MANUAL DO ALUNO 2013
Nível Superior
FORMAÇÃO
PROFISSIONAL E
HUMANA, LADO
A LADO,
PROMOVENDO
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
CIDADANIA.
APRESENTAÇÃO
Para facilitar sua trajetória na vida acadêmica, colocamos à sua disposição o Manual do Aluno. Neste documento você encontrará
orientações e informações que serão úteis durante todo o curso, tais como: matrícula, estágio supervisionado, avaliação de
aprendizagem, dentre outros temas. Leia este documento com bastante atenção e, em caso de dúvidas,consulte-o.
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MISSÃO:
"PROMOVER A FORMAÇÃO DO CIDADÃO HISTÓRICO-CRÍTICO, OFERECENDO ENSINO, PESQUISA E
EXTENSÃO COM QUALIDADE SOCIALMENTE REFERENCIADA, OBJETIVANDO O DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL DO PAÍS."
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O INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA – CAMPUS CAMAÇARI, apoiado no Projeto Pedagógico Institucional,
reafirma o compromisso com a educação pública, laica, gratuita, inclusiva e com qualidade socialmente referenciada. Nesse entendimento, busca engajar-se
no esforço nacional de tornar a educação profissional técnica/tecnológica ferramenta na construção de uma nação que tenha em seu projeto o compromisso
com o desenvolvimento igualitário, sustentável e justo.
HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
Em 1909 foi criado, por Decreto pelo Presidente Nilo Peçanha, 19 (dezenove) escolas de aprendizes artífices, inicialmente instalada no centro da cidade. Em
1926 foi transferida para o Barbalho e, em 1942, passou a ser denominada Escola Técnica de Salvador.
Em 1965, através de Lei 4.759, a Escola Técnica de Salvador foi incorporada à Rede Federal, e passou a ser chamada de Escola Técnica Federal da Bahia.
No governo do Presidente Itamar Franco, através da Lei 8.711/1993, Art.1º, houve a incorporação do Centro de Educação Tecnológica da Bahia, criado por
Lei em 1976, pela ETFBA, passando este a ser chamado de CEFET-BAHIA.
Em 2005 foi lançado o plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, uma política do governo Lula, coordenada pela
SETEC/MEC, prevendo a construção de 64 novas Unidades (Plano de Expansão - Fase I).
No dia 29 de dezembro de 2008 foi sancionada, pelo Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, a Lei nº 11.892, que cria 38 Institutos Federais e
institui a Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia no país.
Os Institutos Federais apoiam-se na infraestrutura dos Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs), Escolas Agrotécnicas Federais e Escolas
Técnicas vinculadas às universidades. Os novos Institutos Federais promoverão mudanças, ampliando, gradativamente, a oportunidade de acesso de novos
alunos, em toda a Bahia.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS
I - Oferta de educação tecnológica, levando em conta o avanço do conhecimento tecnológico e a incorporação crescente de novos métodos e processos de
produção e distribuição de bens e serviços;
II - Atuação prioritária na área tecnológica, nos diversos setores da economia;
III - Conjugação, no ensino, da teoria com a prática;
IV - Articulação verticalizada e integração da educação tecnológica aos diferentes níveis e modalidades de ensino, ao trabalho, à ciência e à tecnologia;
V - Oferta de ensino superior de graduação e de pós-graduação na área tecnológica;
VI - Oferta de formação especializada em todos os níveis de ensino, levando em consideração as tendências do setor produtivo e do desenvolvimento
tecnológico;
VII - Realização de pesquisas aplicadas e prestação de serviços;
VIII - Desenvolvimento da atividade docente, abrangendo os diferentes níveis e modalidades de ensino, observada a qualificação exigida em cada caso;
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IX - Utilização compartilhada dos laboratórios e dos recursos humanos pelos diferentes níveis e modalidades de ensino;
X - desenvolvimento do processo educacional que favoreça, de modo permanente, a transformação do conhecimento em bens e serviços, em benefício da
sociedade;
XI - Estrutura organizacional flexível, racional e adequada às suas peculiaridades e objetivos;
XII -Integração das ações educacionais, com as expectativas da sociedade e as tendências do setor produtivo.
OBJETIVOS
I - Ministrar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, incluídos a iniciação, o aperfeiçoamento e a atualização, em todos os níveis e
modalidades de ensino;
II - Ministrar educação de jovens e adultos, contemplando os princípios e práticas inerentes à educação profissional e tecnológica;
III - Ministrar ensino médio, observada a demanda local e regional e as estratégias de articulação com a educação profissional técnica de nível médio;
IV - Ministrar educação profissional técnica de nível médio, de forma articulada com o ensino médio, destinada a proporcionar habilitação profissional para os
diferentes setores da economia;
V - Ministrar ensino superior de graduação e de pós-graduação, lato sensu e stricto sensu, visando à formação de profissionais e especialistas na área
tecnológica;
VI - Ofertar educação continuada, por diferentes mecanismos, visando à atualização, ao aperfeiçoamento e à especialização de profissionais na área
tecnológica;
VII - Ministrar cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, nas áreas científica e tecnológica;
VIII - Realizar pesquisas aplicadas, estimulando o desenvolvimento de soluções tecnológicas de forma criativa e estendendo seus benefícios à comunidade;
IX - Estimular a produção cultural, o empreendedorismo, o desenvolvimento científico e tecnológico e o pensamento reflexivo;
X - Estimular e apoiar a geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão, identificados com os potenciais de
desenvolvimento local e regional;
XI - Promover a integração com a comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida, mediante ações interativas que
concorram para a transferência e aprimoramento dos benefícios e conquistas auferidos na atividade acadêmica e na pesquisa aplicada.
CAMPUS CAMAÇARI- BAHIA
O campus Camaçari está sediado no Município de Camaçari, região metropolitana de Salvador, que sedia o Pólo Petroquímico e o Complexo Ford, reunindo
um conjunto de empresas que contribuem significativamente com o PIB estadual.
Atendendo ao plano de expansão das Escolas Técnicas Federais, em 2007, o antigo CEFET-BA obteve a autorização para o funcionamento da UE
Camaçari, oferecendo, inicialmente, os cursos técnicos de Informática e Eletrotécnica nas modalidades de ensino Integrado, para os estudantes oriundos do
ensino fundamental, e Subsequente, para os estudantes oriundos do ensino médio. A partir do ano 2012, o campus passa a oferecer o curso de
Licenciatura em Matemática.
