicação.
4.2 Organização geral das telas
Existem três telas de processo na SE Itacolomi:

Unifilar Geral - ITC: Apresenta o unifilar geral desta SE;

Arquitetura do Sistema - ITC: Apresenta o desenho esquemático da arquitetura do
sistema com o estado das variáveis de comunicação entre console de operação,
relés e multimedidores.

Diagnóstico DNP: Apresenta informações de diagnóstico do protocolo DNP30;
4.3 Navegação entre telas
Para as telas principais, a navegação é obtida através do menu de telas de processo e
medidas do ActionView:
10
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Telas de processo
Figura 7 – Navegação telas
É possível também realizar a navegação através do clique sobre o os objetos localizados
no canto superior esquerdo das telas, os quais são autodescritivos, conforme mostra a
figura:
Figura 8 – Navegação telas
4.4 Convenção de símbolos usados nas telas
Nesse item são apresentados os símbolos que representam os principais elementos da
subestação com suas características, objetos de visualização e menus de comando.
4.4.1
Etiquetas de Impedimento
Descrição da Entrada
Todos os objetos telecomandados em telas de processo podem apresentar etiqueta de
impedimento, que indica que o equipamento não deve ser manobrado. A ação de
impedimento pode ser realizada na janela de comando do equipamento, que irá inibir as
ações do operador e indicará, através do objeto mostrado na figura abaixo, que o comando
não poderá ser processado.
Figura 9 –Etiquetas de impedimento
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11
Telas de Processo
4.4.2
Disjuntores
Descrição da Entrada
O estado do disjuntor é representado por uma variável digital múltipla de quatro estados,
sendo todos oriundos de dois contatos do campo:
Variável
DJ
Valor
Estado
Origem Informação
0
Indefinido
Campo
1
Aberto
Campo
2
Fechado
Campo
3
Indefinido
Campo
Descrição da Saída
Nessa aplicação os disjuntores são telecomandados, existindo, assim, duas variáveis de
saída digital associadas a um disjuntor: DJ_L (Fechar disjuntor) e DJ_D (Abrir disjuntor).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados do disjuntor:
Figura 10 – Objetos de visualização para disjuntor
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento.
4.4.3
Seccionadoras motorizadas
Descrição da Entrada
O estado das seccionadoras motorizadas (com telecomando) é representado por uma
variável digital múltipla de quatro estados, sendo todos oriundos de dois contatos do
campo:
Variável
SC_XX
Valor
Estado
Origem Informação
0
Com Erro
Campo
1
Aberta
Campo
2
Fechada
Campo
3
Em Curso
Campo
12
09.045.00005-01
Telas de processo
Descrição da Saída
As seccionadoras motorizadas são telecomandadas, existindo, assim, duas variáveis de
saída digital associadas a uma seccionadora: SC_XX_L (Fechar Seccionadora) e
SC_XX_D (Abrir Seccionadora).
Objetos de visualização
A figura abaixo mostra os possíveis estados das seccionadoras motorizadas:
Figura 11 – Objetos de visualização para seccionadoras motorizadas
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento.
4.4.4
Seccionadoras não motorizadas
Descrição da Entrada
O estado das seccionadoras motorizadas (sem telecomando) é representado por uma
variável digital múltipla de dois estados, sendo todos oriundos de um contato do campo:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
SC_XX
0
Aberta
Campo
1
Fechada
Campo
Objetos de visualização
A figura abaixo mostra os possíveis estados das seccionadoras não motorizadas:
Figura 12 – Objetos de visualização para seccionadoras não motorizadas
09.045.00005-01
13
Telas de Processo
4.4.5
Seccionadoras simuladas
Descrição da Entrada
O estado das seccionadoras simuladas é representado por uma variável digital múltipla de
três estados, sendo os estados simulados pela IHM:
Variável
SC_XX
Valor
Estado
Origem Informação
0
Aberta
Simulação via IHM
1
Fechada
Simulação via IHM
2
Indefinida
Simulação via IHM
Objetos de visualização
A figura abaixo mostra os possíveis estados das seccionadoras simuladas:
