Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – Campus de São João da Boa Vista CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO (CONCOMITANTE OU SUBSEQUENTE AO ENSINO MÉDIO) São João da Boa Vista, SP Setembro / 2015 1 PRESIDENTA DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRO DA EDUCAÇÃO Aloizio Mercadante SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC Marcelo Machado Feres REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Eduardo Antonio Modena PRÓ-REITOR DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Whisner Fraga Mamede PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO Paulo Fernandes Júnior PRÓ-REITOR DE ENSINO Reginaldo Vitor Pereira PRÓ-REITOR DE PESQUISA E INOVAÇÃO Eduardo Alves da Costa PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO Wilson de Andrade Matos DIRETOR DO CAMPUS SÃO JOÃO DA BOA VISTA Eduardo Marmo Moreira GERENTE EDUCACIONAL CAMPUS SÃO JOÃO DA BOA VISTA Menoti Borri 2 PROJETO ELABORADO POR: ______________________________________ GERENTE EDUCACIONAL Menoti Borri ______________________________________ COORDENADOR DO SETOR SOCIOPEDAGÓGICO Carlos Roberto Theodoro _____________________________________ COORDENADOR DE EXTENSÃO Breno Lisi Romano ______________________________________ COORDENADOR DE PESQUISA José Eduardo Mateus Villas Boas _______________________________________ COORDENADOR DE CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Fernanda Carla de Oliveira Prado _______________________________________ DOCENTE PROFISISONALIZANTE Everton Rafael da Silva _______________________________________ DOCENTE PROFISISONALIZANTE Filippo Savoi de Assis _______________________________________ DOCENTE PROFISISONALIZANTE Gilson Roberto Marcomini _______________________________________ DOCENTE PROFISISONALIZANTE Julianita Maria Scaranello _______________________________________ DOCENTE PROFISISONALIZANTE Walter Ernani Ribeiro do Carmo _______________________________________ DOCENTE FORMAÇÃO GERAL Glaubler Fernando Furlan * Comissão designada conforme Portaria no. SBV.0092/2015, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2015. 3 ÍNDICE 1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO .................................................................................................... 6 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO CAMPUS .......................................................................................................7 1.2 MISSÃO ..............................................................................................................................................7 1.2.1 1.3 CARACTERIZAÇÃO EDUCACIONAL .................................................................................... 7 HISTÓRICO INSTITUCIONAL ........................................................................................................8 1.3.1 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ................................................................................................ 8 1.3.2 A ESCOLA DE APRENDIZES E ARTÍFICES DE SÃO PAULO ........................................... 10 1.3.3 O LICEU INDUSTRIAL DE SÃO PAULO .............................................................................. 11 1.3.4 A ESCOLA INDUSTRIAL DE SÃO PAULO E A ESCOLA TÉCNICA DE SÃO PAULO ... 11 1.3.5 A ESCOLA TÉCNICA FEDERAL DE SÃO PAULO .............................................................. 13 1.3.6 O CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO ..................... 14 1.3.7 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO . 15 1.3.8 HISTÓRICO DO CAMPUS DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA ................................................ 17 1.3.9 O INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO E O CAMPUS DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA 18 2 JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO ................................................................................. 20 3 OBJETIVOS DO CURSO ........................................................................................................................ 23 3.1 OBJETIVO GERAL ..........................................................................................................................23 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................................................23 4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .............................................................................................. 23 5 REQUISITO DE ACESSO ...................................................................................................................... 24 6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .......................................................................................................... 25 6.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ..............................................................................27 6.2 ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA .............................................................................................28 6.3 ESTRUTURA CURRICULAR .........................................................................................................30 6.4 LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA ..................................................................................................31 6.5 QUADRO RESUMO DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .........................................................35 6.6 PLANOS DAS DISCIPLINAS .........................................................................................................36 7 METODOLOGIA ..................................................................................................................................... 78 8 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ............................................................................................................. 79 9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ........................................................................ 81 10 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ....................................................................... 82 11 APOIO AO DISCENTE ........................................................................................................................... 85 4 12 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA E INDÍGENA ........................................................................................................................... 86 13 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................................................................... 86 14 AÇÕES INCLUSIVAS ............................................................................................................................ 88 15 ACESSIBILIDADE ................................................................................................................................. 89 16 CONSELHO DE CLASSE ....................................................................................................................... 90 17 MODELO DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS .................................................................................... 92 18 EQUIPE DE TRABALHO ....................................................................................................................... 93 19 INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS ..................................................................................................... 98 19.1 INFRAESTRUTURA FÍSICA ..........................................................................................................98 19.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA .........................................................................................98 19.3 BIBLIOTECA: ACERVO DE LIVROS, REVISTAS, CDs POR ÁREA DO CONHECIMENTO .99 20 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................................................... 100 5 1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo SIGLA: IFSP CNPJ: 10.882.594/0001-65 NATUREZA JURÍDICA: Autarquia Federal VINCULAÇÃO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (SETEC)/MEC ENDEREÇO: Rua Pedro Vicente, 625 - Canindé - São Paulo/Capital CEP: 01109-010 TELEFONES: (11) 3775-4502 (Reitoria) FACSÍMILE: (11) 3375-4501 PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET: http://www.ifsp.edu.br ENDEREÇO ELETRÔNICO: [email protected] DADOS SIAFI: UG: 158154 GESTÃO: 26439 NORMA DE CRIAÇÃO: Lei Nº 11.892 de 29/12/2008 NORMAS QUE ESTABELECERAM A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ADOTADA NO PERÍODO: Lei Nº 11.892 de 29/12/2008 FUNÇÃO DE GOVERNO PREDOMINANTE: Educação 6 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO CAMPUS NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – campus São João da Boa Vista SIGLA: IFSP-SBV CNPJ: 10.882.594/0010-56 ENDEREÇO: Acesso Dr. João Batista Merlin, s/no – Jardim Itália. CEP: 13872-551. TELEFONE: (19) 3634-1100 PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET: http://sbv.ifsp.edu.br ENDEREÇO ELETRÔNICO: [email protected] DADOS SIAFI UG: 158346 GESTÃO: 26439 AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO: Portaria MEC no 1715/06 de 20 de outubro de 2006. (Publicação no DOU, 27/11/2006). 1.2 MISSÃO Consolidar uma práxis educativa que contribua para a inserção social, à formação integradora e à produção do conhecimento. 1.2.1 CARACTERIZAÇÃO EDUCACIONAL A Educação Científica e Tecnológica ministrada pelo IFSP é entendida como um conjunto de ações que buscam articular os princípios e aplicações científicas dos conhecimentos tecnológicos à ciência, à técnica, à cultura e às atividades produtivas. Esse tipo de formação é imprescindível para o desenvolvimento social da nação, sem perder de vista os interesses das comunidades locais e suas inserções no mundo cada vez mais definido pelos conhecimentos tecnológicos, integrando o saber e o fazer por meio de uma reflexão crítica das atividades da sociedade atual, em que novos valores reestruturam o ser humano. Assim, a educação exercida no IFSP não está restrita a uma formação meramente profissional, mas contribui para a iniciação nas ciências, nas tecnologias, nas artes e na promoção de instrumentos que levem à reflexão sobre o mundo, como consta no PDI institucional. 7 1.3 HISTÓRICO INSTITUCIONAL 1.3.1 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO Historicamente, a educação brasileira passa a ser referência para o desenvolvimento de projetos econômico-sociais, principalmente, a partir do avanço da industrialização pós-1930. Nesse contexto, a escola como o lugar da aquisição do conhecimento passa a ser esperança de uma vida melhor, sobretudo, no avanço da urbanização que se processa no país. Apesar de uma oferta reduzida de vagas escolares, nem sempre a inserção do aluno significou a continuidade, marcando a evasão como elemento destacado das dificuldades de sobrevivência dentro da dinâmica educacional brasileira, além de uma precária qualificação profissional. Na década de 1960, a internacionalização do capital multinacional nos grandes centros urbanos do Centro Sul acabou por fomentar a ampliação de vagas para a escola fundamental. O projeto tinha como princípio básico fornecer algumas habilidades necessárias para a expansão do setor produtivo, agora identificado com a produção de bens de consumo duráveis. Na medida em que a popularização da escola pública se fortaleceu, as questões referentes à interrupção do processo de escolaridade também se evidenciaram, mesmo porque havia um contexto de estrutura econômica que, de um lado, apontava para a rapidez do processo produtivo e, por outro, não assegurava melhorias das condições de vida e nem mesmo indicava mecanismos de permanência do estudante, numa perspectiva formativa. A Lei de Diretrizes de Base da Educação Nacional – LDB 5692/71, de certa maneira, tentou obscurecer esse processo, transformando a escola de nível fundamental num primeiro grau de oito anos, além da criação do segundo grau como definidor do caminho à profissionalização. No que se referia a esse último grau de ensino, a oferta de vagas não era suficiente para a expansão da escolaridade da classe média que almejava um mecanismo de acesso à universidade. Nesse sentido, as vagas não contemplavam toda a demanda social e o que de fato ocorria era uma exclusão das camadas populares. Em termos educacionais, o período caracterizou-se pela privatização do ensino, institucionalização do ensino “pseudo profissionalizante” e demasiado tecnicismo pedagógico. Deve-se levar em conta que o modelo educacional brasileiro historicamente não valorizou a profissionalização visto que as carreiras de ensino superior é que eram reconhecidas socialmente no âmbito profissional. Este fato foi reforçado por uma industrialização dependente e tardia que não desenvolvia segmentos de tecnologia avançada e, consequentemente, por um contingente de força de 8 trabalho que não requeria senão princípios básicos de leitura e aritmética destinados, apenas, aos setores instalados nos centros urbano-industriais, prioritariamente no centro-sul. A partir da década de 1970, entretanto, a ampliação da oferta de vagas em cursos profissionalizantes apontava um novo estágio da industrialização brasileira ao mesmo tempo em que privilegiava a educação privada em nível de terceiro grau. Mais uma vez, portanto, se colocava o segundo grau numa condição intermediária sem terminalidade profissional e destinado às camadas mais favorecidas da população. É importante destacar que a pressão social por vagas nas escolas, na década de 1980, explicitava essa política. O aprofundamento da inserção do Brasil na economia mundial trouxe o acirramento da busca de oportunidades por parte da classe trabalhadora que via perderem-se os ganhos anteriores, do ponto de vista da obtenção de um posto de trabalho regular e da escola como formativa para as novas demandas do mercado. Esse processo se refletiu no desemprego em massa constatado na década de 1990, quando se constitui o grande contingente de trabalhadores na informalidade, a flexibilização da economia e a consolidação do neoliberalismo. Acompanharam esse movimento: a migração intraurbanas, a formação de novas periferias e a precarização da estrutura educacional no país. As Escolas Técnicas Federais surgiram num contexto histórico que a industrialização sequer havia se consolidado no país. Entretanto, indicou uma tradição que formava o artífice para as atividades prioritárias no setor secundário. Durante toda a evolução da economia brasileira e sua vinculação com as transformações postas pela Divisão Internacional do Trabalho, essa escola teve participação marcante e distinguia seus alunos dos demais candidatos, tanto no mercado de trabalho, quanto na universidade. Contudo, foi a partir de 1953 que se iniciou um processo de reconhecimento do ensino profissionalizante como formação adequada para a universidade. Esse aspecto foi reiterado em 1959 com a criação das escolas técnicas e consolidado com a LDB 4024/61. Nessa perspectiva, até a LDB 9394/96, o ensino técnico equivalente ao ensino médio foi reconhecido como acesso ao ensino superior. Essa situação se rompe com o Decreto 2208/96 que é refutado a partir de 2005 quando se assume novamente o ensino médio técnico integrado. Nesse percurso histórico, pode-se perceber que o IFSP nas suas várias caracterizações (Escolas de Artífices, Escola Técnica, CEFET e Escolas Agrotécnicas) assegurou a oferta de trabalhadores qualificados para o mercado, bem como se transformou numa escola integrada no nível técnico, 9 valorizando o ensino superior e, ao mesmo tempo, oferecendo oportunidades para aqueles que, injustamente, não conseguiram acompanhar a escolaridade regular. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP - foi instituído pela Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, mas, para abordarmos a sua criação, devemos observar como o IF foi construído historicamente, partindo da Escola de Aprendizes e Artífices de São Paulo, o Liceu Industrial de São Paulo, a Escola Industrial de São Paulo e Escola Técnica de São Paulo, a Escola Técnica Federal de São Paulo e o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo. 1.3.2 A ESCOLA DE APRENDIZES E ARTÍFICES DE SÃO PAULO A criação dos atuais Institutos Federais se deu pelo Decreto nº 7.566, de 23 de setembro de 1909, com a denominação de Escola de Aprendizes e Artífices, então localizadas nas capitais dos estados existentes, destinando-as a propiciar o ensino primário profissional gratuito. Este decreto representou o marco inicial das atividades do governo federal no campo do ensino dos ofícios e determinava que a responsabilidade pela fiscalização e manutenção das escolas seria de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Na Capital do Estado de São Paulo, o início do funcionamento da escola ocorreu no dia 24 de fevereiro de 1910, instalada precariamente num barracão improvisado na Avenida Tiradentes, sendo transferida, alguns meses depois, para as instalações no bairro de Santa Cecília, à Rua General Júlio Marcondes Salgado, 234, lá permanecendo até o final de 1975 (respeito da localização da escola, foram encontrados indícios nos prontuário funcionais de dois de seus ex-diretores, de que teria, também, ocupado instalações da atual Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na cidade de São Paulo).Os primeiros cursos oferecidos foram de tornearia, mecânica e eletricidade, além das oficinas de carpintaria e artes decorativas. O contexto industrial da Cidade de São Paulo, provavelmente aliado à competição com o Liceu de Artes e Ofícios, também, na Capital do Estado, levou a adaptação de suas oficinas para o atendimento de exigências fabris não comuns na grande maioria das escolas dos outros Estados. Assim, a escola de São Paulo, foi das poucas que ofereceram desde seu início de funcionamento os cursos de tornearia, eletricidade e mecânica e não ofertaram os ofícios de sapateiro e alfaiate comuns nas demais. 10 Nova mudança ocorreu com a aprovação do Decreto nº 24.\558, de 03 de julho de 1934, que expediu outro regulamento para o ensino industrial, transformando a inspetoria em superintendência. 1.3.3 O LICEU INDUSTRIAL DE SÃO PAULO O ensino no Brasil passou por uma nova estruturação administrativa e funcional no ano de 1937, disciplinada pela Lei nº 378, de 13 de janeiro, que regulamentou o recém denominado Ministério da Educação e Saúde. Na área educacional, foi criado o Departamento Nacional da Educação que, por sua vez, foi estruturado em oito divisões de ensino: primário, industrial, comercial, doméstico, secundário, superior, extraescolar e educação física (Lei nº 378, 1937). A nova denominação, de Liceu Industrial de São Paulo, perdurou até o ano de 1942, quando o Presidente Getúlio Vargas, já em sua terceira gestão no governo federal (10 de novembro de 1937 a 29 de outubro de 1945), baixou o Decreto-Lei nº 4.073, de 30 de janeiro, definindo a Lei Orgânica do Ensino Industrial que preparou novas mudanças para o ensino profissional. 1.3.4 A ESCOLA INDUSTRIAL DE SÃO PAULO E A ESCOLA TÉCNICA DE SÃO PAULO Em 30 de janeiro de 1942, foi baixado o Decreto-Lei nº 4.073, introduzindo a Lei Orgânica do Ensino Industrial e implicando a decisão governamental de realizar profundas alterações na organização do ensino técnico. Foi a partir dessa reforma que o ensino técnico industrial passou a ser organizado como um sistema, passando a fazer parte dos cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. Esta norma legal foi, juntamente com as Leis Orgânicas do Ensino Comercial (1943) e Ensino Agrícola (1946), a responsável pela organização da educação de caráter profissional no país. Neste quadro, também conhecido como Reforma Capanema, o Decreto-Lei 4.073, traria “unidade de organização em todo território nacional”. Até então, “a União se limitara, apenas a regulamentar as escolas federais”, enquanto as demais, “estaduais, municipais ou particulares regiam-se pelas próprias normas ou, conforme os casos, obedeciam a uma regulamentação de caráter regional”. 