8.° CONEX – Apresentação Oral – Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE MASCARADOS DA PREVENÇÃO CHERVINSKI, Kellen Francine 2 CZREVATY, Andréia 3 HOLZMANN, Liza 4 NADAL, Isabela Martins 1 O presente trabalho tem por objetivo o relato da experiência do subprojeto “Mascarados da Prevenção”, o qual surgiu através do projeto de extensão “Plugados na Prevenção”, da Universidade Estadual de Ponta Grossa – Departamento de Serviço Social, em parceria com a Coordenação do Programa DST/AIDS, da Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Grossa. Este subprojeto foi desenvolvido no mês de fevereiro de 2010, no município de Ponta Grossa, tendo como característica uma campanha de prevenção das DST/AIDS no período de carnaval. Com o slogan “Mascarados da Prevenção – A AIDS não mostra sua cara”, um dos objetivos desse tema foi informar à população que o portador do vírus HIV não tem mais uma aparência doente. Considerando o fato de que se trata de uma época em que muitas pessoas ficam mais vulneráveis, expostas e, por vezes, estimuladas ao uso drogas e a uma maior troca de parceiros sexuais, devido à euforia causada pelo clima da festa, buscamos, além de informar sobre as DST/AIDS, também alertar sobre o perigo de práticas sexuais sem o uso do preservativo. Percebemos assim, a necessidade de uma intensificação na distribuição de preservativos e material educativo sobre o tema. Pensando em locais que tivessem maiores concentrações de pessoas, buscamos parcerias com as escolas de samba do Município, com a Fundação de Apoio ao Idoso- FAPI, que promove anualmente o Carnaval da Melhor Idade, e com os clubes sociais da cidade, onde seriam realizados os bailes de carnaval. A metodologia utilizada caracterizou-se por visitas, reuniões de sensibilização de lideranças das escolas de samba e dos clubes sociais da cidade, cuja principal finalidade era levar a informação ao público da necessidade e importância da prática sexual segura. PALAVRAS CHAVE – carnaval; prática sexual segura; DST/AIDS. 1 Acadêmica do Curso de Serviço, estagiária do Programa Municipal DST/AIDS [email protected]. 2 Acadêmica do Curso de Serviço Social, estagiária do Programa Municipal DST/AIDS [email protected]. 3 Graduada em Serviço Social, especialista em saúde pública, Mestre em Saúde Coletiva e docente do Departamento de Serviço Social da Universidade Estadual de Ponta Grossa [email protected]. 4 Graduada em Serviço Social, mestrado em andamento no setor de Ciências Sociais Aplicadas e coordenadora do Programa Municipal DST/AIDS isacdp.hotmail.com. 8.° CONEX – Apresentação Oral – Resumo Expandido 2 Introdução O Portal sobre AIDS doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais Ministério da Saúde informa que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, ocorrem no mundo, cerca de 340 milhões de casos de DST por ano. Calcula-se que 630 mil pessoas estejam infectadas pelo HIV no Brasil, sendo que mais de 200 mil estão fazendo uso do tratamento oferecido pelo SUS. Dentro desse contexto, as campanhas de prevenção mostram-se necessárias para uma possível queda nesses índices. A orientação sobre a prática do sexo seguro antes era levada somente aos grupos de risco, tais como, gays, prostitutas, usuários de drogas injetáveis. Atualmente, o vírus circula por todos os grupos sociais, jovens heterossexuais de todas as classes sociais, mulheres casadas e idosos. Estas informações demonstram que não podemos mais afirmar que o vírus do HIV pertence apenas aos grupos de risco, dentre estes citamos, gays, travestis, prostitutas e usuários de drogas injetáveis. Segundo a Organização das Nações Unidas - ONU, o Brasil é considerado como um dos países modelo na luta contra a AIDS, porque, além de oferecer gratuitamente os remédios que os pacientes necessitam para tratar a doença, também se caracteriza por suas campanhas de distribuição em massa e gratuita de preservativos. Há alguns anos, conforme o Ministério da Saúde, receber o diagnóstico de AIDS era quase uma sentença de morte. Hoje em dia, porém, a Aids pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal. Porém, estes dados não significam que a população não deva se prevenir contra as DST/Aids, tampouco as campanhas de prevenção contra essas doenças se fazem desnecessárias. Ao contrário, elas são de extrema importância, pois, através delas poderá haver uma possível sensibilização das pessoas a mudarem seus comportamentos em relação às suas práticas sexuais, adotando assim, o uso constante de preservativos em suas relações. A problemática do vírus HIV também está se tornando cada vez mais comum no Município de Ponta Grossa – Pr. Em 2009 o Programa Municipal DST/Aids da Secretaria de Saúde confirmou 81 novos casos de pessoas contaminadas pelo vírus. Diante deste número notou-se a necessidade