Figura 13 – Objetos de visualização para seccionadoras simuladas
4.4.6
Chave SE / COS (CGLR)
Descrição da Entrada
A posição da chave Local / COS, que indica se os telecomandos estão em controle da
subestação ou do COS é representado por uma variável digital múltipla de dois estados,
sendo oriundos de um contato do painel da SE:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
CGLR
0
SE
Painel da SE
1
COS
Painel da SE
Descrição da Saída
Nessa aplicação a posição da chave Local / COS pode ser alterada por telecomando,
existindo, assim, duas variáveis de saída digital associadas a esta chave: CGLR_L
(telecomando pela SE) e CGLR_D (Telecomando pelo COS).
14
09.045.00005-01
Telas de processo
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados da chave Local / COS:
Figura 14 – Objetos de visualização para chave SE / COS
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento.
4.4.7
Chave Local / Remoto
Descrição da Entrada
O estado da chave Local / Remoto do painel do disjuntor é representado por uma variável
digital múltipla de dois estados, sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
CH_43LR
0
Local
Relé
1
Remoto
Relé
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados da chave Local / Remoto:
Figura 15 – Objetos de visualização para chave Local / Remoto
4.4.8
Chave 51GS
Descrição da Entrada
O estado da chave 51GS é representado por uma variável digital múltipla de dois estados,
sendo oriundos de um contato do relé:
09.045.00005-01
15
Telas de Processo
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
CH_51GS
0
Bloqueado
Relé
1
Inserido
Relé
Descrição da Saída
Nessa aplicação a chave 51GS é telecomandada, existindo, assim, duas variáveis de saída
digital associadas a esta chave: CH_51GS _L (Inserir chave) e CH_51GS _D (Bloquear
chave).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados da chave 51GS:
Figura 16 – Objetos de visualização para chave 51GS
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
Chave 79 – Religamento
4.4.9
Descrição da Entrada
O estado da chave 79 é representado por uma variável digital múltipla de dois estados,
sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
79
0
Bloqueado
Relé
1
Inserido
Relé
Descrição da Saída
Nessa aplicação a chave 79 é telecomandada, existindo, assim, duas variáveis de saída
digital associadas a esta chave: 79 _L (Inserir religamento) e 79 _D (Bloquear religamento).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados da chave 79:
Figura 17 – Objetos de visualização para chave 79
16
09.045.00005-01
Telas de processo
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
4.4.10
Chave 81 – ERAC
Descrição da Entrada
O estado da chave 81 é representado por uma variável digital múltipla de dois estados,
sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
81
0
Bloqueado
Relé
1
Inserido
Relé
Descrição da Saída
Nessa aplicação a chave 81 é telecomandada, existindo, assim, duas variáveis de saída
digital associadas a esta chave: 81 _L (Inserir 81) e 81 _D (Bloquear 81).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados da chave 81:
Figura 18 – Objetos de visualização para chave 81
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
4.4.11
Estágio ERAC
Descrição da Entrada
O estágio do ERAC é representado por uma variável digital múltipla de dois estados, sendo
oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
ESTAGIO_X
0
Desabilitado
Relé
1
Habilitado
Relé
09.045.00005-01
17
Telas de Processo
Descrição da Saída
Nessa aplicação é possível habilitar o estágio de atuação do ERAC, existindo, assim, uma
variável de saída digital associada: HAB_1 (Habilita ERAC estágio X).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados do estágio do ERAC:
Figura 19 – Objetos de visualização para estágio ERAC
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
4.4.12
Relé 86
Descrição da Entrada
O estado do relé 86 é representado por uma variável digital múltipla de dois estados,
sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
