JB NEWS
Informativo Nr. 1.747
Filiado à ABIM sob nr. 007/JV
Editoria: IrJeronimo Borges – JP-2307-MT/SC
Editado em Melbourne - Austrália
Loja Templários da Nova Era nr. 91:
10 anos de Cultura, Glória e conquistas
Saudações, Prezado Irmão!
Índice do JB News nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Fuso horário: 13 horas a + que Brasília (GMT + 10)
Bloco 1 -Almanaque
Bloco 2–Opinião: IrJuarez de Oliveira Castro – Foco & Ação
Bloco 3-IrPaulo José Fiamoncini – Hermes Trismegisto
Bloco 4-IrHumberto Borges – O Simbolismo da Maçonaria
Bloco 5-IrSérgio Quirino Guimarães – Que tal um pouco de vergonha maçônica
Bloco 6 - Nossas Lojas
Bloco 7-Destaques JB –
Pesquisas e artigos desta edição:
Arquivo próprio - Internet – Colaboradores
– Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e
www.google.com.br
Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste
informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 2/23
1 – Almanaque
Hoje é o 194º. dia do Calendário Gregoriano – Lua Quarto Minguante
Faltam 171 para terminar 2015.
Dia do Engenheiro Sanitaristae dia Internacional do Rock
Se não deseja receber mais este informativo ou alterou o seu endereço eletrônico,
por favor, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem
LIVROS
Autor: Hercule Spoladore
hercule_spolad@sercomtel.com.br
EVENTOS HISTÓRICOS
Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas









1793 - A monarquista Charlotte Corday entra na casa do líder revolucionário francês Jean-Paul Marat,
assassinando-o enquanto ele está na banheira.
1878 - O Tratado de Berlim torna a Sérvia completamente independente.
1917 - Ocorre a terceira das seis aparições da Virgem Maria às três crianças de Fátima, Portugal.
1930 - O Francês Lucien Laurent marca o primeiro gol da história das Copas do Mundo FIFA.
1939 - Frank Sinatra grava seu primeiro disco.
1945 - Segunda Guerra Mundial - Projeto Manhattan: A primeira arma nuclear da História (nome de
código Trinity) é montada no deserto de Alamogordo (Novo México).
1968 - A brasileira Martha Vasconcellos é eleita Miss Universo.
1977 - Um blecaute deixa a cidade de Nova York no escuro por 25 horas. A polícia prende cerca de 3 mil
pessoas sob suspeita de saque.
1985
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 3/23






Realização do Live Aid, combinação de artistas lendários da música pop e do rock mundial em prol
dos famintos da Etiópia.
 Sergey Bubka é o primeiro atleta a superar a marca de seis metros no salto com vara.
1990
 Instituído no Brasil o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei N° 8069/90.
1992 - Yitzhak Rabin assume o cargo de primeiro-ministro de Israel. No ano seguinte ele assinaria
um acordo de paz com o líder palestino Yasser Arafat, em Washington.
2007 - Cerimônia de abertura dos Jogos Pan-americanos de 2007.
2008 - A venezuelana Dayana Mendoza é eleita Miss Universo.
2014 - A Seleção Alemã de Futebol conquista o tetracampeonato da Copa do Mundo.
Fatos maçônicos do dia
Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
1822
1913
1925
por proposta de José Bonifácio, D. Pedro é iniciado na Maçonaria, na loja Comércio e Artes, e logo elevado ao
grau de Mestre Maçom. Enquanto isso, crescia em todo o Brasil, o movimento pela Independência, encabeçado
pelos maçons.
Fundação da Loja Libertadora Acreana nr. 04 ao Oriente de Tarauacá (GLEAC)
1985
Ir Mário Martinho de Carvalho Behring renuncia o cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil.
Fundação da Loja Mensageiros da Liberdade nr. 2513, de Goiânia, (GOEG/GOB)
2001
Fundação da Loja Fraternidade Alcantarense nr. 3393, de São Pedro de Alcântara (GOB/SC)
Visite o site da Loja
Professor Mâncio da Costa nr. 1977
Site da Loja Prof. Mancio da Costa
www.manciodacosta.mvu.com.br
Florianópolis
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 4/23
2 – Opinião – Foco & Ação
Juarez de Oliveira Castro
Ir Juarez de Oliveira Castro
MM Instalado da Loja Alferes Tiradentes nr. 20
(48) 9983-1654 (Claro) - (48) 9801-9025 (TIM)
juacastr@gmail.com
O Venerável Mestre de Honra de uma Loja Simbólica é um mestre privilegiado em razão de
ter a vantagem especial de, em todas as Sessões Maçônicas de sua Loja, realizar o
Cerimonial de Abertura do Livro da Lei. Este procedimento é válido para as Grandes Lojas.
Queria descrever aqui o que se sente, quando dois Diáconos e o Mestre de Cerimônias
fazem o pálio e ele toma em suas mãos o Esquadro e o Compasso, deixando-os de lado do
altar, e, com as duas mãos tomar o Livro Sagrado e recita o Salmo da Fraternidade.
Parece que um peso, não um peso dolorido, mas de tranquilidade, de paz, de luz, caindo
em sua cabeça e, parece flutuar, saindo de sua boca o "Oh! quão bom e agradável viverem
unidos os Irmãos!...".
