Norma
Código
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta 13,8kV
Processo
VR01.03-00.05
Edição
Planejar, Ampliar e Melhorar a Rede Elétrica
Atividade
Folha
2ª
1 DE 49
Data
Elaborar Projetos e Orçamentos / Obras de
Distribuição
25/04/2014
HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES
Edição
Data
Alterações em relação à edição anterior
1ª
20/06/2013
Esta norma substitui a norma VR01.02-01.02 - Projeto de Rede de Distribuição
Aérea Compacta com Espaçador - Poste DT - 15 kV, cancelada por substituição
de código.
25/04/2014
- Inserido o item 4.2 - Área de Aplicação da Rede Compacta (spacer) - e os
subitens 4.2.1, 4.2.2 e 4.2.3.
- Inseridos os itens 4.5.8 e 4.5.9 que tratam do prazo de análise e de validade do
projeto.
- Inseridas as características, grampos e conectores para o cabo 35mm² nas
Tabelas do Anexo I.
- Inserida a Tabela de Flechas e Trações do cabo 35mm² no Anexo II.
2ª
GRUPOS DE ACESSO
Nome dos grupos
DIRETOR-PRESIDENTE, SUPERINTENDENTES, GERENTES, GESTORES, COLABORADORES OU
PRESTADORES DE SERVIÇOS.
NORMATIVOS ASSOCIADOS
Nome dos normativos
VR01.03-00.06 - Projeto de Rede de Distribuição Aérea com Condutores Nus - 13,8kV
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ÍNDICE
Página
1. OBJETIVO .....................................................................................................................................................3
2. RESPONSABILIDADES ................................................................................................................................3
3. DEFINIÇÕES ..................................................................................................................................................3
4. CRITÉRIOS ....................................................................................................................................................4
4.1 DISPOSIÇÕES GERAIS ..............................................................................................................................4
4.2 ÁREA DE APLICAÇÃO DA REDE COMPACTA (SPACER) .....................................................................4
4.3 CAMINHAMENTO DA REDE ......................................................................................................................5
4.4 TRAVESSIAS E CRUZAMENTOS ..............................................................................................................5
4.5 PROJETO ....................................................................................................................................................7
4.6 MAPAS, PLANTAS E DESENHOS .............................................................................................................8
4.7 CONDUTORES ............................................................................................................................................8
4.8 CABOS MENSAGEIROS.............................................................................................................................8
4.9 TRANSFORMADORES ...............................................................................................................................8
4.10 POSTES .....................................................................................................................................................9
4.11 ENGASTAMENTO ...................................................................................................................................10
4.12 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO E MANOBRA .................................................................................10
4.13 ESPAÇADORES ......................................................................................................................................11
4.14 ISOLADORES, CONEXÕES, FERRAGENS E ACESSÓRIOS ..............................................................13
4.15 ATERRAMENTO......................................................................................................................................14
4.16 ATERRAMENTO DOS CABOS MENSAGEIROS ..................................................................................14
4.17 ATERRAMENTO TEMPORÁRIO ............................................................................................................14
4.18 QUEDA DE TENSÃO...............................................................................................................................15
4.19 CÁLCULO MECÂNICO ...........................................................................................................................15
4.20 ESTRUTURAS PADRONIZADAS ...........................................................................................................15
5. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................................15
6. APROVAÇÃO ..............................................................................................................................................16
ANEXO I - TABELA DE MATERIAIS ..............................................................................................................18
ANEXO II – TABELAS DE FLECHAS E TRAÇÕES ......................................................................................22
ANEXO III - ESTRUTURAS PADRONIZADAS ...............................................................................................24
ANEXO IV - AFASTAMENTOS .......................................................................................................................45
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Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
1.OBJETIVO
Estabelecer os critérios para elaboração de projeto e construção de redes aéreas compactas com
espaçador, na tensão de 13,8kV, utilizando-se condutores cobertos com XLPE.
2.RESPONSABILIDADES
Compete aos órgãos de Planejamento, Projeto, Construção, Manutenção e Operação, cumprir e fazer
cumprir este instrumento normativo.
3.DEFINIÇÕES
3.1 Rede de Distribuição Urbana – RDU
Rede de distribuição do sistema de energia elétrica situada dentro do perímetro urbano de uma cidade, vila
ou povoado.
3.2 Rede Primária
Rede de média tensão com tensão nominal de operação de 13,8 kV.
3.3 Demanda
É a média das potências elétricas instantâneas solicitadas ao sistema elétrico durante um período de tempo
especificado.
3.4 Cabo Coberto
Cabo dotado de cobertura protetora em XLPE (Polietileno Termofixo), visando a redução da corrente de
fuga em caso de contato acidental do cabo com objetos aterrados e diminuição do espaçamento entre
condutores.
3.5 Espaçador
Acessório de material polimérico de formato losangular suportado pelo cabo mensageiro cuja função é de
sustentar e separar os cabos protegidos da rede de distribuição compacta ao longo do vão, mantendo o
isolamento elétrico da rede.
3.6 Separador
Acessório de material polimérico de formato vertical apoiado sobre o cabo mensageiro cuja função é de
sustentar e separar os cabos protegidos da rede de distribuição compacta nas conexões no vão (“flyingtap”), mantendo o isolamento elétrico da rede.
3.7 Braço Tipo “L”
Ferragem, em formato “L”, que é presa ao poste, com a função de sustentação do cabo mensageiro da rede
compacta, em condição de tangência ou com ângulos de deflexão de até 6º.
3.8 Braço Tipo “C”
Ferragem, em formato “C”, presa ao poste, com a finalidade de sustentação das fases em condições de
ângulo e final de linha, derivações e conexão de equipamentos à rede.
3.9 Cabo Mensageiro
Cabo utilizado para sustentação dos espaçadores e separadores, e para proteção elétrica e mecânica na
rede compacta.
3.10 Braço Antibalanço
Acessório de material polimérico cuja função é a redução da vibração mecânica das redes compactas.
3.11 Estribo para Braço Tipo “L”
Ferragem complementar ao braço tipo “L” cuja função é a sustentação de espaçador junto ao braço.
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3.12 Distanciador
Ferragem complementar para rebaixamento do nível do circuito inferior num cruzamento aéreo com “flyingtap”.
3.13 Capa Protetora
Acessório de material polimérico, instalado sobre as conexões dos cabos protegidos, cuja função é manter
o isolamento elétrico da rede e evitar umidade no interior da isolação do cabo.
4.CRITÉRIOS
4.1 Disposições Gerais
4.1.1 Esta norma aplica-se às instalações novas, aumento de carga e reformas de instalações existentes.
4.1.2 A Rede compacta deve ser tratada como rede primária nua para todos os aspectos de segurança que
envolvam a construção, operação e manutenção. Portanto, seus condutores e acessórios não podem ser
tocados enquanto a rede não estiver desligada e corretamente aterrada, exceto na condição de linha viva,
sob pena de colocar em risco a segurança dos envolvidos na tarefa e terceiros.
4.1.3 Os afastamentos de segurança entre condutores e solo e/ou sacadas devem ser os mesmos adotados
para condutores nus.
4.1.4 O vão máximo deve limitar-se a 40m. Poderão ser projetados vãos maiores mediante análise
específica.
4.1.5 Os estais de âncora não podem ser utilizados na área urbana.
4.1.6 Deve ser projetada estrutura de ancoragem a cada 500m, visando assegurar maior confiabilidade ao
projeto mecânico da rede, além de facilitar a construção e eventual substituição de condutores.
4.1.7 O braço antibalanço deve ser utilizado a cada 200m de rede com vãos em tangência ou quando existir
estrutura com equipamento de transformação, de modo a evitar que vibrações dos condutores venham a
contribuir para a fadiga dos pontos de conexão.
4.1.8 Os projetos de rede de distribuição devem evitar soluções que utilizem estruturas ou materiais não
padronizados.
4.1.9 Para elaborar projetos de rede de distribuição próximos a aeródromos é necessário solicitar
previamente licença ao Comando Aéreo Regional - COMAR.
4.2 Área de Aplicação da Rede Compacta (spacer)
4.2.1 Deve ser utilizada rede compacta (spacer) com condutores cobertos nas construções de redes novas
ou reforma das redes existentes localizadas nas seguintes regiões:
a)
Áreas urbanas dos municípios do Rio Grande do Norte (com exceção das áreas definidas nos itens
4.2.2 e 4.2.3).
b)
Áreas rurais: quando houver interferência com a arborização da localidade em povoados, vilas
rurais ou loteamentos com arruamentos definidos, desde que não estejam inclusos no programa Luz para
Todos. (com exceção das áreas definidas nos itens 4.2.2 e 4.2.3).
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No restante das áreas a rede de distribuição primária deve ser projetada utilizando-se condutores nus.
4.2.2 A Rede compacta não deve ser aplicada em áreas sujeitas à atmosfera com agressividade salina
(área de orla) ou que possuam grande concentração de indústrias que produzam poluição atmosférica.
Nestas áreas deve ser utilizada rede com condutores nus de cobre.
4.2.3 Deve ser considerada como área de agressividade salina e que não deve ser aplicada a rede
compacta, uma faixa compreendida entre o limite de preamar e uma linha imaginária em terra situada
conforme a seguir:
a)
Até 0,5 km em áreas com anteparos naturais ou construções com alturas superiores a 03 vezes a
altura do poste;
b)
b) Até 1,0 km em áreas com anteparos naturais ou construções com alturas inferiores a 03 vezes a
altura do poste;
c)
Até 3,0 km em áreas livres (sem anteparos).
