3 A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL
(1969-1983): O IMPULSO DA VERTICALIZAÇÃO
43
N
Londrina (1979)
(s/escala)
Fonte: UEL/CCE/Geociências/LPUR.
Edição: Karen Y. Oura.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
3
60
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983):
O IMPULSO DA VERTICALIZAÇÃO
Nos anos 70, houve predomínio do capital urbano, industrial e bancário. A erradicação cafeeira
atingiu a vida econômica e social norte-paranaense com a expansão da produção do binômio
soja-trigo, visando, principalmente o mercado externo. (Castelnou, 2002). Neste período, houve
mudanças na estrutura fundiária, substituindo a produção agrícola apoiada no uso da força de
trabalho humano por forças de trabalho animais ou mecanizadas, como menciona JARRETA
(1982:332):
O uso do solo provocou uma grande repercussão nos diversos setores da produção
das relações de trabalho e na reorganização rápida para um novo modelo de
crescimento que se estabelecia na região, privilegiando o capital através das
culturas que exigiam a mecanização e insumos modernos, com também a nova
política de crédito rural e da comercialização que passa a ser feita em grande
escala pelas multinacionais e empresas agrícolas de grande porte.
A nova Lei de Zoneamento no 1.635 de 30/12/1969, vigorou na tentativa de imprimir uma
diferenciação funcional bem caracterizada e critério rígido de aproveitamento dos lotes. Criou-se
um grande número de zonas (incluindo as zonas especiais, responsáveis pela preservação de
áreas para a formação de parques e estabelecimento de proteção paisagística pelo Poder
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
61
Público) e estabeleceu-se o perímetro urbano com o objetivo de limitar a expansão rarefeita e
visando um maior adensamento das áreas vazias (Faraco, 1988).
Com a lógica do novo agente atuando no mercado (o incorporador), a alteração da lei baseou-se
numa articulação com o mercado imobiliário e seguiu sua lógica de maximizar lucros.
3.1 DESENVOLVIMENTO URBANO
Na primeira metade da década de 70, a cidade experimentou forte impulso no sentido da
expansão de sua infra-estrutura. Os bairros periféricos não tinham calçamento, água, luz.
Asfaltou-se com rapidez e energia, foram providenciados os demais serviços, abrindo assim,
caminho para os futuros loteamentos que logo começaram a acontecer, pois a terra agrícola a
ser incorporada à cidade sob a forma de lotes, estava agora à beira do asfalto e dos demais
serviços que compõem a infra-estrutura urbana. Novos loteamentos surgiram em novas
periferias, carentes. Todavia, a valorização dos terrenos possibilitou essa ampliação, com
sucesso. A “mercadoria” lote urbano é um produto a mais para ser vendido, elemento importante
do crescimento da área urbana e seus problemas (Souza, 1978).
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
62
Esse período também é caracterizado pela reorganização da política urbana local no sentido de
promover infra-estruturas para a acumulação capitalista no modelo industrial emergente. Em
1972, foram criados os CILOS30 ou pólos de um sistema especificamente montado para o setor
para estimular a reprodução do capital industrial, fornecendo infra-estrutura e objetivando a
descentralização espacial das indústrias localizadas no centro urbano, além do incentivo e
coordenação da industrialização por meio da SUDESIL31, posteriormente CURA32 e CODEL33
(Castelnou, 2002). O projeto industrializante foi renegado ao segundo plano pela falta de apoio
político, o que ocasionou o surgimento de “implantações industriais individualizadas e pontuais
no espaço urbano, ocorrendo o quase desaparecimento do referido programa” (RAZENTE,
1984:287).
Londrina apresentou inicialmente o embrião de um processo industrial hesitante, caracterizado
por um pequeno número de indústrias voltadas para o mercado nacional. Esse processo
econômico foi responsável pela ampliação de uma classe média e conseqüente aumento da
demanda de edifícios.
CILOS - Centros Industriais de Londrina
SUDESIL - Superintendência do Desenvolvimento Industrial de Londrina.
32
CURA - Comunidade Urbana de Recuperação Acelerada
33
CODEL - Companhia de Desenvolvimento de Londrina.
30
31
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
63
3.1.1 Transformação da paisagem urbana: ampliação e quebra de territorialidade
Observa-se pelas plantas de evolução da mancha da cidade (vide anexo 07) que a expansão de
Londrina deu-se de forma descontínua em vários pontos da antiga malha urbana. Seus limites
ultrapassaram os Ribeirões Quati (norte) e Cambé (sul) e se fez expandir ao leste no sentido do
Ribeirão Lindóia e a oeste, sudoeste e sul, no sentido dos interflúvios dos Ribeirões Cambé e
Cafezal. A malha urbana perdeu seu formato retangular com a proliferação e anexação de
novos loteamentos; sua simetria passa a apresentar formato triangular disforme.
BARROS (1998:111) analisa a contribuição, nesse período, da decadência de algumas cidades
do Norte do Paraná para o crescimento urbano (além do dinamismo econômico,
industrialização, especulação imobiliária, industrialização e atuação institucional), que
aconteceu, sobretudo, pelo afluxo da população em áreas periféricas da cidade, tendo como
conseqüência um declínio na qualidade de vida da população e aumento da marginalidade.
Com a especulação e frente à incompatibilidade das exigências e as zonas estabelecidas pela
Lei no 1635/96, esta foi modificada sempre que “necessária”, perdurando até 1974, quando
surgiu a Lei no 2.518 que, visando aumentar a produtividade de terrenos, principalmente na área
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
64
central, reduzindo o número de zonas funcionais e ampliando as áreas da região do centro
possíveis de verticalização; objetivando sempre o desimpedimento do progresso da cidade
(Faraco, 1988).
No embate com o mercado capitalista, Londrina dá prosseguimento à “modernização” como via
de desenvolvimento, configurando-se histórico-estruturalmente. A cidade apresentou um
considerável desenvolvimento em todas as direções: na região central pela verticalização e
construção de edifícios institucionais (de educação e cultura) - incluindo Campus do CESULON
(Centro de Estudos Superiores de Londrina) - e Calçadão (parte da Avenida Paraná, maior
centro comercial da cidade); na zona sul, fato estimulado pela implantação do Campus da UEL
(Universidade Estadual de Londrina), pela construção do Lago Igapó (este na década de 60) e
pelo asfaltamento da PR-445 que liga Londrina a Curitiba; nas zonas leste e oeste pelos novos
loteamentos e na zona norte, pelos novos conjuntos habitacionais (Cinco Conjuntos34 - 1975,
somados aos primeiros conjuntos habitacionais surgidos nos anos 60 na parte zona da cidade).
Segundo CASTELNOU (1992:213):
Os programas de desenvolvimento urbano, sobretudo em relação aos fundos de
vale, aos parques e à constituição do Lago Igapó, assim como conjuntos
34
“Cinco Conjuntos” - inicialmente 05 conjuntos habitacionais (daí sua denominação), hoje já são 10: Newton Guimarães, Sebastião
M. César, Luiz de Sá, Aquiles Guimarães, Parigot de Souza I e II, Semíramis I e II, Vivi Xavier I e II.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
65
habitacionais, fizeram acelerar a especulação imobiliária nestas áreas. Ocorreu
uma nítida segregação espacial das classes sociais londrinenses: as dominantes no
sul e ao longo dos fundos de vale; e a trabalhadora ao norte da cidade.
“A modernidade compromete, no seu processo, toda a sociedade, ampliando o raio de expansão
de todas as classes, revitalizando e remoendo seus papéis sociais, enquanto a modernização
pelo seu toque voluntário, que privilegiando-se, privilegia os setores dominantes.” (Faoro, 1992)
Florestan Fernandes (1986) ao refletir sobre a população excedente decorrente do processo de
industrialização que contribui para o surgimento / aumento de cidades inchadas e populações
faveladas afirma: “toda sociedade estratificada cria uma massa variável, com freqüência muito
numerosa, de indivíduos excluídos da ordem. [...] A lógica do capital, impõe a função social.”
Ano
Urbana
Rural
Total
Em termos populacionais, a cidade também se expandiu. Contudo, ao contrário dos
crescimentos urbano e rural detectados nos censos de 1950 e 1960, os números (Tabela 06)
(100%)
Número
%
Número
%
Número
1970
163.528
71,69
64.573
28,31
228.101
1980
266.940
88,48
34.771
11,52
301.711
apontam aumento populacional somente urbano, de 163.528 habitantes em 1970 para 266.940
Tabela 06 - Evolução da população residente no
município de Londrina (1970/1980)
habitantes em 1980. Enquanto isso, a população rural diminuiu de 64.573 habitantes (1970)
Fonte: IBGE - Censos Demográficos 1970 e 1980 in Perfil
2004 - Prefeitura Municipal de Londrina.
para 34.771 (1980), confirmando o êxodo rural. Com a industrialização londrinense, as pessoas
migraram do campo para a cidade.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
66
3.1.2 O surgimento das escolas de arquitetura de Londrina
Os anos 70, assim como os anos 60, se constituíram em anos de maturação e densa
experiência arquitetônica. Segundo PEREIRA (1997:100):
35
[...] O período de transição foi o tempo da fundação das principais escolas
públicas de arquitetura e do surgimento de novas personagens no exercício do
discurso da arquitetura brasileira, além da continuidade de Lucio Costa e Rino Levi
nesse período: Vilanova Artigas, Demétrio Ribeiro, Edgard Graeff, Nélson Souza,
Oscar Niemeyer e Sérgio Ferro.
Em Londrina, no final da década foram criados os primeiros cursos de arquitetura e urbanismo
na UEL e no CESULON, “principalmente por profissionais formados em São Paulo, que vinham
atender a demanda por arquitetos qualificados para projeto e construção civil” (CASTELNOU,
2002: 217).
35
Segundo o autor, o período iniciou nos anos 50, entre os dois regimes militares e perdurou nos anos decorrentes, principalmente
nas décadas de 60 e 70.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
67
“Esses anos foram, também, o testemunho do nascimento do drama da pluralidade das
tendências arquitetônicas, em busca do entendimento da condição pós-moderna36” (PEREIRA,
1997:110).
Já referente aos anos 80, Castelnou (2002:235,238) discorre:
37
Ao mesmo tempo em que o brutalismo afirmava-se como corrente generalizada,
houve uma abertura a pesquisas formais, principalmente no trabalho de arquitetos
formados na própria cidade. Entretanto, subsistia a desinformação do mercado e o
gosto eclético por linguagens que expressam inovação ou mesmo status social.
Durante a década de 80, Londrina continua desenvolvendo-se rapidamente. Apesar da
acentuada crise econômica e social, a economia informal cresceu, atenuando os impactos
negativos causados pela “recessão, desequilíbrio, desestruturação, índices inflacionários
elevados, perda do poder aquisitivo da classe trabalhadora, deterioração das condições sociais
e materiais de vida” (HELD, 1992:16).
36
Pós-modernismo: Arquitetura que dá importância a questões relacionadas ao contexto, história local e especialmente à crítica em
relação às posturas dogmáticas modernas, além de enfatizarem a aparência formal, o retorno a princípios compositivos e o uso de
conotações simbólicas.
37
Brutalismo: Arquitetura caracterizada pelo uso de grandes massas de concreto aparente, além da exposição dos sistemas
complementares e redes circulatórias.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
68
A expansão físico-territorial da urbe aumentou a distância entre residência e posto de trabalho,
tornando as pessoas mais dependentes dos meios de locomoção. Houve um aumento
considerável do número de automóveis e foi instaurada a infra-estrutura viária com alargamento
das ruas e avenidas que funcionaram como importantes meios de ligação entre bairros, bairroscentro e bairros / centro-rodovias, visando o escoamento mais rápido de veículos.
Dando seqüência ao crescimento desordenado iniciado na década anterior, manteve-se o
formato triangular disforme de Londrina e conseqüentemente seus problemas (presença de
vazios urbanos e ocupação de muitos loteamentos carentes de eletricidade, saneamento básico
e transporte coletivo). Com a ampliação da marginalidade na cidade, os artifícios de propaganda
divulgando “morar no prédio é seguro” sustentaram a sensação de pseudo-segurança da
população. Dicotomicamente ao empobrecimento populacional, houve o aquecimento do
mercado de edifícios residenciais destinados às classes média e alta. Almejando atender a
demanda crescente, as construtoras e incorporadoras investiram em novos projetos que, além
dos espaços destinados à moradia, priorizaram áreas verdes e áreas comuns. Todo esse
fenômeno, aliado à crise econômica ocasionou um aumento da desigualdade na distribuição de
renda, intensificando as tensões sociais.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
LOCALIZAÇÃO
(BAIRRO)
No EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
Centro
90
Champagnat
1
Higienópolis
2
Inglaterra
1
Presidente
1
Quebec
1
Shangri-lá
2
Vila Brasil
1
Vila Recreio
1
TOTAL GERAL
100
Tabela 07 - Localização dos Edifícios
Verticais (Bairros): Londrina, 19691983.
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
69
3.2 A VERTICALIZAÇÃO NO PERÍODO
O processo de verticalização da cidade foi uma característica importante deste período. Ele foi
responsável por resultar uma nova silhueta na cidade com a formação de grandes aglomerados
de edifícios principalmente no centro da cidade, como nos mostra a tabela 07. O maior número
de prédios foi construído no centro (90 edifícios). Neste período, a verticalização começou a se
extravasar para os bairros como Higienópolis e Quebec, onde foram erguidos dois
prédios/bairro. Champagnat, Inglaterra, Presidente, Quebec, Vila Brasil e Vila Recreio também
iniciaram o processo da construção de edifícios verticais com a construção do primeiro prédio.
Os edifícios verticais também foram classificados pela altura (Fig. 26) e, do total de 100
edifícios, 51% foram considerados altos e 49% considerados medianamente altos. No capítulo
Medianamente
Alta
49%
anterior, observou-se que os edifícios de uso misto (residencial mais um térreo comercial)
Alta
51%
prevaleceu entre 1950 e 1968. A partir 1969, o fenômeno da construção de edifícios altos em
Londrina se destinou, fundamentalmente, aos residenciais. Ao serem classificados pelo uso (Fig.
27), a predominância das construções coletivas voltadas para uso residencial passou a ser
Fig. 26 - Classificação dos Edifícios Verticais
pela Altura: Londrina, 1969-1983.
