COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LUZ LTDA. - SICOOB CREDILUZ
CNPJ - 25.536.764/0001-27
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS
SEMESTRES FINDOS EM 30/06/2015 e 30/06/2014
(Valores expressos em reais, exceto quando especificado)
1.
Contexto operacional
'
A COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LUZ LTDA. - SICOOB CREDILUZ é uma cooperativa
de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 26/08/1988, filiada à Cooperativa Central de
Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e componente da Confederação Nacional das
Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e
centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política
e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do
Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e
pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e
funcionamento de cooperativas de crédito.
O SICOOB CREDILUZ possui Posto de Atendimento (PA) na seguinte localidade: Estrela do Indaiá. O SICOOB
CREDILUZ tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;
(ii) Oferecer formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda
mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos,
concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras
instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem
emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.
Em 15 de setembro de 2006, ocorreu a transformação do SICOOB CREDILUZ, para entidade de "Livre Admissão
de Associados"; aprovada junto ao Banco Central do Brasil - BACEN em 15 de dezembro de 2006.
2.
Apresentação das demonstrações contábeis
As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07
e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco
Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema
Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos,
orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Desta
forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela administração, em sua reunião datada
07/08/2015
Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas
Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às
instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos
contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN
nº4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes
Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº
3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº
4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos
Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09.
3.
a)
Resumo das principais práticas contábeis
Apuração do resultado
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com
taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período
futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de
natureza financeira são contabilizados pelo critério "pro-rata temporis" e calculados com base no método
exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As
operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço.
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de
competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas
quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e
os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato
cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.
b)
Estimativas contábeis
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos,
passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas
referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo
imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem
apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no
mínimo, semestralmente.
c)
Caixa e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos
bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de
valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa
compreendem:
Descrição
Caixa e depósitos bancários
Relações interfinanceiras – centralização financeira
Correspondentes
Total
d)
30/06/2015
524.960,36
13.521.415,73
8.753,52
14.055.129,61
30/06/2014
648.327,99
13.850.487,70
6.445,75
14.505.261,44
Operações de crédito
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta
de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas "pro rata
temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.
e)
Provisão para operações de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos
valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a
experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos
apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica.
A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras
para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco
mínimo) a H (risco máximo).
f)
Depósitos em garantia
Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas
contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os
valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.
g)
Investimentos
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e ações do BANCOOB,
avaliadas pelo método de custo de aquisição.
h)
Imobilizado
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos,
benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da
depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus
valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a
vida útil econômica dos bens.
i)
Diferido
O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares
adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e
classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método
linear no período de até 05 anos.
Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente,
os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em
setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização.
j)
Intangível
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da
Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente
amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis
compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada.
k)
Ativos contingentes
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando
há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários,
caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável,
quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.
l)
Obrigações por empréstimos e repasses
As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos
dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros
proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o
final do contrato, quando calculáveis.
m)
Demais ativos e passivos
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando
aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são
demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes
encargos e das variações monetárias incorridos.
n)
Provisões
São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos
passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As
provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
o)
Passivos contingentes
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o
risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para
liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações
com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações
com chance remota de perda não são divulgadas.
p)
Obrigações legais
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro
instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz.
q)
Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações
consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é
isento de tributação.
r)
Segregação em circulante e não circulante
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos
superiores, no longo prazo (não circulante).
Valor recuperável de ativos – impairment
s)
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor
de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de
realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram
identificadas.
Em 30 de junho de 2015 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não
financeiros.
t)
Eventos subsequentes
Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização
para a sua emissão. São compostos por:


Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das
demonstrações contábeis; e
Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base
das demonstrações contábeis.
Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2015.
4.
Relações interfinanceiras
Em 30 de junho de 2015 e 2014, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas:
Descrição
Correspondentes
Centralização Financeira – Cooperativas (a)
Total
30/06/2015
8.753,52
13.521.415,73
13.530.169,25
30/06/2014
6.445,75
13.850.487,70
13.856.933,45
(a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10.
5.
