Nº 18 - Junho de 2005
TURISMO
LISBOA
de
Portugal é o
segundo destino
internacional
dos espanhóis
Bernardo Trindade prolonga contratualização
Tempos de espera baixam
no Aeroporto de Lisboa
Monarch Scheduled inicia ligação
Londres - Lisboa
Índice LISBOA
1497
NO INTERIOR
Maio de 2005
Índice
EDITORIAL, POR PEDRO PINTO .............................................................
NOTICIÁRIO NACIONAL ........................................................................
NOTICIÁRIO INTERNACIONAL ...............................................................
OBSERVATÓRIO ...........................................
ENTREVISTA ................................................................................................
Boletim Interno ................................................................................
MARKET PLACE .........................................................................................
A FECHAR, POR VÍTOR COSTA .............................................................
Portugal é o segundo
destino internacional
dos espanhóis
Destaques
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
21
Portugal é o segundo destino das
viagens internacionais dos espanhóis
para a Europa, a seguir a França, tendo
registado no ano passado um aumento
da procura em 18,2 por cento, revelou
o Instituto de Estudios Turisticos (IET),
da Secretaria de Estado espanhola de
Turismo e Comércio.
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VISÕES por Mário P. Gonçalves, Luís Vale e Ana Zanatti
Portugal acolhe Dia
Mundial do Turismo
em 2006
Portugal será palco, em 2006, das
comemorações oficiais do Dia Mundial
do Turismo (27 de Setembro) levadas
a cabo pela OMT, organização que
discutiu, em Coimbra, o futuro do
turismo de cidade na Europa.
Pág. 11
Em reunião de trabalho
Turismo de Lisboa apresenta preocupações
ao Secretário de Estado do Turismo
O Secretário de Estado do Turismo, Bernardo
Trindade, e os dirigentes da Associação de
Turismo de Lisboa, Pedro Pinto,Vítor Costa,
Carlos Ornelas Monteiro, Luis Alves de Sousa
e Francisco Sá Nogueira, realizaram no
passado dia 15 de Junho uma reunião de
trabalho na sede do Turismo de Lisboa.
Na reunião foram apresentadas e discutidas
as principais questões que preocupam
o Turismo de Lisboa, que é também
responsável pela promoção externa da Região
Bernardo Trindade afirmou a
de Lisboa, enquanto Agência Regional de
necessidade de dar continuidade ao
Promoção Turística.
actual modelo de contratualização
A reunião centrou-se no balanço
da promoção turística
da contratualização e do seu modelo, tendo-se
concluído pelas vantagens da presente solução
de parceria e descentralização da promoção turística, a qual deverá ter
continuidade, não obstante ser necessário aprofundar e corrigir alguns aspectos.
O empenho na melhoria das acessibilidades que servem a Região de Lisboa,
nomeadamente através de um aeroporto para voos low-cost, mereceu o consenso
dos presentes.
Outro dos assuntos que mereceu consenso foi a necessidade de elevar a qualidade
de alguns serviços prestados aos turistas, como é o caso do transporte por táxi,
principalmente a partir do Aeroporto.
A ATL afirmou ainda a importância da captação de eventos impactantes, que
funcionem como âncora para a atracção de turistas a Lisboa e que permitam o
aumento da sua competitividade face a outras capitais europeias, tendo apresentado
um dossier relativo a uma eventual candidatura ao Forum Universal das Culturas.
Por fim, foram afloradas questões como a simplificação de obtenção de vistos para
turistas que pretendam visitar Portugal, a continuação do Programa de Intervenções
para a Qualificação do Turismo (PIQTUR) e a necessidade de reunir, a curto prazo,
o órgão responsável pela concertação das linhas estratégicas da promoção turística.
Entrevista
com Vítor Filipe
O presidente da Associação Portuguesa
das Agências de Viagens revelou que
as suas grandes preocupações se
prendem com as questões da gestão
aeroportuária e com o melhoramento
do aeroporto da Portela.
3
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Espanha
Portugal é o segundo destino
internacional dos espanhóis
Portugal é o segundo destino das
viagens internacionais dos espanhóis
para a Europa, a seguir a França,
tendo registado no ano passado um
aumento da procura em 18,2 por
cento, revelou o Instituto de Estudios
Turisticos (IET), da Secretaria de
Estado espanhola de Turismo e
Comércio.
4
Portugal concentrou 12,6 por cento do total
das viagens ao estrangeiro, enquanto a França
representou 19,3 por cento. Depois seguem a Itália
(8,5 por cento), Andorra (8,4 por cento), o Reino
Unido (7,6 por cento).
A preponderância de França e Portugal decorre
da tendência dominante que é a das viagens
para destinos europeus (75,5% do total) e
nomeadamente nos países que fazem fronteira
com Espanha.
O principal meio de transporte utilizado pelos
residentes em Espanha nas suas deslocações
turísticas em 2004 foi o automóvel, usado em
73,6 por cento das viagens, o que representa um
aumento de 6,3 por cento comparativamente a
2003, seguido do avião que concentrou 12,2 por
cento do total, um aumento de 19,5 por cento.
Este forte aumento das viagens em avião deve-se,
principalmente, ao crescimento das viagens ao
estrangeiro.
Na Europa, entre os países discriminados pelo
IET, só Alemanha e Reino Unido tiveram taxas de
crescimento superiores à de Portugal. As maiores
taxas de crescimento, porém, verificam-se para os
países do Norte de África e da América Latina.
No ano passado, o número de viagens dos
espanhóis para a América Latina (República
Dominicana, Colômbia, México e Cuba) aumentou
58,6% face a 2003, para um total de 493.026,
ou seja, 10,7% das viagens internacionais dos
espanhóis.
África registou um crescimento de 38,8%, para
382.682 (8,3% do total), com Marrocos, que por
si só representa 5% das viagens internacionais dos
espanhóis, a apresentar um aumento em 57,2%,
para 231.874.
COMBOIO
DE ALTA VELOCIDADE
TIRA LUGAR AO AVIÃO
O avião continua a ser o meio de transporte mais utilizado nas viagens
de negócios nas regiões espanholas onde existem linhas de comboio
de alta de velocidade. No entanto, este meio de transporte tem vindo,
aos poucos, a tirar lugar à utilização do avião, refere um estudo do
Diners Club Internacional sobre “A Radiografia do viajante espanhol em
2004”.
A ponte aérea Madrid-Barcelona continuou a ser, no ano passado, o
itinerário realizado com mais frequência pelos empresários, a representar
25 por cento do total dos trajectos dentro de Espanha, enquanto os voos
entre Madrid e Bilbao concentraram 6 por cento e Madrid-Valência 4 por
cento. No que respeita aos voos internacionais, o primeiro destino foi
Madrid-Paris, seguido de Madrid-Lisboa e Madrid-Bruxelas.
No entanto, a Diners Club assinala que o comboio de alta velocidade está a
tirar quota de mercado às transportadoras aéreas, nos trajectos que opera,
como é o caso de Madrid-Sevilha e Madrid-Zaragoza.
O estudo da Diners Club refere ainda que as companhias aéreas espanholas
perderam, durante o ano passado, mais de 85 por cento da sua quota de
mercado no trajecto
Madrid-Zaragoza devido
à introdução da linha
de alta velocidade
entre as duas
capitais.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
O principal meio de
transporte utilizado
pelos residentes
em Espanha nas
suas deslocações
turísticas em 2004 foi
o automóvel.
HOTELARIA
EM ESPANHA
PERDE RENTABILIDADE
Madrid é o principal mercado emissor
Os principais destinos as viagens internas foram a Andaluzia (8,8 milhões), a Comunidade
Valenciana (5,6 milhões), a Catalunha (5,5 milhões), Castela e Leão (3,9 milhões) e a
Comunidade de Madrid (2,8 milhões). Segundo o IET, os residentes de Madrid são os que
realizam mais viagens ao estrangeiro, seguidos dos habitantes da Catalunha (9,2 milhões)
e da Andaluzia (6,7 milhões).
O estudo abarca a totalidade das viagens turísticas (mais de três noites) dos espanhóis
que no ano de 2004 ascenderam a 47,1 milhões, o que corresponde a um crescimento
de 5 por cento face ao ano anterior, 90,2% das quais internas, com um crescimento de
3,8% face a 2003.
Para o total de viagens internas e internacionais com reservas antecipadas (19,28
milhões, ou 40,9% do total), o IET conclui que 12,2% foram com reservas por agência de
viagens, com um aumento face a 2003 em 20,5%, para 5,7 milhões.
As reservas directas, embora em maior percentagem (18,7% do total), cresceram de
forma mais moderada (12%, para 8,8 milhões).
Em contrapartida, caiu o peso da compra de pacotes turísticos, para 8,8%, já que esta
modalidade registou uma quebra de 18,8% face a 2003, para 4,145 milhões.
O alojamento mais utilizado foi a casa de familiares ou amigos (37,8 por cento). No
entanto, as viagens com alojamento em hotel tem vindo a aumentar nos últimos anos,
7,7 por cento, contra 3,9. Nas deslocações ao estrangeiro 54,1 por cento dos espanhóis
utilizou o hotel, enquanto apenas 27,3 por cento hospedou-se num estabelecimento
hoteleiro nas viagens dentro de Espanha.
Os principais motivos das viagens foram o lazer e as férias (67,9 por cento), seguindose visitas a familiares e amigos. No conjunto das viagens de lazer e férias, a praia e a
montanha foram escolhidos por cerca de 50 por cento dos espanhóis, enquanto apenas
18,4 por cento escolheram o turismo cultural e 3,2 por cento a prática desportiva.
O sector hoteleiro em Espanha
vai ter que enfrentar pelo menos
mais dois anos de perda de
rentabilidade, devido ao excesso
de oferta existente, segundo o
secretário-geral da Confederação
Espanhola de Hotéis e
Alojamentos Turísticos.
Este responsável, que falava num
seminário sobre o mercado
imobiliário aplicado ao sector
hoteleiro, disse que a actual
situação é comparável àquela que
foi vivida em Barcelona logo após
os Jogos Olímpicos de 1992, em
que o excesso de oferta levou
vários anos a superar.
O mesmo responsável chamou
a atenção também para a
proliferação de hotéis com Spa,
tendo apontado o dedo a este
tipo de oferta, que nem sempre
é aquela que é indicada nas
brochuras.
Referiu igualmente que o
desenvolvimento do segmento
de golfe está a ter um período
de baixa, apesar de ser um
produto que representa um
extraordinário valor-acrescentado
para os projectos de imobiliária
turística e continua a ter grandes
possibilidades de crescimento.
5
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Editorial
Queremos mais
Numa altura em que se vivem algumas expectativas relativamente ao
desempenho turístico da Região de Lisboa nos meses de Verão, um ano após
o Euro 2004, decidimos apostar na comunicação publicitária e lançámos uma
campanha internacional sob o slogan “Lisboa. Experiência Pessoal”.
Visamos apelar à visita de inúmeros estrangeiros de mercados tão significativos
como Espanha, França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Benelux, países nórdicos e,
6
até mesmo, Estados Unidos da América.
Investimos 2,5 milhões de euros nesta campanha, a pensar que queremos
mais e melhores turistas. Até ao final do Verão, marcaremos presença em
prestigiados jornais e revistas, tal como o Times, o Paris Match e o El Mundo, em
rádios espanholas e em sites de viagens.
Naturalmente, a maior fatia do investimento cabe ao nosso país vizinho,
mercado para o qual Portugal é o segundo destino internacional, segundo um
estudo recente da Secretaria de Estado espanhola de Turismo e Comércio.
Ainda é cedo para podermos fazer previsões certeiras sobre a performance
turística desta estação que agora começou, mas certo é que o Verão já chegou
e Lisboa está em Festa. Acabámos de realizar as tradicionais comemorações do
nosso santo padroeiro e a festa vai prolongar-se até Setembro, com a realização
de uma série de eventos culturais, como concertos, teatro, música e dança,
entre os quais o Festival do Fado e o África Festival, a pensar nos lisboetas e
em quem nos visita.
Pedro Pinto
Presidente do Turismo de Lisboa
“
Investimos 2,5 milhões
de euros nesta
campanha, a pensar
que queremos mais e
melhores turistas.
“
7
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Tempos de espera baixam
no Aeroporto de Lisboa
Os tempos de espera no Aeroporto de Lisboa
já estão a baixar. Reduzir para 50 minutos o
tempo máximo de ligação entre os voos é um
dos objectivos dos programas de melhoria da
qualidade de serviços nos seus aeroportos, que
a ANA está a implementar.
88
A ANA - Aeroportos de
Portugal SA, em colaboração
com a Roland Berger, consultor
especializado, está a implementar
programas de melhoria da qualidade
de serviço nos seus aeroportos, com
repercussões mais significativas em
Lisboa.
O projecto assenta em três programas de
acção prioritários: melhor processamento
de passageiros e bagagens em Lisboa,
estabelecimento de acordos de níveis
de serviço com os vários intervenientes
aeroportuários (companhias aéreas,
handlers, etc), e a criação de um sistema de
monitorização da qualidade de serviço.
As medições realizadas no aeroporto de
Lisboa, em Agosto e Setembro de 2004,
indicam que o tempo de transferência de
passageiros pode atingir 68 minutos e o de
bagagens pode ultrapassar os 80 minutos.
A ANA vai atribuir
prémios não
monetários às
companhias aéreas
que demonstrem
maior
pontualidade.
2 milhões para nova
zona de bagagens em
transferência
O objectivo da ANA é reduzir o tempo
máximo de ligação entre voos para 50
minutos, para o que estão em curso
uma série de acções. A mais significativa
é a construção de uma zona de apoio
ao processamento de bagagens em
transferência, com capacidade para 1200
bagagens por hora, num investimento
de dois milhões de euros. A nova zona
de bagagens ficará situado junto à
plataforma central do aeroporto, onde
os principais voos com ligações deverão
estacionar. O início do funcionamento
desta instalação está previsto para o
Verão deste ano.
Já concluídos estão os balcões
de atendimento preferencial para
passageiros em transferência no controlo
de passaporte pelo SEF, a utilização da
Porta 14A para desembarque exclusivo
de passageiros com origem em países
Schengen, e a colocação de novos
monitores de informação de voos.
Refira-se que o uso exclusivo da Porta
14A para desembarque de passageiros
do Espaço Schengen já diminuiu em
50 % o tempo de transferência destes
passageiros, de 26 para 13 minutos,
beneficiando também as transferências
Schengen/Não Schengen, de 35 para
19 minutos. Do mesmo modo, o novo
canal exclusivo para passageiros em
transferência reduziu em 50 % o tempo
médio de espera na fila do SEF, de 11
para 5 minutos, com a espera máxima a
baixar de 24 para 11 minutos.
Quanto à actualização da sinalética do
aeroporto de Lisboa, a cargo de uma
empresa alemã, tem finalização prevista
para Setembro.
Em análise estão ainda medidas como
o uso de autocarros de desembarque
separados para passageiros em
transferência, centralização dos pórticos
de raio X (para Junho), ou a instalação
de dois canais de embarque nalgumas
portas de embarque.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
A actualização da sinalética
do aeroporto de Lisboa,
a cargo de uma empresa
alemã, tem finalização
prevista para Setembro.
Incentivos à pontualidade das
companhias
Neste quadro, a ANA anunciou que vai distinguir
as companhias aéreas mais pontuais nos
aeroportos que gere.
Já a partir do final desta temporada de Verão
IATA, que termina no final de Outubro, a
empresa vai atribuir prémios não monetários
às companhias aéreas que demonstrem maior
pontualidade. A notícia foi dada por Rui Veres,
vogal do conselho de administração da ANA,
na conferência de imprensa de divulgação
dos programas de melhoria de qualidade dos
Aeroportos ANA.
O prémio para a companhia mais pontual será
atribuído duas vezes por ano, a cada temporada
IATA de Verão (Abril-Outubro) e de Inverno
(Novembro-Março). No Aeroporto de Lisboa
haverá lugar a dois prémios, para voos de longo
curso e para voos de médio curso (menos de
3000 milhas).
Para se habilitarem ao prémio as companhias
deverão realizar dois ou mais voos por semana,
em média, durante o período em estudo.
Para a atribuição do prémio será calculada
a percentagem de voos com atrasos ou
adiantamentos superiores a 15 minutos à partida
e à chegada.
Aeroporto de Lisboa
deverá crescer 5 por cento
O Aeroporto de Lisboa deverá registar este ano um
crescimento de 5%, revelou o seu director Francisco Severino,
numa conferência de imprensa onde o administrador da
ANA, Rui Veres, estimou que o número de passageiros atinja
12 milhões de passageiros, “muito próximo” do limite da
capacidade.
As taxas de crescimento registadas até ao momento,
“antecipam uma procura que poderá ultrapassar as perspectivas
de crescimento”, afirmou Francisco Severino, acrescentando
contudo ser “um pouco prematuro” especular sobre o
progresso dos números.
Segundo o director do aeroporto, a infra-estrutura está “muito
próximo” de atingir o limite de capacidade e da saturação (?)
do que os outros aeroportos nacionais.
A maior pressão da procura incidirá nos dois próximos anos
já que, segundo Francisco Severino, as obras de expansão do
aeroporto da Portela deverão começar a facilitar o escoamento
do tráfego já em 2007, estimando-se que em 2009 o aeroporto
tenha capacidade para receber cerca de 16 milhões de
passageiros, um tráfego que a administração da ANA considera
só será atingido em 2015/2016.
Para 2010 as estimativas apontam que o número de passageiros
esteja entre os 13 e os 14 milhões. “Depois dependerá muito
da evolução do tráfego”, conclui Francisco Severino.
9
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Número dos
passageiros low
cost a crescer
Vueling começou a voar entre
Lisboa e Barcelona
10
O número de passageiros das companhias low cost
no aeroporto de Lisboa pode crescer até 5,5%
em 2005, afirmou Nuno Costa, responsável pelo
departamento de Marketing do Aeroporto de Lisboa.
Num ano em que o Aeroporto de Lisboa recebe um
número recorde de companhias aéreas “43 regulares,
para 76 destinos e 38 charters para 39 destinos”,
o aeroporto de Lisboa poderá ainda registar uma
evolução no crescimento das low cost.
De acordo com Nuno Costa, citado pela Ambitur
Online,“as companhias low cost têm crescido
muito no aeroporto”, mas ainda têm “um peso
relativamente pequeno” com cerca de “4% dos
passageiros e 3% dos movimentos”.
O Aeroporto de Lisboa começou a receber voos
de companhias low-cost em 1998 com a extinta Go.
Em 2002 a Virgin Express inicia os seus voos para a
capital portuguesa, e em 2003 o mercado alarga-se
para German Wings; Snow Flake; Germânia Express e
Aer Lingus.
Actualmente, do Aeroporto de Lisboa, existem
ligações de low-cost com as companhias “Aer Lingus
para Dublin; a Monarch para Londres; Air Berlin para
Palma de Maiorca, ligando depois a toda a sua rede
de voos; a SAS Braathens para Oslo, 3 vezes por
semana; a CentralWings que é a low cost da LOT , 3
vezes por semana para Varsóvia; a Virgin Express que
voa 2 vezes por dia para Bruxelas; a German Wings
que voa diariamente para Polónia e seis vezes por
semana para Estugarda e a Vueling” que começou
a voar diariamente para Barcelona desde o dia 16
de Maio. Estas operações perfazem 112 voos por
semana e cerca de “16.800 lugares para os destinos
Dublin; Londres; Palma de Maiorca; Oslo;Varsóvia;
Colônia; Estugarda; Bruxelas e Barcelona”, conforme
indicou aquele responsável.
A companhia low cost Vueling iniciou, no
passado dia 16 de Maio uma operação
entre Lisboa e Barcelona. O voo é realizado
diariamente num Airbus 320 com capacidade
para 180 lugares, com horário de chegada a
Lisboa pelas 19h15 e partida para Barcelona às
20h25.
Com esta nova operação regular, cuja
assistência no Aeroporto de Lisboa é
assegurada pela Groundforce, passaram a ser
quatro as companhias a ligar directamente a
capital portuguesa a Barcelona. O preço dos
bilhetes é a partir de 30 euros por trajecto,
sem taxas incluídas, mas a companhia lançou
uma promoção com 40 mil bilhetes a partir de
10 euros, sem taxas.
Esta companhia, criada em 2004 e com
base em Barcelona, pretende operar para
as principais capitais europeias e para o
mediterrâneo ocidental, voando actualmente
para 13 destinos: Bilbao, Bruxelas, Ibiza, Lisboa,
Madrid, Málaga, Milão, Menorca, Palma, Paris,
Roma, Sevilha e Valência. Dispõe de uma frota
de cinco Airbus 320.
2005 o ano
em que o
Aeroporto de
Lisboa recebe
um número
recorde de
companhias
aéreas low
cost.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Noticiário
Portugal acolhe Dia Mundial
do Turismo em 2006
Portugal será palco, em 2006, das comemorações oficiais do Dia Mundial
do Turismo (27 de Setembro) levadas a cabo pela OMT, organização que
discutiu, em Coimbra, o futuro do turismo de cidade na Europa.
Portugal vai acolher as comemorações do
Dia Mundial do Turismo (27 de Setembro)
em 2006, foi anunciado em Coimbra, no
âmbito da 43ª reunião da Comissão para a
Europa da Organização Mundial de Turismo
(OMT).
Pedro de Almeida, representante de Portugal
junto da OMT, revelou em conferência de
imprensa que o tema das comemorações,
aprovado no decurso da reunião, é o
“Turismo como factor de enriquecimento”.
De acordo com Pedro de Almeida, a
decisão de ser Portugal a organizar as
comemorações em 2006 foi obtida por
consenso. Além de Portugal, nesta fase final
da candidatura também a Sérvia-Montenegro
aspirava a acolher as celebrações.
O representante de Portugal junto da OMT
esclareceu ainda que o tema tem a ver com
a visão do turismo como “uma actividade
enriquecedora, em sentido amplo”.
“O turismo é uma actividade multidimensional, toca em várias áreas, usa
recursos ambientais, culturais, patrimoniais,
paisagísticos. Evita conflitos, gera segurança,
é uma indústria da paz”, afirmou.
O representante de Portugal junto da OMT
adiantou que o programa e o local das
comemorações ainda vão ser definidos.
Todos os anos, a OMT escolhe, por região,
o país anfitrião das comemorações do Dia
Mundial do Turismo.
O secretário-geral da OMT, Francesco
Frangialli, explicou na conferência de
imprensa que o tema, tem a ver com o
facto de o turismo constituir uma fonte de
riqueza, não só material, mas cultural, social
e humana.
Também presente na conferência de
imprensa, Luigi Cabrini, representante
regional para a Europa da OMT, salientou
que este continente vai continuar “muito
competitivo” em termos turísticos, mas deve
apostar no binómio qualidade/preço.