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
predominante (79%) entre as de uso misto (15%) e comercial (06%), ao contrário do período
anterior estudado, em que se detectou apenas 10% de edifícios residenciais verticais.
Comercial
6%
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
Misto
15%
70
Faz parte desse período o Edifício Gonçalves (Fig. 28), de 1973, localizado na Avenida Paraná /
Centro (atual calçadão de Londrina) com 11 pavimentos, sendo o térreo de uso comercial e os
demais destinados ao uso residencial.
Residencial
79%
Entre os edifícios comerciais, constituíram a amostragem os edifícios Manoel Gonçalves (Fig.
Fig. 27 - Classificação dos Edifícios Verticais
pelo Uso: Londrina, 1950-1968.
29) - localizado na Avenida São Paulo, teve seu condomínio constituído em 1974 - e Center
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
Irene Isabel (Fig. 30) da Avenida Higienópolis, construído em 1981 pela Construtora Brastec. O
segundo foi a “primeira edificação vertical da Higienópolis, rompendo com a silhueta
predominantemente horizontal da avenida, que ainda se mantinha como reduto residencial da
alta classe burguesa de Londrina” (Castelnou, 2002: 238).
Exemplificando edificações de habitação coletiva, o Edifício Buriti (Fig. 31), localizado na Rua
Prefeito Hugo Cabral e construído em 1976, chamou atenção em sua característica formal pela
composição da sacada saliente ao corpo do mesmo. Já o Imperador (Fig. 32) foi construído na
Avenida Higienópolis (1983) para um público com maior poder aquisitivo, constituindo em um
dos edifícios que deram início ao fenômeno da construção de residenciais de alto padrão, além
Fig. 28 - Edifício Gonçalves
(Londrina, 1973)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
da expansão vertical também nos bairros, detectado na seqüência.
A REESTRUTURAÇÃO URBANO-REGIONAL (1969-1983)
Fig. 29 - Edifício Manoel Gonçalves
(Londrina, 1974)
Fig. 30 - Edifício Center Irene Isabel
(Londrina, 1981)
Fig. 31 - Edifício Buriti
(Londrina, 1976)
Fig. 32 - Edifício Imperador
(Londrina, 1983)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
71
60
4 O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997):
A EXPANSÃO CENTRO-BAIRRO
N
Londrina (1986)
(s/escala)
Fonte: UEL/CCE/Geociências/LPUR.
Edição: Karen Y. Oura.
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
4
72
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997):
A EXPANSÃO CENTRO-BAIRRO
No capítulo anterior, detectou-se que Londrina cedeu às diretrizes impostas pela força do capital
atuante por meio dos agentes imobiliários e incorporadores. Observou-se também o papel
desempenhado pelo Poder Público. Ocorreram importantes transformações na malha da cidade
(conseqüência do surgimento de novos loteamentos) e no uso do solo urbano (apesar da crise
econômica) com o processo de verticalização na região central, além da implantação de infraestruturas.
4.1 DESENVOLVIMENTO URBANO
Neste período, verificou-se que os altos valores fundiários do centro aliados aos problemas
decorrentes do entesouramento central propiciaram o surgimento da demanda residencial
vertical nos bairros. Essa situação promoveu a mudança da legislação para institucionalizar a
nova ordem mercadológica: surgiu a Lei 3.706 de 1984, estabelecendo os espaços periféricos
para a verticalização ao admitir a construção vertical para as zonas, então de baixo coeficiente
de aproveitamento, a partir da relação com as dimensões do terreno.
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
73
Esta lei se anulava do ponto de vista do objetivo, ‘evitar a concentração e dispersão excessivas
da população’, na busca da melhor utilização de infra-estruturas urbanas e do fundamental
equilíbrio por ela apregoados (Faraco, 1988).
Ao periodizar o desenvolvimento de Londrina, Castelnou (2002) classificou os anos 80 como a
“Fase de Ação Administrativa” pela forte atuação do Poder Público para com o capital comercial,
Fig.33 - Verticalização no Centro: Década de 80.
Fonte: Nixdorf, 2004.
evidenciado em programas de renovação urbana e os anos 90 na “Fase de Metropolização” pela
sua afirmação como pólo regional de bens e serviços nas áreas de saúde, educação e cultura,
sistema de transportes, comunicação e infra-estrutura.
Se os anos 80 foram caracterizados pelo boom de remodelações urbanas e
reciclagens arquitetônicas, quando várias edificações dos primeiros tempos de
Londrina tiveram suas estruturas readequadas a novas funções e, assim,
incorporadas a um novo cenário do cotidiano urbano, os anos 90 destacaram-se
através de invenções formais, as quais contribuíram para um panorama londrinense
bastante heterogêneo e, em certos termos, até caótico. A verticalização do
quadrilátero central acelerou-se (Fig. 33), a partir do momento que proliferaram
empreendimentos de edifícios residenciais verticais e também comerciais,
promovidos por grandes construtoras, tais como a Encol, a Moro e a Plaenge, entre
outras.
CASTELNOU (2002:279,280)
Ano
Urbana
Total
Rural
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
74
(100%)
Número
%
Número
%
Número
1991
366.676
94,00
23.424
6,00
390.100
1996
396.121
96,02
16.432
3,98
412.553
Baseado nos censos demográficos de 1991 e 1996, pode-se observar que a população urbana
de Londrina teve um crescimento de 366.675 habitantes no primeiro ano e 396.121 habitantes
Tabela 08 - Evolução da população residente no
município de Londrina (1991/1996)
no segundo; enquanto a população rural continuava a decrescer de 23.424 habitantes em 1991
Fonte: IBGE - Censos Demográficos 1991 e 1996
in Perfil 2004 - Prefeitura Municipal de Londrina.
para 16.432 habitantes em 1996, como indica a tabela 08. Sobre as causas e conseqüências do
aumento da massa populacional das cidades norte-paranaenses (uma das características do
LOCALIZAÇÃO
(BAIRRO)
No EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
Aeroporto
1
Brasília
2
Centro
282
Champagnat
10
Guanabara
10
Higienópolis
25
Inglaterra
10
Palhano
2
Petrópolis
19
Presidente
16
Quebec
10
Shangri-lá
1
Vila Brasil
24
Vila Casoni
1
Vila Ipiranga
75
Vila Nova
4
Vila Recreio
4
TOTAL GERAL
496
Tabela 09 - Localização dos Edifícios
Verticais (Bairros): Londrina, 19841997.
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
rumo ao processo de metropolização), JARRETA (1998:325) afirma:
O modelo de colonização colocado em ação pelos ingleses gerou o crescimento
acelerado dos núcleos urbanos compreendidos no principal eixo viário da região.
Atualmente área de interesse do governo através do Projeto Metronor, que
reconhece a existência de uma Metrópole Linear entre Londrina-Maringá devido a
suas características. Plano que está em execução visando maior desenvolvimento
das potencialidades deste eixo, seja pela ação polarizadora que exerce sobre toda
a região, seja pelas vantagens que oferece para o desenvolvimento industrial.
Entre 1984 a 1997, foi erguido o maior número de edifícios verticais em Londrina. Este período
se caracteriza também pela atuação dos primeiros profissionais de arquitetura e urbanismo
locais, formados pela UEL e/ou CESULON.
Não Localizado (1 edifício))
0%
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
75
4.2 A VERTICALIZAÇÃO NO PERÍODO
Alta
(190 edifícios)
38%
A imagem de metrópole foi fortalecida por um boom no processo de verticalização, com a
construção de 496 prédios, analisados na tabela 09, pela qual é possível observar: só no centro
foram construídos 282 prédios. O período também foi ímpar no que se refere ao espraiamento
Medianamente Alta
(305 edifícios)
62%
de edifícios verticais para os bairros decorrente da Lei 3.06/84, tais como: Vila Ipiranga (75
edifícios); Higienópolis (25 edifícios); Vila Brasil (24 edifícios); Petrópolis (19 edifícios);
Fig. 34 - Classificação dos Edifícios Verticais
pela Altura: Londrina, 1984-1997.
Presidente (16 edifícios); Champagnat, Guanabara, Inglaterra e Quebec (10 edifícios cada); Vila
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
Nova e Vila Recreio (04 edifícios); Palhano e Brasília (02 edifícios) e, finalmente, Aeroporto,
Comercial 9%
Shangri-lá e Vila Casoni (01 edifício).
Misto 4%
Entre esses 496 prédios, 305 estão classificados como tipo de construção medianamente alta, o
que representa 62% (acréscimo de 11% em relação ao período anterior). Com isso, detectou-se
que outros bairros começaram a ser verticalizados, mas que a legislação foi um fator regulador
Residencial
87%
da altura. Os restantes 38% se enquadram no tipo de construção alta, ao corresponder 190
edifícios. Apenas um edifício não constava nos registros da PML, o que não influenciou no
Fig. 35 - Classificação dos Edifícios Verticais
pelo Uso: Londrina, 1984-1997.
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
montante, ao corresponder a um valor abaixo de 1% da amostragem do período (Fig. 34).
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
76
Quanto ao uso, o fenômeno da construção de edifícios altos se voltou predominantemente às
habitações coletivas residenciais, correspondendo a 87%. Em relação a 1969-1983, no período
que compreende os anos 1984-1997, os edifícios comerciais corresponderam a 9%,
ultrapassando os edifícios de uso misto (residencial / comercial) que totalizaram 4% (Fig. 35).
Ilustrando este período, o Edifício Londrina Trade Center (Fig. 36) foi construído em 1987 na
Avenida Higienópolis. Possui 101 salas, abrigando empresas e prestadores de serviços /
profissionais liberais distribuídos nos seus 25 andares.
Fig. 36 - Edifício Londrina
Trade Center
(Londrina, 1987)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Os edifícios residenciais Arkádia (Fig. 37) e Solar Monet (Fig. 38) também são dois exemplos da
arquitetura vertical dos anos 90. O primeiro é classificado como alto padrão por suas dimensões
generosas e uso de materiais nobres na sua construção (incluindo monitoramento de
segurança), enquanto o segundo faz uma releitura clássica com sua fachada pós-moderna.
4.3 VALORIZAÇÃO FUNDIÁRIA
O propósito da verticalização é a valorização da parcela da área urbana com a multiplicação do
potencial de aproveitamento pela sobreposição de pavimentos (Somekh, 1987). A valorização
Fig. 37 - Edifício Arkádia
(Londrina, 1996)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
77
da terra detectada por este fenômeno foi constatada pelos indicadores obtidos pela análise das
Plantas de Valores da PML.
Já mencionado os procedimentos para a sua elaboração, a Planta de Valores informa o preço
do metro quadrado do terreno e serve como base de cálculo para o IPTU. Segundo o Histórico
do IPTU, a Planta de Valores surgiu em 1984 pela aprovação da Lei no 3.628/83. Para a
compreensão de sua valorização, segue uma lista das leis (geraram aumentos reais ou
descontos) e decretos (apenas fizeram a atualização monetária em razão da inflação) referentes
à cobrança do IPTU:
Em 1985, o Decreto no 317/84 autorizou o reajuste do imposto em 200%. Em 1986, uma nova
Fig. 38 - Edifício Solar Monet
(Londrina, 1996)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Planta foi realizada (Lei no 3.845/85) e mais reajustes foram permitidos em 1987 (Decreto no
274/86 – 50%), 1988 (Decreto no 385/87 – 330%), 1989 (Decreto no 454/88 – 933,62%), 1990
(Decreto no 485/89 – 1764,87%); até a vigência da nova Planta de Valores em 1991 (Lei no
4.591/90 e Decreto no 611/90). Outras atualizações de cobrança foram os de 1992 (Decreto no
563/91 – reajuste de 193,15%), 1993 (Lei no 5.321/92 e Decreto no 666/92 – reajuste de
734,5%), 1994 (Decreto no 631/93 e Lei no 5.660/93 – reajuste de 2.456% e desconto de 24,03%
respectivamente), 1995 (Decreto no 729/94 – reajuste de 891,09%), 1996 (Lei no 6.407/95 e
O BOOM RESIDENCIAL VERTICAL (1984-1997)
78
Decreto no 912/95 – reajuste de 22,47%) e, em 1997, pelo Plano Real (Decreto no 737/96 e Lei
no 6.909/96 – reajuste de 9,9% e desconto de 30% respectivamente).
Em decorrência da insuficiência de dados para uma análise comparativa neste período (não
existem registros ou arquivos referentes às Plantas de Valores dos anos de 1984, 1991 e
atualizações dos demais anos), a Planta de 1997 será analisada no próximo capítulo para uma
análise comparativa da valorização ou desvalorização dos terrenos onde se optou pela
construção de edifícios altos.
5 EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005):
A ZONA SUL VERTICAL
N
Londrina (2002)
(s/escala)
Fonte: UEL/CCE/Geociências/LPUR.
Edição: Karen Y. Oura.
72
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
5
Ano
Urbana
Rural
79
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005): A ZONA SUL VERTICAL
Total
O último período desta pesquisa é marcado por uma nova expansão urbana. A demanda por
serviços nas áreas social e cultural aumentou em Londrina, decorrente do reconhecimento como
(100%)
Número
%
Número
%
Número
1996
396.121
96,02
16.432
3,98
412.553
2000
433.369
96,93
13.696
3,07
447.065
grande centro de referência macrorregional.
Tabela 10 - Evolução da população residente no
município de Londrina (1996/2000)
Fonte: IBGE - Censos Demográficos 1996 e 2000
in Perfil 2004 - Prefeitura Municipal de Londrina.
5.1 DESENVOLVIMENTO URBANO
Segundo CASTELNOU (2002:287):
Recentemente, a Cidade Industrial também começaria com uma industrialização
planejada, vindo a atender a uma das maiores vocações de Londrina. Localizada
em um ponto estratégico para o Mercosul, aberta às transformações trazidas com a
globalização e mantendo um bom número de investimentos, os quais garantiram
sua diversificação econômica, Londrina caminha para a metropolização.
