Rio de Janeiro
A-8 • Jornal do Commercio • Quarta-feira, 27 de maio de 2015
RIO 2016
Legado será maior que o
de Barcelona, diz Paes
COM LICENÇA,
POR FAVOR
Celso Franco
[email protected]
Em evento do Lide, em São Paulo, prefeito defende parcerias com o setor privado para
obras e lista benefícios para a população conquistados por conta do evento esportivo
DA REDAÇÃO
O
prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse
ontem que o legado dos
jogos olímpicos Rio
2016, será mais significativo
para a cidade do que foram os
jogos de 1992 para Barcelona,
na Espanha. Paes deu a declaração ao participar de seminário Os Jogos Olímpicos e o Legado para o Brasil, promovido
pelo Lide – Grupo de Líderes
Empresariais – em São Paulo.
“Mais do que um evento esportivo, a Olimpíada é um
evento geopolítico, um momento para mostrar a capacidade do Brasil”, afirmou.
O presidente do Lide, João
Doria Jr., afirmou que este
evento tem a proposta de
uma agenda positiva no âmbito dos jogos, onde o Brasil
estará no foco das atenções
do mundo e elogiou a atuação de Paes à frente da administração carioca.
Paes vê nos Jogos Olímpicos
uma ótima oportunidade de
transformar a cidade, de ter um
legado intangível. “Já perdemos a chance de transformação na Copa do Mundo. Será
que vamos perder agora também?”, indagou. “O Rio sediará
o evento por conta dos seus
problemas. E nós vamos usar a
Olimpíada para mudar o Rio”,
reforçou.
O prefeito disse também
que a cidade de Barcelona foi
seu modelo para os jogos no
Rio de Janeiro. De acordo com
o prefeito, o legado será mais
significativo para os cariocas
por causa das particularidades do município e já pode
ser observado nas obras que
estão sendo feitas. Ainda segundo Paes, Pasqual Maragall, ex-prefeito de Barcelona,
contou que há dois tipos de
Jogos Olímpicos: os que usam
a cidade e aqueles que a cidade usa os Jogos, referindo-se
ao fato de que ele pretende
que o Rio se transforme em
um local melhor.
Durante o evento, ele listou
muitas intervenções estão sen-
do feitas na cidade. O transporte de alta capacidade chegará a
63% da população; avanços
nas obras do metrô, do BRT
(corredores expressos de ônibus) e do Veículo Leve sobre
Trilhos ( VLT) foram listados
como exemplos de melhorias
que vão deixar uma marca de
progresso na cidade após as
competições esportivas.
“Buscamos trazer recursos
privados para a olimpíada,
que vai custar R$ 38,2 bilhões.
Só que 57% desse valor advém de recursos privados e
43% de recursos públicos. Como legado, R$ 24,6 bilhões ficarão para a cidade. Não temos que nos envergonhar das
PPPs (Parcerias Público-Privadas)”, completou.
Paes diz estar convicto de
que a cidade terá uma segurança eficiente durante os Jogos
Olímpicos de 2016 e defendeu
que a Guarda Municipal continue a ter um papel complementar ao das polícias, sem o
uso de armas.
“Não estou nem um pouco
preocupado com a segurança
da Olimpíada. Minha preocupação é hoje e amanhã. Menor
assassino não é problema social”, disse Paes.
Ele afirmou também que a
região turística da Lagoa, onde
um ciclista morreu esfaqueado, tem policiamento constante e que jovens infratores
são caso de polícia.
“Criança, menor, praticando crime é um problema de
polícia, não é um problema
social. O poder público tem a
responsabilidade de acolher,
mas quando você tem alguém
esfaqueando com objetivo de
matar, isso deixa de ser um
problema social e passa a ser
uma ação criminosa”, defendeu o prefeito.
“Não é fácil gerir a Olimpíada no momento que o Brasil
está passando. Os problemas
aumentaram enormemente. É
lógico que gostaríamos de trabalhar em outro cenário político e econômico e deve demorar um tempinho para melhorar”, finalizou.