Naquele momento se sente quanto é profundo e tão cheio de energia é àquela hora, que é
o clímax da nossa Sessão. Percebem-se, claramente, as energias das Colunas do Norte e
do Sul, bem como do Oriente se convergindo para aquele centro sagrado. E daí se
espalhando para atingir a todos os Obreiros presentes, dando-lhes essa energia, distribuída
igualitariamente, porque nossa sessão começa ao meio-dia, hora em que o Sol está a pino,
não fazendo sombra em ninguém, porque somos todos iguais nesse momento.
Esta é a hora em que o Grande Arquiteto do Universo dá entrada em nosso Templo, e nós
O rendemos graças, "porque, por Tua bondade e misericórdia, nos tem sido possível
vencer as dificuldades interpostas em nosso caminho para nos reunirmos aqui, e
prosseguirmos em nosso labor".
Cansados por causa de um dia de trabalho, estamos exaustos e esta energia nos
reconforta. As dificuldades interpostas em nosso caminho foram destruídas porque toda
semana nos alimentamos dessa energia. E pedimos ao Grande Arquiteto do Universo "com
que nossos corações e inteligência sejam sempre iluminados pela Tua Luz e fortificados
por Teu amor e bondade possamos compreender que, para nosso trabalho ser coroado de
êxito, necessário é, em nossa deliberação, subjugarmos paixões e intransigências à fiel
obediência dos sublimes princípios da Fraternidade...".
Tudo depende exclusivamente de cada um de nós. Estamos preparados para enfrentar a
vida, porque nossas vidas tomaram plena força e vigor. Nosso trabalho será coroado de
êxito porque diuturnamente estamos subjugando nossas "paixões e intransigências à fiel
obediência dos sublimes princípios da Fraternidade", uma vez que estaremos sempre
procurando amar mais o nosso próximo, que é uma das metas de nossa caminhada nessa
vida.
Juarez de Oliveira Castro - Loja Alferes Tiradentes Nº 20
Florianópolis - SC
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 5/23
3 – Hermes Trismegisto
Paulo José Fiamoncini
Ir Paulo José Fiamoncini
Loja Acácia Riosulense nr. 95
Orientador: Ir Fúlvio Borges Filho
Rio do Sul (GLSC)
Hermes Trismegisto.
A raça negra que se sucedeu à raça vermelha austral na dominação do mundo fez do Alto
Egito seu principal santuário. O nome de Hermes-Toth, primeiro e misterioso iniciador do Egito nas
doutrinas sagradas, remonta, sem dúvida, a uma primeira e pacífica mistura das raças branca e
negra nas regiões da Etiópia e do Alto Egito, muito antes da época ariana. Hermes é um nome
genérico como Manu e Buda. Designa ao mesmo tempo um homem, uma casta e um deus,
Homem, Hermes é o primeiro, o grande iniciador do Egito; casta, é o sacerdócio depositário das
tradições ocultas; deus é o planeta Mercúrio, assimilado com sua esfera a uma categoria de
espíritos, de iniciadores Divinos; em uma palavra, Hermes preside a região supraterreste da
iniciação celeste. Na economia espiritual do mundo, todas as coisas são ligadas tanto por secretas
afinidades como por um fio invisível. O nome de Hermes é um talismã que as resume, um som
mágico que as evoca. Daí seu prestigio. Os gregos, discípulos dos egípcios, o chamaram Hermes
Trimegisto ou três vezes grande, pois era considerado rei, legislador e sacerdote. Ele tipifica uma
época em que o sacerdócio, a magistratura e a realeza se encontravam reunidas em um só corpo
governante. A cronologia egípcia de Manethon chama essa época de reino dos deuses. Não havia
então nem papiros nem escrita fonética, mas a ideografia sagrada já existia; a ciência do
sacerdócio estava inscrita em hieróglifos sobre as colunas e as paredes das criptas.
Consideravelmente aumentada, ela passou mais tarde à biblioteca dos templos. Os egípcios
atribuíam a Hermes quarenta e dois livros sobre a ciência oculta. O livro grego conhecido sob o
nome de Hermes Trimegisto encerra, certamente, restos alterados mas infinitamente preciosos da
antiga teogonia que é como o fiat lux, de onde Moisés e Orfeu receberam seus primeiros raios. A
doutrina do Fogo-Princípio e do Verbo-Luz, encerrada na Visão de Hermes, continua sendo o pico
e o centro da iniciação egípcia.
Tentaremos agora reencontrar essa visão dos mestres, essa rosa mística que só
desabrocha na noite do santuário e no arcano das grandes religiões. Certas palavras de Hermes,
pegadas da antiga sabedoria, são bem feitas para nos preparar para isso. “Nenhum de nossos
pensamentos, disse a seu discípulo Asclépio, saberia conceber Deus, nem nenhuma língua definilo. O que é incorporal, invisível, sem forma, não saberia ser medido pela curta régua do tempo;
Deus é, portanto inefável. Deus pode, é verdade, comunicar a alguns eleitos a faculdade de se
elevar acima das coisas naturais, para que percebam alguma irradiação de sua perfeição suprema,
mas esses eleitos não encontram palavra para traduzir em língua vulgar a imaterial visão que os
fez estremecer. Eles podem explicar à humanidade as causas secundárias das criações que
passam sob seus olhos como as imagens da vida universal, mas a causa primeira permanece
velada e só chegaremos a compreendê-la atravessando a morte.” Era assim que Hermes falava de
Deus desconhecido no interior das criptas. Os discípulos que penetravam com ele nas profundezas
aprendiam a conhecê-lo com um ser vivo.