4.3 Caminhamento da Rede
4.3.1 O caminhamento da rede primária deve favorecer a expansão do sistema, obedecendo a modelos
propostos pelo planejamento, aproveitando o sistema viário de rodovias, estradas, ferrovias e pequenos
povoados existentes ao longo do traçado, favorecendo a operação e manutenção do sistema elétrico.
4.3.2 A rede primária deve ser projetada o mais próximo possível das concentrações de carga, e ser
direcionada no sentido do crescimento da localidade.
4.3.3 A rede primária deve preferencialmente seguir o modelo da ”espinha de peixe”, onde existe um circuito
principal denominado tronco com diversos ramais ditos derivações do circuito tronco.
4.3.4 O traçado da rede deve ser preferencialmente linear e deve contornar os seguintes tipos de
obstáculos naturais ou artificiais:
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
Mata densa;
Plantações de grande porte;
Áreas alagadas;
Nascentes e olhos d’água;
Terrenos impróprios para fundações;
Terrenos com acentuada inclinação, muito acidentados e sujeitos à erosão;
Aeródromos.
4.3.5 Quando o traçado da rede interferir com áreas de Reservas Biológicas, Parques Nacionais, Estaduais
ou Municipais, Áreas de Proteção Ambiental, Áreas de Mata Atlântica e Áreas de Manguezais, deve ser
obtida licença ambiental emitida pelo órgão responsável, antes da apresentação do projeto à Cosern.
4.4 Travessias e Cruzamentos
4.4.1 São objetos de travessia de uma rede de distribuição outras redes de distribuição existentes, rodovias,
ferrovias e rios navegáveis.
4.4.2 Os órgãos responsáveis pelo objeto da travessia devem ser consultados ainda na fase de projeto.
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4.4.3 Não são permitidas emendas dos condutores nos vãos de travessia.
4.4.4 Deve ser evitado paralelismo com distância inferior a 30m entre redes de distribuição e linhas de
transmissão.
4.4.5 Em travessias entre redes eletrificadas, a rede de tensão mais elevada deve estar na posição
superior.
4.4.6 Cruzamentos entre redes primárias (13,8kV) devem respeitar uma distância mínima de 800 milímetros
entre os condutores em qualquer situação, conforme NBR15.688.
4.4.7 Deve ser evitada a conexão (flying-tap) entre redes que se cruzem.
4.4.8 A distância vertical mínima dos condutores à superfície de águas navegáveis no seu mais alto nível e
na condição de flecha máxima é de H + 2 m. O valor de H corresponde à altura do maior mastro e deve ser
fixado pela autoridade responsável pela navegação na via considerada. Em casos de águas não
navegáveis, os cabos devem manter na pior condição a distância de 6,5m sobre o nível máximo da
superfície da água.
4.4.9 Em todas as travessias necessárias ao desenvolvimento do traçado, sempre que possível devem ser
mantidos ângulos o mais próximo possível de 90º. Quando não for possível, o ângulo mínimo entre os eixos
da rede de distribuição e o objeto da travessia deve ser conforme Tabela 01 abaixo:
Tabela 01 – Ângulos mínimos entre os eixos das redes
Ângulo Mínimo de
Travessia
Item
Travessia
01
02
03
04
Ferrovias
Rodovias
Outras vias de transporte
Redes de distribuição
Linhas e redes de telecomunicações,
sinalização e controle
Linhas de transmissão
Tubulações metálicas
Tubulações não metálicas
Rios, canais, córrego, ravinas
Cercas de arame
Outros não mencionados
05
06
07
08
09
10
11
60º
15º
15º
45º
45º
45º
60º
30º
30º
15º
Por analogia
4.4.10 As estruturas de travessia devem estar fora da faixa de domínio das rodovias e ferrovias, e em
posição tal que a altura da estrutura tem que ser menor que a distância da estrutura à borda exterior do
acostamento ou do trilho.
4.4.11 Caso existam cercas que utilizem materiais condutores de eletricidade, mesmo que na área urbana,
estas devem ser secionadas e aterradas em 2 (dois) pontos quando houver cruzamento com redes
elétricas, conforme recomendação do Anexo da norma VR01.02-02.02 - Projeto de Rede de Distribuição
Aérea com Condutores Nus - 13,8kV.
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4.5 Projeto
4.5.1 O projeto de rede deve conter os seguintes dados:
a)
Documento de origem;
b)
Ponto de conexão com a rede existente;
c)
Seção do condutor;
d)
Tensão de operação;
e)
Planta contendo o levantamento da rede objeto do projeto na escala 1:1000;
f)
Memorial Descritivo;
g)
Identificação dos proprietários dos terrenos por onde a rede está projetada;
h)
Autorização de passagem, quando a rede passar sobre propriedade de terceiros;
i)
Cálculo da queda de tensão prevista;
j)
Cálculo mecânico dos postes;
k)
Outorga d’água quando envolver bombeamento em mananciais;
l)
Licença Ambiental ou Autorização do órgão responsável quando o traçado da rede envolver área de
preservação ambiental, travessias de rodovias, ferrovias e proximidade de aeroportos;
m)
Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.
4.5.2 O memorial descritivo deve conter no mínimo as seguintes informações:
a)
Objetivo e necessidade da obra;
b)
Características técnicas;
c)
Número de consumidores ou áreas beneficiadas;
d)
Resumo descritivo das quantidades dos principais itens de materiais a serem empregados (postes,
equipamentos e condutores);
e)
Informações complementares a serem fornecidas à ANEEL ou a outros órgãos externos.
4.5.3 O projeto elétrico deve atender ao que dispõem as Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança
no Trabalho, as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas, e ser assinado por profissional legalmente
habilitado.
4.5.4 Devem ser verificados os projetos anteriormente elaborados e ainda não executados abrangidos pela
área em estudo, que poderão servir de subsídios ao projeto atual.
4.5.5 Conforme o tipo e magnitude do projeto, devem também ser levados em consideração os planos
diretores governamentais para a área.
4.5.6 Para redes novas, o planejamento básico do projeto deve ser feito através da análise das condições
locais, observando-se o grau de urbanização das áreas rurais, dimensões das propriedades, topografia dos
terrenos, necessidade de travessias, tendências regionais e áreas com características semelhantes que
possuam dados de carga e taxa de crescimento conhecida.
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4.5.7 Os projetos de reforma devem aproveitar ao máximo a rede existente, desde que na fase de
construção não se comprometam, com excesso de desligamentos, os índices de qualidade definidos pelo
órgão regulador.
4.5.8 Após a entrada do projeto para análise, a COSERN tem um prazo máximo de 30 dias para efetuar sua
análise e, em caso de aprovação, a liberação para construção;
4.5.9 A validade do projeto é de 24 meses contados da data de conclusão de sua análise pela COSERN,
ressalvadas as modificações impostas pela legislação em vigor.
4.6 Mapas, Plantas e Desenhos
4.6.1 Os projetos devem ser desenhados utilizando-se os padrões de desenho tipos A1, A2, A3 e A4.
4.6.2 As plantas dos projetos devem conter os seguintes dados:
a)
Traçado das vilas, povoados, rodovias, estradas, vias férreas, cercas e águas navegáveis ou não,
com as respectivas identificações;
b)
Situação física das ruas, vilas e povoados, com indicações das edificações e com destaque para
igrejas, cemitérios, colégios, postos de saúde e agroindústrias, assim como definição de calçamento
existente, meio-fio e outras benfeitorias;
c)
Acidentes topográficos e obstáculos relevantes que podem influenciar na escolha do melhor
traçado na rede;
d)
Detalhes da rede de distribuição existente, tais como:
−
Posteação (tipo, altura e esforço);
−
Condutores (tipo e bitola);
−
Transformadores (número de fases e potência nominal);
−
Dispositivos de proteção e equipamentos de rede (regulador, banco de capacitores, etc);
−
Aterramento e estruturas;
−
Indicação de linhas de transmissão e redes particulares, indicação da existência de redes
telefônicas e indicação de consumidores ligados em AT;
−
Geradores particulares.
4.6.3 A critério do Departamento responsável pela análise do projeto, ainda poderão ser exigidos outros
detalhes da topografia do local da rede projetada.
4.7 Condutores
4.7.1O dimensionamento dos circuitos elétricos deve ser efetuado com base nos condutores padronizados,
nas cargas previstas e no plano de expansão para a área.
4.7.2 Os condutores padronizados para a rede primária possuem as características da Tabela 05 do Anexo.
I
4.7.3 Os troncos dos alimentadores devem ser projetados na bitola de 185mm² e as derivações em 70mm².
4.8 Cabos Mensageiros
4.8.1 Deve ser utilizado um cabo mensageiro de aço zincado para a sustentação dos espaçadores e
separadores, assim como para proteção contra descargas atmosféricas e proteção mecânica (queda de
árvores).
4.8.2 O cabo mensageiro a ser utilizado deve ser o mesmo cabo utilizado no estaiamento da rede de
distribuição, com inclusive suas alças preformadas, e suas características que estão na Tabela 7 do Anexo
I.
4.9 Transformadores
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4.9.1 Os transformadores de distribuição padronizados são:
a)
b)
Trifásicos: 15, 30, 45, 75, 112,5, 150 e 225 kVA, conforme Tabela 9 do Anexo I.
Bifásicos: 5, 10 e 15 kVA, conforme Tabela 9 do Anexo I.
4.9.2 Os transformadores de distribuição devem ser instalados de frente para o sistema viário, ficando as
chaves fusíveis do lado contrário.
4.9.3 Será necessária a instalação de transformadores trifásicos sempre que a demanda máxima for
superior a 10 kVA ou existir equipamento que necessite de alimentação trifásica.
