Manual do Aluno Sumário Apresentação Sobre o Programa 3 4 Localização Público Alvo Horário e Dias Matrícula Foco das Pesquisas 4 5 5 5 5 Norma do Programa 6 Natureza e Objetivos Admissão Organização Didática Colegiado do Programa Coordenação do Programa Corpo Docente Corpo Discente Seminário de Mestrado e Exame de Qualificação Obtenção do Grau e Expedição do Diploma Disposições Finais 6 8 8 10 12 12 13 Educação Profissional e Educação de Jovens E Adultos Educação, Ciência e Estudo Culturais Espaços Educativos Não Formais Formação de Professores de Ciências e Matemática Gestão da Sala de Aula História e Filosofia da Ciência História e Filosofia da Matemática Informática Aplicada à Educação em Ciências e Matemática Metodologia da Pesquisa Metodologias Alternativas Pesquisa de Mestrado I Pesquisa de Mestrado II Pesquisa de Mestrado III Pesquisa de Mestrado IV Prática de Ensino Supervisionada Práticas Pedagógicas em Ciências Práticas Pedagógicas em Matemática Seminários de Pesquisa em Educação em Ciências e Matemática 14 14 15 Disciplinas do Programa 16 Núcleo Comum Núcleo Específico Disciplinas Optativas Pesquisa de Mestrado Prática de Ensino Supervisionado 16 16 16 17 17 Distribuição dos Crétidos 17 Nucleos Disciplinares Itinerário Formativo 17 17 Ementas 18 Ciência, Tecnologia e Sociedade Conceitos Fundamentais em Educação em Ciências e Matemática Currículo em Educação em Ciências e Matemática Debates Conceituais em Biologia Debates Conceituais em Ciências Debates Conceituais em Física Debates Conceituais em Matemática Debates Conceituais em Química Divulgação Científica Educação Ambiental Educação Científica no Campo 18 Sociedades Científicas Associação Brasileira de Pesquisa em Ensino de Ciências Associação Brasileira de Pesquisa em Educação Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência Sociedade Brasileira de Ensino de Biologia Sociedade Brasileira de Física Sociedade Brasileira de Educação Matemática Sociedade Brasileira de Química Associação Brasileira de Química Redpop 19 21 22 22 23 24 25 26 27 29 1 30 32 33 34 35 37 38 38 40 40 41 41 42 42 42 43 44 47 48 48 48 49 49 49 50 51 51 52 Eventos Nacionais e Internacionais 53 Educação em Ciências e Matemática Ensino de Biologia Ensino de Matemática Ensino de Física Ensino de Química 53 53 54 54 54 Coordenação Prof. Dr. Sidnei Quezada Meireles Leite Coordenador Prof. Dr. Rony Cláudio de Oliveira Freitas Vice-Coordenador Colegiado do Programa Prof. Dr. Sidnei Quezada Meireles Leite Prof. Dr. Rony Cláudio de Oliveira Freitas Prof. Dr. Antônio Henrique Pinto Prof. Dr. Carlos Roberto Pires Campos Prof. Dr. Emmanuel Fravre-Nicolin Prof. Dr. Edmar Thiengo Docentes Credenciados Docentes Permanentes Antônio Donizetti Sgarbi, D.Ed. Antônio Henrique Pinto, D.Ed. Atanásio Alves do Amaral, D.Sc. Carlos Roberto Pires Campos, D.L. Edmar Reis Thiengo, D.Ed. Eduardo Augusto Moscon Oliveira, D.Ed. Emmanuel Marcel Favre-Nicolin, D.Sc. Helio Roseti Junior, D.Sc. Maria Alice Veiga Ferreira de Souza, D.Ed. Maria Auxiliadora Vilela Paiva, D.Sc. Rony Cláudio de Oliveira Freitas, D.Ed. Sandra Aparecida Fraga da Silva, D.Ed. Sidnei Quezada Meireles Leite, D.Sc. Docentes Colaboradores Ligia Arantes Sad, D.Ed. Luciano De Oliveira Toledo, D.Sc. Marco Antônio Barbosa Braga, D.Sc. Nilton Nélio Cometti, D.Sc. Sérgio Mascarello Bisch, D.Ed. 2 Apresentação Em 2009, reunimos um pouco mais que dez professores doutores para discutir a possibilidade de criarmos um Programa de Pós-graduação voltado para atender as demandas de pós-graduação stricto sensu em educação científica. Nesse grupo, a maior parte dos professores possuía formação e atuação em Educação Matemática. Os professores Maria Auxiliadora Vilela Paiva, Rony Freitas, Antônio Henrique Pinto, Edmar Thiengo e Maria Alice, todos faziam parte desse grupo. Alguns possuíam formação em Educação, como os professores Ligia Sad, Eduardo Moscon e Sergio Bisch, embora fosse de outra instituição, se disponibilizaram a participar do Programa de Pós-graduação. Alguns professores com uma formação em área dura, mas com atuação em Educação Científica e Educação Ambiental também se disponibilizaram para participar do grupo de criação do curso de Mestrado Profissional. Esse foi o caso dos professores Luciano Toledo, Atanásio Amaral, Emmanuel Fravre-Nicolin e Nilton Cometti. Havia o prof. Carlos Roberto que trazia uma experiência em questões da Educação, Cultura e Sociedade. Havia o prof. Marco Braga do CEFET/RJ que se dispôs a nos ajudar. E havia eu, prof. Sidnei Quezada, com alguma experiência trazida da Fundação Oswaldo Cruz na criação e orientação na Pós-graduação Stricto Sensu, adquirida durante os oito anos que fiquei como pesquisador associado ao Programa de Pós-graduação em Ensino de Biociências e Saúde. Espírito Santo já havia acumulado uma vasta experiência em cursos de pós-graduação lato sensu na área de Educação. O curso de Especialização em Proeja, iniciado em 2006, produziu uma história importante na construção do PPC do Mestrado Profissional. O curso de Especialização em Educação Profissional, realizado em 2009 e 2010 em 12 polos, também foi importante acontecimento porque reuniu muitos professores com formação e atuação em Educação, produzindo debates e trocas de experiências. Após a realização de algumas reuniões chegamos a um projeto pedagógico do curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática. Uma proposta interdisciplinar, envolvendo os principais temas da área de Ensino de Ciências e Matemática, tais como Currículo, CTSA, Debates Conceituais em Ciências e Matemática, Práticas Pedagógicas em Ciências e Matemática, História e Filosofia da Ciência e da Matemática, Metodologias Alternativas, Espaços Educativos Não Formais, Educação Ambiental, Divulgação Científica, entre outros. Por ser uma proposta de um Instituto Federal, não poderia faltar uma disciplinar que tratasse da Educação Profissional e da Educação de Jovens e Adultos. A proposta foi encaminhada a Capes em 30 de abril de 2010, com apoio da Secretaria Estadual de Educação, Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia, Secretarias Municipais de Educação e de Cidadania de Vitória-ES. Em dezembro 2010, a Capes/MEC aprovou o primeiro Programa de Pós- Vale lembrar que o Instituto Federal do 3 -graduação em Educação em Ciências e Matemática do Estado do Espírito Santo, proposta essa apresentada pelo Instituto Federal do Espírito Santo. Trata-se de um Mestrado Profissional voltado para os profissionais que atuam na Educação Científica na Educação Básica e Superior, e mais precisamente, o professor das ciências da natureza, o professor de matemática e o pedagogo que atuam no Ensino Fundamental. Também visamos atender ao profissional de espaços não formais da Educação Científica, como museus, centros de ciências e reservas ecológicas. Matemática contribua com a melhoria da qualidade da Educação Científica no estado do Espírito Santo, especialmente a realizada na Educação Básica. Que as ações educativas possam se perpetuar, promovendo o surgimento de eventos da área de Ensino de Ciências e Matemática, espaços não formais e produção de conhecimento no estado. Assim, acreditamos estar contribuindo com a produção de conhecimento e melhorias das práticas pedagógicas em Ensino de Ciências e Matemática. Sidnei Quezada Meireles Leite Coordenador do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática Instituto Federal do Espírito Santo Esperamos que o Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Sobre o Programa O Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática (Programa Educimat) é de natureza interdisciplinar, oferecendo curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática que visa aos seguintes objetivos: docentes em disciplinas da educação básica, da graduação e da pós-graduação. O Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática é gratuito, não possuindo mensalidades nem taxas de matrícula. • Aprofundar os conhecimentos científicos adquiridos em