Pelos censos demográficos dos anos de 1996 e 2000 (Tabela 10), podemos observar que, em
quatro anos, houve um aumento de 7,72% habitantes. No ano 2000, Londrina contou com uma
população urbana de 443.369 e 13.696 pessoas no campo, totalizando 447.065 habitantes. O
crescimento acelerado sofrido pela cidade ao longo de sua existência trouxe muitos problemas
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
80
como “a deterioração espacial e ambiental, além da queda do poder aquisitivo da população em
geral” (CASTELNOU, 2002:287).
o
LOCALIZAÇÃO
(BAIRRO)
N . EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
Brasília
3
Centro
21
Champagnat
1
Guanabara
11
Higienópolis
2
Inglaterra
2
Palhano
5
Petrópolis
6
Presidente
3
Quebec
3
Vila Brasil
3
Vila Ipiranga
5
Vila Nova
1
Vila Recreio
1
TOTAL GERAL
67
Tabela 11 - Localização dos Edifícios
Verticais (Bairros): Londrina, 1998-2005.
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
A Lei no 7.484 de 1998, em vigor atualmente, mantém a característica de estabelecimento de
regiões periféricas para a verticalização, numa tentativa de aliviar o adensamento central (Anexo
06) e exigências do mercado imobiliário definida pela Lei 3.706 de 1984. Contudo, uma
somatória de fatores condicionaram o desenvolvimento da zona sul / sudoeste de Londrina,
cujos construtores e incorporadores viram, nas áreas denominadas Guanabara e Palhano
(Anexo 07), um grande filão do mercado imobiliário com todo seu potencial de desenvolvimento
vertical: grandes lotes, proximidade do centro; vista proporcionada pela topografia; proximidade
do Lago Igapó 2; proximidade do Shopping Center Catuaí. Na região de chácaras, foram
instauradas bem-feitorias, abrindo-se avenidas e realizando-se infra-estruturas numa ação
participativa dos poderes público (PML) e privado (Construtoras e Incorporadoras).
Outro fator detectado foi a de benefício pessoal do prefeito Antônio Belinati, cassado no seu
último mandato por motivos de desfalques administrativos (cofres públicos), que tinha todo
interesse em levar o desenvolvimento da cidade em direção às suas propriedades particulares.
Pela execução dessas ações e pela alteração da legislação (coeficiente de aproveitamento), a
verticalização voltada para edifícios residenciais de alto padrão foi estimulada.
Não Localizado
7%
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
81
5.2 A VERTICALIZAÇÃO NO PERÍODO
Alta
51%
Medianamente Alta
42%
O Jardim Petrópolis exemplifica o padrão de edifícios residenciais para uma população de maior
poder aquisitivo. Neste bairro, alguns edifícios aproveitaram a brecha da legislação e foram
erguidos às margens do Lago Igapó 3, aquém dos 30 m de preservação em área urbana ou
rural exigidos pela Lei no 4.771 de 1965, do Código Florestal. A PML vem tentando controlar
Fig. 39 - Classificação dos Edifícios Verticais
pela Altura: Londrina, 1998-2005.
esse tipo de construção, segundo Gilson Bergoc, atual diretor do IPPUL. Além dos bairros
Petrópolis, Palhano e Guanabara, verificou-se a construção de prédios acima de cinco
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
pavimentos no Centro, Brasília, Champagnat, Higienópolis, Inglaterra, Presidente, Quebec e as
Comercial 3%
Vilas Brasil, Ipiranga, Nova e Recreio, relacionados na Tabela 11.
Misto 3%
No período compreendido entre 1998 a 2005, Londrina se verticalizou com a construção de 67
edifícios, classificados em construção medianamente alta (42%) e construção alta (51%). Os 7%
dos edifícios restantes não constam no banco de dados da Prefeitura (Fig. 39). Os prédios
Residencial
94%
Fig. 40 - Classificação dos Edifícios Verticais
pelo Uso: Londrina, 1998-2005.
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
também foram distinguidos pelo uso (Fig. 40): os residenciais foram predominantes, totalizando
94%. Os 6% restantes correspondem aos comerciais (3%) e de uso misto (3%).
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
82
CASTELNOU (2002:333). ao relatar sobre a criação de mais um curso de arquitetura e
urbanismo pela Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, no final dos anos 90, somando-se
aos da UEL e UNIFIL, faz uma reflexão sobre a “ênfase ao apelo visual pelo grafismo e
policromia, e o formalismo pós-moderno, com retorno de posturas acadêmicas - o uso de eixos,
citações historicistas, ornamentalismo e revalorização da fachada”, características divulgadas
inclusive pelos cursos universitários da cidade e aplicadas também nos edifícios verticais:
Fig. 41 - Edif. Arquiteto Vilanova Artigas
(Londrina, Palhano, 2002)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
A existência de três cursos de graduação em arquitetura e urbanismo na cidade,
sem dúvida, contribuiu para o aumento de experiências que enveredaram, em anos
recentes, por novas posturas estéticas, porém não vem justificar a adoção
irreflexiva de modismos, muito pelo contrário, reivindica um maior questionamento
diante destes, uma vez que se espera uma postura de criticidade que talvez não
existisse aqui quando não havia tal formação local. Se o espírito que sempre
predominou em Londrina – o de constante pioneirismo e renovação – pode colocála na posição de uma comunidade alheia a preconceitos, sempre aberta a
novidades e experimentações, também pode reunir alguns inconvenientes, como o
da desvalorização do antigo em detrimento do novo; ou ainda o de um complexo de
atualização constante, o que precisa ser visto como problema e contornado através
de uma maior conscientização, tanto por parte da população e da administração
pública, como pelos arquitetos que atuam ou atuarão na cidade.
Fazem parte deste período os edifícios verticais residenciais Arquiteto Vilanova Artigas (Fig. 41)
com 26 pavimentos e Joan Miró (Fig. 42) com 27 pavimentos, ambos localizados no bairro
Palhano, constituíram condomínio em 2002 e apresentam quatro unidades/andar distribuídos
em sua planta “H”. Ainda na zona sul, o Edifício Sunflowers Residence compõe a paisagem
Fig. 42 - Edifício Joan Miró
(Londrina, Palhano, 2002)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
83
vertical do Parque Guanabara, na Avenida João Wyclif (uma das avenidas abertas para facilitar
o acesso centro-shopping e centro de eventos), como mostra a figura 43. O Edifício Solar do
Pioneiro se localiza no centro (Rua Tupi, 240) e enquadra-se como construção alta de uso
residencial (Fig. 44). Como exemplos de edifícios verticais de uso comercial, apresenta-se o
Eurocenter (Fig. 45) e o ainda não-inaugurado Higienópolis Boulevard Center (Fig. 46), edifícios
inteligentes localizados na Avenida Higienópolis e que se tornaram ícones da construção civil
vanguardista londrinense. Estes dois prédios não constam no cadastro da constituição de
condomínio da PML, fato que levou à exclusão como objeto de estudo da amostragem.
Fig. 43 - Sunflowers Residence
(Londrina, Guanabara, 2002)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Fig. 44 - Edif. Solar do Pioneiro
(Londrina, Centro, 2002)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Fig. 45 - Eurocenter (Londrina, s/d)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
Fig. 46 - Higienópolis
Boulevard Center
(Londrina, s/d)
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
84
5.3 VALORIZAÇÃO FUNDIÁRIA
Os indicadores da mais-valia foram resultantes da análise da Planta de Valores. Pelo histórico
de reajuste do IPTU fornecido pela PML, observou-se um aumento de 5,52% na taxa do IPTU
de 1998 pelo Decreto no 622/97; de 1,65% em 1999 (Lei no 7.629/98 e Decreto no 735/98) e
6,04% em 2000, decorrente do Art. 7o da Lei no 7.630/98 e do Decreto no 647/00. Somente em
2002, processou-se uma nova Planta pela Lei no 8.672/01 e pelo Decreto no 693/01. Seus
valores vigoraram até o ano de 2005, quando se obteve uma nova Planta de Valores.
Ao observar as relações do preço / metro quadrado da Planta de Valores resultante (Vide
Tabela 12 e Figura 47), verificou-se que o Centro e a Vila Ipiranga foram os bairros que mais
valorizaram entre os anos de 1997 e 1998. De uma forma geral, durante esse período, houve
pouca variação do preço da terra nos bairros conforme se apresentam as linhas (praticamente
sobrepostas) referentes aos anos mencionados.
TABELA DE VALORES (R$/m²)
CÓD. ANO 1997 ANO 1998 ANO 2001 ANO 2005
2
523,61
552,51
480,00
600,00
4
475,76
502,03
340,00
450,00
5
415,28
438,20
440,00
550,00
8
288,89
304,84
280,00
450,00
9
261,81
276,26
300,00
430,00
13
216,67
228,63
400,00
500,00
16
168,82
178,14
250,00
350,00
19
153,47
161,94
210,00
300,00
21
137,22
174,80
350,00
450,00
24
126,39
133,36
280,00
350,00
26
117,36
123,84
280,00
350,00
27
116,46
122,89
260,00
380,00
28
105,80
111,65
150,00
220,00
29
105,62
111,45
240,00
300,00
31
94,79
100,02
165,00
220,00
32
89,37
94,31
300,00
500,00
33
84,41
89,06
250,00
300,00
35
74,03
78,11
150,00
200,00
36
68,61
72,40
100,00
200,00
38
63,19
66,68
100,00
200,00
41
52,81
55,73
110,00
140,00
42
47,67
50,30
120,00
150,00
44
42,34
44,68
75,00
140,00
48
37,01
39,06
100,00
200,00
54
31,60
33,34
130,00
180,00
54A
31,60
33,34
70,00
95,00
55
30,69
32,39
80,00
120,00
58
30,69
32,39
200,00
200,00
59
27,53
29,05
100,00
150,00
60
26,45
27,91
80,00
160,00
60A
26,45
27,91
55,00
65,00
61
25,28
26,67
85,00
170,00
66
21,21
22,39
100,00
200,00
68
18,96
20,00
75,00
100,00
72
12,64
13,34
43,00
100,00
76
13,72
14,48
65,00
80,00
79
12,64
13,34
50,00
150,00
79A
12,64
13,34
65,00
240,00
79B
12,64
13,34
45,00
200,00
83
10,56
11,14
30,00
60,00
88
9,48
10,00
35,00
45,00
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
N
FIGURA 47 - LEGENDA (PV):
Limite de Valor;
(Número) Código de Valor (vide tabela);
Quadras;
Rios e Lagos.
Londrina (Anos Base 2005)
(s/escala)
Fonte: PML/Secretaria da Fazenda.
Edição e Organização: Karen Y. Oura.
85
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
86
De 1998 a 2001, enquanto bairros da zona oeste (Champagnat e Presidente) e Zona Sul
(Guanabara, Palhano, Petrópolis), além da Vila Brasil e Vila Ipiranga (próximos ao centro), foram
valorizados, algumas áreas do centro sofreram queda no preço do metro quadrado do terreno
(Fig. 48), principalmente no espigão, onde está situada a Catedral. Pode-se inferir que a
verticalização foi um dos fatores responsáveis por este fenômeno, já que muitos prédios
estavam sendo inaugurados nesses bairros entre 1998 e 2001.
Bairros Verticalizados
V
i
l
a
Vila Recreio
Vila Nova .
V
i
l
a
Vila Ipiranga.
V
i
l
a
Vila Casoni
V
i
l
a
Vila Brasil
V
i
l
a
Shangri-lá
Q
P
P
I
H
u
r
e
n
i
e
e
t
g
g
b
s
r
l
i
i
e
ó
a
e
d
c
p
t
n
e
o
e
ó
%DLUURV9HUWLFDOL]DGRV
n
l
r
p
ANO 2005
Presidente
Quebec
H
i
g
i
e
n
ó
p
Petrópolis
C
h
a
m
p
a
g
n
ANO 2001
Palhano
C
e
n
t
r
o
Inglaterra
C
e
n
t
r
o
Guanabara
Higienópolis
B
r
a
s
í
l
i
a
ANO 1998
Champagnat
A
e
r
o
p
o
r
t
Centro
700,00
600,00
500,00
400,00
300,00
200,00
100,00
0,00
Aeroporto
Brasília
Valor (R$/m²)
ANO 1997
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
87
Em 2005, a região central foi novamente valorizada e apresenta atualmente o metro quadrado
mais caro de Londrina no quadrilátero central planificado pelos ingleses. Esta área é
reconhecida como “centro simbólico” pela presença da Catedral e pela concentração de edifícios
verticais modernos e contemporâneos; “centro nervoso” estruturador da malha urbana
reticulada; “centro comercial e financeiro” pela maciça concentração de atividades terciárias
(comércio e prestação de serviços).
A região da Gleba Palhano e Parque Guanabara foi a mais beneficiada. Os grandes edifícios de
apartamentos, com a mais bela vista da skyline central, localizados próximos ao Lago Igapó e
ao maior shopping da cidade - o Catuaí Shopping Center, são os que apresentam os terrenos
mais caros de Londrina38. Mesmo como um dos bairros mais distantes do centro de trabalho (em
comparação a outros bairros verticalizados), verificou-se que seus terrenos têm alto valor
mercantil justamente pelas vantagens que lhe confere sua situação na divisão social do espaço
urbano e que implicam determinadas qualificações do setor, tais como infra-estrutura e serviços
urbanos, áreas verdes organizadas, alto padrão de edificação e status social dos moradores.
Na tentativa de compreensão do mecanismo de funcionamento da mais-valia fundiária,
observou-se que, no processo de evolução urbana, estabelecem-se preços determinados para
38
Os lotes da Gleba Palhano são maiores que os do Centro.
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
88
novos loteamentos e restabelecem novos preços para lotes antigos (valorização ou
desvalorização da terra, determinantes no preço geral de uma construção). Londrina, a exemplo
de outras cidades, expandiu-se atendendo às demandas de uso efetivo e para reserva de
mercado (especulação imobiliária). Conforme GONZÁLES (1985:94), as determinações do lugar
são dominantes na escala de valores dos imóveis urbanos, sendo atribuídas tais diferenças
(mais-valia) ao preço pago pelos terrenos ou ao valor adquirido por cada imóvel por meio de sua
localização:
Esse contexto se produz e reproduz por meio da construção de infra-estruturas e/ou
edificações de bem-feitoria, em localizações e com distribuições determinadas.
Essa distribuição mantém uma relação com os tipos de atividades e das
populações. Por isso o resultado é sempre desigual no sentido da confirmação
permanente de uma divisão social do espaço urbano (DSEU).
