Manual do Aluno
Sumário
Apresentação
Sobre o Programa
3
4
Localização
Público Alvo
Horário e Dias
Matrícula
Foco das Pesquisas
4
5
5
5
5
Norma do Programa
6
Natureza e Objetivos
Admissão
Organização Didática
Colegiado do Programa
Coordenação do Programa
Corpo Docente
Corpo Discente
Seminário de Mestrado e Exame de
Qualificação
Obtenção do Grau e Expedição do Diploma
Disposições Finais
6
8
8
10
12
12
13
Educação Profissional e Educação de Jovens
E Adultos
Educação, Ciência e Estudo Culturais
Espaços Educativos Não Formais
Formação de Professores de Ciências
e Matemática
Gestão da Sala de Aula
História e Filosofia da Ciência
História e Filosofia da Matemática
Informática Aplicada à Educação
em Ciências e Matemática
Metodologia da Pesquisa
Metodologias Alternativas
Pesquisa de Mestrado I
Pesquisa de Mestrado II
Pesquisa de Mestrado III
Pesquisa de Mestrado IV
Prática de Ensino Supervisionada
Práticas Pedagógicas em Ciências
Práticas Pedagógicas em Matemática
Seminários de Pesquisa em Educação em
Ciências e Matemática
14
14
15
Disciplinas do Programa
16
Núcleo Comum
Núcleo Específico
Disciplinas Optativas
Pesquisa de Mestrado
Prática de Ensino Supervisionado
16
16
16
17
17
Distribuição dos Crétidos
17
Nucleos Disciplinares
Itinerário Formativo
17
17
Ementas
18
Ciência, Tecnologia e Sociedade
Conceitos Fundamentais em Educação em
Ciências e Matemática
Currículo em Educação em Ciências e
Matemática
Debates Conceituais em Biologia
Debates Conceituais em Ciências
Debates Conceituais em Física
Debates Conceituais em Matemática
Debates Conceituais em Química
Divulgação Científica
Educação Ambiental
Educação Científica no Campo
18
Sociedades Científicas
Associação Brasileira de Pesquisa
em Ensino de Ciências
Associação Brasileira de Pesquisa
em Educação
Sociedade Brasileira para o Progresso da
Ciência
Sociedade Brasileira de Ensino
de Biologia
Sociedade Brasileira de Física
Sociedade Brasileira de Educação
Matemática
Sociedade Brasileira de Química
Associação Brasileira de Química
Redpop
19
21
22
22
23
24
25
26
27
29
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34
35
37
38
38
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40
41
41
42
42
42
43
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47
48
48
48
49
49
49
50
51
51
52
Eventos Nacionais e Internacionais
53
Educação em Ciências e Matemática
Ensino de Biologia
Ensino de Matemática
Ensino de Física
Ensino de Química
53
53
54
54
54
Coordenação
Prof. Dr. Sidnei Quezada Meireles Leite
Coordenador
Prof. Dr. Rony Cláudio de Oliveira Freitas
Vice-Coordenador
Colegiado do Programa
Prof. Dr. Sidnei Quezada Meireles Leite
Prof. Dr. Rony Cláudio de Oliveira Freitas
Prof. Dr. Antônio Henrique Pinto
Prof. Dr. Carlos Roberto Pires Campos
Prof. Dr. Emmanuel Fravre-Nicolin
Prof. Dr. Edmar Thiengo
Docentes Credenciados
Docentes Permanentes
Antônio Donizetti Sgarbi, D.Ed.
Antônio Henrique Pinto, D.Ed.
Atanásio Alves do Amaral, D.Sc.
Carlos Roberto Pires Campos, D.L.
Edmar Reis Thiengo, D.Ed.
Eduardo Augusto Moscon Oliveira, D.Ed.
Emmanuel Marcel Favre-Nicolin, D.Sc.
Helio Roseti Junior, D.Sc.
Maria Alice Veiga Ferreira de Souza, D.Ed.
Maria Auxiliadora Vilela Paiva, D.Sc.
Rony Cláudio de Oliveira Freitas, D.Ed.
Sandra Aparecida Fraga da Silva, D.Ed.
Sidnei Quezada Meireles Leite, D.Sc.
Docentes Colaboradores
Ligia Arantes Sad, D.Ed.
Luciano De Oliveira Toledo, D.Sc.
Marco Antônio Barbosa Braga, D.Sc.
Nilton Nélio Cometti, D.Sc.
Sérgio Mascarello Bisch, D.Ed.
2
Apresentação
Em 2009, reunimos um pouco mais
que dez professores doutores para discutir
a possibilidade de criarmos um Programa
de Pós-graduação voltado para atender as
demandas de pós-graduação stricto sensu
em educação científica. Nesse grupo, a
maior parte dos professores possuía formação e atuação em Educação Matemática.
Os professores Maria Auxiliadora Vilela
Paiva, Rony Freitas, Antônio Henrique
Pinto, Edmar Thiengo e Maria Alice, todos
faziam parte desse grupo. Alguns possuíam
formação em Educação, como os professores Ligia Sad, Eduardo Moscon e Sergio
Bisch, embora fosse de outra instituição, se
disponibilizaram a participar do Programa de Pós-graduação. Alguns professores
com uma formação em área dura, mas com
atuação em Educação Científica e Educação
Ambiental também se disponibilizaram
para participar do grupo de criação do curso de Mestrado Profissional. Esse foi o caso
dos professores Luciano Toledo, Atanásio
Amaral, Emmanuel Fravre-Nicolin e Nilton Cometti. Havia o prof. Carlos Roberto
que trazia uma experiência em questões da
Educação, Cultura e Sociedade. Havia o
prof. Marco Braga do CEFET/RJ que se
dispôs a nos ajudar. E havia eu, prof. Sidnei
Quezada, com alguma experiência trazida
da Fundação Oswaldo Cruz na criação e
orientação na Pós-graduação Stricto Sensu,
adquirida durante os oito anos que fiquei
como pesquisador associado ao Programa
de Pós-graduação em Ensino de Biociências
e Saúde.
Espírito Santo já havia acumulado uma vasta
experiência em cursos de pós-graduação lato
sensu na área de Educação. O curso de Especialização em Proeja, iniciado em 2006, produziu uma história importante na construção
do PPC do Mestrado Profissional. O curso de
Especialização em Educação Profissional, realizado em 2009 e 2010 em 12 polos, também
foi importante acontecimento porque reuniu
muitos professores com formação e atuação
em Educação, produzindo debates e trocas de
experiências.
Após a realização de algumas reuniões
chegamos a um projeto pedagógico do curso de Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática. Uma proposta
interdisciplinar, envolvendo os principais
temas da área de Ensino de Ciências e
Matemática, tais como Currículo, CTSA,
Debates Conceituais em Ciências e Matemática, Práticas Pedagógicas em Ciências e
Matemática, História e Filosofia da Ciência
e da Matemática, Metodologias Alternativas, Espaços Educativos Não Formais,
Educação Ambiental, Divulgação Científica, entre outros. Por ser uma proposta de
um Instituto Federal, não poderia faltar
uma disciplinar que tratasse da Educação
Profissional e da Educação de Jovens e
Adultos. A proposta foi encaminhada a
Capes em 30 de abril de 2010, com apoio da
Secretaria Estadual de Educação, Secretaria
Estadual da Ciência e Tecnologia, Secretarias Municipais de Educação e de Cidadania
de Vitória-ES.
Em dezembro 2010, a Capes/MEC
aprovou o primeiro Programa de Pós-
Vale lembrar que o Instituto Federal do
3
-graduação em Educação em Ciências e
Matemática do Estado do Espírito Santo,
proposta essa apresentada pelo Instituto
Federal do Espírito Santo. Trata-se de um
Mestrado Profissional voltado para os profissionais que atuam na Educação Científica
na Educação Básica e Superior, e mais
precisamente, o professor das ciências da
natureza, o professor de matemática e o pedagogo que atuam no Ensino Fundamental.
Também visamos atender ao profissional de
espaços não formais da Educação Científica, como museus, centros de ciências e
reservas ecológicas.
Matemática contribua com a melhoria da
qualidade da Educação Científica no estado
do Espírito Santo, especialmente a realizada
na Educação Básica. Que as ações educativas possam se perpetuar, promovendo o
surgimento de eventos da área de Ensino de
Ciências e Matemática, espaços não formais
e produção de conhecimento no estado. Assim, acreditamos estar contribuindo com a
produção de conhecimento e melhorias das
práticas pedagógicas em Ensino de Ciências
e Matemática.
Sidnei Quezada Meireles Leite
Coordenador do Programa de Pós-graduação
em Educação em Ciências e Matemática
Instituto Federal do Espírito Santo
Esperamos que o Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e
Sobre o Programa
O Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática (Programa
Educimat) é de natureza interdisciplinar,
oferecendo curso de Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemática
que visa aos seguintes objetivos:
docentes em disciplinas da educação básica, da graduação e da pós-graduação.
O Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática é gratuito, não
possuindo mensalidades nem taxas de
matrícula.
• Aprofundar os conhecimentos científicos adquiridos em cursos de graduação;
Localização
• Desenvolver capacidades criadoras
e técnico-profissionais em ensino de
ciências e matemática;
Campus Vitória,
Instituto Federal do Espírito Santo
Av. Vitória, 1729, Bairro Jucutuquara, Prédio Administrativo, 3o. Andar, Sala 03,
Vitória, ES. CEP 29040 780.
Tel. (27) 3331-2203/2119.
E-mail: [email protected]
• Promover a competência pedagógica,
ética e científica, contribuindo para a
formação de docentes e pesquisadores
em ensino de ciências;
• Formar profissionais que possam atuar
como pesquisadores autônomos e como
4
feita pela secretaria);
Público-alvo
• Fotocópia e Diploma de Graduação
(autenticação será feita pela secretaria);
O Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática é dirigido aos
profissionais, portadores de diploma de
graduação obtidos em cursos reconhecidos
pelo MEC, atuantes em educação científica,
especialmente os professores das ciências
da natureza, professores de matemática e
pedagogos, que atuem na educação básica
ou no ensino superior, ou que atuem em
espaços educativos não formais.
• Fotografia 3x4, recente;
• Fotocópia e original do documento de
identificação (autenticação será feita
pela secretaria);
• Fotocópia do certificado de quitação com
o serviço militar, quando for o caso;
• Fotocópia do título de eleitor e da prova
de quitação com a Justiça Eleitoral, para
maiores de 18 anos;
Vale citar que não há restrição com
relação à formação em nível de graduação.
No entanto, o candidato deverá apresentar
interesse e afinidade com a área de conhecimento do Programa de Pós-graduação em
Educação em Ciências e Matemática.
Fotocópia do Cadastro de Pessoa Física
(CPF);
Observação: Preencher a ficha de
matrícula e entregar juntamente com os
documentos acima.
Horário e Dias
O Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática acontecerá semanalmente, as quintas e sextas-feiras, nos
turnos diurnos (manhã e tarde) e o aluno
terá um prazo de dois anos para conclusão
do curso, prazo que poderá ser prorrogado,
a critério do Colegiado do Programa de
Pós-graduação (CPG), por mais seis meses.
Foco das Pesquisas
O Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática trata da Educação Científica realizadas nos espaços
educativos formais e não formais. Por isso,
concentram-se nos seguintes focos:
• Educação em Ciências;
• Educação Matemática;
Matrícula
• Ensino de Física, Química e Biologia;
No ato da matrícula, o candidato aprovado no processo seletivo do Programa de
Pós-graduação em Educação em Ciências
e Matemática (Programa Educimat) deverá
apresentar os documentos relacionados
abaixo:
• Educação Ambiental;
• Divulgação Científica.
• Educação de Jovens e Adultos;
• Educação Profissional;
• Espaços Não Formais de Educação;
• Fotocópia e original do histórico
escolar da Graduação (autenticação será
• Educação Agrícola.
5
Normas do Programa
Art. 4º O curso de Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemática
possui ênfase em educação em ciências e
matemática.