11 No momento que o Decreto-Lei nº 4.073, de 1942 passava a considerar a classificação das escolas em técnicas, industriais, artesanais ou de aprendizagem, estava criada uma nova situação indutora de adaptações das instituições de ensino profissional e, por conta desta necessidade de adaptação, foram se seguindo outras determinações definidas por disposições transitórias para a execução do disposto na Lei Orgânica. A primeira disposição foi enunciada pelo Decreto-Lei nº 8.673, de 03 de fevereiro de 1942, que regulamentava o Quadro dos Cursos do Ensino Industrial, esclarecendo aspectos diversos dos cursos industriais, dos cursos de mestria e, também, dos cursos técnicos. A segunda, pelo Decreto 4.119, de 21 de fevereiro de 1942, determinava que os estabelecimentos federais de ensino industrial passariam à categoria de escolas técnicas ou de escolas industriais e definia, ainda, prazo até 31 de dezembro daquele ano para a adaptação aos preceitos fixados pela Lei Orgânica. Pouco depois, era a vez do Decreto-Lei nº 4.127, assinado em 25 de fevereiro de 1942, que estabelecia as bases de organização da rede federal de estabelecimentos de ensino Industrial, instituindo as escolas técnicas e as industriais. Foi por conta desse último Decreto, de número 4.127, que se deu a criação da Escola Técnica de São Paulo, visando a oferta de cursos técnicos e os cursos pedagógicos, sendo eles das esferas industriais e de mestria, desde que compatíveis com as suas instalações disponíveis, embora ainda não autorizada a funcionar. Instituía, também, que o início do funcionamento da Escola Técnica de São Paulo estaria condicionada a construção de novas e próprias instalações, mantendo-a na situação de Escola Industrial de São Paulo enquanto não se concretizassem tais condições. Ainda quanto ao aspecto de funcionamento dos cursos considerados técnicos, é preciso mencionar que, pelo Decreto nº 20.593, de 14 de Fevereiro de 1946, a escola paulista recebeu autorização para implantar o Curso de Construção de Máquinas e Motores. Outro Decreto de nº 21.609, de 12 de agosto 1946, autorizou o funcionamento de outro curso técnico, o de Pontes e Estradas. Retornando à questão das diversas denominações do IFSP, apuramos em material documental a existência de menção ao nome de Escola Industrial de São Paulo em raros documentos. Nessa pesquisa, observa-se que a Escola Industrial de São Paulo foi a única transformada em Escola Técnica. As referências aos processos de transformação da Escola Industrial à Escola Técnica apontam que a primeira teria funcionado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, fato desconhecido pelos pesquisadores da história do IFSP. 12 Também na condição de Escola Técnica de São Paulo, desta feita no governo do Presidente Juscelino Kubitschek (31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de 1961), foi baixa do outro marco legal importante da Instituição. Trata-se da Lei nº 3.552, de 16 de fevereiro de1959, que determinou sua transformação em entidade autárquica. A mesma legislação, embora de maneira tópica, concedeu maior abertura para a participação dos servidores na condução das políticas administrativa e pedagógica da escola. Importância adicional para o modelo de gestão proposto pela Lei 3.552, foi definida pelo Decreto nº 52.826, de 14 de novembro de 1963, do presidente João Goulart (24 de janeiro de 1963 a 31 de marco de 1964), que autorizou a existência de entidades representativas discentes nas escolas federais, sendo o presidente da entidade eleito por escrutínio secreto e facultada sua participação nos Conselhos Escolares, embora sem direito a voto. Quanto à localização da escola, dados dão conta de que a ocupação de espaços, durante a existência da escola com as denominações de Escola de Aprendizes Artífices, Liceu Industrial de São Paulo, Escola Industrial de São Paulo e Escola Técnica de São Paulo, ocorreram exclusivamente na Avenida Tiradentes, no início das atividades, e na Rua General Júlio Marcondes Salgado, posteriormente. 1.3.5 A ESCOLA TÉCNICA FEDERAL DE SÃO PAULO A denominação de Escola Técnica Federal surgiu logo no segundo ano do governo militar, por ato do Presidente Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco (15 de abril de1964 a 15 de março de 1967), incluindo pela primeira vez a expressão federal em seu nome e, desta maneira, tornando clara sua vinculação direta à União. Essa alteração foi disciplinada pela aprovação da Lei nº. 4.759, de 20 de agosto de1965, que abrangeu todas as escolas técnicas e instituições de nível superior do sistema federal. No ano de 1971, foi celebrado o Acordo Internacional entre a União e o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD, cuja proposta era a criação de Centros de Engenharia de Operação, um deles junto à escola paulista. Embora não autorizado o funcionamento do referido Centro, a Escola Técnica Federal de São Paulo – ETFSP acabou recebendo máquinas e outros equipamentos por conta do acordo. 13 Ainda, com base no mesmo documento, o destaque e o reconhecimento da ETFSP iniciou-se com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº. 5.692/71, possibilitando a formação de técnicos com os cursos integrados, (médio e técnico), cuja carga horária, para os quatro anos, era em média de 4.500 horas/aula. Foi na condição de ETFSP que ocorreu, no dia 23 de setembro de 1976, a mudança para as novas instalações no Bairro do Canindé, na Rua Pedro Vicente, 625. Essa sede ocupava uma área de 60 mil m², dos quais 15 mil m² construídos e 25 mil m² projetados para outras construções. À medida que a escola ganhava novas condições, outras ocupações surgiram no mundo do trabalho e outros cursos foram criados. Dessa forma, foram implementados os cursos técnicos de Eletrotécnica (1965), de Eletrônica e Telecomunicações (1977) e de Processamento de Dados (1978) que se somaram aos de Edificações e Mecânica, já oferecidos. No ano de 1986, pela primeira vez, após 23 anos de intervenção militar, professores, servidores administrativos e alunos participaram diretamente da escolha do diretor, mediante a realização de eleições. Com a finalização do processo eleitoral, os três candidatos mais votados, de um total de seis que concorreram, compuseram a lista tríplice encaminhada ao Ministério da Educação para a definição daquele que seria nomeado. Foi na primeira gestão eleita (Prof. Antonio Soares Serviu) que houve o início da expansão das unidades descentralizadas - UNEDs da escola, com a criação, em 1987, da primeira do país, no município de Cubatão. A segunda UNED do Estado de São Paulo principiou seu funcionamento no ano de 1996, na cidade de Sertãozinho, com a oferta de cursos preparatórios e, posteriormente, ainda no mesmo ano, as primeiras turmas do Curso Técnico de Mecânica, desenvolvido de forma integrada ao ensino médio. 1.3.6 O CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO No primeiro governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, o financiamento da ampliação e reforma de prédios escolares, aquisição de equipamentos, e capacitação de servidores, no caso das instituições federais, passou a ser realizado com recursos do Programa de Expansão da Educação Profissional - PROEP. 14 Por força de um decreto sem número, de 18 de janeiro de 1999, baixado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso (segundo mandato de 01 de janeiro de 1999 a 01 de janeiro de 2003), se oficializou a mudança de denominação para CEFET- SP. Igualmente, a obtenção do status de CEFET propiciou a entrada da Escola no oferecimento de cursos de graduação, em especial, na Unidade de São Paulo, onde, no período compreendido entre 2000 a 2008, foi ofertada a formação de tecnólogos na área da Indústria e de Serviços, Licenciaturas e Engenharias. Desta maneira, as peculiaridades da pequena escola criada há quase um século e cuja memória estrutura sua cultura organizacional, majoritariamente, desenhada pelos servidores da Unidade São Paulo, foi sendo, nessa década, alterada por força da criação de novas unidades, acarretando a abertura de novas oportunidades na atuação educacional e discussão quanto aos objetivos de sua função social. A obrigatoriedade do foco na busca da perfeita sintonia entre os valores e possibilidades da Instituição foi impulsionada para atender às demandas da sociedade em cada localidade onde se inaugurava uma Unidade de Ensino, levando à necessidade de flexibilização da gestão escolar e construção de novos mecanismos de atuação. 1.3.7 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO O Brasil vem experimentando, nos últimos anos, um crescimento consistente de sua economia, o que demanda da sociedade uma população com níveis crescentes de escolaridade, educação básica de qualidade e profissionalização. A sociedade começa a reconhecer o valor da educação profissional, sendo patente a sua vinculação ao desenvolvimento econômico. Um dos propulsores do avanço econômico é a indústria que, para continuar crescendo, necessita de pessoal altamente qualificado: engenheiros, tecnólogos e, principalmente, técnicos de nível médio. O setor primário tem se modernizado, demandando profissionais para manter a produtividade. Essa tendência se observa também no setor de serviços, com o aprimoramento da informática e das tecnologias de comunicação, bem como a expansão do segmento ligado ao turismo. Se de um lado temos uma crescente demanda por professores e profissionais qualificados, por outro temos uma população que foi historicamente esquecida no que diz respeito ao direito a educação de qualidade e que não teve oportunidade de formação para o trabalho. 15 Considerando-se, portanto, essa grande necessidade pela formação profissional de qualidade por parte dos alunos oriundos do ensino médio, especialmente nas classes populares, aliada à proporcional baixa oferta de cursos superiores públicos no Estado de São Paulo, o IFSP desempenha um relevante papel na formação de técnicos, tecnólogos, engenheiros, professores, especialistas, mestres e doutores, além da correção de escolaridade regular por meio do PROEJA e PROEJA FIC. A oferta de cursos está sempre em sintonia com os arranjos produtivos, culturais e educacionais, de âmbito local e regional. O dimensionamento dos cursos privilegia, assim, a oferta daqueles técnicos e de graduações nas áreas de licenciaturas, engenharias e tecnologias. Além da oferta de cursos técnicos e superiores, o IFSP atua na formação inicial e continuada de trabalhadores, bem como na pós-graduação e pesquisa tecnológica. Avança no enriquecimento da cultura, do empreendedorismo e cooperativismo, e no desenvolvimento socioeconômico da região de influência de cada campus, da pesquisa aplicada destinada à elevação do potencial das atividades produtivas locais e da democratização do conhecimento à comunidade em todas as suas representações. A Educação Científica e Tecnológica ministrada pelo IFSP é entendida como um conjunto de ações que buscam articular os princípios e aplicações científicas dos conhecimentos tecnológicos à ciência, à técnica, à cultura e às atividades produtivas. Este tipo de formação é imprescindível para o desenvolvimento social da nação, sem perder de vista os interesses das comunidades locais e suas inserções no mundo cada vez mais definido pelos conhecimentos tecnológicos, integrando o saber e o fazer por meio de uma reflexão crítica das atividades da sociedade atual, em que novos valores reestruturam o ser humano. Assim, a educação exercida no IFSP não está restrita a uma formação meramente profissional, mas contribui para a iniciação na ciência, nas tecnologias, nas artes e na promoção de instrumentos que levem à reflexão sobre o mundo. Atualmente, o IFSP conta com 30 campi implantados ou em fase de implantação, distribuídos de acordo com a relação dos campi. Recentemente a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação de oito novos campi do IFSP como parte da expansão da Rede Federal de Ensino. Assim deverão ser instalados, até 2014, os campi de Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Francisco Morato, São Paulo (Zona Noroeste), Bauru, Marília, Itapeva e Carapicuíba. Relação dos campi do IFSP Campus Autorização de Funcionamento Início das Atividades São Paulo Decreto nº. 7.566, de 23/09/1909 24/02/1910 16 Cubatão Sertãozinho Guarulhos São João da Boa Vista Caraguatatuba Bragança Paulista Salto São Carlos São Roque Campos do Jordão Portaria Ministerial nº. 158, de 12/03/1987 Portaria Ministerial nº. 403, de 30/04/1996 Portaria Ministerial nº. 2.113, de 06/06/2006 Portaria Ministerial nº. 1.715, de 20/12/2006 Portaria Ministerial nº. 1.714, de 20/12/2006 Portaria Ministerial nº. 1.712, de 20/12/2006 Portaria Ministerial nº. 1.713, de 20/12/2006 Portaria Ministerial nº. 1.008, de 29/10/2007 Portaria Ministerial nº. 710, de 09/06/2008 Portaria Ministerial nº. 116, de 29/01/2010 Birigui Portaria Ministerial nº. 116, de 29/01/2010 Piracicaba Portaria Ministerial nº. 104, de 29/01/2010 Itapetininga Portaria Ministerial nº. 127, de 29/01/2010 Catanduva Portaria Ministerial nº. 120, de 29/01/2010 Araraquara Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Suzano Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Barretos Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Boituva Resolução nº 28, de 23/12/2009 Capivari Resolução nº 30, de 23/12/2009 Matão Resolução nº 29, de 23/12/2009 Avaré Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Hortolândia Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Votuporanga Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Presidente Epitácio Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Registro Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 Campinas Portaria Ministerial nº 1.170, de 21/09/2010 São José dos Campos Portaria Ministerial nº N°330 de 23/04/2013. Assis (núcleo avançado) Resolução CS n.º 705, de 17 de julho de 2012 Jacareí Em fase de implantação 01/04/1987 01/1996 13/02/2006 02/01/2007 12/02/2007 30/07/2007 02/08/2007 01/08/2008 11/08/2008 02/2009 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 16/08/2010 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 2º semestre de 2010 1º semestre de 2011 1º semestre de 2011 1º semestre de 2011 1º semestre de 2011 1º semestre de 2012 1º semestre de 2012 1º semestre de 2012 1º semestre de 2013 1.3.8 HISTÓRICO DO CAMPUS DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA Em São João da Boa Vista especificamente, a área doada à Municipalidade pelos empresários Paulo Roberto Merlin e Flávio Augusto do Canto, possibilitou a construção da escola de educação 17 profissional pelo Ministério da Educação, através do Programa de Expansão da Educação Profissional e Tecnológica - PROEP. O projeto resultou na edificação da unidade de ensino do Centro de Educação Profissional de São João da Boa Vista - CEPRO. O CEPRO surgiu da necessidade de se constituir uma instituição privada sem fins lucrativos e o apoio da Prefeitura em dar sustentação financeira ao plano educacional. A obra, iniciada em 19 de março de 2001, nasceu de um projeto arquitetônico cuidadosamente estudado, onde até o espaço do jardim interno foi aproveitado para acolher um anfiteatro a céu aberto no estilo medieval e, desde a sua inauguração em 11 de dezembro de 2004, recebe elogios pela sua localização estratégica, panorama privilegiado, arquitetura arrojada e a funcionalidade das suas instalações. 1.3.9 O INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO E O CAMPUS DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA A partir da expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, a unidade de ensino do CEPRO foi federalizada, reconhecida por reunir todas as condições necessárias para inclusão no projeto nacional dos Centros Federais de Educação Tecnológica, os CEFET’s. Assim, no dia 13 de Abril de 2006, em cerimônia realizada na cidade de Salto - SP, o prefeito Nelson Nicolau juntamente com prefeitos de outros municípios, assinaram com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, os Termos de Compromisso para transferência de convênios entre as instituições de segmento comunitário e o CEFET. No dia 03 de agosto do mesmo ano, em reunião no Salão Vermelho da Prefeitura, o diretor geral, Garabed Kenchian e o então diretor de relações empresariais, Arnaldo Augusto Ciquielo Borges, ajustaram com o prefeito, a vice-prefeita e dirigentes municipais, os detalhes para instalação da unidade de ensino do CEFET-SP em São João da Boa Vista. Naquela ocasião o prefeito Nelson Nicolau reiterou solicitação para a instalação de um curso superior tecnológico projetado para 2008, além dos cursos de nível técnico. Com aprovação da Lei Municipal nº 1.934, de 16 de Novembro de 2006, o CEPRO cede lugar para o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo / CEFET-SP, cuja missão é “ser agente no processo de formação de cidadãos capacitados e competentes para atuarem em diversas profissões, 18 pesquisas, difusão de conhecimentos e processos que contribuam para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social da nação”. O CEFET-SP iniciou suas atividades no Município a partir de janeiro de 2007, através da Unidade de Ensino Descentralizada de São João da Boa Vista, com o objetivo de se tornar um centro de referencia de educação técnica e tecnológica profissional pública gratuita na região leste do Estado de São Paulo. A “Aula Inaugural” ocorreu no dia 13 de fevereiro de 2007 com implantação, no primeiro semestre, do “Curso Técnico em Informática” e, no segundo semestre, do “Curso Técnico em Automação Industrial”, além dos “Cursos de Capacitação Inicial e Continuada”, voltados para a comunidade escolar. No ano seguinte, em atenção ao pedido da Municipalidade, a Direção Geral do CEFETSP implantou o “Curso Superior - Tecnologia em Eletrônica Industrial”. O lançamento ocorreu em 15 de maio de 2008 e as aulas tiveram início no mês de agosto, após processo público seletivo de exame vestibular. O CEFET-SP/UNED-SBV (São João da Boa Vista) tinha sua estrutura administrativa definida pela resolução nº. 136/2006 de 16/11/2006 do Conselho Diretor do CEFET-SP, autorizada pela Portaria nº. 1715 do Ministro da Educação, publicada no D.O.U. de 20/10/2006. Para a federalização da unidade, foi necessária a firmação do convênio com o Centro de Educação Profissional (CEPRO) e CEFET-SP, com apoio da prefeitura de São João da Boa Vista. Oferecia cursos técnicos de Programação e Desenvolvimento de Sistemas, na área de Informática, e Automação de Processos Industriais, na área de Indústria. A unidade possuía uma área total de 10.284,47m² (área construída: 2.529,13m², área externa: 7.755,61m²). Reconhecido pela sua tradição e qualidade na oferta de ensino público federal gratuito, especialmente dirigido para atender a capacitação de mão-de-obra local e regional, o CEFETSP, exatamente no ano em que completa o seu centenário, inicia 2009 sob novo modelo pedagógico em função da transformação dos CEFET’s em Institutos Federais. Criados através da Lei Federal nº 11.892, de 29.12.2008, os institutos, equiparados às universidades federais, são o resultado do re-ordenamento e da expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica iniciados em abril de 2005. Trinta dias após a criação das novas instituições, o ministro da Educação, Fernando Haddad, empossou como reitores os antigos diretores dos Centros Federais de Educação Tecnológica 19 (CEFET’s), que assumiram a gestão das novas instituições, tanto do ponto de vista políticopedagógico quanto estrutural. O Instituto Federal de São Paulo - IFSP, antigo CEFET-SP, que tem como Reitor o Prof. Eduardo Antonio Modena, é composto atualmente pelos Campi de São Paulo, Cubatão, Sertãozinho, Guarulhos, São João da Boa Vista, Caraguatatuba, Bragança Paulista, Salto, São Carlos, São Roque, Campos do Jordão, Birigui, Piracicaba, Itapetininga, Catanduva, Araraquara, Suzano, Barretos, Boituva (campus avançado), Capivari (campus avançado), Matão (campus avançado), Avaré, Hortolândia, Registro, Votuporanga, Presidente Epitácio Campinas e Assis (núcleo avançado). Em fase de expansão, o Campus de São João da Boa Vista está instalado numa área superior a 10.000 m², possuindo cerca de 1400 alunos já matriculados para o ano letivo de 2013. 2 JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO O Campus de São João da Boa Vista do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, está situado na cidade-sede de uma das sete Regiões de Governo (RG)1, composta por dezesseis cidades, que fazem parte da Região Administrativa (RA) de Campinas2, formada por 90 municípios no total. A microrregião de São João da Boa Vista possui uma população, segundo o Censo IBGE em 2010, de 473.641 habitantes e está dividida em quatorze municípios (Águas da Prata, Caconde, Casa Branca, Divinolândia, Espírito Santo do Pinhal, Itobi, Mococa, Santo Antônio do Jardim, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, Tambaú, Tapiratiba e Vargem Grande do Sul). Possui uma área total de 5.429,437 km². Faz divisa com as microrregiões de Pirassununga, Amparo, Ribeirão Preto, Poços de Caldas (MG) e São Sebastião do Paraíso (MG). De acordo com o IBGE (2010), o PIB da cidade de São João da Boa Vista, a preços correntes foi de R$ 1.776.866.000,00, sendo que a atividade industrial representa cerca de 30% (R$ 1 A Região Administrativa de Campinas é composta por sete Regiões de Governo: de Bragança Paulista, de Campinas, de Jundiaí, de Limeira, de Piracicaba, de Rio Claro e de São João da Boa Vista. 2 O Estado de São Paulo é composto por três Regiões Metropolitanas (RM): de São Paulo, da Baixada Santista e de Campinas; e por treze Regiões Administrativas (RA): de Araçatuba, de Barretos, de Bauru, de Campinas, Central, de Franca, de Marília, de Presidente Prudente, de Registro, de Ribeirão Preto, de São José do Rio Preto, de São José dos Campos e de Sorocaba. 