cursos de graduação; Localização • Desenvolver capacidades criadoras e técnico-profissionais em ensino de ciências e matemática; Campus Vitória, Instituto Federal do Espírito Santo Av. Vitória, 1729, Bairro Jucutuquara, Prédio Administrativo, 3o. Andar, Sala 03, Vitória, ES. CEP 29040 780. Tel. (27) 3331-2203/2119. E-mail: [email protected] • Promover a competência pedagógica, ética e científica, contribuindo para a formação de docentes e pesquisadores em ensino de ciências; • Formar profissionais que possam atuar como pesquisadores autônomos e como 4 feita pela secretaria); Público-alvo • Fotocópia e Diploma de Graduação (autenticação será feita pela secretaria); O Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática é dirigido aos profissionais, portadores de diploma de graduação obtidos em cursos reconhecidos pelo MEC, atuantes em educação científica, especialmente os professores das ciências da natureza, professores de matemática e pedagogos, que atuem na educação básica ou no ensino superior, ou que atuem em espaços educativos não formais. • Fotografia 3x4, recente; • Fotocópia e original do documento de identificação (autenticação será feita pela secretaria); • Fotocópia do certificado de quitação com o serviço militar, quando for o caso; • Fotocópia do título de eleitor e da prova de quitação com a Justiça Eleitoral, para maiores de 18 anos; Vale citar que não há restrição com relação à formação em nível de graduação. No entanto, o candidato deverá apresentar interesse e afinidade com a área de conhecimento do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática. Fotocópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF); Observação: Preencher a ficha de matrícula e entregar juntamente com os documentos acima. Horário e Dias O Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática acontecerá semanalmente, as quintas e sextas-feiras, nos turnos diurnos (manhã e tarde) e o aluno terá um prazo de dois anos para conclusão do curso, prazo que poderá ser prorrogado, a critério do Colegiado do Programa de Pós-graduação (CPG), por mais seis meses. Foco das Pesquisas O Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática trata da Educação Científica realizadas nos espaços educativos formais e não formais. Por isso, concentram-se nos seguintes focos: • Educação em Ciências; • Educação Matemática; Matrícula • Ensino de Física, Química e Biologia; No ato da matrícula, o candidato aprovado no processo seletivo do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática (Programa Educimat) deverá apresentar os documentos relacionados abaixo: • Educação Ambiental; • Divulgação Científica. • Educação de Jovens e Adultos; • Educação Profissional; • Espaços Não Formais de Educação; • Fotocópia e original do histórico escolar da Graduação (autenticação será • Educação Agrícola. 5 Normas do Programa Art. 4º O curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática possui ênfase em educação em ciências e matemática. Natureza e Objetivos Art. 1º O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação em Ciências e Matemática (Programa Educimat) é regido pela legislação do Ministério da Educação, pelos pressupostos da Lei 9394/96, pelo Estatuto, pelo Regimento Geral, pelas normas vigentes para cursos de Pós-Graduação do Instituto Federal do Espírito Santo e por esta Norma. Art. 5º O curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática é gratuito, não possuindo mensalidades nem taxas de matrícula. Art. 6º O trabalho de dissertação do aluno deve ser orientado por, pelo menos, um dos docentes credenciados no Programa Educimat, cujo tema deve estar em consonância com uma das linhas de pesquisa (Quadro 1) e um dos projetos de pesquisa (Quadro 2) do Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática. Art. 2º O Programa Educimat está localizado no campus Vitória do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, situada na Avenida Vitória, 1729, Bairro Jucutuquara, Vitória, ES. Art. 3º O Programa Educimat possui natureza interdisciplinar, oferece curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática e apresenta os seguintes objetivos: I. Aprofundar os conhecimentos científicos construídos na graduação; Art. 7º São aceitos projetos de mestrado da Área de Ensino de Ciências e Matemática da Capes, cujo resultado decorra na elaboração de uma dissertação, bem como em um produto final em um dos seguintes formatos: II. Desenvolver capacidades criadoras e técnico-profissionais em educação em ciências e matemática; I. Análise de processos educacionais científicos ou tecnológicos em espaços educacionais formais e não formais; III. Favorecer a aquisição da competência pedagógica, científica e ética, contribuindo para a formação de docentes e pesquisadores em ensino de ciências e matemática; II. Levantamento da história educacional de uma instituição em termos de educação em ciências e matemática; III. Produção de propostas de intervenção curricular em educação em ciências e matemática em espaços educativos; IV. Qualificar profissionais de alto nível para que possam atuar como docentes em disciplinas da educação básica, da graduação e de pós-graduação e como pesquisadores. IV. Produção de material didático, incluindo jogos educativos, kits de ensino; V. Produção de manual didático, 6 incluindo a confecção de roteiros de práticas de laboratório didático, roteiros para visitas técnicas e roteiros para uso de filmes cinematográficos; -aprendizagem do aluno e do docente; VII. Produção de programas de informática que possam contribuir para melhoria do processo de ensino-aprendizagem do aluno e do docente. VI. Produção de documentários ou mídias que ajudem no processo de ensino- Quadro 1. Linhas de pesquisa do Programa Educimat Linha de Pesquisa 1: A Construção do Conhecimento em Educação em Ciências e Matemática. Trata do desenvolvimento de estudos dos processos de ensino e de aprendizagem em educação em ciências e matemática, bem como os aspectos históricos e socioculturais. Os estudos compreendem formas de contextualização e do desenvolvimento de conceitos científicos e tecnológicos na educação básica e no ensino superior. Linha de Pesquisa 2: Tecnologias e Recursos Educacionais em Educação em Ciências e Matemática. Trata da análise e desenvolvimento de recursos educacionais aplicados à educação em ciências e matemática, tanto em espaços educativos formais e não formais. Também estão incluídos os estudos de análise e desenvolvimento de materiais didáticos, manuais de ensino, softwares educacionais, uso de espaços virtuais, dentre outros. Quadro 2. Projetos de pesquisa do Programa Educimat Projetos de Pesquisa da Linha de Pesquisa 1 Estudos Curriculares em Educação em Ciências e Matemática Trata do desenvolvimento de estudos curriculares e suas relações com a educação em ciências e matemática. Práticas Pedagógicas em Educação em Ciências e Matemática Este projeto reúne as pesquisas de processos de ensino e de aprendizagem, realizadas tanto nos espaços educativos formais como também não formais. História, Ciência, Tecnologia, Ambiente e Sociedade Trata do desenvolvimento de estudos abordando os aspectos históricos, ambientais e as relações e implicações da ciência e da tecnologia para a sociedade. 