Natureza e Objetivos
Art. 1º O Programa de Pós-Graduação Stricto
Sensu em Educação em Ciências e Matemática
(Programa Educimat) é regido pela legislação
do Ministério da Educação, pelos pressupostos
da Lei 9394/96, pelo Estatuto, pelo Regimento
Geral, pelas normas vigentes para cursos de
Pós-Graduação do Instituto Federal do Espírito Santo e por esta Norma.
Art. 5º O curso de Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemática é
gratuito, não possuindo mensalidades nem
taxas de matrícula.
Art. 6º O trabalho de dissertação do aluno
deve ser orientado por, pelo menos, um dos
docentes credenciados no Programa Educimat, cujo tema deve estar em consonância
com uma das linhas de pesquisa (Quadro 1)
e um dos projetos de pesquisa (Quadro 2)
do Mestrado Profissional em Educação em
Ciências e Matemática.
Art. 2º O Programa Educimat está localizado no campus Vitória do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, situada na Avenida Vitória, 1729,
Bairro Jucutuquara, Vitória, ES.
Art. 3º O Programa Educimat possui
natureza interdisciplinar, oferece curso
de Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática e apresenta os
seguintes objetivos:
I. Aprofundar os conhecimentos científicos construídos na graduação;
Art. 7º São aceitos projetos de mestrado
da Área de Ensino de Ciências e Matemática da Capes, cujo resultado decorra na
elaboração de uma dissertação, bem como
em um produto final em um dos seguintes
formatos:
II. Desenvolver capacidades criadoras
e técnico-profissionais em educação em
ciências e matemática;
I. Análise de processos educacionais
científicos ou tecnológicos em espaços
educacionais formais e não formais;
III. Favorecer a aquisição da competência pedagógica, científica e ética, contribuindo para a formação de docentes
e pesquisadores em ensino de ciências e
matemática;
II. Levantamento da história educacional de uma instituição em termos de
educação em ciências e matemática;
III. Produção de propostas de intervenção curricular em educação em ciências
e matemática em espaços educativos;
IV. Qualificar profissionais de alto nível
para que possam atuar como docentes
em disciplinas da educação básica, da
graduação e de pós-graduação e como
pesquisadores.
IV. Produção de material didático, incluindo jogos educativos, kits de ensino;
V. Produção de manual didático,
6
incluindo a confecção de roteiros de
práticas de laboratório didático, roteiros
para visitas técnicas e roteiros para uso
de filmes cinematográficos;
-aprendizagem do aluno e do docente;
VII. Produção de programas de informática que possam contribuir para
melhoria do processo de ensino-aprendizagem do aluno e do docente.
VI. Produção de documentários ou mídias que ajudem no processo de ensino-
Quadro 1. Linhas de pesquisa do Programa Educimat
Linha de Pesquisa 1:
A Construção do Conhecimento em Educação em Ciências e Matemática.
Trata do desenvolvimento de estudos dos processos de ensino e de aprendizagem em
educação em ciências e matemática, bem como os aspectos históricos e socioculturais.
Os estudos compreendem formas de contextualização e do desenvolvimento de conceitos científicos e tecnológicos na educação básica e no ensino superior.
Linha de Pesquisa 2:
Tecnologias e Recursos Educacionais em Educação em Ciências e Matemática.
Trata da análise e desenvolvimento de recursos educacionais aplicados à educação em
ciências e matemática, tanto em espaços educativos formais e não formais. Também estão incluídos os estudos de análise e desenvolvimento de materiais didáticos, manuais
de ensino, softwares educacionais, uso de espaços virtuais, dentre outros.
Quadro 2. Projetos de pesquisa do Programa Educimat
Projetos de Pesquisa da Linha de Pesquisa 1
Estudos Curriculares em Educação em Ciências e Matemática
Trata do desenvolvimento de estudos curriculares e suas relações com a educação em
ciências e matemática.
Práticas Pedagógicas em Educação em Ciências e Matemática
Este projeto reúne as pesquisas de processos de ensino e de aprendizagem, realizadas
tanto nos espaços educativos formais como também não formais.
História, Ciência, Tecnologia, Ambiente e Sociedade
Trata do desenvolvimento de estudos abordando os aspectos históricos, ambientais e as
relações e implicações da ciência e da tecnologia para a sociedade.
7
Projetos de Pesquisa da Linha de Pesquisa 2
Uso de Informática e Ead em Educação em Ciências e Matemática
Este projeto trata da análise e desenvolvimento de tecnologias educacionais aplicados à
educação em ciências e matemática. Neste projeto estão inseridos os estudos de desenvolvimento de softwares educativos e uso de ambientes virtuais de aprendizagem (AVA).
Desenvolvimento e Análise de Recursos Didáticos em Educação em Ciências e
Matemática
Este projeto trata da análise e desenvolvimento de recursos didáticos aplicados à educação em ciências e matemática. Neste projeto, estão inseridos os estudos envolvendo o
desenvolvimento de jogos educativos, manuais de ensino, dentre outros.
III. Currículo Lattes, preenchido no
sítio eletrônico na Plataforma Lattes do
CNPq;
Admissão
Art. 8° O curso de Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemática
é dirigido aos profissionais, portadores de
diploma de graduação, obtido em curso
reconhecido pelo MEC, que atuem ou
tenham atuado em ensino de ciências, ou de
matemática, na educação básica, no ensino
superior ou na divulgação científica.
IV. Proposta de trabalho materializada em um anteprojeto de pesquisa.
As normas deverão constar em Edital
específico.
V. Arguição do candidato, com base na
bibliografia e na exposição de motivos
que levaram o candidato a participar do
processo seletivo para concorrer a uma
vaga no Mestrado Profissional.
§ Único. A admissão dos candidatos ao
programa de pós-graduação estará condicionada à capacidade de orientação do Educimat, comprovada por meio da existência
de orientadores disponíveis.
§ 1º No caso de o aluno ser reprovado na
prova de inglês, terá mais uma chance, até
o final do primeiro semestre, para fazer
exame de suficiência em língua inglesa.
Art. 9° O processo seletivo dar-se-á por
meio de um edital específico, devendo
constar os seguintes instrumentos de
avaliação:
§ 2º A definição do Projeto de Pesquisa a
ser desenvolvido pelo aluno será efetuada
durante o curso do Mestrado Profissional.
I. Exame de suficiência em inglês, de
caráter classificatório;
Organização Didática
II. Avaliação escrita baseado em bibliografia da Área de Ensino de Ciências
e Matemática da Capes de caráter
eliminatório;
Art. 10. A estrutura curricular prevê a duração de dois anos, tendo duração máxima de
dois anos e meio, a critério do Colegiado de
Pós-Graduação (CPG).
8
§ Único. O aluno que não completar o
curso em dois anos e meio será jubilado
do programa, salvo os casos excepcionais
julgados pelo CPG.
(um) crédito para cada 15 horas de trabalho
coordenado, totalizando 2 (dois) créditos
ao final do curso. Esta disciplina tem como
produto um relatório final elaborado pelo
aluno e avaliado pelo respectivo orientador.
Art. 11. A estrutura curricular do curso é
constituída por disciplinas, elaboração de
dissertação e prática docente supervisionada.
§ 7º Ao final de cada disciplina será atribuída uma nota de 0 (zero) a 100 (cem) para
cada avaliação, sendo considerado aprovado
o aluno que obtiver nota igual ou superior a
70 (setenta).
§ 1º A integralização das disciplinas
necessárias ao Mestrado Profissional em
Educação em Ciências e Matemática é expressa em unidades de crédito. Cada crédito
cursado terá a equivalência de 15 horas de
aula teórica ou prática.
§ 8° O aluno que obtiver mais de uma
reprovação em quaisquer das disciplinas
ofertadas será jubilado do programa.
§ 2º O curso de Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemática
caracteriza-se pela flexibilidade, proporcionando ao aluno, obedecida à legislação pertinente, ampla oportunidade de iniciativa
na composição de seu programa de estudos,
respeitada a estrutura curricular.
Art. 12. O itinerário formativo do Mestrado Profissional prevê disciplinas organizadas em duas categorias, a saber:
I. Núcleo Comum de Educação em
Ciências e Matemática – disciplinas obrigatórias e optativas de formação comum
a todas as áreas do curso, que constituem
o núcleo de estudos básicos, garantindo
a formação didático-pedagógica e destacando visões contemporâneas de ensino,
aprendizagem, currículo e avaliação, aspectos históricos, antropológicos, sociais
e epistemológicos das ciências;
§ 3º A estrutura curricular prevê disciplinas
a serem realizadas ao longo do período
letivo, mediante inscrição realizada semestralmente, podendo ter duração inferior a
um semestre, desde que respeitada à carga
horária da mesma.
II. Núcleo Específico de Educação em
Ciências e Matemática – disciplinas
obrigatórias alternativas de física, de
química e de educação ambiental, contemplando a formação na área específica, com ementas próprias e bibliografia
atualizada, direcionadas ao ensino,
enfatizando a conceitualização, a fenomenologia e a transposição didática;
§ 4º A escolha do orientador e do tema da
dissertação de mestrado deverá ser realizada no primeiro período letivo.
§ 5º O processo de construção da dissertação de mestrado é formalizado por meio
das disciplinas Dissertação de Mestrado I,
II e III, com 2 (dois) créditos por disciplina
cursada e aprovada.
§ 6º A prática docente supervisionada tem
caráter de disciplina e é coordenada por um
docente do Educimat, sendo computado 1
Art. 13. O curso de Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemáti-
9
ca exige a aprovação em 34 créditos em
disciplinas, discriminadas no APÊNDICE
a esta Norma.
exame de qualificação;
III. Elaboração do documento para a
defesa da dissertação de mestrado.
§ Único. Os créditos exigidos para complementação dos estudos são distribuídos da
seguinte maneira:
§ 1º Está prevista na estrutura curricular
a realização obrigatória de três disciplinas de dissertação de mestrado (Pesquisa
de Mestrado II e III). Caso o aluno não
tenha defendido a dissertação ao final da 3ª
disciplina e não tenha mais disciplinas para
serem cursadas, ele terá que se inscrever na
disciplina Pesquisa de Mestrado IV para
manter o vínculo com a instituição.
I. Núcleo Comum de Educação em
Ciências e Matemática: 10 (dez) créditos
obrigatórios.
II. Núcleo Específico de Educação em
Ciências e Matemática: 8 (oito) créditos
obrigatórios.
§ 2º Os documentos previstos nos incisos I, II
e III deste artigo serão regulamentados a partir
de normas específicas aprovadas pelo CPG.
III. Créditos optativos: 8 (oito) créditos
optativos.
IV. Dissertação de mestrado: 6 (seis)
créditos obrigatórios.
Colegiado do Programa
V. Prática de ensino supervisionado: 2
(dois) créditos obrigatórios.
Art. 17. O Programa Educimat é coordenado pelo Colegiado do Programa de PósGraduação (CPG) em Ensino de Ciências,
por um Coordenador e por um Vice-Coordenador, de acordo com as competências
estabelecidas nesta Norma.
Art. 14. Podem ser computados até 4
créditos optativos das disciplinas realizadas
em programa de pós-graduação lato sensu
ofertado pelo Instituto Federal do Espírito
Santo, ou em qualquer programa stricto
sensu, reconhecido pela Capes, mediante
solicitação com justificativa feita pelo orientador e homologação do CPG.
Art. 18. O CPG do Programa Educimat é
constituído pelos seguintes membros:
I. Coordenador de curso, como presidente;
Art. 15. O Seminário de dissertação será
coordenado por um docente do Programa
Educimat.
II. Vice-Coordenador do curso, como
membro do CPG, podendo atuar como
substituto do presidente em caso de
ausência do mesmo;
Art. 16. As disciplinas de Dissertação de
Mestrado são coordenadas pelo orientador,
tendo em vista os seguintes objetivos:
III. Quatro representantes do corpo
docente do curso;
IV. Um representante do corpo discente que
esteja regularmente matriculado no curso.
I. Elaboração e apresentação do projeto
de mestrado;
§ Único. Com exceção do representante
II. Elaboração do documento para o
10
do corpo discente, que tem um mandato de
um ano, os demais membros do CPG têm
mandato de dois anos, sendo permitida a
recondução.