Analisando a Planta de Valores da PML e somando os indicadores da valorização dos terrenos
ao histórico de ocupação do espaço de Londrina, supõe-se que os preços dos terrenos
dependeram basicamente da situação, sendo que cada terreno é único no que diz respeito ao
zoneamento, planejamento e expansão da mancha urbana, eficiência de controle da Prefeitura
sobre o desenvolvimento urbano e, até mesmo, num segundo momento, pelo tipo de
construção. O tamanho da cidade e/ou indicadores de seu crescimento físico também
influenciam diretamente no preço dos terrenos, pois estabeleceram o volume e o tipo de
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
89
e, por conseqüência, as pressões sobre as ofertas da terra e dos imóveis; o que implicou em
LOCALIZAÇÃO
(BAIRRO)
No EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
ordens da demanda por sistemas de crédito e financiamento. Além disso, a situação geral da
Aeroporto
1
economia interferiu indiretamente, reduzindo ou aumentando o significado da renda fundiária na
Brasília
5
Centro
423
Champagnat
12
Guanabara
21
Higienópolis
29
Inglaterra
13
Palhano
7
Petrópolis
25
Presidente
20
Quebec
14
Shangri-lá
3
Vila Brasil
28
Vila Casoni
1
Vila Ipiranga
80
Vila Nova
5
Vila Recreio
6
TOTAL GERAL
693
formação dos preços dos terrenos, estabelecendo condições de atratividade ou não. Por fim, o
desenvolvimento tecnológico na construção civil foi outro motivo pelo qual dependeu o valor do
metro quadrado da terra, pelas suas implicações na composição do capital investido na
produção das edificações.
5.4 A VERTICALIZAÇÃO EM 2005 - BALANÇO
A Tabela 13 indica que o Centro apresentou o maior número de edifícios verticais, totalizando
423 prédios. Vale enfatizar que a classificação denominada “bairro” adotada pela Prefeitura
Municipal de Londrina (conseqüentemente neste trabalho), baseou-se nos distritos censitários
Tabela 13 - Classificação da Altura
(H) dos Edifícios: Londrina, 1950-2005.
(estabelecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para a delimitação de bairros /
Fonte: Karen Y. Oura, 2006.
regiões do município de Londrina (Anexo 08). Outros bairros verticalizados (Anexo 09) são: Vila
Ipiranga (80 edifícios), Jardim Higienópolis (29 edifícios), Vila Brasil (28 edifícios), Jardim
Petrópolis (25 edifícios), Parque Guanabara (21 edifícios), Jardim Presidente (20 edifícios),
Quebec (14 edifícios), Champagnat (12 edifícios), Inglaterra (13 edifícios), Palhano (7 edifícios),
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
90
Vila Recreio (6 edifícios), Brasília e Vila Nova (5 edifícios / bairro), Shangri-lá (3 edifícios), além
do Aeroporto e Vila Casoni (com 1 edifício em cada bairro).
USO DO EDIFÍCIO
No EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
Comercial
57
Misto
57
Residencial
579
TOTAL
693
Em relação ao uso (Tabela 14), dos 693 prédios, é possível afirmar a predominância dos
edifícios residenciais com 579 unidades (84%), seguidos pelos edifícios comerciais e de uso
misto (residencial e comercial), totalizando 57 prédios cada (8%). Estão excluídos, na presente
Tabela 14 - Classificação dos Edifícios
Verticais pelo Uso: Londrina, 1950-2005.
Fonte: PML
Org.: Karen Y. Oura, 2006.
amostragem, os edifícios institucionais e hospitais.
Os edifícios objetos desta pesquisa classificam-se em alta (cuja altura supera os 30 m) e
medianamente alta (altura igual ou superior a 12 m e igual ou inferior a 30 m). A construção de
o
CLASSIFICAÇÃO (ALTURA)
N EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
Construção Alta
292
Construção Medianamente Alta
394
Dado Não Localizado
7
TOTAL GERAL
693
edificações classificadas como medianamente altas ainda predominam sobre as edificações
consideradas altas (total de 394 e 292 unidades, respectivamente - Tabela 15).
Conforme publicado no dia 30 de julho de 2006, o Jornal de Londrina anunciava em sua
manchete que o município está na 6a posição no Brasil em número de edifícios com 12 andares
Tabela 15 - Classificação dos Edifícios
Verticais em Relação à Altura (H):
Londrina, 1950-2005.
ou mais, e é ainda o 9o colocado na América do Sul, no mesmo quesito39. Entre os prédios mais
altos da cidade estão a Torre de Málaga (em construção na Gleba Palhano, com 120 metros de
Fonte: PML/Corpo de Bombeiros.
Org.: Karen Y. Oura, 2006.
39
Jornal de Londrina: “Selva de Pedra - Verticalização põe Londrina entre as maiores do mundo”. Domingo, 30/07/2006. Baseado
nos dados da Multinacional Alemã Emporis Building. In http://www.emporis.com/en/bu/sk/st/ma/ci/ (acesso em 31/07/2006).
PERÍODO
(CONDOMÍNIO)
No EDIFÍCIOS
(UNIDADES)
1950-1968
30
1969-1983
100
1984-1997
496
1998-2005
67
TOTAL GERAL
693
A EXPANSÃO DA VERTICALIZAÇÃO (1998-2005)
altura e 34 pavimentos), o Complexo Empresarial Oscar Fuganti (108 metros, 32 pavimentos),
Marc Chagall (98 metros, 30 pavimentos), entre outros (vide Anexo 10).
Em se tratando do desenvolvimento vertical relacionado a uma periodização, a confirmação da
Tabela 16 - Periodização da Verticalização
(Ano da Constituição de Condomínio)
construção de um grande número de edifícios altos nas décadas de 60 e 70 e um boom na
Fonte: PML. / Org.: Karen Y. Oura.
RANKING
NOME DA CIDADE
POPULAÇÃO
(HABITANTES)
EDIFÍCIOS
(NÚMERO)
PROPORÇÃO
(PESSOAS / EDIFÍCIO)
verticalização durante as décadas de 80 a 90 é resultante de análise da tabela 16. Os dados
1o
Benidorm
67.492
373
180
o
Baln. Camboriú
o
North Sydney
o
4
Miami Beach
5o
2
94.222
187
503
56.547
110
514
87.925
135
651
Honolulu
377.379
425
887
6
Hong Kong
6.943.600
7.548
919
7o
Arlington
195.965
208
942
8
Vancouver
602.231
545
1,105
9o
Vitória
313.312
279
1,122
10
Singapore
4.351.400
3.702
1,175
11o
Bilbao
353.173
300
1,177
12o
Londrina
460.909
386
1,194
3
o
o
o
91
Tabela 17 - Classificação do Edifício pela Altura,
segundo o Código de Prevenção de Incêndios.
Fonte: Corpo de Bombeiros da PM - Paraná, 2001.
referem-se ao ano da constituição de condomínio optado pela não localização do ano de
emissão de habite-se de um grande número de prédios. A constituição de condomínio acontece
logo após a emissão do habite-se, pois é do interesse do(s) proprietário(s) o desmembramento
dos apartamentos. Em casos dúbios, a periodização se fez pela coleta dos dados in loco.
Segundo a empresa alemã que monitora mais de 10 mil prédios em toda a Terra, a Emporis
Building, Londrina ocupa o ranking de 12a cidade no mundo com o maior número de prédios
construídos proporcionalmente ao número de habitantes (um edifício para cada grupo de 1,194
habitantes - vide tabela 17). Este fato, entre outros, foi um dos motivos que justificaram a
importância da realização do presente trabalho, que analisou o crescimento vertical em
Londrina, visando compreensão da produção do espaço urbano e seu desenvolvimento.
6
CONSIDERAÇÕES FINAIS
CONSIDERAÇÕES FINAIS
6
92
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Perante o tema “Verticalização em Londrina - Paraná” a presente pesquisa enfatizou os principais aspectos que caracterizaram a produção do
espaço urbano de Londrina e seu respectivo desenvolvimento urbano sob o foco dos edifícios verticais, no período compreendido entre 1950
(início da verticalização) até 2005, periodização estabelecida pela legislação municipal que regulamenta o uso e ocupação do solo urbano.
Na tentativa de elaborar alguns pontos importantes almejando atingir os objetivos inicialmente formulados, tem-se como reflexão inicial a idéia
de que esta dissertação contribui constituindo um acervo da área do urbanismo para pesquisadores, estudantes, profissionais da área, poder
público e interessados em geral, contudo, muitos outros estudos ainda deveriam ser realizados sobre este problema, no intuito de proporcionar
melhor compreensão da relação homem-espaço sob a peculiaridade histórica no processo surgimento da cidade e sua evolução conforme
observado no local eleito como objeto de estudo. Portanto, as constatações aqui averiguadas podem ser entendidas como fazendo parte de
um processo de evolução do capitalismo na produção do espaço, para que futuros trabalhos de planejamento ou novas e diferentes reflexões
possam ser subsidiados desta pesquisa.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
93
Em se tratando da metodologia adotada, apesar da obtenção dos dados referentes aos edifícios pelo ano de emissão de habite-se, pela
constituição de condomínio e in loco serem conseqüências das dificuldades da coleta de informações encontradas em relação à metodologia
adotada em estudos anteriores por Somekh (1987) - método adotado no primeiro momento do trabalho -, os resultados mostram a mesma
eficiência, visto que a sistematização das variáveis resultantes depende da forma como o pesquisador as manipula. Justifica-se neste caso,
que o ano da constituição de condomínio (banco de dados da PML digitalizado) se dá logo após a emissão do habite-se (banco de dados da
PML manual) e cada periodização da verticalização estabelecida pelas alterações nas legislações foi composta por muitos anos; o que
possibilitou aos edifícios estarem diluídos sem a preocupação do ano exato de sua construção. Nos casos dúbios, especificamente os que se
encontravam próximos às mudanças das leis de zoneamento, no limite da transição de período, a verificação in loco permitiu a precisão da
realização do levantamento.
No século XX uma das maiores experiências de organização e projeto de Cidades Novas no Brasil foi a colonização do norte do Paraná. Esta
ocorreu conforme preceitos capitalistas, pois os ingleses necessitavam otimizar a produção local e o retorno rápido dos recursos investidos na
CTNP, empresa responsável pelo movimento planejado e dirigido que deu maior impulso na região, destacando-se de outras companhias de
terras pelos serviços de colonização de caráter dinâmico, títulos garantidos de propriedades de terras oferecidas à venda, enorme capital de
investimento e resultados alcançados por meio da construção de ferrovia e da malha viária como eixo estruturador e modular de cidades que
obedeceriam a funções diferenciadas de acordo com a sua localização.
A cidade de Londrina, desde sua origem como “centro coletor de matéria-prima e distribuidor de bens e serviços à população regional”
(Castelnou, 2002, p. 39) teve sua peculiaridade definida pela sua posição geográfica, que foi uma das condicionantes à dependência histórica,
CONSIDERAÇÕES FINAIS
94
cultural, social, econômica e política de São Paulo. Muitos paulistas acompanharam a frente pioneira em seu avanço territorial. Além disso, o
tipo de solo e sua fertilidade tiveram importância ao atrair investidores na região, somados às facilidades da aquisição de terras com a
instituição de juros módicos. A terra roxa (terra eruptiva básica decomposta) é própria para a cultura cafeeira e a estrutura fundiária criada pela
Companhia incentivou principalmente o cultivo do café nas pequenas e médias propriedades, ao contrário de sua ocorrência nas grandes
propriedades do Estado de São Paulo. A cafeicultura foi o motor da economia regional por aproximadamente 30 anos, ao ser favorecida pelo
contexto econômico político nacional e internacional no período da Segunda Guerra Mundial, já que o Brasil fornecia produtos alimentares ao
mercado exterior.
A exemplo da metrópole paulistana (Meyer, 2004), identificou-se a mudança do processo produtivo - ocorrida pela erradicação do café iniciado
nos anos 60 com a mecanização do solo e a industrialização - como marco do desenvolvimento de Londrina rumo à metropolização.
Quanto ao traçado londrinense, considerou-se importante reafirmar as semelhanças apontadas por Barnabé (1991), Castelnou (2002) e
Yamaki (2003) como resultado da possível inspiração baseada na Garden-city proposta na Inglaterra por Ebenezer Howard (1850-1928), ao
somar as qualidades da cidade e do campo fixando o perímetro urbano e sua vinculação a um cinturão verde de chácaras, a questão da
propriedade de terras e da população ideal de 30.000 habitantes, auto-suficiência, ferrovia e rodovia. A área urbana foi implantada no espigão,
favorecendo a drenagem e salubridade, apresentando forma quadrangular com malha ortogonal. Esta malha originalmente organizada se
manteve até a proliferação de novos loteamentos na década de 60, posteriormente apresentando a forma triangular disforme (ocupação
desordenada, resultante do crescimento acelerado e surgimento novos bairros e conjuntos habitacionais periféricos, incentivados por
CONSIDERAÇÕES FINAIS
95
programas de financiamento do poder público), presente até hoje (vide evolução da malha urbana - Anexo 11). Esse processo, por inferência,
resultou em:
•
Problemas como vazios urbanos entre centro e periferia, que por sua vez deu origem à especulação imobiliária;
•
Distância bairro (local de residência) do centro (local de trabalho), que aumentou a demanda dos dependentes de automóveis processo já iniciado nacionalmente em 1956, com a instituição da indústria automobilística no país (Plano de Metas do governo de
Juscelino Kubitscheck para o setor de transporte);
•
Abertura e ampliação de ruas e avenidas de ligação e escoamento (infra-estrutura de transporte);
•
Segregação espacial de classes sociais: classe dominante nas regiões central e sul, ao longo dos fundos de vale e classe trabalhadora
nas periferias, especialmente na região sul (Castelnou, 2002).
