A revista para o iniciante em linux! 2014 | Nº 1 | Free Rede social Linuxers Conheça uma rede social exclusiva para usuários Linux! OpenMandriva Conheça a evolução do Mandriva desenvolvido pela comunidade. A nova inclusão Digital Artigo interessante sobre como deveria ser os centros de inclusão digital. LIBERTE-SE DO WINDOWS COM O KUBUNTU Aplicativos incríveis para substituir o Windows de vez do seu computador "Desenvolvida com a ajuda de voluntários e com Software Livre, seja livre para piratear!" hello Word O por que e o para quem? O desafio da primeira edição. Para ser bem honesto não considero esta a primeira edição da revista. No ano de 2012 eu escrevi duas edições de uma revista com o mesmo foco, na época, chamada de "Tecnologia Livre". Ainda é possível encontrar no google as duas edições. Logo depois engavetei este projeto já que surgiram diversas revistas de excelente qualidade na internet para download. Estas revistas evoluiram muito o que é muito positivo para o software livre, o único problema é que nenhuma delas focou-se no usuário iniciante. "No usuário que não é técnico de computador, que não é programador ou que tão pouco sabe o que é software livre ou Opensource." Por este motivo retornei para a escrivaninha e desta vez tenho certeza que este projeto vai se consolidar em um "programa" e rodar sozinho à partir desta edição. Espero que esta revista seja simples o suficiente para que o leitor novato em Linux guarde-a em seu disco rigido e a utilize como consulta para seu dia a dia. Claro que ela terá que evoluir muito, mas por favor, perdoe o trabalho de um homem só na diagramação. E no principio... Quatro empresas resolvem desenvolver um sistema operacional de grande porte. Este sistema não foi concluido, porém, alguns dos engenheiros continuaram desenvolvendo este sistema e ele consolidouse em um padrão de segurança e estabilidade. Este sistema era caro e as pessoas não tinham acesso ao seu código. Mas uma revolução começou em 1991 com um cara lá da Finlândia que seguindo a base deste grande sistema divulgou sua versão totalmente livre na web. Este sistema hoje opera em milhares de computadores ao redor do mundo e você é um cara de muita sorte se possui ele em seu computador. Seja bem vindo ao mundo GNU/Linux! Juliano Ramos (grubelilo) [email protected] Rede social para usuários Linux e amantes dos softwares de código aberto, Cadastre-se: www.rede.tux4.com.br /HOME/TUX Ranking de popularidade do último ano: 5º Fedora 1º Mint 6º OpenSuse 2º Ubuntu 7º PCLinuxOS 3º Debian 8º ArchLinux 4º Mageia A EVOLUÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX O nome Linux, surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds e Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história agora, para que você entenda melhor a do Linux: A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (conhecido como MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já existia uma versão do Multics rodando num computador GE645. Ken Thompsom, era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema; desde então, sua ideia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as ideias básicas do sistema. A partir daí, começou a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 2 Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs. Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos por diversas multinacionais. /home/tux Mas, qual a relação entre o Unix e o Linux, ou melhor, entre o Unix e Linus Torvalds? Para responder essa pergunta, é necessário falar de outro sistema operacional, o Minix. O Minix é uma versão do Unix,porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix em casa. No entanto, vale citar que ele foi escrito do "zero" e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente. A partir daí, "entra em cena", Linus Torvalds. Ele era um estudante de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia. E em 1991, por hobby, Linus decide desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas peracionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994, quando disponibilizou a versão 1.0. Até o momento em que este artigo estava sendo escrito, a versão atual do kernel do linux é o 2.6.26. O Linux é um sistema operacional livre, e é uma reimplementação das especificações POSIX (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para sistemas com extensões System V e BSD. Isso significa que o Linux, é bem parecido com Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma. GNU/Linux? ou simplesmente GNU é um sistema operacional tipo Unix idealizado por Richard Stallman. Este sistema operacional começou em 1984 quando Stallman teve a ideologia de criar um sistema operacional completamente livre. Em 1991 o sistema operacional GNU já possuia diversos programadores e softwares, porém, necessitava de um núcleo ("kernel"). Este impasse foi resolvido adotando o Kernel Linux de Linus Torvalds aos softwares GNUs.Desde então algumas pessoas adotam o termo GNU/Linux para creditar os softwares GNU que estão no núcleo Linux. Linux? Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 3 /home/tux O que é uma distribuição de GNU/Linux? As distribuições mais conhecidas. Uma distribuição ou distro Linux é um sistema operacional Unix-Like que inclui o Kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto. Como grande parte destes softwares são aplicações que em primórdio foram criadas para o sistema operacional GNU é conveniente que recebam o nome de distribuição GNU/Linux. Algumas distros são mantidas por organizações comerciais, como a Red Hat, Ubuntu, Suse e Mandriva, outras são mantidas pela comunidade como o Debian e o Gentoo. São mais de trezentas distribuições de Gnu/Linux embora cerca de vinte sejam conhecidas. A ilustração ao lado exemplifica muito bem o que é uma distribuição de Gnu/Linux. Ela é um pacote de software que inclui os aplicativos e o Kernel que é o responsável pelo controle dos Devices (dispositivos). Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 4 /home/tux O que significa “ramificação”? Algo ramificado é nada mais nada menos do que algo derivado.. Nessa matéria vamos falar das ramificações Ubuntu, ou seja, distribuições com kernel-linux que “derivam” da distribuição “Linux Ubuntu”, a final esta edição da revista tem um grande foco na distribuição Ubuntu. Filipe Cordeiro, Estudante Linux. [email protected] Filipe tem apenas dois meses usando o Gnu/Linux. Mas sua força de vonte em ajudar o próximo, garantiu para ele um espaço aqui na Revista Tux For You. Assim como as distribuições, as ramificações tem seus alvos e interesses, algumas são idealizadas no interesse de servidor, outras com interesse em desktop, pro melhor uso no padrão de cada usuário, mas por quem são idealizadas as ramificações ubuntu? Pela Gnu? Pela GPL? Pelo próprio Linus Torvalds? Não! Por usuários que começaram assim como você leitor! Curiosos->Estudantes->Profissionais->Criadores de suas próprias distribuições e ramificações! Olha só que legal, então quer dizer que se eu me esforçar em “compilações” eu poderei um dia criar minha própria distribuição? Sim! Mas temos que saber o que é e como compilar um kernel-linux, lá na frente publicaremos sobre isso. Já sabemos como