MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CÂMPUS URUTAÍ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS URUTAÍ Março de 2013 (Em constante avaliação pelo Núcleo Docente Estruturante do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas) 1 Missão Institucional “Oferecer ensino, pesquisa e extensão buscando o padrão de excelência, visando formar cidadãos que contribuam com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida”. (Plano de Desenvolvimento Institucional do IF Goiano, 2009-2013) 2 PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dilma Rousseff MINISTRO DA EDUCAÇÃO Aloizio Mercadante SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Prof. Marco Antônio de Oliveira REITOR DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO Prof. Vicente Pereira de Almeida PRÓ-REITOR DE ENSINO Prof. Virgílio José Tavira Erthal DIRETOR DO CAMPUS URUTAÍ Prof. Gilson Dourado da Silva DIRETORA DE ENSINO Profa. Juliana Cristina da Costa Fernandes COORDENADORA GERAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO Profa. Tânia Fernandes Veri de Araújo DIRETOR DE PESQUISA & PÓS-GRADUAÇÃO Prof. André Luis da Silva Castro SECRETÁRIA DE ENSINO SUPERIOR Sra. Eneides Tomaz Tosta NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO Ednalva Macedo Nunes (Psicóloga) Patrícia de Souza Torres França (Pedagoga) Indiara Cristina Pereira de Almeida Marra (Pedagoga) COORDENADOR DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Prof. Guilherme Malafaia Pinto 3 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DO IF GOIANO – CÂMPUS URUTAÍ APRESENTAÇÃO 1. HISTÓRICO 1.1. Do Instituto Federal Goiano – Câmpus Urutaí 1.2. Do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas 2. JUSTIFICATIVA DA IMPLANTAÇÃO DO CURSO 3. OBJETIVOS 4. REQUISITOS LEGAIS 5. PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS 6. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS 7. ESTRUTURA DO CURSO 7.1. Conteúdos curriculares de natureza científico-cultural (conteúdos básicos) 7.1.2. Estratégia de flexibilização curricular 7.2. Estágio curricular supervisionado 7.3. Prática como componente curricular 7.4. Outras atividades acadêmico-científico-culturais (atividades complementares) 7.5. Trabalho de Curso (TC) 7.6. Políticas de incentivo à investigação científica e de participação em projetos de pesquisa e de extensão 7.7. Interdisciplinaridade 7.8. Aspectos metodológicos 7.9. Outras informações relevantes 7.9.1. Formas de ingresso no curso 7.9.2. Integração com as redes públicas de ensino 7.9.3. Apoio ao discente 7.9.4. Documentos que norteiam o funcionamento do IF Goiano 7.9.4.1. Organização didático-pedagógica do curso 7.9.4.2. Documentos relacionados aos docentes 7.9.4.3. Documentos relacionados aos discentes 8. FORMAS DE AVALIAÇÃO 4 8.1. Do acadêmico 9.2. Do corpo docente 9.3. Do projeto pedagógico do curso 9.4. Do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas 10. COORDENAÇÃO DO CURSO 11. CORPO DOCENTE 12. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA 12.1. Biblioteca 12.2. Auditórios e ambientes 12.3. Infra-estrutura da Unidade Educativa de Produção 12.4. Laboratórios 12.4.1. Infraestrutura dos Laboratórios 13. EQUIPE TÉCNICO-ADMINISTRATIVA ENVOLVIDA 13.1. Núcleo de Apoio Pedagógico 14. ACESSIBILIDADE AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS 5 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DO IF GOIANO – CÂMPUS URUTAÍ Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Resolução de abertura do curso Resolução nº 12, de 28 de maio de 2010 Processo de autorização do e-MEC 200909522 Ato legal de reconhecimento do curso - Ano de início do funcionamento do curso 2010 Regime escolar Semestral Mínimo: 8 semestres Tempo de duração Máximo: 14 semestres Turno de funcionamento Noturno Número de vagas 40 vagas anuais (único ingresso) Aulas teóricas: 40 alunos Número de alunos por aula Aulas práticas: no máximo 20 alunos 200 dias letivos distribuídos em dois semestres Calendário escolar regulares Carga horária em Carga horária em hora-aulde 55 min hora-relógio de 60 min 438 h 401,5 h Estágio Supervisionado 438 h 401,5 h Atividades Complementares 219 h 200,75 h 1938 h 1776,5 h 87 h 79,75 h 3120 h 2860 h Prática como componente curricular (OPP I a OPP VII) Conteúdos curriculares de natureza científicocultural Trabalho de Curso (TC) Total 6 APRESENTAÇÃO A implantação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas pelo Instituto Federal Goiano (IF Goiano) – Câmpus Urutaí vem, no primeiro momento, contribuir para o incremento do número de licenciados no Brasil, em especial, de professores de Ciências e Biologia. Ao mesmo tempo, este projeto se volta para a formação de cidadãos críticos e reflexivos, com capacitação profissional na área biológica, envolvidos com as temáticas da educação e do meio social em que estão inseridos. A instituição tem enorme responsabilidade na construção de um saber sólido e a missão de transformar o saber em aprendizado e em práticas que possibilitem a diminuição das desigualdades sociais com uma melhor qualificação profissional. Assim, o IF Goiano – Câmpus Urutaí tem agora o desafio de formar professores biólogos, em especial, numa época de profundas transformações no sistema educativo e de grandes discussões em torno das questões ambientais e biológicas. Essas transformações se fazem necessárias uma vez que a educação deve preparar os alunos para as inovações tecnológicas e para os novos paradigmas apregoados à lida com os recursos naturais e com o ambiente. O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas que aqui se apresenta tem por objetivos primordiais i) formar educadores responsáveis pelo aperfeiçoamento do processo educativo, do sistema educacional do país, bem como educadores críticos dos processos históricos da evolução da educação, visando sempre um ensino ativo e participativo que estimule nos alunos a capacidade de pensar, lógica e criticamente e ii) oportunizar ao futuro biólogo a aquisição de conhecimentos sobre conceitos e fenômenos biológicos, possibilitando a este o desenvolvimento de uma postura ético-profissional responsável, estimulando atitudes críticas e reflexivas sobre os conhecimentos biológicos e suas implicações sociais. Do ponto de vista da legislação, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Licenciatura em Ciências Biológicas considera prioritária a amplitude pedagógica e filosófica facultada pela Lei de Diretrizes e Bases (Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996) e o contínuo surgimento de novos campos de trabalho decorrentes da explosão dos conhecimentos biológicos, adotando como norteadoras as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Ciências Biológicas nos termos da Resolução CNE/CES nº 7, de 11 de março de 2002. Ao longo desse projeto será possível observar, dentre outros aspectos, a descrição dos seguintes itens, os quais embasam a estrutura e orientam o funcionamento do curso: i) o perfil dos formandos; ii) as competências e habilidades gerais e específicas a serem desenvolvidas; iii) a estrutura do curso; iv) os conteúdos básicos, complementares e respectivos núcleos; v) os 7 conteúdos definidos para a Educação Básica; vi) o formato dos estágios; vii) as características das atividades complementares, bem como as viii) formas de avaliação. Além disso, vale salientar que o referido projeto tem a pretensão de trazer à tona discussões que conduzam ao desenvolvimento de uma educação superior de qualidade e preocupada com os problemas atuais que envolvem todos os cidadãos, não sendo, portanto, um documento fechado e exaustivo, mas sim passível de constante revisão, reflexão e atualização. Urutaí, março de 2013. 8 1. HISTÓRICO 1.1. Do Instituto Federal Goiano – Câmpus Urutaí A instituição de ensino agrícola mais tradicional em toda a região do Sudeste Goiano foi criada pela Lei nº 1.923, de 28 de julho de 1953, com o nome de Escola Agrícola de Urutaí (GO), subordinada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário (SEAV), do Ministério da Agricultura. A escola iniciou suas atividades em março de 1956, nas instalações da antiga Fazenda Modelo, oferecendo o curso de Iniciação Agrícola e de Mestria Agrícola. A denominação foi alterada de Escola para Ginásio Agrícola de Urutaí, por meio do Decreto nº 53.558, de 13 de fevereiro de 1964. Em 1977, foi implantado o Curso Técnico em Agropecuária em nível médio, passando a instituição a ser denominada de Escola Agrotécnica Federal de Urutaí (Portaria n º 32, de 21 de dezembro de 1977). Já em 16 de novembro de 1993, a então Escola Agrotécnica Federal de Urutaí foi constituída sob a forma de Autarquia Federal (Lei nº 8.731, de 16 de novembro de 1993), vinculada à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação (MEC). Em 1997, em função de sua credibilidade junto ao MEC, foi implantada a Unidade de Ensino Descentralizada (UNED) de Morrinhos (GO), um projeto de parceria entre União, Estado e Municípios (Urutaí e Morrinhos). Em 1999, no Câmpus Urutaí foi implantado o curso de Tecnologia em Irrigação e Drenagem, inserindo na realidade da instituição o ensino superior, mesmo antes de sua transformação em uma Instituição de Ensino Superior (IES). A escola se tornou Centro Federal de Educação Tecnológica de Urutaí por meio do Decreto Presidencial de 16 de agosto de 2002 e com o Decreto nº 5225, de 1º de outubro de 2004 passou a ser uma IES. Em 2003, iniciou a oferta do curso superior de Tecnologia em Sistemas de Informação (hoje denominado de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas). Em 2006 realizou o primeiro vestibular para o curso superior de Tecnologia em Alimentos e em 2007 passou a oferecer dois novos cursos superiores de tecnologia: Gestão Ambiental e Gestão da Tecnologia da Informação. Dando continuidade ao seu desenvolvimento e, procurando atender as disposições da Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, a qual instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, criando os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, o IF Goiano – Câmpus Urutaí ampliou a sua oferta de cursos. Com tradição já consolidada no ensino técnico de nível médio e experiência bem sucedida nos cursos superiores em andamento, no primeiro semestre de 2008 a instituição ofertou vagas para o curso de Bacharelado em Agronomia, que veio a atender a procura e a demanda mercadológica já existente. Em 2009 foi criado o curso de Licenciatura em Matemática, em 2010 os cursos de 9 Engenharia Agrícola (modalidade bacharelado) e o de Licenciatura em Ciências Biológicas. Já em 2011, a instituição passou a ofertar o curso de Química, também na modalidade de Licenciatura e em 2013 passou a ofertar o curso de Medicina Veterinária na modalidade de Bacharelado. O quadro abaixo apresenta um sumário dos cursos de graduação oferecidos na instituição atualmente. Quadro 1. Cursos superiores oferecidos pelo IF Goiano – Câmpus Urutaí Cursos Tecnologia em Irrigação e Drenagem Ano de abertura Conceito INEP/MEC 1999 4 2003 4 Tecnologia em Alimentos 2006 4 Tecnologia em Gestão Ambiental 2007 4 2007 4 Bacharelado em Agronomia 2008 4 Licenciatura em Matemática 2009 4 Bacharelado em Engenharia Agrícola* 2010 - Licenciatura em Ciências Biológicas* 2010 - Licenciatura em Química* 2011 - Bacharelado em Medicina Veterinária* 2013 - Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Fonte: Dados Disponíveis em: http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/cursos-superiores. Acesso em: 01 de outubro de 2012. Legenda: (*) cursos que ainda não foram avaliados pelo INEP/MEC. 1.2. Do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Inicialmente, por meio da Portaria nº 49, de 19 de março de 2009, o Diretor Geral do IF Goiano – Câmpus Urutaí, designou uma Comissão formada pelos professores Luciana Cristina Vitorino (presidente), Pável Correia da Costa, Eduardo Mendes Marchito, Thelma Maria de Moura e Fernando Dantas de Araújo para iniciar as discussões que embasariam a primeira versão do PPC do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas deste Câmpus. Essa comissão recebeu a colaboração essencial do professor Marcus Vinícius Vieitas Ramos e da pedagoga Ana Carolina Simões Lamounier. Em um segundo momento, os professores André Luis da Silva Castro e Fernando Dantas de Araujo complementaram o trabalho após meses de discussão com os câmpus de Rio Verde e Ceres. Em um terceiro momento, foram somadas as contribuições do 10 professor Guilherme Malafaia Pinto e, posteriormente, as do Colegiado do curso (instituído inicialmente em agosto de 2010 e renovado em março de 2011, pela Portaria nº 038A, de 21 de março de 2011 do IF Goiano – Câmpus Urutaí) e as do Núcleo Docente Estruturante (NDE) (instituído inicialmente em fevereiro de 2011 e reestruturado em outubro de 2012, pela Portaria nº 353, de 10 de outubro de 2012 do IF Goiano – Câmpus Urutaí). Em 2011, ocorreram várias reuniões envolvendo NDE, colegiado, corpo docente e discente e chegou-se ao consenso de que a matriz curricular do curso necessitava de adequações. Assim, em 2012, a proposta de mudança da matriz do curso foi então, submetida à apreciação do Conselho Superior (CS), após aprovação por todas as instâncias hierárquicas inferiores ao CS (Colegiado, NDE, Gerência de Graduação e Diretoria de Ensino do IF Goiano – Câmpus Urutaí). A resolução CS nº 11, de 27 de abril de 2012 (http://www.ifgoiano.edu.br/wpcontent/uploads/2012/02/RESOLUÇÃO-CS-011-2012.pdf) aprova as alterações na matriz curricular do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí. Em seguida, todas as turmas matriculadas em período anterior ao segundo semestre de 2012 (quando a matriz passou a vigorar) foram adequadas à nova matriz, por meio de equivalência de unidades curriculares e/ou através de oferecimento de unidades curriculares complementares. É importante salientar que todas as orientações da Secretaria de Ensino Superior relacionadas à alteração de matrizes curriculares foram seguidas, conforme especificações disponíveis em: http://portal.mec.gov.br/index.php?id=14384&option=com_content&view=article. Após essas contribuições, o PPC do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas apresenta-se nesse documento como uma versão que se adéqua a uma matriz curricular com enfoque na formação didático-pedagógica interdisciplinar dos futuros professores biólogos, dando-lhes suporte e melhores condições para a construção de conhecimentos biológicos. Entretanto, vale destacar que o referido projeto foi construído propositadamente de forma aberta, o que gera uma necessidade contínua de averiguação da sua real validade, sobretudo, em relação às expectativas e necessidades discentes e da comunidade em geral. 2. JUSTIFICATIVA DA IMPLANTAÇÃO DO CURSO O câmpus no qual o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas está implantado localiza-se no município de Urutaí, cuja população estimada, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2010, é de aproximadamente 3 mil habitantes. O município está localizado na região Sudeste do Estado de Goiás e possui, além do IF Goiano, uma escola pública municipal e duas escolas estaduais que oferecem ensino básico à população (www.ibge.gov.br/cidadesat). 11 Apesar do IF Goiano – Câmpus Urutaí receber alunos oriundos de várias localidades do Estado de Goiás e até mesmo de outros estados da federação, o referido câmpus atende, em seu maior número, alunos oriundos dos municípios que constituem a microrregião de Pires do Rio. Fazem parte dessa microrregião 10 municípios, cujas escolas estaduais estão subordinadas a diferentes Subsecretarias Regionais de Educação (SRE). São eles: Ipameri, Orizona, Palmelo, Pires do Rio, Santa Cruz de Goiás e Urutaí (SRE de Pires do Rio); Gameleira de Goiás, São Miguel do Passa Quatro, Silvânia e Vianópolis (SRE de Silvânia) e Piracanjuba (SRE de Cristianópolis). Dados disponibilizados pelo IBGE indicam que na microrregião existem 25 escolas que oferecem ensino de nível médio, pré-requisito para ingresso na educação superior. Além disso, aproximadamente 5.950 matrículas no ensino médio nos municípios da microrregião de Pires do Rio são observadas (IBGE, 2012), o que caracteriza a necessidade de oferta de cursos superiores na região. Ressalta-se que boa parte das 313 matrículas no município de Urutaí é representada pelos discentes do próprio IF Goiano, que também oferece ensino técnico de nível médio integrado. O quadro abaixo sumariza o número de escolas e matrículas em cada município da microrregião de Pires do Rio. Quadro 2. Número de escolas e matrículas no ensino médio de municípios que constituem a microrregião de Pires do Rio, GO, Brasil. Município Nº de escolas de nível médio Nº de matrículas no ensino médio Gameleira de Goiás Ipameri Orizona Palmelo Piracanjuba Pires do Rio Santa Cruz de Goiás São Miguel do Passa Quatro Silvânia Urutaí Vianópolis Total 1 5 2 1 3 5 1 1 3 2 1 25 152 846 561 94 831 1.520 110 203 765 313 551 5936 Fonte: IBGE Cidades. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1. Acesso em 02 de outubro de 2012. Nota-se que muitos alunos concluintes do ensino médio, no referido contexto, e que querem continuar a formação em curso voltado para a área biológica e educacional são obrigados a recorrerem a outras instituições, inclusive privadas, localizadas em cidades vizinhas 12 (não inseridas na microrregião de Pires do Rio), por vezes distantes. A distância e o custeio das mensalidades tornam restrito o acesso ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o que constitui uma importante justificativa para a implantação do referido curso na instituição. Outra problemática que traduz a necessidade de oferta do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas refere-se à carência de professores de Ciências e Biologia (da Educação Básica), não apenas na microrregião de Pires do Rio na qual o IF Goiano – Câmpus Urutaí está inserida, mas também em nível mais abrangente, como na região do Sudeste Goiano, no próprio Estado de Goiás e no Brasil. Nos últimos anos, tem sido percebida por alguns indicadores da educação pública uma evolução na qualidade da educação básica brasileira. Os resultados mais recentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) – 2012, por exemplo, mostram que o Brasil atingiu as metas de qualidade para o ensino fundamental previstas, obtendo médias de 5,0 pontos para os anos iniciais e 4,6 pontos para os anos finais. Contudo, muitos problemas no ensino fundamental ainda permeiam o campo educacional brasileiro e, em relação ao ensino médio, os resultados do IDEB mostram que o referido nível de ensino evoluiu pouco nos últimos anos, sendo tais resultados os mais baixos da Educação Básica. No IDEB 2012 a média 3,7 pontos obtida para o ensino médio foi apenas igualada à meta prevista pelo MEC (http://ideb.inep.gov.br/). Assim, tem-se uma ascensão na preocupação e nos investimentos na área educacional e, nesse sentido, qualquer política que vise melhorar a Educação Básica passa inevitavelmente pela qualidade da formação docente. Em 2007, o governo federal lançou o Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, em regime de colaboração com os estados e municípios, cujo objetivo primordial desse plano é garantir a formação adequada de aproximadamente 330 mil professores que atuam na Educação Básica. De acordo com os dados do Educacenso (2007), cerca de 600 mil professores em exercício na Educação Básica pública não possuem graduação ou atuam em áreas diferentes de sua formação. Esses dados, portanto, revelam a eminente necessidade de formar professores preparados para contribuir com a construção do conhecimento de acordo com as exigências que se encontra o atual estágio da humanidade. Além disso, remontam à ideia da formação de professores que contemple conteúdos resultantes das indagações aos saberes necessários à ação docente. Especificamente no Estado de Goiás, dados apresentados no Plano Estadual de Educação (2008-2017), revelam que a formação de professores para a Educação Básica tem apresentado evolução. Entretanto, há uma concentração das licenciaturas em certas áreas do conhecimento, como Letras, Geografia, História, Pedagogia e Ciências Sociais; estabelecendo13 se, porém, uma lacuna que evidencia a falta de professores de Física, Química, Matemática, Artes e de Biologia. Essa lacuna é mais visível em determinadas regiões do Estado, como, por exemplo, na região do Sudeste Goiano, que inclui a microrregião de Pires do Rio. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), demonstram, conforme pode ser observado na figura a seguir, que apenas 27% dos professores que ministram aulas de Biologia nas escolas públicas no Estado de Goiás, possuem formação específica na modalidade de Licenciatura em Ciências Biológicas (INEP, 2003). Além disso, observa-se que 44% dos professores não possuem nenhuma graduação ou apresentam formação em outra área que nada se relaciona com a disciplina que lecionam. Figura 1. Formação dos professores que ministram aulas de Biologia no Estado de Goiás. Fonte: INEP (2003). Em recente pesquisa desenvolvida no IF Goiano – Câmpus Urutaí, foi observado que quase metade dos professores (47,4%) atuantes no ensino de Biologia nos municípios de Urutaí, Orizona, Pires do Rio e Ipameri (todos inseridos na microrregião de Pires do Rio) não são licenciados em Ciências Biológicas e embora mais de 50% destes possuam curso de pósgraduação, 63,4% não são correlacionados às Ciências Biológicas (Gonçalves et al., 20121). Nesse sentido, há uma urgente necessidade de promover a formação de licenciados em Ciências Biológicas na região na qual o IF Goiano – Câmpus Urutaí se insere. Tal preocupação é refletida inclusive nos pressupostos legais da lei federal que instituiu os Institutos Federais (Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008), na qual fica estabelecido que essas instituições deverão 1GONÇALVES, R.C.; ESTRELA ,D.C.; LEMES, C.G.C.; GREGÓRIO, E.S.; PINHEIRO, T.S.; BORGES, A.A.T.; CASTRO, A.L.S.; ARANTES, F.J.; MÁXIMO, L.N.C.; MALAFAIA, G. Perfil e percepção de professores atuantes no ensino de Biologia em escolas públicas e particulares de municípios da microrregião de Pires do Rio – Goiás. Sabios: Revista de Saúde e Biologia, v. 7, n.2, p.55-65, mai./ago., 2012. 14 ofertar o mínimo de 20% de suas vagas para cursos de licenciatura, preferencialmente Biologia, Física, Química e Matemática. Nesse sentido, pode-se dizer que do ponto de vista educacional, a implantação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas no IF Goiano – Câmpus Urutaí permitirá a formação de profissionais devidamente licenciados que atendam ao mesmo tempo aos requisitos da formação do biólogo (Resolução CNE/CES nº 7, de 11 de março de 2002) e aos de professor de Ciências e de Biologia. Além disso, atenderá aos pressupostos contidos nas diretrizes estabelecidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) para os ensinos fundamental e médio e as recomendações do MEC para os cursos de Licenciatura, conforme Art. 62 da lei nº 9.394 de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e as resoluções CNE/CP nº 1 e 2, de 1º e 19 de fevereiro de 2002, respectivamente). Considerando que a atuação de profissionais em áreas diferentes daquelas em que se formaram ou a atuação de profissionais não-licenciados pode implicar em prejuízos educacionais significativos, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí tem muito a contribuir com a diminuição de professores não qualificados, bem como com o aumento de professores de Biologia e Ciências na região na qual se insere, culminando com a melhoria da qualidade da Educação Básica na região. Em adição, ressalta-se que suas contribuições vão desde estímulos ao ingresso e a permanência na carreira do magistério (na área de Ciências e Biologia), à promoção do incremento do número de professores com formação superior em instituição pública federal até a equalização das oportunidades de formação docente na região do Sudeste Goiano. 3. OBJETIVOS Os objetivos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas apresentam estreita relação entre o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular do curso e o contexto sócioeducacional, no qual o curso está inserido. Nesse sentido, pode-se dizer que, em termos gerais, o curso tem por objetivo: Formar profissionais que compreendam o processo de ensino-aprendizagem com sólida formação teórica e que estejam preparados não só para o ensino, mas para a pesquisa e extensão, além de outras perspectivas profissionais, adaptadas às exigências da sociedade contemporânea. Além disso, objetiva-se oportunizar uma formação profissional que possibilite a constituição do professor como um cidadão intelectual crítico transformador, pelo exercício sistematizado de reflexividade sobre a sua práxis 15 pedagógica, orientado pela unidade teoria-prática, contribuindo, assim, para a autonomia docente e para a qualidade do ensino de Ciências e Biologia na Educação Básica. De modo mais específico, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas objetiva: a) formar profissionais com uma concepção sólida e visão multidisciplinar das Ciências Biológicas; b) formar profissionais éticos, socialmente responsáveis e atuantes de forma consciente a favor de todas as formas de vida; c) promover os processos de ensino e de aprendizagem em Ciências Biológicas; d) promover e realizar pesquisa em Ensino e Aprendizagem das Ciências Biológicas; e) capacitar profissionais para compreenderem a sociedade como uma estrutura complexa, multicultural, com conflitos de classes, diversidades culturais, econômicas e sociais; f) promover a criatividade dos alunos, respeitando e valorizando suas individualidades; g) possibilitar a compreensão do papel social e ambiental da Escola como instituição de formação e transformação social; h) possibilitar a compreensão e exploração das diversas linguagens que podem ser usadas como instrumentos de aprendizagem; i) inserir a avaliação escolar como forma permanente de crescimento e aprendizagem; j) contribuir e permitir a auto-avaliação do discente, do trabalho pedagógico e da própria atuação profissional; k) possibilitar a compreensão do valor da pesquisa e de projetos que aprimoram e desenvolvam o conhecimento; l) oportunizar a compreensão dos aspectos legais da educação, tendo em vista a historicidade do país; m) e por fim, estimular a integração entre o ensino de Ciências e Biologia com as outras áreas de conhecimento, seja na atuação em ensino, pesquisa e/ou extensão. 4. REQUISITOS LEGAIS A proposta de implantação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí, apresentada nesse PPC, foi elaborada considerando os seguintes instrumentos legais: 16 a) Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. b) Lei nº 12.014 de 6 de agosto de 2009, que altera o art. 61 da Lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996, com a finalidade de discriminar as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da educação c) Resolução CNE/CP nº 1 de 1º de fevereiro de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. d) Resolução CNE/CP nº 2 de 19 de fevereiro de 2002, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. e) Parecer CNE/CES nº 1.301 de 6 de novembro de 2001, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Ciências Biológicas. f) Resolução CNE/CES nº 7 de 11 de março de 2002, que estabelece as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de Ciências Biológicas. g) Lei nº 6.684 de 3 de setembro de 1979, que regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá outras providências. h) Lei nº 7.017 de 30 de agosto de 1982, que dispõe sobre o desmembramento dos Conselhos Federal e Regionais de Biomedicina e de Biologia. i) Decreto nº 88.438 de 28 de junho de 1983, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biólogo, de acordo com a Lei nº 6.684, de 3 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.017, de 30 de agosto de 1982. j) Resolução CNE nº 1 de 17 de junho de 2004, que instituiu as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. k) Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000. l) Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. 17 m) Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. 5. PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS O perfil dos formandos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí se enquadra nas recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Ciências Biológicas. Almeja-se que o licenciado em Ciências Biológicas seja um biólogo: a) generalista, crítico, ético e cidadão com espírito de solidariedade; b) detentor de adequada fundamentação teórica, como base para uma ação docente competente, que inclua o conhecimento da diversidade dos seres vivos, bem como sua organização e funcionamento em diferentes níveis, relações filogenéticas e evolutivas, respectivas distribuições e relações com o meio em que vivem; c) consciente da necessidade de atuar com qualidade e responsabilidade em prol da conservação e manejo da biodiversidade, políticas de saúde, meio ambiente, biotecnologia, bioprospecção, biossegurança, na gestão ambiental, tanto nos aspectos técnicos-científicos, quanto na formulação de políticas; d) comprometido com os resultados de sua atuação, enquanto licenciado, pautando sua conduta profissional por critérios humanísticos, compromissado com a cidadania e rigor científico, bem como atuante com base em referenciais éticos legais; e) consciente de sua responsabilidade como educador, nos vários contextos de sua atuação profissional; f) apto a atuar multi e interdisciplinarmente, adaptável à dinâmica do mercado de trabalho e às situações de mudança contínua do mesmo; g) e por fim, preparado para desenvolver ideias inovadoras e ações estratégicas, capazes de ampliar e aperfeiçoar sua área de atuação. 6. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS De acordo com a Resolução CNE/CES nº 7, de 2002, que trata das Diretrizes Curriculares para os cursos de Ciências Biológicas, o campo de atuação dos formandos é diversificado, amplo, emergente, crescente e em contínua transformação. O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí oferece subsídios teóricopráticos para a compreensão e aprendizagem de conteúdos diversificados, de modo que 18 permitirá ao formando o desenvolvimento de habilidades e competências para a atuação no ensino fundamental (Ciências) e médio (Biologia), o que se relaciona diretamente com a demanda regional apresentada anteriormente. Em adição, a formação pedagógica oferecida pelo curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí, além de suas especificidades, proporcionará aos formandos uma visão geral da educação e dos processos formativos dos educandos, assim como enfatizará a instrumentação para o ensino de Ciências ao nível fundamental e para o ensino da Biologia, em nível médio. Assim, o licenciado em Ciências Biológicas estará apto a atuar, principalmente, nas áreas da: docência de Ciências e Biologia no ensino fundamental e médio, incluindo a educação de jovens e adultos, docência relativa ao ensino formal, informal e em modalidades de ensino à distância. Aliado ao desenvolvimento dessas habilidades e competências, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí capacitará os seus formandos a: a) pautar-se por princípios da ética democrática, responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade; b) reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na bibliografia de referência; c) atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas, comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos adequados para ampliar a difusão do conhecimento; d) portar-se como educador consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive na perspectiva sócio-ambiental; e) utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento da pesquisa e sobre a legislação e políticas públicas referentes à área; f) entender o processo histórico de produção do conhecimento das Ciências Biológicas referente a conceitos, princípios e teorias; g) estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade; h) aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e execução de processos e técnicas, visando o desenvolvimento de projetos em diferentes contextos; 19 i) utilizar os conhecimentos das Ciências Biológicas para compreender e transformar o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a legislação pertinente; j) desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação profissional, preparando-se para a inserção no mercado de trabalho em contínua transformação; k) orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas autóctones e à biodiversidade; l) atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes especialidades e diversos profissionais, de modo a se preparar para uma contínua mudança no mundo produtivo; m) avaliar o impacto potencial ou real de novos conhecimentos, tecnologias ou serviços e produtos resultantes da atividade profissional, considerando os aspectos éticos, sociais e epistemológicos; n) e por fim, comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional. 