IX. Aprovar a constituição de bancas
de dissertações e trabalhos de fim de
curso, de acordo com a orientação do
Regulamento Geral da Pós-Graduação
Stricto Sensu;
Art. 18. O CPG reunir-se-á mensalmente,
sempre que convocado pelo Coordenador
do Programa Educimat, ou por solicitação
de 1/3 (um terço) dos seus membros, e
deliberará por maioria simples.
X. Propor a homologação dos resultados de defesas de dissertações e trabalhos de fim de curso;
XI. Aprovar a constituição da Comissão
de Seleção para admissão de alunos no
Programa Educimat;
Art. 19. Compete ao CPG:
I. Assessorar a Diretoria de Pesquisa e
Pós-graduação do campus Vitória do
Ifes na execução da política de pós-graduação e no seu acompanhamento;
XII. Propor o credenciamento de orientadores, nos termos do Regulamento
Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu e
de acordo com a Norma de Credenciamento, Recredenciamento e Descredenciamento do Programa Educimat;
II. Aprovar os planos de aplicação dos
recursos colocados à disposição do
Programa;
XIII. Propor a designação de co-orientadores, nos termos do Regulamento
Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu;
III. Aprovar a lista de oferta de disciplinas para cada período letivo;
IV. Propor critérios de seleção na
pós-graduação, respeitada a regulamentação geral do Instituto Federal do
Espírito Santo;
XIV. Avaliar as solicitações de aproveitamento de estudos, nos termos do
Regulamento Geral de Pós-Graduação
Stricto Sensu;
V. Propor à Diretoria de Pesquisa e Pósgraduação do campus Vitória do Ifes o
número de vagas a serem oferecidas a
cada seleção;
XV. Analisar pedidos de trancamento
geral de matrícula, bem como designação e mudança de orientador e co-orientador;
VI. Apreciar propostas e recursos de
docentes e alunos do Programa Educimat, no âmbito de sua competência.
XVI. Apreciar propostas e recursos
de docentes e alunos do programa, no
âmbito de sua competência.
VII. Acompanhar o programa de
pós-graduação no que diz respeito ao
desempenho dos alunos e na utilização
de bolsas e recursos;
Art. 20. Sempre que for necessário, o
CPG poderá constituir uma Comissão de
Pós-Graduação para realizar trabalhos
administrativos em equipe, tais como a
realização do processo seletivo do Programa Educimat.
VIII. Gerenciar a distribuição e renovação de bolsas de estudo;
11
§ Único. O CPG estabelecerá as atribuições da Comissão de Pós-Graduação no ato
da sua constituição.
Corpo Docente
Art. 24. O corpo docente do Programa de
Pós-graduação em Educação em Ciências e
Matemática/Ifes (Educimat) é constituído
por professores, portadores do título de
doutor ou livre docente, obtido em Programa reconhecido pela Capes.
Coordenação do Programa
Art. 21. O Programa Educimat terá um
Coordenador, com funções executivas, o
qual presidirá, também, o CPG, com voto
de qualidade, além do voto comum.
§ 1º Deverão ser respeitados os critérios estabelecidos pela Capes sobre a composição
do corpo docente do programa, explicitando a forma de vínculo de cada docente:
Art. 22. O Coordenador do Programa Educimat deverá ser docente efetivo do Instituto Federal do Espírito Santo e membro do
corpo docente credenciado no Programa
Educimat.
I. Permanente: docente do quadro
efetivo do Ifes, que atua de forma mais
direta, intensa e contínua no Programa
Educimat, e integra o núcleo estável de
docentes, desenvolvendo as atividades
de ensino, pesquisa, extensão e orientação. Em caso especial, docente de outra
instituição; por meio de convênio, poderá atuar como docente permanente;
§ 1º O coordenador deverá ser eleito pelos
pares em reunião com os membros do corpo
docente, tendo como ponto de pauta a eleição
do coordenador do curso. O Vice-Coordenador é indicado pelo coordenador eleito.
§ 2º O mandato do coordenador é de 2
(dois) anos, sendo permitida a recondução.
II. Colaborador: docente do quadro do
Ifes que atua de forma complementar
no Programa Educimat, com expressiva
produção acadêmica na Área de Ensino
de Ciências e Matemática da Capes ou
em fase de migração, ministrando disciplina, co-orientando alunos, participando da pesquisa e extensão. Em caso
especial, docente de outra instituição;
por meio de convênio, poderá atuar
como docente permanente;
Art. 23. Caberá ao coordenador do programa:
I. Presidir o CPG;
II. Instituir a Comissão de Pós-Graduação, sempre quando for necessário;
III. Representar o Programa Educimat
junto aos órgãos colegiados em que essa
representação esteja prevista;
IV. Representar o Programa Educimat
perante a Comunidade Acadêmica e
a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e
Pesquisa;
III. Visitante: docente de outra Instituição ou com vínculo temporário, com
expressiva produção acadêmica na Área
de Ensino de Ciências e Matemática da
Capes, que esteja vinculado ao Programa
Educimat contribuindo com o desenvolvimento de atividades acadêmico-cientí-
V. Apreciar propostas e recursos de docentes e alunos do programa, no âmbito
de sua competência.
12
ficas, durante um período determinado.
III. Elaborar e apresentar o projeto de
mestrado com características de uma
pesquisa aplicada;
§ 2º O corpo docente do Programa Educimat
será constituído, prioritariamente, por docentes do Instituto Federal do Espírito Santo.
IV. Elaborar e apresentar trabalho de
exame de qualificação;
§ 3º Somente docentes credenciados no
Programa Educimat poderá atuar na orientação de alunos desta pós-graduação.
V. Elaborar e apresentar a dissertação de
mestrado ou relatório final do projeto;
VI. Elaborar artigos científicos, em
conjunto com o orientador, para serem
publicados em eventos e revistas, da Área
de Ensino de Ciências e Matemática da
Capes reconhecidas pela Capes;
§ 4º A participação de eventuais atividades
no Programa Educimat, tais como seminários, membro de banca de exame e co-autor
de trabalhos, não se caracterizam como
sendo um profissional integrante do corpo
docente do Programa Educimat.
VII. Manutenção do currículo Lattes
atualizado, semestralmente, para fins de
renovação de matrícula;
Art. 25. O corpo docente deverá estar
regularmente credenciado no Programa
Educimat conforme Norma de Credenciamento, Recredenciamento e Descredenciamento do Programa de Pós-graduação em
Educação em Ciências e Matemática.
VIII. Defender a dissertação dentro
do prazo estabelecido pelo Programa
Educimat.
Art. 29. O aluno do Mestrado Profissional
em Educação em Ciências e Matemática deve
ter um programa de estudos elaborado a cada
semestre conjunto com um orientador.
Art. 26. Para efeito de cômputo da carga
horária semanal docente, para cada 15 horas
semestrais de atividades de ensino equivalem
a uma hora/aula semanal de trabalho docente.
§ Único. No primeiro período letivo, o aluno deve construir seu programa de estudo
em conjunto com o orientador acadêmico,
sendo substituído pelo orientador a partir
do segundo período letivo.
Corpo Discente
Art. 27. O aluno do Mestrado Profissional em
Educação em Ciências e Matemática deve ter,
pelo menos, um orientador credenciado no
Educimat pelo CPG e deve estar regularmente matriculado na Instituição.
Art. 30. O trancamento de matrícula só
poderá ocorrer, por motivo justificado, nos
casos em que fique comprovado o impedimento involuntário do aluno para exercer
suas atividades acadêmicas, conforme
calendário da pós-graduação.
Art. 28. Constituem-se deveres do aluno:
I. Possuir, no mínimo, 75% de frequência nas disciplinas e atividades do
Programa Educimat;
§ 1º O trancamento de matrícula por razões
não médicas não poderá ser concedido por
mais de um período letivo durante a perma-
II. Participar das atividades complementares de ensino do Programa Educimat;
13
nência do aluno no curso.
Art. 34. A Banca Examinadora do Exame
de Qualificação é composta pelo docente
orientador e por dois especialistas titulares,
possuidores de diploma de doutorado, com
atuação na área de ensino de ciências, indicados pelo orientador e aprovados pelo CPG.
§ 2º Durante a vigência do período de
trancamento, o aluno não fará jus a bolsa de
estudos.
Art. 31. O aluno será desligado do curso
nas seguintes situações:
I. Após duas reprovações em disciplinas
do curso;
Obtenção do Grau e
II. Se não efetivar matrícula findo o
trancamento previsto nesta Norma;
Art. 35. Para obter o diploma de mestrado,
além de cumprir as exigências curriculares
constante desta Norma, o aluno deverá ter
uma dissertação de sua autoria exclusiva,
redigida em língua portuguesa e contendo
um resumo em língua Inglesa, defendida
em sessão pública e aprovada por uma
Banca Examinadora.
Expedição do Diploma
III. Se ultrapassar o prazo de permanência no curso;
IV. Por motivos previstos no Regulamento Geral da Pós-Graduação.
§ Único. Na eventualidade de um aluno
desejar reingressar no curso após o desligamento, só poderá fazê-lo por meio de nova
seleção pública de acordo com os procedimentos previstos em edital, respeitadas as
normas específicas vigentes no Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Espírito Santo.
§ 1º A Banca Examinadora será composta
pelo docente orientador e por três especialistas titulares, sendo um deles não-vinculado ao programa, e um suplente, aprovados pelo Colegiado de Pós-Graduação e
homologado pela Diretoria de Pesquisa e
Pós-graduação do campus Vitória do Ifes.
§ 2º Na data da defesa da dissertação de
mestrado, o candidato deve ter satisfeito a
todas as demais exigências curriculares do
seu curso.
Seminário de Mestrado
e Exame de Qualificação
Art. 32. Durante o segundo semestre letivo
do curso de Mestrado Profissional em Educação em Ciências e Matemática, o aluno deve
apresentar um projeto de pesquisa durante o
Seminário de Mestrado para uma banca de
docentes a ser constituída pela CPG.
§ 3º Os especialistas referidos no § 1º deverão ser possuidores do título de Doutor ou
notório saber e não poderão estar envolvidos na orientação do projeto de dissertação.
§ 4º O suplente somente poderá atuar em
substituição a um dos três especialistas
titulares.
Art. 33. Após o terceiro semestre letivo do
curso de Mestrado Profissional em Educação
em Ciências e Matemática, o aluno deve apresentar o Exame de Qualificação (EQ), a uma
Banca Examinadora constituída pelo CPG.
§ 5º Na impossibilidade da participação do
orientador, este poderá ser substituído na
14
defesa pelo co-orientador ou outro docente
credenciado no programa, mediante aprovação do Colegiado da Pós-Graduação e da
Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do
campus Vitória do Ifes.
Art. 38. A expedição do diploma ficará
condicionada à homologação, pela PRPPG,
do relatório enviado pelo Coordenador.
§ Único. O aluno aprovado na defesa
receberá o título de Mestre em Educação
em Ciências e Matemática, com a expedição
do diploma.
Art. 36. As decisões da Banca Examinadora da dissertação serão tomadas por maioria
simples de votos.
Disposições Finais
§ 1º A avaliação da Banca Examinadora
será conclusiva e resultará em uma das seguintes decisões: aprovação, aprovação com
modificação ou reprovação.
Art. 39. As atividades acadêmicas do Programa Educimat serão acompanhadas pela
Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do
campus Vitória do Ifes, com a supervisão
da Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação
do campus Vitória do Ifes.
§ 2º No caso de “aprovação” ou “aprovação
com restrição”, a homologação ficará condicionada à entrega do trabalho definitivo no
prazo de 30 (trinta) dias à coordenação do
programa.
§ Único. Os projetos de pesquisa envolvendo seres humanos, tanto dos orientadores quanto dos alunos do Programa de
Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação
em Ciências e Matemática, deverão ser
encaminhados a um Comitê de Ética em
Pesquisa (CEP), reconhecido pela CONEP
(Comissão Nacional de Ética em Pesquisa).
§ 3º Caberá ao orientador avaliar se as
modificações posteriores à defesa estão a
contento e emitir um parecer para a coordenação do programa.
Art. 37. O relatório de defesa, acompanhado de dois exemplares da dissertação
de mestrado, deverá ser encaminhado à
Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do
campus Vitória do Ifes, pelo Coordenador
do programa, no prazo máximo de 60 dias,
a contar da data de defesa.