de intensificar as atividades de alerta sobre os riscos da prática sexual sem proteção, principalmente no período de carnaval, época suscetível às pessoas a uma maior exposição ao uso de bebidas alcoólicas e/ou drogas alucinógenas e possivelmente a uma maior troca de parceiros sexuais. A campanha de prevenção às DST/AIDS no carnaval de 2010 teve ampla divulgação na mídia local e pode contar com algumas parcerias em seu processo de realização para que a mensagem de que o uso do preservativo em todas as relações sexuais pode evitar a transmissão da doença que ainda não tem cura. Objetivos objetivos: O subprojeto “Mascarados da Prevenção – A AIDS não mostra sua cara” teve como • Informar a população sobre o uso de preservativos; • Facilitar o acesso das pessoas aos testes rápidos de HIV; • Distribuir preservativos em diversos locais da cidade onde houve um grande número de público. Metodologia A metodologia utilizada caracterizou-se por treinamento de equipes para que pudessem realizar os testes rápidos nos CAS (Centros de Atenção à Saúde) visitas, reuniões de sensibilização de lideranças das escolas de samba e dos clubes sociais da cidade, cuja principal finalidade era solicitar a autorização para que a equipe dos “Mascarados da Prevenção” pudesse levar informações sobre a importância da prática sexual segura. 8.° CONEX – Apresentação Oral – Resumo Expandido 3 A Campanha 1- Realização dos testes rápidos de HIV nos CAS O portal sobre AIDS, doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais do Ministério da Saúde, além de dar ênfase à prevenção procura também incentivar os brasileiros a realizarem o teste do HIV, pois, quanto mais cedo o portador descobrir que possui o vírus, mais rápido começa o tratamento e melhor será a resposta de seu organismo aos medicamentos. O diagnóstico também evita a transmissão do HIV entre os parceiros sexuais e das gestantes para os filhos. O teste pode ser realizado sem prescrição médica nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), laboratórios particulares e em serviços de saúde pública.Todos os testes devem ser realizados de acordo com a norma definida pelo Ministério da Saúde e com produtos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA/MS) e por ela controlados. Na semana que antecedeu o Carnaval foram realizados 400 testes rápidos de HIV nos três CAS – Centro de Atenção à Saúde, localizados próximos aos terminais de ônibus onde há grande concentração de pessoas e com horário diversificado, das 12:00 h. as 20:00h assim facilitando acesso da população a esse serviço. Nessa semana foram diagnosticados três novos casos de HIV. 1- Teste rápido/capacitação O teste rápido de HIV regulamentado pela Portaria nº 34/SVS/MS, de 29 de julho de 2005 é um tipo de exame que traz o resultado em 20 minutos, por isso conhecido como Teste Rápido. Pode ser realizado, como já citado, de forma espontânea sem prescrição médica nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e também em serviços de saúde pública. Para realizar esses testes foram capacitados os profissionais dos CAS de Oficinas, Nova Rússia e Uvaranas explicando a eles sobre a importância do diagnóstico precoce do HIV e manuseio do material utilizado para fazer o teste, o qual inclui o processo de coleta de sangue, pré e pós aconselhamento. Também foi realizada a testagem destes profissionais para que estes pudessem entender com maior clareza como se dão os procedimentos para realização dos exames. Além da coleta e da execução dos testes, os profissionais foram orientados sobre o processo de aconselhamento, antes e depois do teste, feito de forma cuidadosa, a fim de preparar para um possível resultado positivo. 2- Testes rápido/aconselhamento O Manual de Aconselhamento em DST/HIV/AIDS para a atenção básica do Ministério da Saúde, explica que, no contexto da epidemia, a prática de aconselhamento tem sido uma estratégia de prevenção muito importante e é parte essencial no momento de diagnóstico do HIV. Este manual nos expõe que aconselhamento não é dar conselhos, e sim, consiste em um diálogo baseado em uma relação de confiança que visa proporcionar à pessoa condições para que avalie seus próprios riscos, tome decisões e encontre maneiras realistas de enfrentar seus problemas relacionados às DST/HIV/AIDS. O mesmo relata que a orientação contribui para preparar o usuário para o teste do HIV, explica as implicações de saber se está ou não infectado pelo HIV e permite a discussão sobre o que fazer, face ao conhecimento do seu estado sorológico. Prepara também o usuário para um possível resultado positivo, caracteriza as diferenças entre portador do HIV e AIDS, assim como a possibilidade de tratamento para maior sobrevida e melhor qualidade de vida. O aconselhamento sobre o HIV divide-se em duas etapas, o