UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL Disciplina do 1º semestre de 2015 Disciplina: NT234 – Taxonomia de Campo - turma A Docentes: Ricardo Ribeiro Rodrigues (ESALQ), Vinícius Castro Souza (ESALQ), Jorge Y. Tamashiro (UNICAMP) e Natália Macedo Ivanauskas (Instituto Florestal) 1a etapa Atividade: Coleta de campo, produção de chaves analíticas e de fichas de herbário Local: Ainda a ser definido. Data Campo: 20/04/2015 a 02/05/2015 Laboratório: 03/05/2015 – 10/06/2015 Leitura prévia necessária: MATERIAIS DISPONÍVEIS NO XEROX DA BIOLOGIA (UNICAMP) E DA FLORESTA (ESALQ). Outros materiais referentes à morfologia e sistemática vegetal, como: Barroso; G.M. 1978. Sistemática de Angiospermas do Brasil Vol 1 pags: 1-18. Barroso; G.M.; Morim, M.P.; Peixoto, A.L.; Ichaso, C.L.F. 1999. Frutos e Sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas, Editora UFV, 443pp. Cronquist , A. 1981 An Integrated System of Classification of Flowering Plants. Columbia Univ. Press. Pag 1 - 21. Cronquist , A. 1988 The Evolution and Classification of Flowering Plants. The New York Botanical Garden Press. Partes 4 e 5. Ferri, M. G. et al. 1981. Glossário Ilustrado de Botânica. Editora Nobel. Heywood, V.H. 1975. Taxonomy and Ecology. Academic Press. Judd, W. S.; Campbell, C.S.; Kellogg; E.A.; Stevens, P.F.; Plant Systematics: A Phylogenetic Approach, Sinauer Associates Inc. 464pp. Ribeiro, J.E.L.S. et al 1999. Flora da reserva Ducke: guia de identificação das palntas vasculares de uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Inpa/DFID, 799pp. Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL Souza, V.C. & Lorenzi, H Botânica Sistemática - Guia ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J; Giulietti, A.M. Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo, Editoras Hucitec/FAPESP.; Rima. Volumes 1, 2, 3, 4 e 5. Wilson, E.O. Biodiversidade, 1997, Editora Nova Fronteira, Parte 1, 3, 8 e 9. OBS . Todos disponíveis em Bibliotecas Institucionais Atividades diárias Dos grupos: Os alunos serão divididos em grupos, de acordo com a área de atuação, da experiência em coleta e na identificação e por afinidade. Cada grupo terá um professor/monitor do curso, que o acompanhará nas atividades. Cada grupo será responsável pela coleta de determinada forma de vida e pela caracterização florística da área específica visitada. As coletas das formas de vida serão alteradas entre os grupos ao longo do curso, assim como as áreas de amostragem. Obs.: Para a elaboração do relatório final, cada grupo ficará responsável por um determinado ambiente/fisionomia/localidade das áreas visitadas. Do trabalho de coleta e pós-coleta: 1. Checagem do material de campo: tesouras de poda (incluindo podões para os grupos que coletarão árvores, lianas e epífitas); fita crepe; sacos plásticos grandes; sacos plásticos pequenos (para coleta de pequenas plantas ou frutos/flores caídos ao chão); caneta; lápis; caderneta de campo; G.P.S.; altímetro; lanche. 2. Coleta das formas de vida de responsabilidade do grupo, nas áreas determinadas. Para cada espécie coletada devem ser feitas seis repetições (seis ramos no caso das espécies lenhosas, seis plantas inteiras no caso das herbáceas). Faça um “maço” com os ramos e una-os com uma fita crepe (exceto pequenas ervas que podem ser danificadas, neste caso coloque-as em sacos plásticos pequenos). A fita crepe deve receber um número que corresponderá ao utilizado na caderneta de campo. Devem ser anotados dados sobre porte da planta, altura, coloração de flores e/ou frutos, presença de látex, odores e hábitat (dossel/subosque, sol/sombra, borda/interior da mata, etc.). As plantas coletadas devem ser colocadas em um saco plástico e este deve ser Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL mantido fechado, a fim de evitar que as plantas sequem excessivamente, dificultando a prensagem. 3. Após o retorno do campo, as plantas deverão ser prensadas e colocadas na estufa. Parte do grupo deverá ser responsável por esta prensagem e parte pela checagem do material coletado no dia anterior. As plantas secas deverão ser retiradas da prensa e organizadas de acordo com a sua numeração. Os dados de campo deverão ser entregues ao monitor para confecção das fichas. 