O livro fala de sua morte como da partida de um deus. “Hermes viu o conjunto das coisas e,
tendo visto, compreendeu e, tendo compreendido, tinha o poder de manifestar e revelar. O que ele
pensava, escrevia; o que escrevia escondia em grande parte, calando-se com sabedoria e falando
ao mesmo tempo, a fim de que por toda a duração do mundo vindouro sempre se pudesse
encontrar algo. E assim, tendo ordenado aos deuses seus irmãos que lhe servissem de cortejo, ele
subiu às estrela.”
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 6/23
A rigor, podemos isolar a história política dos povos, mas não desconjuntar a história
religiosa. As religiões da Assíria, do Egito, da Judeia, da Grécia, só se compreendem quando
apanhamos seu ponto de ligação com a antiga religião indo-ariana. Tomadas à parte são outro
tanto de enigmas e charadas; vistas em conjunto e do alto, é uma soberba evolução, em que tudo
se comanda e se explica reciprocamente. Em uma palavra, a história de uma religião será sempre
estreita, supersticiosa e falsa; a única verdade é a história religiosa da humanidade. A essa altura,
só conhecemos as correntes que há por todo o mundo. O povo egípcio, o mais independente e o
mais fechado de todos às influências externas, não pôde escapar dessa lei universal. Cinco mil
anos antes de nossa era, a luz de Rama, acesa no Irã, brilhou sobre o Egito e se tornou a lei de
Amon-Rá, o deus solar de Tebas. Foi essa constituição que lhe permitiu desafiar tantas revoluções.
Menes foi o primeiro rei de justiça, o primeiro faraó executor dessa lei. Ele teve o cuidado de não
subtrair ao Egito sua antiga teologia, que era também a dele. Só fez confirma-la e expandi-la,
acrescentando-lhe uma organização social nova: o sacerdócio, ou seja, o ensinamento, a um
primeiro conselho; a justiça a um outro; o governo aos dois; a realeza, concebida como delegação
deles e submetida a seu controle; a independência relativa dos nomos ou comunidades, na base
da sociedade. É o que podemos chamar de governo dos iniciados. Havia como pedra principal uma
síntese das ciências conhecidas com o nome de Osíris (O-Sir-is), o senhor intelectual. A grande
pirâmide é o símbolo disso e seu gnômon matemático. O faraó que recebia seu nome de iniciação
do templo, que exercia a arte sacerdotal ou real sobre o trono, era então um personagem bem
diferente do déspota assírio, cujo poder arbitrário estava assentado sobre o crime e o sangue. O
faraó era o iniciado coroado, ou ao menos o aluno e o instrumento dos iniciados. Durante séculos,
os faraós defenderão, contra a Ásia que se tornara despótica e contra a Europa anarquista, a lei do
Carneiro que representava então os direitos da justiça e da arbitragem internacional.
Por volta do ano 2000 a.C., o Egito sofreu a pior crise que um povo pode atravessar: a da
invasão estrangeira e de uma semiconquista. A invasão fenícia era a continuação de um grande
cisma religioso da Ásia, que elevara as massas populares semeando a dissensão nos templos.
Conduzida pelos reis-pastores chamados hicsos, essa invasão caiu em dilúvio sobre o Delta e o
Médio Egito. Os reis cismáticos levavam com eles uma civilização corrompida, a moleza jônia, o
luxo da Ásia, os costumes do harém, uma idolatria grosseira. A existência nacional do Egito estava
comprometida, sua intelectualidade em perigo, sua missão universal ameaçada. Mas ela tinha uma
alma de vida, ou seja, um corpo organizado de iniciados, depositários da antiga ciência de Hermes
e de Amon-Rá. Que fez essa alma? Retirou-se para o fundo de seus santuários, curvou-se sobre si
mesma para resistir ao inimigo. Aparentemente, o sacerdócio se curva diante da invasão e
reconhece os usurpadores que traziam a lei do Touro e o culto ao boi Apis. Porém, escondidos nos
templos, os dois conselhos haviam guardado como em um depósito sagrado sua ciência, suas
tradições, a antiga e pura religião e, com ela, a esperança de uma restauração da dinastia
nacional. Foi nessa época que os sacerdotes espalharam para o povo a lenda de Ísis e Osíris, do
desmembramento deste e sua ressurreição por seu filho Hórus, que encontraria seus membros
espalhados, levados pelo Nilo. Excitou-se a imaginação do povo com a pompa das cerimonias
publicas. Mantinham seu amor pela religião representando-lhes as dores da deusa, suas
lamentações pela perda de seu esposo celeste e a esperança que ela tinha em seu filho Hórus, o
mediador Divino. Mas ao mesmo tempo os iniciados julgaram necessário manter a verdade
esotérica inatacável recobrindo-a com um triplo véu. A difusão do culto popular de Ísis e Osíris
corresponde à organização interior e sábia dos pequenos e grandes Mistérios. Rodearam-nos de
barreiras quase intransponíveis, de perigos terríveis. Inventaram-se as provas morais, exigiu-se o
voto de silencio e a pena de morte foi rigorosamente aplicada contra os iniciados que revelassem o
menor detalhe dos Mistérios. Graças a essa organização severa, a iniciação egípcia tornou-se não
somente o refúgio da doutrina esotérica como o cadinho de uma ressurreição nacional e a escola
das religiões futuras. Enquanto os usurpadores coroados reinavam em Mênfis, Tebas preparava
lentamente a regeneração do país. De seu templo, de sua arca solar saiu o salvador do Egito,
Amós, que expulsou os hicsos após nove séculos de dominação, restaurou os direitos da ciência
egípcia e da religião masculina de Osíris.