86T
0
Bloqueado
Relé
1
Inserido
Relé
86_A
86_AX
Descrição da Saída
Nessa aplicação é possível realizar o reset das proteções 86T e 86_A, existindo, assim, uma
variável de saída digital associada a cada um dos relés: 86T _L (Reset relé 86 do
transformador) e 86_A _L (Reset relé 86 supervisão de bobina).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados do relé 86:
Figura 20 – Objetos de visualização para relé 86
18
09.045.00005-01
Telas de processo
Quando da entrada em alarme de uma ou mais proteções, no canto direito da tela de Unifilar
Geral será apresentada a sinalização da atuação:
Figura 21 – Objetos de visualização para relé 86
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
4.4.13
Isolamento de Transformador
Descrição da Entrada
O estado de isolamento do transformador é representado por uma variável digital múltipla
de dois estados, sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
ISO_HAB
0
Bloqueado
Relé
1
Inserido
Relé
Descrição da Saída
Nessa aplicação é possível telecomandar o isolamento do transformador, existindo, assim,
duas variáveis de saída digital associadas: ISO_HAB _L (Habilitar isolamento do
transformador) e ISO_HAB _D (Bloquear isolamento do transformador).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados do isolamento do transformador:
Figura 22 – Objetos de visualização para isolamento do transformador
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
09.045.00005-01
19
Telas de Processo
4.4.14
Transferência automática de linha (TAL)
Descrição da Entrada
O estado da transferência automática de linha é representado por uma variável digital
múltipla de dois estados, sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
TAL_HAB
0
Bloqueado
Relé
1
Inserido
Relé
Descrição da Saída
Nessa aplicação é possível telecomandar a transferência automática de linha, existindo,
assim, duas variáveis de saída digital associadas: TAL_HAB _L (Bloquear transferência
automática) e TAL_HAB _D (Habilita transferência automática).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados do isolamento do transformador:
Figura 23 – Objetos de visualização para TAL
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
4.4.15
ERAC – Recomposição
Descrição da Entrada
O estado de recomposição (completa, incompleta ou preparada) do ERAC é representado
por uma variável digital múltipla de dois estados, sendo oriundos de um contato do relé:
Variável
Valor
Estado
Origem Informação
REC_COM
0
Normal
Relé
1
Atuado
Relé
REC_IMC
REC_PRE
20
09.045.00005-01
Telas de processo
Descrição da Saída
Nessa aplicação é possível telecomandar a recomposição do ERAC, existindo, assim, uma
variável de saída digital associada: TAL_RECO (comando de iniciar recomposição).
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados da recomposição (completa, incompleta ou
preparada):
Figura 24 – Objetos de visualização para recomposição
Quando da atuação da recomposição preparada, no canto direito da tela de Unifilar Geral
será apresentada a sinalização de sua atuação:
Figura 25 – Objetos de visualização para relé 86
Existem, ainda, as situações de impedimento, conforme já foi mencionado no item 3.3.2 –
Etiquetas de impedimento
4.4.16
Status de comunicação
Descrição da Entrada
O estado da comunicação entre o gateway e relés de proteção é representado por uma
variável digital múltipla de dois estados, oriundos de variáveis virtuais do gateway que
verificam o estado de comunicação:
Variável
Valor Estado
Origem Informação
COM
0
Normal
Gateway
D_(nome do relé)
1
Atuado
Gateway
Objetos de visualização
A figura a seguir mostra os possíveis estados para status da comunicação:
Figura 26 – Objetos de visualização para status de comunicação
09.045.00005-01
21
Telas de Processo
4.4.17
Variáveis analógicas
Descrição da Entrada
As entradas analógicas lidas dos relés e medidores já estão em unidade de engenharia, não
sendo convertidas pelo ActionView .
4.5 Comandos utilizados
Na SE Itacolomi estão disponibilizados os seguintes comandos:
4.5.1

