SEMINÁRIO SOBRE
GRC - GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS
Artur Neves - cel. (+55 11) 9838.7803
[email protected]
Wilson Carnevalli Filho – cel. (+55 11) 7270 .1338
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC
- Artur Neves
[email protected]
Novembro de 2010
1
Organização temática e “ construção do conhecimento”
■ Parceria entre o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) e o
Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC);
■ Abordagem temática e “ Construção do Conhecimento Coletivo” sobre GRC.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
2
Tema presente na mídia.
O tema Riscos não é novo, nem em Moçambique ou no mundo.
Temas associados a Riscos são apresentados pela mídia de forma inédita.
Bernard Madoff
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
3
Exemplo histórico de “soluções “ e “ motivações”
Companhia Holandesa das Índias Orientais
Em 1669, a VOC era a mais rica companhia privada do mundo, com
 150 navios mercantes,
 40 vasos de guerra,
 50.000 funcionários,
 um exército privado de 10.000 soldados, e
 distribuição de dividendos de 40% ao ano.
Fundada em 1602 em Amsterdam
■ Propriedade dividida em ações
■ Todos os acionistas com direito a voto
■ Divisão de lucros regulada por contrato
■ Sistema de prestação de contas
■ Dividendos anuais de 18% por cerca de 200 anos
■ Faliu em 1800.
■
Sede da empresa em Amsterdam
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
4
Exemplo histórico de “soluções “ e “ motivações”
Companhia Holandesa das Índias Orientais
Em 1669, a VOC era a mais rica companhia privada do mundo, com
 150 navios mercantes,
 40 vasos de guerra,
 50.000 funcionários,
 um exército privado de 10.000 soldados, e
 distribuição de dividendos de 40% ao ano.
Fundada em 1602 em Amsterdam
■ Propriedade dividida em ações
■ Todos os acionistas com direito a voto
■ Divisão de lucros regulada por contrato
■ Sistema de prestação de contas
■ Dividendos anuais de 18% por cerca de 200 anos
■ Faliu em 1800.
■
Sede da empresa em Amsterdam
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
5
Questões sobre governança corporativa
Qual a sua opinião;
A maior falência da história aconteceu em 15 de setembro de 2008.
Ocorreu no banco Lehman Brothers, que existia há 158 anos e tinha
ativos estimados de US$ 640 bilhões.
A governança corporativa da instituição é apontada como a maior
responsável.
Certo?
Errado?
Baseado em case do Prof. Ricardo P. C. Leal © 2007
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
6
Resposta;
X
Correto
A maior falência da história aconteceu em 15 de setembro
de 2008 no banco Lehman Brothers .
O CEO Richard Fuld recebeu remuneração de US$ 480
milhões em 8 anos
O modelo de Governança Corporativa adotado no Lehman Brothers foi
apontado como uma das causas de sua falência.




Sistema de remuneração com incentivo a tomada de risco;
Conflitos de interesse presentes nos comitês de auditoria, risco e remuneração;
Falta de conhecimento, experiência e independência do conselho; e
Omissão dos acionistas na fiscalização dos administradores.
Baseado em case do Prof. Ricardo P. C. Leal © 2007
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
7
Questões sobre governança corporativa
Qual a sua opinião;
No mundo, cerca de 120 países já desenvolveram códigos de
boas práticas de Governança Corporativa para uso voluntário
pelas empresas.
Todos os 27 países da União Européia tem seu próprio código.
Certo?
Errado?
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
8
Resposta;
X
Correto
120 países desenvolveram códigos de boas práticas.
Os 27 países da União Européia tem seu próprio código.
OECD Principles of Corporate Governance and their implementation.
Regional roundtables and programmes provide key forums for
dialogue with non-OECD economies.
Permanent URL: www.oecd.org/daf/corporate/principles
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
9
O conceito de risco permite duas abordagens
Assim gerir riscos é uma atividade decorrente da boa GOERNAÇÃO
A abordagem técnica e preventiva versus “ nossos desejos”
A oportunidade
A ameaça
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Crenças e desejos
Artur Neves – Novembro de 2010
10
Diagnóstico comum em muitas empresas
O compartilhamento de responsabilidades e tarefas, favorecem a
busca do “ótimo isolado” pela gestão do risco na sua individualidade.


