LIDH – Liderando Direitos Humanos - Florianópolis 2013 Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos Oficina Liderando Direitos Humanos – LIDH Projeto Formando Lideranças e Organizações em Direitos Humanos – FLOr Convênio Nº 775113/2012 – SDH/PR Relatório de Atividades e Avaliação do LIDH – Liderando Direitos Humanos: 3 e 4 de maio de 2013 Florianópolis/SC, Brasil Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos – IDDH Rua Paulo Malschitzki, 10 - Bloco C - Sala 310 Campus Universitário - Zona Industrial Norte - Joinville - SC – Brasil E-mail: [email protected] / Home page: www.iddh.org.br Facebook : www.facebook.com/iddhjoinville ATIVIDADES Sexta-feira à tarde, 3/05/2013 1. A oficina foi iniciada às 13h30 com o credenciamento dos participantes por meio da assinatura da lista de presença, sendo entregue aos participantes todo o material necessário à oficina, incluindo uma apostila, um folder institucional, um DVD sobre Educação em Direitos Humanos em Santa Catarina e um exemplar do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. 2. A facilitadora Fernanda realizou a apresentação do projeto e do material, bem como da equipe do IDDH a todos os participantes. Abertura do LIDH - Florianópolis 3. Às 14 horas, iniciou-se o módulo I, com a primeira atividade sendo a apresentação do grupo, dividida em dois momentos. No primeiro, em duplas, cada participante recebeu um cartão de informações e entrevistou seu parceiro/a para conhecer suas características e expectativas em relação à oficina. No segundo momento, cada participante apresentou o seu parceiro/a ao grupo, destacando o que havia preenchido no cartão de informações. Dentre as expectativas apresentadas pelo grupo, destacam-se: a busca pela aprendizagem no tema e o desafio em equilibrar a teoria com a prática dos direitos humanos. Cada participante entrevista seu colega para conhecer suas características e expectativas 4. Em seguida, como atividade 2 do módulo I, as facilitadoras Myrrena e Thalyta entregaram a cada participante uma ficha verde e outra rosa. Na primeira, o/a participante escreveu o que sua liderança/entidade/organização podia ofertar/oferecer aos demais do grupo; na segunda ficha, escreveram o que sua liderança procurava/necessitava para viabilizar as suas expectativas. As facilitadoras contaram ao grupo a oferta e procura que constava na ficha de cada um e depois as afixaram em um mural na parede da sala de aula. No final dessa atividade, o grupo verificou que a grande parte estava procurando por “parceria” e que a maioria tinha a ofertar conhecimento e experiência prática na sua área específica de atuação. 5. A facilitadora Fernanda ressaltou que o mural da atividade Oferta e Procura ficaria exposto até o final da oficina para que cada um pudesse interagir com aquele que tivesse algo a ofertar a tal ponto que suprisse a sua necessidade/procura. Atividade Oferta e Procura 6. Às 15h00, iniciou-se o módulo II, com a temática “O que são Direitos Humanos?”, sendo que a primeira atividade do referido módulo se desenvolveu na seguinte maneira: foram afixados no quadro da sala de aula alguns valores em cartões de papel, sendo eles: amor, respeito, justiça, igualdade, liderança, segurança, transparência e empatia. Cada participante escolheu o valor que considerava mais importante para a sociedade e explicou ao grupo o que aquele valor lhe remetia/significava. Dois dos valores mais buscados pelos participantes foram o “amor” e “respeito”. Os valores “segurança” e “liderança” não foram escolhidos pelo grupo. Por fim, a facilitadora Fernanda coordenou uma discussão entre os valores escolhidos por cada participante, ressaltando que todos os valores têm a sua importância para a sociedade/liderança comunitária e alicerçam a concepção que cada sociedade terá sobre os direitos humanos. Atividade sobre os Valores e Direitos Humanos 7. Dando sequência ao módulo, a facilitadora Fernanda expôs uma reflexão sobre como os valores estão relacionados com os direitos humanos. A facilitadora