Comando de Abrir / Fechar disjuntor;

Comando de Abrir / Fechar seccionadora motorizada;

Comando de Simulação de seccionadora não-motorizada;

Comando de Bloquear / Inserir chave 51GS;

Comando de Bloquear / Inserir chave 79;

Comando de Bloquear / Inserir chave 81 e Habilitar Estágios do ERAC;

Comando de Recomposição do ERAC;

Comando de Desabilitar / Habilitar Transferência Automática de Linha (TAL);

Comando de Desabilitar / Habilitar isolamento do transformador;

Comando de reset do relé 86;

Comando de Comutador de Tap do transformador.
Intertravamentos
4.5.1.1 Chave SE / COS (CGLR)
O intertravamento lógico está associado a todos os comandos.
A chave SE / COS (CGLR) deve estar na posição SE para liberação do comando para o
operador através do console de operação. Caso a chave esteja na posição COS, não é
permitida a emissão do comando.
4.5.1.2 Chave Local / Remoto
O intertravamento lógico está associado aos seguinte comandos:
22
09.045.00005-01
Telas de processo

Comando de Abrir / Fechar disjuntor;

Comando de Abrir / Fechar seccionadora motorizada;

Comando de Bloquear / Inserir chave 79;

Comando de Bloquear / Inserir chave 81;

Comando de Bloquear / Inserir chave 51GS;
A chave Local / Remoto deve estar na posição REMOTO para liberação do comando para
o operador através do console de operação. Caso a chave esteja na posição LOCAL, na
janela de comando é apresentada a informação mostrada na figura:
Figura 27 – Objetos de visualização para intertravamento Local / Remoto
4.5.1.3 Intertravamento para estágios do ERAC
O intertravamento lógico está associado aos seguinte comandos:

Comando de Habilitar estágio do ERAC;
A chave 81 deve estar na posição INSERIDO para liberação do comando para o operador
através do console de operação. Caso a chave esteja na posição BLOQUEADO, na janela
de comando os botões de comando ficarão inibidos, apresentando a descrição na cor
cinza, conforme mostra a figura:
Figura 28 – Objetos de visualização para intertravamento estágios do ERAC
09.045.00005-01
23
Telas de Processo
4.5.1.4 Intertravamento para comando de Recomposição do ERAC
O intertravamento lógico está associado aos seguinte comandos:

Comando de Recomposição do ERAC;
O led que indica recomposição preparada, localizado na tela do ERAC, deve estar
ATUADO (cor vermelha) para liberação do comando para o operador através do console
de operação. Caso a chave esteja na posição NORMAL (cor cinza), na janela de comando
o botão de comando ficará inibido, apresentando a descrição na cor cinza, conforme
mostra a figura:
Figura 29 – Objetos de visualização para intertravamento de recomposição do ERAC
4.5.1.5 Intertravamento para comando de Transferência Automática de Linha
(TAL)
O intertravamento lógico está associado aos seguinte comandos:

Comando de Desabilitar / Habilitar Transferência Automática de Linha (TAL);
A chave Localíssima deve estar na posição LOCAL para liberação do comando para o
operador através do console de operação. Caso a chave esteja na posição REMOTO, na
janela de comando os botões de comando ficarão inibidos, apresentando a descrição na
cor cinza, conforme mostra a figura:
Figura 30 – Objetos de visualização para intertravamento de TAL
24
09.045.00005-01
Telas de processo
4.5.1.6 Intertravamento para comando de isolamento do transformador
O intertravamento lógico está associado aos seguinte comandos:

Comando de Desabilitar / Habilitar isolamento do transformador;
A chave Localíssima deve estar na posição LOCAL para liberação do comando para o
operador através do console de operação. Caso a chave esteja na posição REMOTO, na
janela de comando os botões de comando ficarão inibidos, apresentando a descrição na
cor cinza, conforme mostra a figura:
Figura 31 – Objetos de visualização para intertravamento de TAL
4.5.2
Comandos
4.5.2.1 Janela de comando CMDDJ1
Descrição da Entrada
Esta janela estará disponível para os comandos de:

Comando de Abrir / Fechar disjuntor;

Comando de Abrir / Fechar seccionadora motorizada;

Comando de Bloquear / Inserir chave 51GS;

Comando de Bloquear / Inserir chave 79;
O duplo clique com o botão esquerdo em qualquer objeto de visualização associado a esses
equipamentos mostra um menu, onde são disponibilizado os comandos relacionados ao
equipamento.
Figura 32 – Janela de comando
09.045.00005-01
25
Telas de Processo

ESTADO: Informa o estado do equipamento (aberto, fechado, bloqueado, indefinido).

CONDIÇÃO: Define se a condição associada ao comando está ou não habilitada.
Neste quadro é mostrado o nome da condição e as palavras Atendida ou Não
Atendida, informando se a condição está ou não atendida, respectivamente. Podemse obter informações sobre a Condição com um duplo clique sobre o quadro
Condição. Aparece, no caso, a janela de Estado e Definição de Condição (veja
explicações sobre esta janela no item Janela de Condição).