11
Turismo de cidade debatido em Coimbra
A importância do Turismo para a economia
portuguesa foi salientada pelo secretário
de Estado do Turismo, Bernardo Trindade,
como “um dos mais competitivos e com
maior potencial de expansão, representando
1/6 das exportações de bens e serviços
nacionais”, aquando do recente seminário
técnico sobre “O Futuro do Turismo de
Cidade na Europa”, que teve lugar em
Coimbra, por ocasião da 43ª reunião da
Comissão para a Europa da Organização
Mundial de Turismo (OMT).
O secretário de Estado do Turismo pretende
ver consagrada a língua portuguesa como
idioma de trabalho da OMT e, congratulouse com a escolha de Portugal para acolher,
em 2006, as celebrações do Dia Mundial
do Turismo manifestando o empenho
do governo, entre outras iniciativas, nas
candidaturas de Portugal à vice-presidência
da Comissão para a Europa e ao conselho
executivo da OMT (mandato 2005-2009) e na
candidatura da Região Autónoma da Madeira
à representação dos membros-associados no
Conselho Executivo da OMT.
O secretário - geral da OMT, Francesco
Frangialli declarou que o turismo deve
registar em 2005 um aumento de 5%, mas
alertou para “incertezas”, tendo em conta
os acontecimento dos últimos anos pelo
que há que ter em conta a “segurança, o
desenvolvimento e o respeito pelos direitos
humanos como alguns dos princípios
essenciais para o turismo”, tendo, no
entanto, alertado para o facto de se tratar
apenas de previsões da OMT que poderão
ou não vir a concretizar-se, uma vez que,
conforme acentuou, a actividade turística
mundial vive, cada vez mais, num clima de
incertezas com o qual os destinos turísticos
e os governos deverão aprender a conviver.
“As experiências dos últimos anos deixaram
uma mensagem clara: a indústria do turismo
deve estar sempre preparada para enfrentar
acontecimentos inesperados, choques e
desastres”, comentou a propósito, para referir
os acontecimentos que afectaram o turismo
nos últimos anos, como o 11 de Setembro,
a pneumonia atípica, a guerra no Iraque e as
catástrofes naturais na Ásia.
O secretário-geral da OMT aproveitou
também a sua intervenção para dar as boas
vindas aos novos membros da OMT - Letónia
e Lituânia - e disse que em breve vão ser
admitidos Timor-Leste, Papua-Nova Guiné
e a Bielorrússia. Acrescentou ainda que as
Bahamas vão voltar a ser membro, o Reino
Unido quer aderir até ao final do ano e os
EUA talvez regressem já no próximo ano.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Senhora da Guia
avança com hotel em Angola
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A empresa Ornelas Monteiro,
proprietária do Hotel Senhora da
Guia, em Cascais, vai avançar com
a construção de um hotel de cinco
estrelas, com 150 quartos, na Baixa de
Luanda, anunciou o seu administrador,
em conferência de IImprensa. Tratase de um investimento conjunto com
parceiros angolanos, num total de 30
milhões de euros, para um hotel de
cinco estrelas com 150 quartos.
De acordo com Carlos Ornelas, “o
projecto já tem o terreno, está na
fase de estudos arquitectónicos e de
licenciamento de obras. A construção
deverá ser iniciada em meados de 2006
e o hotel deverá entrar em operação
em 2007”. Carlos Ornelas explicou a
internacionalização da marca Senhora
da Guia para Angola como uma decisão
natural, alegando razões familiares e
as oportunidades de negócio para a
hotelaria neste país. “Há 12 anos que
vou a Luanda e conheço bem a cidade.
É um mercado novo, com défice grande
de hotéis, sobretudo para o segmento
corporate, com taxas de ocupação
muito boas, um país onde já não há
guerra, que está em crescimento, e que
tem oportunidades de hotelaria que na
Europa não se encontram”, declarou.
A empresa Ornelas Monteiro,
Actividades Turísticas - que tem ainda
participação no Hotel Sabóia, no Monte
Estoril, está também a fazer prospecção
no mercado nacional, nomeadamente
em Lisboa, embora ainda não tenha
“surgido a oportunidade de negócio”.
2,5 milhões de euros
em renovações
A estalagem de cinco estrelas Senhora da Guia,
em Cascais, investiu, numa primeira fase de
remodelações, 1,5 milhões de euros, sendo que
quando a fase seguinte estiver terminada o valor
total será de 2,5 milhões.
Desta forma, nesta etapa procedeu-se à redução
do número de quartos, criação de um health
center, ampliação do restaurante, remodelação
dos acessos públicos e colocação de Internet de
banda larga nos quartos e áreas públicas.
Segundo Carlos Ornelas Monteiro, director-geral
da unidade, “este é um hotel que iniciou a sua
actividade com 18 quartos há 22 anos e que foi
tendo um crescimento sustentado ao longo deste
tempo”. No entanto, atendendo às exigências
do mercado, faltava-lhe algumas infra-estruturas
primordiais.
Numa segunda fase, que decorrerá até 2007,
está prevista a construção de um bar de apoio
à piscina, arranjo da envolvente do hotel e
continuação da remodelação de quartos.
Carlos Ornelas adiantou, na a Conferência de
Imprensa, que a Senhora da Guia foi convidada a
integrar a “Great Hotels of the World”, central
de reservas de prestígio internacional, parceria
que considera importante “tanto para a unidade
como para a região, dado que demonstra que
a nossa hotelaria tem reconhecimento no
estrangeiro, potenciando mais e novos clientes”.
No ano passado, a Senhora da Guia contou
com uma taxa de ocupação de 60%, tendo o
seu volume de negócios atingido 1,8 milhões
de euros. Entretanto, para este ano o seu
administrador perspectiva alguma quebra devido
ao facto de algumas áreas da unidade terem sido
encerradas para obras.
Cartaz sobre Portugal ganha prémio
O cartaz editado pelo Instituto de Turismo de Portugal sob o tema “Inspiração”
ganhou o grande prémio do Salão do Cartaz Turístico de Cholet, após inscrição pela
delegação do ICEP em França.
Tratou-se da 11ª edição do evento, organizado todos os dois anos pelo “Office de
Tourisme” de Cholet, com o patrocínio da federação dos “Offices de Tourisme et
Syndicats d’Initiative”.
Para a edição do corrente ano foramrecebidos a concurso cerca de 300 cartazes.
Sector de
Restauração e
Bebidas contra
subida do IVA
A FERECA, em representação das
empresas do sector da restauração e
bebidas manifesta-se contra o facto de
o Governo estar a preparar-se para
eliminar a taxa intermédia do IVA de 12%,
passando a alimentação e bebidas fora do
lar para uma taxa de IVA entre os 19 e
os 21%.
De acordo com comunicado daquela
federação, “esta eventual medida que
traria graves consequências a curto prazo,
com impacto a vários níveis, que tornarse-iam inaceitáveis”:
O sector da restauração e bebidas,
que representa actualmente mais de
400 mil postos de trabalho, anunciou
em Fevereiro deste ano o provável
encerramento de milhares de empresas.
Na base está o cenário de ruptura do
tecido empresarial devido à pior crise dos
últimos 30 anos.
Assim, a mesa fonte indica ainda que
“um acréscimo no preço de venda
dos produtos finais, derivado do
eventual aumento do IVA, vai diminuir
drasticamente o consumo, e com ele
a diminuição das receitas do Estado,
oriundas do IVA”. E acrescenta que “este
facto foi comprovado entre 1992 e 1995,
quando este imposto passou de 8% para
17%, e causou o desacelerar da actividade
económica, a retracção do consumo
e do investimento, e um aumento do
desemprego e da inflação”.
Recorda, por outro lado que “a inevitável
falência das empresas lança milhares de
pessoas no desemprego, o que não só
diminui várias receitas públicas, tais como
as receitas de IRS e da taxa de segurança
social, bem como aumenta a despesa do
Estado em subsídios de desemprego”.
Em carta enviada ao Primeiro-Ministro,
o sector da restauração e bebidas
propõe “que se analise seriamente as
consequências de um eventual aumento
cego da já injusta taxa do IVA, e que
acolha favoravelmente as propostas
concretas, para aumento das receitas”.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Noticiário
Nacional
Visões
Mudanças nos institutos públicos
As novas chefias dos institutos públicos.
IAPMEI, ICEP, Instituto do Turismo de
Portugal (ITP), Instituto Nacional de
Formação Turística (INFTUR) e Instituto
Nacional de Propriedade Industrial (INPI),
nomeadas no passado dia 12 de Maio pelo
Conselho de Ministros, já tomaram posse.
O ex-secretário de Estado do Turismo,
Jaime Serrão Andrez, é o novo presidente
do Instituto de Apoio às Pequenas e
Médias Empresas e ao Investimento
e José Carlos Athaíde dos Remédios
Furtado é o vice-presidente.
Para a presidência e vice-presidência
do ICEP foram nomeados João Manuel
Veríssimo Marques da Cruz e Orlando
Pinto Madeira Carrasco, respectivamente.
Este último acumula com as funções de
presidente do ITP (Instituto do Turismo
de Portugal), enquanto Hélder Raimundo
mantém a coordenação sectorial do
PRIME para o turismo.
Orlando Carrasco tem como vogais
no ITP Frederico de Freitas Costa e
Maria José Catarino, que se mantém
no cargo. Madalena Torres, responsável
pela definição da nova identidade
de promoção externa do turismo
português sai da administração do ITP.
Relativamente ao INFTUR, assume
a pasta Jorge Umbelino, tendo como
vogais Maria Teresa Lourenço e Silva Leal
Ferreira.
Recorde-se que Marques da Cruz
abandonou o cargo de CEO (presidente
executivo) da transportadora aérea Air
Luxor para assumir a presidência do
ICEP. Para a direcção do ICEP foi ainda
nomeada Maria Teresa Quintela Pinto
Bessa Pereira de Moura.
As competências delegadas em Marques
da Cruz no cargo de CEO passam
a ser assumidas pelo presidente da
transportadora, Paulo Mirpuri, segundo
um comunicado da Air Luxor. Marques
da Cruz exercia funções de CEO na Air
Luxor desde Agosto de 2003, altura em
que era quadro da TAP. O comunicado
da administração da empresa sublinha “a
forma exemplar” como. Marques da Cruz
exerceu as suas funções e “deseja-lhe as
maiores felicidades no desempenho do
novo cargo”.
Ao contrário dos novos presidentes do
ICEP e do IAPMEI, os novos titulares
do ITP e do Inftur já eram da “casa”.
Orlando Carrasco vem do Fundo de
Turismo, onde trabalha há oito anos, e
Jorge Umbelino foi professor da Escola
de Hotelaria e Turismo do Estoril e fazia
parte da rede de instituições educativas
do Instituto de Formação Turística.
Starwood
vende Sheraton
de Lisboa
e um hotel
em Dallas
A Starwood Hotels & Resorts Worldwide
acaba de vender o Sheraton Lisboa Hotel &
Towers, unidade de 376 quartos, à Sociedade
de Construções Marope S.A, anunciou
a companhia. A Sheraton irá continuar a
fazer a gestão do hotel, que a empresa
proprietária está a planear renovar.
Além disso, a Starwood e a sua parceira
Hines venderam a unidade hoteleira
de 432 quartos, Westin Galleria em
Dallas, Texas, à “Galleria Investors”, um
investimento apoiado pela UBS Realty
Investors LLC. A Westin irá continuar a
gerir o hotel para os novos proprietários
que planeiam uma renovação completa
da propriedade. O valor da transação
destes dois hotéis rondou os 42 milhões
de euros.
Mário Pereira Gonçalves
Presidente da ARESP
Quais as medidas concretas que a ARESP
vai tomar, no sentido de promover a
comercialização de medicamentos de
venda livre nos estabelecimentos de
restauração e bebidas?
A ARESP, na defesa dos interesses dos seus
associados, assume-se claramente favorável à
comercialização dos medicamentos de venda
livre, noutros locais que não as farmácias.
A realidade inequívoca de que este sector
representa a maior rede nacional de pontos
de venda, em contacto diário com todas
as populações, não deixa espaço para as
persistentes posturas dogmáticas face à
liberalização dos medicamentos de venda
livre. Até porque esta medida não é inédita,
já existe a comercialização de medicamentos
de venda livre fora das farmácias noutros
países, e o seu sucesso tem sido revelado pela
contínua satisfação dos seus intervenientes
– empresário e consumidor.
Acreditamos que um viajante enjoado, a
circular numa auto-estrada, se revê melhor
a adquirir a sua medicação nos nossos
estabelecimentos, do que junto dos óleos
lubrificantes. Porque estamos obrigados a
lidar com a saúde pública, com rigorosas
regras de higiene e segurança alimentar, a
ARESP não tem dúvidas sobre a capacidade
do sector em servir de forma, criteriosa
e segura, os seus consumidores, em
concorrência com outras actividades
emergentes.
A ARESP, Instituição de Utilidade Pública,
tem como uma das suas linhas de orientação
e actuação a responsabilidade social. O
licenciamento e o funcionamento destes
estabelecimentos estão sujeitos a rigorosas
medidas de controlo de saúde pública, higiene
e segurança alimentar, através da legislação de
sistemas de auto-controlo e boas práticas.
Estamos a preparar o impacto desta medida.
Uma vez que os contornos da liberalização,
bem como os critérios para as candidaturas
ainda não são conhecidos, é cedo para
avançarmos com iniciativas concretas.
Aguardamos a publicação da legislação
específica, cuja regulamentação, obviamente,
muitos estabelecimentos do nosso sector não
vão estar interessados em cumprir, ou não
reunirão condições nesse sentido.
13
13
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Segundo o INE
Viagens turísticas dos nacionais
aumentaram em 2004
14
No ano de 2004, as viagens turísticas
do total, respectivamente). Já por motivos
realizadas pelos residentes registaram um
profissionais/negócios, o número de turistas
aumento em termos homólogos de 22,2%,
do sexo masculino é superior ao feminino,
enquanto as dormidas apresentaram um
representando 58,4% do total.
acréscimo de 15,1% em comparação com o
Por idade dos turistas, verificou-se
ano anterior, segundo dados revelados pelo
que os cidadãos nacionais com idades
INE.
compreendidas entre os 25 aos 64 anos
Nas visitas familiares e amigos a região de
evidenciaram uma maior propensão a viajar
Lisboa concentrou 27,5% das dormidas e
por motivos de lazer, recreio e férias e visita
para lazer a região preferida pelos nacionais
a familiares e amigos.
continuou a ser o Algarve, com 30,5% das
dormidas.
Mais gastos no ano passado
Em 2004, segundo a mesma fonte,
efectuaram pelo menos uma viagem por
Segundo o INE, em 2004, os residentes em
motivo de lazer, recreio e férias, 2 872,8
Portugal tenderam a gastar mais nas viagens
milhares de portugueses, correspondendo
de negócios que em viagens de lazer. A
a 32,4% da população residente com
despesa média por viagem atingiu valores
15 ou mais anos. A visita a familiares e
mais elevados nos motivos profissionais/
amigos foi o motivo de viagem de 1 401,2
negócios e lazer, recreio e férias,
milhares de cidadãos nacionais, enquanto
atingindo os 168,1 euros e 158,8 euros,
que 400,2 milhares viajaram por motivos
respectivamente, nas viagens em Portugal e
profissionais/negócios, representando 15,8%
os 588,5 euros e 697,3 euros nas viagens ao
e 4,5% da população com 15 ou mais anos,
estrangeiro», acrescenta o relatório do INE.
respectivamente.
Nas viagens realizadas para visitar familiares
Uma percentagem significativa (76,4%) dos
e amigos os valores dos gastos foram os
portugueses que viajaram por motivo de
mais baixos, sendo que a despesa média
lazer, realizou viagens com a duração de
por viagem foi de 63,8 euros em Portugal e
quatro ou mais noites, enquanto que entre
649,2 euros no estrangeiro.
aqueles que viajaram para visitar familiares e
Os valores mais elevados para a despesa
média diária dos turistas ocorreram nas
amigos esta percentagem foi de 51,8%.
O mês de Agosto foi o que verificou o
viagens por motivos profissionais/negócios,
maior número de viagens, correspondendo
tendo atingido os 49,1 euros em Portugal
e 70,4 euros no estrangeiro. Seguiu-se
a 15,1% do total das viagens turísticas
o motivo lazer, recreio e férias, com
realizadas no ano de 2004. Já as visitas
28,7 euros em Portugal e 80,2 euros no
a familiares e amigos ocorreram em
estrangeiro.
maior número no mês de Dezembro,
correspondendo a 16,5% do total das
Portugal
viagens por este motivo, enquanto as
o primeiro destino
viagens por motivos profissionais/negócios
Cartaz sobre Portugal ganha é
prémio
repartiram-se de forma relativamente
O principal destino das viagens turísticas
homogénea por todos os meses do ano,
O cartaz editado pelo Instituto de Turismo de Portugal sob o tema “Inspiração”
realizadas em 2004 foi Portugal (87,8%),
apenas apresentando uma ligeira quebra nos
ganhou o grande prémio do Salão do Cartaz Turístico de Cholet, após inscrição pela
tendo as viagens ao estrangeiro
meses de Agosto e Dezembro, segundo os
delegação do ICEP em França.
representado os restantes 12,2%. As
dados agora revelados pelo INE
Tratou-se da 11ª edição do evento, organizado todos os dois anos pelo “Office de
viagens que envolveram deslocações ao
No que diz respeito às características
Tourisme” de Cholet, com o patrocínio da federação dos “Offices de Tourisme et
estrangeiro obtiveram maior expressão
sócio-demográficas, verificou-se uma
Syndicats d’Initiative”.
nos motivos profissionais/negócios e lazer,
maior proporção da população do sexo
Para a edição do corrente ano foramrecebidos a concurso cerca de 300 cartazes.
representando 22,9% e 13,7% do total de
feminino a viajar por motivos de lazer e
cada motivo, respectivamente.
visita a familiares e amigos (52,0% e 58,8%
Nas visitas familiares
e amigos a região de
Lisboa concentrou
27,5% das dormidas
dos portugueses que
realizaram viagens
turísticas durante o
ano passado.
Nas viagens ao estrangeiro verificou-se uma
nítida preferência pelos países da União
Europeia, com uma proporção de 73,6%
do total destas viagens, tendo a Zona Euro
concentrado 61,7%. Os principais destinos
foram a Espanha (34,0%), o Reino Unido
(5,1%) e a França (4,4%). Considerando o
meio de transporte, foi nítida a preferência
pelo automóvel, utilizado em 75,5% das
viagens realizadas, seguindo-se o avião
(11,9%) e o autocarro (8,0%), enquanto nas
viagens ao estrangeiro foi clara a preferência
pelo avião (58,4%).
No ano de 2004, cerca de metade das
viagens realizadas (49,9%), foram organizadas
directamente pelo turista, enquanto que
43,3% das viagens não beneficiaram de
qualquer tipo de marcação. Apenas 6,8%
foram realizadas
com recurso a agência de viagens/operador
turístico, que evidenciou maior importância
nos motivos profissionais/negócios (12,6%
do total do motivo) e lazer (7,9%).
As dormidas em território nacional,
repartiram-se preferencialmente pelas
regiões Centro, concentrando 24,4%,
Norte, com 18,2%, Algarve e Lisboa, ambas
com 16,5%. Como tradicionalmente, os
meses de Julho e Agosto originaram o
maior número de dormidas representando,
respectivamente, 20,2% e 24,8% do total das
dormidas realizadas pelos nacionais fora da
sua residência habitual.
Também de acordo com os dados do
INE, o meio de alojamento mais utilizado
pelos residentes foi o alojamento turístico
privado, que concentrou 75,7% do total das
dormidas, das quais 61,5% ocorreram em
alojamento privado gratuito.
No ano de 2004, os residentes em
Portugal originaram 65 293,4 milhares de
dormidas fora da sua residência habitual,
correspondendo a um crescimento de 15,1%
em comparação com o ano de 2003.
Os estabelecimentos hoteleiros apenas
totalizaram 13,1% do total das dormidas dos
nacionais, enquanto que para as dormidas
de estrangeiros, este meio de alojamento
representou 44,1% do total de dormidas
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Noticiário
Nacional
TAP promove destino Portugal
com Convention Plus
Com a sua integração na Star Alliance, desde
meados de Março, a TAP passou a participar
do Convention Plus, dispondo, assim, de um
bom instrumento para dar continuidade
à sua aposta estratégica de promoção no
exterior das vantagens e virtualidades de
Portugal enquanto destino preferencial para a
organização de congressos e eventos.
O Convention Plus é um produto da Star
Alliance, cujo objectivo é facilitar a realização
de congressos internacionais, seja no plano
da organização seja no da participação em
eventos.
Tratando-se de um produto que opera com
base na vasta rede da aliança, possibilitando
o acesso às redes e aos horários das 17
companhias-membros, a Star Alliance
beneficia assim de um posicionamento
privilegiado que lhe permite, através do
estabelecimento de vantajosas parcerias com
as entidades organizadoras de congressos e
eventos, oferecer aos seus participantes uma
cobertura aérea a nível mundial e também
um atractivo plano de descontos.
Neste quadro, e participando a TAP do
Convention Plus, a empresa dispõe agora
de condições ideais para a divulgação da
qualidade do destino Portugal, podendo, deste
modo, captar a organização de um cada vez
maior número de eventos no nosso país.
Costa Azul
comemora 20 anos
No dia 4 de Maio de 1985, por vontade do
poder local, a Portaria n° 251/85 criou um
projecto e lançou uma marca. O projecto
tem o nome de Região de Turismo. A marca
é a Costa Azul: duas palavras que sintetizam
o essencial dos seus recursos, dos seus
produtos e da sua oferta.
Vinte anos depois, a região “reedita o
projecto de um organismo que a partir
da diversidade de uma geografia com
treze municípios constrói a promoção
e a divulgação turística de um território
de invulgar paisagem natural, património
construído e eventos apelativos”, conforme
refere o seu presidente, Eufrázio Filipe.
A Costa Azul é um dos principais destinos
turísticos do país que se afirma na dinâmica
de parcerias com os sectores público,
privado e associativo, com criatividade e
respeito pelas tradições populares.
Ao comemorar os seus 20 anos, a Costa
Azul renova um olhar sobre o que a
diferencia, lançando um folheto promocional
em português onde são retratados
os diversos produtos turísticos que a
região oferece, como património cultural,
gastronomia, golfe, eventos, culturais,
turismo activo, sol e mar, congressos e
reuniões, bem como a sua hotelaria.
15
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Noticiário
Nacional
16
Parque EXPO
com resultados
positivos em 2004
Portugal em 4º lugar
no ranking da revista
Meetings & Incentive Travel
Oceanário de Lisboa e o Pavilhão apresentaram,
em 2004, lucros de 571 mil euros e da ordem
de um milhão de euros, respectivamente.