Art. 40. Os casos omissos serão resolvidos pelo CPG do Programa Educimat e a
Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação do
campus Vitória do Ifes, respeitada a legislação em vigor.
15
Disciplinas do Programa
Núcleo Comum
Disciplina
Metodologia da Pesquisa
Currículo em Educação em Ciências e Matemática
Ciência, Tecnologia e Sociedade
Gestão da Sala de Aula
Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos
Característica Créditos
Obrigatória
2
Obrigatória
2
Obrigatória
2
Obrigatória
2
Obrigatória
2
Núcleo Específico
Disciplina
Debates Conceituais em Ciências
Característica
Créditos
Obrigatória
2
Obrigatória
2
Obrigat. alternativa
2
Obrigat. alternativa
2
Obrigat. alternativa
2
Obrigat. alternativa
2
Obrigat. alternativa
2
Debates Conceituais em Matemática
Obrigat. alternativa
2
Característica
Optativa
Optativa
Optativa
Optativa
Optativa
Optativa
Optativa
Créditos
2
2
2
2
2
2
2
Espaços Educativos não Formais
Optativa
2
Debates Conceituais em Biologia
Optativa
2
Debates Conceituais em Física
Optativa
2
Debates Conceituais em Química
Optativa
2
Seminários de Pesquisa em Educ. em Ciências e Matemática
Conceitos Fundamentais em Educ. em Ciências e Matemática
Práticas Pedagógicas em Ciências
Práticas Pedagógicas em Matemática
História e Filosofia da Ciências
História e Filosofia da Matemática
Disciplinas Optativas
Disciplina
Informática Aplicada à Educação em Ciências e Matemática
Formação de Professores em Ciências e Matemática
Educação, Ciência e Estudos Culturais
Divulgação Científica
Metodologias Alternativas
Educação Científica no Campo
Educação Ambiental
16
Pesquisa de Mestrado
Disciplina
Pesquisa de Mestrado I
Pesquisa de Mestrado II
Pesquisa de Mestrado III
Pesquisa de Mestrado IV
Característica
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Optativa
Créditos
2
2
2
2
Característica
Obrigatória
Créditos
2
Prática de Ensino Supervisionado
Disciplina
Prática de Ensino Supervisionado
Distribuição dos Créditos
Obrigatórios e Optativos
Núcleos Disciplinares
Itinerário Formativo
Os créditos exigidos para complementação dos estudos são distribuídos da
seguinte maneira:
1º período letivo:
• Disciplinas do Núcleo Comum:
10 créditos obrigatórios
• Núcleo Comum de Educação
em Ciências e Matemática:
10 (dez) créditos obrigatórios.
• Disciplinas Núcleo Específico:
4 créditos obrigatórios, a critério
do orientador
• Núcleo Específico de Educação em
Ciências e Matemática:
8 (oito) créditos obrigatórios.
• Definição do orientador
2º período letivo:
• Disciplinas Optativas:
4 créditos optativos, a critério
do orientador
• Créditos Optativos:
8 (oito) créditos optativos.
• Dissertação de mestrado:
6 (seis) créditos obrigatórios.
• Disciplinas do Núcleo Específico:
4 créditos obrigatórios, a critério
do orientador
• Prática de ensino supervisionado:
2 (dois) créditos obrigatórios.
• Pesquisa de Mestrado I: 2 créditos
• Seminário de Projeto de Mestrado
17
3º período letivo:
• Exame de Qualificação
4º período letivo:
• Disciplinas Optativas:
4 créditos optativos, a critério
do orientador
• Pesquisa de Mestrado III: 2 créditos
• Defesa da Dissertação de Mestrado
• Pesquisa de Mestrado II: 2 créditos
• Prática de Ensino Supervisionado: 2
créditos
Ementas
BROCK, C.; SCHWARTZMAN, S.; Os
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Nova Fronteira, 2005. CHASSOT, Attico.
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Ciência, tecnologia e sociedade
Ementa:
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industrial. Desenvolvimento tecnológico e
desenvolvimento social. Difusão de novas
tecnologias. Sociedade tecnológica e suas
implicações. As imagens da tecnologia. As
noções de risco e de impacto tecnológico.
Modelos de produção e modelos de sociedade. Desafios contemporâneos. Influências
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fogo – Jacques Annaud; 2001, uma odisséia no espaço – Stanley Kubrik; A laranja
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Ementa:
Definições e conceitos de biologia do
ensino médio, normalmente debatidos em
sala de aula. O processo de ensino-aprendizagem em biologia do ensino médio. O
livro didático de biologia do ensino médio.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais do
ensino de biologia do ensino médio. O uso
de abordagens alternativas e do laboratório
experimental. Uso de material alternativo.
Debates Conceituais em Ciências
Ementa:
Definições e conceitos de ciências do ensino fundamental, normalmente debatidos
em sala de aula. O processo de ensino-aprendizagem em ciências do ensino fundamental. O livro didático de ciências do
ensino fundamental. Os Parâmetros Curriculares Nacionais do ensino de ciências do
ensino fundamental. O uso de abordagens
alternativas e do laboratório experimental.
Uso de material alternativo.
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Curriculares Nacionais: Matemática. (3º e
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Ementa:
Discussões de conceitos matemáticos da
educação básica nas áreas: Números e
Operações, Espaço e Forma, Grandezas e
Medidas, Tratamento da Informação e Álgebra. Tendências e pesquisas em Educação
Matemática: Etnomatemática, Modelagem
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Ementa:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais do
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Breve histórico da divulgação científica no
Brasil. Educação em espaços informais de
ciências: proposta de um referencial teórico
(teoria de Vygotsky). Análise da produção teórica sobre educação em centros e museus de
divulgação científica. Um enfoque particular
será dado à relevância da vinculação do centro
de divulgação e memória do ensino de ciências ao curso de pós-graduação em Educação
para Ciência. Análise crítica produções sobre
divulgação científica nos diferentes veículos
de comunicação. A avaliação será feita com
base nos trabalhos sobre divulgação científica
elaborada pelos alunos.
Referências:
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cenário em espaços formais e não formais
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Laboratório. Interesses Sociais e o Gênero.
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e aprendendo em uma perspectiva socioambiental e de classe. Rev. eletrônica Mestr. Educ.
Ambient. ISSN 1517-1256, v.17, 2006. Ementa:
Definições de espaços não formais, formais e
informais de educação. Exemplos de espaços
não formais. Histórico dos espaços não
formais de educação no Brasil e comparativo metodológico com seus equivalentes em
países desenvolvidos. O espaço da educação
não formal e os processos de desenvolvimento e aprendizagem. Espaços não formais e
o uso de linguagens pedagógicas alternativas. Educação não formal e a participação da
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Aval. Pol. Públ. Educ., Rio de Janeiro. V.
14, n. 50, jan./mar., 2006. GOERGEN, P.; SAVIANI, D.(Orgs).
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2000. Ementa:
Tendências da formação inicial e continuada de professores de ciências e matemática.
Educação como práxis. Desenvolvimento
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Docência para o ensino superior. Processos
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aprendizagem. Tradução: MORAES, Daisy
Vaz de. Porto Alegre: ArtMed Editora, 2001. Gestão da Sala de Aula
Ementa:
Análise dos fundamentos da organização
dos trabalhos pedagógicos na Educação
Básica, na EPT e na EJA, em suas diferentes modalidades de ensino. Tendências do
ensino e aprendizagem na Educação Básica e
no Ensino Superior. A gestão de sala de aula.
O projeto pedagógico. Métodos de Planejamento e Execução nas diferentes modalidades
de ensino. Metodologias para a criação de um
Ambiente Inclusivo na sala de aula. A aprendizagem dialógica. A avaliação da aprendizagem: concepções e instrumentos. CORDIOLLI, Marcos Os projetos como
forma de gestão do trabalho pedagógico em
Sala de Aula. Curitiba: A Casa de Astérion,
2006. D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Da Realidade à
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Conceituais na Construção de Conceitos
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Recife-pe. Anais, v. 1. CD-ROM. KESSLER, Maria Cristina. Educação de
Jovens e Adultos: (des)construindo saberes
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pp.103-120, dez. 2006. MACHADO, Nilson José. Educação:
Projetos e valores. 3ed. São Paulo: Escrituras
Editoras, 2001. Coleção ensaios transversais. PAIVA, M. A. V.; NACARATO, A.
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ensina Matemática: avanços e perspectivas.
Belo Horizonte: Autêntica, 2006. MACHADO, Nilson José. Matemática e
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Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. MACHADO, Nilson José. Cidadania e
Educação. 3ed. São Paulo: Escrituras Editoras, 2001. Coleção ensaios transversais. PERRENOUD, Phelipe. A Prática Reflexiva no ofício do professor. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2002. MACHADO, Nilson José.. Didática da
Matemática. São Paulo: Cortez, 1992. MACHADO, Nilson José.. Matemática e
língua materna. São Paulo: Cortez, 1990. PERRENOUD, Phillipe. Práticas Pedagógicas,
Profissão Docente e Formação. Perspectivas MOREIRA, A. F. B.(ORG.) Currículo:
Políticas e Práticas. Coleção Magistério:
Formação e Trabalho Pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 1999. PIRES, Célia Maria Carolino. Currículos de
Matemática: da organização linear à idéia de
rede. São Paulo: FTD, 2000. MOYSÉS, Lúcia. Aplicações de Vygotsky à
Educação Matemática. POZO, J. I. A Solução de Problemas. Porto
Alegre: ArtMed Editora, 1998. PABLO, Gentili. Três teses sobre trabalho e educação em tempos neoliberais. In
LOMBARDI, José Claudinei; SAVIANI,
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pedagógico. São Paulo. In: Educação &
Sociedade, ano XX, nº 68, dez. 1999. RIBEIRO. Vera Masagão (Org.). Educação
de Jovens e Adultos: novos leitores, novas
leituras. Campinas, SP: Mercado das Letras:
associação de leitura do Brasil- ALB; São
Paulo: Ação Educativa, 2001. Coleção Leituras no Brasil. PADILHA, H. Mestre maestro: a sala de
aula como orquestra. Rio de Janeiro: Linha
Mestra, 2003. PAIS, L. C. Didática da matemática: uma
análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 36
SANTOS, M. C. dos. O professor e o
tempo. Recife: Tópicos em educação, v.15,
nº1/2, p. 105-116, 1997. dividiram o pensamento. A contribuição
da alta idade média e do renascimento.
A criação da Ciência moderna (Galileu e
Newton). Divisão do trabalho intelectual:
distinção em filosofia e ciência. A expansão da Ciência. A construção de uma visão
científica do mundo. A relação entre ciência
e religião. Ciência e autoridade. Divisão do
trabalho científico: distinção entre ciências
naturais e sociais. As principais contribuições científicas do século XIX e das
grandes descobertas e novas formulações
que marcaram o século XX. Os atuais desafios da ciência contemporânea. A relação
da ciência e da tecnologia com a cultura, a
economia e a sociedade. SILVA, Diva Souza. Educação Matemática
Crítica e a Perspectiva Dialógica de Paulo
Freire: tecendo caminhos para a formação
de professores. In: ARAÚJO, Jussara de
Loiola. Educação Matemática Crítica: Reflexões e Diálogos. Belo Horizonte, MG:
Argvmentvm, 2007. SKOVSMOSE, Ole. Educação Crítica:
incerteza, matemática, responsabilidade.
Traduçãode Maria Aparecida Bicudo. São
Paulo: Cortez, 2007. SKOVSMOSE, Ole. Educação Matemática
Crítica: A Questão da Democracia. 3. ed.
Campinas, SP: Papirus, 2001. Bibliografia: BRAGA, Marco; Guerra, Andreia; Reis,
José Claudio; Breve História da Ciência
Moderna: Convergência de saberes, volume
1. Jorge Zahar, 2003. SKOVSMOSE, Ole. Cenários para Investigação. Bolema ? Boletim de Educação Matemática, Rio Claro, n. 14, pp. 66-91, 2000. SMOLE, K.; DINIZ, M. I. Sociológicas.
