Simone Alves
Identidade Corporativa da Linha
Turismo de Curitiba
Curitiba
UTP
2005
Simone Alves
Identidade Corporativa da Linha
Turismo de Curitiba
Orientada
Tee - Trabalho de Conclusao
de Curso apresentado
ao curso de Design, habilitat;.3o em Design de Grafico,
como requisite parcial para a obtent;ao do
grau de Designer de Grafico da
UTP - Universidade
Tuiuti do Parana,
(5) pelo Professor (es) Joaquin Fernandez
Presas e Leandro Roth.
Curitiba
UTP
2005
Dedico este projeto ao meu marido,
a minha mae e aos amigos que me apoiaram
nesta importante etapa da minha vida.
Agradec;o a colaboraC;ao do meu marido Norton Martin Meissner e aos professores
Joaquin
Fernandez
Presas e Leandro
Roth na elaboragao
deste trabalho.
SUMARIO
vii
Listas de Figuras .
Resumo.
Abstrat ..
INTRODU~AO
Fotografia
xiv
.
BIBLIOGRAFICA
.
...
A Capital Curitiba .
Pavo do Parana.
Curitiba Capital Ecologica
Origem do Turismo
Turismo
01
03
.
do produto
REVISAo
o Parana
xiii
em Curitiba
Urbaniza~ao
...
.
.
de Curitiba .
A Chegada do Onibus .
A Rede Integrada
de Transporte
.
Onibus, Identificayao
Pelas Cores ...
Mobiliario
Urbano de Curitiba ...
Manoel Coelho.
Novo Mobiliario Urbano de Curitiba
o Onibus
.
Linha Turismo
Praya Tiradentes ..
Rua das Flores.
Rua 24 Horas .
Centro de Convenyoes
.
Museu Ferroviario ..
Teatro Paiol .
Jardim Bolanico .
Estavc30 Rodoferroviaria/Mercado
Municipal.
Teatro Guaira/UFPR
Passeio Publico/Memorial Arabe .
Centro Civico .
Museu Oscar Niemayer ...
Bosque do Papa/Memorial
Pol ones
Bosque Alemao
Universidade Livre do Meio Ambiente
Parque Sao Louren90 .
Opera de Arame/Pedreira
Paulo Leminski ...
Parque Tangu,; ..
Parque Tingui .
Memorial Ucraniano .
Portal Italiano
.
.
.
.
04
04
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21
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21
22
22
22
iv
Santa Felicidade .
Parque Barigui .
Torre Panoramica Brasil Telecom.
Setor Hist6rico .
Ergonomia.
Visao.
Caracteristicas
da Visao .
Cores.
Tipologia.
Classifica~ao
dos tipos ..
Maiuscula e Minuscula ou Caixa Alta e 8aixa .
Legibilidade .
Marca.
Materiais.
Tipos de Madeira ..
Tipos de Papeis .
Metal.
Tipos de Vernizes .
Policarbonato
".
MATERIAlS
Metodologia
E METODOS
DE PESQUISA.
.
Defini~ao do Problema.
Justificativa
...
Objetivos.
Pesquisa de Similares
.
Onibus Linha Turismo ..
Sinalizac;ao
.
Mobiliario Urbano Placas e Totens
Comunicac;ao Visual Onibus .
Analise dos Similares
Pesquisa ...
.
.
Publico ..
Materiais.
Parametros e Requisitos
Conceito.
Design Informacional .
Gera~oes Alternativas .
Logomarca.
Marca escolhida .
Totens.
Totem escolhido ..
Comunica~ao
Visual
Onibus escolhido ..
(layout)
.
do 6nibus
.
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RESULTADOS
Perspectiva e numero de peyas ..
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71
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DIScussAo.
80
Fundamenta!(iio
Teorica ....
lIustrac;6es e Fotografias
Oesenho T ecnico ..
CONCLUsAo
APENDICE
..
E RECOMENDA!;OES
.
OU ANEXOS .
REFERENCIAS
BIBLIOGRAFICAS
83
84
.
87
vi
Listas de Figuras
Figura 01: ilustra9ao 6nibus
fonte: simone alves ".
Figura 02: fotografia dos produtos
fonte: simone alves .
Figura 03: mapa do parana
fonte: http://www.enciciopedia.com.br/MED2000/MED2000AlSEG33/ZPR.htm
Figura 04: etnias - pavo parana
fonte: simone alves ..
Figura 05: projeto urbaniza9ao
fonte: http://www.ippuc.org.br/pensando_a_cidade/index_projetos.htm.
Figura 06: bonde
fonte: http://www.casadamemoria.org.br/index_acervo.html
Figura 07: primeiro 6nibus
fonte: (TRANURBS,
1998) guia do transporte coletivo de curitiba .
Figura 08: auto lota90es
fonte: (TRANURBS,
1998) guia do transporte coletivo de curitiba .
Figura 09: onibus biarticulado
fonte: http://www.ippuc.org.br/pensando_a_cidade/index_transpcoletivo.htm
Figura 10: mapa 6nibus rede integrada
fonte: http://www.ippuc.org.br/pensando_a_cidade/index_transpcoletivo.htm
Figura 11: manoel coelho
fonte: http://www.unipar.br/noticias_unipar/noticia_view.php?idd=859
Figura 12: ponto de onibus
fonte: simone alves ..
Figura 13: placa turistica
fonte: simone alves .
Figura 14: jardineira da linha pr6-parque
fonte: diario popular - em operac;ao as jardineiras .
Figura 15: jardineira volta ao mundo
fonte: (Jorge WolI, 1996) gazeta do povo .
Figura 16: onibus linha turismo
fonte: simone alves ..
Figura 17: prac;a tiradentes
fonte: simone alves .
Figura 18: rua das flores
fonte: simone alves .
Figura 19: rua 24 horas
fonte: simone alves .
Figura 20: centro de conven90es
fonte: simone alves ..
Figura 21: museu ferroviario
fonte: simone alves ".
Figura 22: teatro paiol
fonte: simone alves ..
Figura 23: jardim botanico
fonte: simone alves ,..
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vii
Figura 24: esta,ao rodoferroviaria
fonte: simone alves ..
Figura 25: mercado municipal
fonte: simone alves .
Figura 26: teatro guaira
fonte: simone alves ..
Figura 27: ufpr
fonte: simone alves ...
Figura 28: passeio publico
fonte: simone alves ....
Figura 29: memorial arabe
fonte: simone alves ....
Figura 30: centro civico
fonte: simone alves ..
Figura 31: museu oscar niemayer
fonte: simone alves ..
Figura 32: bosque do papa
fonte: simone alves ..
Figura 33: memorial polones
fonte: simone alves ..
Figura 34: bosque alemao
fonte: simone alves ..
Figura 35: unilivre
fonte: simone alves .
Figura 36: parque sao louren,o
fonte: simone alves ..
Figura 37: opera de arame
fonte: simone alves ..
Figura 38: parque tangu,;
fonte: simone alves .
Figura 39: parque tingOi
fonte: simone alves ..
Figura 40: memorial ucraniano
fonte: simone alves ...
Figura 41: portal italiano
fonte: simone alves .
Figura 42: santa felicidade
fonte: simone alves ...
Figura 43: parque barigui
fonte: simone alves .
Figura 44: torre panoramica
fonte: simone alves .
Figura 45: setor historico
fonte: simone alves ..
Figura 46: placa linha turismo
fonte: simone alves ..
Figura 47: linha turismo - porto alegre
fonte: http://www.portocity.com.br/rgs.htm
Figura 48: linha turismo - gramado
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23
23
33
..
34
viii
fonte: http://www.jardineiradashortensias.com.brl
..
Figura 49: linha turismo - jericoacoara
fonte: http://www.jericoacoara.comlbrlacessolonibus.htm
Figura 50: linha turismo - sao jose dos campos
fonte: http://www.sjc.sp.gov.brlhtmlltur_fot015.htm
.
Figura 51: linha turismo - los angeles
fonte: http://www.affiliate.viator.comiwelcome.jsp?AUID=2148
Figura 52: linha turismo - san francisco
fonte: http://www.affiliate.viator.comiwelcome.jsp?AUID=2148.
Figura 53: linha turismo - san diego
fonte: http://www.affiliate.viator.comiwelcome.jsp?AUID=2148
Figura 54: roteiro italiano - colombo
fonte: simone alves .
Figura 55: aero porto amsterdam1
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 56: aeroporto amsterdam2
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 57: aeroporto amsterdam3
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 58: aeroporto amsterdam4
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 59: aeroporto amsterdam5
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 60: aeroporto amsterdam6
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 61: aeroporto nova york1
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 62: aeroporto nova york2
fonte: http://www.mijksenaar.comlprojectslindex.html
Figura 63: placa - parque1
fonte: http://www.cylexsigns.comiSignagelgallery2.html
Figura 64: placa - parque2
fonte: http://www.cylexsigns.comiSignagelgaUery2.html
Figura 65: placa - parque3
fonte: http://www.cylexsigns.comiSignagelgaUery2.html.
Figura 66: placa - parque4
fonte: http://www.cylexsigns.comiSignagelgaUery2.html
Figura 67: placa - parque5
fonte: http://www.cylexsigns.comISignagelgaUery2.html
Figura 68: placa - parque6
fonte: http://www.arcoweb.com.brldesignldesign70.aspl
Figura 69: placa - parque7
fonte: http://www.arcoweb.com.brldesignldesign70.aspl
Figura 70: placa - parque8
fonte: http://www.arcoweb.com.brldesign/design70.aspl
Figura 71: placa - parque9
fonte: http://www.arcoweb.com.brldesign/design70.aspl
Figura 72: placa e totem 1
fonte: http://www.studiobarreto.com.brISINALIZACAO.htm
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..
40
.
40
Figura 73: placa e totem 2
fonte: http://www.cylexsigns.comfSignage/galiery-commercial-residential.html
Figura 74: placa e totem 3
fonte: http://www.prosinal.com.br/totens.htm..
Figura 75: placa e totem 4
fonte: http://www.kyocerasolar.com.br/meio_aplic_se2.htm
.
Figura 76: placa e totem 5
fonte: http://www.usp.br/fau/depprojeto/labim/para.htm
.
Figura 77: placa e totem 6
fonte: http://www.uniflex-ce.com.br/vertical.htm.
Figura 78: placa e totem 7
fonte: http://www.usp.br/fau/depprojeto/labimfsfa.htm..
Figura 79: placa e totem 8
fonte: http://www.usp.br/fau/depprojeto/labimfsfa.htm..
Figura 80: placa e totem 9
fonte: http://www.usp.br/fau/depprojeto/labimfsfa.htm..
Figura 81: placa e totem 10
fonte: http://www.usp.br/fau/depprojeto/labimfsfa.htm
.
Figura 82: placa e totem 11
fonte: http://www.usp.br/fau/depprojeto/labim/sfa.htm
.
Figura 83: placa e totem 12
fonte: http://www.arcoweb.com.br/design/design70.asp
.
Figura 84: placa e totem 13
fonte: simone alves .
Figura 85: placa e totem 14
fonte: simone alves .
Figura 86: placa e totem 15
fonte: http://www.arcoweb.com.br/design/design64.asp
.
Figura 87: comunicac;ao visual onibus 1
fonte: http://homepage3.nifty.comfnikaidate-bus/tokyo1.htm
.
Figura 88: comunicac;:ao visual onibus 2
fonte: http://homepage3.nifty.com/nikaidate-bus/tokyo1.htm
.
Figura 89: comunicayao visual 6nibus 3
fonte: http://homepage3.nifty.comfnikaidate-bus/tokyo1.htm
.
Figura 90: comunicac;ao visual 6nibus 4
fonte: http://homepage3.nifty.comfnikaidate-bus/tokyo1.htm
.
Figura 91: comunicac;:ao visual 6nibus 5
fonte: http://homepage3.nifty.comfnikaidate-bus/tokyo1.htm
.
Figura 92: comunicaC;:8o visual onibus 6
fonte: http://homepage3.nifty.comfnikaidate-bus/tokyo1.htm
.
Figura 93: comunicac;:ao visual onibus 7
fonte: http://rjonibus.weblogger.terra.com.br/
....
Figura 94: comunicayao visual 6nibus 8
fonte: http://www.hillquest.comfhistory/postcard2.html
Figura 95: comunicac;ao visual onibus 9
fonte: http://www.ecu.edu/che/sa/images/z%20Bus.jpg
.
Figura 96: comunicac;ao visual onibus 10
fonte: http://www.goldstarstockists.comfmiscranges/sunstar-routemaster.htm
Figura 97: comunicac;:ao visual onibus 11
...
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40
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45
fonte: http://news.bbc.co.ukl1/hilscotland/1865382.stm
..
Figura 98: comunicat;ao
visual 6nibus 12
fonte: http://www.tourblackstone.coml
.
Figura 99: comunica9iio
visual onibus 13
fonte: http://www.photosights.com/photo_54812.html
.
Figura 100: comunica9ao visual onibus 14
fonte: http://www.inetours.comlNew_York/lmagesfTours/DD-Bus_9083.jpg..
Figura 101: folder americana
fonte: simone alves ...
Figura 102: folder linha turismo curitiba
fonte: simone alves ..
Figura 103: grafico 1
fonte: simone alves .,'
Figura 104: grafico 2
fonte: simone alves ...
Figura 105: grafico 3
fonte: simone alves ..
Figura 106: sinaliza9iio curitiba
fonte: simone alves .
Figura 107: marca atuallinha
turismo
fonte: simone alves .
Figura 108: gera980 alternativa marca
fonte: simone alves . .
Figura 109: marca escolhida
fonte: simone alves
Figura 110: marca aplica9iio de cores
fonte: simone alves..
Figura 111: placa atual linha turismo
fonte: simone alves ....
Figura 112: gera9iio alternativa totem
fonte: simone alves ".
Figura 113: totem escolhido
fonte: simone alves .,'
Figura 114: totem aplica9iio
fonte: simone alves ".
Figura 115: onibus linha turismo
fonte: simone alves ...
Figura 116: gera980 alternativa comuniC8r;80 onibus
fonte: simone alves
Figura 117: onibus escolhido
fonte: simone alves .
Figura 118: onibus
fonte: simone alves .
Figura 119: uniformes
fonte: simone alves ...
Figura 120: totem
fonte: simone alves.
Figura 121: camisetas
fonte: simone alves ..
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xi
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
Figura
fonte:
122: caneca
simone alves ..
123: bone
simone alves .
124: crachi!
simone alves ..
125: catalogo
simone alves .
126: sacola
simone alves .
127: ticket
simone alves ..
128: folder
simone alves .
129: cartao de visita
simone alves ..
130: envelope
simone alves
131: mapa
simone alves ..
132: chaveiro
simone alves ..
133: caneta
simone alves .
134: papel carta
simone alves ....
135: manual de identidade
simone alves .
136: desenho t"cnico
simone alves .
137: perspectiva
simone alves .
138: pe9as
simone alves .
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74
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75
.
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visual
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xii
Resumo
A Identidade Corporativa da linha Turismo de Curitiba tem como objetivo dar uma
nova vida
mesma. Inaugurada em 1990 a linha Turismo solreu grandes mudan9as
ate as dias de hoje, antigamente
a Linha operava somente nos finais de semana,
hoje a Linha opera de ter~ a domingo e passa por 25 pontos turisticos de Curitiba
nurn periodo de 2 heras. Apesar de todas essas mudany8s sentiu-se a necessidade
de criar uma nova identidade,
pois durante todD esse peri ado poucas modificac;oes
fcram realizadas.
Nesse processo procurou-se
criar uma identidade
visual
diferenciada
com 0 objetivo de incrementar
a empatia com as usuarios da Linha
Turismo, homenageando
assim as varios descendentes
de imigrantes europeus que
acabaram introduzindo
ern nossa cidade seus habitos, sua arquitetura e
gastronomia,
representada
na maiaria dos parques, prac;as e areas verdes de
Curitiba. Nesse processo foi dada uma enfase acentuada
ao simbolismo relacionado
com a ecologia, uma vez que a nossa cidade
conhecida
nacional e
internacionalmente
como Capital Ecol6gica do Brasil. 0 projeto visou melhorar as
informat;:6es para os usuarios, atraves de uma identidade
mais moderna, com
materiais mais sofisticados
e leves e com informat;:6es mais claras e objetivas. Com
essas at;:6es objetiva-se
atrair um numero maior de pessoas a fim de conhecer as
belezas de Curitiba com seus antigos casaroes, tais como os de Santa Felicidade
e
do Largo da Ordem, e 0 encanto dos parques. 0 resultado do projeto tem por
objetivo corrigir as falhas encontradas
dando assim uma nova identidade
a
comunicat;:ao visual da Linha Turismo.
a
e
Palavras
Chave:
Identidade,
Curitiba
e Turismo
xiii
Abstrat
The intent of the corporative identity developed to the Tourism Line from Curitiba is
bring itself to a new direction. Created in 1990 the Tourism Line has been under
great changes until the current days. In the beginning the Line works only through the
weekends. Today it operates through Tuesday to Sunday and visits 25 tourism points
in 2 hours. Although it has been under a lot of changes the need to develop a new
corporative identity was necessary since the usual identity wasn't conected with
those changes. During this process the aim was to create an unlike visual identity
that increase the relatioship with the public of the line.ln this way it makes a homage
to the many descendents of european imigrants who introduce in our beautiful city
their way of live, their arquitecture and gastronomy visible in our parks, squares and
green areas. In this process the enphasis was to accentuate the simbols of the
ecology since the city is well known around the world as an ecological capital. The
project aim to improve the informations to the public through a much modern identity.
Also introducing more sofisticated and lighter material, with a better way to make the
information explicit and clear. With those actions the objective is to attract a larger
number of people to know the beauties of Curitiba. Like the old houses that can be
founded in Santa Felicidade, at the Largo da Ordem and the charm of the parks. In
this way the result of these project eliminate the finded errors bringing a whole new
visual identity to the Tourism Line communication.
Key Words:
Identity,
Curitiba
and Tourism
xiv
INTRODU~Ao
Este projeto tem 0 objetivo de melhorar a Linha Turismo de Curitiba. A ideia do
projeto apareceu par an<3lises e pesquisas vista que a Unha Turismo tern urn numero
muito pequeno de usuarios, mesma com 0 turismo crescendo na cidade ana ap6s
anD. Para se ter certeza das dificuldades
que a linha Turismo vinha sofrendo nesses
ultimos anOSt foi realizada uma pesquisa com 60 pessoas que utilizaram a Linha
Turismo em diversos pontcs turisticos. Durante a pesquisa fcram levantados os
seguintes dados: a Linha Turismo recebe per dia, de terc;a a sexta-feira,
aproximadamente
20 pessoas, enquanto nos finais de semana umas 50 pessoas par
dia, numeros muito baixos S9 comparados com as dos anos anteriores, quando a
Unha Turismo chegava a operar com 15.000 pessoas ao meso Os resultados da
pesquisa concluiram que esta estimativa caiu pelo fato do Transporte
Coletivo de
Curitiba ser tao conhecido nacional e internacianalmente,
passar tambem proximo
aos pontos turisticos e ter urn custo inferior quando comparado com 0 da Linha
Turismo.
Com estes dados avaliadas percebemos que ha muito tempo nada se faz para este
quadro mudar, que a identidade visual da Linha turismo ha muito tempo nao sofre
altera90es.
Para corneC;ar a desenvolver
0 projeto se fez uma pesquisa bern ampla sobre alguns
assuntos, que estao relacionados
ao Parana e principal mente
Curitiba. Pesquisouse a capital e 0 povo do Parana desde 0 seu surgimento. 0 Parana e considerado
um dos estados com maior diversidade etnica do Brasil. Ao longo destes anos
chegaram aqui imigrantes, que construiram varias cidades do Parana e se
instalaram em diversos bairros de Curitiba, entre eles: Alemaes, Poloneses,
Portugueses,
Espanh6is, Ucranianos, Italianos, Japoneses.
a
Curitiba, denominada
posteriormente
par capital ecol6gica, teve como precursor
atraves do Ouvidor Raphael Pires Pardinho a preocupaC;8o com 0 meio ambiente e
com isso a cidade foi aos poucos sendo planejada,
iniciando a tradi980 pel a qual
Curitiba
hoje reconhecida internacionalmente.