surgiram as ramificações e o que são ramificações ubuntu, mas quais são algumas delas? E como posso obter alguma delas? Nesse link estão algumas ramificações ubuntu: Kubuntu - www.kubuntu.org/getkubuntu/download Edubuntu – www.edubuntu.org/download Xubuntu - www.xubuntu.org/getxubuntu/ Lubuntu – www.lubuntu.net/tags/lubuntu-1304 Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 5 Rede Social linuxer De acordo com a enciclopédia Livre, Wikipédia: "Rede social é uma composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes." Observe o trecho: "Que partilha de valores e objetivos comuns." Assim é a rede Tux 4 You, uma rede Assumidamente de usuários Linux (Linuxers) que partilha estes valores e objetivos. Compartilho aqui algumas perguntas que recebi de usuários sobre a rede Tux 4 You: O que você acha das outras redes com foco no software livre, exemplo: Linux Sociall? Eu tenho cadastro na Linux Sociall (http://www.linuxsociall.com/) curto a rede. Ela é baseada em Buddypress e eu participo do fórum Buddypress ajudando novos desenvolvedores na criação de plugins. Tenho uma rede social que foi a primeira que criei usando esta tecnologia (http://lcenter.com.br/linux/) Acabei descontinuando o projeto, ele está lá, mas não tem novidades :-) Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 6 O problema do Buddypress na minha visão é que não tem uma interface polida e tem a página de atividade global. Eu não curto isto. Gosto do padrão de navegabilidade do Facebook e uso isto na Tux 4 you: "Você só recebe atualizações das pessoas que você adicionou ao seu circulo de amigos." Na minha visão a página global (Atividade) que mostra o que todos postam, pode até parecer algo mais aberto, mas não funciona muito bem. Já que as páginas a começam a ficar carregadas de todo tipo de informação (útil e não). Eu Curto programação e servidores Linux, não tenho muito interesse em ver atualizações de Jogos para Linux ou Designer. Por isto, procuro amigos que possuam este mesmo perfil e assim consigo lapidar minha time-line. Não que eu não adicionarei alguém que não tenha este perfil, mas terei o direito de escolher. Assim funciona a rede Tux for you. Você só recebe atualizações de quem você escolher adicionar. A página de atividade global foi excluida. Por que a rede se parece com o Facebook? Bons artistas copiam, Grandes artistas roubam. Para quem conhece um pouco de informática, esta frase expressa bem o por quê fiz a opção de uma interface identica similar ao do Facebook (phpfox ou invés do Buddypress). Ela funciona, isto os números não deixam mentir. Então, por quê não ficar no FB? Pôr que desejava algo exclusivo ao nosso público. O público de usuários apaixonados pôr software livre e amantes do sistema operacional Gnu/Linux além de ser algo de Brasileiro para Brasileiros. Existe uma vasta demanda de usuários que não usam o FB e outros que não gostam da postura da corporação com seus usuários. Eu sou deste segundo grupo. Você possui um perfil no FB? Utilizo a plataforma do Facebook como uma ferramenta de marketing para divulgar a rede Tux 4 You - Já faz um tempo que venho buscando alternativas e tenho certeza que este projeto será minha libertação. Estou convencendo meus amigos para migrarem para a Tux 4 You e também convidando novos amigos pelas comunidades de software livre e linux do FB. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 7 Não sou uma alternativa ao facebook. Ele está consolidado e fuciona; mas ele abrange todo o tipo de pessoa e não tem um "objetivo comum" como a rede Tux 4 You. Nossa rede social será de Hackers, iniciantes, programadores, webdesigners, técnicos em hardware e o público usuário de software livre. Vai rolar videos de auto-ajuda, bichinhos fofinhos, frases biblicas, videos engraçados e todas estas coisas que os usuarios postam no FB, mas sempre o foco será: "Elevar o usuário em conhecimento das ferramentas da tecnologia da informação e o compartilhamento destas informações, software livre e em especial o sistema operacional Linux" ALEXANDRE@TUX4YOU:~$ Tudo começou em 2009, quanto eu trabalhava como técnico em uma loja de informática, quando meu gerente me apresentou a distribuição Ubuntu. Achei interessante ver um outro sistema operacional (até então tinha experiência e conhecimento apenas em sistemas opeacionais da Microsoft). Decidi instalar em meu computador mas não durou dois dias. Na primeira dificuldade retornei para o meu sistema anterior. Em 2010 mudei de emprego e comecei a trabalhar no Hospital Universitário de Juiz de Fora. A princípio o mesmo tipo de serviço, suporte a usuários, manutenção de computadores e impressoras. Como eu sempre fui interessado em novas tecnologias, coloquei em minha cabeça que eu ia aprender GNU/Linux de qualquer maneira, foi então que removi meu sistema operacional e instalei a distribuição Ubuntu novamente. Após conseguir dar meus primeiros passos no sistema, decidi ir pesquisando mais e mais sobre o que esse novo universo poderia me oferecer. Certo dia no Hospital, recebemos uma parque de aproximadamente 165 computadores novinhos. Havia apenas um problema, eles não tinha licença. Foi então que propus um desafio, “vamos colocar Linux em tudo”. A princípio, essa minha sugestão causou um pouco de polêmica, mas não no final das contas, consegui o apoio da chefia. Nessa época, conhecia um rapaz que fazia o mesmo curso de graduação que eu, seu nome é Tales e hoje somos grandes amigos. Tem um grande conhecimento no mundo Linux e precisava de um estágio para a conclusão da graduação. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 8 "Minha primeira certificação de Linux" Foi então que o chamei para ser meu estagiário e desenvolvermos uma solução Linux para os computadores que não tinha licença. Meses depois, ainda no Hospital, conheci uma outra pessoa também cheia de experiência na área Linux. Ao conversarmos um pouco sobre o Sistema, Fabiano havia me dito sobre as certificações que já havia conquistado. Como o projeto deu certo e tinha sido aprovado pela população do Hospital, me interessei ainda mais pelo sistema e decidi me profissionalizar na área. Pesquisei sobre cursos para certificações e no meio de 2012 comecei a fazer um curso online preparatório para a LPIC-1. Ao fim do curso, havia adquirido muito conhecimento, mas acreditava que ainda não era o necessário para a certificação. Continuei os estudos sozinho em casa, vendo vídeos, tutoriais, pesquisando e anotando minhas descobertas.Até que no fim de 2012 comecei um outro curso preparatório para a certificação. Neste curso fiquei sabendo de uma parceria da CompTIA juntamente com LPI, que ao fazer uma certificação CompTIA chamada CompTIA Linux +, teria direito também de obter a LPIC-1 e por sua vez a Suse CLA, uma outra parceria entre a SUSE e a LPI. Ou seja era uma programa de 3x1, três certificações pelo preço de uma. No início de 2013, agendei meu primeiro exame, o LX0-101. Como eu estava de férias da faculdade, pude me dadicar bastante aos estudos voltados para a certificação. ALEXANDRE@TUX4YOU:~$ Dia 28 de Fevereiro fui ao Rio de Janeiro realizar meu exame. Com muito nervoso tensão, cheguei no local do exame e me identifiquei na recepção. Então me levaram para uma