O relatório “Trends and Spends Survey”, publicado anualmente
pela revista Meetings & Incentive Travel apresenta Portugal no
4º lugar dos destinos mais procurados em 2004 no sector de
Turismo de Negócios. O estudo deste ano indica ainda que
mais de cinquenta dos operadores e agências inglesas do Reino
Unido estão activamente à procura de novos fornecedores para
conferências, eventos e reuniões em todo o mundo.
A Parque EXPO 98 SA registou em 2004 um resultado positivo de cerca de
4 milhões de euros, o que representa uma melhoria de cerca de 8 milhões
de euros relativamente ao ano anterior, que tinha registado um prejuízo de
valor equivalente.
O Relatório e Contas de 2004 foi aprovado na Assembleia-Geral da
empresa que se realizou no passado dia 27 de Maio.
Ao longo do mandato do Conselho de Administração presidido pelo José
Bracinha Vieira, que agora chega ao fim, procedeu-se igualmente à redução
sustentada do endividamento remunerado que se situa agora nos 472
milhões de euros, quando há três anos era da ordem dos 700 milhões.
Durante o mandato do triénio 2002/2004, a Parque EXPO 98 SA
redimensionou a sua estrutura organizacional, agora orientada para o
negócio e privilegiando a gestão por projectos, a recentragem do core
business na renovação urbana e requalificação ambiental (a Parque EXPO
é a única empresa portuguesa certificada nestas actividades) a prospecção
de novas oportunidades e a entrada em projectos em Portugal e no
estrangeiro, em parceria com entidades públicas e privadas.
Lisboa é ponto
de partida
para filme espanhol
A produtora galega, que produziu a
película “Mar a Dentro”, galardoado em
Março em Hollywood com o Oscar
para o melhor filme estrangeiro, iniciou
no Hotel Tivoli em Lisboa um filme que
divulgará de forma inédita o destino
Lisboa. O projecto do “Hotel Tivoli”, um
filme de Antón Reixa, está a ser rodado
na cidade de Lisboa e nas instalações do
Hotel Tivoli da Avenida da Liberdade,
contando com a participação dos actores
Gines Garcia Millán, Martim Gomes e Vítor Norte, entre outros.
Este, que será o primeiro filme rodado em HD (alta definição) em Portugal é
uma comédia de amor, um filme baseado no itinerário aleatório de um isqueiro
“Hotéis Tivoli” que extraviado, de personagem em personagem, percorre a
partir de Lisboa diferentes paragens e testemunha surpreendentes histórias.
Para que tal fosse possível os Hotéis Tivoli fizeram um acordo de patrocínio
com a produtora de cinema espanhola Filmanova e a sua associada em Portugal,
Animatógrafo II, apostando deste modo no sucesso deste filme que divulgará de
forma inédita a marca Tivoli Hotels e o destino Lisboa pelo mundo fora.
O filme foi apresentado, recentemente, à imprensa portuguesa e espanhola,
com as presenças do realizador Antón Reixa, o co-productor português
António da Cunha Telles (Animatografo II) e o actor Gines Garcia Millan.
Em baixo:Vitor Norte e Martim Gomes
TOP 10
Destinos de curta distância por país
(número de noites reservadas em 2004)
1.
Espanha
45.113
2.
França
24.327
3.
Itália
17.523
4.
Portugal
12.602
5.
Alemanha
11.580
6.
Áustria
7.
República da Irlanda
6.518
8.
Holanda
6.119
9.
Mónaco
5.588
Suíça
5.493
10.
7.491
Selo português ganha medalha
de ouro
Portugal ganhou a medalha
de ouro Olympia Prize.
Esta distinção foi atribuída
pelo júri internacional de
conhecidos filatelistas,
artistas, jornalistas e
membros do Comité
Olímpico Internacional
(COI), que honraram os
melhores selos dos Jogos
Olímpicos de 2004.
O selo mostra um atleta a ultrapassar o varão no salto
em altura. A medalha de prata coube ao selo da Ucrânia,
que ilustra os Jogos da Antiguidade, enquanto a de
bronze foi para a Austrália, que apresenta o início de uma
corrida. O selo de Singapura recebeu uma distinção pela
originalidade, mostrando atletas gravados em prata.
Os prémios serão recebidos durante a 117ª assembleia-geral do COI, a decorrer a 7 de Julho, em Singapura.
Internacional
Viagens em low cost
fazem aumentar
estadia média dos turistas
O responsável pelo turismo na província de Granada, António
Martínez Caler, afirmou que as viagens nas companhias aéreas
low cost fizeram aumentar para sete dias a estadia média dos
turistas, contra o que se podia pensar, em princípio, quando essas
transportadoras começaram a servir aquela região espanhola.
Martínez Caler indicou que várias companhias áreas low cost
têm vindo a manifestar interesse em voar Granada”, pelo que
explicou que o Patronato de Turismo defende “a chegada de voos
de baixo preço a Granada”. Por outro lado, adiantou que “não
vamos assinar mais nenhum convénio porque, economicamente
não podemos suportar acordos com todas as companhias que
querem voar para a cidade”.
Neste sentido, aquele responsável referiu que a Monarch, que
acaba de iniciar um voo para o aeroporto de Granada, promete
transportar 50 mil novos turistas, que a juntar aos 90 mil da
Ryanair, o número de visitantes para a cidade deverá ascender
este ano aos 140 mil.
Por outro lado, declarou que a Ryanair tem intenção de
estabelecer voos para Gerona, pelo que se planeia a possibilidade
de criar uma ponte aérea com a província catalã.
O vice-presidente do Patronato de Turismo de Granada realçou,
por seu turno, que “96 por cento dos turistas que chegam em
voos low cost internacionais pernoitam na província de Granada,
dos quais 25 por cento escolhem hotéis de gama alta, pelo que
perde peso a tese inicial em que alguns duvidavam do tipo de
turista que chegaria através desses voos”. E concluiu que, por esse
facto, “as taxas de ocupação hoteleira aumentaram entre cinco e
10 por cento”.
Motores de busca
em grande escala nas viagens
Quando muitos pensavam que já não havia lugar para outro “player”
no sector das viagens e do turismo, outro grupo surge e impõe-se
agressivamente no mercado. É o caso dos motores de busca da
Internet.
Primeiro surgiram as agências de viagens on-line, mas agora os
detentores do mercado são motores de busca como o Kayak, o
Mobissimo ou o Yahoo!, que permitem ao consumidor encontrar
preços de viagens bastante mais baixos.
Segundo a Hitwise, a percentagem de mercado de visitas em
quatro dos principais motores de busca de viagens aumentou
304% de Outubro de 2004 até Abril deste ano, enquanto que a sua
contribuição com visitas para o Hitwise Travel Agencies incrementou
250% nesse mesmo período. Ainda durante os meses em análise, a
percentagem de visitas às cinco grande agências de viagens Expedia,
Travelocity, Orbitz,Yahoo!, Travel e CheapTickets cresceu 11,3%, ao
passo que a sua contribuição na visita às agências de viagens desceu
de 65,3% para 62,2%.
“A existência de informações exactas sobre preços baixos é viral
e pesquisável na Internet, sendo que a enorme quantia de vendas
efectuada por este meio permite ao consumidor estabelecer uma
comparação alargada, factor que já acontecia manualmente entre
as múltiplas agências de viagens e sites fornecedores de viagens”,
afirmou Bill Tancer, vice-presidente do departamento de Pesquisa
da Hitwise. “Se o objectivo dos motores de busca de viagens for
encontrar preços baixos de forma eficiente, é possível que estes
venham a inserir-se rapidamente e com êxito no sector da venda de
viagens”, referiu também.
Entre os motores de busca existentes, o Kayak.com veio mostrar
o grande desenvolvimento da sua quota de mercado, com visitas
a subirem 6,019% entre Outubro de 2004 e Abril deste ano. No
entanto, outros motores de busca também estão a ganhar peso
no sector: o Yahoo! aumentou 659%; o Mobissimo subiu 350%, e o
Cheapflights teve um incremento de 56%.
17
Internacional
Lisboa vista de fora
Contraste, harmonia e variedade para todos os gostos
18
“Dolce vita a Lisboa” é o título
de uma reportagem de moda de
dezasseis páginas publicada na revista
italiana Gulliver, onde o destaque vai
para o rio Tejo, Bairro Alto e Docas.
Também na revista espanhola Crecer
Feliz, Lisboa é sugestão para uma
viagem em família.
“Lisboa en familia” é o título de
um artigo que ocupa duas páginas
na edição de 15 de Maio no jornal
espanhol Diário de Sevilha, no
suplemento de Domingo. De acordo
com o seu autor, os principais
factores que contribuem que a
capital portuguesa seja um destino
preferencial dos turistas espanhóis
são a sua proximidade, o facto de
ainda não ter preços demasiado altos
e o excelente tratamento oferecido
pelos seus habitantes. O autor
destaca ainda a serra de Sintra, os
golfinhos de Setúbal e o Parque das
Nações como uma oferta excelente
para famílias com crianças pequenas.
Na revista espanhola Cambio 16
a grande diversidade da região de
Lisboa, com lugares tão díspares e
especiais, fazem com que a região
ofereça aos seus visitantes contraste,
harmonia e variedade para todos os
gostos.
Em inglês, The Sunday Times Travel
Magazine, a região de Lisboa é
sugestão para viagens de curta
duração.
“New Life for Lisbon”é o título de
um artigo publicado na edição de
Abril da Orient Express Magazine.
Terminando em alemão, na
publicação Der Feinschmecker, o
destaque vai para os tradicionais
cafés e pastelarias em Lisboa, como
A Brasileira, a Antiga Fábrica dos
Pastéis de Belém, Pastelaria Suiça,
Versailles e Nicola entre outros.
Gullivar
Reportagem de moda na cidade de Lisboa
Diário de Sevilha
Região de Lisboa com destino para turistas espanhóis
Cambio 16
Região de Lisboa oferece contraste,
harmonia e variedade aos seus visitantes
Crecer Feliz
Lisboa como sugestão de viagem
em família
Lisboa passa por um
grande “boom”
Novos hotéis estão a ser construídos,
velho edifícios estão a ser renovados
ou já sofreram remodelações, artérias
melhoradas e vários projectos para atrair
turistas estão a caminho. É assim que o
jornalista Alison Diwnie, da “Sun Media”,
do Canadá, mostra Lisboa, para conferir
que a cidade está a passar por um grande
“boom”.
“Recentemente, o número de quartos
nos hotéis na histórica capital de Portugal
conheceu um aumento de 25%, tendo
atraído mais turistas que qualquer outra
cidade do país, e é um destino de férias
top na Europa”, descreve o jornalista,
acrescentando que Lisboa tem muito para
oferecer: preços mais baixos do que em
muitos lugares europeus, clima moderado
quase todo o ano, comida e bebidas
excelentes, e é uma cidade segura”.
Alison Diwnie fala das fachadas dos prédios
de Lisboa, com os seus balcões, revelando
um tipo de Arquitectura única, e dos seus
telhados vermelhos, que transmitem à
cidade uma marca muito especial. A vista
do Castelo de S. Jorge, “uma fortaleza do
século XII, é uma deslumbrante panorâmica
sobre a cidade” e aconselha “de visita
obrigatória”.
Der Feinschmecker
Cafés e pastelarias tradicionais
em Lisboa
19
Oriente Express Magazine
Lisboa em reportagem na publicação
inglesa
The Sunday Times Travel Magazine
Região de Lisboa como sugestão para city breaks
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Internacional
Bairro Alto e Chiado
em destaque no “The New York Times”
“O potencial de Lisboa é mais evidente no Chiado e no Bairro Alto”. É assim
que o jornalista Pavia Rosati, do “The New York Times” inicia o seu artigo sobre
Lisboa, realçando as suas artérias estreitas, com cada vez maior número de
bares, restaurantes e refinadas lojas, e convidando os seus leitores a descobrirem
as áreas que rodeiam a Rua da Misericórdia e a emblemática Praça Luís de
Camões, no caminho que sobe a partir do Rio Tejo. “Calce sapatos confortáveis
pois as várias colinas que pequenos caminhos fazem desta cidade um passeio
revigorante”.
Para Pavia Rosati, a zona do Chiado é o melhor local para compras exclusivas,
desde as porcelanas Vista Alegre, no Largo do Chiado, até à pela roupa de cama
e linhos vindos de Paris, na Rua Garrett, passando por excelentes cadeias do
lojas portuguesas e estrangeiras com roupa e acessórios de moda para homem
e mulher. “As lojas da Calçada do Sacramento oferecem uma visão do passado.
Manuscrito Histórico, loja de um só piso, debaixo de um tecto arqueado, é um
achado de manuscritos, impressões e maravilhosas primeiras edições”.
O charme dos cafés do Bairro Alto e Chiado não passam despercebidos ao
jornalista. “Se precisar de um café revigorante no meio do passeio, poderá parar
na “Brasileira”, na rua Garrett 120, local de encontro favorito de escritores e
intelectuais, desde o século XVII. Está sempre cheio, é histórico e charmoso”.
Refere-se também aos mais modernos. “Um tecto feito em vitral colorido, arte
rotativa, exibições e pãezinhos são as maiores atracções do recém aberto Café
Vertigo (Travessa do Carmo), local favorito dos novos literários. No Heróis
(Calcada do Sacramento), um bar e restaurante de dois andares, elegante e
requintado, não deixe de provar o seu requisitado licor.Vale a pena jantar no
Paladar, na Calçada do Duque, onde servem especialidades mediterrânicas, numa
sala de jantar escura e sensual, e no íntimo Café Buenos Aires”.
20
13 de Maio em Fátima
com direito a notícia
na Reuters
Região de Lisboa:
O coração escondido de
Portugal
As celebrações do 13 de Maio no
Santuário de Fátima e o número
recorde de peregrinos cristãos que se
deslocaram este ano a pé para aquele
lugar de culto, deu direito a notícia na
Agência Reuters.
O repórter dá conta que cerca de 30
mil pessoas de todos os pontos do país
andaram durante vários dias até ao
Santuário de Fátima, o que constituiu
este ano um recorde.
A notícia da Reuters conta a história
dos três pastorinhos que presenciaram
as seis aparições de Nossa Senhora de
Fátima, destacando o terceiro segredo
de Fátima, que se relaciona com a
tentativa de assassinato do Pala João
Paulo II, a 13 de Maio de 1981.
Peter Woodman, da Belfast Telegraph,
o coração escondido de Portugal é
Lisboa e toda a sua zona envolvente.
A partir do seu hotel, o luxuoso Lapa
Place, fez longas caminhadas pela
cidade, até ao Rio Tejo. “Tem que se
estar em forma para palmilhar, pois
Lisboa está construída sobre uma
série de colinas, melhor percorridas
por elevados e eléctricos”. E descobriu
o Bairro Alto, a sua vida nocturna e
os excelentes locais para jantar, os
emblemáticos cafés do Chiado, bem
como todas as suas modernas lojas.
Deambulou pelo Parque das Nações
e visitou a sua principal atracção, o
Oceanário. A última paragem foi no
Estoril, uma “uma vila quase apagada
pela vila vizinha de Cascais, mas que é
mais sossegada e tem uma praia mais
convidativa.O jornalista afirma a certa
altura do seu texto que “o terramoto
desbastou a cidade em 1755, mas das
ruínas cresceu uma nova cidade, que
ainda atrai os ricos e famosos”. Nesta
sua deslocação, Peter Woodman,
percorreu praticamente todo o país,
desde a cidade Património Mundial
(Évora), a Coimbra e Figueira da Foz.
OBSERVATÓRIO
O mês de Maio na amostra fixa
da hotelaria full service da Região
de Lisboa pautou-se por perdas
relativamente significativas em todos
os indicadores face a 2004 revelando,
inclusivamente, um desempenho
ligeiramente inferior ao verificado em
2003. As quebras na ocupação mensal,
em conjunto com baixas no nível médio
de preços praticados, produziram
descidas fortes nos resultados
económicos, cifradas em 15,7% no
RevPAR (Preço Médio por Quarto
Disponível) e em 13,4% nas Vendas
Totais por Quarto Disponível.
Este comportamento mensal veio
agravar a situação negativa nos
acumulados, situando igualmente o
desempenho desde o início do ano ao
nível do registado em 2003. Tal facto, a
repetir-se em Junho, trará os números
índice, que mensalmente publicamos,
para valores inferiores a 1000, isto
é, para desempenhos inferiores ao
ano de 2003, uma vez que o efeito
excepcionalmente positivo obtido em
função do mês do Euro 2004 deixará de
se fazer sentir.
De igual modo, a verificação do
cumprimento dos objectivos delineados
para 2006, traduzir-se-á na aferição de
valores reais que se situarão a um nível
inferior ao percurso linear cumpridor
desses mesmos objectivos e, com
efeito, tal já se verificou em Maio para
o indicador Vendas Totais por Quarto
Disponível.
No Golfe, o número de voltas realizadas
também diminuiu em Maio, embora
ligeiramente, em virtude de uma
menor afluência de jogadores sócios.
Tal facto foi, contudo, compensado por
uma subida ligeira no green fee e nas
receitas totais por volta. Em termos
acumulados, o bom desempenho anual
manteve-se.
ANÁLISES DESTA EDIÇÃO
AEROPORTOS E CRUZEIROS
REGIÃO DE LISBOA
HOTELARIA DA CIDADE DE LISBOA
HOTELARIA DO ESTORIL
HOTELARIA DA COSTA AZUL
HOTELARIA DE LEIRIA / FÁTIMA
HOTELARIA DO OESTE
ÍNDICES POR REGIÃO E OBJECTIVOS 2006
LOW COST
INFOGOLFE
ÍNDICE LISBOA (VTQD-96)
1700
1605
1600
1533
1529
1497
1500
1432
1400
1358
1341
1300
1288
1200
1100
1081
1000
1003
900
Jan 97
Jan 98
Jan 99
Jan 00
Jan 01
Jan 02
Jan 03
Jan 04
Jan 05
Índice Lisboa (VTQD-96): 1497
Este índice é baseado no valor médio de Vendas Totais por Quarto Disponível
do ano de 1996, ano zero da InfoGest Lisboa Cidade
Jan 06
21
OBSERVATÓRIO
AEROPORTOS & CRUZEIROS
AEROPORTOS
CRESCIMENTO DE PASSAGEIROS EM MAIO DE ACORDO
COM A TENDÊNCIA ANUAL
O movimento de passageiros comerciais
no aeroporto de Lisboa registou uma
variação homóloga positiva em Maio
de 6,8%. Com este desempenho
mensal, o acumulado do ano reforçouse ligeiramente, apresentando agora
um crescimento de 5,8% face a
2004. No número de voos, a variação
homóloga em Maio, não deixando
de ser positiva (+1,1%), foi inferior à
tendência dos últimos 5 meses (+2,2%).
Relativamente aos movimentos de
passageiros nos outros aeroportos
principais, é de notar uma ligeira
desaceleração no Porto (o acumulado
passou a situar-se nos +4,5% de
variação) e um crescimento ligeiro
na Madeira, que diminuiu as perdas
acumuladas para valores próximos
de zero (-0,3%). Em Faro, a variação
mensal manteve-se estável face aos
acumulados, que evidenciam nesta
altura um crescimento de 2,8%.
TRÁFEGO COMERCIAL EM MAIO 2005
NÚMERO DE VOOS
Maio
2005
NÚMERO DE PASSAGEIROS
Acumulado 2005
Var% 05/04
2005
Var% 05/04
Maio
2005
Acumulado 2005
Var% 05/04
2005
Var% 05/04
Lisboa
10.503
1,1%
48.780
2,2%
973.246
6,8% 4.201.949
5,8%
Porto
3.819
3,4%
17.455
4,5%
258.694
1,1% 1.130.123
7,7%
Faro
3.555
2,6%
11.104
2,8%
502.599
2,5% 1.470.521
1,0%
P.Delgada
1.015
3,9%
4.102
7,0%
76.739
7,0%
303.605
7,0%
S. Maria
178
38,0%
750
15,9%
8.722
81,3%
34.447
22,2%
Horta
391
4,0%
1.613
0,1%
15.736
-0,9%
62.986
-4,4%
Flores
118
1,7%
428
-2,3%
3.216
14,2%
11.088
10,0%
2.085
1,9%
9.520
-0,3%
195.385
-1,6%
929.917
-0,8%
578
5,7%
2.196
0,4%
12.860
7,6%
53.973
-8,2%
Funchal
Porto Santo
Total
22.242
95.948
2.047.197
8.198.609
Fonte: ANA Aeroportos
CRUZEIROS
CRESCIMENTO EM 2005 DEVE-SE AO TURNAROUND
Nos primeiros cinco meses de
2005, o crescimento de 4,4% no
volume total de passageiros deveMOVIMENTO DE CRUZEIROS NO PORTO DE LISBOA
-se fundamentalmente à evolução
positiva dos passageiros embarcados
Maio
ACUMULADO ANUAL
e desembarcados em Lisboa. Estes
2004
2005
Var%
2004
2005
Var%
cresceram 22,8% no mesmo período,
enquanto o volume de indivíduos em
Nº de navios
54
52
-3,7%
99
94
-5,1%
trânsito manteve-se muito próximo do
Nº Passageiros Totais
42.683
44.566
4,4%
77.233
80.628
4,4%
registado em 2004 (+0,1%), fruto de
uma recuperação neste último mês.
Em Tournaround
5.776
5.898
2,1%
14.552
17.867
22,8%
O número de escalas de navios em
Em trânsito
36.907
38.668
4,8%
62.681
62.761
0,1%
Lisboa continua a ser ligeiramente
inferior ao do ano passado.