O PROCRASTINADOR
Peça é encenada até o dia 10
DIVULGAÇÃO
DA REDAÇÃO
Um escritor em crise, ameaçado de perder seu trabalho por
pura procrastinação, começa a
repensar a própria vida. Este é o
mote da peça O Procrastinador,
de autoria de Sidney Honigsztejn, Haroldo Mourão e Simplício
Neto, que é encenada toda
quarta-feira no Midrash Centro
Cultural, no Leblion, na Zona
Sul. É um espetáculo multimídia em que DJ e VJ atuam ao lado dos atores Haroldo Mourão,
Fernando Aragão, Natasha Corbelino, Ricardo VR.
Com direção de Renata Mizhari, o espetáculo conta a história de Marcelo, um escritor
que, prestes a perder seu trabalho por pura procrastinação,
começa a repensar a própria vida. Ele conduz suas amizades,
Sidney Honigsztejn, um dos autores da peça, e Heliana Lustman
relacionamentos com as mulheres e seu trabalho sempre de
forma superficial. Ao descobrir
UNIÃO DE LOJAS LEADER S/A
CNPJ: 30.094.114/0001-09 - NIRE: 33.3.0026914-2
ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 08
DE MAIO DE 2015: (Lavrada sob forma de sumário, como faculta o artigo 130,
§ 1º da Lei nº 6.404/76) 1. Data, Horário e Local: Aos 08/05/2015, às 9h, na sede da
UNIÃO DE LOJAS LEADER S/A, localizada na Cidade de Niterói/RJ, à Av. Visconde
do Rio Branco, nº 511, 4º andar, compl. 401 - parte, Centro, CEP: 24020-004, inscrita
no CNPJ sob n° 30.094.114/0001-09 (“Companhia”). 2. Convocação e Presença:
Dispensada a convocação, tendo em vista a presença da totalidade dos membros do
Conselho de Administração, nos termos do Estatuto Social e do art. 124, § 4º, da Lei
6.404/76. 3. Mesa: Presidente: Sr. Pedro Jereissati; Secretário: Sr. Alexandre Gonçalves
de Vasconcellos. 4. Ordens do Dia e Deliberações Aprovadas por Unanimidade:
Por proposta do Presidente e após análise e discussão da matéria, foi aprovada pelos
membros do Conselho de Administração da Companhia, por unanimidade de votos
e sem quaisquer ressalvas, em forma de sumário, bem como suas publicações com
omissão das assinaturas dos conselheiros presentes, nos termos do artigo 130, da Lei
nº 6.404/76, o que segue: 4.1. Aprovar a renúncia dos seguintes membros da Diretoria da Companhia, quais sejam: (i) Sr. Frederico Damian Tostes, brasileiro, casado,
sob regime de comunhão parcial de bens, do comércio, nascido em 24/01/1980, C.I.