explanou também sobre a universalidade, interdependência e indivisibilidade dos direitos humanos. Por conseguinte, apresentou a atividade “Dignidade Humana” e dividiu os participantes em três grupos. Cada grupo recebeu uma folha de flipchart, na qual desenharam um/a boneco/a e escreveram dentro do boneco o que uma pessoa precisa ter/sentir para ser digna. Todos os grupos consideraram, de forma unânime, que uma pessoa precisa ter respeito/ser respeitada para ser digna. Outros valores como trabalho, amor, saúde, alimentação, trabalho e autoestima também foram destacados. Cada grupo apresentou o seu boneco e explicou por que escolheu aqueles valores. Atividade sobre Dignidade Humana 8. Em seguida, a facilitadora Andréa realizou um “brainstorm” para que o grupo pudesse apontar possíveis temas que poderiam ser objetos de uma campanha de Direitos Humanos. Posteriormente, os participantes foram novamente divididos em dois grupos e elaboraram, seguindo o formulário da apostila, uma campanha de direitos humanos com um dos dois temas mais votados/citados pelo grupo, quais sejam: “Saúde do Homem” e a “Juventude negra nas escolas”. Brainstorm para propor uma campanha de Direitos Humanos 9. Encerraram-se as atividades do período vespertino e houve um intervalo para o coffee-break antes de iniciar a atividade prevista para a noite, no caso, a Mesa Redonda. Sexta-feira à noite, 3/05/2013 1. Às 19h00, iniciou-se a Mesa Redonda “Educação em Direitos Humanos e Experiências Práticas” com a presença do membro da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil da Subseção de Florianópolis, Dr. Leandro Gornick Nunes, da psicóloga Patrícia de Moraes Lima, representante no Núcleo de Vida e Cuidado – NUVIC/UFSC, da acadêmica do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC e integrante do Observatório de Direitos Humanos, Ana Paula Stolff, das líderes participantes do LIDH Rosane Francisca Nunes da Silva e Dennis Meneses e dos acadêmicos da UFSC. Cartaz de divulgação da Mesa Redonda 2. A Diretora Executiva do IDDH, Fernanda Brandão Lapa, realizou a abertura da mesa redonda expondo sobre a educação em Direitos Humanos e também sobre o projeto do LIDH. 3. Em seguida, a psicóloga Patrícia contou um pouco sobre o seu trabalho, projeto e pontuou algumas reflexões sobre os direitos humanos. Posteriormente, o membro da Ordem dos Advogados do Brasil da Subseção de Florianópolis, Dr. Leandro Gornick Nunes, destacou o papel e desafios da Comissão de Direitos Humanos da OAB em Florianópolis. Na sequência, a acadêmica Ana Paula Stolff contou sobre os projetos e atividades desenvolvidas pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSC. Por fim, os líderes e participantes do LIDH, Rosane e Dennis, apresentaram o esboço das campanhas que seus grupos elaboraram durante o período da tarde. O grupo da Rosane pensou em uma campanha com foco e pesquisa sobre a presença dos adolescentes negros nas escolas de Florianópolis, enquanto que o grupo do Dennis focou em uma campanha para promover a saúde do homem. Convidados da mesa redonda Participantes do LIDH apresentam suas campanhas 4. Os acadêmicos da UFSC e integrantes do Observatório de Direitos Humanos presentes na ocasião mostraram grande interesse nas experiências práticas apresentadas e interagiram com perguntas aos convidados, além de elogiá-los pelos trabalhos que desenvolvem. Também houve interação entre os próprios participantes do LIDH com os convidados da mesa redonda. Comunidade acadêmica prestigiando a Mesa Redonda 5. Ao fim da mesa redonda, a equipe do IDDH agradeceu a presença de todos e comunicou que o retorno das atividades com as lideranças iniciaria no sábado, às 8h30. Sábado, 4/05/2013 1. Às 8h30, iniciaram-se as atividades, sendo primeiramente realizada uma breve conversa sobre a mesa redonda e o dia anterior (recapitulação). Os participantes destacaram alguns momentos e falas dos convidados, além de elogiá-los. 2. Posteriormente, as facilitadoras Myrrena e Thalyta retomaram a atividade da elaboração da campanha de Direitos Humanos e pediram para que o grupo refletisse sobre as dificuldades e facilidades que encontraram ao desenvolver esse trabalho em grupo. De um modo geral, as facilitadoras instigaram os participantes a refletir sobre eventuais e/ou possíveis dificuldades e facilidades que um trabalho desenvolvido em grupo pode trazer. 