Fonte: Administração Porto de Lisboa
MÉDIAS GERAIS
EM
MAIO 2005
Ocupação Quarto em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
### 68,7% 73,6% 66,1%
-10,1%
#### 67,7% 71,8% 68,9%
-4,0%
##### 60,8% 65,3% 56,8%
-13,0%
-7,8%
Síntese 66,5% 71,1% 65,5%
Acumulado de Janeiro a Maio
### 54,3% 55,0% 53,3%
-3,1%
#### 52,5% 54,5% 53,5%
-1,8%
##### 45,7% 48,5% 46,0%
-5,2%
-3,0%
Síntese 51,6% 53,4% 51,8%
Preço Médio por Quarto Vendido em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
48,81 48,35 48,79
0,9%
####
68,54 72,34 65,52
-9,4%
##### 168,84 203,78 179,80
-11,8%
-8,5%
Síntese 81,49 88,44 80,94
Acumulado de Janeiro a Maio
###
43,72 43,68 43,29
-0,9%
####
62,50 64,05 60,40
-5,7%
##### 144,93 157,36 138,65
-11,9%
-5,9%
Síntese 71,99 74,52 70,15
Preço Médio por Quarto Disponível em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
33,52 35,58 32,27
-9,3%
####
46,40 51,96 45,17
-13,1%
##### 102,67 133,11 102,13
-23,3%
-15,7%
Síntese 54,23 62,88 53,03
Acumulado de Janeiro a Maio
###
23,75 24,01 23,06
-3,9%
####
32,79 34,90 32,32
-7,4%
#####
66,18 76,28 63,73
-16,4%
-8,7%
Síntese 37,14 39,81 36,34
Vendas Totais por Quarto Vendido em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
72,36 71,05 67,30
-5,3%
#### 102,57 108,99
98,85
-9,3%
##### 294,35 331,75 320,03
-3,5%
-6,0%
Síntese 129,77 137,17 128,95
Acumulado de Janeiro a Maio
###
65,39 64,66 62,71
-3,0%
####
96,65 99,29 93,44
-5,9%
##### 268,88 281,88 258,63
-8,2%
-4,8%
Síntese 119,01 121,49 115,70
Vendas Totais por Quarto Disponível em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
49,69 52,29 44,52
-14,9%
####
69,43 78,28 68,15
-12,9%
##### 179,00 216,70 181,77
-16,1%
-13,4%
Síntese 86,36 97,52 84,50
Acumulado de Janeiro a Maio
###
35,52 35,55 33,42
-6,0%
####
50,71 54,10 50,00
-7,6%
##### 122,79 136,64 118,88
-13,0%
-7,7%
Síntese 61,39 64,91 59,94
VALORES INFERIORES A 2004
É natural que sendo os resultados individuais das zonas onde se recolhem dados
semelhantes a 2003, os globais da Região reflictam essa realidade.
Com efeito, os resultados apurados quase na sua generalidade, sendo
penalizadores em relação aos homólogos de 2004, são-no também em relação a
2003.
A única excepção situa-se no preço médio por quarto vendido dos três estrelas,
que apresentam, por uma margem mínima, um valor mensal superior a 2004.
Se o Verão não for muito bom, será possível que estes comportamentos se
mantenham, dado que temos pela frente 2 meses que em 2004 marcaram de
forma muito forte a operação em algumas zonas da região. Mas será mais
razoável esperar afluências hoteleiras regulares, pelo que os próximos meses
ainda aproximarão mais os valores de 2005 aos valores de 2003 do que aos
valores registados 2004.
MAIO 2005
VALORES MÁXIMOS,
MÉDIOS E MÍNIMOS MENSAIS
OCUPAÇÃO
17,0%
23
65,5%
Síntese
96,1%
42,4%
56,8%
#####
77,6%
35,8%
68,9%
####
93,2%
17,0%
66,1%
###
96,1%
0%
PREÇO POR QUARTO VENDIDO
20%
40%
60%
80%
100%
6,03
80,94
53,03
Síntese
297,35
206,59
112,81
56,41
179,80
#####
102,13
#####
297,35
206,59
35,54
18,33
65,52
####
45,17
####
131,42
102,63
26,68
48,79
70,13
###
0
50
100
6,03
32,27
###
59,61
150
200
250
300
350
VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO
0
50
100
150
200
7,63
128,95
623,59
84,50
Síntese
463,98
183,56
112,75
320,03
#####
181,77
#####
623,59
60,87
98,85
####
463,98
31,96
68,15
####
326,82
133,29
35,53
67,30
97,09
###
0
100
250
VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL
35,53
Síntese
120%
PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL
26,68
Síntese
7,63
44,52
71,97
###
200
300
400
500
600
700
0
100
200
300
400
500
Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados
AMOSTRA FIXA - REGIÃO DE LISBOA
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) ##### ####
Hotéis Amostra Fixa
13
29
Quartos Amostra Fixa
2193 5005
Camas Amostra Fixa
4154 10107
Maio de 2005
### Total
35
77
3290 10488
6619 20880
OBSERVATÓRIO
REGIÃO DE LISBOA
Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta exclusivamente
por unidades em funcionamento há mais de 3 anos.
Os números utilizados neste estudo são os seguintes:
- totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades;
- receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço;
- receitas totais da operação sem IVA.
OBSERVATÓRIO
HOTELARIA DA CIDADE DE LISBOA
MÉDIAS GERAIS
EM
MAIO 2005
Ocupação Quarto em Maio
2003 2004 2005 Variação 05/04 xL
### 93,3% 91,6% 85,3%
-4,6% 83,1%
#### 71,0% 74,3% 74,1%
-0,2% 70,1%
##### 60,7% 64,8% 57,3%
-11,5% 57,3%
-5,0% 70,2%
Síntese 72,5% 75,4% 71,7%
Acumulado de Janeiro a Maio
### 74,4% 73,7% 70,3%
-4,6% 68,6%
#### 55,1% 58,7% 59,3%
1,0% 57,2%
##### 45,5% 50,1% 46,8%
-6,6% 48,3%
-3,0% 57,7%
Síntese 56,1% 59,6% 57,8%
Preço Médio por Quarto Vendido em Maio
2003 2004 2005 Variação 05/04 xL
### 51,25 53,36 50,97
-4,5% 57,14
#### 73,27 81,65 72,82
-10,8% 70,09
##### 166,58 207,75 177,19
-14,7% 159,29
-12,9% 83,44
Síntese 91,71 104,97 91,46
Acumulado de Janeiro a Maio
### 46,90 47,03 45,63
-3,0% 49,09
#### 68,44 70,38 66,85
-5,0% 65,86
##### 143,30 159,50 139,65
-12,4% 127,76
-7,4% 73,48
Síntese 81,13 85,70 79,38
Preço Médio por Quarto Disponível em Maio
2003 2004 2005 Variação 05/04 xL
### 47,82 48,89 43,49
-11,1% 47,47
#### 52,03 60,62 53,94
-11,0% 49,14
##### 101,15 134,66 101,59
-24,6% 91,29
-17,2% 58,55
Síntese 66,49 79,20 65,57
Acumulado de Janeiro a Maio
### 34,89 34,67 32,08
-7,5% 33,66
#### 37,70 41,30 39,64
-4,0% 37,70
##### 65,20 79,85 65,30
-18,2% 61,67
-10,2% 42,40
Síntese 45,55 51,08 45,89
Vendas Totais por Quarto Vendido em Maio
2003 2004 2005 Variação 05/04 xL
### 70,70 73,07 68,30
-6,5% 74,20
#### 103,83 115,52 104,44
-9,6% 99,71
##### 273,03 316,54 275,56
-12,9% 245,28
-12,1% 120,29
Síntese 139,11 153,43 134,92
Acumulado de Janeiro a Maio
### 65,71 64,83 62,39
-3,8% 64,45
#### 98,94 103,61 98,13
-5,3% 95,42
##### 250,41 266,89 239,32
-10,3% 218,21
-6,7% 111,14
Síntese 127,46 132,80 123,85
Vendas Totais por Quarto Disponível em Maio
2003 2004 2005 Variação 05/04 xL
### 65,96 66,96 58,27
-13,0% 61,64
#### 73,73 85,78 77,37
-9,8% 69,91
##### 165,79 205,16 157,99
-23,0% 140,58
-16,4% 84,41
Síntese 100,85 115,76 96,72
Acumulado de Janeiro a Maio
### 48,89 47,79 43,86
-8,2% 44,20
#### 54,50 60,80 58,19
-4,3% 54,62
##### 113,93 133,61 111,90
-16,2% 105,33
-9,5% 64,13
Síntese 71,56 79,16 71,60
SITUAÇÃO AO NÍVEL DE 2003
Todos os indicadores calculados em Maio são inferiores ao ano anterior. Quer os valores
mensais quer os acumulados são mais baixos, salvo num único caso onde o acumulado da
ocupação nos 4 estrelas, em Maio, ainda é ligeiramente superior a 2004. Se a este cenário
juntarmos o facto de que os próximos meses, nomeadamente Junho e Julho, terem sido
meses muito fortes em 2004, não só não deverá ser possível atingir valores equiparáveis
este ano, como o afastamento tenderá a aprofundar-se. Se olharmos para os homólogos
de 2003, os acumulados de preços e vendas totais, que reflectem nos nossos indicadores
preços correntes, apresentam este ano valores sempre inferiores por quarto vendido e
semelhantes nos indicadores por quarto disponível, isto apenas por efeito de uma pequena
diferença positiva na ocupação. A situação actual está, portanto, ao nível de 2003.
MAIO 2005 VALORES MÁXIMOS, MÉDIOS E MÍNIMOS MENSAIS
LX
XL
OCUPAÇÃO
71,7%
95,0%
98,2%
45,6%
57,3%
57,3%
#####
70,1%
70,1%
65,3%
74,1%
####
50,3%
70,1%
####
93,0%
79,1%
85,3%
93,6%
###
0%
20%
40%
60%
80%
100%
94,1%
65,5%
83,1%
###
98,2%
0%
20%
40%
Maio de 2005
### Total
9
26
1183 5294
2419 10535
Maio de 2005
### Total
20
52
2059 8798
4122 17279
60%
80%
100%
120%
PREÇO POR QUARTO VENDIDO
43,31
43,31
91,46
Síntese
83,44
Síntese
297,35
297,35
122,54
106,37
177,19
#####
159,29
#####
297,35
297,35
50,46
72,82
####
49,27
70,09
####
115,83
115,83
43,31
50,97
66,49
###
0
50
43,31
57,14
###
97,37
100
150
200
250
300
350
0
50
100
150
200
250
300
350
PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL
34,33
32,62
65,57
Síntese
173,04
58,55
Síntese
173,04
75,28
62,74
101,59
#####
91,29
#####
173,04
173,04
34,50
32,62
53,94
####
49,14
####
102,63
102,63
35,67
43,49
59,61
###
0
50
35,43
47,47
###
90,26
100
150
200
0
50
100
150
200
VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO
57,83
57,29
134,92
Síntese
120,29
Síntese
478,91
478,91
183,56
152,20
275,56
#####
245,28
#####
478,91
478,91
76,23
104,44
147,83
####
57,83
68,30
79,92
###
0
100
59,66
99,71
147,83
####
57,29
74,20
122,58
###
200
300
400
500
600
0
100
200
300
400
500
600
VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL
47,19
45,92
96,72
Síntese
271,64
84,41
Síntese
271,64
112,75
86,86
157,99
#####
140,58
#####
271,64
52,12
77,37
####
271,64
46,22
69,91
####
127,05
AMOSTRA FIXA - LISBOA CIDADE XL
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) ##### ####
Hotéis Amostra Fixa
8
24
Quartos Amostra Fixa
2046 4693
Camas Amostra Fixa
3848 9309
70,2%
Síntese
45,6%
#####
AMOSTRA FIXA - LISBOA CIDADE
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) ##### ####
Hotéis Amostra Fixa
6
11
Quartos Amostra Fixa
1551 2560
Camas Amostra Fixa
2986 5130
41,6%
45,6%
Síntese
127,05
47,19
58,27
71,97
###
0
50
100
46,99
61,64
###
113,37
150
200
250
300
0
50
100
150
200
250
300
Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados
A amostra Lx Cidade tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta
exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos.
A amostra xLtem como base o Universo de Hotéis da Zona, é fixa e é composta por Hotéis Full Service e
Residênciais, independentemente da sua data de abertura.
Os números utilizados neste estudo são os seguintes:
- totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades;
- receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço;
- receitas totais da operação sem IVA.
MÉDIAS GERAIS
EM
MAIO 2005
Ocupação Quarto em Maio
2005
###
69,1%
####
62,8%
#####
59,1%
Síntese
64,2%
Acumulado de Janeiro a Maio
###
48,1%
####
47,3%
#####
38,1%
Síntese
46,3%
Preço Médio por Quarto Vendido em Maio
2005
###
50,16
####
58,93
#####
192,10
Síntese
72,96
Acumulado de Janeiro a Maio
###
44,75
####
52,78
#####
156,17
Síntese
61,98
Preço Médio por Quarto Disponível em Maio
2005
###
34,64
####
36,98
#####
113,45
Síntese
46,82
Acumulado de Janeiro a Maio
###
21,53
####
24,94
#####
59,51
Síntese
28,67
Vendas Totais por Quarto Vendido em Maio
2005
###
69,13
####
91,79
#####
447,08
Síntese
129,47
Acumulado de Janeiro a Maio
###
64,11
####
89,51
#####
329,41
Síntese
108,81
Vendas Totais por Quarto Disponível em Maio
2005
###
47,74
####
57,60
#####
264,03
Síntese
83,09
Acumulado de Janeiro a Maio
###
30,85
####
42,30
#####
125,53
Síntese
50,34
AMOSTRA NOVA NÃO PERMITE COMPARAÇÃO
Os indicadores do Estoril este ano não têm termo de comparação dado que foi
construída uma amostra nova de raiz. Isso impede-nos de avaliar directamente
o respectivo desempenho em termos evolutivos e de resultados. Contudo, ao
observar-se uma uniformidade de comportamento em outras áreas limítrofes e
no conjunto da RT, é de esperar uma equiparação de resultados no Estoril em
relação à restante região.
MAIO 2005
VALORES MÁXIMOS,
MÉDIOS E MÍNIMOS MENSAIS
OCUPAÇÃO
40,5%
Síntese
64,2%
#####
53,5%
59,1%
87,0%
68,5%
50,3%
62,8%
####
77,3%
46,7%
69,1%
###
85,2%
0%
PREÇO POR QUARTO VENDIDO
20%
40%
60%
46,82
Síntese
205,09
141,76
166,22
88,78
192,10
205,09
#####
113,45
#####
141,76
36,79
22,40
####
58,93
###
33,00
50,16
60,23
36,98
46,70
####
80,67
50
17,05
34,64
45,73
###
100
150
200
250
VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO
0
20
40
60
80
100
398,53
184,37
343,93
447,08
#####
264,03
#####
398,53
546,88
62,29
91,79
129,92
100
37,80
57,60
75,01
####
44,27
69,13
81,93
0
160
83,09
Síntese
546,88
###
140
21,48
129,47
####
120
VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL
44,27
Síntese
100%
16,44
72,96
0
80%
PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL
29,38
Síntese
21,48
47,74
63,32
###
200
300
400
500
600
0
100
200
300
400
500
Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados
AMOSTRA FIXA - ESTORIL
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO) ##### ####
Hotéis Amostra Fixa
3
6
Quartos Amostra Fixa
188
969
Camas Amostra Fixa
373 2038
Maio de 2005
### Total
6
15
479 1636
953 3364
OBSERVATÓRIO
HOTELARIA DO ESTORIL
Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis Full Service da Zona e é composta exclusivamente
por unidades em funcionamento há mais de 3 anos.
Os números utilizados neste estudo são os seguintes:
- totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades;
- receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço;
- receitas totais da operação sem IVA.
25
OBSERVATÓRIO
HOTELARIA DA COSTA AZUL
MÉDIAS GERAIS
EM
MAIO 2005
Ocupação Quarto em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
### 51,4% 46,6% 35,9%
-22,9%
#### 42,2% 44,3% 40,9%
-7,5%
-13,8%
Síntese 45,9% 45,2% 39,0%
Acumulado de Janeiro a Maio
### 37,2% 35,5% 33,2%
-6,5%
#### 35,8% 33,6% 32,6%
-3,1%
-4,6%
Síntese 36,4% 34,4% 32,8%
INDICADORES EM TENDÊNCIA DE PERDA
A Costa Azul não foge ao cenário global que se apresenta à operação hoteleira
da Região. Os indicadores estudados apresentam quase genericamente uma
tendência de perda relativamente a 2004. Os 3 estrelas apresentam alguns
indicadores positivos que, no entanto, não chegam para impedir uma situação
negativa no conjunto.
Também ao analisar a correspondência com 2003, a comparação é penalizadora.
É regra quase universal que os valores mensais de 2003 são superiores aos
deste ano, colocando a operação em valores muito baixos. Tal não deixa de ser
preocupante, uma vez que o mesmo fenómeno se estende, regra geral, aos
valores acumulados.
Preço Médio por Quarto Vendido em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
40,11 36,99 41,84
13,1%
####
59,25 57,80 51,67
-10,6%
-2,0%
Síntese 50,60 49,14 48,15
Acumulado de Janeiro a Maio
###
41,36 39,73 41,65
4,9%
####
52,76 52,05 49,83
-4,3%
-0,6%
Síntese 48,05 46,91 46,61
Preço Médio por Quarto Disponível em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
20,61 17,23 15,02
-12,8%
####
25,02 25,59 21,15
-17,3%
-15,5%
Síntese 23,24 22,21 18,77
Acumulado de Janeiro a Maio
###
15,38 14,10 13,83
-2,0%
####
18,90 17,51 16,24
-7,3%
-5,2%
Síntese 17,47 16,13 15,30
MAIO 2005
VALORES MÁXIMOS,
MÉDIOS E MÍNIMOS MENSAIS
OCUPAÇÃO
0,00%
39,0%
Síntese
77,0%
12,1%
40,9%
####
Vendas Totais por Quarto Vendido em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
51,91 52,47 59,00
12,4%
####
89,51 87,29 84,04
-3,7%
3,1%
Síntese 72,52 72,80 75,06
Acumulado de Janeiro a Maio
###
54,66 54,44 58,27
7,0%
####
84,23 81,47 76,15
-6,5%
-1,5%
Síntese 72,02 70,20 69,12
64,8%
12,2%
35,9%
###
74,3%
0%
PREÇO POR QUARTO VENDIDO
40%
60%
80%
0,00
48,15
Síntese
18,77
Síntese
42,57
63,01
5,24
51,67
####
21,15
####
61,99
39,61
15,21
4,94
41,48
###
15,02
###
52,18
0
10
20
30
40
50
60
38,52
70
VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO
0
10
20
30
40
0,00
75,06
Síntese
29,26
Síntese
104,92
67,57
5,86
24,74
84,04
####
34,40
####
67,57
104,92
6,00
19,39
59,00
68,49
###
20
40
60
80
21,19
###
51,13
100
120
0
10
20
30
40
50
Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados
AMOSTRA FIXA - COSTA AZUL
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO)
Hotéis Amostra Fixa
Quartos Amostra Fixa
Camas Amostra Fixa
####
6
989
2078
Maio de 2005
### Total
7
13
630 1619
1406 3484
50
VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL
1,00
0
100%
PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL
1,00
22,08
Vendas Totais por Quarto Disponível em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
26,67 24,43 21,19
-13,3%
####
37,79 38,64 34,40
-11,0%
-11,1%
Síntese 33,30 32,90 29,26
Acumulado de Janeiro a Maio
###
20,32 19,32 19,34
0,1%
####
30,17 27,41 24,82
-9,5%
-6,0%
Síntese 26,19 24,14 22,69
20%
Esta amostra tem como base o Universo de Hotéis da Zona e é composta exclusivamente
por unidades em funcionamento há mais de 3 anos.
Os números utilizados neste estudo são os seguintes:
- totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades;
- receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço;
- receitas totais da operação sem IVA.
60
70
80
MÉDIAS GERAIS
EM
MAIO 2005
Ocupação Quarto em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
### 59,0% 68,6% 57,8%
-15,8%
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese 43,2% 47,1% 43,8%
-7,0%
Preço Médio por Quarto Vendido em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
46,61 43,68 53,66
22,8%
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese 43,73 42,23 44,34
5,0%
RECUPERAÇÃO NOS PREÇOS
Mesmo com a ocupação em valores muito inferiores a Maio de 2004, é
interessante notar que os preços praticados foram superiores no mês e
recuperaram nos acumulados sem que, contudo, o mesmo se tenha passado nas
vendas totais.
De resto, este mês na zona parece ter tido um comportamento algo diferenciado
do resto da região, afastando-se positivamente dos valores praticados em 2004 e
2003 na maioria dos indicadores. Considerando o cenário global da região, este
comportamento é de realçar.
OBSERVATÓRIO
HOTELARIA LEIRIA/FÁTIMA
Preço Médio por Quarto Disponível em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
27,50 29,98 31,01
3,4%
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese 18,90 19,87 19,41
-2,3%
Vendas Totais por Quarto Vendido em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
72,67 65,34 68,78
5,3%
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese 67,57 63,87 61,84
-3,2%
MAIO 2005
VALORES MÁXIMOS,
MÉDIOS E MÍNIMOS MENSAIS
OCUPAÇÃO
27
20,9%
###
Vendas Totais por Quarto Disponível em Maio
2003
2004
2005 Variação 05/04
###
42,88 44,86 39,74
-11,4%
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese 29,20 30,06 27,07
-9,9%
57,8%
84,6%
0%
PREÇO POR QUARTO VENDIDO
20%
40%
60%
80%
100%
PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL
39,03
8,16
###
###
53,66
31,01
65,27
0
10
20
30
40
50
60
46,94
70
VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO
0
10
20
30
40
VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL
47,92
10,84
###
###
68,78
39,74
80,80
0
20
40
50
60
80
58,88
100
0
10
20
30
40
50
60
Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados
AMOSTRA FIXA - LEIRIA/FÁTIMA
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO)
Hotéis Amostra Fixa
Quartos Amostra Fixa
Camas Amostra Fixa
Maio de 2005
###
9
599
1116
A amostra de Leiria/Fátima tem como base o Universo de hotéis Full Service da zona, é fixa
e composta exclusivamente por unidades em funcionamento há mais de 3 anos.
Os números utilizados neste estudo são os seguintes:
- a dimensão oficial das unidade segundo números publicados pela DGT;
- a totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades;
- as receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço;
- as receitas totais da operação, sem IVA; sem receitas extraordinárias ou de operações financeiras.
70
OBSERVATÓRIO
HOTELARIA OESTE
MÉDIAS GERAIS
EM
MAIO 2005
Ocupação Quarto em Maio
2005
Síntese
38,6%
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese
35,1%
INDICADORES REFORÇAM ACUMULADOS
Todos os indicadores da zona reforçam os acumulados. Este comportamento
linear é o único que se pode extrapolar dos resultados obtidos, dado que
também no Oeste é o primeiro ano em que se recolhem dados e, como tal,
não é possível comparar homologamente.
De resto, é natural que o cenário evolutivo seja semelhante ao da região, onde
os resultados apontam mais para uma aproximação ao desempenho de 2003 do
que ao de 2004.