Operações de crédito
a) Composição da carteira de crédito por modalidade:
Modalidade
Adiantamento a Depositante
Cheque Especial / Conta Garantida
Empréstimos
Financiamentos
Títulos Descontados
Financiamento Rural Próprio
Financiamento Rural Repasses
( - ) Provisão para Perda com Op. de Crédito
Total
Circulante
106.268,66
985.425,93
12.198.708,32
1.861.632,36
1.057.297,33
2.197.994,07
7.281.633,18
(3.583.231,77)
22.105.728,08
30/06/2015
Não Circulante
10.818.080,31
4.113.317,06
989.628,23
5.756.702,38
21.677.727,98
Total
106.268,66
985.425,93
23.016.788,63
5.974.949,42
1.057.297,33
3.187.622,30
13.038.335,56
(3.583.231,77)
43.783.456,06
30/06/2014
181.520,18
731.935,07
16.916.421,41
4.483.608,39
1.142.317,80
3.439.538,40
11.821.677,14
(1.961.302,38)
36.755.716,01
Em Março de 2015 ocorreu a implantação da nova Plataforma de Risco de Crédito – PRC que contém um conjunto
de 14 (quatorze) metodologias para avaliação de risco de tomadores e do risco das operações de crédito, em
consonância com o preconizado na Resolução CMN nº 2.682/99. Desde então, as cooperativas podem utilizar a
PRC para subsidiar as suas decisões de crédito. A avaliação de risco das operações é feita com base
em Estimação de Perdas (PE) e parte da combinação do risco do tomador (PD – Probabilidade de
Descumprimento) com o componente de risco Perda Dado o Descumprimento (LGD, em inglês), que é definido em
função das garantias vinculadas.
b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº
2.682/1999:
Nível / Percentual de Risco /
Situação
AA
Normal
A
0,50% Normal
B
1%
Normal
B
1%
Vencidas
C
3%
Normal
C
3%
Vencidas
D
10%
Normal
D
10%
Vencidas
E
30%
Normal
E
30%
Vencidas
F
50%
Normal
F
50%
Vencidas
G
70%
Normal
G
70%
Vencidas
H
100%
Normal
H
100%
Vencidas
Total Normal
Total Vencido
Total Geral
Provisões
Total Líquido
Total em
30/06/2015
954.942,37
12.775.990,26
18.484.779,29
275.778,03
8.153.071,10
345.946,96
2.023.851,54
180.246,75
690.653,28
187.724,23
79.980,45
342.742,33
268.967,35
1.362.665,75
290.330,60
949.017,54
43.722.566,24
3.644.121,59
47.366.687,83
(3.583.231,77)
43.783.456,06
Provisões
30/06/2015
(63.879,95)
(184.847,79)
(2.757,78)
(244.592,12)
(10.378,41)
(202.385,15)
(18.024,67)
(207.195,98)
(56.317,27)
(39.990,22)
(171.371,16)
(188.277,14)
(953.865,99)
(290.330,60)
(949.017,54)
(1.421.498,95)
(2.161.732,82)
(3.583.231,77)
-
Total em
30/06/2014
5.187.336,78
15.076.810,21
100.251,86
11.653.556,08
97.919,65
5.265.438,68
28.672,30
218.082,99
68.072,63
190.610,67
174.949,90
74.346,65
45.651,01
535.318,98
37.711.833,07
1.005.185,32
38.717.018,39
(1.961.302,38)
36.755.716,01
Provisões
30/06/2014
(25.936,69)
(150.768,11)
(1.002,52)
(349.606,70)
(2.937,59)
(526.543,90)
(2.867,23)
(65.424,90)
(20.421,79)
(95.305,34)
(87.474,96)
(52.042,66)
(45.651,01)
(535.318,98)
(1.311.279,31)
(650.023,06)
(1.961.302,38)
-
c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento (em dias):
Descrição
Empréstimos
Títulos Descontados
Financiamentos
Financiamentos Rurais
Total
Até 90
4.508.467,16
837.738,13
568.641,04
2.172.059,52
8.086.905,85
De 91 a 360
7.690.241,16
219.559,20
1.292.991,32
7.307.567,73
16.510.359,41
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
Acima de 360
10.818.080,31
4.113.317,06
6.746.330,61
21.677.727,98
Total
23.016.788,63
1.057.297,33
5.974.949,42
16.225.957,86
46.274.993,24
d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica:
A Vencer
Vencido
Crédito
SET .PRIV.AT V
.EMP.AGROPE
CUARIA
SET .PRIV.AT V
.EMP.INDUST
RIA
SET .PRIV.AT V
.EMP.COMER
CIO
SET .PRIV.OUT
ROS SERVICOS
PESSOA
FISICA
SET .PRIV.CO
M.COMPRA.V
ENDA.VEIC