GRC como uma abordagem integradora – Consistente e de transparência.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
11
O modelo de administração “dono – gestor”
Neste modelo o “ empreendedor” tem pleno domínio da exposição a
riscos que deseja e do controle sobre as variáveis externas e internas.
Empreendedor
Comercial
Finanças
Planejamento, Organização,
Comando, Decisão e Controle
Operações
Processos de Negócio e Atividades
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
12
O modelo com princípios de Governança Corporativa
Quando o negócio è sofisticado a “ Governanção” e a Gestão de Riscos tem papel
relevantes no negócio.
Sócios – AGO / E
Auditoria
Independente
Conselho de
Administração
Conselho
Fiscal
Auditoria
interna
“Administradores”
Comercial
Finanças
Operações
Processos de Negócio e Atividades
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
13
O Caráter evolutivo do conceito de Riscos
IBGC - Trata-se da definição do conjunto de eventos, externos ou
internos, que podem impactar os objetivos estratégicos da
organização, inclusive os relacionados aos ativos intangíveis (*) .
É importante ressaltar que sempre existirão riscos desconhecidos
pela organização. O processo de identificação e análise geral de
riscos deve ser monitorado e continuamente aprimorado.
(*) “Ativos intangíveis” podem ser entendidos como os ativos e métodos
responsáveis pela diferença entre o market value (valor de mercado) e o book
value (valor contábil) da organização.
Exemplos: carteira de clientes, reputação, relacionamentos, imagem,
processos, capacidade de inovação, softwares, marcas e patentes, direitos
autorais, licenças, concessões, pesquisa e desenvolvimento, etc.
Fonte; Manual de riscos IBGC
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
14
.... Metodologias permitem reduzir “ o desconhecimento”
Dicionário de
Riscos (DR)
Informações para
Tomada de
Decisão
Operacional
• Relação com
Acionistas
• Disponibilidade
de Recursos e
Financiamento
Pessoal
Pessoal
• Recursos
Humanos
• Limite de
Autoridade
• Terceirização
• Comunicação
Operacional
• Fraude
• Obrigações
Regulamentares
• Político
• Conduta Antiética
Processo
Processo
• Satisfação do
cliente
• Eficiência
• Canais de
Distribuição
• Aderência às
Regras
• Interrupção de
Negócio
• Meio Ambiente
• Saúde e
Segurança
• Perdas
• Falha de Serviço
Tecnologia
Tecnologia
• Acesso e
Segurança das
Informações
• Infra-estrutura
• Disponibilidade
• Obsolescência
• Legal
Financeiro
Financeiro
• Taxa de Juros
• Câmbio
Estratégicas
Estratégicas
• Indicadores
Estratégicos
• Integridade
• Liquidez
• Inadimplência
Financeiras
Financeiras
Gestão
Integrada
de Riscos
• Inf. Contábeis /
Gerenciais
• Fiscal
Apoio /Suporte
• Concorrência e
Mercado
Operação
Riscos Internos
Riscos Externos
Operacionais
Operacionais
• Obrigações
Contratuais
• Precificação
• Indicadores de
Desempenho /
Risco
D
e
s
e
n
v
o
l
v
i
m
e
n
t
o
d
e
P
r
o
d
u
t
o
s
e
S
e
r
v
i
ç
o
s
C
o
m
p
r
a
s
V
e
n
d
a
s
E
s
t
o
q
u
e
s
L
o
g
í
s
t
i
c
a
P
a
g
a
m
Tecnologia
da Informação
e
n
t
Fiscal
o
s
R
e
l
a
c
i
o
n
a
m
e
n
t
o
c
o
m
o
C
l
i
e
n
t
e
(
A
t
e
n
d
e
r
e
Ativos Fixos (Imobilizado)
M
a
n
Administração Financeira (Tesouraria) t
e
r
Desenvolvimento Organizacional / Folha de Pagamento
)
F
a
t
u
r
a
m
e
n
t
o
e
C
o
b
r
a
n
ç
a
Jurídico / Regulamentação
Ambiental
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
Terceirização
Comunicação
Fraude
Conduta Anti-ética
Satisfação do Cliente
Eficiência
Canais de Distribuição
Aderência às Regras
Interrupção de Negócio
Meio Ambiente, Saúde e Segurança
Obsolêscencia / Perdas
Falha de Serviço / Produto
Infra-estrutura
Disponibilidade
Taxa de Juros
Câmbio
Liquidez
Inadimplência
Indicadores Estratégicos
Informações Contábeis/ Gerenciais
Fiscal
Obrigações Contratuais
Precificação
Indicadores de Desempenho/ Risco
2
2
1
2
2
Definição de Estratégias
2
Vendas
2
2
Compras / Recebimentos / Contas a
Pagar
3
3
1
2
3
2
3
3
2
2
2
2
2
2
2
Faturamento e Contas a Receber
Tecnologia da Informação
3
2
3
2
2
3
3
2
2
2
2
2
1
2
3
3
3
3
3
2
3
3
2
2
2
2
2
3
2
3
Ativos Fixos (imobilizado)
2
2
2
2
2
2
2
2
3
3
2
1
3
3
2
2
2
3
2
2
3
3
3
2
2
Tesouraria
1
3
1
2
Jurídico / Fiscal e Tributário
3
2
2
3
3
2
2
3
3
2
1
2
2
2
2
2
2
3
3
3
3
2
1
2
3
2
2
2
2
2
Gestão de Riscos e Controles
2
2
3
2
2
2
2
1
2
3
2
2
Recursos Humanos / Folha de
Pagamento
Estabelecer Prioridades
2
2
2
2
Classificação do Processo
6
Integridade
5
Acesso e Segurança da Informação
4
Limite de Autoridade
3
Recursos Humanos
2
Legal
OPERACIONAIS
Político
FINANCEIRAS
Regulamentação
ESTRAT
1
Controladoria (Relatórios Financeiros e
Contábeis)
Processos de Suporte
FINANCEIRO
Disponibilidade de Recursos e
Financiamento
TECNOLOGIA
Relações com Acionistas
OPERACIONAL
Concorrência e Mercado
Processos de Operação
PESSOAL
Avaliação do Risco para o Negócio
INFORMAÇÕES PARA
TOMADA DE DECISÃO
INTERNOS
EXTERNOS
2
3
3
2
2
2
1
2
2
2
2
3
3
3
2
2
2
Identificar e quantificar os riscos
Estabelecer Monitoramento
Propor Planos de mitigação
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
15
METODOLOGIA - pragmática de 5 etapas.
1
Objetivos Estratégicos e Risco
4
Avaliar e Tolerância ao Risco