4.9.4 De forma geral os transformadores devem ser localizados no centro de carga do circuito de baixa
tensão e deverão obedecer às seguintes prescrições:
a)
A distância linear máxima do transformador ao último poste do circuito de baixa tensão não deverá
exceder 400 metros para transformadores trifásicos ou 300 metros para transformadores bifásicos;
b)
Ao longo do caminhamento da rede primária trifásica somente podem ser instalados
transformadores monofásicos em caso de atendimento a cargas individuais;
c)
Deverá ser evitada a instalação de transformadores em poste onde haja deflexão da rede, bem
como em locais de difícil acesso que não permitam o emprego de equipamentos usuais de serviço
(caminhão munck), ou em postes com derivação primária;
4.9.5 A proteção do transformador deve ser feita por meio de chaves fusíveis instaladas na mesma estrutura
de transformação;
4.9.6 Os elos fusíveis para as chaves dos transformadores são determinados pela Tabela 13 do Anexo I.
4.9.7 Os cabos de interligação das buchas secundárias do transformador com a rede de baixa tensão
devem ser de cobre isolado para a tensão de 0,6/1kV, e serem dimensionados de acordo com a potência do
transformador, conforme Tabela 10 do Anexo I.
4.10 Postes
4.10.1 Os postes utilizados na rede de distribuição compacta devem ser de concreto armado tipo "duplo T" e
devem ser dimensionados de acordo com o esforço resultante a ser absorvido pelo mesmo, a partir de suas
resistências mecânicas padronizadas e características nominais indicadas na Tabela 8 do Anexo I.
4.10.2 Os postes padronizados para rede compacta são de 11 ou 12 m de altura e esforços de 300, 600,
1000, 1500 e 2000 daN.
4.10.3 Eventualmente poderão ser utilizados postes de 15 m para manutenção de afastamentos mínimos ou
realização de travessias.
4.10.4 Deve ser projetada fundação especial com manilhas ou concreto, quando o material do solo não
apresentar resistência mecânica compatível com o esforço nominal do poste.
4.10.5 Nos projetos de rede, os postes devem ser implantados com o seu lado de maior esforço coincidindo
com a força resultante de rede/equipamentos.
4.10.6 Para instalação de equipamentos deve-se usar sempre, no mínimo, poste de 600 daN e 11 metros.
4.10.7 Em áreas urbanas devem ser considerados os seguintes critérios para locação dos postes:
a)
b)
O traçado da rede deve seguir pelo lado não arborizado das ruas;
Deve-se evitar a implantação de redes no lado de rua com praça pública;
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c)
Nas avenidas com canteiro central arborizado, os postes são locados nas calçadas laterais;
d)
O projetista deve optar por ruas ou avenidas bem definidas;
e)
Os postes devem se locados nas calçadas, preferencialmente em frente às divisórias dos lotes;
f)
Os postes devem ser implantados o mais perto possível do meio fio de modo a deixar na calçada
um espaço livre para circulação de no mínimo 1,2 m;
4.10.8 Para que não surjam problemas de construção, a locação dos postes deve evitar sempre:
a)
Calçadas estreitas;
b)
Entradas de garagens, guias rebaixadas em postos de gasolina, frente de anúncios luminosos,
marquises e sacadas;
c)
Locais onde as curvas das ruas, avenidas, rotatórias, etc., direcionam os veículos, pela força
centrífuga, para fora do eixo da curva, o que eleva a probabilidade de abalroamentos dos postes;
d)
Alinhamento com galerias pluviais, esgotos e redes aéreas ou subterrâneas de outras
concessionárias;
e)
Árvores, buracos, proximidade de barrancos, proximidade de rios ou irregularidades topográficas
acentuadas.
4.10.9 Quando não houver posteação, deve-se escolher o lado mais favorável para a implantação da rede,
considerando o que tenha maior número de edificações, acarretando menor número de travessias;
4.10.10 Os postes devem ser locados de tal forma que os vãos livres dos ramais de ligação tenham
comprimento máximo de 30 m e permitam ligar todas as unidades consumidoras previstas no projeto.
4.10.11 As estruturas devem ser locadas preferencialmente dentro da faixa de domínio das rodovias, a 1,5
m do limite.
4.10.12 Sempre que a condição da rede estiver indefinida, deve ser providenciado junto aos órgãos de
cadastro urbanístico, o projeto urbano do local para evitar futuros deslocamentos de rede sobre terrenos de
terceiros ou ruas de acesso.
4.10.13 Não é necessário, quando do prolongamento da rede, substituir os postes terminais por outros de
menor esforço.
4.10.13.1 Os projetos de reforma ou para atendimento às novas cargas devem aproveitar ao máximo à rede
existente, evitando-se na medida do possível a retirada de materiais do ativo imobilizado em serviço.
4.11 Engastamento
4.11.1 O comprimento do engastamento para qualquer tipo de poste deve ser calculado pela seguinte
expressão:
e = 0 ,1 L + 0 , 60
Onde:
L – Comprimento nominal do poste, em metros;
e – Engastamento: mínimo de 1,5m.
4.12 Equipamentos de Proteção e Manobra
4.12.1 As chaves seccionadoras para operação sem carga devem ser instaladas:
a)
Em saídas de alimentadores e nas interligações destes;
b)
Após derivações com cargas expressivas, a fim de preservar continuidade de serviço, por ocasião
de manobras;
c)
Ao longo do tronco do alimentador, alternadas com chaves para operação com carga, possibilitando
limitar a extensão de trechos desenergizados quando da ocorrência de defeitos ou necessidades de
manutenção;
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d)
Nos pontos de instalação de equipamentos elétricos, para possibilitar que eles sejam
desenergizados ou "baypassados".
4.12.2 A capacidade nominal da chave deve ser igual ou maior que a máxima corrente de carga no ponto de
instalação, considerando-se inclusive as manobras usuais.
4.12.3 As chaves fusíveis devem ser instaladas na rede compacta em:
a)
Ramais de ligação de unidades consumidoras do Grupo A, atendidas através de subestação
particular;
b)
No primário de transformadores de distribuição;
4.12.4 Os elos fusíveis para transformadores são determinados pela Tabela 13 do Anexo I.
4.12.5 Para determinação do elo utilizado nos ramais de derivação deve ser feita consulta prévia ao órgão
de proteção.
4.12.6 Devem ser instalados para-raios em todas as situações a seguir:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
Transformadores de distribuição tanto bifásicos quanto trifásicos;
Entradas de unidades consumidoras de média tensão;
Transição da rede aérea para subterrânea;
Fim de linha ou seccionamentos temporários usados como contingência;
Conjunto de medição aéreo;
Lado fonte dos equipamentos: banco de reguladores de tensão, banco de capacitores e religadores.
4.12.7 O projeto para instalação de equipamentos de proteção não especificados nesse documento deve
ser submetido à aprovação dos órgãos de planejamento e de proteção.
4.13 Espaçadores
4.13.1 O espaçador padronizado pela Cosern é o losangular para 15kV com travas ou garras.
4.13.2 Não devem ser utilizados laços, anéis ou outros acessórios para a fixação dos condutores ao
espaçador losangular com travas. Apenas o travamento das garras é suficiente conforme ilustra a Figura 1
abaixo.
Figura 1 - Travamento dos condutores ao espaçador
4.13.3 A instalação dos espaçadores deve seguir as recomendações dos itens a seguir:
4.13.3.1 O afastamento entre o primeiro espaçador e a estrutura deve obedecer à tabela abaixo:
Tabela 2 - Afastamento entre o primeiro espaçador e a estrutura
VR01.03-00.05
Estrutura
Afastamento (mm)
CE1 (tangente)
1000
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CE1A (com braço antibalanço)
7000 a 10000
Demais estruturas
12000
4.13.3.2 A instalação dos outros espaçadores ao longo do vão podão variar de 7 metros a 10 metros.
4.13.3.3 A tabela abaixo apresenta a quantidade de espaçadores considerando o afastamento máximo de
10 metros entre espaçadores.
Tabela 3 - Afastamento entre espaçadores
Vão (metros)
Espaçadores
Entre CE1A e
Entre CE1 e
qualquer outra
CE1
estrutura
Espaçadores
Vão (metros)
Entre CE1A e CE1A
Até 22
3
1
Até 21
2
23 a 32
4
2
22 a 31
3
33 a 42
5
3
32 a 41
4
Vão (metros)
Espaçadores
Entre duas estruturas
quaisquer
Espaçadores
Vão (metros)
Entre CE1 e qualquer outra estrutura
Até 22
2
Até 24
1
23 a 32
3
25 a 34
2
33 a 42
4
35 a 44
3
4.13.3.4 Em saídas de subestações recomenda-se que sejam instalados espaçadores em intervalos
menores que o estabelecido nas Tabelas 2 e 3 acima.
4.13.4 Para que a seqüência de fases seja mantida nos espaçadores ao longo da rede, deve-se manter a
fase "C" sempre do lado do poste. Para que isto seja possível, no caso de necessidade de mudança do
traçado da rede (interferência com construção civil, mudança do poste para o outro lado da rua, etc) devem
ser feitas transposições, tantas quantas forem necessárias, para manter-se a fase "C" sempre do lado dos
postes, conforme Figura 2 abaixo:
Figura 2 - Sequência de fases no espaçador e no separador vertical
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4.14 Isoladores, Conexões, Ferragens e Acessórios
4.14.1 Os isoladores utilizados na rede compacta são de material polimérico e constam na Tabela 13 do
Anexo I. Os acessórios (pinos e parafusos) de fixação dos isoladores constam na Tabela 14 do Anexo I.
4.14.2 A fixação dos condutores ao isolador deve ser feita com laços plásticos do tipo lateral e de topo, a
depender da aplicação.
Figura 3 - Laço plástico de topo
Figura 4 - Fixação do cabo no isolador com laço plástico de topo
Figura 5 - Laço plástico lateral
Figura 6 - Fixação do cabo no isolador com laço plástico lateral
4.14.3 A conexão da rede primária deve ser feita de acordo com a norma VR01.01-00.15 – Conexão em
rede de distribuição aérea e subterrânea.