T OT AL
A partir de 15
dias
até 3 meses
de 3 a 12
meses
de 1 a 3 anos
de 3 a 5 anos
de 5 a 15 anos
acima de 15
anos
Total
0,00
501.510,80
468.234,56
205.631,62
0,00
0,00
0,00
1.175.376,98
3.707,96
924.805,16
582.797,78
200.465,40
129.750,60
0,00
0,00
1.841.526,90
277.858,05
1.003.183,57
3.397.642,66
1.764.390,20
584.556,28
621,21
0,00
7.028.251,97
9.572,13
341.672,52
708.700,94
746.954,27
311.409,23
0,00
0,00
2.118.309,09
1.529.482,05
3.479.051,40
11.386.980,13
12.902.176,02
3.076.744,95
1.551.049,03
145.363,08
34.070.846,66
8.781,93
4.300,38
10.775,51
16.823,82
0,00
0,00
0,00
40.681,64
1.829.402,12
6.254.523,83
16.555.131,58
15.836.441,33
4.102.461,06
1.551.670,24
145.363,08
46.274.993,24
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:
Descrição
Saldo Inicial
Constituições/Reversões no período
Transferência para Prejuízo no período
Total
30/06/2015
2.372.710,61
1.345.170,09
(134.648,93)
3.583.231,77
30/06/2014
2.438.621,15
26.714,30
(504.033,07)
1.961.302,38
f) Concentração dos Principais Devedores:
Descrição
Maior Devedor
10 Maiores Devedores
50 Maiores Devedores
30/06/2015
% Carteira Total
1.348.434,93
2,85%
7.895.363,63
16,67%
19.525.107,46
41,21%
30/06/2014
1.160.007,33
6.165.280,89
16.407.867,45
% Carteira Total
3,00%
15,92%
42,37%
g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:
Descrição
Saldo inicial
Valor das operações transferidas no período
Valor das operações recuperadas no período
Valor dos descontos concedidos nas operações recuperadas
Total
6.
30/06/2015
1.460.318,33
134.648,93
(65.119,74)
(62,04)
1.529.785,48
30/06/2014
1.535.078,70
504.033,07
(26.090,25)
(4.952,10)
2.008.069,42
Outros créditos
Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país,
conforme demonstrado:
Descrição
Rendas a Receber (a)
Devedores por Depósito e Garantia (b)
Títulos e Créditos a Receber (c)
Devedores Diversos (d)
(-) Provisão para Outros Créditos
Total
30/06/2015
152.930,09
422.345,64
52.466,96
66.085,61
(452,69)
693.375,61
30/06/2014
130.472,13
403.020,36
55.849,76
240.908,96
(151.920,20)
678.331,01
(a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS (R$ 147.691,36), rendas a receber da previdência social - INSS (R$
285,74), rendas de tributos federais, estaduais e municipais (R$ 4.806,96) e outras (R$ 146,03);
(b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: , PIS sobre Atos
Cooperativos (R$ 63.740,81), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$ 346.269,11) e outros (R$ 12.335,72);
(c) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de e tarifas (R$ 52.014,27) e outras
(R$ 452,69);
(d) Em Devedores Diversos estão registrados os adiantamento de 13º salário aos colaboradores (R$ 41.061,05),
adiantamento de férias aos colaboradores (R$ 9.878,80), adiantamento de FGTS - 13º salário (R$ 3.351,26),
adiantamentos de honorários (R$ 10.000,00), pendências a regularizar (R$ 1.374,60) e outros (R$ 419,90).
7.
Outros valores e bens
Descrição
Bens Não de Uso Próprio
Despesas Antecipadas
Total
30/06/2015
169.958,21
34.765,41
204.723,62
30/06/2014
169.958,21
39.542,39
209.500,60
Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$ 169.958,21, referente a bens recebidos como dação
em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção.
DATA
HISTÓRICO
VALOR
03/05/2013
RECEBIMENTO DE IMÓVEL URBANO SITUADO NA CIDADE
DE LUZ EM PAGAMENTO DE DÍVIDA DE ASSOCIADO.
169.958,21
Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$ 34.765,41, referentes a prêmios de
seguros, processamento de dados, contribuição sindical, contribuições ao Fundo de Ressarcimento de Valores –
FRV, IPTU e IPVA.