7 Projetos de Pesquisa da Linha de Pesquisa 2 Uso de Informática e Ead em Educação em Ciências e Matemática Este projeto trata da análise e desenvolvimento de tecnologias educacionais aplicados à educação em ciências e matemática. Neste projeto estão inseridos os estudos de desenvolvimento de softwares educativos e uso de ambientes virtuais de aprendizagem (AVA). Desenvolvimento e Análise de Recursos Didáticos em Educação em Ciências e Matemática Este projeto trata da análise e desenvolvimento de recursos didáticos aplicados à educação em ciências e matemática. Neste projeto, estão inseridos os estudos envolvendo o desenvolvimento de jogos educativos, manuais de ensino, dentre outros. III. Currículo Lattes, preenchido no sítio eletrônico na Plataforma Lattes do CNPq; Admissão Art. 8° O curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática é dirigido aos profissionais, portadores de diploma de graduação, obtido em curso reconhecido pelo MEC, que atuem ou tenham atuado em ensino de ciências, ou de matemática, na educação básica, no ensino superior ou na divulgação científica. IV. Proposta de trabalho materializada em um anteprojeto de pesquisa. As normas deverão constar em Edital específico. V. Arguição do candidato, com base na bibliografia e na exposição de motivos que levaram o candidato a participar do processo seletivo para concorrer a uma vaga no Mestrado Profissional. § Único. A admissão dos candidatos ao programa de pós-graduação estará condicionada à capacidade de orientação do Educimat, comprovada por meio da existência de orientadores disponíveis. § 1º No caso de o aluno ser reprovado na prova de inglês, terá mais uma chance, até o final do primeiro semestre, para fazer exame de suficiência em língua inglesa. Art. 9° O processo seletivo dar-se-á por meio de um edital específico, devendo constar os seguintes instrumentos de avaliação: § 2º A definição do Projeto de Pesquisa a ser desenvolvido pelo aluno será efetuada durante o curso do Mestrado Profissional. I. Exame de suficiência em inglês, de caráter classificatório; Organização Didática II. Avaliação escrita baseado em bibliografia da Área de Ensino de Ciências e Matemática da Capes de caráter eliminatório; Art. 10. A estrutura curricular prevê a duração de dois anos, tendo duração máxima de dois anos e meio, a critério do Colegiado de Pós-Graduação (CPG). 8 § Único. O aluno que não completar o curso em dois anos e meio será jubilado do programa, salvo os casos excepcionais julgados pelo CPG. (um) crédito para cada 15 horas de trabalho coordenado, totalizando 2 (dois) créditos ao final do curso. Esta disciplina tem como produto um relatório final elaborado pelo aluno e avaliado pelo respectivo orientador. Art. 11. A estrutura curricular do curso é constituída por disciplinas, elaboração de dissertação e prática docente supervisionada. § 7º Ao final de cada disciplina será atribuída uma nota de 0 (zero) a 100 (cem) para cada avaliação, sendo considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 70 (setenta). § 1º A integralização das disciplinas necessárias ao Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática é expressa em unidades de crédito. Cada crédito cursado terá a equivalência de 15 horas de aula teórica ou prática. § 8° O aluno que obtiver mais de uma reprovação em quaisquer das disciplinas ofertadas será jubilado do programa. § 2º O curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática caracteriza-se pela flexibilidade, proporcionando ao aluno, obedecida à legislação pertinente, ampla oportunidade de iniciativa na composição de seu programa de estudos, respeitada a estrutura curricular. Art. 12. O itinerário formativo do Mestrado Profissional prevê disciplinas organizadas em duas categorias, a saber: I. Núcleo Comum de Educação em Ciências e Matemática – disciplinas obrigatórias e optativas de formação comum a todas as áreas do curso, que constituem o núcleo de estudos básicos, garantindo a formação didático-pedagógica e destacando visões contemporâneas de ensino, aprendizagem, currículo e avaliação, aspectos históricos, antropológicos, sociais e epistemológicos das ciências; § 3º A estrutura curricular prevê disciplinas a serem realizadas ao longo do período letivo, mediante inscrição realizada semestralmente, podendo ter duração inferior a um semestre, desde que respeitada à carga horária da mesma. II. Núcleo Específico de Educação em Ciências e Matemática – disciplinas obrigatórias alternativas de física, de química e de educação ambiental, contemplando a formação na área específica, com ementas próprias e bibliografia atualizada, direcionadas ao ensino, enfatizando a conceitualização, a fenomenologia e a transposição didática; § 4º A escolha do orientador e do tema da dissertação de mestrado deverá ser realizada no primeiro período letivo. § 5º O processo de construção da dissertação de mestrado é formalizado por meio das disciplinas Dissertação de Mestrado I, II e III, com 2 (dois) créditos por disciplina cursada e aprovada. § 6º A prática docente supervisionada tem caráter de disciplina e é coordenada por um docente do Educimat, sendo computado 1 Art. 13. O curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemáti- 9 ca exige a aprovação em 34 créditos em disciplinas, discriminadas no APÊNDICE a esta Norma. exame de qualificação; III. Elaboração do documento para a defesa da dissertação de mestrado. § Único. Os créditos exigidos para complementação dos estudos são distribuídos da seguinte maneira: § 1º Está prevista na estrutura curricular a realização obrigatória de três disciplinas de dissertação de mestrado (Pesquisa de Mestrado II e III). Caso o aluno não tenha defendido a dissertação ao final da 3ª disciplina e não tenha mais disciplinas para serem cursadas, ele terá que se inscrever na disciplina Pesquisa de Mestrado IV para manter o vínculo com a instituição. I. Núcleo Comum de Educação em Ciências e Matemática: 10 (dez) créditos obrigatórios. II. Núcleo Específico de Educação em Ciências e Matemática: 8 (oito) créditos obrigatórios. § 2º Os documentos previstos nos incisos I, II e III deste artigo serão regulamentados a partir de normas específicas aprovadas pelo CPG. III. Créditos optativos: 8 (oito) créditos optativos. IV. Dissertação de mestrado: 6 (seis) créditos obrigatórios. Colegiado do Programa V. Prática de ensino supervisionado: 2 (dois) créditos obrigatórios. Art. 17. O Programa Educimat é coordenado pelo Colegiado do Programa de PósGraduação (CPG) em Ensino de Ciências, por um Coordenador e por um Vice-Coordenador, de acordo com as competências estabelecidas nesta Norma. Art. 14. Podem ser computados até 4 créditos optativos das disciplinas realizadas em programa de pós-graduação lato sensu ofertado pelo Instituto Federal do Espírito Santo, ou em qualquer programa stricto sensu, reconhecido pela Capes, mediante solicitação com justificativa feita pelo orientador e homologação do CPG. Art. 18. O CPG do Programa Educimat é constituído pelos seguintes membros: I. Coordenador de curso, como presidente; Art. 15. O Seminário de dissertação será coordenado por um docente do Programa Educimat. II. Vice-Coordenador do curso, como membro do CPG, podendo atuar como substituto do presidente em caso de ausência do mesmo; Art. 16. As disciplinas de Dissertação de Mestrado são coordenadas pelo orientador, tendo em vista os seguintes objetivos: III. Quatro representantes do corpo docente do curso; IV. Um representante do corpo discente que esteja regularmente matriculado no curso. I. Elaboração e apresentação do projeto de mestrado; § Único. Com exceção do representante II. Elaboração do documento para o 10 do corpo discente, que tem um mandato de um ano, os demais membros do CPG têm mandato de dois anos, sendo permitida a recondução. IX. Aprovar a constituição de bancas de dissertações e trabalhos de fim de curso, de acordo com a orientação do Regulamento Geral da Pós-Graduação Stricto Sensu; Art. 18. O CPG reunir-se-á mensalmente, sempre que convocado pelo Coordenador do Programa Educimat, ou por solicitação de 1/3 (um terço) dos seus membros, e deliberará por maioria simples. X. Propor a homologação dos resultados de defesas de dissertações e trabalhos de fim de curso; XI. Aprovar a constituição da Comissão de Seleção para admissão de alunos no Programa Educimat; Art. 19. Compete ao CPG: I. Assessorar a Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes na execução da política de pós-graduação e no seu acompanhamento; XII. Propor o credenciamento de orientadores, nos termos do Regulamento Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu e de acordo com a Norma de Credenciamento, Recredenciamento e Descredenciamento do Programa