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CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
O curso habilitará os estudantes na Licenciatura em Matemática. O profissional licenciado nesse curso estará apto a lecionar disciplinas de Matemática na
Educação Básica, em todos os seus níveis e modalidades.
Duração mínima do curso: 4 (quatro) anos
Turno de funcionamento: Noturno com aulas aos sábados
Regime de Matrícula: Semestral
Carga Horária do curso: 3.140 horas
DEPARTAMENTOS E SETORES ACADÊMICOS
Diretoria do Campus
Como órgão executivo da administração superior, compete dirigir e implementar a política da Instituição nos planos administrativo, econômico-financeiro, de
ensino, pesquisa e extensão, em consonância com a legislação e diretrizes superiores.
Diretor Geral: Prof. Affonso José de Sousa Alves Filho
Diretoria de Ensino – DIREN
Opinar sobre problemas disciplinares e atitudes do corpo docente, discente e técnico-administrativo, promovendo, quando necessário, as indicações de seus
representantes em Comissões; solicitar aos Coordenadores de Cursos e Áreas o planejamento para a aquisição de materiais e serviços com vistas ao
funcionamento dos laboratórios, oficinas, salas de aula e ambientes especiais; acompanhar, controlar e prestar assistência ao corpo discente com o objetivo
de promover o bem-estar entre os alunos; adotar medidas e instrumentos de controle e de acompanhamento da frequência dos docentes, orientando os
assistentes de alunos no decorrer das atividades acadêmicas e registrando os fatos perturbadores à ordem escolar; recolher as cadernetas de cada
disciplina; coordenar e supervisionar os mecanismos disciplinares relativos à manutenção da ordem escolar, no âmbito interno e externo da escola; aplicar as
sanções disciplinares cabíveis aos servidores dos setores vinculados a este departamento, bem como aos alunos, quando no descumprimento às normas
desta Instituição.
Diretora de Ensino:Profa.Elisa Cristina de Barros Casaes
Assistente: Profa. Luciene Santos Carvalho
Equipe: Aroldo de Andrade Mina,Lidiane Fraga e Scheyla Carine de Mendonça
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
Compete à coordenação de curso convocar e presidir as reuniões, coordenar as atividades e representar o Colegiado do Curso, lavrando suas competentes
atas;executar as decisões do Colegiado de Curso e as normas emanadas dos órgãos superiores; promover a articulação institucional com entidades de
interesse dos cursos; realizar reuniões periódicas com os representantes estudantis, com registro das atas correspondentes; reunir-se duas vezes por
período letivo com todo o corpo docente; levantar o quantitativo de vagas para Monitoria e submetê-lo à apreciação do Colegiado antes de encaminhá-lo ao
órgão competente para deliberação, além de encaminhar mensalmente o relatório de frequência e avaliação de monitores ao órgão competente; coordenar a
avaliação dos processos de revisão de prova, indicando relator e compondo a banca avaliadora, garantindo o cumprimento dos prazos de divulgação do
resultado do recurso; orientar e supervisionar as atividades docentes relacionadas aos registros acadêmicos, garantindo o cadastro de informações
acadêmicas dos alunos, no prazo previsto no calendário de atividades acadêmicas; elaborar a oferta semestral de disciplinas e atividades de TCC e
Estágios, vagas e turmas do curso; promover a avaliação de desempenho dos docentes;encaminhar aos órgãos competentes os processos com as
deliberações e providências tomadas pelo Colegiado do Curso; articular-se com as demais Coordenações de Cursos no que se refere à oferta de disciplinas
comuns a vários cursos;elaborar e manter atualizado o projeto pedagógico do Curso, juntamente com o corpo docente e a representação discente,
submetendo-o à aprovação do Colegiado; promover eventos artísticos e culturais do interesse do curso; estimular e apoiar a produção de artigos e ensaios
para publicação em revistas e jornais; informar aos docentes e discentes sobre os Exames Nacionais de Cursos, adotando e/ou indicando providências para
o melhor desempenho dos alunos; supervisionar as atividades de estágioedeTrabalho Final de Graduação, submetendo relatório semestral ao Colegiado de
Curso; elaborar plano de ação anual das atividades de ensino, pesquisa e extensão, submetendo-o ao Colegiado para deliberação.
Coordenador:Prof. César Andrey Gomes Ferreira
COLEGIADO DO CURSO
Os Colegiados dos Cursos de Licenciatura serão compostos pelo Coordenador do Curso, que o presidirá, por quatro representantes docentes que
desempenham atividades no Curso, sendo eleitos pelos seus pares dos respectivos Departamentos e áreas de conhecimento, e um representante discente,
regularmente matriculado no Curso e indicado pelo órgão representante competente. Todos os membros do Colegiado de Curso terão um mandato de 01
(um) ano, podendo ser reconduzido, a exceção do seu presidente, o Coordenador do Curso, que é membro nato. As atribuições do Colegiado dos Cursos de
Licenciatura são as seguintes:
I.
II.
III.
IV.
V.
Apreciar e deliberar sobre as sugestões apresentadas pelos docentes e pelos discentes quanto aos assuntos de interesse do Curso;
Programar anualmente a provisão de recursos humanos, materiais e equipamentos para o curso;
Aprovar o desenvolvimento e aperfeiçoamento de metodologias próprias para o ensino, bem como os programas e planos propostos pelo corpo
docente para as disciplinas do curso;
Analisar irregularidades e aplicar as sanções previstas no Regime Disciplinar, no Regimento Geral e outras normas institucionais, no que se refere
ao Corpo Docente e ao Corpo Discente, no âmbito de sua competência;
Aprovar os planos de atividades a serem desenvolvidas no Curso;
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VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
Deliberar sobre as atividades didático-pedagógicas e disciplinares do curso e proceder a sua avaliação periódica;
Definir e propor as estratégias e ações necessárias e/ou indispensáveis para a melhoria de qualidade da pesquisa, da extensão e do ensino
ministrado no curso;
Decidir sobre recursos interpostos por seus alunos contra atos de professores do Curso, naquilo que se relacione com o exercício da docência;
Analisar e decidir sobre recurso de docente contra atos de discentes relativos ao exercício da docência;
Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso, observando os indicadores de qualidade determinados pelo MEC e pela instituição;
Colaborar com os diversos órgãos acadêmicos nos assuntos de interesse do Curso;
Analisar e decidir os pleitos de aproveitamento de estudos e adaptação de disciplinas, mediante requerimento dos interessados;
Exercer outras atribuições que lhe forem designadas pela administração superior do IFBA.
