ACEF/1112/24422
Decisão de apresentação de pronúncia
ACEF/1112/24422
de pronúncia
Decisão de apresentação
Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da
Comissão de Avaliação Externa
1. Tendo recebido o Relatório de Avaliação elaborado pela Comissão de Avaliação Externa
relativamente ao ciclo de estudos em funcionamento Informação Turística
2. conferente do grau de Licenciado
3. a ser leccionado na unidade orgânica (faculdade, escola, instituto, etc.) Escola Superior De
Hotelaria E Turismo Do Estoril
4. a/o Escola Superior De Hotelaria E Turismo Do Estoril
5. decide: Apresentar pronúncia
6. Pronúncia (Português):
Considerando o exposto em sede de Relatório Preliminar da CAE é opção da ESHTE apresentar
clarificação de alguns dos pontos apresentados assim como apresentar a evolução positiva ocorrida
desde a visita ao estabelecimento de ensino.
7. Pronúncia (Português e Inglês, PDF, máx. 100kB): (impresso na página seguinte)
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Anexos
Ao iniciar o direito de pronúncia relativa a ACEF/1112/24422 — Relatório preliminar (Regime
Diurno) e ACEF/1112/25282 — Relatório preliminar (Regime Pós-Laboral) do Ciclo de Estudos
de Informação Turística (IT) da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE),
elaborados pela Comissão de Avaliação Externa (CAE) – A3ES, cumpre reforçar o que
oportunamente expressámos em sede de reunião do Diretor de Curso com a CAE: “uma leitura
feita por alguém exterior à instituição deve ser encarada como uma oportunidade, ou seja um
fator positivo”. Sublinha-se que esta perceção não é sustentada por nenhuma deferência
circunstancial, de sinal politicamente correto, mas apenas no entendimento que uma avaliação
externa, norteada pelo rigor da objetividade, produzindo uma crítica construtiva poderá
contribuir para a prossecução das melhores performances a nível institucional.
Infere-se pela leitura dos Relatórios Preliminares a apresentação de um conjunto de reflexões
pormenorizadas diretamente relacionadas com o funcionamento do Ciclo de Estudos e, três
grandes domínios/linhas críticas transversais, à fundamentação da CAE, que marcam
igualmente presença nas “Conclusões”.
Face ao conjunto das reflexões e críticas apresentadas pela CAE, que mereceram a nossa
melhor atenção, será feita uma pronúncia baseada naquelas em que não houve,
eventualmente, oportunidade de as contextualizar ou explicitar melhor. Existindo uma natural
sobreposição curricular, de objetivos e corpo docente entre os dois Regimes (Diurno e PósLaboral) do Ciclo de Estudos de IT optou-se, sempre que possível, por uma abordagem
comum.
Não sendo relevante e cingindo-se, apenas, ao domínio do pormenor, considerando os dois
Relatórios, há uma pequena inconformidade no item A.11.4.1 relativo à qualificação do docente
responsável pela qualificação do ciclo de estudos. Enquanto no Relatório Preliminar do Regime
Diurno o Responsável “Foi indicado e tem o perfil adequado” já no Relatório Preliminar do
Regime Pós-Laboral “Não foi indicado ou não tem o perfil adequado”. Em rigor, quer pelos
critérios definidos pela A3ES e pela argumentação deduzida ao longo dos Relatórios, quer pela
formação e grau académico do Diretor do Curso de IT a situação correta, salvo melhor opinião,
aponta para a constante no item A.11.4.1 do Relatório Preliminar do Regime Pós-Laboral.
No tópico 4.1.2. - “Os membros do corpo docente (em tempo integral ou parcial) têm a
competência académica e experiência de ensino adequadas aos objectivos do ciclo de
estudos.)” -, considerou-se como cumprida apenas “Em parte” a referida premissa. Esta
classificação, que nos parece atribuída por defeito, entra aparentemente em contradição com a
constatação transcrita na conclusão – “O corpo docente do ciclo de estudos é estável “ – não
refletindo o percurso profissional académico dos docentes, inegavelmente formativo per si,
onde muitos estão ligados à instituição desde a sua inauguração e, ainda mais relevante o
facto de oito docentes do Ciclo de Estudos terem uma longa carreira profissional, na Área da
Informação Turística. Representam percentualmente um acervo, de 24,2% do total dos
docentes, vital para a ligação ao mundo do trabalho. Não sendo este um requisito
eventualmente valorizado traduz, no nosso entendimento, de forma indiscutível o código
genético deste Ciclo de Estudos tendo assegurado a sua sustentabilidade até à atualidade e
viabilidade futura.