nº 120120175, IFP/RJ, CPF/MF nº 079.243.457-95, do cargo de Diretor Vice-Presidente de Operações, ocorrida em 04/05/2015 (Termo de Renúncia em anexo); (ii)
Sr. Pedro Thompson Ladeira de Oliveira, brasileiro, casado, sob regime de separação total de bens, do comércio, nascido em 27/10/1983, C.I. nº 012.733.740-0, IFP/
RJ, CPF/MF nº 099.159.457-60, do cargo de Diretor Vice-Presidente de Relação com
Investidores e Diretor Financeiro, ocorrida na presente data (Termo de Renúncia em
anexo); (iii) Sr. Roberto de Souza Sampaio, brasileiro, casado, sob regime de comunhão parcial de bens, do comércio, nascido em 23/05/1963, C.I. nº 8.679.632, SSP/
SP, CPF nº 053.537.868/82, do cargo de Diretor sem designação específica, ocorrida
em 04/05/2015 (Termo de Renúncia em anexo); e (iv) Sr. Luiz Cláudio Barbosa de
Oliveira, brasileiro, divorciado, do comércio, nascido em 20/11/1974, C.I. nº 095969283,
CPF/MF nº 028.473.597-37, do cargo de Diretor sem designação específica, ocorrida
em 04/05/2015 (Termo de Renúncia em anexo). 4.2. Aprovar a eleição dos membros da Diretoria, ocorrida em 04/05/2015, para mandato de 3 anos, a partir da referida
data, nos termos do Estatuto Social da Companhia, conforme segue: (i) Sr. Wagner
Brilhante de Albuquerque, brasileiro, solteiro, do comércio, nascido em 18/07/1964,
C.I. nº 04137222-8, CPF/MF nº 813.745.427-68, para o cargo de Diretor Financeiro e de
Relação com Investidor (Termo de Posse em anexo); (ii) Srª. Viviane Martins Mangolin, brasileira, do comércio, casada, nascida em 08/12/1972, C.I. nº 085132329 DIC/
RJ, CPF/MF nº 072.588.737-08, para o cargo de Diretora Comercial (Termo de Posse
em anexo); (iii) Sr. Carlos Eduardo Rodrigues, brasileiro, nascido em 02/03/1960,
divorciado, do comércio, C.I. nº 043.882.35-6, IFP/RJ, CPF/MF nº 706.191.827-68, para
o cargo de Diretor de Tecnologia (Termo de Posse em anexo); todos com endereço
comercial na sede da Companhia. 4.3. Aprovar a reeleição, ocorrida em 04/05/2015, do
Sr. Alexandre Gonçalves de Vasconcellos, brasileiro, divorciado, do comércio, nascido em 07/01/1953, C.I. n° 2.025.855-1 e no CPF/MF 237.670.147-34, com endereço
comercial na sede da Companhia, para o cargo de Diretor Presidente cumulado com
o cargo de Diretor de Operações da Companhia. 5. Encerramento da Sessão: Nada
mais havendo a ser tratado, o Sr. Presidente deu por encerrada a Reunião do Conselho
de Administração, com a lavratura da presente ata, que, depois de lida e aprovada,
foi assinada por todos os presentes. Mesa: Pedro Jereissati (Presidente); Alexandre
Gonçalves de Vasconcellos (Secretário); Conselheiros Presentes: Pedro Jereissati,
Robson Rodrigues Gouvêa, Luciano Bogado Pereira Fernandes, Otavio de Garcia
Lazcano e Rodrigo Cury Sampaio de Miranda Pavan. Certifico que a presente é cópia
fiel da original lavrada no livro próprio. Niterói (RJ), 08/05/2015. Alexandre Gonçalves de
Vasconcellos - Secretário. Arquivada na Jucerja sob nº 00002764829 em 25/05/2015.
Bernardo F. S. - Berwanger – Secretário Geral.
que seu grande problema é o
adiamento de toda tarefa planejada, tenta sair da crise expe-
rimentando diversos métodos
de auto-ajuda. Métodos que
vão permitir a realização de seu
grande sonho, uma ópera-rock.
O espetáculo mostra esse
problema atual, em um mundo
com excesso de informações e
distrações, as exigências de
produtividade do mercado e
que geram cada vez mais indivíduos angustiados e depressivos. Incapaz de corresponder a
tais exigências. Diante desse cenário, o personagem tenta superar essa angústia e produzir
algo significativo em sua vida.
A peça fica em cartaz no
Midrash, toda quarta-feira,
até 10 de junho, às 20h30. O
ingresso sai por R$ 40 e classificação etária é 18 anos. O Midrash Centro Cultural fica na
Rua General Venâncio Floes,
Nº 184, Leblon.
Odebrecht Participações e
Investimentos S.A.