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL(COTESS)
Atribuições da Assistência Social na Política de Assistência Estudantil: elaborar, implementar e supervisionar programas e projetos de acordo com as
demandas da comunidade estudantil; identificar fatores sociais, econômicos e culturais presentes nas relações familiares que interferem no processo ensinoaprendizagem e propor alternativas de enfrentamento; realizar pesquisas socioeconômicas identificando situações de vulnerabilidade social e
potencialidades da comunidade estudantil; promover e ampliar a formação integral dos estudantes por meio de atividades e eventos de caráter
socioeducativos visando à formação do cidadão crítico; ampliar e fortalecer a Política de Assistência Estudantil da Instituição para que ela esteja em
consonância com as políticas das três esferas de governo; elaborar e executar processos seletivos para fins de inserção do estudante em programas de
permanência; acompanhar as novas formulações da política de acesso, contribuindo para a construção e implementação;participar dos fóruns e das
atividades acadêmicas trazendo variáveis com vistas a ampliar o foco de análise do processo ensino-aprendizagem; socializar a Política de Assistência
Estudantil reafirmando a sua concepção enquanto direito social, promovendo debates reflexivos com a comunidade do IFBA e familiares dos estudantes;
promover espaços de avaliação da Política de Assistência Estudantil fomentando a co-participação da comunidade do IFBA e a família dos estudantes;criar
estratégias de aproximação entre família, comunidade e escola, fomentando espaços e instâncias de controle social.
ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA
A política de Assistência Estudantil do IFBA é um arcabouço de princípios e diretrizes que orientam a elaboração e implantação de ações que garantam o
acesso, permanência e conclusão de curso dos estudantes do IFBA. Faz parte dessa política o Programa de Assistência e Apoio aos Estudantes, que
tem o objetivo de contribuir para a permanência dos alunos no IFBA, acompanhando os estudantes que dela necessitem, podendo inseri-los em uma das
modalidades de bolsas e auxílios:
Auxílio transporteAuxílio Moradia
Auxílio de aquisições e viagens
Bolsa de estudo
Bolsas vinculadas a Projetos de Incentivo a Aprendizagem
Bolsa Alimentação
Auxílio cópia e impressão
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Para participar do processo seletivo do Programa de Assistência e Apoio aos Estudantes, o aluno deve procurar a Coordenação de Assistência
Social e fazer a inscrição no período divulgado.
Responsáveis: Paula Roberta Sá do Nascimento e Tatiane Santos Barbosa.
COORDENAÇÃO TÉCNICO-PEDAGÓGICA (COTEPE)
A equipe pedagógica tem como atribuições: contribuir para uma relação dialógica entre os diversos agentes do processo ensino-aprendizagem; realizar
atendimento ao discente e ao seu responsável sempre que for necessário; participar, juntamente com docentes, do planejamento e da definição de
metodologias, para que os objetivos propostos pelos cursos sejam plenamente alcançados; elaborar projetos de intervenção, sempre que se fizer necessário,
para a melhoria do processo educativo; colaborar com docentes no desenvolvimento de projetos que integrem as diversas disciplinas;realizar
acompanhamentodos discentes e encaminhar, quando necessário, para acompanhamento psicossocial.
Responsáveis: Suzete Viana e Klecia Ramos
COORDENAÇÃO DE REGISTROS ESCOLARES - CORES
À CORES compete: a publicação do calendário anual informando as datas de matrícula, de períodos de trancamento de matrícula e publicações de
resultados para consulta periódica; preparar o Boletim Acadêmico e o Histórico escolar; promover a guarda de documentos escolares; responsabilizar-se
pela emissão de documentos relativos à vida acadêmica dos alunos; elaborar e fornecer mapas, boletins e resultados de avaliações dos alunos; organizar as
turmas e os respectivos diários de classe; divulgar mapas de aferições do rendimento escolar dos alunos; planejar, organizar e executar a matricula dos
alunos em cada período acadêmico; encaminhar aos setores competentes qualquer registro escolar que diga respeito à movimentação da vida acadêmica
dos alunos; acondicionar processos e pareceres sobre documentos dos alunos; assistir aos professores na busca de informações acadêmicas dos alunos.
Responsáveis: Manoela Rezende e Daiana Rodrigues
PROTOCOLO
O Protocolo deverá ser acionado sempre que a comunidade escolar precise realizar alguma solicitação através de processo, como: certificado de conclusão,
histórico escolar, atestados, dentre outros. Vale ressaltar que, em qualquer solicitação, o aluno deverá informar o nome e número da sua matrícula inicial.
Responsáveis: Ana Rita dos Santos Barreiro Santiago e Pedro Ântônio dos Santos
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BIBLIOTECA
A Biblioteca do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Camaçari está ligado à Diretoria de Ensino. Seu acervo é composto
de: livros, periódicos, multimeios e documentos gerados pela instituição. É utilizada por estudantes de nível médio, técnico e superior, estagiários da
instituição, docentes e técnicos administrativos.
A partir do último trimestre de 2008 a biblioteca do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia - Campus Camaçari passou a utilizar o
empréstimo automatizado por meio do software monousuário PHL8.2, tendo assim toda movimentação do acervo gerenciada pelo sistema.
Para a execução das atividades inerentes ao desenvolvimento de coleções, a biblioteca do Campus Camaçari conta com dois profissionais bibliotecários a
fim de organizar o seu acervo, bem como disponibilizar as informações para o seu público alvo, os estudantes da instituição.
A manutenção da Biblioteca do Campus Camaçari é imprescindível para a promoção e difusão do conhecimento técnico científico entre os profissionais
desta unidade, apoiando-os no desenvolvimento de suas atividades ligadas ao ensino, pesquisa e extensão.