Com esse ideal em mente, em 1886,
nasceu 0 primeiro parque, 0 Passeia Publico, que foi a grande obra de saneamento
de Curitiba. Curitiba foi precursora com a criaC;80 da primeira universidade
do meio
ambiente do pais, a Universidade
Livre do Meio Ambiente. Os prograrnas de
eduCa9aO ambiental desenvolvidos
em Curitiba Ihe renderam 0 titulo de Capital
Ecol6gica do Brasil, com urn indice aproximado de 52m2 de area verde por
habitante. Sao mais de 400 pra9as, quase 30 bosques e parques, e a maioria foi
criada para conter problemas de enchentes e para preservar os rios da polui9ao.
e
o
meio de transporte coletivo acabou tendo urna grande revoluC;80 em 1974 com 0
desenho do 6nibus expresso que passou a percorrer canaletas exc!usivas, nascendo
assim, a Rede Integrada de Transporte on de 0 passageiro desloca-se em mais de
um 6nibus pagando uma s6 passagem.
o Mobiliario Urbano de Curitiba foi projetado pelo arquiteto Manoel Coelho que
tambem foi responsavel
pel a cria9ao da identidade visual de Curitiba, na gestao
do
entao prefeito Jaime Lerner. Manoel Coelho projetou a novo Mobiliario Urbano de
Curitiba em 2003. Sao 22 pe9as e entre elas pontos de onibus, pontos de taxi,
placas de sinaliza9ao, placas turisticas, lixeiras e bancas de revistas. 0 projeto
segundo Coelho tem como objetivo valorizar a paisagem e melhorar a qualidade de
vida, alem de proporcionar
de modo agil, direto e atralivo, informa90es a toda a
popula9ao.
o
onibus da Linha Turismo, que foi inaugurado em 1990, operava somente aos
finais de semana e passava apenas par 2 lugares. Hoje opera de ten;:a a domingo
passa por 25 pontos luristicos.
e
Foram pesquisados tambem os pontos turisticos, tipos de materiais, conceitos de
ergonomia, visao, cor, tipologia, marca e os problemas encontrados
no folder,
mobiliario urbano, uniforme, similares [de onibus de linha turismo no Brasil e no
exterior, do sistema de sinalizayao (em aeroportos, parques e mobiliario urbano) e
de layout de onibus1, grau de satisfa9aO dos usuarios, materiais usados para 0
projeto, panlmetros e requisitos do projeto, conceito do projeto, design informacional,
gera9ao alternativa (da marca, totem e layout do onibus).
Foram apresentadas
projeto.
as justifrcativas,
as objetivos
Com toda estas pesquisas pode se desenvolver
perspectivas da Linha Turismo.
a serem alcan9ados
com
um projeto para melhorar
0
as
o
folder ganhou urn formato maier com urn mapa mais completo, com fotos de todos
os pontos turisticos e a tradu9ao em Ires linguas (portugues, ingles e espanhol) para
melhor atender aos usuaries.
o
totem ficou mais moderne com 0 uso de materiais cemo 0 aluminio e 0
policarbonato,
materia is que ja sao usados no atual Mobiliario Urbano de Curitiba,
colocando as informa90es a serem transmitidas legiveis de ambos os lad os do
totem.
o
layout do onibus da Linha Turismo do projeto ganhou
e os icones fica ram mais coloridos e alegres.
cor para se destacar
melher
o
uniforme do motorista e cobrador ganhou as cores da logornarca na cal9a e na
jaqueta e a logo agora aparece no bolso da camisa branca. 0 motorista ganhou uma
gravata vermelha para se diferenciar do cobrador e foi acrescentado
urn cracha de
identifica9ao para ambos.
A logomarca ficou mais moderna e atual, identificando bern a Linha Turismo, com
urn circulo que sirnboliza 0 onibus saindo e chegando no ponto de parada, ganhando
urn icone de urn onibus estilizado acrescentando
for9a
marca e usando as cores
do bra sao e da bandeira de Curitiba.
a
J
REVISAo
BIBLIOGRAFICA
o
levantamento
da revisilo bibliografia tentou obter informa~oes de documentos
de
livros, jornais, artigos de revistas e sites, realizando junto a bibliotecas ou servi,os
de informac;6es, material suficiente que subsidiara 0 desenvolvimento do trabalho.
o material levantado pasSDu desde 0 conhecimento
do Parana a cidade de Curitiba,
contando desde 0 surgimento da cidade e como S8 tornou conhecida nacional e
internacionalmente a capital ecologica. Tambem como as diversas etnias que aqui
se estalaram modificaram os habitos da cidade. Como 0 planejamento
urbano que
propos melhoria da qualidade de vida, que e hoje conhecido como modelo de
transporte coletivo no mundo, pesquisou sabre
material que vai ser usado no projeto.
0
tema e as pontcs turisticos e
0
o Parana
o
Parana e urn estado brasileiro e localiza-s8
na regiao sui do pais, ocupando uma area de
199,554Km, que corresponde
a 2,3% da
superficie total do Brasil e conta com 399
municipios instalados, segundo 0 IBGE. Tem
como limites Sao Paulo (N e NE), oceano
Atlantico (L), Santa Catarina (S), Argentina
(SO), Paraguai (0) e Mato Grosso do Sui (NO).
Sao cinco zonas naturais do Estado:
0
Litoral,
a Serra do Mar, os Primeiros, Segundo
e Terceiro Planaltos. No litoral, esta localizada
-----.....U1lf
••~T.AR!NA
Fig 03: Mapa do Parana
localizada a baia de Paranagua com 300 km2 de area, uma das mais importantes do
Sui do Brasil, onde destaca 0 porto de Paranagua, maior exportador de graos do
Brasil fazendo do estado responsavel por 23% de toda a produ~ao brasileira, com
destaque para 0 cultivo de trigo, milho, algodao, soja, feijiio, batata e cafe. A baia
ainda e privilegiada de ilhas, praias, cost6es, canais, enseadas e varios balnetuios.
A economia do Estado se baseia na agricultura (cana-de-a~ucar,
milho, soja, trigo,
cafe, mandioca), na industria (agroindustria,
papel e celulose) e no extrativismo
vegetal (madeira e erva-mate). A popula~ao estimada e de 9,9 milhoes de habitantes
(IBGE - 2003), e a maior parte e formada por descendentes
de diversas etnias:
poloneses, italianos, ucranianos, alemaes, espanhois, franceses, sirios, libaneses,
ingleses, todos esses povos contribuiram para a forma9ao socio-cultural do Estado.
No Parana encontra-se a usina hidreletrica de Itaipu, no rio Parana, junto com outras
usinas como a Foz de Areia, Saito Santiago, Saito Segredo
Igua~u, 0 Estado produz 25% da energia eletrica do Brasil.
e Saito Os6rio,
no rio
0 Parana e apontado
como 0 segundo polo turistico nacional, grayas as suas belezas naturais, entre estas
destacam
as maravilhosas
Cataratas
do Igua~u com ate 90 metros de altura.
Durante muitos anos, as matas do Parana foram devastadas para dar lugar a agropecuaria. Hoje, revertendo esse caminho inicial, 0 Estado desenvolve um programa
de recupera980 de rios e areas em erosao, reconhecido no mundo inteiro, e
desenvolve urn trabalho intenso de preserva~aode seus ecossistemas. Com 0
privilegio de oferecer urn clima subtropical, com temperaturas que de maneira geral
variam entre 10 e 22 graus centigrados durante 0 ano, 0 Parana ostenta uma
vegeta~aoque acornpanha e5sa varia~ao climatica, nos locais rnais frios
predominam as matas de arauciuias (pinhais), que hoje preservada e nas regioes
litoraneas encontram-se santuarios preservados de Mata Atlantica, como a Ilha do
Mel, a Estagao Ecol6gica de Guaraquegaba
e 0 Parque Nacional do SuperagOi,
onde estao preservadas
extensas areas de manguezal e de animais ameagados
de
extin~ao.Sem esquecer, evidentemente, do Parque Nacional do Igua~u, uma area
de 220 mil hectares,
170 mil no Brasil e 50 mil na Argentina,
transformado
pel a
Unesco em Patrim6nio da Humanidade.
Fonte: Conhega 0 Parana. Secretaria de Estado do Turismo (SETU). Disponivel
http://www.pr.gov.br/turismo/home.shtml?turistas.
Acesso em: 02/03/2005
A Capital Curitiba
Segundo Rosa Gomes de Sa Barreto
Curitiba
era habitada
por diferentes
em:
povos
indigenas, seguidos, no seculo XVII pelos colonizadores portugueses e no seculo
XVIII pelos tropeiros,
condutores
de gada entre Sao Paulo e Rio Grande
passagem dos tropeiros acabou-se crescendo
0
povoado e
0
do SuI. A
comercio.
A ocupa~aode Curitiba teve inicio em 1649, quando 0 administrador das minas de
ouro, Eleodoro Ebano Pereira organizou a partir de Paranagua, uma expedi~aoem
diregao
ao plana Ito curitibano.
Em 29 de margo de 1693,
0
capitao
Matheus
Martins
Leme, promoveu a instala~aoda Vila, Curitiba era chamada de vilinha, e se
localizava as margens do rio Atuba, sendo transferida para onde esta atualmente a
prac;aTiradentes, neste local, cresceria a Vila Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.
a
Em 1842, a Vila ascendeu
categoria de cidade com
de agosto de 1853 foi elevada a capital do estado.
Para Eduardo
Emilio
Fenianos
(1999)
0
nome Curitiba,
0
nome de Curitiba,
em lingua
indigena
e em 29
Tupi
Guarani significa, curi-tyba, muito pinhao. Para as indios, 0 pinheiro era sinal de
prosperidade, ja que 0 seu fruto, 0 pinhao era a principal alimento durante 0 inverno.
A cidade de Curitiba, capital do estado do Parana tem 312 anos se localiza na regiao
sui do Brasil e tem hoje 1.727,010 milhoes de habitantes (IBGE - 2004). Hoje
Curitiba se preocupa em estender servi~ose solu~6es a Regiao Metropolitana, que
sao 25 no total, estima-se a soma entre Curitiba e a regiao metropolitana e de 2,5
milh6es de habitantes. A integra~aoja e assirn com 0 transporte coletivo, que ja
chega a oito cidades viz inhas e a coleta de lixo que ja foi adotada por 12 prefeituras.
Sendo
0
site http://www.embratur.gov.brlbr/cidade/ver.asp?servicold=7&id=257
Curitiba foi urn dos locais preferidos dos imigrantes europeus que chegaram ao
Brasil a partir do seculo XIX, principalmente alemae5, italianos, poloneses e
ucranianos, etc... A presen~adesses povos influenciou profundamente 0 jeito de ser
da cidade, alern dos sotaques caracteristicos, a culinaria praticada nos restaurantes
revela as origens da sua popula~ao.As ruas do centro oferecern muitas opl):6espara
quem gosta de caminhar pel a cidade. No Setor Hist6rico sao preservadas
construgoes dos seculos XVIII e XIX que abrigam museus, centro culturais,
restaurantes e bares, alem da feira de artesanato aos domingos. A rua XV de
Novembro e um agradavel calyad~o com antigos predios restaurados, onde se
encontra um comercio variado, alem de movimentados cafes e confeitarias. A
modernidade de Curitiba e representada por verdadeiros monumentos
arquitetonicos, como 0 teatro Opera de Arame, 0 Museu Oscar Niemeyer e a
Universidade Livre do Meio Ambiente. A partir de Curitiba e possivel fazer 6timos
passeios,
como a viagem
Graciosa e
0
de trem ate Paranagua
e pel a historica
Estrada
da
Parque Estadual de Vila Velha, com suas impressionantes esculturas
natura is, que fica
cerca de 90 km da capital.
Povo do Parana
Segundo 0 site do Governo do Estado do Parana
(http://www3.pr.gov.br/e-parana/pg_etnias.php).
0
Parana e urn dos estados com a maior
diversidade etnica do Brasil. Sao os alemaes,
poloneses, ucranianos, italianos, japoneses,
povos que ajudaram a construir 0 Parana de hoje,
e da mesma forma, paulistas, gauchos, mineiros,
nardestinos, enfim brasileiros de todas as
localidades tambem aqui se encontram
construindo
a imagem
de Curitiba.
Ate a seculo 18, os habitantes da cidade eram indios, mamelucos, portugueses e
espanhois.
Com a emancipayao
governamental
transformada
a
politica
do Parana
(1854) e
0
incentivo
colonizayao na segunda metade do seculo 19, Curitiba foi
pela intensa
imigra9ao
de europeus.
Alemaes, franceses, suiyos, austriacos, poloneses, italianos, ucranianos, nos
centros urbanos au nos nucleos colonia is, conferirarn urn novo ritmo de crescimento
a cidade e influenciaram de forma marcante os habitos e costumes locais. As 28
etnias que colonizaram 0 Estado trouxeram na bagagem sua cultura, costumes e
tradil):oes.as imigrantes chegararn com a promessa de encontrar a paz numa terra
desconhecida,
1853 e 1886
0
colonizaram
0
Alemaes
mas que prometia trabalho, terra, produ9ao
estado recebeu cerca de 20 mil imigrantes.
e tranquilidade.
Entre
Cad a um dos povos que
Parana forma ram colonias nas regioes do Estado.
- Os alemaes
chegaram
ao Parana,
em 1823, fixando-se
em Rio Negro.
Mas, 0 maior numero de imigrantes vindos da Alemanha chegou ao Estado no
periodo entre as guerras mundiais, fugindo dos harrores dos conflitos. Esse povo
trouxe ao Parana todas as atividades a que se dedicavam, entre elas a ala ria,
agricultura, marcenaria, carpintaria, etc. Hoje, a maior colonia de alemaes esta no
municipio
de Marechal
Candido
Rondon,
que guarda
na fachada
das casas,
na
culinaria e no rosto de seus habitantes a marca da colonizayao. as alemaes estao
concentrados tambem em Rolfmdia, Cambe e Rio Negro. A maiaria deles chegou ao
Parana vindo de Santa Catarina.
Poloneses - as polaneses chegaram ao Parana por volta de 1871, e fixaram em Sao
Mateus do Sui, Rio Claro, Mallet, Cruz Machado,
Ivai, Reserva
e Irati. Em Curitiba,
fundaram varias colonias que haje sao as bairros Santa Candida e Abranches. Esse
pavo ajudou a difundir a usa do arado e da carro98 de cabel):alho movel, puxado a
cava 10.
Italianos - Os italianos vieram para Curitiba em 1872 e criaram a colonia Santa
Felicidade em 1878. Sem duvida os italianos foram os que ocuparam 0 primeiro
lugar nas imigray6es brasileiras. No Parana eles contribuiram muito trabalhando nas
lavouras de cafe e, mais tarde em outras culturas. A principal concentrac;ao desses
imigrantes no Estado esta na capital, Curitiba, em Morretes, no litoral, e nas cidades
de Palmeira e Lapa, cnde existiu a colonia anarquista de Santa Cecilia. as italianos
contribuiram tambem na industria e na formayao de associac;6es trabalhistas e
culturais.
Ucranianos
- Os ucranianos
chegaram
ao Parana
entre 1895 e 1897. Mais de 20 mil
lmigrantes chegaram ao Estado e forma ram suas principais colonias em
Prudentopolis
e Mallet. Estao presentes
Roncador e Pato Branco.
tambem
nos municipios
de Uniao da Vitoria,
Holandeses - as primeiros holandeses chegaram no Parana em 1909, instalaram-se
em uma cornunidade pr6xima a Irati. Algumas familias acabaram voltando para a
Holanda, outras foram para a regiao dos Campos Gerais onde fundaram a
Cooperativa Holandesa de Laticinios, em 1925. A Cooperativa trouxe a consolidac;ao
da colonia
de Carambei.
A Castrolanda
e a povoa9ao
mais recente
de holandeses
na regiao.
Arabes - a primeiro lugar onde os arabes se instalaram no Parana foi Paranagua.
Mais tarde eles loram para Curitiba,
Araucaria,
Lapa, Ponta Grossa,
Guarapuava,
Serro Azul, Londrina, Maringa e Foz do Iguac;u,que hoje tern a maior colonia arabe
do Estado. Uma das maiores influemciasdos arabes no Estado esta na gastronomia,
onde os temperos e condimentos passaram a ser incorporados a culinaria de modo
geral, alem dos kibes e sfihas que ate hoje esta presente
na mesa dos paranaenses.
Japoneses - as japoneses marcaram presenc;aem Curitiba a partir de 1915, os
imigrantes japoneses se fixaram no Norte Pioneiro, trazendo a tradic;aoda lavoura.
Como, porem, desconheciam tecnicas agricolas reiativas as culturas tropicais, se
dedicaram a piscicultura, horticultura e fruticultura na economia regional. Maringa e
Londrina sao as cidades paranaenses que concentram 0 maior numero de
japoneses. as municipios de Ural e Assai originaram-se a partir de col6nias
japonesas.
Curitiba
o site
Capital Ecol6gica
http://www.casadamemoria.org.br/index_historiadecuritiba.html.
diz que
0
ouvidor Raphael Pires Pardinho, foi a primeira autoridade a se preocupar com 0
meio ambiente, iniciando uma tradi<;aopel a qual Curitiba e hoje reconhecida
internacionalmente. Pardinho determinou aos habitantes que tivessem determinados
cuidados com a natureza, 0 corte de arvores, por exemplo, s6 poderia ser feito em
areas delimitadas, e as moradores ficavam obrigados a limpar 0 Ribeiro (hoje Rio
Belem), a fim de evitar 0 banhado em frente iligreja
Matriz. 0 ouvidor estabeleceu
tambem que as casas nao poderiam ser construidas sem autorizayao da Camara e
deveriam ser cobertas com tel has, as ruas ja iniciadas teriam de ser continuadas,
para que a vila crescesse com uniformidade. No dia 2 de maio de 1886, a cidade
ganhava seu primeiro parque, aliando 0 conceito de area verde, preserva<;ao
ambiental e saneamento. a Passeio Publico nasceu como area de lazer e foi a
primeira grande obra de saneamento de Curitiba.
Curitiba e precursora na preocupa~aocom a ecologia, inaugurando a primeira
universidade
de meio ambiente
do Pais, a Universidade
Livre do Meio Ambiente,
que
desenvolve projetos de ecanomia sustentavel, preserva~aodo ecossistema e
formayao
ambiental.
Curitiba
se preocupa
com a cidade,
preparando
a popula9ao
atraves de campanhas e programas de educa~aoe incentivo para preservar 0 meio
ambiente. Junto com a prefeitura e popula~aofazem mutirao para catar 0 lixo dos
rios, tambem faz 0 gerenciamento do lixo hospitalar e nas ruas das cidadanias
recolhem 0 lixo reciclavel e radioativo preservando assim 0 meio ambiente. com
estes programas de educa9ao ambiental e reciclagem do lixo, Ihe deram 0 titulo de
Capital Ecol6gica do Brasil. Curitiba tern 0 indice aproximado de 52 m2 de area
verde par habitante. Sao mais de 400 pra~ase quase 30 bosques e parques, e a
maioria foram criados para conter problemas de enchentes e para preservar os rios
da polui9ao.
Curitiba
e uma cidade habitada
por diversas
etnias, e por esta razao teve
modifica~6esna arquitetura enos habitos. Quase todos os parques, pra~ase areas
verdes de Curitiba foram dedicados a uma etnia au aos descendentes de imigrantes
de urn determinado pais.
