Auditoria de manejo florestal realizada
por:
Estrada Chico Mendes, 185 – Caixa
Postal 411 Piracicaba, SP, Brasil,
13400.970
Tel e Fax: +55 19 3429 0800
www.imaflora.org
Resumo Público de
Avaliação de Certificação ou
Auditoria Anual 2015
do Manejo Florestal da:
Fibria Celulose S/A. – Unidade Aracruz
em
Aracruz - ES
Resumo Publico:
Relatório finalizado:
Data de auditoria:
Equipe de auditoria:
Responsável pelo processo no
Imaflora
Código de certificação:
Emissão do certificado:
Expiração do certificado:
Contato do empreendimento:
Endereço escritório central
Responsável pelo Manejo
Florestal
Contato do Responsável pelo
Manejo Florestal
02 de dezembro de 2015
27 de novembro de 2015
14 a 18 de setembro de 2015
Maureen Voigtlaender
André Silveira Rosa
Érica Fonseca
Isabel Garcia Drigo
Karla Rocha Antiqueira
Ribeiral
Mayte Benicio Rizek
Guilherme de Andrade Lopes
IMA-MF-0007
02 de dezembro de 2015
01 de dezembro de 2020
Sandro Bressan Pinheiro
Rodovia Aracruz - Barra do
Riacho, s/n KM 25 Cep:
29.297-000 - Aracruz/ES
Sandro Bressan Pinheiro
[email protected]
CONTEÚDO
SIGLAS E ABREVIAÇÕES ...................................................................................................................... 3
1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................... 8
2. HISTÓRICO E CARACTERIZAÇÃO DO EMF ...................................................................................... 8
3. CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE DE MANEJO FLORESTAL E DO SISTEMA DE MANEJO ............. 8
4. CARACTERIZAÇÃO DO CONTEXTO SÓCIO ECONOMICO ............................................................... 8
5. PROCESSO DE AUDITORIA ............................................................................................................... 9
5.1. AUDITORES E QUALIFICAÇÕES .............................................................................................................................. 9
5.2. CRONOGRAMA DE AUDITORIA FASE II: .................................................................................................................. 9
5.3. DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO: .................................................................................. 13
5.3.1.
VISITA PRÉVIA (SE APLICÁVEL) .................................................................................................................. 13
6. EVIDÊNCIAS DE AUDITORIA E RESULTADOS .................................................................................14
6.1.
6.2.
6.3.
6.4.
6.5.
DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE CONSULTA A PARTES INTERESSADAS: ............................................................. 14
COMENTÁRIOS RECEBIDOS NA CONSULTA PRÉVIA E TRATAMENTO DAS DEMANDAS ......................................... 16
DESCRIÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES ENCONTRADAS (NCRS) ..................................................................... 17
OBSERVAÇÕES .................................................................................................................................................... 19
CONCLUSÕES DE AUDITORIA ............................................................................................................................... 19
ANEXO I – Escopo do EMF ....................................................................................................................20
ANEXO II – Lista de partes interessadas consultadas .............................................................................22
ANEXO III – Conformidade aos padrões de manejo florestal ...................................................................33
SIGLAS E ABREVIAÇÕES
ABAF
Associação Baiana das Empresas de Base Florestal
ABNT
ACC
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Accreditation
ADA
Área Diretamente Afetada
ADC
Avaliação Depois do Controle
ANAI
Associação Nacional de Ação Indigenista
ANVISA
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
APESAM
Associação dos Pescadores de Conceição da Barra/São Mateus
APP
ASO
Área de Preservação Permanente
Atestado de Saúde Ocupacional
BA
Bahia
BDT
Boletim Diário de Trabalho
BNDES
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
BR
Brasil
CAL
Controle de avaliação de Legislação
CAR
Corrective Action Request
CAT
Comunicação de Acidente de Trabalho
CAVI
Cooperativa dos Agricultores do Vale do Itaitinga
CCIR
Certificado de Cadastro de Imóvel Rural
CCMM
Centro de Controle de Movimentação de Madeira
CDA
Conselho de Desenvolvimento Agrário
CDB
Convenção sobre Diversidade Biológica
CEA
Centro de Estudos Ambientais
CEO
Chief Executive Officer
CEP
CEPENE
Código de Endereçamento Postal
Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros no Litoral Nordeste
CEPRAM
Conselho Estadual de Proteção Ambiental
CERFLOR
Sistema Brasileiro de Certificação Florestal
CIPATR
Comissão Interna de Prevenção de Acidente do Trabalho Rural
CITES
COCB
Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de
Extinção
Centro Operacional de Conceição da Barra
COMDEMA
Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente
CONAMA
Conselho Nacional do Meio Ambiente
CONSEMA
Conselho Estadual do Meio Ambiente
CRA
Centro de Recursos Ambientais
CRL
Comitê de Relacionamento Local
CTNBio
CVA
Comissão Técnica Nacional de Biossegurança
CAR Verification Audit
CW
Controlled Wood
DHO
Desenvolvimento Humano e Organizacional
DICE
Dano, Infestação, Custo e Eficiência
Desoxiribonucleic Acid ou Acido Desoxiribonuclêico
DNA
DOF
Documento de Origem Florestal
e.g.
Ex Gratia
EBDA
Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola
EEP
Escola de Engenharia de Piracicaba
EIA
Estudo de Impactos Ambientais
EMBRAPA
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
EMEIEF
Escola Municipal de Ensino Infantil e Ensino Fundamental
EMF
Empreendimento de Manejo Florestal
EPI
Equipamento de Proteção Individual
EPS
ES
Empresa Prestadora de Serviços
Espírito Santo
ESALQ
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”
FAO
Food and Agriculture Organization
FAVC
Floresta de Alto Valor de Conservação
FM
Forest Management
FUMEP
Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba
FUNAI
Fundação Nacional do Índio
GOL
Gestão On Line
GT
Grupo de Trabalho
GUI
Guidance
Ha/ha
HSMT
Hectare
Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho
I
Litros
I.a.
Ingrediente Ativo
I.e.
Isto é
IBAMA
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
ICMBio
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
IDAF
Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal
IDS
Indicador de Desenvolvimento de Segurança
IEF
Instituto Estadual de Florestas
IEMA
Instituto Estadual de Meio Ambiente
IGAM
Instituto Mineiro de Gestão das Águas
IMA
Incremento Médio Anual
IMAFLORA
Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola
INCRA
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
INEMA
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos
IPEF
Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais
IQR
Índice de Qualidade de Restauração
ISO
International Organization for Standardization
ITER
Instituto de Terras
ITTA
Acordo Internacional sobre Madeiras Tropicais
Kg
Quilogramas
Km
Quilômetro
LAC
Levantamento Antes do Controle
LO
Licença de Operação
LT
Listas e Tabelas
Ltda.
Limitada
m3
Metro Cúbico
MA
Manual
MA
Meio Ambiente
MAF
Meio Ambiente Florestal
MAPA
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
MG
Manual de Gestão
MG
Minas Gerais
MIPI
Micro Porta-Iscas
MMA
Ministério do Meio Ambiente
MP
Medida Provisória
MP
Ministério Público
MST
Movimento dos Sem Terra
N/A
Não Aplicável
N/D
NBR
Não Disponibilizado
Norma Brasileira
NC
Não Conformidade
NCR
Non Conformity Report
NPA
Notificação Preliminar de Acidente
NR
Norma Regulamentadora
NUMA
Núcleo de Meio Ambiente
NUROC
Núcleo de Repressão ao Crime Organizado
OBS
Observação
OEA
Organização dos Estados Americanos
OGM
Organismo Geneticamente Modificado
OIT
Organização Internacional do Trabalho
OMS
Organização Mundial de Saúde
ONG
Organização Não Governamental
P&C
PAA
Princípios e Critérios
Programa de Aquisição de Alimentos
PAC
Plano Anual de Colheita
PC
Política Corporativa
PCCF
Programa Cooperativo em Certificação Florestal
PCE
Plano de Controle de Emergências
PCMSO
Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional
PDRT
Programa de Desenvolvimento Rural Territorial
PDS
Projeto de Desenvolvimento Sustentável
PEFC
Program for Endorsement of Forest Certification
PFNM
Produtos Florestais Não Madeireiros
PIB
Produto Interno Bruto
PNAE
Programa Nacional de Alimentação Escolar
PNUD
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
PNUMA
Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
PO
Procedimento Operacional
POL
Política ou Policy
PPL
Plano de Participação nos Lucros
PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
PRO
Procedimento ou procedure
PROTEF
Programa de Proteção Florestal
PSSTI
Plano de Sustentabilidade Socioambiental das Terras Indígenas de Aracruz
RABQSA
Registrar Accreditation Board and Quality Society of Australasia
RAC
Rainforest Alliance Certified
RADAM
Radar na Amazônia
ReDes
Redes para o Desenvolvimento Sustentável
RIMA
Relatório de Impactos Ambientais
RL
RPPN
Reserva Legal
Reserva Particular do Patrimônio Natural
RS
Rio Grande do Sul
RSA
Recomendação Socioambiental
S/A
Sociedade Anônima
S/N
Sem Número
SAP
Systems, Applications, and Products in Data Processing
SENAI
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
SESI
Serviço Social da Indústria
SESTR
Serviço Especializado em Segurança do Trabalho Rural
SGF
SIG
Sistema de Gestão Florestal
Sistema de Informações Geográficas
SINTIEMA
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Extrativistas de Madeira e Atividades Florestais
SINTRAL
Sindicato dos Trabalhadores nas Atividades de Extração e Exploração de Madeira e Lenha
SINTREXBEM
Sindicato dos Trabalhadores da Extração de Madeira do Extremo Sul da Bahia
SIPF
Sistema Integrado de Proteção Florestal
SISPART
Sistema de Gestão Sobre Partes Interessadas
SNUC
Sistema Nacional de Unidades de Conservação
SP
São Paulo
SSDH
Subsecretaria Estadual de Direitos Humanos
SSMA
Saúde, Segurança e Meio Ambiente
SSO
Saúde e Segurança Ocupacional
STD
Standard, padrão.
TAC
Termo de Ajustamento de Conduta
TM
Task Manager
TMK
Trademark
TNC
The Nature Conservancy
TRF
Tribunal Regional Federal
UC
Unidade de Conservação
UFABC
Universidade Federal do ABC
UFLA
Universidade Federal de Lavras
UFSCar
Universidade Federal de São Carlos
UMF
Unidade de Manejo Florestal
UNESP
Universidade Estadual Paulista
UNICAMP
Universidade Estadual de Campinas
UNIMEP
Universidade Metodista de Piracicaba
UPP
Unidade de Proteção de Paisagem
USA
United States of America
USP
Universidade de São Paulo
V
Versão
VT
Vermont
WHO
World Health Organization
1. INTRODUÇÃO
O propósito deste processo de avaliação foi analisar a performance ambiental, social e
econômica do manejo florestal da Fibria Celulose S/A. - Unidade Aracruz conforme definido pelos
princípios e critérios estabelecidos na ABNT NBR 14789:2012 – Manejo Florestal Sustentável.
Este relatório apresenta os resultados de uma auditoria independente de avaliação de
certificação conduzida por uma equipe de especialistas representantes do Imaflora (Instituto de
Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) relacionadas ao atendimento as normas da ABNT
NBR 14789:2012 – Manejo Florestal Sustentável.