pré-teste e o pós-teste, no geral, os dois falam das formas de transmissão, prevenção e tratamento. Nesse momento explica-se ao usuário sobre o sigilo da realização e resultado do teste, também cabe ao profissional identificar quais as bases de apoio do usuário para o caso de um exame positivo. A avaliação do risco pessoal de transmissão do HIV e a discussão sobre como prevenir a infecção centra-se especificamente em questões psicológicas e sociais relacionadas com o HIV/AIDS. É necessário ressaltar que os resultados do teste de HIV devem ser acompanhados sempre de aconselhamento, pois há necessidade de um suporte emocional para com o usuário do serviço prestado. Os objetivos do aconselhamento sobre o HIV são a prevenção e a assistência. Para fazer o aconselhamento nos CAS foram necessários conhecimentos práticos sobre o assunto, para ouvir o usuário; fazer perguntas com fins de apoio; discutir alternativas; proporcionar informação prática e propor o apoio complementar quanto aos resultados. 8.° CONEX – Apresentação Oral – Resumo Expandido 4 3- Sexo ao som da cuíca: visita às escolas de samba Com o objetivo de difundir informações a respeito das DST/AIDS, foram distribuídos preservativos e materiais educativos nas Escolas de Samba Globo de Cristal, Baixada Princesina, Águia de Ouro e Oficinas durante os ensaios, com o objetivo de maior difusão de informações sobre o assunto junto ao público em geral. 4- Distribuições de preservativos no carnaval da Fapi (Fundação de Apoio e Proteção ao Idoso) A terceira idade é uma etapa da vida com características e valores próprios, acompanhada de diversas modificações orgânicas e emocionais, além de crenças e mitos sobre sexualidade, associadas à falta de informação, que levam a população idosa a subestimar o risco da infecção pelo HIV nesta fase da vida. Conforme Vieira et al (2001), “é preciso desmistificar a concepção arraigada na sociedade de que sexo é prerrogativa da juventude e por isso, só o jovem contrai o HIV; pois pensar que a terceira idade não tem vida sexual ativa é preconceito.” Segundo a autora, “o não reconhecimento dos idosos, como população sob risco, é um fator contribuinte para o aumento do número dos casos de HIV/AIDS entre as pessoas com 60 anos ou mais.” Após os 60 anos, a população idosa continua sexualmente ativa e desta forma a preocupação com as doenças sexualmente transmissíveis nesta fase da vida se faz necessária, principalmente a AIDS. Vale ressaltar que um aspecto que dificulta o diagnóstico de infecção pelo HIV na pessoa idosa está relacionado ao fato das características do processo de envelhecimento onde, segundo Vieira, tal infecção é frequentemente diagnosticada apenas depois de uma investigação extensa e por exclusão de outras doenças o que acaba por atrasar o diagnóstico e o tratamento. Notícias do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde ressaltam que a reinvenção da virilidade através das drogas contra a disfunção erétil - a temida impotência sexual, como era conhecida até pouco tempo - inseriu no drama da Aids mais um grupo vulnerável: a terceira idade. De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria, a situação é alarmante em todo o Brasil e o tema está virando assunto nos principais congressos da classe. Pelo exposto, torna-se então necessária a adoção de medidas que reduzam o impacto da AIDS na terceira idade. Aliando essa demanda com o período de Carnaval foram distribuídos preservativos e gel lubrificante aos participantes do Baile Municipal de Carnaval da Fundação de Apoio e Proteção ao Idoso- FAPI. 5- Distribuições de preservativos e folders nos supermercados Optou-se também pela distribuição de preservativos e folders em 15 supermercados da cidade devido ao grande número de pessoas que circulam por estes locais e também devido ao seu público bastante diversificado, levando em consideração as diferentes faixas etárias que poderiam ser atingidas com o tema da prevenção. Desta forma, foram distribuídos por agentes comunitários de saúde em torno de 15.000 preservativos e folders informativos. 6- Distribuições de preservativos no Baile Municipal e nos bailes dos clubes sociais da cidade Pensando em local onde tivesse maior concentração de pessoas, esta campanha buscou parcerias com os clubes sociais da cidade, Clube Princesa dos Campos (Clube Verde) e Associação Recreativa Homens do Trabalho (ARHT), aonde seriam realizados os bailes de carnaval. Assim, foram agendadas com os presidentes dos respectivos clubes, as noites em que seriam feitas as distribuições dos preservativos. Formamos um bloco também intitulado “Mascarados da Prevenção – A Aids não mostra sua cara” e ao adentrarmos nos salões de festa, caracterizados com a camiseta da Campanha e usando máscaras em alusão ao nome do bloco, éramos anunciados pelas bandas responsáveis pelo comando da festa. Alguns de nós subíamos ao palco e distribuíam os preservativos para os foliões mais enquanto a outra parte de nossa equipe fazia essa distribuição entre os foliões que estavam longe do palco. No decorrer dessas visitas, ocorreu a oportunidade de realizar uma parceria com a rádio que fazia parte da programação dos bailes onde os radialistas narradores davam enfoque à importância do uso do preservativo de forma descontraída. 