Origem do Turismo
Segundo,
Jose Vicente
de Andrade
(1992),
0 turismo
nasceu
quando
0 homem
percebeu que havia um espa~oimenso e que poderia movimentar-se. Desde a
antiguidade, movido pelas curiosidades, sentimentos religiosos e conquistas, as
povos realizavam longas viagens que ultrapassavam as limites de seus territorios e a
cada vez mais distancias mais longas, viajar passou a ser um habito do ser humano.
Na antiguidade
Grega os Jogos Olimpicos
(festa religiosa
dedicada
a Zeus),
marcaram 0 primeiro evento turistico da historia em 776 aC, tempos depois com a
cria~aode universidades, as feiras, os descobrimentos e a industrializa~ao,
representou fatos marcantes na evolu~o do turismo. Por volta do seculo XVI,
tornaram-se mais numerosas as viagens realizadas para a satisfa9ao propria. No
seculo XVIII, eram muito restrito os numeras de viagens, que eram feitas a maiaria
por uma elite de jovens ingleses para completarem sua forma9ao. As viagens eram
longas, demoradas e caras.
o turismo come~aa se afirmar como atividade
seculo XIX, gra9as a Thomas
econ6mica a partir da metade do
Cook, que abriu a primeira
agencia
de viagens
do
mundo. No securo XX, com as leis trabalhistas e ferias remuneradas, a evolu~aodos
acontecimentos economicos e sociais do mundo modemo transformou 0 tUrismo em
uma atividade bastante promissora e com possibilidades de se expandir. No Brasil, 0
turismo
como fen6meno
social come90u
depois de 1920. Em 1923 foi criada
a
Sociedade Brasileira de Turismo, que depois se tornou a Touring Club. A partir de
1950 grandes
contingentes
passam
a viajar, mas apesar
de ser urn turismo
de
massa, nunca atingiu 0 total da popula~ao.As classes altas realizam turismo
particular e as classes medias turismo em massa. Acreditam os especialistas que
apenas
30% da populagao
pode fazer turismo.
Turismo em Curitiba
A cad a ana que passa, cresce a mercado de turismo em Curitiba, 0 crescimento nos
ultimos anos e tanto que esta se refletindo na rede hoteleira. 0 crescimento no
Turismo na cidade de Curitiba vern se dando de forma consistente ano a ano. Em
1996, a cidade registrou a chegada de 1.053.533 Turistas, a maior parte do
movimento e relativa ao turismo de negacios que esta em expansao na cidade. Este
tipo de turista costuma gastar 0 dobro do que gasta um turista em viagem de lazer.
Pensando nisso, as grandes redes hoteleiras nacionais e internacionais estao de
olho neste segmento de mercado.
(http://www.ouroverdefm.com.br/noticias/hotel_1908html.
Cresce 0 Mercado de
Turismo em Curitiba).
o crescimento
do turismo na cidade e tanto que em agosto de 2000 foi criado a
Curitiba Convention & Visitors Bureau (CCVB - Biro de Conven~5es
e visitantes),
uma cooperativa de negocios que integram todos os componentes da industria
turisticas , hoteis, agencias de turismo, agencias de eventos e serviyos, shopping
centers, companhias aerea. 0 CCVB faz 0 desenvolvimento e aprimoramento da
infra estrutura dos servi~os turisticos na cidade de Curitiba e regiao metropolitana.
mantida pela iniciativa privada que pertence ao Trade turistico local e por entidades
e instituiyoes que ten ham interesse no desenvolvimento do turismo. As empresas
que integram a CCVB conseguem com isso 0 objetivo que e a atrayao de turistas
para Curitiba e acaba gerando novas negocios, novas empregos e a melhoria de
infra-estrutura e serviyos turisticos da cidade, proporcionando a satisfayao dos
visitantes e 0 seu retorno. A economia local aumenta com 0 planejamento e a
execu~o
bern feita qualquer programar;ao turistica, aumenta 0 consumo local, que
serao destin ados a artes~os, empresarios na area de hospedagem e alimentar;ao.
(http://www.curitibacvb.com.br).
E
Urbanizac;ao de Curitiba
o
planejamento
urbano de Curitiba inicia-se em 1943, com 0 plano agache (Plano
Urbanistico para Curitiba). 0 plano agache estabelecia como prioridades 0
saneamento, descongestionamento
de vias e a estruturay80 de areas para
habitay80, serviyos e industrias. em decorrencia do Plano Agache, foi aprovada a
primeira Lei de Zoneamento
de Curitiba, em 1953. 0 Plano nao obteve sucesso
devido a problemas economicos e ao intenso crescimento da cidade.
o
Plano Preliminar de Urbanismo nasee de urn concurso em 1964, propondo
melhoria da qualidade de vida urbana da cidade, atraves de urn model a linear de
expansao urbana. 0 IPPC
criado em 1965, para detalhar e acompanhar
a
execu~ao do Plano proposto pela sociedade Serete e por Jorge Wilhein. 0 Plano foi
discutido com a popular;80 em debates publicos, no Seminario dena min ado "Curitiba
de Amanha"
e
o
Plano Diretor de Urbanismo aprovado em 1966, entre suas diretrizes basicas
estava a hierarquiza9ao do sistema viario, a zoneamento dos loteamentos, a
renovayao urbana, a preservayao e revitalizacao dos setores historicos e a oferta de
servicos publicos e equipamentos comunitarios. 0 Plano Diretor de urbanismo
comer;a a ser irnplantado nos anos 70, 0 IPPUC procurou resolver os problemas
com urn enfoque global da cidade, respeitando a escala, a historia e a cultura da
cidade. Nos anos 80, a caminho da descentralizac;ao, cresce a participac;ao popular
e a cidade volta as sociais. Dividida em Administrac;oes Regionais, a Prefeitura fica
mais proxima do cidadao.
A expansao dos sociais passa a exigir maior e
melhor planejamento.
Eo instituida a Tarifa
a
Social Unica que da suporte
implantagao da
Rede Integrada de Transporte Coletivo, nos
anos 90 a RIT se con solid a e comec;ama
circular os 6nibus biarticulados e os ligeirinhos.
Os servic;ossociais - saude, educac;ao, creches
- sao estruturados em redes. 0 Linhao do
Emprego cria opgoes de emprego e renda em
15 bairros perifericos. Um dos grandes
desafios do IPPC tem sido garantir que os projetos se tornem obras e soluc;oes para
problemas
urbanos.
(http:/twww.ippuc.com.br.
Planejamento
da Cidade).
A Chegada do Onibus
Em 1887 0 primeiro bonde puxado por animais circulava em Curitiba, ligando 0
Boulevard 2 de Julho (atual inicio da Avenida Joao Gualberto) ao bairro do Batel. As
passagens custavam 200 nais na primeira classe e 100 n;~isnos bondes de segunda
cia sse.
Em 1895, a chegada
dos bon des eletricos
fechados, com tecnologia francesa,
cobrando tarifa de 300 reis, inaugurou um
novo cicio na hist6ria local dos transportes,
com a criac;aode novas linhas. Eram tres,
ligando 0 Asilo da Avenida Marechal
Floriano ao Cemiterio Municipal; 0 Batel ao
Centro; e 0 Prado Velho
estagilo
ferroviaria da Avenida Sete de Setembro. Os
bondes reinaram absolutos de 1887 ate
1928.
a
A partir de 1928, os primeiros onibus comeC;aram
a aparecer.
A empresa
CFLP, recebeu
as
eoneess6es de explorac;ao do servic;ode
transportes eoletivos, quinze onibus passaram a
explorar linhas regulares, atendendo alguns
trechos, Rua XV, Vicente Machado, Batel,
Marechal Floriano, Praga Zacarias, Agua Verde,
Prac;aTiradentes, Juveve, entre outras.
Em 1936, com a abertura de coneessoes publicas, inumeras empresas de onibus
foram criadas, porem as tarifas dos bondes ainda eram mais baixas e atraiam mais
pessoas.
Aurelio
Fressato,
dono da Companhia
Curitibana
de Transportes
Coletivos,
no mesmo ano, foi aos poueos adquirindo a posse das empresas, tornou se dono de
10
toda area metropolitana, desprezando as linhas de
suburbia, no ana de 1950, comprou todos as
bondes da CFLP. Os bon des deixaram
de circular
definitivamente em 1952, surgindo as primeiros
auto-Iotac;:oes,no mesmo ana Fressato, decretou
falencia
da Companhia
Curilibana
de lransportes
Coletivos, foi vitima da concarremcia dos
empresarios que disputavam as mesmo itinerarios
com veiculos menores, cobrando tarifas mais
baixas.
Prefeilo
Ney Braga, em 1955 dividiu
a cidade em 13 partes,
atendida
pr igual
numeros de empresas, cada uma operando num determinado numero de bairros,
era a plano de transporte coletivo que estava sendo col acado em pratica,
disciplinando
a politica de Iransporte urbano. Na decada de 60 Curitiba ja tinha cerca
de 500 mil habitantes, e a onibus convencional ja nao era a melhor alternativa para a
transporte coletivo. 0 prefeito Iva Arzua Pereira criou a Instituto de Pesquisa e
Planejamenlo
Urbano de Curitiba a (IPPUC),
novo Plano Direlor da Cidade. Apos 3 anos, a
plano Diretor previa urn sistema de transporte
rapid a que permitia a integrayao. E em 1972, com
o Prefeito Jaime Lerner, 0 projeto se tornou
realidade, implantando assim uma nova estrutura
do transporte coletivo. No inicio de 1975, a sistema
de 6nibus Expresso Iransportavam
em media 512
mil passageiros par dia, a maiaria dessas linhas
ligava 0 centro da cidade a determinado bairro,
mas cad a deslocamento exigia mais de uma
passagem.
A Rede Integrada
de lransporte
A revolu9ao do sislema de transporte colelivo de Curiliba
come90u no dia 22 de setembro de 1974, quando
comec;aram a circular os novas onibus expressos, com
desenhos revolucionarios, que passavam a percorrer as
canaletas exclusivas do eixo norte e sui, ligando os
bairros Santa Candida e Capao Raso, iniciando 0 cicio da
integrac;aotarifaria, podendo assim 0 passageiro
deslocar-se em mais de urn onibus pagando urna 56
passagem. Em 1977 implantava novas eixos liganda Jeste
eo oeste, dois anos depois originou a Rede Integrada de
lransporte
a Rll,
uma linha de 6nibus
Interbairros,
que
nao passava pelo centro da cidade, ligando os varios
terminais.
A partir de 1986, a gerenciamento
de Iransporte
coletivo passou para a Urbanizac;ao de Curitiba S.A, a
URBS, que aumentou
a frota implanlando
as populares
...-;..~.
Fig 10: Mapa Onibus Rede
Integrada
Ligeirinhos, onde ja existiam as onibus Expressos, Alimentadores e Interbairros.
Alem de dirigir-se
a qualquer
ponlo da Curiliba,
a usuario
pode ainda freqlienlar
as
11
terminais para oito municipios
e usando mais de urn onibus.
da Regiao Metropolitana,
6nibus, Identifica9ao Pelas Cores
Os onibus de Curitiba sao identificados
da popula9ao.
pagando uma s6 passagem
pel as cores para facilitar as deslocamentos
Convencionais - liga diversos bairros, mas nao permite integrac;6es, tern cor
amarela, transportam ate 84 passageiros.
Linha Circular Centro - Sao brancos e a capacidade
de ate 40 passageiros
Expressos Padrao - Cor verrnelha, levam ate 100 pessoas e circulam pel as vias
exclusivas nos eixos leste e oeste.
Expressos Articulados - Com as mesmas caracteristicas,
150 usuarios.
Expressos
Biarticulados
- Cor vermelha
e transportam
mas com capacidade
de
ate 270 pessoas
Alimentadores - Cor laranja, e transportam pessoas ate os bairros mais distantes,
sendo localizados nos lirnites do municipio.
linha Direta - Populares Ligeirinhos, tem cor cinza e nao utilizam as canaletas,
desembarques sao feitos nas estac;6es-tubos.
Interbairros - Cor verde, nao atravessam
feitos nos terminais.
os
a regiao central, sendo os desembarques
Transporte Escolar Especial - Cor azul, transportam alunos portadores de
deficiencias diversas, como a maioria do transporte coletivo de Curitiba sao
compostos de elevadores para facilitar 0 embarque.
Linha Turismo - Cor branca, com Icones reproduzindo os principais pontos turisticos
percorridos, com janelas panoramicas de formato arredondado.
Linha Inter Hospitais - Atende os principais hospitais da cidade, alem de laboratorios
e clinicas. Os veiculos sao identificados pela cor branca e uma cruz estilizada
vermelha.
Taxis - Cor laranjada, muitos sao vinculados as cooperativas, atendem 24 horas par
dia.
Revista TRANURBS,
Guia do Transporte Coletivo de Curitiba. l' Edi9ao, 1998.
Segundo 0 site http://www.tourinfo.com.br/mt-staticJarchives/000192.html.
hoje, 1,9
milh6es de passageiros utilizam diariamente 0 Sistema Integrado de Transporte
Coletivo, composto por 1.902 onibus, que atendem 275 linhas. 0 sistema e
responsavel pel os empregos diretos de 12.700 mil pessoas entre motoristas,
cobradores, fiscais, mecanicos etc.
12
Mobiliario
o IPPUC
Urbano de Curitiba
assumiu a responsabilidade
de determinar padroes para uso do mobiliario
urbano e da comunicayao
visual na cidade. Com 0 cresci menta da cidade de
Curitiba, exigiu-se que identificasse
as ruas, e que a sinaliza9ao losse adequada. A
primeira experiEmcia de sjnaliza~aoe identificac;ao de names de ruas e avenidas foi
feita com a utiliza9ao de placas adesivas plasticas, coladas nos postes de
iluminayao.
Equipamentos
turisticos e socia is, parques e bairros passaram a ser
identificados.
A implanta9ao do sistema de transporte coletivo demandou estudos sobre 0
desenho dos 6nibus. Foram propostas altera90es de design, de chassis, de altura do
onibus; fcram modificadas
as partas de entrada e saida, as bancos foram adaptados
para oferecer maior conforta aos usuarios. 0 6nibus urbano e a esta<;ao tuba
ganharam desenhos duplos, permitindo 0 embarque em nivel e incorporando ao
sistema de qualidade dos servi90s de um metro.
Foram definidas cores dilerenciadas
para cada tipo de linha do sistema de
transporte:
A cor vermelha fo; usada nos expressos, que circulavam em canaletas
exclusivas;
A verde fo; utiHzada para a interbairros;
amarelo Ua de uso tradicional) loi definido para os alimentadores
do sistema. Os
terminais de transporte foram tratados para dar ao usuario conforto e informac;:oes
sobre a localizaC;:8o e itinerarios dos 6nibus.
A primeira area destinada ao uso de pedestres, 0 calc;:adao das Rua das Flores, uma
pista tactil foi implementada
no calc;:adao para orientar os deficientes
visuais, a
ilumina9ao publica tambem loi pensada para facilitar a localiza980 do curitibano, no
anos 90, 0 cal9adao da Rua XV, algumas ruas centrais e pequenas pra9as
receberam
iluminaC;:80 com postes republicanos.
o
Manoel Coelho
Segundo site (http://www.cienciaele.org.br/OnLine/
0405/digitais.htm)
Manoel Coelho nasceu em
Florianopolis
em 1940, veio para Curitiba em 1960
onde estudou e se formou no curso de Arquitetura
e
Urbanismo na Universidade
Federal do Parana, ja
naquela epoca demonstrava
seu gosto pela
comunicac;:ao visual, fazendo cartazes, simbolos. Na
mesma Universidade
que se formou foi professor do
curso de Arquitetura e Urbanismo e acabou
implantando
os cursos de Desenho
Industrial e de Comunicac,;o
(Estado do Parana/Coelho,
20 Anos da Melhor Programa9ao
V,iISU,.,,,,,aITIIS
Millarch/30/08/88).
13
Manoel Coelho e dono da MCA Arquitetura e
ComUniC8c;8.0 Visual em Curitiba, seus principais
projetos executados
incluem as campos da Puc,
Unicemp, Colegio Santa Maria, sinalizagao da
rodoferroviaria,
sistema de comunic8c;ao visual e
sinalizagao urbana para Curitiba, projetou e sinalizou
todos as terminais de Curitiba, planejou a simbologia
do parque de Vila Velha entre outros trabalhos. Seus
trabalhos produzidos sao mais de 500 projetos de
12: Ponto de
arquitetura, perto de 300 marcas e logotipos e 50 programas de identidade
corporativa.
Responsavel pela criayao da identific8y80
visual de
Curitiba desde a primeira administrar;:8.o do prefeito
Jaime Lerner. Desde aquela epoca Manoel Coelho
ja dizia, que 56 cega naD ve a importancia da
programac;ao visual. A programaryao visual para
Manoel coelho
como acess6rio da arquitetura,
ele
acha que urna obra de arquitetura sera completa
quando possuir programayao
visual, (Diario do
Parana/Coelho:
Arquitetura e programagao Visual/
_
Design Designerllvens
FontouraJ15/10n6)
e par
Fig 13: Placa Turistica
isso sempre conseguiu a harmonia perfeita, urn complemento.
e
Novo Mobiliario Urbano de Curitiba
Segundo a revista Industria e Comercio 06/08/03, com urn investimento
de US$ 15
milhOes, a Clear Channel Adshel - divisao de mobilia rio urbano da Clear Channel
Worldwide,
entra oficialmente
no mercado curitibano. Durante as pr6ximos 20 anos,
a empresa sera responsavel
pel a concepC(ao, desenvolvimento,
fabricaC(ao,
instalaC(ao, manutenC(ao, limpeza e conservaC(ao de abrigos de onibus e taxis,
bancas de jomal, lixeiras, quiosques, totens informativos,
rel6gios eletronicos,
entre
outros. Em parte, podera comercializar
os espa90s publicitarios
existentes em parte
deste mobilia rio. Com 0 intuito de adequar a design e a funcionalidade
das peC(as as
caracteristicas
de Curitiba, a Clear Cannel Adshel contratou 0 arquiteto Manoel
Coelho para desenvolver
equipamentos
exclusivos para a mobilia rio que sera
instalado em toda a cidade.
o
novo mobiliiuio urbano de Curitiba foi desenvolvido
por uma equipe de 15
profissionais
chefiada pelo arquiteto Manoel Coelho. Sao 22 pegas, entre elas
pontos de onibus (receberao,
publicidade,
mapas e listas com as linhas que passam
pelo local) , pontos de taxi, placas de sinalizagao, placas turisticas, Totem
(informativo,
multi midi as e totens de identificaC(ao de bens culturais), telefones,
lixeiras, bancas de revistas e bicicletario.
Para 0 arquiteto, a projeto tern como
objetivo melhorar ainda mais 0 padrao de qualidade dos elementos
do mobiliario
urbano instalado na cidade, valorizando
a paisagem e melhorando a qualidade de
vida, alem de proporcionar,
de modo agil, direto e atrativo, informa9ao
a toda
populaC(ao, 0 projeto visa promover tambern a informaC(ao de carater institucional,
com a veiculaC(ao de informaC(oes de utilidade publica. (Folha de Londrina/Curitiba
Ganha Pegas Exclusivas/Erika
Zanoni 03/08/03).
14
o Onibus
Linha Turismo
Em 1990, foi inaugurado
0
6nibus tipo jardineira da linha
pro-parque, na gestao do prefeito Jaime Lerner. A
implanta~ao do pr6-parque foi feita pela URBS e 0
Departamento
de Turismo da Prefeitura. A nova linha
operava somente aDs domingos e feriados, e contava
com duas jardineiras que saiam do centro da cidade aD
parque Barigui a cada 01 h30m e do centro ao zool6gico
a cada 02h20m. 0 layout das jardineiras foi feito pelo
IPPUC, era de cor verde, tinha grandes espa~os abertos
Parque
nas janelas
para permitir
aDs usuarios ampla visao dos caminhos percorridos, a parte lateral era de vidro e
bancos de madeira multicoloridos.