A seção 6 deste relatório descreve as conclusões da auditoria relacionadas ao atendimento as
normas da ABNT NBR 14789:2012 e as ações de seguimento solicitadas ao empreendimento
por meio de suas não conformidades identificadas.
As informações descritas nos itens 2; 3 e 4 deste relatório foram extraídas de documentos
fornecidos pelo EMF, tais como Plano de Manejo e procedimentos operacionais, sendo sua
veracidade analisada durante as atividades de campo através da análise dos indicadores
descritos no Anexo III.
O Imaflora é um organismo acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro
(CGCRE) segundo a ISO 17021:2011 como Organismo de Certificação Florestal (OCF). Os
serviços de auditoria e certificação do Imaflora, que compreende planejamento da auditoria,
avaliação e certificação e decisões, são de responsabilidade do mesmo que não subcontrata
nenhuma etapa.
Os relatórios de auditoria do Imaflora incluem informações que se tornarão públicos.
Resolução de conflito: organizações ou indivíduos com considerações ou comentários sobre o
Imaflora e seus serviços, se identificados, são fortemente encorajados a contatar diretamente o
Imaflora ([email protected]). Reclamações ou considerações formais devem ser enviadas
por escrito.
2. HISTÓRICO E CARACTERIZAÇÃO DO EMF
As informações estão descritas no Plano de Manejo do EMF, ou solicitar ao EMF.
3. CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE DE MANEJO FLORESTAL E DO SISTEMA DE
MANEJO
As informações estão descritas no Plano de Manejo do EMF, ou solicitar ao EMF.
4. CARACTERIZAÇÃO DO CONTEXTO SÓCIO ECONOMICO
As informações estão descritas no Plano de Manejo do EMF, ou solicitar ao EMF.
5. PROCESSO DE AUDITORIA
5.1. Auditores e qualificações
a) Auditoria Fase I:
Nome do auditor
Qualificações
Guilherme de Andrade Lopes
Atribuições do
auditor
Auditor líder.
Coordenador de certificação florestal do Imaflora/Rainforest Alliance. Doutor e Mestre
em recursos florestais pela ESALQ/USP, Engenheiro Florestal pela Universidade
Federal de Lavras, MG, com experiência de mais de quinze anos como consultor e
gestor em empresas de base florestal. Conduziu mais de 60 avaliações FSC de
manejo florestal de plantações. Possui treinamento na norma ISO 19.011 para autuar
como auditor do sistema de gestão de qualidade e meio ambiente e formação de
auditor líder de sistemas de qualidade e meio ambiente e formação de auditor líder de
sistemas de gestão para o processo de certificação ISO 14001.
a) Auditoria Fase II:
Nome do auditor
Qualificações
Nome do auditor
Qualificações
Nome do auditor
Qualificações
Nome do auditor
Qualificações
Nome do auditor
Qualificações
Maureen Voigtlaender
Atribuições do auditor Auditora líder
Engenheira florestal, mestre e doutora em Recursos Florestais pela ESALQ/USP, com
experiência nas áreas de conservação e silvicultura de ecossistemas florestais.
Frequentou cursos internos de formação de auditores ministrados pelo Imaflora e
formação adicional em curso de ISO 14001:2004 (auditor líder) pela ATSG.
André Silveira Rosa
Atribuições do auditor Auditor
Engenheiro florestal com experiência em empresas de base florestal (plantações),
mestre em Engenharia Ambiental, consultor do Imaflora/ Rainforest Alliance em
avaliações e auditorias de certificação. Possui formação adicional em curso sobre ISO
19011 (Auditor Líder) e cursos de atualização para auditores e formação de líderes do
Imaflora/ Rainforest Alliance.
Érica Fonseca
Atribuições do Auditora
auditor
Auditora em treinamento. Engenheira florestal com mais de 8 anos de experiência nas
áreas de planejamento, inventário e análises econômicas. Destaque em
planejamento, qualidade, análise, consistência e consolidação de dados.
Isabel Garcia Drigo
Atribuições do
Auditora social
auditor
Doutora em Ciência Ambiental (PROCAM/USP/AgroParisTech/França) com tese sobre
as barreiras para a implantação de concessões florestais na América do Sul .Autora de
dissertação de mestrado sobre os impactos da certificação florestal do FSC em duas
comunidades do Estado do Acre. Possui treinamento para auditor interno de ISO
9001:2000. Possui sete anos de experiência com administração de equipes de
auditores nos processos de certificação de produtos orgânicos no Brasil. Desde 2008
executa auditorias dos princípios e critérios sociais nos projetos de manejo florestal
comunitário e empresarial no Brasil. Possui treinamento de auditora líder ISO
14001:2008 pela ATSG.
Karla Rocha Antiqueira Ribeiral
Atribuições do Auditora
auditor
Engenheira florestal pela ESALQ/USP, com experiência empresarial em planejamento,
silvicultura e inventário florestal em reflorestamento de grande porte na região sul,
Nome do auditor
Qualificações
sudeste e norte do Brasil. Consultora do programa de certificação florestal do
IMAFLORA/Rainfoest Alliance em avaliações e auditorias de certificação desde 2002.
Mayte Benicio Rizek
Atribuições do Auditora social
auditor
Geógrafa pela UNESP, mestre em Ciência Ambiental pela USP e consultora externa
do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal - FSC Brasil. Auditora em treinamento,
possui formação pelo curso de novos auditores do Imaflora, com enfoque nos
processos de certificação FSC de manejo florestal.
5.2. Cronograma de auditoria fase II:
Data
14/09/2015
15/09/2015
Localização / sítios
principais
Escritório Florestal –
Fábrica (Aracruz/ES)
Fazenda S105
(Conceição da
Barra/ES)
Fazenda S116
(Conceição da
Barra/ES)
Fazenda S025
(Conceição da
Barra/ES)
Fazenda S022
(Conceição da
Barra/ES)
Fazenda A133
(Aracruz/ES)
Fazenda A096
(Aracruz/ES)
Fazenda A089
(Aracruz/ES)
Principais atividades
- Reunião de abertura
- Definição e planejamento da logística de campo
- Deslocamento das equipes (São Mateus/ES; Teixeira de
Freitas/BA)
- Capina química mecanizada
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Capina química mecanizada
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Desbrota manual com foice
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Capina química manual
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Irrigação
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Transporte de trabalhadores
- Área de vivência
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Estrovenga
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Transporte de trabalhadores
- Área de vivência
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Multiuso (trator 3 em 1 – pré-emergente, adubação e
subsolagem)
- Entrevista com trabalhadores terceiros
Fazenda A090
(Aracruz/ES)
Fazenda S619
(Pinheiros/ES)
Fazenda S168
(Conceição da
Barra/ES)
Fazenda S332 (São
Mateus/ES)
Fazenda S32
(Conceição da
Barra/ES)
Vila Km 35,
Comunidades São
Domingos, Nossa
Senhora da Penha,
APESAM (Conceição da
Barra e São Mateus/ES)
Comunidades Pouso
Alegre, Novo Destino,
Pedra d´Água I, Porto
do Campo, Sombra da
Tarde, Acampamento
FETRAF Coroa da Onça
(Alcobaça/BA)
Fazenda T634
(Caravelas/BA)
- Transporte de trabalhadores
- Área de vivência
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Plantio
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Transporte de trabalhadores
- Área de vivência
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Capina química mecanizada entre linhas
- Entrevista com trabalhadores próprios e terceiros
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
- Áreas de vivência
- Transporte dos trabalhadores
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Eliminação de espécies invasoras
- Entrevista com trabalhadores próprios e terceiros
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
- Áreas de vivência
- Transporte dos trabalhadores
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Área de incorporação no escopo da certificação
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Residueiros: catadores de resíduos florestais
- Carregamento e transporte de madeira
- Entrevista com trabalhadores próprios e terceiros
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
- Áreas de vivência
- Transporte dos trabalhadores
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
Consulta a partes interessadas
Consulta a partes interessadas
- Plantio
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
Fazenda M125 (Nova
Viçosa/BA)
Fazendas T054|T203
(Caravelas/BA)
Terminal Caravelas
Fazenda T074
(Alcobaça/BA)
Fazenda T099
(Alcobaça/BA)
16/09/2015
Fazenda S736 (São
Mateus/ES)
Fazenda S631
(Linhares/ES)
Fazenda S729 (São
Mateus/ES)
Fazenda S226
(Conceição da
Barra/ES)
COCB (Conceição da
Barra/ES)
Fazenda A109
(Aracruz/ES)
- Conservação de estradas e aceiros
- Roçada manual em plantios adultos
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Carregamento e transporte de madeira
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Depósito de madeiras
- Controle de movimentação de madeira
- Porto de carregamento de barcaças
- Plantio
- Subsolagem
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Roçada manual em áreas de preparação para plantio
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Capina química manual
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Projeto de Restauração florestal (plantio de mudas nativas)
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Colheita florestal mecanizada
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores terceiros
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Colheita florestal e baldeio
- Microplanejamento de colheita florestal
- Entrevista com trabalhadores próprios e terceiros
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
- Áreas de vivência
- Transporte dos trabalhadores
- Conservação dos remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Depósito de produtos químicos e insumos
- Depósito de resíduos
- Entrevista com trabalhadores próprios e terceiros
- Colheita florestal mecanizada
- Carregamento e transporte de madeira
- Microplanejamento de colheita florestal
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
Fazenda A109
(Aracruz/ES)
Fazenda A252
(Aracruz/ES)
Assentamento Nova
Esperança, Comunidade
Brejo Grande,
Associação Produtores
Cachoeira do Riacho
(Aracruz/ES)
Comunidade Juerana
(Caravelas/BA)
Comunidades Nova
Brasília e Rio do Sul
(Mucuri/BA)
Fazenda M410
(Mucuri/BA)
Fazendas
M405|M406|M407|M408|
M409 (Mucuri/BA)
17/08/2015
Escritório Florestal –
Fábrica (Aracruz/ES)
18/09/2015
Escritório Florestal –
Fábrica (Aracruz/ES)
- Área de vivência
- Entrevista com trabalhadores próprios e terceiros
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Capina química manual
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
- Área de vivência
- Entrevista com operadores de máquinas próprios
- Entrevista com operadores de máquinas terceirizados
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Capina química mecanizada (pré-emergente)
- Condições gerais de máquinas e equipamentos
- Área de vivência
- Entrevista com operadores de máquinas próprios
- Entrevista com operadores de máquinas terceirizados
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
Consulta a partes interessadas
Consulta a partes interessadas
Consulta a partes interessadas
- Colheita floresta mecanizada própria
- Entrevista com operadores de máquinas
- Setor afiação de serras
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Visita geral
- Conservação de remanescentes naturais
- Conservação de estradas e aceiros
- Produção de mudas
- Análise documental
- Reunião de consolidação
- Reunião de encerramento
Número total de pessoas-dia utilizadas na auditoria: 90
= número de auditores participando 06 multiplicado pela média de número de dias gastos na preparação, visita de
campo, e acompanhamento pós-visita, incluindo consultas com partes interessadas 15
5.3. Descrição das etapas do processo de Avaliação:
5.3.1. Visita Prévia (se aplicável)
5.3.2. Auditoria Inicial (Auditoria Fase I) tem a função de:
a) Fornecer subsídios para o planejamento da Auditoria Fase II, por meio do
conhecimento sobre o manejo florestal do empreendimento candidato, com base
nos princípios, critérios e indicadores conforme ABNT NBR 14789 e, em
particular, do preparo do empreendimento para receber auditoria;
b) Verificar nos órgãos públicos competentes o cumprimento da legislação, segundo
o Princípio 1;
c) Identificar as partes interessadas a serem convidadas para a Consulta Pública,
por meio de levantamento direto e indicações do empreendimento;
d) Realizar uma Consulta Prévia, envolvendo as partes interessadas sobre o
processo de certificação, e estabelecendo um período não inferior a 30 dias
para o recebimento de comentários.
e) Nesta fase também pode ocorrer visita de campo para melhor compreensão
do empreendimento e planejamento da auditoria fase II.