Educimat; II. Aprovar os planos de aplicação dos recursos colocados à disposição do Programa; XIII. Propor a designação de co-orientadores, nos termos do Regulamento Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu; III. Aprovar a lista de oferta de disciplinas para cada período letivo; IV. Propor critérios de seleção na pós-graduação, respeitada a regulamentação geral do Instituto Federal do Espírito Santo; XIV. Avaliar as solicitações de aproveitamento de estudos, nos termos do Regulamento Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu; V. Propor à Diretoria de Pesquisa e Pósgraduação do campus Vitória do Ifes o número de vagas a serem oferecidas a cada seleção; XV. Analisar pedidos de trancamento geral de matrícula, bem como designação e mudança de orientador e co-orientador; VI. Apreciar propostas e recursos de docentes e alunos do Programa Educimat, no âmbito de sua competência. XVI. Apreciar propostas e recursos de docentes e alunos do programa, no âmbito de sua competência. VII. Acompanhar o programa de pós-graduação no que diz respeito ao desempenho dos alunos e na utilização de bolsas e recursos; Art. 20. Sempre que for necessário, o CPG poderá constituir uma Comissão de Pós-Graduação para realizar trabalhos administrativos em equipe, tais como a realização do processo seletivo do Programa Educimat. VIII. Gerenciar a distribuição e renovação de bolsas de estudo; 11 § Único. O CPG estabelecerá as atribuições da Comissão de Pós-Graduação no ato da sua constituição. Corpo Docente Art. 24. O corpo docente do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática/Ifes (Educimat) é constituído por professores, portadores do título de doutor ou livre docente, obtido em Programa reconhecido pela Capes. Coordenação do Programa Art. 21. O Programa Educimat terá um Coordenador, com funções executivas, o qual presidirá, também, o CPG, com voto de qualidade, além do voto comum. § 1º Deverão ser respeitados os critérios estabelecidos pela Capes sobre a composição do corpo docente do programa, explicitando a forma de vínculo de cada docente: Art. 22. O Coordenador do Programa Educimat deverá ser docente efetivo do Instituto Federal do Espírito Santo e membro do corpo docente credenciado no Programa Educimat. I. Permanente: docente do quadro efetivo do Ifes, que atua de forma mais direta, intensa e contínua no Programa Educimat, e integra o núcleo estável de docentes, desenvolvendo as atividades de ensino, pesquisa, extensão e orientação. Em caso especial, docente de outra instituição; por meio de convênio, poderá atuar como docente permanente; § 1º O coordenador deverá ser eleito pelos pares em reunião com os membros do corpo docente, tendo como ponto de pauta a eleição do coordenador do curso. O Vice-Coordenador é indicado pelo coordenador eleito. § 2º O mandato do coordenador é de 2 (dois) anos, sendo permitida a recondução. II. Colaborador: docente do quadro do Ifes que atua de forma complementar no Programa Educimat, com expressiva produção acadêmica na Área de Ensino de Ciências e Matemática da Capes ou em fase de migração, ministrando disciplina, co-orientando alunos, participando da pesquisa e extensão. Em caso especial, docente de outra instituição; por meio de convênio, poderá atuar como docente permanente; Art. 23. Caberá ao coordenador do programa: I. Presidir o CPG; II. Instituir a Comissão de Pós-Graduação, sempre quando for necessário; III. Representar o Programa Educimat junto aos órgãos colegiados em que essa representação esteja prevista; IV. Representar o Programa Educimat perante a Comunidade Acadêmica e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa; III. Visitante: docente de outra Instituição ou com vínculo temporário, com expressiva produção acadêmica na Área de Ensino de Ciências e Matemática da Capes, que esteja vinculado ao Programa Educimat contribuindo com o desenvolvimento de atividades acadêmico-cientí- V. Apreciar propostas e recursos de docentes e alunos do programa, no âmbito de sua competência. 12 ficas, durante um período determinado. III. Elaborar e apresentar o projeto de mestrado com características de uma pesquisa aplicada; § 2º O corpo docente do Programa Educimat será constituído, prioritariamente, por docentes do Instituto Federal do Espírito Santo. IV. Elaborar e apresentar trabalho de exame de qualificação; § 3º Somente docentes credenciados no Programa Educimat poderá atuar na orientação de alunos desta pós-graduação. V. Elaborar e apresentar a dissertação de mestrado ou relatório final do projeto; VI. Elaborar artigos científicos, em conjunto com o orientador, para serem publicados em eventos e revistas, da Área de Ensino de Ciências e Matemática da Capes reconhecidas pela Capes; § 4º A participação de eventuais atividades no Programa Educimat, tais como seminários, membro de banca de exame e co-autor de trabalhos, não se caracterizam como sendo um profissional integrante do corpo docente do Programa Educimat. VII. Manutenção do currículo Lattes atualizado, semestralmente, para fins de renovação de matrícula; Art. 25. O corpo docente deverá estar regularmente credenciado no Programa Educimat conforme Norma de Credenciamento, Recredenciamento e Descredenciamento do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática. VIII. Defender a dissertação dentro do prazo estabelecido pelo Programa Educimat. Art. 29. O aluno do Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática deve ter um programa de estudos elaborado a cada semestre conjunto com um orientador. Art. 26. Para efeito de cômputo da carga horária semanal docente, para cada 15 horas semestrais de atividades de ensino equivalem a uma hora/aula semanal de trabalho docente. § Único. No primeiro período letivo, o aluno deve construir seu programa de estudo em conjunto com o orientador acadêmico, sendo substituído pelo orientador a partir do segundo período letivo. Corpo Discente Art. 27. O aluno do Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática deve ter, pelo menos, um orientador credenciado no Educimat pelo CPG e deve estar regularmente matriculado na Instituição. Art. 30. O trancamento de matrícula só poderá ocorrer, por motivo justificado, nos casos em que fique comprovado o impedimento involuntário do aluno para exercer suas atividades acadêmicas, conforme calendário da pós-graduação. Art. 28. Constituem-se deveres do aluno: I. Possuir, no mínimo, 75% de frequência nas disciplinas e atividades do Programa Educimat; § 1º O trancamento de matrícula por razões não médicas não poderá ser concedido por mais de um período letivo durante a perma- II. Participar das atividades complementares de ensino do Programa Educimat; 13 nência do aluno no curso. Art. 34. A Banca Examinadora do Exame de Qualificação é composta pelo docente orientador e por dois especialistas titulares, possuidores de diploma de doutorado, com atuação na área de ensino de ciências, indicados pelo orientador e aprovados pelo CPG. § 2º Durante a vigência do período de trancamento, o aluno não fará jus a bolsa de estudos. Art. 31. O aluno será desligado do curso nas seguintes situações: I. Após duas reprovações em disciplinas do curso; Obtenção do Grau e II. Se não efetivar matrícula findo o trancamento previsto nesta Norma; Art. 35. Para obter o diploma de mestrado, além de cumprir as exigências curriculares constante desta Norma, o aluno deverá ter uma dissertação de sua autoria exclusiva, redigida em língua portuguesa e contendo um resumo em língua Inglesa, defendida em sessão pública e aprovada por uma Banca Examinadora. Expedição do Diploma III. Se ultrapassar o prazo de permanência no curso; IV. Por motivos previstos no Regulamento Geral da Pós-Graduação. § Único. Na eventualidade de um aluno desejar reingressar no curso após o desligamento, só poderá fazê-lo por meio de nova seleção pública de acordo com os procedimentos previstos em edital, respeitadas as normas específicas vigentes no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo. § 