Parâmetros dos indicadores

Valor do Risco Corporativo

2
Identificar Riscos



Riscos identificados pela administração
Levantamento de eventos e Indicadores do negócio.
Business Impact Analisys - informações críticas (origens, meios,
formatos e sistemas utilizados para trafegar e armazenar)
5
3
Ranking Riscos
Monitorar e Responder
TERMINAR
Categoria e Tipificação
TRANSFERIR




Decisão
estratégica de
evitar o risco
TOLERAR
TRATAR


Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Passar o risco
para outrem
(seguros)
Aplicar os
4 T´s da
gestão de
riscos
Aceitar o risco
e efeitos
Artur Neves – Novembro de 2010


Estabelecer controles
minimizar impactos
16
Exemplo; Identificação de riscos nas três camadas
Riscos na Cadeia de Valor
Matriz de Riscos Corporativos
Riscos nos Processos (Macro-Processos)
Riscos nas Atividades
Repositório
Bco de dados
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
17
A tolerância ao risco
Desdobramento nos níveis gerenciais
“Gestão de risco x Geração de valor”.
Custos da Gestão
de Riscos
•
Limite inferior
ao apetite de
risco
#
•
Limite superior
ao apetite de
risco
•
# - Elasticidade de exposição ao risco
Custos Associados à prevenção de
ocorrência de Riscos
•
Custos Associados à probabilidade
de ocorrência de Risco
0%
MT $ ou % de mitigação de riscos
Disponibiliza aos gestores instrumentos que os permitam:




Assumir riscos numa perspectiva de negócios (negociado e sem surpresas)
Tomar decisões numa ótica de risco x retorno
Comprometer e responsabilizar os agentes tomadores de decisão
Criar valor tangível a partir de uma gestão consciente de riscos
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
18
Wilson Carnevalli Filho
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC
- Artur Neves
Novembro de 2010
19
O que vem à mente quando se fala em Risco?
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
20
Riscos e Estratégias de Crescimento: Exemplo
Empresa com boa geração de caixa e sólida posição de
mercado define seguintes Diretrizes Estratégicas:

Crescimento de 100% em 5 anos

Internacionalização

Mercado doméstico: Orgânico

Mercado Externo: Aquisição

Equity/Debt máximo de 60/40.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
21
Empresa entra em situação de stress. O que fazer se:.....