Descrever como foi feita a auditoria fase 1
5.3.3. Auditoria Inicial (Auditoria Fase II):
Após todas as constatações da Auditoria Fase I, inicia-se a Auditoria Fase II nas dependências
do empreendimento para avaliar a implementação dos requisitos da norma. Nesta fase é
realizada a Reunião Pública para coletar comentários das partes interessadas.
5.3.4. Tratamento de Não Conformidades
Caso seja identificada alguma não conformidade durante o processo, o empreendimento deve
tratar a mesma, e a evidência objetiva de cumprimento é requisito para emissão do certificado.
5.3.5. Comissão de Certificação
O processo do EMF passará pela avaliação da comissão de certificação que valida a
decisão tomada pelo Imaflora.
6. EVIDÊNCIAS DE AUDITORIA E RESULTADOS
6.1. Descrição do Processo de Consulta a Partes Interessadas:
O processo de consulta a partes interessadas foi realizado por meio da divulgação a
população sobre a presença dos auditores do Imaflora na região de Aracruz (ES),
considerando a localização da área de manejo e o acesso aos veículos de comunicação da
região. A publicação do Comunicado Público e do questionário de consulta pública foi
efetuado no site http://www.imaflora.org/consulta-publica.php em 14/08/2015. Outras etapas
de informação foram:
o Desenvolvimento de anúncio para a Rádio SIM 107,3 FM de Aracruz/ES, com
abrangência nos municípios de Aracruz, Fundão, João Neiva, Ibiraçu, Jaguaré,
Sooretama, Linhares, Serra, Jacaraípe, Nova Almeida, Laranjeiras, Vitória, Vila
Velha e Santa Tereza, divulgado durante o período de 12 a 14/09/2015, totalizando
30 inserções comuns em horários diferenciados;
o Desenvolvimento de anúncio para a Rádio Caraípe FM 100,5 de Teixeira de
Freitas/BA, com abrangência nos municípios de Teixeira de Freitas, Mucuri, Nova
CF_MOD_21_04
Página 14 de 48
Viçosa, Juçuru, Caravelas, Alcobaça, Eunápolis, Prado, Itamaraju, Santa Cruz
Cabrália, Ibirapuã, Lajedão, Pau Brasil, Guaratinga, Medeiros Neto, Itabela,
Intanhém, Massaranduba, Porto Seguro e Itagimirim e no Estado do Espirito Santo,
em São Mateus, Linhares, Montanha, Sobrado, Mucurici, Nova Venécia, divulgado
durante o período de 11 a 14/09/2015, totalizando 40 inserções comuns em horários
diferenciados;
o Desenvolvimento de anúncio para a Rádio Alvorada AM 990 de Teixeira de
Freitas/BA, com abrangência nos municípios de Teixeira de Freitas, Mucuri, Nova
Viçosa, Jucuruçu, Caravelas, Alcobaça, Eunápolis, Prado, Itamarajú, Santa Cruz
Cabrália, Ibirapuã, Lagedão, Pau Brasil, Guaratinga, Medeiros Neto, Itabela,
Itanhém, Massaranduba, Porto Seguro e Itagimirim e no Estado do Espirito Santo,
em Pedro Canário, São Mateus, Linhares, Montanha, Sobrado, Mucurici, Nova
Venécia, Conceição da Barra, Ponto Belo e Icoporanga, divulgado durante o período
de 11 a 14/09/2015, totalizando 40 inserções comuns em horários diferenciados;
o Desenvolvimento de anúncio para o Jornal Folha do Litoral de Aracruz/ES, com
abrangência nos municípios de Aracruz, Linhares, Ibiraçu, Fundão, João Neiva,
Sooretama e Vitória, divulgado no dia 11/09/2015;
o Desenvolvimento de anúncio para o Jornal Independente de Teixeira de Freitas/BA,
com abrangência no sul e extremo sul da Bahia, nos municípios de Teixeira de
Freitas, Medeiros Neto, Mucuri, Ibirapua, Lajedão, Itamaraju, Alcobaça, divulgado no
dia 11/09/2015;
o Envio por e-mail dos comunicados a respeito do lançamento da consulta pública e os
respectivos links dos documentos de certificação, para as partes interessadas no
processo, no dia 14/08/2015.
Durante a auditoria foram conduzidas entrevistas com trabalhadores florestais para verificar as
condições de trabalho dentro do EMF, bem como o cumprimento das ações corretivas aplicadas
na avaliação anterior.
O objetivo da estratégia de consulta a partes interessadas para a avaliação foi:
1) Assegurar que o público esteja consciente e informado sobre o processo de avaliação de
certificação e seus objetivos.
2) Auxiliar a equipe de avaliação na identificação de tópicos potenciais.
3) Fornecer diferentes oportunidades ao público para discussão e participação no processo de
levantamento de evidências.
Classificação da parte interessada
ONGs Ambientais
ONGs Sociais
Comunidade
Organizações governamentais
Fornecedores
Associações
Prestador de Serviço
CF_MOD_21_04
Número de
pessoas/entidades
informadas
27
02
05
72
103
52
22
Número de pessoas/entidades
consultadas ou que ofereceram
algum comentário
01
00
12
01
00
04
00
Página 15 de 48
Fundação
Consultoria
Cooperativas
Instituição de Ensino
Instituição Financeira
Instituição Religiosa
Empreendimento Certificado
Colaboradores do Rainforest Alliance
Colaboradores do FSC
Colaboradores do Imaflora
Auditores Externos
Trabalhadores próprios
Trabalhadores terceiros
Outros
02
07
03
20
01
03
02
03
03
26
54
00
00
05
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
62
107
00
6.2. Comentários recebidos na consulta prévia e tratamento das demandas
As atividades de consulta a partes interessadas foram organizadas para dar aos
participantes a oportunidade de fornecer comentários de acordo com categorias gerais
de interesse baseadas nos critérios de avaliação. A tabela a seguir resume os itens
identificados pela equipe de avaliação, com uma rápida discussão de cada um,
baseados em entrevistas específicas ou comentários em reunião pública.
Princípios
Princípio 1
Princípio 2
Princípio 3
Princípio 4
Princípio 5
CF_MOD_21_04
Comentários de interessados
N/A
N/A
N/A
N/A
Comentário 1: Processo de
tratativa
de
uma
solicitação
realizada pelos membros de uma
comunidade,
a
respeito
da
recuperação de uma barragem que
não havia sido atendida.
Resposta do Imaflora
N/A
N/A
N/A
N/A
A equipe de auditores rastreou o
processo de tratativa desta demanda
no sistema SISPART da organização.
Verificou-se que a solicitação foi
tratada no âmbito do Departamento de
Sustentabilidade, do Departamento de
Operações
Florestais
e
do
Departamento
Financeiro.
Os
argumentos da organização para o
indeferimento da solicitação registrada
neste sistema baseiam-se sobre os
custos envolvidos e a necessidade de
obtenção de licenciamento ambiental
junto ao órgão ambiental, o que
dificulta o atendimento da demanda até
o momento da auditoria. No entanto,
estas verificações também mostram
que embora não se tenha chegado a
uma solução conciliatória para a
demanda, não há um conflito e os
canais de comunicação continuam
abertos entre a organização e a
comunidade solicitante, existindo o
reconhecimento desta abertura.
Página 16 de 48
Comentário 2: Escassez de água
em algumas comunidades no
contexto da crise da gestão hídrica,
afetando várias regiões.
Os
comentários
das
partes
interessadas foram positivos, no
sentido de concordar que as ações do
PDRT, iniciativa da organização, são
boas para incentivar os cultivos
agrícolas. Mas a água é um problema e
não há sistemas de irrigação em áreas
próprias ou de comodato em muitas
localidades, o que pode comprometer
os objetivos do PDRT no longo prazo.
A equipe de auditoria analisou a
estratégia
apresentada
pela
organização como tratativa para o
tema. A organização tem privilegiado,
por intermédio do PDRT, disseminar
boas práticas de uso do solo e meios
de armazenar água de chuvas com a
instalação de cisternas. A questão de
sistemas de captação de água direta,
de rios e córregos, para a irrigação
envolve licenciamentos e outorgas
específicas, que no momento atual da
crise tem sido barrada pelos órgãos
governamentais. Portanto, conclui-se
que a organização não está se
eximindo de tratar o problema, apenas
buscando outras abordagens que não
a instalação de sistemas de irrigação,
inclusive nas áreas cedidas para
comunidades em regime de comodato.
Esta estratégia depende de tempo para
ser eficaz na questão da gestão da
água. As equipes que cuidam do PDRT
se mostraram atentas e comprometidas
com o tema. Ressaltando-se que o
diálogo sobre o tema está aberto entre
a organização e as comunidades com
proatividade de ambas as partes. Este
tema deverá ser acompanhado pelos
auditores nas próximas auditorias.
6.3. Descrição das não conformidades Encontradas (NCRs)
Uma não conformidade é uma discrepância ou falha identificada durante a avaliação, entre algum
aspecto do sistema de gestão do EMF e um ou mais requisitos de certificação. Dependendo da
gravidade da não conformidade, a equipe de avaliação a classifica como uma não conformidade
maior ou menor.
• Não conformidade Maior é resultante de uma falha fundamental para atingir o objetivo do
critério. Uma série de não-conformidades menores de um requerimento pode ter um efeito
cumulativo e ser considerada uma não conformidade maior.
• Não conformidade Menor é uma não conformidade não-usual, temporária ou nãosistemática, para a qual os efeitos são limitados.
CF_MOD_21_04
Página 17 de 48
NCR #
01/15
Norma e Requisito
ABNT NBR 14789:2012 – Manejo Florestal Sustentável – Princípios,
critérios e indicadores para plantações florestais, indicador 1.3.d.
Anexo III.
Seção do Relatório
Descrição da não conformidade e evidências relacionadas
4.3. d) Evidência de que os técnicos e os trabalhadores florestais que manuseiam ou aplicam produtos
agrotóxicos são habilitados e fazem isso utilizando os equipamentos de proteção individual apropriados.
Não-conformidade:
A organização não garante o uso em boas condições do EPI utilizado no abastecimento de maquinário
com produto químico.
Evidência:
Foi observado em campo, em apenas uma frente de trabalho, um trabalhador terceirizado executando o
abastecimento de maquinário para aplicação de químico, utilizando um EPI (luva) em condições
inadequadas (perfurada). Segundo o trabalhador, sua luva furou durante a execução de sua atividade de
mecânico e só haveria reposição do EPI no dia seguinte. Considera-se que o abastecimento de produtos
químicos com a luva furada pode colocar em risco a saúde e segurança do trabalhador, que só poderia
executar sua função mediante a utilização de todos os EPI em bom estado (PPRA). A não conformidade
foi considerada menor por ter sido um caso pontual e porque há evidências de que o respectivo
trabalhador realizou treinamentos para exercer tal função, bem como é realizado frequentemente o
controle de entrega de EPI para o respectivo trabalhador.
