International Workshop 2013 Acoplamento de Linhas Aéreas e Subterrâneas – Recomendações Técnicas para as Concessionárias Brasileiras – GT B1-05 Nadia Helena Gama Ribeiro de Louredo Logo of your company International Workshop 2013 Motivação /Criação do GT B1-05: •A grande maioria das Transições Aéreo /Subterrâneas no Brasil , encontra-se em “áreas fechadas” ( Subestações) : Disjuntores , Chaves , TC’s e TP’s. • Diversos estudos de viabilidade são realizados porém sem sucesso , dado aos altos custos envolvidos bem como ao impacto visual apresentado pelas Subestações de Transição que são exigidas pelas Concessionárias Brasileiras em geral. •Atualmente no Brasil a experiência relacionada a transições Aéreo/Subterrâneas em alta e extra alta tensão ainda é um tanto limitada. •O GT B1-05 foi criado em 2010, com o objetivo de elaborar uma Recomendação baseada em práticas internacionais além de argumentos técnicos concretos , na busca de tornar viável e facilitar a implementação de transições seguras e compactas. International Workshop 2013 Método Utilizado /sequencia de atividades: •Levantamento junto as Concessionárias Brasileiras quanto as Transições Mistas existentes •Pesquisa de materiais técnicos Internacionais referentes a Linhas Mistas /Híbridas de Transmissão . •Verificação criteriosa dos resultados da pesquisa para então propor recomendação no tocante aos esquemas de proteção e critérios de religamento para sistemas mistos. International Workshop 2013 Material de Investigação : •Questionário /Pesquisa : realizada junto as Concessionárias Brasileiras que possuem Linhas de Transmissão Subterrâneas em alta tensão em seu sistema de transmissão. •“Papers” / Materiais Técnicos Pesquisados: Um total de documentos entre : artigos técnicos diversos , Brochuras Técnicas CIGRE e Norma IEEE. International Workshop 2013 •Demetrious A. Tziovaras em ”Protection of High Voltage AC Cables” •Explica de forma objetiva os critérios básicos para proteção no tocante a para-raios e tipos de relés mais indicados para sistemas instalados em cabos de potencia. •Entre outros pontos importantes a observar no aspecto proteção o autor ressalta a possibilidade de dimensionar os cabos de potencia termicamente para a função auto - religamento, em linhas de pequena extensão, uma vez que para linhas longas o auto-religamento pode ou não ser viável . •Oferece parâmetros quanto à relação de comprimentos do trecho aéreo frente ao trecho subterrâneo, estabelecendo uma regra relativamente simples para aplicação. International Workshop 2013 • Zihan Xu e Dr. T.S. Sidhu em :”Power Cable Protection in Transmission System “ • Os autores ressaltam e caracterizam detalhadamente as diferenças elétricas entre cabos de potencia e cabos para linhas aéreas ( impedância, capacitância shunt, indutâncias série ,etc). • Apresentam as características das falhas em linhas subterrâneas e em linhas aéreas . • Alertam para questões nem sempre muito claras e portanto de grande valia para os técnicos que atuam desde o planejamento até a operação de sistemas instalados em cabos de potencia. International Workshop 2013 • Technical Brochure 250 :” General Guidelines for the Integration of a new Underground cable System in the Network” -Working Group B1-19 -August 2004 • • • • • • • • • • • • • • • • O capítulo 4 da citada TB é integralmente dedicado a Transições Aéreo/Subterrâneas. Planejamento Seleção do local da transição Níveis de Sobretensão e de Isolação Ampacidade e sobrecorrentes “Clearances” Elétricos Blindagem para sobretensões Aterramento para proteção de pessoas Radio Interferência e Corona Ruído Contaminação de água