8.
Investimentos
O saldo é representado, substancialmente, por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e ações do
BANCOOB, conforme demonstrado:
Movimentação dos investimentos
Descrição
Saldos em 31/12/2013
Investimentos
Saldos em 30/06/2014
Saldos em 31/12/2014
Investimentos
Saldos em 30/06/2015
9.
SICOOB CENTRAL
CREDIMINAS
1.792.139,87
54.723,46
1.846.863,33
2.022.455,64
33.970,82
2.056.426,46
BANCOOB
Total
29.530,96
29.530,96
29.530,96
29.530,96
1.821.670,83
54.723,46
1.876.394,29
2.051.986,60
33.970,82
2.085.957,42
Imobilizado de uso
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo
método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
Descrição
Imobilizações em Curso
Terrenos
Edificações
Taxa de Depreciação a.a. 30/06/2015
30/06/2014
(*)
12.850,70 1.970.343,27
184.464,50
65.273,00
4%
1.990.946,65 121.328,64
Móveis e Equipamentos
Sistema de Processamento de Dados
Sistemas de Comunicação
Sistema de Transportes
Sistema de Segurança
TOTAL
Depreciação acumulada
TOTAL
(*) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo
quando passarão a ser depreciadas.
10.
10%
20%
10%
20%
10%
700.523,24
496.898,29
467.075,26
377.496,87
21.004,65
8.155,99
65.886,49
39.228,30
25.934,30
3.481.979,79 3.065.430,36
(550.195,01) (425.797,46)
2.931.784,78 2.639.632,90
específico após a conclusão das obras e efetivo uso,
Intangível
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da
companhia.
Descrição
Softwares
Outros Ativos Intangíveis
Amortização acumulada
TOTAL
11.
Taxa de
Amortização
Até 20% a.a.
Até 20% a.a.
30/06/2015
9.337,52
614.000,00
(327.954,11)
295.383,41
30/06/2014
9.337,52
713.413,00
(302.629,68)
420.120,84
Diferido
Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos,
registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente.
Descrição
Benfeitorias/Programas de Computador
Amortização acumulada
TOTAL
12.
Taxa de
Amortização
Até 20% a.a.
30/06/2015
118.578,11
(27.736,87)
90.841,24
30/06/2014
111.779,50
(16.389,01)
95.390,49
Depósitos
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados.
Descrição
Depósito à Vista
Depósito Sob Aviso
Depósito a Prazo
Total
30/06/2015
8.208.702,70
116.762,15
28.340.412,47
36.665.877,32
30/06/2014
7.445.515,22
104.169,90
23.467.459,86
31.017.144,98
Os depósitos até o limite de R$ 250 mil por CPF/CNPJ estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo
de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN nº 4.150/12 e nº 4.284/13. Esse fundo tem como
instituições associadas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos integrantes do Sistema
Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), além disso, tem o objetivo de prestar garantia de créditos nos casos de
decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada. A contribuição mensal ordinária
das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125% dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as
mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito dos bancos, o FGC, que considera, os
depósitos à vista e a prazo, e as letras de crédito do agronegócio, de acordo com a Resolução CMN nº 4.150/12.
13.
Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a
outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As
garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados.
Instituições
Taxa
Vencimento
30/06/2015
30/06/2014
Crediminas 6,5%a.a
30/10/2015
414.686,26
Bancoob
Entre 4,50 e 6,5%a.a De 31/07/2015 ate 09/06/2015 12.916.595,01 12.798.273,76
BDMG
0,87% – 7,5%
15/10/2015
30.461,55
91.204,51
Total
13.361.742,82 12.889.478,27
14.
Outras Obrigações
14.1 Sociais e Estatutárias
Descrição
FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a)
Cotas de capital a pagar (b)
Participações nas Sobras (Lucros) (c)
Outras obrigações
Total
30/06/2015
523.045,41
26.912,09
12.800,00
562.757,50
30/06/2014
321.460,66
69.259,22
37.463,77
14.593,76
442.777,41
(a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares
e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 10% das sobras
líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue
determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF.
(b) Refere-se ao valor de cota capital a ser devolvida para os associados que solicitaram o desligamento do
quadro social.