4.14.4 Nas conexões bimetálicas de condutores de alumínio e cobre, o condutor de alumínio deve ficar
sempre por cima do condutor de cobre.
4.14.5 Para a conexão de transformadores deve-se utilizar os conectores estribo de cunha coberto e
grampo de linha viva.
Figura 7 - Conector estribo de cunha e capa protetora
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4.14.6 Devem ser utilizados grampos de ancoragem para o agarramento dos condutores, e alças
preformadas para o agarramento do cabo mensageiro, conforme Tabela 16 do Anexo I.
4.15 Aterramento
4.15.1 Os tanques dos transformadores de distribuição, os terminais do neutro de baixa tensão, e o
condutor neutro da rede secundária devem ser interligados e aterrados em único ponto.
4.15.2 Para o aterramento são utilizados cabos de aço cobreado 2 AWG para a decida, e conector tipo
“cunha”, tipo “TGC” ou solda exotérmica para as conexões com as hastes.
4.15.3 O aterramento recomendado é composto de uma haste enterrada verticalmente no solo, com o valor
de resistência de aterramento próximo de zero e nunca superior a 10 (dez) ohms. No caso de uma haste
não fornecer o valor de resistência de aterramento desejado, devem ser usadas várias hastes interligadas
em paralelo até ser alcançado o valor requerido.
4.15.4 Todas as carcaças de equipamentos instalados na rede (chaves seccionadoras tripolares a seco,
pára-raios, transformadores, religadores, reguladores, seccionalizadores automáticos, banco de
capacitores, etc) devem ser aterradas.
4.15.5 Nas estruturas de rede primária deve-se usar a haste de terra afastada da base do poste, a uma
distância nunca inferior a 1,5 m, para melhor escoamento das correntes.
4.16 Aterramento dos cabos mensageiros
4.16.1 O cabo mensageiro deve ser aterrado nas seguintes condições:
a)
b)
c)
Na malha de terra ou aterramento dos equipamentos ao longo da rede;
Em intervalos máximos de 300m de outro aterramento ao longo da rede;
Em finais de rede.
Nota: Em regiões de elevado nível ceraúnico onde a rede está sujeita a descargas atmosféricas diretas ou
tensões induzidas, é recomendável o aterramento do cabo mensageiro em intervalos menores.
4.17 Aterramento temporário
4.17.1 O aterramento temporário deve ser instalado, preferencialmente nas partes expostas das redes
(terminais de equipamentos, conector derivação linha viva, e outros) de tal forma que o local de trabalho
esteja confinado entre dois pontos aterrados.
4.17.2 Nos trechos onde houver partes expostas, devem ser previstos estribos de espera para os testes de
ausência de tensão e instalação do conjunto de aterramento temporário.
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4.18 Queda de Tensão
4.18.1 A rede deve ser dimensionada de maneira que durante o horizonte de projeto, a tensão de
fornecimento situe-se dentro dos limites estabelecidos pela legislação vigente.
4.18.2 O projeto deve ser apresentado acompanhado do cálculo da queda de tensão a partir da origem do
circuito até a carga.
4.19 Cálculo Mecânico
4.19.1 As tabelas de flechas e trações foram elaboradas considerando-se os seguintes limites:
a)
b)
c)
d)
e)
Vão máximo = 80 metros com flecha máxima de 2,0 metros.
Temperatura mínima = 5°C.
Temperatura máxima = 50°C.
Vento máximo 90 km/h.
Temperatura do vento máximo = 15°C.
4.19.2 Para o tensionamento dos condutores devem ser obedecidas as tabelas de flechas e trações de
montagem, conforme o Anexo II.
4.19.3 As estruturas devem ser dimensionadas com base na tração máxima da tabela de flechas e trações
do cabo considerado.
4.20 Estruturas Padronizadas
4.20.1 As estruturas padronizadas para utilização em rede primária aérea de distribuição de 13,8kV, em
cabos cobertos de alumínio, estão relacionadas na tabela seguinte e desenhadas no Anexo III.
Estrutura
CE1
CE1−A
CE2
CE3
2CE3
CE1−CE3
Tabela 4 - Estruturas Padronizadas
Utilização Básica
Utilizada em tangente e em ângulo máximo de deflexão de 6º.
Utilizada em tangente e para instalação do braço anti-balanço.
Utilizada em ângulos compreendidos entre 6º e 60º.
Utilizada em fim de rede.
Utilizada para ângulos de 60º a 120º com duplo encabeçamento
Derivação aérea utilizada em tangência ou deflexão de até 6º, e
derivação de 60º a 90º, sem chave fusível. Suporte de cabo
mensageiro por braço do tipo “L”.
CE −TR
Utilizada para instalação de transformador trifásico de distribuição sob
rede compacta com cabo coberto de 15kV.
AR-CE
Utilizada para aterramento do cabo mensageiro. É utilizado sempre em
conjunto com outras estruturas.
Exemplos de arranjos para mais de um circuito por poste.
5.REFERÊNCIAS
Os equipamentos e as instalações devem atender às exigências da última revisão das normas da ABNT, e
resoluções dos órgãos regulamentadores oficiais, em especial as listadas a seguir:
NBR15992 - Rede de distribuição de energia elétrica com condutores cobertos para tensões até 36,2kV;
NBR11873 - Cabos cobertos com material polimérico para redes de distribuição aérea de energia elétrica
fixados em espaçadores, em tensões de 13,8 kV a 34,5 Kv;
NBR15.688 – Rede de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus;
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NBR 6535 – Sinalização de linhas aéreas de transmissão com vista à segurança da inspeção aérea –
Procedimento;
NBR 7276 – Sinalização de advertência em linhas aéreas de transmissão de energia elétrica –
Procedimento;
NBR 5422 – Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica;
NBR 8158 – Ferragens Eletrotécnicas para Redes Aéreas, Urbanas e Rurais de Distribuição de Energia
Elétrica;
NBR 8159 – Ferragens Eletrotécnicas para Redes Aéreas, Urbanas e Rurais de Distribuição de Energia
Elétrica – Formatos, Dimensões e Tolerâncias;
NBR8451-1 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 1: Requisitos
NBR8451-2 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 2: Padronização de postes para redes de distribuição de energia elétrica
NBR8451-3 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 3: Ensaios mecânicos, cobrimento da armadura e inspeção geral
NBR8451-4 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 4: Determinação da absorção de água
NBR8453-1 - Cruzetas de concreto armado e protendido para redes de distribuição de energia elétricaparte
1: requisitos
NBR8453-2 - Cruzetas de concreto armado e protendido para redes de distribuição de energia elétrica parte 2: padronização
NBR8453-3 - Cruzetas de concreto armado e protendido para redes de distribuição de energia elétrica parte 3: ensaios
NBR7270 - Cabos de alumínio nus com alma de aço zincado para linhas aéreas – especificação;
NBR7271 – Cabos de alumínio nus para linhas aéreas – especificação;
NBR12459 - Isolador tipo pilar de porcelana - dimensões e características
NBR 15238 – Sistema de sinalização para linhas aéreas de transmissão de energia elétrica;
NBR ISO 9001-Sistemas de Gestão da Qualidade;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
Portaria No 1.141/GM5, de 8 de dezembro de 1987, do Ministério de Estado da Aeronáutica.
Na ausência de normas específicas da ABNT ou em casos de omissão das mesmas, devem ser observados
os requisitos das últimas edições das normas e recomendações das seguintes instituições:
ANSI - American National Standard Institute, inclusive o National electric Safety Code (NESC);
NEMA - National Electrical Manufacturers Association
NEC - National Electrical Code
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers
IEC - Internacional Electrotechnical Commission
6.APROVAÇÃO
JOSÉ ANTÔNIO DE SOUZA BRITO
Gerente do Departamento Engenharia Corporativo
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ANEXO I. TABELAS DE MATERIAIS
Tabela 5 – Características de Condutores da Rede Compacta
Código
SAP
Bitola
Formação
Sessão
(mm²)
Diâm
(mm)
Massa
(Kg/Km)
Carga de
Ruptura
Rest
Ωxkm
Imax
(A)
2212003
30mm²
7x2,5
34,34
13,6
190
455
1,1135
187
2212012
70mm²
19x2,1
65,77
16,2
315
910 daN
0,568
312
2212011
185mm²
37x2,5
181,53
22,6
695
2405 daN
0,21
581
Tabela 6 – Área de aplicação dos Condutores
Código
SAP
Tipo de rede
2212003
Cabo
Aplicação
35 mm²
Área não agressiva
70 mm²
Área não agressiva
185 mm²
Área não agressiva
Rede Compacta (Spacer)
com condutores de alumínio
Protegido
2212012
2212011
Rede
Compacta
Urbana
Compacta
Urbana
Compacta
Urbana
Tabela 7- Características do Cabo mensageiro
Código
SAP
Descrição
Diâmetro
4401035
Cordoalha de aço zincado
7,9mm (5/16")
Formação Categoria Carga de ruptura (dan)
7 fios
EAR
5100
Tabela 8 - Postes de Concreto padronizados para a Rede Compacta
Código
SAP
Rede de MT
Poste
Código
DT
SAP
Poste
DT
3300002
11/300
3300003
12/300
3300010
11/600
3300009
12/600
3301004
11/1000
3301021
12/1000
-
-
3300060
12/2000
Tabela 9 - Transformadores padronizados para a Rede de Distribuição
VR01.03-00.05
Código SAP
210094
210096
Descrição
Trafo 1FF 5,0kVA 13,8KV 220V
Trafo 1FF 10,0kVA 13,8KV 220V
Nº de Tap
3
3
210098
Trafo 1FF 15,0kVA 13,8KV 220V
3
210248
210228
210189
Trafo 3F 15,0kVA 13,8KV 380/220V
Trafo 3F 30,0kVA 13,8KV 380/220V
Trafo 3F 45,0kVA 13,8KV 380/220V
3
3
5
210191
210193
Trafo 3F 75,0kVA 13,8KV 380/220V
Trafo 3F 112,5kVA 13,8KV 380/220V
5
5
210306
210307
Trafo 3F 150kVA 13,8KV 380/220V
Trafo 3F 225kVA 13,8KV 380/220V
3
3
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ANEXO I - TABELA DE MATERIAIS
Tabela 10 – Condutor isolado e Conector perfurante para saída do Transformador
Tensão
Potência do Secund.