A biblioteca disponibiliza o acervo bibliográfico do Campus através de consultas e/ou retiradas de livros por empréstimo. O cadastramento na biblioteca é
feito automaticamente na matrícula. Para empréstimo de livros, o aluno deve apresentar a carteira emitida pela biblioteca no inicio do período letivo, que
contém foto do aluno e o número da matrícula. Para quaisquer serviços de atendimento será exigido o documento de identificação.
Observação:
O prazo máximo para empréstimo é de 07 (sete) dias e o número máximo de livros, por empréstimo, é de 03 (três) exemplares. O aluno que
ultrapassar o prazo de devolução ficará impossibilitado de retirar outros exemplares até quitar o débito. Para o inadimplente, será suspenso o
empréstimo de livros pelo prazo igual ao dobro dos dias em atraso.
Coordenação: Andréia Ribeiro
Equipe responsável: Fábio Amorim e Marcelo Cantalino Amaral
SERVIÇO MÉDICO e PSICOLÓGICO
Proporcionar assistência médica, de enfermagem e psicológica aos discentes.
É obrigatório o preenchimento da FICHA MÉDICA E DE ENFERMAGEM e a entrega da mesma junto com uma foto e a xerox do cartão de vacina do
discente, no qual deve conter o esquema vacinal da vacina antitetânica (DTP, Dt e dT) atualizado;
O atendimento clínico será realizado por ordem de chegada, mediante a apresentação do cartão do aluno (o mesmo utilizado na biblioteca);
O atendimento é de caráter exclusivamente ambulatorial;
As situações de emergência serão avaliadas e prontamente encaminhadas ao serviço de saúde especializado;
O IFBA entrará em contato com o responsável pelo discente para que o mesmo se dirija a rede hospitalar a qual o discente foi encaminhado;
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O serviço de psicologia promove e realiza atividades de integração, dinâmicas e grupos de discussão com os alunos; presta atendimento de escuta
emergencial; identifica possíveis causas de baixo rendimento escolar, alterações comportamentais, distúrbios emocionais, mentais e de adaptação
social, sugerindo encaminhamento à assistência psicológica ou de outra ordem específica, quando se fizer necessário;
ATENÇÃO: a liberação de qualquer medicamento só poderá ser feita com a apresentação de receita médica ou por ordem expressa de um dos médicos
do campus, únicos profissionais habilitados para tal ato.
Coordenação: Rejane Alves
Equipe: Médicos – Joaquim Lira Júnior e Carla Andrade Lima
Técnica em Enfermagem – Rejane Alves
Psicóloga – GilsieSiebra
MATRÍCULA INSTITUCIONAL
Entende-se por matrícula o ato pelo qual se dá a vinculação do cidadão à Instituição de Ensino, na condição de aluno.
A matrícula institucional será efetivada no IFBA, em data publicada em edital, e as inscrições em disciplinas serão realizadas semestralmente em data
previamente fixada em Calendário Acadêmico.
As solicitações de inscrições em disciplinas fora de prazo somente serão aceitas nos casos estabelecidos por lei e devidamente comprovados, mediante
requerimento à DIREN, por meio do PROTOCOLO.
A matrícula institucional será obrigatória e concedida:
I - Ao candidato aprovado e convocado em Concurso Vestibular;
II - Ao requerente que obteve aprovação em seu pedido de matrícula como Portador de Diploma de Nível Superior;
III - Ao requerente que obteve aprovação em seu pedido de Transferência;
IV - Ao requerente que obteve aprovação em seu pedido de Matrícula como Aluno Especial ou como Aluno Ouvinte.
O candidato convocado ou requerente que não efetivar a sua matrícula institucional no período previsto em edital perderá o direito à vaga no IFBA.
A matrícula institucional poderá ser efetivada pelo próprio candidato ou por procurador devidamente constituído.
Efetivada a matrícula, fica caracterizada a imediata adesão do aluno ao Regimento Interno do IFBA e demais Normas Acadêmicas, vedando-se a invocação
de desconhecimento a seu favor.
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INSCRIÇÃO EM DISCIPLINAS
A inscrição em disciplinas deverá ser, no semestre inicial, por bloco de disciplinas, e nos subsequentes, por disciplinas, observando a opção do
aluno dentre as disciplinas oferecidas em cada semestre letivo para os diferentes Cursos.
Não será permitido ao aluno extrapolar a carga horária máxima semestral de 390h nos cursos noturnos e de 450h nos cursos diurnos.
Não será permitido ao aluno inscrever-se em menos de três disciplinas por semestre,exceto nos casos autorizados pela Coordenação do Curso.
Quando se tratar de inscrição que inclua a disciplina estágio, a carga horária semestral poderá atingir no máximo 550 h.
À Coordenação de Curso compete orientar o processo de inscrição em disciplina.
À matrícula institucional será obrigatoriamente renovada semestralmente, por meio da inscrição em disciplinas nas datas estabelecidas no Calendário
Acadêmico da Instituição.
O aluno perderá o direito à matrícula institucional quando estiver enquadrado em qualquer um dos incisos abaixo:
I - For reprovado por conceito e/ou faltas em todas as disciplinas no 1º semestre acadêmico;
II- Deixar de efetivar a inscrição em disciplinas por um semestre letivo;
III - For reprovado por conceito e/ou faltas em todas as disciplinas em que estiver Inscrito pordois semestres letivos consecutivos ou alternados;
IV- For reprovado na mesma disciplina em 03 (três) semestres consecutivos ou alternados;
V - Ultrapassar o prazo máximo de integralização curricular fixado pelo Projeto do Curso.
DA MATRÍCULA DE TRANSFERÊNCIAS INTERNA E EXTERNA
Será permitida ao aluno do IFBA a Transferência Interna entre cursos similares. Serão considerados similares os Cursos que possuam um núcleo de
disciplinas do ciclo básico comum ao curso pretendido.A transferência interna só será permitida uma única vez.
Será permitida Transferência Externa ao aluno oriundo de Instituições Públicas de Ensino Superior, para o IFBA, em curso similar.
O período das solicitações de matrícula nas modalidades de Transferências Externa e Interna será definido no Calendário Acadêmico e só poderão ser
concedidas quando houver vaga no curso pleiteado.