Forças mecânicas Projeto Civil Proteção contra incêndio Segurança nas “Transições Compound” (*) Especificação e Seleção dos principais componentes da Transição “Compound” (*) International Workshop 2013 • Technical Brochure 338 : “ Statistics of AC Underground Cables in Power Network” - Working Group B1-07 December 2007 : • • • • O item 3.3 da TB 338 aborda as condições de Construção e Instalação para Transições A/S . As questões quanto a inserção de trecho subterraneo em uma linha aérea do ponto de vista dos equipamentos para as conexões são esclarecidas ,alertando para a implementação de acordo com as diversas classes de tensão. O item 3.4 , projeto elétrico , alerta para as diferenças nos aspectos térmicos e construtivos das linhas aéreas e subterrâneas , bem como quanto as questões das características de falhas em circuitos aéreos e condições de religamento , reforçando argumentações práticas e teóricas apresentados por Tziouvaras e Zihan Xu e Dr. T.S. Sidhu Zihan , ressaltando também que em circuitos “híbridos” o religamento pode ser possível desde que os riscos envolvidos sejam bem estudados. O Apendice C1 (Projeto Elétrico) ressalta ainda que falhas transitórias em sistemas que utilizam cabos de potencia são extremamente raras . International Workshop 2013 •P. Argaut ;T. Roizard ; S. Meregalli ; H. Ohno; J.E. Larsen ; J. Karlstrand ; S. D. Mikkelsen em “ Technical Issues Regarding the Integration of HVAC Underground cable Systems in the Network – 21-108 - Bienal CIGRE 2002 (em prol do WG B1-19) . •O item 3.5 do material apresentado na Sessão Cigre 2002 , é dedicado as questões de proteção e religamento , sendo que os autores salientam que em sistemas híbridos a distancia do trecho subterrâneo as subestações ( fonte e carga) representa um fator crítico , assim aconselhando políticas de religamento e o uso de sistemas de proteção mais ou menos complexos . •Os autores afirmam que a questão do religamento está diretamente relacionada ao tipo de instalação bem como ao nível de suportabilidade térmica do cabo. •Alerta para a questão relacionada ao aumento de temperatura na blindagem metálica devido a um curto circuito monofásico de 31 kA durante 0,5 s , informando que em curtos circuitos monofásicos até 25 kA , o religamento é viável em sistemas aéreos e subterrâneos. International Workshop 2013 • S. López (REE, Spain), J.L. Martínez (IBERDROLA, Spain), J.M. Roca (Unión Fenosa, Spain),A. Montoya (GE Power Management, Spain), I. Zamora (ETSI Bilbao, Spain) em “ Protection of Combined Cables and Overhead Lines “ . Study Committee B5 Colloquium 2007 October 15-20 Madrid, SPAIN • Este documento apresenta as práticas de proteção e religamento a partir da experiência adquirida em Concessionárias da Espanha. • Inicialmente apresenta as diversas situações onde circuitos híbridos ( aéreo e subterrâneo) , são aplicáveis. • A exemplo das outras referencias já citadas , elenca os problemas relativos a proteção de sistemas instalados em cabos de potencia subterrâneos . International Workshop 2013 • “Guide for Planning and Designing Transition Facilities between Overhead and Underground Transmission Lines “ . IEEE Std 1793-2012 • Por ocasião da Sessão Poster da Bienal CIGRE 2012 ,o “Chair-Man” do B1 – Monsieur Pierre Argaut , viabilizou o acesso ao Draft da Norma (senha/login/download) na “home page” do ICC , (data/ref: 22/03/2010 ) – “Guide for Planning and Designing Transition Facilities between Overhead and Underground Transmission Lines “ . Em 05/12/2012 a Norma foi aprovada 08/01/2013 . A IEEE Std 1793-2012 foi emitida em • Nos itens 3.2.4.1 e 3.2.4.2 da Norma – Impactos no