ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Preencha a ficha de cadastro no final deste livro e receba gratuitamente informações sobre os lançamentos e as promoções da Elsevier. Consulte também nosso catálogo completo, últimos lançamentos e serviços exclusivos no site www.elsevier.com.br ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA © 2010, Elsevier Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei no 9.610, de 19/02/1998. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida, sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros. Editoração Eletrônica: SBNigri Artes e Textos Ltda. Copidesque: Maria da Glória Silva de Carvalho Revisão Gráfica: Vânia Coutinho Santiago / Marcelo Dias Almada Elsevier Editora Ltda. Conhecimento sem Fronteiras Rua Sete de Setembro, 111 – 16o andar 20050-006 – Centro – Rio de Janeiro – RJ – Brasil Rua Quintana, 753 – 8o andar 04569-011 – Brooklin – São Paulo – SP – Brasil Serviço de Atendimento ao Cliente 0800-0265340 [email protected] ISBN 978-85-352-3805-1 Nota: Muito zelo e técnica foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros de digitação, impressão ou dúvida conceitual. Em qualquer das hipóteses, solicitamos a comunicação ao nosso Serviço de Atendimento ao Cliente, para que possamos esclarecer ou encaminhar a questão. Nem a editora nem o autor assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas a pessoas ou bens, originados do uso desta publicação. CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte. Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ _____________________________________________________________________ M153a 11.ed. v.1 Madeira, José Maria Pinheiro Administração pública, tomo I / José Maria Pinheiro Madeira. – 11 ed. atual. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. Inclui bibliografia ISBN 978-85-352-3805-1 1. Administração pública – Brasil. 2. Direito administrativo – Brasil. I. Título. 09-5621. CDU: 342.9(81) _____________________________________________________________________ Sentença de vida Sem dúvida, a vida traz no seu cerne espécie de sentença prolatada por Deus. Os processualistas costumam dizer que a sentença é declaratória quando declara um direito. É constitutiva quando constitui um direito, e é condenatória quando impõe uma obrigação. Na realidade, toda e qualquer sentença tem um desses conteúdos de maior evidência, subsistindo os demais em grau menor. A sentença da vida não foge à regra: é declaratória por declarar que o indivíduo nasce para servir. É constitutiva por constituir o próprio direito à vida, e é condenatória por conter apenação divina: comerás o pão com o suor do teu rosto. (autor desconhecido) Homenagem Maria Célia Feital do Carmo, Foi num dia de agosto que seus olhos fecharam. E que a dor que parecia sem remédio se instalou dentro de nós. Sua presença se mantém ao nosso lado. E nos leva no caudal da existência e nos dá forças para lutar e sonhos para sonhar. Há sempre na vida um momento trágico, porém belo. Para nós, foi exatamente esse. Trágico pelo sofrimento que nos abatia. Belo pela certeza de que existe a eternidade se desdobrando na lembrança e se renovando na saudade. Ficará na nossa memória sua inesquecível figura. Dedicatória Ao Professor José dos Santos Carvalho Filho, valoroso expoente da Ciência Jurídica contemporânea. À Desembargadora Letícia de Faria Sardas, em todo seu conteúdo humano e espiritual. Aos Desembargadores do TJ do Rio de Janeiro, André Gustavo Corrêa de Andrade, Antonio Saldanha Palheiro, Gilberto Pereira Rêgo, Carlos Santos de Oliveira, Cherubin Helcias Schwartz Junior, Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, Mário Guimarães Neto, Sérgio Cavalieri Filho, exemplos de vida, de persistência, de tenacidade, de generosidade, de contemporização e, sobretudo, de amor, porque somente a conjugação desses sentimentos, aliada à compreensão, à polidez, é capaz de conduzir ao êxito, onde somente predomine a alegria do cumprimento de uma missão. Ao Juiz Werson Franco Pereira Rêgo – de quem recebi sólidos ensinamentos, principalmente no campo da convivência humana. Ao Professor Luiz Oliveira C. Jungstedt, pela colaboração imprescindível na cessão dos gráficos – resumo, e aos professores Mauro Dias, Leandro Velloso, coordenadores da PUC/RJ. Ao Desembargador Murilo Andrade de Carvalho Sob a comoção, ainda, de seu falecimento recente, cujos sábios conselhos tanto contribuíram para ampliar, melhorar o presente trabalho e cujo exemplo, de vida santa e perfeita, para edificação nossa, tão profundamente se agravou em nosso afeto. A força de seu caráter, a grandeza de sua personalidade, a sua luminosidade, a sua beleza interior fizeram de você uma pessoa INESQUECÍVEL. O Autor José Maria Pinheiro Madeira Mestre em Direito do Estado, doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, doutor em Ciência Política e Administração Pública e pós-graduado no exterior. Foi Procurador do Legislativo (aposentado). É parecerista muito requisitado na área do Direito Administrativo. Integrou diversas bancas de Concurso Público. Membro Integrante da Banca Examinadora de Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Membro de diversas associações de cultura jurídica, no Brasil e no exterior. Professor Emérito da Universidade da Filadélfia. Professor-palestrante da Escola da Magistratura do Rio de Janeiro – Emerj. Professor Coordenador de Direito Administrativo da Universidade Estácio de Sá. Professor da Fundação Getúlio Vargas. Professor integrante do Corpo Docente do Curso de Pós-Graduação em Direito Administrativo da Universidade Cândido Mendes, da Universidade Gama Filho e da Universidade Federal Fluminense. Membro Titular do Instituto Ibero-Americano de Direito Público. Membro Efetivo do Instituto Internacional de Direito Administrativo. Presidente da Comissão Nacional de Direito Administrativo. É autor dos livros Administração Pública – Tomo I (10a edição); Administração Pública – Tomo II (11a edição); Servidor público na atualidade (8a edição); Comentários à Lei de Licitação e Contratos Administrativos Interpretados pelos Tribunais; A questão jurídica-social da propriedade e de sua perda pela desapropriação (esgotado), Casos concretos de direito administrativo; Estatuto da Cidade – Lei no 10.157 – Comentários; Comentários à Lei de Improbidade Administrativa (esgotado); Comentários à Lei de Responsabilidade Fiscal (esgotado); Desapropriação, institutos afins (esgotado); Exame de Ordem – Segunda Fase – Direito Administrativo (4a edição). Colaborador das seguintes publicações jurídicas: Revista Pró-Ciência, Revista Ibero-Americana de Direito Público, Revista Forense, Revista Fórum, Revista da EMERJ, ADV Advocacia Dinâmica, e Revista de Informação Legislativa. Nota à 11a edição A grande procura que este livro tem despertado na comunidade jurídica, a sucessivas edições, em menos de dois anos, ratifica a responsabilidade e a honestidade intelectual. Trata-se de obra de grande atualidade. É destinada ao esclarecimento e à orientação dos que anseiam por ensinamentos, sobretudo práticos. Portanto, uma obra que visa capacitar o teórico e a sobrevivência da prática. O autor teve o máximo cuidado em usar uma linguagem simples de modo a permitir uma assimilação rápida, adotando uma sistemática de desenvolvimento gradual, sem fracionamento do raciocínio. Todos os capítulos foram revisados, em função das atuais decisões dos nossos Tribunais, das normas administrativas recentes e Emendas à Constituição Federal, bem como do advento da Lei Complementar no 123: instituiu o Estatuto Nacional à Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; Lei no 11.481: dispõe sobre Terras Públicas, determinaram modificações e acréscimos substanciais a esta décima edição. A tarefa de atualização foi integralmente cumprida, mas sem prejuízo à estrutura original, conservando, no entanto, o espírito, a estrutura e a visão dos institutos que caracterizam a obra, desde a sua elaboração. Portanto, continua sua essência prática e funcional. Como magistralmente frisa o ex-Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Des. Sérgio Cavalieri Filho, podemos dizer, igualmente, que o Direito – para nós – é instrumento de trabalho, e não tertúlia acadêmica. É, simultaneamente, teoria, prática, realidade e vivência. A prática é a alma do Direito. Concentra-se em questões doutrinárias e evolui para os problemas de ordem prática, tecendo uma análise crítica da doutrina e da jurisprudência existentes sobre este tema que suscita tantas controvérsias. Neste trabalho se conjugam os termos do binômio teoria versus casos concretos, os quais são estribados em casos que acontecem no dia a dia, sem perder de vista, por um único instante, o sentido, a utilidade, a razão de ser dos estudos teóricos. Prática nada mais é que a aplicação de conhecimento teórico. A teoria é a alma, a prática, o corpo. Ambas são elementos que se integram para formar um todo, o qual permite o exercício do pesquisador com êxito. Esta é uma verdade inconteste. Graças a isto a leitura destas práticas é palpitante, cheia de vida, rica em advertências, descarnando as controvérsias entre tendências doutrinárias e noticiando a orientação jurisprudencial ilustrativa dos vários subtópicos focalizados. O presente livro não perde tempo com dissertações inúteis, destinadas a exibir erudição ou a engordar o seu volume. Cada tópico recebe o tratamento justo, com a extensão necessária. É simples manual, mero instrumento de utilização imediata na busca de solução para os casos de maior frequência. Procurou o autor contribuir com um estudo doutrinário, prático e didático, dotado de coerência e funcionalidade que deu conteúdo a esse nosso estudo. Em seu livro, após uma análise dos Princípios, adentra os Poderes da Administração Pública e, de forma mais eficaz, enfoca a teoria do ato administrativo, com maestria, finalizando com Licitação e Contratos e Bens Públicos. Foram adicionados, através de uma seleção rígida e cuidadosa, acórdãos e jurisprudências recentes, com o objetivo de consolidar os entendimentos dinâmicos e atuais, mostrando amplidões de maneira prática, dinâmica e atraente. Manda-nos os ditames de nossa consciência, num preito de gratidão, agradecer aos juristas consagrados, aos desembargadores dos nossos Tribunais e aos membros do Ministério Público pelas citações e referências extraídas do nosso livro. Isso nos envaidece, encoraja e incentiva a novas pesquisas. Sensibilizados, agradecemos aos Professores Humberto Theodoro Júnior, Celso Antônio Bandeira de Mello, Jessé Torres, Luís Roberto Barroso, José dos Santos Carvalho Filho, o Ministro Marco Aurélio pela generosidade dos elogios. Em especial ao Ministro Marco Aurélio, do STF, pela indicação da obra junto à biblioteca do Supremo Tribunal Federal. O autor dispensa apresentação. É exímio parecerista, hoje, muito requisitado. Mestre incomparável, consagrado, orna a melhor estirpe dos modernos juristas nacionais, mercê de invejável talento, primorosa cultura, respeitado pelos seus pares e idolatrado pelos seus alunos da Emerj, da Escola do Ministério Público e da Universidade Estácio de Sá. Auguramos, assim, a obra tenha uma acolhida desejável, e que seus frutos se enriqueçam e se propaguem. Jansen Amadeu do Carmo Madeira Juiz de Direito do TJ/RJ Prefácio Com grande satisfação recebi o convite do Professor José Maria Pinheiro Madeira, para prefaciar o seu brilhante trabalho, que recebe o título de Administração Pública Centralizada e Descentralizada. O presente estudo, da lavra do ilustrado Mestre em Direito do Estado e Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, Professor de Direito Administrativo da Universidade Estácio de Sá, Professor da Faculdade de Direito do Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos, Professor dos Cursos de Licitações e Contratos Administrativos do Tribunal Regional Federal, Professor da Fundação Getulio Vargas e Professor do Cepad, demonstra toda a atualidade e evolução do Direito Público, que como todo ramo da ciência não é estático, evoluindo a cada dia. Trata-se, portanto, de cuidadosa análise científica dos temas envolvidos, na qual o autor praticamente esgota os diversos desdobramentos do Direito que envolve a Administração Pública como um todo, sem se descuidar dos componentes novos. A obra está totalmente atualizada, contendo as modificações introduzidas por todas as Emendas Constitucionais. Foram feitas atualizações ante a incomensurável produção acadêmica e normativa mais recente. O autor procurou desenvolver um estudo que não se limitasse apenas a reproduzir dados ou à mera preocupação teórica, sem visão de qualquer alcance prático. Então, todo o enfoque procura valorizar as posições consolidadas da doutrina e das mais atuais jurisprudências. E ao perceber divergências na matéria, o autor indicou qual deveria ser a linha de raciocínio a ser adotada, em consonância com as mais recentes decisões do STJ e do STF. Portanto, foram adicionados, através de uma seleção rígida e cuidadosa, acórdãos e jurisprudências recentíssimas, com o objetivo de consolidar os entendimentos dinâmicos e atuais, mostrando amplidões de maneira prática e atraente. Constitui estudo e pesquisa úteis a todos os cultores do Direito, tais como: juizes, advogados, administradores, estudantes, procuradores, promotores e estudiosos de questões jurídicas. Por certo que neste campo do Direito existem grandes administrativistas, com obras ricas e profundas. Todavia, tanto o subscritor do presente trabalho quanto o conteúdo do mesmo se engajam nesta gloriosa jornada do “palco do saber”, onde a Administração Pública Direta e Indireta são tratadas como devem ser, ou seja, em todas as suas vertentes, para que o leitor possa extrair as respostas certas e necessárias de suas dúvidas. Não se descuidou o Professor Madeira de abordar também os princípios expressos e implícitos da Administração Pública, facilitando sobremaneira o estudante na busca de um perfeito aprendizado. Os fatos, atos administrativos, licitações e contratos também são tratados com precisão cirúrgica, onde o autor demonstra todo o enredo legal que deve nortear o administrador público, quando, em nome da Administração, pratica atos para movimentar a máquina estatal. Com certeza, a impressão de todos quantos se dediquem à área do Direito Público, ou do Direito em geral, será a mesma que tive ao terminar a leitura da obra: a de que não só pela importância dos temas nela examinados, como pela visão crítica e moderna do autor, não pode a obra do Prof. Madeira deixar de ser fonte de consulta quando tivermos que enfrentar o desafio das intrincadas questões que ladeiam o Direito Administrativo. O Professor Madeira, ilustre administrativista, com o presente livro, consolida o seu nome, definitivamente, no cenário jurídico, pois apresenta ótima fonte de consulta, com respostas rápidas e eficazes. Rogério Vieira de Carvalho Desembargador Federal do TRF- 2a Região Sumário Capítulo 1 Princípios da Administração Pública Introdução .............................................................................................................................................................................. 1 1. O Direito como regras e princípios..................................................................................................................................... 2 2. Os princípios constitucionais da Administração Pública .................................................................................................... 8 2.1. Princípio da legalidade e da submissão da Administração Pública ao Direito ............................................................ 9 2.1.1. Histórico ........................................................................................................................................................ 9 2.1.2. Conceito ....................................................................................................................................................... 10 2.1.3. Situação atual ............................................................................................................................................... 11 2.1.4. Lobby e sua relação com o princípio da legalidade ....................................................................................... 11 2.2. Princípio da impessoalidade ..................................................................................................................................... 15 2.3. Princípio da moralidade e da probidade administrativa............................................................................................ 19 2.3.1. Introdução .................................................................................................................................................... 20 2.3.2. Histórico ...................................................................................................................................................... 21 2.3.3. Moral comum e moral administrativa .......................................................................................................... 22 2.3.4. Moralidade e legalidade ............................................................................................................................... 24 2.3.5. Moralidade e probidade ............................................................................................................................... 25 2.4. Princípio da publicidade ........................................................................................................................................... 30 2.4.1. Conceito ....................................................................................................................................................... 30 2.4.2. Considerações .............................................................................................................................................. 30 2.4.3. Publicação dos atos e contratos administrativos ........................................................................................... 33 2.4.4. Na imprensa oficial....................................................................................................................................... 35 2.4.5. Prazo para providências e publicação ........................................................................................................... 35 2.4.6. Vigência dos contratos administrativos ........................................................................................................ 35 2.4.7. Omissão da Administração .......................................................................................................................... 36 2.4.8. O que se publica ........................................................................................................................................... 36 2.4.9. Fins de Controle .......................................................................................................................................... 37 2.5. Princípio da eficiência .............................................................................................................................................. 37 2.6. Princípio da supremacia do interesse público e indisponibilidade do mesmo pela Administração ........................... 40 2.6.1. Histórico ...................................................................................................................................................... 40 2.6.2. Considerações .............................................................................................................................................. 40 2.6.3. Princípio da supremacia do interesse público e a Constituição de 1988 ....................................................... 41 2.7. Princípio da autotutela ............................................................................................................................................. 47 2.8. Princípio da continuidade dos serviços públicos....................................................................................................... 50 2.9. Princípio do devido processo legal............................................................................................................................ 52 2.9.1. Histórico ...................................................................................................................................................... 52 2.9.2. Conceito ....................................................................................................................................................... 54 2.9.3. Sentido processual e sentido substantivo do devido processo legal ............................................................... 54 2.10. Princípio da razoabilidade ...................................................................................................................................... 55 2.11. Princípio da proporcionalidade............................................................................................................................... 61 2.12. Princípio da segurança jurídica ............................................................................................................................... 69 2.13. Princípio da motivação ........................................................................................................................................... 70 3. Considerações finais ......................................................................................................................................................... 72 Capítulo 2 Poderes Administrativos Introdução ............................................................................................................................................................................ 73 1. O poder ............................................................................................................................................................................ 74 1.1. Generalidades........................................................................................................................................................... 74 1.2. Vocábulos ................................................................................................................................................................. 74 1.3. A essência coercitiva do poder .................................................................................................................................. 75 1.4. O uso e o abuso do poder ......................................................................................................................................... 75 1.5. O excesso e o desvio do poder .................................................................................................................................. 76 2. Os poderes e deveres do administrador público ................................................................................................................ 76 2.1. Os princípios constitucionais dos poderes e deveres do administrador público ........................................................ 77 2.2. Os princípios constitucionais básicos da Administração Pública.............................................................................. 