Foi igualmente classificada como “Em parte” a alínea 6.1.2. – “A estrutura curricular
corresponde aos princípios do Processo de Bolonha.”. Neste domínio e considerando a pronta
e rápida adesão, por determinação superior, à implementação do Processo de Bolonha na
ESHTE haverá seguramente melhorias a introduzir até pela inexistência pontual de legislação,
podendo dar-se como exemplo o enquadramento legal criado recentemente para o
reconhecimento de competências anteriormente obtidas. Tendo este processo virtudes
inegáveis, pela sua especificidade apela também a uma procura de eficiência contínua.
Considerando o friso cronológico desde a sua implementação até à atualidade, julgamos que
questões desta natureza merecerão ainda algum benefício da dúvida face a um processo de
aprendizagem, adaptação e de criação de legislação ainda em curso.
A alínea 6.1.3. – “Existe um sistema de revisão curricular periódica que assegura a
actualização científica e de métodos de trabalho.” –, foi classificada como “Em parte”. Neste
domínio e considerando o funcionamento da ESHTE importa sublinhar os espaços onde são
feitas, efetivamente, reflexões e recomendações sobre este domínio: Conselho TécnicoCientífico, Conselho Pedagógico, Comissão Pedagógica de Curso, Comissão Científica dos
Curso s e Reuniões das Áreas Científicas. Considerando o feedback destes Órgãos existe no
Ciclo de Estudos de IT um grupo informal de docentes, constituído pelo núcleo duro dos oito
docentes, anteriormente referidos, ligados ao exercício de profissões na área da Informação
Turística que conjuntamente com outros docentes com forte ligação ao Ciclo de Estudos
discutem e apontam diretrizes para o normal funcionamento deste Ciclo de Estudos. A
intervenção deste grupo destacou-se mais recentemente na implementação do Processo de
Bolonha e na última reestruturação curricular. Como referimos, este núcleo funciona num
conceito de task force tendo por base docentes com rotinas de trabalho, sustentadas numa
forte empatia profissional e pessoal, que independentemente do decurso do presente processo
de avaliação já havia demonstrado a intenção de fazer soar o “toque a reunir” relativamente a
uma análise prospetiva da última reestruturação curricular considerando que o seu primeiro
contingente concluiu o sexto semestre da sua formação no Ano Letivo que agora termina.
Foi igualmente classificada como “Em parte” a alínea 6.1.4. – “O plano de estudos garante a
integração dos estudantes na investigação científica e/ou actividades profissionais.”.
Consideramos que o plano de estudos cumpre na íntegra o presente objetivo, quer na
possibilidade de continuação dos estudos noutros Ciclos, quer na integração do mercado de
trabalho.
No item 6.2.8. alusivo às recomendações de melhoria da organização das unidades
curriculares é referido: “O Coordenador do Curso poderia ter um horário de atendimento
específico para tratar das questões relativas ao bom e efetivo funcionamento do curso para
garantir a coesão da sua estrutura curricular e a articulação do regime diurno e do noturno,
sobretudo às muitas saídas de campo e ao fim de semana.”. Entendemos a bondade desta
recomendação, no sentido de se fixar um horário de atendimento de discentes e docentes. O
estabelecimento deste canal poderá, no entanto, ficar aquém das expetativas. Vivemos numa
Sociedade da Informação sendo privilegiado o uso das novas tecnologias em detrimento do
contacto presencial. Importa ainda sublinhar as contingências inerentes à existência de um
Ciclo de Estudos, desta natureza, em Regime Pós-laboral onde as instituições (Museus,
Palácios, Fundações, etc.) não têm um horário de funcionamento noturno, como acontece
noutras latitudes, tendo essa s atividades de se realizar, obrigatoriamente, aos Sábados não
colhendo esta inevitabilidade o agrado de alguns discentes. Noutra perspetiva convém não
esquecer, igualmente, a doença crónica que afeta a ESHTE – não deter instalações próprias –
inviabilizando, também por esta via, a possibilidade de uma melhor adequação dos horários.