1º A Banca Examinadora será composta pelo docente orientador e por três especialistas titulares, sendo um deles não-vinculado ao programa, e um suplente, aprovados pelo Colegiado de Pós-Graduação e homologado pela Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes. § 2º Na data da defesa da dissertação de mestrado, o candidato deve ter satisfeito a todas as demais exigências curriculares do seu curso. Seminário de Mestrado e Exame de Qualificação Art. 32. Durante o segundo semestre letivo do curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática, o aluno deve apresentar um projeto de pesquisa durante o Seminário de Mestrado para uma banca de docentes a ser constituída pela CPG. § 3º Os especialistas referidos no § 1º deverão ser possuidores do título de Doutor ou notório saber e não poderão estar envolvidos na orientação do projeto de dissertação. § 4º O suplente somente poderá atuar em substituição a um dos três especialistas titulares. Art. 33. Após o terceiro semestre letivo do curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática, o aluno deve apresentar o Exame de Qualificação (EQ), a uma Banca Examinadora constituída pelo CPG. § 5º Na impossibilidade da participação do orientador, este poderá ser substituído na 14 defesa pelo co-orientador ou outro docente credenciado no programa, mediante aprovação do Colegiado da Pós-Graduação e da Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes. Art. 38. A expedição do diploma ficará condicionada à homologação, pela PRPPG, do relatório enviado pelo Coordenador. § Único. O aluno aprovado na defesa receberá o título de Mestre em Educação em Ciências e Matemática, com a expedição do diploma. Art. 36. As decisões da Banca Examinadora da dissertação serão tomadas por maioria simples de votos. Disposições Finais § 1º A avaliação da Banca Examinadora será conclusiva e resultará em uma das seguintes decisões: aprovação, aprovação com modificação ou reprovação. Art. 39. As atividades acadêmicas do Programa Educimat serão acompanhadas pela Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes, com a supervisão da Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes. § 2º No caso de “aprovação” ou “aprovação com restrição”, a homologação ficará condicionada à entrega do trabalho definitivo no prazo de 30 (trinta) dias à coordenação do programa. § Único. Os projetos de pesquisa envolvendo seres humanos, tanto dos orientadores quanto dos alunos do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação em Ciências e Matemática, deverão ser encaminhados a um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), reconhecido pela CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa). § 3º Caberá ao orientador avaliar se as modificações posteriores à defesa estão a contento e emitir um parecer para a coordenação do programa. Art. 37. O relatório de defesa, acompanhado de dois exemplares da dissertação de mestrado, deverá ser encaminhado à Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes, pelo Coordenador do programa, no prazo máximo de 60 dias, a contar da data de defesa. Art. 40. Os casos omissos serão resolvidos pelo CPG do Programa Educimat e a Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do campus Vitória do Ifes, respeitada a legislação em vigor. 15 Disciplinas do Programa Núcleo Comum Disciplina Metodologia da Pesquisa Currículo em Educação em Ciências e Matemática Ciência, Tecnologia e Sociedade Gestão da Sala de Aula Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos Característica Créditos Obrigatória 2 Obrigatória 2 Obrigatória 2 Obrigatória 2 Obrigatória 2 Núcleo Específico Disciplina Debates Conceituais em Ciências Característica Créditos Obrigatória 2 Obrigatória 2 Obrigat. alternativa 2 Obrigat. alternativa 2 Obrigat. alternativa 2 Obrigat. alternativa 2 Obrigat. alternativa 2 Debates Conceituais em Matemática Obrigat. alternativa 2 Característica Optativa Optativa Optativa Optativa Optativa Optativa Optativa Créditos 2 2 2 2 2 2 2 Espaços Educativos não Formais Optativa 2 Debates Conceituais em Biologia Optativa 2 Debates Conceituais em Física Optativa 2 Debates Conceituais em Química Optativa 2 Seminários de Pesquisa em Educ. em Ciências e Matemática Conceitos Fundamentais em Educ. em Ciências e Matemática Práticas Pedagógicas em Ciências Práticas Pedagógicas em Matemática História e Filosofia da Ciências História e Filosofia da Matemática Disciplinas Optativas Disciplina Informática Aplicada à Educação em Ciências e Matemática Formação de Professores em Ciências e Matemática Educação, Ciência e Estudos Culturais Divulgação Científica Metodologias Alternativas Educação Científica no Campo Educação Ambiental 16 Pesquisa de Mestrado Disciplina Pesquisa de Mestrado I Pesquisa de Mestrado II Pesquisa de Mestrado III Pesquisa de Mestrado IV Característica Obrigatória Obrigatória Obrigatória Optativa Créditos 2 2 2 2 Característica Obrigatória Créditos 2 Prática de Ensino Supervisionado Disciplina Prática de Ensino Supervisionado Distribuição dos Créditos Obrigatórios e Optativos Núcleos Disciplinares Itinerário Formativo Os créditos exigidos para complementação dos estudos são distribuídos da seguinte maneira: 1º período letivo: • Disciplinas do Núcleo Comum: 10 créditos obrigatórios • Núcleo Comum de Educação em Ciências e Matemática: 10 (dez) créditos obrigatórios. • Disciplinas Núcleo Específico: 4 créditos obrigatórios, a critério do orientador • Núcleo Específico de Educação em Ciências e Matemática: 8 (oito) créditos obrigatórios. • Definição do orientador 2º período letivo: • Disciplinas Optativas: 4 créditos optativos, a critério do orientador • Créditos Optativos: 8 (oito) créditos optativos. • Dissertação de mestrado: 6 (seis) créditos obrigatórios. • Disciplinas do Núcleo Específico: 4 créditos obrigatórios, a critério do orientador • Prática de ensino supervisionado: 2 (dois) créditos obrigatórios. • Pesquisa de Mestrado I: 2 créditos • Seminário de Projeto de Mestrado 17 3º período letivo: • Exame de Qualificação 4º período letivo: • Disciplinas Optativas: 4 créditos optativos, a critério do orientador • Pesquisa de Mestrado III: 2 créditos • Defesa da Dissertação de Mestrado • Pesquisa de Mestrado II: 2 créditos • Prática de Ensino Supervisionado: 2 créditos Ementas BROCK, C.; SCHWARTZMAN, S.; Os desafíos da educação no Brasil. 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No caso do aluno não conseguir fechar seus trabalhos de mestrado até o 4º período letivo, ele poderá se inscrever nessa disciplina, a critério da CPG, no 5º período letivo, para finalizar os estudos científicos e tecnológicos e manter o vínculo com a instituição. MILITÃO, ALBIGENOR E ROSE; Jogos, dinâmicas e Vivências grupais. 12ª. Edição, Editoria Qualitymark, 1999. MOYA, ALVARO DE; História da História em Quadrinhos. Editora: Brasiliense, ISBN: 8511220348, 1993. MURCIA, JUAN ANTÔNIO MORENO; Aprendizagem através do jogo, Editora Artmed, 2009. Referências: Artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. MÜTSCHELE, M. S. & GONSALES FILHO, J. A arte e a magia do fazer na escola. 5 ed. v.1. São Paulo: Edições Loyola, 1998. Livros conceituados que servirão para fomentar os estudos realizados pelo aluno de mestrado. NEVES, LIBÉRIA RODRIGUES; SANTIAGO, ANA LYDIA, Um do jogos teatrais na educação, Editoria Papirus, 2009. 