77 2.3. O poder-dever de agir do administrador público ..................................................................................................... 77 2.3.1. O dever da probidade ................................................................................................................................... 78 2.3.2. O dever de eficiência .................................................................................................................................... 79 2.3.3. O dever de prestar contas ............................................................................................................................. 80 3. Uso e abuso de poder ........................................................................................................................................................ 81 3.1. O uso do poder e o princípio da impessoalidade ...................................................................................................... 82 3.2. O abuso do poder: excesso de poder e desvio de finalidade ...................................................................................... 82 3.3. As medidas legais cabíveis ao abuso do poder .......................................................................................................... 83 3.4. Exemplos de excesso de poder.................................................................................................................................. 83 3.5. Exemplo de desvio de poder ou de finalidade .......................................................................................................... 84 3.6. A ilegalidade do ato praticado com abuso de poder ................................................................................................. 84 3.7. O abuso de poder por omissão ................................................................................................................................. 84 3.8. Em que momento se configura o abuso de poder por omissão? ............................................................................... 85 3.9. Como se configura o prazo razoável? ....................................................................................................................... 85 4. Os poderes da Administração: vinculado e discricionário ................................................................................................. 86 4.1. O poder vinculado .................................................................................................................................................... 86 4.1.1. O ato vinculado e o princípio da legalidade.................................................................................................. 86 4.1.2. A vinculação da discricionariedade e a discricionariedade da vinculação...................................................... 87 4.2. O poder discricionário.............................................................................................................................................. 87 4.3. O discricionário e o arbitrário .................................................................................................................................. 88 4.4. A origem da discricionariedade no Direito Administrativo ..................................................................................... 89 4.5. O poder discricionário no Estado de Direito ........................................................................................................... 90 4.6. A liberdade-vínculo da discricionariedade................................................................................................................ 90 4.7. A incidência do mérito administrativo sobre o poder discricionário: o limite da discricionariedade ........................ 90 4.8. Os vícios extensíveis ao poder discricionário ............................................................................................................ 90 4.9. Argumentos justificáveis à discricionariedade da autoridade administrativa ............................................................ 91 4.10. A apreciação do ato administrativo discricionário pelo Poder Judiciário ................................................................ 91 4.11. O controle judiciário sobre os atos políticos e de governo ...................................................................................... 92 4.12. O princípio da razoabilidade e o mérito administrativo ......................................................................................... 92 4.13. Conceito jurídico indeterminado e poder discricionário ........................................................................................ 93 4.14. Controle da discricionariedade técnica ................................................................................................................... 93 5. Poder hierárquico .............................................................................................................................................................. 93 5.1. Desconcentração e descentralização ......................................................................................................................... 94 5.2. Objetivos do poder hierárquico ................................................................................................................................ 94 5.3. Faculdades do superior hierárquico .......................................................................................................................... 94 5.4. Ordem manifestamente ilegal .................................................................................................................................. 94 5.5. Efeitos da hierarquia ................................................................................................................................................ 95 5.6. Restrições à delegação e as delegações não restringíveis ........................................................................................... 95 5.7. Avocação .................................................................................................................................................................. 96 5.7.1. Argumentos avocatórios ............................................................................................................................... 97 5.8. Revisão dos atos ....................................................................................................................................................... 97 5.9. Hierarquia em seu sentido técnico ........................................................................................................................... 97 5.10. Hierarquia em seu sentido jurídico ......................................................................................................................... 97 5.11. Âmbito de incidência da hierarquia........................................................................................................................ 98 5.12. Diferença entre subordinação e vinculação administrativa ..................................................................................... 98 6. Poder disciplinar ............................................................................................................................................................... 99 6.1. Pessoas sujeitas ao poder disciplinar ......................................................................................................................... 99 6.2. Relação entre os poderes hierárquico e disciplinar.................................................................................................. 100 6.3. Diferença entre o poder hierárquico e o poder de polícia ....................................................................................... 100 6.4. Diferença entre punição disciplinar e punição criminal .......................................................................................... 100 6.5. Princípio da adequação punitiva ............................................................................................................................. 101 6.6. Discricionariedade do poder disciplinar ................................................................................................................. 101 6.7. A indispensabilidade da motivação ........................................................................................................................ 101 6.8. A prevalência da independência dos Poderes.......................................................................................................... 102 6.9. Responsabilidade civil, penal e administrativa do servidor ..................................................................................... 102 6.10. Refomatio in pejus ................................................................................................................................................. 103 7. Poder regulamentar ......................................................................................................................................................... 103 7.1. Fundamento legal ................................................................................................................................................... 104 7.2. Limites do poder regulamentar .............................................................................................................................. 105 7.3. Diferença entre lei e regulamento........................................................................................................................... 105 7.4. A legitimidade de atos meramente regulatórios ..................................................................................................... 105 7.5. A independência da norma legal perante o poder regulamentar............................................................................. 105 7.6. A questão da deslegalização ................................................................................................................................... 106 7.7. Os graus de regulamentação ................................................................................................................................... 107 7.8. A omissão do Poder Executivo em editar regulamentos ......................................................................................... 108 7.9. A submissão do poder regulamentar aos princípios da legalidade e da reserva legal............................................... 108 7.10. Exceções de regulamentos autônomos.................................................................................................................. 110 8. Poder de polícia .............................................................................................................................................................. 110 8.1. Considerações iniciais ................................................................................................................................... 110 8.2. Conceitos de poder de polícia ....................................................................................................................... 111 8.3. A Administração Pública e o poder de polícia .............................................................................................. 112 8.4. Soberania ...................................................................................................................................................... 112 8.5. Natureza jurídica do poder de polícia ............................................................................................................ 