Saúde Coletiva
ISSN: 1806-3365
editorial@saudecoletiva.com.br
Editorial Bolina
Brasil
de Mattos Varandas, Juliana; Ruggiero Takacura, Renata Yoshie
Atividades terapêuticas na abordagem grupal em saúde do trabalhador
Saúde Coletiva, vol. 6, núm. 34, 2009, pp. 255-258
Editorial Bolina
São Paulo, Brasil
Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=84212106007
Como citar este artigo
Número completo
Mais artigos
Home da revista no Redalyc
Sistema de Informação Científica
Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal
Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto
saúde do trabalhador
Varandas JM, Takacura RYR. Atividades terapêuticas na abordagem grupal em saúde do trabalhador
Atividades terapêuticas na abordagem
grupal em saúde do trabalhador
Este artigo tem como objetivos apresentar a abordagem grupal na atenção à saúde do trabalhador e discutir a utilização de
atividades terapêuticas junto a trabalhadores com lesões por esforços repetitivos e distúrbios osteomusculares relacionados
ao trabalho – LER/DORT. Descreve-se relato da prática de uma equipe multidisciplinar, composta por aprimorandas da área
da saúde do trabalhador formadas em terapia ocupacional e psicologia, em um grupo de Atividades Terapêuticas do Programa de Tratamento e Reabilitação em LER/DORT do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Estado de São Paulo
– CEREST/SP. Neste contexto, o processo terapêutico grupal tem por princípio ser o espaço no qual, por meio do fazer, o
paciente possa reconhecer-se como sujeito que cria, atua e organiza o seu cotidiano concreto.
Descritores: Abordagem grupal, Saúde do trabalhador, Atividade terapêuticas.
The present article has as its main purpose introducing the group boarding in worker health care and discusses the use of
therapeutical activities with workers which have injuries for repetitive efforts and osteomusculars riots related to work – LER/
DORT. It is described a reporting of a multidisciplinary team practice in Therapeutical Activities group of the Treatment and
Whitewashing Program in LER/DORT of the Reference Health Worker Center of the State of São Paulo – CEREST/SP, Brazil.
Worker health area trainees, graduated in Occupational Therapy and Psychology, composed the team. In this context, the
patient can recognize himself as a subject that creates, acts and organizes its own reality. Under this perspective, the group
therapeutical process has an intrinsic part in the play establishing a situation to encourage the patient to develop it.
Descriptors: Group boarding, Worker health, Therapeutical activities.
Este artículo tiene como objetivos presentar la abordaje grupal en la atención a la salud del trabajador y discutir el uso relacionado de actividades terapéuticas al lado de trabajadores con lesiones por esfuerzos repetidores y disturbios osteomusculares al trabajo - LER/DORT. Describiese la práctica de un equipo multidisciplinar, compuesto para las aprimorandas del área
de la salud del trabajador formado en terapia ocupacional y psicología, en un grupo de actividades terapéuticas del programa
de tratamiento y el rehabilitación en LER/DORT del Centro de Referencia en Salud del Trabajador del estado de São Paulo CEREST/SP, Brasil. En este contexto, el proceso terapéutico del grupo tiene por principio ser el espacio en el cual, por medio
del hacer, el paciente puede reconocerse como sujeto que cría, actúa y organiza su cotidiano concreto.
Descriptores: Abordaje grupal, Salud del trabajador, Actividad terapéutica.
Juliana de Mattos Varandas: Terapeuta Ocupacional.
Especialista em Saúde do Trabalhador. Analista de Seguro
Social do Instituto Nacional de Seguro Social em Chapecó
- SC. - varandas@previdencia.gov.br
Renata Yoshie Ruggiero Takacura: Psicóloga.
Especialista em Saúde do Trabalhador. Consultora de
Recursos Humanos da RHumus.
Recebido: 12/07/2008
Aprovado: 20/06/2009
INTRODUÇÃO
Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Estado
de São Paulo – CEREST/SP foi organizado em dezembro de
1994, com base na experiência desenvolvida desde 1985 pela
equipe do então Programa de Saúde dos Trabalhadores da zona
norte da cidade de São Paulo.