7. ESTRUTURA DO CURSO O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí, obedece a todas as recomendações da Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002, que institui a duração e a carga horária dos cursos de formação de professores da Educação Básica em nível superior, e da Lei nº 12.014, de 6 de agosto de 2009, que discrimina as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da educação. O curso destina uma carga horária de 1.938 horas-aula de 50 min para os conteúdos curriculares de natureza científicocultural (conteúdos básicos da formação); 480 horas-aula de 50 min para o estágio curricular supervisionado (240 horas-aula no ensino fundamental e 240 horas-aula no ensino médio); 491 horas-aula para o desenvolvimento de prática como componente curricular, 240 horas-aula para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais (complementares) e 240 horas-aulas para o Trabalho de Curso (TC). No total, a matriz curricular do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí apresenta carga horária de 3389 horas-aulas o que equivale a 2824 horas-relógio de 60 min, obedecendo, assim a Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002. 20 A seguir é apresentado o organograma simplificado do curso e posteriormente são detalhados todos os componentes que compõem a estrutura curricular do mesmo. Estágio supervisionado (438h) Atividades complementares (219h) Prática como componente curricular (438h) Conteúdos básicos (1.938h) TTC (87h) Biologia Celular, Molecular e Evolução Fundamentos das Ciências Exatas Fundamentos Filosóficos e Sociais OPP I OPP IV OPP II OPP V OPP III OPP VI Diversidade Biológica OPP VII Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra Integralização do curso (3.120h) Figura 2. Organograma do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí*. (*) A carga horária totalizada neste organograma está representada em número de horas-aulas de 55 minutos, o que equivale a 2.860 horas-relógio de 60 min. 7.1. Conteúdos curriculares de natureza científico-cultural (conteúdos básicos) O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí tem a característica de articular disciplinas de várias áreas do conhecimento. Conforme previsto no parecer do CNE nº 1.301 de 2001, os conteúdos básicos a serem desenvolvidos deverão englobar conhecimentos biológicos e das áreas das ciências exatas, da terra e humanas, tendo a evolução como eixo integrador. Assim, são considerados no curso os seguintes eixos temáticos, com seus respectivos objetivos: 21 Biologia Celular, Molecular e Evolução: tem por objetivo permitir uma visão ampla da organização e interações biológicas, construída a partir do estudo da estrutura molecular e celular, função e mecanismos fisiológicos da regulação em modelos eucariontes, procariontes e de partículas virais, fundamentados pela informação bioquímica, biofísica, genética e imunológica. Além disso, busca-se facilitar a compreensão dos mecanismos de transmissão da informação genética, em nível molecular, celular e evolutivo. Diversidade Biológica: tem por objetivo promover o conhecimento da classificação, filogenia, organização, etologia, fisiologia e estratégias adaptativas morfo-funcionais dos seres vivos. Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra: busca-se estudar as relações entre os seres vivos e destes com o ambiente ao longo do tempo geológico. Além disso, tem por objetivo oportunizar a construção de conhecimento acerca da dinâmica das populações, comunidades e ecossistemas, da conservação e manejo da fauna e flora e da relação saúde, educação e ambiente. Fundamentos das Ciências Exatas: tem por objetivo central trazer os fundamentos das ciências exatas, essenciais para o entendimento dos processos e padrões biológicos. Fundamentos Filosóficos e Sociais: contemplam o aspecto reflexivo e as discussões dos aspectos éticos e legais relacionados ao exercício profissional do docente. Busca-se contribuir para a aquisição de conhecimentos básicos nas áreas filosóficas e sociais, os quais podem dar suporte à atuação do profissional na sociedade, com a consciência de seu papel na formação de cidadãos. Vale ressaltar que, além dos conteúdos básicos para a formação de professores biólogos, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí, em consonância com o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, inclui em sua matriz curricular a disciplina de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Ademais, salienta-se que o curso, em obediência à Resolução CNE nº 1, de 17 de junho de 2004, prevê o desenvolvimento/abordagem da Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento 22 de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes, nos termos explicitados no Parecer CNE/CP nº 3, de 10 de março de 2004. Nesse sentido, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí está organizado de modo a permitir a formação de professores cidadãos críticos e qualificados para a profissão docente, bem como para contribuir para que princípios constitucionais de igualdade sejam viabilizados, mediante ações em que a escola possa trabalhar com questões da diversidade cultural. No que tange especificamente à abordagem da Educação das Relações Étnico-Raciais, o curso está estruturado de modo a enfatizar essa questão durante as atividades previstas em algumas de suas disciplinas (ver ementário a seguir) e nas Oficinas de Prática Pedagógicas (OPP´s) IV e V – destinadas à “prática como componente curricular” (408 horas) (ver detalhes no item 7.3, “Prática com componente curricular”). No que se refere à Política de Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002), o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí oferece uma integração da Educação Ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Assuntos teóricos e mais específicos são tratados na disciplina de “Educação Ambiental” e temas voltados também ao meio ambiente, à consciência ambiental, sustentabilidade, preservação e conservação do patrimônio natural são oferecidos em unidades curriculares variadas (por exemplo, Saúde & Meio Ambiente, Manejo e Conservação da Biodiversidade, Ecologia de Populações e Comunidades e Ecologia Geral), bem como na OPP VII. Vale salientar que os conteúdos específicos de cada unidade curricular serão cumpridos conforme cargas horárias especificadas na matriz curricular do curso (Tabela 1), mediante planos de ensino elaborados de acordo com as especificações do Art. 35 do Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano. Tabela 1. Organização curricular do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal Goiano - Câmpus Urutaí. SEMESTRE 1 DISCIPLINA Biologia Celular Biologia das Criptógamas Metodologia Científica Química Geral Matemática Aplicada às Ciências Biológicas Fundamentos da Física Fundamentos Filosóficos da Educação Carga Nº de Duração do Créditos horária aulas módulo aula correspondentes total semanal (min) 3 55 min 51 h 3 2 55 min 34 h 2 2 55 min 34 h 2 3 55 min 51 h 3 4 55 min 68 h 4 2 55 min 34 h 2 3 55 min 51 h 3 23 OPP I Subtotal 2 3 4 5 6 7 8 Morfologia Vegetal Zoologia dos Invertebrados I (Zoo I) Biofísica Bioestatística Fundamentos Sócio-Históricos da Educação Disciplina optativa I Ecologia Geral Sub-Total Zoologia dos Invertebrados II (Zoo II) Sistemática Vegetal OPP II Bioquímica LIBRAS Políticas Públicas na Educação Brasileira Sub-Total Histologia Embriologia Zoologia dos Vertebrados (Zoo III) OPP III Didática Psicologia do Desenvolvimento Disciplina optativa II Sub-Total Anatomia Comparada de Vertebrados Fisiologia Vegetal Microbiologia Geral Genética OPP IV Psicologia da Aprendizagem Metodologia do Ensino em Ciências Sub-Total Ecologia de Populações e Comunidades Geologia e Paleontologia Fisiologia Animal Comparada Biologia Molecular OPP V Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental Sub-Total Evolução OPP VI Metodologia do Ensino em Biologia Parasitologia Humana Seminário de Pesquisa I Estágio Supervisionado do Ensino Médio Sub-Total Educação Ambiental Manejo e Conservação da Biodiversidade OPP VII 17 h 340 h 68 h 68 h 34 h 34 h 34 h 34 h 34 h 306 h 68 h 51 h 51 h 68 h 34 h 34 h 306 h 34 h 34 h 68 h 68 h 51 h 51 h 34 h 340 h 51 h 51 h 51 h 51 h 68 h 34 h 34 h 340 h 34 h 34 h 51 h 34 h 68 h 1 4 4 2 2 2 2 2 4 3 3 4 2 2 2 2 4 4 3 3 2 3 3 3 3 4 2 2 2 2 3 2 4 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 1 4 4 2 2 2 2 2 4 3 3 4 2 2 2 2 4 4 3 3 2 3 3 3 3 4 2 2 2 2 3 2 4 219 h - - - 440 h 51 h 83 h 34 h 34 h 34 h 219 h 455 h 34 h 34 h 83 h 3 4 2 2 2 2 2 4 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 55 min 3 4 2 2 2 2 2 4 24 Imunologia Básica Saúde & Meio Ambiente Seminário de Pesquisa II Disciplina Optativa III Subtotal Prática como componente curricular (OPP I a OPP VII) Estágio Supervisionado Atividades Complementares Conteúdos curriculares de natureza científico-cultural Trabalho de Curso (TC) Total 3 55 min 51 h 3 1 55 min 17 h 1 2 55 min 34 h 2 2 55 min 34 h 2 287 h Carga horária em horaCarga horária em horaaulde 55 min relógio de 60 min 438 h 401,5 h 438 h 401,5 h 219 h 200,75 h 1938 h 1776,5 h 87 h 79,75 h 2860 h 3120 h Na tabela 2 pode ser observada a relação das unidades curriculares optativas a serem ofertadas ao longo do curso (ver detalhes no item “7.1.2. Estratégia de flexibilização curricular”). Tabela 2. Disciplinas optativas oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Disciplinas Curso de oferta Química Orgânica Microbiologia agrícola Entomologia geral Anatomia e fisiologia animal Propagação de plantas Agroecologia Gestão de Recursos Hídricos Qualidade do ar Microbiologia ambiental Toxicologia ambiental Biotecnologia ambiental Gestão integrada de resíduos Saneamento ambiental: tratamento de água Saneamento ambiental: tratamento de efluentes Avaliação de impacto ambiental Gestão de Unidades de Conservação Adolescência – conflitos e soluções Uso/abuso de álcool e outras drogas Uso de jogos didáticos no ensino de Biologia Sexualidade e adolescência Redação científica Tópicos especiais em Imunologia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Tecnologia em Gestão Ambiental Tecnologia em Gestão Ambiental Tecnologia em Gestão Ambiental Tecnologia em Gestão Ambiental Tecnologia em Gestão Ambiental Tecnologia em Gestão Ambiental Período de oferta 2º 3º 4º 5º 6º 7º 2º 2º 2º 2º 3º 4º Tecnologia em Gestão Ambiental 4º 51h Tecnologia em Gestão Ambiental 5º 51h Tecnologia em Gestão Ambiental 5º 51h Tecnologia em Gestão Ambiental 6º 34h Ciências Biológicas - 34h Ciências Biológicas Ciências Biológicas Ciências Biológicas Ciências Biológicas Ciências Biológicas - Carga horária 60h 60h 60h 40h 40h 40h 68h 34h 68h 34h 34h 51h 34h 34h 34 h 34 h 34 h 25 Tópicos especiais em Parasitologia Biomédica Doenças negligenciadas Comportamento animal - Ciências Biológicas 34 h 34 h 34 h - Ciências Biológicas Ciências Biológicas A seguir são apresentados os programas de todas as unidades curriculares que compõem a matriz curricular do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí. 7.2. Programa completo das unidades curriculares que compõem a matriz do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas 7.2.1. Unidades curriculares do 1º semestre Unidade curricular Biologia Celular Carga horária total 51h Teórica Prática 34h 17h Nº de aulas por semana 3 Ementa Introdução à Biologia Celular. Técnicas para o estudo da Biologia Celular. Bases macromoleculares da constituição celular. As mitocôndrias e os processos de transformação e armazenamento de energia. Membranas plasmáticas e processos correlacionados. Elementos do citoesqueleto e movimentos celulares. Núcleo celular. Ciclo celular e divisões celulares. Organelas relacionadas à síntese de biomoléculas. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Cooper GM. A célula: uma abordagem molecular. Porto Alegre: Atmed, 2007. Junqueira, LCU. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Robertis, EDP. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Alberts, B et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 2006. Cooper GM, Hausman RE. A célula: uma abordagem molecular: 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Norman RI, Lodwick D. Biologia celular. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Bibliografia complementar Junqueira, LCU. Biologia celular e molecular. Biologia celular e molecular. Rio de 26 Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Berkaloff, A. et al. Biologia e fisiologia celular. São Paulo: Edgard Blucher, 1975. Swanson CP. A célula. São Paulo: Edgar Blucher, 1988. Castro, NHC. Biologia: célula, estrutura e funcionamento e embriologia. São Paulo: Scipione, 1989. Mcelroy WD. Fisiologia e bioquímica da célula. São Paulo: Edgard Blucher, 1988. Sherwood L. Fisiologia humana: das células aos sistemas. 7 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 27 Unidade curricular Biologia das Criptógamas Carga horária total 34h Teórica Prática 24h 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Sistemas de Classificação. Nomenclatura botânica. Morfologia, Sistemática e Ciclos de vida das Algas, Briófitas e Pteridófitas. Coleta e conservação de material biológico. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Judd WS, Campbell CS, Kellog EA, Stevens PF, Donoghue MJ. Sistemática vegetal – um enfque filogenético. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Margulis L, Schwartz KV. Os Cinco Reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Raven PH, Evert RF, Eichhorn SE. Biologia Vegetal. 7°ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia complementar Ferri MG. Botânica: morfologia interna das plantas. 9 Ed. São Paulo: Nobel, 1984. Nultsch W. Botânica geral. 10 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Cutter EG. Anatomia vegetal: Parte 1: células e tecidos. São Paulo: Roca, 1986. Taiz L, Zeiger E. Fisiologia vegetal. 4 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Kerbauy, GB. Fisiologia vegetal. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 28 Unidade curricular Metodologia Científica Carga horária total 34h Teórica Prática 34h - Nº de aulas por semana 2 Ementa Conceito de método científico no transcorrer da história, como forma de aproximação do conhecimento da realidade e a produção de conhecimento. Metodologias e técnicas de pesquisa. Etapas e processos de pesquisa. Elaboração de projetos de pesquisa. Normas acadêmicas. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Malheiros BT. Metodologia da pesquisa em educação. 1 Ed. Rio de Janeiro: LTC: Editora, 2011. Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de metodologia científica. 7 Ed. São Paulo: Altas, 2010. Martins Junior J. Como escrever trabalhos de conclusão de curso. Petrópolis: Vozes, 2008. Bastos LR et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 5. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2000. Marconi MA, Lakato EM. Técnica de Pesquisa: Planejamento e Execução de Pequisa, Amostragens e Técnicas de Pesquisas, Elaboração, Análise e Interpretação de Dados. São Paulo: Atlas, 2007. Bibliografia complementar El-Guindy MM. Metodologia e Ética na pesquisa científica. 1 Ed. São Paulo: Santos, 2004. Marconi MA. Metodologia do trabalho científico. 6 Ed. São Paulo: Atlas, 2001. Salomon DV. Como fazer uma monografia. 12 Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 Ed. São Paulo: Atlas, 2007. Sassi LM, Cervantes O. Manual prático para desenvolvimento de projetos de pesquisa e teses. 1 Ed. São Paulo: Santos, 2011. Santos JA, Parra-Filho D. Metodologia científica. São Paulo: Cegage Leaming, 2012. Köche JC. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 28. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2009. Andrade MM. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 29 Moreira H, Callefe LG. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 30 Unidade curricular Química Geral Carga horária total 51h Teórica Prática 34h 17h Nº de aulas por semana 3 Ementa Propriedades Gerais da Matéria; Estrutura Atômica; Periodicidade Química; Ligações Químicas; Funções Inorgânicas; Cálculos Químicos – composição centesimal, mol e massa molar; Soluções: unidades de concentração e diluição de soluções; Equilíbrio Químico: princípio de Le Chatelier, pH e pOH. Noções básicas de segurança em laboratório; Manuseio de aparelhos, vidrarias e reagentes. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução” e “Fundamentos das Ciências Exatas”. Bibliografia básica Maia DJ, Bianchi JCA. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Russel JB. Química geral. 2 Ed. São Paulo: Makron Books, 1994. Máximo LNC. Práticas de química geral. Urutaí: Editora Pires do Rio, 2012. Atkins P, Jones L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006. Brady JE, Russel JW, Holum JR. Química: A Matéria e suas Transformações. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. Bibliografia complementar Brady JE, Humiston GE. Química geral. 2 Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. Kotz JC. Química geral e reações químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Atkins P, Jones L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2012. Skoog WH. Fundamentos da Química Analítica. São Paulo: Thomson Learning, 2005. Baird C. Química Ambiental. 2 Ed., Porto Alegre: Bookman, 2002. 31 Unidade curricular Matemática Aplicada às Ciências Biológicas Carga horária total 68h Teórica Prática 68h - Nº de aulas por semana 4 Ementa Elementos de Matemática Básica: Potenciação, Radiciação e Fatoração. Resolução de equações. Grandezas diretamente e inversamente proporcionais e regra de três simples e composta. Conceitos básicos do cálculo elementar: funções, estudo gráfico e aplicação. Fundamentos de derivadas e aplicação. Fundamentos de integral e aplicações. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos das Ciências Exatas”. Bibliografia básica Guidorizzi HL. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2011. Demana FD et al. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2009. Larson R. Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2003. Ávila G. Cálculo das funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2004. Bibliografia complementar Ávila G. Cálculo I: funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 1994. Lima EL. Análise real: funções de uma variável. Rio de Janeiro: IMPA, 2009. Hoffmann LD. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1990. Thomas GB. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2009. Muenm MA, Foulis DJ. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. Puga LZ, Tárcia JHM, Paz AP. Cálculo numérico. São Paulo: LCTE, 2011. Stewart J. Cálculo 1. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 32 Unidade curricular Fundamentos da Física Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Cinemática. Dinâmica. Conservação de energia e da quantidade de movimento linear. Hidrostática. Termologia e termodinâmica. Eletrostática. Eletrodinâmica. Magnetismo e eletromagnetismo. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos das Ciências Exatas” e “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Halliday D, Resnick R, Walker J. Fundamentos de física: eletromagnetismo. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1996. Halliday D, Resnick R, Walker J. Fundamentos de física: gravitação, ondas e termodinâmica. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2006. Mckelvey JP, Grotch H. Física. São Paulo: Harbra, 1999. Bibliografia complementar Halliday D, Resnick R, Walter J. Fundamentos da Física: eletromagnetismo. 8 Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Halliday D, Resnick R, Walter J, Biasi RS. Fundamentos de Física: ótica e física moderna. 8 Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Halliday, D., Resnick, R., Walker, J. Fundamentos de física: mecânica. 4 Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1996. Halliday D, Resnick R, Walker J. Fundamentos de física: mecânica. 7 Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2006. Halliday D, Resnick R, Walker J. Fundamentos de física: ótica e física moderna. 4 Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. Heries CE et al. Problemas experimentais em física. 4 Ed. Campinas: Unicamp, 1993. 33 Unidade curricular Fundamentos Filosóficos da Educação Carga horária total 51h Teórica 51h Prática - Nº de aulas por semana 3 Ementa Natureza e sentido da filosofia. Polis nascimento da filosofia e Paidéia. Razão e educação na Idade Média. Razão e Educação na Idade Moderna. Filosofia e educação. Educação, cultura e formação. Análise filosófica do cotidiano pedagógico brasileiro. Problemas, impasses e perspectivas de uma Filosofia de Educação Brasileira para o século XXI. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Oliveira IA. Filosofia da educação: reflexões e debates. Petrópolis: Vozes, 2011. Aranha MLA. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 2006. Morin E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Brasília: UNESCO, 2011. Bibliografia complementar Aranha MLA. Filosofando: introdução à filosofia. 4 Ed. São Paulo: Moderna, 2009. Aranha MLA. Filosofando: introdução à filosofia. 2 Ed. São Paulo: Moderna, 1993. Chaui M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2002. Japissú H. Dicionário básico de filosofia. 4 Ed. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2006. Coêlho IM. Educação, cultura e formação: o olhar da filosofia. Goiânia: PUC, 2009. Saviani D. Escola e democracia. Campinas: Mercado de Letras, 1994. Luckesi CC. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. 34 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas I (OPP I) Carga horária total 17h Teórica - Prática 17h Nº de aulas por semana 1 Ementa Caracterização das Oficinas de Práticas Pedagógicas (OPPs). “Prática como componente curricular”, no contexto da resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. Atividades práticas ligadas ao ensino de Biologia Celular (Ex.: construção de material didático, avaliação e análise de material bibliográfico (livros, apostilas, cartilhas, jornais, revistas, etc.); avaliação de material didático comumente utilizado no ensino de Biologia Celular, etc.). Bibliografia básica Junqueira, LCU. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Cooper GM. A célula: uma abordagem molecular. Porto Alegre: Atmed, 2007. Robertis, EDP. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Antunes C. Como desenvolver conteúdos explorando as inteligências múltiplas. Petrópolis: Vozes, 2001. Bibliografia complementar Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2002. Marandino M. Ensino de Biologia: história e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Delizoicov D, Angotti JA, Pernambuco MM. Ensino de Biologia: ória e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Mizukami MGN, Reali AMMR. Formação de professores: práticas pedagógicas e escola. São Carlos: EdUFSCar, 2002. Piletti C. Didática geral. São Paulo: Ática, 2010. 35 7.2.2. Unidades curriculares do 2º semestre Unidade curricular Morfologia vegetal Carga horária total 68h Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática 17h 4 Ementa Célula vegetal. Tecidos vegetais. Anatomia da raiz, do caule e da folha das Angiospermas. Morfologia externa da raiz, caule, folha, flor e da semente das Angiospermas. Polinização e fecundação. Dispersão de frutos e sementes. Técnicas de microscopia vegetal. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Apezzato-da-Glória B, Carmello-Guerreiro SM. Anatomia vegetal. Viçosa: UFV, 2006. Cutler DF, Botha T, Stevenson D.W. Anatomia vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. Esau K. Anatomia de plantas com sementes. São Paulo: Blucher, 1974. Ferri MG. Botânica: morfologia interna das plantas (anatomia). São Paulo: Ed. Nobel, 1984. Raven PH, Evert RF, Eichhorn SE. Biologia vegetal. 7 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Gonçalves EG, Lorenzi H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. 2 Ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2011. Bibliografia complementar Ferri MG. Botânica: morfologia externa de plantas. São Paulo: Ed. Nobel, 1983. Willelm N. Botânica geral. 10 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Cutter EG. Anatomia vegetal – parte II – órgãos. 1 Ed. São Paulo: Editora Roca, 2002. Cutter EG. Anatomia vegetal – parte I – células e tecidos. 1 Ed. São Paulo: Editora Roca, 2002. Judd S et al. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. Porto Alegre: Artmed, 2009. 36 Unidade curricular Zoologia dos Invertebrados I (Zoo I) Carga horária total 68h Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática 17h 4 Ementa Morfologia, modos de vida, distribuição, reprodução, classificação e evolução dos grupos de invertebrados: Porifera, Cnidaria, Platyhelminthes, Nematoda e Mollusca. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Ruppert EE, Fox RS, Barnes RD. Zoologia dos invertebrados. São Paulo: Roca, 2005. Moore J. Uma introdução aos invertebrados. São Paulo: Santos, 2011. Brusca RC, Brusca GJ. Invertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia complementar Neves DP. Parasitologia Humana. 10 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Hickman CP, Roberts LS, Larson A. Princípios integrados de zoologia. 11 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Rey L, Abreu AF. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Wilson R. A. Introdução à parasitologia. São Paulo: EPU, 1980. Odum EP, Barrett GW. Fundamentos de Ecologia. 5 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 37 Unidade curricular Biofísica Carga horária total 34h Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Tópicos de Oscilações, Ondas e Ótica aplicados a sistemas biológicos. O efeito Doppler-fizeau e o diagnóstico por imagens (exame ecodoppler). O conceito de impedância acústica e o sistema auditivo. O raio X como instrumento de diagnóstico clínico. Microscópios acústicos, óticos e eletrônicos. Interação da luz com a matéria. Fisiologia da visão. Tópicos de Física Térmica e Biofísica ambiental. Calorimetria animal. Pressão parcial de gases e difusão no sistema respiratório. Pressão em fluidos na descrição da medida da pressão cardíaca. Alavancas na compreensão da biomecânica do sistema esquelético muscular. Tópicos especiais de Eletricidade, Física Moderna e de Partículas aplicados a sistemas biológicos. Diferença de potencial na membrana celular. Eletrocardiograma e eletroencefalograma. Radiobiologia, com ênfase em atomística, física nuclear e radiações. A radioterapia, o radiodiagnóstico e a medicina nuclear. Estática e dinâmica dos fluidos aplicados ao sistema circulatório e respiratório humano. O conceito de pressão osmótica e o funcionamento do rim e da troca de fluidos através das membranas. Equação de Bernoulli e a transição do regime laminar para o turbulento para entender os sons pulmonares e cardíacos. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução” e “Fundamentos das Ciências Exatas”. Bibliografia básica Mourão Júnior CA, Abramov DM. Biofísica essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Mourão Júnior CA, Abramov DM. Curso de biofísica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Compri-Nardy, Mariane B. Práticas de laboratório de bioquímica e biofísica: uma visão integrada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Bibliografia complementar Sherwood L. Fisiologia humana: das células aos sistemas. Tradução de All Tasks. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Hill RW, Wyse GA, Anderson M. Fisiologia animal. 2 Ed. Porto Alegre (RS): Artmed, 2012. Nelson P. Física biológica: energia, informação, vida. Tradução de Antonio Francisco 38 Dieb Paulo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Okuno E, Caldas IL, Chow C. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo: Harbra, 1982. 39 Unidade curricular Bioestatística Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Conceitos e métodos estatísticos aplicados às Ciências Biológicas: Obtenção de dados (desenho de pesquisa e amostragem); Apresentação de banco de dados (estatística descritiva); Análise paramétrica: testes de hipóteses, intervalo de confiança, valores probabilísticos, teste z, teste t, análise de variância; Análise não paramétrica; Análise de regressão; Interpretação de dados em pesquisa cientifica. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra” e “Fundamentos das Ciências Exatas”. Bibliografia básica Callegari-Jacques SM. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. Vieira S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Moore DS. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Ribeiro Júnior JI. Análise estatística no excel: guia prático. Viçosa: Ed. UFV, 2011. Bibliografia complementar Díaz FR, López FJB. Bioestatística. São Paulo: Cengage Learning, 2007. Pagano M. Princípios de bioestatística. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Fonseca JS. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1996. Pimentel Gomes F. A estatística moderna na pesquisa agropecuária. 3 Ed. Piracicaba: Potafos, 1987. Pimentel Gomes F. Estatística aplicada a experimentos agronômicos e florestais: exposição com exemplos e orientações para uso de aplicativos. Piracicaba: FEALQ, 2002. 40 Unidade curricular Fundamentos Sócio-Históricos da Educação Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Fundamentos sociológicos, históricos e políticos que contextualizam a relação educação-Estado e Sociedade; A educação como processo social; A organização do sistema educacional brasileiro: aspectos formais e não-formais; A educação brasileira na experiência histórica do Ocidente. A ideologia liberal e os princípios da educação pública. A sociedade, cultura e educação no Brasil. Os movimentos educacionais e a luta pelo ensino público no Brasil. A relação entre a esfera pública e a privada no campo da educação e os movimentos da educação popular. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Rodrigues AT. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. Demo P. Introdução à Sociologia: Complexidade, Interdiciplinaridade e Desigualdade Social . 1 Ed. São Paulo: Atlas, 2012. Mafra LA, Tura ML. Sociologia para educadores 2: o debate sociológico da educação no século XX e as perspectivas atuais. Rio de Janeiro, Quartet, 2005. Lima LC. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2003. Hilsdorf MLS. História da educação brasileira: leituras. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Bibliografia complementar Drukheim, E. Educação e sociologia. Lisboa: Ed. 70, 2007. Torres CA. Teoria crítica e sociologia política da educação. São Paulo: Cortez, 2011. Oliveira OS. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 2010. D’Adesky J. Pluralismo ético e multiculturalismo: racismos e anti-racismos no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2009. Gomes CA. A educação em novas perspectivas sociológicas. 1 Ed. XXX: Editora EPU Rodrigues AT. Sociologia da Educação. 6 Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. Foracchi MM, Martins JS. Sociologia e Sociedade: Leituras de Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Johnson AG. Dicionário de Sociologia: Guia Prático da Linguagem Sociológica. Rio de 41 Janeiro: Jorge Zahar, 1997. Martins CB. O Que é Sociologia. 27 Ed. São Paulo: Brasiliense, 1991. Meksenas P. Aprendendo Sociologia: a paixão de conhecer a vida. 9 Ed. São Paulo: Edições Loyola, 2005. 42 Unidade curricular Ecologia Geral Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Fundamentos da Ecologia: história e conceituação inicial. Ecossistemas. Energia nos sistemas ecológicos. Ciclos biogeoquímicos aplicados às questões ambientais. Fatores limitantes e regulatórios aplicados à ecologia. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra”. Bibliografia básica Odum EP, Barrett GW. Fundamentos de ecologia. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Ricklefs RE. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Dajoz R. Princípios de Ecologia. 7ª edição. Porto Alegre: Artmed, 2005. Aguiar LMS. Cerrado: Ecologia e Caracterização, Editora Embrapa, 2004. 249p. Begon M, Townsend CR, Harper JL. Ecologia – de indivíduos a ecossistemas. 4 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia complementar Cain ML, Bowman WD, Hacker SD. Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. Silva OF. Direito Ambiental e Ecologia: Aspectos Filosóficos Contemporâneos. Barueri: Manole, 2003. Waldman M. Ecologia e lutas sociais no Brasil. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1994. Cain ML, Bowman WD, Hacker SD. Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. Callenbach E. Ecologia: um guia de bolso. São Paulo: Peirópolis, 2001. Goodland RJA, Ferri MG. Ecologia do Cerrado. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1979. 43 7.2.3. Unidades curriculares do 3º semestre Unidade curricular Zoologia dos Invertebrados II (Zoo II) Carga horária total 68h Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática 17h 4 Ementa Morfologia, modos de vida, distribuição, reprodução, classificação e evolução dos seguintes grupos de invertebrados: Echinodermata, Annelida, Arthropoda (Crustacea, Hexapoda e Cheliceriformes) e Hemichordata. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Ruppert EE, Fox RS, Barnes RD. Zoologia dos invertebrados. São Paulo: Roca, 2005. Moore J. Uma introdução aos invertebrados. São Paulo: Santos, 2011. Brusca RC, Brusca GJ. Invertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia complementar Almeida LM. Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. Ribeirão Preto: Holos, 1998. Edwards PJ, Wratten SD. Ecologia das interações entre insetos e plantas. São Paulo: EPU, 1981. Neves DP. Parasitologia Humana. 10 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Gallo D, Nakano O, Silveira Neto S. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. Lara FM, Princípios de entomologia. 3 Ed. São Paulo: Ícone, 1992. Universidade Federal de Lavras. Como coletar, conservar e transportar insetos. Lavras: UFLA, 1998. 44 Unidade curricular Sistemática Vegetal Carga horária total 51h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Sistemas de Classificação dos vegetais. Nomenclatura botânica. Morfologia, Ciclo de Vida e Sistemática das Gimnospermas e Angiospermas. Técnicas de campo e de herbário. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Raven PH, Evert RF, Eichhorn SE. Biologia Vegetal. 7°ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Judd WS, Campbell CS, Kellog EA, Stevens PF, Donoghue MJ. Sistemática vegetal – um enfque filogenético. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Souza VC, Lorenzi H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. Bibliografia complementar Schultz A. Introdução à botânica sistemática. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1991. Schultz A. Introdução à botânica sistemática. 6 Ed. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1990. Ministério do Meio Ambiente. Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro. Brasília: MMA, 2011. Carvalho PER. Espécies arbóreas brasileiras. Vol 1. Brasília: Embrapa, 2003. Carvalho PER. Espécies arbóreas brasileiras. Vol 2. Brasília: Embrapa, 2006. Ferri MG. Botânica: morfologia externa das plantas. São Paulo: Nobel, 1983. 45 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas II (OPP II) Carga horária total 51h Teórica - Nº de aulas por semana Prática 51h 3 Ementa Atividades práticas ligadas ao ensino das seguintes áreas: Biologia das criptógamas, Morfologia vegetal, Zoologia dos invertebrados I e Ecologia geral (Ex.: construção de material didático, avaliação e análise de material bibliográfico – livros, apostilas, cartilhas, jornais, revistas, etc. –; avaliação de material didático comumente utilizado no ensino das disciplinas citadas anteriormente; proposição de estratégias didático-pedagógicas inovadoras, etc.). Bibliografia básica Moore J. Uma introdução aos invertebrados. São Paulo: Santos, 2011. Odum EP, Barrett GW. Fundamentos de ecologia. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Ricklefs RE. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010 Gonçalves EG, Lorenzi H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. 2 Ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2011. Raven PH, Evert RF, Eichhorn SE. Biologia vegetal. 7 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia complementar Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2002. Marandino M. Ensino de Biologia: história e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Delizoicov D, Angotti JA, Pernambuco MM. Ensino de Biologia: ória e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Mizukami MGN, Reali AMMR. Formação de professores: práticas pedagógicas e escola. São Carlos: EdUFSCar, 2002. Piletti C. Didática geral. São Paulo: Ática, 2010. 46 Unidade curricular Bioquímica Carga horária total 68h Teórica 51h Prática 17h Nº de aulas por semana 4 Ementa Propriedades da água e equilíbrio ácido-base em meio aquoso. Carboidratos. Lipídios. Proteínas. Ácidos nucléicos. Princípios de bioenergética. Metabolismo de Carboidratos: Respiração Celular e Fotossíntese. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Berg JM, Tymoczko JL, Stryer L. Bioquímica. 6 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Campbell MK, Farrell SO. Bioquímica. 5 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Compri-Nardy M, Stella MB, Oliveira C. Práticas de laboratório de bioquímica e biofísica: uma visão integrada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Marzzoco A, Torres BB. Bioquímica básica. 3 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Nelson DL, Cox MM. Princípios de bioquímica. 5 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. Tymocko JL, Berg JM, Stryer L. Bioquímica: fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Bibliografia complementar Campbell MK. Bioquímica. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Devlin TM. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 4 Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. Riegel RE. Bioquímica. 4 Ed. São Leopoldo: Unisinos, 2006. Universidade Federal De Viçosa. Tutoria em bioquímica: biomoléculas. Viçosa: UFV, 2008. Voet D. Bioquímica. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 47 Unidade curricular Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) Carga horária total 34h Teórica Prática 34h Nº de aulas por semana 2 Ementa Aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). História das comunidades surdas, da cultura e das identidades surdas. Ensino básico da LIBRAS. Políticas linguísticas e educacionais para surdos. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Ferreira L. Por uma gramática: línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010. Skliar C. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 2010. Almeida EC, Duarte PM. Atividades ilustradas em sinais da libras. São Paulo: Revinter, 2004. Bibliografia complementar Goldfeld M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. São Paulo: Plexus, 2002. Capovilla DC, Raphael WS. Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em libras. Vol 1, 2, 3, 4 e 8. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2004. Capovilla DC, Raphael WS. Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em libras. Vol 8. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2004. Kojima CK. Libras: língua brasileira de sinais – a imagem do pensamento. Vol. 1, 2, 3, 4 e 5. São Paulo: Escala, 2008. Capovila CF, Raphael WD, Maurício AC. Novo Deilt-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira. São Paulo: CNPq, 2009. Santana AP. Surdez e linguagem. Aspectos e implicações neurolinguísticas. São Paulo: Plexus, 2007. 48 Unidade curricular Políticas Públicas na Educação Brasileira Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Sociedade, Estado e Educação. A política educacional no contexto das políticas públicas. Perspectivas e tendências contemporâneas das políticas educacionais expressas nas reformas educacionais, na legislação de ensino e nos projetos educacionais. Políticas públicas de educação com ênfase na educação básica. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Freire, P. Política e Educação. 8 Ed. Indaiatuba: Villa das Letras, 2007. Libâneo JC, Oliveira JF, Toschi MS. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10 Ed. São Paulo: Cortez, 2011. Sander B. Políticas públicas e gestão democrática da educação. Brasília: Lider Livro, 2005. Bibliografia complementar D'Araújo MC. LDB: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei nº 9.394,de 20 de dezembro de 1996. 6 Ed. Brasília: Edições Câmara, 2011. Carneiro MA. LDB Fácil: Leitura Crítico-Compreensiva: Artigo a Artigo. 14 Ed. Petrópolis: Vozes, 2007. Carneiro MA. LDB Fácil : Leitura Crítico-Compreensiva: Artigo a Artigo. 18 Ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2011. Beisiegel CR. Política e educação popular. 2 Ed. São Paulo: Ática, 1989. Ministério da Educação e do Desporto. Por uma política de formação de professores para a educação básica. Brasília: Mec, 1994. Ministério da Educação e do Desporto. Ensino médio: construção política. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2003. Gadotti M. História das ideias pedagógicas. São Paulo: Ática, 1994. 49 7.2.4. Unidades curriculares do 4º semestre Unidade curricular Histologia Carga horária total 34 Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Introdução à Histologia. Métodos de estudo utilizados em Histologia. Tecidos epiteliais. Tecidos conjuntivos. Tecido adiposo. Tecidos cartilaginosos. Tecido ósseo. Tecido sangüíneo e hemocitopoese. Tecidos musculares. Tecido nervoso. Pele e anexos. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Cormack DH. Fundamentos de Histologia. 2 Ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan, 2008. Telser AG. Histologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Junqueira LCU. Histologia básica. 11 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Bibliografia complementar Bacha WJ. Atlas colorido de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Roca, 2003. Junqueira LCU. Biologia estrutural dos tecidos: histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Ovalle WK. Netter, bases da histologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Gartner LP. Tratado de histologia em cores. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Van De Graaff KM. Anatomia humana. Barueri: Manole, 2003. Jacob SW. Anatomia e fisiologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 50 Unidade curricular Embriologia Carga horária total 34 Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Introdução ao desenvolvimento humano e ao estudo da embriologia. Gametogênese: ovogênese e espermatogênese. Primeira semana de desenvolvimento. Formação do disco bilaminar: segunda semana. Formação das camadas germinativas e início da diferenciação dos tecidos e órgãos: terceira semana. Período da organogênese: da quarta à oitava semana. Período fetal: da nona semana de desenvolvimento ao nascimento. Placenta e membranas fetais. Malformações e teratogênese. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Dumm CG. Embriologia humana: atlas e texto. Tradução de Antonio Francisco Dieb Paulo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Moore KL, Persaud TVN. Embriologia Básica. 7 Ed. Rio de Janeiro: Elselvier, 2008. Bogart BL. Anatomia e embriologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Moore KL. Persaud TVN, Torchia MG. Embriologia Clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Bibliografia complementar Sadler TW. Embriologia médica. Tradução de Jorge Mamede de Almeida. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Van De Graaff KM. Anatomia humana. Barueri: Manole, 2003. Jacob SW. Anatomia e fisiologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Hib J. Embriologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Almeida JM. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 51 Unidade curricular Zoologia dos Vertebrados (Zoo III) Carga horária total 68h Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática 17h 4 Ementa Morfologia, fisiologia, ecologia e sistemática de protocordados e cordados (peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos). Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Pough FH, Janis CM. A vida dos vertebrados. 4 Ed. São Paulo: Atheneu, 2008. Hickman-Jr CP, Roberts LS, Larson A. Princípios integrados de Zoologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Kardong KV. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. São Paulo: Roca, 2010. Bibliografia complementar Hildebrand M. Análise da estrutura dos vertebrados. 2 Ed. São Paulo: Atheneu, 2006.] Reis NR. Mamíferos do Brasil: guia de identificação. Rio de Janeiro: Technical Books, 2010. Margulis L, Schwartz KV. Cinco reinos – um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. 3 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. Orr RT. Biologia dos vertebrados. São Paulo: Roca, 1986. Ministério do Meio Ambiente. Espécies da fauna ameaçadas de extinção: recomendações para o manejo e políticas públicas. Brasília: MMA, 2010. Ministério do Meio Ambiente. Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção. Brasília: MMA, 2011. 52 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas III (OPP III) Carga horária total 68h Teórica - Prática 68h Nº de aulas por semana 4 Ementa Atividades práticas ligadas à ciência e tecnologia, tais como: mídias e educação, televisão, vídeos, cinema, internet e suas interfaces com o ensino de Ciências e Biologia, ensino e aprendizagem por meio de diferentes meios de comunicação, etc. Bibliografia básica Cardoso FH, Weffort FC, Moisés JÁ. Cinema brasileiro. Rio de Janeiro: Fundo Nacional de Cultura, 2001. Marandino M, Selles SE, Ferreira MS. Ensino de Biologia. História e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Delizoicov D, Angotti JÁ, Pernambuco MM. Ensino de biologia: história e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Bibliografia complementar BEZERRA, Heloisa Dias. Mídia e política. Goiânia: Ed. da UCG, 2007. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Mediatamente: televisão, cultura e educação. Brasília: SEED, 1999. ASTOLFI, Jean-Pierre; DEVELAY, Michel. A didática das ciências. 15. ed. Campinas (SP): Parirus, 1994 BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: [s.n.], 2002. Eddings J. Como funciona a internet. São Paulo: Quark, 1994. Lollini P. Didática e computador: quando e como a informática na escola. São Paulo: Loyola, 1991. 53 Carga horária total Unidade curricular 51h Teórica 34h Didática Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Dimensionamento do conceito de didática e sua construção histórico-cultural. A relação e as contribuições da didática para formação do professor. Elementos da prática pedagógica escolar: escola/sociedade, conteúdo/forma, professor/aluno, ensino/pesquisa, teoria/prática, ensino/aprendizagem. A organização do trabalho docente: planejamento, desenvolvimento e avaliação do processo de ensino e aprendizagem tendo em vista a atuação profissional dos alunos de Licenciatura em Ciências Biológicas. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Pimenta, SG. Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 2011. Castro AD, Carvalho AMP. Ensinar a ensinar: didática para escola fundamental e média. São Paulo: Cengage Learning, 2001. Veiga IPA, Lopes AO, Castanho ME. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Pipirus, 2011. Piletti C. Didática geral. São Paulo: Ática, 2010. Bibliografia complementar Veiga IPA, Lopes AO. Repensando a didática. Campinas: Papirus, 2011. Brousseau G. Introdução ao estudo das situações didáticas: conteúdos e métodos de ensino. São Paulo: Ática, 2008. Candau VM. A didática em questão. 28 Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. Libâneo JC. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. Lollini P. Didática e computador: quando e como a informática na escola. São Paulo: Loyola, 1991. Candau VM. Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 1988. 54 Unidade curricular Psicologia do Desenvolvimento Carga horária total 51h Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática - 3 Ementa Desenvolvimento psicológico: conceitos, teorias, fatores fundamentais do desenvolvimento nas diferentes fases da vida escolar. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Piagent J. Seis estudos de psicologia. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 2012. Coll C, Marchersi A, Palacios J. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2004. Coll C. Desenvolvimento psicológico e educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades especiais. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. Bibliografia complementar Wallon H. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2010. Davis C, Oliveira Z. Psicologia na Educação. 2 Ed. São Paulo: Cortez, 1994. Ferraz JS. Noções de Psicologia da Criança com Aplicações Educativas. 7 Ed. São Paulo: Saraiva, 1965. Miller GA, Cabral A. Psicologia a Ciência da Vida Mental. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1964. Miranda MG, Resende AC. Escritos de psicologia, educação e cultura. Goiânia: UCG, 2008. Piaget J, Inhelder B. A psicologia da criança. 5 Ed. Rio de Janeiro: Difel, 2011. Dorin L. Psicologia educacional. São Paulo: Ed. Do Brasil, 1978. 55 7.2.5. Unidades curriculares do 5º semestre Unidade curricular Anatomia Comparada de Vertebrados Carga horária total 51h Teórica 34h Prática 17h Nº de aulas por semana 3 Ementa Estudo anátomo-funcional comparado de vertebrados. Estudo descritivo da anatomia com ênfase nos sistemas, esquelético, articular, muscular, respiratório, cardiovascular, digestório, urinário, reprodutor, endócrino e nervoso. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Kardong KV. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5 Ed. São Paulo: Roca, 2010. Hickman CP, Roberts LS, Larson A. Princípios integrados de zoologia. 11 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Hildebrand M. Análise da estrutura dos vertebrados. 2 Ed. São Paulo: Atheneu, 2006. Bibliografia complementar Colville T, Bassert J. Anatomia e fisiologia clínica para medicina veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. Wilke WL, Fails AD. Anatomia e fisiologia dos animais de fazenda. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Done SH, Goody PC, Stickland NC. Atlas colorido de anatomia veterinária: do cão e gato. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. Popesko P, Kfoury Junior JR. Atlas de anatomia topográfica dos animais domésticos. Barueri: Manole, 2012. Putz R, Pabst R. Sabotta, atlas de anatomia humana: quadros de músculos, articulações e nervos. 22 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Putz R, Pabst R. Sabotta, atlas de anatomia humana: troncos, vísceras e extremidade inferior. 22 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. McCraken TO, Kainer, RA, Spurgean TL. Spurgeon atlas colorido de anatomia de grandes animais: fundamentos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 56 Unidade curricular Fisiologia Vegetal Carga horária total 51h Teórica 34h Prática 17h Nº de aulas por semana 3 Ementa Relações hídricas. Mecanismo fotossintético. Respiração. Nutrição mineral. Ciclo do nitrogênio. Transporte de solutos orgânicos. Hormônios vegetais. Crescimento e desenvolvimento vegetal. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Taiz L, Zeiger F. Fisiologia vegetal. 4 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Kerbauy GB. Fisiologia vegetal. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Marenco RA, Lopes NF. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relação hídrica e nutrição mineral. 3 Ed. Viçosa: UFV, 2009. Bibliografia complementar Larcher W. Ecofisiologia vegetal. São Paulo: Rima, 2006. Lemus EEP et al. Hormônios vegetais em plantas superiores. Brasília: Embrapa, 2005. Marcos Filho J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: FEALQ, 2005. Souza Filho APS, Alves SM. Alelopatia: princípios básicos e aspectos gerais. Brasília: Embrapa, 2002. Nelson DL, Cox MM. Princípios de bioquímica. 5 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. Tymocko JL, Berg JM, Stryer L. Bioquímica: fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 57 Unidade curricular Microbiologia Geral Carga horária total 51h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Morfologia, citologia, fisiologia e genética de grupos de interesse microbiológico (protozoários, fungos, bactérias e vírus). Crescimento e controle de microrganismos. Ecologia microbiana. Microrganismos em biotecnologia. Agentes antimicrobianos. Isolamento e caracterização de microrganismos. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Barbosa HR, Torres BB. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2010. Tortora FJ, Funke BR, Case CL. Microbiologia. 10 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. Pelczar Junior MJ et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 Ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1997. Trabulsi LR, Alterthum F. Microbiologia. 5 Ed. São Paulo: Atheneu, 2008. Bibliografia complementar Tortora GJ, Funke BR, Case Cl. Microbiologia. 8 Ed. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas Sul, 2005. Ingraham JL, Ingraham CA. Introdução à microbiologia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Raw I, Santanna AO. Aventuras da microbiologia. São Paulo: [s.n.], 2002. Vermelho AB et al. Práticas de microbiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Romanos MTV, Wigg MD. Introdução à virologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Batista LR. Fungos associados a frutos e grãos do café: Aspergillus penicillium. Brasília: Embrapa, 2003. Romeiro RS. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: Ed. UFV, 2011. Vermelho AB, Bastos MCF, Sá MHB. Bacteriologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Romeiro RS. Métodos em bacteriologia de plantas. Viçosa: Ed. UFV, 2001. Neves DP. Parasitologia Humana. 10 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 58 Unidade curricular Genética Carga horária total 51h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Introdução à Genética. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Mendelismo: os princípios básicos da herança. Extensões do mendelismo. Genes ligados ao sexo em seres humanos. Genética quantitativa: modelos para cor da pele humana e discussão das questões étnico-raciais à luz da genética moderna. Variação no número e estrutura dos cromossomos. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Adkison LR, Broen MD. Genética. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Pirce BA. Genética essencial: conceitos e conexões. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Griffiths AJF et al. Introdução à genética. 9 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Hartl DL, Clark AG. Princípios de genética de populações. 4 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia complementar Lewis R. Genética humana: conceitos e aplicações. Tradução de Paulo Armando Motta. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Pasternak JJ. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Snustad DP, Simmons MJ. Fundamentos de Genética. Tradução de Paulo A. Motta. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Klug WS et al. Conceitos de genética. 9 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Kinghorn B. Melhoramento animal: uso de novas tecnologias. Piracicaba: FEALQ, 2006. 59 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas IV (OPP IV) Carga horária total 68h Teórica - Nº de aulas por semana Prática 68h 4 Ementa Atividades práticas (ex.: relatos de experiência, estudo de casos, criação ou avaliação de estratégias especiais para o ensino de Ciências e Biologia, etc.) ligadas à educação de jovens e adultos, à educação inclusiva e à educação das relações étnico-raciais, incluindo o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes. Bibliografia básica Vóvio CL, Ireland TD. Construção coletiva: contribuições à educação de jovens e adultos. Brasília: UNESCO, 2008. Cabral MA, Lima PAP. Práticas pedagógicas: o ensino e a inclusão de alunos com necessidades especiais. Morrinhos: [s.n.], 2012. Ministério da Educação. Implementação das Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na Educação Profissional e Tecnológica. Brasília: Ed. do MEC, 2008. Bibliografia complementar Ministério da Educação. Programa de integração da educação profissional técnica de nível médio na modalidade de educação de jovens e adultos: PROEJA. Brasília (DF): [s.n.], 2006. Ministério da Educação. Viver, aprender: educação de jovens e adultos. Brasília: MEC, 1998. Mendonça MR. Formação continuada, interdisciplinaridade e inclusão social. Marcelo Rodrigues Mendonça. Catalão: UFGCampus, 2008. Reis EM. Pesquisando o proeja através do ensino de ciências da natureza. Campos dos Goytacazes: Esssentia, 2011. Mantoan TEM, Prieto RG. Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006. Mantoan TEM. Inclusão Escolar: O que é? Por Que? Como Fazer?. 2 Ed. São Paulo: Moderna, 2006. Mittler P. Educação Inclusiva: Contextos Sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003. Santos RE. Diversidade, espaço e relações étnico-racionais: o negro na geografia do Brasil. 2 Ed. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2009. 60 Unidade curricular Psicologia da Aprendizagem Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Aprendizagem humana: conceitos e teorias. Processos e fatores da aprendizagem. Tipos de aprendizagem. Avaliação da aprendizagem. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Campos DMS. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1971. Piagent J. Seis estudos de psicologia. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 2012. Coll C, Marchersi A, Palacios J. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2004. Coll C. Desenvolvimento psicológico e educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades especiais. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. Bibliografia complementar Davis C, Oliveira Z. Psicologia na Educação. 2 Ed. São Paulo: Cortez, 1994. Ferraz JS. Noções de Psicologia da Criança com Aplicações Educativas. 7 Ed. São Paulo: Saraiva, 1965. Miller GA, Cabral A. Psicologia a Ciência da Vida Mental. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1964. Miranda MG, Resende AC. Escritos de psicologia, educação e cultura. Goiânia: UCG, 2008. Piaget J, Inhelder B. A psicologia da criança. 5 Ed. Rio de Janeiro: Difel, 2011. Dorin L. Psicologia educacional. São Paulo: Ed. Do Brasil, 1978. 61 Unidade curricular Metodologia do Ensino de Ciências Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa O ensino de Ciências: história e atualidade. Principais problemas no ensino de Ciências no nível fundamental. Tecnologia e ensino de Ciências. Motivação docente para o ensino de Ciências. Propostas metodológicas atuais para o ensino de Ciências. Principais estudiosos do ensino de Ciências e suas vertentes. Relatos de experiência e estudos de casos voltados ao ensino de Ciências. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Trivelato SF. Ensino de ciências. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Delizoicov D, Angotti JÁ, Pernambuco MM. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011. Carvalho AMP et al. Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Cengage Learning, 2004. Bibliografia complementar Palma PCR. Metáforas e modelos científicos: a linguagem no ensino de ciências. São Paulo: Edições SM, 2009. Henning GJ. Metodologia do Ensino de Ciências. 2 Ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994. Delizoicov D, Angotti JP. Metodologia do ensino de ciências. 2 Ed. São Paulo: Cortez, 1994. Fracalanza H. O ensino de ciências: no primeiro grau. São Paulo: Atual, 1986. Reis EM. Pesquisando o proeja através do ensino de ciências da natureza. Campos dos Goytacazes: Esssentia, 2011. 62 7.2.6. Unidades curriculares do 6º semestre Unidade curricular Ecologia de Populações e Comunidades Carga horária total 34h Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Estrutura de População. Crescimento e regulação das populações. Ciclos e flutuações. Estratégias demográficas. Sistemas sociais. Aspectos da interação entre os organismos que compõem populações e comunidades, crescimento e equilíbrio. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra”. Bibliografia básica Odum EP, Barrett GW. Fundamentos de ecologia. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Ricklefs RE. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Dajoz R. Princípios de Ecologia. 7ª edição. Porto Alegre: Artmed, 2005. Aguiar LMS. Cerrado: Ecologia e Caracterização, Editora Embrapa, 2004. 249p. Begon M, Townsend CR, Harper JL. Ecologia – de indivíduos a ecossistemas. 4 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia complementar Berg EVD. Estrutura e ecologia de comunidade e populações vegetais. Lavras: UFLA/FAEPE, 2000. Cain ML, Bowman WD, Hacker SD. Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. Silva OF. Direito Ambiental e Ecologia: Aspectos Filosóficos Contemporâneos. Barueri: Manole, 2003. Waldman M. Ecologia e lutas sociais no Brasil. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1994. Cain ML, Bowman WD, Hacker SD. Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. Callenbach E. Ecologia: um guia de bolso. São Paulo: Peirópolis, 2001. Goodland RJA, Ferri MG. Ecologia do Cerrado. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1979. 63 Unidade curricular Geologia e Paleontologia Carga horária total 34h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa A origem do Planeta Terra. A composição da Terra. Tectônica de placas. Tipos de rochas e suas relações com a paleontologia. Vulcanismo. Tempo geológico. A vida nas Eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica. Eventos de extinção em massa. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra”. Bibliografia básica Toledo MCM, Taioli F, Teixeira W. Decifrando a Terra. São Paulo: Ed. Nacional, 2009. Leinz V. Geologia física: geologia histórica. Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1975. Bitar OY. Meio Ambiente: Geologia. São Paulo: SENAC, 2004. Bibliografia complementar Place MT. Geologia e geólogos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961. Leinz V. Geologia geral. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1969. Toledo MCM, Taioli F, Teixeira W. Decifrando a Terra. 1 Ed. São Paulo: Ed. Nacional, 2008. Santos HG et al. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa, 2006. Klamt SP, Giasson E. Morfologia do solo: subsídios para caracterização e interpretação de solos a campo. Guaíba: Agrolivros, 2007. Prado H. Solos do Brasil: gênese, morfologia, classificação e levantamento. Piracicaba: Gênesis, 2000. 64 Unidade curricular Fisiologia Animal Comparada Carga horária total 51h Teórica 34h Prática 17h Nº de aulas por semana 3 Ementa Neurofisiologia, Endocrinologia, Osmorregulação e Órgãos Excretores, Fisiologia Digestória e Fisiologia Cardiorrespiratória dos grupos de vertebrados. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução” e “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Hill RW, Wyse GA, Anderson M. Fisiologia animal. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. Moyses CD, Schulte PM. Princípios de fisiologia animal. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Schimidt-Nielsen K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5 Ed. São Paulo: Santos Editora, 2011. Bibliografia complementar Sherwood L. Fisiologia humana: das células aos sistemas. Tradução de All Tasks. 7 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Kardong KV. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5 Ed. São Paulo: Roca, 2010. Berg JM, Tymoczko JL, Stryer L. Bioquímica. 6 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Campbell MK. Bioquímica. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Campbell MK, Farrell SO. Bioquímica. 5 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Nelson DL, Cox MM. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 65 Unidade curricular Biologia Molecular Carga horária total 34h Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Breve histórico da biologia molecular. O dogma central atualizado. Estrutura, propriedades e características de ácidos nucleicos (DNA e RNA). Papel das histonas e empacotamento do DNA eucarótico. Replicação do DNA em procariotos e eucariotos. Amplificação gênica in vitro e in vivo. Reparo e mutagênese. Fluxo da informação genética. Transcrição em procariotos e eucariotos. Mecanismo de processamento do RNAm eucariótico. Código genético. Biossíntese de proteínas. Técnicas básicas de manipulação genética. Problemas atuais e perspectivas da biologia molecular. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Cooper GM, Hausman RE. A célula: uma abordagem molecular. Porto Alegre: Artmed, 2007. Griffiths AJF et al. Introdução à genética. 9 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Pirce BA. Genética essencial: conceitos e conexões. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Junqueira, LCU. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. Robertis, EDP. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Bibliografia complementar Pasternak JJ. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Watson JD. DNA: o segredo da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Turner PC et al. Biologia molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Lewis R. Genética humana: conceitos e aplicações. Tradução de Paulo Armando Motta. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Pasternak JJ. Uma introdução à genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Snustad DP, Simmons MJ. Fundamentos de Genética. Tradução de Paulo A. Motta. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Klug WS et al. Conceitos de genética. 9 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Kinghorn B. Melhoramento animal: uso de novas tecnologias. Piracicaba: FEALQ, 2006. 66 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas V (OPP V) Carga horária total 68h Teórica - Nº de aulas por semana Prática 68h 4 Ementa Atividades práticas que auxiliem os futuros professores a lidarem com situações envolvendo violência escolar, fenômeno “bullying”, uso de drogas e questões étnico-raciais, incluindo situações de preconceito e sexualidade. Bibliografia básica Junqueira RD. Diversidade sexual na educação: problematização sobre a homofobia nas escolas. Brasília: MEC, 2009. Suplicy M et al. Guia de orientação sexual. Diretrizes e metodologia. 4 Ed. São Paulo: Casa do psicológo, 1994. Murad JE. Como enfrentar o abuso de drogas. Belo Horizonte: O lutador, 1994. Paiva V, Barreto V. Violência e educação. São Paulo: Cortez, 1992. Bibliografia complementar Bertoldi OG, Vasconcellos JR. Ciências e socidade. A aventura do corpo, a aventura da vida e aventura da tecnologia. São Paulo: Scipione, 2000. Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação. Papel da educação na ação preventiva ao abuso de drogas e às DST/Aids. São Paulo: FDE, 1996. Vates K. Shattered Innocence. New York: Evergree, 2001. Jolibert B. Sgmund Freud. Recife: Editora Massangana, 2010. Murad JE. Drogas o que é preciso saber. Belo Horizonte: Editora Lê, 1994. Yossef MPB. Sexo e vida. São Paulo: Scipione, 1994. Tiba I. Sexo e adolescência. São Paulo: Ática, 1991. Silva ABB. Bullyng: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. Abramovay M. Codidiano das escolas: entre violências. Brasília: MEC, 2005. Odalia N. O Que é Violência. São Paulo: Brasiliense, 1985. Pedroso RC. Violência e cidadania no Brasil: 500 anos de exclusão. 2 Ed. [S.l.]: Ática, 2003. Schilling F. A Sociedade da Insegurança e a Violência na Escola. 1 Ed. São Paulo: Moderna, 2004. 67 Unidade curricular Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental Bibliografia básica Carga horária total 200h Bianchi ACM, Alvarenga M, Bianchi R. Manual de orientação: estágio supervisionado. 4 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Bianchi ACM, Alvarenga M, Bianchi R. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Piconez SCB. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 24 Ed. Campinas: Papirus, 2011. Bibliografia complementar Ministério da Educação. O estágio nas Instituições Federais de Educação Tecnológica. Brasília: SEMTEC, 1994. Castro AD, Carvalho AMP. Ensinar a ensinar: didática para escola fundamental e média. São Paulo: Cengage Learning, 2001. Campos CM. Saberes docentes e autonomia dos professores. 4 Ed. Petrópolis: Vozes, 2007. Celani MAA. Professores formadores em mudança: relato de um processo de reflexão e transformação da prática docente. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002. Guimarães WS. Formação e profissão do docente: cenários e propostas. Goiânia: PUC, 2009. Imbernón F. Formação Docente e Profissional : Formar-se para a Mudança e a Incerteza . 6 Ed. São Paulo: Cortez, 2006. Kronbauer SCG, Simionato MF. Formação de professores: abordagens contemporâneas. São Paulo: Paulinas, 2008. Tardif M. Saberes Docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002. Tardif M, Lessard C. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. 6 Ed. Petrópolis: Vozes, 2011. Cavalcante MJ. CEFAM: uma alternativa pedagógica para formação do professor. São Paulo: Cortez, 1994. Celani MAA. Professores formadores em mudança: relato de um processo de reflexão e transformação da prática docente. Campinas: Mercado de Letras, 2003. Cunha MI. O bom professor e sua prática. 4 Ed. [S.l.]: Papirus, 1994. Feldmann MG. Formação de professores e escola na contemporaneidade . São Paulo: Ed. do Senac, 2009. 68 7.2.7. Unidades curriculares do 7º semestre Unidade curricular Evolução Carga horária total 51h Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática - 3 Ementa Teorias antigas sobre a evolução. Teoria moderna da evolução. Origem e o impacto das teorias evolutivas. A base genética do processo evolutivo. Adaptação. Especiação. Origem das novidades evolutivas. Raciação e especiação. Microevolução. Novas abordagens da teoria evolutiva. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”, “Diversidade Biológica” e “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra”. Bibliografia básica Meyer D. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: Ed. UNESP, 2005. Ridley M, Araújo AM. Evolução. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. Cox CB, Moore PD. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. Bibliografia complementar Edwards KJR. A evolução na biologia moderna. São Paulo: EPU, 1980. Kardong KV. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5. ed. São Paulo: Roca, 2010. Ricklefs RE. A economia da natureza. 6 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bizzo N. Darwin: dos telhados das Américas à teoria da evolução. São Paulo: Odysseus, 2002. Wilson EO. Diversidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. Ashcroft FM. A vida no limite: a ciência da sobrevivência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. Schimidt-Nielsen K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. São Paulo: Santos Editora, 2011. 69 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas VI (OPP VI) Carga horária total 68h Teórica Nº de aulas por semana Prática 68h 4 Ementa Atividades práticas voltadas à avaliação do desempenho escolar (Ex.: métodos e formas de elaboração de instrumentos avaliativos; avaliação e análise de instrumentos avaliativos utilizados por docentes de Ciências e Biologia, em forma de estudo de casos; estratégias de elaboração de instrumentos avaliativos; autoavaliação; exames de vestibulares; etc.). Bibliografia básica Hoffmann JML. Avaliação, mito e desafio: uma perspectiva construtiva. 41 Ed. Porto Alegre: Mediação, 2009. Perrenoud P. As Competências para Ensinar no Século XXI : A Formação dos Professores e o Desafio da Avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002. Romão JE. Avaliação dialógica: Desafios e perspectivas. 7 Ed. São Paulo: Cortez, 2008. Teixeira K, Nunes L. Avaliação escolar: da teoria à prática. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2008. Bibliografia complementar Ministério da Educação. Instrumento de avaliação de cursos de graduação. Brasília: [s.n.], 2006. Dias Sobrinho J. Avaliação: políticos educacionais e reformas da educação superior. São Paulo: Cortez, 2003. Iinstituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Avaliação de concluintes do ensino médio em nove Estados, 1997: relatório final, anexo 1. Brasília: INEP, 1998. Luckesi CC. Avaliação da aprendizagem escolar: Estudos e proposições. 22 Ed. São Paulo: Cortez, 2011. Ludke M, Mediano Z. Avaliação na escola de 1º grau: uma análise sociológica. 3. ed. [S.l.]: Papirus, 1994. Saul AM. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. 2 Ed. São Paulo: Cortez, 1994. Sousa CP, Depresbiteris L. Avaliação do rendimento escolar. 3 Ed. São Paulo: Papirus, 1994. Chinapah V. Rendimento da aprendizagem: construção de competência. Campinas: UNESCO, 2000. 70 Unidade curricular Metodologia do Ensino de Biologia Carga horária total 34h Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa A história do ensino de biologia no Brasil. As propostas curriculares e os materiais didáticos para o ensino de biologia. As pesquisas sobre o ensino de biologia no Brasil. As dimensões epistemológico-culturais do ensino de biologia. A aplicabilidade dos conhecimentos em educação à metodologia dos processos de ensino-aprendizagem. Atividades de prática de ensino: planejamento, avaliação e ensaios pedagógicos, ligados ao ensino de Biologia. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Marandino M. Ensino de Biologia: história e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009 Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Mizukami MGN, Reali AMMR. Formação de professores: práticas pedagógicas e escoa. São Carlos: EdUFSCar, 2002. Bibliografia complementar Delizoicov D. Ensino de biologia. Histórias e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Cabral MA, Lima PAP. Práticas pedagógicas: o ensino e a inclusão de alunos com necessidades especiais. Morrinhos: IF Goiano, 2012. Fazenda I. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993. Lopes PC. Ensino dirigido de Biologia: botânica. São Paulo: Companhia Ed. Nacional, 1976. Ministério da Educação. Ensino médio: construção política. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2003. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino médio. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2002. 71 Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino médio: bases legais. Brasília: MEC/SEF, 1999. 72 Unidade curricular Parasitologia Humana Carga horária total 34h Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Relação parasito-hospedeiro. Epidemiologia: introdução e conceitos. Agentes etiológicos de doenças parasitarias humanas. Aspecto morfológicos, transmissão, ciclo evolutivo, noções sobre a ação patogênica, diagnóstico laboratorial e profilaxia das principais parasitoses humanos que ocorrem no Brasil (protozooses e helmintoses). Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica”. Bibliografia básica Rey L, Abreu AF. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Amato Neto, V et al. Parasitologia: uma abordagem clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Neves DP. Parasitologia humana. 11 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Bibliografia complementar Wilson EA. Introdução à parasitologia. São Paulo: EPU, 1980. Ujvari SC. Meio ambiente: epidemias. São Paulo: SENAC, 2004. Filho GB. Bogliolo – Patologia. 8 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Rey L. Base da parasitologia médica. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Medronho RA et a.. Epidemiologia: cardeno de exercício. São Paulo: Atheneu, 2009. 73 Unidade curricular Seminário de Pesquisa I Carga horária total 34h Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Discussão dos temas emergentes das propostas para Trabalho de Curso (TC) por meio da apresentação das intenções dos licenciandos e realização de palestras de conteúdos afins. Revisão sobre metodologia científica e tipos de pesquisa. Discussões sobre técnicas de argumentação à problemática da pesquisa para a capacitação do aluno na montagem de projeto e de desenvolvimento do seu TC. Auxílio na definição do tema a ser escolhido para o desenvolvido do TC. Redação do projeto de pesquisa do TC. Apresentação do projeto de TC. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Malheiros BT. Metodologia da pesquisa em educação. 1 Ed. XXX: LTC: Editora, 2011. Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de metodologia científica. 7 Ed. São Paulo: Altas, 2010. Martins Junior J. Como escrever trabalhos de conclusão de curso. Petrópolis: Vozes, 2008. Bastos LR et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 5. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2000. Marconi MA, Lakato EM. Técnica de Pesquisa: Planejamento e Execução de Pequisa, Amostragens e Técnicas de Pesquisas, Elaboração, Análise e Interpretação de Dados. São Paulo: Atlas, 2007. Bibliografia complementar El-Guindy MM. Metodologia e Ética na pesquisa científica. 1 Ed. São Paulo: Santos, 2004. Salomon DV. Como fazer uma monografia. 12 Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. Sassi LM, Cervantes O. Manual prático para desenvolvimento de projetos de pesquisa e teses. 1 Ed. São Paulo: Santos, 2011. Santos JA, Parra-Filho D. Metodologia científica. São Paulo: Cegage Leaming, 2012. Köche JC. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 28. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2009. Andrade MM. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 74 Moreira H, Callefe LG. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 75 Unidade curricular Carga horária total Estágio Supervisionado do Ensino Médio 200h Bibliografia básica Bianchi ACM, Alvarenga M, Bianchi R. Manual de orientação: estágio supervisionado. 4 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Bianchi ACM, Alvarenga M, Bianchi R. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Piconez SCB. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 24 Ed. Campinas: Papirus, 2011. Bibliografia complementar Ministério da Educação. O estágio nas Instituições Federais de Educação Tecnológica. Brasília: SEMTEC, 1994. Castro AD, Carvalho AMP. Ensinar a ensinar: didática para escola fundamental e média. São Paulo: Cengage Learning, 2001. Campos CM. Saberes docentes e autonomia dos professores. 4 Ed. Petrópolis: Vozes, 2007. Celani MAA. Professores formadores em mudança: relato de um processo de reflexão e transformação da prática docente. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002. Guimarães WS. Formação e profissão do docente: cenários e propostas. Goiânia: PUC, 2009. Imbernón F. Formação Docente e Profissional : Formar-se para a Mudança e a Incerteza . 6 Ed. São Paulo: Cortez, 2006. Kronbauer SCG, Simionato MF. Formação de professores: abordagens contemporâneas. São Paulo: Paulinas, 2008. Tardif M. Saberes Docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002. Tardif M, Lessard C. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. 6 Ed. Petrópolis: Vozes, 2011. Cavalcante MJ. CEFAM: uma alternativa pedagógica para formação do professor. São Paulo: Cortez, 1994. Celani MAA. Professores formadores em mudança: relato de um processo de reflexão e transformação da prática docente. Campinas: Mercado de Letras, 2003. Cunha MI. O bom professor e sua prática. 4 Ed. [S.l.]: Papirus, 1994. Feldmann MG. Formação de professores e escola na contemporaneidade . São Paulo: Ed. do Senac, 2009. 76 7.2.8. Unidades curriculares do 8º semestre Unidade curricular Educação Ambiental Carga horária total 34h Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Fundamentação teórica da Educação Ambiental. Formas de Educação Ambiental (formal e informal). Política Nacional de Educação Ambiental. A Educação Ambiental na escola e na sociedade. Elaboração de material didático-pedagógico sobre Educação Ambiental. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Barbieri JC. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da Agenda 21. Petrópolis: Vozes, 2009. Loureiro CF, Layrargues PPP, Castro RS. Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. São Paulo: Cortez, 2008. Loureiro CF, Layrargues PPP, Castro RS. Educação ambiental: repensando o espaço da cidadania. São Paulo: Cortez, 2008. Guimarães M. Educação ambiental: no consenso um embate? São Paulo: Papirus, 2007. Bibliografia complementar Philipi Junior A, Pelicioni MCF. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. Nalini R. Ética ambiental. 2 ed. Campinas: Milennium, 2003. Siqueira JC. Ética e meio ambiente. 2 Ed. São Paulo: Loyola, 2002. Dias GF. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 1994. Neiman Z. Educação ambiental: planeta Terra. São Paulo: Atual, 1991. 77 Unidade curricular Manejo e Conservação da Biodiversidade Carga horária total 34h Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Conservação de fauna e flora dos diferentes ecossistemas do Brasil. Biodiversidade e seu valor. Áreas Protegidas. Extinção. Proteção de espécies ameaçadas. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Diversidade Biológica” e “Ecologia e Conservação da Biodiversidade”. Bibliografia básica Morselho C. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. São Paulo: Annablume, 2001. Cullen Junior L, Valladares-Padua C, Rudran R. Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 2 Ed. Curitiba: Ed. UFPR, 2009. Primack RB. Biologia da conservação. Londrina: [s.n.], 2001. Bibliografia complementar Guerra AJT, Coelho MCN. Unidades de conservação: abordagens, características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. Sano SM, Almeida SP, Ribeiro JF. Cerrado: Ecologia e Flora. Vol. 1. Embrapa Cerrados. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2008. Hansen MAF. Unidades de conservação ambiental: Delta do Camaquã e Matas e Banhados da Pacheca, RS. São Leopoldo: Unisinos, 2007. Lewinsohn TM, Prado PI. Biodiversidade brasileira: síntese do estado atual do conhecimento. 2 Ed. São Paulo: Contexto, 2008. Morsello C. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. 2 Ed. São Paulo: Annablume, 2008. Valeri SV, Politano W, Barretto ALNM. Manejo e recuperação florestal: legislação, uso da água e sistemas agroflorestais. Jaboticabal: Funep, 2003. 78 Unidade curricular Oficina de Práticas Pedagógicas VII (OPP VII) Carga horária total 68h Teórica - Nº de aulas por semana Prática 68h 4 Ementa Atividades práticas ligadas ao uso de metodologias alternativas para ensino e aprendizagem de Ciências e Biologia, e desenvolvimento de estratégias que contribuam para a implementação da Educação Ambiental no contexto do ensino fundamental e médio (Ex.: teatro; poesia; brincadeiras (lúdico); estórias e quadrinhos; caricaturas; mapas conceituais; uso de parques, museus e zoológicos no ensino de Ciências e Biologia; analogias; etc.). Bibliografia básica Trivelato SF. Ensino de ciências. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Delizoicov D, Angotti JÁ, Pernambuco MM. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011. Carvalho AMP et al. Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Cengage Learning, 2004. Marandino M. Ensino de Biologia: história e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009 Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Mizukami MGN, Reali AMMR. Formação de professores: práticas pedagógicas e escoa. São Carlos: EdUFSCar, 2002. Bibliografia complementar Palma PCR. Metáforas e modelos científicos: a linguagem no ensino de ciências. São Paulo: Edições SM, 2009. Henning GJ. Metodologia do Ensino de Ciências. 2 Ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994. Delizoicov D, Angotti JP. Metodologia do ensino de ciências. 2 Ed. São Paulo: Cortez, 1994. Fracalanza H. O ensino de ciências: no primeiro grau. São Paulo: Atual, 1986. Reis EM. Pesquisando o proeja através do ensino de ciências da natureza. Campos dos Goytacazes: Esssentia, 2011. Delizoicov D. Ensino de biologia. Histórias e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Cabral MA, Lima PAP. Práticas pedagógicas: o ensino e a inclusão de alunos com 79 necessidades especiais. Morrinhos: IF Goiano, 2012. Fazenda I. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993. Lopes PC. Ensino dirigido de Biologia: botânica. São Paulo: Companhia Ed. Nacional, 1976. Ministério da Educação. Ensino médio: construção política. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2003. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino médio. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2002. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino médio: bases legais. Brasília: MEC/SEF, 1999. 80 Unidade curricular Imunologia Básica Carga horária total 51h Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Propriedades gerais das respostas imunológicas. Reconhecimento de antígenos. Maturação, ativação e regulação de linfócitos. Mecanismos efetores das respostas imunes. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Bibliografia básica Abbas AK, Lichtman AH, Pilai S. Imunologia celular e molecular. 6 Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Abbas AK, Lichtman AH, Pilai S. Imunologia básica: Funções e distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Coico R. Imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia complementar Calich V, Vaz C. Imunologia. 2 Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. Helbert M, Palmeiro E. Imunologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Bier O, Silva W, Mota I. Imunologia: básica e aplicada. 5 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Neves DP. Parasitologia Humana. 10 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Rey L, Abreu AF. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Filho GB. Bogliolo – Patologia. 8 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 81 Unidade curricular Saúde e Meio Ambiente Carga horária total 17h Teórica 17h Nº de aulas por semana Prática - 1 Ementa Saneamento ambiental e saúde pública. Impactos no ambiente e suas relações com a saúde das populações. Processo saúde-doença das populações e indivíduos à luz dos aspectos ambientais. Iniciativas internacionais e nacionais da abordagem integrada de saúde e ambiente. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra”. Bibliografia básica Ruegg EF et al. Impacto dos agrotóxicos sobre o ambiente, a saúde e a sociedade. São Paulo: Ícone Ed, 1991. Philippi Junior A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Ribeirão Preto: Manole, 2005. Philippi Junior A. Saneamento, saúde e ambiente: Fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Baruerí: Manole, 2008. Bibliografia complementar Philippi Junior A. Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um esenvolvimento Sustentável. Manole: São Paulo, 2004. Jacobi P. Gestão compartilhada dos resíduos sólidos no Brasil: inovação com inclusão social. São Paulo: Annablume, 2006. PROSAB. Resíduos sólidos prevenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. Rio de Janeiro: RiMa, ABES, 2001. Zaneti I. Além do lixo: reciclar um processo de transformação. Brasília : Terra Una, 1997. Cavinatto VM. Saneamento básico. São Paulo: Moderna, 1992. Heller L, Pádua VL. Abastecimento de água para consumo humano. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 82 Unidade curricular Seminário de Pesquisa II Carga horária total 34h Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Discussões relacionadas à redação do TC (normas e estilo científicos). Técnias de pesquisa bibliográfica por meio de motores de busca da internet e banco de dados científicos. Normas de citação bibliográfica. Orientações sobre elaboração de seminário para apresentação de TC. Esclarecimento sobre os critérios de avaliação do TC e escolha da banca examinadora. Acompanhamento da elaboração do TC. Informação complementar Desenvolver o Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), correlacionando, sempre que possível, essa unidade curricular aos conteúdos das disciplinas componentes do eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Bibliografia básica Malheiros BT. Metodologia da pesquisa em educação. 1 Ed. XXX: LTC: Editora, 2011. Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de metodologia científica. 7 Ed. São Paulo: Altas, 2010. Martins Junior J. Como escrever trabalhos de conclusão de curso. Petrópolis: Vozes, 2008. Bastos LR et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 5. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2000. Marconi MA, Lakato EM. Técnica de Pesquisa: Planejamento e Execução de Pequisa, Amostragens e Técnicas de Pesquisas, Elaboração, Análise e Interpretação de Dados. São Paulo: Atlas, 2007. Bibliografia complementar El-Guindy MM. Metodologia e Ética na pesquisa científica. 1 Ed. São Paulo: Santos, 2004. Salomon DV. Como fazer uma monografia. 12 Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010. Sassi LM, Cervantes O. Manual prático para desenvolvimento de projetos de pesquisa e teses. 1 Ed. São Paulo: Santos, 2011. Santos JA, Parra-Filho D. Metodologia científica. São Paulo: Cegage Leaming, 2012. Köche JC. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 28. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2009. Andrade MM. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Moreira H, Callefe LG. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de 83 Janeiro: DP&A, 2006. 84 7.2.9. Unidades curriculares optativas Unidade curricular Carga horária total Curso: Agronomia 68h Química Orgânica Teórica 51h Prática 17h Nº de aulas por semana 4 Ementa Estrutura e propriedades do carbono. Ligações químicas. Funções orgânicas. Nomenclatura. Reações e síntese. Estereoquímica. Reações orgânicas: substituição, eliminação e adição; reações de radicais; compostos aromáticos; reações de compostos aromáticos. Materiais, métodos e procedimentos em laboratório de química orgânica Bibliografia básica Solomons G, Fryhle C. Química orgânica. 8 Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2005. Barbosa LCA. Introdução a química orgânica. Viçosa: UFV, 2004. Atkins P, Jones L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3 Ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. Bibliografia complementar Vollhardt KP, Schore NE. Química orgânica: estrutura e função. 4 Ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. Solomons G, Fryhle C. Química orgânica. 7 Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2001. Allinger NL et al. Química orgânica. 2 Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1990. Lehninger ND, Cox MM. Princípios de Bioquímica. 4 Ed. São Paulo: Sarvier, 2006. Marzzoco A, Torres BB. Bioquímica básica. 3 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 85 Unidade curricular Carga horária total Curso: Agronomia 68h Microbiologia Agrícola Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática 17h 4 Ementa Comunidade microbiana do solo. Processos microbiológicos e bioquímicos no solo. Fatores que afetam a microbiota do solo. Interações biológicas na rizosfera. Enzimas do solo. Interações microrganismos-plantas. Transformações do carbono, nitrogênio, enxofre e fósforo no solo. Recuperação de áreas degradas. Bibliografia básica Kimati H et al. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 3 Ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 2005. Vol. 2. Barbosa HR, Torres BB. Microbiologia básica. Rio de Janeiro: Ateneu, 2010. 196p. Trabulsi LR, Alterthum F. Microbiologia. 5 Ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760 p. Pelczar Junior, MJ et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 Ed. São Paulo: Pearson Makron Books, v.1. 1997. 524 p. Bibliografia complementar Moreira FS, Siqueira J.O. Microbiologia e Bioquímica do Solo. 2 Ed. Lavras: UFLA, 2006. Tortora G, Funke BR, Case CL. Microbiologia. 8 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. Barbosa HR, Torres BB. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2010. Cardoso EJBN et al. Microbiologia do solo. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciencias Solo, 1992. Aquino AM, Assis RL. Processos Biológicos no Sistema Solo-Planta. Brasília: Embrapa, 2005. Bergamin Filho A, et al., Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. 3 Ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1995. Vol. 1. Vermelho AB. Bacteriologia Geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 86 Unidade curricular Carga horária total Curso: Agronomia 68h Entomologia Geral Teórica 51h Prática 17h Nº de aulas por semana 4 Ementa Caracterização, identificação e diversidade dos insetos. Morfologia externa e interna. Fisiologia. Reprodução e desenvolvimento. Ecologia. Taxonomia. Coleta, montagem e coleção de insetos. Bibliografia básica Gallo D, et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, 2002. Gullam PJ, Cranston PS. Os insetos: um resumo de entomologia. São Paulo: Roca, 2008. Brusca RC, Brusca GJ. Invertebrados. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia complementar Panizzi AR, Parra JRP. Bioecologia e Nutrição de Insetos – base para o manejo integrado de pragas. Brasília: Embrapa, 2009. Parra JRP, et al. Controle biológico no Brasil: predadores e parasitóides. Ribeirão Preto: Manole, 2002. Garcia FRM. Zoologia Agrícola: manejo ecológico de pragas. 2 Ed. Porto Alegre: Rígel, 2002. Lara FM. Princípios de entomologia. 3 Ed. São Paulo: Ícone, 1992. Ruppert EE, Fox RS, Barnes RD. Zoologia dos invertebrados. 7 Ed. São Paulo: Roca, 2005. 87 Unidade curricular Carga horária total Curso: Agronomia 34h Anatomia e Fisiologia Animal Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Classificação e caracterização dos tecidos animais. Aspectos anatômicos e fisiológicos dos sistemas: esquelético, nervoso, circulatório, respiratório, digestivo excretor, endócrino e reprodutor. Bibliografia básica Hill RW, Wyse GA, Anderson M. Fisiologia animal. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. Moyses CD, Schulte PM. Princípios de fisiologia animal. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Schimidt-Nielsen K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5 Ed. São Paulo: Santos Editora, 2011 Bibliografia complementar Lehninger ND, Cox MM. Princípios de Bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006. Andrigueto J.L, et al. Nutrição animal: bases da nutrição animal. São Paulo: Nobel, 1990, Vol. 1. Lana RP. Nutrição e alimentação animal: mitos e realidade. Viçosa: UFV, 2007. Kardong KV. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5 Ed. São Paulo: Roca, 2010. Berg JM, Tymoczko JL, Stryer L. Bioquímica. 6 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Campbell MK. Bioquímica. 3 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Campbell MK, Farrell SO. Bioquímica. 5 Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Nelson DL, Cox MM. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. . 88 Unidade curricular Carga horária total Curso: Agronomia 34h Propagação de Plantas Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Fundamentos sobre propagação de plantas. Propagação vegetativa natural e artificial. Organização e manejo de viveiros. Métodos de propagação de espécies cultivadas. Propagação de plantas in vitro. Bibliografia básica Fachinello JC, et al. Propagação de plantas frutíferas. Brasília: Embrapa, 2005. Góes JT, et al. Aspectos práticos da micropropagação. Brasília: Embrapa, 2009. Barbosa JG, Lopes LC. Propagação de plantas ornamentais. Viçosa: UFV, 2007. Bibliografia complementar Hill L. O segredo da propagação de plantas. São Paulo: Nobel, 1996. Araújo CG. Clonagem de plantas por sementes: estratégias de estudo da apomixia. Brasília: Embrapa, 2004. Torres AC, Caldas LS, Buso JA. Cultura de tecidos e transformações genéticas de plantas. Brasília: Embrapa. 1999. Taiz L, Zeiger E. Fisiologia vegetal. 4 Ed. Porto Alegre: Artimed, 2009. Larcher W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima, 2006. 89 Unidade curricular Carga horária total Curso: Agronomia 34h Agroecologia Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Estruturas e processos ecológicos em ecossistemas naturais e em agroecossistemas. Nutrição mineral em agroecossistemas. Artrópodes em agroecossistemas. Plantas espontâneas em agroecossistemas. Sistemas de cultivos múltiplos. Agroecossistemas tradicionais. Agricultura sustentável. Bibliografia básica Aquino AM, Assis RL. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília: Embrapa, 2005. Souza JL, Resende P. Manual de horticultura orgânica. 2 Ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2006. Almeida AS, et al. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa, 2007. Bibliografia complementar Primavesi A. Agroecologia: ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo: Nobel, 1997. 199 p. Penteado SR. Adubação na Agricultura ecológica. Campinas: Via orgânica, 2008. Penteado SR. Adubação orgânica: compostos orgânicos e biofertilizantes. Campinas: Via orgânica, 2007. Zamberlan J, Froncheti A. Agricultura ecológica: preservação do pequeno agricultor e do meio ambiente. Petrópolis: Vozes, 2007. Aquino AM, Assis RL. Processos biológicos no sistema solo-planta: ferramenta para uma agricultura sustentável. Brasília: Embrapa. 2005. 90 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 68h Gestão de Recursos Hídricos Teórica 68h Nº de aulas por semana Prática - 4 Ementa Ciclo hidrológico: evapotranspiração, precipitação, infiltração e escoamento. Características dos mananciais. Bacias hidrográficas, regime hidrológico e planejamento. Usos da água, poluição e conflitos. Formas de gestão, organização dos processos e aspectos institucionais. Gerenciamento de Recursos Hídricos no Brasil e no Estado de Goiás. Diretrizes e instrumentos da Política Nacional dos Recursos Hídricos: classificação das águas, outorga e cobrança pela água. Bibliografia básica Garcez LN, Alvares GA. Hidrologia. 2ª Ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 1988. Machado CJS. Gestão de águas doces. São Paulo: Interciência, 2004. Reichardt K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Manole, 1990. Bibliografia complementar Rebouças A. Uso inteligente da água. São Paulo: Escrituras Editora, 2004, 207 p. Brandão VS, et al. Infiltração de água no solo. 3ª Ed. Viçosa: Ed. UFV, 2006. 120 p. Ministério Do Meio Ambiente. Recursos hídricos: conjunto de normas legais. Brasília: MMA, 2004. 243 p. Ministério do Meio Ambiente. A implantação da cobrança pelo uso de recursos hídricos e agência de água das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Brasília: ANA, 2007. Pinto NS, Holtz ACT, Martins JÁ, Gomide FLS. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 278 p. 91 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 34h Qualidade do Ar Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Atmosfera: características e composição. Principais poluentes atmosféricos e formas de dispersão. Padrões de qualidade do ar. Poluição sonora. Controle ambiental da poluição atmosférica. Bibliografia básica Derísio JC. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3. Ed. Signus Editora. São Paulo, SP: 2007. Philippi JR A, Roméro MA, Bruna GC. Curso de Gestão Ambiental: Col. Ambiental. Editora Manole, 2004. Carvalho Junior JÁ, Lacava PT. Emissões em processos de combustão. São Paulo: UNESP, 2003. Bibliografia complementar Branco SM. Poluição do ar. São Paulo: Moderna, 2004. Sewell GH. Administração e Controle da Qualidade Ambiental. CETESB. São Paulo, SP: 1978. Embrapa. Emissão de gases de efeito estufa provenientes da queima de resíduos agrícolas no Brasil. São Paulo, 1999. Okuno E. Radiação: Efeitos, Riscos e Benefícios. São Paulo: HARBRA, 2007. Tolentino M. Atmosfera terrestre. São Paulo: Moderna, 2004. 92 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 68h Microbiologia Ambiental Teórica 51h Nº de aulas por semana Prática 17h 4 Ementa Fundamentos microbiológicos. Características gerais dos microrganismos. Estrutura e desenvolvimento de comunidades microbianas. Processos microbiológicos e bioquímicos do solo. Ecologia dos microrganismos. Microorganismos como indicadores de poluição. Microbiologia das águas naturais potáveis e esgoto. Microbiologia do ar e do solo. Controle de microrganismos no ambiente. Transformações de poluentes orgânicos e inorgânicos e interações microbianas. Biocorrosão, biofilmes e microbiologia do petróleo. Biorremediação de ambientes contaminados. Bibliografia básica Silva N et al. Manual de métodos de análise microbiológica da água. São Paulo: Varela, 2005. Tortora GJ, Funke BR, Case CL. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. Barbosa HR. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2010. Bibliografia complementar Tortora GJ, Funke BR, Case Cl. Microbiologia. 8 Ed. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas Sul, 2005. Ingraham JL, Ingraham CA. Introdução à microbiologia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Raw I, Santanna AO. Aventuras da microbiologia. São Paulo: [s.n.], 2002. Vermelho AB et al. Práticas de microbiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Romanos MTV, Wigg MD. Introdução à virologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Batista LR. Fungos associados a frutos e grãos do café: Aspergillus penicillium. Brasília: Embrapa, 2003. Romeiro RS. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: Ed. UFV, 2011. Vermelho AB, Bastos MCF, Sá MHB. Bacteriologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Romeiro RS. Métodos em bacteriologia de plantas. Viçosa: Ed. UFV, 2001. Neves DP. Parasitologia Humana. 10 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 93 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 34h Toxicologia Ambiental Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Toxicologia: definição e conceitos. Agentes tóxicos naturais e sintéticos. Contaminação ambiental e humana. Métodos e técnicas de redução da contaminação e de descarte de determinados tipos de poluentes. Análise de riscos toxicológicos ambientais. Bibliografia básica Azevedo FA, Chasin AAM. As bases toxicológicas da ecotoxicologia. Rima: São Paulo, 2003. Larini L. Toxicologia dos Praguicidas. 3ª Ed. São Paulo: Manole, 1999. Ruegg EF, et al. Impacto dos agrotóxicos sobre o ambiente, a saúde e a sociedade. São Paulo: Ícone Ed., 1991. Bibliografia complementar Knie JLW. Testes ecotoxicológicos: métodos técnicas e aplicações. Florianópolis: FATMA/GTZ, 2004. Branco SM. Natureza e agroquímicos. São Paulo: Moderna, 1990. Chasin AAM. As Bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Paulo: Rima, 2003. Abeas. Defensivos agrícolas: utilização, toxicologia, legislação específica. Brasília: MEC/ABEAS, 1983. Cavero ES. Inseticidas e acaricidas: toxicologia e receituário agronômico. Piracicaba: Livroceres, 1982. 94 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 34h Biotecnologia Ambiental Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Biotecnologia ambiental: definição, histórico e importância econômica. Crescimento e cinética microbiana. Métodos laboratoriais de quantificação microbiana. Biorremediação de solos. Biomineralização de resíduos sólidos. Biodegradação de moléculas xenobióticas. Biotecnologia moderna. Produtos transgênicos e o meio ambiente. Bibliografia básica Binsfeld PC. Biossegurança em Biotecnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. Borém A. Biotecnologia florestal. Viçosa, MG: [s.n.], 2007. Gordon C. Produção de alimentos no século XXI. Biotecnologia e meio ambiente. São Paulo, Liberdade, 2003. Bibliografia complementar Rifkin J. O século da biotecnologia: a valorização dos genes e a reconstrução do mundo. São Paulo: MAKRON Books, 1999. Moser A. Biotecnologia e bioética: para onde vamos? Petrópolis (RJ): Vozes, 2004 Aragao FJL. Organismos transgênicos: explicando e discutindo a tecnologia. São paulo: Manole, 2003. Minahim MA. Direito penal e biotecnologia. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. Borzani W, Schmidell W, Lima UA, Aquarone E. Biotecnologia industrial: engenharia bioquímica. São Paulo: Blucher, 2001. 95 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 51h Getão Integrada de Resíduos Teórica 51h Prática - Nº de aulas por semana 3 Ementa Origem e tipologia dos resíduos sólidos. Características quantitativas e qualitativas. Classificação segundo as normas da ABNT. Limpeza Pública: conceituação e atividades praticadas. Acondicionamento, coleta e transporte do lixo domiciliar. Coleta regular e coleta seletiva. Serviços de manutenção da limpeza de vias públicas. Destino final: incineração, compostagem, reciclagem e aterros sanitários. Bibliografia básica Jacobi P. Gestão compartilhada dos resíduos sólidos no Brasil: inovação com inclusão social. São Paulo: Annablume, 2006. Philippi JRA. Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um Desenvolvimento Sustentável. Manole: São Paulo, 2004.. Arruda PTM. Responsabilidade civil decorrente da poluição por resíduos sólidos domésticos. São Paulo: Método, 2004. Bibliografia complementar Scarlato FC. Do nicho ao lixo: ambiente, sociedade e educação. São Paulo: Atual, 1992 Zaneti I. Além do lixo: reciclar um processo de transformação. Brasília : Terra Una, 1997. Romani AP. Agregando valor social e ambiental. Rio de Janeiro: IBAM, 2007. Prosab. Resíduos sólidos prevenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. Bidone, F.R.A. (coordenador). Rio de Janeiro: RiMa, ABES, 2001. Prosab. Resíduos sólidos do saneamento: processamento, recilagem e disposição final. Andreoli, C.V. (coordenador). Rio de Janeiro: RIMA, ABES, 2001. 96 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 51h Saneamento Ambiental: tratamento de água Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Conceituação de saneamento. Marco legal e institucional. Relação com saúde pública e meio ambiente. Introdução ao abastecimento de água. Métodos e técnicas de avaliação da qualidade da água. Poluição da água. Esgotamento sanitário e pluvial. Controle de vetores de doenças transmissíveis. Legislação aplicável ao tratamento de águas. Bibliografia básica Heller L, Pádua VL. Abastecimento de água para consumo humano. Vol. 1. Belo Horizonte: UFMG, 2010. Heller L, Pádua VL. Abastecimento de água para consumo humano. Vol. 2. Belo Horizonte: UFMG, 2010. Von Sperling M. Introdução á qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Belo Horizonte: UFMG, 2005. Bibliografia complementar Machado CJS. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Iterciência, 2004. Philippi Junior, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. 1 Ed. Barueri, SP: Manole, 2005. Cavinatto VM. Saneamento básico. São Paulo: Moderna, 1992. Philippi Junior A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Ribeirão Preto: Manole, 2005. Philippi Junior A. Saneamento, saúde e ambiente: Fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Baruerí: Manole, 2008 97 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 51h Saneamento Ambiental: tratamento de efluentes Ementa Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Impactos ambientais do lançamento de efluentes em corpos hídricos. Caracterização dos diversos tipos de esgotos. Histórico do tratamento de águas residuárias. Composição básica de um sistema de captação de efluentes. Características e tecnologias utilizadas nos principais sistemas de tratamento de efluentes urbanos e industriais. Operação e manutenção de sistemas de tratamento. Alternativas de destinação final de lodos de estações de tratamento de águas servidas. Práticas de minimização e de reuso de efluentes. Legislação pertinente. Bibliografia básica Von Sperling MV. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos – Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. v. 1. 3. ed. UFMG. Belo Horizonte, MG: 2005. Mancuso PCS, Santos HF. Reúso de água. Barueri: Manole, 2003. Philippi JR A. Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um Desenvolvimento Sustentável. Manole: São Paulo, 2004. Derísio JC. Introdução ao controle da poluição ambiental. São Paulo: Signus, 2007. Bibliografia complementar Andreoli CV. Resíduos Sólidos do Saneamento: processamento, reciclagem e disposição final. PROSAB. Curitiba, PR: 2001. Zilberman I. Introdução à engenharia ambiental. Canoas: Ed. Ulbra, 1997. Minitério das Cidades. Instrumentos das políticas e da gestão dos serviços públicos de saneamento básico. Brasília: editora, 2009. Minitério das Cidades. Conceitos, características e interfaces dos serviços públicos de saneamento básico. Brasília: editora, 2009. Minitério das Cidades. Prestação dos serviços públicos de saneamento básico. Brasília: editora, 2009. 98 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 51h Avaliação de Impactos Ambientais Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática 17h 3 Ementa Impactos Ambientais. Legislação aplicável nacional e estadual. Licenciamento ambiental: etapas e procedimentos. Fatores de avaliação. Métodos quantitativos e qualitativos de avaliação de impactos. Documentos técnicos necessários ao licenciamento ambiental. Geração e análise de relatórios de EIA/RIMA. Avaliação e monitoramento ambiental Bibliografia básica Sánchez LE. Avaliação de impacto ambiental conceito e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Guerra AJT, Cunha SB. Impactos ambientais urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand, 2006. Cunha SB, Guerra AJT. Avaliação e Perícia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand, 2007. Bibliografia complementar Tauk SM. Analise ambiental: uma visão multidisciplinar. 2 ed. São Paulo: UNESP, 1995. Mariano JB. Impactos ambientais do refino de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência. 2005. Mirra ALV. Impacto Ambiental: Aspectos da Legislação Brasileira. 4. Ed. Editora Oliveira Mendes, 2008. Tommasi LR. Estudos de Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB, 1993. Botkin DB, Keller EA. Ciência Ambiental – Terra, um Planeta Vivo. São Paulo: Editora LTC, 2011. 99 Unidade curricular Carga horária total Curso: Tecnologia em Gestão Ambiental 34h Gestão de Unidades de Conservação Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Fundamentos de conservação da natureza. Unidades de Conservação: definição, objetivos e características. Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Classificação das Unidades de Conservação no Brasil quanto ao uso e domínio. Implantação, manejo e gestão de Unidades de Conservação. Bibliografia básica Morselho C. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. São Paulo: Annablume, 2001. Cullen Junior L, Valladares-Padua C, Rudran R. Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 2 Ed. Curitiba: Ed. UFPR, 2009. Primack RB. Biologia da conservação. Londrina: [s.n.], 2001. Bibliografia complementar Guerra AJT, Coelho MCN. Unidades de conservação: abordagens, características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. Sano SM, Almeida SP, Ribeiro JF. Cerrado: Ecologia e Flora. Vol. 1. Embrapa Cerrados. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2008. Hansen MAF. Unidades de conservação ambiental: Delta do Camaquã e Matas e Banhados da Pacheca, RS. São Leopoldo: Unisinos, 2007. Lewinsohn TM, Prado PI. Biodiversidade brasileira: síntese do estado atual do conhecimento. 2 Ed. São Paulo: Contexto, 2008. Morsello C. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. 2 Ed. São Paulo: Annablume, 2008. Valeri SV, Politano W, Barretto ALNM. Manejo e recuperação florestal: legislação, uso da água e sistemas agroflorestais. Jaboticabal: Funep, 2003 100 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Sexualidade e adolescência Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Bases anatômicas do sistema reprodutor masculino e feminino. Ciclo menstrual. Gravidez na adolescência. (Todos os temas serão trabalhados através de dinâmicas e atividades interativas). Bibliografia básica Junqueira RD. Diversidade sexual na educação: problematização sobre a homofobia nas escolas. Brasília: MEC, 2009. Suplicy M et al. Guia de orientação sexual. Diretrizes e metodologia. 4 Ed. São Paulo: Casa do psicológo, 1994. Artigos relacionados à temática da disciplina. Bibliografia complementar Yossef MPB. Sexo e vida. São Paulo: Scipione, 1994 Tiba I. Sexo e adolescência. São Paulo: Ática, 1991. Bertoldi OG. Ciências e sociedade. A aventura do corpo, a aventura da vida, a aventura da tecnologia. São Paulo: Scipione, 2000. Vates K. Shattered Innocence. New York: Evergreen, 2001. Artigos relacionados à temática da disciplina. 101 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Adolescência – conflitos e soluções Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Caracterização do desenvolvimento físico e psíquico do adolescente. O adolescente e a convivência familiar. Adolescência e sociedade. O papel da escola na visão do adolescente. Bibliografia básica Dimenstein G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. 21 Ed. São Paulo: Ática, 2009. Junqueira RD. Diversidade sexual na educação: problematização sobre a homofobia nas escolas. Brasília: MEC, 2009. Suplicy M et al. Guia de orientação sexual. Diretrizes e metodologia. 4 Ed. São Paulo: Casa do psicológo, 1994. Bibliografia complementar Eisenstein E. Fala sério!: perguntas e respostas sobre adolescência e saúde. Rio de Janeiro: Ed. Vieira & Lent, 2006. Dimenstein G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. 22 Ed. São Paulo: Ática, 2009. Tiba I. Sexo e adolescência. São Paulo: Ática, 1991. Piagent J. Seis estudos de psicologia. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 2012. Coll C, Marchersi A, Palacios J. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2004. Coll C. Desenvolvimento psicológico e educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades especiais. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. Wallon H. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2010. Davis C, Oliveira Z. Psicologia na Educação. 2 Ed. São Paulo: Cortez, 1994. Ferraz JS. Noções de Psicologia da Criança com Aplicações Educativas. 7 Ed. São Paulo: Saraiva, 1965. Miller GA, Cabral A. Psicologia a Ciência da Vida Mental. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1964. Miranda MG, Resende AC. Escritos de psicologia, educação e cultura. Goiânia: UCG, 2008. Dorin L. Psicologia educacional. São Paulo: Ed. Do Brasil, 1978. 102 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Uso/abuso de álcool e outras drogas Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa Definição de drogas psicotrópicas. Classificação das drogas psicotrópicas (depressoras, estimulantes, perturbadoras) e seus efeitos sobre o corpo humano. A política de redução de danos. Bibliografia básica Murad JE. Como enfrentar o abuso de drogas. Belo Horizonte: O Lutador, 1994. Murad JE. Drogas o que é preciso saber. Belo Horizonte: Editora Lê, 1994. Ministério da Saúde. Exigências mínimas para funcionamento de serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes do uso ou abuso de substâncias psicoativas. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Bibliografia complementar Ferrari E. Tóxicos e alcoolismo: o que devem saber pais, professores e jovens. Barra Funda: [s.n.], XXXX. SEE – São Paulo. Secretaria de Estado da Educação na ação preventiva ao abauso de drogas e às DST/Aids. São Paulo: FDE, 1996. Piagent J. Seis estudos de psicologia. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 2012. Coll C, Marchersi A, Palacios J. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2004 Dimenstein G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. 22 Ed. São Paulo: Ática, 2009 103 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Uso de jogos didáticos no ensino de Biologia Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Bases teóricas do uso de jogos para o ensino. Construção e aplicação de alguns jogos didáticos para o ensino de Biologia e Ciências Bibliografia básica Trivelato SF. Ensino de ciências. São Paulo: Cengage Learning, 2011. Delizoicov D, Angotti JÁ, Pernambuco MM. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011. Marandino M. Ensino de Biologia: história e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009 Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Bibliografia complementar Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio: ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. Mizukami MGN, Reali AMMR. Formação de professores: práticas pedagógicas e escoa. São Carlos: EdUFSCar, 2002. Delizoicov D. Ensino de biologia. Histórias e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009. Cabral MA, Lima PAP. Práticas pedagógicas: o ensino e a inclusão de alunos com necessidades especiais. Morrinhos: IF Goiano, 2012. Fazenda I. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993. 104 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Tópicos especiais em Parasitologia Biomédica Teórica 24h Prática 10h Nº de aulas por semana 2 Ementa Parasitoses emergentes. Exame parasitológico de sangue. Exame parasitológico de fezes. Meios de cultura. Exame de vetores. Bibliografia básica Rey L, Abreu AF. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Amato Neto, V et al. Parasitologia: uma abordagem clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Neves DP. Parasitologia humana. 11 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010 Bibliografia complementar Wilson EA. Introdução à parasitologia. São Paulo: EPU, 1980. Ujvari SC. Meio ambiente: epidemias. São Paulo: SENAC, 2004. Filho GB. Bogliolo – Patologia. 8 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Rey L. Base da parasitologia médica. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Medronho RA et a.. Epidemiologia: cardeno de exercício. São Paulo: Atheneu, 2009 105 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Redação Científica Teórica 34h Nº de aulas por semana Prática - 2 Ementa As raízes da publicação científica. Estrutura da publicação científica. Autoria científica. Dinâmica da publicação científica. Qualidade da publicação científica (periódicos, fator de impacto, negligências na redação científica). A forma da publicação científica (como redigir um texto científico?). Bibliografia básica Andrade MM. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. Colaboração de João Alcino de Andrade Martins. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Köche JC Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 28. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. Marconi MA, Lakatos EM. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Santos JÁ, Parra-Filho D. Metodologia Científica. 2 Ed.. Cegage Learning: 2012 Bibliografia complementar Bachelard G. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro (RJ): Contraponto, 1996. Lakatos EM, Marconi MAFundamentos de metodologia científica. 7. Ed., São Paulo. Atlas: 2010. Sassi LM, Cervantes O. Manual prático para desenvolvimento de projetos de pesquisa e teses. 1 Ed.. Editora Santos: 2011. Marconi MA. Metodologia do trabalho científico. 6. ed., São Paulo: Atlas, 2001. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed., São Paulo: Atlas, 2007 Artigos relacionados à redação e publicação científica. 106 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Doenças Negligenciadas Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Características epidemiológicas, sociais e situação atual em relação à medidas preventidas, vacinologia e terapêutiva de doenças tropicais negligenciadas. Bibliografia básica Rey L, Abreu AF. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Amato Neto, V et al. Parasitologia: uma abordagem clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Neves DP. Parasitologia humana. 11 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010 Bibliografia complementar Wilson EA. Introdução à parasitologia. São Paulo: EPU, 1980. Ujvari SC. Meio ambiente: epidemias. São Paulo: SENAC, 2004. Filho GB. Bogliolo – Patologia. 8 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Rey L. Base da parasitologia médica. 2 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Medronho RA et a.. Epidemiologia: cardeno de exercício. São Paulo: Atheneu, 2009 107 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Tópicos Especiais em Imunologia Teórica 34h Prática - Nº de aulas por semana 2 Ementa Imunologia do transplante. Imunidade contra tumores. Doenças causadas por respostas imunes: hipersensibilidade e auto-imunidade. Hipersensibilidade imediata. Imunodeficiências congênitas e adquiridas. Bibliografia básica Abbas AK, Lichtman AH, Pilai S. Imunologia celular e molecular. 6 Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Abbas AK, Lichtman AH, Pilai S. Imunologia básica: Funções e distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Coico R. Imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia complementar Calich V, Vaz C. Imunologia. 2 Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. Helbert M, Palmeiro E. Imunologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Bier O, Silva W, Mota I. Imunologia: básica e aplicada. 5 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Neves DP. Parasitologia Humana. 10 Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Rey L, Abreu AF. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Filho GB. Bogliolo – Patologia. 8 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011 108 Unidade curricular Carga horária total Curso: Lic. Ciências Biológicas 34h Comportamento Animal Teórica 24h Nº de aulas por semana Prática 10h 2 Ementa Introdução ao estudo do comportamento animal. Processos comportamentais fundamentais. Técnicas de estudo do comportamento animal. Seleção natural. Evolução do comportamento. Bibliografia básica Alcock J. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. Porto Alegre: Artmed, 2011. Moore J. Uma introdução aos invertebrados. São Paulo: Santos, 2011. Pough FH, Janis CM. A vida dos vertebrados. 4 Ed. São Paulo: Atheneu, 2008. Hickman-Jr CP, Roberts LS, Larson A. Princípios integrados de Zoologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bibliografia complementar Carthy JD. O estudo do comportamento. São Paulo: Ed. Nacional, 1969. Kardong KV. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. São Paulo: Roca, 2010 Hildebrand M. Análise da estrutura dos vertebrados. 2 Ed. São Paulo: Atheneu, 2006.] Reis NR. Mamíferos do Brasil: guia de identificação. Rio de Janeiro: Technical Books, 2010. Ministério do Meio Ambiente. Espécies da fauna ameaçadas de extinção: recomendações para o manejo e políticas públicas. Brasília: MMA, 2010. 109 7.1.2. Estratégia de flexibilização curricular Como estratégia de flexibilização curricular, os acadêmicos do curso Licenciatura em Ciências Biológicas poderão cumprir parte das disciplinas obrigatórias em outros cursos ou campi do IF Goiano, sobretudo nos cursos de Agronomia, Tecnologia em Gestão Ambiental e Medicina Veterinária, quando forem compatíveis, bem como em outras instituições. Além disso, unidades curriculares optativas serão oferecidas (Tabela 2), visando permitir uma diversificação no processo formativo dos alunos, considerando a interdisciplinaridade como eixo norteador. Algumas dessas disciplinas serão oferecidas no âmbito de outros cursos da instituição e outras no período noturno, essas inseridas na matriz curricular do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (Optativas I, II e III - ver matriz curricular – Tabela 1). Os discentes escolherão as disciplinas a serem cursadas, considerando seus interesses pessoais, afinidade com a ementa, bem como as condições de oferta das disciplinas no período vigente. Ressalta-se que quando da oferta de unidades curriculares optativas no período noturno (Optativas I, II e III – ver Tabela 1), no mínimo três disciplinas serão previamente apresentadas aos alunos (preferencialmente, no final do semestre que antecede a oferta das mesmas), devendo os mesmos escolherem qual delas será ofertada. Para isso, é organizada uma assembleia, com registro de votação simples para a escolha da disciplina optativa a ser ofertada. Será oferetada aquela que receber maior número de votos. Vale salientar ainda que, conforme disposto no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano, os discentes regularmente matriculados no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas poderão requerer matrícula em unidades curriculares de outros cursos não previstas como obrigatórias ou optativas na matriz curricular desse PPC, a título de enriquecimento curricular, dependendo da disponibilidade de vagas. Destaca-se também que além dessas estratégias, não há na matriz do curso disciplinas pré-requisitos, o que proporciona uma maior flexibilidade curricular ao discente. 