20 524.438.000,00), o setor agropecuário representa 02% (R$ 38.922.00,00), o comércio abrange 11% (R$ 195.719.000,00) e o setor de serviços representa 57% do PIB da cidade (R$ 1.017.787.000,00). O IDHM da Cidade de São João da Boa Vista obteve um notável crescimento ao longo dos anos, sendo que em 1991 o valor do mesmo era 0,585, passando para 0,722 no ano 2000 e 0,797 no ano 2012. De acordo com o IBGE (2011), existem na cidade de São João da Boa Vista, 4.021 empresas atuantes, que ocupam 4.162 unidades de negócios e empregam cerca de 26.000 pessoas. A prefeitura de São João adotou uma política forte de incentivo a instalação de indústrias e vem conseguindo atrair diversas empresas inclusive do setor aeronáutico, o resultado deste trabalho totaliza 70 empresas já em funcionamento em 2013. E ainda, na perspectiva de ampliar este resultado se encontra em andamento as obras da 5ª etapa do Distrito Industrial em um terreno de 263 mil m², conforme informa o sitio eletrônico da Prefeitura Municipal (http://www.saojoao.sp.gov.br/home/ler_noticia.php?id=662 – Acessado em 26/08/2013) Em consequência do bom momento da economia brasileira e dos resultados da política municipal de atração de novas indústrias, além da grande quantidade de empresas existentes na cidade de São João da Boa Vista e nas demais cidades que formam a microrregião, notou-se relevante carência de profissionais qualificados na área de Administração, tanto para suprir a demanda direta de empresas de grande porte presente no município, quanto para empresas de micro e pequeno porte, que respondem por grande parte das vagas de emprego oferecidas. Pesquisa realizada por Marcomini et al (2013), em atendimento a um projeto institucional do Instituto Federal de São Paulo, no campus de São João da Boa Vista, no período entre fevereiro e julho de 2013, corrobora com essa necessidade, onde propiciou o levantamento de informações relevantes relacionados à demanda por profissionais habilitados na área de administração. Esse estudo contemplou a participação de 185 empresas e 412 pessoas, localizadas na microrregião de São João da Boa Vista verificou que 44% das empresas e 24% das pessoas que participaram do estudo demonstraram interesse em cursos da área de administração, ou seja, 44% das empresas expuseram a necessidade por profissionais habilitados na área de administração e 24% das pessoas entrevistadas afirmaram que desejam frequentar o curso de administração. Segundo o censo escolar 2013 o município de São João da Boa Vista possui 13466 alunos matriculados nos diversos níveis de ensino. Destes, 58,6% ou 7887 alunos estão matriculados no ensino fundamental e 18,7%, ou 2520 alunos estão matriculados no ensino médio. Somada a população regional dos demais municípios limítrofes fica caracterizado um bom potencial local para 21 oferecimento e demanda pelos cursos técnicos concomitantes/subsequentes oferecidos pela instituição. Outro aspecto importante diz respeito à utilização do espaço da Escola Municipal de Ensino Profissionalizante Professor Hugo Sarmento, em sistema de parceria no oferecimento do curso em administração, pelo fato da forte tradição que essa escola possui no oferecimento desses cursos, sendo que a mesma oferece cursos técnicos na área de administração, contabilidade e outros, desde início dos anos 2000. Conforme o artigo 3° do decreto 61.934/67 que regulamenta a profissão: "A atividade profissional do Administrador, como profissão, liberal ou não, compreende: elaboração dos pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de organização; pesquisas, estudos, análises, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos de administração geral, como administração e seleção de pessoal, organização, análise, métodos e programas de trabalho, orçamento, administração de material e financeira, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que estes de desdobrem ou com os quais sejam conexos." Dessa maneira, pode-se perceber a importância do oferecimento de um curso voltado para a qualificação técnica na área de administração nessa importante região, visto que existe um grande crescimento econômico, desenvolvimento regional e aporte de investimentos financeiros, o que gera, consequentemente, grande carência de profissionais habilitados para os vários cargos e funções relacionados as atividades empresariais dessas organizações. Igualmente, reforça-se a grande versatilidade profissional do técnico em administração, que possui formação para atuar em inúmeras subáreas da ciência administração, como na área de produção, financeira, gestão de pessoas, marketing, entre outros, além da flexibilidade para atuar em praticamente todos os ramos econômicos e setores empresariais, seja na atividade industrial, comercial, agropecuária ou na prestação se serviços. Além disso, pode-se atribuir, ainda, o grande enfoque e estimulo dado ao aluno na concepção de empreendedorismo e inovação, como forma do egresso poder tornar-se empreendedor em setores peculiares da região em destaque. 22 3 OBJETIVOS DO CURSO 3.1 OBJETIVO GERAL O Curso Técnico em Administração tem como objetivo geral formar profissionais-cidadãos empreendedores, competentes, com conhecimentos técnicos, comprometidos com a inovação tecnológica e com o desenvolvimento local e regional, eticamente responsáveis e que saibam associar a teoria à prática, fazendo uso das habilidades e atitudes compatíveis com a área de gestão e negócios. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS O curso Técnico em Administração pretende formar profissionais aptos a: Conhecer e compreender os princípios da Administração, a partir de uma visão empreendedora e consciente de suas responsabilidades como cidadão e profissional, para com isso contribuir com a promoção do desenvolvimento de sua região; Buscar a melhoria contínua das organizações, por meio de uma postura proativa, criativa e reflexiva; Empreender ideias e negócios, com inovação e criatividade, pensando local e agindo globalmente; Identificar oportunidades para fazer da teoria uma prática viável, visando soluções que possam melhorar e aumentar a produtividade e a competitividade das organizações inseridas na área de negócios nacionais e internacionais. 4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Técnico em Administração atua em instituições públicas, privadas e do terceiro setor; executa as funções de apoio administrativo (protocolo e arquivo, confecção e expedição de documentos administrativos e controle de estoques); opera sistemas de informações gerenciais de pessoal e material; e utiliza ferramentas da informática básica como suporte às operações organizacionais. 23 5 REQUISITO DE ACESSO Para ingresso no curso de Técnico em Administração, o estudante deverá ter concluído o Ensino Médio ou equivalente, ou ainda estar cursando o 2º ano do ensino médio. O ingresso no curso far-seá mediante processo seletivo público aberto com critérios e normas definidas em edital específico ou outras formas previstas na Lei. Serão reservadas, no mínimo, 50% das vagas aos candidatos que cursaram integralmente o Ensino Fundamental em escola pública. Dentre estas, 50% serão reservadas para candidatos que tenham renda per capita bruta igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo (um salário-mínimo e meio). Das vagas para estudantes egressos do ensino público, os autodeclarados pretos, pardos ou indígenas preencherão, por curso e turno, no mínimo, percentual igual ao dessa população, conforme último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o Estado de São Paulo, de acordo com a Lei nº 12.711/2012, de 29/08/2012. Serão oferecidas anualmente 40 vagas para o curso de Técnico em Administração em período noturno. 24 6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Segundo o Projeto Político Pedagógico do campus a aprendizagem está ancorada nos pressupostos vygotskyanos e a escola tem a função de preparar o aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhe um instrumental (conteúdos e socialização) para uma participação organizada e ativa na sociedade a partir da transmissão de conteúdos vivos, concretos, indissociáveis das realidades sociais. Neste sentido a instituição atua por meio dos cursos oferecidos visando articular o conhecimento teórico com as atividades e acontecimentos rotineiros de forma a propiciar uma aprendizagem significativa, que rompa com a dicotomia teoria/prática e que instrumentalize o aluno para utilização de diferentes linguagens como meio de expressão e comunicação de ideias. Além disso, privilegia-se o desenvolvimento de atitudes empreendedoras nos jovens, mediante trabalhos voltados para o desenvolvimento da autonomia e capacidade de trabalhar e produzir em equipe visando à busca de soluções de problemas nas mais diversas situações. O curso Técnico em Administração, que pertence ao eixo tecnológico de Gestão e Negócios segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, incorpora tais pressupostos ao longo de suas componentes curriculares, da interação e interdisciplinaridade entre tais componentes e das diferentes atividades educacionais propostas no itinerário formativo dos alunos. O curso Técnico em Administração compreende tecnologias associadas aos instrumentos, técnicas e estratégias utilizadas na busca da qualidade, produtividade e competitividade das organizações e, é caracterizada pelas tecnologias organizacionais, viabilidade econômica, técnicas de comercialização, ferramentas de informática, estratégias de marketing, logística, finanças, relações interpessoais, legislação e ética. Dessa maneira, os cursos vinculados ao eixo tecnológico de Gestão e Negócios devem abranger ações de planejamento, avaliação e gerenciamento de pessoas e processos referentes a negócios e serviços presentes em organizações públicas ou privadas de todos os portes e ramos de atuação. Outrossim destaca-se na organização curricular destes cursos os estudos sobre ética, empreendedorismo, normas técnicas e de segurança, redação de documentos técnicos, educação ambiental, além da capacidade de trabalhar em equipes com iniciativa, criatividade e sociabilidade. Dentro deste contexto, o curso Técnico em Administração deverá executar as funções de apoio administrativo (protocolo e arquivo, confecção e expedição de documentos administrativos e controle 25 de estoques); operar sistemas de informações gerenciais de pessoal e material; e utilizar ferramentas da informática básica como suporte às operações organizacionais. Em suma, o curso Técnico em Administração deverá contemplar em sua formação temas de Organização Empresarial, Matemática Financeira, Legislação Trabalhista, Tributária e Contábeis, Métodos e Técnicas Administrativas, Redação Oficial. O profissional Técnico Administrativo poderá atuar em Instituições Públicas, Privadas e do Terceiro Setor. Sendo que, para viabilizar a prática a instituição deve possuir uma infraestrutura adequada que compreenderá em biblioteca com acervo específico e atualizado e laboratórios de informática com programas específicos. Para o desenvolvimento da grade curricular foi considerada como base a já existente elaborada pelo Departamento de Educação da Prefeitura Municipal de São João da Boa Vista, tal organização foi originada através de pesquisas de necessidades do mercado empresarial da cidade e região. Dessa maneira, para atender as necessidades acima descritas todas as disciplinas constantes no item a seguir 6.1 – Estrutura Curricular são obrigatórias. Vale salientar que a disciplina PINA3 – Projeto integrador tem o objetivo de integrar todo o conteúdo teórico e prático ministrados nos módulos/semestre 1, 2 e 3. A adesão a esta grade, adaptação e, consequente trabalho realizado para a elaboração da mesma deu-se devido à parceria que o Campus de São João da Boa Vista possui com a Prefeitura Municipal de São João da Boa Vista. Esta parceria, que ocorre desde 17 de Dezembro de 2008 e conforme Acordo de Cooperação, concede a cessão da estrutura da Escola Professor Hugo Sarmento e somado a ela, os cursos já oferecidos tradicionalmente para a população sanjoanense e região e, dentre estes cursos está o Curso Técnico em Administração que já possuí espaço, tradição de qualidade e respeito no âmbito empresarial local e regional. Dessa maneira, a organização curricular proposta atende as demandas empresariais de São João da Boa Vista e Região, visto as adequações evolutivas já realizadas pelo Departamento de Educação Municipal e adequada para a realidade do Campus de São João da Boa Vista. 26 1º Módulo (1ºSemestre) 2º Módulo (2ºSemestre) 3º Módulo (3ºSemestre) Estágio Técnico em Administração 6.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA O currículo do curso atende ao que determinam os textos legais vigentes, compreendendo grupos de disciplinas interligadas entre si, objetivando as de formação básica e instrumental, assim como as de formação profissional, as disciplinas propriamente da administração, as quais contribuem no conjunto das demais disciplinas, em que se incluem as eletivas e optativas, para a efetivação de uma estrutura curricular flexível que possibilite o alcance dos objetivos pretendidos. A dinamização curricular é realizada através de metodologia adequada que permite enfoques variados nos conteúdos programáticos para atender aos interesses e necessidades do meio. A estrutura curricular do Curso Técnico em Administração é formada por 21 disciplinas distribuídas em 04 blocos de disciplinas: Formação básica: Composto por 06 disciplinas e um total de 192 horas; Formação profissional: Composto por 10 disciplinas e um total de 600 horas; Formação complementar: Composto por 04 disciplinas e um total de 221 horas; Formação diversificada optativa: Composto por 01 disciplina e um total de 32 horas; 27 FORMAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA Informática Básica (INBA1) Estatística (ESTA1) Metodologia de Trabalho Científico (MTCA1) Inglês para fins específicos I (INGA2) Inglês para fins específicos II (INIA3) Ética (CEXA3) AULAS 38 38 38 38 38 38 HORAS 32 32 32 32 32 32 MÓDULO 1 1 1 2 3 3 FORMAÇÃO PROFISSIONAL DISCIPLINA Contabilidade (CONA1) Administração Geral (ADMA1) Economia e Mercados (ECMA1) Matemática Financeira (MAFA2) Administração da Produção (ADPA2) Administração Mercadológica (AMCA2) Custos (CSTA2) Informática Aplicada (INFA2) Gestão de Pessoas (GPEA3) Técnicas Comerciais (TCMA3) AULAS 95 76 76 95 76 76 76 38 76 38 HORAS 79 63 63 79 63 63 63 32 63 32 MÓDULO 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR DISCIPLINA Redação Empresarial (REMA1) Projeto Integrador (PINA3) Empreendedorismo (EMPA3) Aspectos Legais da Administração (ALAA3) AULAS 38 76 76 76 HORAS 32 63 63 63 MÓDULO 1 3 3 3 FORMAÇÃO DIVERSIFICADA OPTATIVA DISCIPLINA Libras (LIB) 6.2 AULAS 38 HORAS 32 MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO METODOLÓGICA De acordo com as suas políticas de ensino, definidas no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, busca, na sua organização, propiciar estratégias de ensino, acionando novos conhecimentos significativos aos futuros profissionais. 28 Para alcançar o perfil de egresso desejado, são utilizadas metodologias que favorecem a construção do conhecimento, através de situações nas quais o discente possa participar ativamente do seu processo ensino-aprendizagem e perceba o contexto ao qual está inserido. Portanto, pretende-se: Proporcionar ao aluno vivências práticas dos conteúdos teóricos envolvendo o ensino, pesquisa e extensão; Promover a interdisciplinaridade na abordagem e na construção dos conteúdos, como base para a investigação e solução dos problemas, em níveis crescentes de complexidade, através da análise de situações problema sob diferentes perspectivas; Aproximar os alunos à realidade do exercício da profissão em seus distintos campos de atuação, no âmbito local e regional, através de atividades práticas propiciando, assim, a relação teoria-prática e a indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão; Orientar a participação dos docentes num papel mais ativo como facilitadores e orientadores da aprendizagem. Para tanto, as estratégias orientadas aos docentes pelo núcleo sócio pedagógico, buscam: o Incentivar o trabalho em grupo e a formação de equipes interdisciplinares; o Estimular a aquisição e assimilação de conhecimentos de forma interdisciplinar; o Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como a monitoria, os estágios, a iniciação científica e a participação em atividade de extensão; o Propiciar práticas de estudo que promovam a autonomia intelectual; o Possibilitar a avaliação diagnóstica, formativa, contínua e participativa, com troca de experiências entre todos os membros do corpo social do campus e da comunidade, considerando a possibilidade de serem participantes nas reflexões, decisões e na busca de alternativas para a formação do profissional. 29 6.3 ESTRUTURA CURRICULAR 30 6.4 LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA Legislação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. Resolução nº 871, de 04 de junho de 2013 – Regimento Geral; Resolução nº 872, de 04 de junho de 2013 – Estatuto do IFSP; Resolução nº 866, de 04 de junho de 2013 – Projeto Pedagógico Institucional; Resolução nº 859, de 07 de maio de 2013 – Organização Didática; Resolução nº 26, de 11 de março de 2014 – Delega competência ao Pró-Reitor de Ensino para autorizar a implementação de atualizações em Projetos Pedagógicos de Cursos pelo Conselho Superior; Nota Técnica nº 001/2014 – Recuperação contínua e Recuperação Paralela; Resolução nº 22, de 31 de março de 2015 – Define os parâmetros de carga horária para os cursos Técnicos, PROEJA e de Graduação do IFSP. Ações inclusivas Decreto nº 5.296/2004, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Decreto nº 7.611/2011, de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial e o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Pareceres Parecer CNE/CEB nº 11, de 09 de maio de 2012, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares para a Educação Técnica de Nível Médio. Plano Nacional de Educação-PNE 31 Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 - Aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Educação Profissional Técnica de Nível Médio Decreto 5.154 de 23/07/2004, que Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de setembro de 2012, que define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Em seu Art. 33 estabelece a carga horária mínima das atividades presenciais para os cursos na modalidade a distância. Legislação Curricular: temas obrigatórios para a abordagem transversal ou interdisciplinar no currículo: História e Cultura Afro-Brasileira Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003, altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que altera as diretrizes e bases da educação nacional para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura AfroBrasileira", e dá outras providências. Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana. Educação Ambiental Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. 32 Educação em Direitos Humanos Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009, que institui o Programa Nacional de Direitos Humanos. Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Educação alimentar e nutricional Lei nº 11.947/2009, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica; altera as Leis nº 10.880, de 9 de junho de 2004, nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, e nº 11.507, de 20 de julho de 2007; revoga dispositivos da Medida Provisória no 2.178–36, de 24 de agosto de 2001, e a Lei no 8.913, de 12 de julho de 1994; e dá outras providências. Resolução /CD/FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica no Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE. Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Educação para o trânsito Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos Resolução CNE/CEB nº 4, de 6 de junho de 2012, que dispõe sobre alteração na Resolução CNE/CEB nº 3/2008, definindo a nova versão do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. Classificação Brasileira de Ocupações 33 Portaria nº 397, de 09 de outubro de 2002 – Aprova a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO/2002), para uso em todo território nacional e autoriza a sua publicação. Estágio Curricular Supervisionado Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e nº 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória nº 2.16441, de 24 de agosto de 2001 e dá outras providências. Portaria nº. 1204/IFSP, de 11 de maio de 2011, que aprova o Regulamento de Estágio do IFSP. Resolução CNE/CEB nº 2, de 4 de abril de 2005 – Modifica a redação do § 3º do artigo 5º da Resolução CNE/CEB nº 1/2004 até nova manifestação sobre estágio supervisionado pelo Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB nº 1, de 21 de janeiro de 2004, que estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos. Inclui texto Resolução CNE/CEB nº 2/2005. 34 6.5 QUADRO RESUMO DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Técnico em Administração CONCOMITANTE/SUBSEQUENTE Campus São João da Boa Vista PERÍODO NOTURNO VAGAS ANUAIS 40 NO. DE SEMESTRES 03 CARGA HORÁRIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA 1013,33 HORAS CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS OPTATIVAS 38 HORAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULTATIVO 360 HORAS DURAÇÃO DA HORA-AULA 50 MINUTOS DURAÇÃO DO SEMESTRE 19 SEMANAS 35 6.6 PLANOS DAS DISCIPLINAS CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Informática Básica Código: INBA1 Ano/semestre: 1º nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Incorpora a informática básica como ferramenta indispensável à execução das atividades administrativas. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer e operar Sistemas Operacionais e as ferramentas básicas dos programas de automação de escritórios, como: Editores de Texto, Planilhas Eletrônica, Apresentadores, etc. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Utilizar recursos básicos e indispensáveis à informática; Operar Sistemas Operacionais e utilizar ferramentas de automação de escritórios, como: Editores de Textos, Planilhas Eletrônicas, etc. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Noções de hardware e software, Sistema operacional, Editor de texto e Planilha eletrônica. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Para a metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas práticas no Laboratório de informática, além do emprego de recursos multimídia de áudio visual para a exposição de conteúdos com vídeos e apresentações. Também será utilizado o Sistema Moodle para a publicação de materiais, atividades on-line extra classe e acompanhamento das atividades em classe, quadro branco para as aulas teóricas e o discente será incentivado a utilização dos recursos bibliotecários. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO A avaliação terá o objetivo de comprovar se o objetivo proposto pela disciplina foi atingido pelo educador e pelo discente. Para isso, tendo em vista a característica da disciplina e do andamento da turma poderão ser utilizadas diversas técnicas de avaliação, como: Listas de exercícios; Atividades Práticas Orientadas; Avaliação Teórica e Apresentações de Seminários. Dessa maneira será possível a avaliação dos vários perfis de discentes (visuais, auditivos e sensitivos). As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 36 ALVES, Willian Pereira. Informática: Microsoft Office Word 2010 e Microsoft Office Excel 2010. São Paulo: Érica, 2012. MARÇULA, M.; BENINI, P. A. F. Informática, Conceitos e Aplicações. Editora Érica, 3ª edição, 2007. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANZANO, André Luiz N.g.; Manzano, Maria Izabel N.G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Word 2007. São Paulo: ERICA, 2006. NOGUEIRA, Tiago José Pereira. Como tornar o windows XP seguro: instruções passo a passo para leigos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006. TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 653 p. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Diego Cesar Valente e Silva 37 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia do Trabalho Científico Código: MTCA1 Ano/semestre: 1º nº aulas semanais: 02 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trata dos princípios e métodos para a realização de pesquisas e outros trabalhos científicos aplicados às atividades profissionais e à vida acadêmica. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer os fundamentos do trabalho científico a aplicar as normas relativas a esse tipo de produção. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar pesquisas preliminares que indiquem a temática a ser desenvolvida no projeto integrador, por meio do conhecimento e aplicação de técnicas de marketing. Realizar estudo e pesquisa de mercado. Familiarizar o estudante com a metodologia científica e os conceitos de trabalhos científicos. Desenvolver a capacidade de observação crítica e de elaboração de um projeto científico. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Tipos de conhecimento, Trabalhos acadêmico-científicos. Aspecto teórico-metodológicos, Normas da ABNT. Estudo e pesquisas de mercado de tema relacionado à administração e empreendedorismo. Planejamento, redação e revisão bibliográfica parciais para início do desenvolvimento do projeto para a disciplina Projeto Integrador (PINA3). 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Para a metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas expositivas e dialogadas, serão aplicados trabalhos e grupo e ainda atividades de dinâmicas ou reflexões sobre temas que irão produzir debates e análises críticas entre os alunos. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO A avaliação do comprimento do objetivo proposto contemplará o planejamento e apresentações referentes ao projeto para a disciplina PINA3. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 38 ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GIL, Carlos Antonio. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. OLIVEIRA, José Paulo Moreira de; MOTTA, Carlos Alberto Paula. Como escrever textos técnicos. Rio de Janeiro: Thomson, 2007. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Roberto Nunes Duarte 39 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Contabilidade Código: CONA1 Ano/semestre: 1º nº aulas semanais: 5 Total de aulas: 95 Total de horas: 79 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trata-se sobre o conhecimento das regulamentações legais e técnicas de controle e escrituração financeira e contábil. Compreender conceitos e procedimentos, métodos e estratégias contábeis para diversas situações mercadológicas. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Compreender a importância da Contabilidade para o gestor e conhecer os principais instrumentos contábeis. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender conceitos, procedimentos, métodos e estratégias contábeis em situações diversas. Adquirir conhecimentos sobre valores de variáveis representados em demonstrativos contábeis. Analisar dados representados gráfica ou algebricamente relacionados ao seu contexto profissional. Identificar e caracterizar sistemas de controles sobre registros contábeis. Interpretar relatórios contábeis. Avaliar a complexidade, atualidade, forma e estrutura das demonstrações contábeis. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Bens, Direitos e Obrigações; Fato Contábil; Regimes contábeis; Balanço Patrimonial (ativo/passivo); Débito e crédito; Demonstrativo de Resultado do Exercício – DRE; Lançamentos Contábeis; Análise de índices. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando avaliar o desenvolvimento profissional e necessário para o mercado de trabalho. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 40 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARION, Jose Carlos. Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas, 2012. MARION, Jose Carlos. Curso de Contabilidade para Não Contadores. Atlas: São Paulo, 2011. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Facil. São Paulo: Saraiva, 2013. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IUDÍCIBUS, Sérgio. Contabilidade Introdutória. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2010. SANTOS, José Odálio. Análise de Crédito – Empresas e Pessoas Físicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. SNETO, Alexandre Assaf. Estrutura e Análise de Balanços – um enfoque econômico financeiro. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Gilson Rogério Marcomini 41 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Economia e Mercados Código: ECMA1 Ano/semestre: 1º nº aulas semanais: 04 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Aborda conceitos e princípios básicos da economia e dos mercados, interpreta o cenário econômico e suas possibilidades e desafios para as empresas e a sociedade. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Entender o comportamento das unidades econômicas nos mercados tanto numa visão microeconômica, quanto macroeconômica. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Saber como a economia afeta a comunidade; conhecer como funcionam os mercados; aprender o que é um mercado competitivo; avaliar o que determina a demanda e a oferta de um bem em um mercado competitivo: como a oferta e a demanda determinam o preço do bem; avaliar quando um mercado constitui-se em monopólio ou oligopólio; interpretar o que significa desigualdade econômica/distribuição de renda; saber o significado do Produto Interno Bruto, entender o que é inflação e suas consequências; conhecer os tipos de desemprego. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Princípios da economia. Como funcionam os mercados. Oferta, demanda e equilíbrio de mercado. Elasticidade preço da demanda. Estruturas de mercado: concorrência perfeita, monopólio, oligopólio e concorrência monopolística. Políticas macroeconômicas. Crescimento e desenvolvimento econômico, Inflação, desemprego. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais. Serão utilizados também recursos multimídia para apresentações de slides, áudios e vídeos sobre o assunto, com isso, estabelecer de forma mais prática e compreensível o conteúdo programático. 6 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo além de reflexões orientadas a fim de despertar a análise e pensamento crítico do aluno. Dessa maneira, será possível, 42 além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando apurar o desenvolvimento profissional e necessário para a compreensão da economia mercadológica. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTE, F.; MISUMI, J. Y.; RUDGE, L. F. Mercado de Capitais. O que é, como funciona. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. TONETO JR, Rudinei; GREMAUD, Armaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia Brasileira Contemporânea. 7. ed. São Paulo: 2007. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro teoria e exercícios, glossário com os 300 principais conceitos econômicos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORJAS, George. Economia do Trabalho. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2011. MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. São Paulo: Cengage Learning, 2013. VASCONCELLOS, M. A. S.; ENRIQUEZ GARCIA, M. Fundamentos de economia. São Paulo: Saraiva, 2002. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Gilson Rogério Marcomini 43 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Estatística Código: ESTA1 Ano/semestre: 1º Nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Apresenta a estatística como ferramenta de apoio às rotinas das atividades administrativas. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Desenvolver conhecimento teórico e prático de métodos estatísticos e suas aplicações. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender a utilização de métodos estatísticos como ferramenta de trabalho a partir de coleta, descrição e organização de dados nas diversas áreas de conhecimento, tais como: Ciências Sociais, Ciências Exatas, Ciências Administrativas e Ciências da Saúde. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estatística Descritiva (Definições; Dados; Classificação dos dados; População e Amostra; Representações Gráficas; Contribuições Percentuais; Agrupamento por classes e distribuições de frequências; Histogramas e polígonos de frequências), Medidas de Tendência Central (Média Aritmética; Mediana; Moda; Medidas de Dispersão; Amplitude; Variância; Desvio padrão; Coeficiente de variação) e Distribuições discretas (Distribuição Binomial e Distribuição de Poisson). 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas expositivas e dialogadas, a realização de exercícios práticos, trabalhos em grupo, análise de estudos de caso. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o atendimento do objetivo proposto serão utilizadas avaliações individuais e trabalhos, individuais e em grupo. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 44 ARA, Amilton Braio. Introdução à estatística. São Paulo: Edgar Blucher, 2003. GIOVANNI, José Ruy; BONJORNO, José Roberto. Matemática Fundamental – Uma nova abordagem. São Paulo: FTD, 2002. Volume único. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2002. IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; DEGENSZAJN, David; PERIGO, Roberto. Matemática. Volume Único. São Paulo: Atual, 1997. TIBONI, Conceição Gentil Rebelo. Estatística Básica. São Paulo: Atlas: 2010. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profª Juliana Schlatter de Lima Ferraz 45 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Redação Empresarial Código: REMA1 Ano/semestre: 1º nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trabalha as formas de comunicação aplicadas às relações empresariais. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer as noções acerca da estrutura textual, Identificar as formas dos documentos e das cartas comerciais e reconhecer suas funções, caracterizar a redação técnica e a prática de produção de textos, documentos e cartas típicos do meio profissional. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir documentos empresariais e cartas comerciais com forma e linguagem adequadas. Conscientizar-se das variações da língua portuguesa e saber usá-las de acordo com as condições de produção e recepção. Reconhecer a norma culta da língua portuguesa como a mais adequada para a produção de documentos. Reconhecer e usar a norma culta especializada (linguagem técnica) na leitura e na produção de textos específicos de sua área de atuação. Refletir sistematicamente sobre a língua e a linguagem, com vistas à sua identidade social, econômica, política, cultural e profissional. Usar a língua portuguesa para seu aperfeiçoamento cultural e profissional. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Vícios de linguagem, acordo ortográfico, gêneros de redação empresarial (cartas, memorandos, emails, cartas de apresentação, minutas, atas, circulares, cartas de demissão etc), tópicos gramaticais importantes (ortografia, acentuação, concordância). 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: A metodologia e estratégia de ensino empregada será a apresentação de aulas expositivas e dialogadas, a exposição de exemplos e situações que motivam a produção de textos e documentos, o esclarecimento de questões éticas e modos de escrita formal, além da produção de textos em sala de aula. 46 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Será utilizada como avaliação dos conhecimentos necessários nessa disciplina a produção de textos e documentos comerciais e profissionais. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, Antônio Oliveira. Manual de redação oficial: teoria, modelos e exercícios. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2010 MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.SILVA, Maurício. O novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa. São Paulo: Contexto, 2008. SILVA, Maurício. O novo acordo ortográfico da língua portuguesa. São Paulo: Contexto, 2008. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABREU, Antônio Suárez Abreu. Curso de redação. 12.ed. São Paulo: Ática, 2004. ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciamento razão e emoção. 13.ed. Cotia: Ateliê Editorial, 2009. NADÓLSKIS, Hêndricas. Normas de comunicação em língua portuguesa. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profa. Rosana Ferrareto Lourenço Rodrigues 47 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Administração Geral Código: ADMA1 Ano/semestre: 1º nº aulas semanais: 4 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Aborda temas e conceitos para a compreensão dos princípios básicos da Administração, seu desenvolvimento e estado atual; relaciona o objeto da administração com suas técnicas e procedimentos. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Tratar do conhecimento das principais escolas do pensamento administrativo, da compreensão e uso das funções da administração, a responsabilidade social e os processos empresariais. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Conhecer e analisar as principais escolas e abordagens administrativas. Compreender as funções e áreas da administração. Saber os princípios da liderança. Perceber as influências das mudanças e tendências nas empresas. Compreender a importância da ética e da responsabilidade social nas empresas. Interpretar fundamentos e objetivos dos processos administrativos. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O Papel do Administrador: de Decisão, Interpessoais e de Informação; Definições: O que é organização, administração e negócios; O Processo Administrativo: Planejamento, Organização, Direção e Controle; Produtividade; Estrutura Organizacional; Principais Abordagens da Administração; Administração contemporânea: mudanças e tendências; Ética nos negócios Responsabilidade Social das empresas: aspectos e características adotados pelas organizações. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: 48 Como metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas expositivas e dialogadas, a realização de exercícios práticos, dramatização, trabalhos em grupo e avaliações individuais. Também serão aplicadas dinâmicas e atividades em grupo que desenvolvam a prática e noção de organização, planejamento, controle e direção. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais e em grupo, análise de estudos de casos e análise de resultados de atividades práticas realizadas do decorrer da disciplina. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Administração – Teoria, Processo e Prática. 4ª ed. São Paulo: Campus, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2010. MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria Geral da Administração - Da Revolução Urbana à Revolução Digital. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2011. 608 p. Folha de São Paulo – leitura MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2000 SEMLER, Ricardo, Virando a Própria Mesa. Best Seller.Gazeta Mercantil - leitura 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Gilson Rogério Marcomini 49 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Inglês para fins específicos I Código: INGA2 Ano/semestre: 2º nº aulas semanais: 02 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trata da aplicação da língua inglesa na Administração como forma de comunicação e interpretação cultural e empresarial. Mostra a importância do conhecimento da Língua Inglesa na administração e na vida contemporânea. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Ler e interpretar textos em inglês de diferentes origens, sobretudo os derivados da área administrativa. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar manifestações culturais através dos textos estrangeiros. Estabelecer comparações e contrastes, a fim de solidificar a própria identidade cultural. Ser capaz de produzir enunciados corretos e apropriados ao contexto das rotinas administrativas. Conhecer e usar a língua inglesa como instrumento de acesso a informações relevantes. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Leitura e interpretação de textos, catálogos e outros materiais com análise de terminologias específicas da área de Gestão Empresarial, em especial da área de Comércio Exterior, Gestão Ambiental e Gestão de Pessoas, com foco na Educação das Relações Étnico-Raciais. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: As metodologias e estratégia de ensino utilizado serão as apresentações de aulas expositivas e dialogadas, tradução de textos em sala de aula, a utilização de recursos multimídia para a compreensão e fonética da língua inglesa falada. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Como avaliação do cumprimento do objetivo proposto será a análise de textos traduzidos além da possibilidade da interpretação de textos. 50 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA MASCULL, Bill. Business Vocabulary in use - Elementary. Cambridge: CUP, 2006. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo, Textonovo, 2000. SCHUMACHER, Cristina; COSTA, Francisco Araújo da. Inglês para administração: um guia prático com vocabulário e expressões... Rio de Janeiro: Campus, 2010. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CANDAU, V.M.F. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as tensões entre igualdade e diferença. Revista Brasileira de Educação, v. 13, p. 45-56, 2008. ________; MOREIRA, A.F.B. Educação Escolar e Cultura(s):construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação, Brasil, v. -, n. n.23, p. 156-168, 2003. CANCLINI, N.G. Culturas Híbridas. Edusp: São Paulo, 2003. DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR Para estudantes brasileiros de Inglês. Português/Inglês – Inglês/Português. Oxford University Press. 2007. GOUVÊA, M.C.S. de. Imagens do negro na literatura infantil brasileira: análise historiográfica. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 77-89, Jn/abr. GRANT, David. Business Basics Student´s book New Edition. Oxford: OUP, 2007. GUANDALINI, Eiter O. Técnicas de leitura em inglês. São Paulo: Texto novo, 2002. V. 1. IPEA. Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas: 120 anos após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2008. Disponível em: <www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/08_05_13_120 anos Abolicão V coletiva.pdf>. UNESCO. Declaração Mundial sobre Educação para Todos: Satisfação das Necessidades Básicas de Aprendizagem. Jomtien, 1990. Brasília: UNESCO, 1990. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0008/000862/086291por.pdf. E disponível em: <http://www.interlegis.gov.br/processo/legislativo/>. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profa. Rosana Ferrareto Lourenço Rodrigues 51 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Informática Aplicada Código: INFA2 Ano/semestre: 2º nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trata da aplicação de recursos de Informática na Administração, em especial nas áreas Comercial e Financeira no ambiente web. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer softwares de Gestão Empresarial, em especial nas áreas Comercial e Financeira por meio da tecnologia relacionada ao Comércio Eletrônico. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar a importância e as vantagens de implementação de processos de tecnologia da informação e comunicação em uma organização. Desenvolver conhecimento básico da infraestrutura envolvida na gestão de sites de comércio eletrônico. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A informática como ferramenta estratégica para a Administração. Softwares de Gestão de Empresarial (ERP, CRM, SIG, SIGE, entre outros). Integração de ferramentas de gestão empresarial com soluções de Comércio Eletrônico (E-Commerce). Comércio eletrônico: definição, características e finalidade. Ferramentas de criação de lojas virtuais e aplicação de conceitos de design e usabilidade na web. Instrumentos para propaganda. Medição de audiência. O comércio eletrônico no Brasil. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Laboratório de informática para as atividades práticas. Recursos multimídia de áudio visual para a exposição de conteúdos com vídeos e apresentações. Sistema Moodle para a publicação de materiais, atividades on-line extra classe e acompanhamento das atividades em classe. Quadro branco para as aulas teóricas além do incentivo ao uso dos recursos bibliotecários. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 52 A avaliação terá o objetivo de comprovar se o objetivo proposto pela disciplina foi atingido pelo educador e pelo discente. Para isso, tendo em vista a característica da disciplina e do andamento da turma poderão ser utilizadas diversas técnicas de avaliação, como: Listas de exercícios; Atividades Práticas Orientadas; Avaliação Teórica e Apresentações de Seminários. Dessa maneira será possível a avaliação dos vários perfis de discentes (visuais, auditivos e sensitivos). As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio Eletrônico: modelos, aspectos e contribuições de sua aplicação. 6ª edição. São Paulo: Atlas, 2010. MARÇULA, Marcelo. Informática – conceitos e aplicações. São Paulo: Érica, 2005. O’BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2004. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Ricardo. Medindo resultados na Web. (sem data) Disponível em: http://www.i- group.com.br/a2c_cms/uploads/20061109052855.pdf DIX,A.;FINLAY,J.; ABOWD,G.; BEALE,R. - Human-Computer Interaction.2ª edição, Prentice-Hall, 1998. MEMORIA, Felipe. Design para internet: projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2005. SHNEIDERMAN, B. Designing the User-interface. 2 ed. Addison Wesley, 1992. Sites da internet: http://www.conecteseunegocio.com.br, https://sites.google.com, http://www.google.com.br/intl/pt-BR/adwords/educacao-br/ THIMBLEBY, H. User Interface Design. ACM Press, 1990. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Diego Cesar Valente e Silva 53 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Matemática Financeira Código: MAFA2 Ano/semestre: 2º nº aulas semanais: 5 Total de aulas: 95 Total de horas: 79 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Incorpora a matemática financeira à rotina das atividades administrativas; contextua a matemática na vida profissional. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Compreender conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas em situações diversas, relacionadas ao seu contexto profissional. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender os conceitos de razão e proporção para que possam aplicá-los em regra de três simples e composta; compreender o conceito de porcentagem que será utilizada nos conteúdos de juros simples, juros compostos e sistemas de amortização e ter uma noção básica de estatística. Compreender descontos simples, cálculo de montante, equivalência de títulos e operações de compra e venda de mercadorias. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Razão e proporção; Regra de três simples e composta; Porcentagem; Juros simples e compostos, taxas; Sistemas de amortização; Aplicação em planilha eletrônica; Estatística básica. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas expositivas e dialogadas, a realização de exercícios práticos, trabalhos em grupo, análise de estudos de caso. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o atendimento do objetivo proposto serão utilizadas avaliações individuais e trabalhos, individuais e em grupo. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 54 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2012. MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática financeira: com + de 600 exercícios resolvidos e propostos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GIOVANNI, José Ruy; BONJORNO, José Roberto. Matemática Fundamental – Uma nova abordagem. São Paulo: FTD, 2002. Volume único. HAZZAN, Samuel. Matemática Financeira. São Paulo: Saraiva, 2001. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira: Objetiva e Aplicada. 7. ed. Editora Saraiva, 2004. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profa. Juliana Schlatter de Lima Ferraz 55 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Administração da Produção Código: ADPA2 Ano/semestre: 2º nº aulas semanais: 4 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Apresenta os conceitos de projeto, planejamento e controle da produção visando a função da produção em um contexto sistêmico englobando planejamento estratégico e desafios da produção além da gestão de estoques e suas particularidades. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Reconhecer a Administração da produção como parte de um ciclo de operações integrado às demais funções organizacionais e ao ambiente competitivo, sob o enfoque da administração estratégica e Teoria dos Sistemas Abertos. Conhecer os aspectos que envolvem a organização dos sistemas produtivos, em termos de fluxo produtivo e logística operacional. Conhecer os modelos e importância do planejamento estratégico para organização, operacionalização estratégica da função produção e seus desafios. Identificar as formas e características do planejamento tático da produção. Conhecer e operar a programação da produção em diferentes sistemas produtivos. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Obter noções sobre Administração da Produção, no que tange o planejamento, programação e controle da produção. Compreender a importância da qualidade total aplicada aos produtos e processos. - Estruturar e apresentar Projeto de PCP – Planejamento e Controle da Produção. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Administração da Produção. Projeto de Produtos, Serviços e Processos. Capacidade, Localização e Arranjo Físico das Instalações. Instalação e Manutenção de Equipamentos. Administração de Tecnologias. Métodos e Organização do Trabalho. Melhoramento da Produção. Controle e Qualidade. Qualidade Total aplicada aos produtos e processos. Planejamento e controle da capacidade produtiva; PCP – planejamento e controle da produção; as principais ferramentas de programação e controle da produção; planejamento e controle da qualidade; gerenciamento dos sistemas de prevenção e manutenção aplicados à produção. Gestão dos estoques. Avaliação de Estoques. Ponto de Pedido. Curva ABC. Lote Econômico de Pedidos e Compras. Gestão Ambiental. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino será utilizada aulas expositivas e dialogadas, também faz-se necessário o emprego de recursos de multimídia que irão apoiar o entendimento. Serão propostas atividades em grupo, como análises 56 de estudo de caso e sobre as práticas da administração da produção em vista da necessidade de ilustrar de forma prática o conteúdo teórico. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO A avaliação terá o objetivo de comprovar se o objetivo proposto pela disciplina foi atingido pelo educador e pelo discente. Para isso, tendo em vista a característica da disciplina e do andamento da turma poderão ser utilizadas diversas técnicas de avaliação, como: Listas de exercícios; Atividades Práticas Orientadas; Avaliação Teórica e Apresentações de Seminários. Dessa maneira será possível a avaliação dos vários perfis de discentes (visuais, auditivos e sensitivos). As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOREIRA, Daniel. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Saraiva, 2012. RITZMAN, Larry P e Lee J. KRAJEWSKI. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, J. C.; Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2012. MARTIN, Petrônio G. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 2003. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração. São Paulo: Atlas, 2006. SLACK, N. et all,. Administração da Produção. São Paulo, Atlas, 2002. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profa. Julianita Maria Scaranello Simoes 57 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Administração Mercadológica Código: AMCA2 Ano/semestre: 2º nº aulas semanais: 04 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trabalha os conceitos de marketing e como uma empresa poderá aproveitar oportunidades de negócios e se inserir num mercado competitivo utilizando-se de estratégias mercadológicas. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Propiciar o conhecimento e a internalização do conceito de Marketing, estimulando o raciocínio no sentido de entender a filosofia mercadológica, possibilitando que o futuro profissional de administração entenda as principais variáveis mercadológicas e conceitos pertinentes. Trabalhar de forma integrada com o mercado, fazendo análises que associam teoria e mundo real. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Demonstrar compreensão do real significado de marketing bem como dos conceitos centrais que o fundamentam. Argumentar sobre os conceitos de satisfação e valor para o consumidor. Argumentar assertivamente sobre os elementos do composto mercadológico identificando cada um deles. Compreender os métodos-chave para rastrear e identificar as oportunidades e ameaças no macro ambiente, e como as principais tendências influenciam na atuação da empresa, sabendo criticar ações das empresas e propondo novas ideias. Conceituar o que é o estudo do comportamento do consumidor e as variáveis que o influenciam. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é Marketing; Conceitos básicos para compreensão do Marketing; Objetivos da utilização do Marketing: satisfação, Relacionamento, Valor; Análise do Ambiente – Micro e Macro; Noções de Comportamento do Consumidor; Estratégias de concorrência. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais. Serão utilizados também recursos multimídia para apresentações de slides, áudios e vídeos sobre o assunto, com isso, estabelecer de forma mais prática e compreensível o conteúdo programático. 58 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo além de reflexões orientadas a fim de despertar a análise e pensamento crítico do aluno. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando verificar o desenvolvimento profissional e necessário para a compreensão da administração mercadológica. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. 10º ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2006. MALHOTRA. N.K. Introdução à pesquisa de Marketing. 4º ed. São Paulo: Bookman. 2006. OLIVEIRA, Djalma Pino Rebouças de. Planejamento Estratégico – conceitos metodologia e prática. São Paulo: Atlas. 2007. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HASHIMOTO, Marcos. Espírito empreendedor nas organizações: aumentando a competitividade através do intraempreendedorismo. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. JULIEN, Pierre-André. Empreendedorismo regional e economia do conhecimento. São Paulo: Saraiva, 2010. DUTRA, J. S. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa Moderna. São Paulo: Atlas, 2004. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Gilson Rogério Marcomini 59 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Custos Código: CSTA2 Ano/semestre: 2º nº aulas semanais: 4 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Orçamento de atividades, Classificação dos gastos, Classificação de Contas, Análise de contas e Composição dos custos de produção e Métodos de apuração de custo de produção. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Tornar o aluno apto a elaborar o orçamento da produção e calcular os custos de produção. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as bases do sistema orçamentário, seu objetivo e sua utilização como controle de atividades; Identificar métodos de montagem de um orçamento e demais metodologias para contabilização do orçamento; Organizar processo de análise de contas, definindo cronogramas e grupo de contas a serem analisadas; Avaliar custos do processo burocrático e operacional; Avaliar importância dos custos no objetivo de cada atividade burocrática ou operacional; Analisar apuração do valor agregado. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Métodos de apropriação de custos. Significado de custos e despesas. Classificação dos custos. Significado dos gastos. Classificação dos gastos. Custo de produção. Composição do custo de produção. Composição do custo da matéria-prima. Mão de obra direta: encargos sociais e trabalhistas, jornada de trabalho e apontamento de horas, tempo ocioso. Composição dos custos indiretos de fabricação, estabelecimento das bases de rateio, departamentalização dos custos indiretos de fabricação. Formas de apuração dos custos. Sistema de acumulação de custos por ordem de serviço e por processo. Custo variável. Comparação entre custeio por absorção e custeio variável. Ponto de equilíbrio. Sistemas de planos de conta. Calendários oficiais de dias produtivos. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais e também, exercícios práticos para fixação do conhecimento adquirido. Serão utilizados também recursos multimídia para apresentações de slides, áudios e vídeos sobre o assunto, com isso, estabelecer de forma mais prática e compreensível o conteúdo programático. 60 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo além de reflexões orientadas a fim de despertar a análise e pensamento crítico do aluno. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando verificar o desenvolvimento profissional e necessário para a compreensão dos custos envolvidos no negócio. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEONE, George Sebastião Guerra. Custos: Planejamento, Implantação e Controle. São Paulo: 2009. MEGLIORINI, E. Custos. São Paulo: Makron Books, 2002. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COGAN, Samuel. Custos e Formação de Preços: Análise e Prática. São Paulo: Atlas, 2013. ILUDICIBUS, Sergio de. Análise de Custos: Uma Abordagem Quantitativa. São Paulo: Atlas, 2013. SANTOS, José Odálio. Análise de Crédito – Empresas e Pessoas Físicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Roberto Nunes Duarte 61 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Inglês para fins específicos II Código: INGA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 02 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trata da aplicação da língua inglesa na Administração como forma de comunicação e interpretação cultural e empresarial. Mostra a importância do conhecimento da Língua Inglesa na administração e na vida contemporânea. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Ler e interpretar textos em inglês de diferentes origens, sobretudo os derivados da área administrativa. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar manifestações culturais através dos textos estrangeiros. Estabelecer comparações e contrastes, a fim de solidificar a própria identidade cultural. Ser capaz de produzir enunciados corretos e apropriados ao contexto das rotinas administrativas. Conhecer e usar a língua inglesa como instrumento de acesso a informações relevantes. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Leitura e interpretação de textos, catálogos e outros materiais com análise de terminologias específicas da área de Gestão Empresarial, em especial da área de Comércio Exterior. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: As metodologias e estratégia de ensino utilizado serão as apresentações de aulas expositivas e dialogadas, tradução de textos em sala de aula, a utilização de recursos multimídia para a compreensão e fonética da língua inglesa falada. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Como avaliação do cumprimento do objetivo proposto será a análise de textos traduzidos além da possibilidade da interpretação de textos. 62 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA MASCULL, Bill. Business Vocabulary in use - Elementary. Cambridge: CUP, 2006. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo, Textonovo, 2000. SCHUMACHER, Cristina; COSTA, Francisco Araújo da. Inglês para administração: um guia prático com vocabulário e expressões... Rio de Janeiro: Campus, 2010. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, J. C.; Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2012. DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR Para estudantes brasileiros de Inglês. Português/Inglês – Inglês/Português. Oxford University Press. 2007. GRANT, David. Business Basics Student´s book New Edition. Oxford: OUP, 2007. GUANDALINI, Eiter O. Técnicas de leitura em inglês. São Paulo: Texto novo, 2002. V. 1. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profa. Rosana Ferrareto Lourenço Rodrigues 63 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrador Código: PINA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 04 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Desenvolvimento de um projeto que visa a integração entre os componentes curriculares de formação geral e profissional, por meio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão. 3 – OBJETIVOS: Desenvolver um projeto de pesquisa voltado à vocação regional e utilizando as empresas da cidade e região como amostra populacional. Utilizar os conhecimentos adquiridos durante o curso para elaboração e apresentação do projeto. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O conteúdo programático constará das etapas do projeto: 1. Definição do tema do projeto 2. Estruturação das etapas do projeto 3. Desenvolvimento do projeto 4. Finalização e Análise do Projeto 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Para a metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas expositivas e dialogadas sobre as etapas do projeto; orientações, reflexões e análises críticas sobre os temas estudados e as pesquisas realizadas. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Os projetos serão realizados e avaliados individualmente. Neste contexto os critérios de avaliação serão: 1. Dedicação e desempenho do aluno ao longo do desenvolvimento do projeto; 2. Versão final do projeto; 64 3. Apresentação do projeto finalizado a uma banca de professores. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier, 2007. HASHIMOTO, Marcos. Espírito empreendedor nas organizações: aumentando a competitividade através do intraempreendedorismo. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. MAY, P.& LUSTOSA, M.C. & VINHA, V. Economia do Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2008. FERREIRA, Manuel Portugal; SANTOS, João Carvalho; SERRA, Fernando A. Ribeiro. Ser empreendedor: pensar, criar e moldar a nova empresa: exemplos e casos brasileiros. São Paulo: Saraiva, 2010. LENZI, Fernando César; KIESEL, Márcio Daniel (org.). O empreendedor de visão. São Paulo: Atlas, 2009. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Profa. Julianita Maria Scaranello Simoes 65 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Gestão de Pessoas Código: GPEA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 04 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Trata das relações de trabalho, da hierarquia e organização nas empresas, especialmente no que se refere às políticas e procedimentos relativos aos recursos humanos. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Compreender a importância da Gestão de Pessoas para a gestão das empresas e conhecer os seus principais instrumentos. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender conceitos, procedimentos, métodos da gestão de pessoas em situações diversas. Resgate histórico sobre a mão de obra escrava no fim do século XIX e sua substituição pela mão de obra dos imigrantes europeus. Conhecer as rotinas trabalhistas: holerite, admissão, uso do plano de cargos, enquadramento, promoções e demissão. Conhecer os processos de gestão de pessoas: Agregar, manter, desenvolver, recompensar, aplicar e agregar e as atividades dos processos: plano de cargos, recrutamento e seleção, avaliação de desempenho, saúde e segurança do trabalhador, participação nos resultados e auditoria de gestão de pessoas. Saber calcular a rotatividade de pessoal e interpretar os dados e gerar informações do desempenho da área. Conhecer e interpretar um acordo entre sindicatos e entre empresa e sindicato. Adquirir conhecimentos sobre valores de variáveis que interferem na gestão dos recursos humanos. Planejar a atividade de recursos humanos, orçando as despesas de pessoal, definindo itens de controle e analisando o desenvolvimento dos dados/informações. Compreender políticas de recursos humanos. Identificar tendências e atualidades na gestão de pessoas. Discutir sobre a diversidade no ambiente de trabalho: o combate ao preconceito dentro do contexto corporativo; igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos: superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral, pertencem, são comumente tratados na sociedade e nas empresas; 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.Administração de Pessoas. 2.Rotinas de Administração de pessoal. 3.Orçamento de Pessoal e encargos trabalhistas. 4.Função de Provisão de Pessoas. 5.Funções de Aplicação e Manutenção. 6.Treinamento e Desenvolvimento. 7.Avaliação 66 de Desempenho. 8.Medicina e Segurança do Trabalho. 9.Auditoria de Recursos Humanos. 