INIBIDO: Deixa de monitorar a variável associada ao objeto. Seu estado, entretanto,
pode ser o do campo. Se a variável é inibida e simulada, passa a ser alterada
somente pelo usuário.

IMPEDIDO: Desabilita / habilita a possibilidade de comando no equipamento
representado pelo objeto. Um clique sobre " " desabilita comando no equipamento,
inibindo os botões de ligar e desligar, e as saídas digitais associadas a este. Se
existir um objeto digital na tela, associado a uma das saídas digitais do equipamento,
este terá sua imagem alterada indicando que a variável está impedida.

SIMULADO: Permite ao usuário colocar, ou não, o objeto em modo simulado. Em
modo simulado, o estado do equipamento na tela é comandado pelo operador,
usando os botões de "ligar" / "desligar". Um equipamento em modo simulado possui
um quadro "magenta" em torno de sua figura. Atenção: ocorrendo uma mudança do
estado da variável associada ao objeto, no campo, estando o objeto em modo
simulado, o sistema, automaticamente, coloca-o em modo não simulado e pisca a
figura correspondente na tela, identificando a mudança de estado.
Em função do equipamento os botões de telecomando apresentam textos diferentes.
São eles:
Disjuntor e Seccionadora motorizada

FECHAR: Comanda o fechamento do equipamento, se este estiver em estado não
simulado. Se o equipamento estiver em estado simulado, coloca-o no estado
fechado apenas para efeito de visualização.

ABRIR: Comanda a abertura do equipamento, se este estiver em estado não
simulado. Se o equipamento estiver em estado simulado, coloca-o no estado aberto
apenas para efeito de visualização.
Chaves 51GS / 79

INSERIR: Comanda a inserção do equipamento, se este estiver em estado não
simulado. Se o equipamento estiver em estado simulado, coloca-o no estado inserido
apenas para efeito de visualização.

BLOQUEAR: Comanda o bloqueio do equipamento, se este estiver em estado não
simulado. Se o equipamento estiver em estado simulado, coloca-o no estado
bloqueado apenas para efeito de visualização.
Intetravamento lógico para disjuntor
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 Posição da chave local/remoto em REMOTO.
26
09.045.00005-01
Telas de processo
Intetravamento lógico para seccionadora motorizada
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 Posição da chave Localissimo em REMOTO.
4.5.2.2 Simulação de seccionadora não-motorizada
Descrição da Entrada
Um clique com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto de visualização “seccionadora
simulada” abre uma janela de menu, conforme mostra a figura, onde são disponibilizados
os seguintes itens:
 INDEFINIDA: simula a seccionadora para a posição <Indefinida>;
 ABERTA: simula a seccionadora para a posição <Aberta>;
 FECHADA: simula a seccionadora para a posição < Fechada>;
Figura 33 – Menu de simulação
Intetravamento lógico
Esta simulação não possui intertravamento.
4.5.2.3 Comando de Bloquear / Inserir chave 81 e Habilitar Estágios do ERAC
Descrição da Entrada
Um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto de visualização
uma janela, conforme mostra a figura, onde são disponibilizados os seguintes itens:
abre

INSERIR: Comanda a inserção do relé 81, se este estiver em estado não simulado.
Se o equipamento estiver em estado simulado, coloca-o no estado inserido apenas
para efeito de visualização.

BLOQUEAR: Comanda o bloqueio do relé 81, se este estiver em estado não
simulado. Se o equipamento estiver em estado simulado, coloca-o no estado
bloqueado apenas para efeito de visualização.

ESTÁGIO 1: Envia comando de seleção para estágio 1 do ERAC.

ESTÁGIO 2: Envia comando de seleção para estágio 2 do ERAC.

ESTÁGIO 3: Envia comando de seleção para estágio 3 do ERAC.