7.2. Estágio curricular supervisionado O estágio curricular supervisionado do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano - Câmpus Urutaí, definido por lei, será parte integrante da formação dos futuros biólogos professores e consistirá na participação do aluno em atividades a serem realizadas em escolas de Educação Básica, respeitando o regime de colaboração entre os sistemas de ensino e enfatizando a formação integral do profissional, consolidando, em situações concretas do ambiente educacional, a articulação entre teoria e prática. Esse estágio visará ainda proporcionar a complementação do ensino e da aprendizagem do aluno, devendo ser planejado, 110 executado, acompanhado e avaliado em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de constituir-se em instrumento de integração, treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. As atividades de docência do estagiário deverão ser realizadas sob orientação de um docente orientador (professor de Estágio Supervisionado - lotado no IF Goiano – Câmpus Urutaí), o qual compete, conforme especificado no Regulamento de Cursos de Graduação do IF Goiano: i. orientar o aluno antes e após a realização do estágio, até a avaliação final; ii. analisar e aprovar o planejamento das atividades a serem desenvolvidas na escola concedente; iii. promover reuniões com seus orientados, em horários preestabelecidos. Além disso, o professor orientador deverá ajudar o aluno a articular teoria e prática, bem como a elaborar o plano de atividades em consonância com as discussões teóricas vivenciadas ao longo do curso. Na escola campo, cada aluno terá um professor supervisor, o qual deverá, conforme especificado no Regulamento de Cursos de Graduação do IF Goiano: i. elaborar o planejamento de estágio de comum acordo com o estagiário e professor orientador; ii. proceder à avaliação de desempenho do estagiário, por meio de instrumento próprio fornecido pela Gerência de Integração Escola-Comunidade (GIEC) do IF Goiano – Câmpus Urutaí; iii. manter-se em contato com o professor orientador do estagiário e com a GIEC. As atividades a serem desenvolvidas no Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental e Médio (6º e 7º semestres, respectivamente, do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí) deverão obedecer às especificações apresentadas no Quadro 3. 111 Quadro 3. Especificações gerais sobre as atividades a serem desenvolvidas no Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental ou Médio Carga horária contabilizada Ensino Ensino Médio Fundamental Atividades Orientações gerais do estágio e elaboração do Plano de Trabalho do aluno-estagiário Observação da estrutura organizacional, administrativa e pedagógica da escola campo Observação de aulas ministradas nas diferentes séries do Ensino Fundamental ou Médio Desenvolvimento de um projeto educativo Regência + Elaboração de Planos de Aulas Elaboração do relatório de estágio Apresentação do relatório de estágio Avaliação do estágio e emissão de parecer conclusivo Total 30 h 30 h 40 h 40 h 10 h 10 h 80 h 12 h 26 h 2h 80 h 12 h 26 h 2h - - 200 h 200 h O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas oferece aos discentes, nos períodos em que os estágios deverão ser realizados, uma cópia do manual de orientações sobre o funcionamento dos estágios supervisionados. O arquivo desse manual também se encontra disponível no website institucional (http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/cursos- superiores/170-licenciatura-em-ciencias-biologicas). Neste manual estão reunidas e sistematizadas informações detalhadas de todas as atividades que deverão ser desenvolvidas ao longo dos Estágios Supervisionados do Ensino de Ciências e de Biologia. Além disso, o referido manual tem o propósito de esclarecer a todos, de forma direta, inúmeras dúvidas que os(as) alunos(as) estagiários(as) possam ter ao longo do desenvolvimento de seu estágio. 7.3. Prática como componente curricular Entende-se por prática como componente curricular o exercício da docência do futuro professor da escola básica, com mais ênfase do que vinha sendo a regra nos cursos de Licenciaturas anterior à resolução CNE/CP nº 2 de 2002, que a instituiu. O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas deste câmpus considera importante que as unidades curriculares tenham vínculos com a educação, pois, ao mesmo tempo em que contribuem para a formação relativa aos conhecimentos biológicos, terão também um foco em como esses conhecimentos entram, interagem e funcionam na escola fundamental e média e em situações de educação não-escolar. Nesse sentido, a prática como componente curricular a ser vivenciada no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas será oportunizada por meio de Oficinas de Práticas 112 Pedagógicas (OPP’s) (total de 408 horas), oferecidas intrinsecamente e ao longo da matriz curricular do curso. No total serão ofertadas sete OPP’s, conforme pode ser observada na matriz curricular do curso (Tabela 1). Tais Oficinas constituem momentos oportunos para a reflexão e vivência de temas diversificados (biológicos e educacionais) que serão úteis na prática docente futura do discente. Em síntese, as OPP’s oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas possibilitarão o desenvolvimento de atividades voltadas para: a construção e/ou avaliação de materiais didático-pedagógicos (ex.: livros de Ciências e Biologia, apostilas, cartilhas, jornais, revistas, etc.); a prática da avaliação crítica de conteúdos relativos a diferentes temas biológicos, presentes em livros didáticos, apostilas e/ou manuais; a prática ligada à ciência e tecnologia, envolvendo televisão, vídeos, cinema, internet com o ensino de Ciências e Biologia; a vivência e/ou treinamento para a atuação em situações escolares que envolvam violência escolar, fenômeno “bullying”, uso de drogas e questões étnico-raciais, incluindo situações de preconceito e sexualidade; a prática ligada à educação de jovens e adultos, à educação inclusiva e à educação das relações étnico-raciais, incluindo o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes; a reflexão e escolha de diferentes instrumentos que avaliam o desempenho acadêmico dos alunos e a prática relacionada ao uso de metodologias alternativas para ensino e aprendizagem de Ciências e Biologia, assim como para o desenvolvimento de estratégias que contribuam para a implementação da Educação Ambiental no contexto do ensino fundamental e médio. 7.4. Outras atividades acadêmico-científico-culturais (atividades complementares) Conforme definido no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano, atividades complementares são aquelas de natureza acadêmica, científica, artística e cultural que buscam a integração entre ensino, pesquisa e extensão e que não estão compreendidas nas práticas pedagógicas previstas no desenvolvimento regular das unidades curriculares obrigatórias ou optativas do currículo pleno. Desta forma, representam um instrumento válido para o aprimoramento da formação básica, constituindo elementos enriquecedores e implementadores do próprio perfil do profissional e da formação cidadã. 113 No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas deste câmpus, as atividades complementares constituem-se parte integrante da matriz curricular do curso e a sua carga horária será contabilizada para a integralização da carga horária total do curso. Estas são integradas ao currículo, perfazendo um total de no mínimo de 200 horas (equivalentes à 240 horas-aula de 50min), conforme disposto na resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002. As atividades complementares devem estar vinculadas ao: i) Ensino: monitorias, grupos de estudos supervisionados por um docente, unidades curriculares que não integram a matriz curricular do curso, elaboração de material didático com orientação de um docente e curso regular de língua estrangeira; ii) Pesquisa: participação em projetos de pesquisa registrados na Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação deste câmpus (PIVIC, PIBIC, PIBITI), participação e/ou apresentação de trabalhos em eventos acadêmico-científicos e trabalhos publicados em periódicos científicos nacionais e/ou internacionais e/ou; iii) Extensão: participação em eventos de extensão, participação em oficinas, participação em minicursos, apresentação de trabalhos em eventos de extensão, organização de eventos acadêmicos, científicos, políticos, artísticos e culturais, vinculados ao IF Goiano, e participação voluntária em atividades de caráter humanitário e social, programadas e organizadas pela instituição. Vale salientar que as atividades complementares poderão ser desenvolvidas no decorrer do curso dentro ou fora da instituição de ensino, devendo ser, nesse último caso, realizadas junto às comunidades locais, articulando teoria-prática e a formação integral do licenciando em Ciências Biológicas. A validação da modalidade de atividade complementar escolhida pelo discente somente ocorrerá quando o mesmo cumprir, no mínimo, 30% da carga horária total de integralização da matriz curricular, conforme disposto no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano. Além disso, tais atividades deverão ser desenvolvidas ao longo do curso, não podendo ser integralizadas em um único semestre letivo. É importante enfatizar que as atividades complementares serão avaliadas e aprovadas pela Coordenação de curso, com base em documento comprobatório em que conste obrigatoriamente carga horária e especificações sobre as atividades desenvolvidas. Já para o registro acadêmico de todas as atividades complementares o discente deverá entregar na Secretaria de Ensino Superior, conforme Calendário Acadêmico, o requerimento específico para aprovação e validação, juntamente com os documentos comprobatórios originais ou cópias autenticadas. A autenticação de cópias poderá ser dispensada no caso do documento original 114 ser apresentado ao servidor da Secretaria de Ensino Superior. Ressalta-se que todas as especificações dispostas no Capítulo XIV “Das atividades complementares” do Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano deverão ser observadas. 7.5. Trabalho de Curso (TC) O Trabalho de Curso (TC) consiste na elaboração, pelo aluno concluinte, de um trabalho que demonstre sua capacidade para formular, desenvolver e fundamentar uma hipótese de modo claro, objetivo, analítico e conclusivo ou que demonstre sua capacidade de trabalhar com situações problemas, aplicando os conhecimentos construídos e as experiências adquiridas durante o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Desenvolvido em conformidade com as normas que regem o trabalho e a pesquisa científica, o TC no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas deverá ser desenvolvido sob a orientação e avaliação de um docente do IF Goiano – Câmpus Urutaí (preferencialmente atuante no curso), cuja carga horária a ser computada será de 50 horas (equivalentes a 60 horas-aula de 50 min). No âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas deste câmpus, o desenvolvimento do TC permitirá ao discente o aprofundamento temático nas várias áreas de conhecimento do curso e integrar seus conhecimentos adquiridos durante toda a sua experiência formativa ao método científico, aprofundando-se em um processo de pesquisa sobre temas de interesse individual que apoiam sua inserção no campo educacional. A seguir são apresentadas as especificidades que deverão ser seguidas no âmbito do desenvolvimento do TC do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí: O aluno do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas poderá desenvolver projeto de pesquisa em diferentes áreas da Biologia, porém no contexto da elaboração do seu TC será necessária a realização de uma clara associação entre o tema pesquisado e sua aplicação no campo educacional. Nos casos em que o aluno optar por desenvolver um trabalho voltado à pesquisa biológica de campo, bibliográfica ou experimental, o mesmo deverá apresentar no seu TC um capítulo específico que demonstrará a clara associação entre o tema pesquisado e sua aplicação do campo educacional, seja no ensino de Ciências e/ou Biologia, educação ambiental, didática, metodologias de ensinoaprendizagem, ou outros. 115 Caberá ao orientador auxiliar o aluno não apenas no desenvolvimento empírico da pesquisa, mas também na aplicação do conhecimento gerado no campo educacional. A não demonstração da aplicação do trabalho desenvolvido no campo educacional acarretará na reprovação do TC por parte da banca examinadora. Conforme disposto no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano, entende-se por TC qualquer trabalho de natureza investigativa e/ou experimental resultante de: i) pesquisas de campo, experimentais e bibliográficas, bem como de atividades de sala de aula, relacionadas às áreas do conhecimento, desenvolvidas no curso, ii) experiências desenvolvidas nos estágios curriculares e em eventos de caráter científico cultural e iii) experiências advindas de projetos de ensino, pesquisa e extensão. É importante ressaltar que o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas oferece aos discentes o Manual de Trabalhos Acadêmicos para a elaboração do TC, disponibilizado tanto na Secretaria de Ensino Superior, Coordenação de curso, quanto no website institucional (http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/images/stories/documentos/cursos/docsrestritos/Manual_Trabalhos_Academicos_IFGoiano_Uruta.pdf). Esse manual contém informações gerais desde como elaborar um projeto de pesquisa até a formatação do trabalho final, incluindo informações sobre as formas de apresentação. Além do orientador, existe o Coordenador de TC, o qual é representado por um docente do curso, o qual compete: apresentar o Manual de Trabalhos Acadêmicos aos alunos e aos orientadores; auxiliar os alunos na definição dos orientadores; manter contato com os orientadores de TC; manter o coordenador de curso informado e atualizado da relação de orientadores e orientandos; deliberar sobre eventuais problemas ocorridos durante o período de desenvolvimento do TC, dentre outras (ver detalhes no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano). No início do 7º período do curso, cada discente deverá apresentar ao Coordenador de TC seu projeto de pesquisa (em cronograma pré-estabelecido, divulgado com antecedência), o qual dará origem ao seu TC. Junto desse projeto, o discente deverá entregar a Carta de Aceite de orientação e/ou co-orientação (modelo disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/cursos-superiores/170-licenciatura-em-cienciasbiologicas), devidamente assinada pelo orientador e/ou co-orientador escolhido. 116 Ao final da elaboração do TC, o discente terá que defender seu trabalho perante uma banca examinadora composta de três membros que tenham formação ou atuação profissional na área de desenvolvimento do TC, com titulação mínima de especialista. O formulário a ser utilizado pela banca avaliadora, contendo os critérios de avaliação encontra-se disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/cursossuperiores/170-licenciatura-em-ciencias-biologicas. Antes da defesa o discente deverá apresentar ao Coordenador de TC documento em que o orientador declara que o TC de seu orientado(a) foi concluído em consonância com as diretrizes estabelecidas nesse PPC e com as orientações de formatação presentes no Manual de Trabalhos Acadêmicos do IF Goiano – Câmpus Urutaí (modelo disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/cursos-superiores/170licenciatura-em-ciencias-biologicas). As defesas dos TC’s serão realizadas sempre nas dependências do IF Goiano – Câmpus Urutaí, constituindo-se em audiências públicas. Para obter aprovação no TC, o aluno deverá ter a média final composta pelas notas dos membros da banca examinadora, igual ou superior a 6,0 (seis) pontos. Havendo necessidade de modificações no TC, o discente deverá realizar as correções e em seguida submeter seu trabalho à avaliação de seu orientador. Após a análise do orientador e aprovação das alterações realizadas no TC, o discente deverá providenciar uma cópia impressa e encadernada e outra eletrônica (em CD-ROM) e entregá-las na Secretaria de Ensino Superior do IF Goiano – Câmpus Urutaí, até 30 dias antes da data prevista para colação de grau. 7.6. Políticas de incentivo à investigação científica e de participação em projetos de pesquisa e de extensão Ao longo dos semestres letivos, os alunos serão incentivados a participar de atividades de pesquisa científica e de eventos acadêmicos, nos quais serão divulgadas as experiências adquiridas nessas atividades. Espera-se, com isso, proporcionar a inserção dos alunos em projetos de pesquisa, considerando a iniciação científica um instrumento valioso para aprimorar qualidades desejadas em um profissional de nível superior, assim como propiciar a atuação em pesquisa após o término do curso. O IF Goiano tem buscado, por meio de diversas ações, fortalecer a pesquisa no Câmpus Urutaí. Reflexo disso pode ser observado na implementação do Programa Institucional de Bolsas 117 de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), os quais possuem cotas de bolsas disponibilizadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela própria instituição. Além disso, há o Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica (PIVIC) e o PIBIC-Jr. Este último fomenta bolsas a alunos do Ensino Médio/Técnico, o qual permite a inserção no meio científico e o despertar de talentos científicos já no Ensino Médio. Anualmente são lançados editais para a aprovação de projetos de pesquisa e bolsas de estudos (ver detalhes no item 7.9.4, “Apoio ao discente”). Atualmente, evidencia-se o desenvolvimento de diferentes linhas de pesquisa e/ou eixos temáticos, com inclusive formação de grupos de pesquisa cadastrados no CNPq. Dentre esses, pelo menos quatro grupos de pesquisa oferecem oportunidade de desenvolvimento de estudos diretamente relacionados ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. A saber: “Núcleo de Pesquisa em Ciências Ambientais e Biológicas”, “Educação, Trabalho e Representações Sociais”, “Alimentos, Nutrição e Saúde” e “Diversidade, conservação e potencial de uso da flora do Cerrado do Sudeste goiano”. Eventos acadêmico-científicos são organizados anualmente, a exemplo do “Encontro das Licenciaturas”, “Ciclo de Palestra de Ciências Biológicas”, “Jornada de Iniciação Científica” e “Semana de Ciências Agrárias”. Tais eventos constituem-se oportunidades para a apreensão de novos conhecimentos, cuja finalidade é reunir profissionais ou estudantes de modo a estimular a troca de experiências entre os participantes. Nesse sentido, pode-se dizer que a prática da pesquisa vem assumindo novos contornos na medida em que passa a representar um importante papel educacional na realidade do IF Goiano – Câmpus Urutaí. A cultura que vem se criando em função do estímulo dado ao desenvolvimento de pesquisa aplicada tem surtido efeitos interessantes e levado a Instituição a cada vez mais, reforçar os alicerces desta ação. Uma gerência e diretoria específica foram criadas especificamente para este fim, o que promove um “input” gradual nas atividades muito em função de novos profissionais que já vêm de uma realidade onde a cultura universitária está consolidada. Em dezembro de 2010, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas foi contemplado para receber o Programa de Educação Tutorial (PET), vinculado ao MEC pela sua Secretaria de Ensino Superior (SESu). O referido programa trata-se de uma iniciativa do governo federal cujo objetivo é melhorar a qualidade dos cursos superiores e facilitar o ingresso dos acadêmicos ao mercado de trabalho e à pós-graduação, dentre outros. O PET Bio Urutaí (http://petbiourutai.blogspot.com.br/#!/p/apresentacao.html) conta com doze alunos bolsistas e 118 um aluno voluntário2. No programa são desenvolvidas atividades de ensino-pesquisa-extensão e cada aluno do PET dedica 20 horas por semana para tais atividades. O PET Bio Urutaí conta ainda com investimentos do MEC para o desenvolvimento das atividades. Para ingressar no PET os alunos do curso participam de um processo seletivo e, caso tenham bom rendimento escolar e nas atividades do programa, permanecem com a bolsa de R$ 400,00 até a conclusão do curso. Ressalta-se que o PET contribui para a melhoria da qualidade de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, bem como do IF Goiano, assim como investe no desenvolvimento integral tanto dos alunos petianos, quanto da comunidade participante das atividades, além de contribuir para a redução da evasão e retenção escolar no curso. Mais recentemente (maio de 2011), o curso também foi contemplado com o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), vinculado à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O subprojeto de Ciências Biológicas possui quinze alunos bolsistas e três professores (da escola conveniada) supervisores bolsistas. Pode-se dizer que o PIBID contribui enormemente para a formação docente dos alunos, visto que seus principais objetivos são: i) incentivar a formação de professores para a educação básica, especialmente para o ensino médio; ii) valorizar o magistério, incentivando os estudantes que optam pela carreira docente; iii) promover a melhoria da qualidade da educação básica; iv) promover a articulação integrada da Educação Superior do Sistema Federal com a Educação Básica do Sistema Público, em proveito de uma sólida formação docente inicial; v) estimular a integração da Educação Superior com a Educação Básica de modo a estabelecer projetos de cooperação que elevem a qualidade do ensino nas escolas da rede pública; vi) elevar a qualidade das ações acadêmicas voltadas à formação inicial de professores nas licenciaturas das instituições federais de educação superior; vii) fomentar experiências metodológicas e práticas docentes de caráter inovador, que utilizem recursos de tecnologia da informação e da comunicação; viii) valorizar o espaço da escola pública como campo de experiência para a construção do conhecimento na formação de professores para a educação básica e ix) proporcionar aos futuros professores participação em ações, experiências metodológicas e práticas docentes inovadoras, articuladas com a realidade local da escola. De um modo geral, é possível notar uma forte coerência entre as políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão constantes no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IF Goiano e a realidade vivenciada no câmpus Urutaí. No âmbito do ensino, a instituição: 2Atualmente o PET conta com 12 bolsistas e 1 voluntário oriundos das turmas 2010/1, 2011/1 e 2012/1. 119 vem fortalecendo a conjugação entre a teoria e a prática, de modo contextualizado, apoiando e garantindo o bom funcionamento de programas educacionais como o PIBID, PET, PIBIC e PIBIT, os quais proporcionam aos alunos habilidades e competências ligadas à construção de conhecimentos; tem proporcionado condições de trabalho e apoio ao trabalho dos órgãos superiores de um curso superior, como Colegiado e NDE de modo a apoiar continuamente a revisão de currículos e a estrutura dos cursos, adequando-os à contemporaneidade; tem estimulado o desenvolvimento de trabalhos em grupo, incluindo o apoio financeiro para a organização de eventos acadêmicos internos, ligados diretamente ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas; tem estimulado a interdisciplinaridade como meio para tornar os saberes significativos (vide detalhes no item 7.7, “Interdisciplinaridade”); tem apoiado e estimulado a adoção do processo de avaliação como procedimento contínuo, formativo e predominantemente qualitativo; tem apoiado e estimulado a formação continuada dos servidores, garantindo aos interessados o direito de ingresso em cursos de formação pedagógica e/ou pós-graduação, bem como a participação em eventos acadêmicos com vistas à formação de profissionais motivados e competentes; tem criado condições para a divulgação dos cursos, a pesquisa e a extensão para a comunidade local e regional. Além de várias visitas a escolas da região com vistas à divulgação do vestibular e dos cursos, internamente é realizando anualmente a Feira de Cursos e Profissões, na qual alunos de diferentes escolas da região visitam a instituição e adquirem conhecimentos sobre os cursos ofertados pela instituição; e tem estimulado a abertura de novos cursos apenas mediante a prática da pesquisa de demanda por esses cursos, considerando tal prática como ferramenta de retroalimentação dos modelos curriculares. No campo da pesquisa, a instituição: 120 tem apoiado a criação e fortalecimento de linhas de pesquisa para as várias áreas de conhecimento, as quais podem ser observadas nos grupos de pesquisa existentes atualmente e reconhecidos pela instituição junto ao CNPq; tem realizado acompanhamento e avaliação das pesquisas desenvolvidas no câmpus Urutaí, por meio da realização de encontros científicos, como as Jornadas de Iniciação Científica que ocorrem anualmente e como o I Congresso Estadual de Iniciação Científica e I Semana de Formação Docente para Educação em Ciência, que ocorreu sem setembro de 2012. tem apoiado fortemente, junto à Pró-Reitoria de Pesquisa & Pós-Graduação, a divulgação das pesquisas em periódicos de forte impacto e conceito qualis CAPES. A existência dos programas de apoio à produtividade em pesquisa (Resolução nº 039/2012, de 21 de setembro de 2012, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2012/02/RESOLUÇÃO-CS-0392012.pdf) e à tradução de artigos científicos para a língua inglesa (Resolução nº 016/2012, de 27 de abril de 2012, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2012/02/RESOLUÇÃO-CS-01620121.pdf) denotam esse apoio institucional. tem identificado e divulgado fontes de captação de recursos para a realização de pesquisa, por meio da publicação de boletim mensal de notícias pela Diretoria de Pesquisa & Pós-Graduação do IF Goiano – Câmpus Urutaí; tem apoiado fortemente e adotado mecanismos flexíveis para a implementação dos programas de iniciação científica e tecnológica, por meio da concessão de bolsas de estudos como cotas complementares às conssedidas pelo CNPq (ver detalhes no item 7.9.4, “Apoio ao discente”); tem apoiado os cursos de licenciaturas, por meio de apoio à realização de eventos ligados à área educacional, a exemplo dos Encontros das Licenciaturas (anuais) e os Ciclos de Palestras de Ciências Biológicas (anuais), nos quais assuntos ligados à área biológica e educacional são sempre priorizados; e tem apoiado e orientado constantemente a pesquisa em benefício da consolidação e fortalecimento das licenciaturas e das práticas de ensino no âmbito de atuação do câmpus Urutaí, seja por meio do apoio ao PET BioUrutaí ou dos subprojetos vinculados ao PIBID IF Goiano, dentre eles o de Ciências Biológicas. 121 Já quanto à extensão, a instituição: tem apoiado o desenvolvimento de atividades/projetos culturais artísticos e esportivos. No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas o “Grupo de Teatro Mutação” (composto por alunos exclusivamente do curso) tem sido constantemente estimulado; tem proporcionado visitas técnicas que ampliam os conhecimentos dos discentes e oportunizam o aperfeiçoamento da prática profissional dos acadêmicos com vistas para ingressar no mercado de trabalho. No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, visitas técnicas a unidades de conservação, museus, zoológicos tem sido constantemente apoiadas e viabilizadas; tem estreitado as relações internacionais, com forte apoio, por exemplo, ao Programa Ciência Sem Fronteiras, tendo sido inclusive já oportunizado a ida de uma discente do curso de Licenciatura em Ciências Biológica para realização de estágio na Universidade de Pisa, na Itália. tem proporcionado a realização de estágio, tendo inclusive firmado convênio de cooperação mútua entre Secretaria Estadual de Educação, GO e o IF Goiano, de modo a proporcionar aos estudantes oportunidades de realização de estágio curricular obrigatório, em escolas públicas estaduais; e tem apoiado, em associação com a Diretoria de Ensino e a Diretoria de Pesquisa & Pós-Graduação, a realização de eventos de interesse pedagógico, técnico, social e científico. No âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, os Encontros de Licenciaturas e os Ciclos de Palestras de Ciências Biológicas são sempre apoiados, financeiramente e logisticamente pela Gerência de Extensão do IF Goiano – Câmpus Urutaí. 7.7. Interdisciplinaridade Entende-se que a interdisciplinaridade pode auxiliar na dissociação do conhecimento produzido e orientar a produção de uma nova ordem de conhecimento, constituindo condição necessária para melhoria da qualidade do Ensino Superior, mediante a superação da fragmentação, uma vez que orienta a formação global do homem. Com vistas para a implementação da interdisciplinaridade no âmbito da formação dos discentes, tem sido adotadas diversas estratégias no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, dentre elas: 122 a oportunização da inserção dos discentes em espaços efetivos para a prática da iniciação científica (com concessão ou não de bolsas de estudos), da pesquisa e da extensão. Os programas PET Bio-Urutaí e PIBID, por exemplo, no âmbito dos seus objetivos centrais têm proporcionado o trabalho com diferentes temas contemporâneos ligados a variadas áreas do conhecimento, indissociando pesquisa, ensino e extensão e rompendo as barreiras que fragmentam as particularidades inerentes a cada área. Atividades ligadas à cultura (teatro, cinema, etc.), à saúde pública (uso de drogas), à educação (oficinas, práticas pedagógicas, minicursos, estudo de caso, intervenções pedagógicas) e ao envolvimento direto em atividades voltadas para a botânica, zoologia, genética, meio ambiente e biologia celular, com enfoque associativo, tem sido tratadas de forma prioritária nos referidos programas; a organização da estrutura curricular de forma integrada, favorecendo um maior grau de relacionamento (articulação) entre as unidades curriculares oferecidas nos semestres letivos do curso, incentivando, ao mesmo tempo, uma formação holística; avaliação periódica, pelo NDE, da estrutura e funcionamento do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, a partir da priorização de conteúdos elementares e da eliminação da repetitividade e redundância no curso; organização de eventos acadêmicos, nos quais se oportuniza o estabelecimento de relações entre as diversas áreas biológicas, a partir de temas motivadores, a exemplo do que ocorre nos Ciclos de Palestras de Ciências Biológicas e nos Encontros de Licenciaturas sediados no IF Goiano – Câmpus Urutaí. Nesses eventos, priorizam-se temáticas que não apenas complementam a formação do discente, mas que ao mesmo tempo possuam articulação entre si e entre as unidades curriculares do curso; utilização das “Oficinas de Práticas Pedagógicas (OPP´s)” não apenas como momentos para a concretização da prática como componente curricular, mas também para a exploração e vivência de temas que articulam diferentes unidades curriculares e áreas do conhecimento, como jogos, avaliação de material didático, violência escolar, uso de drogas, bullying, avaliação do rendimento acadêmico, tecnologias, educação inclusiva, educação das relações étnico-raciais, dentre outros; 123 participação efetiva dos discentes na organização da Feira de Cursos de Profissões (que ocorre anualmente), a qual permite um forte envolvimento dos acadêmicos com as variadas áreas biológicas (durante semanas que antecedem a Feira), com o objetivo de principalmente divulgar o curso e passar a ideia da estrutura geral do mesmo, incluindo os possíveis e diferentes campos de atuação do profissional egresso. A partir de 2013, por meio do Trabalho Interdisciplinar Coletivo (TIC), no qual são priorizadas/estimuladas ações interdisciplinares durante a condução das disciplinas componentes da matriz curricular do curso, culminando na realização de uma Avaliação Integrada (AI) ao final de cada semestre letivo, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas intensificou suas ações interdisciplinares. O TIC é conduzido a partir de duas frentes de ações indissociáveis e que se complementam. A primeira refere-se a um trabalho que tem como intuito priorizar o desenvolvimento de uma visão sistêmica durante o oferecimento de disciplinas conexas nos semestres letivos, eliminando as percepções fragmentadas de cada disciplina e promovendo uma articulação efetiva entre as unidades curriculares que compõem o curso. A intenção é estabelecer uma ação recíproca entre disciplinas afins, permitindo entre elas a troca de conhecimentos e conceitos, calcada num objetivo comum3. No caso específico do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas esse trabalho é realizado de modo que as disciplinas que compõem os eixos temáticos (dos conteúdos básicos previstos no parecer do CNE nº 1.301 de 2001) se interajam, ao longo do curso, de modo interdisciplinar. As figuras que se seguem exemplificam algumas interrelações entre as unidades curriculares do curso no âmbito dos conteúdos básicos preconizados pelo parecer do CNE nº 1.301 de 2001. 