Para análise e seleção das solicitações de Matrícula serão exigidas:
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I - Existência de vaga no Curso pretendido;
II - Avaliação do mérito acadêmico através do histórico escolar;
III - Prova de ter obtido aproveitamento em no mínimo três (03) semestres acadêmicos, ou 35% da carga horária do Curso de origem.
Em caso de empate, a vaga será destinada ao candidato que tiver o maior número de disciplinas cursadas com aprovação. Em persistindo o empate, será
escolhido o aluno com maior coeficiente de rendimento escolar.
DO TRANCAMENTO DA INSCRIÇÃO EM DISCIPLINA
O trancamento da inscrição em disciplina no Curso consiste na suspensão total ouparcial das atividades acadêmicas por um período determinado, a pedido
do aluno. A solicitação de trancamento de inscrição em disciplinas dar-se-á em períodofixado em Calendário Acadêmico.
O trancamento da inscrição em disciplinas será autorizado pela Coordenação de Curso, apenas ao aluno aprovado em todas as disciplinas
oferecidas para o primeiro semestre acadêmico; e nas condições a seguir:
I - Por apenas dois semestres letivos, consecutivos ou alternados, quando se tratar do trancamento total de inscrição em disciplinas;
II - Uma única vez para cada disciplina do currículo do Curso, quando se tratar do trancamento parcial.
O aluno só poderá obter o trancamento parcial da inscrição em disciplina se permanecer inscrito em pelo menos 03 (três) disciplinas oferecidas para o
semestre.
É vedado ao aluno o trancamento total ou parcial da inscrição em disciplina no 1º semestre acadêmico do respectivo Curso.
O aluno que efetuou o trancamento total em disciplinas, ao retornar para o prosseguimento de seus estudos, estará sujeito às mudanças curriculares ou de
conteúdo programático e à adesão às mudanças no regimento interno e nas normas acadêmicas.
O aluno terá direito ao trancamento de inscrição em disciplina em qualquer época, por:
I - Problemas de saúde, comprovados através de atestado fornecido ou homologado pelo Serviço Médico do IFBA;
II - Convocação para o Serviço Militar;
III - Direito assegurado em legislação específica.
A renovação da matrícula ficará condicionada a novo parecer médico, fornecido ou homologado pelo Serviço MédicoIFBA e encaminhado à GRA/CORES,
onde fique comprovado encontrar-se o aluno em condições de prosseguir seus estudos.
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Não serão computados, para efeito de contagem do tempo máximo de integralização curricular, os semestres para os quais o aluno obteve trancamento total
de matrícula.
APROVEITAMENTO DE DISCIPLINA(S)
Entende-se por aproveitamento de disciplina o processo de reconhecimento de disciplinas cursadas com aprovação, como aluno regularmente matriculado
em Instituições de Ensino Superior, nacionais ou estrangeiras, oficiais ou reconhecidas, feito pelos órgãos competentes do IFBA, quando solicitado pelo
aluno.
O aluno solicitará aproveitamento da(s) disciplina(s) cursada(s) em outra Instituição em qualquer época.
A concessão do aproveitamento de disciplinas só se dará mediante compatibilidade de carga horária e conteúdo programático, após a análise do professor
da disciplina.
A solicitação, para aproveitamento de disciplina, deverá seguir os seguintes passos:
I - preencher formulário próprio entregando-o no PROTOCOLO, especificando a(s) disciplina(s) pretendida(s) e anexando os seguintes documentos:
a) Histórico Escolar devidamente autenticado e assinado pela Instituição de origem, no qual conste carga horária, número de créditos das disciplinas
cursadas e descrição dos símbolos dos conceitos obtidos, com os valores correspondentes;
b) Programa das disciplinas cursadas com aprovação, cujo aproveitamento seja pretendido, devidamente autenticado e assinado pela Instituição de origem
com registro de carga horária total das aulas teóricas e teórico-práticas.
OBS: Quando se tratar de documentos, oriundos de instituições estrangeiras, os mesmos deverão ser acompanhados das respectivas traduções oficiais.
Deferido o aproveitamento de disciplina, a Coordenação do Curso encaminhará o processo à GRA/CORES para atualização do registro acadêmico do aluno.
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação do aluno ocorrerá em todo o percurso da formação, com base nas competências adquiridas, de maneira progressiva, abrangendo os diversos
momentos do curso, envolvendo os múltiplos aspectos da aprendizagem para a verificação de conhecimentos, atitudes e habilidades, onde serão utilizados
instrumentos e procedimentos de avaliação coerentes com os objetivos do curso, consoante com o planejamento próprio de cada professor formador.
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Os métodos de avaliação do processo ensino e aprendizagem estarão sempre de acordo com as normas acadêmicas em vigor, incidindo sempre sobre os
aspectos de assiduidade e aproveitamento, ambos eliminatórios. Estes poderão ser provas, seminários, trabalhos escolares entre outros previstos nas
Normas Acadêmicas do Ensino Superior.
A avaliação da aprendizagem será feita em cada semestre letivo, compreendendo:
I - a apuração de frequência às aulas teóricas e/ou teórico-práticas;
II - a atribuição de notas aos alunos através de no mínimo 03 (três) avaliações parciais e noexame final, quando for o caso.
Será atribuída nota zero ao aluno que deixar de comparecer a qualquer das verificações de aprendizagem.
Ao aluno que deixar de realizar qualquer verificação de aprendizagem, inclusive ao exame final, será facultado o direito à segunda chamada, se requerida
ao Departamento onde a disciplina esteja alocada, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após sua realização, por meiodo PROTOCOLO, desde que
comprove através de documentos uma das seguintes situações:
I - Problema de saúde (documento devidamente homologado pelo Serviço Médico do IFBA);
II - Obrigações com o Serviço Militar;
III - Falecimento de parente (cônjuge, pai, mãe, filho), desde que a prova se realize dentro do período da ocorrência;
IV- Pelo exercício do voto (um dia anterior e um dia posterior à data da eleição secoincidentes com a realização da prova).
A avaliação da aprendizagem, em segunda chamada, deverá ser feita pelo próprio professor que ministra a disciplina, em horário previamente estipulado por
ele ao interessado.
