Maria Beatriz Vigário Alves de Castro nº15 12ºD3
Autor escolhido: Félix Nadar
Para a realização da proposta de trabalho: à maneira de um fotógrafo, decidi
escolher como fotógrafo a me inspirar, Félix Nadar. Escolhi este fotógrafo devido
a apreciar e a interessar-me bastante pela fotografia de retrato, algo relevante e
frequente no trabalho de Nadar. Para além de ter encontrado nas suas
fotografias, meios possíveis para as concretizar, nomeadamente na realização da
cópia.
Primeira Fotografia – Cópia
Para o primeiro exercício da proposta, o qual tinha de ser uma cópia de uma
fotografia do autor escolhido, decidi escolher a seguinte fotografia:
Félix Nadar – Sarah Bernhardt
Escolhi esta fotografia, pois achei que seria interessante, trabalhar o olhar
invulgar da retratada, Sarah Bernhardt, os panejamentos, o enquadramento e a
luminosidade.
Tendo como resultado final a seguinte fotografia:
Apesar de alguma dificuldade em compor os panejamentos. Penso que consegui
obter uma boa aproximação à fotografia original, nos aspetos nomeados
anteriormente, ou seja, na iluminação, enquadramento e olhar da retratada.
Durante a edição desta, tentei manter a suavidade da fotografia original e ainda
o fundo uniforme e escuro.
Segunda Fotografia – Interpretação
Para o segundo exercício, o qual tinha como objetivo criarmos uma fotografia
que se aproximasse de um possível trabalho do fotógrafo. Decidi continuar a
fotografar, seguindo a temática dos retratos.
Para a realização desta fotografia inspirei-me sobretudo no seguinte retrato,
igualmente de Sarah Bernhardt. Mais concretamente na cor, nos tons de sépia, e
no olhar sério.
Félix Nadar – Sarah Bernhardt
Tendo como resultado final a seguinte fotografia:
Na realização desta fotografia quis-me aproximar da época de Nadar, através
das vestes da modelo, do penteado e chapéu, um acessório relevante para as
mulheres do seu tempo.
Mais uma vez na edição desta, tentei dar um tom suave e de graduações de sépia,
aspetos que se aproximam do retrato de Sarah. E escureci o fundo.
Em alguns dos trabalhos de Nadar, é frequente os retratados olharem para a
objetiva, algo que decidi seguir também na minha fotografia. A iluminação foi
transmitida apenas de um lado, algo utilizado pelo autor.
Terceira Fotografia – Interpretação Contemporânea
No terceiro exercício, que tinha como objetivo criar uma interpretação
contemporânea do trabalho do fotógrafo, realizei a seguinte fotografia:
A nível de técnico decidi inovar na iluminação e na tonalidade da fotografia.
Quando observamos as fotografias de Nadar, a luz é sempre proporcionada dos
lados e nunca de trás, e o fundo costuma ser escuro. Para inovar nestas partes
técnicas utilizadas pelo autor, utilizei a iluminação de uma janela, colocando a
modelo em frente à mesma. Perdendo de imediato a utilização do fundo escuro e
dando outra perspetiva da luz.
A tonalidade em Nadar vai dos pretos e brancos às sépias, de modo que tentei
inovar igualmente nessa parte. Através da edição desta, coloquei alguma cor,
mas ainda de forma suave.
Para além destes aspetos técnicos. Decidi alterar o vestuário e o penteado da
modelo, para algo mais moderno, tendo em conta a época em questão. E ainda
acrescentar um acessório, pois muitas vezes os acessórios ajudam a identificar as
pessoas.
Mantive o enquadramento, até a cintura, muito utilizado pelo fotógrafo em
questão. E ainda a temática de retrato, que utilizei ao longo desta proposta.
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