3Os objetivos que aqui referimos tratam daqueles especificados em cada eixo temático apresentado no item 7.1 desse PPC. Por exemplo, as disciplinas constituintes do eixo “Biologia Celular, Molecular e Evolução” têm por objetivo permitir uma visão ampla da organização e interações biológicas, construída a partir do estudo da estrutura molecular e celular, função e mecanismos fisiológicos da regulação em modelos eucariontes, procariontes e de partículas virais, fundamentados pela informação bioquímica, biofísica, genética e imunológica. Além disso, buscase facilitar a compreensão dos mecanismos de transmissão da informação genética, em nível molecular, celular e evolutivo. 124 Fisiologia Animal Comparada (6º) Química Geral (1º) Biofísica (2º) Biologia Celular (1º) Evolução (7º) Eixo: Biologia Celular, Molecular e Evolução Bioquímica (3º) Biologia Molecular (6º) Genética (5º) Fisiologia Vegetal (5º) Histologia (4º) Imunologia Básica (8º) Fundamentos da Física (1º) Figura 3. Desenho esquemático das interrelações entre as unidades curriculares que compõem o eixo temático “Biologia Celular, Molecular e Evolução”. Legenda: Os números que seguem os nomes das unidades curriculares referem-se aos períodos em que as mesmas são oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Biologia das Criptógama (1º) Manejo e Conservação da Biodiversidade (8º) Morfologia Vegetal (2º) Fisiologia Animal Comparada (6º) Zoologia dos Invertebrados I (2º) Anatomia Comparada dos Vertebrados (5º) Eixo: Diversidade biológica Zoologia dos Invertebrados II (3º) Parasitologia Humana (7º) Sistemática Vegetal (5º) Zoologia dos Vertebrados (4º) Microbiologia Geral (5º) Embriologia (4º) Evolução (7º) Figura 4. Desenho esquemático das interrelações entre as unidades curriculares que compõem o eixo temático “Diversidade Biológica”. Legenda: Os números que seguem os nomes das unidades curriculares referem-se aos períodos em que as mesmas são oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. 125 Ecologia de Populações e Comunidades (6º) Evolução (7º) Geologia e Paleontologia (6º) Eixo: Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra Bioestatística (2º) Ecologia Geral (2º) Saúde e Meio Ambiente (8º) Manejo e Conservação da Biodiversidade (8º) Figura 5. Desenho esquemático das interrelações entre as unidades curriculares que compõem o eixo temático “Ecologia e Fundamentos das Ciências da Terra”. Legenda: Os números que seguem os nomes das unidades curriculares referem-se aos períodos em que as mesmas são oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Matemática Aplicada às Ciências Biológicas (1º) Eixo: Fundamentos das Ciências Exatas Bioestatística (2º) Química Geral (1º) Fundamentos da Física (1º) Figura 6. Desenho esquemático das interrelações entre as unidades curriculares que compõem o eixo temático “Fundamentos das Ciências Exatas”. Legenda: Os números que seguem os nomes das unidades curriculares referem-se aos períodos em que as mesmas são oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Fundamentos Sócio Históricos da Educação (1º) Seminário de Pesquisa I (7º) Metodologia Científica (1º) Educação Ambiental (8º) Fundamentos Filosóficos da Educação (2º) Seminário de Pesquisa II (8º) Eixo: Fundamentos Filosóficos e Sociais Psicologia do Desenvolvimento (4º) Metodologia do Ensino de Biologia (7º) Políticas Públicas na Educação Brasileira (3º) Metodologia do Ensino de Ciências (5º) Didática (4º) Psicologia da Aprendizagem (5º) LIBRAS (3º) Figura 7. Desenho esquemático das interrelações entre as unidades curriculares que compõem o eixo temático “Fundamentos Filosóficos e Sociais”. Legenda: Os números que seguem os nomes das unidades curriculares referem-se aos períodos em que as mesmas são oferecidas no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. 126 Vale salientar que o programa de todas as disciplinas conexas, componentes dos eixos temáticos aludidos acima, contém a informação de que um trabalho interdisciplinar deve ser realizado pelo docente, de modo a envolver conceitos, estudos de casos, exemplificações, dentre outros (ver ementário no item 7.2 deste PPC). Além disso, as OPP´s, os Estágios Supervisionados (do Ensino Fundamental e Médio), bem como as disciplinas optativas estão diretamente interligadas ao TIC, podendo ser contempladas em diferentes eixos temáticos abordados ao longo do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. A segunda ação relacionada ao TIC refere-se à aplicação de uma AI aos alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas ao final de cada semestre letivo. Essa avaliação deverá ser constituída de questões objetivas e discussivas, as quais deverão ser capazes de avaliar as habilidades e competências adquiridas pelos alunos de forma interdisciplinar, valorizando aspectos associativos e sistêmicos. Em outras palavras, tais questões deverão ter uma abordagem interdisciplinar do conhecimento, isto é, deverão avaliar a formação da capacidade de compreender os temas estudados de forma globalizada. A AI aplicada a cada período deverá contemplar conteúdos das disciplinas inter-relacionadas oferecidas no semestre vigente, conforme os eixos temáticos apresentados acima. Essa avaliação valerá 1 (um) ponto na média semestral final, ou seja, 2 (dois) pontos na média do segundo bimestre letivo, devendo o rendimento do aluno ser contabilizado em todas as disciplinas oferecidas no semestre vigente (ver mais detalhes no item 8 “Formas de avaliação”). A dinâmica da aplicação da prova deverá obedecer ao disposto no quadro abaixo. Quadro 4. Dinâmica da avaliação interdisciplinar a ser aplicada aos alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Semestres 1º Dinâmica a ser executada Os alunos ingressantes no curso estão dispensados de realizar a AI. O TIC é iniciado, porém a avaliação interdisciplinar não é realizada ao final deste semestre. Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos 2º tratados nas disciplinas oferecidas no 1º e 2º semestres do curso, obedecendo a ordem sequencial com que os eixos temáticos são trabalhados no curso. Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos 3º tratados nas disciplinas oferecidas no 1º, 2º e 3º semestres do curso, obedecendo a ordem sequencial com que os eixos temáticos são trabalhados no curso. 4º Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos 127 tratados nas disciplinas oferecidas no 1º, 2º, 3º e 4º semestres do curso, obedecendo a ordem sequencial com que os eixos temáticos são trabalhados no curso. Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos 5º tratados nas disciplinas oferecidas no 1º, 2º, 3º, 4º e 5º semestres do curso, obedecendo a ordem sequencial com que os eixos temáticos são trabalhados no curso. Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos 6º tratados nas disciplinas oferecidas no 1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º semestres do curso, obedecendo a ordem sequencial com que os eixos temáticos são trabalhados no curso. Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos 7º tratados nas disciplinas oferecidas no 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º semestres do curso, obedecendo a ordem sequencial com que os eixos temáticos são trabalhados no curso. 8º Os alunos do 2º semestre realizam a AI, a qual deverá abordar conteúdos conexos tratados em todas as disciplinas oferecidas no curso. OBS: Nas turmas ingressantes em 2010_1, 2011_1 e 2012_1 o TIC será conduzido normalmente. Porém, os conteúdos conexos abordados nas AI´s obedecerão a ordem sequencial dos períodos a partir de 2013. Por exemplo, a AI a ser aplicada na turma ingressante em 2010_1, no semestre 2013_1, abordará conteúdos apenas do 7º período do curso. Já a AI aplicada nesta mesma turma, no semestre 2013_2, abordará conteúdos do 7º e 8º períodos do curso. O mesmo raciocínio deverá ser adotado para as turmas ingressantes em 2011_1 e 2012_1. Anualmente, o Coordenador do curso designará a Comissão de Avaliação Interdisciplinar (CAI), a qual deverá ser constituída por docentes do quadro efetivo do IF Goiano atuantes no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, os quais voluntariamente deverão: elaborar, em conjunto com professores das disciplinas ofertadas no curso, as questões constituintes da AI; definir as temáticas a serem abordadas na AI, o número e o tipo de questões (obetivas e/ou discussivas), a forma como elas serão interligadas nas respectivas questões da avaliação, o nível de dificuldade de cada questão, assim como as habilidades e competências que cada questão avaliará; formatar a avaliação, em termos gráficos e de layout; providenciar a impressão e se responsabilizar pela aplicação das avaliações interdisciplinares, bem como contabilizar o rendimento dos alunos; 128 mediar qualquer conflito que possa surgir em decorrência do processo de elaboração e aplicação da AI, em regime de estreita colaboração com a Coordenação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas; contribuir de diferentes formas com o desenvolvimento do TIC no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. O discente que não realizar a avaliação interdisciplinar poderá requerer segunda chamada, desde que contemple aos Art. 81, 82 e 83 do Regulamento de Cursos de Graduação do IF Goiano. Nestes casos, será aplicada uma AI oral pela CAI. 7.8. Aspectos metodológicos O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é desenvolvido a partir de um trabalho didático-pedagógico interdisciplinar, resultante de reuniões de avaliação e planejamento conjunto do processo de ensino a ser adotado a cada semestre de integralização pelos membros do Colegiado em consonância com a coordenação e NDE do curso. As atividades curriculares são ministradas dentro de uma abordagem teórico-prática, exercida por meio de unidades curriculares, monitorias, discussões temáticas diversas, práticas integradas, iniciação à pesquisa (elaboração e condução de projetos), vivências profissionais (estágios supervisionados sob supervisão de profissionais habilitados), bem como incentivo à participação em eventos diversos (congressos, simpósios, encontros e outros) e à projetos de extensão. Entende-se que o conjunto dessas atividades fornece ao aluno uma maior amplitude em sua área de conhecimento, favorecendo o desenvolvimento de atitudes críticas em relação ao processo ensino-aprendizagem. Para as unidades curriculares que compõem a matriz curricular, a metodologia de ensino segue as filosofias voltadas ao método tradicional, complementada com a filosofia do construtivismo, onde os discentes têm a oportunidade de participar ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estimulo à dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos. Dependendo das particularidades de cada uma das unidades curriculares são utilizados os seguintes recursos didáticos: quadro negro, retro-projetor, projetor de slides, aulas práticas em laboratórios e em campo. Rotineiramente, fora do câmpus, os estudantes podem ser levados a conhecer as atividades práticas onde possivelmente atuarão após a conclusão do curso, seja em ambiente urbano, rural ou natural. 129 7.9. Outras informações relevantes 7.9.1. Formas de ingresso no curso O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas oferece, anualmente, um total de 40 vagas no período noturno. O vestibular (unificado para todos os campi do IF Goiano) ocorre ao final de cada ano para ingresso no início do ano seguinte. Essas vagas são distribuídas conforme especificações presentes no quadro a seguir. Ressalta-se que o IF Goiano adota a política de ação afirmativa, com reservas de vagas (cotas) para estudantes oriundos integralmente de escolas públicas, segundo o disposto na Lei 12.711, de 29 de agosto de 2012, Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012 e Portaria Normativa nº 18, de 11 de outubro de 2012. Quadro 4. Distribuição das vagas a serem preenchidas no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Total de Vestibulara Ampla vagas concorrênciab 40 28 6 SiSU Reserva de vagas Renda superior a 1,5 Renda igual ou inferior a salários per capita 1,5 salários per capita Autodeclarado Autodeclarado (pretos, Não (pretos, Não pardos, declarados pardos, declarados indígenas) indígenas) 2 1 2 1 aVagas destinadas exclusivamente pelo desempenho na prova do vestibular. bVagas destinadas aos candidatos do Sistema de Seleção Unificada do MEC/ENEM (SiSU/ENEM) que não se enquadram no perfil dos candidatos contemplados pela Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas também recebe alunos via reingresso, transferência e aproveitamento de curso. Considera-se reingresso os alunos do IF Goiano que tenham sido desligados pela não efetuação da renovação de matrícula e que ainda possuam tempo legal para integralização curricular e que não tenham se beneficiado do reingresso anteriormente. O aluno que obtiver o reingresso será integrado na matriz curricular vigente. Considera-se transferência a migração de alunos para cursos de graduação do IF Goiano oriundos de outro câmpus do IF Goiano ou de outra Instituição de Ensino Superior (IES). O curso de origem deverá ser reconhecido ou autorizado pelo MEC. Em caso de cursos ministrados no exterior, o candidato deverá apresentar documentação autenticada pelas autoridades consulares e a respectiva tradução, por tradutor juramentado. 130 O aproveitamento de curso deverá ser requerido por candidato detentor de um diploma de curso de graduação, reconhecido pelo MEC, que queira concluir outro curso afim, caso haja possibilidade de adequação à série/período onde houver vaga e condições de operacionalização na estrutura curricular em vigor. Salienta-se que para todas as formas de ingresso, as especificidades presentes no Regulamento de Cursos de Graduação do IF Goiano deverão ser observadas. Para as formas de ingresso reingresso, transferência e aproveitamento de curso, semestralmente, a Secretaria de Ensino Superior divulga editais específicos, em datas previstas no Calendário Acadêmico, que contém todos os procedimentos e critérios a serem utilizados para análise e julgamento do requerimento realizado pelo candidato. A divulgação desses editais dar-se por meio do sítio eletrônico do IF Goiano – Câmpus Urutaí e em murais da instituição. 7.9.2. Integração com as redes públicas de ensino O IF Goiano e a Secretaria da Educação de Goiás firmaram um convênio de cooperação mútua (processo nº 201000006031052), com vistas à realização de estágios obrigatórios pelos discentes regularmente matriculados nos cursos de licenciatura da instituição, incluindo o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do câmpus Urutaí. Além de oportunizar a realização dos referidos estágios, o que caracteriza um espaço formativo do estudante, o referido convênio acaba por estreitar os laços entre o IF Goiano – Câmpus Urutaí e as escolas da rede estadual da região, bem como por estimular a promoção de ações articuladas entre as mesmas, em prol da formação acadêmica dos discentes e da melhoria da qualidade de ensino ofertado por essas escolas. Cabe ressaltar também que o PIBID IF Goiano, por intermédio dos subprojetos de Ciências Biológicas, Química e Matemática do Câmpus Urutaí, também tem promovido a aproximação entre o IF Goiano e as escolas da região (convênio específico para esse fim também foi firmado, o qual foi pré-requisito para a implantação do referido programa). A partir de variadas atividades e intervenções oportunizadas por esses subprojetos, tem-se buscado uma integração, por meio da qual os conhecimentos produzidos e compartilhados no meio acadêmico são socializados e traduzidos em práticas que beneficiam as comunidades locais. O mesmo pode-se dizer quanto às atividades desenvolvidas pelo grupo PET Bio-Urutaí, o qual também tem priorizado o desenvolvimento de atividades/ações com enfoque em escolas e em comunidades locais da região, incluindo a comunidade acadêmica do próprio câmpus Urutaí. 7.9.3. Apoio ao discente 131 O IF Goiano – Câmpus Urutaí oferece amplo apoio ao discente, alicerçado na Política de Assistência Estudantil institucional. A referida política leva em conta o Programa Nacional de Assistência Estudantil disposto no Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Constituição Federal de 1988 e demais marco legais. Sua execução no Câmpus Urutaí se dá por meio de um conjunto de ações conduzidas sob a coordenação da Gerência de Assistência Estudantil (GAE) que vise a permanência com êxito do estudante na instituição. As ações voltadas ao apoio discente implementadas no IF Goiano - Câmpus Urutaí são: Auxílio transporte, bolsa alimentação e bolsa moradia. A bolsa moradia refere-se à concessão, por parte do câmpus, da infraestrutura física (alojamentos) para os estudantes residirem, assim como móveis e equipamentos básicos, bem como alimentação e suporte biopsicossocial. O IF Goiano – Câmpus Urutaí possui 21 vagas no alojamento feminino e 179 vagas no alojamento masculino. A bolsa alimentação consiste na concessão de uma refeição diária para o aluno, no período que o mesmo desempenhar prioritariamente suas atividades no câmpus e o auxílio transporte visa auxiliar no deslocamento diário do discente no trajeto residência - câmpus - residência, por meio do custeio de gastos relativos a transporte, sendo este em regime municipal no valor de R$ 30,00 e regime intermunicipal no valor de R$ 80,00, devendo o gasto ser comprovado mensalmente. O processo seletivo dos estudantes a serem beneficiados por esses apoios dar-se-á via editais específicos publicados periodicamente, a exemplo do disponível no sítio http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/images/stories/noticias/2012/Edital_Ass istencia_Estudantil_XI_.pdf) Bolsas vinculadas a projetos de pesquisa. Em contrapartida às cotas de bolsas concedidas pelo CNPq, a instituição oferece anualmente 35 bolsas de iniciação científica a alunos dos cursos superiores vinculados a projetos de pesquisa selecionados por meio de edital interno da Diretoria de Pesquisa & Pós-Graduação do IF Goiano – Câmpus Urutaí. Isenção de taxas. É prevista a isenção do pagamento da taxa de inscrição dos vestibulares do IF Goiano para os candidatos que preenchem os requisitos estabelecidos no Decreto nº 6.593, de 2 de outubro de 2008. 132 Atenção à saúde. O IF Goiano – Câmpus Urutaí possui um Centro Médico que disponibiliza assistência/acompanhamento médica(o), psicológica(o), odontológica(o) e de enfermagem aos discentes da instituição Atividades esportivas e de lazer. O IF Goiano – Câmpus Urutaí possui um complexo esportivo que inclui ginásio, quadra coberta, campo, pista de atletismo, quadra para tênis e piscina semiolímpica, adaptados para a prática esportiva e de lazer. Periodicamente são organizados jogos internos, interestaduais e interinstitucionais que envolvem tanto discentes, quanto servidores. Participação em intercâmbios e eventos acadêmicos. Associado à política institucional de pesquisa e extensão, o IF Goiano – Câmpus Urutaí oferece aos discentes apoio financeiro e logístico para participação em eventos nacionais e internacionais, nos termos do Regulamento específico disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/REGULAMENTOPARTICIPACAO-EVENTOS-ALUNO.pdf. Bolsa monitoria. Editais internos são publicados semestralmente com vistas à seleção de monitores (remunerados) de unidades curriculares oferecidas naquele semestre. A título de informação, ressalta-se que no ano de 2012 foram ofertadas 53 bolstas de monitoria. Bolsas de programas específicos do governo federal como o PIBID e PET. Apesar de ambos os programas terem objetivos específicos a serem alcançados, também são importantes e propiciam melhores condições para a permanência com êxito do estudante na instituição. Acesso dos alunos a equipamentos de informática. A instituição conta com uma estrutura de laboratórios de informática que podem ser usados tanto na oferta de alguma unidade curricular do curso (obrigatória ou optativa), quanto por aqueles alunos que necessitarem de realizar alguma pesquisa ou algum trabalho. A biblioteca oferece uma sala de computadores para tal fim, além de acesso livre ao Portal Periódicos CAPES. Além disso, a instituição oferece acesso à internet (com fio e wireless em todo o câmpus), bem como recursos áudio visuais para a execução de diversas atividades ligadas ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. 133 Vale salientar que um prédio específico é disponibilizado para o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o qual contém salas de aulas adequadas considerando os aspectos dimensão em função do número de alunos por turma, disponibilidade de carteiras, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. Certamente esses aspectos oferecem um ambiente de aprendizagem propício e motivador. 7.9.4. Documentos que norteiam o funcionamento do IF Goiano Lista-se a seguir os documentos que norteiam direta e indiretamente o funcionamento do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, os quais são observados tanto para assuntos relacionados à organização didático-pedagógica do curso, quanto para docentes e discentes. 7.9.4.1. Organização didático-pedagógica do curso Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/REGULAMENTO-DEGRADUACAO.pdf. Projeto Político do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/urutai/home/cursossuperiores/170-licenciatura-em-ciencias-biologicas. 7.9.4.2. Documentos relacionados aos docentes Normas para eleição de coordenadores de curso do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/NORMAS-PARAELEI%C3%87%C3%83O-DE-COORD-DE-CURSO3.pdf. Regulamento para programa de capacitação dos servidores do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wpcontent/uploads/2010/12/REGULAMENTO-CAPACITACAO-SERVIDORALTERADO.pdf. Diretrizes para a distribuição de carga horária docente no âmbito do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wpcontent/uploads/2010/12/DIRETRIZES-CARGA-HORARIA-DOCENTE2.pdf. Regulamento geral para afastamento de servidor do IF Goiano para missão oficial ou estudo no exterior, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp- 134 content/uploads/2010/12/REGULAMENTO-ASSESSORIAINTERNACIONAL.PDF. Regulamento das atividades de pesquisa no IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/REGULAMENTOPESQUISA-IF-GOIANO2.pdf. 7.9.4.3. Documentos relacionados aos discentes Regulamento do Programa de Monitoria de Ensino do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/REGULAMENTOMONITORIA1.pdf. Normas disciplinares para o corpo discente do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/NORMASDISCIPLINARES-DISCENTES-1.pdf. Normas do programa institucional de iniciação científica do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wpcontent/uploads/2010/12/NORMAS-INICIACAO-CIENTIFICA.pdf. Regulamento geral para afastamento de discente do IF Goiano para participação em eventos no país e no exterior, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/REGULAMENTOPARTICIPACAO-EVENTOS-ALUNO.pdf. Política de assistência estudantil do IF Goiano, disponível em: http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/POLITICA-DEASSISTENCIA-ESTUDANTIL.pdf. 8. FORMAS DE AVALIAÇÃO 8.1. Do acadêmico De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB/Lei nº 9.394/1996), a avaliação deve ser “contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais” (Art. 24). Tal recomendação apresenta duas orientações principais para o processo de avaliação: (i) que a avaliação deve fazer parte do processo educativo, nunca se dissociando desse, indicando o desempenho por meio de registros sistemáticos; e que (ii) os 135 aspectos qualitativos e o crescimento do discente durante o processo educativo devem ser valorizados, além apenas da verificação de resultados conferidos pelas notas. Assim, no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano – Câmpus Urutaí, a avaliação é tida como um processo de orientação do processo de ensinoaprendizagem e se desenvolve por meio de variados procedimentos, considerando que os registros sistematizados do desempenho dos estudantes são os componentes essenciais para o cumprimento das etapas da integralização do curso. Em termos dos registros, o rendimento escolar será apurado por meio da: i) verificação de frequência e da ii) avaliação do rendimento acadêmico. Será considerado aprovado o aluno frequente a 75% da carga horária total de cada unidade curricular e que obtiver média semestral igual ou superior a 6,0 (seis) pontos. Contudo, salienta-se que a atribuição de notas não deverá ser dada apenas por meio de aplicação de instrumentos como provas ou testes, ou seja, os resultados dessas avaliações periódicas, geralmente de caráter classificatório, não serão supervalorizados em detrimento de observações diárias, de caráter diagnóstico e holístico. Deverão ser considerados na avaliação do discente o seu desempenho frente a situações-problema e sua autonomia no processo de aprendizagem, destacando-se a construção de habilidades e competências para a vida e para o mundo do trabalho. As notas deverão ser distribuídas em dois momentos: no primeiro e segundo bimestres, conforme as especificações no quadro abaixo. Quadro 5. Distribuição das notas no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, IF Goiano – Câmpus Urutaí 1º Bimestre (N1) 2º Bimestre (N2) Média final Valor máximo: 10 pontos Valor máximo: 10 pontos [N1 + N2]/2 OBS.: As notas deverão ser enviadas à Secretaria de Ensino Superior, para posterior publicação, até as datas limites previamente estabelecidas em calendário acadêmico. Cabe ao docente decidir a forma com que distribuirá as notas em cada bimestre letivo, obedecendo às especificações do Regulamento de Cursos de Graduação do IF Goiano. Na nota relativa ao 2º bimestre letivo, 2 (dois) pontos deverão ser destinados ao desempenho do aluno alcançado na avaliação interdisciplinar, devendo o docente distribuir 8 (oito) pontos da forma como desejar. Em casos em que o aluno não obtiver média semestral igual ou superior a 6,0 (seis) pontos, este terá direito à realização de uma prova final, que comporá a Média Final (MF), calculada da seguinte forma: MF= (MS+PF)/2, onde MS = Média Semestral, PF = Prova Final. Nesses casos, considerar-se-á aprovado o aluno que tiver frequência nas atividades escolares igual ou superior a 75% da carga horária total da unidade curricular e média final igual ou 136 superior a 6,0 (cinco) pontos. Entretanto, o aluno que obtiver MS inferior a 3,0 (três) pontos será considerado reprovado diretamente na unidade curricular, sem direito a realização da prova final. Salienta-se que todos os procedimentos preconizados no Regulamento de Cursos de Graduação do IF Goiano serão obedecidos. Além disso, é aplicado junto a cada nova turma de alunos ingressantes um questionário que busca analisar o seu perfil, incluindo aspectos sociais, econômicos, perspectivas, opiniões sobre o curso e/ou IF Goiano – Câmpus Urutaí, entre outros. Acredita-se que essa avaliação seja necessária e importante, pois auxilia a entender a realidade do alunado recebido, bem como guia possíveis mudanças no PPC e práticas docentes realizadas ao longo do curso. 9.2. Do corpo docente A avaliação do corpo docente do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é realizada com base na análise do que é oferecido aos discentes em termos de estratégia de ensino e didático-pedagógica, bem como nas condições de facilitação de aprendizagem. Assim, em cada semestre letivo os discentes realizam a avaliação dos docentes de cada unidade curricular ofertada, devendo os mesmos atentarem para os principais componentes de planejamento e organização didático-pedagógica da disciplina pelo docente, assim como de sua relação com os discentes. Essa avaliação é realizada via sistema informatizado que preserva a identidade dos discentes participantes. O extrato da avaliação é repassado à Coordenação do curso, a qual em reuniões específicas (individuais e/ou coletivas) repassa aos docentes o resultado e discute aspectos diversos que incluem desde aqueles que buscam a compreensão de possíveis problemáticas relatadas pelos discentes, até a discussão sobre estratégias que visem o estímulo à aprendizagem. Havendo necessidades especiais, o docente é encaminhado ao Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) para possíveis orientações voltadas à sua prática-pedagógica ou a qualquer outra questão de caráter profissional. 9.3. Do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) No que tange à avaliação do PPC do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, a mesma é considerada uma ferramenta necessária e construtiva que contribui para melhorias e inovações no funcionamento do curso, assim como permite identificar possibilidades, orientar, justificar, escolher e tomar decisões, tendo como referência o presente e considerando-se as expectativas futuras. Considerando tais pressupostos, o PPC será, continuamente, avaliado pelos: 137 membros do NDE, considerando suas atribuições conferidas pela Resolução CONAES nº 1, de 17 de junho de 2010; membros do Colegiado do curso; discentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas; comunidade escolar, incluindo gestores da instituição e outros profissionais da educação (como aqueles ligados ao NAP), além dos docentes atuantes no curso. Para que essas avaliações ocorram de forma efetiva, são realizadas reuniões envolvendo os elementos discriminados anteriormente. Para todos os casos, é oportunizado tempo hábil para que todos façam suas considerações, levantando-se aspectos positivos e negativos e sugerindo novas propostas de condução de trabalho, quando for o caso. Além disso, o PPC do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas encontra-se disponível, para quem desejar, em versão impressa e eletrônica na Secretaria de Ensino Superior, no website do IF Goiano – Câmpus Urutaí, juntamente com a Coordenação do curso ou no NAP. A competência para alterações do PPC fica a cargo dos membros do NDE, os quais poderão ainda realizar e providenciar possíveis atualizações nas bibliografias das disciplinas, com o intuito de mantê-las o mais próximo possível da realidade praticada, incluir técnicas inovadoras, bem como apreciar propostas de inserção, alteração e/ou exclusão de componentes curriculares. Desta forma, essas alterações poderão ser realizadas e enviadas para a Diretoria de Ensino do IF Goiano – Câmpus Urutaí e para a Pró-Reitoria de Ensino, anualmente. É importante salientar que o funcionamento do Colegiado de curso é regido por capítulo específico no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano, sendo realizadas pelo menos quatro reuniões anuais, convocadas via memorando específico. Já o NDE, em consonância com o trabalho do Colegiado, atua na formulação, implementação e desenvolvimento do PPC. Os membros do NDE têm regime de trabalho de dedicação exclusiva, experiência em docência no Ensino Superior e titulação compatível com as funções exercidas, nos termos da Resolução CONAES nº 1, de 17 de junho de 2010, que normatiza o NDE e dá outras providências. As tabelas a seguir apresentam os membros do Colegiado e do NDE do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, respectivamente. 