No item 6.3.5. – “Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.” –
referente às Metodologias de Ensino/Aprendizagem é mencionado: “Contudo, verifica-se uma
abordagem genérica e não existe referência a muitas metodologias de aprendizagem ativa,
como estudos de caso, visitas de estudos, orientação tutorial, entre muitas outras, bem como o
ensino que pode ser usado em sala de aula e inúmeras atividades extracurriculares.”. Sobre
esta recomendação e começando pelas atividades extracurriculares, numa perspetiva
institucional, gostaríamos de informar que a ESHTE tem privilegiado, ao longo da sua
existência, em sintonia com o Associativismo Académico, todo um conjunto de atividades
destacando-se as áreas do desporto e cultura. Assim, pode ser mencionada a Tuna, onde
participam vários discentes deste Ciclo de Estudos e a participação em Campeonatos
Universitários de diferentes modalidades desportivas por parte de Equipas da ESHTE e o
envolvimento em atividades do domínio do desporto de aventura promovidas por outro Ciclo de
Estudos - Gestão do Lazer e Animação Turística (GLAT) - existente na ESHTE.
Não querendo relegar para um plano secundário a realização de atividades extracurriculares,
consideramos como objeto essencial da nossa discordância, face à recomendação exarada, o
seguinte aspeto: “não existe referência a muitas (…) visitas de estudos (…) ”, embora em 6.2.8.
seja mencionado o contrário “ (…) sobretudo às muitas saídas de campo e ao fim de semana.”.
Tendo por referência os diferentes Ciclos de Estudos de Turismo existentes na ESHTE e,
eventualmente, em instituições congéneres atrever-nos-íamos a firmar que IT a não ser o Ciclo
de Estudos com maior número de visitas de estudo estará, seguramente, no patamar daqueles
que detém uma maior componente deste tipo de atividades. Os discentes do Ciclo de Estudos
de IT realizam ao longo do seu percurso académico, considerando apenas para o efeito as
unidades curriculares ligadas à Prática Profissional, dezoito walking tours e oito bus tours - dois
têm a duração de cinco/seis dias (Norte/Centro e Sul de Portugal Continental) e cinco em
regime de full day. Salientamos que os custos de deslocação e alojamento, inerentes aos bus
tours, são integralmente assegurados pela ESHTE tendo este esforço, por via do investimento
realizado, um retorno proporcional traduzido na aquisição de melhores competências pelos
discentes do presente ciclo de estudos. Facto reconhecido, em abono da verdade, pelo trade.
Concluída uma análise de carácter mais pontual serão abordadas seguidamente as três
questões de fundo referenciadas como estruturantes relativamente à avaliação e
recomendações constantes nos presentes Relatórios Preliminares.
Em A.11.3.2. é referido “A designação do ciclo de estudos parece desadequada em função das
principais áreas científicas do plano de estudos. Sugere-se que o enfoque na área do Turismo
seja referido a par das outras 2 componentes importantes numa formação sólida para a
qualificação de um profissional em informação turística, valorizando as diversas vertentes
(social e cultural, comunicação e línguas).”. Sobre esta recomendação cumpre-nos explicitar
que a ESHTE é pela sua essência uma Escola Superior de Turismo onde todas as formações
lecionadas, nos diferentes Ciclos de Estudo, estão diretamente ligadas a esta atividade
económica. Assim, considerando esta especificidade, incontornável, nunca foi sentida pela
comunidade académica da ESHTE a necessidade de afirmar a suas valências numa lógica de
destacar o traço mais homogéneo e, óbvio da sua génese. Neste sentido, tendo presente a
complexidade e exigência deste setor vital para a economia portuguesa foi sempre privilegiado,
como desígnio prioritário, o reforço da componente prática, fortemente articulada com o mundo
do trabalho, plasmada na componente de Técnicas de Aplicação e Tecnologias.
Nas Conclusões é feita a seguinte referência: “O corpo docente do ciclo de estudos é estável,
embora não cumpra todos os requisitos legais por falta de corpo docente próprio e suficiente
com doutoramento e/ou título de especialista, sobretudo nas áreas predominantes do ciclo de
estudos. Parece não ter havido a necessária preocupação, por parte da instituição, em apostar
na formação e qualificação dos docentes, nem na contratação de doutores e/ou especialistas
nas áreas principais do ciclo de estudos.”.
Será considerada para a nossa argumentação a Distribuição de Serviço Docente para o Ano
Letivo de 2013/14, aprovada pelo Conselho Técnico-Científico (CTC) da ESHTE. Basearemos
o fundamental da nossa exposição, no Regime Diurno do Curso de IT uma vez que o Regime
Pós-Laboral só terá em funcionamento a turma do terceiro ano, enformando uma situação
atípica, em consequência da suspensão de abertura de novas vagas para este Regime.