Lisboa: D. Quixote, 1993 BRAGA, Marco; Guerra, Andreia; Reis,
José Claudio; Breve História da Ciência
Moderna: das maquinas ao mundo, volume
2. Jorge Zahar, 2004. THURLER, Mônica Gather. Inovar no
Interior da Escola. Tradução WOLF, Jeni.
Porto Alegre: ArtMed Editora, 2001. VILA, Antoni, CALLEJO, ZABALA,
Antoni. A prática educativa: como ensinar.
Porto Alegre: ArtMed, 1998. BRAGA, Marco; Guerra, Andreia; Reis,
José Claudio; Breve História da Ciência
Moderna: Das luzes aos sonhos, volume 3.
Jorge Zahar, 2005. ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2ª ed. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1999. BRAGA, Marco; Guerra, Andreia; Reis,
José Claudio; Breve História da Ciência
Moderna, volume 4. Jorge Zahar, 2008. História e Filosofia da Ciência
Ementa:
DELACAMPAGNE, Christian. História
da Filosofia no Século XX. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 1997. Origem da ciência na antiguidade. O pensamento grego. As grandes questões que
FERRATER MORA, José. Dicionário de
Filosofia. São Paulo; Loyola, 2000. 37
GILSON, Etienne. A Filosofia na Idade
Média. São Paulo: Martins Fontes, 1995. M. Filosofia da Educação Matemática. Belo
Horizonte: Autêntica, 2001. JAEGER, Werner. Paidéia: Formação do Homem Grego. São Paulo: Martins Fontes, 2001. BICUDO, M. A V. (Org). Filosofia da Educação Matemática: concepções e movimento. Brasília: Plano, 2003. MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia. 10. ed. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2006. BOYER, C. B. História da matemática. 2.
ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. MOCELLIN, RONEI CLÉCIO, Uma Breve História da Ciência, Nova Didática, 2000 DAVIS, P.J.; HERSH, R. A experiência
matemática. Lisboa: Gradiva, 1995. RONAN, Colin A. História ilustrada da ciência. v. I, II, II, IV. Rio de Janeiro: Zahar, 1983. EVES, H. Introdução à história da matemática, 2. ed. São Paulo: Unicamp, 2004 SILVA, CIBELLE CELESTINO, Estudos
de História e Filosofia das Ciências, Livraria da Física, 2006 GARBI, G. G. O romance das equações
algébricas. São Paulo: Makron Books, 1997. KLINE, M. El pensamiento matemático
desde la Antigüedad a nuestros días. Madrid: Alianza, 1999. SIQUEIRA-BATISTA, Rodrigo. Deuses e
homens: mito, filosofia e medicina na Grécia antiga. São Paulo: Landy, 2003. MENEGHETTI, R. C. G. Constituição
do saber matemático: reflexões filosóficas e
históricas. Londrina: EDUEL, 2010. WILLIAMS, Michael. Problems of Knowledge: a Critical Introduction to Epistemology.
London: Oxford University Press, 2001 MOTTA, C. D. História da Matemática na
Educação Matemática: espelho ou pintura?
São Paulo: Comunicar, 2006 História e Filosofia da Matemática
Ementa:
WUSSING, H. Lecciones de Historia de las
Matemáticas. Madrid: Siglo Veintiuno, 1998. Processo de construção do conhecimento: de mitos a ciências. A matemática na
Antiguidade: egípcia, babilônica e grega. A
matemática do Oriente: contribuições dos
hindus, árabes e chineses. A matemática na
Europa da Idade Média. Correntes Filosóficas e a Matemática. O desenvolvimento da
álgebra e da geometria analítica. A fundamentação do cálculo diferencial e Integral.
O desenvolvimento do conceito de função.
Revista Brasileira de História da Matemática. Rio Claro, SBHMat, 2001 – 2010. Informática Aplicada à Educação
em Ciências e Matemática
Ementa:
O computador como ferramenta pedagógica
no processo de ensino-aprendizagem de Ciências e Matemática. Análise dos instrumentos tecnológicos e suas formas de aplicação
Bibliografia: BICUDO, M. A. V.; GARNICA, A. V.
38
na Educação em Ciências e Matemática.
Pesquisas atuais em Informática aplicada
à Educação em Ciências e Matemática.
Análise e utilização de softwares educacionais voltados para a Educação em Ciências
e Matemática. Desenvolvimento de projetos
e protótipos aplicados à educação em Ciências. Educação em Ciências e Matemática a
distância: possibilidades e desafios.
(Org.).Tecnologias e Educação Matemática:
ensino, aprendizagem e formação de professores. Recife, PE: Sbem, 2010. Referências:
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: O futuro do pensamento na era da
informática. São Paulo: Editora 34, 1993. LA TAILLE, Yves de. Ensaio sobre o lugar
do computador na educação. São Paulo:
Editora Iglu, 1990. 219p. LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo:
Editora 34, 1999. ALMEIDA, M. E. Proinfo: informática
e formação de professores / Secretaria de
Educação a Distância. Brasília: Ministério
da Educação, SEED. 2000. LUCENA, M. W. F. P. O uso das tecnologias da informática para o desenvolvimento
da educação. Publicações Técnicas ES301/94. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1994. BORBA, M. C. Tecnologias Informáticas
na Educação Matemática e reorganização do pensamento. In: Bicudo, M.A.V.
(Org.). Pesquisa em Educação Matemática:
Concepções & Perspectivas. São Paulo:
Ed. Unesp, 1999. MALHEIROS, Ana Paula Dos Santos;
BORBA, Marcelo de Carvalho; ZULATTO, Rúbia Barcelos Amaral (Org.). Educação a Distância Online. Belo Horizonte:
Autêntica, 2007. BORBA, M. C. & PENTEADO, M. G.
Informática e Educação Matemática. Belo
Horizonte: Autêntica, 2003. PAPERT, S. A máquina das crianças:
repensando a escola na era da informática.
Porto Alegre-RS: Artes Médicas, 1994. COSTA, G. L. M. O Professor de Matemática e as Tecnologias de Informação e
Comunicação: abrindo caminho para uma
nova cultura profissional. 2004. 204f. Tese
(Doutorado em Educação: Educação Matemática) ? FE, Unicamp, Campinas (SP).
Orientador: Dario Fiorentini LÉVY, P. As
Tecnologias da Inteligência, o futuro do
pensamento na era da informática. Rio de
Janeiro: Editora 34, 1993. RYAN, S. et. al. The virtual university.
The Internet and resource-based learning.
London: Kogan Page Limited, 2000. TAJRA, S. F. Informática na Educação:
novas ferramentas pedagógicas para o professor na atualidade.SP: Érica, 2007. VALENTE, J. A. Formação de profissionais na área de informática em educação, in
Computadores e conhecimento: repensando
a educação. Campinas, Gráfica Central da
Unicamp, 1993.
FILHO, W. P. P. Multimídia: conceitos e
aplicações. Livros Técnicos e Científicos,
Rio de Janeiro, 2000. JAHN, A. P.; ALLEVATO, N. S. G.
39
Metodologia da Pesquisa
Metodologias Alternativas
Ementa:
Ementa:
Pesquisa qualitativa e quantitativa. As técnicas de observação e o trabalho de campo:
componentes do trabalho de campo. O
método cientifico. Os diversos tipos de pesquisa e as diferentes abordagens e técnicas
de investigação. Metodologia: teoria em
atos. Ética na pesquisa.
Uso e princípios das metodologias alternativas relacionados ao conteúdo programático
da educação em ciências e matemática.
Relação da ciência e arte na educação em ciências e matemática. Uso de filmes comerciais em sala de aula. Produção de vídeos e
documentários amadores a partir de aparelhos de celular e câmeras fotográficas. Uso
e produção de história em quadrinho. Uso
de TV e rádio. Uso de jogos educativos.
Uso de Rolling Playing Game. Uso de arte
cênica como teatro convencional, teatro
de marionetes e teatro de dedoche. Jogos,
Dinâmicas e Vivências Grupais.
Bibliografia:
BARDIN, Laurence; Análise de conteúdo,
edições 70. 2004.
CARDOSO, M L. O mito do método.
Boletim Carioca de Geografia. ano XXV, p.
61-101, 1976.
DEMO, Pedro; Metodologia do conhecimento científico, Editora Atlas, 2000.
Bibliografia:
ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo:
Perspectiva, 1983.
AGUIAR, JOAO SERAPIAO DE, Educação
Inclusiva: Jogos para o Ensino de Conceitos.
Editora Papirus, ISBN: 8530807480, 2004.
EZPELETA, J. e ROCKWELL, E. Pesquisa participante. São Paulo: Cortez, 1986.
ALMEIDA, PAULO NUNES DE; Educação Lúdica: Técnicas e Jogos Pedagógicos, Edição: 11, Editora Loyola /ISBN:
8515001942, 1987.
FAZENDA, I. (org.). A pesquisa em Educação e as transformações do conhecimento. 10. Ed. Campinas: Papirus, 2009
FAZENDA, I. (org.). Metodologia da
Pesquisa Educacional. 10. ed. São Paulo:
Cortez, 2008
COELHO, RAQUEL; Teatro, Edtiora
Formato, 1999.
DUARTE, ROSÁLIA; Cinema e Educação. Editora Autêntica, 2002.
FAZENDA, I. (org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1992.
FREITAS, Marcos Cezar. História, antropologia e a Pesquisa Educacional. 2. ed. São
Paulo: Cortez, 2001
FICHER, ROSA MARIA BUENO; Televisão & Educação, Fruir e pensar a TV. 3ª.
Edição, Editora Autêntica, 2001.
MINAYO, M. de S. (Org.). Pesquisa social:
teoria, método e criatividade. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2004
LOPES, MARIA DA GLORIA; Jogos na
Educação: Criar, Fazer, Jogar. 5ª. Edição,
Editora Cortez, ISBN: 8524907029, 2002.
(Coleção Temas Sociais).
MACEDO, LINO DE; PETTY, ANA
LUCIA SICOLI; PASSOS, NORIMAR
40
CHRISTE. Jogos e o Lúdico na Aprendizagem Escolar. Editora: Artme ISBN:
8536304634, 2005.
havendo, pelo menos, uma avaliação final,
a critério do professor. Será trabalhada a
construção de artigos científicos e tecnológicos, assim produtos tecnológicos gerados
pelos estudos. No caso do aluno não conseguir fechar seus trabalhos de mestrado até
o 4º período letivo, ele poderá se inscrever
nessa disciplina, a critério da CPG, no 5º
período letivo, para finalizar os estudos
científicos e tecnológicos e manter o vínculo com a instituição.
MILITÃO, ALBIGENOR E ROSE; Jogos,
dinâmicas e Vivências grupais. 12ª. Edição,
Editoria Qualitymark, 1999.
MOYA, ALVARO DE; História da História
em Quadrinhos. Editora: Brasiliense, ISBN:
8511220348, 1993.
MURCIA, JUAN ANTÔNIO MORENO;
Aprendizagem através do jogo, Editora
Artmed, 2009.
Referências:
Artigos científicos e tecnológicos da área de
ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. MÜTSCHELE, M. S. & GONSALES FILHO, J. A arte e a magia do fazer na escola.
5 ed. v.1. São Paulo: Edições Loyola, 1998.
Livros conceituados que servirão para
fomentar os estudos realizados pelo aluno
de mestrado.
NEVES, LIBÉRIA RODRIGUES; SANTIAGO, ANA LYDIA, Um do jogos teatrais na educação, Editoria Papirus, 2009.
SILVA, ROSELI PEREIRA; Cinema e
Educação. Cortez Editora, 2010.
Pesquisa de Mestrado II
VERGUEIRO, WALDOMIRO; RAMOS,
PAULO; Quadrinhos na Educação, Editora
Contexto, 2009.
Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período
letivo), a preparação dos estudos para o
exame de qualificação (3º período letivo) e a
preparação da dissertação (4º período letivo),
por meio de um encontro semanal com o
orientador e o grupo de pesquisa, havendo,
pelo menos, uma avaliação final, a critério
do professor. Será trabalhada a construção
de artigos científicos e tecnológicos, assim
produtos tecnológicos gerados pelos estudos.