138 Tabela 3. Identificação dos membros do Colegiado do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (IF Goiano – Câmpus Urutaí)* Membros Atuação Prof. Guilherme Malafaia Pinto (presidente) Biologia Prof. André Luis da Silva Castro (titular) Biologia Profa. Ariane Bocaletto Frare (titular) Biologia Prof. Marcos Fernandes Sobrinho (titular) Física Dierferson da Costa Estrela (titular) Discente (turma 2010_1) Wilcker Pereira Silva D' Orazio (suplente) Discente (turma 2011_2) *Portaria nº 038A, de 21 de março de 2011 do IF Goiano – Câmpus Urutaí. Tabela 4. Identificação dos membros do Núcleo Docente Estruturante do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (IF Goiano – Câmpus Urutaí)* Membros Atuação Msc. Guilherme Malafaia Pinto Biologia Dr. André Luis da Silva Castro Biologia Dr. Flávio Gonçalves de Jesus Agronomia Dr. Marcus Vinícius Vieitas Ramos Agronomia Msc. Ivandilson Pessoa Pinto de Menezes Biologia Msc. Luciana Aparecida Siqueira Silva Biologia *Portaria nº 353, de 10 de outubro de 2012 do IF Goiano – Câmpus Urutaí. Vale salientar que o Colegiado do curso promove periodicamente a renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso. A formalização do NDE ocorre mediante publicação de portarias internas (assinadas pelo Diretor Geral do IF Goiano – Câmpus Urutaí) ou por meio de documentos formais de constituição do NDE, assinados pela Coordenação do curso, Diretoria de Ensino e Gerência de Graduação do IF Goiano – Câmpus Urutaí. 9.4. Do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Além das formas de avaliação descritas anteriormente, esse projeto pedagógico também prevê a avaliação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas em três eixos principais que retroalimentam os processos de planejamento pedagógico e institucional: 139 a) o acompanhamento da evolução do corpo discente, suas limitações, perspectivas, anseios e desafios para a conclusão efetiva de todas as componentes do processo formativo e ingresso no mercado de trabalho, por meio de espaços de representação e diálogo, como a Coordenação do curso em relação permanente com o Centro Acadêmico e o Colegiado do curso. Duas reuniões semestrais são realizadas entre a Coordenação do curso, os discentes representantes de turma e a Gerência de Graduação do IF Goiano – Câmpus Urutaí; b) avaliação institucional, por meio da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do IF Goiano e da Subcomissão de Avaliação Própria do Câmpus Urutaí, que analisam continuamente as possibilidades de melhoria na organização didático-pedagógica, no corpo docente e na infraestrutura da instituição; c) avaliação desenvolvida pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), por meio do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). 10. COORDENAÇÃO DO CURSO O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas tem como coordenador o Prof. Guilherme Malafaia Pinto, licenciado e mestre em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O professor possui experiência na pesquisa, já tendo desenvolvido e publicado estudos de diversos campos do conhecimento, incluindo a educação e áreas diversas das Ciências Biológicas. Possui experiência docente nos ensinos fundamental e médio, além de atuar em outros cursos superiores do IF Goiano – Campus Urutaí desde 2010. No curso, além da função de coordenador, é Presidente do Colegiado e do NDE, Coordenador do Subprojeto de Ciências Biológicas, vinculado ao PIBID, e responsável por disciplinas associadas à Citologia, Imunologia, Parasitologia e Educação. Além disso, é membro do Colegiado e do NDE do curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental e membro do Comitê Institucional de Pesquisa do IF Goiano – Câmpus Urutaí. O coordenador do curso tem regime de trabalho de dedicação exclusiva e destina um total de aproximadamente 12 horas semanais aos trabalhos ligados especificamente à coordenação. A relação entre o número de alunos ingressantes anualmente e o número de horas semanais dedicadas à coordenação é igual a 3,33 (40/12 = 3,33). Vale ressaltar que a Coordenação do curso possui gabinete individual para o desenvolvimento de trabalhos relativos à gestão do curso. Além disso, o IF Goiano, por meio de suas diretrizes para a distribuição de carga horária de trabalho no âmbito institucional, prevê que o docente que exerça coordenação de curso disponibilizará de no máximo 12 horas de seu tempo para ministração de aulas 140 (http://www.ifgoiano.edu.br/wp-content/uploads/2010/12/DIRETRIZES-CARGA-HORARIADOCENTE2.pdf - Resolução nº 33, de 14 de dezembro de 2010). 11. CORPO DOCENTE O corpo docente do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é constituído por um conjunto de 23 professores com titulação em cursos de pós-graduação (stricto sensu) que atuam em diferentes unidades curriculares e que possuem experiência desejável no magistério superior. O quadro a seguir apresenta especificações acerca dos professores atuantes no curso. Para cada docente é disponibilizado um gabinete individual, equipado com mobiliário e equipamento de informática (computador) e a maioria dos gabinetes conta com ar condicionado. A limpeza dos gabinetes é realizada periodicamente por funcionários da empresa de limpeza terceirizada que presta serviços gerais no IF Goiano – Câmpus Urutaí. 141 Quadro 1. Relação dos docentes atuantes no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Docentes Maior titulação Regime de trabalho Ano de início da Link para o currículo Lattes atividade de docência Aline Sueli de Lima Rodrigues Doutora DE 2008 http://lattes.cnpq.br/9179710253427937 André Luis da Silva Castro Doutor DE 2004 http://lattes.cnpq.br/6092344430155408 Angelita Duarte da Silva Mestre DE 2006 http://lattes.cnpq.br/3285259737094961 Ariane Bocaletto Frare Mestre Contrato 2011 http://lattes.cnpq.br/9984435027737343 DE 1999 http://lattes.cnpq.br/2120238270500914 DE 2004 http://lattes.cnpq.br/3675118862840319 DE 1993 http://lattes.cnpq.br/5128388060472259 DE 2003 http://lattes.cnpq.br/4958960432206028 Christina Vargas Miranda e Especialista Carvalho (Mestranda) Eduardo Mendes Marchito Eduardo Silva Vasconcelos Fernando Godinho de Araújo Especialista (Mestrando) Mestre Mestre (Doutorando) Flávio Gonçalves de Jesus Doutor DE 2006 http://lattes.cnpq.br/7529042187654040 Guilherme Malafaia Pinto Mestre DE 2003 http://lattes.cnpq.br/7222293518573336 Ivandilson Pessoa Pinto de Mestre DE 2000 http://lattes.cnpq.br/3265810851746141 DE 2007 http://lattes.cnpq.br/3786547382583232 Menezes José Roberto Ferreira Alves (Doutorando) Doutor 142 Júnior Juliana Cristina da Costa Doutora DE 1998 http://lattes.cnpq.br/6804291830295722 Jussana Maria Tavares Mestre DE 1984 http://lattes.cnpq.br/7272375701066650 Leandro Nériton Cândido Máximo Mestre DE 2003 http://lattes.cnpq.br/9985651880229897 Luciana Aparecida Siqueira Silva Mestre DE 1997 http://lattes.cnpq.br/0324273797464677 Especialista Contrato 2005 http://lattes.cnpq.br/4887763578165470 Marcos Fernandes Sobrinho Mestre DE 1986 http://lattes.cnpq.br/0610561215500712 Marcus Vinícius Vieitas Ramos Doutor DE 2000 http://lattes.cnpq.br/8579338858420079 Milton Luiz da Paz Lima Doutor DE 1997 http://lattes.cnpq.br/5855441591915163 Miquéias Ferreira Gomes Mestre DE 2005 http://lattes.cnpq.br/7638744625965660 Pável Correia da Costa Mestre DE 2002 http://lattes.cnpq.br/7832860190510303 Especialista DE 2000 http://lattes.cnpq.br/6431751239472288 Doutora DE 1987 http://lattes.cnpq.br/5307259475528709 Fernandes Maria Augusta Carvalho Simone Francisca de Novais Tânia Fernandes Veri de Araújo 143 12. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA O IF Goiano - Câmpus Urutaí ocupa duas fazendas, Palmital e Pedra Branca, perfazendo um total de 512 hectares. A distribuição do espaço físico das principais dependências existentes na Instituição é detalhada nos itens a seguir: 12.1. Biblioteca A biblioteca do IF Goiano – Câmpus Urutaí possui uma área de 971 m2 e um acervo de aproximadamente 22 mil exemplares cadastrados no Sistema Sofia, cujo acesso pode ser realizado via internet (disponível em: http://200.137.237.13/biblioteca/). O atendimento ao público acontece nos períodos de 07h00min às 11h00min, de 12h00min às 18h00min e das 18h30min às 22h30mim. É concedido o empréstimo domiciliar de livros aos usuários vinculados ao IF Goiano – Câmpus Urutaí cadastrados na biblioteca. O acesso à internet está disponível no recinto da biblioteca por meio de 12 (doze) microcomputadores para pesquisa, além de um ponto de wireless. As modalidades de empréstimo são estabelecidas conforme regulamento e funcionamento da biblioteca. Há também o acesso a bases de dados científicos por meio do portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), via endereço http://www.periodicos.capes.gov.br. Além disso, é prática da Instituição uma contínua participação dos docentes na aquisição de novos títulos, bem como dos discentes por meio de sugestões encaminhadas à Coordenação do Curso. A tabela 3 apresenta um demonstrativo do acervo bibliográfico da biblioteca. Tabela 3 – Demonstrativo do acervo impresso da biblioteca, em 2012, por área de conhecimento do CNPq. Áreas Ciências Exatas e da Terra Ciências Biológicas Engenharia / Tecnologia Ciências de Saúde Ciências Agrárias Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas Lingüística, Letras e Artes Total Livros 1478 700 104 189 2112 591 1503 1969 8646 Exemplares 5550 2160 321 401 4601 1142 4153 4573 22901 144 Salienta-se que a escolha de livros, periódicos e multimeios é realizada pelo corpo docente, juntamente com a Coordenação do curso, considerando as especificidades do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. A seleção quantitativa das obras pertinentes da bibliografia básica e complementar é baseada nos critérios estabelecidos nos instrumentos de avaliação do INEP/MEC. 12.2. Auditórios e ambientes O IF Goiano – Câmpus Urutaí conta com três ambientes4 capacitados/equipados para o recebimento de alunos e professores durante a realização de eventos acadêmicos ligados direta ou indiretamente ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (Tabela 4). Tabela 4. Ambientes capacitados para o recebimento de alunos e professores durante algum evento acadêmico Auditório Auditório Principal Equipamentos/Instalações Equipado com projetor multimídia, ar condicionado, computador, retroprojetor, sistema de som e lousa. Anfiteatro Equipado com projetor multimídia, computador, Centro de Treinamento retroprojetor, sistema de som e lousa. Equipado com projetor multimídia, computador, videocassete, TV, DVD, quadro e tela de projeção, ar condicionado. O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas possui um prédio exclusivo o qual contém 4 salas de aulas (adequadas em termos de número de alunos, dimensões, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade), 6 laboratórios (ver abaixo), banheiros, cantina, gabinete de professores, almoxarifado, depósito e sala de reagentes químicos. Além disso, o Instituto possui outros ambientes acadêmicos que possibilitam a realização de diversas atividades curriculares relacionadas direta ou indiretamente ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. A saber: Pavilhão Pedagógico I: composto por 5 salas de aula Pavilhão Pedagógico II: composto por 4 salas de aulas 4Está em fase de construção um auditório com capacidade para receber acomodamente aproximadamente 800 pessoas. A previsão para o término da construção é 2012. 145 Pavilhão de Ciências Exatas: composto por 4 salas de aulas, salas de docentes e laboratórios Pavilhão Benedito Vaz: composto por 16 salas de docentes, 3 salas de aula e 1 sala de coordenação pedagógica (NAP) Pavilhão Sebastião Louzada: composto por 5 salas de docentes e 7 laboratórios especializados Pavilhão Antônio Teixeira Vianna: composto por 8 salas de aulas Área de esportes e Lazer – campo de futebol gramado e iluminado; campo society gramado e iluminado; quadra poliesportiva coberta; quadra de tênis; ginásio poliesportivo coberto, com vestiários, palco, camarins e dependências desportivas; pista de atletismo; piscina semi-olímpica; sauna e academia completa. Pavilhão da Biologia Pavilhão da Química 12.3. Laboratórios O IF Goiano – Câmpus Urutaí possui 13 laboratórios que dão suporte para o desenvolvimento de atividades práticas e de pesquisa científica no âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. São eles: Laboratório de Microbiologia Laboratório de Biologia Geral Laboratório de Zoologia Herbário Laboratório de Genética e Biologia Molecular (em fase de implantação) Laboratório de Demonstrações Físicas Laboratório de Fisiologia Vegetal e Nematologia (em fase de implantação) Laboratório de Didática e Práticas de Ensino em Biologia Laboratório de Entomologia Agrícola Laboratório de Biotecnologia Vegetal Laboratório de Fertilidade de Solo e Nutrição de Plantas Laboratório de Sementes Laboratório de Ciências Naturais (Life – CAPES) (em fase de implantação) 146 A seguir é apresentada uma descrição detalhada de cada um dos laboratórios vinculados ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, os quais são utilizados em atividades ligadas a diferentes disciplinas do curso, bem como a atividades extra-curriculares desenvolvidas por alunos do curso. Objetivos Laboratório de Microbiologia (Professor responsável: Milton Luiz da Paz Lima) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos Uma lousa branca, 2 aparelhos de ar-condicionado, 1 estufa de secagem, 2 estufas de crescimento, 1 câmara de Área de 56 m2 onde abrigam-se os Desenvolver atividades crescimento tipo BOD, 1 câmara equipamentos, utensílios e reagentes de ensino e pesquisa no de fluxo laminar, 1 autoclave, 2 para uso nas práticas de microbiologia. campo microbiológico, armários de aço, 7 estantes de Também possui uma área adjacente com forte vínculo com as aço, 1 balança de precisão, 1 com dois ambientes: o primeiro para áreas de fitopatologia, geladeira, 1 centrífuga, 1 limpeza e esterilização de material e o microbiologia do solo, destilador, 1 aparelho de banhosegundo utilizado para estoque de microbiologia ambiental. maria, 1 contador de células, 4 vidrarias estereomicroscópios binoculares, 5 microscópios, 1 bomba a vácuo, banquetas e bancadas Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Microbiologia tem grande importância para o desenvolvimento de atividades práticas ligadas a disciplina Microbiologia Geral e para a pesquisa científica nas áreas de fitopatologia, microbiologia do solo e microbiologia ambiental. Objetivos Desenvolver atividades de ensino e pesquisa ligadas à diversas áreas das Ciências Biológicas, com destaque para a Biologia celular, histologia, embriologia, morfologia e anatomia vegetal, parasitologia, imunologia e microbiologia. Laboratório de Biologia Geral (Professor responsável: Guilherme Malafaia Pinto) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos O laboratório é formado por uma estrutura física arejada de 42 m2, equipado com ar condicionado e 1 pia. 1 armário de aço com 2 portas e 4 prateleiras, 2 estantes de aço com 6 prateleiras, 15 microscópios estereoscópios bionoculares (Mod MBB-200), 2 bancadas em fómica, 20 banquetas com assento em fórmica, 1 armário de aço com 2 portas, 1 mesa para escritório, 1 cadeira giratória, 5 microscópios estereomicroscópios binoculares, Nova Opt, 5 lupas de mesa articularas com iluminação, 1 microscópio binolocular com oculares acromáticas, 10 microscópios binoculares com oculares panacromáticas, 3 microscópios trinoculares com câmera acoplada, vidraria, reagentes e 147 utensílios usados em atividades de rotina, modelos didáticos de biologia celular, anatomia vegetal e humana e histologia. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Biologia Geral atende a várias unidades curriculares, como Biologia Celular, Histologia, Embriologia, Parasitologia, Imunologia, Morfologia vegetal, Sistemática vegetal, bem como algumas oficinas de práticas pedagógicas (OPP’s). Além disso, o referido laboratório é utilizado para reuniões semanais dos bolsistas vinculados ao Subprojeto de Ciências Biológicas do PIBID/CAPES IF Goiano. Objetivos Laboratório de Zoologia (Professor responsável: André Luis da Silva Castro) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos Equipado com 2 bancadas com capacidade para 20 alunos (20 Desenvolver atividades banquetas), 2 estantes de aço, 3 de ensino e pesquisa prateleiras e 5 microscópios ligadas à área Zoológica, O laboratório é formado por uma estereoscópicos. Possui uma incluindo a Zoologia de estrutura física de aproximadamente 52 coleção didática de vertebrados invertebrados e m2, equipado com ar condicionado e 2 e invertebrados, preservados em vertebrados e suas pias. via úmida e/ou seca, reagentes interfaces com a utilizados rotineiramente em Ecologia. aulas de zoologia, além de aquários e terrários para a manutenção de animais vivos. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Zoologia atende várias unidades curriculares ligadas à Zoologia de invertebrados e vertebrados, bem como às ligadas à Ecologia. Além disso, o referido laboratório é utilizado para o desenvolvimento de pesquisa científica ligada à área de comportamento animal, por acadêmicos do PIBIC e PET-Bio. Objetivos Herbário (Professor responsável: Marcus Vinícius Vieitas Ramos) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos 1 mesa para microcomputador, 1 cadeira ergométrica, 1 impressora multifuncional, 1 Área com aproximadamente 102,8 m2, scanner, 4 armários-estantes Desenvolver atividades dividida em três ambientes, a saber: um com 2 portas, 10 armários de de ensino e pesquisa ambiente climatizado (66,8 m2), um aço com 2 portas, 1 conjunto de ligadas à conservação ambiente para recepção, desidratação, mesa acoplada em L, 3 de plantas, identificação, preparo das excicatas (27,0 m2) e estereomicroscópio binocular estudo de organografia, armazenamento do material de campo e com iluminação, 2 mesas para anatomia, sistemática e um ambiente para acomodação do escritório com 3 gavetas, 1 ecologia vegetal. professor responsável pelo herbário e de estante dupla face para material bibliográfico (9,0 m2). biblioteca, 15 banquetas em aço inox, 1 switch 8 portas, 1 freezer horizontal, com 2 portas e 1 purificador e refrigerador. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Herbário atende principalmente unidades curriculares ligadas à Botânica, como Morfologia vegetal e Sistemática vegetal. Além disso, o herbário do IF Goiano – Câmpus Urutaí é utilizado para o desenvolvimento de pesquisa científica ligada à área de ecologia vegetal, por acadêmicos dos cursos de Licenciatura em Ciências 148 Biológicas e Agronomia, vinculados ao PIBIC e/ou PET-Bio. Objetivos Laboratório de Demonstrações Físicas (Professor responsável: Marcos Fernandes Sobrinho) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos Conjuntos experimentais de termodinâmica, acústica e ondas mecânicas, mecânica, eletromagnetismo, óptica e física geral, bancadas e banquetas. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Demonstrações Físicas atende a unidades curriculares ligadas à Física, como Fundamentos da Física e Biofísica. Desenvolver atividades de ensino e pesquisa relacionadas à Física experimental. O laboratório é formado por uma estrutura física de aproximadamente 52 m2, equipado com ar condicionado e 2 pias. Laboratório de Didática e Práticas de Ensino em Biologia (Professora responsável: Luciana Aparecida Siqueira Silva) Objetivos Espaço e instalações físicas Principais equipamentos Inserir o graduando no universo educacional, constituindo-se em espaço destinado à elaboração e aplicação de materiais didáticos diversificados. Além O laboratório é formado por uma 2 bancadas, 20 banquetas e disso, objetiva-se estrutura física de aproximadamente 52 acervo didático ligado ao ensino desenvolver pesquisa na m2, equipado com ar condicionado e 2 de Ciências e Biologia área educacional, pias. através do engajamento de grupos de alunos dos cursos de Licenciatura e envolvimento de outros segmentos dentro da própria Instituição. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Didática e Práticas de Ensino em Biologia apresenta-se como um espaço fundamental para o desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa voltadas para a formação docente, atendendo principalmente aos professores e alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Sendo assim, constitui-se num dos principais suportes para as atividades de diferentes componentes curriculares pedagógicas como OPP’s, Didática, Metodologia do ensino de Ciências, Metodologia do ensino de Biologia e Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental e Médio. Também atende às necessidades de projetos de Formação Docente e Educação Ambiental, de atividades promovidas pelo PET Biologia e de disciplinas que se desenvolvem com a confecção de materiais didáticos, os quais contribuem para a complementação do acervo didático do laboratório. Objetivos Desenvolver atividade de ensino e pesquisa Laboratório de Entomologia Agrícola (Professor responsável: Flávio Gonçalves de Jesus) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos O laboratório é formado por uma estrutura física de 42 m2, com ar 1 tela para projeção, 1 computador de mesa, 1 mesa 149 voltados ao estudo de condicionado, onde abriga-se os para escritório, 1 mesa para métodos tradicionais e equipamentos e utensílios necessário projeção, 4 estantes de aço com alternativos no controle para o ensino e pesquisa na referida 6 prateleiras, 1 foção de 4 de insetos-pragas, área. bocas, 1 balança de precisão gerando conhecimentos digital, 1 estufa de esterilização para publicação em e secagem, 1 estufa BOD, 15 congressos, simpósios e microscópios estereoscópios, 1 periódicos nacionais e balança analítica, 2 bancadas de internacionais e que fórmica, 20 banquetas com possam ser usados no assento de fórmica, 2 armário de manejo integrado de aço com 2 portas e 1 pragas nas principais refrigerador duplex 430L. culturas de interesse agrícolas Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Entomologia Agrícola atende o desenvolvimento de atividades práticas ligadas a Zoologia de invertebrados e à pesquisa científica ligada à área de entomologia, por acadêmicos dos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas e Agronomia, vinculados ao PIBIC. Objetivos Laboratório de Biotecnologia Vegetal (Técnico responsável: Musa do Carmo Vieira) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos 1 estante de aço com 5 prateleira, 1 armário de aço com 6 portas, 1 agitador magnético, 1 freezer vertical (250L), 1 impressora jato de tinta, 1 aparelho de banho maria, 1 esterilizador com infravermelho, Desenvolver protocolos 1 cabine de fluxo laminar, 1 de cultura de células e termômetro eletrônico digital, 1 tecidos de plantas para bebedouro de água com filtro de propagação rápida. carvão, 10 estantes de aço com Associação com Prédio de alvenaria possui oito 6 prateleiras, 1 armário de aço técnicas de ambientes e escritório, contendo com 16 portas, 2 bancadas transformação genética, bancadas de concreto, paredes centrais (2m), 2 bancadas análise histológica e azulejadas e armários embutidos de laterais (2m), 1 gaveteiro móvel, morfológica de fórmica. Salas: sala de cultivo, sala de 6 carteiras escolares do tipo processos morfogênicos, preparo, sala de perfilhamento, sala de universitária, 1 computador, 1 propagação clonal de crescimento, sala de transferência, sala barrilhete (20L), 2 cilindros de espécie de interesse de vestimenta, sala de limpeza e casa de incêndio, 1 balança analítica, 1 ambiental, biológico e aclimatização autoclave vertical, 2 fornos econômico, polinização micro-ondas (17L), 1 agitador de e fertilização e tubos tipo vortex, 1 conservação de estereomicrocópio binocular, 1 germoplasma in vitro. câmara de germinação, 1 pHmetro de bancada, 1 refrigerador duplex, 1 destilador de água, 1 dessecador para vácuo, 1 fogão doméstico, 1 cabina de fluxo laminar com suporte com rodízios. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de 150 Biotecnologia Vegetal atende a unidades curriculares ligadas à Genética e à Histologia. Além disso, o referido laboratório é utilizado para o desenvolvimento de pesquisa científica ligada à área de Biotecnologia vegetal, por acadêmicos do PIBIC e PET-Bio. Laboratório de Fertilidade de Solo e Nutrição de Plantas (Técnica responsável: Janine Mesquita Gonçalves) Objetivos Espaço e instalações físicas Principais equipamentos 1 destilador de água, 3 jogos de peneira para solo, 1 mesa de aço com gaveteiro, 2 balanças Desenvolver atividades analíticas, 1 conjunto para de ensino, pesquisa e laboratório de análise de solo, 1 extensão na área de Compreende área total de 106,04m², fogão de 4 bocas, 1 geladeira fertilidade de solo e incluindo sala de recepção, sala (260L), 2 mesas para leitura, 2 nutrição de plantas por escritório, sala de análises físicas, sala mesas de aço revestida em meio de análises de de pesos e medidas (balanças e fórmica, 1 fotômetro chama nutrientes do solo e de pHmentro), sala de determinação digital, 1 fotocolorímetro digital tecido foliar, vinculadas analítica (espectrofotômetro), sala de microprocessado, 1 pHmetro a aulas práticas, projetos estocagem, sala de secagem e moagem digital, 1 digestor em bloco de de pesquisa e análise e sala de preparo de amostras. alumínio fundido, 3 prateleira de para produtores rurais aço com 6 divisórias, 10 da região. banquetas, 1 moinho tipo Willye, 1 conjunto de espectofotômetro perkinelmer e 1 balança semianalítica. Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Biologia Geral atende principalmente a Fisiologia vegetal. Além disso, o referido laboratório é utilizado para o desenvolvimento de pesquisas científicas de alunos vinculados PIBIC. Objetivos Laboratório de Sementes (Professora responsável: Sue Éllen Ester Queiroz) Espaço e instalações físicas Principais equipamentos 3 germinadores tipo BOD, 1 Estufa de esterilização e secagem, 2 dessecadores , 1 Constitui-se de recepção (12,91m2), condutivímetro de mesa, 1 escritório (6,58 m2), sala de preparo de destilador/Deionizador, 1 amostras (14,42 m2), laboratório para barrilete 50 litros, 6 lupa 6X , 1 análises externas (18,30 m2), sala de balança semi-analítica, 1 germinação (13,34 m2), câmara fria homogenizador tipo Gamet, 1 (10,00 m2), laboratório didático e homogenizador com 16 pesquisa (62,88 m2). canaletas, 1 geladeira, 2 ar condicionados e 1 paquímetro digital Informações complementares: No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, o Laboratório de Biologia Geral atende principalmente a Fisiologia vegetal. Além disso, o referido laboratório é utilizado para o desenvolvimento de pesquisas científicas de alunos vinculados PIBIC. Desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão na área específica de sementes. Avaliar a qualidade fisiológica e física de sementes através de teste de germinação, tetrazólio, testes de vigor, pureza física, umidade, dentre outros. 151 12.4. Fazenda Pedra Branca A Fazenda Pedra Branca é um fragmento de mata estacional semi-decídua típica da região, com aproximadamente 70 ha de área que pertence ao IF Goiano - Câmpus Urutaí. Contígua à mesma está uma mata de galeria, também protegida contra a entrada de gado. Há também na Fazenda Palmital fragmentos menores de cerrado sensu stricto e cerradão. Estas fitofisionomias podem ser observadas e analisadas em todos os seus aspectos e constituem um campo para pesquisas em Biologia relativas à conservação, estrutura e morfologia do patrimônio genético do cerrado, estudos fenológicos, de comportamento animal, levantamento de microrganismos, etc. 13. EQUIPE TÉCNICO-ADMINISTRATIVA ENVOLVIDA O quadro a seguir apresenta a equipe técnica-administrativa que direta ou indiretamente está ligada ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Quadro 2. Equipe técnica-administrativa envolvida no funcionamento do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas Nome Formação Contrato* Baltazar Lopes Nery Ensino médio – Téc. Administrativo RJU Cleide Aparecida da Silva Ensino médio - ass. em Administração RJU Daniel de Jesus Marçal Ensino médio - Aux. de Enfermagem RJU Donizete Ferreira França Ensino superior – Letras RJU Ednalva Macedo Nunes Ensino superior – Psicologia RJU Eduardo Rodrigues Torres Ensino médio - Ass. em Administração RJU Eneides Tomaz T. Morais Ensino médio – Proces. de Dados RJU Ensino superior - Analista de Tecnologia RJU Fernando Estrela Vaz Indiara Cristina Pereira de Almeida Marra da Informação Ensino superior – Pedagogia RJU Janaína Neves Estrela Ensino médio - Ass. de Alunos RJU José João Dias Ensino médio - Téc. Contabilidade RJU José Miguel da Silva Apoio Administrativo RJU Lara Bernardes da Silva Ensino superir – Gestão Ambiental RJU 152 Liana Moreira Vidigal Ensino médio - Técnico em Laboratório RJU Luci Rodrigues Silva Ensino médio - Ass. de alunos RJU Márcio Fernandes Carneiro Ensino médio – Aux. De Enfermagem RJU Maria Aparecida de O. Rosa Ensino superior – Pedagogia RJU Nívea de Souza Morais Ensino superior – Letras RJU Patrícia de Souza Torres França Ensino superior – Pedagogia RJU Pedro Uriel Gonçalves Lima Ensino superior - Medicina RJU Roselene Vieira da S. Nery Ensino médio – Magistério RJU Sebastião Alves de Araújo Ensino superior – Letras RJU Silvia Borges Silva Apoio Administrativo RJU Wênio Vieira Ensino médio – Ass. em Administração RJU *Legenda: RJU – Regima Jurídico Único 13.1. Núcleo de Apoio Pedagógico O curso Licenciatura em Ciências Biológicas conta com um atendimento educativo pelo Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP), cujo objetivo é proporcionar aos docentes e discentes subsídios, informações e assessoramento de cunho pedagógico; identificar e minimizar as causas das dificuldades e insatisfações dos discentes, que ocasionam o trancamento de disciplinas, as faltas, o baixo rendimento escolar e a evasão. Além disso, o NAP oferece assessoramento pedagógico ao corpo docente e ao NDE para a concepção, consolidação, avaliação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso; e outros. Suas atribuições são definidas no Regulamento dos Cursos de Graduação do IF Goiano. 14. ACESSIBILIDADE AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS O IF Goiano - Câmpus Urutaí vem se preocupando cada vez mais com a causa dos Portadores de Necessidades Especiais (PNEs), com o objetivo de torná-los capazes de ocuparem na sociedade, o lugar que lhes cabem como cidadãos. Em função disto, a Instituição está se esforçando no sentido de oferecer cursos que possibilitem melhor qualidade de vida, com vista a atingir o objetivo de formar pessoas mais conscientes, mais atuantes, vivendo uma vida melhor e mais produtiva. A primeira iniciativa neste sentido foi a criação do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educativas Especiais, coordenado pela psicóloga educacional do IF Goiano Câmpus Urutaí. Essa iniciativa faz parte de um programa do governo federal denominado Programa de Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades 153 Educacionais Especiais (TECNEP). Esse programa visa implementar políticas de atendimento a alunos com necessidades educativas especiais, o que exige uma organização dos serviços a serem desenvolvidos nas diferentes instâncias, inclusive na Instituição. Este Núcleo no IF Goiano - Câmpus Urutaí articula pessoas e instituições com o objetivo de desenvolver ações de implantação e implementação do Programa TECNEP no âmbito interno, envolvendo psicólogos, supervisores e orientadores educacionais, técnicoadministrativos, docentes, discentes e pais. Tem como objetivo principal criar na Instituição a cultura da “educação para a convivência”, aceitação da diversidade e, principalmente, buscar a quebra das barreiras arquitetônicas, educacionais e atitudinais. No que se refere à infraestrutura específica, o IF Goiano - Câmpus Urutaí está adaptando suas instalações, construindo rampas, adaptando sanitários, telefones, enfim, dotando os acessos de forma apropriada. As edificações novas já contemplam as características estruturais destinadas aos PNE’s. Um dos prédios possui elevador adaptado para cadeirantes. 154