Sistema – foram consideradas as questões relativas aos sistemas de proteção e religamento . International Workshop 2013 PESQUISA : CONCESSIONÁRIAS BRASILEIRAS AS QUAIS FORAM ENCAMINHADAS QUESTÕES SOBRE TRANSIÇÕES AÉREO/SUBTERRÂNEAS 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. AES Eletropaulo – São Paulo Energias do Brasil – São Paulo Light – Rio de Janeiro CEMIG – Minas Gerais CELESC – Santa Catarina CEEE – Rio Grande do Sul Eletrosul FURNAS CEB – Centrais Elétricas de Brasília – Distrito Federal ENERSUL Eletronorte CHESF International Workshop 2013 QUESTÕES FORMULADAS : • Sua empresa possui Transição Aéreo/Subterrânea em que classes de tensão? • Caso sua resposta a questão 1 tenha sido afirmativa ,informe há mais ou menos quanto tempo a(s) transição(ões) está(ão) em operação . • Quais tipos de Transição( ões) está(ao) instalada(s) no sistema desta Concessionária: RS der. LTA ? , LTA der. de RS? , Ins. Trecho RS dist. da SE? Ins. Trecho RS próx a SE fonte? Ins. Trecho RS próx. A SE carga ? , Ins. Trecho RS dentro da SE ? • No tocante a relação das extensões dos trechos de Linhas Aéreas frente aos de Linhas Subterrâneas , informar conforme exemplo : xx m /xxx m ... (RS /LTA) • No que compete aos tipos de equipamentos de proteção e manobra instalados na Transição , informe sobre :Para- Raios , Disjuntor, Rele de Proteção , Chave , ..Sem equipamento de Proteção International Workshop 2013 • Com relação ao tipo de material da estrutura de transição, informe sobre : estruturas de concreto ? Estrutura metálica ? • Quanto a natureza da(s) região(ões) / local (ais) onde está (ão) instalada(s) a(s) transição (ões) ,informe : Região Urbana Central, Região Urbana Residencial , Região Rural , Substação em geral • Quanto ao sistema de aterramento informe o(s) tipo (s) instalados no trecho subterrâneo ( referencie se possível a capacidade de transmissão / classe de tensão /extensão do trecho subterrâneo) . • No tocante a Operação de Sistemas Mistos , informe como a Concessionária opera tais sistemas : Perm. Rel. Inst , Perm. 2º. Rel. temp ,Perm. Rel.manual (3 min), Perm. 3º. Rel, Perm. Rel. se constatado que falha não ocorreu no trecho sub , Não perm . Rel ? International Workshop 2013 ALGUNS DIAGRAMAS RESULTANTES DA PESQUISA/QUESTIONÁRIO: International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 RECOMENDAÇÕES : PROTEÇÃO E RELIGAMENTO PROTEÇÃO : a) Para-Raios: O dispositivo de proteção que deve ser utilizado como prática comum em Linhas de Transmissão Mistas para limitar as sobretensões é o Para-Raios, localizado na estrutura de transição (lado da linha áerea) e na outra extremidade subterrânea. O para-raios deve ser selecionado a partir de um dimensionamento adequado, considerando o nível de impulso atmosférico, a classe de tensão e as impedâncias de “ pé de torre/estrutura”. B .1) Reles: Os tipo de relés mais comumente utilizados em linhas aéreas, não são capazes de localizar precisamente as falhas típicas de sistemas em cabos de potencia subterrâneos. International Workshop 2013 ESTADO DA ARTE : RELÉS DE PROTEÇÃO EM SISTEMAS MISTOS i) esquemas de proteção utilizando relés de distância: Não recomendado devido principalmente as dificuldades oferecidas pelo fato de que o relé pode “visualizar” impedâncias diferentes para os vários tipos de aterramento (não-linearidade da impedância de sequência zero, uma vez que o caminho de retorno da corrente é afetado pelo tipo de sistema de aterramento: solidamente aterrado nas extremidades, Crossbonding e singlepoint bonding). ii) esquemas de proteção utilizando relés diferenciais: Existem aplicações que utilizam relés