Estamos convictos do cumprimento no disposto da Tabela 2 referente à composição percentual
mínima do corpo docente e investigador (ensino politécnico) constante no documento da A3ES
– “Critérios de Qualificação de Pessoal Docente para Acreditação de Ciclos de Estudos” – de
Setembro de 2012.
No próximo Ano Letivo o Regime Diurno do Curso de IT terá ao seu serviço 33 docentes; 31
prestarão a sua atividade docente em regime de tempo integral (93,9%); destes, dois detêm o
título de especialista (6,4%), 10 são doutorados (32,2%) e 7 reúnem condições de candidatura
ao título/equiparados a especialistas pelo CTC (22,5%). Neste domínio entendemos que a
ESHTE, nos últimos anos e dentro das suas possibilidades, tem promovido a valorização dos
seus recursos humanos junto do presente Ciclo de Estudos. O que se pode comprovar,
anualmente, pelo número de novos doutorados e especialistas.
Relativamente à “falta de corpo docente próprio e suficiente com doutoramento e/ou título de
especialista, sobretudo nas áreas predominantes do ciclo de estudos.” Reconhecemos que,
embora os graus académicos possam estar afetos a outras áreas científicas ou congéneres ao
turismo, os docentes têm desenvolvido, quer nos temas das suas teses, quer ao longo do seu
percurso profissional linhas de trabalho (publicações, comunicações, elaboração de estudos,
trabalhos de consultadoria e orientação de trabalhos académicos) afetas às temáticas da
constelação do turismo. Contudo, entendemos que a produção científica possa,
desejavelmente evoluir, quantitativamente, sobretudo com trabalhos editados nas publicações
internacionais de maior escrutínio científico.
Finalmente a referência ao perfil técnico-científico, definido pela A3ES, para o Diretor de Curso
do Ciclo de Estudos de IT: “O Coordenador de curso não possui doutoramento nem o título de
especialista, não cumprindo assim os requisitos legais. Também não é reconhecido pelo CTC
da ESHTE em condições de atribuição do título de especialista pelos critérios A3ES no âmbito
do curso de Informação Turística. Possui experiência docente relevante na área de
Planeamento Turístico, que não é uma das 2 áreas científicas predominantes do ciclo de
estudos em apreço e leciona UC neste ciclo de estudos.”. Neste domínio, tal como expresso
oralmente na reunião do Diretor de Curso com a CAE, a procura da melhor solução servindo os
interesse s do Ciclo de Estudos de IT e da ESHTE, será imediata pelo acervo de recursos
humanos existente em IT. Na prossecução deste objetivo, prevemos para o próximo Ano Letivo
a nomeação de um novo Diretor de Curso que detenha os requisitos exigidos para o exercício
da função.
Regarding pronunciation right on the ACEF/1112/24422 — preliminary report and
ACEF/1112/25282 — preliminary report of the study cycle Tourist information (IT) at ESHTE,
drawn up by the A3ES Commission of external evaluation (CAE), we reinforce that, as
expressed in the Director's meeting with CAE: "an evaluation done by someone outside the
institution should be seen as an opportunity, it’s a positive factor". It should be noted that this
realisation is not supported by any circumstantial deference or polite attitude, but only on the
understanding that an external evaluation, guided by rigor of objectivity, producing a
constructive criticism could contribute to the achievement of the best results at institutional level.
Reading the preliminary reports infer a set of detailed discussions directly related to the
operation of the course of study and three major areas/critical cross-cutting lines, to the grounds
of the CAE, which mark also presence in the "conclusions".
Face of all the reflections and criticisms made by the CAE, which deserved our best attention,
will be made a pronunciation based on those in which there was, eventually, opportunity to
contextualise or clarify better. There is a natural overlap of goals, curriculum and faculty
between the two Regimes (daytime and post labour) of the study cycle of IT we decided to,
whenever possible, by a common approach.
Not being relevant and sticking, just, to the domain of detail, considering both reports, there's a
little nonconformity in item a. 11.4.1 on qualification of the teaching staff responsible for the
study cycle. While the preliminary report of the daylight operation charge "was nominated and
has the right profile" already in the preliminary report of the Post Labour "was not indicated or
do not have the right profile". Strictly speaking, whether by criteria defined by A3ES and
argumentation deducted over the reports, either by training and academic degree of the course
Director of IT the correct situation, except better opinion, points to the constant in item a.
preliminary report 11.4.1 graduate Scheme.