113 8.6. Competência .......................................................................................................................................................... 114 8.7. Poder de polícia originário e poder de polícia delegado.......................................................................................... 117 8.8. Finalidade e fundamento........................................................................................................................................ 119 8.9. Objeto .................................................................................................................................................................... 120 8.10. Condições de validade .......................................................................................................................................... 120 8.11. Polícia administrativa e polícia judiciária.............................................................................................................. 121 8.12. Formas de atuação do poder de polícia ................................................................................................................. 123 8.13. Sanções de polícia ................................................................................................................................................ 126 8.14. Meios de execução do poder de polícia ................................................................................................................ 127 8.15. Limites do poder de polícia administrativa .......................................................................................................... 133 8.16. Remuneração pelo exercício do poder de polícia .................................................................................................. 136 8.17. Exceção excepcional ............................................................................................................................................. 136 8.18. Características do poder de polícia ....................................................................................................................... 136 8.18.1. Proporcionalidade .................................................................................................................................... 136 8.18.2. Discricionariedade ou vinculação? ............................................................................................................ 138 8.18.3. Autoexecutoriedade .................................................................................................................................. 139 8.18.4. Coercibilidade .......................................................................................................................................... 141 8.19. Âmbito de incidência do poder de polícia ............................................................................................................ 142 8.20. Prescrição ............................................................................................................................................................. 146 8.21. O poder de polícia e a responsabilidade da Administração Pública...................................................................... 147 8.22. Omissão ............................................................................................................................................................... 149 8.23. Poder de polícia urbanístico ................................................................................................................................. 150 8.24. Questões polêmicas e atuais que envolvem o poder de polícia ............................................................................. 151 8.24.1. As multas e o licenciamento anual dos veículos........................................................................................ 151 8.24.2. Redutores eletrônicos de velocidade ......................................................................................................... 152 8.24.3. Apreensão de veículos .............................................................................................................................. 153 8.24.4. Estacionamento rotativo – indenização .................................................................................................... 154 Capítulo 3 Atos Administrativos Considerações iniciais ........................................................................................................................................................ 157 A clássica divisão das funções estatais................................................................................................................................. 157 A jurisdição brasileira ......................................................................................................................................................... 158 1. Ato jurídico e ato administrativo .................................................................................................................................... 159 2. Diferença entre atos da Administração (ou Ato de mera atuação do Estado) e atos de administração ........................... 159 3. Atos políticos e atos de governo...................................................................................................................................... 160 4. Conceito ......................................................................................................................................................................... 163 4.1. A falta de um conceito exato .................................................................................................................................. 163 4.2. Pressupostos para o surgimento do ato administrativo unilateral .......................................................................... 164 4.2.1. O uso da supremacia do Poder Público ...................................................................................................... 164 4.2.2. Produção de efeitos jurídicos ...................................................................................................................... 164 4.2.3. Agente capaz .............................................................................................................................................. 164 4.3. Quem pode produzir o ato administrativo? ............................................................................................................ 164 4.4. Elementos do ato administrativo............................................................................................................................ 165 4.5. Controvérsias acerca do conceito objetivo e subjetivo do ato administrativo .......................................................... 165 5. Requisitos ....................................................................................................................................................................... 166 5.1. Competência .......................................................................................................................................................... 167 5.1.1. Competência obrigatória ............................................................................................................................ 168 5.1.2. Competência irrenunciável ......................................................................................................................... 168 5.1.3. Competência imodificável .......................................................................................................................... 169 5.1.4. Competência imprescritível ........................................................................................................................ 169 5.1.5. Competência distribuída ............................................................................................................................ 169 5.1.6. Subdelegação .............................................................................................................................................. 172 5.1.7. Avocação .................................................................................................................................................... 173 5.1.8. Agente de fato ............................................................................................................................................ 173 5.1.9. O ato do agente de fato produz efeito?....................................................................................................... 174 5.1.10. E se o ato praticado pelo agente de fato causar danos a terceiros? ............................................................ 174 5.1.11. Agente de fato fora da Administração Pública ........................................................................................ 174 5.1.12. Agente necessário ..................................................................................................................................... 174 5.1.13. Usurpador da função pública .................................................................................................................... 175 5.1.14. Ato administrativo editado por agente da Administração acometido de loucura: validade ou invalidade? ........ 175 6. Finalidade ....................................................................................................................................................................... 176 6.1. Conceituando finalidade ........................................................................................................................................ 176 6.1.1. A finalidade com um “plus” de consciência social ....................................................................................... 176 6.2. O interesse público e o bem comum perpassando a previsão legal ......................................................................... 176 6.2.1. O sentido indeterminado de interesse público .............................................................................................. 176 6.2.2. O interesse público e a discricionariedade do administrador ...................................................................... 177 6.2.3. A discricionariedade e os princípios da moralidade e da finalidade da Administração ............................... 177 6.2.4. Finalidade em sentido amplo ..................................................................................................................... 177 6.3. O agente público e a sua conduta socialmente correta............................................................................................ 177 6.4. O princípio da impessoalidade do agente público .................................................................................................. 178 6.5. Finalidade em sentido estrito ................................................................................................................................. 179 6.6. Consequência da inobservância da finalidade nos sentidos estrito e amplo ........................................................... 179 6.7. Finalidade como elemento vinculado ..................................................................................................................... 179 6.8. Desvio de finalidade do agente ............................................................................................................................... 179 6.9. O desvio de finalidade no Direito Positivo ............................................................................................................. 