diferenciais, mas neste tipo de esquema principalmente os efeitos das correntes de carga e shunt (se aplicável) devem ser compensados. A solução com Relé diferencial tem custos elevados devido à infra-estrutura necessária. III) esquemas de proteção utilizando relés de impedância: Esta alternativa pode substituir a que utiliza o relé diferencial, mas no momento da realização dos testes de comissionamento será necessário efetuar medições relativas aos parâmetros de impedância Observar quanto a extensão do trecho subterrâneo ser menor que a do trecho aéreo. International Workshop 2013 B.2 ) A Norma IEEE 1793 – 2012 : “Guide for Planning and Designing Transition Facilities between Overhead and Underground Transmission Lines “: sugere no item 4.1.2 –Structural Design - a instalação de TC de “núcleo partido” na estrutura de transição . International Workshop 2013 RELIGAMENTO : I) Em sistemas onde a extensão do trecho subterrâneo for aproximadamente igual a 10% da extensão total do circuito geralmente pode ser habilitado o “autoreligamento”. Exemplo: Um circuito com 10.000 m de extensão, onde o trecho subterrâneo tenha uma extensão de até 1.000 m o “auto-religamento” pode ser habilitado. II) Quando a extensão do trecho subterrâneo é muito curto , menor do que 300 m como parâmetro de referencia , é permitido o religamento rápido. III) Em alguns casos, será mais econômico que o trecho instalado em cabos de potencia ( linha de transmissão subterrânea) seja termicamente avaliado. Este fato implica em aumentar o tempo de atuação da proteção para um mesmo valor do curto-circuito monofásico International Workshop 2013 Exemplos Nacionais Contribuições : Representantes : LIGHT , CEB , CEMIG , AES Eletropaulo Papers Técnicos : A.J. de Oliveira Lima, W.J. Lee , F.G de Oliveira .”Transição de Linhas de Transmissão Aérea para Subterrânea:para cada instalação uma solução diferente” (XIII ERIAC.Argentina – Março 2009) W.J. Lee, A.J. de Oliveira Lima, J.F. Dutra, J. M. Pinheiro, F.F. Lago, C.A.V. Granata. ”Projeto de Linha de Transmissão Submarina Biguaçu-Desterro em 230 kV” (XIII ERIAC. Argentina – Março 2009) International Workshop 2013 RSC WHEATON SAAB SCANIA 138 kV- São Bernardo do Campo – SP International Workshop 2013 RSC Wheaton –Scania- 138 kV – AES Eletropaulo– São Bernardo do Campo -SP • Instalação singular, pois, trata-se de uma transição subterrânea/ aérea. • Sua implantação viabilizou a alimentação de tres (3) SE’s de Consumidores em 138 kV. Localizada na cidade de São Bernardo do Campo (SP) ,a LTS parte da SE Alvarenga até a Transição com 1,6 km de extensão , e a partir da mesma “aflora e mergulha” possibilitando alimentar as SE’s dos consumidores Wheaton e Scania . • A partir da estrutura de transição os cabos foram conectados a uma estrutura de chaves seguindo por linha aérea até a SE Toyota SBC. International Workshop 2013 LT 138 kV – ITAJAI – ITAIPAVA – SALSEIROS – PORTONAVE ( PORTO DE NAVEGANTES –CELESC – Santa Catarina International Workshop 2013 LT 138 kV – ITAJAI – ITAIPAVA –SALSEIROS – PORTONAVE ( PORTO DE NAVEGANTES) • A linha de transmissão tem uma extensão total de 21 km. • O trecho subterrâneo possui extensão igual a 2,31 km. • A necessidade do trecho instalado em cabos subterrâneos de potencia no trecho final da linha de transmissão ocorreu devido a proximidade do Aeroporto de Navegantes International Workshop 2013 LT BIGUAÇU- DESTERRO – 230 kV – Florianópolis – SC ( lado Continente)ELETROSUL – Santa Catarina International Workshop 2013 LT BIGUAÇU – DESTERRO -230 kV – Florianópolis – SC ( Lado Ilha de Santa Catarina) – ELETROSUL – Santa Catarina International