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Ementa: ZANINI, MARIA DO CARMO Anais do I Simpósio RPG e Educação, Editora Devir, 2004. Pesquisa de Mestrado I Ementa: Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período letivo), a preparação dos estudos para o exame de qualificação (3º período letivo) e a preparação da dissertação (4º período letivo), por meio de um encontro semanal com o orientador e o grupo de pesquisa, 41 Referências: Pesquisa de Mestrado IV Artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. Ementa: Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período letivo), a preparação dos estudos para o exame de qualificação (3º período letivo) e a preparação da dissertação (4º período letivo), por meio de um encontro semanal com o orientador e o grupo de pesquisa, havendo, pelo menos, uma avaliação final, a critério do professor. Será trabalhada a construção de artigos científicos e tecnológicos, assim produtos tecnológicos gerados pelos estudos. No caso do aluno não conseguir fechar seus trabalhos de mestrado até o 4º período letivo, ele poderá se inscrever nessa disciplina, a critério da CPG, no 5º período letivo, para finalizar os estudos científicos e tecnológicos e manter o vínculo com a instituição. Livros conceituados que servirão para fomentar os estudos realizados pelo aluno de mestrado. Pesquisa de Mestrado III Ementa: Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período letivo), a preparação dos estudos para o exame de qualificação (3º período letivo) e a preparação da dissertação (4º período letivo), por meio de um encontro semanal com o orientador e o grupo de pesquisa, havendo, pelo menos, uma avaliação final, a critério do professor. Será trabalhada a construção de artigos científicos e tecnológicos, assim produtos tecnológicos gerados pelos estudos. No caso do aluno não conseguir fechar seus trabalhos de mestrado até o 4º período letivo, ele poderá se inscrever nessa disciplina, a critério da CPG, no 5º período letivo, para finalizar os estudos científicos e tecnológicos e manter o vínculo com a instituição. Referências: Artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. Livros conceituados que servirão para fomentar os estudos realizados pelo aluno de mestrado. Prática de Ensino Supervisionada Ementa: Referências: A disciplina visa a discutir e provocar reflexões sobre as práticas docentes desenvolvidas em sala de aula, tendo como apoio artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências. Essa disciplina terá um encontro semanal e haverá, pelo menos, uma avaliação final, a critério do professor. Artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. Livros conceituados que servirão para fomentar os estudos realizados pelo aluno de mestrado. 42 Referências: Unindo a pesquisa e a prática. Editora Cengace, 2004. Artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. CORDIOLLI, Marcos Os projetos como forma de gestão do trabalho pedagógico em sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2006. Livros conceituados que servirão para fomentar os estudos realizados pelo aluno de mestrado. DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M.; Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. Editora Cortez, 2002. Práticas Pedagógicas em Ciências Ementa: FOUREZ, G. A construção das ciências, uma introdução à filosofia e ética das ciências. Editora Unesp, 1995. Análise dos fundamentos da organização dos trabalhos pedagógicos na Educação Básica e suas diferentes modalidades de ensino. Tendências do ensino e aprendizagem em Ciências na Educação Básica. 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Ao final de cada palestra, há um debate envolvendo as discussões conceituais e a promoção do ensino de ciências e matemática. THURLER, Mônica Gather. Inovar no Interior da Escola. Tradução WOLF, Jeni. Porto Alegre: ArtMed Editora, 2001. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998. Referências: Artigos científicos e tecnológicos da área de ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. Livros conceituados que servirão para fomentar os estudos realizados pelo aluno de mestrado. ZETETIKÉ. SP: Revista da Universidade Estadual Paulista. Círculo de estudo, memória e pesquisa em Educação Matemática. Campinas- CENPEM. Jornais e revistas de divulgação científica com reportagens e artigos da atualidade. Seminários de Pesquisa em Edu- NARDI, R. Questões atuais no ensino de ciências, Série: Educação para ciência, Editora Escrituras, 2001. cação em Ciências e Matemática Ementa: NARDI, R. Bastos, F.; Diniz, R. E.; Pesquisas em ensino de ciências, contribuições para a formação de professores. Série: Educação para ciência, Editora Escrituras, 2004. Debate sobre a atualidade das ciências e damatemática. Realização de palestras com os membros do programa para apresentação das linhas de pesquisa, tendo como foco o desenvolvimento de pesquisa aplicada aos processos da sala de aula do ensino fundamental, médio e superior. Outro foco importante é o desenvolvimento e análise de materiais SANTOS, F. M. T.; Greca, I. M. (orgs.); A pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas metodologias. Editora Unijuí, 2006. 47 Sociedades Científicas em 1976 graças ao esforço de alguns Programas de Pós-Graduação da Área da Educação. Em 1979, a Associação consolidou-se como sociedade civil e independente, admitindo sócios institucionais (os Programas de Pós-Graduação em Educação) e sócios individuais (professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação em educação). Na década de 1980, passou a nomear-se Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd). Associação Brasileira de Pesquisa em Ensino de Ciências A Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (Abrapec) foi fundada em 29 de novembro de 1997 como uma sociedade civil, de caráter científico e educacional, sem fins lucrativos e sem filiação político-partidária. A Abrapec tem por finalidade promover, divulgar e socializar a pesquisa em Educação em Ciências, através de encontros de pesquisa, escolas de formação para a pesquisa e publicações sobre pesquisa, bem como atuar como órgão representante da área junto a entidades nacionais e internacionais de educação, pesquisa e fomento. As discussões sobre a criação da Associação foram iniciadas no I ENPEC (Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências), realizado em Águas de Lindóia - São Paulo em novembro 1997 e sua criação concretizou-se no II ENPEC, realizado em Valinhos - São Paulo, em setembro de 1999. A ANPEd tem por finalidade o desenvolvimento e a consolidação da pós-graduação e da pesquisa na área de Educação no Brasil. Ao longo dos anos, tem se projetado no país e fora dele, como um importante espaço de debate das questões científicas e políticas da área, constituindo-se em referência maior na produção e divulgação do conhecimento em Educação. A ANPEd se estrutura em duas dimensões: 1. Reúne os sócios institucionais, os Programas de Pós-Graduação em Educação, stricto sensu, no Fórum de Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em Educação (FORPRED), por meio da representação de seus coordenadores. Como intuito de atingir seus objetivos, a ABRAPEC continua realizando periodicamente encontros nacionais de pesquisa em educação em ciências (ENPEC) e, entre outras atividades, destaca-se também a periodicidade de publicação da “Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências”. 