No inicio
0
intuito da prefeitura era oferecer para
as turistas a oportunidade de conhecer as parques de Curitiba.
No ano de 1996, sobre a gestao do prefeito
Greca de Macedo, as jardineiras
S8
Rafael
passaram a
chamar Volta ao Mundo, implantadas pela URBS e
coordenada pelo Departamento
de Turismo da
Industria, Comercio e Turismo (SICT). As
jardineiras que operavam na linha Volta ao Mundo
fcram modificadas, pintadas de verde e com
detalhes
da curvatura
do globo terrestre
em um
tom verde mais escuro, as janelas foram
Fig
ao Mundo
ampliadas aumentado a visibilidade para as passageiros e as laterais receberam
icones correspondentes aos pontos visitados, que na epoca eram quinze pontos que
passavam
nao s6 pel os parques,
novidade foi
polui~ao.
0
mas pel as edifica~5es
antigas
da cidade.
Outra
motor movido a alcool, combustivel com indice quase zero de
Foram modificadas
10% das pe~as do motor e 70% das partes do veiculo.
Os locais que a jardineira passava na epoca eram Praya Tiradentes, Teatro Guaira I
UFPR, Rua 24 Horas, Teatro Paiol, Jardim Botanico, Passeio Publico, Bosque do
Papa, Parque Sao Louren~o, Opera de Arame, Universidade
Livre do Meio
Ambiente, Farol do Saber, Bosque Gutierrez I Memorial Chico Mendes, Torre do
Merces, Parque 8arigui, Ruinas de Sao Francisco I Setor Historico e
iniciava
e terminava
na Pra~a Tiradentes.
Os passageiros
pagavam
0
circuito
R$ 5,00 por
cartela que davam direito ao embarque e tres reembarques, passando a funcionar
de terrya-feira a domingo. Sendo depois aumentado mais urn ponto, 0 Centro de
Convenyoes de Curitiba, passando assim para dezesseis os pontes de turismo.
As jardineiras na epoca eram freqOentadas por curitibanos e principalmente turistas
que nao utilizavam os passeics oferecidos pelas agencias de turismo da epoca. 0
rnovimento acontecia principalmente nos finais de semana e feriados.
15
HOje, 0 6nibus passa por 25 pontos turisticos
de Curitiba, oferecendo um passeio de 2
horas em um trajeto de 40 quil6metros.
0
ponto de partida ainda e a Pra~a Tiradentes,
os 6nibus saem de 30 em 30 minutos,
pagando a tarifa de R$ 15,00, 0 uswirio
recebe uma cartela com 5 tiquetes que Ihe da
direito ao embarque e quatro reembarques,
a
que permite que a pessoa escolha a ponto
turistico que quer conhecer melhor, podendo
embarcar novamente na Linha Turismo para
cumprir a restante do trajeto. Os veiculos sao
equipados com sistema de sam para fornecer informa~6es gravadas
visitados em tres idiomas, portugues, ingles e espanhol.
sabre
os locals
Pra~a Tiradentes
A Pra~a Tiradentes e 0 ber~o hist6rico de Curitiba.
Era a antigo Largo da Matriz e passou a se chamar
Largo Dom Pedro II, quando 0 imperador visitou
Curitiba, em 1880. Com 0 regime republicano,
tornou-se Pra~a Tiradentes, em 1889. 0 peso
historico da Prac;a inspirou a instala~ao, no local, de
estatuas de alguns personagens
hist6ricos.
Na pra~a esta 0 mon61ito hist6rico, com a Cruz de
Cristo, que simboliza 0 poder legalmente constituido
pelo rei de Portugal, em 29 de mar~o de 1693.
Rua das fiores
Desde 0 inicio do seculo XVIII ja era a mais
importante rua de Curitiba e foco dos
acontecimentos.
Uma rua unicamente para
pedestres, possui os belos canteiros de
flares trocados a cada esta~ao, arvares,
bancos, centro comercial, lanchonetes,
restaurantes,
cinemas e predios historicos.
Um de seus principais atrativos 13,ern uma
de suas extremidades,
a Boca Maldita, ponto
de encontro de politicos, aposentados,
jornalistas e demais integrantes dos diversos
seta res sociais e politicos.
16
A Rua 24 Horas
Uma galeria aberta ao publico 24 horas por dia,
em Curitiba. Inaugurada em 1991, e a primeira
rua desse 8stilo no Brasil. A Rua 24 Horas
urn
espac;o eoberta, com opc;oes de lazer, comercio e
servic;os, e que simplesmente
naD derme. E ponto
de encontro e entretenimento
para tUristas e
curitibanos.
Passu; revistaria,
lojas de roupa e
artesanato,
lanchonetes,
bares, restaurantes,
acesso
Internet, farmacia, floricultura e banco
e
a
24 horas.A galeria passu; 116 metros de extensao.
tubular em forma de areos e cobertura de vidro.
Construida
em estrutura
rnetalica
Centro de Convenyoes de Curitiba
Antigo Cine Vit6ria, tradicional espayo das artes e
da cultura, par cnde passaram inumeras
celebridades.
Como maior cinema de Curitiba
(1800 lugares) num projeto de Lotario Seigert de
20 de novembro de 1964, teve suas atividades
encerradas em janeiro de 1987, ap6s 23 an os de
existemcia, quando foi adquirido pelo Governo do
Estado, com 0 objetivo de sediar 0 Centro de
Conven,oes
de Curitiba, local de realizayao de
simposios, exposic;oes, congressos,
feiras,
:
shows. Possui 8900 m' de construyao, distribuidos
em 3 blocos. Sao interligado,
num projeto arquitetonico
moderno e arrojado de estruturas de concreto e fachadas
de vidro laminados, azul e transparente
com detalhes em granito cinza de autoria de
Rafael Dely, Zenon Segundo de Braga Pech, Ricardo Pereira e Abrao Assad.
Museu Ferroviario
Instalado na antiga esta-;:ao ferroviaria de Curitiba, 0
Museu Ferroviario exp6e varias pe~s hist6ricas e
suas instala-;:5es buscam reproduzir 0 antigo
funcionamento
da estac;:ao. Hoje as instalac;:5es da
esta,ao fazem parte de um shopping center, 0 predio
anexo abriga a Museu da Farmacia, a Teatro de
Bonecos e a estac;:ao Embratel Convention Center,
um moderno centro de eventos.
Teatro do Paiol
o antigo Paiol de P61vora de Curitiba, construido em
1906, foi transformado em um charmoso teatro de
arena, com capacidade para 225 pessoas. 0 Teatro
do Paiol fOI inaugurado e homenageado
por
Toquinho e Vinicius de Moraes, em 1971, com a
musica Paiol de P6lvora.
17
Jardim Botanico
Marca registrada de Curitiba, inaugurado em
1991. Criado a imagem dos jardins franceses,
estende seu tapete de flores aos visitantes logo
na entrada. A estufa, em estrutura metalica,
abriga especies botanicas que sao refer€meia
nacional, al8m de uma fonte d'agua. A mata
nativa esta ponteada de trilhas para percursos a
pe. 0 Museu Botiinico, dirigido por Gert
Hatschbach, atrai pesquisadores
de todo 0
mundo. Tem espayo para exposiyoes, biblioteca
e auditorio.
Estayao Rodoferroviaria/Mercado
Municipal
Foi inaugurada em 1972. Sua area construida
totaliza 24.400 m' distribuidos
em blocos, 0
rodoviarios, ferroviario e a de ligayao. No bloco
rodoviario funciona urn centro comercial com
restaurantes, bancos, livrarias, loias, telex,
central telef6nica, correia, farmacia, agl§:ncia de
turismo, posto de informayoes e serviyos de
utilidade publica como 0 DNER, DER,
Assistemcia Social, Juizado de Menares, Palicia
Civil, Militar e Federal. 0 bloeo ferroviaria possui
duas plataformas de embarque e patio de carga
e descarga. No bloco de ligayao funcionam a
URBS - Urbanizayiio
de Curitiba SA, um
pavilhao social e passagem subternlnea para
veiculos. A Rodoferroviaria compreende ainda
tres estacionarnentos, jardins e areas para
circulayao dos 6nibus, taxis e automoveis.
Mercado Municipal, Inaugurado em 2 de agosto
de 1958, e considerado
um dos pontos de
encontro e centro de compras mais tradicionais
da cidade. Tem 232 bancas, lojas e boxes onde
8 possivel encontrar os mais diversos produtos e
serviyos.
Teatro Guairal Universidade
Federal do Parana
Foi 0 Teatro Sao Theodoro, inaugurado em 1884 na
Rua Dr. Muricy e rebatizado, em 1900, como Teatro
Guaira. Fai demalido em 1930 e sua reconstruyaa,
em 1952, ja no local atual, foi ligada as
comemorayoes
do Centenario da Emancipa,iio
Politica do Parana (19 de dezembro de 1953).
S6 ficou pronto na decada de 70. Tem trIOs
audit6rios, a maior deles com 2.173 lugares.
18
Universidade
Federal do Parana
Primeira universidade
do Brasil, Fa; criada em 1912,
pelo empenho de ilustres paranaenses
como Victor
Ferreira do Amaral, Nilo Cairo, Alfredo Romario
Martins e Daria Vellozo. Nasceu na Rua
Comendador Araujo, mas ainda na decada de 10
veia para 0 atual endereyo. dominando a Praya
Santos Andrade.
Passeio Publico/Memorial
Arabe
Primeiro parque publico de Curitiba, fo; inaugurado
pelo presidente da Provincia do Parana, Alfredo
d'Escragnolle
Taunay, em 2 de maio de 1886. Foi a
primeira grande obra de saneamento
da cidade,
com espa90 de lazer, lagos, pontes e ilhas em
meio ao verde. Zoologico pioneiro de Curitiba,
abriga ate hoje pequenos animais. Seu portao e
copia do que existiu no Cemiterio de Caes de
Paris.
Memorial Arabe. 0 predio lembra 0 estilo
arquitet6nico
das edifica90es
mouriscas por
elementos como a abobada, as colunas, os areos e
os vitrais. Com poueo mais de 140 metros
quadrados de area construida, 0 Memorial tern 0
formato de um cuba e esta colocado sobre um
espelho d'agua.
No interior da eonstruc;ao, sobre um pedestal de
marmore, esta a escultura representativa
do
eseritor Gibran Kalil Gibran.
Centro Civico
Centro Civico surgiu como proposta no Plano
Agache, na decada de 1940, como uma area
voltada para a cidadao. Fa; inaugurado em
1953, ana do cententnio de emancipay8.o
politica do Parana. Hoje, e 0 local de varias
instala90es de 6rgaos oficiais, como a
Prefeitura, 0 Palacio do Governo e a Assembleia
o
Legislativa. Abriga, tambem, obras de artel::~~~
publicas importantes, como a Museu Oscar
Niemeyer.
~~~~~!
••••
19
Museu Oscar Niemayer
o mais novo museu de Curitiba foi inaugurado
em novembro de 2002 com 0 nome de Novo
Museu e seguindo projeto de Oscar Niemeyer.
Em 2003, seu nome foi substituido
para Museu
Oscar Niemeyer, em homenagem ao seu famoso
projetista.
Eo urn dos maiores
complexos
de
exposic;:aodo Brasil, com cerca de 16 mil m2
destinados a obras de arte. Conta com diversos
ambientes, incluindo urn audit6rio para 400
lugares, cafe, elevadores e espa90s de lazer.
Bosque do Papal Memorial
Polones
Memorial da imigrac;:aopolonesa, inaugurado em 13
de dezembro de 1980, no rastro da visita do Papa
Joao Paulo II a Curitiba, em julho anterior. Sua area,
de 46.337 metros quadrados, fez parte da
desapropria9ao
que envolveu a antiga fabrica de
velas Estearina. Eo cortado pelo rio Belem e inclui
uma reserva de mata atlantica, com mais de 300
araucarias.
Memorial Pol ones, esta instal ado nas clareiras do
Bosque. Reconstitui-se 0 ambiente em que viveram
os pioneiros imigrantes poloneses, que chegaram
em Curitiba por volta de 1871. E um museu ao ar
livre que traduz a luta, as cren<;as,as tradic;:6ese
estilo de vida daqueles
imigrantes.
Bosque Alemao
Inaugurado em 1996, 0 bosque possui varios
equipamentos que celeb ram e divulgam as tradic;:6es
alemas. Sao 38 mil m' de mata nativa, que faziam
parte da antiga chacara da familia Schaffer. A replica
de uma antiga igreja de madeira, construida em
1933 no bairro Semina rio, com elementos
decorativos neog6ticos, abriga uma sal a de
concertos denominada Oratorio de Bach.
Outras atrac;:6essao a trilha de Joao e Maria, que narra 0 conto
irmaos Grimm,
uma biblioteca infantil , a Torre dos Filosofos,mirante em madeira que permite vista
panoramica da cidade e da Serra do Mar e a Prac;:ada Poesia Germanica, com a
reprodu9ao da fachada da Casa Mila, constru,ao
originalmente
localizada no centro da cidade.
germanica
do inicio do s"culo,
20
Universidade
Livre do Meio Ambiente
Em meio ao verde do Bosque Zaninelii, a Universidade
Livre do Meio Ambiente fez de Curitiba a primeira
cidade do mundo a manter urn espac;o de estudos e
repasse de conhecimentos
sabre a meio ambiente e a
ecologia,;
popula,ao.
0 projeto arquitetonico,
executado com materia is rusticos, repete na forma e
nas cores as quatro elementos da natureza: terra,
logo, "'gua e ar. Apesar da rara beleza, a principal
e
finalidade do espac;o
formar no cidadao a consciemcia ambiental como fator de
sobrevivencia.
Foi criada em 5 de junho de 1991, ocupando 0 atual espac;oinaugurado pelo ocean6gralo
frances Jacques Cousteau desde 1992.
Parque Sao Lourenc;o
Implantado em 1972, 0 parque nasceu da necessidade
de
reparar os estragos do estouro da represa do Sao Louren,o.
Uma velha fabrica de cola e adubos teve seu uso reciclado para
Centro de Criatividade
de Curitiba, com cursos, oficinas,
apresentac;6es
e exposic;oes.
Em maio de 1994 0 centro implantou 0 Liceu de Artes, para
preservar antigas tecnicas e trelnar aprendizes,
visando a sua
colocac;ao no mercado de trabalho.
Lourenyo
Opera de AramelPedreira
Paulo Leminski
6pera de Arame, com estrutura tubular e teto transparente,
urn dos simbolos emblematicos
de Curitiba. Inaugurada em
1992, acolhe todo tipo de espetaculo, do popular ao classico, e
tem capacidade para 2.400 espectadores.
Pedreira Paulo Leminski, Instalado no Parque das Pedreiras, a
Pedreira Paulo Leminski, como e mais conhecida, possui
recursos para espetaculos
de grande porte. Seu palco, ao ar
livre, fica numa antiga pedreira e pode abrigar cerca de 30 mil
pessoas. A Ped rei ra presta homenagem a Paulo Leminski
(1944-1989),
poeta, musico, escritor e publicitario curitibano.
e
Parque Tangu,;
Inaugurado em novembro de 1996,
representa mais uma etapa do projeto de
preservac;ao do curso do rio BarigOi,
juntamente com os parques Tingui e BarigOL
Com area total de 450 mil m2 , destacam-se
no parque duas pedreiras, unidas por urn
tunel de 45 metros de extensao, que pode
ser atravessado
a pe, par uma passarela
sabre a agua. 0 parque conta ainda com
pista de cooper, cic1ovia, mirante , lanchonete
eo Jardim Poty Lazzarotto.
21
Parque TingGi
Parte do maior parque
ambiental
linear do
pais, implantado as margens do rio Bari901,
recorda os indigenas que aqui habitavam,
atraves da estidua do Cacique Tindiquera.
Abriga tambem 0 Memorial Ucraniano,
homenagem aos irnigrantes, na forma de
replica de uma igreja ortodoxa,
original mente
construida no interior do estado, a qual abriga
exposi9ao
de pessankas
e icones.
Fig 39: Parque TingO;
Memorial Ucraniano
Localizado no_Parque TingOi, 0 Memorial
Ucraniano presta homenagem aos imigrantes
ucranianos
de Curitiba.
Inaugurado
ano ern que se comemorou
0
em 1995,
centenario da
chegada desses imigrantes a Curitiba.
conjunto do Memorial
composto,
principalmente
por uma replica da igreja de Sao
Miguel Arcanjo (veja quadra abaixo), uma casa
o
e
tipica, palco ao ar livre e 0 portal. Todas as
constru~oesfeitas com madeira encaixada, ao
estilo ucraniano.
Portal Italiano
Portal de Santa Felicidade, inaugurado em
1990, 0 Portal sinaliza a entrada do bairra
italiano de Santa Felicidade. Utiliza
elementos de tres edifica90es tipicas da
imigrayao italiana, entre elas a igreja matriz,
com sua torre separada do corpo principal.
Santa Felicidade
A regiao era a antiga Colonia Santa
Felicidade, farmada por nucleos coloniais de
imigrantes, principalmente, italianos. A
ocupaC;ao ocorreu de forma mais intensa a
partis de 1878, por imigrantes vindos das
regioes de Veneto e Trento, no norte da It"lia.
Os italianos dedicaram-se inicialmente
a
produ9aO de queijos, vinhos e hortigranjeiras.
Parte das terras foi doada por Dona
Felicidade Borges aos imigrantes italianos,
22
Dona Felicidade tambem doou seu nome ao bairro. Em 1891, atendendo a forte
religiosidade
dos imigrantes italian05, erigiu-se a Igreja Sao Jose, existem na re9io3o,
contru<;6es antigas da epoea com a Casa Culpi, a Casa dos Arcos, a Casa dos
Gerfmios e a Casa das Pinturas.
Parque Barigui
No idioma dos indios que habitavam a regiao antes
mesmo da fundagao de Curitiba, BarigUi significava
"Rio do Fruto Espinhoso. Hoje, com 1,4 milhao de
metros quadrados de area, e um dos maiores
parques da cidade 8, seguramente,
0 mais
freqUentado. A antiga "sesmaria" pertencente ao
desbravador
Mateus Martins Leme foi transformada
em parque em 1972.
Fig 43: Parque
8arigui
Torre Panoramica/Brasil
Telecom
Suporte da telefonia celular, est'; no ponto mais alto de
Curitiba, permitindo uma visao da cidade em 360 graus, de
uma altura de 95 metros. Foi inaugurada em 17 de dezembro
de 1991 e e administrada
em conjunto pela Telepar e pel a
Prefeitura de Curitiba, que ali promove, sess6es de video e
fornece orientayao turistica. Abriga tambem a Museu do
Telefone.
Setar Hist6rico
Conjunto das mais antigas edificac;6es da cidade,
delimitado por decreto municipal de 1971. Entre
essas constru~6es estao a Casa Romario Martins,
do seculo XVIII e a Igreja da Ordem Terceira de Sao
Francisco, de 1737, ah~m dos exemplares
arquitetonicos de inspirayc30 alema, datados da
segunda metade do seculo XIX.Nas manhas de
domingo, as vel has pedras do Largo da Ordem e 0
calgadao de acesso
Praga Garibaldi, com a Igreja
a
do Rosario, 0 Relogio das Flores, a Fonte da Memoria e a Societa Giuseppe
Garibaldi, formam 0 cenario da Feira de Artesanato,
animado ponto de encontro com
musica ao vivo. Largo da Ordem e 0 calgadao de acesso a Praga Garibaldi, com a
Igreja do Rosario, 0 Relogio das Flores, a Fonte da Memoria e a Societa Giuseppe
Garibaldi, formam 0 cenario da Feira de Artesanato,
animado ponto de encontro com
musica ao vivo.