ESTÁGIO 4: Envia comando de seleção para estágio 4 do ERAC.
09.045.00005-01
27
Telas de Processo

ESTÁGIO 5: Envia comando de seleção para estágio 5 do ERAC.
Figura 34 – Janela de comando
Intetravamento lógico para comando da Chave 81
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 Posição da chave local/remoto em REMOTO.
Intetravamento lógico para comando de Habilitar estágios do ERAC
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 Chave 81 deve estar na posição INSERIDO.
4.5.2.4 Comando de Recomposição do ERAC
Descrição da Entrada
Um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto de visualização
abre uma janela, conforme mostra a figura, onde são disponibilizados os seguintes itens:
28
09.045.00005-01
Telas de processo

RECOMPOSIÇÃO: Envia o comando de recomposição do ERAC, caso a
recomposição preparada esteja sinalizada como atuada.
Figura 35 – Janela de comando
Intetravamento lógico
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 A recomposição preparada deve estar ATUADA (led em vermelho).
4.5.2.5 Comando de Inserir / Bloquear Transferência Automática de Linha
(TAL)
Descrição da Entrada
Um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto de visualização
abre uma janela, conforme mostra a figura, onde são disponibilizados os seguintes itens:

INSERIR: Habilita a transferência automática de linha.

BLOQUEAR: Bloqueia a transferência automática de linha.

ESTADO: Informa o estado da transferência automática.
Figura 36 – Janela de comando
09.045.00005-01
29
Telas de Processo
Intetravamento lógico
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 Chave Localíssima deve estar na posição LOCAL.
4.5.2.6 Comando de Desabilitar / Habilitar isolamento do transformador
Descrição da Entrada
Um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto de visualização
abre uma janela, conforme mostra a figura, onde são disponibilizados os seguintes itens:

INSERIDO: Desabilita o isolamento do transformador.

BLOQUEADO: Habilita o isolamento do transformador.

ESTADO: Informa o estado do isolamento do transformador.
Figura 37 – Janela de comando
Intetravamento lógico
O comando estará sujeito aos seguintes intertravamentos lógicos para liberação do
comando para o operador através do console de operação:
 Posição da Chave SE / COS em SE;
 Chave Localíssima deve estar na posição LOCAL.
4.5.2.7 Comando de Reset do relé 86
Descrição da Entrada
Um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre o objeto de visualização
abre uma janela, conforme mostra a figura, onde são disponibilizados os comandos de
reset do relé 86 para o transformador 1 e 2:
30
09.045.00005-01
Telas de processo
Figura 38 – Janela de comando
Um clique em qualquer um dos botões habilita uma nova janela solicitando confirmação da
ação do operador:
Figura 39 – Janela de confirmação de comando
Intetravamento lógico
Este comando não possui intertravamento.
4.5.2.8 Comando de comutador de Tap do transformador
Descrição da Entrada
O duplo clique sobre o objeto analógico que informa a posição do TAP abre uma janela
onde são disponibilizados os seguintes comandos:
09.045.00005-01
31
Telas de Processo

Alterar para posição Manual / Automático;

Subir / Descer Tap.
Figura 40 – Janela de comando
Manual/Automático
Através desse comando é possível alterar a posição de controle de subir / descer Tap para
modo Manual ou modo Automático. Ao se selecionar o modo de comando Manual, as
mudanças de tap ocorrem apenas quando solicitadas pelo operador, enquanto no modo
Automático fica habilitado os comandos para subir / descer tap emitidos por um Relé
Regulador Automático de Tensão (relé 90).
Quando o led indicar (pela cor vermelha) controle do Tap em “Manual” o operador deverá
executar um clique sobre o botão “A”, que abrirá nova janela solicitando confirmação da
ação do operador para comando de tap em modo automático:
Figura 41 – Janela de confirmação de comando
Quando o led indicar (pela cor vermelha) controle do Tap em “Automático”, o operador
deverá executar um clique sobre o botão “M”, que abrirá nova janela solicitando
confirmação da ação do operador para comando de tap em modo Manual:
Figura 42 – Janela de confirmação de comando
Se o led estiver na posição “Local”, as duas opções de comando na IHM (manual
ou automático) não são enviadas para o campo. Se o led estiver na posição
32
09.045.00005-01
Telas de processo
“Remoto”, a operação do sistema via teclado frontal do TREE TECH fica
bloqueada, ficando liberados os dois modos de comando na IHM (manual ou
automático).
Subir/Descer Tap
Através desse comando é possível subir ou descer a posição do Tap.
Se o led estiver na posição “Local”, as duas opções de comando na IHM (subir /
descer Tap) ficam bloqueadas. Se o led estiver na posição “Remoto”, a operação
do sistema via teclado frontal do TREE TECH fica bloqueada, ficando liberados os
dois modos de comando na IHM (subir / descer Tap).