Em relação à verticalização de Londrina, foi em 1950 que houve o início do fenômeno com a construção do Edifício Santo Antônio. Os
primeiros edifícios verticais, de uso comercial em sua maioria, foram projetados por profissionais da Escola Paulista de Arquitetura e
expressavam a modernidade. A partir de 1969 os edifícios passam ter predominância no uso residencial e, somente a partir da década de 80
(com a implantação do curso de Arquitetura e Urbanismo na UEL e CESULON) é que os edifícios verticais projetados por profissionais locais
começaram a surgir. Por meio da análise sobre o processo histórico de ocupação do espaço urbano de Londrina, seu desenvolvimento e sua
atual conjuntura, pode-se concluir que:
CONSIDERAÇÕES FINAIS
•
96
A descentralização e a verticalização voltada para edifícios residenciais de alto padrão foi estimulada pela legislação (alteração do
coeficiente de aproveitamento) e a execução de infra-estruturas urbanas. Refletindo sobre o posicionamento de Faraco (1998) acerca
das leis de zoneamento de Londrina (Anexo 12), entende-se a legislação como indutora ao invés de controladora. Como instrumento
público, elas direcionaram o crescimento urbano para a ocupação das áreas mais adequadas buscando equilibrar as densidades
demográficas como, por exemplo, a alteração da lei permitindo a verticalização nos bairros, aliviando o entesouramento central. No que
diz respeito à demanda de infra-estruturas e equipamentos urbanos, detecta-se que a parceria público (PML) - privado (proprietários /
construtoras e incorporadoras) tem sido eficiente em sua capacidade de atendimento. Tem-se como exemplo a Gleba Palhano, como já
visto no último capítulo;
•
Fatores de fixação psicológica como “pseudo-segurança” originado pelo alto índice de marginalidade (tensões sociais detectadas a
partir da década de 70 com a mudança do processo de produção, queda da qualidade de vida da população e artifícios de propaganda
da comercialização de edifícios: morar em prédio passa a ser sinônimo de segurança) e “ideologia progressista” pela evolução da
técnica construtiva (sinônimo de tecnologia) e pela simultaneidade das formas construtivas das metrópoles (sinônimo de modernidade)
também impulsionaram a mercadologia de edifícios verticais;
•
Houve uma mudança nas características dos edifícios verticais: enquanto os edifícios “modernistas” dos profissionais encomendados
de São Paulo apresentam características comuns tais como pureza em sua volumetria geométrica e anti-ornamentalismo, expressando
técnica e funcionalidade com o uso de materiais como o concreto armado, alvenaria de tijolos, vidro; os edifícios “contemporâneos” dos
CONSIDERAÇÕES FINAIS
97
profissionais locais atualizaram o repertório formal com a revalorização da fachada, ornamentalismo, uso de eixos e citações
historicistas, ênfase visual e formalismo pós-modernos - Anexo 13 (Castelnou, 2002).
•
Pela análise dos indicadores de valorização do terreno a partir da Planta de Valores (anos 1997, 1998, 2001 e 2005) da PML, o centro
(especificamente o quadrilátero central inicial) possui o metro quadrado mais caro de Londrina e as proximidades do Lagos Igapós 2 e
3 (onde se localizam os edifícios verticais residenciais de alto padrão) tiveram os terrenos mais valorizados nos últimos anos. Segundo
Farret (1985) sob o enfoque do urbanismo marxista o espaço urbano pode ser interpretado como uma externalidade de um fenômeno
social, onde “a porção da mais-valia recebida pelo proprietário é o simples resultado da prévia distribuição da propriedade de uma
condição de produção”. A verticalização segue a lógica de reprodução do capital imobiliário na medida em que produz e (re)produz a
valorização urbana.
•
Perante as constantes alterações dos coeficientes de aproveitamento, de uso e ocupação do solo urbano e a distinção de áreas em
que se localizam as diferentes classes sociais, pode-se depreender que as leis quase sempre expressam as exigências estabelecidas
pelo capital imobiliário e/ou especulativo, de lhe propiciar, a cada momento, melhores condições de reprodução (Faraco, 1998).
Assim, a presente investigação sobre os edifícios verticais de Londrina permitiu uma reflexão sobre o processo de produção do espaço e o
respectivo desenvolvimento urbano a partir do fenômeno da verticalização, para se constituir numa contribuição para o campo da pesquisa e
do planejamento da cidade de Londrina.
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103
ANEXOS
104
ANEXO 01
Exposição do primeiro elevador
seguro: Invenção de Otis
ANEXO 02
Edifício da Home Insurance
Company (Chicago, 1885)
ANEXO 03
Casa Médici (Rua Líbero Badaró com
Ladeira Dr. Falcão, São Paulo, 1912)
Fonte: Giedion, 2004.
Fonte: Giedion, 2004.
Fonte: Arquivo Padre Jamil Nassif Adib
(Arquitetura, um olhar vertical, 1999)
105
N
ANEXO 04 - Norte do Paraná (eixo de ligação Cambará-Londrina / Sem escala)
Detalhe do Mapa do Estado do Paraná (1949) editado pelo Instituto Cartográfico Castogliani: época de
intensificação da ocupação, quando uma extensa malha viária de rodovias federais, estaduais e
municipais estava se consolidando.
Fonte: Yamaki, 2003.
106
ANEXO 05 - Anúncio da CTNP: a propaganda explorava a fertilidade e infra-estruturas das terras norte paranaenses.
Fonte: Álbum do Município de Londrina, s.d.
107
ANEXO 06 - Skyline do Centro de Londrina
Fonte: Cartão Postal (Foto de Álvaro Eloy), s.d..
ANEXO 07 - Verticalização na zona sul: Bairro Palhano e Guanabara
Fonte: Arquivo da autora, 2006.
108
N
ANEXO 08 - BAIRROS DE LONDRINA
(Planta Ano Base 2002)
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento.
109
N
ANEXO 09 - BAIRROS VERTICALIZADOS
Londrina (Planta Ano Base 2002)
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento.
Organização: Karen Y. Oura
110
RANKING
NOME DO EDIFÍCIO
BAIRRO
ALTURA
(METROS)
ANDARES
(PISOS)
CONSTRUÇÃO
(ANO)
STATUS
(CONSTRUÇÃO)
1º.
Torre de Málaga
Palhano
120
34
2006
Em construção
2º.
Oscar Fuganti
Centro
108
32
1998
Construído
3º.
Marc Chagall
Palhano
98
30
2005
Construído
4º.
Millenium Loft Resid.
Palhano
93
27
Sem data
Em construção
5º.
Centro Metropolitano
Centro
90
25
Sem data
Construído
6º.
Palazzo Veronezi
Não Localizado
90
24
2006
Em construção
7º.
Cinzia
Centro
88
25
1963
Construído
8º.
Arq. Vilanova Artigas
Palhano
84
24
2005
Construído
9º.
Eurocenter Building
Higienópolis
81
24
2004
Construído
10º.
Higienópolis Boulevard
Centro
81
23
2005
Construído
11º.
Jamile Caran
Centro
80
24
1971
Construído
12º.
Adma Caran
Centro
80
23
1971
Construído
13º.
Twin Business Tower
Quebec
75
22
2000
Construído
14º.
Central Park
Guanabara
69
20
2001
Construído
15º.
Matisse Residences
Guanabara
65
19
2001
Construído
16º.
Baldan
Não Localizado
60
16
2005
Construído
17º.
Solar Philadelpho Garcia
Centro
58
19
1998
Construído
18º.
Solar Monet
Centro
56
18
1998
Construído
19º.
Solar Cezanne
Centro
53
17
2000
Construído
20º.
Villa Romana
Centro
50
15
1993
Construído
ANEXO 10 - Relação dos 20 maiores edifícios de Londrina (pela altura)
Fonte: Emporis Building.
Org.: Karen Y. Oura.
111
ANEXO 11 - PLANTAS DO MUNICÍPIO DE LONDRINA: malhas urbanas (1938, 1962, 1979, 1986, 2002).
As plantas estão organizadas cronologicamente, com o intuito de apresentar a evolução da malha urbana.
É possível detectar a expansão da malha urbana referente a cada ano.
Fontes: citadas.
112
N
PLANTA DE LONDRINA (1938)
PLANTA DE LONDRINA (2002) - LEGENDA
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento..
Sem escala.
Fonte: Yamaki, 2003.
113
N
PLANTA DE LONDRINA (2002) - LEGENDA
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento..
PLANTA DE LONDRINA (1962)
Levantamento: 1962 - Edição:1963
Sem escala.
Fonte: UEL / CCE / Geociências / LPUR.
114
N
PLANTA DE LONDRINA (2002) - LEGENDA
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento.
PLANTA DE LONDRINA (1979)
Sem escala.
Fonte: UEL / CCE / Geociências / LPUR.
115
N
PLANTA DE LONDRINA (1986)
PLANTA DE LONDRINA (2002) - LEGENDA
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento..
Sem escala.
Fonte: UEL / CCE / Geociências / LPUR.
116
N
PLANTA DE LONDRINA (2002) - LEGENDA
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento..
PLANTA DE LONDRINA (2002)
Sem escala.
Fonte: PML / IPPUL / Geoprocessamento.
117
N
ANEXO 12 - PLANTA DE ZONEAMENTO
(LONDRINA - JULHO/2005)
Sem escala
Fonte: IPPUL.
118
ANEXO 13 - LISTA DOS EDIFÍCIOS DO MUNICÍPIO DE LONDRINA
As tabelas seguem a periodização estabelecida para esta pesquisa:
1. Período das origens da verticalização (1950-1968)
2. Período da reestruturação urbano-regional (1969-1983)
3. Período do boom residencial vertical (1984-1997)
4. Período da expansão da verticalização para a zona sul (1998-2005)
Os dados da tabela encontram-se classificados pela seguinte ordem:
1. Ano da Constituição de Condomínio
2. Bairros
3. Endereço
A sigla “n/l” em Pavimentos e Unidades refere-se a dados não localizados.
Em caso de mais de uma rua/avenida ou numeração em Endereço, considera-se o primeiro detectado in loco (existente) e
o segundo como cadastral (consta no sistema da PML).
Fontes: Secretaria da Fazenda - PML; Arquivos do Corpo de Bombeiros - Unidades Central e Jardim Tóquio.
Organização: Karen Yukie Oura.
119
LISTA DOS EDIFÍCIOS (LONDRINA, 1950-1968)
N
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
0
EDIFÍCIO
Santo Antônio
Autolon
Salim Sahão
Monções
Centro Comercial
Bosque
Metrópole
Manella
Tókio
Alvorada
América
Denes
União
Linzia
Júlio Fuganti
Caminhoto
Mônaco e Angélica
Santa Helena
Panorama e Regina
Maison de Toulon
Glória
Associação Rural de Londrina
Alaska
Santa Mônica
São Marcos
Willie David's
Tuparandi
Ohara
Ribeiro Pena
Artur Thomas
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Avenida Paraná, 35
Rua Minas Gerais, 194
Avenida Paraná, 354
Rua Maranhão, 65
Rua Piauí, 191 / 145
Rua Piauí, 235 / 241
Avenida Paraná, 427
Rua Maranhão, 177
Rua Sergipe, 598
Avenida São Paulo, 482 / 470
Avenida Rio de Janeiro, 221
Rua Maranhão, 35
Avenida Paraná, 21 / Praça Gabriel Martins, 21
Rua Professor João Cândido, 333
Rua Senador Souza Naves, 09
Avenida Paraná, 39 / Praça Gabriel Martins, 49
Rua Piauí, 211
Avenida Paraná, 307
Avenida Paraná, 123A
Rua Santos, 177
Rua Piauí, 102 / 118
Rua Maestro Egídio Camargo do Amaral, 118
Rua Pio XII, 97 (101 comercial) / 119
Rua Professor João Cândido, 398
Rua Sergipe, 811
Alameda Miguel Blasi, 76
Rua Professor João Cândido, 344
Rua Sergipe, 894
Avenida Paraná, 77 / Praça Gabriel Martins, 67
Rua João Cândido, 140 / Pref. A. Sobrinho, 134
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Misto
Comercial
Misto
Comercial
Misto
Misto
Comercial
Misto
Misto
Misto
Comercial
Misto
Misto
Misto
Comercial
Misto
Misto
Misto
Misto
Residencial
Misto
Misto
Misto
Residencial
Misto
Misto
Misto
Misto
Residencial
Misto
11
8
10
10
23
17
11
12
14
16
18
8
12
n/l
14
14
5
13
15
14
12
20
17
17
8
18
20
15
12
18
41
62
26
2
390
66
79
74
80
61
52
14
32
n/l
114
51
119
22
141
48
58
47
70
77
15
16
159
84
24
74
1950
1951
1952
1953
1955
1955
1956
1956
1956
1957
1958
1959
1960
1960
1960
1962
1962
1963
1964
1964
1965
1966
1966
1966
1966
1967
1967
1967
1968
1968
120
LISTA DOS EDIFÍCIOS (LONDRINA, 1969-1983)
N
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
0
EDIFÍCIO
Miguel Bespalhok
Jatobá
Satélite Londrina
Adma Caran
Gonçalves
Esmeralda Cristina
Frederico Lundgren
Monalisa
Princesa Izabel
Manoel Gonçalves
Cambará
Pampulha
Jamile Caran
Ipê
Vânia
Queen Elizabeth
Olga
Flamboyant
Abaeté
Renault
Alcobaça
Alagoas
Algarve
Palácio do Comércio
Buriti
Dom João VI
Caravelas
Del Rey
Madri
Itaipu
Costa Azul
Camboriu
Monte Carlo
Torres Vedras
Lilian
São Lucas
Saint Petesburgo
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Avenida Paraná, 217
Rua Gomes Carneiro, 78
Avenida Paraná, 343