Solicitação de ação corretiva
O EMF deve implementar ações corretivas para demonstrar
conformidade com os requisitos referenciados acima.
Prazo para a adequação
Evidência objetiva para
finalização da NCR fornecida
pelo EMF
Avaliação da eficácia da NCR
Situação do NCR
Comentários (opcional)
Nota: ações corretivas efetivas devem focar no encaminhamento da
ocorrência descrita na evidência acima, bem como eliminar e prevenir a
causa principal com o objetivo de não haver a recorrência da não
conformidade.
Até o próximo monitoramento.
PENDENTE.
PENDENTE.
ABERTO.
N/A.
A seção a seguir descreve as atividades do empreendimento certificado visando o cumprimento
de cada NCR aplicável, estabelecida durante avaliações anteriores. Para cada NCR solicitada
são apresentadas as evidências de auditoria e a descrição de seu estado atual, em conformidade
com as categorias da tabela abaixo. A seguinte classificação é usada para indicar a situação de
cada NCR:
Categorias de situação
Encerrada
Aberta
CF_MOD_21_04
Explicação
A operação cumpriu satisfatoriamente a NCR.
A operação não cumpriu ou cumpriu parcialmente a NCR.
Página 18 de 48
6.4. Observações
Observações podem ser identificadas quando questões ou os estágios iniciais de um problema
são identificados e não constituem uma não conformidade, mas que o auditor considera que
pode ser uma não conformidade futura, se ações não forem tomadas pelo EMF. Uma
observação pode ser um sinal de aviso para um problema específico, se não tratada, podendo
virar uma NCR no futuro (ou uma pré-condição ou condição na recertificação).
6.5. Conclusões de auditoria
Baseado na conformidade do EMF em relação aos princípios e critérios, a equipe de auditoria
recomenda:
Requisitos atendidos, Certificação recomendada
Nenhuma NCR aplicada
Requisitos de certificação não atendidos:
NCR(s) não atendida(s); suspensão req.
Comentários adicionais:
N/A
Problemas identificados
como controversos ou de
difícil avaliação.
N/A
CF_MOD_21_02
Página 19 de 48
ANEXO I – Escopo do EMF
(OBSERVAÇÃO: formulário a ser preenchido pelo cliente antes da auditoria. As informações devem ser
verificadas pela equipe de auditoria).
Informações sobre o empreendimento de manejo florestal:
Nome Legal do EMF:
FIBRIA CELULOSE S/A - UNIDADE ARACRUZ
1. Escopo do certificado
Tipo do Certificado: Individual
Certificado de grupo: Lista de Membros do grupo, se aplicável
UMF
Área
Tipo de
Nome/Descrição
Floresta
N/A
N/A ha
N/A
2. Informação do EMF
Zona Florestal
Área certificada por tipo de floresta
- Natural
- Plantação
Margens de rios e corpos de água
Localização
1
Latitude/Longitude
N/A
Subtropical
111.973 hectares
190.260 hectares
N/D Quilômetros lineares
3. Classificação da área florestal
Área total certificada
1. Total da área florestal no escopo do certificado. Total da área florestal no escopo do
certificado
a. Área de produção florestal
190.260 ha
b. Área florestal não produtiva
111.973 ha
- Áreas de proteção florestal (reservas)
111.973 ha
- Áreas protegidas sem operação de colheita e
0,00 ha
manejadas somente para produção de NTFP
ou serviços
- Remanescentes florestais não produtivos
0,00 ha
2. Área não florestal (ex., margens de rios, formações rochosas, campos, etc.)
4. Espécies e taxa sustentável de colheita
Nome científico
Nome comum /
comercial
Eucalyptus grandis,
Eucalyptus urophylla,
Eucalyptus spp.
Total
Eucalipto
Corte anual
permitido
Safra atual
(2015)
N/A m3
4.767.354,62
m3
N/A m3
4.767.354,62
m3
Total estimado de produção anual de toras
Total estimado de produção anual produtos NTFPs certificado:
(lista de todos os NTFPs certificados por tipo de produção):
N/A
1
323.869 ha
302.233 ha
14.154 ha
Safra projetada
para o próximo
ano
4.972.438,08 m3
4.972.438,08 m3
4.767.354,62 m3
N/A m3
N/A m3
Considerar o ponto central do EMF ou grupo, com um máximo de 5 casas decimais.
CF_MOD_21_02
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5. Trabalhadores
Número de trabalhadores incluindo funcionários, de meio-expediente e trabalhadores temporários:
Número total de trabalhadores
7.622 Trabalhadores
- Do total de trabalhadores listados acima:
6.962 Homens
660 Mulheres
Número de acidentes graves
22
Número de fatalidades
01
CF_MOD_21_04
Página 21 de 48
ANEXO II – Lista de partes interessadas consultadas
Lista de funcionários do EMF
Nome
Adeilson da Conceição
Adilson Sebastião Antônio
Aldo Alves Krull
Ana Marta Oliveira Carneiro
Ana Paula Pulito
Anderson Carrer
André da Silva
Bruno Viana Coelho
Cilene Felicio
Claudia Belchior
Diomar Biasutti
Douglas Peixoto
Eder da Silva Ramos
Edmilson Bitti Loureiro
Edmilson Cavalheri Nunes
Elisângela
Elisangela Rodrigues
Elisangela Rodrigues de Marchi
Evelyn Pieve
Everton Amorim Dias
Fausto Camargo
Felipe Paiva
CF_MOD_21_04
Cargo/função
Operador de
Harvester
Operador de
máquina florestal
Operador de
Forwarder
Coordenadora de
controle florestal
Coordenadora de
Colheita
Advogado
Patrimônio
Operador de
máquina florestal
Operador de
máquina florestal
Nutricionista
SUSTENT – PDRT
Aracruz
Consultor de
Licenciamento
Ambiental
SUSTENT
Conceição da
Barra
Supervisor de
Logística Florestal
Coordenador de
desenvolvimento
operacional
Coordenador
Jurídico
Saúde e segurança
Técnica em
Segurança do
Trabalho
Técnica de
Segurança
Analista de
Patrimônio
Analista de
geoprocessamento
SUSTENT - Diretor
Analista de
Programação
Contato
Tipo de
participação
Não disponibilizado
Entrevista
(27) 99931-4585
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
(27) 99993-5981
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
(27) 3270-2935
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
(27) 3270-2505
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Página 22 de 48
Gean Souza Santos
Gilberto da Silva Souza
Gilmar Mendes Murça
Gilmar Rocha de Oliveira
Gilmar Rodrigues Ramos
Gilvan Cercundo da Cruz
Giordano Bruno
Guilherme Ornelas Christo
Idivaldo Moro
Jacson Jesus da Silva
Janaina Scotton
Jeberson Malvino Cocco
Jeverson Santana Neves
Jociano Santos de Oliveira
Jocimar Caiafa Milagre
Jocival Luiz Domingos
José Carlos Fernandes Santos
José Eduardo Petrilli Mendes
José Luis Lima
Josef Johannes Maus Preuss
Leonardo Rezende
Lucas Scarassatti
Lúcio Flavio Gracino
Marcos Rosaldo Pavezi
CF_MOD_21_04
Auxiliar de
Programação e
Controle
Operador de
máquina florestal
Analista de
operações
Florestais
Supervisor de
colheita
Operador de
Harvester
Supervisor de
Viveiro
SUSTENT Coordenador
Coordenador de
Silvicultura e
Viveiro
Coordenador
Alimentação
Operador de
máquina florestal
Supervisor de
Silvicultura
Operador de
máquina florestal
Operador de
Harvester
Operador de
Harvester
Analista da
Colheita
Especialista em
geoprocessamento
e cadastro
Auxiliar de
Programação e
Controle
Pesquisador
Pesquisador em
melhoramento
florestal
Supervisor de
silvicultura
Técnico de
Segurança no
Trabalho
Supervisor de
Silvicultura
Analista de
Segurança
Coordenador de
colheita florestal
(São Mateus/ES)
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
(27) 99753- 8038
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
(27) 3270-2175
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
(67) 3509-1016
Entrevista
(27) 99883-1088
Entrevista
(27) 99900-1216
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
(27) 99947-2168
Entrevista
Página 23 de 48
Advogado
Ambiental
Técnico
Operacional
Supervisor
Logística
Supervisor de
silvicultura
Supervisor
Silvicultura
Técnico em
Segurança
Técnico de
Operações
Coordenador de
pesquisa
Analista de
Parimônio
Coordenador de
Saúde Coporativo
Técnico de
Segurança
Saúde e segurança
Analista de Meio
Ambiente
SUSTENT
Responsável pelo
SISPART
Analista de Meio
Ambiente
Coordenador de
Segurança
Maria Caroline Marinho
Mauricio Lechi
Muller Masters Aguiar
Norton da Silva A Oliveira
Omar Alves Santos
Raniere Gomes
Reginaldo da Silva Pereira
Reginaldo Gonçalves Mafia
Renata Carlesso
Rodrigo Franklin da Costa
Santos
Ronieri Gomes
Roniery
Tathiane Sarcinelli
Teresa Sagrelo
Thiago Rizzo
Tiago Nossa Foresti
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
(27) 3270-2676
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não disponibilizado
Entrevista
Não Disponibilizado
Entrevista
Lista de outros consultados
Nome
Adelina Santana
Soares
Adelito Rocha Silva
Organização
Associação dos
Pequenos
Produtores do
Projeto
Constelação,
Alcobaça - BA
Morador do
Assentamento
Nova Esperança
Aracruz
Contato
Tipo de
participação
Follow
up
2
req
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
2
Indicar se a parte interessada solicitou, formalmente (documentado), acompanhar como os seus comentários foram abordados
durante a avaliação. TM deve fornecer o resumo público as partes interessadas que solicitarem formalmente (documentado) o
acompanhamento de seus comentários dentro de 3 meses contados a partir da reunião de encerramento.