Transf.(kVA)
(V)
Cabo da rede
multiplexada
(mm²)
Cabo de
ligação
(mm2)
Código
SAP
(cabo)
16
2223035
35
2223030
70
2223025
120
2223026
Conector
derivação tipo
Cunha (código
SAP)
5
10
15
220
1 x 25 + 1x 25
15
30
45
3 x 35 + 1x 35
3 x 70 + 1x 70
75
2401000
2401006
2400002 /
2400014
2400003
3 x 120 + 1x 70
112,5
380/220
Tabela 11 – Chave Fusível de Distribuição
Base
Tensão
Código Máxima
SAP
(kV)
Porta Fusível
NBI
(kV)
Capacidade
de
Corrente Corrente
Nominal Nominal Interrupção
(A)
(A)
(A)
530010
15
95
300
100
10000
530004
25,8
125
100
100
2000
Tabela 12 – Para-Raios
Código
SAP
Tensão Nominal (kV)
NBI (kV)
Corrente de descarga nominal (kA)
400025
12
95
10
400043
15
95
10
Tabela 13 – Dimensionamento de Elos Fusíveis
Tipo
Potência Código
(kVA)
SAP
Elo
fusível
5
10
Bifásicos
536137
15
15
Trifásicos
VR01.03-00.05
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1H
30
536138
2H
45
536139
3H
75
536140
5H
112,5
536141
6K
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ANEXO I - TABELA DE MATERIAIS
Tabela 14 – Isoladores Padronizados para a Rede Compacta
Código
SAP
2312000
2322005
Descrição
Tipo de Rede
Isolador pino polimérico 15 kV
Isolador de suspensão
polimérico 15 kV
Rede Compacta (Spacer)
Rede Compacta (Spacer) e Rede nua
de Alumínio
Aplicação
Atmosfera não
agressiva
Atmosfera não
agressiva
Tabela 15 – Fixação de Isolador da Rede Compacta
Código
SAP
Descrição
Aplicação
3428085
Pino isolador reto curto aço 15kV
Isolador pino polimérico 15 kV
Tabela 16 – Grampos de ancoragem e Alça para Cabo mensageiro
Código SAP
Descrição
3422049
3422065
3422050
Grampo de ancoragem cunha 35mm²
Grampo de ancoragem cunha 70mm²
Grampo de ancoragem cunha 185mm²
3430350
Alça pre-formada para estai 7,90mm EAR
Aplicação
Rede Compacta (Spacer) com
condutores de alumínio protegido
Fixação do cabo mensageiro da Rede
Compacta
Tabela 17 - Espaçador Losangular
Código SAP
Descrição
3426163
Espaçador Losangular 15kV 35 a 185mm² com travas
Tabela 18 - Separadores Verticais
Código
SAP
Descrição
Observação
3412003
Separador vertical polimérico 70mm²
3412004
Separador vertical polimérico 185mm²
São necessários 04 laços plásticos laterais para fixação
do cabo no separador.
Tabela 19 - Ferragens, Laços e Acessórios da Rede Compacta
Código SAP
Descrição
3431411
Laço plástico lateral 35mm²
3431400
Laço plástico lateral 70mm²
3431410
Laço plástico lateral 185mm²
3431721
Laço plástico de topo 35mm²
3431720
Laço plástico de topo 70mm²
3431080
Laço plástico de topo 185mm²
Fixação dos condutores no topo do isolador
3412000
Braço anti-balanço
Estrutura CE1A
3412015
Estribo para braço "L"
Estruturas CE1 e CE1A
3412020
Braço tipo "C"
Estruturas de amarração
3412030
Braço tipo "L"
Estruturas CE1 e CE1A
3414345
Cantoneira 65x65x900mm para braço "C"
Parafuso de aço cabeça abaulada
16x45mm
Braço "C" das estruturas de amarração
Fixação da cantoneira (3414345) ao braço "C" (3412020)
e fixação do estribo ao braço "L".
3480270
VR01.03-00.05
Aplicação
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Fixação dos condutores na lateral do isolador e também
ao separador vertical
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ANEXO I - TABELA DE MATERIAIS
Tabela 20 - Parafusos
Parafuso de Cabeça quadrada aço M-12
Dimensões em (mm)
Código
SAP
A
B (Mín)
B (Máx)
3480065
200 +/- 3,0
120
130
3480075
350 +/- 4,0
270
290
Parafuso de Cabeça quadrada aço M-16
Dimensões em (mm)
Código
SAP
A
B (Mín)
B (Máx)
3480300
150
80
90
3480305
200
120
130
3480310
250
170
180
3480315
300
220
240
3480320
350
270
290
3480325
400
320
350
3480330
450
370
400
3480335
500
420
450
3480340
550
470
500
3480345
600
520
550
Tabela 21 - Conectores protegidos
Código
SAP
Descrição
Cartucho para
aplicação
Código
SAP
2461009
Conector Impact Alumínio Protegido 15KV 35mm²/35mm²
Vermelha
2402002
2461003
Conector Impact Alumínio Protegido 15KV 70mm²/70mm²
Azul
2402000
2461000
Conector Impact Alumínio Protegido 15KV 185mm²/185mm²
Azul
2402000
2461005
Conector Impact Alumínio Protegido 15KV 185mm²/70mm²
Azul
2402000
2461001
Conector Impact Alumínio Protegido 15KV 185mm²/35mm²
Azul
2402000
2461007
Conector Impact Alumínio Protegido 15KV 70mm²/35mm²
Vermelha
2402002
2460002
Conector Estribo tipo cunha de Alumínio protegido 35mm²
Vermelha
2402002
2460000
Conector Estribo tipo cunha de Alumínio protegido 70mm²
Azul
2402000
2460001
Conector Estribo tipo cunha de Alumínio protegido 185mm²
Azul
2402000
VR01.03-00.05
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ANEXO II - TABELAS DE FLECHAS E TRAÇÕES
Cabo 35 mm²
TEMP
5°C
10°C
15°C
20°C
25°C
30°C
35°C
40°C
45°C
50°C
Tração
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
T(daN)
F(m)
TABELA DE FLECHAS E TRAÇÕES – Valores finais
Rede Compacta com espaçador cabo coberto XLPE - 35 mm²
Comprimento do Vão
15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m 65m
553 541 527 512 498 485 474 464 455 448 442
0,05 0,09 0,14 0,21 0,29 0,39 0,50 0,63 0,78 0,94 1,12
514 504 493 482 471 462 453 446 440 435 431
0,05 0,09 0,15 0,22 0,30 0,40 0,52 0,66 0,80 0,97 1,15
475 468 460 453 446 440 434 430 426 423 420
0,07 0,10 0,16 0,23 0,32 0,43 0,55 0,68 0,83 0,99 1,18
437 433 429 426 422 419 417 415 413 411 410
0,06 0,11 0,17 0,25 0,34 0,45 0,57 0,70 0,86 1,02 1,20
400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400
0,07 0,12 0,18 0,26 0,36 0,47 0,59 0,73 0,88 1,05 1,23
365 370 374 377 380 383 385 387 389 390 391
0,07 0,13 0,20 0,28 0,38 0,49 0,61 0,76 0,91 1,08 1,26
332 341 349 356 362 367 371 375 378 381 383
0,08 0,14 0,21 0,30 0,40 0,51 0,64 0,78 0,94 1,10 1,29
302 315 326 336 345 352 358 363 368 371 375
0,09 0,15 0,22 0,31 0,41 0,53 0,66 0,80 0,96 1,13 1,32
273 291 306 318 329 338 346 353 358 363 367
0,10 0,16 0,24 0,33 0,44 0,55 0,68 0,83 0,99 1,16 1,35
248 269 287 302 315 326 335 342 349 355 359
0,11 0,17 0,25 0,35 0,45 0,57 0,71 0,85 1,01 1,19 1,38
15°+V T(daN) 524
544
563
581
597
612
625
636
646
655
663
70m
437
1,31
427
1,34
418
1,37
409
1,40
400
1,43
392
1,46
385
1,49
377
1,52
370
1,55
364
1,57
75m
433
1,52
424
1,55
416
1,58
408
1,61
400
1,64
393
1,67
386
1,70
380
1,73
373
1,76
367
1,79
80m
430
1,74
422
1,77
415
1,80
408
1,83
400
1,87
394
1,90
388
1,93
382
1,96
376
1,99
371
2,02
670
676
681
Tração de projeto = 612 daN para vãos até 40 m e 681 daN para vãos entre 40 e 80 m. Vento = 90 km/h.
As trações correspondem ao conjunto completo Cabo mensageiro + 3 condutores.