2. Os sócios individuais, os pesquisadores da área de Educação: professores e alunos de doutorado e mestrado se distribuem por 23 Grupos de Trabalho (GT), organizados por temas e disciplinas específicos da área Educacional. Fonte: www.fae.ufmg.br/abrapec Associação Brasileira de Pesquisa em Educação A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada Fonte: www.anped.org.br 48 Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência • Regional 1: São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; • Regional 2: Rio de Janeiro e Espírito Santo; A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é uma entidade civil, sem fins lucrativos nem cor político-partidária, voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico, e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde sua fundação, em 1948, a SBPC exerce um papel importante na expansão e no aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como na difusão e popularização da ciência no País. • Regional 3: Sul; • Regional 4: Minas Gerais, Tocantins, Goiás e Brasília; • Regional 5: Nordeste; • Regional 6: Norte. Sediada em São Paulo, a SBPC está presente nos demais estados brasileiros por meio de Secretarias Regionais. Atualmente, a SBPC possui cerca de 90 sociedades científicas associadas e mais de 2 mil sócios ativos, entre pesquisadores, docentes, estudantes e amigos da ciência. A SBEnBio é uma associação aberta a todos os interessados na pesquisa em Ensino de Biologia, sem distinção entre professores pesquisadores, estudantes da Educação Superior e da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio). A SBEnBio busca fomentar um dialogo sobre as questões de ensino de biologia, entre seus associados e outros profissionais vinculados a outras áreas correlatas. Fonte: www.sbpcnet.org.br Fonte: www.sbenbio.org.br Sociedade Brasileira Sociedade Brasileira de Física de Ensino de Biologia A Sociedade Brasileira de Física foi criada durante a XVIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que teve lugar em Blumenau, Santa Catarina. O ato de fundação ocorreu no dia 14 de julho de 1966 no salão da Biblioteca Municipal Fritz Muller. Os participantes desta assembleia, dentre os quais pesquisadores, professores de segundo grau e estudantes de física, foram convocados para a mesma através de carta individual enviada a todos os sócios do setor de física da SBPC. A Sociedade Brasileira de Ensino de Biologia (SBEnBio), criada em 1997, no VI Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia – EPEB – Faculdade de Educação da USP, é uma associação civil de caráter científico e cultural, sem fins lucrativos, que tem por finalidade promover o desenvolvimento do ensino de biologia e da pesquisa em ensino de biologia entre profissionais deste campo de conhecimento. Está organizada em uma Diretoria Nacional e Diretorias Regionais eleitas em uma assembleia geral a cada dois anos. São seis diretorias regionais: Presidiu a reunião o Prof. José Goldemberg, secretário da Comissão de Física da 49 XVIII Reunião da SBPC. Durante a Assembleia foi lido e aprovado o anteprojeto de Estatuto para a Sociedade Brasileira de Física. Este projeto fora elaborado por uma comissão de físicos designada para tanto durante a XVI Reunião da SBPC ocorrida em Ribeirão Preto, SP, em 1964. mentos de Física, através da publicação de livros, de textos, monografias, bem como por intermédio da imprensa, rádio, televisão e internet. l. Estimular o melhor aproveitamento e a distribuição de pessoal científico no campo da Física, bem como o melhor planejamento da formação de especialistas necessários ao desenvolvimento do país. Os objetivos da SBF são: a. Congregar os físicos e professores de Física do Brasil; Fonte: www.sbfisica.org.br b. Zelar pela liberdade de ensino, de pesquisa e pelos interesses e direitos dos físicos e professores de Física; Sociedade Brasileira de Educação Matemática c. Zelar pelo prestígio da ciência no país; Fundada em 27 de janeiro de 1988, a SBEM é uma sociedade civil, de caráter científico e cultural, sem fins lucrativos e sem qualquer vínculo político, partidário e religioso. Tem como finalidade congregar profissionais da área de Educação Matemática ou de áreas afins. A SBEM tem em seus quadros pesquisadores, professores e alunos que atuam em diferentes níveis do sistema educacional brasileiro, da educação básica à educação superior. Também há sócios institucionais e sócios de outros países. d. Estimular as pesquisas em Física; e. Estimular a melhoria do ensino da Física, em todos os níveis; f. Manter contato com os institutos e sociedades de física e de ciências correlatas, do país e do exterior; g. Incentivar e promover o intercâmbio entre os profissionais do Brasil e de todo o mundo; j. Editar boletins sobre as atividades da Associação Brasileira de Física e sobre assuntos gerais relacionados ao desenvolvimento da Física; A SBEM tem como finalidade ampla buscar meios para desenvolver a formação matemática de todo cidadão de nosso país. Para isso, congrega profissionais e alunos envolvidos com a área de Educação Matemática ou com áreas afins e procura promover o desenvolvimento desse ramo do conhecimento científico, por meio do estímulo a atividades de pesquisa e de estudos acadêmicos. É também objetivo da SBEM a difusão ampla de informações e de conhecimentos nas inúmeras vertentes da Educação Matemática. k. Estimular a divulgação de conheci- Fonte: sbem.com.br h. Promover reuniões científicas, congressos especializados, conferências, cursos e atividades afins, inclusive com caráter de divulgação científica; i. Editar revistas para publicação de trabalhos científicos e didáticos, no campo da Física; 50 resultados de suas atividades e realizar intercâmbios de experiências; Sociedade Brasileira de Química A SBQ, fundada em julho de 1977, é a principal sociedade de química do país e tem como objetivos o desenvolvimento e consolidação da comunidade química brasileira, a divulgação da Química e de suas importantes relações, aplicações e consequências para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. c. Criar oportunidades de disseminação de resultados das pesquisas, a fim de possibilitar renovações metodológicas e atualização de conhecimento a professores do Ensino Fundamental, Médio e Superior, bem como possibilitar a solução de problemas do Ensino de Química, sobretudo na escola pública; A SBQ possui 13 divisões científicas que congregam os sócios filiados nas diferentes áreas da química em que atuam. Diversas divisões promovem workshops e congressos específicos bianuais. As diretorias das divisões científicas são eleitas pelos sócios efetivos, a cada dois anos e são constituídas pelo diretor, vice-diretor e tesoureiro. d. Constituir e divulgar acervo da produção nacional e internacional em Educação Química, visando sua utilização por pesquisadores, professores e licenciandos em Química, para melhoria da qualidade do ensino e da pesquisa no país (Schnetzler, 2002). Fonte: www.sbq.org.br A Divisão de Ensino de Química (ED) foi a primeira a ser oficializada na SBQ, o que aconteceu durante sua 11a Reunião Anual, em julho de 1988, institucionalização que coroava um período de intensas atividades que já vinham sendo desenvolvidas por uma “ED” embrionária que, desde julho de 1978, vinha atuando na organização de importantes encontros nacionais e regionais de Ensino de Química. Associação Brasileira de Química A história da Associação Brasileira de Química teve início quando em 1922, aproveitando-se das comemorações do centenário da independência do Brasil, um grupo de profissionais (farmacêuticos, biólogos, químicos) decidiu realizar o primeiro evento de química no país. Para organização deste evento, fundaram uma associação de classe com o nome de “Sociedade Brasileira de Química”. O primeiro evento ocorreu em agosto de 1922 com o nome de 1º Congresso Nacional de Química. Essa associação realizaria em 1937 um outro evento em conjunto com o Congresso Sul-Americano de Química. De 1945 a 1951 foram realizadas reuniões com o propósito de fundir as duas associações. Em 10 de agosto de 1951 a Ata de Fusão e Fundação da nova associação foi assinada pelo Prof. Francisco Moura, como Presidente da Desde a sua origem, a ED vem catalisando ações dirigidas ao desenvolvimento da área de Ensino de Química, pautada nos seguintes propósitos: a. Fomentar a pesquisa e a produção de conhecimento no campo da Educação Química, pela promoção de reuniões científicas voltadas para esse fim; b. Reunir profissionais interessados e atuantes na pesquisa em Educação Química, para apresentar e discutir 51 associação que recebeu nome de “Associação Brasileira de Química”. Pop) reúne pesquisadores e educadores da área de Ensino de Ciências e Matemática voltados para popularização e divulgação da ciência. A ABQ, a partir de 1951, realizou 49 Congressos Brasileiros de Química, em conjunto com o Latino-Americano; 7 Simpósios Brasileiros de Educação Química - SIMPEQUI, 1 Seminário Internacional sobre “Química da Amazônia”, com participantes de 17 países; 3 Encontros de “Química Fina e Empresas Nacionais”; inúmeros “Encontros de Processos Orgânicos”; as 3ª e 