14.2 Diversas
Descrição
Cheques administrativos (a)
Despesas de Pessoal
Outras Despesas Administrativas (b)
Cheques Descontados (c)
Credores Diversos – País (d)
Provisão para Passivos Contingentes (e)
Total
30/06/2015
7.011,20
279.544,77
53.490,11
30.324,00
118.844,99
441.327,60
930.542,67
30/06/2014
107,50
257.670,08
97.923,59
69.924,63
180.561,60
418.453,23
1.024.640,63
(a) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados
até a data-base de 30/06/2015;
(b) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com água/energia e gás (R$ 3.473,19), aluguéis (R$
2.132,82), comunicações (R$ 6.437,03), processamento de dados (R$ 10.549,74), transporte (R$ 4.896,08),
contribuições a pagar (R$ 14.468,67), provisão de despesas com cartões (R$ 3.612,60) e outras (R$ 7.919,98);
(c) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a
data-base de 30/06/2015;
(d) Referem-se a Contas Salário de empresas conveniadas a pagar (R$ 69.032,22), pendências a regularizar (R$
2.423,87), diferenças de compensação a acertar com o BANCOOB (R$ 3.307,08), valores a repassar ao
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS pela prestação de serviços (R$ 34.351,98) e outros (R$ 9.729,84);
(e) Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados
questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes
provisões:
Descrição
PIS
30/06/2015
Provisão para
Depósitos
Contingências
Judiciais
63.740,81
63.740,81
30/06/2014
Provisão para
Depósitos
Contingências
Judiciais
60.950,25
60.950,25
COFINS
Outras contingências
Total
Descrição
Saldo em 31/12/2013
Provisões/ Atualizações feitas
durante o semestre
Provisões utilizadas/
reversões durante o semestre
Saldo em 30/06/2014
Saldo em 31/12/2014
Provisões/ Atualizações feitas
durante o semestre
Provisões utilizadas/
reversões durante o semestre
Saldo em 30/06/2015
346.269,11
31.317,68
441.327,60
346.269,11
12.335,72
422.345,64
330.965,67
26.537,31
418.453,23
PIS
Outras
FATURAMENTO Trabalhistas Contingência
/ COFINS
s
384.030,85
14.757,91
330.965,67
11.104,44
403.020,36
Total
398.788,76
7.885,07
-
11.779,40
19.664,47
-
-
-
-
391.915,92
-
26.537,31
418.453,23
399.159,93
-
27.650,45
426.810,38
10.849,99
8.000,00
3.667,23
22.517,22
-
-8.000,00
-
-8.000,00
410.009,92
-
31.317,68
441.327,60
PIS e COFINS - quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a
legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS.
Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de
2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos
em Garantia.
15.
Instrumentos financeiros
O SICOOB CREDILUZ opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, relações
interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos
financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam
dos valores justos.
16.
Patrimônio líquido
a) Capital Social
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus
cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número
de suas cotas-partes.
b) Reserva Legal
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 20%, utilizada para reparar perdas e
atender ao desenvolvimento de suas Atividades.
c) Sobras Acumuladas
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior
deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular
nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e
utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71.
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 27 de março de 2015, os cooperados deliberaram pela destinação
para Reserva Legal, o valor de R$. 534.438,33. O valor de R$623.511,39 foi destinado ao capital social dos
cooperados.
17.
Outros ingressos/rendas operacionais
Descrição
Recuperação de Encargos e Despesas (a)
Rendas de Repasses Interfinanceiros
Atualização de Depósitos Judiciais
Dividendos
Rendas de Cartões
Outras Rendas Operacionais (b)
Total
30/06/2015
62.542,74
15.211,16
19.588,32
8.297,06
78.262,01
55.045,12
238.946,41
30/06/2014
56.292,70
10.832,76
8.083,56
81.656,57
156.865,59
(a) Refere-se a devolução de recursos do Fundo de Ressarcimento de Valores – FRV (R$ 29.772,00) ,
recuperação de custas judiciais )R$ 19.059,00 e outros (R$ 13.711,74);
(b) Refere-se a distribuição de sobras do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS (R$ 55.045,12) .
18.
