PATOLOGIA DO SISTEMA ETICS José Maria Teixeira Engenheiro Químico Licenciado i.s.e.p. APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 Patologia do Sistema ETICS SUMÁRIO PRINCIPAIS ANOMALIAS SISTEMA ETICS O QUE SÃO FUNGOS TIPO DE FUNGOS FUNGOS - REBOCO TADICIONAL FUNGOS - SISTEMA ETICS O QUE FIZEMOS RESULTADOS CONCLUSÕES José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 2 Patologia do Sistema ETICS PRINCIPAIS ANOMALIAS NO SISTEMA ETICS Descolagem generalizada e queda do sistema Descolagem parcial do sistema Infiltrações através do sistema Microfissuração Destacamento e/ou empolamento Anomalias associadas aos aspecto do revestimento Degradação ao nível do r/c Fungos e Algas Outras anomalias José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 3 Patologia do Sistema ETICS O que são Fungos ? Bolor, Mofo, Cogumelos, Leveduras. Todos estes nomes se referem ao mesmo elemento biológico: Fungo Os fungos são um tipo de vida extremamente poderosa pois conseguem brotar em paredes feitas com cal, digerir óleos, crescer dentro de um frigorífico José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 4 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS Basicamente precisam : Humidade Detestam ambientes secos. José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 5 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 6 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 7 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 8 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS - REBOCO TADICIONAL José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 9 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS - REBOCO TRADICIONAL José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 10 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS - SISTEMA ETICS José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 11 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS - SISTEMA ETICS José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 12 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS - SISTEMA ETICS José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 13 Patologia do Sistema ETICS FUNGOS Os fungos são ubíquos, podemos encontra-los No solo, na água, nos vegetais, em animais, no homem e em todos os detritos. O vento age como importante veículo de dispersão de seus propágulos e fragmentos da hifa. José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 14 Patologia do Sistema ETICS Em Novembro/Dezembro Devido às condições atmosféricas Muita humidade Aparecimento de fungos nos revestimentos Principalmente nos sistema ETICS, onde foi usado um Micro-reboco de base cimentícia e revestidos por pintura Os aplicadores atribuíam a responsabilidade ao Mico-reboco Os fungos desenvolvem-se na superfície dos substratos José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 15 Patologia do Sistema ETICS O QUE FIZEMOS Fomos para o terreno observar o fenómeno Mais fungos nas fachadas viradas a sul Fachadas viradas a sul com 20ºC superiores as outras Estudar/Reproduzir o fenómeno em laboratório Aplicações de vários tipos de rebocos Medição do pH ao longo do tempo Pintura em diversas fases de secagem dos rebocos José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 16 Patologia do Sistema ETICS APLICAÇÕES ARGAMASSA José Maria Teixeira Reboco Tradicional Micro-reboco Areia/Cal/Cimento Diera APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 17 Patologia do Sistema ETICS RESULTADOS Medição do pH humedecendo a superfície com água José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 18 Patologia do Sistema ETICS RESULTADOS Nº dias Reboco Tradicional Micro-Reboco pH José Maria Teixeira 1 13.0 13.0 3 5 7 12.0 11.0 10.0 11.0 10.5 10.0 14 21 9.5 9.0 9.5 9.0 APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 19 Patologia do Sistema ETICS APLICAÇÕES TINTAS pH=11 pH=11 pH=10 pH=10.5 pH=8 pH=8 pH=10.5 Reboco Tradicional Micro-reboco Micro-reboco Pintura Pintura Primário/Pintura José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 20 Patologia do Sistema ETICS CONCLUSÕES O aparecimento dos fungos nas fachadas viradas a sul é devido: Condições óptimas criadas pelo sistema de Isolamento térmico que aquece rapidamente quando o sol incide A massificação deste sistema é recente no nosso pais Fabricantes/Técnicos de Tintas ainda não adequaram os esquemas de pintura para responder às exigências deste sistema (temperatura e alcalinidade do suporte). José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 21 Patologia do Sistema ETICS CONCLUSÕES O sistema com Acabamento Mineral é constituído por 6 etapas distintas, mas todas executadas pela mesma equipa: - Colagem do EPS - Armação da rede - Base de regularização - Acabamento Mineral (Micro Reboco) - Primário (que resista à alcalinidade do suporte) - Revestimento por Pintura José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 22 Patologia do Sistema ETICS CONCLUSÕES Os aplicadores deste sistema são oriundos de: Equipas de aplicação de reboco Equipas de pintura José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 23 Patologia do Sistema ETICS CONCLUSÕES É fácil perceber que estas etapas são executadas no mais curto espaço de tempo. A 5ª etapa (Primário), quase sempre é eliminada. Para cada etapa existem períodos de tempo estipuladas pelos fabricantes que também não são cumpridos. No caso do Micro-Reboco o período de hidratação do cimento é de 28 dias, e só após este período deveria ser revestido por pintura. José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 24 Patologia do Sistema ETICS CONCLUSÕES Verificamos também que em obras de grande dimensão, em que a execução de cada etapa se prolonga por varias semanas. Os tempos de secagem são cumpridos Não há registo de patologia associada com fungos ou algas. José Maria Teixeira APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 25 OBRIGADO PELA ATENÇÃO APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010 PATOLOGIA DO SISTEMA ETICS José Maria Teixeira Engenheiro Químico Licenciado i.s.e.p. APFAC/TEKTÓNICA Maio 2010