Aausência do aluno à segunda chamada implicará definitivamente na manutenção da nota zero na caderneta escolar da disciplina.
As avaliações de aprendizagem serão registradas na caderneta escolar sob forma de notas numéricas variando de 0 (zero) a 10 (dez), até 01 (uma) casa
decimal aproximada conforme critérios estatísticos de arredondamento.
A média final do aluno será calculada através da média ponderada ou da média aritmética das notas das três avaliações parciais, com peso dois e
a nota do exame final, com peso um, conforme fórmula abaixo:
Média Final= (média aritmética ou ponderada das três avaliações parciais) x 2.0 + (nota da prova final) x 1.0
3.0
O aluno será considerado aprovado se obtiver freqüência igual ou superior a 75% nas atividades da disciplina e média final igual ou superior a 5.0
(cinco inteiros).
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Será dispensado de realizar o exame final o aluno que obtiver na média aritmética das avaliações parciais nota igual ou superior a 7,0 (sete
inteiros), por já estar aprovado na disciplina.
Será vedada a realização do exame final:
I - ao aluno que obtiver na média aritmética das avaliações parciais valor inferior a 2,5 (doisinteiros e cinco décimos) por já estar reprovado na disciplina;
II - ao aluno que deixar de cumprir a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento)às aulas e às demais atividades escolares em cada disciplina.
O exame final constará de avaliação, a critério do professor que ministra a disciplina, versando sobre assunto da matéria lecionada no período.
A solicitação de revisão do exame final deverá ser feita ao Departamento onde esteja alocada a disciplina em questão, através doPROTOCOLO, até 48
(quarenta e oito) horas após a publicação do resultado e deverá ser realizada em primeira instância pelo próprioprofessor da disciplina.
Mantendo-se a divergência, o aluno poderá recorrer em segunda instância, cabendo à chefia do Departamento nomear uma comissão composta por três
professores, excluindo o professorenvolvido, para emissão de parecer final.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O Estágio Supervisionado Curricular propicia a complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados
em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituir em instrumentos de integração, em termos de treinamento
prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. O estágio, independente do aspecto profissionalizante, direto e
específico, poderá assumir a forma de atividades de extensão, mediante a participação do estudante em empreendimentos ou projetos de interesse sociais.
A jornada de atividades dos Estágios Supervisionados Curricular é cumprida em horário fixo ou variável durante a semana. Em qualquer hipótese, no
entanto, o horário estabelecido não poderá conflitar com o horário do estudante, devendo ser fixado de comum acordo entre o Professor Orientador de
Estágio do Curso, o estudante e a Instituição Parceira, e constar no termo de compromisso.
De acordo com a Resolução CNE/CP 2, de 19/02/2002, o Estágio Curricular, num total mínimo de 400 horas, será efetuado a partir do início da segunda
metade do curso, no próprio IFBA e em outras Instituições Públicas ou Particulares que mantenham turmas de Ensino Básico, sob orientação do Professor
Orientador. Nessas 400 horas, o licenciando será o agente elaborador de atividades, ou seja, ministrará aulas, organizará e corrigirá exercícios, provas e
materiais didático-pedagógicos, devendo também participar do projeto educativo e curricular da instituição de estágio etc.
Para desenvolver a sua regência, o aluno-docente deverá entregar ao Professor Orientador da disciplina, para uma discussão prévia, um projeto contendo o
planejamento pedagógico da unidade didática que será desenvolvida. Ao final do semestre, o aluno-docente deverá entregar um relatório discursivo e uma
pasta contendo todas as atividades desenvolvidas no estágio.
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
O aluno-docente só começará a sua regência após a avaliação do projeto pelo Professor Orientador da disciplina Estágio Supervisionado e encaminhamento
do projeto para o Professor Regente. O Aluno-docente terá acompanhamento durante todo o estágio.
A avaliação do aluno-docente se constituirá em desenvolvimento de um projeto de planejamento pedagógico e no final do semestre deverá apresentar um
relatório de observação e coparticipação.
Distribuição das disciplinas de estágio curricular.
Semestre
Disciplina
Carga
horária
Pré-requisito
V
Estágio Supervisionado em Matemática I
60
Metodologia e Prática de Ensino da Matemática I
VI
Estágio Supervisionado em Matemática II
120
Estágio Supervisionado em Matemática I
VII
Estágio Supervisionado em Matemática III
120
Estágio Supervisionado em Matemática II
VIII
Estágio Supervisionado em Matemática IV
105
Estágio Supervisionado em Matemática III
OBS: Conforme Resolução CNE/CP 02/2002, art. 1º, inciso IV, PARÁGRAFO ÚNICO, os alunos que exerçam atividade docente regular na Educação
Básica, poderão ter redução da carga horária do Estágio Curricular até o máximo de 200 (duzentas) horas.
O aluno que exerça atividade regular na Educação Básica poderá requerer redução de até 200 horas da carga horária, podendo dispensar as disciplinas
estágio supervisionado em Matemática, conforme análise prévia do Colegiado do Curso de Matemática. Na análise será observada a carga horária de
docência na área de Matemática, em estabelecimento devidamente credenciado pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O TCC é realizado pelo discente e orientado por docente do IFBA. Versa sobre um tema pertinente aos Cursos de Licenciatura e pode englobar atividades
práticas e/ou teóricas, permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos adquiridos ao longo do Curso, aplicando a
metodologia científica na execução deste trabalho.
A partir do sexto semestre, ao cursar a disciplina Metodologia da Pesquisa, espera-se que o discente já defina um tema sobre o qual versará o seu trabalho
acompanhado por um docente orientador entregue na conclusão do curso.
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
No oitavo semestre mediante matrícula na disciplina TCC, este trabalho será formalizado seguindo um programa de atividades, acompanhamento e
avaliação.
ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC)
As Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Licenciatura, em seu parecer CNE/CES 1.303/2001; estabelecem o cumprimento de 200 horas de
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) pelos licenciandos como parte da exigência para integralização curricular.