Fonte: Linha Turismo. Pontos Turisticos. Viaje Curitiba. Disponivel em:
http://www.viaje.curitiba.pr.gov.br/.
Acesso
em . 15/3/2005
23
Ergonomia
E a estudo do relacionamento entre a homem e a seu trabalho, equipamento e
ambiente, e particularmente
a aplicayao dos conhecimentos
da anatomia, fisiologia
psicologia na soluyao dos problemas surgidos desse relacionamento
(Ergonomies
Reseach Society, Inglaterra).
e
Visao
Segundo Itiro Lida (1990), a visao e a 6rgao do sentido mais importante que
possuimos. As suas caracteristicas
tern side muito estudadas devido a sua
importancia no trabalho.
A estrutura do olho assemelha-se
a de uma camera fotografica.
Quando os 01has
estao abertos, a luz passa atraves da pupila, que e abertura da iris. A abertura da
pupil a pode variar, automaticamente,
para controlar a quantidade de luz que penetra
no olho. Atras da pupila situa-se a cristalino, que e a lente do olho. 0 foco da lente e
acertado pel a musculatura ciliar, que provoca alterac;oes na curvatura da Jente. No
fundo do olho fica a retina, que seria equivalente
ao filme. Na retina ficam as celulas
fotossensiveis,
os cones e os bastonetes. Essas celulas, sensiveis a luz e cor
transforrnam os estirnulos luminosos em sinais eletricos, que sao conduzidos
aD
cerebra pelo nervo optico, onde se produz a sensa980 visual.
Os cones e os bastonetes tern caracteristicas
cornpletamente
diferentes entre si.
Os cones s6 funcionam com maior nivel de iluminac;ao e sao responstweis
pela
percepc;ao das cores, all~m da perceP'tao de espac;o e de acuidade visual.
Os bastonetes ja sao sensiveis a baixos nlveis de iluminaC;ao e nao distinguem
cores, mas apenas tons de cinza, do branco aD preto.
Caracteristicas
da Visao
Acuidade Visual a capacidade visual para discriminar pequenos detalhes. Isto
depende de muitos fatores, sendo dais mais importantes
iluminac;ao e 0 tempo de
exposic;ao. Dentro dos niveis de iluminac;ao normalmente
encontramos
a acuidade
visual varia linearmente com 0 aumento da intensidade
luminosa. Entretanto, luzes
muito fortes prejudicam acuidade, porque provocam contra980 da pupila
E
a
e
Acomodac;ao e convergencia
- A acomodac;ao
a capacidade
de cada olho focalizar
objetos a varias distancias. Isso tornam possivel pela mudanc;a da forma do
cristalino. que fica rnais grosse e curvo para focalizar objetos pr6ximos e mais
delgado para focalizar objetos distantes. Para focalizar objetos proximos, ha um
esforc;o maior da musculatura em manter 0 cristalino curvo e, com a idade, 0
cristalino vai se endurecendo,
dificultando
a acomodac;ao.
A convergencia
a capacidade dos dais olhos se moverem coordenadamente,
para
focalizar a mesmo objeto.
A acomodac;ao e convergencia
sao processos simultaneos,
que dependem da
musculatura dos olhos e tem a func;ao de manter a imagem "unica" no foco.
e
Percepc;ao das cores - A luz pode ser definida como sendo uma energia fisica que
se propaga atraves de and as eletromagneticas.
0 olho humano e sensivel a
radia90es eletromagneticas
na faixa de 400 a 750 nanometros. A sensibilidade
maxima ocorre em torno de 550 nm, a que corresponde
cor verde- amarela, para a
olho adaptado a luz. Para 0 olho adaptado ao escuro, essa sensibilidade
maxima
a
24
situa-se em torno de 510nm, mais pr6ximo da azul. A luz solar, tambem chamada de
luz branca, contem todos os comprimentos
de onda visiveis. Os objetos refletem
seletivamente
a luz. IS50 significa que a luz refletida tern uma compOSiyBO diferente
da luz incidente e 8ssa diferenya e a respons8vel
pelo aparecimento
de cores.
Quando se diz que uma superficie
vermelha, par exemplo, significa que ela
absorve todes os demais comprimentos
de onda e reflete s6 0 vermelho. Quando um
objeto
iluminado par luzes artificiais, a cor pode rnudar porque 0 espectro
diferente da luz solar. Assim as cores ditas "reais" sao aquelas que a olho humano
percebe normal mente quando os objetos sao iluminados com luz solar.
e
e
e
Cores
Segundo Modesto Farina (1982), a cor e um meio de identificagao
que exerce uma
ayao sabre 0 individuo: a de impressionar,
a de expressar e a de construir. A cor
vista: impressiona a retina,
sentida: provoca uma emoc;:ao, e 13construtiva:
pais tem
um significado proprio, tem valor de simbolo e capacidade
de construir uma
linguagem que comunique uma ideia.
Elas fazem parte da vida do homem, pois sao vibrac;:5es do cosmo que penetram em
seu cerebro, para continuar vibrando e impressionando
sua psique, para dar urn som
e um colorido aD pensamento e as coisas que a rodeiam. Alem de atuarem sobre a
emotividade humana, as cores produz uma sensac;:ao de movimento, uma dinarnica
compulsiva.
e
e
Naturalmente
as pessoas associam cores a diversas situac;:5es de suas vidas; com
base nessa propriedade faz-se uso de cores para indicar condic;:oes diversas tais
como: perigo, atenc;:ao, qualidade de alimento, acidez e alcalinidade
em
experimentos
quimicos. Essas associac;:oes sao influenciadas
por aspectos
geograficos,
culturais e a idade.
A cor 13um meio que identifica varias coisas, uma marca, uma nota de advertemcia,
uma informac;:ao.
Determinadas
cores dao a sensac;:ao de proximidade,
outras de distancia. Em geral a
proximidade contribui uma boa comunicac;:ao.
As cores e suas matizes podem ser classificadas
em quentes e frias, tomando como
criterio a sensagao que esta causa no observador. As quentes, VERMELHA,
LARANJA e AMARELA e as frias, AZUL, VIOLETA e VERDE.
As cores quentes nos da~ uma sensac;:ao de proximidade,
calor, densidade, secura,
alem de serem estimulantes
para a circulac;:ao do observador,
causando urn Iigeiro
aumento na temperatura
do corpo. As cores frias diminuem a circulac;:ao do
observador, causando uma ligeira queda na temperatura
do corpo.
Vermelha - simboliza uma cor de aproximac;:ao, que traz forc;:a, energia, movimento,
coragem, esplendor, intensidade,
emoc;:ao, ac;:ao, aumenta a atenc;:ao, 13estimulante,
motivador.
Laranja - (corresponde
ao vermelho moderado), simboliza 0 fogo. Traz forga, dureza,
euforia, energia, alegria, senso de humor.
Amarelo - Simboliza a cor da luz irradiante em todos as direc;:oes, Traz orgulho,
esperanc;:a, espontaneidade,
originalidade,
expectativa. Visivel a distancia,
estimulante. Cor imprecisa, pode produzir vacilac;:ao no individuo e dispersar parte de
sua atenc;:ao.
25
Verde - Seguranya, natureza, equilibrio, esperanya, firmeza, coragem. E a cor que
men os fadiga a vista. Estimulante, mas com pouca for<;a sugestiva, oferece uma
sensay80 de repouso.
Azul - Profundidade,
justi9a, dignidade, grandeza. Possui grande poder de atra9ao.
Marrom - Melancolia, resistencia, vigor, pesar. Esconde muito a qualidade e a valor.
Purpura - Dignidade, autocontrole,
estima, valor.
Violeta - Poder de sonifero, eng ana, controle, violencia. Entristece 0 ser humano.
Branco - Simboliza a luz, e nunca e considerado cor. Ordem, limpeza, bem, paz,
afirmagao, harmonia.
Preto - Eo alegra quando combinado com certas cores. Tem as vezes conotagao de
seriedade, mal, pessimismo, tristeza, fim.
Cinza- Simboliza a pOSiy80 intermediiuia entre a luz e a sombra. Tedio, tristeza,
seriedade, sabedoria. Indica discri980.
Tipografia
Segundo Aldemar A. Pereira (2004, p.4), tipografia e 0 conjunto de caracteres,
tetras, algarismos e sinais, e5tilo, formato, tamanho, e arranjo visual, que constituem
a composi980 dos testos, usada num projeto grafico. E um conjunto de elementos
que, devidamente utilizados apresentam 0 texto de maneira que 0 leitor fique
seduzido e envolvido pela leitura.
Classifica9iio
dos tipos
A tend'mcia tipol6gica e sempre a simplifica9ilo,
buscando a maior legibilidade.
0
coerente espacejamento optico tambem e muito importante para urn visual agradavel
dos textos. Baseados em estudos feitos por Francis Thibedeau,
em mead os do
seculo XVIII, na Franga, foi estabelecido
as principais familias de letras de imprensa.
Sao elas:
Estilo Antigo - Criada pel os franceses no seculo XVIII, inspirada na escrita
monumental romana, proporciona ao leitor um inconsciente descanso visual,
alcan9ando 0 maior grau de visibilidade de todas as familias.
Moderno - Criada pelos italianos no sEkulo XVIII, apresenta uma evolu9ao dos
romanos classicos, Esteticamente agradaveis, trouxeram sensivel rnelhora na
legibilidade das letras.
Serifa Grossa - Criada com 0 advento da revoluc;ao industrial, no sEkulo XVIII, tern
como caracteristica estrutural uma certa uniformidade nas hastes e serifas
retangutares. Os estilos antigos sempre tern serifa.
Sem Serifa - 0 estilo de tipo sem serifa foi urn progresso tardio na evolu980 da
tipologia, os tipos sem serifa tern a mesma espessurra e a mesmo peso. Criada na
Alemanha no seculo XIX, possui caracteres com poucas varia90es em suas hastes,
cujos arremates nao possuem serifas. Indicada para a confeC9aO de hastes e
embalagens, mas desaconselhavel para textos longos.
Manuscrito - Inclui todos os tipos que parecem ser escritos a mao, com uma caneta
tinteiro, com urn pincel, lapis ou caneta profissional. Os mais elaborados naD devem
ser colocados em longos textos.
26
DecorativD - Sao 6timos, engra9ados, diferentes, faceis de usar, mas por serem
diferenciados seu uso devem ser limitados, pois pode enlouquecer a leitor.
(Robin Wiliams.
Design
Para Quem Nao e Designer,
1995).
Maiuscula e Minuscula au Caixa Alta e Baixa
Os tipos tudo em maiuscula
ou caixa alta e apropriado
para titulos
e textos de
poucas palavras, pois em textos mais lon90s, afeta a legibilidade, a leitura e mais
lenta e ocupa mais espa90.
Minuscula
ou caixa baixa, e apropriado
para textos
longos, mas mesmo assim tem que ter um pouco de maiuscula nas iniciais, senao
causa estranheza
ao lei tor e diminui
a for,a
da mensagem.
Legibilidade
A tipologia deve fazer passar a mensagem eficientemente ao leitor ter uma boa
legibilidade, ser atraente e informar com clareza. A legibilidade conta com diversos
fatores;
tipos, corpo, alinhamento,
espacejamento
para 0 contexto
visual onde se
insere a composit;:80do fundo, contraste e cor.
Problemas de legibilidade sao comuns nos textos informativos, e em corpos
pequenos de r6tulos, embalagens e sinaliza9ao. Em sinaliza9ao, alem da escolha
um tipo adequado, a boa legibilidade depende do peso e espa9amento
dos
de
caracteres. Para preservar a legibilidade, as espat;:amentos em excessos devem ser
evitados e os reduzidos ao extremo se mostram prejudiciais a leitura, s6 em caso de
titulos abre-se a espa9amento entre caracteres, ate 0 estilo muito folgado ou acima
disso, pois 0 efeito e na maioria das vezes para dar elegancia it composit;:80.Os
espat;:amentosentre palavras devem sempre harmonizar com espa9amento entre
caracteres.
o maior de todos os objetivos do designer e 0 bom sen so. Ele precisa comunicar
algo a alguem, e tem que chamar a aten980. Sem prejuizo it vi sao. 0 nosso olho
capta a letra de cima para baixo, entao e bom ter em mente que ao se trabalhar com
tipos desconstruidos, tenha a parte superior conservada intacta, e com serifa, que
facilita
a leitura.
Marca
Segundo
Mauro Calixta Tavares
(1998), As marcas existem
ha seculos
desde 0
Antigo Egito, quando os fabricantes colocavam simbolos em seus produtos para
identifica-Ios.
A marca deve estar vinculada a algumas peculiaridades relacionadas a cria980 e
manutent;:aodo valor percebido pelo consumidor. 0 significado de uma marca
resulta dos esfor90s de pesquisa, inova9ao, comunicayao e outras que ao longo do
tempo vao sendo agrupadas ao processo de sua construt;:clo.
Marca e um nome, termo, signa, simbolo ou design, distinto ou combinado com a
fun980 de identificar a promessa de beneficios, associ ada a bens au servi90s que
aumenta 0 valor de um produto alem de seu prop6sito funcional, tendo uma
vantagem diferencial sustentavel.
27
Ea
Marea Nominal parte da marea que pode ser verbalizada ou expressa
lingOistieamente como distinta de um simbolo de identifieac;ao. A marea nominal
pode ser uma letra, grupo de letras, palavra ou grupo de palavras.
Logomarea ou Logotipo - E uma letra, simbolo ou sinal, usado com significaC;ao
propria, para representar a marea nominal.
e
e
Signo
Simbolo - 0 signo
denotativo, representa um objeto ou dire9ao. 0 simbolo
representa alguma eoisa mais, e eonotativo e desperta respostas emoeionais. Os
simbolos precisam ser deliberamente
escolhidos para refietir a personalidade
e a
eultura da marea.
Os simbolos ou signos utilizados na eonstruc;ao de uma marea visam a dois
objetivos: proteger e promover. Alguns desses simbolos possuem raizes eutturais, e
o easo de produtos vineulados a lugares ou mesmo a habitos pessoais.
Materiais
A escolha dos materiais pode atingir 0 objetivo principal do projeto, pode olerecer
qualidade de vida a comunidade
por meio do produto ou servi90s idealizados,
respeitando 0 meio ambiente. Os materiais devem ser seleeionados para satisfazer
os requisitos do projeto e de respeitar 0 meio ambiente, seja reaproveitando ou na
reeielagem de materials.
o
uso de materiais tradicionais conta com a experiencia no mercado, mas deve
sempre estar atento ao levantamento de substaneia novas ou aperfeic;oadas. A
tecnologia impulsiona, seja na aplicac;ao de novos materiais em antigos model as, ou
na utilizac;ao de materiais tradieionais em projetos inovadores. A selec;ao e
espeeifieac;ao dos materiais sao urna etapa fundamental do projeto, devem ser
eonsiderados todos os fatores eticos e socia is que possam estar envolvidos.
Madeira - urn dos materiais mais antiges utilizados pelo homern, a madeira vem
acompanhando
0 progresso da humanidade. A presen9a desse material
sentida de
ferma direta e indireta, abrangendo aplicac;Oes que vao desde a engenharia
estrutural, como nas construc;oes, no mobiliario e ate roupas de raion e os diversos
tipos de papeis.
e
Tipos de Madeira
Balsa - leve e porosa, fragil e maeia, isolante termice e sonoro.
Pinus - porosa e macia, baixa resistencia, media durabilidade.
Pinheiro - madeira leve, baixa resistencia ao apodreeimento e ao ataque de eupins.
Pau-marfim - resistencia mecanica media, dureza elevadas.
Cerejeira - dureza media, boa durabilidade
Imbuia - pesada e dura, boa durabilidade,
Mogno - pesada, dura e compacta, consisteneia finissima, resistemcia adequada ao
apodrecimento e ao ataque de eupins.
Andiroba - moderadamente
resistente, estrutura pesada
Papel - 0 homem sempre buseou onde retratar seus aconteeimentos, primeiro nas
pinturas eserevendo a historia nas cavernas, depois na pedra, na tabua de argila,
nas lllbuas portaleis com uma camada de cera, lolhas leita de livro, chapas
28
metillicas e urn tipo de papel a partir dos caules de papiro,
margens do Nilo.
uma planta
nativa das
No seculo II, 0 papiro fazia tanto sucesso entre as gregos e romanos que os egipcios
decidiram proibir sua exportac;:ao, estimulando
a procura de Qutros materiais.
E foi na
Grecia que surgiu 0 pergaminho
feito de peles de animais e mais resistente que 0
papiro. Em 105 d.C foi fabricado 0 papel pela primeira vez, seu inventor T' Sai Lun,
urn chines. 0 chines fragmentou
cascas de vegetais, rede de pescar e trapos de
roupa com cal para auxiliar no desfibramento,
na pasta obtida com a ajuda de uma
tela formaram a folha de papel. esse processo artesanal de fabricar papel, e 0
mesma praticado nos dias atuais. Os chineses fcram, par mais de 5 seculos, 0 unico
povo a dominar a arte de fabrica9iio do papel. Em 750 d.C quando os Arabes
conquistaram
a China, a tecnica de produ980 de papel come90u a se espalhar pelo
mundo.
Em 1440, Gutenberg inventou a imprensa de tipos m6veis, e em 1798 0 frances
Nicolas Louis Robert inventou a maquina para produzir 0 papel em folhas continuas.
No seculo XIX, a procura de papel aumentou para embalar alimentos
industrializados
e para imprimir meis livros e jornais, a medida que cresci a 0 numero
de pessoas que sabiam lee.
Hoje se obtem multos recursos naturais, procura-se
reciclar 0 papel, assim
diminuindo a extrac;ao de madeira ou utilizando tipos de madeiras que cresc;am
rapido como as eucaliptos
no Brasil.
Tipos de Papeis
Ecograffite - papel offset fabricado com 80% de fibras recicladas, para utiliza9ao
impressos em geral. E disponivel
nas gramaturas
90 e 180, cores areia e cristal.
mais
em
Telado - e urn papel texturizado, cuja superficie foi alterada com a grava9ao em
apenas urn lado, reproduzindo
urn tecido de toalha de linho. Disponivel nas
gramaturas de 90,120,180 e 240, cores branca, palha, creme, cinza e salmao.
Granito - e um papel alisado que possui em sua composic;ao fibras sinteticas
coloridas proporcionando
urn efeito visual caracteristico.
Blue: Fibras azuis;
Green: Fibras verdes, Pink: Fibras vermelhas,
Natural: Fibras coloridas misturadas,
disponivel nas gramaturas 90, 120, 180 e 240.
e
Linho um papel texturizado,
cuja superficie foi alterada com a gravac;ao em
ambos os ladas, reproduzindo
a superficie do tecido linho. Disponivel
nas
gramaturas 90,120,180 e 240, cores branca, palha, creme, cinza e salmao.
Color plus - linha de papeis Iisos, coloridos
acabamento
de ctima qualidade.
Color plus
materia is promocionais e de divulgayao. 25
Boa lisura para impressao,
Sem dupla face,
na massa, a que possibilita um
tern cores vivas e marcantes,
ideals
referencias
de cores e 4 gramaturas;
Possui resistemcia das cores
luz.
para
a
Verge Plus - e apresentado
em uma textura verge. Sofisticados
e scbrios atendendo
as caracterrsticas
de papeis com esta textura. 10 cores ern tons pasteis e disponivel
29
em 3 gramaturas,
indicados
e capas de trabalho.
para papeis
Artesanal
sisal.
Papeis - feitos artesanalmente
Reciclato
- 100% reciclado.
carta, cart6es
com fibras naturais;
- Desenho,
aquarela,
envelopes,
como bananeira
pastas
e
Cor (mica, seis gramaturas.
Papel Carlilo - indicado para usa em embalagens,
Duplex, Triplex, Craft. Diversas gramaturas.
Canson
de visitas,
pastas e capas de publica90es.
oleo, acrilico.