Assim os Mistérios salvaram a alma do Egito da tirania estrangeira e tudo isso pelo bem da
humanidade. Pois era tal a força de sua disciplina, o poder de sua iniciação, que eles conservavam
sua melhor força moral, a mais alta seleção intelectual.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 7/23
A iniciação antiga repousava sobre uma concepção do homem ao mesmo tempo mais sã e
mais elevada que a nossa. Dissociamos a educação do corpo, da alma e do espirito. Nossas
ciências físicas e naturais, muito avançadas em si mesmas, fazem abstração do principio da alma e
sua difusão no Universo; nossa religião não satisfaz às necessidades da inteligência; nossa
medicina não quer saber nem da alma, nem do espirito. O homem contemporâneo procura o prazer
sem a felicidade, a felicidade sem a ciência e a ciência sem a sabedoria. A antiguidade não admitia
que se pudessem separar essas coisas. Em todos os campos, ela tomava em conta a tripla
natureza do homem. A iniciação era um treinamento gradual de todo ser humano para os picos
vertiginosos do espirito, de onde se pode dominar a vida. “Para atingir essa maestria, diziam os
sábios de então, o homem precisa de uma reconstrução total de todo o seu ser físico, oral e
intelectual. Ora, essa reconstrução só é possível com o exercício simultâneo da vontade, da
intuição e do raciocínio. Por sua completa concordância, o homem pode desenvolver suas
faculdades a limites incalculáveis. A alma tem os sentidos adormecidos; a iniciação os acorda.
Com um estudo aprofundado, uma aplicação constante, o homem pode ser pôr em relação
consciente com as forças ocultas do Universo. Com um esforço prodigioso, pode atingir a
percepção espiritual direta, abrir-se às rotas do além e tornar-se capaz de dirigir-se para lá. Apenas
então ele pode dizer que venceu o destino e conquistou aqui embaixo sua liberdade Divina.
Apenas então o iniciado pode se tornar iniciador, profeta e teurgo, ou seja: vidente e criador de
almas. Pois apenas aquele que comanda a si mesmo pode comandar os outros; apenas o que é
livre pode libertar.”
Assim pensavam os iniciados antigos. Os maiores dentre eles viviam e agiam em
consequência disso. A verdadeira iniciação era então bem diversa de um profundo delírio e bem
mais que um simples ensinamento cientifico; era a criação de uma alma por si mesma, sua eclosão
para um plano superior, sua eflorescência no mundo Divino.
Voltemos no tempo de Ramsés, na época de Moisés e Orfeu, cerca do ano 1300 a.C.
tentemos penetrar no cerne da iniciação egípcia. Os monumentos figurados, os livros de Hermes, a
tradição judaica e grega permitem fazer reviver suas fases ascendentes e formar-nos uma ideia de
sua mais alta revelação.
MAÇOM – “O Construtor Social”
Bibliografia:
- Figueiredo, Joaquim Gervásio de – Dicionário de Maçonaria – Editora Pensamento;
- Girardi, João Ivo - Do meio dia à meia-noite – Nova Letra Gráfica e Editora Ltda – 2008. 2 Edição;
- Junior, Raymundo D`Elia – Maçonaria Simbolismo e Tradição – Editora Madras Ltda;
- Kinney, Jay – O mito maçônico – Editora Record – 2010. - http://wikipedia.org/ - 01/11/2012;
- http://wikipedia.org/ - 20/04/2015;
- Bíblia Sagrada.
- http://trabalhosdamaconaria.blogspot.com.br/2012/08/hermes-trismegisto.html 17/05/2015
- Schuré, Édouard – Os Grandes Iniciados – Editora Madras - 2011
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 8/23
4 – O Simbolismo da Maçonaria
Humberto Borges
Humberto Borges
Melbourne - Austrália
Fonte:
Extraído do Boletim do Grande Oriente do Brasil.
Janeiro de 1873. pp. 18-20
A Maçonaria, debaixo do ponto de vista das construções e dos símbolos, é um artefato, una
maneira especial de despertar a consciência e exprimir os interesses os mais profundos da
natureza humana.
É nos artefatos e nos símbolos que os povos têm deposto seus mais íntimos pensamentos e suas
mais ricas instituições. É esta a única chave por meio da qual nos é permitido penetrar nos arcanos
de sua sabedoria e nos mistérios de suas religiões.
A Maçonaria, em seu começo, enquanto não encontra uma forma fixa que corresponda
perfeitamente á sua idéia, chama a atenção do iniciado para um sinal puramente gráfico e que em
si nada envolve, isto é, uma letra, a letra G. O trabalho porém consistirá em assinar-lhe um
conteúdo determinado; é pois para fazer-nos compreender esse conteúdo que ela recorre á formas
particulares, que só os símbolos de que usamos, isto é, objetos sensíveis que não devem ser
tomados tais como se nos oferecem á primeira vista, mas sim num sentido mais extenso e
genérico.
O simbolismo dos números, que tão importante papel representou no Egito e nas teologias grega e
romana, reaparece na maçonaria moderna, e é um dos laços que a prende aos antigos mistérios e
que liga o presente ao passado.
Já que, diz Proudhon, em maçonaria tudo se deve fazer em vista das leis de equilíbrio, e que ela
repousa sobre as relações de igualdade e sobre a justiça, que se simboliza pela figura de uma
balança, é justo que nela tudo se submeta á lei do numero, peso ou medida.