As 200 horas de AACC, obrigatórias para a integralização do currículo dos cursos de licenciatura do IFBA constituem-se de experiências educativas que
visam à ampliação do universo cultural dos licenciandos e ao desenvolvimento da sua capacidade de produzir significados e interpretações sobre as
questões sociais, de modo a potencializar a qualidade da ação educativa. São consideradas como Atividades de AACC, também denominadas de atividades
complementares, as experiências adquiridas pelos licenciandosdurante o curso, em espaços educacionais diversos, formais e não formais.
As atividades de AACC ou Atividades Complementares, para serem reconhecidas e incorporadas à carga horária necessária à integralização do Curso de
Licenciatura, deverão ser validadas pelo Colegiado do Curso. A validação deve ser requerida pelo licenciando por meio de formulário próprio.Para efeito de
acompanhamento e registro da carga horária a ser cumprida, as Atividades de AACC estão divididas nas seguintes categorias:
I-
Palestras, seminários, congressos, conferências ou similares, que versem sobre temas relacionados ao Curso. Por palestras, seminários,
congressos, conferências ou similares entende-se a série de eventos, sessões técnicas, exposições, jornadas acadêmicas e científicas, organizados
ou não pelo IFBA, nos quais o licenciando poderá participar como ouvinte/participante ou na condição de palestrante, instrutor, apresentador,
expositor ou mediador.
II- Programas ou projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão cadastrados nos respectivos órgãos do Campus que consistam na prestação de serviços à
comunidade em questões ligadas à cidadania, de modo a pôr em prática a função social do conhecimento. Projetos propostos pelos próprios
estudantes poderão ser aceitos, desde que submetidos previamente à Coordenação de Extensão da Unidade em que se realiza o Curso, a fim de
que os projetos sejam cadastrados e acompanhados.
III- Cursos livres e/ou de extensão certificados pela instituição promotora, com carga horária e conteúdos definidos: Definem-se como cursos livres
aqueles que, mesmo não estando diretamente relacionados à Licenciatura, servem à complementação da formação do licenciando, compreendendo
cursos tais como: de língua estrangeira, de informática, de aprendizagem da linguagem brasileira de sinais (Libras) e outros. Considera-se como
curso de extensão o conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico ou prático, planejadas e organizadas de modo sistemático, com
carga horária mínima de 8 horas, ofertados por Instituições de Ensino Superior credenciada ou por outras organizações científicas e culturais
formalmente instituídas;
IV- Estágios extracurriculares em instituições conveniadas com o IFBA: O estágio extracurricular visa propiciar a complementação da aprendizagem do
licenciando através da vivência de experiências profissionais que não sejam obtidas no ensino escolar. Como estágios extracurriculares admitem-se
as experiências realizadas na educação não formal, visando à popularização da ciência, os estágios realizados em indústrias ou centros de pesquisa
e outros relacionados à área de formação.
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
V- Monitoria: Compreende-se como monitoria a atividade que, independentemente do estágio curricular supervisionado obrigatório, propicia ao
licenciando a oportunidade de desenvolver, sob supervisão, suas habilidades para a carreira docente. O monitor é um auxiliar do corpo docente nas
tarefas didático-científicas, responsabilizando-se por atendimento a alunos que apresentem dificuldade de aprendizagem, trabalhos práticos e
experimentais em laboratório, trabalhos acadêmico e de campo, além de outros compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência.
VI- Atividades em instituições filantrópicas ou do terceiro setor: A atividade em instituições filantrópicas ou do terceiro setor pressupõe a ação voluntária
em projetos sociais, caracterizada pelo trabalho solidário sem fins lucrativos.
VII- Publicação, como autor, do todo ou de parte de texto acadêmico: As publicações aceitas como textos acadêmicos são aquelas que, tendo passado
por avaliador ad-hoc, sejam veiculadas em periódicos ou em livros relacionados à área de abrangência do Curso.
VIII- Atividades culturais, esportivas e de entretenimento: As atividades culturais, esportivas e de entretenimento visam formar um profissional com uma
visão múltipla acerca das manifestações artísticas, culturais, esportivas e científicas, aprimorando a formação cultural do licenciando. Para serem
consideradas válidas essas atividades deverão ser recomendadas por um ou mais professores do Curso.
IX- Participação em comissão organizadora de evento educacional ou científico: A participação em comissão organizadora de evento educacional ou
científico somente será considerada como Atividade Complementar se o evento for promovido por instituição acadêmica, órgão de pesquisa ou
sociedade científica.
X- Participação em órgãos colegiados, conselhos setoriais e superiores do IFBA ou das esferas municipais, estaduais ou federais. A participação em
órgãos colegiados, conselhos setoriais e superiores somente serão consideradas quando o licenciando for membro efetivo desses fóruns.
XI- Participação em órgãos de representação estudantil: A participação em órgãos de representação estudantil somente será considerada quando o
licenciando for membro efetivo desses fóruns.
XII- O Campus tem o compromisso de realizar pelo menos um Seminário Interdisciplinar durante o ano letivo onde os alunos possam apresentar seus
Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) e outras manifestações Técnico-Científico-Culturais.
DIPLOMAS E CERTIFICADOS A SEREM EXPEDIDOS
Os concluintes do curso serão aqueles que concluírem com êxito todos os componentes curriculares, incluindo-se o trabalho de conclusão de curso e o
estágio supervisionado. Os concluintes serão diplomados com o título de Licenciatura em Matemática, estando aptos a realizarem todas as atividades
descritas no perfil profissional.
REGIME DISCIPLINAR
Aplica-se aos estudantes dos cursos de Nível Superior o que consta no Regimento Interno da instituição sobre o regime disciplinar do corpo discente. Na
definição das infrações disciplinares cometidas pelo corpo discente e fixação das respectivas sanções, levar-se-á em consideração os atos contra:
a) a integridade física e moral da pessoa;
b) o patrimônio moral, científico, cultural e material;
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
c) o exercício das funções pedagógicas, científicas e administrativas.
São sanções disciplinares:
I - advertência verbal;
II - advertência pública;
III - suspensão;
IV - desligamento.
Na aplicação das sanções disciplinares são considerados os seguintes elementos:
I - primariedade do infrator;
II - dolo ou culpa;
III - valor e utilidade dos bens atingidos.
A aplicação de sanções que impliquem no afastamento das atividades acadêmicas será precedida de sindicância, na qual é assegurado o direito de defesa.