4.1.2 topic. -"Faculty members (full-time or partial) have academic competence and appropriate
teaching experience to the objectives of the study cycle.)" -It is considered as fulfilled only
"partly" this premise. This classification, which seems to us assigned by default, apparently at
odds with the evidence transcribed in conclusion – "the study cycle's academic body is stable" –
reflecting the academic career path of teachers, undeniably formation itself, where many are
linked to the institution since its beginning and, even more relevant the fact that eight teachers
of the course have a long professional career in the field of tourist information. Represent a
percentage of 24.2% of the total number of teachers, vital for connection to the market. This is
not a eventually valued requirement but it translates that, there is no way the genetic code of
this course having been ensured its sustainability to the present and future viability.
It was also classified as a "partly" to paragraph 6.1.2. -"The curricular structure corresponds to
the principles of the Bologna process.". In this area and considering the prompt and quick
superior accession, the implementation of the Bologna process in ESHTE, certainly there will be
improvements to be made up by the lack of specific legislation, and may give as an example
recently created the legal framework for the recognition of previously acquired skills. Taking
these undeniable virtues, for its specificity also calls for a search for efficiency. Considering the
timeline since its implementation up to the present time, we believe that issues of this nature will
still benefit of the doubt in the face of a process of learning, adaptation and creation of
legislation still under way.
Paragraph 6.1.3. -"There is a system of periodically curricular review that ensures the scientific
update and work methods."-was classified as "In part". In this area and considering the
functioning of ESHTE matter underline the spaces where they are made, in fact, reflections and
recommendations on this domain: scientific-technical Council, Educational Council, pedagogical
Committee, Scientific Committee of the courses and meetings of Scientific Areas. Considering
the feedback of these organs there is in the IT course an informal group of teachers, the hard
core of eight teachers, previously referred to, linked to the exercise of professions in the area of
Tourist Information in conjunction with other teachers with strong connections to the cycle of
Studies that discuss and suggest guidelines for the normal functioning of this course. The
intervention group was most recently called in the implementation of the Bologna process and
the last restructuring curriculum. As mentioned, this nucleus works on a concept of teaching
based on task force with work routines, sustained a strong professional and personal empathy,
that regardless of the course of this evaluation process had already demonstrated the intention
to make the "Call" for an analysis of the complexity of the work last curricular restructuring
whereas its first contingent completed the sixth semester of their training in the school year that
ends now.
It was also classified as a "partly" paragraph 6.1.4. -"The study plan ensures the integration of
students in scientific research and/or professional activities." We believe that the study plan
meets this objective in its entirety, or in the possibility of continuation of studies in other cycles,
or in labour market integration.
6.2.8 item. depicting the recommendations to improve the Organization of curricular units is
referred to: "the course could have a specific opening hours to deal with the issues related to
good and effective functioning of the course to ensure the cohesion of its curricular structure
and the articulation of the daytime and nighttime regime, especially to the many field trips and
weekend.". We understand the goodness of this recommendation, in order to secure a service
for students and teachers. The establishment of this channel may, however, fall short of
expectations. We live in an information society being privileged the use of new technologies at
the expense of face-to-face contact. It should also underline the contingencies associated with
the existence of a cycle of studies, graduate employment arrangements where the institutions
(museums, palaces, foundations, etc.) do not have a night hours, as happens in other latitudes,
these activities to perform, on Saturdays not reaping this inevitability the satisfaction of some
students. Another perspective let us not forget, also, the chronic disease that affects the ESHTE
– do not have own facilities-making, also by this route, the possibility of a better match of
timetables.
In item 6.3.5. -"Evidence to support the compliance rating ticked."-referring to the
teaching/learning Methodologies is mentioned: "However, there is a generic approach and there
is no reference to many active learning methodologies, such as case studies, study visits,
orientation, tutorial, among many others, as well as the education that can be used in classroom
and extracurricular activities." On this recommendation and starting with extracurricular
activities, in an institutional perspective, we would like to inform you that the ESHTE has been,
throughout its existence, in keeping with the Academic Associations, a whole series of activities
highlighting the areas of sport and culture. So, it can be mentioned the Tuna, where several
students participate in this cycle of studies and participation in different University Sports
Championships by Teams of ESHTE and involvement in activities of adventure sport promoted
by another cycle of studies- Leisure Management and Tourism Entertainment (GLAT)-on
ESHTE.