Enquanto um centro de referência da Secretaria de Estado da
Saúde, o CEREST - SP tem por objetivo desenvolver ações em saúde
do trabalhador, buscando criar modelos e conhecimento que possam ser aplicados em outros serviços de saúde.
Na tentativa de buscar um programa de tratamento que respondesse a uma grande parte da demanda dos trabalhadores e pudesse
servir de modelo de atenção em Saúde do Trabalhador, o CEREST/
SP desenvolveu um Programa de Tratamento e Reabilitação (PTR)
que atende portadores de lesões por esforços repetitivos e distúrbios
osteomusculares relacionados ao trabalho (LER/DORT).
O motivo pelo qual o programa atende trabalhadores com LER/
DORT é a grande demanda, pois segundo o Ministério da Saúde,
a incidência destas patologias aumentou dramaticamente ao longo
das últimas décadas em todo o mundo. Estudos realizados nos EUA
apontam que cerca de 65% de todas as patologias registradas como
O
Saúde Coletiva 2009;06 (34):255-258
5_artigo.indd 255
255
18.09.09 16:53:16
saúde do trabalhador
Varandas JM, Takacura RYR. Atividades terapêuticas na abordagem grupal em saúde do trabalhador
ocupacionais são de LER/DORT e que a relação horas trabalhadas/
ano pode determinar incidências mais altas em alguns setores, por
exemplo em atividades que exigem do trabalhador uso de força e
de repetição comum em linhas de produção, bancos, caixas de supermercado, entre outros1.
No Brasil, o aumento na incidência de LER/DORT pode ser
observado nas estatísticas do Instituto Nacional do Seguro Social –
INSS – de concessão de benefícios por doenças profissionais. Segundo os dados disponíveis, responderam por mais de 80% dos
diagnósticos que resultaram em concessão de auxílio-acidente e
aposentadoria por invalidez pelo sistema brasileiro de Previdência
Social nos últimos anos1.
O PTR destaca-se pela qualificação da assistência prestada aos
portadores de LER/DORT, objetivando oferecer informação sobre
as LER/DORT para que os trabalhadores tenham um papel ativo no
tratamento; estimulação da participação e autonomia dos trabalhadores em relação ao tratamento, discutindo técnicas e formas de
controlar a dor e outros sintomas; propiciar o autoconhecimento e
estabelecimento de limites; diminuir a ansiedade, angústia e sinais
depressivos no cotidiano; possibilitar a convivência com a dor crônica, com as menores restrições possíveis2.
Opta-se por atividades terapêuticas em grupo, pois se acredita
que em grupo o indivíduo acaba por conhecer a si próprio e a cada
um dos outros mais completamente do que o que lhe é possível nas
relações habituais ou de trabalho3. A pessoa toma conhecimento
profundo dos outros membros e de si mesmo, renunciando aos mecanismos de defesa que de alguma forma foram utilizados na tentativa de evitar o sofrimento. A partir disso, relaciona-se melhor com
os outros, não só no grupo, mas também mais tarde, nas diferentes
situações da vida cotidiana.
A vivência grupal propicia que questionamentos particulares se
explicitem na discussão e a elaboração de temas e ansiedades co-
256
5_artigo.indd 256
muns e, com isso, cada um dos integrantes assume um papel que
repercute nos demais4.
As sessões grupais do PTR são desenvolvidas por profissionais
das áreas de fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, sendo que se formam equipes multidisciplinares que coordenam as atividades terapêuticas. Cada grupo tem uma coordenação
específica de um profissional da área da saúde, além da presença
de outros membros da equipe de diferentes categorias profissionais.
Acredita-se que as LER/DORT, por serem de origem multicausal,
necessitam de um tratamento que englobe aspectos físicos, psíquicos e sociais. Sendo assim, é de fundamental importância que se
tenha uma equipe multiprofissional.