Preço Médio por Quarto Vendido em Maio
2005
Síntese
58,80
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese
53,27
Preço Médio por Quarto Disponível em Maio
2005
Síntese
22,69
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese
18,70
Vendas Totais por Quarto Vendido em Maio
2005
Síntese
113,93
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese
106,79
MAIO 2005
VALORES MÁXIMOS,
MÉDIOS E MÍNIMOS MENSAIS
OCUPAÇÃO
8,5%
###
Vendas Totais por Quarto Disponível em Maio
2005
Síntese
43,96
Acumulado de Janeiro a Maio
Síntese
37,48
38,6%
64,2%
0%
PREÇO POR QUARTO VENDIDO
20%
30%
40%
50%
60%
3,10
###
58,80
22,69
142,99
0
20
40
60
80
100
120
140
56,55
160
VENDAS TOTAIS/QUARTO VENDIDO
0
10
20
30
40
50
3,27
###
###
113,93
43,96
345,25
50
100
150
200
250
300
350
400
133,34
0
20
40
60
80
100
120
140
Nota: média dos dois mais altos, média geral e média dos dois mais baixos resultados
AMOSTRA FIXA - OESTE
(Nº OFICIAIS DA DGT PARA O ANO)
Hotéis Amostra Fixa
Quartos Amostra Fixa
Camas Amostra Fixa
Maio de 2005
Síntese
13
980
1951
60
VENDAS TOTAIS/QUARTO DISPONÍVEL
36,60
0
70%
PREÇO POR QUARTO DISPONÍVEL
27,15
###
10%
Esta amostra tem como base o Universo da hotelaria do Oeste, é fixa e foi formada com base numa
proposta da respectiva Região de Turismo.
Os números utilizados neste estudo são os seguintes:
- totalidade dos quartos e camas ocupados indicados pelas unidades;
- receitas de quartos, sem IVA e sem Pequeno Almoço;
- receitas totais da operação sem IVA.
160
OBJECTIVOS 2006
Leiria/Fátima com uma subida no Índice de Preços médios é a única excepção a um cenário de perdas generalizadas. De
acordo com os valores obtidos nas zonas que compõem a região, atendendo a que na sua maioria os valores atingidos são
da ordem dos valores alcançados em 2003, é natural que a generalidade destes gráficos tenha uma curva descendente.
Nos objectivos, para lá da manutenção de valores positivos mas em queda quase constante na ocupação e nos preços
médios, é de realçar o facto de o valor real das Vendas totais ter ficado este mês aquém do objectivo linear traçado. O valor
em si será presentemente muito semelhante ao valor dinâmico de uma subida linear. Contudo, o percurso descendente
dos últimos meses, a manter-se, tornará necessária uma recuperação dos valores a uma taxa de crescimento superior à
inicialmente prevista para o indicador.
OBSERVATÓRIO
ÍNDICES POR REGIÃO
VALORES DE OCUPAÇÃO
LISBOA CIDADE
58,00%
1175
1150
1125
57,50%
Dez 2005
Jan 2005
Dez 2004
1025
Jan 2004
1050
Dez 2003
1075
Jan 2003
1100
57,00%
56.50%
1000
Oc-Lx
975
PMQV-Lx
950
56.00%
VTQD-Lx
925
Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1039
Índice PMQV/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1080
Índice VTQD/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1087
55.50%
Dez 2003
Dez 2004
Dez 2005
Dez 2006
O Objectivo para Maio de 2005 era de: 55,87%
O valor atingido foi de: 56,90% - 1,81% acima do objectivo
ESTORIL E SINTRA
1150
1125
VALORES DE PREÇO MÉDIO QUARTO VENDIDO - ADR
1100
1075
Dez 2005
Jan 2005
Dez 2004
Jan 2004
1000
Dez 2003
1025
Jan 2003
1050
29
86.00
975
84.00
82.00
Oc-Lx
950
PMQV-Lx
925
80.00
VTQD-Lx
900
78.00
Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 977
Índice PMQV/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1099
Índice VTQD/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1073
76.00
74.00
Dez 2003
COSTA AZUL
1075
Dez 2006
Dez 2005
Jan 2005
Dez 2004
Jan 2004
Dez 2003
Jan 2003
1050
1000
Dez 2005
Objectivo para Maio de 2005 era de: 79,87 €. O valor atingido foi de:
81,98 € 2,57% acima do objectivo. O crescimento mensal necessário para
atingir o objectivo era em Dezembro de 2003: 0,31 €. O crescimento
mensal necessário para atingir o objectivo é actualmente de: 0,20 €.
Até Dezembro de 2006 este indicador terá que crescer: 4,6%.
1100
1025
Dez 2004
Oc-Lx
975
VALORES DE VENDAS TOTAIS QUARTO DISPONÍVEL
PMQV-Lx
VTQD-Lx
950
76.50
Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 985
Índice PMQV/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1057
Índice VTQD/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1037
75.50
74.50
73.50
72.50
71.50
LEIRIA E FÁTIMA
70.50
69.50
1110
1100
68.50
1090
67.50
1080
1070
66.50
1060
Dez 2003
1050
Dez 2004
Dez 2005
Dez 2006
1040
Dez 2005
Jan 2005
Dez 2004
Jan 2004
1010
Dez 2003
1020
Jan 2003
1030
1000
990
980
Oc-Lx
PMQV-Lx
VTQD-Lx
970
Índice Ocupação/LX - (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1011
Índice PMQV/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1092
Índice VTQD/LX (1000, Média de 2003) - Valor em Maio de 2005: 1015
Todos os índices são a média móvel a 12 meses em função dos resultados
acumulados do ano 2003.
Objectivo para Maio de 2005 era de: 71,55 €. O valor atingido foi de:
71,48 € - 0,10% abaixo do objectivo. O crescimento mensal necessário
para atingir o objectivo era em Dezembro de 2003: 0,28 €.
O crescimento mensal necessário para atingir o objectivo é actualmente
de: 0,28 €. Até Dezembro de 2006 este indicador terá que crescer: 7,5%.
Percurso linear para atingir o objectivo. Valor inicial de Dez de 2003
Percurso real, valores mensais com base nos últimos doze meses
Percurso linear para atingir o objectivo partindo do valor real actual
Cada valor corresponde à média móvel a 12 meses do indicador no mês de referência.
OBSERVATÓRIO
LIGAÇÕES AÉREAS LOW COST
NÚMERO DE VOOS SEMANAIS LOW COST
A proliferação de ligações aéreas de baixo
custo na Europa é um dos fenómenos
que recentemente mais tem trazido
discussões à temática do transporte aéreo
e, consequentemente, à actividade turística.
Num trabalho, que este artigo resume,
pretendeu-se fazer uma análise possível sobre
as companhias que, teoricamente, praticam
este tipo de tarifas aéreas nas ligações que
mantêm entre diversos pontos da Europa e a
cidade de Lisboa, em dois períodos distintos
(Maio e Setembro de 2005).
6 (Vueling)
Barcelona
Oslo
3 (SAS Braathens)
14 (Virgin Express)
Bruxelas
Dublin
Varsóvia
3 (Aer Lingus)
3 (Central Wings)
Berlim (via PMI)
7 (Air Berlin)
Palma Maiorca
7 (Air Berlin)
Estugarda
6 (German Wings)
7 (German Wings)
Colónia / Bona
Para a época de Verão IATA 2005, foram
identificadas 11 rotas com voos directos “low
cost”, unindo Lisboa a outras tantas cidades
europeias (ver gráfico).
Copenhaga
Amesterdão
5 (Maersk Air)
2 (Transavia)
7 (Monarch)
Londres - Gatwick
PREÇOS MÉDIOS
Os preços médios obtidos para voos a realizar em Maio
e, portanto, a uma distância mais curta da data de
reserva são, regra geral, superiores aos encontrados para
Setembro. Tal figura-se normal, uma vez que os preços dos
voos exigidos pelas companhias dependem positivamente
do nível de procura por esses mesmos voos.
A Vueling, companhia a operar desde Barcelona, é a
companhia a apresentar preços médios mais reduzidos,
sejam eles em Maio ou em Setembro. Neste caso, uma
viagem de ida e volta Barcelona-Lisboa custaria em média,
com taxas incluídas, 104 euros em Maio e 86 euros em
Setembro, se tivesse sido reservada em finais de Abril, via
website da companhia. No mesmo indicador, seguem-se
a Monarch a operar desde Londres (161 euros em Maio
e 120 euros em Setembro) e a Air Berlin na ligação a
Palma de Maiorca (178 euros e 133 euros), sendo talvez
apenas estas as companhias a realmente oferecer tarifas
“low cost” numa base regular. Pode, contudo, no caso de
outras companhias, haver períodos em que as tarifas são
extremamente baixas, o que acontece é que tal não sucede
de forma regular.
As restantes companhias apresentam preços médios de ida
mais volta numa classe de valores entre os 200 euros e os
255 euros, com taxas incluídas, o que são preços não muito
inferiores (às vezes até superiores) aos obtidos para as
companhias tradicionais.
PREÇO MÉDIO IDA + PREÇO MÉDIO VOLTA - TAXAS INC.
PREÇO MÉDIO IDA + PREÇO MÉDIO VOLTA - TAXAS INC.
(19 DE MAIO A 1 DE JUNHO)
(10 A 17 DE SETEMBRO)
Barcelona
104,70 €
Barcelona
236,27 €
Oslo
Varsóvia
Palma Maiorca
Varsóvia
361,33 €
178,83 €
221,31 €
Colónia / Bona
254,38 €
Copenhaga
223,77 €
Amesterdão
Londres - Gatwick
160,91 €
162,61 €
266,33 €
Berlim (via PMI)
Palma Maiorca
229,77 €
Estugarda
196,82 €
Dublin
199,76 €
Berlim (via PMI)
233,91 €
Bruxelas
226,82 €
Dublin
358,05 €
Oslo
247,28 €
Bruxelas
86,20 €
133,00 €
207,67 €
Estugarda
215,14 €
Colónia / Bona
239,00 €
Copenhaga
223,77 €
Amesterdão
Londres - Gatwick
119,95 €
OBSERVATÓRIO
LISBOA 2005
COMPARAÇÃO COM MADRID E BARCELONA
Na maioria dos casos, as companhias aéreas “low cost” a operarem rotas para Lisboa,
fazem-no igualmente para Madrid e Barcelona.
DIFERENÇAS DE PREÇOS MÉDIOS IDA MAIS VOLTA FACE A LISBOA
Companhia
Transavia
Maersk Air
German Wings
Air Berlin
Central Wings
Aer Lingus
Virgin Express
SAS Braathens
Vueling
Cidade
Amsterdão
Copenhaga
Colónia/Bona
Estugarda
Palma Maiorca
Berlim
Berlim (via PMI)
Varsóvia
Dublin
Bruxelas
Oslo
Barcelona
Maio
Barcelona
Madrid
-34,03 €
-4,61 €
-5,93 €
+47,98 €
-50,00 €
-151,67 €
-50,00 €
-30,76 €
+18,98 €
-63,40 €
+94,86 €
-55,40 €
-57,52 €
-25,76 €
+0,98 €
-69,17 €
-225,83 €
-70,00 €
-21,69 €
-71,21 €
-236,27 €
-3,54 €
Setembro
Barcelona
Madrid
-57,90 €
-35,90 €
-48,34 €
-54,49 €
-35,00 €
-143,33 €
-15,00 €
-5,48 €
-12,94 €
-38,25 €
0,72 €
-81,23 €
-80,96 €
-85,34 €
-92,09 €
-63,33 €
-191,67 €
-38,33 €
-39,61 €
-80,83 €
-358,05 €
-19,63 €
Neste aspecto, verifica-se que quer Madrid, quer
Barcelona apresentam preços mais competitivos
face a Lisboa, quer no mês de Maio, quer em
Setembro. Neste último mês, a uma maior distância
entre a reserva e a realização da viagem, a
competitividade é ainda maior.
Face à inexistência de voos directos entre Berlim e
Lisboa, podia-se viajar em Maio da capital alemã
para Barcelona por menos 150 euros, em média,
e para Madrid por menos 225 euros! Mesmo em
situações “iguais”, de voos directos para as três
cidades, Lisboa parece ficar a perder. Lisboa só
apresenta vantagens de preço face a Barcelona nas
ligações a Estugarda, Dublin e Oslo, mas somente
nas viagens a realizar em Maio, pois, em Setembro,
os preços médios encontrados para Barcelona e
Madrid são inferiores aos de Lisboa em todos as
ligações.
NOTA
Como aspecto muito importante à partida para este estudo, teve-se em consideração que os preços neste tipo de ligações
aéreas sofrem grandes flutuações, dependendo isso de a quanto tempo se está entre as datas de observação dos preços e
da realização do voo e, igualmente, do número de lugares reservados nesse voo à data da observação. Por conseguinte,
os preços foram observados no período de tempo mais curto possível, para minimizar os efeitos dessas mesmas flutuações
(de 28 de Abril a 3 de Maio) e para dois períodos de realização dos voos: o primeiro – 19 de Maio a 1 de Junho e o segundo
período de 10 a 17 de Setembro, a cerca de 5 meses de distância, onde as flutuações de preços se fazem sentir a uma escala
muito menor, e que permitem aferir as políticas de preços das companhias a mais longo prazo.
31
31
OBSERVATÓRIO
INFOGOLFE
2005
2004
Variação
Volt. Possível
74 470
72 702
2,4%
Ocupação em Maio
Sócio
39,7%
10 379
13,9%
43,0%
12 021
16,5%
-13,7%
Não Sócio
19 103
25,7%
19 096
26,3%
0,0%
Resultados em Maio por volta
GreenFee
Receita total
Realizada Não Sócio Realizada
2005
22,95
35,52
36,97
2004
22,42
36,70
34,67
Variação
2,3%
-3,2%
6,6%
2005
2004
Variação
Ocupação de Janeiro a Maio
Volt. Possível
Total
Sócio
342 052
139 998
40,9%
49 436
14,5%
300 384
124 089
41,3%
49 205
16,4%
13,9%
12,8%
0,5%
Não Sócio
90 326
26,4%
74 658
24,9%
21,0%
Resultados de Janeiro a Maio por volta
GreenFee
Receita total
Realizada Não Sócio Realizada
2005
22,30
34,56
37,97
2004
20,29
33,72
36,78
Variação
9,9%
2,5%
3,2%
Total
29 569
31 254
-5,4%
OCUPAÇÃO MANTÉM-SE COM VALORES
POSITIVOS
VOLTAS POR CAMPO EM MAIO
NÚMERO DE VOLTAS POR MÊS
Dez
44,01
VnSR
Realizadas
Nov
Possíveis
Out
Set
A Ocupação total desceu ligeiramente
este mês, relativamente a Maio de 2003,
devido à fraca afluência de sócios. Com
efeito estes apresentaram uma quebra
mensal, ainda que o valor acumulado se
tenha mantido positivo.
De resto, os valores positivos nas
ocupações são uma constante desde
o início do ano, em alguns meses
de forma bem marcada, pelo que,
genericamente, os valores acumulados
se mantêm em bons patamares nestes
primeiros 5 meses de 2005.
Os valores económicos acompanham
este cenário, apresentando uma ligeira
quebra em Maio, sem contudo inverter
os resultados acumulados. Há boas
perspectivas de evolução neste aspecto
dado que, também aqui, se mantêm os
comportamentos desde o início do ano.
23,91
VSR
Ago
Jul
Jun
68,13
VR
Mai
Abr
Mar
171,5
VP
0
20
40
60
80
100
120
140
160
Maio de 2005
Campos
Amostra Fixa
9 buracos 18 buracos
4
13
2
12
50,0%
92,3%
Total
17
14
82,4%
Dez
LEGENDA:
VP/Dia
VR/Dia
VSR/Dia
VnSR/Dia
Voltas possíveis, por dia
Voltas realizadas, por dia
Voltas de sócios realizadas, por dia
Voltas de não sócios realizadas, por dia
0
10000
20000
30000
40000
50000
60000
70000
Dez
R/Sócios
R/n Sócios
Nov
Nov
Out
Out
Set
Set
Ago
Ago
Jul
Jul
Jun
Jun
Mai
Mai
Abr
Abr
Mar
Mar
Fev
Fev
Jan
Jan
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
NÚMERO DE VOLTAS EM
POR NACIONALIDADE
0.7
0.8
0.9
1
0
10
20
30
40
50
60
Nº DE VOLTAS ACUMULADO EM
MAIO % POR NACIONALIDADES
MAIO
2.501
Esc
20,4%
Out
10,8%
1.420
Esc
378
EUA
500
Bx
F
Campos de Golfe disponíveis na Região de Lisboa
(9 e 18 buracos). Os números utilizados neste estudo
são os seguintes:
- capacidade máxima de saídas indicadas
pelos campos para o mês;
- número de saídas e nacionalidades fornecidos
pelos campos;
- receitas de Fee, sem IVA;
- receitas Totais, sem IVA.
180
PERCENTAGEM ABSOLUTA SÓCIO/NSÓCIO RECEITA POR VOLTA REALIZADA
Out
COMPOSIÇÃO DA AMOSTRA
Fev
Jan
EUA
1,5%
196
Bx
2,9%
F
1,0%
D
3,7%
637
D
243
E
IR
E
1,2%
754
GB
5.875
P
6.360
1
10
100
1.000
10.000
P
35,2%
IR
2,0%
GB
21,2%
P-Portugal; GB-Grã-Bretanha;
IR-Irlanda; E-Espanha;
D-Alemanha; F-França; Bx-Benelux;
EUA-Estados Unidos; Esc-Escandinávia;
Out-Outras Nações.
UMA PUBLICAÇÃO DO TURISMO DE LISBOA • EDIÇÃO E PRODUÇÃO LPMCom
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e-mail: [email protected] • www.visitlisboa.com
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Entrevista
Entrevista
A prioridade
é melhorar o aeroporto
As questões da gestão aeroportuárias são,
neste momento, as grandes preocupações
do Presidente da Associação Portuguesa
das Agências de Viagem e Turismo
(APAVT). O melhoramento do aeroporto
da Portela é, segundo nos revelou, a
principal prioridade para a cidade de
Lisboa.
A revisão da Lei das Agências
de Viagens é uma das duas
preocupações centrais da APAVT.
Na sua opinião que iniciativas
legislativas deveriam ser tomadas
em função dos interesses do sector?
De facto, a Lei das Agências de Viagem
é uma preocupação não só da APAVT
como de muitas outras entidades do
sector. Neste momento assistimos
a muitas entidades a exercerem
actividades que deveriam ser da
exclusividade das agências de viagens
e não o são, como por exemplo, as
empresas de organização de congressos
e as empresas de animação turística.
Face a esta variedade de empresas
que giram neste sector as questões
principais que levantamos são: no caso
de haver algum problema quem é que
vai responder perante os consumidores?
Que seguros são feitos? Que
responsabilidades têm essas empresas?
Quais os seus capitais sociais? E por aí
em diante.
A existência destas empresas, que muitas
vezes nem têm alvará, é muito prejudicial
não só para as agências de viagem,
como para o próprio consumidor. Há
uma panóplia de actividades que têm
que ser reguladas e, na nossa opinião, a
melhor forma de o fazer é enquadrá-las
na Lei das Agências de Viagens, levando
essas entidades a licenciarem-se como
agências de viagens. É nossa intenção
que, na próxima Lei das Agências de
Viagens, tal medida fique contemplada.
Vítor Filipe
Presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo
E quanto à fiscalidade?
Quanto à fiscalidade tivemos agora um
novo aumento do IVA que nos pode tirar
alguma competitividade. De qualquer forma,
percebemos que o país atravessa uma
situação difícil e todos vamos ter que nos
sacrificar para reverter este problema que é
o défice das contas públicas.
A criação da entidade coordenadora
do transporte aéreo é uma luta que
se tem mantido ao longo de vários
executivos. Com a criação desta
entidade quais seriam os benefícios
directos para as agências de viagens?
Antes de mais, as agências de viagens devem
fazer parte dessa entidade, uma vez que são
as grandes responsáveis pelos movimentos
dos aeroportos, quer em termos de turismo
receptivo – grande parte dos turistas que
nos visitam são acompanhados por agências
de viagens – quer em termos de outgoing
– já que emitimos cerca de 90% dos bilhetes
de avião em Portugal. No entanto, nunca nos
é pedida a nossa opinião relativamente à
gestão aeroportuária, o que não faz sentido,
porque as agências de viagens têm uma
palavra muito importante a dizer.
Não nos podemos esquecer
de um homem que foi o
grande impulsionador da
ATL e do seu sucesso, o
Comendador Rui Horta,
um agente de viagens.
Qual é, então, a vossa posição face à
gestão aeroportuária?
Em relação aos aeroportos eu estranho
muito as posições que têm sido tomadas,
nomeadamente, por algumas pessoas
da Associação Turismo Lisboa (ATL),
relativamente à questão de rapidamente
ser criado um aeroporto para as lowcost. Na nossa opinião, isso não faz
sentido nenhum. A ATL deveria estar
preocupada, em primeiro lugar, em ter um
aeroporto decente em Lisboa, que não
tem. O aeroporto da Portela não serve os
interesses dos turistas nem dos passageiros.
É um aeroporto que está desfasado
no tempo e que precisa ser renovado
rapidamente. E essa deveria ser uma das
grandes preocupações da ATL.
Sendo Lisboa, a 5ª cidade do mundo que
recebe mais Congressos e Incentivos, o
seu público é maioritariamente este e,
estes passageiros não viajam em low-cost,
viajam em companhias aéreas de carreiras
regulares. E o aeroporto de Lisboa é, de
facto, um dos maiores problemas que temos
em Lisboa.
Não consideramos que os problemas
do aeroporto de Lisboa sejam da
responsabilidade da ANA. Sabemos que
a ANA tem feito um esforço grande no
sentido de melhorar o aeroporto mas, quem
tutela a ANA é o governo e o governo é
que tem que dar meios à ANA para que
ela possa avançar com um bom aeroporto
para Lisboa, que não existe, apesar de alguns
pequenos melhoramentos que têm sido
feitos nos últimos tempos.
33
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Entrevista
Entrevista
A ANA tem feito um esforço grande no sentido de melhorar
o aeroporto mas, quem tutela a ANA é o governo é ele que
tem que dar meios à ANA para que ela possa avançar com
um bom aeroporto para Lisboa.
34
E qual a vossa opinião, face à
deslocalização do aeroporto da
Portela?
Quanto ao problema da deslocalização
do aeroporto de Lisboa, recordo-me que
durante a presidência do Dr. João Soares, o
próprio foi da opinião que este aeroporto
está muito bem onde está e pode durar
muitos anos no mesmo local. Como medida
imperativa vemos a necessidade de um
acordo com as entidades militares, no
sentido de as mesmas retirarem da Portela
a área militar, dado que este aeroporto deve
ser exclusivamente civil.
Numa segunda fase, então, poderemos vir a
considerar a construção de um aeroporto
alternativo, mas só numa segunda fase e não
já. Os investimentos prioritários devem ser
canalizados para a melhoria do aeroporto
da Portela.
Esse aeroporto secundário poderia então
receber, além das famosas low-cost, os
charters, que também precisam de um
aeroporto alternativo com taxas aéreas
mais reduzidas. Neste caso, não só os
charters que vêm de outros destinos
para Lisboa, como também os de agências
de viagens nacionais. Além disso, esse
aeroporto secundário poderia ainda servir
como terminal de carga aérea, mais uma
das áreas que poderia ser retirada do
aeroporto da Portela. Consideramos que,
com a implementação destas medidas
talvez conseguíssemos alargar o tempo de
funcionamento do aeroporto da Portela por
mais 30 ou 40 anos.