CF_MOD_21_04
Página 24 de 48
Adelito Rocha Silva
Morador do
Assentamento
Nova Esperança
Aracruz
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Novo
Destino,
Alcobaça - BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Unimar
Transportes
Plantar
Emflora
Prestadora de
Serviço GF
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Não disponibilizado
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Prestadora de
Serviço GF
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99909-9043
Entrevista
Não
Komatsu
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Avante
Transportes
Emflora
Líder comunitário
Vila Km 35
Emflora
Presidente
Cooperativa
Prestadores de
Serviço
Comunidade
Quilombola São
Domingos
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Antônio de Brito
Barbosa
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Antonio Domingo Alves
da Silva
Associação
Quilombola de
Porto do Campo,
Alcobaça – BA
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Plantar
Não disponibilizado
Não disponibilizado
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Adenilton da
Conceição
Adilson Santos Silva
Adilson Serafim dos
Santos
Ailton Souza Medina
Alair Jesus
Alan da Costa Sales
Alcione Barbosa
Conceição
Alessandro
Anunciação Santos
Alex Soares dos
Santos
Alexandre Gomes de
Souza
Altaniran Silva Costa
Álvaro Machado
Sobrinho
Anderson Ferreira
Angelo Vinturini
Anibal Roela
Antônio Blandiero
Antônio Rodrigues da
Silva
Antonio Torati
Arivan Barbosa Santos
CF_MOD_21_04
Plantar
Página 25 de 48
Arlindo Lima Saúde
Arlindo Vassoler
Nascimento
Artemio Possoni
Benedito Ninhares
Brucenrique Bento de
Oliveira
Carlindo Rosa Bruno
Carlos Pereira Martins
Carlos Rodrigues de
Oliveira
Cícero Nunes Tomas
Claudeci Candido
Cleber Santos da Cruz
Daniel Veríssimo Vidal
Devanete
Devanildo Inacio
Santos
Diana da Conceição
Alves
Dilza Porto da Cruz
Dionis Arruda Rogério
Dircelo Gardman
Eden Carlos Machado
dos Santos
Edilane Alves dos
Santos
Edileia Borges
Edilso Reinaldo do
Santos
CF_MOD_21_04
Prestadora de
Serviço GF
Avante
Transportes
Associação
Produtores Brejo
Grande AMAB
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
A/C AMAB na Vila do Riacho| R.
Quintino Loureiro, 465 - Centro,
Aracruz - ES, CEP: 29190-000
Não disponibilizado
Entrevista
Sim
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Plantar
Prestadora de
Serviço GF
Prestadora de
Serviço GF
Plantar
Residueiro
Comunidade
Retiro
Emflora
Presidente
Associação da
Comunidade
Nossa Senhora
da Penha
Não disponibilizado
(27) 99706-3518
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99516-9916
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Não disponibilizado
Entrevista
Entrevista
Não
Não
(27) 99639-1609
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Plantar
Pianca
Plantar
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Moradores da
comunidade
Brejo Grande
Emflora
Página 26 de 48
Edimar Baleano
Bermonde
Edinaldo Farias da
Silva
Edízio Guilherme Silva
Edragne Gomes dos
Santos
Eduardo Teodoro
Edvagne Gomes dos
Santos
Elaini Machado
Amancio
Elcio da Vitória
Eldiglei Silva dos Anjos
Elinaldo Ribeiro Santos
Eliomar Neves Barreto
Elvis dos Reis Silva
Erismar Coqueiro dos
Santos
Ezequiel Lisboa
Rosário
Fabiano Carvalho
Almeida
Fabio Martins do
Nascimento
Fabricio de Souza
Andrade
Fagno Correia da Silva
Felipe Aceu
Flaviano dos Santos
Costa
Gilson Rodrigues
Souza
Gisela
Guilherme Dimitrius
Fuchs
Helderson Alves Lopes
Helena Fernandes
Oliveira
CF_MOD_21_04
Tecponta
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Viação Santa
Clara
Plantar
Viação Santa
Clara
Secretária da
Associação dos
Produtores
Rurais da
Cachoeira do
Riacho
Plantar
Prestadora de
Serviço GF
Plantar
Plantar
Emflora
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Pouso
Alegre, Alcobaça
- BA
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
[email protected]
Entrevista
Sim
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
(27) 99609-1498
Não disponibilizado
Entrevista
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99863-8992
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
(38) 9924-1342
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Prestadora de
Serviço GF
Plantar
Tecponta
Plantar
Consultora
externa PDRT
Conceição da
Barra
Supervisor de
Colheita
Plantar
Escola Maria
Antonia Costa
Silva, Alcobaça –
BA
Página 27 de 48
Helio Porto Ribeiro
Iderval Santos Moreira
Isaac Oliveira de Jesus
Isac Cardoso dos
Anjos
Isaias da Silva
Ítalo Fávero Cerre
Jacione
Jamil Pereira
Jean Camara
Jean Camara
Jeferson Henrique
Santos
Jesuel Damaceno
Joaquim Matias da
Costa
José Carlos Lopes
Santos
José Carlos Martins
José Faria dos Santos
José Felix Santana
José Luiz Nunes da
Costa
José Roberto Alves
CF_MOD_21_04
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
FETRAF Federação dos
Trabalhadores
da Agricultura
Familiar,
Alcobaça – BA
Viação Pretti
Prestadora de
Serviço GF
Emflora
Emflora
Cooperado da
Cooperativa
Prestadores de
Serviço
Comunidade
Quilombola São
Domingos
Emflora
Presidente
Associação dos
Produtores
Rurais da
Cachoeira do
Riacho
Presidente
Associação dos
Produtores
Rurais da
Cachoeira do
Riacho
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99607-3504
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Não disponibilizado
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Carpelo
(27) 99953-6117
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Emflora
Viação Pretti
(27) 99786-6159
Não disponibilizado
(27) 99852-7588
Entrevista
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Página 28 de 48
José Roberto Pinheiro
de Jesus
José Santos de Jesus
José Vicente Costa
Silva
Plantar
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Associação
Comunitária de
Porto de Campo,
Alcobaça – BA
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Juarez Santos
Conceição
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Juscelino Gonçalves
Associação de
Apicultores e
Produtores
Rurais Juerana,
Caravelas –BA
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
(27) 99857-8954
Entrevista
Entrevista
Não
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Lauro Correia de
Oliveira
Leilson Ferreira
Evangelista
Lindeumara Pereira
santos
Luis Pereira de Souza
Lurdes Mires
Manoel Alves Matias
Manuel Lapa Ferreira
Marcia Santos Pereira
Márcio Wagmaker
Marcos Vinicius
Barcelos
Maria Aparecida
Sepulcro
CF_MOD_21_04
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Plantar
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Presidente da
Coop. de
Pescadores São
Mateus
Tecnoplanta
Plantar
Unimar
Transportes
Moradores da
comunidade
Brejo Grande
Página 29 de 48
Maria das Graças
Novaes
Maria das Graças
Souza
Maria do Carmo Jesus
Maria Lucineide Alves
Marli Silva Santos
Mauro da Silva Santos
Mauro Paulo Azevedo
Filho
Miguel Felix
Mizael Pedro
Conceição
Moacir Moreira Vales
Narcisio Luiz Loss
Natalino Rocha
Nilson Porto dos
Santos
Onélio Rodrigues de
Jesus
Osni Campo Santos
Osvaldo Anerte
Osvaldo de Jesus
Mendes
Paulo Ferreira da Silva
CF_MOD_21_04
Cooperativa de
Agricultores Vale
de Itaitinga,
Alcobaça - BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Rio do
Sul, Mucuri - BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Associação de
Pequenos
Produtores
Rurais de Nova
Brasília, Mucuri BA
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Residueiro
Comunidade
Retiro
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99794-5472
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Diretor da
Associação da
Comunidade
Nossa Senhora
da Penha
(conhecida como
Bom Retiro)
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
Consultor de
Sustentabilidade
Prestadora de
Serviço GF
Página 30 de 48
Paulo Sergio Oliveira
de Brito
Pedro Rangel
Renan de Sousa
Ferreira
Renata
Roberta Pigmatun
Roberto de Jesus
Souza
Robson Januário de
Paula
Rodrigo de Jesus
Santos
Rodrigo Norato
Ronaldo Pereira Matos
Rondineli Gomes
Rodrigues
Rosangela Sepulcro
Salvino Pereira Filho
Santos Vieira de
Souza
Sebastião Cusnine
Sebastião Ferraz
Cantão
Sueli Marta Santos
Soares
Uelbis José Silva
Santório
Valdei Santos
Valdete
Valter de Jesus
Verlen Lorenzoti
Vilmar Calisto da Silva
Vilton Souza
Vinicius Nascimento
Cezana
Wagner Falcheto de
Souza
CF_MOD_21_04
Técnico de
Colheita
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 3773-4408
Entrevista
Não
(28) 99963-4266
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Tecponta
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99845-9413
Entrevista
Não
Julio Simões
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Tecponta
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Escola Maria
Antonia Costa
Silva, Alcobaça –
BA
Não disponibilizado
Entrevista
Não
(27) 99509-8857
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Elma
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Gafor
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Carpelo
Equilíbrio
consultoria
Emflora
Viação Santa
Clara
Presidente da
Associação do
Assentamento
Nova Esperança
em Aracruz
Gafor Logística
Prestadora de
Serviço GF
Moradores da
comunidade
Brejo Grande
JSL
Plantar
Carpelo
Emflora
Administrativos
da Cooperativa
Prestadores de
Serviço
Comunidade
Quilombola São
Domingos
Prestadora de
Serviço GF
Pianca
Prestadora de
Serviço GF
Komatsu
Página 31 de 48
Wallas Selestino
Domiciano
Wamerson Rodrigues
Cardoso
Wanderson Moreira
Welinton Queiroz
Paiva
Welton Silva de
Oliveira
CF_MOD_21_04
Plantar
(27) 99803-9139
Entrevista
Não
Emflora
Não disponibilizado
Entrevista
Não
Plantar
(27) 995230-8585
Entrevista
Não
Plantar
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Prestadora de
Serviço GF
Não Disponibilizado
Entrevista
Não
Página 32 de 48
ANEXO III – Conformidade aos padrões de manejo florestal
A tabela a seguir demonstra a conformidade ou não com o padrão de manejo florestal usado para
a auditoria, conforme exigência da ABNT NBR 14789:2012.
Descrição do Atendimento dos requisitos da Norma
(incluir os elementos organizacionais que foram
avaliados)
Princípio 1: Cumprimento da Legislação
1.1
Conformidade:
Sim, Não
P&C
NCR/OBS
(#)
Conforme entrevistas aos responsáveis dos setores
Jurídico, Meio Ambiente e Patrimônio, foi evidenciado que
a organização possui um conhecimento amplo da
legislação que rege a atividade florestal. Documentos de
posse da terra como matrículas, CCIRs, declarações de
ITRs, regularização do georreferenciamento de imóveis
a)
Sim
rurais foram analisados. Recibos de entregas dos
N/A
Cadastros Ambientais Rurais e licenças ambientais
emitidas pelos órgãos ambientais dos estados do Espírito
Santo, Bahia e Minas Gerais também foram analisados.
Na auditoria de campo foi evidenciado o cumprimento
legal para a realização das atividades de silvicultura e
manejo florestal.
A organização possui uma plataforma de atualização de
legislação de CAL, que cada nova legislação ou nova
interpretação
é
encaminhada
via
sistema
para
os
responsáveis analisarem e indicarem a aplicabilidade para
as atividades da organização. Também foi apresentada
b)
Sim
uma planilha com as convenções e a comparação dos
acordos ratificados no Brasil (ILO_Comparação e um
N/A
relatório (Fibria Florestal Aracruz_Informações sobre
tratados internacionais_2015), que compila a atualização
das convenções
e análise de aplicabilidade. Todos os
tratados internacionais estão no banco de dados do CAL
(Controle de Avaliação de Legislação) da organização.
1.2
a)
N/M
b)
Sim
CF_MOD_21_04
Critério não monitorado
A organização disponibilizou os mapas onde estão
localizadas os proprietários individuais e comunidades que
fazem limite com as áreas de manejo florestal. Foram
apresentados
os
mapas
CADASTRAL_AR;
CADASTRAL_BA, CADASTRAL_MG e CADASTRAL_SM.