3. Na sequência, as facilitadoras Myrrena e Thalyta distribuíram fichas na cor verde e outra na cor rosa ao grupo, sendo que cada participante escreveu na primeira uma facilidade que encontrava ao trabalhar em grupo e na segunda um desafio/dificuldade. As facilitadoras afixaram as fichas em um cartaz de tal forma que as fichas foram divididas por cores para o grupo poder visualizar quais eram as maiores facilidades e os maiores desafios. Como facilidades, destacaram a transferência de conhecimentos e troca de experiências; já os desafios foram a divergência de opiniões e a aceitação da opinião do outro. Participantes apresentam a facilidades e desafios para trabalhar em grupo 4. Após, às 9h00, deu início o módulo IV, ocasião em que as facilitadoras Fernanda e Andréa dividiram o grupo em três para que levantassem os desafios enfrentados na cidade de Florianópolis e possíveis estratégias para solucionar esses problemas/desafios. De um modo geral, os participantes listaram como grandes desafios questões relacionadas à acessibilidade, moradia, drogas, idosos e estudantes negros, sendo propostas as seguintes estratégias: realização de campanhas, mobilização, suporte jurídico/técnico e captação de recursos. Participantes se reúnem para listar desafios e estratégias 5. Em seguida, a facilitadora Fernanda deu início à atividade 2 do referido módulo, introduzindo uma reflexão junto ao grupo sobre o potencial transformador do trabalho em Educação em Direitos Humanos. O grupo deveria imaginar a seguinte situação: o arremesso de uma pequena pedra em um lago. A pequena pedra é a ação individual que, nessa oficina, instrumentaliza-se pelo plano individual que cada participante desenvolverá e as marolas que essa pedra provoca no lago são as transformações/mudanças a nível organizacional e social. Explanação sobre as transformações a nível individual, organizacional e social 6. A partir dessa breve reflexão, cada participante recebeu a ficha do plano individual para ser preenchida, dentro do prazo de 30 minutos, sobre a prática de direitos humanos que será multiplicada em sua comunidade/entidade. 7. Findo o prazo para o preenchimento do plano individual, cada participante apresentou ao grupo o seu plano, respondendo as seguintes questões: O que é a atividade do seu plano individual? Qual o público-alvo? Quais os motivos para a realização do plano? Como será executado? Qual conteúdo será abordado? Quais materiais serão utilizados? Qual a data de execução? Participantes desenvolvem e apresentam seu plano individual ao grupo 8. As facilitadoras ressaltaram que a execução do plano individual deverá atingir mais de 5 (cinco) pessoas e deverá ser comprovada até setembro de 2013. Em outubro, até 5 (cinco) planos individuais devidamente executados pelo grupo de Florianópolis serão selecionados para participar do encontro com as demais lideranças do estado em novembro, em Joinville. 9. Os planos individuais apresentados pelos participantes foram bastante diversificados, envolvendo atividades sobre moradia, idosos, saúde masculina, reciclagem de tecidos e conscientização de direitos humanos. 