4. Após o término da prensagem, passaremos à identificação dos materiais e confecção das chaves de identificação. A cada dia um grupo ficará responsável pela chave, os demais cuidarão da identificação (para isso trouxemos farta bibliografia). Recomendações para o melhor aprendizado e aproveitamento do grupo: o Evite deixar quer o trabalho se acumule de um dia para o outro. o Mantenha a ordem de sua coleção. Isto facilitará o cumprimento de todas as etapas sem perdas de materiais e de energia. o Procure diariamente definir as responsabilidades de cada um dentro do grupo. Estabeleça um rodízio, de forma que todos participem das atividades propostas. Produção de chaves Ao longo do curso estaremos elaborando uma chave de identificação para as espécies arbóreas. Sendo assim, os grupos responsáveis pela coleta das árvores deverão coletar um ramo adicional para a sua elaboração. Este ramo não deverá ser prensado, mas deve receber uma etiqueta (use fita crepe) com a sua numeração e identificação e ser colocado em um saco plástico para não murchar. Este saco deverá ser entregue aos professores do curso que selecionarão as espécies a serem incluídas na chave naquele dia. Como a cada dia um grupo diferente será responsável pela chave, este deverá concluir o trabalho diariamente, apresentando um resultado compreensível e confiável para o próximo grupo. Se precisar, solicite ajuda a um dos monitores ou professores do curso. Atividades finais da etapa de campo Os cinco dias finais de campo serão divididos em duas atividades: organização do material coletado e checagem das identificações de campo. Organização do material - Ao final dos quinze dias de curso, todo o material deverá estar organizado em seqüência numérica. Faça pequenos pacotes com aproximadamente 20 números e amarre-os com barbante. Isto facilitará o acondicionamento e a consulta destes após o nosso retorno. Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL Checagem das identificações de campo – Durante os cinco dias finais de curso, os professores estarão fazendo uma checagem das identificações e definindo o que deverá ser feito com cada material. Cada grupo deve combinar um horário com os professores para esta revisão final. 2a etapa Atividades: 1- Complementação e checagem da identificação do material botânico. 2- Coplementação e correção do pré-relatório do projeto de campo. 3- Preparação, padronização e checagem final das fichas das exsicatas para incorporação dos materiais nos herbários Cada grupo ficará responsável pela identificação dos materiais de um determinado ambiente/fisionomia/localidade das áreas visitadas. Após receber os materiais que estarão sob sua responsabilidade, separe-os em três grupos: aqueles cuja identificação em campo é definitiva (anotados com “OK” por Ricardo, Vinícius, Natália ou Tamashiro); aqueles que devem ser identificados em herbário (anotados com “H”), aqueles que deverão ser passados por chaves analíticas para identificação de gênero e/ou espécie e aqueles que deverão ser vistos por especialistas (anotados com “E”). Os materiais anotados com “OK” não precisam mais ser checados. Os demais devem ser organizados por famílias, o que facilitará a consulta. Aqueles que serão objeto de chaves analíticas serão identificados com a ajuda dos docentes do curso, no Laboratório de Sistemática da ESALQ/USP, no período de 03/05/2015 – 10/06/2015, em horários pré-definidos do grupo com os docentes. Aqueles, cujas identificações necessitarão ser confirmadas por comparação em Herbários e/ou por especialistas, deverão ser realizados também durante esse período, quando a confirmação da identificação exigir a consulta em outros herbários (UNICAMP e Inst. de Botânica e outros), devem fazer contato previamente com os especialistas e curadores, para cientificarem-se dos procedimentos adotados para o acesso à coleção. Os especialistas serão indicados pelos docentes do curso. Recomendações: O interessante é que os grupos se organizem de forma a reunir os materiais a serem enviados para cada especialista, para que façamos isto uma única vez, sem incomodá-los excessivamente. Desta forma recomendamos que os trabalhos sejam feitos conjuntamente (todos os membros do grupo) em dias pré-combinados. Outra possibilidade é a divisão dos materiais coletados por famílias entre os integrantes do grupo para executarem essa tarefa, mas isso só poderá ser feito se for indicado um coordenador do grupo, para controle dos materiais e das identificações. Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL Após a conclusão desta identificação, o grupo deve atualizar as identificações do banco de dados gerado durante o curso e paralelamente checar cuidadosamente a grafia dos nomes científicos (utilize a listagem da Flora de São Paulo). Lembre-se que seus materiais serão incorporados a diversos herbários e erros ortográficos poderão causar confusões posteriores. Local: Laboratório de Sistemática dos Deptos de C. Biológicas da ESALQ/USP, de Botânica da USP e UNICAMP Data: 03/05 – 10/06 de 2015 3a etapa Atividades: 1- Cada grupo fará uma apresentação oral dos seus resultados para os demais grupos. 3- Entrega do Relatório Final Data: 12 de junho de 2015 (a confirmar) A- Apresentação do Relatório: A apresentação dos resultados de cada grupo vai ser feita para todos os membros do curso em data de consenso. Recomendamos para essa apresentação o uso de transparências, slides (tirados na primeira etapa) e o próprio material botânico (exsicatas) Nessa atividade devem ser apresentados aspectos como: características da área amostrada, como tipo de solo, declividade, fatores limitantes, descrição do mosaico ambiental, abrangência de cada ambiente, famílias de maior riqueza, famílias caracterizadoras dos ambientes, o número de coletas comparado ao número de espécies, as espécies caracterizadoras da área e de cada ambiente, as formações de maior riqueza, a riqueza de espécies por forma de vida na área como um todo e por ambiente, grupos complexos taxonomicamente, novidades taxonômicas (novos táxons ou novas ocorrências), comentários sobre formas adequadas de conservação, manejo e restauração, além de outras informações que julgarem interessantes cientificamente. No dia dessa apresentação dos resultados de cada grupo, todas as espécies coletadas pelo grupo devem ser expostas nos balcões da sala de aula, para a visualização pelos membros dos demais grupos. B- Elaboração e entrega do Relatório Final: seguir modelo em anexo Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL Informações Gerais Avaliação dos Alunos. Os alunos do curso serão avaliados de acordo com os seguintes critérios: a- Participação das atividades da primeira etapa (campo): peso 3 b- qualidade dos materiais apresentados e das identificações: peso 3 c- Apresentação oral e Relatório Final : peso 4 - Materiais de campo que cada aluno deverá levar para a primeira etapa: - roupas de campo em número adequado pelos menos para três ou quatro trocas - materiais bibliográficos do xerox e outros que dispuser, como os 3 volumes de Graziela Maciel Barroso (disponível na Biblioteca Central), árvores brasileiras etc - caderno de campo(capa dura) com caneta de diferentes cores e lápis - tesoura de poda manual - botas para lugares úmidos ou perneiras - lanternas - capa de chuva - boné ou chapéu - repelente (muito) - G.P.S., altímetro e bússola (se dispuser) - violão ou outro instrumento - muita disposição e muito bom humor (favor deixar a mau humor em casa) - Docentes e monitores responsáveis do curso: Prof. Dr. Alexandre Salino (UFMG) Prof. Dr. Jorge Y. Tamashiro (UNICAMP) Profa. Dra Natália M. Ivanauskas (IF-SP) Prof. Dr. Vinícius Castro Souza (ESALQ) Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues (ESALQ- Coordenador) Modelo para a elaboração do Relatório Final da disciplina - Taxonomia de Campo EXEMPLO: Grupo :Área X 1-Título (Caracterização Florística do Mosaico vegetacional do Parque....) Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL 2-Componentes: Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira. 3- Resumo geral da coleta: Total coletado: 28 Famílias - 40 gêneros - 58 espécies e 5 morfoespécies. Dicotiledôneas: 18 Famílias - 25 gêneros - 32 espécies e 2 morfoespécies. Monocotiledôneas: 10 Famílias - 15 gêneros - 24 espécies e 3 morfoespécies. Herbáceas: x famílias e y espécies Arbustivas: x famílias e y espécies Arbóreas: x famílias e y espécies Lianas: x famílias e y espécies 1-Caracterização da área: nesse item deverão ser usados dados de bibliografia dizendo se a área é uma unidade de conservação, se já foi alvo de trabalhos de vegetação e de outras áreas do conhecimento etc, tudo de forma objetiva e resumida. 2-Material e métodos 3- Resultados apresentação da lista das espécies coletadas na área, divididas por ambientes, com prévia descrição dos ambientes componentes do mosaico vegetacional 4-Discussão- na discussão devem ser considerados os aspectos apresentados no item anterior, referente a apresentação oral do trabalho 5- Considerações finais: as considerações finais devem ser feitas de forma bem resumida, como uma impressão final sobre a vegetação da área trabalhada. 