O clique com o botão esquerdo no objeto SETA PARA CIMA executa a ação de
SUBIR POSIÇÃO DO TAP. Uma nova janela será aberta solicitando confirmação da
ação do operador.

O clique com o botão esquerdo no objeto SETA PARA BAIXO executa a ação de
DESCER POSIÇÃO DO TAP. Uma nova janela será aberta solicitando confirmação
da ação do operador.
Figura 43 – Janela de confirmação de comando
09.045.00005-01
33
Apresentação das Telas de Processo
5 Apresentação das telas de processo
5.1 SE Itacolomi
Figura 44 – Unifilar SE Itacolomi
Descrição da Entrada
Essa tela contém o unifilar da SE Itacolomi. Em seu corpo são mostrados:

Estado dos disjuntores;

Estado das seccionadoras;

Estado das chaves 51GS / 79 / 81;

Estado do relé de bloqueio;

Estado da chave Local / Remoto do vão;

Estado da Recomposição do ERAC;

Estado da Transferência Automática de Linha (TAL);

Estado do isolamento do transformador;

Estado da chave lógica que define a responsabilidade de comando (COS /
Subestação);

Medidas referentes a cada ´bay’ e posição do tap de transformador.
34
09.045.00005-01
Apresentação das Telas de processo
Comandos disponíveis na tela
Nesta tela estão disponibilizados os comandos de:

Comando de Abrir / Fechar disjuntor;

Comando de Abrir / Fechar seccionadora motorizada;

Comando de Simulação de seccionadora não-motorizada;

Comando de Bloquear / Inserir chave 51GS;

Comando de Bloquear / Inserir chave 79;

Comando de Bloquear / Inserir chave 81 e Habilitar Estágios do ERAC;

Comando de Recomposição do ERAC;

Comando de Desabilitar / Habilitar Transferência Automática de Linha (TAL);

Comando de Desabilitar / Habilitar isolamento do transformador;

Comando de reset do relé 86;