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A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
21 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO II – TABELAS DE FLECHAS E TRAÇÕES
Cabo 70mm²
TEMP
5°C
10°C
15°C
20°C
25°C
30°C
35°C
40°C
45°C
50°C
Tração
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
T(daN)
F (cm)
TABELA DE FLECHAS E TRAÇÕES – Valores finais
Rede Compacta com espaçador cabo coberto XLPE-70mm²
Comprimento do Vão
15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m 65m
475 475 475 475 475 475 611 611 611 611 611
0,08 0,14 0,22 0,31 0,43 0,56 0,55 0,68 0,82 0,97 1,14
442 446 450 454 457 459 590 593 594 596 598
0,08 0,15 0,23 0,33 0,44 0,58 0,57 0,70 0,84 1,00 1,17
409 418 427 434 440 444 570 574 578 582 584
0,09 0,16 0,24 0,34 0,46 0,60 0,59 0,72 0,87 1,02 1,20
379 393 405 415 424 430 551 557 563 568 572
0,10 0,17 0,26 0,36 0,48 0,62 0,61 0,74 0,89 1,05 1,22
350 369 384 398 409 417 533 540 548 554 560
0,11 0,18 0,27 0,37 0,50 0,64 0,63 0,77 0,91 1,08 1,25
324 347 366 382 395 405 516 526 534 542 548
0,12 0,19 0,28 0,39 0,51 0,65 0,65 0,79 0,94 1,10 1,28
301 327 349 367 382 394 501 511 521 530 537
0,12 0,20 0,30 0,41 0,53 0,67 0,67 0,81 0,96 1,13 1,30
280 309 333 353 370 383 485 498 509 518 527
0,13 0,21 0,31 0,42 0,55 0,69 0,69 0,83 0,98 1,15 1,33
261 293 319 340 358 373 471 485 497 507 517
0,14 0,23 0,32 0,44 0,57 0,71 0,71 0,85 1,01 1,18 1,35
244 278 306 329 348 363 458 473 485 497 507
0,15 0,24 0,34 0,45 0,58 0,73 0,73 0,88 1,03 1,20 1,38
15°+V T(daN) 473
507
536
562
585
604
738
757
774
790
804
70m
611
1,33
599
1,35
587
1,38
575
1,41
564
1,44
554
1,46
544
1,49
534
1,52
525
1,55
516
1,57
75m
611
1,52
600
1,55
589
1,58
579
1.61
569
1,64
560
1,66
550
1,69
541
1,72
532
1,75
524
1,78
80m
611
1,73
601
1,76
591
1,79
581
1,82
572
1,85
563
1,88
554
1,91
546
1,94
538
1,97
531
2,00
816
828
839
Tração de projeto = 604daN para vãos até 40m e 839daN para vãos até 80m
Vento = 90 km/h
As trações correspondem ao conjunto completo Cabo mensageiro + 3 condutores.
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A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
22 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO II – TABELAS DE FLECHAS E TRAÇÕES
Cabo 185mm²
TABELA DE FLECHAS E TRAÇÕES – Valores finais
Rede Compacta com espaçador cabo coberto XLPE-185mm²
Comprimento do Vão
TEMP
Tração 15m 20m 25m 30m 35m 40m 45m 50m 55m 60m 65m 70m
111 110 110 109 108 107
T(daN) 877 877 877 877 877 877
8
9
0
2
5
9
5°C
F (cm) 0,08 0,15 0,23 0,33 0,45 0,58 0,58 0,72 0,88 1,05 1,25 1,45
109 108 107 107 106 106
T(daN) 840 844 847 850 852 855
2
5
8
3
7
3
10°C
F (cm) 0,09 0,15 0,24 0,34 0,46 0,60 0,59 0,74 0,90 1,07 1,27 1,48
106 106 105 105 105 104
T(daN) 804 810 817 824 830 835
6
1
7
3
0
7
15°C
F (cm) 0,09 0,16 0,25 0,36 0,47 0,61 0,61 0,75 0,92 1,09 1,29 1,50
104 103 103 103 103 103
T(daN) 768 778 784 799 808 815
1
9
6
5
3
1
20°C
F (cm) 0,09 0,16 0,26 0,36 0,49 0,65 0,62 0,77 0,93 1,11 1,31 1,52
101 101 101 101 101 101
T(daN) 733 747 761 774 786 796
7
7
7
7
7
7
25°C
F (cm) 0,10 0,17 0,26 0,37 0,50 0,64 0,64 0,79 0,95 1,13 1,33 1,54
100 100
T(daN) 699 717 735 751 765 778 993 995 997 999
1
2
30°C
F (cm) 0,10 0,18 0,27 0,38 0,51 0,66 0,65 0,80 0,97 1,15 1,35 1,56
T(daN) 665 688 710 728 746 760 970 974 978 982 985 988
35°C
F (cm) 0,11 0,19 0,28 0,40 0,53 0,67 0,67 0,82 0,99 1,17 1,37 1,59
T(daN) 633 660 685 707 727 743 948 954 960 965 970 974
40°C
F (cm) 0,11 0,19 0,29 0,41 0,54 0,69 0,68 084 1,01 1,19 1,39 1,61
T(daN) 603 633 661 686 708 727 927 935 943 949 955 961
45°C
F (cm) 0,12 0,20 0,30 0,42 0,55 0,70 0,70 0,86 1,03 1,21 1,42 1,63
T(daN) 573 608 639 667 691 711 906 916 926 934 941 948
50°C
F (cm) 0,13 0,21 0,31 0,43 0,57 0,72 0,72 0,87 1,05 1,23 1,44 1,65
119 120 121 122 123 124
15°+V T(daN) 843 870 897 922 945 966
6
8
8
7
6
3
Tração de projeto = 966daN até 40m e 1256daN até 80m
Vento = 90km/h
As trações correspondem ao conjunto completo Cabo mensageiro + 3 condutores.
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
75m
107
3
1,68
105
9
1,70
104
4
1,72
103
0
1,75
101
7
1,77
100
3
1,79
990
1,82
978
1,84
965
1,87
954
1,89
125
0
80m
106
8
1,92
105
5
1,94
104
2
1,97
102
9
1,99
101
7
2,01
100
4
2,04
993
2,06
981
2,09
970
2,11
959
2,14
125
6
23 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III - ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE-1
CABO MENSAGEIRO
200
R-30
2.950
F-30 e
A-2
1 a 2 Metros
1 a 2 Metros
CABOS COBERTOS
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
24 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE1
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
R-30
Desenho
Código
3493315
3412030
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Braço suporte tipo L
Unid.
pç
pç
Qde.
02
01
Variável
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
VR01.03-00.05
Código
Descrição
Un.
Qd.
Tabela 20
do Anexo I
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
02
2ª Edição
B
200
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
250
300
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
25 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE1-A
CABO MENSAGEIRO
300
200
R-30
F-30 e
A-2
F-2
F-30 e
A-2
R-31
CABOS COBERTOS
7 a 10 Metros
7 a 10 Metros
2.650
A-11
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
26 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE1-A
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
R-30
F-2
A-11
Desenho
R-31
F-31-1
Código
3493315
3412030
3412015
Tabela 17 do
Anexo I
3412000
3480270
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Braço suporte tipo L
Estribo para braço tipo L
Espaçador Losangular
Unid.
pç
pç
pç
pç
Qde.
03
01
01
01
Braço Antibalanço
Paraf. cabeça abau. aço 16 x 45
pç
Pc
01
01
Variável
Nota 1
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
Código
Descrição
Un.
Qd
Tabela 20 do
Anexo I
Paraf. cab.quad. galv. M-16
pç
03
B
200
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
250
300
OBSERVAÇÕES
Nota 1 : - Fixação do estribo no braço L.
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
27 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE2
F-30 e A-2
F-25
M-1
CABO MENSAGEIRO
200
A-25
500
M-4
I-2
F-36-2
R-32
2.450
F-30 e A-2
CABOS COBERTOS
3 0°
(MÁ
X)
(MÁ
60°
60°
X)
(MÁ
X)
(M
3 0°
VR01.03-00.05
2ª Edição
120
° (M
ÍN)
120° (MÍN)
M-4
Á X)
COTAS EM MILÍMETROS
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
28 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE2
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
F-36-2
A-25
M-1
R-32
I-2
Desenho
M-4
F-25
Código
3493315
3428085
3421010
3430350
3412020
2312000
Tabela 19
do Anexo I
3486040
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Pino isolador reto curto aço 15kV
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Braço C
Isolador pino polimérico
Laço plástico lateral
Olhal parafuso 5.000daN
Unid.
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
Qde.
03
03
02
02
01
03
03
pç
01
Variável
Condutor
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
F-30
Código
Descrição
Un.
Qd
Tabela 20
do Anexo I
Tabela 20
do Anexo I
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
01
B
200
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
02
250
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
300
350
250
300
350
B-6
350
400
OBSERVAÇÕES
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
29 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE3
DETALHE
CABO MENSAGEIRO
M-1
A-25
F-13
F-22
I-6
M-10
F-30 e A-2
200
500
200
F-25
F-30 e A-3
F-23
F-30 e A-3
R-32
2.250
CABOS COBERTOS
DETALHE
C-7
F-30 e A-3
F-17
O-4
F-25
M-1
F-31-1
F-60
F-23
A-15-6 e
A-15-5
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
30 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE3
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
Desenho
A-2
F-23/F-25
F-22
A-25
M-1
M-10
R-32
I-6
A-3
F-17
C-7
O-4
A-15-6
A-15-5
F-60
F-31-1
Código
Descrição
3493315
3486040
3420090
3421010
3430350
Tabela 16 do
Anexo I
3412020
2322005
3454001
3470070
2206000
2414026
2660000
2660001
3414345
3480270
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Olhal parafuso 5.000daN
Manilha sapatilha aço 5.000daN
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Grampo de ancoragem cunha
Unid
.
pç
pç
pç
pç
pç
pç
Braço C
Isolador susp. polimérico 15,0kV
Arruela presilha p/ aterr. aço F18,00
Haste terra cobre 16x2400mm
Cabo aço cobreado 2 AWG
Conector aterramento reto 35,0/ha 16,0mm
Fita isol EPR autof. preta 19mm x 10m
Fita isolante PVC 19,0 mm preta.