NIRE 3330029570-4 – CNPJ/MF nº 07.668.258/0001-00
Ata de Assembleia Geral Ordinária
Dia, horário e local: Em 28 de abril de 2015, às 08:00 horas, na sede social
da Companhia, localizada na Praia de Botafogo, nº 300, 11º andar, parte,
Botafogo, Rio de Janeiro, RJ, CEP: 22250-040. Publicações: Relatório
da Administração, Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações
Financeiras, acompanhadas das Notas Explicativas e do Parecer dos
Auditores Independentes PricewaterhouseCoopers, referentes ao exercício
VRFLDOHQFHUUDGRHPGHGH]HPEURGHSXEOLFDGRVQR'LiULR2¿FLDO
do Estado do Rio de Janeiro e no Jornal do Commercio, ambos na edição
de 27 de abril de 2015. Dispensada, na forma do artigo 133, § 4º, da Lei
nº 6.404/76, a publicação do aviso de disponibilidade dos documentos
previstos no artigo 133 da Lei 6.404/76. Convocação: Dispensada a
publicação de Editais de Convocação, na forma do artigo 124, §4º da Lei
nº 6.404/76. Presenças: Acionistas representando a totalidade do capital
social, conforme assinaturas constantes no Livro de Presença de Acionistas
da Companhia. Mesa: Marcela Aparecida Drehmer Andrade, Presidente;
Helena da Costa Silveira Troper, Secretária. Deliberações: Os Acionistas
presentes decidiram, por unanimidade de votos, aprovar: 1) a lavratura da
presente Ata na forma sumária, conforme faculta o artigo 130, §1º da Lei nº
6.404/76; 2) o Relatório da Administração, Balanço Patrimonial e as demais
Demonstrações Financeiras, acompanhadas das Notas Explicativas e do
Parecer dos Auditores Independentes PricewaterhouseCoopers, referentes
ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014; 3) a destinação
GR OXFUR OtTXLGR GR H[HUFtFLR ¿QGR HP GH GH]HPEUR GH QR YDORU
total de R$ 138.039.933,02 (cento e trinta e oito milhões, trinta e nove mil,
novecentos e trinta e três reais e dois centavos) para absorção de parte
dos prejuízos de anos anteriores; e 4) D¿[DomRGRPRQWDQWHJOREDOGH5
4.000.000,00 (quatro milhões de reais) como limite para a remuneração
anual dos Administradores da Companhia durante o exercício social corrente.
Quorum das deliberações: Todas as deliberações foram aprovadas por
unanimidade, sem reserva ou restrições. Conselho Fiscal: Não há Conselho
Fiscal permanente, nem foi instalado no presente exercício. Documentos
arquivados: Foram arquivados os documentos referidos nesta ata, após
numerados e seguidamente autenticados pelos membros da Mesa. Após
lida e aprovada por unanimidade, a presente ata foi assinada por e todos os
presentes. Rio de Janeiro, 28 de abril de 2015. Assinaturas: Mesa: Marcela
Aparecida Drehmer Andrade, Presidente; Helena da Costa Silveira Troper,
Secretária. Acionistas: Odebrecht S.A., representada por Daniel Bezerra
Villar e Mauricio Roberto de Carvalho Ferro; e ODBINV S.A., representada
SRU'DQLHO%H]HUUD9LOODUH0DXULFLR5REHUWRGH&DUYDOKR)HUUR&HUWL¿FRHGRX
IpGHTXHHVVDDWDpFySLD¿HOGDDWDODYUDGDQROLYURSUySULR+HOHQDGD&RVWD
Silveira Troper, Secretária. Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro.
Certifico o deferimento em 19/05/2015 e o registro sob o nº 00002762591.
Data: 19/05/2015. Bernardo F. S. Berwanger, Secretário-geral.
“Sardinha
em lata”
Com este título, desmoralizante, um suplemento de bairro, da grande mídia, enfocando a Barra,
apresentou uma matéria demonstrando as deficiências e precariedades do BRT, segundo a reportagem, em entrevistas, com usuários, compromete, de maneira irreversível o “principal projeto de
mobilidade urbana da prefeitura”
Critica a super lotação, daí o título da matéria,
a espera para embarcar em condições humanas, a
precariedade das informações ao usuário, a deficiente operação da venda de passagens e, “last
but not the least ”, as precárias condições do piso
do leito de rolamento dos BRT, que ocasionam
deformação no fole da carroceria dos ônibus articulados.