Já que falamos de low-cost,
qual considera ser o impacto da
representatividade, cada vez maior,
destas companhias no universo
turístico e, nomeadamente nas
agências de viagens?
Penso que há um impacto relativamente
pequeno. Senão vejamos, no Algarve,
por exemplo, os hoteleiros já assumiram
que ainda não notaram as melhorias
que as companhias low-cost trouxeram,
principalmente, porque estas têm servido
para quem tem habitação no Algarve.
E, pelo que sei, no Porto a situação é a
mesma, havendo até unidades hoteleiras
que não receberam ainda um único cliente
proveniente de uma low-cost. Penso que as
low-cost são úteis, no entanto, não nos vão
resolver problema nenhum.
Neste momento parece que há muita gente
que acha que as low-cost são a salvação
do turismo nacional e, nós achamos
precisamente o contrário. Podem, de facto,
trazer algum valor acrescentado, sempre
são mais passageiros que nos visitam, mas
não vão salvar ninguém. Se a nossa aposta
é num turismo de qualidade, não vão ser os
passageiros low-cost a trazer esse turismo.
O diálogo com as companhias aéreas
é um dos actuais objectivos da APAVT.
Desde o início da vigência do seu
cargo, qual a análise que faz desse
relacionamento?
Em relação às companhias aéreas nacionais,
como a TAP, a Portugália, a AirLuxor, a SATA,
e alguns companhias aéreas estrangeiras,
como a Varig, podemos dizer que o
relacionamento foi excelente e conseguimos
arranjar plataformas que nos levaram a um
patamar óptimo, em que ambas as partes
beneficiam. Em relação a outras companhias
que ainda têm uma posição majestosa
e ainda se escudam muito nos velhos
regulamentos monopolistas da IATA, com
essas o diálogo é nulo. Mas, os resultados
estão à vista e são bastante diferentes entre
as companhias nacionais e as companhias
que ainda vivem catalizadas nesses
regulamentos da IATA.
O futuro do país
passa pelo turismo
Dos principais serviços prestados pela
APAVT, a Formação Profissional, ocupa
um grande destaque. Com o fim dos
subsídios à formação, quais as opções
da APAVT para continuar a contribuir
para a melhoria da formação dos
profissionais do sector das agências de
viagem e turismo?
Neste momento temos formada a sociedade
APAVT Form e vamos continuar a manter
a formação, porque é esse caminho que
nos pode distinguir e tornar as agências de
viagens em empresas de excelência e isso
só é possível de existirem quadros bem
formados, pessoas bem capacitadas e que
prestem um bom serviço aos consumidores.
É certamente uma das apostas que vamos
manter e vamos deixar tudo preparado. No
final deste ano termino o meu mandato,
quer por questões estatutárias, quer porque
considero que se deve dar lugar a novas
pessoas, mas vamos deixar tudo preparado
para que se possa continuar a fazer boa e
muita formação. Agora, naturalmente, as
empresas têm que perceber que também
vão ter que gastar algum dinheiro em
formação mas não me parece difícil que isso
aconteça.
Outro ponto central da vossa
actividade passa pelo congresso anual
que vai já contar com a sua XXXI
edição. Quais as novidades para este
ano?
Este ano, o congresso vai decorrer de 26 de
Novembro a 1 de Dezembro, em Maputo.
Decidimos manter o mesmo formato, pelo
menos ainda este ano, e o tema vai ser
“Turismo, Cooperação e Desenvolvimento”.
O tem surgiu porque, sendo o congresso
em Maputo, vamos abordar as questões
da cooperação entre Portugal e os Países
Lusófonos. Por sua vez, a questão do
desenvolvimento surgiu pela importância
que o turismo tem para o desenvolvimento
dos povos e, neste caso, do povo português
e do povo moçambicano.
Quer se queira, quer não, o futuro do
nosso país tem que passar pelo turismo.
O turismo não pode ser deslocalizado e
temos potencialidades tão grandes, neste
sector, que se continuarmos a não dar a
importância devida ao turismo, não sei qual
será a indústria de aposta que possa ser o
motor da nossa economia.
Qual a sua opinião sobre a Associação
Turismo de Lisboa?
A ATL tem feito um excelente trabalho
desde que foi criada e não nos podemos
esquecer de um homem que foi o grande
impulsionador da ATL e do seu sucesso,
o Comendador Rui Horta, um agente de
viagens. Para percebermos exactamente a
importância da ATL devemos comparar o
que era, há uns anos, a promoção da nossa
cidade e o que ela é hoje, depois de ter sido
criada a associação.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
35
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Visões
Luís Vale,
Secretário-geral da Carris
36
Quais os novos projectos do Museu da Carris?
A Carris, com o apoio do seu museu, vai publicar uma
edição intitulada a História da Companhia Carris de
Ferro de Lisboa, S.A.. Já em desenvolvimento, este
é o mais recente projecto que vem testemunhar a
importância que a Carris assumiu na cidade de Lisboa e,
em Portugal, ao longo dos seus 133 anos de existência.
A coordenação de todo o processo de elaboração,
redacção e edição está a cargo da Academia Portuguesa
da História e o lançamento do primeiro volume está
previsto para Dezembro deste ano, sendo os segundo e
terceiro volumes publicados durante o ano de 2006.
Mas além deste novo projecto a Carris e o seu museu
têm desenvolvido muitos outros que, pela sua relevância,
não podem deixar de ser mencionados. Referimo-nos,
concretamente, à abertura da nova Loja do Museu;
ao restauro do autocarro nº. 109; e à inauguração
do pólo temático de exposição “A Tipografia”, os
quais, cada um à sua maneira, representam um valioso
contributo para o enriquecimento do espólio do museu
e da sua exposição permanente. Salienta-se, também,
a cooperação que se estabeleceu com a Carristur,
empresa do grupo que explora os circuitos comerciais,
no sentido de, por um lado, acrescentar uma novidade
aos seus circuitos – a visita ao Museu da Carris – e,
por outro, incrementar o número de visitas do museu.
Nos últimos quatro meses, no âmbito deste projecto
conjunto, visitaram o museu cerca de 1.000 visitantes,
sobretudo estrangeiros.
A introdução, desde o passado mês de Maio, do sistema
de visitas áudio-guiadas, é outra das novidades. Este
sistema veio melhorar a qualidade das visitas ao museu,
permitindo ao visitante, através de um pequeno aparelho
portátil, facultado para o efeito, aceder à informação
disponível sobre qualquer objecto em exposição. Dando
continuidade à introdução de novas práticas, encontrase, também, a decorrer um processo de digitalização
de cerca de 7.000 fotografias do arquivo fotográfico
do museu, passando os seus visitantes a dispor, desde o
mês de Julho, de métodos de trabalho mais expeditos na
pesquisa e estudo das respectivas imagens.
Finalmente, regista-se ainda, o trabalho conjunto
que tem sido desenvolvido em 2005, com vista à
participação do Museu da Carris no vasto e ambicioso
projecto, que se encontra em curso, promovido pela
Câmara Municipal de Lisboa, com vista à constituição do
Museu dos Transportes na antiga estação de eléctricos
da Carris, entretanto desactivada, no Arco de Cego.
Pensamos, por tudo isto, que o Museu da Carris merece
uma visita.
Região de Lisboa
lança campanha publicitária
para atrair turistas
O Turismo
de Lisboa
acaba de
lançar uma
campanha
publicitária
internacional,
sob o slogan
“Lisboa,
Experiência
Pessoal”
em diversos
países
europeus e
nos Estados
Unidos da
América.
Com um investimento total de 2,5 milhões de euros, a campanha contempla
anúncios de imprensa e de rádio e banners em sites de viagens, apresentando
a Região de Lisboa como um destino turístico com uma ampla diversidade de
produtos. Monumentos e cultura, praias e montanhas, desporto e diversão, história e
modernidade são apenas uma pequena parte do que se pode encontrar na Região e
cada visita a Lisboa é uma experiência pessoal e única.
O maior investimento publicitário da Região de Lisboa será feito no mercado
espanhol com mais de 80 inserções em rádio e 54 em publicações de Madrid, País
Basco, Galiza, Extremadura, Catalunha e Andaluzia, feitas em duas vagas: de Junho a
Julho e de Outubro a Dezembro.
Na imprensa espanhola, a campanha da Região de Lisboa estará presente nos jornais
El País, El Mundo, 20 Minutos, Metro, La Vanguardia, El Periódico, La Voz de Galícia,
Correo Español e Hoy de Extremadura, e nas revistas Viajes National Geographic,
Viajeros,Viajar, De Viajes e Lunas de Miel y otros viajes para dos. Os anúncios de
Lisboa serão transmitidos em duas cadeias de rádio nacionais espanholas: Onda
Cero e Cadena Ser.
No Reino Unido, em França e Itália, a campanha decorrerá nos meses de Junho e
Julho e será divulgada em meios tão prestigiados como o Times,Telegraph Magazine,
Daily Mail, Le Nouvel Observateur, Paris Match, Telerama, L’Express, Le Figaro Mag, Il
Venerdi, La Repubblica delle Donne,Viaggi di Repubblica, Donna Moderna, Panorama
e Corrierie Magazine.
A campanha na Alemanha, que se estende até Outubro/Novembro, será anunciada
em revistas especializadas, femininas e life style, como a Abenteuer & Reisen, GEO
Saison, GEO Special, Freundin e Instyle.
Ao nível da internet, o Turismo de Lisboa aposta naqueles mercados e ainda na
Holanda, Suécia, Suíça, Dinamarca, Noruega e Estados Unidos da América, marcando
presença em sites tão populares como o yahoo, edreams e last minute.
A par desta campanha publicitária, a Associação de Turismo de Lisboa vai investir na
participação em feiras internacionais e na realização de workshops com jornalistas e
operadores turísticos, nos quais pretende valorizar os city breaks, o touring por toda
a região, o turismo de negócios e o golfe enquanto produtos turísticos da região.
37
Boletim Interno
@
Feedback
O problema
dos graffitis
38
A minha mulher e eu
passámos alguns dias em
Lisboa. A nossa viagem ficou
estragada pela montanha
de graffitis por todo o lado.
Não havia maneira de fugir
deles – inclusive no centro
da cidade.
O graffiti é um problema
em toda a Europa, mas em
Lisboa atinge-nos no rosto.
As autoridades deveriam
conduzir uma operação de
limpeza, de contrário, os
turistas afastar-se-ão no
futuro. Infelizmente, parece
que os residentes aceitaram
a situação.
Recentemente visitei Milão
e deparei que muitos dos
edifícios estavam marcados, o
que mais parecia uma cidade
do Terceiro Mundo. Gostaria
que Lisboa não seguisse o
mesmo caminho.
Sinceramente, Risdon
Nicholls, UK
Encontro
Internacional de
Design no Lisboa
Welcome Center
O Lisboa Welcome Center foi um dos
espaços que acolheu o II Encontro
Internacional de Design do IADE, que
decorreu em Maio último.
Durante esse período a cidade foi
palco de debate entre os criativos
mais influentes do mundo. Estiveram
representados 39 países dos diversos
continentes, num total de 318
inscritos.
Paralelamente, decorreu também, no
Lisboa Welcome Center, a conferência
de Primavera da Cumulus, a
associação europeia mais importante
no domínio da arte e do design.
TL apoia divulgação
do 9º Arraial Pride
O Turismo de Lisboa apoiou a divulgação do 9º Arraial Pride
2005, através, nomeadamente, de flash de divulgação em
video-painéis e de notícias nas nossas publicações.
À semelhança do que aconteceu em 2003 e 2004, o Arraial
Pride realizou-se com o apoio da CML e da EGEAC, no
Parque do Calhau (Sete Rios/ Monsanto).
Numa cidade simultaneamente típica e cosmopolita como
é Lisboa, o Arraial Pride assume importância turística
particular, por contribuir para a diversidade de oferta
cultural, lúdica e social, factores importantes para a
consolidação da nossa capital como um destino atractivo
para visitantes, tanto portugueses como estrangeiros.
DIÁRIO DE BORDO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS
REUNIÃO DA DIRECÇÃO DO TURISMO DE LISBOA DE 6 DE JUNHO
• Aeroporto
• Campanhas publicitárias em Espanha, França, Itália, Alemanha e Inglaterra
• Acordos com companhias de aviação;
• Renovação do protocolo com a CML;
• Revisão das comparticipações das Regiões de Turismo no Plano Promocional;
• Primeira alteração orçamental
• PAE’s de Golfe: Costa Azul Golfe e Estoril e Sintra Golfe
NOVOS SÓCIOS ADMITIDOS
• Heritage Av Liberdade Hotel
Hotel 4*
• Pensão Residencial Canadá
Outros estabelecimentos hoteleiros
• Restaurante Típico O Madeirense
Restaurante
• Eleven Restaurante
• Restaurante Paris
Restaurante
• Sogapal – Artes Gráficas
Fornecedor de serviços
• Oficina Criativa, Comunicação e Design, Lda.
Fornecedor de serviços
• AHESM – Associação dos Hoteleiros
do Estoril, Sintra e Mafra
Cartões de Lisboa
A fotógrafa internacional Ingrid
Rasmussen, que realizou para
o Turismo de Lisboa o novo
portfolio de fotografias no âmbito
do novo sistema de identidade está
a utilizar parte desse espólio para
apresentação do seu trabalho.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Com apoio do Turismo de Lisboa
Monarch Scheduled já liga Londres a Lisboa
O primeiro serviço diário da “low
cost” Monarch Scheduled entre
Londres (Gatwick) e Lisboa teve
lugar no passado dia 19 de Maio.
39
Para comemorar a data, o Airbus A320, com
capacidade para 180 passageiros, teve direito
ao tradicional baptismo no aeroporto de
Lisboa, tendo, posteriormente, partido para
a capital inglesa, realizando, assim, o seu 1º
voo oficial. Chegou a Lisboa transportando
132 pessoas e regressou a Londres com 90.
Os serviços aéreos “low cost”, que têm
vindo a permitir o acesso a milhões de
novos viajantes por toda a Europa, foram
anteriormente negados àqueles que
desejavam viajar entre Londres e Lisboa. A
Monarch veio alterar esta situação, quando
em Janeiro anunciou o seu novo serviço
e o colocou à venda. Desde aí, as vendas
dispararam pois os passageiros já não têm
de pagar preços exorbitantes para viajar
entre as duas cidades.
As tarifas que a Monarch Scheduled está a
praticar nesta linha são a partir de 25 euros,
ida sem taxas incluídas.
Os preços incluem a oferta de jornais
diários e um refrescante serviço de toalhas
quentes. Os lugares podem ser prémarcados, a fim de evitar os incómodos
de último minuto. A Monarch Scheduled
põe à disposição um variado leque de
refeições quentes e frias a partir de 4 euros.
Os passageiros frequentes também são
recompensados com inúmeros benefícios,
através do programa de passageiro
frequente - Vantage Club.
Jonathan Crick, director de Vendas e
Marketing da Monarch Scheduled referiu
que “este serviço não só é excelente
para o turismo de Lisboa, uma vez que
são esperados no primeiro ano mais 50
mil visitantes na região, mas também é
vantajoso para os passageiros de negócio,
turistas, estudantes e fãs do desporto que
querem visitar a capital inglesa. Estou certo
de que, esta fórmula low cost de elevada
qualidade, será um enorme sucesso em
Lisboa.”
Jonathan Crick declarou que o objectivo é
atingir um load-factor superior a 80% neste
voo, mostrando-se animado em relação
às reservas já efectuadas: “Dispomos de
cerca de 130 mil lugares durante o ano, 60
mil durante o período de Verão, e neste
momento já vendemos um terço destes”,
declarou, adiantando ainda que “se o Verão
correr bem, e tudo indica que sim, o nosso
objectivo é aumentar a frequência do voo
assim que possível”.
A low-cost Monarch Scheduled é a marca
de serviço regular da charter Monarch
Airlines. Com uma frota de 19 aviões Airbus
e 8 Boeing, opera a partir de quatro bases
em Inglaterra: Birmingham, Londres-Luton,
Londres-Gatwick e Manchester. Faro, Sul de
Espanha, Gibraltar, Canárias e Baleares são
os seus principais destinos, a que se junta
ainda Nápoles.
Boletim Interno
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
P
r
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m
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ç
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o
PLANO DE MARKETING E COMUNICAÇÃO
DA REGIÃO DE LISBOA - Maio de 2005
MULTIPRODUTOS
Parcerias com Operadores Turísticos
MERCADOS VÁRIOS Acompanhamento
de parcerias em curso com diversos
operadores estratégicos nos mercados
prioritários para o destino Lisboa. Produção
e envio de materiais promocionais da Região
de Lisboa.
ITÁLIA Estabelecimento e acompanhamento
de parceria na produção de brochura
anual do operador ELEPHANT & CASTLE.
Produção, inserção e envio de materiais da
Região de Lisboa.
REINO UNIDO Estabelecimento e
acompanhamento de parceria para a
promoção da Região Lisboa no website /
portal do operador OTC - Online Travel
Coorporation. Produção e envio de
materiais.
ALEMANHA Acompanhamento de parceria,
produção e envio de materiais gráficos da
Região de Lisboa, para a brochura “Städt
erleben – Winter 2005/06” do operador
TUI.
FRANÇA Estabelecimento e
acompanhamento de parceria na produção
de brochura de Inverno 2005/ 06 do
operador MUNDICOLOR. Produção,
inserção e envio de materiais da Região de
Lisboa.
FRANÇA Acompanhamento de parceria
e envio de materiais gráficos da Região de
Lisboa, para a brochura “Les Wee-ends Hiver 2005/06” do operador JET TOURS.
40
Fam Trips com o Trade
(2 visitas – 20 participantes)
JAPÃO “Japão” em colaboração com o ICEP.
O programa da visita foi realizado na Região
de Lisboa (Templários, Oeste, Cidade de
Lisboa, Estoril, Cascais e Sintra). Presentes 7
elementos.
ITÁLIA “Atitur n.º 2” em colaboração com a
Full Services Portugal. O programa da visita
foi realizado na Região de Lisboa (Sintra,
Cascais e Estoril). Presentes 13 elementos.
Press Trips (11 visitas – 85 participantes)
BRASIL “Sabores de Viagem“ em
colaboração com o ICEP. O programa da
visita foi realizado na Região de Lisboa
(Leiria/Fátima, Oeste, Cascais, Estoril e
Cidade de Lisboa). Presentes 2 elementos.
BÉLGICA “Think West“ em colaboração
com o ICEP. O programa da visita foi
realizado na Região de Lisboa (Costa Azul,
Ericeira, Sintra, Cascais e Cidade de Lisboa).
Presentes 7 elementos.
BRASIL “Abrajet”. Directo. Programa
realizado na Cidade de Lisboa e Estoril.
Presentes 34 elementos.
COLECTIVA “AMIGOS” Programa realizado
na Região de Lisboa (Costa Azul, Cidade
de Lisboa, Estoril, Cascais, Sintra, Oeste).
Presentes 23 elementos dos seguintes meios
de comunicação: França: “Le Telegramme
de Brest”; “Flavour”; “Campuis Mag”; Itália:
“On the Road”; “Trend Avantgarde” –
Espanha:”Woman”; “Viajar de La Vanguardia”;
“Fortuna Sport Life”; “Metero Madrid”;
“Mujer 21” – Alemanha: “Berliner Zeitung”;
“PTA in der Apotheke”; “Suedwest Presse”
– Benelux: “Libelle”; “Infortravel”; “Steps
Magazine”.
FESTROIA Directo. Programa realizado
na Costa Azul. Presentes 8 elementos dos
seguintes meios de comunicação: Itália
– “Opinione Liberale”; “Corriere del Ticino”;
“La Rivista”; “Il Mattino” – Reino Unido:
“BBC News” – Espanha: “Euromovies”
– Benelux: “Signs Media”; Film@televisie
– Alemanha: “Die Welt”; “Das Sonntagsblatt”.
EUA Press Trip “Robb Report”, em
colaboração com o ICEP. Programa realizado
na Cidade de Lisboa, Estoril e Sintra.
Presente 1 elemento.
ITÁLIA “Viaggi di Repubblica”. O programa
da visita foi realizado na Região de Lisboa
(Ribatejo, Leiria, Fátima e Templários).
Presentes 2 elementos.
FRANÇA “MARIE CLAIRE”. O programa
da visita foi realizado na Região de Lisboa
(Cidade de Lisboa, Estoril, Cascais e Sintra).
Presente 1 elemento.
ALEMANHA “Tauchen” em colaboração
com o ICEP. O programa da visita foi
realizado na Região de Lisboa (Cidade de
Lisboa e Oeste). Presentes 2 elementos.
ALEMANHA “Bettina Hagen”. O programa
da visita foi realizado na Região de Lisboa
(Cidade de Lisboa, Sintra e Oeste). Presente
1 elemento.
EUA “Journey to Planet Earth” em
colaboração com o ICEP. O programa da
visita foi realizado na Região de Lisboa
(Cidade de Lisboa, Estoril, Cascais e Sintra).
Presentes 4 elementos.
CITY BREAKS
Parcerias com Operadores Turísticos
MERCADOS VÁRIOS Acompanhamento de
parcerias em curso com diversos operadores
estratégicos nos mercados prioritários para
a Região de Lisboa. Produção e envio de
materiais promocionais da Região de Lisboa.
ALEMANHA Estabelecimento e
acompanhamento de parceria na produção
de brochura de Inverno 2005/ 06 do
operador TUI – DE. Produção e envio de
materiais da Região de Lisboa.
FRANÇA/BENELUX Estabelecimento de
parceria para a promoção de Lisboa na
produção da brochura anual do Operador
TRANSEUROPE. Apoio a vendas com
a produção de flyer durante o próximo
Inverno.
BENELUX Estabelecimento de parceria
para a promoção de Lisboa no website do
operador HOLIDAYLINE.
ALEMANHA PLANOS COMPLEMENTARES.
Estabelecimento e acompanhamento de
parceria na produção de brochura de Verão
2006 e Inverno 2006/07, entre a Costa do
Estoril e os operadores DERTOUR, ADAC e
NECKERMANN.
Press Trips
(15 visitas – 46 participantes)
REINO UNIDO “Sunday Magazine“.
Programa realizado na Cidade de Lisboa.
Presente 1 elemento.
REINO UNIDO “Carol Wright”. O programa
da visita foi realizado na Cidade de Lisboa.
Presente 1 elemento.
FINLÂNDIA VI Jornalistas Finlandeses – Em
colaboração com o ICEP. Programa realizado
na Cidade de Lisboa. Presentes 7 elementos.
ESPANHA “CHIC”. Programa realizado na
Cidade de Lisboa. Presentes 2 elementos.
FRANÇA “TLM” TV. Em colaboração com o
ICEP. Programa realizado na Cidade Lisboa.
Presentes 5 elementos.