10.Desafios da Gestão de Pessoas. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais e também, exercícios práticos para fixação do conhecimento adquirido. Serão utilizados também recursos multimídia para apresentações de slides, áudios e vídeos sobre o assunto, com isso, estabelecer de forma mais prática e compreensível o conteúdo programático. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo além de reflexões orientadas a fim de despertar a análise e pensamento crítico do aluno. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando verificar o desenvolvimento profissional e necessário para a compreensão da área de gestão de pessoas. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, I. Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 2004. DUTRA, J. S. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa Moderna. São Paulo: Atlas, 2004. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, Ugo Franco. Gestão de Pessoas nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2012. CANDAU, V.M.F. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as tensões entre igualdade e diferença. Revista Brasileira de Educação, v. 13, p. 45-56, 2008. ________; MOREIRA, A.F.B. Educação Escolar e Cultura(s):construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação, Brasil, v. -, n. n.23, p. 156-168, 2003. CANCLINI, N.G. Culturas Híbridas. Edusp: São Paulo, 2003. CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas. São Paulo: Manole, 2014. GOUVÊA, M.C.S. de. Imagens do negro na literatura infantil brasileira: análise historiográfica. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 77-89, Jn/abr. IPEA. Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas: 120 anos após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2008. Disponível em: <www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/08_05_13_120 anos Abolicão V coletiva.pdf>. MARRAS, Jean P. Administração de Recursos do Operacional ao Estratégico. 7º Edição: Futura, 2003. UNESCO. Declaração Mundial sobre Educação para Todos: Satisfação das Necessidades Básicas de Aprendizagem. Jomtien, 1990. Brasília: UNESCO, 1990. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0008/000862/086291por.pdf. E disponível em: <http://www.interlegis.gov.br/processo/legislativo/>. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Filippo Savoi de Assis 67 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas Comerciais Código: TCMA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Técnica comercial: Conceito, organização comercial, estrutura do comércio, propaganda e publicidade, atendimento de qualidade ao cliente, comunicação, negociação e vendas, equipe de vendas, pesquisa e análise de mercado, marketing e vendas, legislação, planejamento orçamentário, política comercial, canais de distribuição. Técnicas para protocolo, arquivo, confecção e elaboração de documentos administrativos. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer e aplicar os conceitos que envolvem a organização e a técnica comercial. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Compreender como se dá o atendimento de qualidade ao cliente e conhecer sua importância; - Saber como montar uma equipe de vendas e como realizar uma pesquisa e análise de mercado; - Compreender a política comercial através da proposta de venda, do gerenciamento de vendas e do preço. – Compreender as técnicas para protocolo, arquivo, confecção e elaboração de documentos administrativos. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Motivação e Comportamento. Trabalho em Equipe. Liderança de Grupos e Organizações. Técnicas de venda, compra e negociações. Ferramentas e Técnicas Secretariais: Atendimento ao Público, Etiqueta Social e Empresarial. Técnicas para protocolo, arquivo, confecção e elaboração de documentos administrativos. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais e também, exercícios práticos para fixação do conhecimento adquirido. Serão utilizados também recursos multimídia para apresentações de slides, áudios e vídeos sobre o assunto, com isso, estabelecer de forma mais prática e compreensível o conteúdo programático. 6 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 68 Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo além de reflexões orientadas a fim de despertar a análise e pensamento crítico do aluno. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando verificar o desenvolvimento profissional e necessário para a compreensão das técnicas comerciais. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHAL, Eugenio de. Negociação e administração de conflitos. Rio de Janeiro: Editora FGV,2006. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Técnicas de Vendas. São Paulo: Atlas, 2004. LONGO, Gilson Luis Palma. Organização de Empresas e Técnicas Comerciais. São Paulo: Baraúna, 2011. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGUIAR, Maria Aparecida Ferreira de. Psicologia aplicada à Administração: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Saraiva, 2005. ALMEIDA, Sérgio. Ah! Eu não acredito! Como cativar o cliente através de um fantástico atendimento. Salvador: Casa da Qualidade, 2001. DUTRA, J. S. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa GRAMIGNA, Maria Rita M. Jogos de empresa e técnicas vivenciais. São Paulo, Makron Books, 1995. Moderna. São Paulo: Atlas, 2004. SAVATER, Fernando. Ética para meu filho. 3ª. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. GIL, Antonio C.. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2001. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Gilson Rogério Marcomini 69 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Ética Código: CEXA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: A disciplina aborda as bases da dimensão da moral e ética na vida social e sua influência na ética profissional. Aborda também o processo de construção do ser profissional: valores e implicações no exercício profissional. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer e aplicar os conceitos que envolvem a ética e a moral. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver trabalhos que observem os reflexos nas áreas dos próximos, respeitem-nos e tenham visão de longo prazo. Pensamento funcional e pensamento substantivo. Reflexionar sobre o “bem” e o “mal”, nas nossas vidas e no mundo do trabalho. Proporcionar ao estudante a possibilidade de estar mais consciente de seus atos e de suas consequências e mais dotados de vontade responsável. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que precisamos, o que não precisamos saber, e o que não é simples de saber para viver. Conceitos de Ética e Moral, Ordens, Costumes e Caprichos, Dilemas Éticos, Fazer o que Quiser, Cultura, A Sabedoria e a Consciência, A Responsabilidade, O Outro e a Ética, Muito Prazer – Carpediem. Ética, política e trabalho; Ética, Valores e a Organização; Evolução histórica do conceito de ética; Ética e Filosofia; Ética e moral; Moral e história; Ética e liberdade; Relação da ética com outras ciências. O significado ontológico do trabalho. Mão de obra escrava na era industrial e a abolição da escravatura. Aspectos culturais na formação da população brasileira e na formação da identidade nacional: índios e negros – suas contribuições à história e a cidadania brasileira. A natureza das objetivações morais, Moral e vida cotidiana. A natureza da ética profissional e A importância da reflexão ética na formação do profissional de Serviço Social. 70 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando avaliar o desenvolvimento profissional e necessário para o mercado de trabalho. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA SÁ, Antônio Lopes de. Ética Profissional. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2009. SAVATER, Fernando. Ética para meu filho. São Paulo: Planeta, 2009. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARRETO, Ricardo. Ética evolucionista: a razão da moral. São Paulo: Editora Do autor, 2008. CANDAU, V.M.F. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as tensões entre igualdade e diferença. Revista Brasileira de Educação, v. 13, p. 45-56, 2008. ________; MOREIRA, A.F.B. Educação Escolar e Cultura(s):construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação, Brasil, v. -, n. n.23, p. 156-168, 2003. CANCLINI, N.G. Culturas Híbridas. Edusp: São Paulo, 2003. GHILLYER, Andrew W. Ética nos Negócios. 4 ed. McGraw-Hill, 2015. GOUVÊA, M.C.S. de. Imagens do negro na literatura infantil brasileira: análise historiográfica. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 77-89, Jn/abr. IPEA. Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas: 120 anos após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2008. Disponível em: <www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/08_05_13_120 anos Abolicão V coletiva.pdf>. MELHADO, Reginaldo. Poder e sujeição: os fundamentos da relação de poder entre capital e trabalho e o conceito de subordinação. São Paulo: LTC, 2003. SOUZA, Herbert de; RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. São Paulo: Moderna, 1994. UNESCO. Declaração Mundial sobre Educação para Todos: Satisfação das Necessidades Básicas de Aprendizagem. Jomtien, 1990. Brasília: UNESCO, 1990. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0008/000862/086291por.pdf. E disponível em: <http://www.interlegis.gov.br/processo/legislativo/>. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Walter Ernani Ribeiro do Carmo 71 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo Código: EMPA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 4 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Propõe a atividade empreendedora como forma de filosofia para o desenvolvimento pessoal, das empresas e da sociedade e o estudo das relações existentes entre ciência, tecnologia e o meio produtivo, numa perspectiva empreendedora de ideias inovadoras e de negócios de base científico-tecnológica. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Despertar o espírito empreendedor e alertar sobre a importância, riscos e oportunidades que o mercado oferece, sendo necessária atualização constante. Conhecer e tratar do perfil e das competências específicas do empreendedor. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender a personalidade e condutas de um empreendedor, desfazendo os mitos que envolve. Potencializar aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais para uma postura ativa diante da vida e da carreira profissional. Desenvolver uma visão sistêmica sobre um plano de negócio. Elaborar planejamento estratégico e tático. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de Empreendedorismo. Comportamento Empreendedor. Conjuntura Econômica. Planejamento e Estratégia. Organização da Empresa, Marketing, Gestão de Pessoas para empreendedores. Contabilidade e Finanças para Empreendedores. A importância do plano de negócios como ferramenta empreendedora. Tipos de Planos de Negócios. Estrutura do Plano de Negócios. Construção do plano de negócios. Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, Propriedade Intelectual, Noções de redação de patentes, Conceito de PD&I. Ferramentas, estratégias, técnicas e informações sobre negociação de projetos. 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão empregadas aulas expositivas, a realização de exercícios práticos como ilustração do conhecimento ministrado, trabalhos em grupo, estudos de caso e avaliações individuais. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o cumprimento do objetivo proposto serão aplicadas avaliações individuais, trabalhos individuais e em grupo. Dessa maneira, será possível, além da avaliação quantitativa, a avaliação qualitativa buscando avaliar o desenvolvimento profissional e necessário para o mercado de trabalho. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas 72 e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo – Dando Asas ao Espírito Empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2004. DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor – Entrepreneurship – Práticas e Princípios. São Paulo: Thomson Learning, 2003. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2008. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier, 2007. HASHIMOTO, Marcos. Espírito empreendedor nas organizações: aumentando a competitividade através do intraempreendedorismo. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Prof. Gilson Rogério Marcomini 73 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: Aspectos Legais da Administração Código: ALAA3 Ano/semestre: 3º nº aulas semanais: 4 Total de aulas: 76 Total de horas: 63 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: A disciplina trata das primeiras noções sobre o que é Direito, Direito Constitucional, Trabalhista, Empresarial, Tributário e Ambiental. 3 – OBJETIVOS: 3.1 – OBJETIVO GERAL Conhecer a sistemática básica do Direito em geral, e das áreas do Direito mais importantes para as empresas, além de conceitos e direitos fundamentais aplicados às pessoas e às empresas. 3.2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender as primeiras noções sobre o que é Direito, suas normas jurídicas, sua divisão e hierarquia de normas. Conhecer os principais direitos individuais fundamentais, previstos no art. 5 o da Constituição Federal. Reconhecer o funcionamento das relações trabalhistas no Estado de Direito. Compreender os principais Direitos e Responsabilidades trabalhistas. Reconhecer o papel do Direito na informação e formação do Cidadão. Assumir os direitos e responsabilidades no quadro do Estado de Direito. Identificar as instituições e estruturas do sistema jurídico e sociopolítico nacional, na relação jurídica entre o Capital e o Trabalhador. Ser capaz de compreender o funcionamento da relação contratual trabalhista. 4 –CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao direito: acepções da palavra direito; características das normas de conduta; divisão; validades das normas. Direitos individuais Fundamentais: art. 5 da Constituição Federal. Direito Trabalhista: breve histórico; vínculo empregatício – requisitos; tipos de contrato de trabalho quanto ao prazo; principais verbas; jornadas de trabalho; intervalos; férias. Introdução ao direito empresarial: denominações, fontes, objetos e sujeitos; espécies de sociedades não-personificadas e personificadas; contratos sociais. Introdução ao direito tributário: legislação, espécies de tributos, fato gerador, obrigação tributária principal e acessória, principais impostos federais, estaduais e municipais. Direito Ambiental, Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e sua relação com atividade empresarial. 74 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Como metodologia e estratégia de ensino serão utilizadas aulas expositivas e dialogadas, a realização de exercícios práticos, trabalhos em grupo, análise de estudos de caso. Serão empregados também recursos multimídia para a apresentação de slides e vídeos que ilustrem o conteúdo teórico e, com isso, facilitar o aprendizado. 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Para avaliar o atendimento do objetivo proposto serão utilizadas avaliações individuais e trabalhos, individuais e em grupo. As avaliações individuais serão compostas por perguntas dissertativas e/ou múltiplas escolhas e os trabalhos serão avaliados de duas formas, a organização teórica e a apresentação do conhecimento por meio de seminários. 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTE, J.Q.P.; JORGE NETO, F.F. Curso de Direito do Trabalho. 2ª Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2011. MARTINS, S.P. Curso de Direito do Trabalho. 6ª Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2014. TOMAZETTE, M. Curso de Direito Empresarial: Teoria Geral e Direito Societário – volume 01. 6ª Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2014. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELTRÃO, I.G.L. Curso de Direito Tributário. 4ª Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2013. CARRION, Valentin. Comentários à Consolidação das Leis Trabalhistas: Legislação Complementar e Jurisprudência. 32 ed. São Paulo: Saraiva, 2007. CAVALCANTE, J.Q.P.; JORGE NETO, F.F. Direito do Trabalho. 7ª Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2013. FÜHRER, M.C.A.; FÜHRER, M. R. E. Resumo de Direito Constitucional. 15 ed. São Paulo: Malheiros, 2010. OLIVEIRA, R.L. Licenciamento Ambiental - Avaliação Ambiental Estratégica e (In)eficiência da Proteção do Meio Ambiente. Curitiba: Juruá. 2014. PELLACANI, C.R. Poluição das Águas Doces Superficiais e Responsabilidade Civil. Curitiba: Juruá, 2005. SETTE, M.T.D. Manual de Direito Ambiental. Curitiba: Juruá, 3 ed, 2014. TOMAZETTE, M. Curso de Direito Empresarial: Títulos de Crédito – volume 2. 4ª Edição, Editora Atlas, São Paulo, 2013. 9 – RESPONSÁVEL PELO PLANO DA DISCIPLINA: Ademar Bernardes Pereira Junior 75 CAMPUS São João da Boa Vista PLANO DA DISCIPLINA 1 – IDENTIFICAÇÃO Curso: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO COMPONENTE CURRICULAR: LIBRAS Código: LIB Ano/semestre: a definir nº aulas semanais: 2 Total de aulas: 38 Total de horas: 32 Conteúdos Curriculares: Prática de Ensino: Estudos: Laboratório: Orientação de Estágio: Professor(es) responsável(eis): 2 – EMENTA: Línguas de Sinais e minoria linguística. A língua de sinais no Brasil. As diferentes línguas de sinais, e organização linguística da LIBRAS para usos informais e cotidianos: vocabulário; morfologia, sintaxe e semântica; a expressão corporal como elemento linguístico. 3 – OBJETIVOS: Conhecer as concepções sobre surdez; Compreender a constituição do sujeito surdo; Identificar os conceitos básicos relacionados à LIBRAS; Analisar a história da língua de sinais brasileira enquanto elemento constituidor do sujeito surdo; Caracterizar e interpretar o sistema de transcrição para a LIBRAS; Caracterizar as variações linguísticas, iconicidade e arbitrariedade da LIBRAS; Identificar os fatores a serem considerados no processo de ensino da Língua de Sinais Brasileira dentro de uma proposta bilíngue; Conhecer e elaborar instrumentos de exploração da Língua de Sinais Brasileira 4 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução aos conceitos básicos: 1. Surdez; 2. Surdo-mudo; 3.Deficiência auditiva; 4. Mudez. Cultura e identidade surda. Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS): 1. Conceitos; 2. História da língua de sinais; 3. Língua ou linguagem; 4. Mitos; 5. A língua de sinais na constituição da identidade e cultura surdas. Introdução a Libras: 1. Aspectos linguísticos; 2. Características da língua, seu uso, variações regionais, sociais e históricas. Noções básicas da LIBRAS: 1. Configurações de mão, movimento, locação, orientação da mão, direção, expressões não-manuais, morfologia, sintaxe, números; expressões socioculturais positivas: cumprimento, agradecimento, desculpas, expressões socioculturais negativas: desagrado, verbos e pronomes, noções de tempo, de horas, datilologia, classificadores e Role-Play. Prática introdutória em Libras: 1.Diálogo e conversação; 2. Expressão viso-espacial; 3. Vocabulário geral e específico 5 – METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE ENSINO: Nesta disciplina para se atingir os objetivos propostos serão aplicadas metodologias que explorem o trabalho coletivo, através de experimentos em laboratório, trabalhos de pesquisa e apresentações na forma de seminários realizados em grupos 76 com a utilização de recursos de informática. Para este componente curricular o Grupo de Licenciatura em Ciências Naturais (GLiCiNa) deverá propor um material didático a ser elaborado pelo professor responsável 6 – CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO Haverá, no mínimo, dois (02) instrumentos de avaliação regulares aplicados a critério do professor durante o semestre. No fim do semestre, o professor poderá aplicar outra avaliação para alunos que possuam justificativa legal à sua ausência. Se, ao final das avaliações, o aluno tiver nota maior ou igual a seis pontos (6,0) ele estará aprovado, se menor que quatro pontos (4,0), será considerado reprovado. Caso a nota esteja entre 4,0 e 5,9, o estudante será submetido a um instrumento de avaliação final (IVF) a critério do docente. Para ser aprovado, o estudante deve obter nota maior ou igual a seis pontos (6,0). Nesse caso, o aluno será considerado aprovado e sua média final será igual a seis pontos (6,0). 7 – BIBLIOGRAFIA BÁSICA SÁ, Antônio Lopes de. Ética Profissional. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2009. SAVATER, Fernando. Ética para meu filho. São Paulo: Planeta, 2009. 8 – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPOVILLA, F.; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais. Imprensa Oficial. São Paulo: 2001.23. FELIPE, Tanya A. & MONTEIRO, Myrna S. LIBRAS em Contexto: Curso Básico. 5. Ed. ver. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2004. PIMENTA, N. Números na língua de sinais brasileira (DVD). LSBVideo: Rio de Janeiro. 2009. QUADROS, Ronice. M. de. Estudos Surdos I – Série de Pesquisas. Rio de Janeiro: Editora Arara Azul. 2006 VASCONCELLOS, Maria. L.B de & QUADROS, Roonice. M. de. Questões Teóricas das Pesquisas em Língua de Sinais - 9º Theoretical Issues In Sign Language Research Conference. Rio de Janeiro: Ed. Arara Azul, 2006. 