Cantoneira galvanizada 65x65x900mm
Paraf. cabeça abaul. aço 16 x 45mm
pç
pç
pç
pç
kg
pç
m
m
pç
pç
Qde.
Variável
01
04
03
01
01
03
Condutor
01
03
02
01
2,5
01
Nota 1
Nota 1
01
03
Opcional
Opcional
Nota 2
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
F-30
Código
Descrição
Unid
Qd.
Tabela
20 do
Anexo I
Tabela
20 do
Anexo I
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
01
B
200
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
02
250
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
300
350
250
300
350
B-6
350
400
OBSERVAÇÕES
Nota 1: Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;
Nota 2: Também utilizado para a fixação do olhal na cantoneira;
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
31 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA
2CE3
F-25
F-30 e A-2
M-1
CABO MENSAGEIRO
450 50 200
A-25
I-6
I-2
200
50
F-22
M-10
F-13
F-23
F-30 e A-2
R-32
O-8
CABOS COBERTOS
F-25
M-1
A-25
I-2
M-4
F-36-2
F-60 e
F-31-1
R-32
O-8
F-31-1
F-60
M-10
O-11
M-4
F-30 e A-2
I-2
F-60
F-31-1
F-23
OPCIONAL
NOTA:
1 - A CAPA E O CONECTOR SERÃO UTILIZADOS APENAS QUANDO
O CORTE DO CONDUTOR FOR NECESSÁRIO.
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
32 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA 2CE3
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
F-23/F25
F-36-2
A-25
M-1
M-10
Desenho
Código
3493315
3486040
3428085
3421010
3430350
Tabela 16
do Anexo I
3412020
Tabela 21
do Anexo I
2401006
2322005
2312000
Tabela 19
do Anexo I
3420090
3414345
3480270
R-32
O-8
O-11
I-6
I-2
M-4
F-22
F-60
F-31-1
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Olhal parafuso 5.000daN
Unid.
pç
pç
Qde.
06
08
Variável
Pino isolador reto curto aço 15kV
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Grampo de ancoragem cunha
pç
pç
pç
pç
02
02
02
06
Condutor
Braço C
Conector impacto Al. Protegido 15kV.
pç
pç
02
03
Condutor
Conector cunha est. branco / vermelho
Isolador suspensão polim. 15,0kV
Isolador de pino polimérico 15kV
Laço plástico de topo
pç
pç
pç
pç
01
06
02
02
Manilha sapatilha aço 5.000daN
Cantoneira galvanizada 65x65x900mm
Parafuso cabeça abaulada aço 16 x 45mm
pç
pç
pç
06
02
06
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
Código
Descrição
Un
Qde
F-30
F-30
3480-02
3480-02
Tab 09
Tab 09
Paraf. cab. quad. galv. M-16
Paraf. cab. quad. galv. M-16
pç
pç
04
02
B
250
200
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
300
350
250
300
350
B-6
400
350
OBSERVAÇÕES
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
33 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE1-CE3
200 100 100
F-25
A-25
M-1
R-30
CABO MENSAGEIRO
I-2
M-4
F-23
I-6
F-22
M-10
300
F-13
F-30 e
A-2
2.450
F-36-2
R-32
CABO MENSAGEIRO
M-4
O-8
CABOS COBERTOS
CABOS COBERTOS
F-31-1
O-11
FONTE
O-8
CARGA
F-60
F-23
CABO MENSAGEIRO
I-6
F-22
M-10
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
34 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE1-CE3
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
F-22
F-25/F23
F-36-2
A-25
M-1
M-10
Desenho
Código
3493315
3420090
3486040
3428085
3421010
3430350
Tabela 16 do
Anexo I
3412020
3412030
Tabela 21 do
Anexo I
2401006
2322005
2312000
Tabela 19 do
Anexo I
3414345
3480270
R-32
R-30
O-8
O-11
I-6
I-2
M-4
F-60
F-31-1
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Manilha sapatilha aço 5.000daN
Olhal parafuso 5.000daN
Unid.
pç
pç
pç
Qde.
05
03
04
Variável
Pino isolador reto curto aço 15kV
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Grampo de ancoragem cunha
pç
pç
pç
pç
03
01
01
03
Condutor
Braço C
Braço suporte tipo L
Conector impacto Al. Protegido 15kV
pç
pç
pç
01
01
03
Condutor
Conector cunha est. branco / verm
Isolador suspensão polim. 15,0kV
Isol. de pino polimérico rosca 25mm-15kV
Laço plástico de topo
pç
pç
pç
pç
01
03
03
03
Cantoneira galvanizada 65x65x900mm
Parafuso cabeça abaulada aço 16 x 45mm
pç
pç
01
03
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
F-30
Código
Descrição
Un
.
Qde.
Tabela 20
do Anexo
I
Tabela 20
do Anexo
I
Paraf. cab. quad. galv. M-16
pç
03
B
200
Paraf. cab. quad. galv. M-16
pç
02
250
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
250
300
250
300
350
B-6
350
400
OBSERVAÇÕES
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
35 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE1A-CE3
300
200 200
M-1
CABO MENSAGEIRO
F-30 e
A-2
R-30
F-25
O-11
O-8
A-25
M-10 F-22
F-13
F-2
F-23
A-11
R-31
2.450
F-30 e
A-2
I-6
R-32
O-8
F-60
O-11
FONTE
CABOS
COBERTOS
CABO MENSAGEIRO
F-31-1
CARGA
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
36 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE1A-CE3
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
Desenho
A-2
F-23/F25
F-22
M-10
Código
Descrição
3493315
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Olhal parafuso 5.000daN
Unid
.
pç
pç
Manilha sapatilha aço 5.000daN
Grampo de ancoragem cunha
pç
pç
03
03
Condutor
Braço C
Braço suporte tipo L
Conector impacto Al. Protegido 15kV
pç
pç
pç
01
01
03
Condutor
Isolador suspensão polimérico 15kV
Estribo para braço tipo L
Espaçador Losangular
pç
pç
pç
03
01
01
Condutor
Braço Antibalanço
Cantoneira galvanizada 65x65x900mm
Parafuso cabeça abaulada aço 16 x 45mm
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Conector cunha est. branco / verm.
pç
pç
pç
pç
pç
pç
01
01
03
01
01
01
3420110
3420090
Tabela 16 do
Anexo I
3412020
3412030
Tabela 21 do
Anexo I
2322005
3412015
Tabela 17 do
Anexo I
3412000
3414345
3480270
3421010
3430350
2401006
R-32
R-30
O-8
I-6
F-2
A-11
R-31
F-60
F-31-1
A-25
M-1
O-11
Qde.
Variável
04
04
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
F-30
Código
Descrição
Un
Qd.
Tabela 20
do Anexo I
Tabela 20
do Anexo I
Paraf cab. quad. galv. M-16
pç
02
B
200
Paraf cab. quad. galv. M-16
pç
02
300
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
300
350
300
350
400
B-6
350
450
OBSERVAÇÕES
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
37 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA CE1-CE3F
F-30 e A-2
200 100 100
F-25
A-25
M-1
R-30
F-30 e A-2
I-2
I-6
300
F-23
200
200
F-22
M-10
F-30 e A-2
O-14
F-23
F-36-2
A-15-6 e
A-15-5
R-32
F-30 e A-2
E-14
CABO
MENSAGEIRO
O-8
F-60
E-14
CABOS
COBERTOS
M-4
F-36-1
R-1-1
O-11
FONTE
CARGA
O-8
CABOS
COBERTOS
F-31-1
CABO MENSAGEIRO
F-13
NOTA:
1 - AS CONEXÕES DEVERÃO SER PROTEGIDAS
M-10
COM FITA ISOLANTE AUTOFUSÃO E COMUM
COTAS EM MILÍMETROS
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
38 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE1-CE3F
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
E-12
F-22
F-25
F-36-2
F-36-1
A-25
M-1
M-10
Desenho
R-32
R-30
O-8
O-11
R-1-1
I-6
I-2
M-4
A-15-6
Código
3493315
3420090
3486040
3428085
3428220
3421010
3430350
Tabela 16 do
Anexo I
3412020
3412030
Tabela 21 do
Anexo I
2401006
3310021
2322005
2312000
Tabela 19 do
Anexo I
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Chave fusível de distribuição
Manilha sapatilha aço 5.000daN
Olhal parafuso 5.000 daN
Pino isolador reto curto aço 15 KV
Pino galvanizado 294x16mm isolador 15kV
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Grampo de ancoragem cunha
Unid.
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
Qde.
07
03
03
04
03
03
01
01
03
Condutor
Braço C
Braço suporte tipo L
Conector impacto Al. Protegido 15kV
pç
pç
pç
01
01
03
Condutor
Conetor cunha est. Branco/vermelho
Cruzeta concreto armado “T” 1900mm
Isolador suspensão polimérico 15kV
Isolador pino polimérico rosca 25mm-15kV
Laço plástico de topo
pç
pç
pç
pç
pç
01
01
03
06
06
Condutor
2660000
Fita isol EPR autofusão preta 19mm x 10m
m
A-15-5
2660001
Fita isolante preta comum (Nota 2)
m
F-60
F-31-1
3414345
3480270
Cantoneira galvanizada 65x65x900mm
Parafuso cabeça abaulada aço 16 x 45mm
pç
pç
Nota
1
Nota
2
01
03
Variável
Opcional
Opcional
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
F-30
F-30
Descrição
Unid.
Qde.