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
Distribuição das disciplinas por semestre- Licenciatura em Matemática
Sem.
1º
2º
3º
4º
Cod.
1
2
3
4
5
6
Introdução à Matemática
História da Educação I
Ciência, Tecnologia e Sociedade
Comunicação e Informação
Introdução à Física
Informática Aplicada à Educação I
7
8
9
10
11
Cálculo Diferencial e Integral I
Álgebra Vetorial e Geometria Analítica
Física Clássica da Matéria e da Luz
Psicologia da Educação I
Filosofia da Educação I
12
13
14
15
16
Cálculo Diferencial e Integral II
Mecânica e Gravitação
Didática I
Álgebra Linear I
Informática Aplicada à Educação II
17
18
19
20
Cálculo Diferencial e Integral III
Fundamentos de Matemática I
Avaliação da Aprendizagem
Sociologia da Educação I
Metodologia e Prática do Ensino da
Matemática I
21
22
23
24
25
5º
6º
Disciplinas
27
28
Cálculo Diferencial e Integral IV
Fundamentos de Matemática II
Cálculo Numérico
Metodologia da Pesquisa
Metodologia e Prática do Ensino da
Matemática II
Estágio Supervisionado em Matemática I
Organização da Educação Brasileira
29
30
Álgebra I
Fundamentos de Matemática III
26
Carga Horária
Formação
NFB
NFP
NFC
NFC
NFB
NFC
Sub-Total
NFB
NFB
NFC
NFP
NFP
Sub-Total
NFB
NFC
NFB
NFB
NFC
Sub-Total
NFE
NFB
NFP
NFP
NFP
Sub-Total
NFE
NFB
NFE
NFC
NFP
NFP
NFB
Sub-Total
NFB
NFB
Créditos
Pré-requisito
T
60
45
30
60
30
30
255
60
90
60
30
60
300
60
60
15
60
30
225
60
45
0
60
P
0
0
0
0
30
30
60
0
0
30
0
0
30
0
30
0
0
30
60
0
0
0
0
PE
30
15
0
0
0
0
45
30
0
0
30
0
60
30
0
45
0
0
75
30
45
30
0
E
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
TOT
90
60
30
60
60
60
360
90
90
90
60
60
390
90
90
60
60
60
360
90
90
30
60
T
4
3
2
4
2
2
17
4
6
4
2
4
20
4
4
1
4
2
15
4
3
0
4
P
0
0
0
0
2
2
4
0
0
2
0
0
2
0
2
0
0
2
4
0
0
0
0
PE
2
1
0
0
0
0
3
2
0
0
2
0
4
2
0
3
0
0
5
2
3
2
0
E
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
TOT
6
4
2
4
4
4
24
6
6
6
4
4
26
6
6
4
4
4
24
6
6
2
4
12
1
10
-
15
0
45
0
60
1
0
3
0
4
14
180
60
30
30
30
0
0
0
30
0
150
0
30
0
0
0
0
0
0
0
330
60
60
60
30
12
4
2
2
2
0
0
0
2
0
10
0
2
0
0
0
0
0
0
0
22
4
4
4
2
12
1
15, 17, 16
-
0
0
60
0
60
0
0
4
0
4
21
0
30
180
0
0
30
0
0
90
60
0
60
60
30
360
0
2
12
0
0
2
0
0
6
4
0
4
4
2
24
18, 21
-
60
30
0
0
0
30
0
0
60
60
4
2
0
0
0
2
0
0
4
4
1
1
1
5
7
9
8
6
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
31
32
33
34
35
36
37
38
7º
8º
Metodologia da Pesquisa do Ensino de
Matemática
Estágio Supervisionado em Matemática II
Laboratório de Ensino em Matemática
Educação Inclusiva I
Optativa I
40
41
Álgebra II
Matemática Financeira
Probabilidade e Estatística
Informática Aplicada ao Ensino da
Matemática
Estágio Supervisionado em Matemática III
Optativa II
42
43
44
45
46
47
Análise Real
História da Matemática
Variáveis Complexas
Estágio Supervisionado em Matemática IV
TCC
Optativa III
39
Total Geral
NFP
NFP
NFE
NFP
NOP
Sub-Total
NFE
NFE
NFE
NFC
NFP
NOP
Sub-Total
NFE
NFE
NFE
NFP
NFE
NOP
Sub-Total
0
30
0
0
30
0
2
0
0
2
25
0
0
30
60
180
60
30
45
0
0
0
0
30
0
30
15
0
30
0
0
60
0
0
0
120
0
0
0
120
0
0
0
120
30
30
60
390
60
60
60
0
0
2
4
12
4
2
3
0
0
0
0
2
0
2
1
0
2
0
0
4
0
0
0
8
0
0
0
8
0
0
0
8
2
2
4
26
4
4
4
23, 27
-
0
0
30
0
30
0
0
2
0
2
0
60
195
60
60
60
0
0
45
225
1740
0
0
45
0
0
0
0
30
0
30
285
0
0
30
0
0
0
0
0
0
0
510
120
0
120
0
0
0
105
0
0
105
405
120
60
390
60
60
60
105
30
45
360
2940
0
4
13
4
4
4
0
0
3
15
116
0
0
3
0
0
0
0
2
0
2
19
0
0
2
0
0
0
0
0
0
0
34
8
0
8
0
0
0
7
0
0
7
27
8
4
26
4
4
4
7
2
3
24
196
29
7
30, 32
17
22
40
30, 31
-
T – Teórica; P – Prática; PE – Prática de Ensino; E – Estágio Supervisionado.
NFE - Núcleo de Formação Específica / NFC- Núcleo de Formação Complementar / NFB- Núcleo de Formação Básica/NFP- Núcleo de Formação Pedagógica / NOP- Núcleo de Optativas
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
ELABORAÇÃO:
Klecia Ramos
Suzete Viana
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA:
Normas Acadêmicas do Ensino Superior. CEFET, 2007.
Projeto do Curso de Licenciatura em Matemática do IFBA Campus Camaçari. IFBA, 2011.
IFBA – Campus Camaçari – Coordenação Técnica Pedagógica – 2013
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Manual do Aluno Curso Superior