Couche - papel recoberto por uma fina camada de substancias
aspecto cerrado e brilhante, e muito proprio para a impressao
tom, e em especial de reticulas finas.
minerais, que Ihe dao
de imagens a meio-
Metal
A maiaria dos metais, vern da rocha e de sua degradayao.
Sao produtos quimicos e
industriais. Os metais sao materiais de elevada durabilidade,
resistemcia mecanica e
facilidade de conforma9ao,
sendo muito utilizados em equipamentos,
estruturas e
embalagens em geral. Existem muitos tipos de metais, chegando hoje ao total de
sessenta e oito. Oentre eles existem alguns bern diferentes, como 0 mercuric (que e
Hquido) e 0 sodio (que e leve). Os mais conhecidos e utilizados ha muitos anos sao a
ferro, cobre, estanho, chumbo, ouro e a prata.
Os metais sao classificados
em dais grupos,
ferro e a90) e os nao-ferrosos.
as ferrosos
Ferrosos - Ferro: Utensilios domesticos, ferramentas,
estruturas de edificios, latas de alimentos e bebidas.
(compostos
basicamente
de
pe9as de autom6veis
Nao-ferrosos
- Aluminio: latas de bebidas, esquadrias.
Cobre: Cabos telefonicos e enrolamentos
eletricos, encanamentos;
Chumbo: Baterias de carras, lacres;
Niquel: Baterias de celular;
Zinco: Telhados, Baterias;
Os dois ultimos, junto como 0 cromo e a estanho, sao mais empregados
na forma de
ligas com outros metais, ou como revestimento
depositado sobre metais, como, por
exemplo, 0 ayo.
e
Verniz - Atualmente urn dos recursos de acabamento
mais utilizados em impressos
aplica9ao de verniz. Alem de valorizar visualmente
a pe9a, a aplicayao de verniz
garante maior resistencia e durabilidade
principalmente
aquelas destinadas
ao
manuseio intenso, como broad-sides e catalogos ou que precisem ficar expostas por
urn periodo prolong ado, como e 0 caso de displays e m6biles. Como existem
diferentes tipos de vernizes,
necessario conhecer cada urn deles e analisar qual 0
melhor em fun9ao do tipo de pe9a e utiliza9ao da mesma.
e
30
Tipos de Vernizes
Verniz Off-Set - tern como caracteristica
acabamento
(dobra/manuseio).
Oferece
secagem.
basica a prote,ao contra atritos durante
pouco brilho e requer tempo maior de
0
Verniz UV - oferece alto brilho, similar a plastifica9ao,
cantere caracteristicas
de
maior resistelncia a peya. Nao influencia nas cores e a secagem por luz ultra-violeta
nipida. Podem ser: total ou com reserva, com brilho au fosco, perolizado em auro
ou perolizado em prata, texturizado
e Qutros.
e
Verniz UV-High-Gloss - tern como caracteristica
ser de brilho intenso, podem ser
total au com reserva.
Verniz a Base d'agua - fornece urn born brilho (intermediario
entre as dais
anteriores). e protege contra atrit05. A aplicac;ao
feita " on-line" e a secagem
bastante rapida, pois utiliza luz infra-vermelha.
Eo muito importante saber que a
perfei,ao dos resultados da aplica,ao de qualquer tipo de verniz depende sempre do
papel utilizado. Nao e recomendada
a aplica,ao
em papeis chamados porosos (offset, alta alvura etc).Os melhores resultados sao obtidos em papeis ou cartoes com
"coating" como couch€!, supremo, triplex etc.
e
e
a
Lamina,ao
BOPP - fornece
pe,a publicitaria
urn efeito especial de sofistica,ao,
podendo ser: fosco, com brilho, com efeito casca de ovo (gofrado) au com
holografia.
Policarbonato
Os polimeros
condensados
policarbonatos,
que v~m substituindo
lineares da familia dos poliesteres.
0
vidro com sucesso,
sao
Caracteristicas:
• estrutura amorfa (cristalinidade
baixa)
• forma de apresentac;ao
em p6 ou em graos
• originalmente
e transparente,
mas pode ser pigmentado
Propriedades:
• resina cara e de boa estabilidade
dimensional
• nao t6xico, facilmente
usinado, resistemcia a descarga energetica
• aceita metaliza,ao,
alto brilho superficial
• 6tima resistencia mecanica e rigidez dialetica (isolante)
• densidade
de 1,2 g/cm3, impermeavel
a gases
e a chama
Aplica,oes
• em substituic;ao do vidro em recipientes,
frascos, 9alao de agua mineral,
mamadeiras,
construyao civil (telhados transparentes)
• equipamentos
de raios x, lentes para 6culos de sol
• para-brisa,
lanternas e janelas de autom6vel e de aviao
• escudos e aculos de prote,ao, discos compactos (CD)
• construc;ao de pec;a tecnica e estrutural
31
• Industria eletronica, fotogn3fica, eletromecanica, espacial,
automobilistica, aeronautica, mecanica pesada etc.
Design & Materiais: Joselena de Almeida Teixeira (p247)
o
naval,
e
Policarbonato
encontrado em chapas e telhas. Sao tres os tipos de chapas
encontradas no mercado: as compactas, as alveolares e as refletivas (chapas
compaclas com tratamento antiabrasivo e melhor eficiemcia termica). As chap as de
pOlicarbonato sao muito mais leves que 0 vidro. As compactas pesam a metade, e
as alveolares 12 vezes menos. Isto facilita 0 transporte, 0 manuseio na obra, diminui
o peso da estrutura de apoio e facilita 0 trabalho de montagem.
o
Policarbonato e classificado como material de seguranc;a para envidrac;amento
estrutural, pais e 250 vezes mais resistente do que 0 vidro e 30 vezes mais
resistente do que 0 acrilico.
Com esta qualidade, as chapas de policarbonato
oferecem alta seguran~a contra
alas de vandalismo.
os
32
MATERIAlS
E METODOS
DE PESQUISA
Apresenta 0 desenvolvimento do trabalho, adotando par meio de pesquisas
documentais
e com questionarios,
abordando fatos para tazer a analise do projeto e
trac;ar 0 que pode ser feito para melhorar com as informayoes
adquiridas.Tambem
aborda a defini9ao do problema, justificativa e objetivos que quer se alcan9ar
realizando este projeto. 0 conceito S9 baseou na ecologia. pois Curitiba
uma
capital ecologica.
e
A pesquisa definiu 0 publico e se os entrevistados
tinham as informac;:6es para tazer
urn born passeio turistico, a analise dos simi lares nacionais e internacionais
fazendo
uma comparac;ao entre eles. A escolha dos materials par meio de pesquisas
procurou melhorar tanto a parte impressa quanta 0 totem, que agora ficou mais
mademo e atual, porem com caracteristica
da Linha Turismo.
Metodologia
Metodologia
e uma serie de operac;:6es necessarias,
ditada pela experiemcia. Seu objetivo e a de atingir
esfor90. (Munari, 1998, p.10).
0
dispostas em ordem logica,
melhor resultado com a menor
A metodologia
adotada na formula9ao do projeto, foi retirada do livro de Bruno
Munari (1998), "Das coisas Nascem as Coisas".
Problema, Defini9ao do Problema, Componentes
do Problema, Coleta de Dados,
Analise dos Dados, Criatividade,
Materiais e Tecnologia,
Experimenta9ao,
Modelo,
Verifica9ao, Desenho de Constru9ao, Solu9ao.
A metodologia
de sintetiza-Ios
Defini~ao
acima vai ser ajustada ao projeto proposto,
para que 0 projeto tenha objetividade.
do Problema
o
guia de informa9ao nao apresenta 0 endere90 dos
pontos turisticos.
Faltam as fotografias dos diversos pontos turisticos
(atrativo visual para incrementar
a turismo).
~eUn~:~~~:~.o
o
motorista e cobrador, nao tern nenhuma
Mobiliario Urbano esta adequado, mas nao tem
comunicac;:ao visual.
As placas estao muito distantes dos pontos de embarque
e reembarque
e apresenta informac;:oes distintas nos dais
lados.
encontrando
uma maneira
I~"'''',''''''''''''''''''''-'''''''''
t;;;I
Linha Turismo
~=.--~-~-=-----~
-~~_---.::..
..
_
HioapenohugU"
__
••.••
·leioas
Fig 46. Placa Lmha Tunsmo
Justificativa
A necessidade
do projeto da Identidade Corporativa da Linha Turismo, nome
proposto para 0 projeto visa de uma necessidade
de melhorar as suas fun90es para
o turista e a populac;:ao curitibana, tern como objetivo promover a cidade, manter,
criar e consolidar as atrativos turisticos da cidade, levantamentos
de dados turisticos
atraves de pesquisa, visa melhorar a difusao da imagem da cidade de Curitiba como
destino turistico, sua oferta e as servic;:os disponiveis.
Melhorar permanentemente,
as servic;:os de informac;:6es prestados, facilitar a compreensao da cidade pelo turista,
com a prestac;:ao das informac;6es necessarias.
Obje!ivos
Desenvolver a Identidade Corpora!iva da Linha Turismo, para melhorar os servigos
prestados e facilitar a compreensao para 0 turista, com todas as informac;:6es
necessiuias
e alcanc;:ar as metas que
a de incrementar
0 numero de turista na
Linha Turismo.
e
Para alcanc;:ar estes resultados,
precisa
ser feito nova identidade
de tudo que ja
existe na Linha turismo, desde a comunicac;:aodo 6nibus, sinalizac;:aodas placas, urn
novo guia de informac;oes com fotos e mapa para melhor orientar 0 turista, criar uma
nova marca e aplicar nos produtos promocionais
(camisetas,
caneta, bone,
caneca, ... ).
o
resultado
Turismo.
do projeto servir,;
para melhorar
os servigos
prestados
da Linha
Pesquisa de Similares
Onibus Linha Turismo
Linha Turismo Porto Alegre
Em funcionamento
desde janeiro de 2003, a
Linha Turismo ja encantou mais de 85 mil
pessoas. A Linha Turismo vern perrnitindo ao
publico conhecer as belezas e atrativos da
capital gaucha ou redescobrir os detalhes e
hist6ria das ruas e recantos par onde os
porto-alegrenses
transitam todos os dias,
passando por 17 pontos turisticos da cidade.
onibus possui andar superior aberto, e
equipado com sistema de audio em tres
idiomas (portugues, ingles e espanhol),
cameras de seguran9a
e janelas panoramicas.
A porta central do veiculo possibilita
o acesso a pessoas portadoras de deficiencia
e esta servindo de referemcia para
irnplantat;:30 de outras iniciativas simi lares, no Brasil.
passeio dura, aproximadamente
80min e percorre as principais atra90es
hist6ricas, natura is e culturais da capital, como 0 Parque da Reden9ao,
a Pra9a da
Matriz, 0 Mercado Publico, a Casa de Cultura Mario Quintana, 0 Parque Moinhos de
Vento e 0 Parque Marinha do Brasil. A Linha conta ainda com guia especializado.
0
prego do bilhete no andar superior e de R$ 7,00 e no inferior, R$ 5,00.
o
e
o
o
onibus de dois andares, se encontra em manuten930,
Temporariamente,
0 roteiro
esta sendo realizado em um onibus convencional
da Cia. Carris, equipado
com ar
condicionado,
janelas panoramicas
e acessibilidade
universal. 0 roteiro
acompanhado
por guia de turismo especializado.
Neste 6nibus, 0 ingresso
unico,
de R$ 3,00.
e
e
34
Jardineira das Hortensias Gramado
Para quem quer conhecer as belezas da
Regiao das Hortensias, tem passagem
obrigatoria pelas cidades vizinhas. Vai
percorrer os belissimos caminhos de
Gramado e se surpreender com sua hist6ria
e suas atra<;oes. Um passeio inesquecivel
em 6nibus panoriftmicocom guia de turismo
e serviyo de bordo. Conheya as mais belas
paisagens
de Gramado
num passeio
panoramico de jardineira.
Fique por dentro da historia e colha dicas para melhor aproveitar sua estadia em
Gramado. Saidas todos os dias as 10h, 12h, 14h e 16h.
Valor por pessoa: R$ 10,00
Jardineira Tour pel a Mata Atlantica (Angra dos Reis)
Saida do Porto Frade Center, parada na Fazenda do Hotel, continua 0 passeio
passando pelo Campo de Golf, 0 campo e cortado por rios de aguas cristalinas
provenientes do Parque Nacional da Bocaina, parada na cachoeira do Palmital para
banho, passando
pel a planta9ao
do palmito jU9ara em processo
de extin9ao,
parada
na piscina natural de aguas cristalinas para banho.
Continua
0
passeio
por dentro da Mata Atlantica
ate chegar
ao Morro do Coco,
restaurante e bar com piscina e deck, uma belissima vista de 360a graus do Resort e
da Baja de Angra dos Reis, mar e montanha em um s6 lugar, retorno passando pelo
Condominio Porto Frade e conhecendo a localizayclOdo Bistro Frances Chez
Dominique de comida artesanal francesa, debruyado sobre 0 canal navegavel.
o Passeio
tem dura980
Jardineiras Jericoacoara
a forma mais utilizada
E
de 2 horas.
(Fortaleza)
para chegar
em
Jericoacoara, pois e barata e voce nao precisa se
preocupar com 0 trecho de dunas entre Jijoca e
Jericoacoara: a empresa de 6nibus tern jardineiras
4x4 quefazem estaconexao, jil incluida no pre90 da
passagem
que custa R$ 30,50. Sao 3 horarios
por
dia, e alguns possuem a op<;aode embarque e
desembarque na Av. Berra Mar, para sua
comodidade. Ao chegar em Jericoacoara a Jardineira percorre todo
fazendo
quatro
0
vilarejo,
paradas.
35
Linha Turistica (Sao Jose dos Campos)
Roteiro percorre 13 pontos de atra9ao hist6rica e
turistica da cidade. A Linha Turistica Conhe9a Sao
Jose, que percerre varios pontcs hist6ricos e
turisticos da cidade. 0 projeto oearre par meio de
uma parceria entre a Prefeitura e 0 Comtur
(Canselha Municipal de Turismo). A iniciativa visa
permitir aDs moradores e pessoas de fora conhecer
melhor Sao Jose dos Campos. 0 servi90 e operado
par monitores do Senac (Servi90 Nacional de
Aprendizagem
Comercial) e do Cephas (Centro de
Educa9aO Profissional
Helio Augusto de Souza).
=-=,,- ..::-==~
Campos
Urn micro6nibus de 22 lugares e com ar condicionado
va; circular aDs sabados,
domingos e feriados em dais horarios, as 10:30 e 14:30 horas. A tarifa e de R$1,60
par pessoa. 0 roteiro preparado pelo Comtur e percorrido em 2:45h com as
seguintes paradas:
sabados - Parque da Cidade (30 min), Orla do Banhado, Av.Sao Jose (15 min), Feira
Diferente (30 min).
Domingos e feriados - Parque da Cidade (30 min), Orla do Banhado, Av.sao Jose
(15 min), Santorio Vicentina Aranha (30 min).
Los Angeles (California)
Uma excursao de 1 hara, narrado com filme hist6rico
de Hollywood, da teve e dos marcos de radio tais como
estudios de Paramount, dos registros de Capital, dos
estudios de Charlie Chaplin, das posi90es do pelicula
do LA confidential, dos gemeos, mulher bonita e mais.
Veja toda a caminhada de Hollywood da fama, da
bacia de Hollywood, e do sinal de Hollywood com
Fig 51: Linha Turismo - Los
Angeles
muitas oportunidades
para tirar foto. A excursao parte do teatro chines de Grauman,
situ ado em 6925 Hollywood Blvd, as excursoes partem a cad a 1hora de 10:00am a
3:00pm, A excursao retorna ao ponto original de partida, e sao conduzidas
em
ingles. As paradas sao feitas na bacia de Hollywood (10 minutos) e para uma
oportunidade
de grande vista/foto do sinal de Hollywood (5 minutos).
Adulto $16,00, Crian9a $12,00 Infantillivre
San Francisco (California)
Aprecie uma excursao narrada de 1 hora a bordo de
um carro motorizado autentico do cabo. Dirija atraves
das vizinhan~as aos mais belos espetaculos
do San
Francisco tais como 0 cais do pescador, a praia norte,
a monte de Nob, a baixa, a quadrado da uniao, 0
Chinatown e a cais 39. Ponto Da Partida: 0 hop do
trole parte do cais 41. Voce tambem pode pegar a
i
Francisco
6nibus em algumas das seguintes posi90es: Cafe Da Rocha Do Cais 39/Hard,
Quadrado de Ghirardelli, Quadrado da uniao.
36
As horas que 0 onibus opera, sao 10:00am
minutos (ultima vez 2:30pm da partida)
Adulto $17,00 Crianya $9,00 Infantil Livre
ate 4:00pm,
com partidas
cada 20
San Diego (California)
Veja 0 melhor de San Diego no onibus velho da
cidade. Tern guia na excursao com as melhores
historias humoradas e as informaryoes hist6ricas em
uma narrativa movel nipida de duas haras que sao
divertidas e educacionais.
Voce vera e pode vi sitar: Parque De Estado Velho
Da Cidade, Vila Do Seaport, Plaza De Horton,
Console De Coronado, Hotel Del Coronado, Jardim
zool6gico Do San Diego, Quarto De Gaslamp,
Museu do San Diego da arte, Museu Do History
Natural, Museu Aeroespacial,
Campo De Lindberg, Estay80 Naval San Diego,
Parque De Balboa, EL Prado, Parque Do Heritage, Estrela de india, Casa De
Whaley e muito, muito mais!
Os passageiros podem pegar 0 onibus em qualquer altura que entre 9:00am e
4:40pm, os 6nibus partem cada 30 minutos de cad a pOSiy80.
Adulto $24,00 Crianya $14,00 Infantil Livre
Para infantis de 3 anos a entrada
livre.
preryos para crian<;a sao aplicados para
a idade de 4 ;'12 anos.
e
as
Roteiro Italiano
Municipio de Colombo, na Regiao Metropolitana
de
Curitiba.
passeio passa par restaurantes
com comida
tipicamente
italiana, par varias vinicolas produtora
de urn dos melhores vinhos da regiao, pesque
pague, cafes colonia is, entre Qutros. Ambas as
atra90es fazem parte do Circuito Italiano de Turismo
Rural de Colombo. 0 acesso e feito pel a Rodovia da
o
Fig
Roteiro
Uva. Para fazer a roteiro tern que ir de carro au com urn grupo grande de pessoas,
pode ligar para a prefeitura e agendar que eles disponibilizam
de 6nibus para os
visitantes fazer todo 0 roteiro.
37
Aeroporto
...,,'~..-~~-
Nova York
38
39
40
41
.r;l1
Fig
Comunicar;ao
Visual
85:
Placa e Totem
14
Fig
66:
Placa e Totem
15
6nibu~
42
43
44
45
46
Analise dos Similares
As Linhas Turismo do
turistas para conhecer
urnas das Qutras pois
o trajeto
leito em 80
e
Brasil e exterior tem 0 mesmo objetivo que e a de levar
as principais pontcs turisticos das cidades. 0 pre.yo difere
alguns passam par mais pontcs e Qutras nao, pois geralmente
minutos a 2 horas, dependendo
do lugar.
A maiaria das Unhas Turismo tern Quia turistico a bordo, explicando cada ponto aos
turistas, ja em Curitiba a linha nao tem este recurso, 56 um sistema eletr6nico que da
uma pequena explicada nos pontcs turisticos.
Os transporte Linha Turismo do Brasil sao feitos geralmente com micro6nibus,
56 a
Linha de Porto Alegre e Curitiba que inovaram, pois tern model os diferentes, assim
destacando dos outros transportes da cidade. as onibus das cidades dos
Estados Unidos, a maiaria utiliza urn estilo de tipo bonde antigo e com cores fortes e
tambem separam as pre((os de adulto e crian.ya. 0 que aqui no Brasil, na pesquisa
que loi leita nao loi constatado dileren9a no preyo ou a partir de que idade costuma
se cobrar.