FRANÇA “Préfèrences Magazine”. Programa
realizado na Cidade de Lisboa. Presente 1
elemento.
ESPANHA “Gala”. Programa realizado na
Cidade de Lisboa. Presentes 5 elementos.
ESPANHA “Yo Dona”. Programa realizado na
Cidade de Lisboa. Presentes 2 elementos.
Colectiva “MTV” Em colaboração com o
ITP. Programa realizado na Cidade de Lisboa.
Presentes 8 elementos de França; 5 do Reino
Unido e 6 da Holanda.
ESPANHA “Arquitectura e Design”. O
programa da visita foi realizado na Cidade de
Lisboa. Presentes 2 elementos.
ESPANHA “Viajar – Rota do Bacalhau”. O
programa da visita foi realizado na Cidade de
Lisboa. Presente 1 elemento.
ESPANHA “Portugal Joven”. O programa
da visita foi realizado na Cidade de Lisboa.
Presentes 8 elementos.
ESPANHA “El Mundo”. O programa da visita
foi realizado na Cidade de Lisboa. Presentes
2 elementos.
EUA “Art of the Times” em colaboração
com o ICEP. O programa da visita foi
realizado na Cidade de Lisboa. Presente 1
elemento.
ITÁLIA “Viaggi e Sapori”. O programa da
visita foi realizado na Cidade de Lisboa.
Presentes 2 elementos.
Fam Trips com o Trade
(3 visitas – 34 participantes)
BÉLGICA “Reunião em Lisboa dos
promotores da Star Alliance“ em
colaboração com o ICEP. Programa
realizado na Cidade de Lisboa. Presentes 11
elementos.
RÚSSIA “Quinta Tours”, em colaboração
com o associado Citur. Programa realizado
na Cidade de Lisboa. Presentes 10
elementos.
ITÁLIA “Atitur n.º1” em colaboração com a
Full Services Portugal. O programa da visita
foi realizado na Cidade de Lisboa. Presentes
13 elementos.
GOLFE
REINO UNIDO “The Lisbon Golf Festival
2005“ em colaboração directa com a
Teamfrith (organizadora do evento).
Programa realizado na Região de Lisboa
(Costa Azul, Oeste, Sintra, Cascais e Estoril).
Apoio logístico ao evento.
TURISMO DE NEGÓCIOS
Participação em feiras e workshops
EMIF The European Meeting Industry Fair
- 11 e 12 Maio. Esta feira realizou-se pelo 4º
ano consecutivo e pela primeira vez teve um
pavilhão inteiro reservado. Em 2005 duplicou
a sua área de exposição e aumentou em
40% o seu número de expositores. Contou
com mais de 500 expositores e mais de 40
países. Esta é a maior Feira Profissional do
Benelux na área MICE. Estiveram presentes
8 membros associados do Turismo de Lisboa.
SALES BLITZ Reino Unido – 23- 27 de Maio.
Realizamos pelo segundo ano consecutivo uma
semana de visitas porta a porta no Reino Unido
em colaboração com Moulden Marketing. No
total participaram 5 associados acompanhados
por LCB. Os participantes foram divididos em
dois grupos assim realizando 18 visitas por
grupo durante a semana.
Press Trips (1 visita – 6 participantes)
HOLANDA Equipa MTV. Organização e
acompanhamento em colaboração com
ITP. Estiveram presentes 6 participantes.
Programa realizado incluindo visita ao
festival Superbock/Superrock , cidade de
Lisboa e Costa da Caparica.
Fam Trips (1 visitas – 5 participantes)
ESPANHA Patrocínio e acompanhamento de
jantar. Estiveram presentes 5 representantes
da agência Iberoservice ao convite da
agência Algarve Tours. Programa realizado na
cidade de Lisboa, Estoril e Sintra e Algarve.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
41
Market Place
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Visões
Ana Zanatti,
actriz
Qual a sua opinião sobre o
turismo e os turistas que nos
visitam?
42
Pouco sei dos turistas que nos
visitam ou do tipo de turismo que
Lisboa recebe.
Mas sei o que Lisboa tem para lhes
oferecer, embora esteja longe de
poder gabar-se dos bons tratos que
merecia…
No meu coração continua a Lisboa
das floristas que soltam pombos
no Rossio saídos dos cravos e das
margaridas, dos versos dispersos
pelas calçadas que o Bocage
apanhava para recriar à mesa do
Nicola. A Lisboa do O’Neill, do
Cesário ou do Pessoa que rima
com ela e lhe chamou “o meu lar”.
A dona dos páteos e das tascas
onde o vinho escorre entre dois
fados. Lisboa Antiga, Lisboa Moderna,
sempre representada pelas “chefes
de quadro” nos velhos palcos das
revistas do Parque Mayer. A Lisboa
dos eléctricos e dos metros com
azulejos do Resende e da Vieira, do
CCB, do Lux e da Bica. Lisboa não
se encolhe. Estica.
Lisboa, também do Almada, que
às vezes me parece desalmada de
tanto a delapidarem e se quererem
aproveitar dela.
Atenta, oiço histórias antigas de
mouros, judeus, marinheiros, varinas
e aristocratas que ela me conta em
pedras seculares. Como se fosse
uma avó. Dão-me as saudades se
me afasto dela.Vestida de ocres e
rosas, é como gosto mais de vê-la
e à noite, perdemo-nos juntas em
tradições boémias. Nunca me deixa
só. De madrugada adormeço-lhe
no ombro onde às vezes rio outras
vezes choro. Lisboa é uma Senhora
que adoro.
Actividades dos Associados
Hotel Britania
recupera atmosfera dos
anos 40
O Hotel Britania, integrado nos Hoteis Heritage Lisboa,
acaba de concluir os trabalhos de restauro que darão
de novo vida ao hotel que marcou, como símbolo de
modernidade e qualidade, o turismo português nos anos
40. Em tempos denominado Hotel do Império, o Hotel
Britania, projectado pelo arquitecto Cassiano Branco,
surpreendeu pela estrutura imponente, pelo conforto
que proporcionava e pela decoração de linhas art déco
que lhe davam um toque de modernidade e o tornavam
numa referência única no turismo nacional.
Sessenta anos após a sua construção, o Hotel Britania retorna às origens, graças aos
trabalhos de restauro desenvolvidos, tanto no que diz respeito ao chão como ao mobiliário,
e que lhe devolvem a sua linguagem modernista/art déco. Foi recuperado o mosaico de
cortiça de motivos geométricos, responsável pela criação de um ambiente de conforto,
segurança e bem-estar. Relativamente ao mobiliário foi realizada uma revitalização ao
nível da pureza das linhas originais, tendo o Hotel Britania apostado sempre na qualidade
dos materiais utilizados. Todo o trabalho de restauro foi realizado com base na memória
descritiva do projecto de Cassiano Branco, bem como nas fotografias publicadas na
imprensa dos anos 40.
Com esta remodelação, foi dado um importante passo em direcção à reconstituição do
Hotel do Império: da sua origem, do seu espírito e do seu carácter único no panorama
hoteleiro português. Desta forma, aliam-se, neste local, tradição e modernidade, numa
interessante mescla entre os tons e a ambiência dos anos quarenta e as tecnologias dos
nossos dias.
Em 1997, já tinha decorrido uma outra fase de restauro do Hotel Britania, que incidiu
essencialmente sobre a arquitectura do edifício. Esses trabalhos de recuperação mereceram
uma menção honrosa no âmbito do Prémio Municipal Eugénio dos Santos.
Turim Europa Hotel já abriu
O Grupo hoteleiro Turim Hotéis, acaba de abrir a sua segunda unidade em Lisboa. Trata-se
do Turim Europa Hotel, de quatro estrelas.
Situado no centro de Lisboa, a poucos passos da Praça Duque de Saldanha, das estações de
Metro de Picoas e Parque, além de ser uma zona comercial por excelência, contando com
vários Centros Comerciais, com destaque para o El Corte Inglés, será por certo um hotel
de excelência para o cliente que se desloca a Lisboa, em negócios ou em lazer.
Pela sua dimensão, contando com apenas 100 quartos, equipados com as mais recentes
tecnologias, decorados com gosto e requinte, modernos e funcionais ao mesmo tempo, o
cliente encontrará no seu interior um conjunto de mais valias que o destacarão no seio da
hotelaria de cidade.
A unidade dispõe ainda de um completo de serviço de bar/coffee-shop, salas polivalentes,
business centre, salão social e garagem privativa. Os hóspedes podem ainda usufruir das
facilidades instaladas no Turim Lisboa Hotel, a poucos passos do novo hotel.
O novo hotel é dirigido por Ricardo Martins, tendo como director Comercial/Marketing,
Luís Santos. São ainda quadros do Turim Europa Rui Henriques, chefe de Recepção, Sandra
Silva, assistente da Direcção Comercial, Bruno Lima, assistente de direcção, Carla Cunha,
governanta geral, João Geraldes, Chefe de Cozinha e Ricardo Lacueva, chefe de Manutenção.
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Market Place
Hotel Bairro Alto
oferece diversos pacotes especiais
Tony Ramos
no Hotel Dom Pedro Lisboa
O actor brasileiro, Tony Ramos esteve
em Lisboa numa acção de promoção da
nova série televisiva “Mad Maria”, onde é
protagonista. O Hotel Dom Pedro Lisboa foi
o eleito desta celebridade brasileira, pela sua
qualidade, serviço profissional e discrição.
O Grupo Dom Pedro Hotels desenvolve
estreitas ligações com o Brasil onde projecta
a construção de um resort turístico.
Hotéis Real
lançam promoção
Os Hotéis Real Portugal oferecem um
desconto de 25% sobre as tarifas de
balcão nas estadias a usufruir durante os
fins-de-semana de Verão. Esta promoção
denominada “Neste Verão, 1/4 Real é seu”, é
válida de 1 de Julho a 31 de Agosto de 2005.
As unidades hoteleiras do grupo que
participam nesta promoção são o Hotel
Real Palácio, o Hotel Real Parque, Hotel Real
Residência, em Lisboa, e o Hotel Real Oeiras.
Lisboa Marriott Hotel apoia
Centro de Alojamento de
Tercena
O Lisboa Marriott Hotel juntamente com
o Jardim Zoológico, desenvolveu uma
actividade que visa apoiar, nas mais diversas
formas o Centro de Alojamento de Tercena.
O objectivo é proporcionar o maior
conforto, dignidade e a alegria que merecem
as 30 crianças que vivem nessa instituição de
solidariedade. Para tal, criou-se um programa
de apoio através de donativos, formação
profissional e emprego para os adolescentes.
Para os mais pequenos estão programadas
visitas educacionais e almoços no Jardim
Zoológico.
Uma das mais recentes unidades hoteleiras de Lisboa, o Hotel Bairro Alto, que abriu as
suas portas em Maio último, acaba de lançar uma série de programas especiais.
O pacote de fim-de-semana, com validade até 31 de Dezembro de 2005, inclui duas
noites de alojamento, pequeno-almoço, recepção VIP, bebida de boas vindas e um almoço
de domingo, sem bebidas, ao preço de 350 euros em quarto individual e 400 euros em
quarto duplo.
Com validade até 31
de Agosto próximo,
o Bairro Alto dispõe
também de um pacote
“Relax”, que inclui três
noites de alojamento,
pequeno-almoço,
transfers do aeroporto
para o hotel e viceversa, acolhimento VIP,
bebida de boas vindas
e oferta de um jantar,
bem como uma hora
de massagem gratuita.
Tudo ao preço de
585 euros em quarto
individual e 675 euros
em duplo.
Para descobrir
o Bairro Alto, o hotel oferece ainda um pacote especial, válido até 31 de Agosto.
Esta promoção especial inclui três noites de alojamento, pequeno-almoço, transfers,
acolhimento VIP, bebida de boas vindas, oferta de um jantar e três horas de passeio a pé
com guia. Este programa custa 66º euros em alojamento em quarto individual e 750 euros
em duplo.
O hotel está localizado no coração do Bairro Alto, em pleno centro histórico, cultural e
comercial de Lisboa. Este luxuoso “boutique” Hotel é ideal para pessoas em negócios ou
lazer. Com uma imagem contemporânea enquadrada no estilo clássico português, dispõe
de 55 quartos e suites que se harmonizam com a mais avançada tecnologia (acesso à
Internet em sistema Wi-Fi, quartos com TV LCD/DVD).
O romantismo do Restaurante Flores, o divertimento do Garret Café Bar, a comodidade
da sala de reuniões e o relaxe do centro de fitness são algumas das facilidades que o
Bairro Alto Hotel oferece.
Destacam-se ainda o parque de estacionamento subterrâneo e os bons acessos ao hotel,
com a proximidade de eléctricos, autocarros e metro para toda a cidade.
No entanto, a grande aposta do Bairro Alto Hotel é, sem dúvida, o atendimento
personalizado.
Hotel Real Palácio acolhe seminário Geotur
O Hotel Real Palácio e a Geotur associaram-se numa parceria e desenvolveram o
seminário “Heaven by Geotur” dedicado a clientes corporate. Esta acção procurou
dar uma nova perspectiva sobre a forma como as viagens e eventos de incentivos
podem ser uma alternativa na promoção e gestão dos recursos humanos, para atingir
os resultados de marketing com budgets mais baixos.
No início do evento foi servido um original cocktail pautado por um fondue de
chocolate e pelo som de um saxofonista que passeou entre os convidados enquanto
tocava. De seguida, os presentes assistiram ao seminário da Geotur durante o qual
tiveram lugar massagens, body painting, técnicas de relaxamento e as intervenções de
responsáveis de empresas que já desenvolveram iniciativas em conjunto com a Geotur.
A noite terminou com um jantar volante servido no páteo do restaurante Guarda
Real onde os protagonistas foram os cozinheiros da equipa do Real Palácio que
deliciaram os convidados com um show cooking de pastas, tapas e marisco. O show
cooking foi uma acção inédita no hotel e que virá a acontecer muitas mais vezes
graças à parceria estabelecida entre o hotel e a empresa que representa a marca
Gaggenau em Portugal e que forneceu todos os equipamentos necessários.
43
Market Place
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Hotéis Tivoli
apostam na comunicação
online
Restaurante Terreiro do Paço
com nova carta de Verão
No âmbito de uma estratégia pioneira do grupo
hotéis Tivoli para a exploração da vertente de
comunicação e vendas online, foi recentemente
implementada uma nova plataforma de gestão
de conteúdos integral para a internet: o Web.Content.Net da Webdote.com.
Reconhecendo a necessidade de dinâmica global na gestão do portal e seus conteúdos, de
forma a agilizar a comunicação com os seus diversos públicos, os hotéis Tivoli apostaram
fortemente na comunicação online. Através deste sistema, os hotéis Tivoli têm agora
autonomia para praticar uma gestão integral online do seu portal e das páginas de todos os
hotéis, podendo igualmente criar novos sites e diferentes versões em múltiplas línguas.
Para além destas funcionalidades, esta plataforma permite a gestão descentralizada por parte
de cada um dos hotéis integrantes do portal, através de vários níveis de acesso e sistema
de workflow. Este sistema possibilita ainda a aprovação e edição dos conteúdos através do
departamento de Comunicação do grupo.
Esta plataforma foi desenhada à medida dos hotéis Tivoli, utilizando as tecnologias mais
recentes: Net framework da Microsoft e SQL server. Através da implementação desta nova
ferramenta, os hotéis Tivoli preparam-se para o futuro próximo, com a possibilidade de
acesso aos seus conteúdos através de outros dispositivos, tais como web tv e terminais
móveis.
Actualmente, com uma média de 5.000 visitantes por dia, o portal dos hotéis Tivoli obedece
simultaneamente a duas lógicas de comunicação. Por um lado venda (reservas) on line
e promoção de grupo, orientada pelos interesses do público, nas áreas de lazer, viagens
de negócio, conferências, banquetes e golfe, por outro, a promoção de cada unidade,
disponibilizando essa oferta através de 12 sites, representando cada site um hotel que
pode, desta forma, promover os seus serviços e aumentar exponencialmente as vendas,
antecipando-se às exigências do mercado.
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Tardes de Verão
no Pestana Palace
A Casa do Lago do Pestana Palace
reabriu para todos os que escolherem
tomar uma refeição leve ou
simplesmente uma bebida, ao som da
música seleccionada para tornar ainda
mais aprazíveis as acolhedoras tardes de
Verão na capita.
Aberta das 10 horas às 22 horas, a
partir das 17 horas a Casa do Lago
oferece, entre outras iguarias, petiscos
típicos portugueses, sanduíches, gelados
caseiros e bebidas nutritivas ao som
de música cubana e espanhola, ao vivo.
A Casa do Lago terá uma animação
diferente, com aulas de aeróbica e
ginástica, entre outras surpresas.
“Noites do Castelo”
regressam à
Pousada
de Setúbal
A Pousada de S.
Filipe, em Setúbal,
volta a repetir o
êxito das “Noites
do Castelo”,
pelo terceiro
ano consecutivo.
Estas noites temáticas são um encontro
emocionante, onde é possível assistir a
um Torneio Medieval, no qual cavaleiros
disputarão, entre si, renhidos combates e
realizar visitas guiadas aos subterrâneos do
Forte, onde prisioneiros agrilhoados clamam
por misericórdia, entre outras misteriosas
surpresas.
Este ano, as Noites do Castelo começaram
já em Junho e ao longo de quatro noites, até
27 de Agosto, o Castelo de S. Filipe convida
os seus visitantes a recuar no tempo até ao
séc. XV, onde poderão também saborear as
iguarias típicas da época. Ao longo de toda
a noite, a animação será preenchida por
divertidos bobos e malabaristas que irão
surpreender os visitantes ao som da música
popular medieval.As “Noites do Castelo” têm
um preço de entrada de 42 euros por pessoa,
valor que inclui jantar e toda a animação,
sendo que as crianças, até aos 10 anos só
pagam 20 euros.
O Restaurante Terreiro do Paço apresenta
uma série de sugestões muito frescas,
recheadas de leves e saborosos pratos, na
sua nova carta de Verão. Para almoçar ou
jantar debaixo das arcadas, que este ano
comemoram 250 anos, o restaurante propõe,
entre outros, Gaspacho de tomate com pasta
de azeitonas e orégãos, Carpaccio de tomate
com requeijão, azeitonas e manjericão,
salada verde com ervas aromáticas, cubos de
pão torrado e ovo estrelado, Mero, atum e
camarão grelhado, sopa de meloa com gelado
de nata e hortelã, e tarte de maçã reineta
com canela e gelado de baunilha.
“Água e Sal” com Sushi Bar
O restaurante Água e Sal oferece agora um
Sushi Bar às terças e quartas-feiras ao jantar.
Da ementa constam Uramaki (sushi com
arroz por fora), NY (salmão, abacate,
sésamo), Camarão (camarão, pepino
sésamo), Peixe branco (peixe do dia, pepino
sésamo), Hoso Maki (sushi com alga por
fora), Kapa maki (pepino), Teka maki (atum
e pepino), Sake maki (salmão e pepino),
Salmon skin (pele de salmão cozinhada com
molho de soja e açúcar e manga), Futo maki
(kampyo, abacate, cogumelos shitake, queijo
creme, cenoura, camarão), Niguiri Sushi
(sushi sem alga), Salmão, atum, peixe branco,
Salmão, atum, peixe branco, camarão, bem
como sopa de Miso e saké.
“Armazém Grill”
no Armazém F
O Armazém F, em Lisboa, acaba de
inaugurar um novo espaço, o “Armazém
Grill” onde é servido um delicioso rodízio
de carnes brasileiras, com a opção de
rodízio vegetariano para os não adeptos
do tradicional churrasco brasileiro. O local
oferece uma vista maravilhosa, de frente
para o Rio Tejo,Tudo isto por 15,90 Euros
por pessoa e com música ao vivo. O espaço
está aberto para jantares de terça a domingo
das 19h00 às 00h30 e para almoços apenas
aos sábados e domingos.
Market Place
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Unidades hoteleiras
de Leiria Fátima com
campanha promocional
INFTUR
comemora 40 anos
O INFTUR – Instituto de Formação
Turística, celebrou o seu 40º
aniversário com uma cerimónia oficial
realizada no Palácio do Freixo, na
cidade do Porto, que contou com
a presença do secretário de Estado
do Turismo, Bernardo Trindade e
do seu presidente do Conselho de
Administração, Jorge Umbelino.
Actualmente o INFTUR tutela 5
escolas de Hotelaria e Turismo, no
Porto, Coimbra, Lisboa, Estoril Algarve
e 7 núcleos escolares, localizados em
Mirandela, Lamego, Santa Maria da feira,
Fundão, Santarém, Setúbal e Portimão,
detendo igualmente o Espaço INFTUR
Alentejo, localizado em Portalegre,
onde desde o princípio do ano foi
autonomizada a Formação Contínua
para a Região Alentejo. A curto prazo
serão inaugurados os novos núcleos
escolares de Setúbal e de Vila Real de
Santo António.
Várias unidades hoteleiras da Região de
Turismo Leiria/Fátima estão a promover
uma campanha promocional, que se
estende até Dezembro deste ano.
Esta campanha, lançada na Feira de
Viagens Mundo Abreu 2005, que
decorreu simultaneamente em Lisboa e
Porto, e denominada “Deixe-se seduzir
pelo mundo da Região de Turismo
Leiria/Fátima”, oferece 20% de redução
numa noite, sobre o preço de venda
ao balcão. As unidades hoteleiras
participantes são de Alcobaça, Batalha,
Fátima, Leiria, Marinha Grande, Nazaré,
Ourém, Pombal e Porto de Mós.
RT dos Templários lança
novo CD -ROM
A Região de Turismo dos Templários
lançou, recentemente, o CD-ROM “No
Rasto dos Tesouros Templários”, uma
proposta de fim-de-semana de descoberta
dos enigmas do Código da Vinci. Este
passeio permite viajar pelos testemunhos
Templários, de espaço em espaço, de
monumento em monumento, de paisagem
em paisagem, terminando no Teatro no
Convento de Cristo com a peça “O nome
da Rosa” de Umberto Eco. O lançamento
deste novo material promocional contou
com o apoio do IPPAR, do Convento de
Cristo e da Media Primer.
…e lança novo site
Região de Turismo do
Oeste promove os seus
campos de golfe
O novo site do INFTUR,
completamente renovado e com
novas funcionalidades já está online.
Em www.inftur.pt, os profissionais
do sector encontram todas as
informações sobre os cursos de
formação contínua do Instituto,
podendo efectuar as suas préinscrições online.
Além de informações sobre todas as
escolas da rede do INFTUR (inclusive
as que estão em construção), este site
disponibiliza igualmente dados sobre a
certificação dos profissionais do sector,
informações sobre a formação inicial,
um espaço de receitas das escolas,
os concursos promovidos por esta
entidade, assim como estatísticas e, a
breve trecho, estudos realizados pelo
departamento de Estudos do Instituto.