6- Avaliação do curso Observações importantes para a elaboração da listagem florística: Para a confecção da listagem das espécies será utilizada uma mala direta. Para tanto, será utilizado a) o programa WORD 6.0, b) o arquivo onde estão inseridos os dados de coleta (tabela fornecida anteriormente) e c) o arquivo texto.doc distribuído na ocasião. Recomendamos que a tabela com os dados esteja classificada em ordem alfabética (para isto basta utilizar o comando “classificar texto” do item “tabela” do Word). Para executar a mala direta siga as seguintes instruções: - abra o arquivo texto.doc no Word 6.0 - vá para o menu e clique em Utilitários - escolha Mala direta - Aparecerá um quadro. Clique em obter dados e escolha a opção abrir origem de dados. - Escreva o nome do arquivo onde se encontram os dados (tabela do item b). Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL - Clique em OK. - Clique em Mesclar. - Salve o arquivo com o nome desejado. Você irá notar que após executar a mala direta, aparecerá um texto semelhante a esse: Melastomataceae Tibouchina estrellensis (Raddi) Cogn. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Estação Experimental do IAC (23 o25'12"S; 45o07'39"W). Mata de planície, 12/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 99. Árvore de 20 m, frutos vermelhos. Melastomataceae Tibouchina pulchra (Cham.)Cogn. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Trilha do Corisco (23o20'48"S; 44o50'59"W). Mata de planície, 09/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 21. Árvore de 8 m, botões florais verdes claros e frutos imaturos verdes. Meliaceae Cabralea canjerana (Vell.) Mart. Estado de São Paulo, Municipio de Ubatuba, Trilha do Corisco (23o20'48"S; 44o50'59"W). Mata de planície, 09/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 37. Árvore de 20m, flores creme. OBS: na lista de coletores deve vir o nome dos membros do grupo acrescido dos nomes dos docentes da disciplina. Deste modo, para facilitar a contagem das espécies, gêneros e famílias e tornar o texto mais estético, sugerimos a organização dessa listagem agrupando as espécies por família, do seguinte modo: Melastomataceae Tibouchina estrellensis (Raddi) Cogn. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Estação Experimental do IAC (23o25'12"S; 45o07'39"W). Mata de planície, 12/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 99. Árvore de 20 m, frutos vermelhos. Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected] UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA VEGETAL Tibouchina pulchra (Cham.)Cogn. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Trilha do Corisco (23o20'48"S; 44o50'59"W). Mata de planície, 09/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 21. Árvore de 8 m, botões florais verdes claros e frutos imaturos verdes. Meliaceae Cabralea canjerana (Vell.) Mart. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Trilha do Corisco (23o20'48"S; 44o50'59"W). Mata de planície, 09/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 37. Árvore de 20 m, flores creme. No caso da mesma espécie ser coletada em locais diferentes ou no caso de morfoespécie, sugerimos a seguinte apresentação: Annonaceae Annona glabra L. Estado do Rio de Janeiro, Município de Angra dos Reis, Ponto de Encontro (23o02'40"S; 44o34'24"W). Mata de Planície, 17/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 141. Árvore de 6m com flores creme. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Trilha das Três Lagoas (23o21'41"S ; 44o49'59"W) Mata de Planície. 13/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 115. Árvore de 2,5 m com flores creme. Annona sp.1. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba , Praia de Maranduba (23o33"00"S; 45o15'15"W). Mata de Planície 16/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 126. Árvore de 6m, flores creme com tricomas ferrugíneos. Annona sp.2. Estado de São Paulo, Município de Ubatuba, Núcleo Picinguaba, Restinga do Alojamento (22o21'25"; 44o50'48"W). Mata de Planície. 10/XI/1993. Antônio da Silva, Maria Alves e Pedro Oliveira, 41 Árvore de 4,5m, com botões jovens creme Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6109. 13083-970 Campinas, SP, Brasil Fone (19) 3521 6382. Fax (19) 3521 6374. e-mail [email protected]