sala onde eram realizados os exames. A sala parecia uma lan house pequena com aproximadamente seis computadores. Ao observar a sala, percebi que a mesma era super monitorada, com câmeras por todas as partes. Após matar toda minha curiosidade com o local e todo o ambiente onde eu estava, me concentrei e dei início ao exame. Era um total de 60 questões algumas de multiplas escolhas e outras abertas. Tinha apenas 90 minutos para responder todas as questões. Logo na primeira pergunta, me desesperei, era sobre um assunto que eu nunca tinha ouvido falar, e o para piorar era uma questão aberta. Marquei para revisá-la no final e continuei fazendo o exame. Após terminar o exame, estava muito nervoso novamente pois sabia que havia a possibilidade de não passar pois haviam muitas perguntas complicadas e que na hora geraram alguma dúvida sobre a resposta. Apareceu na tela um questionário sócio-econômico sobre o motivo de me interessar pela certificação dentre outras coisas. Ao final desse quationário aparece um diálogo na tela escrito assim “Verificando sua pontuação”, essa frase deve ter ficado uns 40 segundos na tela, mas pareciam horas e o resultado não aparecia na tela. Até que aparece uma outra tela como o relatório do exame e minha aprovação no primeiro exame. Fiquei muito feliz, pois havia estudado bastante e tinha aberto mão de algumas coisas para me dedicar aos estudos. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 9 "Minha primeira certificação de Linux" A partir de então, continuei estudando em casa e fazendo simulados on line. Comprei um livro voltado para a certificação e me baseei por ele para minha preparação para o LX0-102. Agendei o exame para dia 17 de Janeiro de 2014. E mais uma vez fui para o Rio de Janeiro. Dessa vez eu estava mais confiante, um pouco nervoso, mas apenas com o horário. Cheguei no local do exame e logo já o iniciei. As primeiras 10 questões foram supertranquilas, pois havia estutado ao máximo sobre o assunto. Houveram algumas questões um pouco complexas mas dessa vez eu já sabia que a certificação seria minha. Ao terminar o exame, novamente apareceu o quationário sócioeconômico e em seguida minha nota final com uma pontuação melhor que no primeiro exame. Com muita alegreia e uma sensação de missão cumprida, recebi os cumprimentos do pessoal da instituição onde prestei os exames e voltei para minha cidade Juiz de Fora. Hoje sou um Profissional Linux Certificado pela Linux Professional Institute, ComTIA e SUSE. Alexandre Martins (16/07/1988) Estudante no curso de Análise de Sistemas da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) Técnico em Informática pelo IFET, Estagiário em desenvolvimento Java na empresa Stefanini IT Solutions. Analista de Suporte na empresa Monkeys IT Solutions. [email protected] A Nova Inclusão Digital: Incluir Para a Sociedade da Informação e do Conhecimento. Houve no passado, uma grande ansiedade para prover as populações com projetos de inclusão digital e dar maior visibilidade as gestões em todos os níveis, que em um governo havia diversas iniciativas de inclusão digital em diferentes órgãos, secretarias ou ministérios. Unificar estas políticas sempre foi um problema, pois os conflitos e indisposições entre gestores causavam desconforto entre as instâncias governamentais e a tentativa de corrigir um erro causado pela ausência de uma política pública de inclusão digital ampla, unificada e institucionalizada deu espaço a pulverização com desperdícios de recursos públicos. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 10 Como se não bastasse esta pulverização que não fortalece os programas, muitos gestores, que não tem uma clara visão social de uma economia periférica e excludente, que infelizmente ainda persiste nas bordas e favelas das grandes cidades e no meio rural, ainda dizem que não é mais necessário inclusão digital. É só olhar para as pesquisas que veremos importantes avanços, mas percebemos também ainda grandes parcelas da população longe de chegar ao ponto ideal de equilíbrio. Se pegarmos os 11,1 milhões de famílias, 48,9 milhões pessoas que ainda dependem do programa bolsa família e outro maior contingente que ainda depende apenas do salário mínimo. Segundo o censo do IBGE de 2010, mais de 115 milhões de brasileiros, quase 60% da população brasileira (32,2 milhões de um total de 54 milhões dos domicílios ocupados), vive com menos de um salário mínimo de renda mensal per capita. Em torno de 50 milhões de pessoas (15,8 milhões de domicílios) vivem com até meio salário mínimo de renda mensal. Outras 16,2 milhões de pessoas vivem com menos de R$ 70 por mês e quase cinco milhões de pessoas não têm renda alguma. Diante desta realidade temos que responder as seguintes perguntas: A renda destas famílias é capaz de manter um computador conectado, considerando o alto preço ou a ausência de banda larga em muitas áreas e regiões do Brasil? Em locais que já há provimento de banda larga e as pessoas tem renda suficiente para ter um computador conectado, elas conseguem aproveitar todos os benefícios destas tecnologias a seu favor e da sua comunidade sem mediação e articulação? Para estas pessoas felizmente foi talvez resolvido o problema da fome e parte delas até de moradia, ou seja, as necessidades básicas de sobrevivência, mas ainda estão distante de Participar ativamente dos benefícios ou oportunidades desta sociedade da informação. Por isso ainda precisam não só de disponibilização de equipamentos e acessos a internet, mas também de desenvolver a prática da cidadania e cultura digital de forma ativa e estratégica, a consciência crítica e política, bem como participar em rede das discussões e demandas sociais comunitárias que as envolve e como aproveitar o potencial das novas tecnologias para o desenvolvimento local, profissional, cultural, educacional e integrado de forma colaborativa e integrada. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 11 Desta forma seriam beneficiadas com os resultados que possa romper com a reprodução da pobreza através do empreendedorismo e autonomia na comunidade onde estão inseridas. Sempre digo que o problema da pobreza contemporânea no Brasil, não é só pobreza material, mas também de pobreza intelectual, pelo falta do desenvolvimento da consciência crítica e política dos cidadãos, que ao meu ver, leva à baixa participação social e política na democracia e nas discussões dos seus próprios interesses. Precisamos de movimentos que possam incentivar nos cidadãos a fome positiva. A fome da participação nos espaços democráticos e coletivos para a construção conjunta de uma nova realidade social. Em todo estes contexto, percebemos que a inclusão digital tem um papel extremamente importante, pois através das ferramentas livres e abertas e das redes, temos inserção em todos os campos da atividade humana, política e social, e uma vez bem planejada, gerida, participativa e mediada representa uma revolução silenciosa com grandes impactos na inclusão social. Ao finalizar este pensamento me lembro de várias ideias, que sempre estamos sugerindo a gestores, e aqueles que tem poder de decisão, mas infelizmente elas caem no silêncio fatal da cansada burocracia e falta de prioridades nos orçamentos