N/A
N/A
Página 33 de 48
c)
N/M
d)
Sim
CF_MOD_21_04
Na auditoria de campo em uma amostragem de 07 áreas
pertencentes a comunidades nos municípios de Conceição
da Barra e Aracruz/ES e de 9 áreas pertencentes às
comunidades nos municípios de Alcobaça e Mucuri/BA,
verificou-se que os limites são respeitados e não há
contestações ou reclamações na amostragem auditada.
Critério não monitorado
A organização apresentou o procedimento para
Tratamento
de
Ocorrências
Patrimoniais
(PO.27.03.001_00) que contém todos os passos previstos
para tratar eventuais casos de contestação da propriedade
dos imóveis rurais; invasões; passo a passo para tratar
reclamações, incluindo o norteamento para propostas de
acordo e soluções amigáveis. Foi apresentado também o
PO.27.03.002_00 que trata dos passos em caso de
“Desmobilização”, ou seja, quando a organização por
decisão própria ou por força de decisão judicial desocupa
um imóvel. Esta série de documentos da gestão também
inclui o PO.27.03.003_00 que descreve os passos para a
aquisição de áreas. No seu item 3.2.4, pág.3, a
organização prevê o mapeamento prévio de comunidades
e outros vizinhos limítrofes a fim de evitar a abertura de
conflitos. Foi analisada também a planilha de controle das
ações
cíveis
existentes
(Relatório
Auditoria
Cível_17_09_2015) A análise mostrou que existem 365
entradas que atualizam o andamento dos processos de
diversas naturezas. As ações de reintegração de posse,
usucapião, manutenção de posso e outras como servidão
de passagem estão monitoradas. Em 2015 registra-se
duas ações de reintegração de posse devido às invasões
que segundo os procedimentos da organização estão
encaminhadas na justiça. Na auditoria de campo realizada
na porção norte do Espírito Santo, nos municípios de
Conceição da Barra e Aracruz não foram constatados
conflitos abertos, nem contestação sobre a forma de
tratamento dada pela organização que tem sido efetiva e
não-violenta, usando a via judicial e buscando
entendimentos quando possível no âmbito judicial. Em
Alcobaça/BA foi visitada uma área em disputa junto à
Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar –
FETRAF. Em entrevista, uma liderança da FETRAF
assumiu abertamente que a área foi invadida pelo
movimento social. Foi relatado que a organização chegou
a acionar um processo de disputa por integração de
posse, com necessária intervenção da força nacional e
consequente envolvimento do Governo do Estado. Cerca
N/A
N/A
Página 34 de 48
e)
N/M
de seis meses atrás, porém, foi retomada a negociação
pacífica e atualmente o assentamento está em processo
de regularização junto ao Estado. A liderança local alegou
satisfação com a resolução deste conflito por parte da
organização, especialmente mediante a mudança de
postura observada nos últimos seis meses.
Critério não monitorado
N/A
1.3.
a)
Sim
b)
Sim
c)
Sim
d)
Sim
e)
Sim
CF_MOD_21_04
A organização possui uma estrutura de atualização de
legislações e uma grande equipe de funcionários
específicos para tratarem das questões trabalhistas,
previdenciárias e tributárias. As certidões de débito
negativas descritas a seguir evidenciam o cumprimento
legal para estas questões.
Nas entrevistas de campo com os trabalhadores próprios e
terceiros e na análise de folhas de pagamento, foi
evidenciado que as exigências legais de conformidade
com questões previdenciárias estão sendo atendidas. A
organização apresentou certidões negativas de débito do
INSS e do FGTS comprovando estar em dia com as
obrigações previdenciárias e trabalhistas.
Nas entrevistas com os trabalhadores em campo, com os
responsáveis pela saúde e segurança do trabalho e com
os responsáveis do departamento jurídico, foi evidenciado
o cumprimento da legislação trabalhista e o cumprimento
com os acordos coletivos das categorias em vigor.
Como evidência de cumprimento com a legislação
tributária, a organização apresentou a Certidão Positiva
com Efeitos de Negativa de Débitos relativos aos tributos
Federais e a Divida Ativa de União (validade de
20/10/2015). Na amostragem de documentos analisados,
foram verificadas certidões negativas de débito válidas
para os estados e municípios.
A organização possui um programa implementado de
saúde e segurança que inclui processos contínuos e
periódicos de avaliação das atividades em campo por
setores. São aplicadas listas de verificação nos
trabalhadores próprios e empresas prestadoras de serviço.
Foram executadas entrevistas com trabalhadores nas
atividades
de
colheita,
silvicultura,
transporte,
abastecimento e aplicação de químicos. Constata-se que
processos como o da ORT (Observação de Risco no
Trabalho), APR (Análise Preliminar de Risco) e Inspeções
nas Empresas Terceirizadas acontecem conforme os
calendários previstos e são capazes de prevenir e corrigir
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
Página 35 de 48
desvios quando estes são detectados. Quanto ao
programa de saúde, verificou-se na amostragem
executada que os exames previstos estão sendo
efetivados conforme mostram os Atestados de Saúde
Ocupacional solicitados e disponibilizados.
Princípio 2: Racionalidade no uso dos recursos florestais a curto, médio e longo prazos, em busca
da sua sustentabilidade
2.1
a) N/M
Critério não monitorado
N/A
Os
plantios
da
organização
são
formados
predominantemente por híbridos de eucalipto obtidos a
partir do cruzamento entre as espécies Eucalyptus grandis
e Eucalyptus urophylla. Estas espécies e seus híbridos
b) Sim
N/A
foram selecionados para a produção de celulose, após
vários ciclos de melhoramento e pesquisas, por melhor se
adaptarem às condições locais. (Item 8.1 do Plano de
Manejo).
c) N/M
Critério não monitorado
N/A
d) N/M
Critério não monitorado
N/A
e) N/M
Critério não monitorado
N/A
f) N/M
Critério não monitorado
N/A
2.2
a) N/M
Critério não monitorado
N/A
b) N/M
Critério não monitorado
N/A
c) N/M
Critério não monitorado
N/A
d) N/M
Critério não monitorado
N/A
e) N/M
Critério não monitorado
N/A
f) N/M
Critério não monitorado
N/A
Existem na organização medidas para conservar ou
aumentar a biodiversidade, conforme evidenciado no
procedimento “MA 12 02 002_ Restauração rev05 em
revisão (código MA.12.02.002/Revisão 05). Este mesmo
documento apresenta a viabilidade das ações tomadas no
longo prazo, ao determinar que entre quatro e seis anos
após a implantação deve ser iniciado o monitoramento
ecológico das áreas para avaliação da qualidade da
h) Sim
restauração. As áreas que tiverem atingido os valores N/A
mínimos de referência serão atualizadas na base
cartográfica para “restauradas”, enquanto aquelas que
ainda não tiverem atingido esses valores mínimos
receberão novas recomendações de restauração (manejo
adaptativo) e serão monitoradas em novo ciclo de
monitoramento ecológico. Em relação à conectividade
ecológica em nível de paisagem, o documento “MOSAICO
FLORESTAL
SUSTENTAVEL”
(CADERNOS
DO
CF_MOD_21_04
Página 36 de 48
DIÁLOGO VOLUME 3 – 2011) descreve com detalhes os
esforços que vem sendo realizados nesse sentido, os
quais consideram grande área de influência do manejo ao
englobar diversas empresas da região. Ainda, os
monitoramentos padronizados entre as empresas
permitem avaliar a conectividade real entre elas em
termos de biodiversidade.
2.3
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
N/M
N/M
N/M
N/M
N/M
N/M
N/M
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
2.4
a) N/M
Critério não monitorado
b) N/M
Critério não monitorado
c) N/M
Critério não monitorado
d) N/M
Critério não monitorado
e) N/M
Critério não monitorado
Princípio 3: Zelo pela diversidade Biológica
3.1
A gerência de melhoramento e biotecnologia tem como
objetivo desenvolver materiais genéticos superiores para
plantio seja pelo melhoramento genético tradicional e, ou,
por meio do desenvolvimento de aplicações em
biotecnologia. A base do programa de melhoramento
genético está na conservação da diversidade genética das
espécies Eucalyptus grandis e Eucalyptus urophylla,
sendo utilizadas outras espécies (Eucalyptus saligna,
Eucalyptus globulus e Eucalyptus dunnii) também na
busca de combinações que agreguem características
importantes para a organização.
a) Sim
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
O programa baseia-se na composição de populações de
melhoramento e aplicação de diferentes métodos de
seleção recorrente (recombinação, avaliação e seleção de
genótipos superiores por sucessivas gerações). Por meio
de polinização controlada são geradas
novas
combinações entre árvores previamente selecionadas, de
modo a agregar às gerações posteriores as melhores
características para produção de madeira e de celulose. A
seleção de um novo material genético (clone) passa então
por uma série de etapas como os testes de progênies,
CF_MOD_21_04
Página 37 de 48
b)
Sim
c)
Sim
d)
N/M
testes clonais e os ensaios de competição, até a sua
recomendação e utilização comercial. Em cada geração
do programa são obtidos vários clones de híbridos intra e
interespecíficos que, após avaliações de adaptabilidade,
produtividade e qualidade da madeira, são selecionados e
recomendados para plantio operacional da organização.
As avaliações são focadas em três grandes clientes: área
florestal, área industrial e área comercial.
A introdução de novos clones em escala comercial é
realizada sempre de forma escalonada, evitando grandes
impactos na área operacional, garantindo diversidade
temporal nas plantações comerciais e permitindo um
monitoramento de possíveis problemas com os novos
materiais genéticos, eventualmente não detectados nas
fases de desenvolvimento.
As recomendações de material genético são atualizadas
anualmente e contemplam diferentes proporções de
plantio de cada clone, incluindo normas para plantio em
mosaico que limitam a extensão de área contínua com um
mesmo material. Atualmente, a organização utiliza 14
clones na regional de Aracruz.
Critério não monitorado
N/A
N/A
N/A
3.2
a)
Sim
b)
Sim
c)
Sim
CF_MOD_21_04
Por meio de entrevistas foi verificado que os plantios de
eucalipto são implantados em áreas anteriormente
antropizadas, principalmente em antigas pastagens.
Através das visitas de campo e dos mapas das fazendas
foi possível identificar que a organização favorece a
conectividade entre os fragmentos naturais. As APPs e
RLs são mapeadas e conservadas em conformidade com
o código florestal e favorecem a conectividade entre os
remanescentes de florestas naturais.
Existe na organização o mapeamento e demarcação dos
habitats ou espécies endêmicas, raras e ameaçadas de
extinção. O documento “MOSAICO FLORESTAL
SUSTENTAVEL” (CADERNOS DO DIÁLOGO VOLUME 3
– 2011) apresenta no capítulo 3 uma descrição detalhada
acerca da identificação, caracterização e classificação dos
habitats naturais na UMF e área de influência. Descreve
também os mecanismos utilizados, como determinação de
estações de amostragem, que caracterizam as
comunidades de aves, mamíferos de médio e grande porte
e plantas, produzindo listas de espécies presentes em
cada estação de monitoramento, incluindo espécies
endêmicas, raras e ameaçadas de extinção.