Qual é a significação simbólica dos números sagrados em Maçonaria? Estes números que são 3,
5, 7 e 9 nos dão unta proporção aritmética, símbolo da igualdade. Quanto à relação de proporção
ela é designada pelo número 2, expressão do dualismo, que se reproduz invariavelmente nos fatos,
tanto como a unidade e o ternário.
Por meio do número e da medida, a maçonaria tende á perfeição; ela se coloca como a unidade de
quantidade e de igualdade; a medida lhe é tanto mais necessária, quanto mais ela se afasta da
natureza inorgânica, no que ela lhe é necessariamente fatal.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 9/23
É no Oriente, e, sobretudo no Egito, que se deve procurar o mais perfeito exemplo do
desenvolvimento da forma simbólica. Seu povo se caracteriza pela necessidade e inclinação
imperiosa do espírito, que, para se satisfazer, busca manifestar seu pensamento no exterior por
formas tiradas da natureza, encerrando nelas um sentido diferente do sentido imediato, mas
exprimindo ideias que têm relação e analogia com os objetos representados, sendo o símbolo tanto
mais perfeito quanto esta relação é mais natural e profunda.
A Maçonaria recorre muitas vezes ao símbolo egípcio; mas o que neste povo tinha urna
significação particularmente naturalista tem entre nós um caráter da mais suma espiritualidade.
Além disto, as metáforas na linguagem maçônica são muito usuais. Diz-se Grande Oriente em
alusão ao ponto onde nasce o sol e donde vem a luz; serve-se da palavra Luz, não em seu sentido
próprio, mas sim metafórico; acontecendo o mesmo com as palavras compasso e régua e os mais
instrumentos de que nos servimos, os quais todos têm um sentido figurado, cujo uso manual e
sentido próprio e material tem na Maçonaria um sentido metafórico e relativo a uma operação
idêntica que se passa no espírito em vista do bem e da justiça.
Regra geral, dado um símbolo, é mister não nos entregarmos aos caprichos da imaginação para
determinar sua significação. Sua explicação ou demonstração só tem valor quando ela é o fruto de
um trabalho sério e histórico, contém todas as minudencias e é conforme ao espírito da instituição,
a seus costumes e tradições, que só a erudição dos povos na falta de livros, visto ser a memória o
livro inédito dos fatos, e, remontando-se à origem das tradições, é como quando remonta-se o
curso de um rio, acabando-se por chegar à sua origem e na questão vertente, à uma verdade.
É por meio de um estudo sério sobre nossa bela instituição que, apesar dos tempos e das soluções
de continuidade que existem na história da maçonaria, é fácil reconstruir sua unidade quebrada,
referindo-se a sua idéia. À vista do que, podemos submeter nossa história às divisões naturais que
permitem o estudo e o ensino sistemático.
A Maçonaria é, pois uma grande instituição, geralmente incompreensível por seus adeptos: Aliud
est, aliud dicitur. Em presença das profundas trevas que ocultam à humanidade seus futuros
destinos, só ela conserva e transmite aos iniciados as palavras misteriosas Abre-te Sésamo do
conto árabe, diante das quais se fendem os rochedos, se dissipam as trevas, deixando surgir por
todas as partes uma ofuscante claridade, a qual é a Luz que esclarece nossos trabalhos.
(Chaíne d’Union).
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 10/23
5 – Que tal, um pouco de vergonha maçônica
Sérgio Quirino Guimarães
Ano 09 - artigo 30 - número sequencial 520 – 125 julho 2015
Saudações, estimado Irmão!
Que tal, um pouco de
VERGONHA MAÇÔNICA
Certamente, ao se deparar com o título, o Irmão associou o termo vergonha às situações
desagradáveis, que envolvem Irmãos, Lojas ou mesmo Instituições Maçônicas.
Na interpretação tradicional, “vergonha” diz respeito ao prejuízo moral em razão da desonra, ou
emoção prejudicada por conta do ridículo. Ou ainda, o acanhamento por não conhecer as regras
ou não dar conta de resolver ou participar de certas situações. Estes são os aspectos profanos e
negativos que envolvem o ser envergonhado.
Em nossos labores devemos estudar e praticar a positiva e sagrada vergonha.
Estudamos o Prumo como ferramenta adequada para controlar a intelectualidade do homem diante
da luz da razão. Durante “nossas construções”, devemos tê-lo à mão, nos induzindo às correções
diante dos desvios.
“Eis que o Senhor estava sobre um muro levantado a prumo; e tinha um prumo na mão. O Senhor
me disse: Que vês tu, Amós? Um prumo, eu disse.”
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 11/23
A vergonha que deve tomar o Maçom é o “fio do prumo”, uma linha reta, sempre no sentido
vertical, apta delinear as necessárias correções. Elemento que enceta no homem a condição
psicológica de controle de sua natureza ignóbil, ao mesmo tempo em que desperta nele a
importância de estar sempre “De Pé e a Ordem”.
O escrito americano, John Elliot Bradshaw conceitua a vergonha como a "emoção que nos deixa
saber que somos finitos". Diante da consciência da transitoriedade de tudo, resta ao Maçom o
sentimento da própria dignidade, levando-o a agir corretamente e com honestidade.
VERGONHA MAÇÔNICA É A RETIDÃO DA CONSCIÊNCIA.
Este artigo foi inspirado no livro “GRANDE DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE MAÇONARIA E
SIMBOLISMO” (Volume IV, 3ª edição 2012) do Irmão Nicola Aslan, que na página 1441, nos instrui:
“...um homem de vergonha é aquele cuja vida é uma demonstração permanente de altos valores
morais.”