Outros dispêndios/despesas operacionais
Descrição
Descontos Concedidos - Operações de Crédito
Cancelamento de Tarifas Pendentes
Contribuições ao Fundo Garantidor de Depósitos
Provisão para Passivos Contingentes
Despesas com Correspondentes Cooperativos
Outras Despesas Operacionais (a)
Total
30/06/2015
(37.504,81)
(35.188,40)
(857,23)
(22.517,22)
(8.313,36)
(31.810,57)
(136.191,59)
30/06/2014
(38.955,35)
(23.955,01)
(46.665,78)
(19.664,47)
(9.929,52)
(25.995,68)
(165.165,81)
(a) Refere-se a contribuições ao Fundo de Ressarcimento de Valores - FRV (R$20.636,00) e outras despesas
(R$ 11.174,57).
19.
Resultado não operacional
Descrição
Lucros na Alienação de Valores e Bens
Ganhos de Capital
Outras Rendas Não Operacionais
Total de Receitas Não Operacionais
Prejuízo na Alienação de Valores e Bens
Perdas de Capital
Outras
Total de Despesas Não Operacionais
Resultado Líquido
20.
30/06/2015
100,00
2.152,83
0,05
2.252,88
(371,43)
(1.161,78)
(4.075,90)
(5.609,11)
(3.356,23)
30/06/2014
2.945,00
11.728,51
14.673,51
(2.390,18)
(20.394,39)
(22.784,57)
(8.111,06)
Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir
e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são
realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em
regulamentação específica.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e
caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância
irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes,
aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito
são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
Montante das operações ativas e passivas no 1º semestre de 2015:
Montante das Operações Ativas e Passivas
Montante das Operações Ativas
% em Relação a Carteira Total
1.796.105,05
10,52%
Montante das Operações Passivas
% em Relação a Carteira Total
942.526,89
5,21%
Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2015:
NATUREZA DA OPER.CRÉDITO
Adiantamentos a Depositantes
Cheque Especial / Conta Garantida
Crédito Rural
Empréstimos/Financiamentos
Títulos Descontados
PCLD (PROVISÃO PARA
CRÉDITO DE
LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA)
16,39
457,78
32.614,40
41.610,85
39,22
VALOR
1.638,72
33.196,09
2.976.473,62
637.945,43
7.844,17
% DA OPERAÇÃO DE
CRÉDITO EM RELAÇÃO À
CARTEIRA TOTAL
0,00%
0,08%
6,80%
1,46%
0,02%
OPERAÇÕES PASSIVAS
Natureza
Aplicações Financeiras
Valor
%em Relação a Carteira
Tx Média - Pós fixada - % do CDI
1.801.611,19
6,36%
87,17%
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta
garantida, cheques descontados, crédito rural, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no
quadro abaixo, por modalidade:
NATUREZA DAS
OPERAÇÕES ATIVAS E
PASSIVAS
Cheque Especial
Conta Garantida
Desconto de Cheques
Empréstimos
Crédito Rural - RPL
Crédito Rural - Repasses
Aplicação Financeira
TAXAS APLICADAS EM
RELAÇÃO ÀS PARTES
RELACIONADAS
6,99%am.
6,99%am.
1,23% A 1,91% a.m
5,05 a 6,5% a.a
1,69%a.m
5,05 a 6,5% a.a
De 83,8% ate 95% do CDI
TAXA APROVADA PELO
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO /
DIRETORIA EXECUTIVA
6,99%am.
6,99%am.
1,63% a 2,70%am.
1,79% a 4,19%am.
1,79am.
2,00% a 7,50% aa.
83% a 105% CDI
No 1º semestre de 2015, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por
benefícios monetários, apresentando-se da seguinte forma:
Benefícios monetários e encargos no 1º Semestre de 2015 (R$)
Descrição da Conta
HONORARIOS
GRATIFICAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
F.G.T.S. DIRETORIA
TOTAL HONORÁRIOS PARTES RELACIONADAS
30/06/2015
(225.457,71)
(16.654,51)
(64.334,85)
(10.363,84)
(316.810,91)
21. Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda.
O SICOOB CREDILUZ em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa Central de Crédito
de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, que representa o grupo formado por suas afiliadas
perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
O SICOOB CENTRAL CREDIMINAS é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em
comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas
singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos
instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como
facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos.
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS a coordenação das
atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos
recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que
acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.
O SICOOB CREDILUZ responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL
CREDIMINAS perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever,
proporcionalmente à sua participação nessas operações.