No caso do aluno não conseguir fechar seus
trabalhos de mestrado até o 4º período letivo,
ele poderá se inscrever nessa disciplina, a
critério da CPG, no 5º período letivo, para
finalizar os estudos científicos e tecnológicos
e manter o vínculo com a instituição. Ementa:
ZANINI, MARIA DO CARMO Anais
do I Simpósio RPG e Educação, Editora
Devir, 2004.
Pesquisa de Mestrado I
Ementa:
Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período letivo), a preparação dos estudos para
o exame de qualificação (3º período letivo)
e a preparação da dissertação (4º período
letivo), por meio de um encontro semanal
com o orientador e o grupo de pesquisa,
41
Referências:
Pesquisa de Mestrado IV
Artigos científicos e tecnológicos da área de
ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. Ementa:
Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período
letivo), a preparação dos estudos para o
exame de qualificação (3º período letivo) e a
preparação da dissertação (4º período letivo),
por meio de um encontro semanal com o
orientador e o grupo de pesquisa, havendo,
pelo menos, uma avaliação final, a critério
do professor. Será trabalhada a construção
de artigos científicos e tecnológicos, assim
produtos tecnológicos gerados pelos estudos.
No caso do aluno não conseguir fechar seus
trabalhos de mestrado até o 4º período letivo,
ele poderá se inscrever nessa disciplina, a
critério da CPG, no 5º período letivo, para
finalizar os estudos científicos e tecnológicos
e manter o vínculo com a instituição. Livros conceituados que servirão para
fomentar os estudos realizados pelo aluno
de mestrado.
Pesquisa de Mestrado III
Ementa:
Essa disciplina visa acompanhar o desenvolvimento do projeto de mestrado (2º período letivo), a preparação dos estudos para
o exame de qualificação (3º período letivo)
e a preparação da dissertação (4º período
letivo), por meio de um encontro semanal
com o orientador e o grupo de pesquisa,
havendo, pelo menos, uma avaliação final,
a critério do professor. Será trabalhada a
construção de artigos científicos e tecnológicos, assim produtos tecnológicos gerados
pelos estudos. No caso do aluno não conseguir fechar seus trabalhos de mestrado até
o 4º período letivo, ele poderá se inscrever
nessa disciplina, a critério da CPG, no 5º
período letivo, para finalizar os estudos
científicos e tecnológicos e manter o vínculo com a instituição.
Referências:
Artigos científicos e tecnológicos da área de
ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. Livros conceituados que servirão para fomentar
os estudos realizados pelo aluno de mestrado. Prática de Ensino Supervisionada
Ementa:
Referências:
A disciplina visa a discutir e provocar
reflexões sobre as práticas docentes desenvolvidas em sala de aula, tendo como apoio
artigos científicos e tecnológicos da área
de ensino de ciências. Essa disciplina terá
um encontro semanal e haverá, pelo menos,
uma avaliação final, a critério do professor. Artigos científicos e tecnológicos da área de
ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. Livros conceituados que servirão para
fomentar os estudos realizados pelo aluno
de mestrado.
42
Referências:
Unindo a pesquisa e a prática. Editora
Cengace, 2004. Artigos científicos e tecnológicos da área de
ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. CORDIOLLI, Marcos Os projetos como
forma de gestão do trabalho pedagógico em
sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion,
2006. Livros conceituados que servirão para
fomentar os estudos realizados pelo aluno
de mestrado. DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.;
PERNAMBUCO, M. M.; Ensino de
Ciências: fundamentos e métodos. Editora
Cortez, 2002. Práticas Pedagógicas em Ciências
Ementa:
FOUREZ, G. A construção das ciências,
uma introdução à filosofia e ética das ciências. Editora Unesp, 1995. Análise dos fundamentos da organização dos
trabalhos pedagógicos na Educação Básica
e suas diferentes modalidades de ensino.
Tendências do ensino e aprendizagem em
Ciências na Educação Básica. A prática da sala
de aula de Ciências e a interdisciplinaridade.
Os conteúdos da aprendizagem na Educação
Básica. Análise de livros didáticos. O projeto
pedagógico. Planejamento da aula de Ciências. A Aprendizagem dialógica. A avaliação
da aprendizagem: concepções e instrumentos.
O uso de recursos didáticos nas aulas de
ciências. Debates sobre o ensino de ciências
no Ensino Fundamental, no Ensino Médio,
na Educação de Jovens e Adultos e Educação
Profissional. Laboratório estruturado. Laboratório não-estruturado. A avaliação do ensino
experimental. Uso de material alternativo.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido.
46. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. FUMAGALLI, L. El desafio de enseñar
ciencias naturales. Una propuesta didáctica para la escuela media. Buenos Aires.
Troquel. 1993 GASPAR, A. Experiências de Ciências para
o 1º grau. São Paulo: Ática, 1992. GOLDENBERG, J. Física Geral e
Experimental, vols. I e V. São Paulo: ed
Nacional, 1977. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO
ENSINO MÉDIO - GREF. Física 1: Mecânica, 4a ed., São Paulo: Edusp, 2000. Referências:
GRUPO DE REELABORAÇÃO DO
ENSINO MÉDIO - GREF. Física 2: Física
Térmica/Ótica, 4a ed. São Paulo: Edusp, 2000. ARAGÃO, M. J.; História da Química, Editora Interciência, 2008. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO MÉDIO - GREF. Física 3: Eletromagnetismo, 4a ed. São Paulo: Edusp, 2000. Artigos e revistas de divulgação científica
da área de Ensino de Ciências. Caderno Brasileiro de Ensino de Física v.
21 Edição especial, nov 2004. HERNÁNDEZ, F. e VENTURA, M. A
organização do currículo por projetos de tra-
CARVALHO, A. M. P.; Ensino de Ciências.
43
balho: o conhecimento é um caleidoscópio.
5ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. SANTOS, B. DE S. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência.
v.1, 2ed. São paulo: Cortez, 2000. INMETRO. Sistema Internacional de unidades-SI 6ª ed, Brasília: CE/NAI/DN, 2000. SANTOS, F. M. T.; Greca, I. M. (orgs.); A
pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e
suas metodologias. Editora Unijuí, 2006. MOREIRA, M. & LEVANDOWSKI, C. E.
Diferentes abordagens ao ensino de laboratório. Porto Alegre: Ed. Universidade, 1983. SANTOS, W. L. P.; SCHNETZLER, R. P.;
Educação em Química, Compromisso com
a cidadania. 3ª. edição, Editora Unijuí, 1997. MOREIRA, M. A. Mapas conceituais. Instrumentos didáticos de avaliação e de análise
de currículo. São Paulo, Ed. Moraes, 1987. THURLER, Mônica Gather. Inovar no
Interior da Escola. Tradução WOLF, Jeni.
Porto Alegre: ArtMed Editora, 2001. NARDI, R. Bastos, F.; Diniz, R. E.; Pesquisas em ensino de ciências, contribuições para
a formação de professores. Série: Educação
para ciência, Editora Escrituras, 2004. TOMAZELLO, M. G. C. (Org.) A Experimentação na aprendizagem de conceitos
físicos sob a perspectiva histórico-social..
Piracicaba: UNIMEP/Capes/PROIN, 2000. NARDI, R. Questões atuais no ensino
de ciências, Série: Educação para ciência,
Editora Escrituras, 2001. WEISSMANN, H. Didácticas especiales,
Buenos Aires, Aiqué. 1993. PERRENOUD, Phelipe. 10 novas Competências para ensinar: convite à viagem.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. ZABALA, Antoni. Como trabalhar os
conteúdos procedimentais em aula. 2ª ed.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. PERRENOUD, Phelipe. A Prática Reflexiva no ofício do professor. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2002. ZABALA, Antoni. A prática educativa:
como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998. PIUBÉLI, Umbelina Giacometti & GOBARA, S. T. Física Contextualizada: uma
viagem pelo pantanal. 1. ed. Campo Grande: Editora UFMS, 2004. v. 1. 60 p. ZANON, L. B.; MALDANER, O. A.;
Fundamentos e propostas de ensino de
química para a educação básica no Brasil.
Editora Unijuí, 2007. POZO, J. I.; CRESPO, M. A. G.; A
aprendizagem e o ensino de ciências, do
conhecimento cotidiano ao conhecimento
científico. 5ª. edição, Editora Artmed, 2009. ROMANELLI, L. I. & JUSTI, R. da S. Aprendendo Química. Ijuí: Editora UNIJUÍ, 1997. Práticas Pedagógicas
em Matemática
Ementa:
Análise dos fundamentos da organização dos
trabalhos pedagógicos na Educação Básica
e suas diferentes modalidades de ensino.
Tendências do ensino e aprendizagem da
ROMÃO, J. E.. Pedagogia Dialógica. 2. ed.
São Paulo: Cortez Editora, 2007. 44
Matemática na Educação Básica e no Ensino
Superior; A gestão de sala de aula de Matemática. Os conteúdos da aprendizagem na
Educação Básica; Análise de livros didáticos.
O projeto pedagógico. Métodos de Planejamento e Execução nas diferentes modalidades
de ensino. Metodologias para a criação de um
Ambiente Inclusivo na sala de aula. Resolução
de problemas como perspectiva metodológica. A aprendizagem dialógica. A avaliação
da aprendizagem: concepções e instrumentos.
CHACÓN, I. M. G. Matemática Emocional: os afetos na aprendizagem da Matemática. Porto Alegre: ARTMED, 2003. CORDIOLLI, Marcos Os projetos como forma de gestão do trabalho pedagógico em sala
de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2006. CHEVALLARD, Ives et all. Estudar matemáticas : o elo perdido entre o ensino e a
aprendizagem. Tradução: MORAES, Daisy Vaz de. Porto Alegre:
ArtMed Editora, 2001. Referências:
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Papirus, 2000. ALRO, Helle; SKOVSMOSE, Ole. Diálogo
e Aprendizagem em Educação Matemática.
Coleção Tendências em Educação matemática. Tradução de Orlando Figueiredo. Belo
Horizonte: Autêntica, 2006. FIORENTINI, Dario e MIORIM, Mª
Angela(ORG). Por trás da porta, que matemática acontece. Campinas, AMARAL, Cláudia Tavares do; OLIVEIRA, MONTEIRO, M. A.. Educação profissional: um percurso histórico, até a criação
e desenvolvimento dos cursos superiores
de tecnologia. In FIDALGO, Fernando;
OLIVEIRA, São Paulo: Editora Gráfica FE/UNICAMP- CEMPEM, 2001. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido.
46. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. Maria Auxiliadora Monteiro; ROCHA,
Nara Luciene Rocha (Orgs.), Educação
Profissional e a Lógica das Competências.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. HERNÁNDEZ, F. e VENTURA, M. A
organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio.
5ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. ARROYO, Miguel González. Educação
de jovens-adultos: um campo de direitos e
de responsabilidade pública. In SOARES,
GIOVANETTI E GOMES (Orgs.). Diálogos na educação de jovens e adultos.
Belo Horizonte: Autêntica, 2005, p. 19-50. MACHADO, Nilson José. Cidadania e
Educação. 3ed. São Paulo: Escrituras Editoras, 2001. Coleção ensaios transversais. MACHADO, Nilson José. Didática da
Matemática. São Paulo: Cortez, 1992. MACHADO, Nilson José. Educação:
Projetos e valores. 3ed. São Paulo: Escrituras
Editoras, 2001. Coleção ensaios transversais. CALLEJO, M. L.; VILA, A.. Matemática para aprender a pensar: o papel das crenças na resolução de problemas. Porto
Alegre: ARTMED, 2006. MACHADO, Nilson José. Matemática e
língua materna. São Paulo: Cortez, 1990. 45
MACHADO, Nilson José. Matemática e
realidade. São Paulo: Cortez, 1987. POZO, Juan Ignacio (Org.) A Solução de
Problemas: aprender a resolver, resolver
para aprender. Porto Alegre: Artmed, 1998. PADILHA, H. Mestre maestro: a sala de
aula como orquestra. Rio de Janeiro: Linha
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análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. SANTOS, M. C. dos. O professor e o
tempo. Recife: Tópicos em educação, v.15,
nº1/2, p. 105-116, 1997. PAIS, L. C. Ensinar e aprender Matemática.
Belo Horizonte: Autêntica, 2006. SBEM. Educação Matemática em revista.