Neste nono ano de compartilhamento de instruções maçônicas, mantemos a intenção primaz de
fomentar os Irmãos a desenvolverem o tema tratado e apresentarem Prancha de Arquitetura,
enriquecendo o Quarto-de-Hora-de-Estudo das Lojas.
Precisamos incentivar os Obreiros da Arte Real ao salutar hábito da leitura como ferramenta de
enlevo cultural, moral, ético e de formação maçônica.
Fraternalmente
Quirino
___________________________________________________________________________________________________________________
Sérgio Quirino - ARLS Presidente Roosevelt 025 - GLMMG
Contato: 0 xx 31 8853-2969 / quirino@roosevelt.org.br
Os artigos publicados refletem a opinião do autor exclusivamente como um Irmão Maçom.
Os conteúdos expostos não reproduzem necessariamente a ideia ou posição de nenhum grupo, cargo ou entidade maçônica.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 12/23
6 – Nossas Lojas
Loja Regeneração Catarinense (GOB/SC)
A Loja Regeneração catarinense, (GOB/SC) em Sessão Magna, teve empossada a sua nova
diretoria para o período administrativo 2015/2017, ficando assim definida:
Venerável Mestre: James Luciani
1o. Vigilante: Cláudio Waldir de Souza
2o. Vigilante: Roberto Ricardo da Silva
Orador: Paulo de Tarso Rozas Rodrigues
Secretário: Paulo César Fiuza Lima
Tesoureiro: Élcio Domingues Martins
Chanceler: Marcos Lacerda Queiroz
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 13/23
Loja Demolay Nelson Dequech Jr. n 133
Registro da posse da Loja Demolay Nelson Dequech Jr. n 133, de Londrina (GOP), que
trabalha no Rito Schroeder. Os cumprimentos ao Venerável Mestre Omar Genha Taha.
Loja Concórdia et Humanitas nr. 56 (Porto Alegre)
Caro e Ven. Ir. Nelson A. H. de Carvalho, ex-V.M. da A.R.L.S. Cidade de Viamão No. 99, ao
Or. de Viamão – RS – GLMERGS, agradecemos as palavras amáveis e fraternas.
O Ven. Ir. Nelson Carvalho, foi um dos 122 Irmãos presentes em Templo no dia 09/07
abrilhantando a Sessão Magna de Sagração do Templo da Cinq. Ben. A.R.L.S. "Concordia et
Humanitas" Nr. 56 - ao Or. de Porto Alegre – RS – Rito Schröder – GLMERGS, e com esta
mensagem, em nome do Ven.Ir. Arli Helvio Boeck e de seus Obreiros a Oficina agradece a
todos os Irmãos que se fizeram presentes, bem como aos que nos enviaram mensagens de
cumprimentos e felicitações e, até mesmo de justificativa de ausência, o que demonstra o
carinho dos Irmãos pela nossa Loja.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 14/23
Foi uma sessão histórica, não somente pela condução do Respeitab. Ir. Paulo Roberto Pithan
Flores, Sereníssimo G.M., do Respeitab. Ir. Norton Valladão Panizzi, Emin. G.M. Adj., que
atuou como 1º Gr. Vig. “ad hoc”, e do Assesor Executivo do G.M., Resp. Ir. Jaques Câmara
Loss, que atuou como 2º Gr. Vig. “ad hoc”, mas também pelo congraçamento de tantos Irmãos
(122) das três Potências estaduais e do Ir. Rui Badaró da GLESP, que veio especialmente para
prestigiar o evento; do Ven. Ir. Telmo Percival de Almeida, ex-V.M. da B.A.R.L.S.
VIGILANTES DO BOTUCARAÍ Nr. 89, e Presidente da Gr. Comissão de Liturgia do Rito
Schröder da GLMERGS, que veio com seu V.M. e uma comitiva de Irmãos do Or. de
Candelária; do Ven. Ir. Ivo Germano Hoffmann, V.M. da A.R.L.S. HARMONIA IV, do
GORGS, que transferiu o dia de Sessão da sua Loja para estarem todos presentes nesta noite,
enfim não há como citar a todos... .
Caríssimos Irmãos, nossa gratidão e a nossa Saudação por Três vezes Três!
Após a Sessão, um delicioso Ágape Fraternal fortaleceu e ampliou a harmonia e a concórdia
entre todos os presentes.
Com o Cordial Aperto de Mão, Ir. Rui Jung Neto
“Aprendendo, ensinarás. Ensinando, aprenderás.”
Ex-V.M. da Cinq. Ben. A.R.L.S. "Concordia et Humanitas" Nr. 56 - ao Or. de Porto Alegre – RS –
Rito Schröder - GLMERGS
(51) 9942-2605 (Vivo) –
ruijung@gmail.com
De: maconariaunida@googlegroups.com [mailto:maconariaunida@googlegroups.com] Em nome de
Nelson Carvalho
Enviada em: sexta-feira, 10 de julho de 2015 12:33
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: [Maçonaria Unida] Sagração de Templo
“Ontem tivemos a honra e o privilégio de participar da Sagração do Templo da Cinq.
Ben. ARLS Concordia Et Humanitas nº 56, ao Oriente de Porto Alegre.
Belíssimo Templo. Pudemos ver as demais obras de vulto muito bem planejadas.
Está de parabéns esta Oficina que é um orgulho para a Maçonaria brasileira.