10. Cada participante recebeu e respondeu uma ficha de avaliação sobre o andamento da oficina. Após, às 12h30, foram entregues os certificados e realizados os agradecimentos finais pela equipe do IDDH a todos os participantes da oficina do LIDH. AVALIAÇÃO A Oficina Liderando Direitos Humanos – LIDH, em Florianópolis, teve como parceiros o Observatório de Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e a Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Santa Catarina. Foram selecionados para esta oficina 10 líderes comunitários, sendo eles: Aderbal Humphreys (Conselho Municipal do Idoso de Florianópolis), Auri Silva (Fórum da Bacia Hidrográfica do Saco Grande), Claudia Lopes Costa (Associação Gente da Gente), Dennis Stephan Hille Gomes de Meneses (Clínica Ictus, Lar Recanto do Carinho e Roma), João Luiz e Silva (Casa de Apoio Engenho de Deus), Nadia Nelma Borba Tasca (NAJOSC), Paulo João Rodrigues (Associação dos Moradores do Bairro Abraão – AMBA), Raruilquer Santos Oliveira (Núcleo de Estudos de Gênero e Subjetividades), Ricardo Müller (Associação dos moradores de Coqueiros) e Rosane Francisca Nunes da Silva (ARCA – Associação de Resgate da Cultura Afro – Mãe África Pai Brasil). No entanto, o líder comunitário Ricardo Müller não pode participar da oficina por motivos de doença. Na Mesa Redonda “Educação em Direitos Humanos e Experiências Práticas”, houve a participação do membro da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil da Subseção de Florianópolis, Dr. Leandro Gornick Nunes, da psicóloga Patrícia de Moraes Lima, representante no Núcleo de Vida e Cuidado – NUVIC, da acadêmica Ana Paula Stolff, representante do Observatório de Direitos Humanos da UFSC, dos líderes comunitários e comunidade acadêmica da UFSC. Para a equipe do IDDH, a oficina apresentou resultados muito positivos, uma vez que restou claro o forte interesse e o entusiasmo demonstrado pelos participantes, que interagiam continuamente entre si, proporcionando uma oficina muito dinâmica e repleta de troca de experiência, numa imersão de direitos humanos. Isso reforça nossa idéia de que o grupo DEVE ser pequeno, para que haja esta troca de dialogo. Toda a metodologia desenvolvida pelo IDDH é alicerçada no dialogo e na metodologia participativa, o que somente é eficaz com um grupo pequeno. Durante a preparação da oficina algumas dificuldades foram enfrentadas, tais como: ausência de locais/informações para encontrar as lideranças, a falta de indicação e contato de lideranças pelos Centros de Referência da cidade, a indisponibilidade de tempo de alguns selecionados e a desistência de alguns participantes selecionados. As avaliações dos participantes explicitaram que, de forma geral, o material disponibilizado, bem como, as atividades desenvolvidas ao longo das 12 (doze) horas de oficina proporcionaram uma grande troca de experiências e conhecimentos, de tal modo que muitos participantes perceberam seu potencial multiplicador e a possibilidade da construção de parceria para a realização dos planos individuais. Foi consensual na avaliação que a oficina SUPEROU as expectativas deles, especialmente por ser uma oficina prática, e não uma aula teórica sobre os direitos humanos, é a forma de “aprender-fazendo”. Por isso o material de referência elaborado pelo IDDH, com descrição dos módulos e atividades, auxiliou a organização e a própria estruturação da oficina para o alcance de seus objetivos. Sobre as temáticas e atuações dos participantes, insta salientar que Rosane instigou, por várias vezes, o grupo a discutir sobre questões relacionadas à comunidade/juventude negra, tendo em vista ser a sua temática de atuação, sendo que para seu plano individual pensou em uma atividade voltada à reciclagem de tecidos. O participante Aderbal procurou elaborar um plano individual que contemplasse a temática da sua área de atuação, qual seja, o direito dos idosos. Relatou ao grupo o conhecimento sobre um projeto de lei, em tramitação na cidade de São Paulo, que tem como objeto “Cidade Amiga do Idoso”. Nessa mesma linha, desenvolveu seu plano individual com o título: “Bairro Amigo do Idoso”. Da mesma maneira, relacionando o plano individual com a temática da área de atuação profissional, o participante Dennis elaborou atividades relacionadas à saúde masculina, além de trazer ao grupo, durante a oficina, grande conhecimento/novidades sobre o autoexame masculino. O participante Auri utilizará seu próprio ambiente de trabalho para aplicar o plano individual, sendo que realizará palestras durante as reuniões do