8.° CONEX – Apresentação Oral – Resumo Expandido 5 Resultados A meta de distribuir 100.000 preservativos foi realizada com sucesso graças às diversas parcerias descritas acima ultrapassando a marca de 120.000, entregues a população de Ponta Grossa. Aqui chamamos a atenção para o fato da grande quantidade de preservativos disponibilizados e distribuídos gratuitamente e ressaltamos mais uma vez a importância de uma mobilização popular como esta no período do carnaval. Com relação à realização dos testes rápidos de HIV que aconteceram na semana que antecedeu ao carnaval nos três Centros de Atenção à Saúde (CAS) do Município, foram capacitados 45 profissionais para que pudessem efetuar estes testes. Ao todo, foram realizados 400 testes rápidos e dentre eles, três pessoas obtiveram resultados positivos. Durante o baile da terceira idade que aconteceu na sede da Fundação de Apoio e Proteção ao Idoso (Fapi), no qual haviam por volta de 500 idosos, pudemos perceber que os mesmos não demonstraram constrangimento e nem resistência no recebimento dos preservativos. Fato este, que nos deixou bastante contentes, sendo esta uma indicação de que as pessoas da terceira idade também estão engajadas na luta contra a AIDS. Conclusões É possível tratar de um assunto sério em tempos de festa? Sim, isto é possível, pois, o subprojeto “Mascarado da Prevenção” em parceria com o Programa Municipal DST/AIDS - Secretaria Municipal de Saúde, através das abordagens realizadas, com a população de Ponta Grossa, pode perceber que as pessoas estão engajadas na luta contra a AIDS, havendo uma ótima aceitação na distribuição dos preservativos, principalmente entre os foliões que participavam dos bailes. Ao término da campanha concluímos que a facilitação ao acesso a serviços com testes rápidos de HIV nos CAS, por estarem próximos a terminais de transporte coletivo, e a distribuição de preservativos em lugares inusitados, como exemplo, os supermercados, propicia uma maior procura pelos mesmos serviços por parte da população. A articulação do subprojeto “Mascarados da Prevenção” com a sociedade civil é uma estratégia eficaz na luta contra as DST/AIDS, pois assim além de ser um momento festivo, é também um momento de reflexão sobre as atitudes que a população está tendo em relação às práticas sexuais. O subprojeto acima citado demonstra importância de articular ações das políticas públicas com os conhecimentos da academia assim dando maior visibilidade a temática e obtendo melhores resultados como os aqui expostos. 8.° CONEX – Apresentação Oral – Resumo Expandido 6 Referencias BRASIL. Ministério da Saúde. DST. Orientação e prevenção. Disponível <http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1443>. Acesso em: 6 mai. 2010. em: BRASIL. Ministério da Saúde. DST-AIDS. Diagnóstico precoce da Aids fortalece o tratamento. Disponível em: <http://www.sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=49994>. Acesso em: 1 mai. 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. DST-AIDS-HEPATITES VIRAIS. Aids chega à terceira idade. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISDA56F374ITEMID2C016C947622407C8128F09B66AAA6 13PTBRIE.htm>. Acesso em: 16 mai. 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. DST-AIDS-HEPATITES VIRAIS. Janela imunológica. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISC28C0D4BPTBRIE.htm>. Acesso em 6 mai. 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. DST-AIDS-HEPATITES VIRAIS. Testes para o diagnóstico da infecção pelo HIV. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS59514B00ITEMID4B8398B4B828426CBAD54930F1C3B5 11PTBRIE.htm>. Acesso em: 6 mai. 2010. BRASIL. Programa Nacional DST/AIDS. Aconselhamento em DST/HIV/Aids para a atenção básica. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE4891-AD36-1903553A3174%7D/%7BC2BBBAFB-52CE-4550-8271127AA5024AA2%7D/manual_simplificado.pdf>. Acesso em: 16 mai. 2010. PRECONCEITO COM AIDÉTICOS PERDURA EM PLENO SÉCULO XX . Maceió: Maceió Agora, 2010-. Disponível em: <http://www.tvmaceio.com.br/noticias/noticias.asp?cod=6819.>.Acessoem:5 mai.2010. VIEIRA, Deise L. F. C. et al. O corpo envelhece, a sexualidade não: AIDS no diagnóstico diferencial entre as doenças comuns nos idosos. Disponível em: <http://www.medcenter.com/Medscape/content.aspx?bpid=16&id=18356>. Acesso em: 1 mai. 2010.