S8
Aqui no Brasil a maioria dos passeios feitos pelas Linhas Turismo, tem disponivel
sistema de audio au guia turistico no minima tres idiomas, assim atendendo tambem
as turistas estrangeiros,
ja as cidades dos Estados Unidos, nem todas as Linhas tern
OP980 de outros idiomas, geralmente os passeios e feito em ingles.
o guia
turistico da Linha Turismo dos Estados Unidos, costuma usar muita
propaganda,
no mesmo guia, tentam vender tudo; seja um passeio de barco ou uma
ida ao parque de divers80 e tematico, ha tambem muita propaganda
de restaurantes
lojas e hoteis, tudo no mesmo guia que faz 0 percurso da Linha Turismo, que acaba
confundindo
0 turista, po is ha muita informa98o.
Fig 101: Folder
Americana
47
I
Poslos.delnforl1l<ll;<IOTuristlca
~g~",,"=.,
~~?-~-:::;.
~§'!;:.'i:::"
'IT !fiif!!!:':,'",,":"
Pesquisa
Publico
A pesquisa foi realizada com 60 pessoas, em diversos pontos da Linha Turismo. A
pesquisa procurou identificar 0 publico alva e se os entrevistados
ja tinham todas as
informac;:5es necessarias para fazer urn born passeio turistico.
Durante a pesquisa foram levantadas as seguintes informac;:6es: a Linha Turismo
recebe por dia durante a semana, de terc;:a a domingo, 20 pessoas, enos finais de
semana, par dia 50 pessoas.
Em 2003, segundo 0 site da Prefeitura de Curitiba, a Linha Turismo reeebia por mes,
aproximadamente
15,000 pessoas e de 2004 para ea esta estimativa vem caindo,
hoje a Linha nao recebe nem 1,000 ao meso Pelos dados da pesquisa isto acontece
por 0 prec;:o estar alto, 0 transporte urbano de Curitiba ser tao farnoso, reconhecido
mundialmente
e barato em relac;:ao
Linha Turismo e passar pelos pontos turisticos,
e tambem relacionado ao turisma de neg6cios que cresce ana ap6s ano, rendendo
mais para as redes de hotelaria do para 0 turismo de lazer.
Pesquisa de Publico
resultado concluiu que a maioria dos entrevistados
e do sexo feminino com idade
de 41 a 50 anos, e 0 Parana, sendo a maioria de Curitiba e a que mais utilizam a
Linha Turismo geralmente pessoas que acabaram de mudar para a cidade e ficaram
sabendo da Linha por hotel e amigos.
a
o
Os estrangeiros
que visitam a cidade e utiliza a Linha Turismo,
Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Paraguai.
e de
paises da:
48
[dade
15%
3%
014 - 20 anos
8%
.21 -30anos
031 - 40
~30%
anos
041- 50 anos
44%
.51
Fig 103: Grafico
anos au +
1
Sexo
oMasculino
.Feminino
Fig 104: GraficQ 2
Procedencia
oBahia
I!IParana
D Rio de Janeiro
9%
4%
10%
o Rio Grande do Sui
• Santa Catarina
33%
4%
5%
osao Paulo
oOulros
D Estrangeiros
Fig 105: Grafico
3
Formularios
Resultado da pesquisa para saber 5e com urn passe as entrevistados
ja sabiam que
poderiam visitar 5 pontcs turisticos.
• Dos 60 entrevistados
75,2%, jil sabiam e 28,8 %,nao sabiam.
Se as entrevistados
ja tin ham escolhidos as 5 pontcs que tinham direito para vi sitar.
• 83,3%, sim e 16,7%, nao.
Comprariam
mais passes para visitar as outros pontcs turisticos.
• 4,3%, sim e 95,7%, nao.
Se
ja possuia
0
•
sim e 31,2%,
68,8%,
guia de
informac;oes da Linha Turismo.
nao.
49
Como as entrevistados tomou conhecimento da Linha Turismo.
• hotel: 62,5%, amigos: 25,2%, Internet: (site viagem Curitiba)
Se
12,3%.
ja possuia todas as informac;5es para fazer urn born passeio.
•
92,5%,
sim e 7,5%
nao.
A maiaria dos entrevistados ja sabia que poderiam visitar 5 pontos turisticos e ja
haviam escolhidos as lugares para visitar, tambem ja possuiam a guia de
informagoes para fazer urn born passeio.Os entrevistados
nao pretendia comprar
mais de urn passe, por 0 prego ser de valor eleva do.
Materiais
A escolha dos materiais pode atingir 0 objetivo principal do projeto, pode oferecer
qualidade de vida a comunidade par meio do prod uta au servic;os idealizados,
respeitando 0 meio ambiente. Os materials devem ser selecionados para satisfazer
as requisitos do projeto e de respeitar a meio ambiente, seja reaproveitando au na
reciclagem de materiais.
a material
escolhido
para as pegas impressas:
papel coche, papel triplex,
papel off
set.
A sinalizac;:ao da Linha Turismo, ao inves de utilizar uma placa nos moldes atuais,
utilizara urn totem confeccionado em aluminio fundido anodizado, assim como a
novo mobiliario urbano de Curitiba que e deste mesmo material, que tern elevada
resistencia as intemperies (nao enferruja), alem da beleza pr6pria do material,
diferente do ferro que e usado nas placas de sinalizac;ao 0 qual mesmo sendo
galvanizado enferruja com a tempo.
o
Totem da Linha Turismo vai ser aluminio anodizado na car prata fosco, pelo fato
de haver pouca diferenc;:a da entre a car prata e a cor original do aluminio.
50
Para maior resistencia das colunas vai se utilizar concretagem interna (areia,
cirnento, pedra brita e duas barras de ferro), e 0 acabamento da parte superior da
col una que e oca, ap6s a concretagem e feito com uma tampa, com encaixe
apropriado.
a Totem nao exige processo de soldagem, a rnontagem e feita por fixac;ao atraves
de parafusos
de inox (al'o inoxidavel).
Entre as colunas
do Totem se situa uma moldura,
em policarbonato a qual
extensao
que dara suporte
e fixado na moldura atraves
e nas duas superficies.
°
ao vidro duplo
de cantoneiras em toda sua
Junto com a colocal'ao
do vidro se interpoem
entre
a cantoneira e vidro urn baguete de material vedante contra infiltrac;aode agua.
Entre os vidros sercio colocadas as informac;oesda Linha turisrno impressas em
papel, pois pode se mudar a arte facilmente,
sem muito custo.
No layout do 6nibus vai se utilizar tinta automotiva.
Parametros e Requisitos
o projeto vai dar maior conforto aos turistas e usuarios da Linha Turismo, pois vai
proporcionar comodidade na locomoc;aodestes usuarios. 0 Totem de sinalizac;ao vai
ter a disUmcia de 2 metros dos abrigos de 6nibus e 0,5 metros do meio fio. 0
tamanho do Totem tera 2 metros e 20 cm de altura,
estatura dos brasileiros
de 165,5 cm.
e
uma vez que a media de
o folder vai conter todas as informac;oesnecessarias contendo fotos dos pontos
turisticos, a texto vai estar disponivel em tres linguas explicando urn pouco da
hist6ria dos locais para melhor auxiliar e satisfazer os usuarios.
Conceito
o conceito
da Identidade
Corporativa
da Linha Turismo,
esta relacionado
com a
ecologia, por Curitiba ser reconhecida como Capital Ecol6gica que se preocupa com
o meio ambiente desde sua fundac;ao.
A Capital Ecol6gica preserva extensas areas verdes e abrac;a a ecologia de forma
ampla, tern urn indice aproximadamente de 52m2 de area verde por habitante, as
400 prac;ase os 30 bosques e parques foram criados para conter problemas de
enchentes e para preservar os rios da poluic;ao.
Com base nestes dad os, 0 projeto se baseia no conceito da ecologia e da
preservac;ao e conservac;ao ambiental, promovendo a continuidade de Curitiba ser
reconhecida
como Capital
Ecologica.
Design Informacional
A comunicaC;8oocorre quando 0 receptor homem recebe e interpreta corretamente a
mensagem que 0 emissor deseja transmitir. A informaC;80recebida pelo homem e
transmitida ao sistema nervoso central onde ocorre uma decis80. RecepC;80 das
mensagens surge como urn processo que compreende quatro fen6menos distintos:
a atenC;8o,a percepc;ao, a compreensao e a memorizac;80.
o design
de informal'ao
propoe trazer conforto
e facilidade
de leitura e proporciona
a
identificac;aoimediata da marca, da empresa e do produto a ser informado. A cor e
a parte mais emotiva do processo visual, ela tem grande forc;ae e usada para
51
expressar e refon;:ara informatyaovisual. Do ponto de vista ergonomico as cores
visam contribuir para melhorar compreensao possivel da leitura se for bem
empregada.
De um modo geral, as padr6es ergonomicos dizem respeito aos aspectos: figurafundo: que sao as adequar;6es das cores empregadas, considerando a relayao
figura fundo, nas imagens e textos que se nao for utilizado corretamente proporciona
um resultado de qualidade de baixissimo nivel de visualizatyao e compreensao da
informayao, as vezes tornando-se ilegivel para a receptor. Conhecimento:apJicar;ao
das cores para determinadas
fun90es:
ex:
0
vermelho
que indica perigo,
0
amarelo
para atenc;:aoau alerta e a verde seguranya. Outre ponto e a aspecto psicologico:
cores quentes, associadas a ideia do sol, do fogo, do calor, da alegria e da
exuberancia, e cores frias, associadas a ideia do frio, de sensar;ao de calma
tranqOilidade, e ambas empregadas juntas trazem a harmonia e equilibria visual.
Adequayao
de familia
tipografica:
para maior visibilidade
e legibilidade
de palavras,
textos e logotipos, para situar;6es fixas, au movimento real, au relativa. Utilizac;:aode
letras e caracteres sem serifa para facilitar a compreensao da informac;:ao.Escolha
adequada para elaborar;ao de textos: textos long as e recomendado utilizar caixa alta
e baixa, e textos curtos pode-se utilizar caixa alta e baixa au apenas, au apenas uma
das duas. Por tim dosar as informac;:6esunindo esses parametros ergonomicos a
outros atributos
Percepyao
de ayao psicol6gica.
da Informayao
o redirecionarnento da visao, de urn ponto para outre, pode fazer
uma nova fixac;:ao,
envolve movimentos coordenados entre os 01 has, a caber;a e a corpo, que podern
ser classiticados em quatros tipas.
Mavimentos sacadicos - sao movimentas rapidos dos olhos, aos pulos em direr;ao a
nova posir;ao.
Movimentos de perseguityao - rnavimentos lentos dos olhos acompanhando a
movimento de um objeto move!.
Focalizac;ao - movimentos opostos entre as dais 01 has, para focaliza-Ios sobre a
mesmo objeto.
Movimentos compensatorios - movimentos dos olhos no sentido oposto aos
movimentos da cabec;a, para manter a fixac;aosabre urn objeto, durante as
rnovimentos da cabec;a.
Objetos que se movimentam com rapidez, certos detalhes podern passar
desapercebidos, entre uma fixatyaoe outra dos 01 has. 0 tempo necessaria entre
duas fixac;6es sucessivas depende de varios fatores com a visibilidade dos objetos e
o conhecimento
previo.
Em geral esse tempo e na faixa de 300 a 700 ms.
Desenhos de letras, nurneros e simbolos
Os tamanhos, proporc;6ese cores usadas em letras, numeros e simbolos influem na
sua legibilidade.
52
Dimens5es - a tamanho de letras e numeros depende da distancia de leitura. Em
geral recomenda-se
que a altura de letras e nDmeros seja de 1/200 da distancia em
milfmetros. Exemplo, se a distancia da leitura for de 1 metro, a altura da letra deveria
serde 5 mm.
Propon;5es - as proporc;5es recomendadas
• largura da letra 2/3 da altura
• espessura do tra90 1/6 da altura
• distancia entre letras 1/5 da altura
•
•
•
sao:
distancia entre palavras 2/3 da altura
interval a entre linhas 115 da altura
altura da minDscula 2/3 da altura maiuscula.
Tipos - devem
semelhante.
ser usados
de trac;os simples e uniformes
e algarismo
de forma
Cores - a cor tem que ser adaptada para dar maior legibilidade.
Exemplo preto sobre
a fundo branco. Uma combinac;ao adequada de cores, ajuda a obter maior
concentrac;ao das pessoas.
Simbolos - 0 desenho de simbolos deve atender aos seguintes requisitos:
• contornos fortes - a figura deve ter contornos fortes bem definidos, para atrais
a atenc;ao.
• simplicidade
- formas simples, despojadas de detalhes sao mais facilmente
percebidas.
• figura fechada - figuras inteiras, completas, sao msis facil percebidas.
• estabilidade
da forma - a figura nao deve permitir interpretac;5es
dubias, como
acontece quando ha confusao entre figura e 0 fundo.
Simetria
- a leitura sera facilitada
se a figura tiver simetria,
na medida
do passive!.
Caracteristicas
dos produtos
Do ponto de vista ergonomico, todos os produtos, sejam grandes ou pequenos,
simples ou complexos, destinam a satisfazer certas necessidades
humanas e dessa
forma, direta au indiretamente,
entram em cantata com a homem. Entao para que
esses produtos funcionem bern em suas interac;:5es com os seus usuarios au
consumidores,
devem ter as seguintes caracteristicas
basicas.
Qualidade tecnica - e iI parte que faz funcionar 0 produto, do ponto de vista
mecanico, eletrico, eletronico, ou quimico. Realizando
func;6es como cortes, soldas,
dobragens e outros. Dentro da qualidade tecnica deve-se considerar a eficiemcia
com a que 0 produto executa a funC;ao, a facilidade de limpeza e manutenyao.
Qualidade ergonomica - inclui a facilidade de manuseio, a adaptac;:ao
antropometrica,
a fornecimento
de movimento e demais itens de conforto e
seguranya.
Qualidade estetica - envalve a combinac;:ao de formas, cores, usc de materia is,
texturas, para que os produtos sejam visual mente agradaveis.
53
ha
Na defini~ao dessas qualidades,
tambem um forte componente
eeon6mieo e de
prefereneia dos eonsumidores.
Muitas vezes e preferivel alterar as aspectos
estetieos e ergonomicos
dos produtos por quest6es mercadol6gicas,
porque as
qualidades teenieas nao sao tao visiveis aD eonsumidor e tambem sao de mais difieil
modifiea~ao. Entretanto, existem tambem muitos easos de produtos que sao
tecnicamente
bern resolvidos, mas fica dificil dota-Ios depois das qualidades
ergonomieas e estetieas.
Livro (Ergonomia Projeto e Produto, Itiro Lida, 1990, SP - pg193, 194 e 354)
Gera!(oes
Alternativas
Logomarca
Linha Turismo
Fig 107: Marca
atual
Linha Turismo
54
..
~
,~
-
~-(;&~
~
C-ihha
Turismo
55
~~~
~~
¥{}0~
~~~
Linl
0.
T r;gmo
LDnha T~rU~mo
L j nh Q.. Ttf (l i:9tno
56
L;nh
---"-'-",
~.
?-f
,:0\.1
~HA
TURI5MC)
57
Fig 108: Geracao
Alternativa
Marca
As alternativas acima foram descartadas,
pais, nenhuma chegou ao resultado que se
esperava. 0 mapa da cidade de Curitiba que foi sugerido na gera,ao de alternativas,
ficava uma coisa muito amp la, ja a mapa da linha Turismo poderia com 0 tempo
adicionar um novo ponto turistico, assim alterando a logo. As arvores e 0 pinheiro
citada, ja esta muito saturado pais existem muitas logomarcas com estes simbolos
aqui em Curitiba, e 0 pinheiro nao representa s6 a cidade de Curitiba, mas sim
Parana e a toda a Regiao SuI. Pegar urn dos pontos turisticos como simbolo
tambem niio foi uma boa op,ao, tanto que foi sugerido 0 Jardim Botanico que
representa a simbolo da cidade, mas tambem ja
usado em muitas caisas para a
representa,ao
da cidade. A op,ao de etnias tambem nao chegou a nenhum
resultado, pais, tinha que representar varios povos em um s6 simbolo, 0 modelo do
6nibus da linha Turisma, com a tempo paderia mudar a estrutura, 0 layout do
onibus, assim se perdendo a logomarca, entao comec;ou a fazer um estudo com
folhas, para representar a cidade ecol6gica que
Curitiba, gerou-se varias
alternativas ate chegar ao resultado esperado.
°
e
e
Marca escolhida
Fig 109: Marca
escolhida
58
A nova marca da linha Turisrno de Curitiba, tem como elemento um "circulo" e urn
"onibus". 0 "circulo" mantem 0 padrao de placas de sinalizac;ao, e tambem simboliza
urn trajeto onde ele retorna ao ponto onde 0 onibus partiu. 0 "onibus", simboliza 0
onibus da Linha Turisrno, mas com tralfos mais soltos e com menos detalhes do que
a do desenho original, podendo assim fazer a reduc;aoate seu tamanho estimado,
sem prejudicar
a legibilidade,
e tambem
se algum dia for mud ado
onibus nao vai prejudicar a marca ja que
sim uma representalfao.
0
0
modelo
do
onibus nao e uma copia fiel da original e
Fig 110: Marca aplica!;ao de cores
A familia tipograftca escolhia para a identidade visual da linha Turismo foi a Frutiger
BT, em caixa alta, pOis e uma tipografia
de boa legibilidade.
As cores empregadas
na marca Linha Turismo sao 0 verde (C:93 M:41 Y:9a K:9 e
R:O G:101 8:55) e 0 vermelho (C:35 M:100 Y:9a K:2 e R:149 G:40 B:41). As cores
escolhidas fazem referenda a bandeira da cidade de Curitiba, que contem 0 verde e
vermelho. 0 verde reproduz a cidade ecologica, e tambem simboliza a natureza,
equilibrio, esperanc;a, firmeza, coragern, e a cor que menos fadiga a vista e
estimulante, e oferece uma sensac;ao de repouso. Ja vermelho, sirnboliza urna cor
traz forc;a,energia, rnovimento, coragem, intensidade, emOC;ao,aC;8o,aumenta a
atenc;8.o,e estimulante e motivadora.
As duas cores juntas reproduziram uma harmonia a marca, dando urn equilibrio
entre 0 estimulante e a natureza, trazendo 0 colorido de uma forma a nao agredir,
mas sim de chamar a atenc;8.odas pessoas.
59
Gera~oes Alternativas
Toten.
Fig 111: Placa
I-J
-=-=-
.---
60
I
I
61
62
o
~O
63
Fig 112: Ge(a~aOAltemativa Totem
o mobiliario urbano deve
qualidade
atender as necessidades humanas para melhorar a
de vida da popula9ao,
nao apenas
decorando
as cidades,
mas sim,
proporcionar a circula~ao eficiente, informac;aoe comunicac;ao adequada.
64
Totem escolhido
Fig 113: Totem escolhido
65
Totem Aplica,ao
L{ /
IU~
p,a"wntes
~
~
09hoo
09h30
l1hOO
l1h3012hOO
10hOO 10h30
12h30
13hOO 13h30
14hoo
14h30
15hoo
16hoo
16h30
15h30
pra"Untes
O9hOO09h3010hOO10h30
111100 l1h3012hoo12h30
131100 131130 14hOO 141130
IShOO15h3016hOOl6h30
171100 17h30
17h0017h30
Naooperahsegundas-leiras
Fig 114: Totem
aplicat;~o
/
No T ctem de sinalizac;c3o va; a logomarca no topa, nome do local em que esta a
placa, ieone do ponto turistico, horarios dos embarques e reembarques
e mapa.