Unwilling to relegate to a secondary plan extracurricular activities, we consider as essential
object of our disagreement, in view of the recommendation made, the following aspect: "there is
no reference to many (...) study visits (...) "Although in 6.2.8. be mentioned otherwise "(...)
especially to the many field trips and weekend. ". With reference to the various cycles of tourist
Studies in ESHTE and eventually in institutions we would need to establish that IT isn’t be the
course of study with the largest number of study visits there will be, certainly, o those who holds
a major component of such activities. The students of the course of IT perform throughout their
academic career, considering only the curriculum units related to professional practice, eighteen
walking tours and eight bus tours-two have five/six days (North/Central and southern Portugal
Continental) and five on a full day. We would like to point out that the costs of travel and
accommodation, inherent to bus tours, are fully insured by ESHTE having this effort, by means
of investment, a proportional return translated in the acquisition of skills by the best students of
this course of study. Recognised by trade.
Completed a more punctual analysis we will address the three substantive issues referred to as
on the structural evaluation and recommendations contained in the present preliminary reports.
In a. 11.3.2. is referred to "the designation of the study cycle seems inadequate in the light of
the main scientific areas of study plan. It is suggested that the focus in the area of tourism is
referred to the other 2 important components in a solid training for the qualification of a
professional tourist information, highlighting the various aspects (social and cultural
communication and languages). ". On this recommendation we should clarify that the ESHTE is
by essence a Tourism school where all the formations taught, in different study Cycles, are
directly linked to this economic activity. So, considering this inescapable specificity, has never
been felt by the academic community the need to affirm the ESHTE their valances to highlight
the more uniform and obvious trait of its genesis. In this regard, bearing in mind the complexity
and requirement of this vital sector for the Portuguese economy has always been privileged, as
a priority, strengthening design of practical component, strongly linked to the world of work,
reflected in Technical application and component technologies.
The conclusions are made the following reference: "the study cycle's academic body is stable,
although it does not comply with all legal requirements for lack of proper and sufficient faculty
with PhD and/or title of specialist, especially predominant areas of the study cycle. There does
not appear to have the necessary concern, from the institution, focusing on training and
qualifications of teachers, or the hiring of doctors and/or specialists in key areas of the study
cycle. "
It will be considered for our argumentation on distribution of Teaching Service for the school
year to 2013/14, adopted by the scientific and technical Council (CTC) of ESHTE. We will base
the fundamental argumentation in the day schedule, IT since the Post Labour will only have the
third-year class, being an atypical situation, as a result of the suspension of opening new
vacancies for this period.
We are convinced of the fulfillment of the provisions of the table 2 concerning the minimum
percentage composition faculty and researcher (Polytechnic) in constant A3ES-"teaching staff
qualification criteria for accreditation of education"-September 2012.
In the next school year the IT day course will have 33 teachers at service; 31 will provide its
teaching activity in a full-time regime (93.9%); of these, two have the title of specialist (6.4%), 10
PhDs (32.2%) and 7 gather the application conditions for the title/assimilated by the CTC as
experts (22.5%). In this regard we believe that the ESHTE, in recent years and within its
possibilities, has promoted the development of its human resources along this course of study.
What can be seen, annually, by the number of new doctorates and specialists.
With regard to the "lack of proper and sufficient faculty with PhD and/or title of specialist,
especially predominant areas of the study cycle." We recognize that, although the academic
degrees may be affects the other scientific areas or tourism counterparts, the teachers have
developed either in the themes of their theses, either over your career lines of work
(publications, reports, studies, consultancy work and guidance of academic work) affected the
themes of tourism constellation. However, we believe that the scientific production will hopefully
evolve, quantitatively, especially with works edited in international publications of greater
scientific scrutiny.
Finally the reference to scientific and technical profile, defined by A3ES, to the Director of the
study cycle's Course of IT: "the Coordinator does not have PhD or the title of specialist, thus
fulfilling the legal requirements. Also is not recognized by the CTC of ESHTE on conditions for
the award of the title of specialist by A3ES criteria within the framework of the course of tourist
information. Relevant teaching experience in the area of Tourism Planning, which is not one of
the 2 main scientific areas of study in this cycle and teaches one UC in this course of study. ". In
this field, as expressed verbally at the meeting of the Director with the CAE, the search for the
best solution serving the interests of the study cycle of IT and will immediately acquits ESHTE of
existing human resources in IT. In pursuit of this goal, we anticipate for the next school year the
appointment of a new Director of Course holding the requirements for the exercise of the
function.
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