Tudo começou com o erro de avaliação do problema, do que o município entendeu como mobilidade urbana aliada a falta de conhecimento da filosofia que deve preceder á ciência, segundo me
ensinaram os mestres Lúcio Costa e Raul Penna
Firme, urbanistas de escola.
O trânsito, tela onde se projetam os problemas
de transporte, é a superfunção urbana. Para resolvê-lo, é necessário se interpretar, corretamente, o
que seja mobilidade urbana.
Comecemos tendo atenção ao que recomenda
o Manual de engenharia de tráfego do Instituto de
Engenheiros de Tráfego dos Estados
Unidos: “Quanto melhor o engenheiro de
A única solução,
tráfego conhecer os
hábitos da cidade
em curto prazo, o
onde vai trabalhar
mais fácil será o seu
sistema URV
trabalho”.
(Utilização
Ao optarem pela
solução utilizada
Racionada das
em Bogotá, pelo técVias), a exemplo
nico Henrique Peñarosa, considerado procedimento de
ram o habitante de
lá com os mesmos
quando falta água,
hábitos do carioca,
o racionamento do
erro primário.
A mobilidade urseu uso”
bana carioca, refém
da quantidade exagerada de carros de
passeio, nas horas de
pico, congestionando a malha viária, insuficiente
para absorvê-la, faz o Rio ter a pior mobilidade urbana do Brasil e a terceira pior do mundo, segundo
informações publicadas na mídia.É insuportável
96% dos carros de passeio, circulantes , nas horas
de pico, só transportarem o seu motorista.
Se criaram o BRT para eliminar este estorvo,
erraram, na medida em que, os tenho perguntado, quantos donos de carro utilizam este transporte, sub calculado para transportar o público
usuário e, não me respondem, cientes de que a
resposta é nenhum.
A única solução, em curto prazo, o sistema URV
(Utilização Racionada das Vias), a exemplo do procedimento de quando falta água, o racionamento
do seu uso, com a criação da “taxa de congestionamento”, eliminando o motorista sozinho e, a “taxa
de racionamento”, premiando o transporte solidário, entre donos de carros, irá devolver a mobilidade
urbana, na medida que irá eliminar de 50 a 80% os
carros de passeio circulantes, nas horas de pico, e, o
que é mais importante, criará recursos para que o
transporte de massa sobre pneus seja gratuito.
Teríamos a verdadeira mobilidade, a dos veículos de socorro, especialmente a ambulância, circulando em faixa exclusiva, a ser liberada, ao som de
seus sinais de alerta.
Sairemos desta situação vergonhosa, quanto à
mobilidade urbana, sem sentir o prejuízo do engano da solução do BRT, ao em vez do transporte sobre trilhos, mesmo de superfície, como agora estão
construindo, ligando a área portuária ao aeroporto
Santos Dumont.
Tenho lido críticas acirradas de eminentes técnicos sobre a falta de planejamento e, até a falta de
diálogo com a sociedade, dos planejadores do nosso transito do Rio.
Nada adianta, não ouvem ninguém, a final estão
na “meia ciência” , coerente com o provérbio indiano de que: “Poderás convencer o sábio, poderás,
embora com mais dificuldade, o ignorante mas, jamais o que está na meia ciência, o que pensa que
sabe” .
Só nos livraremos das “travessuras” dos “meninos” da prefeitura, no novo mandato de prefeito e,
olhe lá, se vencer uma oposição, que seja suficientemente humilde para reconhecer as suas deficiências, próprias da pouca idade e, ouvirem a voz
da experiência respeitada.
Nelson Rodrigues, certa feita, discertando para
jovens, sobre a técnica de escrever, terminou aconselhando-os, para melhorar o estilo “Envelheçam”.
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Legado será maior que o de Barcelona, diz Paes