Workshop 2013 A linha de transmissão que interliga a SE Biguaçu, no continente, a SE Desterro, na Ilha de Santa Catarina, compõem-se de três trechos: •Um trecho aéreo no lado do continente com 38,5km de extensão •Um trecho submarino entre o continente e a Ilha com 4,65km •Um trecho aéreo na Ilha de Santa Catarina com 13,5km. International Workshop 2013 RSE Paineiras – 88/138 kV – AES Eletropaulo - São Paulo International Workshop 2013 BRASILIA CENTRO MANGUEIRAL – 138 kV – BRASILIA – DF International Workshop 2013 RAMAL RECREIO – 138 kV – LIGHT SE S/A - RIO DE JANEIRO – RJ International Workshop 2013 As Transições referentes a : •RSE Paineiras – AES Eletropaulo na cidade de São Paulo , bairro do Morumbi •Ramal Recreio – LIGHT S/E S/A na cidade do Rio de Janeiro , bairro Recreio (Barra da Tijuca) •Foram resultantes de condições diretamente ligadas a bairros/regiões de alto poder aquisitivo onde não foi aceito a implantação de linha aérea. •A LT Brasilia Centro Mangueiral – CEB – Distrito Federal , naturalmente devido aos aspectos urbanos que regem a Capital Federal. International Workshop 2013 SE DE TRANSIÇÃO MORRO DO ALEMÃO -138 kV ( INSTALAÇÃO TELEFÉRICO – obra do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento) –LIGHT SE S/A - RIO DE JANEIRO – RJ International Workshop 2013 RAMAL FIAT- 138 kV – CEMIG - MINAS GERAIS – MG International Workshop 2013 Exemplo Internacionais Brochuras Técnicas CIGRE : Technical Brochure 250 : “ General Guidelines for Integration of a new Underground Cable System in the Network” - Working Group B1-19 August 2004. Technical Brochure 338 : “ Statistics of AC Underground Cables in Power Networks” – Working Group B1-07 - December 2007 International Workshop 2013 Pioltello -AEM Milano (Italia) International Workshop 2013 Pioltello -AEM Milano (Italia) Para o sistema de transmissão em 220 kV, a “Aem Transmissione S.p.A” (Italia) decidiu tornar subterrânea parte das linhas aéreas entre as Subestações Cassano e Milano Ricevitrice Norte. Tal decisão levou a instalação de um sistema subterrâneo com dois circuitos e ao longo de uma extensão de 3.0 km. A transição aérea para subterrâneo foi realizada em ambas as extremidades do circuito diretamente da última estrutura sem a aplicação de equipamentos para de proteção contra surtos uma vez que o cabo é “auto-protegido” contra sobretensões transitórias e atmosféricas. Esta conexão atravessa uma área densamente povoada em parte da rota da linha aérea que possui 20.0 km de extensão na região de Pioltello (subúrbio de Milão). International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 International Workshop 2013 DENNIS JONHSON …More and more communities are calling for underground transmission to decrease the number of outages, especially after severe weather knocks out power for days or weeks. However, a general lack of knowledge of how to design and operate these underground transmission systems pervades in the United States today, according to Dennis Johnson, senior project engineer with POWER Engineers. Johnson is trying to fight the deficiency by training utility engineers on underground cable systems…. “I understand the types of issues that face the utility engineer when they are considering underground transmission for the first time,” Johnson said. “I have also been involved in the last couple years in the review and rewrite of the EPRI Underground Transmission Systems Reference Book.” ( T & D WORLD , SETEMBRO 2007) http://tdworld.com/etrain/dennis-johnson-engineer-underground International Workshop 2013 Muito Obrigada! Contato : EDS Engenharia e Consultoria LTDA : [email protected]