Na oportunidade sagrou o Templo o Sereníssimo Grão-Mestre, Respeitabilíssimos
Irmão Paulo Roberto Pithan Flores e o Eminente G.M. Adjunto, Respeitabilíssimo Irmão
Norton Valladão Panizzi, que conduziram de forma brilhante a ritualística.
Pelas fotos, creio, é possível ver que a casa estava cheia, com a presença de diversas
Lojas, inclusive do GORGS e do GOB.
Em destaque vê-se a atuação do Sereníssimo G.M. e do G.M. Adjunto, e na
última, uma bela manifestação do irmão Rui Jung Neto um dos esteios desta Oficina,
do Rito Schroeder e da Maçonaria.”
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 15/23
Um fraterno abraço,
Nelson A. H. de Carvalho
ARLS Cidade de Viamão No. 99
MM - GLMRS / MI
Membro ACADESUL – Academia Maçônica de Letras Sul-Rio-Grandense
Cadeira nº 11 (Ilustre Irmão Pedro Gonçalves Moacyr)
----------------------------------------------------------------------------------------------
'REAA' de 1928 do irmão Mário Behring.
Os rituais originais/autênticos do simbolismo do REAA são de 1804.
http://www.oficina-reaa.org.br
Saúde, paz, harmonia e prosperidade ao irmão, à Oficina e familiares
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 16/23
Loja Fraternidade Jacques DeMolay de Santos
7º aniversário da ARLS Fraternidade Jacques DeMolay de Santos
Em 10 de julho, em Sessão Magna Pública, foi comemorado o sétimo aniversário da ARLS
Fraternidade Jacques DeMolay de Santos nº 3.963, Rito Adonhiramita, com extensa
programação. Foi filiado à Loja o Ir.·. Renato Batan e admitidos como Membros Honorários os
IIr.·. Fernando Antonio Mendes de Souza e João José Viana, Assessor Especial do Grão-Mestre
Geral do Grande Oriente do Brasil. Na sequencia, o Ir.·. Viana apresentou o tema “Os
Templários e o Descobrimento do Brasil”, com participação especial do Capítulo DeMolay
Príncipe do Líbano. Finalizando a Sessão, o Capítulo DeMolay Fraternidade de Santos
apresentou a Cerimônia das Luzes. Ao término, no ágape, foi servido rodizio de sopas.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 17/23
7 – Destaques JB
Resenha Final
Lojas Aniversariantes de Santa Catarina
Mês de Julho
(as letras em vermelho significam que a Loja completou
ou está completando aniversário)
Data
01.07.1977
07.07.1999
07.07.2005
10.07.2007
12.07.1980
21.07.1993
28.072006
31.07.1975
31.07.2007
http://www.mrglsc.org.br
Julho
Nome
Oriente
Alferes Tiradentes, nr. 20
Solidariedade Içarense, nr. 73
Templários da Nova Era, nr. 91
Obreiros da Maravilha, nr. 96
XV de Novembro, nr. 25
Liberdade Criciumense, nr. 55
Anhatomirim, nr. 94
Obreiros de Hiram, nr. 18
Acácia Palhocense, nr. 97
Florianópolis
Içara
Florianópolis
Maravilha
Imbituba
Criciuma
Florianópolis
Xanxerê
Palhoça
GOB/SC -
http://www.gob-sc.org.br/gobsc
Julho
Data
02.07.01
03.07.78
08.07.10
13.07.01
17.07.02
17.02.02
17.07.97
23.07.1875
26.07.05
29.07.96
Loja
Renovação - 3387
Flor da Acácia - 2025
Lealdade - 3058
Frat. Alcantarense - 3393
Colunas da Serra - 3461
Mestres da Fraternidade-3454
Compasso das Águas -3070
Luz e Caridade - 327
Frat. Acad. Ciência e Artes - 3685
Estrela Matutina - 2965
Oriente
Florianópolis
Itajaí
Florianópolis
Biguaçú
Joinville
Florianópolis
São Carlos
São Francisco do Sul
Jaraguá do Sul
Florianópolis
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 18/23
GOSC
https://www.gosc.org.br
Julho
Data
04/07/1999
04/07/2002
11/07/2009
11/07/2009
12/07/2006
18/07/2003
21/07/1973
22/07/1981
24/07/2013
25/07/1995
26/07/1980
27/07/1981
27/07/2009
Nome da Loja
Giuseppe Garibaldi
Léo Martins
Universitária Luz de Moriah
Passos dos Fortes
Colunas Da Concórdia
Ardósia do Vale
Silêncio de Elêusis
Acácia da Ilha
Triângulo Força e União
Gitahy Ribeiro Borges
União da Fronteira
Arquitetos do Oriente
Luz da Acácia
Oriente
Florianópolis
São José
Chapecó
Xaxim
Concórdia
Rio do Sul
Chapecó
Florianópolis
Cocal do Sul
Florianópolis
São Miguel do Oeste
Xanxerê
Capivari de Baixo
Coragem
‘’Sem qualquer aviso prévio, testes e obstruções surgirão para aqueles
que estão arrumando a casa interior. Não fique surpreso com os
acontecimentos. Não tenha medo. Continue caminhando com coragem,
você não está sozinho. Para cada passo que dá, você recebe milhões de
passos de ajuda. Se até o solo infértil pode produzir frutos após uma boa
adubação por que você, mestre autoridade todo-poderosa, não poderia
transformar qualquer dificuldade no trampolim da vitória?’’
José Aparecido dos Santos
TIM: 044-9846-3552
E-mail: aparecido14@gmail.com
Visite nosso site: www.ourolux.com.br
"Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos".