77 7 METODOLOGIA Para atingir os objetivos do curso Técnico em Administração serão empregadas diversas ferramentas pedagógicas e de tecnologia da informação e comunicação (TICs). Para isso, o docente planejará semestralmente e, de acordo com as especificidades do plano de ensino, o emprego da metodologia de cada aula ministrada. Atualmente, o Campus de São João da Boa Vista conta com diversos recursos de TIC que serão utilizados como facilitadores e ilustradores da aprendizagem. Como exemplo pode-se citar os laboratórios de informática que possuem equipamentos de última geração, recursos de multimídia (sistemas de som e projetores multimídia instalados de forma fixa em todas as salas de aulas), televisores com tecnologia LCD e dispositivos para a execução de CD e DVD. Além disso, há a disponibilidade de tablets para apoio na experiência de softwares dedicados à esses dispositivos, dentre outras tecnologias. Aliado à TIC, semestralmente, será planejado o emprego de ferramentas pedagógicas. Dentre esses trabalhos pedagógicos, pode-se citar as aulas expositivas e dialogadas com a utilização de quadro branco e apresentação de slides; análise de estudos de casos; demonstrações; análise de situações problemas; elaboração de relatórios e documentos baseados nos procedimentos e normas que norteiam a profissão de administrador; atividades em grupo; simulação de processos e atividades cotidianas empresariais; aulas práticas utilizando sistemas de informação e softwares específicos; estudos dirigidos; relatórios de visitas técnicas; seminários e debates; e outras atividades necessárias para o processo de aprendizagem, considerando os diversos perfis de aprendizagem de grupos, classe e alunos. Vale salientar que o Campus de São João da Boa Vista conta com um sistema de ensino a distância para o apoio ao ensino presencial. Tal tecnologia permite que o professor realize atividades em conjunto aos alunos, facilitando a mediação e organização de atividades extra classe, que o professor estabeleça fóruns de discussão e ainda viabiliza um canal de comunicação em tempo integral com o aluno. 78 8 ESTÁGIO SUPERVISIONADO Os alunos optantes pela realização do Estágio Supervisionado estarão sujeitos às regras da Regulamentação de Estágio, aprovada e implantada no IFSP pela Portaria no 1.204, de 11 de maio de 2011, destacando-se os pontos referentes à carga horária mínima, orientação, supervisão e coordenação, formas de registro e relatórios. O aluno deverá realizar o mínimo de 360 horas de estágio (que será da modalidade legal “obrigatório”). O prazo de conclusão seguirá o que estiver estabelecido na Organização Didática vigente. Os alunos terão como principais obrigações: obedecer aos horários e normas da empresa concedente; realizar trabalhos técnicos dentro da sua área; evitar gírias no ambiente de trabalho; ter responsabilidade com os equipamentos que lhe forem confiados; usar o tratamento respeitoso com as pessoas. O estagiário deverá providenciar a elaboração de seus Relatórios de Acompanhamento (Relatório Mensal). Estes, além de descreverem as atividades desenvolvidas durante o estágio, deverão também analisar, concluir e apresentar sugestões para o aperfeiçoamento dessas atividades. Todo o estágio deverá ser supervisionado através de Relatórios de Acompanhamento e Relatório Final (“pasta preta”), elaborados pelo aluno estagiário, que posteriormente serão entregues, 1 (uma) cópia na Coordenadoria de Extensão “CEX” ou coordenadoria equivalente do seu Campus do IFSP. Para que o Professor Orientador possa acompanhar o estágio de maneira mais eficiente, o aluno deverá trazer a folha do Programa Básico de Estágio preenchido pela Empresa juntamente com o contrato. Pedimos que o aluno faça uma duplicata do material, que constará da "pasta-preta", para ser apresentada ao Professor Orientador. O Relatório de Acompanhamento deverá ser apresentado ao Professor Orientador para aprovação, dentro do prazo estabelecido pela Instituição, respeitando o último dia da semana que o professor tem como atividade, e o horário de atendimento do professor, divulgado no quadro de avisos da Coordenadoria de Extensão “CEX” ou coordenadoria equivalente. Os alunos que terminaram o curso, e que estão dentro dos prazos estabelecidos pela Organização Didática, devem obedecer ao mesmo procedimento. O aluno não poderá deixar de fazer qualquer Relatório de Acompanhamento a partir do início do estágio até a entrega do Relatório Final (“pasta preta”). Caso o aluno não cumpra o prazo de entrega 79 de um Relatório de Acompanhamento, perderá as horas correspondentes ao Relatório não entregue, devendo entregá-lo junto com o próximo. A não entrega de três relatórios na sequência implicará a perda total das horas já estagiadas. O Relatório de Acompanhamento referente ao mês seguinte só será aceito se não houver falta do anterior. Os relatórios deverão ser feitos em duas vias (as quais serão protocoladas pelo “CEX”), devendo ficar uma cópia com o aluno para a montagem da “pasta preta” e a outra será arquivada na Coordenadoria de Extensão “CEX” ou coordenadoria equivalente. Quando o aluno atingir o total de horas de estágio exigido pelo IFSP (conforme Regulamento de Estágio), deverá entregar na Coordenadoria de Extensão “CEX” ou coordenadoria equivalente do seu Campus uma pasta tipo catálogo de cor preta, que denominamos “pasta preta”, com etiqueta indicando nome, curso, turma, ano de conclusão e prontuário do aluno, constando os itens mencionados nas “Instruções para a Montagem da Pasta Preta” juntamente com o último relatório que conclui o total de horas. O aluno deverá estar atento à entrega de sua "pasta-preta" junto com o último Relatório Mensal que fecha o total de horas de estágio exigidas pelo IFSP. Caso isso não ocorra, o aluno deverá continuar apresentando seus relatórios, dentro da vigência de seu contrato, até a entrega da "pasta-preta". Estando o Relatório Final aprovado, a Coordenadoria de Extensão “CEX” ou coordenadoria equivalente encaminhará ao Registro Escolar a documentação necessária para a confecção do Diploma, caso contrário será devolvido ao aluno para as devidas correções, o qual, posteriormente, deverá repetir o procedimento, entregando-o ao Professor Orientador para que seja reavaliado. No ato da entrega do Relatório Final (“pasta preta”) na “CEX” ou coordenadoria equivalente, o aluno receberá um protocolo que deverá ser apresentado sempre que solicitado. O aluno tem o prazo de noventa dias para retirar a “pasta preta”. Por fim, para os estudantes do curso Técnico Concomitante ou Subsequente em Administração do IFSP o estágio NÃO é obrigatório e, o IFSP oferece, por meio de suas coordenadorias específicas e de seus regulamentos, supervisão escolar para os alunos. 80 9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Os estudantes terão direito a aproveitamento de estudos dos componentes curriculares já cursados com aprovação, no IFSP ou instituição congênere, desde que dentro do mesmo nível de ensino, observando os pressupostos legais, como a LDB (Lei nº 9394/96), o Parecer CNE/CEB 40/2004 e as Normas Institucionais, como a Organização Didática, além de outras que a equipe julgar importantes. Esse aproveitamento poderá ser concedido pela Coordenadoria do Curso/Área, mediante a análise da Comissão Verificadora de Aproveitamento de Estudos designada pelo Coordenador de Curso/Área. Para requerer aproveitamento de estudos dos componentes curriculares, o estudante deverá protocolar requerimento na Coordenadoria de Registros Escolares, endereçado ao Coordenador de Curso/Área, acompanhado dos seguintes documentos: I. Requerimento de aproveitamento de estudos; II. Histórico escolar; III. Matriz curricular e/ou desenho curricular; IV. Programas, ementas e conteúdos programáticos, desenvolvidos na escola de origem ou no IFSP, exigindo-se documentos originais. §1º. A verificação da compatibilidade dar-se-á após análise, que considerará a equivalência de no mínimo 80% (oitenta por cento) dos conteúdos e da carga horária do componente curricular. A Comissão Verificadora de Aproveitamento de Estudos informará o resultado à Coordenação de Curso/Área, que devolverá o processo para a Coordenadoria de Registros Escolares para divulgação. 81 10 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem será realizada através da Avaliação de Conhecimentos/Competências e da Avaliação de Desempenho, de acordo com orientações dadas na Organização Didática vigente, levando em conta que as competências profissionais pressupõem a mobilização de conhecimentos, ou seja, bases tecnológicas, científicas e instrumentais e considerando que o desenvolvimento de competências poderá ser verificado através de habilidades demonstradas em aulas práticas e estágios profissionais. A L.D.B. n. 9.394/96, em seu artigo 24, trata da verificação do rendimento escolar, e determina como critério básico para a avaliação o seu desenvolvimento de forma contínua e cumulativa, prevalecendo os aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais incluindo, como condição para a aprovação do aluno, a frequência mínima de 75%. O registro do rendimento escolar dos alunos compreenderá a apuração da assiduidade e a avaliação do rendimento em todos os componentes curriculares. O professor deverá registrar no Diário de Classe ou qualquer outro instrumento de registro adotado, diariamente, a frequência dos alunos, as bases desenvolvidas, os instrumentos de avaliação utilizados e os resultados das respectivas avaliações. As avaliações deverão ser contínuas e diversificadas obtidas com a utilização de vários instrumentos tais como: exercícios, provas, trabalhos, fichas de observações, relatórios, auto avaliação, projetos interdisciplinares e outros. Os critérios e valores de avaliação adotados pelo professor deverão ser explicitados aos alunos no início do período letivo, observadas as normas estabelecidas neste documento. Todo instrumento ou processo de avaliação deverá ter seus resultados explicitados aos alunos mediante vistas do instrumento ou processo de avaliação. Aos resultados das avaliações caberá pedido de revisão, num prazo de 02 dias úteis, desde que devidamente justificado. Ao final do processo, será registrada somente uma única nota e as faltas para cada componente curricular. Os resultados das avaliações serão expressos em notas graduadas de zero (0,0) a dez (10,0) pontos, admitidas apenas a fração de cinco décimos (0,5). Será atribuída nota zero (0,0) ao rendimento escolar do aluno que, por falta de comparecimento às aulas, deixar de ser avaliado. Será concedida segunda chamada para realização de prova ou trabalho aos alunos que, comprovadamente, por motivo 82 de saúde, falecimento de ascendente, descendente, cônjuge, colateral de segundo grau, ou motivo previsto em lei, deixar de ser avaliado na primeira chamada. A segunda chamada será concedida, se requerida pelo aluno ou seu responsável, à Coordenadoria de Registros Escolares (CRE), no prazo não superior a 3 (dois) dias úteis após a realização da primeira chamada, devendo esta dar imediata ciência ao respectivo professor, se deferido o pedido. O pedido apresentado fora do prazo estabelecido no parágrafo anterior só poderá ser deferido com a anuência do respectivo professor. A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória. Só serão aceitos pedidos de abono de faltas para os casos previstos em lei, (licença gestante, doença infecto contagiosa e apresentação no serviço militar), sendo computados diretamente pela CRE e comunicados aos professores. Os critérios de APROVAÇÃO nos módulos, envolvendo simultaneamente frequência e avaliação, são os seguintes, conforme arts. 82 a 84 da Organização Didática vigente: I. É considerado aprovado por média o estudante que obtenha média das notas finais igual ou superior a 6,0 (seis), nota final em cada componente curricular maior ou igual a 5,0 (cinco) e frequência global mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades; II. Os estudantes com frequência global mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades e que não forem aprovados por média terão sua situação analisada pelo Conselho de Classe Deliberativo; III. O estudante que obtiver média global maior ou igual a 6,0 (seis) e nota menor que 5,0 (cinco) em até 03 (três) componentes curriculares será APROVADO PARCIALMENTE no módulo devendo cursar esses componentes curriculares em regime de dependência, conforme artigo 85 da Organização Didática vigente. Considera-se RETIDO no módulo: I. O estudante que obtiver frequência global menor que 75% (setenta e cinco por cento), independentemente das notas que tiver alcançado; II. O estudante que obtiver frequência global maior ou igual a 75% (setenta e cinco por cento), média global maior que 4,0 (quatro) e menor que 6,0 (seis) e que, após análise do Conselho de Classe Deliberativo, seja considerado retido no módulo. 83 O aluno retido no módulo, nas condições explicitadas nos itens I e II acima, deverá cursá-lo integralmente. Será assegurada ao aluno a possibilidade de cursar as dependências, levando-se em conta os critérios estabelecidos no item III dos critérios para aprovação nos módulos. A rematrícula no módulo seguinte deverá ser realizada antes do início de cada período letivo, em local, data e horários estabelecidos no calendário acadêmico pelo estudante ou seu representante legal obedecendo-se os requisitos estabelecidos na organização didática vigente. O período para integralização, ou prazo máximo para conclusão do curso inclusive considerando-se as dependências ou complementação destas competências, será de 03 (TRÊS) anos, contados a partir da data de ingresso do aluno no primeiro módulo. Sobre as DEPENDÊNCIAS: I. O estudante dos cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Concomitante e Subsequente só poderá cursar até 03 (três) componentes curriculares em regime de dependência, no mesmo período letivo, sem que seja considerado como retenção. II. Para os casos em que o estudante precise cumprir um ou até o limite de 03 (três) componentes curriculares em dependências, este deverá cursá-los no período letivo seguinte, em contraturno ou em componentes curriculares similares de área afim ao seu curso. III. Caberá ao Coordenador do Curso analisar, adequar e autorizar a matrícula nos componentes curriculares citados no item II. IV. O estudante que não obtiver aprovação no componente curricular da dependência deverá cursá-lo até obter aprovação, respeitando o prazo máximo para integralização do curso. V. Cabe ao IFSP providenciar mecanismos para que os componentes curriculares em regime de dependência sejam oferecidos. VI. O estudante aprovado na(s) dependência(s) terá a validação de sua aprovação no componente curricular pelo docente responsável, que encaminhará o resultado à Coordenadoria de Registros Escolares do campus para atualização de sua situação no módulo. 84 11 APOIO AO DISCENTE O atendimento ao aluno será amplo e restrito às disponibilidades de recursos do Campus e a estrutura do regimento interno do Campus. Como proposta de atendimento, sugere-se a utilização de complementação de carga horária do professor para atendimento ao aluno e, além disso, a utilização de monitores para o apoio as atividades de ensino e nivelamento. Para as atividades extraclasse e atendimento ao discente também serão utilizados recursos informatizados como o software (Ambiente Virtual de Aprendizagem) AVA Moodle, este possui ferramentas específicas para tais atividades. O nivelamento acontecerá no primeiro módulo/semestre com as seguintes atividades: Atividades Práticas e Teóricas; Apoio da equipe de monitoria em períodos extraclasse; Pelos professores em horário de atendimento ao aluno e; Através Ambiente Virtual de Aprendizagem. O serviço de orientação educacional se faz necessário, atendendo e encaminhando os alunos, principalmente os que apresentarem resultados ou comportamentos inadequados para sua boa formação. Sendo assim, o aluno que faltar por um período a ser determinado será encaminhado ao setor de orientação educacional e ou sociopedagógico, bem como aquele que não apresentar um resultado satisfatório em suas avaliações. O professor deverá encaminhar o aluno ao setor, sempre que achar necessário. O atendimento educacional deverá motivar, envolver e ajudar o aluno para que este continue na escola e supere seus problemas. Todo aluno, antes de trancar ou cancelar sua matrícula deverá passar pela orientação educacional, buscando as condições para que o aluno possa acompanhar o curso. O envolvimento da sociedade é fundamental neste processo. A Instituição deverá trabalhar com estratégia de motivação e desenvolvimento de atratividades para os alunos. 85 12 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA Conforme determinado pela Resolução CNE/CP Nº 01/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, as instituições de ensino incluirão, nos conteúdos de disciplinas e atividades curriculares dos cursos que ministram, a Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes e indígenas, objetivando promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes, no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção da nação democrática. Visando atender a essas diretrizes, além das atividades que podem ser desenvolvidas no campus envolvendo essa temática, alguns componentes curriculares abordarão conteúdos específicos enfocando esses assuntos. Assim, no Curso Técnico em Administração, os componentes curriculares listados abaixo promoverão, dentre outras, a compreensão da pluralidade cultural por meio do estudo dos seguintes temas: Administração Geral (ADMA1): Responsabilidade social das empresas. Ética (CEXA3): Mão de obra escrava na era industrial e a abolição da escravatura; Aspectos culturais na formação da população brasileira e na formação da identidade nacional: índios e negros – suas contribuições à história e a cidadania brasileira. Gestão de Pessoas (GPEA3): Discutir sobre a diversidade no ambiente de trabalho: o combate ao preconceito dentro do contexto corporativo; igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos: superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral, pertencem, são comumente tratados na sociedade e nas empresas. Inglês para fins específicos I (INGA2): Leitura de textos em inglês sobre Gestão de Pessoas, com foco na Educação das Relações Étnico-Raciais. 13 EDUCAÇÃO AMBIENTAL Considerando a Lei nº 9.795/1999, que indica que “A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal”, determina-se que a 86 educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente também na educação profissional. Com isso, prevê-se, nesse curso, a integração da educação ambiental aos componentes do curso de modo transversal, contínuo e permanente (Decreto Nº 4.281/2002), por meio da realização de atividades curriculares e extracurriculares, desenvolvendo-se esse assunto nos componentes curriculares listados abaixo e em projetos, palestras, apresentações, programas, ações coletivas, dentre outras possibilidades. Administração da Produção (ADPA2): Gestão Ambiental Aspectos Legais da Administração (ALAA3): Direito Ambiental, Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e sua relação com atividade empresarial Inglês para fins específicos I (INGA2): Leitura de textos em inglês sobre Gestão Ambiental. 14 PROJETO INTEGRADOR De acordo com a Organização Didática, Resolução nº 859, de 07 de maio de 2013, os currículos oferecidos no IFSP deverão prever o Projeto Integrador que “compreende os espaços de ensino e aprendizagem que articulem a interdisciplinaridade do currículo com as ações de pesquisa e extensão de forma a permitir a construção do conhecimento, culminando em uma produção acadêmica e técnico-científica”. O princípio de que a Educação Profissional tem como referência o mundo do trabalho, subsidiará docentes e alunos para a elaboração de projetos que permitam compreender o trabalho como princípio educativo e não redução a mão de obra. Nesse sentido, nos cursos técnicos integrados e concomitantes/subsequentes, o projeto integrador será o processo pelo qual o aluno, por meio de uma produção acadêmica e técnicocientífica, integrará os conhecimentos trabalhados durante o seu percurso formativo de forma que se possa, ao final, demonstrar o resultado da experiência ensino-aprendizagem e o domínio de competências para o exercício de sua profissão. Dessa forma, o aluno deverá atuar no desenvolvimento de uma produção acadêmica e técnico-científica previamente descrita no Projeto Pedagógico de Curso (PPC). Para o curso Técnico em Administração a temática do projeto visa a integração entre os componentes curriculares de formação geral e profissional, por meio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Os principais objetivos são desenvolver o projeto de pesquisa voltado à vocação regional e utilizando as empresas da cidade e região como amostra populacional; e utilizar os 87 conhecimentos adquiridos durante o curso para elaboração e apresentação do projeto. A proposta é que o projeto se inicie na disciplina de Metodologia do Trabalho Científico (MTCA1), único componente curricular diretamente envolvido no desenvolvimento do projeto, com a identificação do tema, planejamento, redação e revisão bibliográfica parciais. Já na disciplina de Projeto Integrador (PINA3) será revisado o tema do projeto e a estruturação das suas etapas para então ocorrer seu desenvolvimento e conclusão. Quanto à avaliação, serão considerados a dedicação e desempenho do aluno ao longo do desenvolvimento do projeto, sua versão final e o resultado da apresentação a uma banca de professores. 