N/A
N/A
N/A
Página 38 de 48
d)
Sim
e)
f)
N/M
N/M
g)
Sim
h)
Sim
i)
Sim
CF_MOD_21_04
A organização inicia a conscientização da importância de
áreas de ocorrência de espécies ameaçadas com a
Educação Ambiental. Possui um programa de formação
ambiental, para internos e externos, e produz e divulga um
material informativo “Ecociente”. Tem estabelecida uma
estrutura com equipes de vigilância patrimonial, porteiras
de entrada e placas informativas nas fazendas para
restringir o acesso de pessoas não autorizadas nas áreas.
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Onde áreas de APP e RL são identificadas como
degradadas, a organização planeja e implanta atividades
de recuperação baseadas em técnicas adaptadas às
condições locais. Os sistemas silviculturais e/ou de gestão
incluem um programa de recuperação para estes locais,
descrito no procedimento “MA 12 02 002_ Restauração
rev05 em revisão” (código MA.12.02.002 / Revisão 05).
Durante auditoria de campo não foram evidenciadas
práticas de conversão de áreas em plantações ou
quaisquer outras modalidades de uso do solo. A
organização realiza a análise de conversão por meio de
imagens e/ou fotos com resolução espacial de 30 metros.
Sendo que com esta resolução espacial, estas imagens
são compatíveis com a utilização em escala 1:30.000, o
que corresponde que nesta escala cada cm² equivale a
uma área de 300x300 metros, ou seja, 9ha, equivalente na
imagem a uma área de 10 x 10 pixels. Com as fotografias
aéreas, por possuírem melhor resolução, podem ser
utilizadas até a escala de 1:10000. As áreas analisadas
com respeito a existência de conversão corresponde a
aproximadamente (0,13%) do total da UMF, o que
caracteriza uma porção pouco significativa. Para tais
áreas, a organização definiu estratégias como atualização
da base cadastral dos talhões para serem adequados em
áreas naturais após a colheita florestal e condução de um
plano de recuperação. Para a nova área incorporada no
escopo da certificação (S332) foi realizada a análise de
conversão e não registrada qualquer alteração de uso do
solo (Análise Temporal - Data Aquisição Propriedade
Fibria - Renovação 2015).
O departamento de patrimônio encaminha para a área de
Cadastro e Geoprocessamento, os dados da fazenda
visitada para a identificação e localização do imóvel,
quantificação de uso do solo e percentual de
aproveitamento, analise temporal referente a identificação
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
Página 39 de 48
de áreas de supressão (atual x 1994) localização do
imóvel referente as unidades de conservação e zonas de
amortecimentos, avaliação de sobreposição com outros
imóveis existentes no acervo e atualização do percentual
de ocupação do município de acordo com os valores
vigentes. Após esta análise, o patrimônio envia os dados
do imóvel de interesse, para as áreas de jurídico;
sustentabilidade e meio ambiente da organização, para
analise, socioambiental e de conflitos. Somente é
considerada área potencial de negócio as propriedades,
que não haja restrições e fatores que possam acarretar o
impedimento do plantio de eucalipto (FO.27.03.003,
revisão 00).
3.3
a)
Sim
b)
Sim
CF_MOD_21_04
O manejo integrado de pragas e doenças, bem como o
desenvolvimento de tecnologias para reduzir a competição
com plantas daninhas e as perdas causadas pelos
incêndios baseia-se em uma estratégia sustentada por
ciclos sucessivos de prevenção, monitoramento e controle.
Atualmente, foi registrado um surto de lagarta parda
(Thyrinteina arnobia), concentrado entre as cidades de
Teixeira de Feitas, Prado e Alcobaça. Todavia, existem
registros da praga também na região de Minas Gerais,
Itamaraju, Itabela e Norte do ES. Até o momento, o
registro da praga aponta em aproximadamente 111 mil ha
de florestas das empresas e dos plantios de produtores
florestais, parceiros da organização. No sul da BA houve
uma exigência legal encaminhada pela ADAB – Agência
Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia, com o objetivo
de
evitar
a
disseminação
da
praga
(Ata_ABAF_10_09_2015). Adotando o Manejo Integrado
de Pragas (MIP). Como estratégia, a organização
envolveu ações para interferir no ciclo da praga, logo após
a eclosão dos ovos, com o controle das lagartas mediante
a aplicação do produto biológico Dipel. Para o controle da
fase seguinte (pupas), realizaram a criação e liberação em
campo de inimigos naturais que são capazes de parasitar
(faz as suas posturas e alimenta-se do conteúdo da pupa)
a praga. Neste caso, ao invés de emergir os adultos da
praga, ocorre uma multiplicação do inimigo natural.
Finalmente, os adultos (mariposas) foram atraídos pela
luz, por meio da instalação de armadilhas luminosas
capazes de atrair e capturar as mariposas, evitando-se
novos ciclos e dispersão da praga.
A organização possui um sistema próprio de prevenção e
controle de incêndios florestais. O sistema integrado de
N/A
N/A
Página 40 de 48
c)
Sim
d)
e)
N/M
N/M
proteção florestal conta com torres de incêndio (composta
de goniômetro, rádio comunicação, pára-raios, bateria à
energia solar, elevador de contra peso, cinto trava-quedas,
binóculo, trava-quedas e mapa), bem como caminhões de
brigada, carro pipa e kit combate. A atividade de
prevenção e combate a incêndios ocorre durante todo o
ano, sendo composta pela estrutura de prevenção e
controle, práticas silviculturais de prevenção a incêndios,
detecção, verificação e confirmação de alvo de incêndio e
combate a incêndios (PO.12.02.009 – Proteção Florestal
Integrado, revisão 02).
A organização possui um sistema integrado de
monitoramento florestal (PO.12. 02.012, REVISÃO 03) que
estabelece a execução das atividades de monitoramento,
executados pelo prestador de serviço, composto pelo
monitoramento de formigas cortadeiras, controle eventual
de formigas e/ou controle de borda, monitoramento de
plantas daninhas, monitoramento de pragas ocasionais e
doenças e de outras ocorrências que venham a ocorrer
nas fazendas da organização.
Critério não monitorado
Critério não monitorado
N/A
N/A
N/A
3.4
a)
Sim
b)
c)
N/M
N/M
d)
Sim
A organização possui levantamentos fitossociológicos
(LISTA DE ESPECIES Flora), e estudos da estrutura dos
vegetais nativos remanescentes, conforme página 34 do
Plano de Manejo Florestal (código MA.12.13.003). As
informações, tanto de fauna quanto de flora, encontradas
nas áreas da organização estão disponíveis no Banco de
Dados de Biodiversidade no software SGF com indicação
do grau de ameaça enfrentado pelas espécies a nível
mundial, nacional e regional.
Critério não monitorado
Critério não monitorado
A organização possui uma ampla lista de espécies
endêmicas, raras e ameaçadas de extinção ocorrentes na
área de manejo, as quais estão apresentadas nos
documentos “LISTA DE ESPECIES Flora” e “Lista
Espécies Fauna 2014. Os planos da organização para
proteger essas espécies estão descritos no documento
“MOSAICO FLORESTAL SUSTENTAVEL” (CADERNOS
DO DIÁLOGO VOLUME 3 – 2011) e passam por análises
críticas periódicas para avaliar sua eficácia (Análise crítica
2014).
N/A
N/A
N/A
N/A
3.5
CF_MOD_21_04
Página 41 de 48
a)
b)
c)
d)
N/M
N/M
N/M
N/M
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
N/A
N/A
N/A
N/A
3.6
Nas visitas de campo foi possível observar placas
informativas de proibição de caça e pesca nas fazendas
da organização. Conforme entrevista ao departamento de
segurança patrimonial foi possível observar que há
medidas de controle para evitar as práticas de caça e
a) Sim
pesca. A organização conta com equipes que são
responsáveis pela vigilância patrimonial, que percorre as
propriedades visando conter e controlar atividades não
autorizadas. Situações de armadilhas para caça são
desarmadas e há o registro de ocorrências das atividades
encontradas.
Durante a auditoria de campo foi possível verificar a
presença de placas com o seguinte dizer: “Proibido Caçar,
b) Sim
Pescar e Pastoreio de Gado, pois destroem as áreas
destinadas à conservação. Conforme previsto pela lei de
crimes ambientais nº9.605/98”.
Além da existência de conectividade entre os
remanescentes florestais da organização, que favorecem
a procriação e movimentação da fauna silvestre, a área de
meio ambiente florestal realiza o monitoramento da fauna
c) Sim
(avifauna e mastofauna), detalhado no item 14 do Plano
de Manejo. Os resultados obtidos são incorporados ao
manejo das florestas através das Recomendações
Socioambientais, prática descrita no item 9.2.1.
d) N/M
Critério não monitorado
Princípio 4: Respeito às águas, ao solo e ao ar
4.1
a) N/M
Critério não monitorado
A organização possui a caracterização dos seus recursos
hídricos, sendo que as principais regiões hidrográficas do
ES, onde se inserem as áreas de influência organização,
são Região Hidrográfica do Litoral Centro Norte (bacias
dos Rios Riacho, Reis Magos,Piraquêaçú e Jacaraípe);
Região Hidrográfica do Rio Doce; Região Hidrográfica dos
b) Sim
Afluentes dos Rios São Mateus Braço Norte e Braço Sul
no Espírito Santo; Região Hidrográfica do Rio Itaúnas.
Todos os municípios das áreas de influência da
organização na Bahia são abrangidos pela Bacia
Hidrográfica do Extremo Sul. Dentro dessa grande bacia,
as áreas de influência se encontram mais especificamente
CF_MOD_21_04
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
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c)
Sim
d)
e)
N/M
N/M
nas bacias dos Rios Mucuri, Jucuruçu Braço Sul, Itanhém
(ou Alcobaça) e Peruípe. No Estado de Minas Gerais, as
principais bacias hidrográficas onde se inserem as áreas
de influência organização são as bacias do Rio Itaúnas e
Rio Mucuri (MA 12.13.00 - PMF, item 6.1.5. revisão 05).
Através do microplanejamento operacional de colheita a
organização auxilia as operações na realização das
atividades de campo. Informações como croqui de
localização do projeto a ser colhido, mapeamento dos
sistemas de trabalho, correta locação da malha viária,
definição das vias de acesso, verificação de necessidades
de readequação do talhonamento, APP, RL e outros
dados são inseridos no microplanejamento, o qual é
disponibilizado nas frentes de trabalho. Como produto final
do microplanejamento é gerado um book com as
seguintes informações: informações gerais do projeto,
recomendações socioambientais, mapas de execução e
planilha de monitoramento de impactos pré-operações
preenchida com as ações requeridas (Plano de Manejo –
item 7.2.4;PO 12.03.002 – Microplanejamento Operacional
Florestal).
Critério não monitorado
Critério não monitorado
N/A
N/A
N/A
4.2
a)
Sim
b)
c)
N/M
N/M
d)
Sim
a)
b)
c)
d)
e)
N/M
N/M
N/M
N/M
N/M
Na auditoria de campo e nos documentos analisados tanto
o preparo de solo (adequado para cada tipo de solo
levantado por talhão) como as estruturas de conservação
de estradas visam a conservação do solo (MA.12.02.001 –
Manual de Silvicultura; PO.12.02.007 – Preparo de Área;
PO.12.02.008 – Preparo de Solo).
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Na auditoria de campo foi verificado que a malha viária e
os aceiros da organização são mantidos em condições
que não favorecem a erosão do solo. Na implantação,
construção e manutenção da malha viária é utilizado
procedimento que visa minimizar possíveis impactos
ambientais e sociais (MA.12.09.001 – Manual de
Estradas).