66
67
68
Fig
116: Gera9<30
Fig 117: bnibus
Alternativa
Comunicay30
Onibus
escolhido
Na nova comunicac;aodo Onibus da Linha Turismo foi escolhido a cor verde, C:93
M:41 Y:98 K:9 e R:O G:101 8:55, que
e a cor
que esta na nova logomarca
desenvolvida para a Linha Turismo. A cor tras referencia a bandeira de Curitiba e
simboliza a cidade ecol6gica que Curitiba representa, tambem simboliza a natureza,
69
jil que
cidade.
a maloria dos lugares visitados com a Linha Turismo passa por parques da
Apesar dos anibus do Transporte Coletivo de Curitiba ter varias cores destinas para
ir a cada local da cidade, e mesmo tendo um 6nibus de cor verde, 0 verde aplicado
na cor do 6nibus da Linha Turismo
totalmente diferente (mais escuro), e por esta
e
razao nao vai confundir os usuarios, e sim firmar que este ani bus e da Linha Turismo
e nao do Transporte Coletivo, alem da cor verde se destacar e ter melhor
visualizac;:aoe memorizac;:80.
A comunicaC;:80do onibus continua com os lcones dos 25 pontos turisticos que a
Linha Turismo passa, pois nao se achou outra maneira mais adequada de
representar a Linha Turismo de Curitiba que nao fosse com a representac;:aodos
lugares, mas apesar de usar a mesma ideia inicial, os icones dessa nova etapa tern
diferentes trac;:ose cores aproximadas dos lugares representados (pontos turisticos),
tendo urn visual mais marcante e alegre. A aplicaC;:8oda cor e dos lcones com tinta
automotiva.
70
RESULTADOS
Fundamentalfao
te6rica
Baseado na necessidade
de criar uma nova identidade e revitalizar
forarn utilizados na fundamenta~ao teorica as seguintes motivos:
a Linha Turismo,
Totem
•
•
Baseado na observac;:ao e pesquisa do projeto ja existente ficou
evidenciado
a deteriorayflo
na estrutura de ferro mesma sendo ferro
galvanizado, que com 0 tempo comeC;:8 a enferrujar e par esta razao 0
totem e feito de aluminio.
0 totem tem facilidade de execu9ao por qualquer tecnico da area, por nao
precisar de equipamento ou maquina especial para confeccrao de sua
estrutura, pais a mesma utiliza materia prima que S8 encontra
disposiyao no mercado.
Todas as informa90es do totem podem ser vistas dos dois lados, 0 que
nao ocorria na placa atual, pais por ser uma placa pequena as
informayoes tinha que se dividir em duas partes (na frente e atras).
fazendo com que 0 usuario tivesse que se deslocar para verificar todas as
informac;:oes.
a
•
Onibus
•
•
•
Na nova comunica9ao
visual do 6nibus da Linha Turismo foi escolhido a
cor verde, C:93 M:41 Y:98 K:9 e R:O G:101 8:55, que e a cor que esta na
nova logomarca desenvolvida
para a Linha Turismo. A cor tras referencia
a bandeira de Curitiba e simboliza a cidade ecol6gica que Curitiba
representa,
tambem simboliza a natureza, ja que a maieria dos lugares
visitados cem a Linha Turismo passa por parques verdes da cidade.
Apesar dos 6nibus do Transperte
Celetivo de Curitiba terem varias cores
distintas para ir a cada local da cidade, e mesmo tendo urn 6nibus de cor
verde, 0 verde aplicado (no projeto) na cor do 6nibus da Linha Turismo e
total mente diferente (rnais escuro), e por esta razao nao val confundir os
usuarios, e sim firmar que este 6nibus e da Linha Turismo e nao do
Transporte
Coletivo, alem da cor verde se destacar e ter melhor
visualizac;:ao e memorizac;:ao.
A comunicac;:ao do 6nibus continua com os lcones dos 25 pontos turisticos
que a Linha Turisrno passa, pois nao se achou outra maneira mais
adequada
de representar
a Linha Turismo de Curitiba que nao fosse com
a representa9ao
dos lugares, mas apesar de usar a rnesma ideia inicial, os
leones dessa nova etapa tern diferentes tra90s e utiliza cores aproximadas
com as dos lugares representados
(pontos turisticos), tendo um visual
rna is mareante e alegre.
Folder
• 0 novo folder da Linha Turismo vem com todas as fotos dos pontos
turisticos, e as informac;:oes
nadonal ou estrangeiro.
neeessiuias
para todo tipo de turista tanto
• Apresenta urn mapa mais elaborado com ruas dos locais e ruas paralelas,
para os usuarios melhor se situar dentro do trajeto da Linha Turismo.
Contem icones representando os locais a serem visitados.
Uniformes
• Os novos uniformes do motorista e do cobrador da Unha Turismo sao:
calga social na cor verde, camisa branca com a logo identificada no bolso,
e
e jaqueta verde para clima frio. A gravata vermelha
destinada somente
para 0 motorista. Utiliza.,ao de cracM de identificayilo
para motorista e
cobrador. Essa escolha identifica muito bem 0 motorista e 0 cobrador da
Unha Turismo, pois ate entao eles usavam 0 mesmo uniforme que e
usado no transporte coletivo, que e na cor cinza. Nas vistorias realizadas
nilo foi observada
lIustra~6es
Apresentayao
Fig
119:
nenhuma
identificayao
(cracM
e logo).
e Fotografias
de ilustrayoes
e fotografias,
que informa
detalhadamente
0
projeto.
Uniforme
72
73
Fig 121: Camisetas
~
~
Fig 122: Caneca
Fig 123: Bone
Jose dos Santos
Fig 124: CracM
74
4 ~. - 5
..........
Fig 126: Sacola
Fig 129: Cartao
Fig 127: Ticket
de Visitas
Fig 130: Envelope
75
Fig 131: Mapa
Fig 133: Caneta
Fig 134: Papel Carta
76
Desenho Tecnic~-11~
T~lj--_~_-_"F_~_-.,--1=
L
---1_~
-'-----
Fig 136: Desenho Tecnico
77
Perspectiva e numero de pe9as
Perspectiva
-_1,,:-"10"--
~r'
,j'-
_
11~
:;;
E
@
,
(
0
~
'II
(
.~
~:5O......nY1)_
ILFig 137: Perspectiva
.
-'
L-
1
78
Pe9as do totem - 1: 1
-V",,~l,
0,
I),l"
UA- •. ,ll
,_'u.o::.
o.
•
,,.....
,;..,...-1.0
jO
L"
Fig 138: Pecas
=
=
1 - 2 colunas: sec9ao quadrada
76,20 mm - altura
2200mm
2 - 2 laminas transparentes de policarbonato: espessura = 0,4 mm
altura = 1600 mm - largura = 500 mm
3 - 2 folhas de papel: espessura = 0,2 mm
altura = 1600 mm - largura = 500 mm
4 - 8 cantoneiras com lados iguais: sec9ao = 25,40 mm - espessura = 3,175 mm
comprimento
maior (4 unidades) = 1600 mm
comprimento
menor (4 unidades) = 500 mm
5 - 10 m de baguete: diametro = 0,2 mm
comprimento maior = 1600 mm - comprimento menor 500 mm
6 - moldura: largura; 76,20 mm - altura; 6,35 mm
comprimento maior = 1600 mm - comprimento menor = 500 mm
7 - 4 suportes retangulares:
altura
34, 925 mm - largura
50,8 mm
comprimento
= 50,8 mm
parafusos inox: 3/16" x 1/4"
rebites: 4mm
=
=
=
79
DlscussAo
A Identidade Corporativa da Linha Turismo
produtos da Linha Turismo.
•
vem propor uma nova identidade
aos
Discurso
o totem
melhorou na qualidade dos materiais, que passou a usaf 0 aluminio
anodizado na cor prata fosca que tern pouca diferem;a entre a cor prata e a cor
natural do aluminio.
alumino resistente a intemperies (nao enferruja), alem de
sar bonito, madarno e
urn aspecto de leveza. 0 totem naD exige processo de
soldagem, a montagem e simples e e feita par fixat;ao de parafusos de ayD
a
e
da
inoxidavel. A aplica930 da arte do totem
e realizada
interpondo-a entre duas
e
laminas transparentes de policarbonato, porque 0 mesmo
mais resistente (250
vezes) e mais resistente que 0 acrilico (30 vezes), alem de pesar a metade, facilita
transporte, manuseio, diminui
trabalho de montagem.
os atos de vandalismo.
0
peso da estrutura de apoio e tambem facilita
As chapas de policarbonato
A arte do totem e composta
0
0
oferecem alta seguranga contra
por duas folhas de papel,
contendo apenas urn lado impresso. contend a as informayoes da Linha Turismo. A
opyao de usar 0 papel foi escolhida caso de haver necessidade de mudanya nas
informayoes dos horarios ou do mapa; enfim sera mais facil e barato ser trocado
sem ter que utilizar outra placa de policarbonato (caso a mesma tivesse as
informayoes impressas). Para maior resistimcia das colunas se utiliza concreto
armado no seu interior (areia, cimento, pedra brita, duas barras de ferro) e 0
acabamento da parte superior da coluna, ap6s a concretagem, e feito com uma
tampa com encaixe apropriado. 0 ponto negativ~, se assim pode se dizer, e que 0
aluminio e mais caro do que 0 ferro, 0 policarbonato e mais care que 0 vidro e chapa
de ferro, mas se tratando de um produto que visa ser usado por muitos anos e 0 fato
de nao enferrujar, nao quebrar, alem de oferecer uma beleza incontestavel, nos
induz a optar pelo aluminio e policarbonato.
o novo layout do 6nibus
da Linha Turismo apresenta visual com contraste marcante,
alegre e faciJmente reconhecivel em funyao das novas cores utilizadas, tanto no
6nibus quanto nos icones. Numa analise pensando em aspectos negativos da atual
proposta, podemos remotamente suspeitar que as atuais cores sofram de processo
de deteriorac;;clono decorrer de muitos anos, ficando mais foscas pela ac;;aoda
radiagao
solar (pela utilizagao
de cores mais escuras).
o novo folder apresenta inforrnac;;oesmais detalhadas com imagens de todos os 25
pontos turisticos e urn mapa rna is completo. Como aspecto negativo colocamos 0
tamanho
(58cm x 42cm).
•
Comparac;;ao
A comparac;;aoentre as Linhas Turismo no Brasil e no exterior, apesar de ter 0
mesmo objetivo que e de entreter os turistas e leva-los para conhecer os pontos
turisticos e com isso acrescentar 0 turismo na cidade ou pais, tern algumas
e
diferen9as: 0 pre90
uma del as, difere muito entre uma cidade ou pais, alguns
lugares no Brasil 0 pre90 varia de R$ 5,00 a R$ 34,00 e em paises do estrangeiro
0
pre90 varia $12,00 a $24,00, alguns lugares fazem com este mesmo pre90 um
trajeto maior (visitando mais lugares) geralmente este trajeto varia de 80 minutos a
2h30 minutes. Dutra coisa que difere
que todos as similares podem visitar todos as
lugares com 0 mesma bilhete, ja a linha Turismo de Curitiba pede-se visitar
somente 5 lugares e depois querendo vi sitar outros tera que comprar mais uma
passagem para mais outros 5 lugares e assim por diante. A Linha Turismo de
Curitiba naa tern guia turistico abordo 0 que difere dos Qutros lugares, ate mesma no
Brasil, em Porto Alegre, existe esse diferencial, aqui em Curitiba tem um sistema de
audio que acaba sendo mais impessoal, mas tambem pratico ja que 0 turista tern
liberdade de descer nos lugares que quiser e ficar quanto tempo que desejar, sem
ficar dependente do guia turistico ou do horario do 6nibus.
e
No Brasil dos simi lares analisados,
somente Curitiba e Porto Alegre se diferenciam
por apresentar
onibus tipo jardineira,
nos Qutros locais sao utilizados
onibus comuns
ou micro6nibus.
As jardineiras
alem de serem mais apropriadas
para esses passeios
turisticos por ter janelas panoramicas
dando boa visibilidade
ao turista para
conhecer a cidade pelo caminho, tambem acaba se diferenciando
dos outros
transportes (facilitando sua identifica9iio).
Outro aspecto importante
que ao
analisar as similares da Linha Turismo em outros paises, verificamos
que
geralmente
nao possuem disponivel
para as turistas estrangeiros
de um sistema de
guia a bordo au audio em outros idiomas, sendo que aqui no Brasil, houve essa
preocupa~ao,para melhor atender 0 turista vindo de outros paises.
e
o folder
de outros paises tambem nao e traduzido em outros idiomas, alem de
apresentar
muita propaganda
de outros tipos de turismo, por exemplo: passeio de
barco, parque de diversao e tematico, restaurantes,
lojas, hoteis, 0 que em vez
informar acaba poluindo muito 0 folder. 0 folder que foi feito para a Linha Turismo
tem as fotos de todos os locais, tem a tradu9iio em tres idiomas (portugues,
ingles e
espanhol),
oferece urn mapa completo para os usuarios se situarem melhor
seguindo a ordem de sua parada, os horarios dos onibus em cada local e os
endere~ose telefones de informa~6esturisticas caso 0 usuario queira tirar duvidas.
formato do folder projetado
um pouco maior que os demais pesquisados,
mas
tern a vantagem
de ter urn mapa mais completo com mais imagens ilustrativas.
o
e
o
sistema de sinaliza~ao pesquisado
nos similares (aeroportos,
parques e mobiliario
urbano), verificou que sao utilizados varios tipos de materiais, tais como: pedra,
aluminio, ferro, madeira, em diversas apresenta~oes.0 totem que foi projetado para
a Linha Turismo de Curitiba e confeccionado
com aluminio (material que nao
enferruja), 0 modele
bem mais atual, que a placa que esta hoje fazendo a
sinaliza9ao da Linha.
e
Foi pesquisada
a comunicac;ao
visual das linhas de turismo em gera!. Em geral os
6nibus tem uma apresentayao
bem colorida em sua arte, usando cores fortes e bern
chamativas,
geralmente
a cor vermelha,
uma das mais usadas no exterior. 0 onibus
projetado para a Linha Turisrno
na cor verde escuro, que simboliza a natureza,
se
diferenciando
dos demais veiculos de transporte de coletivo de Curitiba, mesmo
tendo urn onibus de cor verde circulando na capital, mas que apresenta
urn verde de
e
81
tonalidade bem mais clara sendo bem diferente da cor escolhida para a jardineira.
Os 25 icones representativos
dos locais turisticos a serem visitados, continuam
inseridos no layout do onibus da Linha Turismo atual, mas com a diferenc;a de que
agora os icones vem com cores aproximadas
dos locais que Ihe deram origem,
simbolizando
mais alegria e se destacando melhor que os anteriores.
•
Raz6es
A comprova,ao
da qualidade do produto projetado fica evidente pela experiencia
e
aceitaC;8o, dos materiais empregados em nosso projeto, nas mais diversas areas de
utilizaC;8o no uso cotidiano.
Acreditamos que todo esfon;o empregado para melhorar a comunicac;ao entre seres
humanos tern a maior importancia,
uma vez que facilita a vida das pessoas atraves
de uma identidade visual mais positiva.
82
CONCLusAo
E RECOMENDA<;:OES
No processo de desenvolvimento
do projeto, buscou-se dar uma nova identidade a
Linha Turismo, com dados obtidos atraves de muita pesquisa. Este projeto se mostra
mais adequado,
uma vez que procura atender as expectativas
dos usuarios, a tim de
levar ate eles urn conforta cada vez maior no que tange a area de lazer.
Assim como n6s nos baseamos nas experiemcias
passadas para criar este projeto,
acreditamos que com este trabalho estamos colocando mais "uma pedra" para a
construy2lo de urn futuro melhor e que tambem possa servir de base para novas
melhorias.
APENDICE
Questionario
OU ANEXOS
de Pesquisa
UTP - UNIVERSIDADE
- Portugues,
Espanhol
e Ingles
TUIUTI DO PARANA
Aluna: Simone Alves
Projeto de ConcJusilo de Curso
Linha Turismo
Esta c urna pesquisa que tern por objctivo conheccr 0 publico conswnidor
c analisar se
de informm;ao fornecido 1.10turiSla esta sendo suficiente para rcalizar urn born passcio.
I) Sexo
( ) masculino
( ) feminino
2)
(
(
(
(
(
Idude
) 14a20anos
)21 a30anos
)31 a40anos
)41 a50anos
) 51 anas ou mais
3) Cidadc ou Pais onde reside?
_
4) Qual sua Profisslio?
_
5) Voce sabe que com urn passe voce pode visitar somenlc
( ) sim ( ) nao
6) Voce ju escolheu os 5 pontes tUristicos
( )sim(
)nao
5 pontes turisticos?
que tern dircito a visitar com estc passe?
7) Prclende comprar mais de urn passe para visitar QuIros pontes turisticos?
( )sim(
)nlio
8) Voce ja possui 0 guia de informac;ocs da Linha Turismo?
( ) sim(
) nao
9) Como tomOll conhecimento da Linha Turismo?
( ) hotel ( ) Internet (site Viagem Curitiba)
10) Voce ueha queja lern todas as infonnm;oes
( ) sim ( ) nlio
Sua opiniiio
au sugestOes
(
) amigos
para fazer um born passeio turistico?
_
0
nivel
UTP - UNIVERSIDADE
TUIUTI DO PARANA
Aluna: Simone Alves
Proyecto
de Conclusion
Del
Curso de Graduaci6n
Linea Turismo
Esta es
lIna
pesquisa que tiene por intenci6n saber cI conocimiento
del publico consumidor
y
analizar sc el nivel de informacion dado a1turista cs suficientc para hacer un buen pasco.
I) Sexo
()
masculino
()
fcmenino
2) Edad
14
20 anas
(
21
30 anos
(
40 aiios
(
31
41
50 aiios
(
mas de 51 aiios
(
3) Ciudad
4)
0
Puis dande vive
iCual su ocupacion?
5) L,Ustcd sabe que con un
(
) Si
(
) No
6)
pase, puede visitar solarncnte 5 puntas turisticos?
tUstcd
(
ya eligi6 los 5 puntos turfsticos que ticne dcrecho a visitar con esc pase?
) Si
(
) No
7) l,Prctcndc comprar mas de un pase para
(
) Si
(
) No
8) l.Ustcd ya pesee el guia de
(
) Si
(
) No
9) l.C6mo ha conocido
(
) Hotel
(
visitar elTOS puntos turisticos de intercs?
informaciones de la Linea Turismo?
la Linea Turismo?
) Internet -site Viaje Curitiba
1O)iCrec que ya posee todas las informaciones
(
) Si
(
) No
Su opinion 0 sugestioncs,
()
Amigos
para hacer un bucn pasco?
_
85
UTP - UNIVERSIDADE
TUIUTI
DO PARANA
Student: Simone Alves
Conclusion project
Tourism
Line
This research aim to know the consumers and to analize the quality of the informations provided to
tourists. The intent is essencialy to verify if those informations are enough to make a nice tour.
\) Sex
( ) male
( ) female
2) Age
( ) 14 to 20 years
( ) 21 to 30 years
( ) 31 to 40 years
( )41 to SO years
( ) 51 years or older
3) City
4) What
and country
were
you live?
_
is your occupation?
_
5) Do you know that with a single ticket you can only visit 5 tourist points?
( ) yes ( ) no
6) Did you already choose the 5 tourist points wich you can visit with this ticket?
()yes(
)no
7) Do you pretend to buy more than one ticket to vist another Lourist points?
( )yes(
)no
8) Do you already have the guide ofinformatios
( ) yes ( ) no
about the Tourism
9) How did you knew about the Tourism Line?
( ) hotel ( ) Internet (website Viagem Curitiba)
10) Do you believe you got the whole
()yes(
)no
Your opinion or suggestions
information you
(
Line?
) friends
will neeed to do a good tourist trip?
_
86
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89
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