Publicação da Sociedade Brasileira de Educação matemática. PAIVA, M. A. V.; FREITAS, R. C. O.;
ZOCOLOTTI, A. K. A Utilização de Mapas
Conceituais na Construção de Conceitos
Matemáticos em um Curso de Licenciatura
em Matemática. In: SIPEMAT - SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PESQUISA
EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006,
Recife-pe. Anais, v. 1. CD-ROM. SEITER, C. Matemática para o dia-a-dia. Rio de Janeiro: Campus, 2000. SILVA, C. M. S. S.; LOURENÇO, S. T.;
CÔGO, A. M. O ensino-aprendizagem da
matemática e a pedagogia do texto. Brasília:
Plano, 2004. PAIVA, M. A. V.; NACARATO, A.
M.(Orgs). A Formação do professor que
ensina Matemática: avanços e perspectivas.
Belo Horizonte: Autêntica, 2006. SILVA, Diva Souza. Educação Matemática Crítica e a Perspectiva Dialógica de Paulo Freire:
tecendo caminhos para a formação de professores. In ARAÚJO, Jussara de Loiola. Educação
Matemática Crítica: Reflexões e Diálogos. Belo
Horizonte, MG: Argvmentvm, 2007. PERRENOUD, Phillipe. Práticas Pedagógicas, Profissão Docente e Formação. Perspectivas Sociológicas. Lisboa: D. Quixote, 1993 SKOVSMOSE, Ole. Cenários para Investigação. Bolema, UNESP, Rio Claro, n. 14,
pp. 66-91, 2000. PERRENOUD, Phelipe. 10 novas Competências para ensinar: convite à viagem.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. SKOVSMOSE, Ole. Educação Matemática
Crítica: A Questão da Democracia. 3. ed.
Campinas, SP: Papirus, 2001. PERRENOUD, Phelipe. A Prática Reflexiva no ofício do professor. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2002. POLYA, G. A arte de resolver problemas:
um novo aspecto do método matemático.
São Paulo: Interciência, 1995. SKOVSMOSE, Ole. Educação Crítica:
incerteza, matemática, responsabilidade.
Tradução de Maria Aparecida Bicudo. São
Paulo: Cortez, 2007. PONTE, J. P. Brocardo, J. OLIVEIRA, H.
Investigações Matemáticas em Sala de Aula,
Belo Horizonte: Autêntica, 2003. SMOLE, K. S.; DINIZ, M. I. (Org.). Ler,
escrever e resolver problemas: habilidades
básicas para aprender matemática. Porto
46
Alegre: Artmed, 2001. didáticos e o uso de tecnologias para melhoria
do processo de ensino e de aprendizagem. Ao
final de cada palestra, há um debate envolvendo as discussões conceituais e a promoção do
ensino de ciências e matemática.
THURLER, Mônica Gather. Inovar no
Interior da Escola. Tradução WOLF, Jeni.
Porto Alegre: ArtMed Editora, 2001. ZABALA, Antoni. A prática educativa:
como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998. Referências:
Artigos científicos e tecnológicos da área de
ensino de ciências e matemática pertencentes do Qualis da Capes. ZABALA, Antoni. Como trabalhar os
conteúdos procedimentais em aula. 2ª ed.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. Livros conceituados que servirão para
fomentar os estudos realizados pelo aluno
de mestrado. ZETETIKÉ. SP: Revista da Universidade
Estadual Paulista. Círculo de estudo, memória e pesquisa em Educação Matemática.
Campinas- CENPEM. Jornais e revistas de divulgação científica
com reportagens e artigos da atualidade. Seminários de Pesquisa em Edu-
NARDI, R. Questões atuais no ensino
de ciências, Série: Educação para ciência,
Editora Escrituras, 2001. cação em Ciências e Matemática
Ementa:
NARDI, R. Bastos, F.; Diniz, R. E.;
Pesquisas em ensino de ciências, contribuições para a formação de professores. Série:
Educação para ciência, Editora Escrituras,
2004.
Debate sobre a atualidade das ciências e
damatemática. Realização de palestras com os
membros do programa para apresentação das
linhas de pesquisa, tendo como foco o desenvolvimento de pesquisa aplicada aos processos da sala de aula do ensino fundamental,
médio e superior. Outro foco importante
é o desenvolvimento e análise de materiais
SANTOS, F. M. T.; Greca, I. M. (orgs.); A
pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e
suas metodologias. Editora Unijuí, 2006.
47
Sociedades Científicas
em 1976 graças ao esforço de alguns Programas de Pós-Graduação da Área da Educação. Em 1979, a Associação consolidou-se
como sociedade civil e independente, admitindo sócios institucionais (os Programas
de Pós-Graduação em Educação) e sócios
individuais (professores, pesquisadores e
estudantes de pós-graduação em educação).
Na década de 1980, passou a nomear-se
Associação Nacional de Pós-Graduação e
Pesquisa em Educação (ANPEd).
Associação Brasileira de
Pesquisa em Ensino de Ciências
A Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (Abrapec) foi fundada em
29 de novembro de 1997 como uma sociedade
civil, de caráter científico e educacional, sem
fins lucrativos e sem filiação político-partidária.
A Abrapec tem por finalidade promover,
divulgar e socializar a pesquisa em Educação
em Ciências, através de encontros de pesquisa,
escolas de formação para a pesquisa e publicações sobre pesquisa, bem como atuar como
órgão representante da área junto a entidades
nacionais e internacionais de educação, pesquisa e fomento. As discussões sobre a criação
da Associação foram iniciadas no I ENPEC
(Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino
de Ciências), realizado em Águas de Lindóia
- São Paulo em novembro 1997 e sua criação
concretizou-se no II ENPEC, realizado em
Valinhos - São Paulo, em setembro de 1999.
A ANPEd tem por finalidade o desenvolvimento e a consolidação da pós-graduação
e da pesquisa na área de Educação no
Brasil. Ao longo dos anos, tem se projetado
no país e fora dele, como um importante
espaço de debate das questões científicas
e políticas da área, constituindo-se em
referência maior na produção e divulgação
do conhecimento em Educação. A ANPEd
se estrutura em duas dimensões:
1. Reúne os sócios institucionais, os
Programas de Pós-Graduação em
Educação, stricto sensu, no Fórum
de Coordenadores dos Programas de
Pós-Graduação em Educação (FORPRED), por meio da representação de
seus coordenadores.
Como intuito de atingir seus objetivos, a
ABRAPEC continua realizando periodicamente encontros nacionais de pesquisa em
educação em ciências (ENPEC) e, entre
outras atividades, destaca-se também a periodicidade de publicação da “Revista Brasileira
de Pesquisa em Educação em Ciências”.
2. Os sócios individuais, os pesquisadores da área de Educação: professores
e alunos de doutorado e mestrado se
distribuem por 23 Grupos de Trabalho
(GT), organizados por temas e disciplinas específicos da área Educacional.
Fonte: www.fae.ufmg.br/abrapec
Associação Brasileira
de Pesquisa em Educação
A Associação Nacional de Pós-Graduação e
Pesquisa em Educação (ANPEd) é uma
sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada
Fonte: www.anped.org.br
48
Sociedade Brasileira
para o Progresso da Ciência
• Regional 1: São Paulo,
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul;
• Regional 2: Rio de Janeiro
e Espírito Santo;
A Sociedade Brasileira para o Progresso da
Ciência (SBPC) é uma entidade civil, sem
fins lucrativos nem cor político-partidária,
voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico, e do desenvolvimento
educacional e cultural do Brasil. Desde
sua fundação, em 1948, a SBPC exerce
um papel importante na expansão e no
aperfeiçoamento do sistema nacional de
ciência e tecnologia, bem como na difusão e
popularização da ciência no País.
• Regional 3: Sul;
• Regional 4: Minas Gerais,
Tocantins, Goiás e Brasília;
• Regional 5: Nordeste;
• Regional 6: Norte.
Sediada em São Paulo, a SBPC está presente
nos demais estados brasileiros por meio de
Secretarias Regionais. Atualmente, a SBPC
possui cerca de 90 sociedades científicas
associadas e mais de 2 mil sócios ativos,
entre pesquisadores, docentes, estudantes e
amigos da ciência.
A SBEnBio é uma associação aberta a todos os interessados na pesquisa em Ensino
de Biologia, sem distinção entre professores
pesquisadores, estudantes da Educação
Superior e da Educação Básica (Educação
Infantil, Ensino Fundamental e Médio). A
SBEnBio busca fomentar um dialogo sobre
as questões de ensino de biologia, entre seus
associados e outros profissionais vinculados
a outras áreas correlatas.
Fonte: www.sbpcnet.org.br
Fonte: www.sbenbio.org.br
Sociedade Brasileira
Sociedade Brasileira de Física
de Ensino de Biologia
A Sociedade Brasileira de Física foi criada
durante a XVIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
(SBPC) que teve lugar em Blumenau, Santa
Catarina. O ato de fundação ocorreu no dia
14 de julho de 1966 no salão da Biblioteca
Municipal Fritz Muller. Os participantes
desta assembleia, dentre os quais pesquisadores, professores de segundo grau e estudantes de física, foram convocados para a
mesma através de carta individual enviada a
todos os sócios do setor de física da SBPC.
A Sociedade Brasileira de Ensino de Biologia
(SBEnBio), criada em 1997, no VI Encontro
Perspectivas do Ensino de Biologia – EPEB
– Faculdade de Educação da USP, é uma
associação civil de caráter científico e cultural,
sem fins lucrativos, que tem por finalidade
promover o desenvolvimento do ensino de biologia e da pesquisa em ensino de biologia entre
profissionais deste campo de conhecimento.
Está organizada em uma Diretoria Nacional e Diretorias Regionais eleitas em uma
assembleia geral a cada dois anos. São seis
diretorias regionais:
Presidiu a reunião o Prof. José Goldemberg, secretário da Comissão de Física da
49
XVIII Reunião da SBPC. Durante a Assembleia foi lido e aprovado o anteprojeto
de Estatuto para a Sociedade Brasileira de
Física. Este projeto fora elaborado por uma
comissão de físicos designada para tanto
durante a XVI Reunião da SBPC ocorrida
em Ribeirão Preto, SP, em 1964.
mentos de Física, através da publicação
de livros, de textos, monografias, bem
como por intermédio da imprensa,
rádio, televisão e internet.
l. Estimular o melhor aproveitamento
e a distribuição de pessoal científico no
campo da Física, bem como o melhor planejamento da formação de especialistas
necessários ao desenvolvimento do país.
Os objetivos da SBF são:
a. Congregar os físicos e professores de
Física do Brasil;
Fonte: www.sbfisica.org.br
b. Zelar pela liberdade de ensino, de
pesquisa e pelos interesses e direitos dos
físicos e professores de Física;
Sociedade Brasileira
de Educação Matemática
c. Zelar pelo prestígio da ciência no país;
Fundada em 27 de janeiro de 1988, a SBEM
é uma sociedade civil, de caráter científico e
cultural, sem fins lucrativos e sem qualquer
vínculo político, partidário e religioso. Tem
como finalidade congregar profissionais da área
de Educação Matemática ou de áreas afins. A
SBEM tem em seus quadros pesquisadores,
professores e alunos que atuam em diferentes
níveis do sistema educacional brasileiro, da educação básica à educação superior. Também há
sócios institucionais e sócios de outros países.
d. Estimular as pesquisas em Física;
e. Estimular a melhoria do ensino da
Física, em todos os níveis;
f. Manter contato com os institutos e
sociedades de física e de ciências correlatas, do país e do exterior;
g. Incentivar e promover o intercâmbio
entre os profissionais do Brasil e de
todo o mundo;
j. Editar boletins sobre as atividades da
Associação Brasileira de Física e sobre
assuntos gerais relacionados ao desenvolvimento da Física;
A SBEM tem como finalidade ampla buscar
meios para desenvolver a formação matemática de todo cidadão de nosso país. Para isso,
congrega profissionais e alunos envolvidos
com a área de Educação Matemática ou com
áreas afins e procura promover o desenvolvimento desse ramo do conhecimento científico, por meio do estímulo a atividades de
pesquisa e de estudos acadêmicos. É também
objetivo da SBEM a difusão ampla de informações e de conhecimentos nas inúmeras
vertentes da Educação Matemática.
k. Estimular a divulgação de conheci-
Fonte: sbem.com.br
h. Promover reuniões científicas, congressos especializados, conferências,
cursos e atividades afins, inclusive com
caráter de divulgação científica;
i. Editar revistas para publicação de trabalhos científicos e didáticos, no campo
da Física;
50
resultados de suas atividades e realizar
intercâmbios de experiências;
Sociedade Brasileira de Química
A SBQ, fundada em julho de 1977, é a
principal sociedade de química do país e tem
como objetivos o desenvolvimento e consolidação da comunidade química brasileira, a
divulgação da Química e de suas importantes relações, aplicações e consequências para
o desenvolvimento do país e para a melhoria
da qualidade de vida dos cidadãos.
c. Criar oportunidades de disseminação
de resultados das pesquisas, a fim de
possibilitar renovações metodológicas e
atualização de conhecimento a professores do Ensino Fundamental, Médio
e Superior, bem como possibilitar a
solução de problemas do Ensino de
Química, sobretudo na escola pública;
A SBQ possui 13 divisões científicas que
congregam os sócios filiados nas diferentes
áreas da química em que atuam. Diversas
divisões promovem workshops e congressos específicos bianuais. As diretorias das
divisões científicas são eleitas pelos sócios
efetivos, a cada dois anos e são constituídas
pelo diretor, vice-diretor e tesoureiro.
d. Constituir e divulgar acervo da produção
nacional e internacional em Educação Química, visando sua utilização por pesquisadores, professores e licenciandos em Química,
para melhoria da qualidade do ensino e da
pesquisa no país (Schnetzler, 2002).