Parafuso cab. quad. galv. M-16
Parafuso cab. quad. galv. M-16
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
pç
pç
03
02
02
B
200
250
300
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
250
300
300
350
400
350
400
450
B-6
350
400
450
OBSERVAÇÕES
Nota 1: Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;
Nota 2: Utilizada para cobertura protetora externa da fita isolante autofusão;
VR01.03-00.05
2ª Edição
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
39 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
CABO MENSAGEIRO
200
R-30
F-30 e A-2
F-2
O-14
DETALHE
A-11
O-15
M-4
400
C-11
I-2
F-36-1
R-31
300
F-30 e A-3
F-30 e A-2
A-15-6 e
A-15-5
F-30 e A-2
200
CABOS COBERTOS
200
ESTRUTURA CE-TR
R-1-1
900
E-12
E-12
C-11
A-22
O-6
E-45
C-8
1.050
F-30 e A-31
E-45
O-12
M-4
FONTE
C-7
C-7
O-4
F-17
O-14 e
O-15
DETALHE
CARGA
I-2
NOTA:
2 - O TRASNFORMADOR PODERÁ SER POSICIONADO DO LADO DA
CALÇADA DESDE QUE SEJAM RESPEITADAS AS DISTÂNCIAS
DE SEGURANÇA .
VR01.03-00.05
2ª Edição
COTAS EM MILÍMETROS
25/04/2014
A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO
40 de 49
Norma
Projeto de Rede de Distribuição Aérea Compacta - 13,8kV
ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA CE-TR
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
A-2
F-36-1
Desenho
E-45
R-30
C-8
E-12
O-4
O-8
O-6
O-12
R-1-1
C-7
F-17
I-2
A-3
M-4
C-11
A-15-6
A-15-5
F-2
A-11
R-31
O-14
O 15
F-31-1
Código
3493315
3428220
Tabela 9 do
Anexo I
3412030
Tabela 10 do
Anexo I
2414026
Tabela 21 do
Anexo I
2401000
Tabela 10 do
Anexo I
3310021
2206000
3470070
2312000
3454001
Tabela 19 do
Anexo I
2223030
2660000
2660001
3412015
Tabela 6
3412000
Tabela 21 do
Anexo I
2415000
3480270
Descrição
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Pino galvanizado 294x16mm isolador 15kV
Transformador trifásico de distribuição
Unid.
pç
pç
pç
Qde.
07
03
01
Variável
Braço suporte tipo L
Cabo pot CU 0,6/1kV
pç
M
01
08
Pot. trafo
Chave Fusível de Distribuição 15kV
Conector aterramento reto 35,0/ha 16,0mm
Conector impacto Al. Protegido 15kV
Pç
Pç
Pç
03
01
03
Condutor
Conector cunha est. cinza
Conetor perfurante
Pç
Pç
01
04
Condutor
Condutor
Cruzeta de concreto armado “T” 1.900mm
Cabo aço cobreado 2 AWG
Haste terra cobre 16x2400mm
Isolador de pino polimérico rosca 25mm-15kV
Arruela presilha aterramento aço F18,00
Laço plástico de topo
Pç
Kg
Pç
Pç
Pç
Pç
01
2,5
01
03
01
03
Cabo Pot 1 kV Cu 1 x 35,0
Fita isol EPR autofusão preta 19mm x 10mm
Fita isolante preta comum (Nota 2)
Estribo para braço tipo L
Espaçador Losangular
Braço Antibalanço
M
M
M
Pç
Pç
Pç
6,0
Nt 1
Nt.1
01
01
01
Conector Estribo Al Protegido 15kV
Pc
03
Condutor
Grampo Linha Viva Br 95/50
Parafuso Cabeça Abaul. 16 x 45
Pc
Pc
03
01
Nota 3
Opcional
Opcional
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
F-30
F-30
Descrição
Unid
.
Qde.
Parafuso cab. quad. galv. M-16
Parafuso cab. quad. galv. M-16
pç
pç
03
04
B
200
300
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
250
300
350
400
450
B-6
350
450
OBSERVAÇÕES
Nota 1: Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;
Nota 2: Utilizada para cobertura protetora externa da fita isolante autofusão.
Nota 3: - Fixação do estribo no braço L
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ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
ESTRUTURA AR-CE
200
CABO MENSAGEIRO
DETALHE
A-3
A-3
500
DETALHE
O-4
C-7
F-17
1.300 (MÍN)
COTAS EM MILÍMETROS
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ANEXO III - ESTRUTURAS PADRONIZADAS
MATERIAIS DA ESTRUTURA AR-CE
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Ref.
F-17
C-7
O-4
A-3
Desenho
Código
3470070
2206000
2414026
3454001
Descrição
Haste terra cobre 16x2400mm
Cabo aço cobreado 2 AWG
Conector aterramento reto 35,0/há 16,0mm
Arruela presilha p/ aterramento aço F18,00
Unid.
pç
kg
pç
pç
Qde.
01
2,5
01
02
Variável
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
Descrição
Unid.
Qde.
B
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
B-6
OBSERVAÇÕES
Material utilizado para a conexão elétrica ao braço tipo C e L quando houver.
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ANEXO III – ESTRUTURAS PADRONIZADAS
200
500
500
500
NOTAS:
1.000
2 x CE2-A
200
1 - USAR POSTE DE 12 METROS;
2 - USAR POSTE DE 14 METROS QUANDO HOUVER EQUIPAMENTOS
CONECTADOS COM O 2° NÍVEL.
4 x CE1-A
ARRANJOS
2 x CE1
CE1-CE3
1.000
200
500
500
COTAS EM MILÍMETROS
1.000
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ANEXO IV - AFASTAMENTOS
g e h (espaçamento sem cruzeta de ramal)
e
g
b
c
h
b
a
FIGURA 01 - AFASTAMENTOS MÍNIMOS
NEUTRO
FASE A
CABO TELEFÔNICO
5.000 mín.
REDE TELEFÔNICA
5.700 máx.
mín.
100
máx.
FAIXA DE
OCUPAÇÃO
500
CONTROLE
1.400 mín.
FASE B
FASE C
f
k
d
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ANEXO IV - AFASTAMENTOS
B
A
B
A
FIGURA 2 - AFASTAMENTOS DE CONDUTORES A EDIFICAÇÕES
FIG. a
FIG. b
Afastamento vertical entre o
piso da sacada e os condutores
A
A
FIG. d
FIG. c
Afastamento horizontal entre os condutores
e a parede dos edifícios
N°
a
b
B
B
B
FIG.
A
FIG. e
Afastamento horizontal entre os condutores e
as sacadas dos edifícios
AFASTAMENTOS MÍNIMOS - mm
AFASTAMENTOS MÍNIMOS - mm
PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO
PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO
SÓ
SÓ PRIMÁRIO
PRIMÁRIO
SECUND. FIG.
PRIMÁRIO
SECUND.
SECUND.
A
A
B
A
B
A
B
N°
13,8 kV
13,8 kV
34,5 kV
34,5 kV
13,8 kV 34,5 kV
13,8 kV
34,5 kV
1.000
1.200
500
1.000
1.200
c
1.000
1.200
1.000
1.000
1.200
3.000
3.200
2.500
2.500
d
1.500
1.700
1.200
1.500
1.700
e
1.500
1.700
1.200
1.500
1.700
1.200
SÓ PRIMÁRIO
NOTAS:
a) - Se os afastamentos verticais das Figuras a e b não puderem ser mantidos, exigem-se os afastamentos horizontais das
das Figuras d e e.
b) - Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas exceder as dimensões das Figuras a e b, não se exige o
afastamento horizontal da borda da sacada das Figuras d e e, porém o afastamento da Figura c deve ser mantido.
c) - Se não for possível manter os afastamentos especificados neste desenho, todos os condutores cuja tensão exceda 300V,
fase terra, devem ser protegidos de modo a evitar contato acidental por pessoas em janelas, sacadas, telhados ou cimalhas.
d) - Os afastamentos especificados neste desenho se aplicam a redes apoiadas em postes.
e) - As cotas acima são valídas tanto para postes de seção DT como para seção circular.
f) - Para se obter o valor de B, se necessário, deve ser usado afastador de armação secundária, para as Figuras c, d e e.
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ANEXO IV - AFASTAMENTOS
FIGURA 3 - AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CIRCUITOS DIFERENTES
34.500 V
15.000 V
900
800
900
600 V
600
1.500
15000V
1.800
1.000
600
800
34500V
600V
COMUNICAÇÃO
NOTA:
Os valores das cotas indicadas são para as situações mais desfavoráveis de flecha.
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ANEXO IV - AFASTAMENTOS
FIGURA 4 - AFASTAMENTOS MÍNIMOS – CONDUTOR AO SOLO
34.500 V
15.000 V
600V
5.500
5.500
3.500
3.000
6.000
6.000
4.000
4.000
6.000
6.000
5.500
5.000
7.000
7.000
6.000
6.000
9.000
9.000
6.000
6.000
COMUNICAÇÃO E
CABOS ATERRADOS
Solo
FERROVIAS
RODOVIAS
RUAS
AVENIDAS
ENTRADAS DE
PRÉDIOS E DEMAIS
LOCAIS DE USO
RESTRITO A VEÍCULOS
RUAS E VIAS
EXCLUSIVAS
A PEDESTRES
NOTAS:
a) Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis a distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos é de 12 m para 13,8 kV, 23 kV
e 34,5 kV.
b) Os valores indicados pelas cotas são para as condições de flecha máxima (50° C).
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ANEXO IV - AFASTAMENTOS
3.500
5.500
FIGURA 5 - AFASTAMENTOS MÍNIMOS – RAMAL DE LIGAÇÃO
- Local de trânsito de veículos.
- Local de circulação de pedestres.
4.000
- Piso.
Local de passagem de veículo.
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