públicos para coisas inovadoras. Falo sempre da ideia dos quarteirões digital como solução bem focada e localizada para estimular o desenvolvimento local através da identificação de competências, inteligências e oportunidades criativas para solução de problemas para cada micro território de um bairro ou região de uma metrópole. Nesta ideia, o laboratório digital comunitário, estaria em um espaço amplo e bem equipado com rede sem fio (fibra ótica), Um armário com 20 notebooks armazenados nas 20 gavetas com 20 tomadas para carregamentos de bateria. O salão principal seria usado para qualquer reunião comunitária ou debate de questões locais ou municipais que afetassem aquela comunidade, nos horários de oficinas ou outras atividade técnicas, os notebooks seriam colocados sobre a mesa para uso. (sala multiuso) Portadores de Celulares, tablet, e outros dispositivos móveis poderiam ser usados na sala anexa como uso livre em horários determinados. Os usuários poderiam também trazer seus próprios equipamentos para instalação, de softwares e aplicativos livres e utilização em oficinas mais avançadas. Este laboratório estaria bem localizado em uma região mais centralizada do Bairro e atenderia os grupos de diversos quarteirões do entorno, funcionando como uma base de apoio tecnológico e formação de rede local, que integraria posteriormente a outros centros, formando assim diversos nós das redes. Os grupos ou cidadãos destas micro redes que se destacassem e demandassem uma formação mais ampliada se integrariam a um laboratório central mais avançado. A composição dos cadastrados neste quarteirão digital, seriam assim divididas: Crianças de 8 a 12 anos. Adolescentes e jovens de 13 a 19 anos Adultos de 20 a 40 anos Adultos de 41 a 60 anos Terceira idade de 61 anos acima. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 12 Grupos de famílias considerando todas as idades de um domicilio.(integração) Escolas públicas e privadas (integração na educação) Depois do estudo básico para todos os grupos, estes grupos de formação seriam subdivididos segundo seus interesses e necessidades. Concluída esta formação, iniciaríamos o cadastramento de um novo quarteirão. Este cadastramento ou inscrição seria feito de casa em casa, com todos os componentes das famílias, até fechar todo o quarteirão. Lembrando que em alguns momentos, algumas atividades seriam realizadas em uma família, ou em um espaço dentro do próprio quarteirão, incluindo até instalação de softwares e aplicativos livres nos computadores pessoais das famílias, com sua autorização ou pela adesão ao projeto. Implantação de banda larga para todos seria um dos objetivos. Um agente de suporte técnico especializado e treinado em administração em Linux da comunidade local, faria o atendimento técnico das famílias que aderissem ao sistema, cobrando uma pequena taxa por visita. Um grupo de pessoas escolhido pelo próprio quarteirão, formaria um comitê consultivo, que se reuniria em períodos determinados para avaliar o projeto e sugerir melhorias e novas correções e atualizações. O projeto teria participação de voluntários, agentes formadores, universidades, prefeitura, Ongs, pesquisadores, e aporte financeiro de patrocinadores e dos 3 níveis de governo através dos seus órgãos afins. Teria também um fundo financeiro comunitário, aberto a doações de qualquer cidadão da comunidade e do mundo para uma reserva, prevendo a continuidade, quando cessassem os recursos públicos ou pela mudança de governantes que que porventura não viessem a reconhecer o programa. Esta é uma das ideias para que a inclusão digital seja uma programa revolucionário em qualquer região, principalmente nas áreas mais densas e carentes de baixo desenvolvimento sócio econômico. Estas idéias foram inspiradas nos modos de atuação do programa saúde da família, mas de forma mais abrangentes e voltada a inclusão digital plena. Há também influência da ideia de escola aberta e escola comunitária. A informação, a formação e o conhecimento não deve estar limitado as paredes de um salão, mas ir para as ruas praças e casas, onde está a diversidade. Considero que o atendimento e articulação demarcado por território faz uma aproximação estreita e produtiva com a comunidade, promovendo um envolvimento maior dos cidadãos e um despertar para a prática da cidadania plena e conscientização social e comunitária tendo como meio as tecnologias da informação e comunicação. Estes são os principais diferenciais em relação aos antigos projetos de implantação de telecentros, e até mesmo em relação as cidades digitais, pois vai até a população, onde ela está, muitas vezes até resgatando pessoas do comodismo e da inércia e despertando-as para uma nova realidade possível, de acordo com cada característica, cada habilidade, cada necessidade, cada talento ou inteligência, adormecidos em um aglomerado de pessoas preocupadas com a sobrevivência de cada dia. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 13 Destas e outras ideias, poderemos trazer para a prática o que descreve o Prof. Ladislau Dowbor neste artigo: http://dowbor.org/blog/wpcontent/uploads/2014/06/Dowbor_20 05_Politicas-nacionais-de-apoioa_12148.pdf Ou o a concretização do pensamento do sociólogo Manuel Castels em seus livros e artigos sobre a sociedade em rede. Biografia: Jesulino Alves, Nasceu em 11 de Junho de 1964 na zona Rural do Municipio de Caculé, Bahia a 750 Km de Salvador no sertão do sudoeste Bahiano, e Semiárido Nordestino. Ainda adolescente participou da implantação da Escola Familia Agrícola. (pedagogia da Alternãncia) Participou da Fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caculé e das comunidades Eclesiais de base no campo. Veio Para São Paulo 1985 e depois de trabalhar como operário, trabalhou na implantação e coordenação de telecentros comunitários em bairros da zona leste de São Paulo e Cidade Tiradentes. Também participou de projetos comunitários patrocinados pela petrobrás. É ativista do Software livre e da inclusão digital e membro da oscip Coletivo Digital. Website: http://softwarelivre.org/mslguarulhos Código Aberto X Código Fechado: Qual o mais Seguro? Estimados leitores, essa pergunta é a que eu mais ouço em todos esses anos de palestras e debates sobre segurança da informação. Creio que essa dúvida sempre se inicia com a afirmação: O código aberto perde sua segurança por poder ser visualizado por qualquer um que deseja explorá-lo e o código fechado sai em vantagem pois seu código não é visto por qualquer um. Com vistas sobre essa discussão, me senti estimulado a escrever sobre segurança no Código Aberto X Código fechado, pois geralmente esse debate acontece em bares e pequenas rodas em eventos de software livre, em sua grande maioria acaba em nada. Isso porque muitas vezes os defensores de cada um dos lados toma isso de forma ‘religiosa’, apoiando-se em suas crenças e não em suas reais fundamentações teóricas. A análise desse assunto é delicada, principalmente por causa de alguns xiitas defensores de ambos os lados. Neste artigo eu quis abordar o assunto com total idoneidade para preservar a idéia e não a predileção! Esse tema ganhou mais força após a divulgação da vulnerabilidade chamada de Heartbleed. Para os que não sabem, essa vulnerabilidade é um bug severo na popular biblioteca de criptografia chamada OpenSSL (Código aberto). A falha permite roubo de informação protegida pelas criptografias nos protocolos SSL/TLS, esta que é de comum uso para segurança na internet. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 14 Os protocolos SSL/TLS fornecem comunicação segura e privacidade em conexões de internet, muito utilizados em aplicações web, email, mensageiros instantâneos (IM) e redes de comunicação privadas (VPNs). Este bug permite que qualquer pessoa na internet seja capaz de ler uma parte da memória RAM dos sistemas protegidos pelo OpenSSL. Assim comprometendo as chaves de identificação que os serviços utilizam para criptografar o tráfego, este que pode conter usuários, senhas e o conteúdo enviado pelo usuário. Isso permite que invasores que estão monitorando sua comunicação, sejam capazes de roubar suas informações que estariam criptografadas inicialmente. O que não é visto nos artigos sobre essa vulnerabilidade é que ela foi corrigida em pouco tempo, antes mesmo da notícia chegar aos utilizadores dos sistemas e outros serviços suportados pelo OpenSSL. Já os sistemas proprietários demoraram um pouco mais para resolver, sendo que alguns ainda não conseguiram achar uma solução. Da mesma forma ocorreu com o caso de um problema descoberto na implementação TCP/IP de qualquer sistema operacional, em 1996. A correção para Linux(Código Aberto) foi publicada em 20 minutos, enquanto que para outros sistemas(Código Fechado) demorou 2 dias úteis. Há dezenas de outros casos semelhantes a estes dois, mas o que devemos observar é que o sistema operacional GNU/Linux é utilizado por milhões de usuários pelo mundo, assim então têm uma equipe de desenvolvimento e programadores muito mair que outros sistemas e programas. Devemos nos atentar que utilizar softwares de código aberto também não é garantia de que você estará seguro, até porque não existe nenhum sistema/software 100% seguro! Analisando o código fechado temos um lado forte a seu favor que é a garantia que não teremos pessoas pelo mundo todo vasculhando e analisando o código em busca de falhas e vulnerabilidades para assim explorá-las. Dessa forma o código fechado tem uma ligeira vantagem sobre essa obscuridade. Um exemplo disso é a Borland que liberou o código do Interbase: eles esqueceram de remover um trecho do código que abria um backdoor de administração, dessa forma, foi descoberto e removido assim que outros começaram a olhar seu código fonte. Esse motivo foi de muita vergonha para a Borland que é uma grande empresa. Um aspecto diferente a ser observado é pela quantidade de desenvolvedores que tem acesso ao código do software. Se poucas pessoas revisam o código, a chance de um erro estar inserido neste código é muito maior do que quando há diversos revisores. Podemos observar isso na evolução da criptografia no mundo onde no inicio de sua utilização substitui-se as letras do alfabeto avançando três casas, assim o autor da cifragem trocava cada letra por outra situada a três posições à frente no alfabeto. Esse algoritmo foi responsável por enganar muitos inimigos do Império Romano; no entanto, após ter sido descoberta a chave, como todas, perdeu sua funcionalidade. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 15 Depois de diversas possibilidades de substituição serem descobertas evoluiu-se então para a cifra, que é um ou mais algoritmos que cifram e decifram um texto. A operação do algoritmo costuma ter como parâmetro uma chave criptográfica. Tal parâmetro costuma ser secreto (conhecido somente pelos comunicantes). A cifra pode ser conhecida, mas não a chave; assim como se entende o mecanismo de uma fechadura comum, mas não se pode abrir a porta sem uma chave real. Dessa forma a cifra podia ser testada, por diversos estudiosos, como matemáticos e criptográficos da época, para então verificar o quão seguro era para ser utilizada. Fazendo uma analogia, o código por ser aberto pode passar por diversos desenvolvedores e dessa forma podendo ser testados e então apontar suas falhas e vulnerabilidades. Uma quantidade ilimitada de ferramentas de segurança que tem uma grande equipe de desenvolvedores/revisores dos seus códigos pode ser listada como por exemplo: OpenSSL, SELinux, PKI, IPTables entre outros. Essas soluções vão tanto do antivírus ao SIEM (correlacionador de eventos), portanto o cansado argumento de que não há confiança no código aberto não é mais válido e além disso, resultados de testes como o realizado por diversas empresas, que colocou os firewalls gratuitos de código aberto na frente das soluções pagas para Windows, têm servido para consolidar a argumentação favorável a uma estrutura de segurança em código aberto. A ausência da pressão do ‘time to market’, as soluções desenvolvidas pela comunidade poderiam se focar exclusivamente na qualidade e não precisam se preocupar em manter um modelo de negócios viável. Por terem sido criadas por paixão – contando com estudantes e acadêmicos destacados – as ferramentas não teriam as brechas causadas pela pressa. Podemos verificar então que tanto o código aberto quanto o código fechado, tem diversas vantagens e desvantagens que se confrontam diretamente, mas como observado o código aberto tem uma vantagem inicial que é a possibilidade de ser revisado por diversos programadores e pessoas que contribuem pra seu desenvolvimento, ainda mais com o advento da internet e o compartilhamento do conhecimento e além disso se o desenvolvedor original não desejar corrigir, você pode simplesmente alterar o código para seu uso e divulgar para comunidade o que foi realizado, assim ajudando a disseminar duas das liberdades que estão listadas na ideologia do Software Livre. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 16 Se isso ocorre em um software de código fechado os utilizadores ficariam simplesmente aguardando o ‘dono’ do código alterar se ele assim achar necessário, isso se alguém descobrisse a falha. Essa é a famosa `prisão` é a tão falada no meio dos defensores do código aberto e um dos argumentos mais fortes para adoção desta vertente. É obvio que as empresas de segurança de grande porte vão defender o seu modelo em relação ao da concorrência em código aberto. Da mesmo modo, está clara a larga utilização das ferramentas desenvolvidas com código aberto no universo corporativo. Independente da escolha do Lado A ou do Lado B, o mais crucial como fatore crítico de sucesso é buscar sempre softwares com códigos que são bastante auditados, já que a discussão é software seguro. Verificar a quantidade de contribuidores no desenvolvimento deste código e principalmente visar a interoperabilidade, a disponibilidade, a integridade e a confidencialidade dos softwares utilizados em seu parque computacional, é o foco prioritário para assim atingir o conceito básico da segurança da informação e comunicações. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 17 Autor Alcyon Junior, evangelizador do software livre, é Consultor de Segurança Cibernética das Nações Unidas, Professor na Univesidade Católica de Brasília e mantenedor do Portal TIC http://portaltic.com. Possui três graduações em Tecnologia de Informação, com ênfase em redes de computador. Certificado em ISFS ISO/IEC 27002, CNAP, LPIC-1 e Macfee Vulnerability Manager. Pós-graduado em Redes de Computador pela CISCO e MBA em Governança de TI. Mestre em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação com ênfase em Segurança Cibernética pela Universidade Católica de Brasília. www.elosolidario.org.br O Elo solidário é uma organização Comunitária que tem como objetivo: Promover a Cidadania e o Desenvolvimento Social. Venha fazer parte deste elo de solidariedade: www.elosolidario.org.br Guia - Pós Instalação Ubuntu 14.04 LTS Você acabou de instalar o novo Ubuntu e tem dúvida de o que fazer para torná-lo ainda mais simples para um usuário padrão. Neste pequeno tutorial pretendo ajudá-lo com estas dúvidas comuns aos iniciantes. O primeiro passo é "Atualizar todo o sistema". Para isto clique no botão de inicio do ubuntu e digite na caixa de pesquisa: Atualizador de Programas Com este programa você conseguirá atualizar o Ubuntu caso haja alguma atualização, basta aguardar o procura procurar as atualizações e clicar e "instalar", digite a sua senha de usuário e confirme, agora é só aguardar. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 19 Aceleração 3D e Algumas placas Wifi necessitam de um "Driver adicional". Como estes pacotes de programas geralmente não são livres é necessário sua instalação. Clique no menu de inicio do ubuntu e digite: "Drivers adicionais". Aceleração 3D e Algumas placas Wifi necessitam de um "Driver adicional". Como estes pacotes de programas geralmente não são livres é necessário sua instalação. Clique no menu de inicio do ubuntu e digite: "Drivers adicionais". Clique no driver "Se aparecer" e "Aplicar alterações" - Aguarde o download do driver e sua instalação que é automatizada. Codecs de Audio e Vídeo Para que você consiga escutar suas músicas em Mp3, acessar o site do youtube (que requer o flash), visualizar videos em quase todos os formatos é necessário instalar um pacote de codecs. Abra a central de programas do Ubuntu linux e pesquise: ubuntu-restricted-extras Faça sua instalação. Procure também: libavcodec-extra Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 20 Skype para linux? Acessar Internet Banking Sim. A Microsoft mantém um pacote de instalação do Skype para ubuntu. Basta Para acessar Internet Banking geralmente acessar o site: http://www.skype.com/pt- é necessário que você habilite o plugin do br/download-skype/skype-for-computer/ Java da Oracle. Vamos fazer isto pelo terminal de comandos, de modo indolor E fazer download do pacote de instalação eu prometo :-). Clique no menu de inicio .deb do ubuntu e digite - Terminal - Abra-o: Recomenda-se fazer o download do pacote: Ubuntu 12.04 Multiarch. Após o download, dê dois cliques no arquivo, digite sua senha e aguarde a instalação. Navegador Chrome Para quem curte este navegador, os procedimentos são simplórios como os da instalação do skype. Acesse o site: https://www.google.com/intl/ptBR/chrome/browser/ Faça download do pacote .deb (Escolha a arquitetura .32 bits ou .64bits) Dê dois cliques no arquivo após a instalação digite sua senha e aguarde. No terminal de comando digite um comando por vez e aperte <enter> sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java sudo apt-get update sudo apt-get install oracle-java8-installer ubuntu-restricted-extras libavcodec-extra Toda edição testaremos em uma semana uma distribuição de Gnu/Linux. Desta vez testamos o novissímo OpenMandriva. Se você nunca viu estes box do Sistema Operacional Conectiva Linux à venda nas casas bahia ou em qualquer outro lugar não se preocupe, eles não estão mais a venda já faz algum tempo. A Conectiva foi uma companhia fundada em 28 de Agosto de 1995 em Curitiba, Paraná, Brasil, por um grupo de amigos, juntamente com Arnaldo Carvalho de Melo, que foi um pioneiro em distribuições Linux e softwares livres no Brasil e em toda a América Latina. Além da distribuição Linux para o mercado da América Latina, a Conectiva desenvolveu uma série de produtos e outros serviços direcionados ao mercado de utilitários para softwares livres, incluindo livros, manuais, e softwares adicionais como o Linux Tools e suporte a toda a América Latina através de seus centros de serviços e parceiros. Mas a Conectiva vendia box com sua distribuição de Linux? Sim. Não existe nenhuma proibição do software livre à respeito de vender o sistema. O que não pode é você negar de distribuir o código fonte do sistema. O Código fonte é a receita de bolo e ela estava presente no box vendido pela conectiva. Então eles cobravam na verdade pela caixinha com manual e o trabalho de compilação e suporte do sistema incluso. Em Janeiro de 2005 a Brasileira Conectiva foi vendida para a empresa Alemã MandrakeSoft pelo valor de 1.79 milhões de Euros, no mês de abril deste mesmo ano a MandrakeSoft mudou o nome da empresa para Mandriva. A Mandriva desenvolve uma distribuição de Gnu/Linux com o mesmo nome da compana (Mandriva Linux). Em 2010 a Mandriva começou a apresentar problemas financeiros e rumores pipocaram na web informando que a empresa estaria em leilão. O fato é que a situação da empresa assustou os usuários do sistema operacional Mandriva Linux. Uma parte da diretoria e de programadores que se afastaram da compania criaram uma alternativa para a comunidade de usuários do Mandriva Linux chamada de Mageia Linux. https://www.mageia.org/pt-br/ Atualmente a empresa Mandriva continua ativa e se recuperando financeiramente e agora ela apoia um projeto livre chamado "OpenMandriva". O OpenMandriva utiliza o sistema de pacotes RPM (Red Hat Package Manager) um sistema simples de instalação de pacotes. A interface padrão do sistema é o KDE, ambiente estável e bonito. Minhas considerações: O OpenMandriva é rápido, simples de se utilizar e muito focado no usuário iniciante. O seu painel de configurações lembra um pouco o painel de controle do Windows o que ajuda aos usuários que estão migrando deste sistema operacional. No entanto; O OpenMandriva utiliza o gerenciador de pacotes RPM o que dificulta a instalação de diversos aplicativos que ultimamente são feitos pensando-se no Ubuntu (.deb). Uma novidade no OpenMandriva é o OpenMandriva Welcome que ajuda usuários inciantes na instalação de programas e configuraçao do sistema. A ferramente é intuitiva e ajuda o usuário por exemplo à instalar o Skype ou configurar uma impressora. Nos meus testes o "Welcome" falhou na instalação do VirtualBox e do Flash Player; acredito que por quê eu utilizava a versão de 64 bits. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 24 Durante minha semana de uso nesta distribuição tive diversos erros de dependência de bibliotecas para a instalação de diversos aplicativos o que me faz pensar se ele esta pronto para o usuário migratório do windows. Nesta coluna da revista testaremos durante uma semana uma distribuição de Gnu/Linux com a ótica de um usuário iniciante. (Evitaremos à utilização de linha de comando) para a resolução dos problemas. Assim saberemos qual distribuição de Gnu/Linux é mais user-friendly e de certo modo o ajudaremos na escolha de sua distribuição. Liberte-se do Windows com o kubuntu Guia para iniciantes Kubuntu é uma variante do Ubuntu que utiliza o KDE como interface padrão ao invés do Unity usado no Ubuntu. Neste artigo vou abordar o Kubuntu como uma opção ao Microsoft Windows pela similaridade gráfica da interface gráfica KDE com o Windows 7, que deve, assustar menos o usuário novato do que o Unity com sua barra lateral e menu de tela cheia. Ubuntu 14.04 padrão Unity Download do Kubuntu: http://www.kubuntu.org/getkubuntu O Kubuntu 14.04 é LTS (Long Term Support) o que significa que a versão de desktop terá suporte pôr 3 anos e a versão para servidores terá suporte para 5 anos. Após o download que tem a extensão de arquivo .iso grave pelo seu windows clicando com o botão direito do mouse e escolhendo a opção (Gravador de imagem do windows). Após gravar o DVD reinicie o seu computador. Lembre-se de configurar a ordem de boot de sua BIOS para iniciar pelo DVD-ROM. Se não souber fazer isto, recomendo: http://www.hardware.com.br/guias/m ontagem-manutencao-micros/opcoesboot.html Kubuntu 14.04 padrão KDE Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 26 Na primeira etapa após o inicio pelo DVDRom você deve escolher o idioma e clicar em "instalar Kubuntu". A próxima Fase é a verificação de espaço de instalação. Sendo que você pode deixar o seu antigo sistema operacional rodando em dual boot com o Kubuntu. Não será nosso caso, faremos a instalação de um único sistema operacional na máquina portanto e necessário que você faça backup de seus arquivos como musicas e fotos. Aqui nessa tela basta selecionar : Instalar esse programa de terceiros Instalar atualizações enquanto instala. E clicar em continuar no canto inferior direito da tela: A próxima fase será a de instalação. Como se lê ali, existem duas formas de instalação: Assistido, usar o disco inteiro ou Manual Utilizaremos a primeira "Assistido" que como você pode ver na imagem já veio selecionada portanto é só clicar mais uma vez no canto inferior direito da tela em: Instalar Agora Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 27 Aqui escolheremos o nosso fuso horário. Se você já optou antes em língua português-BR ela já vem com a opção São Paulo selecionada portanto basta clicar novamente no canto inferior direito em continuar. Após esta etapa configure o teclado conforme imagem acima. Perceba que toda a instalação já te da as opções marcadas em uso geral bastando você clicar em continuar. É importante que você leia, sem duvida, aqui o nosso caso de escolha de teclado. Quase todos os teclado seguem esse padrão caso esse não seja o seu caso escolha seu modelo de tecladoe clique em continuar. A próxima etapa será de configuração de nome do usuário do sistema e cópia dos arquivos, após reiniciar o sistema retire o DVD e aguarde a inicialização pelo HD. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 28 Área de Trabalho Comum Se você curte a àrea de Trabalho com ícones, seguindo o estilo do Windows 7, clique com o botão direito e vá em "Configurações da area de trabalho" - Em Leiaute coloque na opção: Pasta. Veja imagem ao lado. Lançador simples ou não. Clique com o botão direito no menu iniciar - K na barra de tarefas e selecione "Mudar para estilo clássico de menu" para quem curte um menu mais no estilo do Windows 98. Faça o mesmo se deseja retornar ao menu padrão do kde 4. Cadê o Painel de controle? Clique no menu iniciar k - Computador - Configuração do sistema Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 29 Resolução do Monitor Como as ferramentas deste painel de configuração são simples e intuitivas, vamos abordar somente as mais comuns para os usuários iniciantes. Na opção tela e monitor você pode alterar a resolução do seu monitor. Gerenciamento de Energia Nesta opção você faz os ajustes de energia para seu notebook. Você pode configurar o brilho da tela, tempo para a suspensão do sistema e o que fazer quando baixar a tampa do laptop. Mensageiro do Facebook e Google Esta é uma opção interessante para quem possui muitos amigos nestas redes. O Kubuntu já possui um serviço de chat integrado. Escolha a opção "Mensageiro instantaneo e VOIP" e clique em adicionar contas. Após configurar suas contas, você terá um ícone na barra de tarefas próximo do volume. Por padrão você vai estar desconectado, basta abrir o serviço clicando no ícone e depois colocar como conectado. Conforme mostra a imagem ao lado. Tux 4 You - A revista do iniciante em Linux | 30 Ouvindo suas músicas em grande estilo O Kubuntu vem com o player de música Amarok que permite além de tocar seus arquivos .mp3 e .ogg saber informações adicionais sobre o artista, o albúm e a música além de exibir as letras. Configurando o Wikipédia Configurando o local das Músicas Caso esteja em inglês (Padrão) clique no ícone abaixo: Ao executar sua música você pode acompanhar informações sobre a banda no wikipédia. O primeiro passo ao abrir o Amarok é configurar as pastas e subpastas que possuimos com as músicas. Clique no menu superior - Configurações Configurar Amarok Depois clique em "Coleção Local" Escolha sua pasta com as músicas, clique em aplicar e ok. (Aguarde) Configurações de idioma do Wikipédia - Selecione português. Instalando aplicativos: Clique no menu iniciar K - Computador Descobridor do Muon (Central de aplicativos). O software é intuitivo: Clique em uma sessão (Exemplo: Acessórios), escolha o aplicativo e clique em instalar. As dicas de pós instalação do Ubuntu 14.04 que estão nesta revista na página 19 servem perfeitamente para o Kubuntu. O Kubuntu já vem com diversos aplicativos para o usuário doméstico como o Libreoffice (Pacote Office) e o Firefox (Navegador WEB), vamos porém conhecer alguns aplicativos que você pode instalar pelo Muon e que são fantásticos. Começaremos pelo Jogo "0 a.d" acompanhe na próxima página. 0 A.D é um jogo de estratégia em tempo real que lembra a franquia "Age of Empires" no entanto 0 A.D é opensource. O game começou a ser desenvolvido em 2001 com a colaboração de várias ideias diferentes. A primeira ideia foi um pedido fã elaborado por um grupo de "gamers, chamado Tonto Clan", Eles compilaram um design para um remake do Age oF empires: The Rise Of Rome e enviaram para os desenvolvedores da Ensemble Studio que não curtiram a ideia pois estavam focado em um jogo de mitologia (Age of Mythology) Ainda bem :-) A segunda ideia surgiu de uma equipe de modding chamada Widfire Games, eles completaram um Mod grande para o Age of empires II: The Age of Kings (AOK) chamado "Roma At War" buscando expandir o sucesso eles começaram a desenvolver um outro MOD em uma escala maior mas descobriram que não podiam mudar muitas caracteristicas do motor AoK (De código proprietário), levando-os a olhar para o desenvolvimento de um jogo autônomo. Por último, mas não menos importante, um projeto de modding fantasia, mais tarde chamado de The Last Alliance (TLA), começou a estudar a criação de sua própria modificação, e também estava interessado na possibilidade de criar um jogo independente com o seu próprio motor. "Um dos melhores jogos de código aberto para linux sem dúvida". Embora num primeiro momento, estes três grupos interagiram de forma independente sobre o fórum de Age of Kings heaven, um fansite AoK, eles unificaram suas idéias para o conceito de um