Aparecer uma grande oportunidade e o valor do ativo está
alto?
Investimentos não performarem?
Taxas subirem? Mercados cairem?
Novo entrante no mercado doméstico?
Nova tecnologia?
Reduzir metas? E os executivos?
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
22
Risco pode ser impopular mas . . .
. . . é vital quando se está no LIMITE.
SEGURO OU HEDGE
CUSTOS MAIORES
MENOR EXPOSIÇÃO
PERDA
OPORTUNIDADE
DIVERSIFICAÇÃO
RETORNOS MENORES
ALIANÇAS, JV,
PARCERIAS
MAIOR
COMPLEXIDADE
Porque garante estabilidade, perenidade e
além disso identifica oportunidades.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
Pode se ter várias visões sobre risco....
VISÃO FINANCEIRA
VISÃO OPERACIONAL
Risco de crédito

Risco de Mercado

Risco de Taxas




ESTRATÉGICA
Perda operacional

Modelo de Negócio
Acidentes

Ambiente
Regulamentos
Fraudes

....mais do que a visão Integrada é a Sistêmica que
fará a diferença.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
Metodologia: COSO
Objetivos
Âmbito de
Aplicação
Ambiente Interno
Resposta ao Risco
Nível de Entidade
Avaliação de Riscos
Divisão
Componentes
Subsidiárias
Identificação de Riscos
Unidade de Negócio
Definição de Objetivos
Atividades de Controle
Informação e Comunicação
Monitoramento
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
25
Que tem sofrido críticas após crise, pois:




Lehman Brothers adotava modelo.
Bank of America também.
Muito foco nos processos internos desvia atenção.
Goldman Sachs é um bom exemplo: identificou desvios
e reduziu exposição a tempo
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
26
Identificação das fontes de Riscos numa
Perspectiva de Negócios
Novos
Entrantes
Fornecedores
Compradores
Substitutos
Atividades de Suporte
“Compartilhadas”
O modelo de “Cadeias de Valor de Porter” permite apresentar o Modelo de
GRC na ótica de competição e capacidade de geração de valor.
Infra-Estrutura da Empresa
Gerenciamento de Recursos Humanos
Desenvolvimento de Tecnologia
Receitas e Finanças
Suprimentos
Logística
Externa
Logística
Operações
Interna
1
Gestão dos
Riscos Financeiros
2
Gestão dos
Riscos Operacionais
Marketing
&
Vendas
Margem de contribuição
da cadeia de valor
Serviços
Gestão dos 5
Riscos de Natureza
Corporativa
Atividades Primárias
“Core”
3
Gestão dos
Riscos da Gestão
de Pessoas
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Gestão dos 4
Riscos da Cadeia
de Suprimentos
Artur Neves – Novembro de 2010
27
Etapas básicas do processo.
Monitorar
e
Reportar
Implantar
ações
Comunicação
e
Aprendizado
Identificar
Avaliar
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
Sintomas de que algo está errado.






Surpresas constantes.
Agenda do CAD com temas operacionais.
Justificativas demais , resultados de menos.
“Estratégia”= projeção do passado.
Nenhuma Inovação só melhorias.
.......
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
29
O QUE TIRA O SONO DO CONSELHEIRO?






Como posso contribuir num negócio que não conheço?
Os executivos estão com a visão correta?
Os Planos propostos vão nos levar aos objetivos?
Estamos realmente fazendo melhor que nossos
concorrentes?
Que surpresas podemos ter?
............
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
30
É o PENSAR ESTRATÉGICAMENTE . . .
. . . do Conselheiro que fará diferença
PLANEJAMENTO
PENSAMENTO
Set- Out.
Jan- Dez.
Plano Diretivo.
Plano Orientador.
Orçamento e Iniciativas
definidas.
Orçamento e Iniciativas
definidas.
Pouca Flexibilidade.
Flexibilidade.
Negligenciar novas
iniciativas.
Espaço para novas
iniciativas.
Comunicação
Unidirecional.
Fóruns de debate e
comunicação.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
. . . É um debate APAIXONANTE.
■ Parceria entre o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) e o
Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC);
■ Abordagem temática e “ Construção do Conhecimento Coletivo” sobre GRC.
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC.
Artur Neves – Novembro de 2010
32
OBRIGADO!
Artur Neves - cel. (+55 11) 9838.7803
[email protected]
Wilson Carnevalli Filho – cel. (+55 11) 7270 .1338
Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC
- Artur Neves
[email protected]
Novembro de 2010
33
Download

Apresentação do PowerPoint