Rua Senador Souza Naves, 119
Avenida Paraná, 159
Avenida Paraná, 182
Avenida Rio de Janeiro, 211
Rua Professor João Cândido, 216 / 206
Rua Professor João Cândido, 685 / 701
Avenida São Paulo, 217
Rua Hugo Cabral, 921
Rua Paranaguá, 299
Rua Piauí, 95
Rua Senador Souza Naves, 182
Avenida São Paulo, 672
Rua Pará, 1333
Rua Pará, 767
Rua Professor João Cândido, 634
Rua Sergipe, 1353
Rua Sergipe, 1639
Avenida Paraná, 197
Rua Alagoas, 1832
Rua Fernando de Noronha, 741
Rua Minas Gerais, 297
Rua Prefeito Hugo Cabral, 728
Rua Prefeito Hugo Cabral, 920
Rua Senador Souza Naves, 653
Rua Vitória, 29
Rua Deputado Fernando Ferrari, 585
Avenida Paraná, 297
Rua Hugo Cabral, 1145
Rua Mato Grosso, 218
Rua Mossoró, 625
Rua Mossoró, 661
Rua Pernambuco, 134
Rua Professor João Cândido, 626
Avenida União Soviética, 370
Centro
Higienópolis
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Champagnat
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Inglaterra
Misto
Residencial
Comercial
Misto
Misto
Misto
Misto
Misto
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Misto
Comercial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Misto
Misto
Residencial
11
9
10
24
11
11
19
18
5
9
7
5
22
13
15
21
13
7
5
5
9
7
11
21
8
14
10
17
5
12
15
16
16
14
15
15
9
18
14
41
65
21
39
106
64
22
20
19
20
61
96
39
38
22
14
20
8
33
28
40
96
7
106
40
24
4
16
59
61
60
112
38
12
62
1969
1970
1971
1971
1973
1973
1973
1973
1973
1974
1974
1974
1974
1974
1975
1975
1975
1975
1975
1975
1976
1976
1976
1976
1976
1976
1976
1976
1976
1977
1977
1977
1977
1977
1977
1977
1977
121
N
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
0
EDIFÍCIO
Ouro Preto
Solaris
Vila Velha
Marchezini
Ligia Maria
Independência
Versalhes
Arcoverde
Sumatra
Luiz Abrahão
Casablanca
Lancaster
Plaza De Las Torres (5 Blocos)
Samuara
Veneza
Alexandre I
Minas Gerais
Albamar
Novo Inajá
Acapulco
Infante de Sagres
Center Irene Isabel
Corcovado
Serrano
Campos de Jales
Fernanda
Eldorado
Ilha da Madeira
Leblon
Nicola Dinardi
Camburi
Atenas
Caiobá
Barão do Rio Branco
Grão Pará / Shopping Londrina
Diplomata
Chateau D'Or
Grajaú
Vera Lúcia
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Belo Horizonte, 540
Rua Goiás, 1085
Rua Hugo Cabral, 1023
Rua Pará, 1334
Rua Pará, 720
Rua Professor João Cândido, 434
Rua Sergipe, 1468
Rua Benjamin Constant, 1974
Rua Pará, 1095
Rua Pará, 115
Rua Pio XII, 335
Rua Professor Samuel Moura, 745
Rua São Vicente, 618
Avenida São Paulo, 452
Rua Fernando de Noronha, 608
Rua Goiás, 1223
Rua Hugo Cabral, 933
Rua Maranhão, 209
Rua Mato Grosso, 815
Rua Pará, 984
Rua Santos, 248
Avenida Higienópolis, 70
Avenida Rio de Janeiro, 719
Rua Belo Horizonte, 82
Rua Eduardo Hosken, 173
Rua Espírito Santo, 1114
Rua Piauí, 854
Rua Santos, 207 / 267
Rua Senador Souza Naves, 260
Rua Anita Garibaldi, 207 / JK 207
Rua Goiás, 730
Rua Hugo Cabral, 1175
Rua Hugo Cabral, 950
Rua Pará, 1387 / 1367
Rua Pará, 971
Rua Paranaguá, 192
Rua Paranaguá, 310
Rua Professor João Cândido, 566
Rua Senador Souza Naves, 388 / 380
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Presidente
Vila Recreio
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
16
13
13
12
16
17
14
9
13
9
22
9
7
13
14
7
14
16
15
20
15
12
16
9
13
14
17
14
12
9
17
6
6
20
21
16
7
12
6
112
24
40
24
24
35
48
32
30
24
156
56
135
12
120
24
28
81
33
126
62
62
46
14
90
28
24
24
40
28
92
20
20
165
48
184
14
40
24
1978
1978
1978
1978
1978
1978
1978
1979
1979
1979
1979
1979
1979
1980
1980
1980
1980
1980
1980
1980
1980
1981
1981
1981
1981
1981
1981
1981
1981
1982
1982
1982
1982
1982
1982
1982
1982
1982
1982
122
N
0
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
EDIFÍCIO
Bilhão
Madrid
Ilha do Sol
Shangri-lá
Pioneiros do Café
Imperador
Villa Sardegna
Ilha das Flores
Ilha do Mel
Portal de Veneza
Campos Elíseos
Vitória
Bristol Park
Príncipe de Gales
Izaura
Residencial do Carmo
Vallença
Santa Paula
Caramuru
Maison de Lyon
Vitório Francovig / Bersagueri
Imperatriz
Visconde de Mauá
Saveiros
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Senador Souza Naves, 766
Rua Gomes Carneiro, 181
Rua Iporã, 53
Rua Visconde de Mauá, 131
Avenida Higienópolis, 1100 / Av. JK
Avenida Higienópolis, 562
Avenida Juscelino Kubitcheck, 635
Avenida Juscelino Kubitschek, 2727
Avenida Juscelino Kubitschek, 2737
Avenida Rio de Janeiro, 847
Rua Alagoas, 1526
Rua Espírito Santo, 1300
Rua Espírito Santo, 1307
Rua Espírito Santo, 901
Rua Espírito Santo, 927
Rua Espírito Santo, 999
Rua Fernando de Noronha, 651
Rua Hugo Cabral, 1161
Rua Paranaguá, 676
Rua Pio XII, 856
Rua Prefeito Antônio F. Sobrinho, 82
Rua Prefeito Hugo Cabral, 784
Rua Visconde de Mauá, 191
Rua Coronel Camisão, 380
Centro
Higienópolis
Quebec
Shangri-lá
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Shangri-lá
Vila Brasil
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
11
4
5
10
14
23
8
7
7
7
15
9
17
13
10
5
13
8
15
18
18
23
10
7
54
10
32
14
22
91
28
28
28
8
12
28
30
10
16
1
43
56
48
56
14
20
14
108
1982
1982
1982
1982
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
1983
123
LISTA DOS EDIFÍCIOS (LONDRINA, 1984-1997)
N
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
0
EDIFÍCIO
Continental
Visconde de Orleans
Village San Francisco
Porto Real
Embaixador
Portal da Belo Horizonte
Rimini
Malvina Pedriali
Azaléias
Serra Dourada
Abussafe
Cleveland Residence
Inhambupe
Asteca
Porto Velho
Espanha
Paranaguá
Fernão de Magalhães
Portinari
João Nicolau
Barão do Catuaí
Villa Lobos
Antônio Carrer
Vitória Régia
Dona Antonieta
Hedi
Atlantis
San Conrado
Angelina
Maison Savigny
Villa Capri
Montserrat
Vilhena
Serra Negra
Saint Tropez
Maison Chamonix
Chanceller
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Avenida Higienópolis, 583
Avenida Juscelino Kubitschek, 1121
Avenida Juscelino Kubitschek, 1575
Rua Andirá, 57
Rua Belo Horizonte, 734
Rua Belo Horizonte, 774
Rua Brasil, 878
Rua Cambará, 670
Rua Espírito Santo, 1037
Rua Espírito Santo, 1137
Rua Fernando de Noronha, 495
Rua Fernando de Noronha, 609
Rua Goiás, 1928
Rua Mato Grosso, 913
Rua Pará, 1119
Rua Paranaguá, 1065
Rua Paranaguá, 450
Rua Paranaguá, 540
Rua Piauí, 835
Rua Prefeito Hugo Cabral, 804
Rua Professor João Cândido, 790
Rua Santa Catarina, 185
Rua Santos, 292
Avenida Juscelino Kubitschek, 3117
Avenida Rio de Janeiro, 942
Avenida São Paulo, 682
Avenida São Paulo, 774
Rua Belo Horizonte, 840
Rua Fernando de Noronha, 781 / 761
Rua Goiás, 1623
Rua Goiás, 958
Rua Hugo Cabral, 1207
Rua Paranaguá, 1058
Rua Paranaguá, 1275
Rua Paranaguá, 405
Rua Pernambuco, 1117
Rua Pernambuco, 1237 / 1227
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
19
7
8
7
20
19
6
9
8
7
8
15
5
9
12
6
20
13
20
7
16
6
13
7
18
16
14
12
6
11
11
21
6
11
7
7
12
18
24
35
28
18
15
18
24
24
24
14
102
20
7
48
20
93
44
16
30
26
23
11
24
28
52
48
40
20
22
10
17
48
18
24
12
40
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1984
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
1985
124
N
38
39
40
41
42
43
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76
0
EDIFÍCIO
Polaris
Pinheiro Junior
Volnix Plaza
Itamaracá
David Pansolin
Acácia Residencial
Saint George
Piemonte Residence
Residenciais Açores, Lisboa e Porto
Manaus e Santarém
Jorge Dib Abussaf (Residencial e Misto)
Higienópolis Comercial
Portal do Vale
Portal do Sol
Mon Village
Marquês do Herval
Ana Flávia
Duarte Coelho
Torremolinos
Viena do Castelo
Mares do Sul
Monte Real
Don Fernando
Pará
Savana
Ville Fort
Almada
Salvador Torres
Visconde de Barbacena
Gallery
Orleans
Vila Bela
Lago Parque
Presidente
Portal de Sintra
Quinta da Boa Vista VI
Costa Verde
Center Executivo
Lucília de Held
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Piauí, 1259
Rua Porto Alegre, 713
Rua Prefeito Hugo Cabral, 557
Rua Santos, 620 / 630
Avenida Higienópolis, 1540
Rua Professor Samuel Moura, 710
Avenida Rio de Janeiro, 1555
Rua Mato Grosso, 1638
Rua Tocantins, 255
Rua São Vicente, 165
Avenida Celso Garcia Cid, 479
Avenida Higienópolis, 174
Avenida Juscelino Kubitschek, 1361
Rua Alagoas, 380
Rua Benjamin Constant, 1785 / 1985
Rua Espírito Santo, 1022
Rua Espírito Santo, 1579
Rua Espírito Santo, 1679
Rua Espírito Santo, 1833
Rua Fernando de Noronha, 631
Rua Hugo Cabral, 1128
Rua Mato Grosso, 1021
Rua Pará, 1368
Rua Pará, 1790
Rua Pará, 1907
Rua Pernambuco, 1136
Rua Pernambuco, 299
Rua Piauí, 966 / 964
Rua Pio XII, 588
Rua Prefeito Hugo Cabral, 789
Rua Professor João Cândido, 818
Rua Santos, 1040
Rua Santos, 786
Rua Santos, 924
Rua Santos, 936
Avenida Garibaldi Deliberador, 216
Avenida Higienópolis, 1505
Rua Governador Parigot de Souza, 80
Rua Gustavo Barroso, 80
Centro
Centro
Centro
Centro
Higienópolis
Presidente
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Nova
Vila Recreio
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Higienópolis
Petrópolis
Shangri-lá
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Comercial
Residencial
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109
110
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112
113
114
EDIFÍCIO
Vale Verde
Saint Marteen
Ipiranga
Tapajós
Londrina Trade Center
Barão de Guaraúna
Aruanã
Itatiaia
Mundo Novo
Emílio La Maison
Comendador
Tramandaí
Portal da Goiás
Copenhague
Athenas Garden
Pugesi
Ville D'Ampezzo
Dom Pedro
Royal Garden
Santos
Euclides Machado
Souza Naves
Royal Park
Nice
Centro Médico Bandeirantes
Barão de Monte-Mór
Ourém
Guarani
Itália
Ilha de Rhodes
Iguatemi
Torresini
Costa do Marfim
Battistella e Policastro
Castel Gandolfo
La Coruña
Palma D'Ouro
Coimbra
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Amador Bueno, 110
Rua Jorge Velho, 550
Rua Paes Leme, 1081
Rua Raposo Tavares, 874
Avenida Higienópolis, 210
Avenida Juscelino Kubitschek, 747
Avenida Juscelino Kubitschek, 989
Rua Alagoas, 1110
Rua Alagoas, 1674
Rua Belo Horizonte, 1092
Rua Espírito Santo, 890
Rua Goiás, 1102
Rua Goiás, 1121
Rua Goiás, 1914
Rua Maranhão, 326
Rua Mato Grosso, 887
Rua Paraíba, 450
Rua Piauí, 1007
Rua Pio XII, 585
Rua Santos, 1130
Rua Senador Souza Naves, 289
Rua Senador Souza Naves, 612
Avenida Higienópolis, 1331
Rua Paranaguá, 2035
Avenida Bandeirantes, 500
Rua Morretes, 101
Rua Jorge Velho, 270
Rua Paes Leme, 972
Avenida Paraná, 54A
Avenida Rio de Janeiro, 929
Rua Alagoas, 1106
Rua Andirá, 68
Rua Belo Horizonte, 1050
Rua Belo Horizonte, 433 / Q. Bocaiúva, 379
Rua Eduardo Hosken, 189
Rua Goiás, 1649
Rua Goiás, 1892
Rua Hugo Cabral, 1065
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Higienópolis
Higienópolis
Petrópolis
Quebec
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Comercial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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152
153
EDIFÍCIO
Caviuna
Costa D'Ouro
Ponte Vedra
Bela Cintra
Windsor
Regina Izabel
Marquês de Olinda
Jabur
Bela Vista
Acácias
Manhattan Residences
Imperial
Luís XVI
Martinica
Quinta da Boa Vista I
Quinta da Boa Vista IV (A e B)
Laguna
Adriana
Caiçaras
Primavera
Jatiuca
Costa Dourada
Vereda Tropical
Carandá
Marajó
Mariner
Solar de Bragança
Carnaúba
Mediterrâneo
Porto Príncipe
Mont Blanc
Ville Capitain Ferrat
Renoir
Mercúrio
Manchester
Londres
Barão do Cerro Azul
Costa do Caribe
Isabella
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Mato Grosso, 564
Rua Pará, 1560
Rua Pará, 1895
Rua Paranaguá, 840
Rua Piauí, 1385
Rua Piauí, 61
Rua Piauí, 797
Rua Pio XII, 481
Rua Santos, 1011
Rua Santos, 1043 / 1019
Rua Santos, 488
Rua Santos, 758
Rua Sergipe, 1600
Rua Vitória, 131
Avenida Garibaldi Deliberador, 99
Rua Shangai, 55
Rua Guararapes, 60
Rua Grã-Betanha, 45 / 34 e 35
Rua Governador Parigot de Souza, 116
Avenida Voluntários da Pátria, 546
Rua Astorga, 80
Rua Amador Bueno, 115
Rua Mato Grosso, 1542
Rua Paes Leme, 689
Rua Raposo Tavares, 445
Avenida Juscelino Kubitschek, 3371
Avenida Rio de Janeiro, 932
Rua Alagoas, 1284
Rua Belo Horizonte, 804