A multidisciplinaridade é a interação de diferentes disciplinas,
cada qual trazendo sua contribuição, mas sem se preocupar com o
estabelecimento de laços de cooperação que signifiquem qualquer
alteração em seu corpo teórico-metodológico, embora possam vir a
se beneficiar desta cooperação5.
OBJETIVOS
Apresentar a abordagem grupal de uma equipe multidisciplinar na
atenção à saúde do trabalhador e discutir a utilização de atividades
terapêuticas junto a trabalhadores com LER/DORT.
DESCREVENDO A EXPERIÊNCIA
O PTR é o resultado de um projeto de modelo de assistência, com
duração de três meses, que oferece atendimentos grupais (atividades terapêuticas, oficinas terapêutico-pedagógicas e trabalho corporal) três vezes por semana de duas horas cada e atendimentos
individuais­(fisioterapia e acupuntura).
Os pacientes com diagnóstico de LER/DORT são encaminhados para o CEREST/SP por médicos, sindicatos e outros
Centros de Referência em Saúde do Trabalhador. Em seguida,
Saúde Coletiva 2009;06 (34):255-258
18.09.09 16:53:17
saúde do trabalhador
Varandas JM, Takacura RYR. Atividades terapêuticas na abordagem grupal em saúde do trabalhador
passam por uma triagem que resulta na formação de um grupo
apresentou escore maior que cinco, o que significou que grande
de 10 a 12 participantes de acordo com a demanda para este
parte das atividades e discussões tiveram como enfoque as questipo de abordagem. No caso do grupo citado neste artigo, partitões emocionais trazidas pelas LER/DORT, como frustrações, dor
ciparam 10 trabalhadores.
e dificuldades de autocuidado.
O PTR inicia com um Núcleo Informativo sobre LER/DORT
Um dos objetivos do grupo de atividades terapêuticas é esque engloba questões referentes ao processo de adoecimento
timular o ressurgimento ou o desenvolvimento de capacidades
pelas condições e diferentes organizações do trabalho, tipos de
latentes, para a adaptação ou superação de perdas de funções
tratamentos e funcionamento do programa. Posteriormente, são
essenciais para a execução de atividades psíquicas, motoras e
realizados encontros que recebem o nome de Qualidade de Vida,
socioculturais9.
os quais têm caráter informativo-terapêutico. Todas as equipes do
Existem duas bases para estabelecer a ordem particular do proPTR trabalham os mesmos temas, oferecendo aos pacientes, inforcesso grupal: uma delas é a visão do paciente sobre quais são suas
mações básicas sobre LER/DORT, INSS, PTR, CAT, entre outras.
prioridades e a outra, é o conhecimento do terapeuta de que alguConcomitantemente ao início do programa, os pacientes
mas capacidades devem preceder a obtenção de outras.
deste grupo foram avaliados individualmente pelos terapeutas
No caso do grupo em questão, ocorrido de 11 de abril a 04
ocupacionais com o objetivo de obter conhecimento de dados
de julho de 2006 com um total de 11 encontros, os temas abore registros que refletem limitações físicas, psíquicas e/ou sociais.
dados foram diretamente relacionados ao adoecimento, ao traUma vez que os problemas são identificados, desenvolve-se e
balho e ao cotidiano dos participantes, especificamente, temas
registra-se uma lista destes e assim, faz-se uma relação de metas
como aceitação da doença, limitações impostas pelo adoecido programa de tratamento6.
mento, consciência corporal, autoestima, planejamento e organização do cotidiano, adaptações para as atividades de vida diáA avaliação utilizada foi a MIF – Medida de Independênria, autonomia perante o tratamento, coletividade, descoberta de
cia Funcional [Uniform Data System for Medical Rehabilitation
novas habilidades, entre outros.