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 19/23
CONVOCAÇÃO e CONVITE
O Secretário da Loja, que subscreve,
convoca todos os Irmãos do quadro, com base no inciso V do Artº 116 do Regulamento Geral
da Federação e
convida todos os demais Irmãos, para a Sessão da Augusta e Respeitável Loja Simbólica
“Alvorada da Sabedoria” nº 4.285, a 29º sessão,
“Loja de Mesa” (Jantar Ritualístico – “Royal Festive Board”), conforme preceitua a tradição
maçônica britânica, em comemoração ao solstício de verão (no hemisfério norte) ocorrido em 21
de junho de 2015 e em comemoração, dia 24 de junho, aos 298 anos de fundação da Grande
Loja de Londres e Westminster.
O jantar constará de carne de ovelha, pão ázimo, água e vinho tinto. Para participar dessa Loja
de Mesa há necessidade de adquirir convites a R$ 70,oo. Contatos para aquisição de convites:
V.M. Marcos de Oliveira, tel. (48) 9111 0090 ou marcosoliveira@cbm.sc.gov.br .
A sessão será realizada no dia 28 de julho de 2015, terça feira, no “Mar Canasvieiras Hotel”,
Av. Madre Maria Vilac 2017, Praia de Canasvieiras, Florianópolis. O Hotel coloca à disposição
dos Irmãos, hospedagem subsidiada no hotel, à R$ 100,oo o casal com café da manhã. Reservas
com Charlie marketing@redemardecanasvieiras.com.br . Nessa noite, as cunhadas
poderão jantar no restaurante do hotel.
Programação:
20:00 h: encontro no hotel;
20:15 h: início do jantar.
Traje: maçônico completo.
Ir.’. Weber Franco Moraes
Secretário
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 20/23
Australiano promete ajudar aposentado grego
fotografado chorando: "por quanto tempo precisar"
Um empresário australiano pediu ajuda nas redes sociais para encontrar dados que o levem ao
aposentado grego, que foi fotografado chorando do lado de fora de um banco na Grécia.
James Koufos () descobriu que o aposentado era amigo de seu falecido pai e decidiu ajudar
Giorgos Chatzifotiadis "por quanto tempo precisar".
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 21/23
O empresário mora em Sidney e é CEO da Gap Finance, uma empresa de investimentos.
Quando a foto do aposentado rodou o mundo, a mãe de Koufos reconheceu o amigo de
infância de seu marido e avisou o filho.
Segundo uma postagem no Facebook, o empresário pretende ajudar o aposentado junto a sua
empresa, por 12 meses ou mais. "170 euros por semana? Vamos dar mais 250! Nunca deixarei
que um trabalhador grego passe fome! Compartilhem, nos ajudem a achá-lo!".
"Qualquer um pode ajudar com seu paradeiro e detalhes", diz Koufos, que já conta com a
ajuda de milhares de pessoas na internet.
Em seu perfil na rede social, o australiano recebeu diversas solicitações de amizade e todas
elas agradecendo o gesto em meio a palavras de apoio e agradecimento.
Um dos "novos amigos" de James Koufos escreveu: "quanto mais penso no que você está
fazendo, mais acho que o mundo precisa de pessoas decentes como você. Que coração bom"
(tradução livre).
Diversos brasileiros aqui na Austrália também manifestaram seu apoio ao empresário entre
frases como "fico honrado em saber que existem pessoas como você ao nosso redor" e "o
mundo vive um momento de caos e com o seu ato você ensina que ainda podemos acreditar na
força do amor e da compaixão", entre outros.
Direção sob a influência do álcool.
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 22/23
Maçons Australianos Famosos:
Visconde Melbourne Stanley Bruce (1883- 1967) - Primeiro-Ministro da Austrália. Apenas o
primeiro-ministro a perder o seu lugar numa eleição em 1929. Primeiro australiano para se
sentar na Casa dos Lordes. Foi iniciado na Old Melbournians Lodge 317 UGLV em 12 de
junho de 1925.
1 – Comercial faz uma representação de Albert Einstein, quando pequeno, contestando o
Professor que discorria sobre maldade e Deus:
http://www.show2.me/pt/video/deus-existe-albert-einstein?ep=znbPZNZxZPqZN
2 – Túneis feitos com árvores:
10 tuneis feitos com arvores.pps
3 – A beleza do pavão:
A-beleza-do-Pavão.pps
4 – Alentejo:
https://docs.google.com/file/d/0B6KCadPOPVf3UVlKdG9hTmk3WFk/edit?pli=1
5 – Museu de cera:
Museu de Cera em Viena - MadameTussaudWien-gab.pps
6 - Imagens espetaculares de uma das mais belas regiões da França. Vale a pena
conhecer as locações em sua aparência atual.
http://www.youtube.com/embed/AmrCH0AhbDg
7 – Filme do Dia: (O Fantasma) em preto e branco –dublado (para os saudosistas)
https://www.youtube.com/watch?v=2pFT36KZJnQ
JB News – Informativo nr. 1.747 – Melbourne – segunda-feira, 13 de julho de 2015
Pág. 23/23
Noite de sábado 11de julho de 2015, Rio Yarra. Nem a temperatura de 3 graus
Centígrados evitou que bares e restaurantes, estivessem repletos, além do Cassino
Crown, outro atraente refúgio. Melbourne tem uma vida noturna segura e fantástica.
Até a próxima.
Download

Loja Regeneração Catarinense (GOB/SC)