Reservado está igualmente um espaço
onde se poderá encontrar legislação
referente ao sector
A Região de Turismo do Oeste
juntamente com os seus campos de
golfe esteve presenteno 1º London Golf
Show, uma feira de golfe que obteve
enorme êxito de visitantes. O Golf Show
apresentou 400 expositores e alcançou
na sua primeira edição 60 mil visitantes,
todos ávidos de informações deste
produto. O Oeste oferece actualmente 5
campos de golfe e dois novos estão já em
construção.
A RTO fez-se representar, igualmente,
na grande Feira de Bordéus e na
Expovacaciones em Bilbao que decorreu
até ao passado dia 16 de Maio. Entretanto,
foram recebidos na Região de Turismo
vários operadores turísticos, O primeiro
fim-de-semana de Maio foi destinado ao
“Mundo Abreu”, grande feira de viagens
que teve lugar na Sala Tejo do Pavilhão
Atlântico.Vários Países foram convidados
a estarem presentes, sobretudo os que
trabalham com as propostas da Abreu.
Peter Zampaglione
é Chefe de Cozinha do Penha
Longa Hotel & Golf Resort
Peter Zampaglione é o novo Chefe de
Cozinha do recém reinaugurado Penha
Longa Hotel & Resort, após grandes obras
de remodelação. O Chefe Zampaglione
trouxe consigo um vasto conhecimento
e experiência, bem como os sabores da
terra e do mar. Nestas novas funções Peter
Zampaglione é o Chefe Executivo, gerindo
todos os aspectos relacionados com a arte
culinária do resort.
Alexandra Outeiro assume
Direcção Comercial da Accor
Alexandra Outeiro acaba de assumir
a direcção comercial da Accor, sendo
responsável pelas marcas Sofitel, Mercure,
Novotel e Ibis. Com 18 anos de experiência
no sector hoteleiro, o seu percurso
profissional foi desenvolvido no Grupo
SanaHotels, onde desempenhou funções
entre 1993 e 2005, e no Grupo Sheraton,
onde esteve entre 1988 e 1993.
Alexandra Outeiro possui o bacharelato
em Línguas e Administração pelo Instituto
Superior de Línguas Aplicadas (ISLA), o
Curso Técnico de Venda e Negociação do
SAME (Sheraton Activeness and Management
Efectiveness) e frequentou o Goethe Institut.
Vitor Cópio
é o novo director do
Corinthia Alfa Hotel
Vitor Cópio é o novo director residente
do Corinthia Alfa Hotel, em Lisboa. Este
profissional iniciou a sua carreira em 1998 na
Junta de Turismo da Costa do Estoril, como
técnico de Turismo. Na hotelaria iniciou-se
aos 25 anos, como promotor comercial
para o segmento Corporate, no Corinthia
Alfa Hotel em Lisboa, em 2002 toma a
responsabilidade de Chefe de Vendas na
mesma àrea e, em 2003, assume a Direcção
Geral do Corinthia em Santarém Hotel,
desafio que aceitou de imediato, quando a
cadeia lhe propôs esta nova responsabilidade.
É licenciado em Gestão Hoteleira, pela
Universidade Internacional.
Após obras de remodelação global, o
Corinthia Alfa Hotel reabriu há cerca de um
ano com 517 quartos dos quais se destacam
130 quartos executivos e 25 suites de luxo
e ainda uma suite presidencial, oferecendo
também, no 24.º piso, um requintado serviço
para o segmento business no Executive Club.
O Corinthia Alfa Hotel passou a ter
o maior centro de congressos numa
unidade hoteleira na cidade de Lisboa, com
capacidade até 1400 pessoas, num espaço
multifuncional, possuindo ainda um total de
17 salas de várias dimensões para encontros
profissionais e sociais.
45
Market Place
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Agenda
Jardim Zoológico
lança revista interna
O Jardim Zoológico acaba de lançar a
primeira edição da sua revista interna, que
visa informar e exaltar o papel do Zoo na
preservação e conservação de espécies, na
investigação científica e na educação e respeito
pela vida animal. Com distribuição gratuita e
periodicidade semestral, a “Jardim Zoológico”
dirige-se aos clientes, fornecedores e amigos
do Zoo e ainda a hotéis e agências de viagens.
A revista apresenta várias rubricas como a
“Notícias Zoológicas”, a “Notícias do Mundo”,
a “Zoo Dinâmico” e a “Educação”.
250 mil visitantes
no Castelo de S. Jorge
46
O Castelo de S. Jorge recebeu cerca de
250 000 visitantes de Jan. a Abr. de 2005. O
novo sistema de ingressos, permitiu apurar
o número de visitantes e conhecer a sua
nacionalidade. Portugueses (26,96%), ingleses
(24,31%) e espanhóis (17,45%) foram as
nacionalidades que registaram maior número
de visitantes. Alemães (10,59%), franceses
(8,38%) e visitantes de outras nacionalidades
(7,96%) completam o quadro de visitantes. O
Castelo de S. Jorge está aberto 365 dias por
ano e oferece um Centro de Acolhimento
– Bilheteira, um Centro de Interpretação
da Cidade – Olisipónia, as Salas Ogival, das
Colunas e Cisterna e a Câmara Escura (Torre
de Ulisses), permite a realização de Circuitos
Temáticos, visitas guiadas e serviços educativos,
tem zonas de lazer, um Núcleo Museológico
(em preparação) bem como Restaurante
e Cafetaria e ainda dispõe de equipamento
técnico para apoio aos eventos. O ingresso
custa 3 euros.
Neste Verão, a esplanada Miradouro
do Jogo da Bola, convida-o a saborear
um copo de ginja, desfrutando de uma
vista sobre Óbidos. Localizado em
pleno coração da vila medieval, junto
ao parque cinegético, a esplanada está
aberta todos os dias das 10 às 2 horas
da madrugada.
Feira de Artesanato
até ao final de Agosto
A Feira de Artesanato do Estoril estará aberta ao público até ao próximo dia 28 de Agosto.
Com 42 anos de existência, a Feira mantém o propósito de servir de palco ao encontro do
público com as mais variadas manifestações de arte popular nacional.
O certame reúne todos os anos mais de uma centena de artesãos, vindos de todas as regiões
do país, que trabalham ao vivo, modelando o barro, pintando azulejos, afagando a madeira,
tecendo a lã ou o linho, exibindo as técnicas e instrumentos ancestrais.
Porque a identidade cultural de uma região também passa pela gastronomia, o público poderá
saborear inúmeros pratos da gastronomia regional portuguesa.
A feira aposta ainda na animação, com espectáculos de danças folclóricas e de música popular
de domingo a quinta; à sexta há noites de fado e o sábado está reservado para concertos
musicais.
Este ano, a Feira conta com uma importante novidade: um espaço infantil, onde as crianças
podem contactar com alguns animais de quinta, fazerem jogos e brincarem em ateliers.
Para entrar no recinto da Feira os adultos pagam 1 euro, de segunda a quinta-feira, enquanto
nas sextas, sábados, domingos e feriados a entrada custa 2 euros. As pessoas com mais de
65 anos pagam 50 cêntimos e 1 euro, respectivamente e, para as crianças até aos 12 anos é
grátis.
Alunos da FBAUL
expõem fotografias
No âmbito do programa paralelo da Bienal
LisboaPhoto 2005, está patente ao público,
na Galeria da Cisterna da Faculdade de
Belas-Artes da Universidade de Lisboa,
uma exposição de fotografia com o título
“Percursos - Olhares de sete estudantes da
Faculdade de Belas-Artes”. A mostra poderá
ser vista até ao próximo dia 30 de Agosto,
entre as 15 e as 20.00 horas.
Culturgest promove
“O Teatro é feito por
pessoas”
A Culturgest está a promover, até ao dia
6 de Julho, um ciclo de conferências sobre
“O Teatro é feito por pessoas”, dirigido
por Jorge Silva Melo. São ao todo cinco
aulas sobre os saberes do teatro e a sua
oportunidade.
Museu da Pólvora Negra
apoia escolas
O Museu da Pólvora Negra, em Oeiras, tem
levado a cabo várias iniciativas ligadas às
escolas. O projecto “A Escola no Museu”,
cujo público-alvo são os professores, tem
como objectivos coordenar as temáticas do
museu com os objectivos escolares para os
diferentes anos, para preparação da visita
dialogada. Destaque também para o projecto
“O Museu vai à Escola/A Escola vai ao
Museu”, que visa despertar a curiosidade e o
interesse dos alunos pelo espaço a visitar.
Este museu desenvolve ainda outras acções,
nomeadamente “Manual Pedagógico e
Mapa Explosivo”, que proporciona a livre
exploração do Museu da Pólvora Negra e do
seu espaço envolvente às crianças dos 6 aos
12 anos, bem como “Visitas dialogadas” que
visam estimular à descoberta, observação
daquela que foi uma das principais unidades
fabris de pólvora do nosso país.
Market Place
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Festival
de Sintra
até 30 de
Julho
Exposição sobre o fado
na Galeria Valbom
“O Fado Português” – (Malhoa e os
Modernistas) é o título de uma exposição
de João Vieira que está patente ao público
até ao próximo dia 30 de Julho, na Galeria
Valbom. Nesta exposição João Vieira manipula
as imagens de pinturas de museu, entra dentro
dos seus corpos de pintura, refá-las mais livres
e mais pintadas, luxuriantes de cior e de luz,
atravessadas pela gestualidade do encontro.
“Portugal visto por artistas
estrangeiros” em Paris
Uma mostra de 52 fotografias da Colecção da
Caixa Geral de Depósitos sobre o tema “Portugal
visto por artistas estrangeiros” pode ser vista até
ao dia 17 de Julho no Centro Cultural Calouste
Gulbenkian, em Paris. Esta exposição conta
também com obras de 4 fotógrafos portugueses
- Gérard Castello-Lopes, Paulo Nozolino, José
Manuel Rodrigues e Alberto Carneiro, profissionais
que passaram largos anos fora de Portugal.
Nesta exposição, estão reunidos os olhares de
26 fotógrafos - de Cartier-Bresson a Callahan,
passando por Sarah Moon, Boubat, CastelloLopes e Nozolino - que, sob as mais diversas
perspectivas, nos mostram a sua visão de Portugal.
Mundicenter promove
exposição “Crianças na Lua”
No Amoreiras Shopping Center irá decorrer
a exposição “Crianças na Lua”, promovida
pelo Grupo Mundicenter, em parceria
com a Agência Espacial Europeia (ESA) e o
Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
Os visitantes poderão apreciar, entre outras
coisas, réplicas de módulos espaciais, à escala
real, réplicas de foguetões e naves espaciais,
fatos de astronauta, bem como um conjunto
de artefactos ligados a esta temática.
A exposição irá percorrer, até Outubro,
todos os Shoppings Mundicenter. Para além
do Amoreiras, também no Oeiras Parque,
Odivelas Parque, Olivais Shopping e Braga
Parque.
O Festival
de Sintra,
dedicado ao
piano, encerra
no dia 30 de Julho com a actuação da
Compagnia Aterballetto, de Itália, no
Centro Cultural Olga Cadaval.
Alexander Gurning (piano), actua na
Quinta da Piedade no dia 2 de Julho,
enquanto no dia 3 é a vez do pianista
Sérgio Tiempo no Parque de Monserrate.
No dia 7 Sequeira Costa (piano)
apresenta-se no Palácio Nacional de
Queluz e nos dias 8 e 9 será a vez da
Compañia Nacional de Danza, de Espanha,
no Centro Cultural Olga Cadaval.
O programa do Festival inclui também
actuações de Ann Murray (meiosoprano) e Graham Johnson (piano), no
dia 12 de Julho no Palácio Nacional de
Queluz, do Scottish Dance Theatre, da
Escócia, Centro Cultural Olga Cadaval.
A Quinta da Regaleira recebe, no dia
16, o Quarteto Tacet, enquanto no dia
17 de Julho, o público poderá assistir à
apresentação de Mauricio Vallina (piano),
no Palácio Nacional da Pena. Nos dias
22 e 23 de Julho a Companhia de Dança
Ester Carrasco, de Espanha dará um
espectáculo no Centro Cultural Olga
Cadaval, enquanto Eleonora Karpukhova
(piano) apresenta-se no Palácio Nacional
de Sintra, no dia 28.
Visitas Temáticas ao
Convento de Mafra
O Convento de Mafra leva a cabo, nos
segundos e terceiros sábados de cada mês,
e até Setembro, visitas temáticas especiais
denominadas “Por caminhos nunca dantes
percorridos”. O objectivo deste programa é
dar a conhecer mais de perto este Palácio/
Convento de que nos fala José Saramago,
um dos mais significativos monumentos
barrocos em Portugal. Estas visitas foram
pensadas especialmente para famílias, e os
circuitos temáticos foram pensados para
grupos de apenas 20 pessoas.
A visita “Por caminhos nunca dantes
percorridos”, é um percurso especial dentro
do monumento, abrangendo áreas que
normalmente não são visitáveis pelo público
em geral tais como, os corredores dos
órgãos, o zimbório, os mecanismos de içar,
os lampadários da Basílica, todas elas guiadas
por técnicos superiores do P.N.M.
Exposição “Leveza:
reanimar a filigrana
“Leveza: reanimar a filigrana“ é o título
de uma exposição que está patente ao
pública, até ao próximo mês de Agosto,
no Museu Nacional de Etnografia, em
Lisboa.
Nesta mostra, fruto de colaboração
entre o Museu Nacional de Etnologia, a
ESAD e o Museu do Ouro de Travassos,
foram ainda incorporados alguns
objectos da colecção de ourivesaria do
Museu, do Museu do Ouro de Travassos
e da C. M. de Póvoa de Lanhoso,
nomeadamente instrumentos de trabalho
relacionados com o processo de fabrico
de peças em filigrana. O objectivo da
exposição e deste projecto conjunto
é impulsionar a produção dos ourives
da Póvoa de Lanhoso, e mostrar que
Portugal tem raízes e futuro nesta
área.Vários convidados, joalheiros e
designers portugueses e estrangeiros,
estabelecendo contactos à distância,
juntaram-se a este projecto, trazendo
novos e diferentes contributos.
Museu das Comunicações
tem nova exposição
permanente
O Museu das Comunicações, no âmbito
das comemorações do Dia Mundial das
Telecomunicações, inaugurou a sua nova
exposição permanente, dedicada ao tema
“História das Telecomunicações”.
Esta exposição única assenta na exibição
de peças e elementos iconográficos, pela
primeira vez reunidos no mesmo espaço,
representativos do saber e da tecnologia
nesta área do engenho humano – as
telecomunicações – e que retrata a sua
história no nosso país.
Trata-se de uma viagem no tempo
vertiginoso da evolução das
telecomunicações, que começa com a
telegrafia visual. A exposição conta com
o apoio da RTP que disponibilizou dois
estúdios, um de televisão e outro de rádio,
que permitirão a realização de ateliers, quer
para os mais jovens, quer para estudantes
universitários. Conta ainda, com o apoio da
Ana – Aeroportos de Portugal.
47
A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Hotel Palácio Estoril comemora 75 anos
No dia 30 de Agosto, o Palácio
Estoril Hotel & Golf vai celebrar
75 anos. Para comemorar o
evento vão ser levadas a cabo
diversas actividades e acções
de promoção deste que é
considerado um ex-libris da
região do Estoril e cuja
a história coincide com
a História do mundo.
48
Setenta e cinco anos depois da abertura, o
Hotel Palácio Estoril é um exemplo singular
de resistência aos tempos modernos,
permanecendo intocável nas suas
características de grande “Palace” situado
num local privilegiado, mas com serviço
irrepreensível, uma manutenção constante
e uma actualização adequada.
A história do Palácio Estoril confunde
realidade com ficção: atravessou uma
guerra mundial e uma revolução nacional,
foi palco de momentos altos em épocas
áureas e serviu de refúgio aos maiores
líderes europeus em épocas de crise,
albergou espiões e foi lugar de filmagens
– como a de James Bond, o célebre agente
secreto 007, no filme “Ao Serviço de Sua
Majestade” - e é hoje um dos locais mais
disputados em Portugal, para cenário de
filmes publicitários, de editoriais de moda e
de entrevistas a grandes estrelas.
Desde a estadia em lua-de-mel, ainda
no ano de 1930, do príncipe Takamatsu,
irmão do Imperador Hirohito do Japão,
desde esse ano zero, que o Palácio foi a
casa escolhida para a estada em Portugal
de inúmeros reis, príncipes, estrelas de
cinema, da música e da televisão, escritores,
coleccionadores, políticos e empresários.
Nos anos 40 e 50 foram os membros das
famílias reais espanhola, italiana, francesa,
búlgara, albanesa e romena, nos anos 60
foram os milionários, os actores e as figuras
do jet set então emergente, nos anos 70
e 80 regressaram muitas das estrelas de
sempre e, no final do século XX, o Palácio
continuou a receber membros da realeza
europeia, artistas do music-hall, campeões
de automobilismo, actores e desportistas.
Do Livro de Honra, dos álbuns de
fotografias e das fichas de clientes do Hotel
Palácio constam testemunhos valiosos: da
rainha Vitória Eugénia de Espanha e de toda
a família real espanhola, dos príncipes Grace
e Rainier do Mónaco, de Antoine de SaintExupéry ou Graham Greene, de Joan Baez
ou Madeleine Albright, apenas para citar
alguns das centenas de hóspedes famosos
que escolheram o Palácio no Estoril.
Foram marcos da vida do Hotel as festas
de casamento da princesa Maria Gabriela
de Sabóia, em 1955, e da infanta Pilar de
Espanha, em 1967.
Projectado no início do século XX pelo
arquitecto francês Henry Martinet, ao
jeito de outros lugares de culto europeus
como Biarritz, o Palácio do Estoril não
envelheceu conseguindo atravessar
o século, sempre com a mestria dos
maiores e melhores – quem hoje, em
2005, frequentar os salões e o terraço,
percorrer o jardim que rodeia a piscina
e se instalar num dos magníficos quartos
virados ao pôr-do-sol na baía de Cascais,
acreditará que a beleza e a qualidade
são intemporais, se houver quem se
ocupe delas através do tempo. O Palácio
Estoril continua a ser preservado com
profissionalismo pelos seus actuais
proprietários e estimado com carinho
pelos seus hóspedes que, em gerações
sucessivas, não prescindem dele.
Aniversário cheio de surpresas
Para apresentar a unidade hoteleira e as acções
de divulgação que serão realizadas ao longo
deste período, o Hotel promoveu um open
day para dar a conhecer as facilidades que
disponibiliza aos seus clientes, como as salas
e salões de reuniões, conferências e eventos
bem como um conjunto de remodelações, que
passaram pelos quartos, fachada e parque de
automóveis.
Uma das acções de promoção do hotel será
o lançamento de um livro que Manual Ai
Quintas, ex-director do Palácio Estoril, está a
realizar e que se espera lançado por altura da
data do aniversário. Outras actividades serão
uma grande recepção no dia do aniversário,
várias acções internas para festejar com
os colaboradores, que são os principais
intervenientes; além de uma grande divulgação
de marketing destinada ao público.
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A REVISTA DO TURISMO DE LISBOA
Um
TURISMO
LISBOA
de
Revista dirigida aos associados
do Turismo de Lisboa,
empresários, decisores
e estudiosos da indústria turística.
Director
Vítor Costa
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Isento de registo no ICS ao abrigo
do artigo 9º da Lei de Imprensa
nº2/99 de 13 de Janeiro
Sistema
transparente
Com a mudança de poder político a nível
governamental é natural que os novos
responsáveis pretendam “fazer a avaliação”
dos processos em curso e “introduzir as
correcções que se justifiquem”.
Com a entrada de novos responsáveis
para os Institutos públicos compreende-se
que se proceda à análise dos programas e
consequentes reajustamentos.
Com o aproximar das eleições autárquicas
é justo que os actuais eleitos pretendam
avaliar o trabalho desenvolvido e a das
opções tomadas.
Vem tudo isto a propósito das contas que
as Agências Regionais de Promoção Turística
têm que prestar aos seus “accionistas” ou
parceiros públicos.
Para além destas, as ARPT’s também têm
que prestar contas aos seus associados
privados que, por sua vez, não constituem
um grupo de interesses homogéneo, mas
antes muito diversificado.
E esta é, sem dúvida, uma das
principais virtualidades do sistema da
“contratualização” da promoção turística: os
Planos Regionais têm que definir objectivos
e índices para a sua avaliação, caracterizar,
calendarizar e orçamentar acções; as
Agências têm que apresentar e discutir
Planos, Orçamentos, Relatórios e Contas
às suas Direcções e Assembleias Gerais
público/privadas, discutir e implementar
as acções com o ITP e o ICEP, apresentar
relatórios e contas mensais trimestrais e
anuais, mandar realizar e pagar auditorias
de execução e financeiras e estar sempre
disponíveis para dar contas aos seus
associados e parceiros, ao ITP, ao NEPT e
ao CEPT.
Ainda bem que assim é. Este sistema
só reforça a transparência e o grau de
exigência.
Resta esperar que não haja concessões a
estes princípios.
Alguns indicadores
interessantes
Na sequência de um trabalho pedido por
um associado tivemos oportunidade de
comparar a evolução de alguns indicadores
entre 2001 e 2004.
Trata-se de um período bastante
negativo para o Turismo, afectado por
crises económicas prolongadas nalguns
mercados emissores, agravadas pelos
preços do petróleo, pela cotação do
Euro e por outros fenómenos; por graves
acontecimentos políticos como a guerra
do Iraque e o terrorismo global, os
atentados nos EUA, em Bali e em Madrid;
por fenómenos naturais como o tsunami
na Ásia.
Simultaneamente, este período também
se caracteriza pelo desenvolvimento de
factores que indiciam um novo paradigma
do Turismo, em especial pelo facto de
este se tornar uma necessidade básica
de camadas cada vez mais vastas da
população mundial e, por isso, resistir
relativamente incólume a estes fenómenos
e, também, pelo poder cada vez maior
que os consumidores detêm e que
podem exercer com um mero “clique”. O
espectacular desenvolvimento da Internet
e as companhias Low Cost são, porventura,
os fenómenos mais marcantes deste novo
paradigma, mas outros estão na calha.
A comparação feita mostra a grande
evolução verificada neste período e,
também, que a actividade turística resistiu
relativamente bem às dificuldades.
Divulgaremos mais tarde alguns dos
resultados deste exercício.
Para já, apenas um indicador, que nos anima
bastante: em 2001 o grau de satisfação dos
turistas que visitaram a Cidade de Lisboa
foi, numa escala de 1 a 10, de 8,23. Em
2004, esse indicador foi de 9,43.
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AOS ASSOCIADOS
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Assinatura anual
24 euros
Vítor Costa
Director-Geral do Turismo de Lisboa
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Portugal é o segundo destino internacional dos espanhóis