(UDSMR), 1990]7, que tem o objetivo de demonstrar a evoluDurante os encontros, foram utilizadas atividades artísticas
ção funcional do indivíduo, para isso, pelo menos dois registros
e expressivas com o intuito de facilitar as discussões dos temas.
são necessários: à admissão e à alta. É preciso ser registrado,
Jung entendia a criatividade e a arte como uma função psíquina folha de avaliação do paciente, o número que melhor desca e natural da mente humana, estruturante do pensamento,
creve o nível de funcionalidade deste para cada item da MIF.
podendo ser usadas como componentes de cura. A atividade
Nenhum item pode ficar em branco, pois caso isso aconteça, o
enquanto recurso terapêutico pode ser conresultado final será comprometido.
siderado como um instrumento que busca
Foi aplicada, também, na avaliação da
principalmente viabilizar a expressão, a esterapia ocupacional, a escala de depressão
pontaneidade e o conhecimento das potenGeriatric Depression Scale – GDS8, que
“CADA GRUPO TEM UMA
cialidades e limitações dos pacientes9.
consiste em quinze questões dicotômicas (sim x não) referentes a mudanças no
Estas atividades têm o valor do primeiro
COORDENAÇÃO ESPECÍFICA DE
humor e a alguns sentimentos específicos
passo para uma construção mais complexa,
UM PROFISSIONAL DA ÁREA DA
como inutilidade, desinteresse, aborreque é a do processo terapêutico. Nele, esta
cimento, entre outros – temas discutidos
ordenação dos procedimentos para a conSAÚDE, ALÉM DA PRESENÇA DE
com frequência no grupo de atividades tefecção do objeto facilita, em primeiro lugar,
OUTROS MEMBROS DA EQUIPE
rapêuticas.
o ensino e a aprendizagem através da expeA partir das avaliações são obtidas inforriência do fazer. Em segundo lugar, abrem
DE DIFERENTES CATEGORIAS
mações importantes que influenciam o deespaço para fazê-lo de diferentes maneiras,
PROFISSIONAIS”
senvolvimento dos grupos, pois é o procespara obter um mesmo produto10.
so de identificar os problemas, estabelecer
Ao longo do grupo, puderam-se obos objetivos e determinar as abordagens,
servar aspectos importantes como coletiprincípios e métodos com os quais a pessoa
vidade, acolhimento e cooperação, que
com tais problemas pode atingir aquelas metas6.
propiciaram um fortalecimento tanto do grupo como um todo,
quanto dos participantes de forma individual, contribuindo
Durante a análise das primeiras avaliações (que antecederam
para o enfrentamento das dificuldades no cotidiano e levando
o grupo), pôde-se observar que o escore relacionado à indepena uma melhora da qualidade de vida.
dência funcional (MIF) apresentou média de 113,4 pontos (senA partir de relatos dos pacientes em grupo pode-se exemplifido que a cotação mais elevada é de 126), ou seja, as tarefas que
car os pontos citados: “No primeiro dia de PTR achei que não ticonstituíam a atividade em questão eram realizadas, por estes
nha nada a ver comigo, mas depois conhecendo os outros percebi
pacientes, sem ou com pouca adaptação, sem ajuda técnica e
que as dificuldades são parecidas”.
em tempo razoável.
“Só de fazer uma caixa de presente e poder dar para alguém,
Portanto, a equipe pôde planejar atividades variadas, sem
isso aumenta minha autoestima”.
adaptações, as quais o grupo realizou sem grandes dificuldades.
“Lembro de quando ensinava aos colegas de trabalho como
Pôde-se, também, pensar em discussões sobre como facilitar,
eram feitas determinadas atividades e depois de um tempo eles me
ainda mais, para o paciente, a realização de suas atividades de
ensinavam que poderia ser feita de outra forma também, assim trovida diária e prática.
cávamos experiências como a gente faz aqui”.