Fórum. Além disso, tentará elaborar cartilhas versando sobre cidadania e direitos humanos para divulgar no seu ambiente de trabalho. Por sua vez, o participante Paulo realizará uma atividade para promover os direitos humanos aos moradores de sua comunidade, consistindo em reprodução de vídeos, divulgação com folders e palestra. Na mesma linha, a participante Nádia organizará palestras e oficinas sobre a conscientização dos direitos humanos durante eventos que acontecerão na Univali e no NAJOSC, locais em que atua. A participante Claudia elaborou um plano individual em conjunto com um evento que já está previsto para acontecer, sendo que nessa ocasião então, promoverá palestras sobre direitos humanos. Já o participante João buscará parcerias para a realização do seu plano individual, uma vez que este consiste em uma casa de acolhimento às pessoas carentes e necessitadas, com atendimento psicológico, psiquiátrico, além de fornecimento de alimentação e vestimentas. Por fim, o participante Raruilquer focará seu plano individual no direito à moradia, propondo atividades para reunir lideranças, bem como, realizar uma pesquisa com levantamento de dados. Após a avaliação, tendo uma visão global do entendimento do grupo para com as facilitadoras, apresenta-se o resultado final LIDH – Florianópolis como um todo. Participantes do LIDH Florianópolis e Equipe IDDH 1) Categoria: Atendimento às expectativas dos participantes Por unanimidade, os nove participantes que responderam ao questionário avaliativo informaram que a oficina LIDH correspondeu às expectativas. Dois deles responderam que a oficina superou as expectativas em relação à oficina. 2) Categoria: Local da realização da oficina Todos os participantes responderam que o local foi adequado para realizar a oficina 3) Categoria: Recomendação para outras pessoas Todos responderam que, sem dúvida, recomendariam a oficina para outras pessoas. 4) Categoria: Pontos positivos e negativos da oficina De um modo geral, os pontos positivos avaliados pelos participantes foram a troca de experiência, as dinâmicas, o material, a articulação entre os grupos e o tratamento dispensados a todos os participantes. Dos pontos negativos, três dos nove participantes que responderam à avaliação listaram a reduzida carga horária da oficina. 5) Categoria: A utilidade da oficina no âmbito profissional Todas as participantes responderam que a oficina será muito útil profissionalmente, ressaltando a conscientização dos direitos humanos no âmbito de seu trabalho, o aprendizado, a parceria e a execução de projetos. 6) Categoria: observações gerais/sugestões Um participante sugeriu uma abordagem mais teórica sobre os direitos humanos. Sobre a duração da oficina, dois participantes sugeriram a ampliação da carga horária para a conclusão das atividades. Outros três participantes sugeriram a continuidade desse projeto. 7) Categoria: Indicação de outro tema relevante na área de Direitos Humanos Dentre os participantes que indicaram temas relevantes na área de Direitos Humanos, destacam-se os direitos dos indígenas, SUS, preconceito e democracia participativa. Ao fim, podemos concluir que a oficina do LIDH, em Florianópolis, superou muitas expectativas, tanto para o Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos, bem como para todas as participantes. Interessante destacar as palavras da participante Nádia que no primeiro momento da oficina destacou como expectativa a conciliação entre o jurídico e o social e que ao final da oficina contou ao grupo que sentiu uma grande mudança dentro dela, capaz de mudar os outros por meio da educação dos direitos humanos. Uma oficina como esta, que possibilita a transferência de conhecimento e experiências práticas entre as lideranças, é de grande serventia para a sociedade, uma vez que promove a articulação entre as lideranças e o fortalecimento de parcerias na área de educação em direitos humanos no Brasil. Qualquer dúvida, entrar em contato com nossa Diretoria: Fernanda Lapa ([email protected]).