Fonte: www.sbq.org.br
A Divisão de Ensino de Química (ED) foi a
primeira a ser oficializada na SBQ, o que aconteceu durante sua 11a Reunião Anual, em julho
de 1988, institucionalização que coroava um
período de intensas atividades que já vinham
sendo desenvolvidas por uma “ED” embrionária que, desde julho de 1978, vinha atuando na
organização de importantes encontros nacionais e regionais de Ensino de Química.
Associação Brasileira de Química
A história da Associação Brasileira
de Química teve início quando em 1922,
aproveitando-se das comemorações do centenário da independência do Brasil, um grupo
de profissionais (farmacêuticos, biólogos,
químicos) decidiu realizar o primeiro evento
de química no país. Para organização deste
evento, fundaram uma associação de classe
com o nome de “Sociedade Brasileira de Química”. O primeiro evento ocorreu em agosto
de 1922 com o nome de 1º Congresso Nacional de Química. Essa associação realizaria
em 1937 um outro evento em conjunto com
o Congresso Sul-Americano de Química. De
1945 a 1951 foram realizadas reuniões com o
propósito de fundir as duas associações. Em
10 de agosto de 1951 a Ata de Fusão e Fundação da nova associação foi assinada pelo
Prof. Francisco Moura, como Presidente da
Desde a sua origem, a ED vem catalisando
ações dirigidas ao desenvolvimento da área
de Ensino de Química, pautada nos seguintes
propósitos:
a. Fomentar a pesquisa e a produção de
conhecimento no campo da Educação
Química, pela promoção de reuniões
científicas voltadas para esse fim;
b. Reunir profissionais interessados
e atuantes na pesquisa em Educação
Química, para apresentar e discutir
51
associação que recebeu nome de “Associação
Brasileira de Química”.
Pop) reúne pesquisadores e educadores da área
de Ensino de Ciências e Matemática voltados
para popularização e divulgação da ciência.
A ABQ, a partir de 1951, realizou 49 Congressos Brasileiros de Química, em conjunto
com o Latino-Americano; 7 Simpósios Brasileiros de Educação Química - SIMPEQUI, 1
Seminário Internacional sobre “Química da
Amazônia”, com participantes de 17 países; 3
Encontros de “Química Fina e Empresas Nacionais”; inúmeros “Encontros de Processos
Orgânicos”; as 3ª e 12ª Olimpíada Ibero-Americana de Química com participação de
delegações de 11 países em 1997 e de 16 países
em 2007; 3 Simpósios Nacional de Biocombustíveis - BIOCOM, 2 Encontros Nacional
de Química Tecnológica - ENTEQUI, 1
Workshop sobre Asfaltenos com participantes
de 13 países, 3 Workshops de Modelagem
Molecular, 5 ENQUIMPRO’S – Encontros
Nacionais de Química Profissional, além de
participar como co-organizadora dos QUIMIFINA em parceria com a ABIFINA.
É amplamente reconhecida a necessidade de
ampliar o acesso da população em geral ao
conhecimento e a informação científica ultrapassando os marcos da educação formal. Atendendo a esta demanda da sociedade, cresceram
e se multiplicaram os espaços físicos e virtuais
dedicados à popularização e divulgação científica: centros e museus de ciências, programas de
educação não formal, publicações impressas e
online, programas de televisão e outros mais.
Os profissionais que trabalham nestes espaços
e meios têm sua formação profissional básica
associada aos conteúdos (cientistas das mais
diversas áreas que se dedicam parcial ou integralmente à divulgação) ou aos meios e recursos
de comunicação diversos (museologia, educação,
imprensa, vídeo, engenharia e outros).
A variedade de conteúdos e meios de comunicação disponíveis da área de divulgação demanda tanto um trabalho intenso de equipes
multidisciplinares e multiprofissionais, como
uma complementação da formação original,
para permitir a atuação nesta área tão peculiar.
Fonte: www.abq.org.br
REDPOP
A Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-
Fonte: www.mc.unicamp.br/redpop2011
52
Eventos Nacionais e Internacionais
nadores de Programas de Pós-Graduação
em Educação (FORPRED).
Educação em
Ciências e Matemática
Fonte: http://www.anped.org.br/
Encontro Nacional de Pesquisa
em Ensino de Ciências
Conferência Mundial
sobre Educação em Ciências
O Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC) é um evento
bienal promovido pela Associação Brasileira
de Pesquisa em Educação em Ciências –
ABRAPEC, e sua oitava edição será realizada
no período de 05 a 09 de dezembro de 2011,
no campus da Universidade Estadual de Campinas, em Barão Geraldo, Campinas, SP.
O Conselho Internacional das Associações
de Educação em Ciências (ICASE) foi criado
em 1973 para ampliar e melhorar a educação
científica de adolescentes e jovens de todo o
mundo. Hoje, a ICASE é uma grande rede de
associações de ensino de ciências, instituições,
fundações e empresas, facilitando a comunicação e cooperação em nível regional e internacional. Em todo o mundo, as pessoas e as
sociedades em que vivem são profundamente
influenciadas pela ciência e pela tecnologia. A
melhoria da qualidade de vida e a realização
do desenvolvimento sustentável coloca uma
grande demanda por um conhecimento científico e tecnológico para todos os cidadãos.
A ICASE está trabalhando com mais de 60
organizações membros em mais de 60 países
para apoiar os educadores de ciência em seu
importante papel de desenvolvimento da
produção de conhecimento.
Fonte: http://www.siseventos.fe.usp.br/
evento1/inscricao/index.php?eveId=1
Reunião Anual da Anped
A Associação Nacional de Pós-Graduação
e Pesquisa em Educação (ANPEd) é uma
sociedade civil sem fins lucrativos que
reúne sócios institucionais (os Programas
de Pós-Graduação em Educação) e sócios
individuais (professores, pesquisadores e
estudantes de pós-graduação em Educação).
A finalidade da ANPEd é o fortalecimento
da pós-graduação e da pesquisa na área
da Educação no Brasil. Ao longo dos seus
mais de 30 anos, a Associação Nacional de
Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
vem ocupando um importante lugar no
cenário nacional e internacional, em virtude
da relevante produção científica de seus
membros e da atuação política em defesa
dos objetivos maiores da educação brasileira. A ANPEd se estrutura por meio de 23
grupos de trabalho e o Fórum de Coorde-
Fonte: http://www.icaseonline.net/
Ensino de Biologia
Encontro Nacional de Ensino de Biologia
O Encontro Nacional de Ensino de Biologia
(ENEBIO) é um evento bienal organizado
pela SBENBIO. O próximo evento será em
2012 e reúne pesquisadores de Ensino de
Biologia e educadores de Biologia.
53
Encontro Regional de Ensino de Biologia
Ensino de Matemática
associada à International Commission on
Mathematical Instruction - ICMI, que nasceu
no ano 1908, e que se constituiu a principal
referência na comunidade internacional de
Educação Matemática. O CIAEM, ainda que,
com diferentes olhares, se constituiu o marco
organizativo mais permanente e importante da
América Latina para potencializar a Educação
Matemática. Participam deste evento educadores, pesquisadores e gestores da matemática.
Congresso Internacional
de Ensino da Matemática
Fonte: http://cimm.ucr.ac.cr/ocs/index.
php/xiii_ciaem/xiii_ciaem
O Encontro Regional de Ensino de Biologia
é um evento promovido pela SBENBIO,
bienal, acontecendo em todas as regiões
administrativas da sociedade. Esse vento
congrega pesquisadores e profissionais da
educação científica e educação em ciências.
O Congresso Internacional de Ensino de
Matemática (CIEM) é um evento bienal
que reúne pesquisadores e educadores de
matemática para discutirem e apresentarem
a produção de conhecimento e novos caminhos para educação científica.
Ensino de Física
Simpósio Nacional de Ensino de Física
O Simpósio Nacional de Ensino de Física
(SNEF) é um evento bienal organizado pela
Sociedade Brasileira de Física. Esse evento reúne
professionais da Educação em Ciências, educadores e pesquisadores em Ensino de Física.
As edições anteriores foram eventos de
grande significado, representando um marco nas discussões do Ensino da Matemática. O grande número de participantes (450
no primeiro evento em 2001, 650 em 2003,
1200 em 2005 e 1200 em 2007) demonstra
que essa área acadêmica tem se consolidado nos últimos anos, proporcionando
pesquisas e a formação de grupos atuantes
em diversas Instituições de Ensino Superior
no Brasil e no exterior.
Encontro Nacional de Ensino de Física
O Encontro Nacional de Ensino de Física
(ENEF) é um evento bienal organizado
pela SBF. O próximo evento será em 2013.
Esse evento reúne professionais da Educação em Ciências, educadores e pesquisadores em Ensino de Física.
Congresso Iberoamericano
de Educação Matemática
Ensino de Química
O Comitê Iberamericano de Educação Matemática foi fundado em dezembro de 1961
durante a primeira Conferência Interamericana de Educação Matemática, celebrada em
Bogotá, Colômbia, em um momento histórico
muito especial: na metade da Guerra Fria. O
CIAEM é a primeira organização regional
A Reunião Anual da Sociedade Brasileira de
Química (RASBQ) é realizada anualmente e reúne pesquisadores da área da Química, inclusive
a História da Química e Ensino de Química.
Reunião Anual da
Sociedade Brasileira de Química
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Encontro Nacional
de Ensino de Química
química para discutir ciência, tecnologia e
políticas no campo da Química. Durante o
CBQ, é possível participar de conferências,
palestras, mesa redondas, comunicação oral,
apresentação de trabalho (pôster) e oficinas/
minicursos. Os temas dos trabalho são:
Química Orgânica, Química Inorgânica,
Físico-Química, Química Analítica, Ambiental, Ensino de Química, Produtos Naturais,
Nanociência e Nanotecnologia, Química
Tecnológica, Alimentos, Bioquímica e Biotecnologia, Materiais, Iniciação Científica (não
importa a área de classificação) e FEPROQUIM - Feira de Projetos de Química.
O Encontro Nacional de Ensino de Química (ENEQ) é um evento bienal organizado
pela Sociedade Brasileira de Química. O
próximo evento será em 2012 em Salvador,
Bahia. Esse evento reúne professionais da
Educação em Ciências, educadores e pesquisadores em Ensino de Química.
Congresso Brasileiro de Química
O Congresso Brasileiro de Química (CBQ) é
um evento anual promovido pela Associação
Brasileira de Química (ABQ). Reúne pesquisadores, alunos e profissionais da indústria
Fonte: http://www.abq.org.br/cbq
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Anotações
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