Por outro lado, o escore da escala depressiva (GDS) apresentou média de 5,7 pontos, sendo que a maior parte dos pacientes
Saúde Coletiva 2009;06 (34):255-258
5_artigo.indd 257
257
18.09.09 16:53:17
saúde do trabalhador
Varandas JM, Takacura RYR. Atividades terapêuticas na abordagem grupal em saúde do trabalhador
Após o encerramento do grupo, foram aplicados novamente, os instrumentos MIF e GDS, que apresentaram média 115,2
e 4,6 respectivamente. Embora tais avaliações indicarem pouca
evolução no quadro de dor e limitação funcional dos pacientes,
notaram-se avanços significativos em relação aos aspectos emocionais, importante envolvimento e participação ativa dos seus
membros, uma vez que houve boa adesão às atividades propostas, riqueza das discussões, estabelecimento de relações pessoais, transposição das reflexões para o cotidiano e avaliação positiva do processo grupal por parte dos participantes.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pode-se dizer que a atividade humana tem uma dinâmica própria, oferece sensações, dificuldades, solicita resoluções, estimu-
la novas reflexões. A atividade carrega consigo a potencialidade
de transformação e, em terapia ocupacional, esta potencialidade
poderá ser desenvolvida ou não, de acordo com os objetos, técnicas e o suporte teórico de quem a utiliza11.
O processo terapêutico do grupo de atividades terapêuticas
no PTR tem por princípio ser o espaço no qual, por meio do fazer, o paciente possa reconhecer-se como sujeito que cria, atua
e organiza o seu cotidiano concreto11.
O grupo pode tornar-se para os seus integrantes, segundo
Maximino12, um ambiente confiável e facilitador da exploração
do mundo, assumindo um espaço potencial.
Um grupo de atividades pode funcionar como uma caixa de ressonância, ou seja, uma mudança produzida em uma das partes acaba repercutindo nas outras, modificando todo o sistema.
Referências
1. Brasil. Ministério da Saúde. Doenças
relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde.
Brasília: Ministério da Saúde; 2001.
2. Settimi MM. Lesões por esforços repetitivos (LER)/distúrbios osteomusculares
relacionados ao trabalho (DORT): uma
abordagem interdisciplinar. Rev Rede.
1998;3(Esp.).
3. Rogers CR. Grupos de encontro. 8 ed.
São Paulo: Martins Fontes; 2002.
4. Garbin AC. A experiência interdisci-
plinar dos grupos de vivência para portadores de LER/DORT – CEREST/SP. In:
Takahashi MAC, Vilela RA, organizadores.
Saúde do trabalhador e saúde ambiental:
cenário, experiências e perspectivas. Rev
Piracicaba. 2003:93-5.
5. Galheigo SM. A transdisciplinaridade
enquanto princípio e realidade das ações
de saúde. Rev Ter Ocup Univ São Paulo.
1999;10(2/3):49-54.
6. Trombly CA. Terapia ocupacional
para disfunção física. 2 ed. São Paulo:
Santos; 1989.
7. Uniform Data System for Medical Rea­
bilitation (UDSMR). Guia para uso do
sistema uniformizado de dados para reabilitação médica. Versão 3.0. Buffalo, NY:
Research Foudation; 1990.
8. Sheikh JI, Yesavage JÁ. Geriatric depression scale (GDS): recent evidence and
development of a shorter version. Clin
Gerontol. 1986;5:165-73.
9. Corrêa MMF. Compreendendo e aplicando a terapia ocupacional: relatos de ex-
periências. Porto Alegre: Conceito; 2004.
10. Benetton MJ. A terapia ocupacional
nas ações de saúde mental [tese]. Campinas: Faculdade de Ciências Médicas da
Unicamp; 1994.
11. Pádua EMM, Magalhães LV, organizadores. Terapia ocupacional: teoria e prática. 2 ed. Campinas: Papirus; 2003.
12. Maximino VS. A constituição de grupos de atividades com pacientes psicóticos [tese]. Campinas: Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; 1997.