180 7. Forma ............................................................................................................................................................................. 180 7.1. Quanto ao rigor ...................................................................................................................................................... 181 7.2. Quanto à concepção ............................................................................................................................................... 181 7.3. O silêncio administrativo ....................................................................................................................................... 182 8. Motivo ............................................................................................................................................................................ 183 8.1. Teoria dos motivos determinantes .......................................................................................................................... 185 8.2. Motivação .............................................................................................................................................................. 187 8.3. Requisitos da motivação ......................................................................................................................................... 189 8.4. Motivação e controle de legalidade ........................................................................................................................ 189 9. Objeto............................................................................................................................................................................. 190 10. Atributos....................................................................................................................................................................... 191 10.1. Imperatividade ..................................................................................................................................................... 191 10.2. Presunção de legitimidade, legalidade e veracidade .............................................................................................. 193 10.3. Autoexecutoriedade ou executoriedade ................................................................................................................ 194 11. Formação e efeitos ........................................................................................................................................................ 197 11.1 Perfeição................................................................................................................................................................ 198 11.2. Eficácia ................................................................................................................................................................. 198 11.3. Exequibilidade...................................................................................................................................................... 198 11.4. Validade ................................................................................................................................................................ 199 11.5. Ato inexistente ..................................................................................................................................................... 200 11.6. Ato nulo e anulável............................................................................................................................................... 200 12. Mérito administrativo ................................................................................................................................................... 202 12.1. Ato administrativo discricionário e vinculado ...................................................................................................... 203 12.2. Atos vinculados .................................................................................................................................................... 203 12.3. Atos discricionários .............................................................................................................................................. 203 12.4. Controle do mérito............................................................................................................................................... 206 12.5. O controle do Poder Judiciário por ato administrativo discricionário ..................................................................... 206 12.6. O mérito administrativo pode se submeter ao controle pelo Poder Judiciário? .................................................... 206 12.7. Teoria do desvio de finalidade .............................................................................................................................. 207 12.8. Teoria dos motivos determinantes ........................................................................................................................ 208 12.9. Teoria do conceito jurídico ou legal indeterminado.............................................................................................. 209 12.10. Teoria da razoabilidade....................................................................................................................................... 211 13. Classificação.................................................................................................................................................................. 212 13.1. Atos compostos .................................................................................................................................................... 215 13.2. Ato complexo ....................................................................................................................................................... 216 13.3. Diferença entre ato administrativo complexo e procedimento administrativo (Questão de Prova para o ingresso na carreira da Defensoria Pública)................................................................................................................ 217 14. Espécies ........................................................................................................................................................................ 218 14.1. Atos normativos .................................................................................................................................................. 218 14.2. Atos ordinatórios.................................................................................................................................................. 219 14.3. Atos negociais ...................................................................................................................................................... 219 14.4. Diferença básica entre permissão, autorização e licença ....................................................................................... 221 14.4.1. Autorização .............................................................................................................................................. 221 14.4.2. Permissão ................................................................................................................................................. 221 14.4.3. Jornaleiro na rua: autorização ou permissão? Diferença existente entre ambas......................................... 222 14.5. Atos normativos ................................................................................................................................................... 222 14.6. Atos enunciativos ................................................................................................................................................ 222 14.7. Atos punitivos ...................................................................................................................................................... 224 15. Atos administrativos em espécie ................................................................................................................................... 225 15.1. Decreto................................................................................................................................................................. 225 15.2. Resoluções e deliberações ..................................................................................................................................... 225 15.3. Instruções, circulares, portarias, ordens de serviço, provimento e avisos ............................................................... 225 15.4. Alvarás ................................................................................................................................................................. 226 15.5. Ofícios .................................................................................................................................................................. 226 15.6. Pareceres ............................................................................................................................................................... 226 15.7. Certidões, atestados e declarações ........................................................................................................................ 227 15.8. Despacho.............................................................................................................................................................. 227 15.9. Licença ................................................................................................................................................................. 227 15.10. Permissão ........................................................................................................................................................... 228 15.11. Autorização ........................................................................................................................................................ 229 15.12. Admissão ............................................................................................................................................................ 229 15.13. Aprovação, homologação e visto......................................................................................................................... 229 15.14. Atos sancionatórios ............................................................................................................................................ 229 15.15. Atos funcionais................................................................................................................................................... 229 16. Procedimento administrativo ........................................................................................................................................ 229 17. Extinção do ato administrativo ..................................................................................................................................... 229 17.1. Anulação do ato administrativo: sanatória (convalidação) e invalidação............................................................... 231 17.2. Anulação .............................................................................................................................................................. 231 17.3. Se a Administração se depara com ato ilícito, em respeito ao princípio da legalidade, pode ou deve anulá-lo? ........... 