Saldos das transações da Cooperativa com a Sicoob Central Crediminas:
Descrição
Ativo circulante - Relações interfinanceiras - centralização financeira (nota 5)
Ativo Permanente - Investimentos (nota 9)
Passivo circulante e não circulante - Relações interfinanceiras (nota 14)
30/06/2015
13.521.415,73
2.056.426,46
414.686,26
30/06/2014
13.850.487,70
1.846.863,33
-
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, em 31 de dezembro de 2014, foram auditadas
por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado
de 26 de fevereiro de 2015, com opinião sem modificação.
22.
Coobrigações e riscos em garantias prestadas
Em 30 de junho de 2015, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no
montante de R$ 5.124.685,74 (30/06/2014 - R$ 1.881.007,62), referentes a aval prestado em diversas operações
de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais.
23.
Seguros contratados – Não auditado
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada
suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de
riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis,
consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.
24.
Índice de Basiléia
O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos
ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização em 30 de junho de 2015.
25.
Contingências Passivas
Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CREDILUZ, dos processos judiciais em que figura como polo passivo,
foram classificadas como perdas possíveis 02 processos, totalizando R$ 11.000,00.
26. Lei nº 12.973 de 13 de maio de 2014
Em maio de 2014, foi publicada a Lei nº 12.973 que revoga o Regime Tributário de Transição (RTT) e traz outras
providências, dentre elas: (1) alterações no Decreto-Lei nº 1.598/77 que trata do imposto de renda das pessoas
jurídicas, bem como altera a legislação pertinente à contribuição social sobre o lucro líquido; (2) estabelece que a
modificação ou a adoção de métodos e critérios contábeis, por meio de atos administrativos emitidos com base em
competência atribuída em lei comercial, que sejam posteriores à publicação desta Lei, não terá implicação na
apuração dos tributos federais até que lei tributária regule a matéria; (3) inclui tratamento específico sobre potencial
tributação de lucros ou dividendos; (4) inclui disposições sobre o cálculo de juros sobre capital próprio; e inclui
considerações sobre investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial.
O Sicoob Confederação por meio da CCI-274/2014, com base em parecer jurídico, orientou a utilização da opção
“não optante”, como a mais adequada para as cooperativas do Sistema Sicoob.
27.
Gerenciamento de Risco e de Capital
Risco operacional
a)
O gerenciamento do risco operacional do SICOOB CREDILUZ objetiva garantir a aderência às normas
vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma
instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006.
b)
Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o SICOOB CREDILUZ aderiu à estrutura
única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do
Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio
www.sicoob.com.br.
c)
O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos
objetivando a melhoria continua dos processos.
d)
O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar situações de risco de
não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos
Operacionais (Scir).
e)
As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas
em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação.
f)
A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para
tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as perdas associadas ao risco
operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade
auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob
Confederação).
g)
Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação da Diretoria
Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e
Riscos (ACIR).
h)
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, o SICOOB CREDILUZ possui
estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é
proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional.
Risco de mercado
a)
O gerenciamento do risco de mercado do SICOOB CREDILUZ objetiva garantir a aderência às normas
vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na
Resolução CMN nº 3.464/2007.
b)
Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o SICOOB CREDILUZ aderiu à estrutura
única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a
qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c)
No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de
fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração
do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de
mensuração de risco (backtesting).
d)
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, o SICOOB CREDILUZ
possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos,
sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade.
Risco de crédito
a)
O gerenciamento de risco de crédito do SICOOB CREDILUZ objetiva garantir a aderência às normas
vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas
práticas de gestão de riscos.
b)
Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o SICOOB CREDILUZ aderiu à estrutura
única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual
se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c)
Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de
operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do
monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.
d)
Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o SICOOB CREDILUZ possui estrutura
compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo
proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.
Gerenciamento de capital
a)
A estrutura de gerenciamento de capital do SICOOB CREDILUZ objetiva garantir a aderência as normas
vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta,
por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011.
b)
Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, o SICOOB CREDILUZ aderiu à estrutura
única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob
Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c)
O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e
é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de:
I.
II.
Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas;
Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do
Sicoob.
III.
Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas
condições de mercado.
d)
Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de
mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob.
Luz(MG), 07 de Agosto de 2015.
Nathan Carvalho Alves
Diretor Financeiro
___________________________
___________________________
Hugo Geraldo Lopes
Kênia Geralda Santos Ferreira
Diretor Administrativo
Contador – CRC nº: 084.721
Download

COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LUZ LTDA