Rua Cambará, 125 / 725
Rua Espírito Santo, 1443
Rua Espírito Santo, 1678
Rua Espírito Santo, 1846 / JK 1635
Rua Espírito Santo, 653
Rua Espírito Santo, 787
Rua Pará, 1500
Rua Pará, 1512
Rua Pará, 1639
Rua Pará, 1896
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Guanabara
Higienópolis
Inglaterra
Petrópolis
Presidente
Presidente
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
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187
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190
191
192
EDIFÍCIO
CaD'oro
Telmar
Porto Búzios
Daunak
Canopus
Quinta da Boa Vista III - A
Quinta da Boa Vista III-B
Vale do Sol
Aquarela
Dom Guilherme
Ille France / Ville France
Nova Londres
Saint Paul
Trópicos do Sul
Mediterranee
Palmares
Metropolitan Plaza Residences
L'Atelier
Studio I
Anita Garibaldi
Ladon
Maria del Carmen
Antuérpia
Ouro Verde
Garden Plaza Residence
Terra dos Imigrantes
Di Cavalcanti
Vale Tropycal
Centro Executivo Itamaraty
Villa Romana
Rian
Londrina
Senador
Quinta da Boa Vista III-C
Paraty
Vivendas Velásquez
Mayer
San Vicente
Ébano
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Pará, 966
Rua Quintino Bocaiúva, 180
Rua Santos, 1159
Rua Santos, 797
Rua Sergipe, 1720
Avenida Garibaldi Deliberador, 325
Avenida Garibaldi Deliberador, 483
Rua da Lapa, 102
Rua Guararapes, 76
Avenida Inglaterra, 860
Rua Ana Nery, 299
Rua Doutor Elias César, 220
Avenida Rio de Janeiro, 1540
Rua Mato Grosso, 1541
Rua Professor João Cândido, 1380
Rua São Vicente, 74
Avenida São João, 1329
Avenida Rio de Janeiro, 1141
Avenida Rio de Janeiro, 1155
Rua Anita Garibaldi, 132
Rua Belo Horizonte, 129
Rua Belo Horizonte, 99 / 91
Rua Manaus, 120
Rua Pará, 1122
Rua Paranaguá, 803
Rua Pernambuco, 555
Rua Piauí, 1034
Rua Piauí, 1401
Rua Piauí, 72
Rua Santos, 1170
Rua Santos, 383
Rua Senador Souza Naves, 626
Rua Senador Souza Naves, 771
Avenida Garibaldi Deliberador, 545
Rua da Lapa, 186
Rua Dulcídio Pereira, 63
Rua Mayer, 355
Rua Escócia, 620
Rua Conde de Nova Friburgo, 77
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Guanabara
Higienópolis
Higienópolis
Inglaterra
Petrópolis
Petrópolis
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Recreio
Brasília
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Inglaterra
Petrópolis
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Comercial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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230
231
EDIFÍCIO
Ville Bordeaux
Agulhas Negras
Sevilha
Jardim das Marantas
Ônix
Águas Claras
Villa Olinda
Luana
Saint Patrick
Piccadilly Residence
Centro Médico Paes Leme
Mercury
Castello Forte
Andirá
Gramado
Serra Morena
Jamaica
Mississipi
Maranhão
Comercial Barão de Tefé
Granville
Simões
Terra Dourada
Solar Rembrandt
Columbia
Campo Bello
Solar do Lago
Lac Leman
Graciosa
Bartolomeu Bueno
Saint Thomas
Flórida
Saint Simon Residence
Cristal
Santos Dumont
Alphaville
Comendador Jakob
Hotel Bourbon
Newton Câmara
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Marcílio Dias, 97
Rua Assaí, 76
Rua Uruguai, 1738
Rua Carijós, 120 / Rua Araicas s/n
Rua Amador Bueno, 453
Rua Borba Gato, 811
Rua Jorge Velho, 273
Rua Mato Grosso, 1530
Rua Mato Grosso, 1679
Rua Mato Grosso, 1766
Rua Paes Leme, 1264
Avenida São Paulo, 790
Rua Alagoas, 878 / 888
Rua Andirá, 77
Rua Cambará, 589
Rua Cambará, 697
Rua Espírito Santo, 1542
Rua Francisco de Assis, 85
Rua Maranhão, 314
Rua Mato Grosso, 299
Rua Paranaguá, 689
Rua Professor João Cândido, 875
Rua Santos, 1150
Rua Santos, 777
Rua Senador Souza Naves, 282
Rua Alfredo Battini, 155
Rua da Lapa, 98
Rua Conde de Nova Friburgo, 176
Rua Professor Samuel Moura, 665
Rua Bartolomeu Bueno, 77
Rua Borba Gato, 962
Rua Borba Gato, 989
Rua Professor João Cândido, 1350
Rua Professor João Cândido, 1404
Avenida Santos Dumont, 500
Avenida Paul Harris, 198
Alameda Miguel Blasi,
Alameda Miguel Blasi, 51
Avenida Higienópolis, 32
Petrópolis
Presidente
Vila Brasil
Vila Casoni
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Champagnat
Higienópolis
Petrópolis
Presidente
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Aeroporto
Brasília
Centro
Centro
Centro
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Comercial
Comercial
Comercial
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80
65
68
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264
265
266
267
268
269
270
EDIFÍCIO
Barão de Antonina
Angélica
Concorde
Terraço Londrina
Itaúna
Catamará
Topázio
Solar Van Gogh
Pallazo Michelangelo
Barão de Teffé
Miguel Arias
Las Palmas
Flor da Mata
Boulevard Park
Comodoro
Galeria Storti
Camapuã
Scala de Milão
Empresarial Center
Saveiros
Village Chamonix
Village Shelborn
Porto Felix
Ariane
Missouri
Kennedy
Estoril
Barão de Goiás
Ouro Fino
Charle Ville
Saint Germain
Estelamaris
Ana Carolina
Castel Franco
Ipanema
Casabella
Central Park
Cayena
Floresta Negra
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Avenida Juscelino Kubitschek, 767
Avenida Rio de Janeiro, 551
Avenida São Paulo, 808
Avenida São Paulo, 910
Rua Alagoas, 1107
Rua Alagoas, 1802
Rua Alagoas, 618
Rua Anita Garibaldi, 145 / 135
Rua Belo Horizonte, 1126
Rua Belo Horizonte, 1302 / 1632
Rua Belo Horizonte, 248
Rua Belo Horizonte, 674
Rua Belo Horizonte, 860
Rua Belo Horizonte, 939
Rua Belo Horizonte, 940
Rua Benjamin Constant, 1715
Rua Benjamin Constant, 413
Rua Cambará, 489
Rua Cambará, 761
Rua Espírito Santo, 1276
Rua Espírito Santo, 1806
Rua Espírito Santo, 1818
Rua Espírito Santo, 231
Rua Espírito Santo, 751
Rua Espírito Santo, 87
Rua Espírito Santo, 875
Rua Fernando de Noronha, 775
Rua Goiás, 1347 / Hugo Cabral s/n
Rua Goiás, 1354
Rua Goiás, 1530
Rua Goiás, 1777
Rua Goiás, 1905
Rua Goiás, 969
Rua Hugo Cabral, 1046
Rua Hugo Cabral, 1062
Rua Hugo Cabral, 1072
Rua Hugo Cabral, 957
Rua João Pessoa, 185
Rua Maragogipe, 55
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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Residencial
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Comercial
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Comercial
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Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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Residencial
Residencial
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301
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306
307
308
EDIFÍCIO
Bavária
Drogasil
Gina
Ângelo Bazo
Rio das Pedras
Chatelle
Mathilde
Lider
Apolo
Pará Office Tower
Giardini
Amaralina
Le Jardin Residence
Saint Paul
Coliseu
Coral Gables
Arco-Íris
Escalada
Igapó
Dom Camilo
Florianópolis
Santorini
Lord Lovat
Pantheon
Fortaleza
Santa Clara
Studio Palladium Residence
Jaçanã
Bertona V / Fertonani
Paraná
D. Henrique
Rádio Londrina
Balan
Buenos Aires
Luís de Camões
Green Park
Érico Veríssimo
Parque Imperial
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Maragogipe, 73
Rua Maranhão, 51
Rua Mato Grosso, 381
Rua Mato Grosso, 654
Rua Mato Grosso, 937
Rua Mossoró, 600
Rua Natal, 63A
Rua Pará, 1239
Rua Pará, 1386
Rua Pará, 1531
Rua Pará, 1764
Rua Pará, 590
Rua Paranaguá, 1057
Rua Paranaguá, 1199
Rua Paranaguá, 1252
Rua Paranaguá, 539
Rua Paranaguá, 552
Rua Pernambuco, 1129
Rua Pernambuco, 511
Rua Pernambuco, 737
Rua Piauí, 1167
Rua Piauí, 1374
Rua Piauí, 717
Rua Pio XII, 865
Rua Porto Alegre, 320
Rua Porto Alegre, 679
Rua Prefeito Hugo Cabral, 389
Rua Prefeito Hugo Cabral, 885
Rua Prefeito Hugo Cabral, 95
Rua Prof. João Cândido, 207 / Av. Paraná, 273
Rua Quintino Bocaiúva, 351
Rua Quintino Bocaiúva, 41
Rua Santos, 1000
Rua Santos, 264
Rua Santos, 366
Rua Santos, 646
Rua Santos, 649
Rua Santos, 868
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
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Centro
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Centro
Centro
Residencial
Misto
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Comercial
Misto
Misto
Misto
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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346
347
EDIFÍCIO
Saint Emilion
San Francisco
San Lorenzo
Drumond
Mozart
Araucária
Manuel de Oliveira
Armando Spiacci
Marissol
Roland
Marrocos
San Fernando
Terrazo
Luís XV
Solar del Plata
Bella Torre
Ville Blanche
Di Verona
Isla Marina
Casa Nobre
Portal dos Jardins
Portal das Flores
Portal das Artes
Pérola Negra
Central Park
Quinta da Boa Vista V
Vivendas Picasso
Higienópolis
Vitor Hugo
Jocelita
Canaã
Bagdá
Solar de Coimbra
Ilhas Canárias
Pallatino
Montese
Meliá Residence
Princess (Blocos Roberto e Fernando)
Liverpool
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua São Francisco de Assis, 103
Rua São Francisco de Assis, 195
Rua São Francisco de Assis, 234
Rua São Francisco de Assis, 32
Rua São Francisco de Assis, 59
Rua Senador Souza Naves, 170
Rua Senador Souza Naves, 558
Rua Senador Souza Naves, 683
Rua Sergipe, 1070
Rua Sergipe, 1503
Rua Sergipe, 1774
Rua Tupi, 338
Rua Tupi, 579
Rua Tupi, 608
Rua Uruguai, 677
Rua Alfredo Battini, 199
Rua João Sampaio, 140
Rua João Sampaio, 150
Rua João Sampaio, 170
Rua Olímpia, 69
Rua Olímpia, 83
Rua Rangel Pestana, 452
Rua Rangel Pestana, 510
Rua João Huss, 177
Rua João Wyclif, 477 / 447
Rua Osaka, 33 / Av. Garibaldi Deliberador, 336
Avenida Higienópolis, 1807
Avenida Higienópolis, 1870
Rua Aminthas de Barros, 430 / 414
Rua Canudos, 146
Rua da Lapa, 474
Rua da Lapa, 498
Rua Gomes Carneiro, 75
Rua Guararapes, 202
Rua Humaitá, 143
Rua Montese, 149
Rua Paranaguá, 1772
Avendia Inglaterra, 585
Avenida Inglaterra, 770
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Champagnat
Champagnat
Champagnat
Champagnat
Champagnat
Champagnat
Champagnat
Champagnat
Guanabara
Guanabara
Guanabara
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Higienópolis
Inglaterra
Inglaterra
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Comercial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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378
379
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383
384
385
EDIFÍCIO
Itaporã
San Marino
Jordânia
Sofia
Portal do Lago
Alfa
Jatahi
Requinte
Canasvieiras
Meridian Residences
Four Seasons
Ilha de Itapema
Belvedere
Ana Josefina
Xingu
Olinda e São Luís
Araxá
Itabira
Centurion
Ilha do Sul
Marquês de Caravelas
Bertipáglia
Torre de Belém
Daphine
Araucária Park
Villa Vitória
Saint Peter
Ângelo Meranca
Porto Seguro
Verona
Giacomini
Solar dos Alferes
Gênova
Monza
Solimões
Marselha
Castro Alves
Serra do Mar
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Avenida Inglaterra, 850
Rua China, 225
Rua Jordânia, 90
Rua Ucrânia, 297
Rua Jerusalém, 180
Avenida Duque de Caxias, 1625
Rua Ana Nery, 285
Rua Henrique Dias, 52
Rua Luís Dias, 277
Rua Marcílio Dias, 125
Rua Rua Henrique Dias, 580
Av. Voluntários da Pátria, 800 / Tva. Alto Araxá
Avenida Voluntários da Pátria, 840
Rua Cambé, 47 / 710
Rua Cristiano Machado, 124
Rua Cristiano Machado, 20
Rua Samuel Moura, 450 / Volunt. da Pátria, 450
Rua Professor Samuel Moura, 491
Rua Professor Samuel Moura, 600
Travessa Alto do Araxá, 46
Rua Cândido Betoni, 199
Rua Clevelândia, 150
Rua Clevelândia, 68
Rua Ibiporã, 262
Rua Paulo Kawazaki, 130
Rua Rebouças, 390
Rua Rebouças, 414
Avenida Duque de Caxias, 1980
Rua Brasil, 1351
Rua Brasil, 1454
Rua Brasil, 1603
Rua das Bandeiras, 76
Rua Jorge Velho, 784
Rua Jorge Velho, 814
Rua Jorge Velho, 829 / 44
Rua Jorge Velho, 847
Rua Monções, 22A
Rua Paes Leme, 418
Inglaterra
Inglaterra
Inglaterra
Inglaterra
Palhano
Petrópolis
Petrópolis
Petrópolis
Petrópolis
Petrópolis
Petrópolis
Presidente
Presidente
Presidente
Presidente
Presidente
Presidente
Presidente
Presidente
Presidente
Quebec
Quebec
Quebec
Quebec
Quebec
Quebec
Quebec
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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N