231 17.4. Quais são os vícios que não admitem convalidação?............................................................................................. 235 17.5. Qual o prazo que a Administração tem para anular ato, sob pena de convalidação deste? .................................. 236 17.6. Pode a Administração Pública impugnar judicialmente seus próprios atos? ......................................................... 238 17.7. Desfazimento do ato administrativo .................................................................................................................... 240 17.8. Atos administrativos que não podem ser revogados ............................................................................................. 244 17.9. Quanto à Administração, existe coisa julgada administrativa? Ela pode alterar administrativamente em seu próprio benefício? ......................................................................................................................................................... 245 17.10. De que forma a Administração revogará ato vinculado, se a revogação incide apenas para ato discricionário? .......245 17.11. Revogação e indenização .................................................................................................................................... 245 Capítulo 4 Licitações e contratos administrativos 1. Generalidades ................................................................................................................................................................. 247 2. Conceitos, finalidades e objetos da licitação.................................................................................................................... 248 3. Competência legislativa – as normas gerais .................................................................................................................... 252 4. Princípios da licitação ..................................................................................................................................................... 257 4.1. Princípios da economicidade e da isonomia ........................................................................................................... 259 4.2. Princípio da legalidade ........................................................................................................................................... 267 4.3. Princípio da impessoalidade ................................................................................................................................... 268 4.4. Princípios da moralidade e da probidade administrativa ........................................................................................ 269 4.5. Princípio da publicidade ......................................................................................................................................... 271 4.6. Princípio do julgamento objetivo ........................................................................................................................... 273 4.7. Princípio da vinculação ao instrumento convocatório ............................................................................................ 274 4.8. Princípios correlatos ............................................................................................................................................... 275 5. Análise das definições contidas na Lei no 8.666/1993 .................................................................................................... 278 6. Disciplina específica das obras e serviços ........................................................................................................................ 279 6.1. Programação total, parcelamento e fracionamento ................................................................................................. 281 6.2. Padronização .......................................................................................................................................................... 282 6.3. Serviços técnicos profissionais especializados ......................................................................................................... 282 6.4. Pessoas impedidas de participar da licitação ........................................................................................................... 283 7. Disciplina específica das compras ................................................................................................................................... 283 8. Disciplina específica das alienações................................................................................................................................. 286 9. Modalidades de licitação................................................................................................................................................. 287 9.1. Concorrência .......................................................................................................................................................... 288 9.2. Tomada de preços ................................................................................................................................................... 291 9.3. Convite................................................................................................................................................................... 294 9.4. Concurso ................................................................................................................................................................ 296 9.5. Leilão ..................................................................................................................................................................... 297 9.6. Pregão ..........................................................................................................................................................298 9.6.1. Considerações ............................................................................................................................................ 298 9.6.2. Serviços comuns ......................................................................................................................................... 299 9.6.3. Da subsidiariedade do regime da Lei no 8.666/1993 ao pregão.................................................................. 301 9.6.4. As principais características do pregão ....................................................................................................... 301 9.6.5. Limitação do uso a compras e serviços comuns .......................................................................................... 301 9.6.6. Da fase interna do pregão........................................................................................................................... 303 9.6.7. O pregoeiro e a equipe de apoio ................................................................................................................. 303 9.6.8. Exigências de habilitação ........................................................................................................................... 304 9.6.9. Parecer da assessoria jurídica ...................................................................................................................... 304 9.7. Fase externa do pregão ........................................................................................................................................... 305 9.7.1. Momento da abertura da sessão ................................................................................................................. 305 9.8. Da entrega dos envelopes de documentação........................................................................................................... 306 9.8.1. Seleção dos que participarão dos lances verbais .......................................................................................... 307 9.8.2. Da instauração da fase de lances verbais ..................................................................................................... 308 9.8.3. Do lance com preço inexequível ................................................................................................................. 308 9.9. Da abertura do envelope de habilitação .................................................................................................................. 310 9.10. Da fase recursal .................................................................................................................................................... 310 9.11. Da adjudicação e homologação ............................................................................................................................ 311 10. Tipos de licitação .......................................................................................................................................................... 312 11. Dispensa de licitação..................................................................................................................................................... 313 11.1. Pelo valor do contrato........................................................................................................................................... 318 11.2. Exceção à regra da licitação obrigatória ................................................................................................................ 320 11.3. Pela urgência na contratação ................................................................................................................................ 320 11.4. Por outros motivos convenientes .......................................................................................................................... 324 11.5. Dispensa de licitação a entidades sem fins lucrativos............................................................................................ 334 11.5.1. Análise do inciso XIII do art. 24 da Lei no 8.666/1993 ........................................................................... 334 11.5.2. Análise do inciso XXIV do art. 24 da Lei no 8.666/1993 ......................................................................... 335 11.5.3. Análise das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, criadas pela Lei no 9.790/1999. ....... 336 12. Inexigibilidade de licitação............................................................................................................................................ 337 13. Formalidades para a contratação direta ......................................................................................................................... 342 14. Desenvolvimento do procedimento licitatório .............................................................................................................. 342 14.1. Fase interna .......................................................................................................................................................... 343 14.2. Fase externa .......................................................................................................................................................... 346 14.2.1. Edital ....................................................................................................................................................... 346 14.2.2. Habilitação ............................................................................................................................................... 350 14.2.3. Julgamento ............................................................................................................................................... 