Comando de Comutador de Tap do transformador.
Navegação
As opções de navegação são apresentadas no item 3.2 – Navegação entre telas.
09.045.00005-01
35
Apresentação das Telas de Processo
5.2 SE Itacolomi – Arquitetura de Comunicação
Figura 45 – Arquitetura de comunicação
Descrição da Entrada
Esta tela apresenta o estado de todas as variáveis de comunicação do sistema. Essas
variáveis de comunicação são pontos calculados da concentradora que, para o software
SCADA, correspondem à entrada digital simples (ED).
Comandos disponíveis na tela
Esta tela não apresenta comandos.
Navegação
As opções de navegação são apresentadas no item 3.2 – Navegação entre telas.
36
09.045.00005-01
Apresentação das Telas de processo
5.3 SE Itacolomi – Tela de medidas
Figura 46 – Tela de medidas em tempo real
Descrição da Entrada – Tempo real
Esta tela apresenta as medições da SE Itacolomi aquisitadas pela plataforma
computacional 3354. O valor lido não necessita de conversão.
Em telas de medidas não existe comando.
Um duplo clique sobre uma variável apresenta a janela de parâmetros dessa variável.
Descrição da Entrada – Histórico de variáveis
Nessa tela é possível visualizar o valor histórico das variáveis apresentadas. Assim, o
botão de histórico apresenta uma janela onde o operador seleciona o dia e hora que
deseja:
09.045.00005-01
37
Apresentação das Telas de Processo
Figura 47 – Calendário
Uma vez selecionada uma data e hora, são apresentados os valores históricos com um
fundo cinza, para distinguir da tela de medida com valores de tempo real.
Figura 48 – Medidas de Histórico
38
09.045.00005-01
Dicas de Operação
6 Dicas de Operação
6.1 Uso do protocolo DNP30
O ActionView comunica-se com a plataforma computacional SEL- 3354 através do protocolo
DNP30.
6.1.1
Especificações do canal de comunicação
Figura 49 – Configuração do canal DNP30
A configuração do canal, conforme mostra a figura, é feita no programa AVSTUDIO.EXE, e
fica residente no arquivo do inicialização ACTION.INI (C:\Actionview\Projects\Action). Assim,
a alteração desse arquivo ou cópia de um arquivo de outra máquina sobre esse arquivo
poderá provocar incorreções.
09.045.00005-01
39
Dicas de operação
6.1.1 Especificações do IED
Figura 50 – Configuração do IED DNP30
6.1.2
Verificando erros de comunicação em tempo real
Caso a variável apresente erro é possível verificar em tempo real. As variáveis digitais
estarão riscadas com um “X” e as analógicas com um sublinhado “
“ sobre o valor. O tipo
de erro pode ser verificado na janela de propriedades do objeto. A variável Err assume um
valor maior que zero que segue a padronização do byte ICB de qualidade dos protocolos
IEC:
128:
bit 7 = 0 - Normal Válido
bit 7 = 1 - Valor Inválido devido falha de comunicação ou outro
erro.
Possível causa: problema na conexão física
substituição do arquivo action.ini por outro
reconfiguração das propriedades da placa de rede
64:
bit 6 = 0 - Valor atualizado normalmente
bit 6 = 1 - Este valor não tem sido atualizado pela aquisição de
dados na freqüência normal: o valor para o tempo real
era antigo.
Possível causa: problema na conexão física
variável não existe cadastrada na UTR
40
09.045.00005-01
Dicas de Operação
32:
bit 5 = 0 - Valor normal de campo
bit 5 = 1 - Este valor foi simulado (substituído) pelo operador ou
por outro meio automático.
Possível causa: o operador pode ter simulado a variável na interface
16:
bit 4 = 0 - Valor normalmente monitorado (ativo)
bit 4 = 1 - Inativo ou bloqueado para transmissão. Valor não está
sendo monitorado.
Possível causa: Bloqueio da info por problema físico/lógico na UTR
bits 0-3 - Não utilizados
Figura 51 – Verificando erros de comunicação em tempo real
6.1.3
Verificando erros de comunicação pela interface SPPCOM
O status de comunicação pode ser verificado também através da interface de comunicação
SPPCOM, que pode ser acessada através do menu:
INICIAR – PROGRAMAS – ACTIONVIEW – INTERFACE SPPCOM
A aba MONITORA CANAL permite a monitoração mais detalhada de um único canal de
comunicação selecionado. Nela podem ser vistas as mensagens de comunicação, além do
status do canal.
09.045.00005-01
41
Dicas de operação
Figura 52 – Janela de monitoração de canal
A aba LISTA MENSAGENS apresenta as mensagens enviadas / recebidas pela estação de
trabalho no canal selecionado. Através dessa janela é possível acompanhar todas as
mensagens trocadas em um dado canal. No corpo da mensagem é apresentada a hora, se
enviada / recebida, o canal e seu conteúdo em hexadecimal.
Figura 53 – Janela lista mensagens
42
09.045.00005-01
Dicas de Operação
Na parte inferior da tela, os quadrinhos numerados representam o estado de comunicação
de cada um dos canais, selecionados ou não. As cores dos canais indicam se o mesmo
está ou não conectado.
TIPO CANAL
Estado OK
Estado Não OK
Com campo (mestre)
Verde
Vermelho
6.1.4
Visualizando endereços dos pontos em tempo real
Para visualizar o endereço de um ponto, em qualquer protocolo, basta selecionar a janela
variável com a tecla direita do mouse e ver o endereço na orelha de Dados Gerais,
conforme mostra a figura abaixo:
Figura 54 – Janela de parâmetros do ponto onde é apresentado seu endereço físico
09.045.00005-01
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Suporte
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Manual de Operação SE Itacolomi