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387
388
389
390
391
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394
395
396
397
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399
400
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414
415
416
417
418
419
420
421
422
423
424
EDIFÍCIO
Tarumã
Barcelona
Aimorés
Panoramic Residence
Studio Beta
Clemente Ressetti
Albatroz
Gaivotas
Rio de Janeiro Residencial (Blocos)
Itacolomi
Saint James
Studio 2001
Solar do Arpoador
Aruba
Sygnus Studio
Felipe I
Rembrandt
Eça de Queirós
Borba Gato
Álamo
Karen Ville
Tom Jobim
Evelyn
Gustavo II
Carajás
May Flower
Vinícius de Moraes
San Michel
Portal da Mato Grosso
Flor de Lis
Jequitibá
Pedra do Sol
Sol de Verão
Grand Cannyon
Saint Moritz
Comercial Paranoá
Brazil Center
Brunner
Vila Valença
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Paes Leme, 579
Rua Raposo Tavares, 281
Rua Raposo Tavares, 341 / 1429
Rua Uruguai, 1378
Rua Uruguai, 1918
Avenida Rio de Janeiro, 1303
Avenida Rio de Janeiro, 1376
Avenida Rio de Janeiro, 1389
Avenida Rio de Janeiro, 1443
Avenida Rio de Janeiro, 1630
Avenida Rio de Janeiro, 1675
Rua Amador Bueno, 136
Rua Amador Bueno, 206
Rua Amador Bueno, 255
Rua Amador Bueno, 256
Rua Antônio Amado Noivo, 222
Rua Bartolomeu Bueno, 247
Rua Borba Gato, 1099
Rua Borba Gato, 1100
Rua Borba Gato, 810
Rua João Wanderley, 51
Rua Jorge Velho, 529
Rua Jorge Velho, 577
Rua Jorge Velho,512
Rua Mato Grosso, 1319
Rua Mato Grosso, 1385
Rua Mato Grosso, 1412
Rua Mato Grosso, 1767
Rua Mato Grosso, 1920 / 1910
Rua Mato Grosso, 1983 / 1893
Rua Moreira Cabral, 110
Rua Raposo Tavares, 442
Rua Raposo Tavares, 455
Rua Raposo Tavares, 855
Rua Raposo Tavares, 967
Rua Senador Souza Naves, 1044
Rua Senador Souza Naves, 1255
Rua Ivaí, 58
Rua Piquiri, 69
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Nova
Vila Nova
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Comercial
Residencial
Residencial
9
10
8
8
8
8
14
11
5
13
12
7
7
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10
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24
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426
427
428
429
430
431
432
433
434
435
436
437
438
439
440
441
442
443
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446
447
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450
451
452
453
454
455
456
457
458
459
460
461
462
463
EDIFÍCIO
Angra dos Reis
Bahia
Amarilis
Rio de Janeiro
Mar Del Plata
Malena Januário
Classie
Chácara Bela Vista
Maximiano
Petrópolis
Casario do Porto
Villa Grega
Boston Ville Residence
Med Center Londrina
Atlântico
Ille de France
Riverside Residences
Sagres
Firenze
Del Rio
Park Avenue
Pelicanos
Camila's Tower
Cortina D'Ampezzo
Lafayette
Green Garden
Torre de Cadiz
Terraço
Hyde Park
Inconfidência
Jangada
Solar Philadelpho Garcia
Protec Center
Executive Center Skowronek
José Garcia Villar Market Center
Ilha de Paquetá
Ravenna Residence
Di Biagi
Viviendas Goya
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Rio Pardo, 85 / Rua Tocantins, s/n
Rua Bahia, 418
Avenida Juscelino Kubitschek, 1479
Avenida Rio de Janeiro, 814
Rua Alagoas, 1690
Rua Pio XII, 731
Rua Santos, 1016
Rua Caracas, 460
Rua País de Gales, 50
Rua Brasil, 1940
Rua Chile, 185
Rua Jorge Velho, 900
Rua Venezuela, 66
Avenida Bandeirantes, 901
Avenida Rio de Janeiro, 1421
Rua Amador Bueno, 351
Rua Alagoas, 1560
Rua Alagoas, 1572
Rua Alagoas, 995
Rua Espírito Santo, 900
Rua Mato Grosso, 803
Rua Pernambuco, 1239
Avenida Higienópolis, 1527
Rua Ana Nery, 288
Rua Professor Samuel Moura, 361 / 367
Rua Paes Leme, 175
Rua Uruguai, 1744
Rua Amador Bueno, 367
Rua Raposo Tavares, 1074
Rua Rio Grande do Norte, 1216
Rua Belo Horizonte, 1330
Rua Belo Horizonte, 1445
Rua Brasil, 862
Rua Senador Souza Naves, 441
Rua Senador Souza Naves, 75
Rua Canudos, 70 / Rua Henrique dos Santos, 70
Rua Montese, 35
Avenida Maringá, 725
Rua Jorge Velho, 135
Vila Nova
Vila Recreio
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Inglaterra
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Higienópolis
Petrópolis
Presidente
Vila Brasil
Vila Brasil
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Recreio
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Higienópolis
Higienópolis
Quebec
Vila Ipiranga
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Comercial
Comercial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
8
7
15
10
14
20
14
18
8
10
8
10
9
9
11
7
13
9
10
12
14
17
7
8
16
6
8
8
14
15
18
18
7
17
12
8
13
9
8
24
40
96
22
96
102
11
16
28
28
56
112
35
99
7
40
44
14
54
20
52
15
47
8
78
12
28
20
88
122
15
36
52
146
19
39
52
42
36
1992
1992
1993
1993
1993
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1993
1993
1993
1993
1993
1993
1993
1993
1993
1994
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1994
1994
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135
N
0
464
465
466
467
468
469
470
471
472
473
474
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476
477
478
479
480
481
482
483
484
485
486
487
488
489
490
491
492
493
494
495
496
EDIFÍCIO
João de Barro
Baluarte
Ibiúna
Fênix
Londricenter
Dunas Douradas
Palace Center
Serra Verde
Arkádia
Solar Monet
Tivoli
Top Life
João Pessoa
Solar Montreaux
San Francis Tower
Portland Residence
Dom Marino
Itapoá
Village Cheval Blanc
Village Saint Louis
Taquari
Greenfield's Residence
Mondrian
Golden Gate
Torre de Viena
New Orleans
Terra Brasil
Palais Lac Dor
London Lake
Battistella e Policastro
Jennifer
New Port Residence
Solar de Madagascar
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Rua Jorge Velho, 307 / Av. Rio de Janeiro, s/n
Rua Mato Grosso, 1423
Rua Moreira Cabral, 82
Rua Paes Leme, 946
Rua Brasil, 1014
Rua Cambará, 319
Rua Esírito Santo, 1163
Rua Espírito Santo, 1265
Rua Espírito Santo, 1499
Rua Espírito Santo, 1570
Rua Hugo Cabral, 1007
Rua Pio XII, 766
Rua Porto Alegre, 286
Rua Santos, 1299
Rua Santos, 536
Rua Rangel Pestana, 340
Rua Conde de Nova Friburgo, 49
Rua Doutor Elias César, 365
Rua Humberto de Campos, 68
Avenida Rio de Janeiro, 1375
Avenida Rio de Janeiro, 1500
Rua Borba Gato, 1078
Rua Borba Gato, 711
Rua Belo Horizonte, 1356
Rua Espírito Santo, 1160
Rua Santos, 1300
Rua Maria Lúcia da Paz, 400
Rua Doutor Elias César, 155
Rua Doutor Elias César, 225
Avenida Maringá, 627
Rua Paes Leme, 459
Avenida Rio de Janeiro, 1643
Rua Borba Gato, 1158 / Amador Bueno, 1158
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Centro
Champagnat
Petrópolis
Petrópolis
Quebec
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Centro
Centro
Palhano
Petrópolis
Petrópolis
Presidente
Vila Brasil
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
7
8
9
8
14
10
9
18
20
20
9
19
7
16
18
15
8
9
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9
12
14
8
19
9
18
19
21
22
7
7
13
8
25
14
27
28
37
18
61
32
18
108
37
88
14
63
63
26
14
7
14
24
122
48
28
60
14
16
155
34
20
47
56
88
14
1995
1995
1995
1995
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
1996
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1997
1997
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1997
1997
1997
1997
1997
136
LISTA DOS EDIFÍCIOS (LONDRINA, 1998-2005)
N
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
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27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
0
EDIFÍCIO
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Monterrey
Nicola Pagan
Brickell
Palladium Residence
Complexo Empresarial Oscar Fuganti
Quinta Boa Vista II / Solar das Araucárias
Vision Residence
Beverly Hills Residence
Lago Parque
Aquariu's
Borba Gato II
Ilha de Itaparica
Solar Cezanne
Terra Roxa
Maison Vernier
Miami Garden Residence
Le Corbusier
Green Boulevard
La Rochelle
Sunset Boulevard
Minnesota
Costa Rica
João Dinardi
Mogno
Bosque Wilmar H. Berbert
Ibis
Paramount
Olympio Silva
Fontaine Bleu
Matisse Residences
Ravel Boulevard
Coralina
Victória Lake
Portobello
Renaissance
Ilha Bela
Terra do Sol
Avenida São João, 404
Rua Belo Horizonte, 691
Rua Pará, 1628
Rua Paranaguá, 199
Rua Santa Catarina, 50
Avenida Garibaldi Deliberador, 231
Rua Maria Lúcia da Paz, 450
Rua Marcílio Dias, 130
Rua Marcílio Dias, 195
Rua Morretes, 82
Rua Borba Gato, 689
Rua Niterói, 35 / 85
Rua Alagoas, 1432
Rua Andirá, 195
Rua Belo Horizonte, 1077
Rua São Francisco de Assis, 144
Rua Caracas, 555
Rua Henrique dos Santos, 62
Rua José Monteiro de Mello, 250
Rua Belo Horizonte, 1399
Rua Espírito Santo, 88
Rua Hugo Cabral, 1174
Rua Tupi, 513
Rua Ernani Lacerda de Athaíde, 45
Rua João Huss, 115
Rua Prof. Samuel Moura, 510
Rua Amador Bueno, 350
Rua Amador Bueno, 360
Rua São Francisco de Assis, 110
Avenida Madre Leônia Milito, 615
Rua Madre Leônia Milito, 1200
Rua Doutor Elias César, 140
Rua Senador Souza Naves, 2645
Rua Alfredo Battini, 130
Rua Professor Samuel Moura, 400
Rua Raposo Tavares, 299
Rua Mato Grosso, 1637
Brasília
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Palhano
Petrópolis
Petrópolis
Quebec
Vila Ipiranga
Vila Recreio
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Higienópolis
Palhano
Centro
Centro
Centro
Centro
Guanabara
Guanabara
Presidente
Vila Ipiranga
Vila Ipiranga
Centro
Guanabara
Guanabara
Petrópolis
Petrópolis
Presidente
Presidente
Vila Brasil
Vila Ipiranga
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Misto
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
5
19
12
12
32
21
17
12
16
8
7
12
16
16
15
13
25
10
7
18
8
11
17
21
22
16
8
11
1 (16)
21
11
9
22
19
17
10
9
144
15
38
44
341
177
15
20
14
28
84
22
72
56
13
0
213
24
56
32
43
18
74
40
68
64
40
40
63
76
41
14
36
144
60
36
31
1998
1998
1998
1998
1998
1998
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1998
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1998
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1998
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1999
1999
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1999
2000
2000
2000
2000
2000
2000
2000
2000
2000
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2001
2001
2001
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2001
2001
2001
2001
137
N
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
0
EDIFÍCIO
ENDEREÇO
BAIRRO
USO
PAVIMENTOS
UNIDADES
CONDOMÍNIO
Central Ville
Villagio Di Mônaco
Golden Place
Riocenter
Torres Brasil (Bls. Pará, Brasil e Goiás)
Salvador Dali
Solar do Pioneiro
Gisele
Marc Chagall
Sunflowers Residence
Studio V
Portal Escócia
Rio Nilo
Lac Royal
Joan Miró
Arquiteto Vilanova Artigas
Amadeus
San Marino Residencial
Montpellier
Torre do Lago
Montreal Ville Residence
Grande Sakura
Baía de Paranaguá
Costa Esmeralda
Torre de Málaga
Gaudi
Antônio Paulino
Villagio Enella
Dom Manoel
Napoli
Rua Açungui, 322
Avenida São João, 277
Rua Catarina de Bora, 137
Rua Alagoas, 680
Rua Brasil, 649
Rua Hugo Cabral, 907
Rua Tupi, 240
Rua Professor Samuel Moura, 215
Rua João Wyclif, 185
Rua João Wyclif, 405
Rua Paranaguá, 1900
Rua Escócia, 430
Rua Ucrânia, 365
Rua João Huss, 200
Rua João Huss, 380
Rua José Monteiro de Mello, 205
Rua Souza Naves, 2615
Avenida São Paulo, 940
Rua Santos, 915
Rua Conde de Nova Friburgo, 177
Rua Borba Gato, 564
Rua Alagoas, 371
Rua Paranaguá, 321
Rua Ernani Lacerda de Athaíde, 188
Rua João Huss, 75
Rua João Wyclif, 255
Rua Clevelândia, 170
Rua Clevelândia, 200
Rua Brasil, 1718
Rua Raposo Tavares, 733
Vila Nova
Brasília
Brasília
Centro
Centro
Centro
Centro
Champagnat
Guanabara
Guanabara
Higienópolis
Inglaterra
Inglaterra
Palhano
Palhano
Palhano
Petrópolis
Centro
Centro
Petrópolis
Vila Brasil
Centro
Centro
Guanabara
Guanabara
Guanabara
Quebec
Quebec
Vila Brasil
Vila Ipiranga
Residencial
Residencial
Residencial
Comercial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
Residencial
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Karen Yukie Oura2