356 14.2.4. Homologação e adjudicação ..................................................................................................................... 358 15. Revogação e anulação da licitação ................................................................................................................................. 362 16. Licitação internacional.................................................................................................................................................. 367 16.1. Análise do tema .................................................................................................................................................... 367 17. As alterações no contrato administrativo das “microempresas” e das “empresas de pequeno porte” após a Lei Complementar no 123/2006 ......................................................................................................................................... 368 17.1. Breve histórico sobre as licitações e contratos públicos diferenciados para as pequenas empresas ........................ 368 17.2. As novas regras no processo licitatório e nas contratações públicas para as pequenas empresas brasileiras........... 368 17.2.1. A previsão legal do novo processo licitatório brasileiro aplicável às pequenas empresas e às empresas de pequeno porte.................................................................................................................................................. 369 17.2.2. O diferencial na Lei Complementar no 123/2006 para conter o desvio nas licitações públicas ................ 370 17.3. A previsão do tratamento diferenciado na Lei Complementar no 123/2007 ........................................................ 371 17.4. As três modalidades de tratamento diferenciado na LC no 123/2006 .................................................................. 372 17.5. O tratamento “favorecido” disposto na LC no 123/2007 e a igualdade de condições estatuída no art. 37, XXI da CF/1988: Normas conflitantes?................................................................................................................................ 372 17.6. As ressalvas criadas pela Lei Complementar no 123/2006 ................................................................................... 373 Contratos Administrativos ..................................................................................................................................374 1. Noção de contrato .......................................................................................................................................................... 374 2. Conceito de contrato administrativo............................................................................................................................... 375 3. Contratos administrativos e contratos da administração................................................................................................. 378 4. Características do contrato administrativo ...................................................................................................................... 380 4.1. Cláusulas exorbitantes ............................................................................................................................................ 381 4.2. Alteração unilateral das cláusulas de execução (art. 58, I)....................................................................................... 383 4.3. Rescisão unilateral (art. 58, II) ............................................................................................................................... 386 4.4. Amplo poder de fiscalização (art. 58, III) ............................................................................................................... 390 4.5. Aplicação de penalidades (art. 58, IV) ................................................................................................................... 390 4.6. Ocupação temporária (art. 58, V)........................................................................................................................... 390 5. Principais contratos administrativos ............................................................................................................................... 391 5.1. Contrato de obra pública........................................................................................................................................ 391 5.2. Contrato de serviços ............................................................................................................................................... 391 5.3. Contrato de fornecimento ...................................................................................................................................... 391 5.4. Contrato de gerenciamento .................................................................................................................................... 392 5.5. Locação de bem público ......................................................................................................................................... 392 6. Formalização e execução do contrato administrativo ...................................................................................................... 392 6.1. Formalização do contrato ....................................................................................................................................... 392 6.2. Cláusulas dos contratos administrativos ................................................................................................................. 393 6.3. Exceptio non adimpleti contractus ............................................................................................................................. 393 6.4. Execução do contrato administrativo ..................................................................................................................... 395 6.4.1. Normas técnicas e material apropriado ...................................................................................................... 395 6.4.2. Variações de quantidade ............................................................................................................................. 395 6.4.3. Execução pessoal ........................................................................................................................................ 395 6.4.4. Encargos da execução ................................................................................................................................. 395 6.4.5. Manutenção de preposto ............................................................................................................................ 395 6.4.6. Acompanhamento da execução do contrato e recebimento de seu objeto .................................................. 395 6.5. Garantias para a execução do contrato ................................................................................................................... 395 7. Prazo, prorrogação, renovação e reajuste contratual ........................................................................................................ 396 7.1. Prazo nos contratos ................................................................................................................................................ 396 7.2. Prorrogação contratual ........................................................................................................................................... 397 7.3. Renovação contratual ............................................................................................................................................. 398 7.4. Reajuste dos contratos ............................................................................................................................................ 398 8. Inexecução e revisão contratual ....................................................................................................................................... 399 8.1. Fato do príncipe ..................................................................................................................................................... 400 8.2. Teoria da imprevisão .............................................................................................................................................. 401 8.3. Fato da Administração ........................................................................................................................................... 401 8.4. Caso fortuito e força maior .................................................................................................................................... 402 8.5. Interferências imprevistas ....................................................................................................................................... 402 9. Anulação do contrato administrativo .............................................................................................................................. 403 10. Responsabilidade pela execução do contrato ................................................................................................................. 403 11. Direitos do contratado .................................................................................................................................................. 403 12. Contratos regidos pelo Direito Privado ........................................................................................................................ 405 13. Tipos de responsabilidade ............................................................................................................................................. 405 13.1. Contratual ............................................................................................................................................................ 405 13.2. Extracontratual..................................................................................................................................................... 405 14. Enunciado no 331 do TST e o art. 71 da Lei no 8.666/1993......................................................................................... 406 Capítulo 5 Bens Públicos Introdução .......................................................................................................................................................................... 409 1. Domínio público............................................................................................................................................................. 409 2. Bens públicos .................................................................................................................................................................. 410 2.1. Conceito ................................................................................................................................................................. 410 2.2. Classificação ........................................................................................................................................................... 411 2.2.1. Quanto à sua destinação ............................................................................................................................. 412 2.2.1.1. Bens de uso comum do povo ........................................................................................................... 413 2.2.1.2. Bens de uso especial ......................................................................................................................... 