freeware, motor de jogo independente para apoiar 0 AD e TLA, no inverno de 2001/2002. Jason "Wijitmaker" Bispo, de 23 anos de idade, de Edwall, Washington, assumiu a liderança e iria continuar a gerenciar o projeto para os próximos 6 anos. Até 2009 o jogo seguia seu desenvolvimento com o código fechado. Com a falta de programadores o jogo estava seguindo um processo lento de desenvolvimento e rumava ao fracasso. Mas em julho de 2009 o projeto tornouse aberto com a licença GPL. Muita coisa tem evoluido no game desde então e recomendo que você conheça! Conheça novos sistemas operacionais através de virtualização. Se você está curtindo o mundo linux e queria instalar diversas distribuições Gnu/Linux para saber com qual você melhor se identifica, nada melhor, que o virtualbox. Ele é amigável e simples. O sistema hospedeiro pode ser instalado em Windows, Linux e Mac Os. No caso do kubuntu você encontra ele na central de aplicativos. A virtualização é um grande negócio em servidores para aumentar a eficiência do hardware, e é um dos blocos de fundação da "tecnologias nas nuvens". Nesta era de hardware poderoso, a virtualização é barata e abre um vasto mundo de possibilidades. Eu uso o VirtualBox para manter várias instâncias de desenvolvimento e para que eu possa experimentar livremente e explodir coisas sem se preocupar em perder qualquer coisa. Quanto mais poderoso o seu sistema, melhor, porque você estará executando vários sistemas operacionais ao mesmo tempo, então, invista em memória RAM e um processador com vários núcleos. O meu equipamento de uso é um notebook samsung - Core i5 com 4GB de RAM (pouco) mas funciona tranquilo para virtualizar uma distribuição de linux. A instalação de um sistema operacional convidado é fácil. Primeiro faça download de uma imagem ISO de instalação da maneira usual. Abra o VirtualBox e clique no botão azul bonito. Você verá uma janela como na ao lado. Basta preencher as informações e clicar em Avançar. Na próxima tela você irá alocar memória. Virtualbox, por qualquer motivo, recomenda 512 MB, o que não é suficiente para a maioria das instalações. Se você está instalando uma distribuição (servidores), sem gráficos é o suficiente, mas se você quer gráficos, então coloque mais, como se você estivesse fazendo uma instalação autônoma. Eu estou dando 4GB para o CentOS. Esta memória não estarão disponíveis para o meu sistema host (Kubuntu), quando CentOS está em execução. Nas próximas duas telas você irá criar um novo disco rígido virtual no formato VDI (imagem de disco VirtualBox). Na próxima tela, você tem que escolher um arquivo de disco rígido fixo ou alocada dinamicamente. A de tamanho fixo irá proporcionar um desempenho um pouco mais rápido, ao custo de ocupar o espaço de armazenamento não utilizado. Após estas configurações você irá retornar ao painel de controle principal do VirtualBox, onde você pode clicar no botão Iniciar. Clone Depois de ter criado sua imagem de virtualização você pode cloná-la. Você tem uma escolha de um clone completo ou um Clone Linked. A Clone completa é uma cópia completa e independente, que você pode se movimentar e realizar experiências terríveis sem afetar a imagem original. A Clone Linked compartilha arquivos com o original. Sabe quando você não sabe se instalar algo pode ser destrutivo ao sistema? Clone antes, teste. :-) Exportar VM Este é o meu recurso favorito: criar uma VM de uma certa maneira, exportá-lo como um dispositivo, e então ele pode ser facilmente importado por outros usuários em seus próprios sistemas VirtualBox. Lembre-se de clicar em "Armazenamento" ou Storage se sua versão estiver em Inglês e configuar o disco (drive) para iniciar pela sua imagem ISO. E isso é tudo que você precisa fazer para uma instalação básica novo sistema operacional. Uma coisa que muitas vezes assusta o iniciante é a captura do mouse: para liberá-lo da janela do VM, mantenha pressionada a tecla Ctrl direita. Você pode configurar isso em Arquivo> Preferências, em seu painel de controle VirtualBox principal. Aplicativos excelentes para Linux A principío o título era "Os melhores aplicativos para linux" mas antes mesmo de começar a escrever sobre, foi tanta discórdia que o melhor a se fazer foi mudar o título. Editor de imagem Isto por quê o que pode ser "Melhor para mim, pode não ser para você" e como o Linux possui geralmente diversas opções só me restou escrever : Aplicativos excelentes para linux. Manipulador de fotos Suite escritório Escolher o LibreOffice é algo fácil. Ele é o padrão para praticamente todas as distribuições Linux. Sua compatibilidade com o Microsoft Office torna ele uma boa escolha para usuários que necessitam trocar documentos com seus colegas de trabalho que usam esta plaforma proprietária. Player de música Este foi um cara complicado de escolher. Realizei até uma enquete na rede social Tux 4 You, que ficou em empate. Eu curto o Amarok no qual já escrevi aqui, por quê já vem com o plugin de "letras" e "wikipédia"; porém, se estiver utilizando o Gnome ou unity eu não recomendo, pois ele é basicamente escrito para KDE e apesar de funcionar em outros ambientes, será necessário instalar diversas bibliotecas do KDE o que tornará o player pesado em outro ambiente. O GIMP já se consolidou com o melhor editor de imagem para Linux e eu não poderia mudar este status. Showtell - É o padrãopara o Fedora e Ubuntu, e lida com fotos RAW assim como JPEG. Eletambém tem um bom conjunto de recursos básicos de edição para cortar, se livrar de olhos vermelhos em fotos, etc... Cliente de e-mail Thunderbird: Eu utilizo muito clientes de e-mail, já passei pelo K-mail (padrão do Kubuntu) evolution, entre outros. Mas o Thunderbird é fácil e simples, além disto, é multiplataforma e você sempre poderá configurar tudo em qualquer lugar do mesmo modo. Gravar CDs Meu coração fica dividido neste ponto. Então vou colocar os dois em minha lista (Brasero e K3B). Baixar músicas Amule - mesmo que eMule, limewire e Frostwire. Tenho conseguido muita coisa com o Amule. Então fico com ele. Vídeos- Filmes Faz algum tempo que não paro para assistir algo no computador. Mas fico com o VLC pelo suporte à legendas. Empregos Free-Lancer Faça seu marketing e oferte-se ao mercado de Trabalho. Sem cadastro e gratuíto. jobs.tux4.com.br Blogs e sites de amigos e parceiros: http://fernandogr.com.br/fgrblog/ http://www.informaticode.blogspot.com.br http://opensourcegnu.blogspot.com.br/ http://www.linuxtotal.org Considerações Finais: Sempre agradeço em todos os meus trabalhos minha esposa e minha filha. Para realizar esta simples edição de 40 páginas, tive que abrir mão de algum tempo que poderia estar aproveitando com elas, mas elas me apoiam, sabem que adoro compartilhar conhecimento sobre Linux e opensource; então: Fernanda e Giovanna, amo vocês! Sobre esta revista; ela não vai continuar mais neste formato (PDF); os planos seguiram outro caminho, mas se você gostou devo acalmá-lo: A próxima edição será mais dinâmica e eletrônica - Com vídeo-aula e muito mais. Aguardem. Estou procurando colaboradores para este próximo trabalho que será o "Olhar digital" do software livre. Se você curtiu a ideia, procure pôr mim na rede social Tux 4 You. www.rede.tux4.com.br - grubelilo.