Normas para publicação saúdecoletiva
A revista Saúde Coletiva tem por objetivo ser um veículo de divulgação de assuntos de Saúde Coletiva e áreas afins, buscando expansão do conhecimento. Assim, recebe artigos de pesquisa, dialogados (debates), de atualização, de relatos de experiência, de revisão, de reflexão, de estudos de caso e ensaios em Saúde Coletiva. Abaixo as normas para publicação:
01 Deve vir acom­pa­nha­do de soli­ci­ta­ção e autorização para publi­ca­ção assinadas por todos os autores.
02 Não ter sido publi­ca­do em nenhu­ma outra publi­ca­ção ou revis­ta nacio­nal.
03 Ter, no máximo, 27.000 toques por artigo incluindo resumo (português,
inglês e espanhol) com até 700 toques, ilustrações, diagramas, gráficos,
esquemas, referências bibliográficas e anexos, com espaço entrelinhas de
1,5, margem superior de 3 cm, margem inferior de 2 cm, margens laterais
de 2 cm e letra tamanho 12. Os originais deverão ser encaminhados em
CD-ROM, no programa Word for Windows e uma via impressa.
04 Caberá à reda­ção jul­gar o exces­so de ilus­tra­ções, supri­min­do as redun­
dan­tes. A ela cabe­rá tam­bém a adap­ta­ção dos títu­los e sub­tí­tu­los dos tra­
ba­lhos, bem como o copi­des­que do texto, com a fina­li­da­de de uni­for­mi­zar a
pro­du­ção edi­to­rial.
05 As refe­rên­cias deve­rão estar de acor­do com os requi­si­tos uni­for­mes
para manus­cri­tos apre­sen­ta­dos à revis­tas médi­cas ela­bo­ra­do pelo Comitê
Internacional de Editores de Revistas Médicas (Estilo Vancouver Sistema
Numérico de Entrada).
06 Evitar ­siglas e abre­via­tu­ras. Caso neces­sá­rio, deve­rão ser pre­ce­di­das, na pri­mei­
ra vez, do nome por exten­so. Solicitamos des­ta­car fra­ses ou descritores.
07 Conter, no fim, o endereço completo do(s) autor(es) e telefone(s),
258
5_artigo.indd 258
e-mail e, no rodapé, a função que exerce(m), a instituição a que
pertence(m), títulos e formação profissional.
08 Não será per­mi­t i­da a inclu­são no texto de nomes comer­c iais de quais­
quer pro­du­t os. Quando neces­sá­rio, citar ape­nas a deno­m i­na­ç ão quí­m i­c a
ou a desig­n a­ção cien­t í­fi­ca.
09 O Conselho Científico pode efe­tuar even­t uais cor­r e­ç ões que jul­g ar
neces­sá­rias, sem, no entan­t o, alte­rar o con­t eú­d o do arti­g o.
10 O ori­gi­n al do arti­go não acei­t o para publi­ca­ç ão será devol­v i­d o ao autor
indi­ca­do, acom­pa­n ha­do de jus­t i­fi­ca­t i­va do Conselho Científico.
11 O con­t eú­do dos arti­gos é de exclu­s i­v a res­p on­s a­b i­li­d a­d e do(s)
autor(es). Os tra­ba­lhos publi­ca­dos terão seus direi­tos auto­r ais res­g uar­d a­
dos por Editorial Bolina Brasil e só pode­rão ser repro­d u­z i­d os com auto­r i­
za­ção desta.
12 Os tra­ba­lhos deve­rão pre­ser­var a con­fi­den­c ia­li­d a­d e, res­p ei­tar os prin­
cí­pios éti­cos e tra­zer a acei­t a­ção do Comitê de Ética em Pesquisa (Resolução CNS – 196/96) quando for pesquisa.
13 Os tra­ba­lhos, bem como qual­quer cor­res­p on­d ên­c ia, deve­r ão ser envia­
dos para a revista: Saúde Coletiva – A/C CON­S E­L HO CIENTÍFICO,
Al. Pucuruí, 51/59 - Bl.B - 1º andar - Cj.1030 - Tamboré - Barueri - SP CEP: 06460-100 - E-mail: editorial@saudecoletiva.com.br.
Saúde Coletiva 2009;06 (34):255-258
18.09.09 16:53:17
Download

Full screen - Red de Revistas Científicas de América Latina y el