12ª Olimpíada Ibero-Americana de Química com participação de delegações de 11 países em 1997 e de 16 países em 2007; 3 Simpósios Nacional de Biocombustíveis - BIOCOM, 2 Encontros Nacional de Química Tecnológica - ENTEQUI, 1 Workshop sobre Asfaltenos com participantes de 13 países, 3 Workshops de Modelagem Molecular, 5 ENQUIMPRO’S – Encontros Nacionais de Química Profissional, além de participar como co-organizadora dos QUIMIFINA em parceria com a ABIFINA. É amplamente reconhecida a necessidade de ampliar o acesso da população em geral ao conhecimento e a informação científica ultrapassando os marcos da educação formal. Atendendo a esta demanda da sociedade, cresceram e se multiplicaram os espaços físicos e virtuais dedicados à popularização e divulgação científica: centros e museus de ciências, programas de educação não formal, publicações impressas e online, programas de televisão e outros mais. Os profissionais que trabalham nestes espaços e meios têm sua formação profissional básica associada aos conteúdos (cientistas das mais diversas áreas que se dedicam parcial ou integralmente à divulgação) ou aos meios e recursos de comunicação diversos (museologia, educação, imprensa, vídeo, engenharia e outros). A variedade de conteúdos e meios de comunicação disponíveis da área de divulgação demanda tanto um trabalho intenso de equipes multidisciplinares e multiprofissionais, como uma complementação da formação original, para permitir a atuação nesta área tão peculiar. Fonte: www.abq.org.br REDPOP A Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red- Fonte: www.mc.unicamp.br/redpop2011 52 Eventos Nacionais e Internacionais nadores de Programas de Pós-Graduação em Educação (FORPRED). Educação em Ciências e Matemática Fonte: http://www.anped.org.br/ Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências Conferência Mundial sobre Educação em Ciências O Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC) é um evento bienal promovido pela Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências – ABRAPEC, e sua oitava edição será realizada no período de 05 a 09 de dezembro de 2011, no campus da Universidade Estadual de Campinas, em Barão Geraldo, Campinas, SP. O Conselho Internacional das Associações de Educação em Ciências (ICASE) foi criado em 1973 para ampliar e melhorar a educação científica de adolescentes e jovens de todo o mundo. Hoje, a ICASE é uma grande rede de associações de ensino de ciências, instituições, fundações e empresas, facilitando a comunicação e cooperação em nível regional e internacional. Em todo o mundo, as pessoas e as sociedades em que vivem são profundamente influenciadas pela ciência e pela tecnologia. A melhoria da qualidade de vida e a realização do desenvolvimento sustentável coloca uma grande demanda por um conhecimento científico e tecnológico para todos os cidadãos. A ICASE está trabalhando com mais de 60 organizações membros em mais de 60 países para apoiar os educadores de ciência em seu importante papel de desenvolvimento da produção de conhecimento. Fonte: http://www.siseventos.fe.usp.br/ evento1/inscricao/index.php?eveId=1 Reunião Anual da Anped A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) é uma sociedade civil sem fins lucrativos que reúne sócios institucionais (os Programas de Pós-Graduação em Educação) e sócios individuais (professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação em Educação). A finalidade da ANPEd é o fortalecimento da pós-graduação e da pesquisa na área da Educação no Brasil. Ao longo dos seus mais de 30 anos, a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação vem ocupando um importante lugar no cenário nacional e internacional, em virtude da relevante produção científica de seus membros e da atuação política em defesa dos objetivos maiores da educação brasileira. A ANPEd se estrutura por meio de 23 grupos de trabalho e o Fórum de Coorde- Fonte: http://www.icaseonline.net/ Ensino de Biologia Encontro Nacional de Ensino de Biologia O Encontro Nacional de Ensino de Biologia (ENEBIO) é um evento bienal organizado pela SBENBIO. O próximo evento será em 2012 e reúne pesquisadores de Ensino de Biologia e educadores de Biologia. 53 Encontro Regional de Ensino de Biologia Ensino de Matemática associada à International Commission on Mathematical Instruction - ICMI, que nasceu no ano 1908, e que se constituiu a principal referência na comunidade internacional de Educação Matemática. O CIAEM, ainda que, com diferentes olhares, se constituiu o marco organizativo mais permanente e importante da América Latina para potencializar a Educação Matemática. Participam deste evento educadores, pesquisadores e gestores da matemática. Congresso Internacional de Ensino da Matemática Fonte: http://cimm.ucr.ac.cr/ocs/index. php/xiii_ciaem/xiii_ciaem O Encontro Regional de Ensino de Biologia é um evento promovido pela SBENBIO, bienal, acontecendo em todas as regiões administrativas da sociedade. Esse vento congrega pesquisadores e profissionais da educação científica e educação em ciências. O Congresso Internacional de Ensino de Matemática (CIEM) é um evento bienal que reúne pesquisadores e educadores de matemática para discutirem e apresentarem a produção de conhecimento e novos caminhos para educação científica. Ensino de Física Simpósio Nacional de Ensino de Física O Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF) é um evento bienal organizado pela Sociedade Brasileira de Física. Esse evento reúne professionais da Educação em Ciências, educadores e pesquisadores em Ensino de Física. As edições anteriores foram eventos de grande significado, representando um marco nas discussões do Ensino da Matemática. O grande número de participantes (450 no primeiro evento em 2001, 650 em 2003, 1200 em 2005 e 1200 em 2007) demonstra que essa área acadêmica tem se consolidado nos últimos anos, proporcionando pesquisas e a formação de grupos atuantes em diversas Instituições de Ensino Superior no Brasil e no exterior. Encontro Nacional de Ensino de Física O Encontro Nacional de Ensino de Física (ENEF) é um evento bienal organizado pela SBF. O próximo evento será em 2013. Esse evento reúne professionais da Educação em Ciências, educadores e pesquisadores em Ensino de Física. Congresso Iberoamericano de Educação Matemática Ensino de Química O Comitê Iberamericano de Educação Matemática foi fundado em dezembro de 1961 durante a primeira Conferência Interamericana de Educação Matemática, celebrada em Bogotá, Colômbia, em um momento histórico muito especial: na metade da Guerra Fria. O CIAEM é a primeira organização regional A Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (RASBQ) é realizada anualmente e reúne pesquisadores da área da Química, inclusive a História da Química e Ensino de Química. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química 54 Encontro Nacional de Ensino de Química química para discutir ciência, tecnologia e políticas no campo da Química. Durante o CBQ, é possível participar de conferências, palestras, mesa redondas, comunicação oral, apresentação de trabalho (pôster) e oficinas/ minicursos. Os temas dos trabalho são: Química Orgânica, Química Inorgânica, Físico-Química, Química Analítica, Ambiental, Ensino de Química, Produtos Naturais, Nanociência e Nanotecnologia, Química Tecnológica, Alimentos, Bioquímica e Biotecnologia, Materiais, Iniciação Científica (não importa a área de classificação) e FEPROQUIM - Feira de Projetos de Química. O Encontro Nacional de Ensino de Química (ENEQ) é um evento bienal organizado pela Sociedade Brasileira de Química. O próximo evento será em 2012 em Salvador, Bahia. Esse evento reúne professionais da Educação em Ciências, educadores e pesquisadores em Ensino de Química. Congresso Brasileiro de Química O Congresso Brasileiro de Química (CBQ) é um evento anual promovido pela Associação Brasileira de Química (ABQ). Reúne pesquisadores, alunos e profissionais da indústria Fonte: http://www.abq.org.br/cbq 55 Anotações 56