N/A
N/A
N/A
N/A
4.3
CF_MOD_21_04
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
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f)
g)
h)
i)
N/M
N/M
N/M
N/M
j)
Sim
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
A organização possui justificativas técnicas adequadas
para aplicação e dosagens de fertilizantes. Na fase de
implantação da floresta são utilizadas a adubação de
plantio em filete (a aplicação em filete contínuo deve ser
feita com uma antecedência máxima de até 30 dias do
plantio nos períodos chuvosos e até 60 dias quando a
aplicação do fertilizante é feita no período mais seco do
ano) e a dosagem variável de acordo com o tipo de solo e
o balanço de fósforo no sistema. A recomendação é
realizada pelo SIRA E a; disponível no SGF na fase de
programação da operação. A adubação de plantio manual
e localizada é realizada em coveta lateral no período
máximo de 10 dias após o plantio. Para o caso de
adubação manual na cova pré-plantio é recomendado que
a aplicação do formulado seja realizado com uma
antecedência máxima de 30 dias do plantio (para evitar
perdas de nutrientes) e mínima de 5 dias do plantio (para
evitar a queima ou morte de mudas pelo efeito salino do
fertilizante) (PO.12.02.001 – Adubação, revisão 03).
N/A
N/A
N/A
N/A
N/A
4.4
a)
Sim
b)
Sim
c)
Sim
d)
Sim
CF_MOD_21_04
A organização possui um sistema implementado de coleta
seletiva de resíduos (MA.12.13.001 – Manual de Gestão
de Resíduos) que estabelece os procedimentos adotados
para identificar, classificar, segregar, coletar, acondicionar,
armazenar e transportar os resíduos gerados nas
atividades e operações florestais.
Na auditoria de campo e nas análises documentais que os
resíduos perigosos (classe I) são armazenados
temporariamente
em
caçambas
no
pátio
de
armazenamento de resíduos para depois serem
destinados a aterro classe I licenciado (MA.12. 13.001 –
Manual de Gestão de Resíduos; Certificado de Destinação
de Resíduos Perigosos).
Não foram verificados produtos químicos e respectivas
embalagens e resíduos armazenados e/ou descartados de
forma incorreta. A organização possui um sistema de
gestão de resíduos e procedimentos e infra-estrutura para
o manuseio, tratamento, destinação e disposição final de
produtos químicos e resíduos (MA.12.13.001 – Manual de
Gestão de Resíduos).
A organização possui procedimento para controle e
N/A
N/A
N/A
N/A
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monitoramento de derrames e vazamentos de produtos
químicos (PN.12.11.003 – Combate a Vazamento de
Produtos Químicos).
e) N/M
Critério não monitorado
N/A
Princípio 5: Desenvolvimento ambiental, econômico e social das regiões em que se insere a
atividade florestal
5.1
A organização apresentou o documento “Identificação de
Comunidades e Grupos Tradicionais”.
O estudo foi
realizado entre Maio de 2011 e Abril de 2012 e apresentou
o mapeamento de 26 municípios com aproximadamente 6
mil e quinhentos quilômetros dos municípios de Serra,
Aracruz, Ibiraçu, Fundão, Santa Teresa, Santa Leopoldina,
Rio Bananal, Vila Valrio, Sooretama, Pinheiros, Linhares,
Montanha, Jaguaré, Mucurici, São Mateus e Conceição da
Barra (Espírito Santo), Nanuque (Minas Gerais), Vereda,
a) Sim
N/A
Teixeira de Freitas, Ibirapuã, Mucuri, Nova Viçosa,
Caravelas, Alcobaça e Prado (Bahia). A caracterização
dos grupos sociais que compõem estes territórios continua
válida em 2015. Constata-se em campo que não houve
grandes alterações. A organização tem como meio de
atualização o trabalho da área de Sustentabilidade que por
intermédio das ações de diálogo e projetos sociais atualiza
a base cartográfica que acompanha este grande estudo de
2011-2012.
A organização apresentou o PO.20.01.006_24_05 que
orienta o levantamento dos impactos com as comunidades
potencialmente afetadas. O primeiro passo neste sentido
de levantamento é o Dialogo Operacional. O item 3.2.5
(pág. 4) orienta a tratativa das reclamações quando elas
ocorrem e planos de ação que podem incluir medidas
preventivas, mitigadoras e compensatórias. O passo a
passo das medidas mitigadoras e/ou compensatórias está
descrito no PO.20.01.005_04. A auditoria de campo em
uma amostragem de 07 comunidades na Unidade Aracruz
b) Sim
N/A
e Conceição da Barra e também a análise do Relatório de
Ocorrências (jan a ago_15) permitiu constatar que as
medidas para evitar os impactos das operações
levantados nos Diálogos Operacionais estavam sendo
tomadas a contento, segundo as partes afetadas
amostradas. De modo semelhante, diante da amostragem
de 9 comunidades visitadas na Bahia todas apontaram
satisfação com relação à identificação e tratamento dos
impactos sociais, bem como houve relatos que os diálogos
operacionais
ocorrem
em
formato
democrático,
CF_MOD_21_04
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c)
Sim
CF_MOD_21_04
possibilitando espaço e formato adequado para
contribuições, demandas, reclamações e solicitações das
comunidades afetadas. Algumas comunidades visitadas
chegaram a tecer elogios quanto à agilidade na resposta
às suas solicitações e demandas junto à organização.
A organização apresentou o documento PC_00_012 que
orienta a Política de Investimentos Socioambientais e o
PO.20.01.008 que orienta a Gestão de Projetos
Socioambientais. Foram analisados também os números
da gestão social da Unidade Espírito Santo. Verifica-se
que o contingente de pessoal dedicado aos investimentos
sociais é da ordem de 91 pessoas, entre equipe própria e
consultores terceirizados. São 79 consultores e 12
membros das equipes próprias. O Programa de
Desenvolvimento Rural Territorial é um dos principais
programas. No momento da auditoria de monitoramento
estavam ativos 47 PDRTs em cerca de 08 municípios
diferentes. A organização tem contabilizadas 1416 famílias
neste Programa, com foco bastante socioeconômico existe
o Redes que mobiliza recursos do Banco Nacional para o
Desenvolvimento (BNDES). Segundo os controles da
organização são 10 projetos na iniciativa Redes, a sua
maior parte no Estado da Bahia. Para o Programa PDRT a
organização apresenta como um componente importante o
eixo Fortalecimento das Associações, tendo em vista que
o PDRT somente ocorre com parceria com Associações
ou Cooperativas de produtores. Os números gerais de
2014 de execução do PDRT demonstram evolução nas
metas. Por exemplo, a implementação de Fundos de
Reserva em todas associações, meta que foi cumprida
quase totalmente no ano de 2014. A auditoria de campo
amostrou 04 PDRTs nas unidades de Conceição da Barra
e Aracruz no Espírito Santo e 04 PDRTs em Alcobaça e
Mucuri/BA. O Programa de Desenvolvimento Rural e
Territorial é o carro-chefe das ações da organização para
potencializar os impactos sociais e econômicos positivos.
Por intermédio das entrevistas e revisão dos documentos
deste programa (relatórios das consultorias contratadas e
responsáveis pela sua implementação) verifica-se que o
programa é valorizado pelas comunidades amostradas na
região de Aracruz no Espírito Santo e na região da Bahia.
Segundo os entrevistados ele tem melhorado a segurança
alimentar entre os grupos que participam nos
assentamentos, por exemplo, e começa a gerar um
excedente para venda. Na Bahia houve relatos de que
devido à assistência técnica proporcionada pelo PDRT as
N/A
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d)
e)
f)
g)
N/M
N/M
N/M
N/M
h)
Sim
i)
j)
N/M
N/M
comunidades locais estão diversificando suas práticas
agrícolas, anteriormente baseadas unicamente na cultura
de mandioca.
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
Critério não monitorado
A organização apresentou evidências de uma ampla gama
de programas implementados no sentido de zelar pela
qualidade de vida de seus colaboradores e dependentes.
No âmbito da saúde verificou-se a existência de
campanhas de alimentação saudável, estendida aos
dependentes a partir da disponibilização de folhetos
informativos e didáticos; a realização de passeios
ciclísticos e enduro de aventura, incentivando a prática
esportiva e hábitos saudáveis para colaboradores e seus
familiares;
o
programa
+
vida,
que
realiza
acompanhamento periódico com profissionais de saúde
(Educadores Físicos, Nutricionistas, Médicos e outros)
para um grupo de funcionários que apresentam risco
elevado para doenças degenerativas, oferecendo
orientação e tratamento específico com objetivo de reduzir
o risco mapeado e melhorar seus Indicadores de Saúde.
Também no âmbito da saúde a organização participa do
programa empresa cidadã, que disponibiliza a extensão da
licença maternidade por 6 meses. Em termos de
alfabetização a organização disponibiliza anualmente um
kit escolar para filhos de funcionários próprios e terceiros
até o ensino fundamental, mediante comprovação de
matrícula para desincentivar a evasão escolar.
Adicionalmente anualmente é realizado um concurso de
desenho (para alunos de 7 a 8 anos) e redação (para
alunos de 9 a 17 anos), sendo que os ganhadores
recebem bolsas para um curso educacional ou prática
esportiva. Na temática de segurança para a atividade
florestal, adicionalmente aos controles e monitoramentos
formais é realizado um programa a partir do qual os
trabalhadores que realizam correções em posturas
inseguras de colegas de equipe recebem uma pontuação
e aqueles que mais pontuaram regularmente recebem
prêmios como um vale jantar com a família, crédito para
compra de equipamentos esportivos, entre outros.
Critério não monitorado
Critério não monitorado
N/A
N/A
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5.2
CF_MOD_21_04
Página 47 de 48
a)
N/M
b)
Sim
c)
Sim
d)
N/M
CF_MOD_21_04
Critério não monitorado
Os Diálogos Operacionais e Agenda Presencial estão
implementados conforme verificado na amostragem das
comunidades e vizinhanças dos plantios entrevistada.
Uma amostragem de ocorrências tratadas no âmbito do
sistema SISPART foi analisada. O documento de registro
das ocorrências analisado foi o Relatório Ocorrências (jan
a ago_15). Este documento 616 entradas entre demandas,
reclamações e dúvidas, é possível rastrear as respostas
aos pedidos e reclamações e as soluções conciliatórias
quando aplicadas. É importante ressaltar que nem todas
as reclamações tem soluções que agradam às partes
interessadas solicitantes. Por exemplo, houve um
comentário de uma comunidade onde a solicitação de
obras de melhoria em uma barragem de uso comum pela
organização e comunidade não foi deferida. A auditoria de
campo constatou que não havia conflito entre a
comunidade e a organização sobre este item, embora uma
parte dos membros da comunidade tenha externalizado
que a barragem pode continuar se degradando e precisa
de obras. O processo foi tratado no âmbito de várias
instâncias dentro da Organização como mostra o
documento PI 9498 (16/09/2015). O indeferimento
conforme explicado nos documentos deveu-se à restrição
orçamentária por um lado e necessidade de licenciamento
ambiental por outro. No entanto, o sistema de gestão da
organização está demonstrado e as oportunidades para as
comunidades solicitarem ações da organização estão
claramente concedidas.
Critério não monitorado
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