15 AÇÕES INCLUSIVAS Considerando o Decreto nº 7611, de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências e o disposto nos artigos, 58 a 60, capítulo V, da Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996, “Da Educação Especial”, será assegurado ao educando com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação atendimento educacional especializado para garantir igualdade de oportunidades educacionais bem como prosseguimento aos estudos. Nesse sentido, no Campus São João da Boa Vista, será assegurado ao educando com necessidades educacionais especiais: • Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos que atendam suas necessidades específicas de ensino e aprendizagem; • Com base no Parecer CNE/CEB 2/2013 “Consultas sobre a possibilidade de aplicação de “terminalidade específica” nos cursos técnicos integrados ao ensino médio do Instituto Federal do Espírito Santo- IFES”, possibilidade de aplicação de terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino técnico integrado ao Ensino médio, em virtude de suas deficiências • Educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelaram capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual e psicomotora; • Acesso Igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível de ensino. Cabe ao Núcleo de Atendimento às pessoas com necessidades educacionais especiais – NAPNE do Campus São João da Boa Vista apoio e orientação às ações inclusivas. 88 16 ACESSIBILIDADE Com o objetivo de atender as normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, conforme as “Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida” - Decreto nº 5.296/2004, o campus São João da Boa Vista dispõe de: Carteiras para cadeirantes em todas as salas de aula; Bebedouro acessível para cadeirante; Rampa de acesso na entrada do prédio e salas de aula; Atendimento prioritário; Banheiros para cadeirantes; Telefone para surdo; Bengala para cegos; Cadeira de rodas; Livros didáticos em braile; Mouse adaptado para pessoa com mobilidade reduzida; Soroban; Lupa e Placas sinalizadoras. Quanto aos recursos humanos voltados para atender às exigências da educação específica, no período de 2013 a 2014 o campus contava com professora de libras com formação em educação especial. Entretanto, no final de 2014 foi encerrado o contrato, mas estamos solicitando nova contratação deste profissional. Além disso, o campus está solicitando: Elevador; Colocação das placas sinalizadoras; Mapa tátil; Piso tátil de borracha; Implantação da sala de recursos de atendimento educacional especializado; Material para a sala de recursos de atendimento educacional especializado e Contratação de pedagogo com formação em educação especial ou psicopedagogo. 89 17 CONSELHO DE CLASSE Conforme organização didática vigente os Conselhos de Classe do curso Técnico em Administração serão organizados como instâncias consultivas (Conselho de Classe Pedagógico) e deliberativas (Conselho de Classe Deliberativo) e contarão com a participação obrigatória: I. dos docentes da respectiva turma; II. do Coordenador de Curso; III. do Pedagogo do Serviço Sociopedagógico. Sendo que, para o conselho de Classe consultivo, denominado Conselho de Classe Pedagógico, deverá ter, em sua composição, ao menos um representante de turma e um representante de pais ou responsáveis. A execução do Conselho de Classe Consultivo será presidido pelo Pedagogo do Serviço Sociopedagógico ou, em sua ausência, pelo Coordenador de Curso e acontecerá de acordo com as necessidades apontadas pelo Coordenador do Curso ou pelo Serviço Sociopedagógico de cada campus, sendo preferencialmente, realizado com periodicidade bimestral e dividido em três partes: a. na primeira, os docentes farão uma análise da turma identificando progressos, detectando dificuldades da turma no processo de ensino e aprendizagem; b. na segunda, o Serviço Sociopedagógico apresentará dados de evasão e outros que auxiliem a compreensão do panorama traçado na primeira parte e também proporá alternativas didáticopedagógicas a serem adotadas visando sanar as dificuldades encontradas; c. na terceira, os membros, se necessário, farão as considerações finais e possíveis encaminhamentos. Os Conselhos de Classe Deliberativos serão realizados ao final do semestre letivo e serão divididos em três partes: a. na primeira, o Representante do Serviço Sociopedagógico fará uma análise da ficha individual de avaliação do estudante na série/módulo; b. na segunda, o Conselho de Classe deve elaborar o parecer sobre a situação final do estudante no semestre/módulo; c. na terceira, após a conclusão do Conselho de Classe, o Serviço Sociopedagógico encaminhará lista à Coordenadoria de Registros Escolares, contendo a relação nominal dos estudantes submetidos ao conselho, devidamente assinada pelos professores e Coordenador de Curso/Área. A situação final mencionada na letra “b” para o Curso Técnico em Administração será APROVADO NO MÓDULO, APROVADO PARCIALMENTE, indicando as dependências a serem realizadas ou RETIDO NO MÓDULO. 90 Após, a Coordenadoria de Registros Escolares, em posse dos resultados, deverá divulgá-los e adicionar uma cópia no prontuário de cada estudante. 91 18 MODELO DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS 92 19 EQUIPE DE TRABALHO O corpo docente do Curso Técnico em Administração será constituído por professores das várias áreas do IFSP campus São João da Boa Vista. Devido à origem do curso, grande parte das disciplinas que compõem os conteúdos profissionalizantes/específicos e complementar da sua grade curricular será ministrada por mestres e doutores das áreas tecnológicas. FORMAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA PROFESSOR FORMAÇÃO Informática Básica (INBA1) Fernanda Carla de Oliveira Prado (Informática) Graduação em Engenharia de Computação pela Universidade Paulista, Especialização em MBA em Gestão da Segurança de Informação pela Faculdade de Informática e Administração Paulista e Mestrado em Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida pele Centro Universitário das Faculdades Associas de Ensino. Atualmente é Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Sistemas de Computação. Estatística (ESTA1) Gilson Rogério Marconi (Gestão) Graduação em Administração, especialização em Gestão Agroindustrial, em Gestão de Pessoas e Projetos Sociais e Mestre em Sistemas de Produção na Agropecuária. Ademar Bernardes Pereira Junior (Núcleo Comum e Direito) Doutorando em Educação pela Universidade Nove de Julho (2014-2017), Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF - 2012), graduado em Letras (2002) e Direito (2009); especialista em Língua Portuguesa (2004) e em Direito Público (2011). Atualmente é Professor de Direito no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - Campus São João da Boa Vista, leciona também Língua Portuguesa, Redação Empresarial e Metodologia Científica. Lecionou como Professor Adjunto da Universidade Bandeirantes Anhanguera - UNIBAN, as disciplinas de Direito Previdenciário, Direito Comercial, Linguagem Jurídica e Filosofia Jurídica. Atuou como Secretário Executivo na Universidade Federal do ABC. Foi Ouvidor no Instituto Federal E.C&T Sul de Minas Gerais (2011-2012). Coordenou o PROCON do município de Machado/MG (2009-2010). Desenvolve trabalhos na área de Educação, Direito Educacional, Direito Constitucional, Políticas Públicas Educacionais, Administração Pública Federal e Programas de Assistência Estudantil. Metodologia de Trabalho Científico (MTCA1) 93 Rosana Ferrareto Lourenço Rodrigues (Núcleo Comum) Doutora em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Mestre em Linguística e Especialista em Língua Inglesa pela Universidade de Franca e Graduação e Licenciatura Plena em Letras - Línguas e Literaturas Portuguesa e Inglesa - pelo Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé. Atua como pesquisadora, nas seguintes áreas: Linguística Cognitiva, Gramática Funcional, Retórica e Estilística. Walter Ernani Ribeiro do Carmo (Gestão) Possui graduação em Administração, com ênfase em Gestão de Negócios, pela Faculdade de Viçosa (2008). MBA em Gestão de Tributos pelo Centro Universitário Central Paulista (2011). Técnico em Transações Imobiliárias pela EBRAE (2011). Trabalha como Professor na Área de Gestão do Instituto Federal de São Paulo, campus São João da Boa Vista. Inglês para fins específicos I (INGA2) Inglês para fins específicos II (INIA3) Ética (CEXA3) FORMAÇÃO PROFISSIONAL DISCIPLINA Professor Formação Contabilidade (CONA1) Filippo Savoi de Assis (Gestão) Possui graduação em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - USP (2011). Atualmente é Professor EBTT do Instituto Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Administração, Inovação e Engenharia de Produção, com ênfase em Sociologia Econômica. Administração Geral (ADMA1) Gilson Rogério Marconi (Gestão) Graduação em Administração, especialização em Gestão Agroindustrial, em Gestão de Pessoas e Projetos Sociais e Mestre em Sistemas de Produção na Agropecuária. Economia e Mercados (ECMA1) Walter Ernani Ribeiro do Carmo (Gestão) Possui graduação em Administração, com ênfase em Gestão de Negócios, pela Faculdade de Viçosa (2008). MBA em Gestão de Tributos pelo Centro Universitário Central Paulista (2011). Técnico em Transações Imobiliárias pela EBRAE (2011). Trabalha como Professor na Área de Gestão do Instituto Federal de São Paulo, campus São João da Boa Vista. Matemática Financeira (MAFA2) Gilson Rogério Marconi (Gestão) Graduação em Administração, especialização em Gestão Agroindustrial, em Gestão de Pessoas e Projetos Sociais e Mestre em Sistemas de Produção na Agropecuária. Julianita Maria Scaranello Simoes (Gestão) Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos (2008) e graduada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Ouro Preto (2005). Conselheira titular no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA - SP), período de vigência de 2014 - 2016. Atualmente, é professora no IFSP - Campus São João da Boa Vista. Administração da Produção (ADPA2) 94 Atua principalmente nas seguintes áreas: Desenvolvimento de Produto; Gerência do Projeto e do Produto; Planejamento, Projeto e Controle de Sistemas Produtivos; Suprimentos e Garantia de Controle da Qualidade. Atua principalmente nas seguintes áreas: Desenvolvimento de Produto; Gerência do Projeto e do Produto; Planejamento, Projeto e Controle de Sistemas Produtivos; Suprimentos; Garantia de Controle da Qualidade e Gestão Financeira Filippo Savoi de Assis (Gestão) Possui graduação em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - USP (2011). Atualmente é Professor EBTT do Instituto Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Administração, Inovação e Engenharia de Produção, com ênfase em Sociologia Econômica. Filippo Savoi de Assis (Gestão) Possui graduação em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - USP (2011). Atualmente é Professor EBTT do Instituto Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Administração, Inovação e Engenharia de Produção, com ênfase em Sociologia Econômica. Vagner Renato Rovani (Informática) Graduação em Tecnologia da Informação com Ênfase Em Redes pela Universidade Anhanguera UNIFIAN, Licenciatura em Formação Pedagógica para Docentes pela Universidade Metodista de Piracicaba e Especialização lato-sensu em Redes de Computadores pela Universidade Federal de São Carlos. Mestre em TI. Tem experiência na área de Educação e na área de Ciência da Computação. Gestão de Pessoas (GPEA3) Filippo Savoi de Assis (Gestão) Possui graduação em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - USP (2011). Atualmente é Professor EBTT do Instituto Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Administração, Inovação e Engenharia de Produção, com ênfase em Sociologia Econômica. Técnicas Comerciais (TCMA3) Gilson Rogério Marconi (Gestão) Graduação em Administração, especialização em Gestão Agroindustrial, em Gestão de Pessoas e Projetos Sociais e Mestre em Sistemas de Produção na Agropecuária. Administração Mercadológica (AMCA2) Custos (CSTA2) Informática Aplicada FORMAÇÃO COMPLEMENTAR DISCIPLINA Redação Empresarial (REMA1) Professor Ademar Bernardes Pereira Junior (Núcleo Comum e Direito) Formação Doutorando em Educação pela Universidade Nove de Julho (2014-2017), Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF - 2012), graduado em Letras (2002) e Direito (2009); especialista em Língua Portuguesa (2004) e em Direito Público (2011). Atualmente é Professor de Direito no Instituto 95 Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - Campus São João da Boa Vista, leciona também Língua Portuguesa, Redação Empresarial e Metodologia Científica. Lecionou como Professor Adjunto da Universidade Bandeirantes Anhanguera - UNIBAN, as disciplinas de Direito Previdenciário, Direito Comercial, Linguagem Jurídica e Filosofia Jurídica. Atuou como Secretário Executivo na Universidade Federal do ABC. Foi Ouvidor no Instituto Federal E.C&T Sul de Minas Gerais (2011-2012). Coordenou o PROCON do município de Machado/MG (2009-2010). Desenvolve trabalhos na área de Educação, Direito Educacional, Direito Constitucional, Políticas Públicas Educacionais, Administração Pública Federal e Programas de Assistência Estudantil. Projeto Integrador (PINA3) Empreendedorismo (EMPA3) Aspectos Legais da Administração (ALAA3) Julianita Maria Scaranello Simoes (Gestão) Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos (2008) e graduada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Ouro Preto (2005). Conselheira titular no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA - SP), período de vigência de 2014 - 2016. Atualmente, é professora no IFSP - Campus São João da Boa Vista. Atua principalmente nas seguintes áreas: Desenvolvimento de Produto; Gerência do Projeto e do Produto; Planejamento, Projeto e Controle de Sistemas Produtivos; Suprimentos e Garantia de Controle da Qualidade. Filippo Savoi de Assis (Gestão) Possui graduação em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - USP (2011). Atualmente é Professor EBTT do Instituto Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Administração, Inovação e Engenharia de Produção, com ênfase em Sociologia Econômica. Ademar Bernardes Pereira Junior (Núcleo Comum e Direito) Doutorando em Educação pela Universidade Nove de Julho (2014-2017), Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF - 2012), graduado em Letras (2002) e Direito (2009); especialista em Língua Portuguesa (2004) e em Direito Público (2011). Atualmente é Professor de Direito no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - Campus São João da Boa Vista, leciona também Língua Portuguesa, Redação Empresarial e Metodologia Científica. Lecionou como Professor Adjunto da Universidade Bandeirantes Anhanguera - UNIBAN, as disciplinas de Direito Previdenciário, Direito Comercial, Linguagem Jurídica e Filosofia Jurídica. Atuou como Secretário Executivo na Universidade Federal do ABC. Foi Ouvidor no Instituto Federal E.C&T Sul de Minas Gerais (2011-2012). Coordenou o PROCON do município de Machado/MG (2009-2010). Desenvolve trabalhos na área de Educação, Direito Educacional, Direito Constitucional, Políticas Públicas Educacionais, 96 Administração Pública Federal e Programas de Assistência Estudantil. 97 20 INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS 20.1 INFRAESTRUTURA FÍSICA QUANTIDADE ATUAL QUANTIDADE PREVISTA ATÉ ANO: 2014 Auditório 01 02 Biblioteca 01 01 Instal. Administrativas 06 10 Laboratórios 14 23 Salas de aula 06 15 Salas de Coordenação 01 03 Salas de Docentes 01 - coletiva 30 – sala p/ cada 02 docentes Outros - Ginásio poliesportivo e prédio de pesquisa 20.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Laboratório de Informática 1 Equipamento Computadores Especificação Quantidade Core 2 Duo, 2.66GHz, HD 160GB, 2GB de memória RAM 1 Computador Celeron CPU 2.80GHz, HD 80GB, 512MB de memória RAM LCD 42’ PHILIPS PFL74F04D FULL CONV PR Televisores 40 1 Laboratório de Informática 2 Equipamento Computadores Especificação Quantidade Core 2 Duo, 2.66GHz, HD 160GB, 2GB de memória RAM 1 Computador Pentium 4 CPU 1.70GHz, HD 40GB, 512MB de memória RAM 20 LCD 42’ PHILIPS PFL74F04D FULL CONV PR Televisores 1 Laboratório de Informática 3 Equipamento Computadores Datashow Kits Especificação Quantidade Core 2 Duo, 2.66GHz, HD 160GB, 2GB de memória RAM 12 EPSON POWERLITE S6+ 1 Kit de computadores para aulas de manutenção de hardware 5 98 Roteador serial (cabos DTE e DCE) 3 Roteador wireless 1 Adaptador ATA VoIP 3 Telefone VoIP 1 Wireless Ponto de acesso wireless 2 Antena Antena setorial 21 dBi 2 Switch Switch gerenciável 24 portas 2 Telefone Telefone analógico 3 Roteador VOIP Laboratório de Informática 4 Equipamento Computadores Especificação Quantidade Core 2 Duo, 2.66GHz, HD 160GB, 2GB de memória RAM 1 Computador Celeron CPU 2.80GHz, HD 80GB, 512MB de memória RAM 20 LCD 42’ PHILIPS PFL74F04D FULL CONV PR Televisores 1 Laboratório de Informática 5 Equipamento Computadores Especificação Quantidade Core 2 Duo, 2.66GHz, HD 160GB, 2GB de memória RAM 16 LCD 42’ PHILIPS PFL74F04D FULL CONV PR 1 Televisores Laboratório de Informática 6 Equipamento Computadores Datashow Especificação Quantidade Computador Core 2 Duo, 2.8GHz, HD 320GB, 3GB de memória RAM, Placa Wireless EPSON POWERLITE S6+ 30 1 20.3 BIBLIOTECA: ACERVO DE LIVROS, REVISTAS, CDs POR ÁREA DO CONHECIMENTO MATERIAIS ÁREA DO QUANTIDADE QUANTIDADE DE INFORMACIONAIS CONHECIMENTO DE TÍTULOS EXEMPLARES 525 2422 Ciências exatas e da Terra 99 Acervo por área do conhecimento Linguística, letras e artes 917 1604 Ciências humanas 295 688 Ciências biológicas 18 98 Engenharias 172 970 2 19 2045 6313 Outros TOTAL 21 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei nº 11.892, de 29/12/2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e dá outras providências. Brasília/DF: 2008. CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. S. Paulo: Mc Graw-Hill, 3ª edição, 1983. CHIAVENATO, I. Administração dos Novos Tempos. S. Paulo: Elsevier, 2ª edição, 2004. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/CEB nº. 11/2008. Trata da proposta de instituição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília/DF: 2008. IFSP/PDI. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia. Plano de Desenvolvimento Institucional. Disponível em www.ifsp.edu.br. (Acesso em 15/09/2013). São Paulo/SP: 2009. KEEGAN, Warren J. Marketing global. – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. KOTLER, Philip. KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. – 12. ed. – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. MEC/SETEC. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Disponível em www.mec.gov.br (Acesso em 15/09/2013). Brasília/DF: 2008. _________.Decreto nº 5.154, de 23/07/2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Brasília/DF: 2004. _________.Decreto nº 7.566, de 23/06/1909. Cria nas capitais dos Estados da Escolas de Aprendizes Artífices, para o ensino profissional primário e gratuito. Brasília/DF: 1909. _________.Decreto nº 24.558, de 03/07/1934. Transforma a Inspetoria do Ensino Profissional Técnico em Superintendência do Ensino Industrial, e dá outras providências. Brasília/DF: 1934. 100 _________. Lei nº 9.394, de 20/12/1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF: 1996. _________. Lei nº 4.024, de 20/12/1961. Fixa as diretrizes bases da educação nacional. Brasília/DF: 1961. _________. Lei nº 378, de 13/01/1937. Dá nova organização ao Ministério da Educação e Saúde Pública. Brasília/DF: 1937. _________.Parecer CNE/CEB nº 39/2004.Trata da aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio. Brasília/DF: 2004. _________. Parecer CNE/CEB nº 36/2004. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília/DF: 2004. _________. Resolução CNE/CEB nº 01/2005. Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004. Brasília/DF: 2005. _________.Resolução CNE/CEB nº 01/2000. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação e Jovens e Adultos. Brasília/DF: 2000. _________. Resolução CNE/CEB nº 01/2004. Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de estudantes da Educação profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e educação de Jovens e Adultos. Brasília/DF: 2004. 101 Análise Técnico-Pedagógica Segue análise Técnico-Pedagógica realizada pela Pedagoga Elizabeth Gouveia da Silva Vanni. ANÁLISE TÉCNICO PEDAGÓGIA Processo: 23311.000114/2013-74 PARECER N° 001 e 002 Assunto: Análise do Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Administração Interessado: Câmpus São João da Boa Vista Responsável pela 1ª Análise: Elizabeth Gouveia da Silva Vanni / Data: 10/09/2013 Responsável pela 2ª Análise: Elizabeth Gouveia da Silva Vanni / Data: 24/01/2014 Responsável pela 3ª Análise: Elizabeth Gouveia da Silva Vanni / Data: 24/03/2014 I. INTRODUÇÃO: O Câmpus São João da Boa Vista, por meio do Diretor Geral Eduardo Marmo Moreira, vem à Pró-Reitoria de Ensino, encaminhar o Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Administração. II. MÉRITO O Projeto Pedagógico do curso atende ao modelo sugerido pela Diretoria de Graduação e está previsto no Plano de Metas. Considerando que: 1°. o projeto atende às normas estabelecidas na Estrutura Organizacional, Lei n° 11.892 de 29/12/2008; 2°. o projeto contempla carga horária prevista no Parecer CNE/CP 28/2001 e Resolução CNE/CP 02/2002; 3°. a matriz curricular vem atender às demandas mercadológicas. III. PARECER: À vista do exposto, opino favoravelmente à APROVAÇÃO DO PROJETO ORIGINAL. Elizabeth Gouveia da Silva Vanni Pedagoga 102