415 2.2.1.3. Bens dominicais ............................................................................................................................... 416 2.2.2. Quanto à titularidade ................................................................................................................................. 417 2.2.2.1. Bens da União.................................................................................................................................. 417 2.2.2.2. Bens dos Estados ............................................................................................................................. 418 2.2.2.3. Bens dos Municípios ....................................................................................................................... 418 2.2.2.4. Bens do Distrito Federal .................................................................................................................. 418 2.3. Afetação e desafetação............................................................................................................................................ 418 2.4. Características ........................................................................................................................................................ 420 2.4.1. Inalienabilidade .......................................................................................................................................... 420 2.4.2. Impenhorabilidade ..................................................................................................................................... 421 2.4.3. Imprescritibilidade ..................................................................................................................................... 423 2.4.4. Impossibilidade de oneração ...................................................................................................................... 424 2.4.5. Imunidade de imposto ............................................................................................................................... 424 2.5. Bens das Autarquias ............................................................................................................................................... 425 3. Formas de aquisição e alienação ...................................................................................................................................... 425 4. Meios de utilização dos bens públicos ............................................................................................................................ 432 4.1. Autorização de uso ................................................................................................................................................. 434 4.2. Permissão de uso .................................................................................................................................................... 435 4.2.1. Semelhanças entre a Autorização e a Permissão de Uso ............................................................................ 436 4.2.2. A Permissão segundo a Lei Federal 9.636/1998 ........................................................................................ 436 4.2.3. Distinções básicas entre “precário” e “precaríssimo” na “Utilização” e na “Permissão” ................................. 436 4.2.4. Há Licitação na Permissão de Uso?............................................................................................................ 437 4.2.4.1. Exigência de licitação na Permissão de Uso com fulcro no art. 2o da Lei no 8.666/1993 ................. 437 4.2.4.2. Entendimento da PGM/RJ segundo Instrução Técnica no 19/1998 ............................................... 438 5. Autorização de uso de natureza urbanística – (MP 2.220/2001) .................................................................................... 440 5.1. Semelhanças e diferenças: Autorização de uso comum e Autorização de uso de natureza urbanística ................... 441 5.1.1. Quanto ao quesito temporal ....................................................................................................................... 441 5.1.2. Quanto ao quesito territorial ...................................................................................................................... 441 5.1.3. Quanto ao quesito finalístico ...................................................................................................................... 441 5.2. Cessão de uso ......................................................................................................................................................... 441 5.3. Concessão de uso ................................................................................................................................................... 443 5.3.1. O prazo e as generalidades da Concessão de Uso ....................................................................................... 444 5.3.2. Necessidade de Licitação............................................................................................................................ 444 5.3.3. Cessão de Uso Perpétuo ............................................................................................................................. 444 5.4. Concessão de direito real de uso ............................................................................................................................. 445 5.4.1. Principal característica da Concessão de Direito Real de Uso .................................................................... 445 5.4.2. Finalidade do Poder Público em outorgar a Concessão de Direito Real de Uso ........................................ 445 5.4.3. A destinação específica dada ao bem público (art. 7o, caput)....................................................................... 446 5.4.4. Interesses sociais diversos ........................................................................................................................... 446 5.4.5. Direito Real resolúvel ................................................................................................................................. 446 5.4.6. Direito de sequela....................................................................................................................................... 447 5.4.7. Instrumentos legais de contratação do Direito Real de Uso ....................................................................... 447 5.4.8. Questão de Prova de Concurso Público (PGE) relativa à Concessão de Direito Real de Uso ................... 447 5.5. Concessão de Uso Especial para fins de Moradia................................................................................................... 448 5.5.1. A criação da “concessão de uso especial para fins de moradia” pela Lei no 11.257/2001 e o seu veto pelo Presidente ..................................................................................................................................................... 448 5.5.2. A criação do instituto da Concessão de Uso Especial para Fins de Moradia pela Medida Provisória no 2.220/2001 ...................................................................................................................................................... 450 5.6. Aforamento administrativo .................................................................................................................................... 450 5.7. Enfiteuse ................................................................................................................................................................ 451 5.8. Locação .................................................................................................................................................................. 452 5.9. Comodato .............................................................................................................................................................. 452 5.10. Alienação.............................................................................................................................................................. 453 5.10.1. Venda ....................................................................................................................................................... 454 5.10.2. Doação ..................................................................................................................................................... 454 5.10.3. Permuta .................................................................................................................................................... 455 5.10.4. Dação ....................................................................................................................................................... 455 5.10.5. Concessão de domínio ............................................................................................................................. 455 5.10.6. Investidura................................................................................................................................................ 456 5.10.7. Incorporação ............................................................................................................................................ 456 5.10.8. Retrocessão............................................................................................................................................... 456 5.10.9. Legitimação de posse ............................................................................................................................... 456 6. Meios de defesa .............................................................................................................................................................. 456 7. Bens públicos em espécie ................................................................................................................................................ 457 7.1. Terras devolutas ...................................................................................................................................................... 457 7.2. Terrenos de marinha ............................................................................................................................................... 461 7.3. Terrenos marginais ou reservados ........................................................................................................................... 462 7.4. Terrenos indígenas.................................................................................................................................................. 462 7.5. Ilhas........................................................................................................................................................................ 463 7.6. Plataforma continental ........................................................................................................................................... 464 7.7. Faixa de fronteiras .................................................................................................................................................. 464 7.8. Águas ..................................................................................................................................................................... 464 Conclusão ........................................................................................................................................................................... 465